Na busca de melhor qualidade de vida e privacidade, isolamento acústico é muito importante. É comum as pessoas procurarem soluções para impedir que certos ruídos e barulhos externos entrem em seu ambiente domiciliar. Para que isso ocorra, existem muitas soluções no mercado, sendo por isso fundamental conhecê-las para poder escolher o melhor material para isolamento acústico.

Afinal, esse composto possui a capacidade de impedir que o som passe por ele. Logo não vai deixar ruídos entrarem ou saírem de determinado ambiente. Além disso, algumas das soluções usadas para esse fim também apresentam propriedade de isolamento térmico. Isso também garante maior eficiência energética.

Não é por acaso que o isolamento acústico se tornou uma necessidade para certos estabelecimentos comerciais e industriais. Por isso, para que você possa escolher aquele que melhor atenderá as suas necessidades, fizemos uma lista com os quatro principais tipos de materiais. Tenha uma boa leitura!

Por que é importante escolher corretamente o material para isolante acústico?

Conceitualmente, conforme já explicamos, a capacidade de isolamento acústico se baseia na possibilidade de que determinado material tem de impedir que o som passe por ele. Normalmente, esse tipo de composto apresenta grande densidade e serve como uma barreira física, a qual dificulta a passagem do som.

Como cada material tem características próprias, eles não apresentam a mesma capacidade de isolamento acústico. Além disso, são poucos componentes que também conseguem isolar termicamente o ambiente. Sendo assim, é preciso entender qual é o tipo de problema que se deseja resolver para poder escolher a solução mais adequada e de melhor custo-benefício.

Por isso, é tão importante conhecer os diferentes materiais existentes no mercado. Afinal, para evitar futuras complicações e desperdícios, é fundamental escolher uma solução que consiga atender às necessidades dos usuários da edificação.

Quais são os principais materiais?

Atualmente, é possível encontrar no mercado grande variedade de materiais que proporcionam isolamento acústico, sendo que os principais são:

1. Espumas acústicas

Muito utilizadas no tratamento acústico de estúdios de gravação — é comum que esse composto faça parte da decoração desses espaços —, as espumas acústicas são um material barato que têm como principal função melhorar a emissão e a qualidade do som. Para isso, ela absorve e reduz a reflexão do som interno de um ambiente, de modo a eliminar o eco, deixando-o mais seco.

Apesar desse material ser muito utilizado na indústria musical, ele não tem capacidade de isolamento acústico. Caso haja o desejo de atenuar o som, é preciso utilizar as espumas acústicas com outros materiais. Também é comum que esse material receba tratamento especial com aditivos para que consiga retardar o tempo de propagação de chamas e reduzir a emissão de fumaça tóxica caso ocorra um incêndio.

2. Lã de vidro

Comercializada em rolo ou em painéis, a lã de vidro é uma fibra mineral produzida a partir do aquecimento a altas temperaturas da sílica e do sódio. Apresenta fácil instalação, pode ser fixada com facilidade nas paredes, bastando apenas utilizar buchas, parafusos ou velcro.

Além disso, devido ao índice de absorção acústica e sua baixa condutibilidade térmica, esse material tem o seu uso recomendado para isolar termicamente e fazer o tratamento acústico de um ambiente.

Apesar de ser resistente ao fogo, de modo a não propagar chamas, a lã de vidro não suporta incêndios de grande magnitude, os quais proporcionam temperaturas superiores a 800ºC.

Outra característica importante desse material é a sua longa vida útil, pois não sofre deterioração. Pode ser aplicado em paredes, pisos e tetos.

3. Lã de rocha

Produzida a partir do superaquecimento de materiais derivados de rochas basálticas, a lã de rocha é um composto muito utilizado nos isolamentos acústicos de ambientes. Bastante versátil, ela pode ser utilizada em paredes duplas de drywall ou de alvenaria, em pisos flutuantes, coberturas e forros.

Não pode ser usada de maneira exposta, uma vez que gera um pó que causa irritação e coceira nos usuários de uma edificação.

Além de apresentar elevado índice de absorção acústica, a lã de vidro proporciona ótimo isolamento térmico, o qual possibilita um local com temperatura ambiente agradável em todas as estações do ano.

Por não se degradar com o passar do tempo, outra vantagem é a sua elevada vida útil, porque também não necessita de manutenção constante.

3. 3TC isolamento

Inspirado no funcionamento dos trajes de astronautas e das garrafas térmicas — os quais conseguem controlar a temperatura em situações de calor e frio — o 3TC isolamento é um isolante que foi desenvolvido para combater as três formas de transferência de calor. Afinal, a temperatura ambiente é influenciada pela condução, pela radiação e pela convecção.

Apesar de ser amplamente conhecidos, os isolantes tradicionais combatem apenas 10% da transferência de calor proveniente da radiação. O 3TC utiliza o poliestireno expandido (EPS) para atuar contra a condução térmica, além de possuir duas lâminas de um polímero refletivo que impede a entrada de 97% da radiação térmica.

Para combater a convecção, o produto apresenta uma cobertura contínua, flexível e impermeável, que veda o espaço isolado e impede a entrada de vapores que causarão esse fenômeno. Assim, ao atuar nessas três frentes, o 3TC é um produto isolante de alta performance.

Além da capacidade de isolamento térmico, o 3TC apresenta possibilidade de atenuação acústica. Dessa forma, em muitos casos, o 3TC pode ser um ótimo material para isolamento acústico.

Atualmente, o produto é encontrado em placas ou rolos. Em alguns casos pode ser feito em medidas personalizadas que garantem a diminuição do desperdício e do custo do frete. Por tudo isso, esse material é, sem nenhuma dúvida, a opção de melhor custo-benefício do mercado.

Por que escolher o 3TC?

Como é possível perceber, o 3TC é um produto de alta performance, que apresenta ótimo custo-benefício. Por combater as 3 formas de transferência de calor, ele consegue ser mais eficiente que as demais opções de isolamento existentes no mercado. Além disso, o produto apresenta excelente capacidade de absorção acústica.

Outra vantagem do produto é sua vida útil. Além de apresentar custo de manutenção reduzido, pois não quebra, não racha nem se danifica com facilidade. Para garantir mais segurança e saúde aos usuários de uma edificação, o 3TC é imune a mofos. Sua composição também impede o surgimento de formigas e não propaga chamas (Classe II-A).

Diante de todas essas vantagens, o 3TC surge como excelente opção de material para isolamento acústico. Isso por ser capaz de conciliar tecnologia, eficiência e custo-benefício, tudo em um só produto.

Caso você tenha se interessado pelo nosso produto e queira saber mais sobre ele, que tal entrar em contato conosco? A nossa equipe terá o prazer em atendê-lo e solucionar todas as suas possíveis dúvidas.

Com o passar do tempo, inevitavelmente surgirão diversas patologias em uma edificação, as quais provocam alguns transtornos indesejados. Entre elas, uma das mais comuns são os problemas em telhados e lajes. Apesar dessa situação parecer interminável, sobretudo no período das chuvas, é possível encontrar soluções viáveis que solucionam essa adversidade.

Para isso, o primeiro passo é conhecer um pouco mais sobre a estrutura do telhado, assim será possível encontrar formas que possam prevenir futuros transtornos. Além disso, é fundamental encontrar as prováveis causas desses problemas, o que permitirá executar a solução mais eficiente. No entanto, o mais importante é descobrir a existência das patologias o mais cedo possível. Qualquer pequeno problema poderá prejudicar a edificação como um todo.

Sabendo disso, reunimos neste guia completo tudo o que você precisa saber para prevenir, identificar e solucionar os principais problemas que são encontrados em telhados e lajes. Tenha uma boa leitura!

1. Qual a importância de ter atenção aos problemas em telhados, lajes e outras coberturas?

Para exercer a sua função, uma edificação é constituída de várias estruturas que devem trabalhar em conjunto. Dessa forma, caso alguma delas sofra de alguma patologia, é possível que ocorram problemas nas demais partes dessa construção. Portanto, é fundamental ficar atento ao surgimento de defeitos que possam comprometer um edifício e, consequentemente, a saúde e a segurança de seus usuários.

Por isso, é fundamental ficar atento ao surgimento de defeitos nas coberturas e lajes. No entanto, para podermos entender melhor sobre qual é a importância de sempre manter esses elementos em um bom estado de conservação, primeiro é necessário conhecer melhor o que caracteriza essas estruturas.

1.1 Afinal, o que é um telhado e uma cobertura?

Basicamente, a cobertura tem como principal objetivo proteger a estrutura de uma edificação das intempéries existentes no ambiente exterior. Além disso, com o devido tratamento, esse elemento proporciona conforto térmico e acústico aos usuários de uma construção.

Já os telhados são um tipo de cobertura, o qual é caracterizado por ter um ou mais planos inclinados — os quais são denominados de águas — em relação a uma linha horizontal. Além da função de preservar o edifício, um telhado consegue promover a captação e a distribuição das águas das chuvas.

Outra característica marcante dos telhados é a necessidade de instalar telhas, as quais podem ser construídas de vários materiais, como cerâmicas, metais, cimentos, entre outros. Durante o projeto dessa cobertura é preciso considerar as características climáticas de uma região para determinar a inclinação de suas águas.

Telhado de cerâmica

1.2 O que caracteriza uma laje?

Conceitualmente, a laje é uma estrutura que tem como função separar os diversos pavimentos de uma edificação, de modo a ser a base de contrapisos ou atuar como teto. Além disso, esse elemento estrutural é o responsável por transmitir os esforços provocados pela utilização do andar para as vigas e, consequentemente, para os pilares — isso quando não usar o método construtivo de alvenaria estrutural.

Bastante versátil, uma laje pode ser utilizada como cobertura de um edifício, de modo a fazer com que essa estrutura fique em contato direto com as intempéries do ambiente. Para que esse elemento mantenha sua resistência estrutural, é fundamental que seja aplicada sobre sua superfície uma impermeabilização. Isso evitará que ocorra a infiltração da água e o surgimento de demais patologias causadas pela umidade.

1.3 Por que se deve prestar atenção aos problemas nessas estruturas?

Devido à sua posição, uma cobertura — seja ela uma laje ou um telhado — é a principal barreira de proteção que uma edificação tem das condições ambientais. Dessa forma, o edifício não fica exposto aos efeitos nocivos da umidade, os quais tendem a causar problemas em toda sua estrutura, reduz sua vida útil, além de deixar insalubre a sua utilização.

Sendo assim, é fundamental ficar atento com os possíveis problemas em telhados e lajes, uma vez que, quando eles ficam perceptíveis, é provável que a situação já esteja grave.

2. Por que os problemas em coberturas acontecem?

Agora que você entendeu a importância de ficar atento em descobrir os problemas que podem ocorrer em uma cobertura, que tal aprender um pouco mais sobre as causas mais comuns dessas patologias? Antes de mais nada, é preciso estar ciente que não existe uma única origem, sendo que é comum os distúrbios surgirem devido à ação em conjunto de mais de um fator.

O desgaste com o passar do tempo é, sem dúvida, uma das causas mais comuns do surgimento das patologias em coberturas. Afinal, seja qual for o material utilizado na construção dessa estrutura, ele tende a se deteriorar após o contato frequente com as ações do clima. Por exemplo: caso a estrutura do telhado seja de madeira, mesmo que haja o tratamento adequado desse material, após alguns anos ele vem a apodrecer.

Outra possível fonte de problemas é a desqualificação dos profissionais e da mão de obra que atuam na construção civil. Nem sempre os engenheiros e arquitetos receberam um ensino completo em cobertura, o que acarreta falhas de projetos que poderão prejudicar o desempenho dessa estrutura. Além disso, é comum aos trabalhadores não terem uma formação para executar as obras, o que geram vícios construtivos e baixa qualidade da edificação construída.

Outro problema muito comum nas coberturas diz respeito o isolamento térmico da edificação. Isso ocorre principalmente em lajes que não receberam um tratamento adequado ou nos telhados com telhas de metal, pois esses materiais conduzem o calor facilmente, o que resulta em um ambiente quente e desconfortável.

3. Como identificar problemas em telhados, lajes e outras coberturas?

Como é possível perceber, a existência de patologias nas coberturas proporcionam diversos problemas a uma edificação. Dessa forma, para poder consertar esses distúrbios, o primeiro passo será identificá-los. Entretanto, essa tarefa nem sempre é tão simples, pois, em alguns casos, só se descobre que os telhados e as lajes não estão funcionando corretamente quando ocorrem algumas situações indesejadas.

Normalmente, aparecem no edifício algumas patologias relacionadas com a presença da umidade, como as infiltrações, as manchas, as goteiras e os descascamentos da pintura. Quando surgem essas situações em uma edificação com telhado, com certeza esses problemas estão relacionados com as telhas, as quais podem estar quebrados. O ideal é fazer vistorias periódicas nos telhados para verificar se não existem telhas quebradas.

Caso a cobertura do edifício seja uma laje, normalmente essas patologias são originados devido à falha do sistema de impermeabilização, o qual necessita de uma reaplicação periódica, pois essa solução apresenta prazo de validade.

Se ficar confirmado que não existem problemas no telhado, é possível que as patologias relacionadas à umidade são originadas devido à falha nas calhas e nos rufos. Isso pode ocorrer devido a vários fatores, como o entupimento das calhas ou rompimento dos rufos.

Por final, é possível que ocorram patologias na estrutura dos telhados. Caso ela seja construída utilizando madeira, mesmo que ela tenha recebido um tratamento adequado, é possível que ela apodreça com o passar do tempo — principalmente se ela entra em contato com a umidade. Já as estruturas metálicas apresentam uma vida útil mais elevada, contudo, caso não haja uma manutenção periódica, pode ser que ela sofra com corrosão.

4. 7 principais problemas em coberturas e como solucioná-los?

Caso você tenha lido este texto até aqui, é possível que tenha percebido que existem diversos tipos de problemas em lajes e telhados. Cada um deles tem as suas particularidades. Ainda assim são originados devido às falhas de um determinado elemento e tem uma solução própria para resolvê-lo.

A seguir, reunimos uma lista com as 7 patologias mais comuns que ocorrem nas coberturas.

1. Infiltração

Provocado devido à presença de umidade em tetos e paredes, as infiltrações são uma patologia que proporcionam um visual negativo a um ambiente. Afinal, devido ao descascamento das pinturas, à presença de manchas e a existência de bolor, esse problema cria uma sensação de descuido, a qual compromete o valor do imóvel e pode causar danos na saúde dos usuários e na estrutura da edificação.

Quando ela está relacionada com os problemas nos telhados e nas lajes, geralmente ela surge no teto, contudo, essa patologia também poderá ocorrer na parte superior das paredes. É fundamental que esse distúrbio seja identificado o quanto antes, caso contrário, é possível que ele provoque danos maiores que necessitarão de uma dispendiosa reforma.

O mais importante ao fazer os reparos necessários, é encontrar a origem desse problema. Caso contrário, de nada adiantará fazer o conserto, pois é provável que essa patologia volte a acontecer. No caso de um imóvel com telhado, será preciso avaliar se há a existência de telhas quebradas. Agora, se a cobertura for uma laje, é possível que a causa dessa patologia seja a presença de trincas ou a má impermeabilização da estrutura. Além disso, é preciso estar ciente que a forma mais eficiente de combater a infiltração é a prevenção.

Agora, caso houver o surgimento dessa patologia, será preciso realizar alguns reparos. Basicamente, eles se baseiam em eliminar a origem da infiltração e recuperar o revestimento danificado. Em alguns casos, será preciso demolir o acabamento estragado e refazê-lo.

2. Desgaste

Como qualquer elemento construtivo de uma edificação, com o passar do tempo, as coberturas sofrem com o seu desgaste natural. Dependendo do material utilizado na construção de um telhado, é possível que ele apresente uma vida útil que pode chegar a 40 anos. Já as lajes de concreto armado — segundo a norma de desempenho para edificações habitacionais da ABNT (NBR 15575) — têm vida útil estimada de, no mínimo, 50 anos.

Além disso, as impermeabilizações também apresentam um prazo de validade. Nos processos mais simples, ele varia entre 5 a 7 anos. Já nas metodologias mais sofisticadas e modernas, é possível que a durabilidade desse tratamento possa chegar a 20 anos. De qualquer forma, esse período é influenciado pelas questões ambientais, sendo que nas regiões costeiras ou naquelas que estejam contato constante com agentes poluentes e abrasivos, a vida útil dos materiais tendem a diminuir.

Para minimizar os efeitos do desgaste natural nas coberturas, a melhor solução é realizar uma constante manutenção preventiva. Para isso, é preciso avaliar o estado das telhas, sendo que o recomendado é o que o telhado esteja seco. Caso ele esteja molhado, as telhas tendem a ser mais quebradiças. Outra possível solução é impermeabilizar as telhas cerâmicas e de fibrocimento. Isso diminui a porosidade do material, o que resulta em um aumento de sua vida útil.

3. Ação do Vento

Um telhado deve ser dimensionado para suportar todas as possíveis intempéries que possam ocorrer. Dentre elas, a ação do vento merece uma atenção especial. Afinal, essa força da natureza exerce pressões e sucções nos edifícios. Essas forças ocorrem de baixo e para cima, o que pode provocar danos e incidentes com vítimas fatais.

Apesar de muitos considerarem a pressão que empurra o telhado em direção do solo, é comum ocorrer um esquecimento de considerar os esforços de sucção (força que tem sentido para cima). Com isso, sobretudo nos telhados que são revestidos de telhas leves é comum esse esforço provocar o arrancamento da cobertura. AS telhas mais leves normalmente são feitas de fibrocimento, metal e PVC, e acrílico.

Quando o telhado é construído utilizando telhas cerâmicas normalmente o vento comum não consegue levantar a cobertura. As telhas de cerâmica são mais pesadas, e mais difíceis de moverem com o vento. Assim, ao especificar um telhado com telhas leves, é fundamental que todos os elementos dessa estrutura sejam firmemente fixados e ancorados. Mesmo nas telhas pesadas, é recomendado que haja uma amarração adequada. Isso impede que elas saiam do lugar devido às vibrações do trânsito local. Locais próximos à rodovias e avenidas sofrem bastante com esse problema.

Ao considerar o vento durante o dimensionamento de um telhado, é fundamental utilizar a carta de ventos da localização em que a edificação será construída. Afinal, para cada região do País existe um valor a ser considerado no projeto. Além disso, se o edifício estiver localizado no alto de um morro ou ele apresentar muitos andares, é preciso estar ciente que a pressão exercida por essa força da natureza será ainda maior.

4. Vazamento de água

Em muitos casos, é comum as telhas apresentarem ótimo estado de conservação. Entretanto, a água da chuva passa por essa estrutura, o que normalmente faz com que problemas ocorram em médio/longo prazo. Quando isso acontece, ocorre um fenômeno chamado de transbordamento — é normal as pessoas denominarem essa ocorrência de vazamento, porém isto está errado, pois eles ocorrem nas tubulações hidrossanitárias.

São variadas as causas do transbordamento, sendo que a sua maioria está relacionada a falhas de projeto e erros de execução. Uma das origens mais comuns diz respeito ao dimensionamento incorreto da calha. Sabe-se que são poucas as edificações que desenvolveram um projeto adequado de condução das águas pluviais. Assim, as calhas apresentam um diâmetro menor do que deveria. Dessa forma, esse sistema não terá as condições de dar a vazão necessária para a água proveniente das tempestades.

Muitas vezes, a equipe de execução não toma os cuidados necessários na construção de telhados. Sendo assim acabam construindo um telhado com uma inclinação inferior da mínima exigida para determinado tipo de telha. Com isso, a água não é escoada adequadamente. Em grande parte dos casos o resultando é transbordamento, infiltrações, reformas e gasto financeiro para consertos.

Quando a edificação se encontra na divisa do terreno, outra possível causa desse fenômeno se deve à construção de um edifício mais alto. Assim, dependendo das condições climáticas, a água da chuva escorre pelas paredes desse vizinho, fazendo com que ocorra um aumento do volume que o telhado tenha que conduzir. Entretanto, as calhas não suportam essa nova vazão, o que provoca o transbordamento.

5. Entupimento de calhas

Devido à sua grande área de superfície, é normal que folhas, frutos e qualquer outro tipo de sujeira caiam sobre o telhado. Contudo, ao ocorrer uma chuva é comum esse material seja conduzido até esses condutores e, consequentemente, provocar o seu entupimento. Uma forma de impedir é instalar barreiras de proteção que impeçam a entrada desses resíduos, .

Quando isso acontece, é possível que surjam diversas patologias na edificação, como infiltrações e transbordamento do telhado. Como ocorre o escoamento da água pelas paredes, é comum o surgimento de manchas que prejudicam a estética do ambiente, além de proporcionar um local propício para a proliferação de mofo e bolor.

Para evitar esse distúrbio, o mais indicado é instalar barreiras que não permitem a entrada dessa sujeira na tubulação. Além disso, também é recomendado a realização de uma limpeza semestral, principalmente após o outono.

6. Falhas no posicionamento das telhas

Muitas vezes, apesar de o telhado ser corretamente projetado e executado, com o passar do tempo, surgem goteiras na edificação. Isso é normal e acontece devido a vários fatores, como o deslocamento das telhas devido às vibrações causadas pelo trânsito local. Além disso, outra provável causa desse problema são a incidências dos ventos.  Apesar deles não destelharem a cobertura, eles provocam a movimentação das telhas.

Esse problema também é comum nos telhados com grandes inclinações. Isso acontece pois, devido à força da gravidade, essas peças tendem a se movimentar. Entretanto, também é possível que as telhas estejam fora de seu lugar devido a erros de execução.

Quando elas não estão posicionadas corretamente, o escoamento da água fica prejudicado, o que provoca o transbordamento do telhado. Com isso, surgem no edifício patologias relacionadas a umidade. Para solucionar esse problema, o recomendado é periodicamente verificar se todas as telhas estão em seu devido lugar e reposicionar aquelas que estão deslocadas.

Entretanto, essa solução é paliativa, pois o problema ocorrerá novamente com o passar do tempo. Para que as telhas não se movimentem mais, será preciso fazer a amarração do telhado. Para isso, todas as peças devem ser amarradas com arame nas ripas de sustentação.

Apesar desse processo ser bastante simples, ele é muito trabalhoso. Entretanto, não é preciso fazer a amarração de todas as telhas de um telhado. Basta apenas fixar aquelas que foram instaladas no beiral e em, pelo menos, uma a cada quatro.

7. Rachaduras

As rachaduras são uma das principais causas da infiltração em lajes de concreto armado. Por meio delas, a água consegue entrar na edificação. Sendo assim pode-se formar diversas patologias relacionadas a umidade. Podendo, até mesmo, comprometer a estrutura do prédio. Esse problema ocorre devido a vários fatores, os quais estão relacionados com o processo construtivo, sendo que um dos mais comuns é a falha da cura do concreto.

Uma das principais formas de reparar essa patologia é com a impermeabilização. Por meio dela, ocorre o aumento da estanqueidade da laje. Esse reparo elimina os caminhos que permitem a passagem da água, impedindo a infiltração e o surgimento de novas patologias.

5. Como prevenir problemas em telhados, lajes e outras coberturas?

Sem nenhuma dúvida, a melhor forma de lidar com os problemas das coberturas é a prevenção. Afinal, ao realizar algumas ações, evita-se o surgimento de patologias que poderão prejudicar a estrutura da edificação, o que exige a realização de reparos dispendiosos.

Por isso, o primeiro passo para garantir uma boa cobertura é investir na produção de projeto. Por meio desse documento, o projetista determinará quais são as diretrizes que a equipe de produção deverá seguir para construir uma cobertura eficiente e que proporcione segurança aos usuários. Além disso, é preciso contratar uma mão de obra especializada e competente, a qual não tem vícios ou cometerá erros.

Outra forma de garantir a qualidade dos telhados é a manutenção preventiva. Por meio dela serão feitas vistorias para verificar se a cobertura se encontra em condições adequadas. Assim, caso perceba que existam telhas quebradas ou fora do lugar, é possível realizar reparos que impeçam a infiltração da água.

5.1 Manutenção Periódica – o segredo para evitar problemas em telhados e lajes

Também é recomendado a realização de uma limpeza periódica nas coberturas e nas calhas. Com isso, evita-se o acúmulo de sujeiras que poderão provocar o entupimento desses duto. Consequentemente, evita-se da mesma forma o surgimento de patologias relacionadas a umidade na edificação.

Para garantir uma maior eficiência do telhado, recomenda-se a instalação de uma manta térmica. Além de melhorar o conforto térmico da edificação, essa membrana impede o surgimento de goteiras, pois, por ser impermeável, garante o escoamento da água no caso de quebra das telhas.

Por final, é fundamental realizar a impermeabilização das lajes. Por ser um material poroso, é preciso que essa cobertura receba um tratamento que impeça a infiltração da água. Além disso, é preciso ficar atento com o prazo de validade desse produto. Lembre-se que ele deve ser reaplicado periodicamente para garantir a sua estanqueidade.

Como é possível perceber, existem diversos problemas em telhados e lajes, os quais podem ser evitados por meio de ações preventivas. Entretanto, caso haja uma certa omissão quanto à forma de construir uma cobertura e a sua manutenção, surgirão patologias.  Caso não sejam rapidamente consertadas, poderão prejudicar seriamente a edificação.

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A construção em contêiner tem sido cada vez mais utilizada, devido ao maior interesse das pessoas em conservar o meio ambiente, tornou-se uma tendência — além de ser uma necessidade — fazer com que a atividade da construção civil possa ser mais sustentável. 

Com vida útil extensa, esse material proporciona economia e velocidade de execução a uma obra. Por isso, não é por acaso que a construção em contêiner tem se tornado cada vez mais comum. Entretanto, existem alguns pontos que precisam ser considerados antes de utilizá-lo na construção.

Ao continuar a leitura deste artigo, você vai descobrir as vantagens e desvantagens de utilizar o contêiner na construção civil.

Quais são as vantagens da construção em contêiner?

Sustentabilidade

Uma das principais vantagens da construção em contêiner é a sustentabilidade. Normalmente, esse material é descartado após anos de uso no mercado marítimo, então há a chance de reutilizá-lo. Além disso,  durante a execução do processo construtivo reduz-se o uso de alguns recursos naturais,  como tijolo, areia, brita e aço, que são utilizados no tradicional método do concreto armado com fechamento em alvenaria.

Outro ponto importante é a possibilidade de manter a permeabilidade em até 90% do solo, já que o contêiner não necessita de uma grande área. Com isso, é possível manter intacta parte da geografia do terreno.

Praticidade e versatilidade

O uso de contêineres na construção civil é uma ótima solução para quem deseja uma obra ágil e com o mínimo de produção de resíduos. Por se tratar de um processo construtivo modular, é possível que a estrutura da edificação chegue completamente pronta até o terreno, bastando apenas realizar a sua instalação.

Após a conclusão da obra, caso seja preciso expandir a área construída, basta acoplar aos contêineres existentes outros módulos, os quais podem ser entregues prontos.

Baixo custo

Por se tratar de um material reutilizado, quando a obra é bem planejada e administrada é possível que o metro de área construída seja até 40% mais barato que o método tradicional de alvenaria. Além disso, pelo fato de a construção em contêiner ser um processo construtivo modular, o tempo da empreitada é menor, o que garante maior economia na mão de obra.

Aproveitamento do terreno

Os contêineres são projetados para suportar uma elevada carga, pois normalmente ocorre o empilhamento das unidades durante o seu armazenamento ou transporte. Dessa forma, é possível criar uma coluna de até nove peças, o que proporciona melhor aproveitamento do terreno.

Durabilidade

Apesar de o contêiner ter vida útil de apenas 10 anos como compartimento de transporte marítimo, em terra firme esse material pode ser utilizado por quase um século. Por ser construído em uma estrutura de aço, ele suporta grandes cargas e resiste a diversas intempéries.

Quais são as desvantagens da construção em contêiner?

Necessita de terreno amplo

Apesar de o contêiner utilizar pequena área do lote, é preciso que esse terreno tenha um espaço que permita a manobra das máquinas que farão a instalação dos módulos. Logo, não é recomendado o uso desse material em pequenos espaços e que apresentam difícil acesso.

Espaço

Por se tratar da reutilização de um compartimento de transporte, os contêineres apresentam um espaço pequeno e limitado, o qual não proporciona o conforto necessário para determinados usos. Além disso, essa área reduzida dificulta a elaboração do projeto e a distribuição dos módulos usados.

Uso de mão de obra especializada

Pelo fato de ser um processo construtivo modular, é preciso que haja mão de obra especializada na produção e instalação das unidades. Caso contrário, além de ter uma construção de baixa qualidade, é possível cometer erros que comprometam a estrutura da caixa. Em toda obra erros acarretam em novos custos.

Por exemplo, é necessário que a edificação seja projetada por alguém que conheça as limitações do material. Além disso, se o corte das esquadrias for feito de forma errada, deve-se fazer um reforço no contêiner.

Manutenção

Por se tratar de um material que passava parte considerável do tempo em contato com a maresia, é preciso ficar atento quanto a sua manutenção. Como é comum o contêiner ser adquirido com ferrugem, será preciso fazer um tratamento adequado para combater esse problema.

Além disso, é fundamental saber qual era a carga que esse compartimento transportava, pois existe o risco de contaminação devido à existência de algum vestígio.

Conforto térmico e acústico

Uma das principais desvantagens de utilizar a construção em contêiner é o seu baixo isolamento acústico e térmico. Afinal, dependendo da carga a ser transportada, não há necessidade de que esse compartimento apresente essas características. Assim, para ser usado como edificação, é preciso fazer adaptações, uma vez que o aço é péssimo isolante de sons e ótimo condutor de calor.

construção em contêiner

O que se deve saber para usar contêiner na construção civil?

Para garantir a sustentabilidade de uma construção em contêiner, é preciso que haja a reutilização do material. Caso o proprietário adquira um compartimento novo, a edificação provocará o mesmo impacto que aquela que utiliza o processo construtivo tradicional. Caso haja reaproveitamento do material, é preciso tomar alguns cuidados. Esse cuidados visam evitar o surgimento de patologias na edificação e a contaminação dos usuários.

Para poder reaproveitar um contêiner, o primeiro passo é analisar a documentação desse compartimento. Para isso, é preciso verificar se essa unidade pode ser usada para outros fins além do transporte de carga. Também é recomendado descobrir qual tipo de material foi transportado por essa caixa. Lembre-se que existe a possibilidade de haver contaminações em alguns casos. Outro ponto a ser considerado é a estrutura, pois não deve existir nenhuma avaria que a comprometa.

Finalmente, por se tratar de uma edificação, é fundamental que haja projeto. Dessa forma, será possível identificar quais soluções deverão ser usadas para melhorar o uso da construção e para proporcionar mais conforto térmico e acústico. Não se pode esquecer dos projetos complementares, pois é preciso saber a forma mais eficiente de fazer as instalações hidrossanitárias e elétricas desse edifício.

Como é possível perceber, apesar de existirem algumas desvantagens, a construção em contêiner é uma ótima alternativa. Eles permitem construir com velocidade, economia e sustentabilidade. Contudo, é preciso tomar alguns cuidados para que essa alternativa construtiva traga os benefícios desejados.

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Para garantir um ambiente agradável de trabalho, é fundamental desenvolver meios que proporcionam mais segurança e conforto aos colaboradores de uma indústria. Além disso, é preciso controlar a temperatura dos equipamentos para que eles funcionem de maneira adequada. Sendo assim, o modo mais viável para alcançar esses objetivos é investir em uma solução de isolamento térmico industrial.

Para ser eficiente, cada indústria apresenta necessidades diferentes, o que exige uma correta análise das condições existentes na empresa. Apesar de muitas companhias conhecerem as vantagens do isolamento térmico — sobretudo no que diz respeito à economia de energia —, ainda é comum utilizarem essa solução de maneira inadequada, o que proporciona resultados abaixo do esperado.

Sabendo disso, reunimos neste pequeno guia algumas informações valiosas sobre a importância e como fazer corretamente o isolamento térmico em uma indústria. Tenha uma boa leitura!

Qual é a função do isolamento térmico industrial?

Conceitualmente, o isolamento térmico é a capacidade que um determinado material apresenta de evitar a troca de energia térmica entre dois meios distintos. Assim, ao aplicar essa solução em uma indústria, é utilizado um composto que apresenta baixa condutividade de calor em uma superfície. O que impede a dissipação de energia e resulta na manutenção da temperatura ambiente.

Logo, ao ser utilizado esse mecanismo, se mantém o conforto térmico local, o que garante um ambiente adequado para o trabalho dos colaboradores. Além disso, para ocorrer o seu bom funcionamento, os equipamentos precisam ser utilizados em uma temperatura adequada, o que garante maior eficiência e menor consumo de energia.

Quais são os principais cuidados?

Para garantir maior eficiência de um sistema de isolamento térmico industrial, é preciso tomar alguns cuidados durante o desenvolvimento e a execução dessa solução. Sendo assim, reunimos a seguir uma pequena lista com 5 dicas do que é preciso fazer para garantir bons resultados. Confira!

Tenha um bom projeto

Como é possível perceber, o isolamento térmico propicia diversas vantagens a uma indústria. Entretanto, para que esse sistema seja eficiente, é preciso que haja um bom planejamento. Para isso, o primeiro passo é desenvolver um bom projeto, que determinará todas as diretrizes que deverão ser seguidas.

Assim, o projetista conseguirá definir quais são as soluções mais eficazes para cada tipo de empresa. De modo a proporcionar o resultado esperado pelos gestores. Afinal, devido a grande variedade de isolantes térmicos existentes no mercado — os quais apresentam os mais diferentes níveis de condutividade térmica —, o profissional deve escolher aqueles que proporcionam o melhor custo-benefício.

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Considerar as características da indústria

Conforme já explicamos, existe uma grande variedade de isolantes térmicos no mercado, os quais são indicados para determinadas situações. Assim, é preciso considerar as particularidades da indústria para escolher o composto mais eficiente e que trará os melhores resultados.

Além de escolher o material mais adequado, alguns tipos de indústria necessitam da realização de algumas técnicas especiais para estabilizar a temperatura dos equipamentos. Com isso, é preciso ficar atento, caso seja necessário associar o sistema de isolamento térmico com alguma metodologia específica e que garanta uma maior eficiência do sistema.

Conhecer os principais tipos de isolamentos

Além de considerar as particularidades existentes nos processos industriais, para garantir mais eficiência no isolamento térmico, é preciso avaliar as características de cada material. Cada solução apresenta graus de condução de calor e aplicação distintas, que devem ser consideradas durante o desenvolvimento do projeto e a escolha das soluções.

Além de levar em conta a capacidade do material de manter o conforto ambiental, também é preciso analisar os outros benefícios que ele oferece, como o isolamento acústico. Assim, dentre as várias opções encontradas no mercado nacional, é possível avaliar qual delas proporcionará as maiores vantagens e o melhor custo-benefício.

Procurar as soluções mais eficientes

Para garantir um melhor isolamento térmico industrial, conforme já explicamos, é preciso analisar diversos fatores das soluções existentes no mercado. Assim, ao considerar as necessidades específicas da empresa, em conjunto com as vantagens oferecidas pelo material, é possível escolher aquela que será mais eficiente em garantir um melhor controle sobre a temperatura.

Além disso, é preciso considerar a fonte que origina o calor. Afinal, como ele pode ser transmitido por 3 formas distintas é preciso escolher uma solução que impeça essa troca de temperatura. AS 3 formas de transferência de calor são a condução, a convecção e a radiação.

Apesar de a grande maioria dos produtos encontrados no mercado lidar apenas com a condução, o que corresponde a 10% da transferência de calor em uma edificação, é possível encontrar um produto que combate todas as três formas de transmissão.

Realizar uma instalação correta do isolamento térmico industrial

Um dos segredos para garantir a eficiência e a qualidade de um sistema de isolamento térmico é a correta instalação dessa solução. Para isso, é recomendado a contratação de uma equipe especializada, com referências. Dessa forma contarão com profissionais que estão acostumados e saibam como trabalhar corretamente com esse produto.

Caso contrário, é possível que ocorram falhas durante a execução do serviço, o que prejudicará o desempenho do produto. Com isso, além de não proporcionar os resultados esperados, para resolver o problema será necessário fazer reparos. Reparos não programados configuram como novos custos e retrabalho. Dessa forma uma solução definitiva, bem planejada, e bem executada é um investimento de retorno rápido.

Qual é a importância do isolamento térmico industrial?

Uma das principais vantagens proporcionadas pelo isolamento térmico industrial é a redução do consumo de energia. Afinal, pelo fato dessa solução evitar a emissão de calor, uma indústria gastará menos com combustíveis para manter um fluido em uma determinada temperatura — seja ela alta ou baixa. Além disso, pelo fato de o ambiente ficar mais fresco, serão necessárias soluções mais econômicas para manter o conforto térmico.

Outra vantagem do isolamento térmico é a possibilidade de manter controlada a temperatura dos equipamentos. Com isso, evita-se o desgaste precoce desse maquinários, além de garantir o seu bom funcionamento.

Ao fazer esse investimento, também se consegue benefícios relativos à segurança e ao conforto térmico do trabalhador. Com o isolamento, o colaborador fica protegido de queimaduras causadas devido às baixas e altas temperaturas. Logo trabalhará em um ambiente com uma sensação térmica mais adequada.

De qualquer forma, é muito importante considerar as diversas questões relacionadas ao isolamento térmico industrial. Isso proporciona os resultados esperados pelos gestores, além de garantir uma maior eficiência desse sistema.

Caso você tenha gostado dessas dicas e queira aprender um pouco mais, que tal descobrir como melhorar o conforto térmico segundo as regras de ergonomia? Até o nosso próximo artigo!