Pode ser a hora de mudar a paleta de cores da sua casa. Não há problema em mudar uma cor que você já teve por vários anos. A cor da sua casa deve fazer você se sentir bem, assim que entra pela porta. A cor influencia emocionalmente seu humor e até pode interferir no aspecto da temperatura interna, você sabia? Para melhorar seu espaço, conheça as cores que refrescam o ambiente.

Por dentro das cores

Se você tem uma cor para a qual olha todos os dias e pensa: “Eu realmente preciso mudar isso”, então é a hora de pensar uma cor nova.

A cor é um dos aspectos mais importantes do design de qualquer ambiente. Pode criar um clima ou evocar memórias de um lugar muito distante. Elas podem até fazer você sorrir, aliviar o estresse e ajudá-lo a ter uma boa noite de sono. Então, como saber quais cores são as melhores para cada função e lugar?

Os designers estão sempre usando termos como “cores quentes” e “cores frias”. Mas o que significam? Compreender esses termos o ajudará a determinar o que procurar ao escolher as cores que refrescam e ajudam a decorar sua casa.

Existem cores quentes e frias

A paleta interna é aproximadamente dividida entre esses dois grupos de cores e elas são bastante simples.

  • Vermelhos, amarelos, laranjas e cores beges ou cremosas, são consideradas quentes.
  • Azuis, verdes e cinzas são frias.

Se você olhar para a paleta de cores, as quentes estão de um lado da paleta e as frias, do outro. Quando se encontram, se misturam, formando alguns híbridos. Por exemplo, verde e roxo são híbridas e podem ser mais quentes ou mais frias, dependendo da mistura. Assim, um verde limão tem muito amarelo e é considerada quente, enquanto um verde kelly tem mais azul e funciona como fria.

Cores quentes

As cores quentes consistem em laranja, vermelho e amarelo. As combinações dessas e de cores semelhantes, tendem a fazer você pensar em coisas quentes, como luz do sol e o calor.

Visualmente, as cores quentes parecem estar “se aproximando”, e é por isso que costumam ser usadas para tornar ambientes grandes mais aconchegantes. Se você tem um quarto muito extenso, que deseja parecer mais íntimo, tente pintá-lo com uma cor quente, como terracota ou marrom, para torná-lo mais aconchegante.

Cores Frias: cores que refrescam

As cores frias são caracterizadas por azul, verde e roxo claro. Elas podem acalmar também. Onde as cores quentes lembram o calor e o sol, as cores frias, por seu lado, lembram a água e o céu, até mesmo o gelo e a neve. Ao contrário das cores quentes, as cores frias parecem retroceder, tornando-as ótimas para salas menores, que você deseja que pareçam maiores.

Se você tem um quarto muito pequeno, que deseja ampliar visualmente, tente usar uma cor como azul-claro para torná-lo mais espaçoso.

As cores frias são calmantes também

O lado azul do espectro, junto com os marrons e cinzas frios, ou os brancos frios, possuem todas as qualidades frias em sua capacidade de acalmar nossas emoções e focar até os pensamentos. É por isso que os azuis frios ou claros são os mais populares nas comunidades empresariais, porque dão poder a tranquilidade mental.

Conhecemos ícones sóbrios como IBM e General Motors, na cor de ternos e camisas masculinas, bem como uniformes de polícia, etc.

As cores que refrescam, cores frias são, portanto, melhores em salas onde a concentração e a tranquilidade são mais importantes, como quartos, banheiros, salas de estar e bibliotecas ou escritórios, onde a privacidade é mais importante.

cores que refrescam

Luz e temperatura

A cor pode fazer você se sentir, portanto, “mais quente” ou “mais frio”. Claro que você pode, usar ambientes híbridos, como transformar uma sala mais clara ou mais escura, com um quarto diferente, se desejar.

Agora, se você mora em um clima quente na maior parte do ano, pode preferir um esquema de decoração dominado por cores que refrescam como as frias. De acordo com o espaço específico, as cores podem ajudar.

Na verdade, o efeito que a cor tem na luz visível pode ser ainda mais importante do que a temperatura. No entanto, o brilho percebido tem mais a ver com a claridade da cor do que se é quente ou fria.

As cores mais claras refletem mais luz do que as cores mais escuras e profundas. Se você deseja iluminar um espaço com pouco sol ou luz artificial, escolha cores que reflitam essa luz. Para diminuir o tom de uma sala que recebe muita luz ou para adicionar contraste ao brilho, selecione cores escuras.

Criando equilíbrios

Uma coisa importante a lembrar ao lidar com cores quentes e frias, é que nenhuma sala deve ter apenas uma. Se você quiser que seu quarto seja aconchegante, use parte de cores quentes para o esquema dominante e adicione alguns elementos que incorporem cores frias (e vice-versa).

Ao escolher as cores para usar em seus projetos de decoração, é importante pensar no clima que você deseja criar. Além disso, que ele seja leve e arejado ou aconchegante e íntimo. Por isso, saber a diferença entre cores quentes e frias é o primeiro passo.

Usando as cores que refrescam o ambiente

O estresse pode surgir como de costume no nosso cotidiano. Não é preciso muito para nos deixar ansiosos e estressados. Mas a boa notícia é que você pode ajudar a manter baixos os níveis de estresse simplesmente usando as cores que citamos acima em sua casa ou trabalho.

Pensando nisso, como seu corpo e sua mente têm reações ao ver cores, vimos que tanto podem estimular seu cérebro, ou acalmá-lo. Ao pintar os cômodos da sua casa, você deve pensar em como se sentirá quando estiver no cômodo.

Cores, isolamento e ventilação

Se você tiver plantas, melhor ainda, seja aquele jardim vertical ou mesmo vasos, todos eles ajudam a controlar, reduzindo a temperatura. Além das cores que refrescam o ambiente, ter plantas fazem aumentar a umidade do ar.

Assim como evitar que o frio entre, suas paredes, teto e janelas devem ser mais herméticas possíveis para deixar o calor do lado de fora. Mas você também deve se proteger contra os raios do sol. Uma janela ao sol, sem cortinas, sem persianas, ou sem película protetora torna-se rapidamente um verdadeiro sistema de aquecimento.

Portanto, um isolamento térmico e sistemas de boa circulação de ar também é vital. Usar os princípio de resfriamento noturno ou resfriamento livre, também são importantes tanto para grandes edifícios quanto para espaços menores.

Assim, limite o efeito “estufa”. Escolha cores que refrescam o ambiente, claras. Elas poderão refletir tanto a luz quanto o calor, em vez de absorvê-los. Além disso, mantenha os quartos no escuro durante o dia. Coloque películas de proteção nas janelas, pois podem filtrar os raios ultravioleta, reduzindo o efeito do sol.

E você, já pensou nas cores que refrescam para começar a mudar seu ambiente? Inscreva-se já na nossa newsletter! Nossos conteúdos abordam: isolamento térmico e acústico, engenharia, arquitetura e sustentabilidade.

Muito usado em empresas, centros comerciais e espaços corporativos, o piso de vinílico é bom para residências e outros espaços destinados à convivência familiar, pois reproduz com perfeição a beleza e a praticidade da madeira ou a modernidade do cimento queimado. 

Além de tornar um espaço mais acolhedor, o piso de vinílico é bom porque é muito fácil de instalar. A limpeza não exige cuidados especiais: basta varrer e passar um pano úmido — ao contrário da madeira o material é resistente a água.

A seguir explicaremos melhor as vantagens desse material e por que instalá-lo na sua casa! Acompanhe!

O piso de vinílico é bom para qual espaço da casa?

O piso de vinílico é bom para ser usado em, praticamente, todos os espaços da casa como quartos, salas de jantar e escritórios, permitindo a criação de ambientes amplos e abertos, que aproveitam melhor a iluminação natural.

É um material 100% sintético. A primeira camada é composta por fibra de vidro, que então é revestida com vinil de PVC e plastificante. Sobre essa é superfície é gravada uma lâmina que imita a textura da madeira ou do mármore. A seguir, é aplicada poliuretano sem cera. A espessura total varia de 1,5 mm em mantas de vinil a 5 mm em réguas ou pranchas.

Durável e resistente, confere grande beleza e conforto a um ambiente. Também conhecido como piso de PVC, é ideal para quem deseja substituir o revestimento antigo da casa de forma rápida e sem entulho. Pode ser encontrado em diferentes modelos e formatos, que se diferenciam pela padronagem e textura.

piso de vinílico

Foto: br.pinterest.com

Tipos de piso vinílico

O piso de vinílico pode ser encontrada em diferentes formatos. Confira!

Piso de vinílico em manta

Pode ser instalado sobre o piso existente, o que diminui o custo da obra. Existem diferentes padrões como madeira, mármore ou cimento queimado. 

É bonito e fácil de instalar, no entanto, é pouco resistente a ranhuras e cortes. Muitos projetos de construção e reforma utilizam esse revestimento no quarto do casal ou para no das crianças. 

Piso de vinílico em placa

Deve ser instalado em superfícies regulares, o que garantirá a durabilidade e a resistência do material. É um material versátil e bastante resistente que pode ser instalado em todos os espaços da casa como quartos, salas e varandas e é indicado para casas com crianças ou animais de estimação. 

Piso de vinílico em réguas

Essa opção de acabamento é durável e bastante resistente a ranhuras. Durante a instalação as peças são coladas ou encaixadas umas as outras, o que diminui o tempo da obra.

Esse sistema conhecido como “click” deve ser utilizado em superfícies regulares e não corre o risco de descolar com o passar do tempo. Como é mais resistente e durável que os outros modelos, essa opção é um pouco mais cara que as demais, no entanto, oferece um toque de sofisticação ao projeto.

piso de vinílico

Foto: tuacasa.com.br

Quais as vantagens do piso de vinílico?

O revestimento oferece muitas vantagens, por isso é um dos materiais de construção mais procurados por quem deseja reformar ou construir ambientes bonitos e confortáveis. Veja os pontos fortes do material:

Bom desempenho termoacústico

O piso de vinílico é bom, pois não propaga do som e garante o conforto térmico. Assim, os moradores se verão livres de ruídos indesejáveis e conseguirão reduzir as contas de energia, devido à queda da necessidade do uso de ar-condicionado no verão e de aquecedores elétricos no inverno. 

Além disso, o revestimento é confortável – as pranchas de piso são revestidas com uma camada acolchoada o que fará com que você caminhe sem sentir frio ou calor. 

Hipoalérgico

O piso de PVC não acumula poeira e pode ser limpo facilmente — basta remover a sujeira e passar um pano úmido. Por isso, o material é considerado hipoalérgico.

Grande variedade de padrões

Como dissemos acima, o piso de vinílico é bom, pois pode ser encontrado em diferentes modelos e formatos. Revestimentos coloridos são ideais para o quarto das crianças ou para a brinquedoteca.

Já as que imitam a madeira, podem ser instaladas na sala de estar ou na sala de jantar, assim como o piso que imita o cimento queimado. Modelos que simulam o mármore são boas opções de acabamento para varandas e demais áreas de convivência. 

Fácil instalação

O piso de vinílico é bom, pois é bem mais fácil de instalar que os revestimentos mais usados em projetos residenciais como a cerâmica, a madeira e a ardósia.

Pode ser colado, adesivado ou instalado pelo sistema de clique, sem a necessidade de retirar o piso anterior — o tempo de instalação é em torno de 3 dias. 

Preço baixo

O metro quadrado do piso de PVC varia de R$50 a R$200,00, ou seja, é bem mais acessível que o revestimento cerâmico ou de porcelanato. 

piso de vinílico

Foto: arkpad.com

Quais as desvantagens do piso de vinílico?

Claro, o piso de PVC também apresenta algumas limitações:

Não pode ser usado sobre qualquer superfície

O piso de PVC deve ser aplicado sobre superfícies niveladas e devidamente impermeabilizadas. Além disso, o revestimento não pode ser aplicado sobre superfícies de madeira ou de cimento, uma vez que a nova cobertura pode apresentar manchas. 

Exige a contratação de mão de obra especializada

Para garantir uma instalação perfeita, o ideal é contratar mão de obra especializada. O profissional verificará se há necessidade de nivelar a superfície e se a umidade permite a aplicação do revestimento. 

Além disso, somente um profissional sabe como cortar e encaixar as peças corretamente, o que garantirá a durabilidade e a beleza da reforma. 

Baixa durabilidade 

O piso de PVC é menos resistente que a madeira e os acabamentos cerâmicos. Em geral, dura cerca de 15 anos – após esse período é preciso substituir a cobertura. 

Não deve ser aplicado em áreas externas

A cobertura não deve ser aplicada nas áreas externas da casa, uma vez que o PVC não suporta o excesso de sol ou de chuva que podem danificar e desbotar o material. 

Além disso, a cobertura pode exibir cortes e desgastes, caso tenha contato com móveis e outros objetos pontiagudos. 

Gostou deste texto que explica por que o piso de vinílico é bom? Então, aproveite a visita para assinar a nossa newsletter e fique por dentro de todas as novidades do nosso blog!

O telhado colonial integra a fachada de uma casa, garantindo a beleza e a funcionalidade do projeto. Composto por uma estrutura de madeira, pela cobertura de telhas e por condutores pluviais alia beleza e funcionalidade, conferindo um visual elegante e, ao mesmo tempo, acolhedor a obra.

A estrutura oferece apoio à cobertura, distribuindo o peso das telhas de forma adequada. Em geral, ela é construída de madeira ou de metais como alumínio ou ferro.

As telhas, elementos que protegem e vedam a construção, podem ser de cerâmica, ardósia ou fibrocimento. A estrutura conta ainda com condutores fluviais que evitam que água da chuva se infiltre na construção e é composta por calhas, rufos e coletores.

 

Dentre os tipos de telhado colonial pode-se destacar o japonês, utilizado em construções orientais, o telhado duas águas, muito comum no sul do país, o sobreposto, composto por uma estrutura sobre a outra e o estilo borboleta invertida, que se assemelha as asas desse inseto.

O que é o telhado colonial?

O telhado colonial surgiu por volta de 1600, mas se tornou popular no país no final do século XVIII.

Casas estilo colonial variam muito entre si, no entanto, a maioria apresenta um ou dois andares e exterior de alvenaria, madeira ou pedra. 

É o tipo de cobertura mais utilizada nas casas brasileiras — possui uma estrutura de madeira que apoia as telhas cerâmicas. Nos projetos tradicionais é construído com uma ou mais superfícies inclinadas, conhecidas como águas, unidas por uma linha horizontal, a cumeeira. Em geral, o fechamento é feito com o auxílio de oitões, utilizado no limite entre o telhado e as paredes.

As telhas usadas em um telhado colonial são de cerâmica, mas também é possível construí-lo de ardósia, asfalto ou de materiais sintéticos como o acrílico.

Quais as vantagens do telhado colonial?

O telhado colonial é considerado um “amigo” do meio ambiente já que a madeira usada na construção da estrutura e a argila aplicada na fabricação das telhas são materiais naturais.

Além disso, seu formato e inclinação garantem a boa vazão da água, o que o torna ideal para cidades de climas chuvosos. Pode ser construído em diferentes níveis, sendo utilizado em projetos residenciais de estilos arquitetônicos bastante variados. 

É durável, exigindo pouca manutenção e é bem resistente as ações do tempo e as variações climáticas. Vale destacar, ainda, que esse tipo de telhado fornece bom isolamento térmico a uma construção, o que ajuda a reduzir os gastos com ar-condicionado e com aquecedores.

Entre as desvantagens pode-se apontar o alto custo da energia gasta para a fabricação das telhas cerâmicas e a baixa resistência desse material aos impactos.

Quais são os tipos de telha?

As telhas usadas na construção de um telhado colonial podem ser cerâmicas, metálicas, de pedra ou de madeira.

A escolha do material está diretamente ligada ao orçamento disponível e a inclinação do telhado, uma vez que a estrutura que suportará todo o peso e a fixação devem ser planejadas de acordo com o projeto de cada construção. 

Os principais tipos de telha usados em um telhado colonial são:

Telha cerâmica

Também conhecida como canal ou meia-calha, as telhas cerâmicas têm um formato côncavo bastante característico. A montagem é feita de forma alternada, ou seja, uma telha par para cima e outra para baixo. 

Podem ser fabricadas em escala industrial ou de forma artesanal. As telhas industriais são encaixadas umas as outras e possuem dois formatos: bolsa e ponta. Já as artesanais devem ser fixadas com argamassa, areia, cimento ou cal. É um material de construção impermeável e um excelente isolante termoacústico. 

Telha de madeira

Material de grande beleza e flexibilidade, a madeira permite a construção de telhados curvos ou planos. Garante o conforto termoacústico das construções. 

O telhado de madeira é pouco usado no Brasil, devido, principalmente, ao alto custo da matéria-prima. O material é pouco durável — ao ser exposta às mudanças climáticas, passa a apresentar fissuras, exigindo a manutenção com produtos que a protejam do sol.

Além disso, a madeira pode sofrer ataque de insetos, como cupins, e de fungos que acabam comprometendo a estrutura. Outra desvantagem é que a madeira é um material comburente, o que aumenta o risco de incêndios.

Telha de ardósia

A ardósia é um material bonito, durável e bastante resistente às variações climáticas. Exige baixa manutenção, não é inflamável e é resistente a variações climáticas severas.

No entanto, possui preço bastante elevado e exige mão de obra especializada para a instalação. Além disso, exige uma estrutura de madeira robusta para suportar o peso do material de modo a garantir que o telhado não ceda com o passar do tempo.

A ardósia retém umidade, o que facilita a proliferação de fungos e oferece baixo conforto térmico, o que aumenta os gastos com ar-condicionado e aquecedor, resultando em contas de energia mais caras.

Telha sintética

Telhas sintéticas podem ser fabricadas de PET ou PVC. São duráveis, resistentes a ação do tempo e são fáceis de instalar. Além disso, não propagam o fogo. 

É um material de construção bastante leve, exigindo uma estrutura mais simples de madeiramento — assim, o custo da construção é reduzido. Para evitar que as telhas voem em dias de vento forte, é preciso calcular a inclinação e o espaçamento entre as vigas com especial atenção.

Telha de concreto

As telhas de concreto são fabricadas de cimento e areia, o que resulta em um material bastante durável e resistente. Devem ser utilizadas em telhados com inclinação mínima de 30 graus.

Podem ser encontradas em diferentes cores e, assim como as telhas cerâmicas, são impermeáveis. Exigem uma estrutura reforçada, pois são bastante pesadas. Além disso, são resistentes as mudanças climáticas. 

Telha esmaltada

As telhas esmaltadas são feitas de argila e recebem uma camada de tinta vítrea na fase de acabamento. Pode ser encontrada em diferentes cores e é bastante resistente e durável.

Alguns modelos exibem colorações diferentes em cada um dos lados. Assim, é possível combinar a cor da superfície interna com a decoração da casa e a cor da superfície externa com a fachada. Vale destacar, no entanto, que esse material é mais caro que a telha cerâmica tradicional.

Telha de vidro

Telhas de vidro permitem a entrada da luz natural nos diferentes ambientes, tornando-os mais acolhedores e aconchegantes. Essa solução também garante contas de energia mais baratas. 

Normalmente, são utilizadas com as telhas cerâmicas, por isso possui o mesmo formato dessa telha. A maior desvantagem do material é que ele pode se quebrar com facilidade. 

Telha de fibra vegetal

As telhas ecológicas são ideais para construções sustentáveis. Fabricadas de fibra vegetal e papel reciclado estão disponíveis em diferentes cores e tamanhos. São leves e fáceis de instalar. 

Assim como a de fibrocimento, esse tipo de telha vem sendo utilizada para substituir as coberturas de amianto que não podem mais ser comercializadas. 

Telha gravilhada

É uma telha metálica revestida com acabamento cerâmico. São visualmente semelhantes as telhas cerâmicas e as de concreto e são muito eficientes do ponto de vista acústico.

São leves, o que elimina a necessidade de um madeiramento reforçado, e são bastante resistente as intempéries climáticas como tempestades e ventos fortes. Exibem três modelos diferentes: romanas, shake e francesa, no entanto, precisam ser parafusadas à estrutura do telhado. 

varanda telhado colonial duas águas

Imagem: Pinterest

Quais são os modelos de telhado colonial?

É possível criar diferentes projetos de casas com telhado colonial. Entre eles, podemos citar.

Telhado meia água

O telhado meia água é um dos tipos mais simples de telhado colonial e é comumente utilizado em edículas ou em pequenas construções. É ideal para projetos que necessitam reduzir custos já que exige uma estrutura pouco robusta. 

Apresenta uma única inclinação, delimitada por um muro ou por outra estrutura de alvenaria. Popularmente, é conhecido como telhado de alpendre.

Telhado duas águas

O telhado colonial duas quedas é composto por duas estruturas de inclinações opostas, unidas por uma linha horizontal chamada de cumeeira, formando uma empena — a parte superior das paredes externas que ficam acima do forro – em cada extremidade.

Também conhecido como dois panos ou duas fases é ideal para regiões chuvosas. Alguns projetos adotam o estilo americano, no qual uma parte do telhado é mais elevada que a outra. Essa estrutura adicional é construída de madeira ou alvenaria. 

Telhado quatro águas

O telhado quatro águas garante o rápido escoamento das águas fluviais. É composto por quatro estruturas triangulares, exibindo um formato de pirâmide. Não apresenta, portanto, a cumeeira. Também é chamado de telhado de pavilhão ou de copiar.

Projetos com esse tipo de telhado podem exibir as quatro quedas ou escondê-las com uma platibanda, estrutura muito usada em construções contemporâneas, cujo objetivo é esconder o telhado.  

Quanto custa um telhado colonial?

As telhas coloniais de cerâmica  custam entre R$0,90 e R$2,00. Já a mão de obra varia muito de região para região, no entanto, o valor cobrado costuma variar entre R$30,00 e R$50,00 reais por metro quadrado.

O custo total do telhado deve levar em conta, ainda, os gastos com a madeira, com parafusos e com porcas.

Como construir um telhado colonial?

O primeiro passo para a construção de  um telhado colonial é observar o projeto e o estilo arquitetônico da residência. Nessa etapa, a função do imóvel também deve ser analisada.

Para calcular o número de telhas que serão usadas no projeto é preciso verificar a inclinação e o tamanho total da construção. Em geral, são usadas 24 unidades por metro quadrado.

Quanto mais inclinada a estrutura, mais madeira será utilizada para reforçar o telhado. O projeto deve utilizar madeiras certificadas pelo IPT (Instituto de Pesquisa e Tecnologia) que conta com uma lista de materiais indicados para esse fim.

A inclinação do telhado deve facilitar o escoamento da água da chuva, e as vigas devem ser montadas de cima para baixo. O espaçamento entre os caibros deve ser de 50 cm e entre as ripas de 38 cm. Isso garantirá que a estrutura consiga suportar o peso das telhas.

As telhas também devem ser assentadas de cima para baixo, encaixando-as umas sobre as outras. Para evitar que a água molhe as paredes externas é preciso instalar o beiral, fileira de telhas que avançam sobre a construção. 

Antes de instalar as telhas, pinte-as com tinta impermeabilizante para evitar que a umidade e o sol danifiquem o material. 

Como contratar um profissional para construir o telhado colonial?

Com o detalhamento do projeto em mãos, é hora de contratar um telhadeiro para a construção da cobertura da casa. O ideal é realizar pelo menos três orçamentos: assim será possível comparar os preços e o tempo de conclusão estimado para a finalização da obra.

Peça algumas referências do profissional que deseja contratar e visite uma obra onde ele já tenha trabalhado. Ao elaborar o contrato, regre o preço por metro quadrado e não por hora ou por dia. 

Além disso, acompanhe a obra todos os dias e cobre que todas as especificações sejam cumpridas no prazo.

varanda telhado colonial duas águas

Imagem: Pinterest

Qual material deve ser utilizado como isolante térmico?

Um dos maiores desafios das construções localizadas em cidades tropicais é proporcionar conforto térmico aos moradores sem aumentar excessivamente os custos com energia elétrica.

Para isso, o ideal é utilizar soluções como a manta térmica e o 3TC.

Manta térmica

A manta térmica é composta por uma membrana reflexiva de alumínio reforçado e por uma malha mecânica de alta resistência. O material evita que o calor do sol seja absorvido pela edificação e bloqueia o excesso de calor.

O produto também é indicado para construções localizadas em cidades muito frias — nesse caso, o material impede que o calor gerado no interior do imóvel seja dissipado com facilidade.

3TC

O 3TC é um isolante termoacústico composto por um núcleo de EPS antichamas e duas películas reflexivas de alta eficiência e durabilidade. Além de telhados, pode ser instalado em pisos, paredes e tetos e se destaca por reduzir a transferência de calor entre a área externa e interna da construção.

Essa cobertura altamente eficiente veda o ambiente e impede a entrada de vapores, o que inibe a transmissão de calor por convecção. Além disso, diminui a radiação, como as tintas reflexivas e mantas térmicas. 

É um material flexível e impermeável que pode ser usado em construções residenciais, comerciais, industriais e agrícolas. Além de isolar as três formas de calor, o 3TC é mais leve e econômico que a lã de vidro.

A eficiência térmica do material torna os ambientes muito mais agradáveis tanto no verão quanto no inverno o que pode gerar uma economia de até 35% no consumo de energia. Além disso, o 3TC é muito mais leve que os materiais isolantes tradicionais, reduzindo o custo com transporte para o cliente final. Confira, na imagem seguinte, a aplicação do 3TC em um telhado colonial.

telhado colonial 3TC

telhado colonial 3TC

16 Projetos de telhado colonial para se inspirar

1. Casa de madeira com varandacasa telhado colonial

Imagem: Pinterest

O projeto exibe um telhado duas águas e uma ampla varanda que se projeta a parte da frente da casa. O charme da construção é amplificado pelo uso das telhas negras, pelos detalhes em madeira escura e pelo projeto paisagístico primoroso. 

2. Área de lazer com telhado duas águas

varanda telhado colonial duas águas

Imagem: Pinterest

O projeto dessa área de lazer incluiu um lindo telhado colonial duas águas com madeiras e tijolos aparentes. As bancadas e a ilha em tons terrosos contrastam com a mesa e as telhas de cores claras e com o piso de pedra, dando charme extra ao espaço.

3. Casa branca com telhas azuis

varanda telhado colonial duas águas

Imagem: Pinterest

Essa casa cheia de estilo utiliza telhas coloniais azuis em todo o telhado, que se divide em diferentes níveis. Na entrada, uma pequena varanda recepciona os moradores e visantes, oferecendo charme adicional ao projeto. As cores claras e vibrantes da fachada e a textura da madeira dão ainda mais personalidade a essa casa.

4. Pequena casa com múltiplos telhados

casa telhado colonial duas águas

 

Imagem: Pinterest

Essa pequena casa com varanda de piso de concreto exibe telhado colonial uma água dividido em três partes, o que dá charme adicional a construção. Na frente da casa, a cobertura proporciona sombra e conforto adicional aos moradores. As cores claras usadas cobertura oferecem ainda mais beleza à construção.

5. Casa duas águas, três águas e quatro águas em um só projeto

varanda telhado colonial duas águas

Imagem: Pinterest

Essa casa de arquitetura moderna apresenta múltiplos tipos de telhado colonial distribuídos de forma inusitada. A cor da fachada contrasta com os tons escolhidos para a cobertura e oferece charme adicional ao projeto. As pedras das varandas dialogam com o calçamento, tornando o espaço mais acolhedor.

varanda telhado colonial duas águas

Imagem: Pinterest

Essa bonita casa de praia utiliza o telhado colonial divido em uma, duas e três águas. As cores claras usadas na fachada e na cobertura ajudam a dissipar o calor e garantem a beleza do projeto. Além disso, a casa conta com amplos espaços sombreados, como varandas, sacadas e áreas de lazer, o que garante o conforto dos moradores mesmo nos períodos mais quentes do dia. 

6. Casa branca com gramado e jardim

varanda telhado colonial duas águas

Imagem: Pinterest

Essa ampla residência com fachada de pedras exibe telhado duas águas que sombreia toda a extensão da casa. As cores claras tornam o espaço bonito e elegante. O amplo gramado e o projeto paisagístico dão charme extra ao projeto.

7. Casa com diferentes estilos de telhado

varanda telhado colonial duas águas

Imagem: Pinterest

Essa casa com fachada de pedra combina um telhado colonial que exibe vários recortes, com um amplo telhado embutido. O resultado é um espaço cheio de beleza, charme e autenticidade. 

8. Casa rústica com telhados uma queda

varanda telhado colonial duas águas

Imagem: Pinterest

Essa casa com fachada de pedra exibe telhado colonial uma água dividido em dois segmentos. As amplas varandas funcionam como sala de estar e área de lazer. As cores sóbrias da cobertura dão charme adicional ao piso de tijolos e aos detalhes da varanda. O paisagismo e a ampla lareira de pedra oferecem um toque de sofisticação a residência.

9. Casa com telhado colonial de madeira

varanda telhado colonial duas águas

 

Imagem: Pinterest

Essa bela casa combina um amplo telhado colonial duas águas com vigas de madeira de demolição e detalhes de aço fundido. Todo o espaço usa detalhes em pedra e madeira, de modo a garantir o conforto dos moradores e visitantes. O pé direito amplo amplia o conforto térmico e dá um toque de elegância ao projeto.

10. Casa tradicional com telhado colonial uma água

varanda telhado colonial duas águas

 

Imagem: Pinterest

Essa casa combina diferentes estilos de telhado colonial, o que torna o projeto mais moderno. As cores terrosas e as pedras da fachada, combinadas ao projeto paisagístico, garantem a autentidade da casa e destacam os detalhes em madeira de demolição usados no projeto.

11. Casa branca com cercas de bambu

varanda telhado colonial duas águas

Imagem: Pinterest

Esta casa se tornou mais acolhedora ao receber o telhado colonial. Misturando as opções de meia-água, duas águas e quatro águas, a casa conta ainda com uma ampla varanda que contorna toda a sua extensão. Os tons claros dão um toque de glamour a fachada onde o maior destaque são as amplas janelas que garantem o maior aproveitamento da luz natural. 

12. Casa com vigas metálicas aparentes

varanda telhado colonial duas águas

Imagem: Pinterest

Aqui, o telhado colonial exibe forro de madeira e vigas aparentes de aço, o que torna o ambiente sofisticado e elegante. Todo o espaço combina diferentes texturas e materiais para garantir o conforto dos moradores e torna todo ambiente mais minimalista e cheia de personalidade. 

13. Área de lazer ao ar livre

casa telhado colonial

Imagem: Pinterest

Aqui, o telhado uma água serve para sombrear a área de lazer com pia e churrasqueira. Além de aproveitar os pequenos espaços, essa solução garante momentos agradáveis perto da churrasqueira. 

14. Casa branca com telhado com vários recortes

varanda telhado colonial duas águas

Imagem: Pinterest

Esse projeto ousado, exibe um telhado colonial estilizado que cobre o segundo, o térreo e a garagem, com coberturas de tamanhos e modelos diferentes. A cor escolhida para as telhas torna essa construção de esquina ainda mais ampla e sofisticada. 

15. E por que não adicionar um toque de ousadia?

varanda telhado colonial duas águas

Imagem: Pinterest

ssa pequena casa moderna ganhou um toque de sofisticação ao exibir telhados de tamanhos diferentes um acima do outro. As cores neutras contrastam com a fachada de pedra e tornam o projeto atraente e elegante. 

16. Casa com telhado colonial sobreposto

varanda telhado colonial duas águas

Imagem: Pinterest

Essa casa de telhado embutido ganha charme e beleza com o acréscimo de várias varandas de telha colonial por toda a sua extensão. O concreto e o aço forjado garantem um visual mais harmonioso a fachada ao combinar tons escuros com o branco, o creme e o salmão. 

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Os diferentes tipos de forro tem uma funções essenciais na estética dos projetos de engenharia e arquitetura, especialmente residenciais. Afinal, frequentemente, a aparência da laje ou do telhado não são muito agradáveis visualmente. Então, o acabamento e a harmonização com o estilo arquitetônico ficam por conta dessa cobertura que vai logo abaixo dessas estruturas para esconder os componentes industriais e imperfeições.

No entanto, frequentemente os projetos ignoram outras funcionalidades que podem ser acrescidas na estrutura dos tipos de forro, como a impermeabilização e o isolamento acústico. Com isso, perde-se uma oportunidade valiosa para atingir ainda mais satisfação do cliente ao otimizar a climatização e o conforto ambiental.

Por esse motivo, vamos explicar aqui todas as etapas imprescindíveis no planejamento do forro. Se você estiver lendo este post, pois é responsável pela execução de uma obra, siga as dicas com bastante atenção. Se estiver procurando uma empresa para realizar o serviço, certifique-se de que suas práticas estão em conformidade com os itens a seguir.

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Analisar o tipo e o status do projeto

Este passo ocorre quase que instintivamente. Afinal, dependendo das características do projeto, não é possível utilizar algumas vantagens que alguns tipos de forro trazem. Veja algumas situações que servem de exemplo:

  • quando o projeto é iniciado do zero, você poderá utilizar o forro como uma estratégia de evitar a passagem de parte da tubulação por dentro dos tijolos das lajes de alvenaria. A tubulação passará logo abaixo da laje de forma exposta, sendo posteriormente coberta pelo forro. Isso facilita bastante a vida do usuário da construção caso ele precise fazer alguma reforma no futuro;
  • se você pegou uma construção ainda em execução, analise quais etapas já foram concluídas e suas características para verificar quais características de cada um dos tipos de forro ainda podem ser aproveitadas e compatibilizadas. Exemplificando, pode acontecer de a tubulação já estar instalada, mas o projeto de isolamento térmico ainda não ter sido executado. Assim, você poderá compatibilizá-lo com a laje para que ambos sejam feitos na mesma oportunidade;
  • por sua vez, quando estamos pensando apenas em uma reforma, será preciso fazer uma análise estrutural. Todas as escolhas de tipos de forro deverão se compatibilizar com os materiais e técnicas utilizadas na laje original. Será preciso compreender o peso que ela suporta, por exemplo.

A partir dessa análise, explique as vantagens e desvantagens de cada escolha para cliente, deixando a escolha livre. Seu papel não deve ser forçar uma opção que acha melhor, mas apenas oferecer uma consultoria para auxiliá-lo na tomada de decisão. Em qualquer etapa de um projeto, isso garante a satisfação final. Não há nada pior do que um cliente falar: “eu não gostei disso, mas o arquiteto/engenheiro insistiu”.

Verificar os objetivos do cliente

Nesse papel de suporte à escolha, verifique com o cliente quais são os principais objetivos dele com o projeto. Eles podem variar bastante e, inclusive, sobrepor-se:

  • beleza;
  • conforto ambiental;
  • baixo custo;
  • facilidade de reformar e reestruturar;
  • manutenção simples e barata;
  • eficiência energética e sustentabilidade, entre tantos outros.

Obviamente, todos esses elementos devem estar presentes em algum nível. O objetivo do cliente será apenas o foco na hora de tomar decisões quando for preciso sacrificar parcialmente algum ponto.

Elaborar e apresentar o projeto

Assim como qualquer projeto, o forro deverá ser apresentado de forma atrativa para o cliente com renderizações, utilização de materiais de excelência e descrições sobre o que se buscou atingir com cada um dos principais elementos.

A partir disso, é o momento de mostrar o projeto para o cliente e tirar todas as suas dúvidas. Caso ele demande alguma modificação, você deve fazê-la rapidamente até que sinta que ele está 100% confortável com tudo.

Funções do forro

Melhoria a estética do ambiente

Há determinados tipos de laje e de detalhes que apresentam um acabamento estético que pode não agradar os clientes. Um exemplo é a laje nervurada, cujos vãos ficam expostos, além de poderem acumular animais e sujidades que incomodam os usuários do ambiente. Mesmo as lajes bem rebocadas também podem incomodar alguns clientes mais exigentes, que demandam um acabamento diferenciado.

Harmonização da linguagem arquitetônica

O grande segredo de um projeto autoral bem-sucedido é a sua capacidade de reproduzir em todos os elementos a linguagem desejada. O forro faz parte disso e não pode deixar de ser visto como uma forma de proporcionar aquela sensação de sublime quando o cliente entra no ambiente.

Desse modo, veja como cada opção vai se compatibilizar com cada estilo:

  • em projetos rústicos ou comfy, o ideal é escolher materiais mais brutos com pouca ação do homem nos processos de industrialização. Esse é o caso da madeira, do bambu e, até mesmo, do concreto cru;
  • nos minimalistas, os forros de gesso podem oferecer entalhes geométricos que dão maior riqueza ao visual do ambiente sem proporcionar aquela sensação de exagero. Eles podem, inclusive, servir como suporte para a criação de uma iluminação diferenciada. O forro de cimento aparente também é uma boa pedida;
  • nos sustentáveis, os forros poderão ser feitos de materiais reciclados ou recicláveis, além de trazer um maior isolamento térmico para evitar o uso de ar-condicionado;
  • nos industriais, os tipos de forro de concreto ou de PVC na paleta de cor do cinza podem trazer uma mensagem crua.

Diminuição do volume do ambiente

No caso de construções sem laje e com telhados triangulares ou redondos, todo o espaço entre o plano de término das paredes e o ápice da estrutura se torna um espaço morto. O seu cliente não vai conseguir utilizá-lo para praticamente nada. Então, mais barata que montar toda uma laje, uma excelente opção é instalar alguma opção entre os tipos de forro disponíveis no mercado.

Com isso, pode-se reduzir o volume do ambiente caso essa seja uma demanda do seu cliente com um baixo custo. Ademais, você poderá aproveitar a ocasião para aproveitar a instalação a fim de conquistar outros objetivos, como:

  • aplicar uma camada de impermeabilizante;
  • instalar isolantes térmicos para melhorar o conforto ambiental;
  • otimizar a acústica da construção para isolar o barulho da rua.

Enriquecimento da iluminação

Os forros podem ser o suporte para a instalação de spots de luzes difusas ou direcionadas a fim de criar efeitos de iluminação em camadas. Nesse caso, o gesso é uma excelente opção, visto que é leve, bonito e barato. Também é muito fácil de manusear e moldar para criação de lacunas em formatos diferenciados.

Promoção da circulação cruzada

Os forros também podem ser pensados para melhorar a circulação cruzada de ar dentro de um ambiente. Eles poderão conter aberturas e vãos que distribuem o ar para melhorar o conforto térmico de um ambiente.

Suporte para esconder instalações

Outra função, utilizada frequentemente nas construções de finalidade comercial ou industrial, é a utilização de forros para esconder instalações elétricas e hidráulicas. Esses locais geralmente precisam de bastante versatilidade na distribuição de divisões internas. Por isso, em vez de usar paredes de alvenaria, são empregados drywalls e divisórias.

Desse modo, a tubulação não pode correr dentro das paredes. Por esse motivo, ficarão entre os tipos de forro e o teto. Assim, a cada reformulação do espaço, será muito mais simples modificar o caminho das tubulações sem danificá-las.

Melhoria da acústica do ambiente

Alguns dos tipos de forro disponíveis no mercado, podem trazer uma acústica muito mais eficiente para o ambiente em diversos sentidos:

  • nas construções com pé-direito alto e telhados expostos altos, evita o efeito de eco;
  • ameniza a reverberação de sons provocados pelo impacto de objetos no telhado;
  • corta grande parte dos sons vindos da rua, entre outros benefícios.

Além disso, essas vantagens poderão ser complementadas com a compatibilização com o projeto de conforto termoacústico, como explicamos.

Melhoria do conforto ambiental

Caso você escolha um isolante térmico versátil, ele mesmo poderá se tornar o forro da mesma forma que são utilizados os compensados de madeira, o isopor e as placas de PVC. Por exemplo, o isolante 3TC pode vir na apresentação de placas pré-fabricadas pintáveis, quais são encaixadas em suportes metálicos.

Mesmo que você não utilize o próprio isolante como forro, ele poderá complementá-lo ao atuar como subcobertura. Utilize-o para preencher o espaço vazio entre o teto e o forro para conquistar uma construção mais confortável termicamente.

 

→ VEJA AQUI TUDO QUE VOCÊ PRECISA SABER SOBRE A UTILIZAÇÃO DO 3TC ISOLAMENTO EM FORROS MODULARES

Tipos de forro e suas características

Gesso

Certamente, essa é a cobertura mais popular nos projetos residenciais, sendo também muito frequentes nos comerciais. O material poderá ser trabalhado de diversas formas e é justamente essa versatilidade sua principal vantagem. O gesso pode:

  • ser moldado em placas para ser instalado por meio do encaixe em suportes metálicos;
  • vir pré-moldado de acordo com a forma e as dimensões requisitadas pelo cliente;
  • ser agregado a tramas de fibra de vidro ou de metal para a criação de placas grandes, que são penduradas na laje ou no telhado, entre outras opções de instalação.

As vantagens do forro de gesso, além das que citamos são:

  • é um material muito fácil de encontrar e há diversos fornecedores do serviço completo desde a criação da peça até a instalação;
  • apresenta um custo-benefício interessantíssimo sem abrir mão do acabamento estético;
  • a instalação é feita com pouca sujeira;
  • a manutenção é fácil mesmo quando é necessário quebrar algum trecho para reformas;
  • melhora o isolamento termoacústico ainda mais quando é acoplado com mantas acústicas e placas de isolantes eficientes.

No entanto, nenhum material é isento de desvantagens, e as do gesso são:

  • susceptível à umidade, o que pode ser corrigido com a utilização de uma subcobertura impermeável, a qual pode ser um isolante termoacústico impermeável;
  • acumula poeira com mais facilidade;
  • é mecanicamente menos resistente do que outras opções.

Madeira

A madeira pode vir nas apresentações:

  • compensados de baixa qualidade são restos de fibras de madeira, que são então prensados até formar uma estrutura sólida e relativamente resistente. São as opções mais baratas, apesar de esteticamente prejudicados. Serão instalados em armaduras metálicas, possivelmente em projetos comerciais e industriais;
  • MDF e MDP, também são feitos com madeira compensada, mas com qualidade superior. Recebem uma camada de estampa para simular outros tipos de madeira;
  • de demolição — outra opção cada vez mais comum é utilizar restos de demolição de madeiras maciças de qualidade baixa a intermediária;
  • nobres e de lei — são as madeiras maciças mais caras, mas extremamente bonitas. Darão a aparência de luxo e poder ao ambiente.

A instalação dos forros de madeira é relativamente simples, bastando que as peças sejam pregadas uma nas outras com o auxílio de suportes estruturais.

As vantagens da madeira variam conforme o tipo utilizado. Por exemplo, utilizar os compensados e o MDP não trarão o acabamento estético e o isolamento termoacústico ideal. Por esse motivo, será preciso reforçá-los com isolantes autônomos.

No entanto, de forma geral, seus benefícios também são:

  • simples de instalar, remover e substituir;
  • fáceis de pintar com uma tinta adequada;
  • impermeáveis quando recebem o tratamento correto.

Por sua vez, as desvantagens são a necessidade de manutenção periódico, especialmente no caso das madeiras naturais. Além disso, podem se tornar combustível para chamas.

Bambu

O uso do bambu já foi muito comum nas construções tradicionais da China e no Japão. No entanto, com a popularização dos estilos minimalistas orientais e do comfy, os forros fabricados com ele vem sendo trazidos como uma novidade sofisticada. Eles podem ser utilizados tanto nos ambientes internos quanto externos.

Sua principal vantagem é justamente a exclusividade de poucas pessoas o utilizarem, além de remeter à natureza e criar um ambiente aconchegante. Além disso, é relativamente barato. Todavia, a trama de bambu permite a passagem de luz, som e umidade. Então, nos ambientes internos, é importante instalar um isolante termoacústico eficiente, que seja também impermeável e pintado de cores semelhantes ao bambu para não prejudicar a beleza do forro.

PVC

O PVC é outro material muito popular para forro, equiparando talvez ao gesso e aos compensados de madeira. São muito demandados por um importante motivo: o custo total do investimento. Apesar de o material em si ser mais caro do que o gesso, não há necessidade praticamente nenhuma de manutenção e, nos negócios, não é preciso parar as operações até que a instalação seja concluída.

As peças são muito mais econômicas do que a maioria das opções, a instalação não demanda muitos materiais nem mão de obra especializada, a resistência mecânica e a impermeabilidade são razoáveis e a substituição, muito simples. Também, não sofrem com deterioração causada por ataques de insetos e fungos.

No entanto, não são considerados esteticamente atraentes e passam uma mensagem de pouca sofisticação. Então, são ideais quando o foco da estratégia de forramento é apenas a funcionalidade aliada ao baixo custo.

Ademais, não apresentam uma boa capacidade de isolar sons e bloquear a transmissão de calor. Então, para criar um ambiente mais eficiente nesses pontos, deverão ser complementados por isolantes.

Placas de isolante térmico

Uma alternativa é a utilização de placas de isolantes térmicos em vez de utilizar os materiais acima. Isso apresenta a vantagem de, em uma única ação, você lidar com dois problemas de uma construção: a falta de forramento e o desconforto térmico.

Hoje em dia, há dezenas de isolantes no mercado, cada qual com suas vantagens e desvantagens. Vamos falar das principais a seguir:

  • lã de vidro — material fibroso feito a partir da submissão da sílica a altos gradientes de pressão e temperatura. Tem boa eficiência no isolamento termoacústico, mas não apresenta os benefícios de impermeabilidade e bloqueio de todas as formas de transmissão de calor;
  • lã de rocha — fabricado da mesma forma que a anterior, mas utilizando como matéria-prima as rochas adiabáticas. Conta com características bem semelhantes;
  • isopor — sem uma proteção devida, apesar de extremamente eficiente e versátil, é um material frágil;
  • 3TC — constitui-se de um núcleo de poliestireno expandido coberto por duas lâminas de polímeros refletores. Além de bloquear com alta eficiência todas as formas de transmissão de calor, tem vantagens adicionais em relação à impermeabilidade, proteção contra o fogo, entre outros.

Aplicação do forro

A aplicação do forro depende bastante do tipo do material e dos métodos empregados pelo fornecedor. Em geral, as seguintes técnicas podem ser empregadas

Instalação modular

Em vez de aplicar peças inteiras para o forramento, elas são divididas em fragmentos menores, os quais serão encaixados no local. A aplicação pode ocorrer de diversas formas dentro dessa técnica:

  • cada módulo pode ser amarrado ou colado ao teto, à laje ou à subcobertura;
  • uma armação metálica pode ser pregada nas paredes e as placas de forro encaixadas na estrutura;
  • estruturas de instalação podem ser embutidas nas paredes, sendo o encaixe entre os módulos feito sob a pressão de uma peça na outra.

Instalação tradicional

Aqui, o forro pode ser construído in loco ou haver a instalação de uma peça inteiriça. Assim como no caso anterior, esta metodologia de instalação poderá ser aplicada de diversas formas de acordo com as necessidades do material escolhido para o forro, como

  • uma das técnicas mais comuns é a amarração, em que a peça do forro é amarrada a fios instalados na cobertura da construção. Isso é muito utilizado nas aplicações de grandes peças de gesso;
  • a colagem consiste na aplicação de uma substância adesiva capaz de se fixar tanto no material da construção quanto no forro. É mais comum quando as peças apresentam um peso mais leve, o que reduz a pressão da gravidade sobre a cola;
  • pregagem, em que as peças são instaladas com pregos em vigas ou diretamente no teto, ou telhado;
  • encaixe nos casos em que a superfície superior das paredes fiquem expostas e elas puderem suportar peso do forro. Então, as peças podem ser amarradas ou pregadas para evitar a movimentação.

Escolha o tipo de forro ideal

O forro deve ser sempre escolhido de acordo com os objetivos funcionais e estéticos do projeto. Então, não caia em armadilhas de que um mesmo material poderá ser empregado em toda e qualquer construção.

Por exemplo, vamos falar do 3TC que é um insumo que temos bastante propriedade para falar. Nem sempre ele poderá ser usado como forro. Caso o estilo do projeto exija materiais mais específicos, como o bambu e a madeira, ele poderá ser usado como subcobertura para complementar a eficiência termoacústica do forro, mas não vai substituí-lo.

No entanto, nas situações de forros modulares com armação metálica, acreditamos que é a melhor opção, pois se solucionam diversos problemas em um único investimento. Portanto, em qualquer caso, sempre avalie as prioridades do projeto e planeje um forramento que atinja de forma estratégica a maior parte delas.

Consequências de não ter forro

Prejuízo estético

Frequentemente, o reboco da cobertura não é suficiente para dar um acabamento estético de excelência. Então, para conquistar a excelência, é importantíssimo forrá-lo com um material bonito e harmonizado com toda a linguagem arquitetônica dos demais elementos.

Menor eficiência termoacústica da construção

Em muitas construções, o material utilizado no telhado ou na laje não apresenta uma boa capacidade de proteger as estruturas da incidência de calor. Esse é o caso das telhas metálicas, de fibrocimento ou de polímeros plásticos. Mesmos em situações em que as peças protegem razoavelmente, como os tijolos e o concreto, um forro isolante eficiente pode complementar ainda mais essa característica e trazer uma construção altamente confortável.

Acúmulo de animais e sujidades

O espaço entre o telhado e o plano superior das paredes é muito difícil de limpar. Portanto, pode acumular diversos tipos de detritos, além de hospedar insetos e parasitas. Tudo isso traz bastante transtorno para os usuários da construção.

Maior vulnerabilidade à umidade

Quando se tem um forro para proteger o ambiente interno, há uma barreira importante contra a umidade que chega do telhado. Isso ajuda a proteger tanto contra os danos dos vapores de água (os quais também comprometem a eficiência térmica) quanto pela ação das colunas de água durante as chuvas.

Portanto, agora que você sabe que há diferentes tipos de forro, estará preparado para escolher o melhor para o seu projeto ou de um cliente. Analise as vantagens e desvantagens de cada um deles para que os objetivos finais da estratégia sejam conquistados para a total satisfação de todos os usuários da construção. Em todos os casos, não deixe de pensar no conforto termoacústico que a opção certa entre os tipos de forro disponíveis, pode proporcionar.

Então, você já tem um forro na sua construção? Se sim, está pensando em substituir? Comente aqui com a gente como nossas dicas o ajudaram!

Forrar a casa é uma das melhores maneiras de reduzir a sujeira que costuma cair do telhado. Algumas vezes, essa é uma solução também para o conforto térmico e até para o isolamento acústico.

A laje convencional, por exemplo, é um tipo de forro bastante conhecido. Consiste em uma estrutura de concreto, bem sólida. Porém, com o advento do forro modular, as coisas mudaram. Além do produto se tornar mais acessível do ponto de vista financeiro, ele é mais prático de instalar.

Neste guia, vamos falar sobre o forro em módulos, as características dele, que materiais podem ser usados e os custos envolvidos. Faça a leitura completa do artigo e tire suas dúvidas!

1. O que é forro modular?

Forro modular significa forro vendido em módulos, ou seja, em placas apoiadas em grids de perfil metálico, na forma de um T invertido. São blocos pré-moldados de um determinado material. Há muitos tipos de forro em placas disponíveis no mercado.

Os forros modulares podem ter formas, bordas e espessuras diferentes e contar com aplicações bactericidas e fungicidas. São bem personalizáveis, o que permite que atendam a necessidades variadas, conforme o perfil da construção.

É um tipo de forro reconhecido com facilidade porque os perfis de metal podem ficar aparentes e formar um quadriculado. É possível enumerar as características gerais do forro em módulos, como:

  • disponibilidade em cores e modelos variados;
  • acabamento liso, texturizado ou perfurado;
  • leveza, limpeza, sem cortes e sem umidade (seco);
  • conforto acústico e térmico;
  • possibilidade de remoção;
  • resistência a fissuras e trincas;
  • resistência às chamas;
  • montagem rápida por meio do sistema de encaixes (baixo percentual de desperdício e geração de resíduos).

→ VEJA AQUI TUDO QUE VOCÊ PRECISA SABER SOBRE A UTILIZAÇÃO DO 3TC ISOLAMENTO EM FORROS MODULARES

2. Como surgiu?

Sempre é interessante compreender como as soluções surgiram. As invenções dos homens são sempre uma resposta, uma reação a uma situação específica, geralmente problemática.

O forro no Brasil começou a ser usado no período colonial pelos portugueses. Os modelos mais baratos eram feitos de uma planta chamada “taquara”. A partir dela, faziam-se esteiras grandes para forrar o teto. Também havia os forros de tábuas de madeira, que eram assentados direto no telhado ou em barrotes complementares.

A proposta de módulos também é antiga. No início eram chamados de painéis, mais pesados e de custo mais alto. Os painéis mais requintados eram elementos arquitetônicos usados nos salões e nos grandes ambientes, onde o teto assumia um formato denominado de caixão, esquife ou gamela.

Vale dizer que a gamela é feita a partir da ligação de cinco planos de tábuas encaixadas, em que quatro deles estão em ângulo de 45º e há um paralelo ao piso.

O formato de uma abóbada era mais usado nos templos católicos, e os painéis podiam formar grandes molduras bem elaboradas.

Os painéis moldurados eram fabricados a partir de grandes caixotes de madeira. Podiam receber pintura ou ter temas decorativos, como os forros frisados de hoje. Eram muito comuns os desenhos abstratos ou figurativos, bem como a pintura que imitava madeira ou pedra (pintura faiscada) — confira o forro modular de PVC, que também pode imitar madeira em seu design.

Porém, ao contrário de nossos forros modulares, eles eram construídos para permanecer intactos. Mexer neles significava mexer na própria estrutura do teto. Na verdade, eles não eram nada práticos quando comparados ao forro modular moderno.

Podem ser considerados precursores, mas não se equiparam, já que certas características dos módulos atuais são a maior praticidade e a presença de perfis metálicos.

Os forros em módulos com perfil de metal surgiram como uma solução para conferir leveza e tornar mais rápida a instalação. Não requerem cortes (não é preciso cortar as placas durante o trabalho para fazer os ajustes necessários) e não causam sujeira nem desperdícios (não há perda de materiais).

Trata-se de uma proposta que tem tudo a ver com a sociedade atual, que defende a sustentabilidade, a economia enxuta (clean) e a não geração de resíduos. Surgiu em um contexto completamente propício a estratégias eficazes e, ao mesmo tempo, não agressivas ao meio ambiente.

3. Quais são as funções?

As funções do forro modular são praticamente as mesmas dos forros em geral, como isolar o barulho da rua, melhorar o conforto térmico e esconder instalações da energia elétrica, da água, do ar-condicionado, do telefone, da internet e assim por diante. Ele contribui também para reduzir o volume interno em uma construção.

Outra função importante dos forros modulares é a estética, ou seja, ajudam a deixar o ambiente mais bonito, mais requintado e elegante. Então, podemos resumir da seguinte maneira as funções desse tipo de forro:

  • redução no volume interno da construção;
  • ocultar instalações;
  • aprimorar a estética;
  • conforto térmico;
  • isolamento acústico;
  • facilidade para manutenção de aparelhos, como sprinklers e detectores de fumaça;
  • ação antibacteriana (em alguns casos).

4. Quais os tipos de materiais?

Diferentes materiais podem ser utilizados na produção de forros modulares. Confira a seguir.

4.1. Gesso

O gesso já é um material consolidado na confecção de forros. O forro de gesso também é comercializado na forma modular, com perfis de metal. É um material facilmente encontrado nas lojas. É um dos preferidos pelos consumidores para aplicar em suas residências, devido ao seu design enxuto e às suas qualidades decorativas.

Trata-se de uma opção versátil, com tipos variados de espessuras, recortes, níveis de isolamento acústico e térmico, resistência à umidade e ao fogo. Pode ser usado em casas, apartamentos, escritórios, hospitais, clínicas e casas de shows. É possível encontrar módulos lisos ou com frisos formando desenhos diversos.

O forro modular de gesso pode ser aproveitado para montar um sistema de iluminação bem caprichado. Ele permite explorar diferentes efeitos visuais e cores, bem como embutir luminárias. Ainda, pode receber pintura e revestimento com papel de parede ou outro material.

Além das placas comuns, há as placas de drywall, que recebem papel acartonado como revestimento. Elas têm ampla variedade estética, o que permite escolher um modelo que mais se ajuste ao ambiente.

Não ficam manchadas com o tempo e proporcionam um melhor conforto acústico e térmico que o gesso comum. Os forros em drywall são usados em diversos locais, como residências, escritórios, salões de beleza e assim por diante.

4.2. PVC

O PVC é um material plástico formado por eteno (um dos subprodutos do petróleo) e cloro (extraído do sal). É um material de alta durabilidade, impermeável e leve. Também é muito sustentável, já que é totalmente reciclável. Os resíduos que gera durante a instalação são nulos, o que é ainda mais positivo para o meio ambiente.

Também não é inflamável, e o custo-benefício compensa, pois é um dos materiais mais acessíveis financeiramente. Dura muitos anos (40 anos, aproximadamente) e há muitos modelos e cores disponíveis — inclusive, modelos que imitam madeira. Eles oferecem um espaço mais confortável e requintado.

Os forros de PVC são comercializados lisos ou com frisos, da mesma forma que os módulos de gesso. É um produto antichamas, higiênico, que não requer pintura nem é consumido por cupins. É indicado para as indústrias alimentícias, escolas, hospitais, clínicas médicas e veterinárias, banheiros, shoppings, lojas, postos de gasolina, academias, laboratórios, estacionamentos e outros lugares.

4.3. Lã de vidro

Outra opção de forro modular é aquele confeccionado com lã de vidro. Essa é uma das melhores soluções para conferir tratamento acústico e térmico eficaz. É ideal para edificações comerciais, residenciais e industriais.

Tem um filme de PVC microperfurado como revestimento, característica que assegura à lã de vidro resistência mecânica de boa qualidade por causa do entrelaçamento das fibras. Também resiste ao fogo, e sua eficiência permanece durante o decorrer dos anos.

Outro detalhe relevante é que esse material reduz bastante o consumo de energia em espaços climatizados. Existem modelos das mais diferentes espessuras, formas e densidades.

4.4. Isopor

O isopor é mais recomendado para ambientes industriais, pois apresenta uma estética mais equilibrada. Ele também otimiza o conforto térmico e acústico.

Também conhecido como poliestireno, esse é um material sustentável, totalmente reciclável e que não provoca nenhuma agressão ao meio ambiente. Geralmente, o revestimento é feito com massa acrílica, e o acabamento é feito com pintura acrílica texturizada. Não podemos deixar de mencionar a leveza do produto e a qualidade do acabamento final.

4.5. Madeira

O forro de madeira modular também é uma opção. A madeira é atraente e certamente contribui para melhorar as qualidades estéticas de qualquer ambiente, tanto na parte externa quanto no interior da edificação.

Trata-se de um material biodegradável e renovável. Muitos tipos de madeira podem ser usados no forro modular, pois a maior parte usa vernizes em cores. São muito aplicados em varandas e coberturas para piscinas.

Também existem forros modulares em MDF, que é um produto derivado da madeira. Trata-se de uma chapa de madeira de fibra de média densidade, que recebe resinas sintéticas e aditivos especiais. O resultado é uma placa homogênea e com suave textura.

4.6. AMF

São forros produzidos em fibra mineral, madeira ou metal. Eles podem ser removidos com facilidade. Oferecem diversos tipos de textura e acabamento — o que é ótimo para aprimorar a estética do ambiente.

São mais resistentes que outros tipos de forros modulares. Apresentam bordas com acabamento HDE e oferecem isolamento acústico de boa qualidade. Indicados principalmente para residências e escritórios.

A fibra mineral, por absorver vibrações e movimentações na estrutura, não permite a ocorrência de fissuras ou rachaduras. Ela pode apresentar funções bactericidas e fungicidas, sendo ótima para estabelecimentos de saúde.

4.7. Lã de rocha

A lã de rocha é fabricada a partir de uma rocha de origem vulcânica chamada “diábase”. É um ótimo isolante térmico. Consegue suportar temperaturas muitos altas, que vão de 50 ºC a 600 ºC. A condutibilidade térmica é baixa, e o índice de absorção sonora é bem elevado. Por esse motivo, muitas indústrias adotam esse material como isolante acústico.

O forro modular de lã de rocha diminui o fluxo de calor e frio. Outra característica é que apresenta um revestimento de PVC, no lado visível, o que ajuda a impedir a propagação de fogo.

4.8. Colmeia

O forro modular colmeia é formado por grelhas de um só bloco, em quadrículos. Os perfis de metal são do tipo U, e não do tipo T, como nos outros forros. A base do perfil é de 10 milímetros, o que possibilita o aproveitamento máximo do pé direito, já que consiste em um forro vazado.

Os efeitos estéticos do forro colmeia valorizam muito o ambiente. Em relação à iluminação, ele é tão dinâmico quanto o gesso, pois permite a instalação de luminárias cilíndricas embutidas ou sobrepostas e lâmpadas modulares

Além de otimizar o sistema de iluminação, permite o uso de manta, como a manta acústica, que pode seguir a mesma modulação do forro.

5. É possível remover o forro modular?

Sim. Essa é considerada uma de suas vantagens. Os perfis metálicos facilitam as manutenções e a remoção das placas. Fica menos complicado para o técnico acessar as instalações ocultas para fazer os devidos reparos ou acertos.

De qualquer maneira, vale lembrar que essa remoção deve ser feita, de preferência, por profissionais capacitados. Eles percebem imediatamente que é muito mais prático remover um módulo de um forro de gesso, por exemplo, que mexer em uma laje ou acessar outro tipo de forro, que não foi pré-moldado e corre maiores riscos de quebrar.

Na verdade, em alguns casos, nos forros de outros tipos, realmente é necessário quebrar a pedra para poder removê-la. Nesses momentos, percebemos claramente o quanto compensa investir em forros modulares — menos gastos e menos trabalho.

O forro modular torna-se uma excelente opção para grandes vãos, que são comuns em praticamente todas as construções: casas, galpões, estabelecimentos comerciais, supermercados, indústrias, lojas e assim por diante.

A remoção do módulo dá acesso fácil ao que chamamos de “entreforro”, o espaço situado sobre o forro e que recebe também o nome de “plenum”. A manutenção fica mais econômica e rápida.

6. Quais são as vantagens e desvantagens?

Vamos explicar melhor as vantagens e as desvantagens do forro modular. Você verá que muitas dessas vantagens/desvantagens estão relacionadas às características do produto, que viemos citando ao longo do texto.

6.1. As vantagens

Vamos começar pelos benefícios!

6.1.1 Facilidade na instalação

Toda obra exige atenção e cuidado, pois são efetivadas diferentes operações ao mesmo tempo, como pintura de paredes, acabamentos dos pisos e assim por diante. É importante seguir um determinado cronograma. Do mesmo modo se dá com a instalação dos módulos de um forro. A vantagem é que é uma solução fácil de ser realizada, desde que se respeitem as características deles.

Depois de pintadas (caso seja necessário), as placas devem ser instaladas no final da obra, em conjunto com a finalização do sistema de iluminação e das grelhas do sistema de refrigeração, garantindo um serviço rápido e limpo.

É necessário montar uma grade no teto com os perfis de metal. Você deve decidir se pretende mostrar esses perfis ou ocultá-los. Nos espaços em que a manutenção das instalações é muito requisitada, os modelos de remoção mais fácil devem ser instalados. Neles, os perfis ficam visíveis.

Em outros espaços mais nobres (como auditórios e salas de reunião), onde a manutenção não é muito exigida, os modelos em que os perfis ficam ocultos podem ser aplicados, o que vai conferir um visual mais sofisticado ao ambiente.

Antes da compra e da instalação, fique alerta para o uso dos perfis em T que sejam apropriados para cada ocasião. Utilizar um perfil com menos resistência do que a necessária pode representar perigo tanto para os instaladores como para as pessoas que ocupam o imóvel.

Uma recomendação é pedir os laudos de carga dos perfis. Além disso, nunca deixe de solicitar orientações do fabricante para a instalação de forros com mais peso. Se, futuramente, o ambiente for desativado, a remoção, como já dissemos, será simples.

6.1.2. Segurança contra o fogo

Um dos grandes problemas relacionados às edificações é a possibilidade de incêndios. Por isso, toda solução que minimizar esses riscos é estratégica e pode ser adotada. Os materiais usados em uma obra precisam ser compatíveis com o que determina a legislação para garantir a proteção dos usuários e do patrimônio.

A maioria dos tipos de forro modular são incombustíveis e evitam a propagação de chamas. Por esse motivo, eles são mais seguros tanto para a parte interna da construção quanto para lugares em que há muita aglomeração.

6.1.3. Isolamento termoacústico

Esse é um ponto que estamos sempre repetindo. Em relação à temperatura, é importante que, em qualquer estação do ano, a construção permita que os usuários usufruam de conforto térmico.

O forro modular evita a passagem do calor do ambiente externo para dentro da edificação no verão e impede, no inverno, que o calor interno se dissipe para fora. Claro que, para maior eficiência, outros fatores também são importantes. Um bom projeto construtivo analisa todos esses pontos.

Já o conforto sonoro é outro critério relevante. A reflexão sonora ou a reverberação, por exemplo, podem causar transtornos durante uma videoconferência, especialmente para a pessoa que se encontra do outro lado. O forro modular é um excelente minimizador de ruídos internos, ou seja, ele absorve e diminui o barulho em uma construção.

Ruídos externos também atrapalham os usuários de uma residência ou empresa. Se o trabalho exige concentração, a produtividade pode ser altamente comprometida.

6.1.4. Sustentabilidade

Os forros modulares costumam ser recicláveis e com baixa emissão de voláteis. Os materiais contribuem para o controle da temperatura e reduzem a necessidade de usar ar-condicionado, além de refletirem bem a luz, o que ajuda no melhor aproveitamento da iluminação natural.

6.1.5. Outras vantagens

Outras vantagens que podemos citar são:

  • durabilidade elevada;
  • remoção fácil;
  • diferentes opções de acabamento;
  • pouca mão de obra para instalação;
  • resistência a pragas;
  • facilidade de manutenção e na instalação de dispositivos de segurança (sprinklers, alarmes, detectores de incêndio e outros).

6.2. As desvantagens

Quanto às desvantagens, podemos citar:

  • limpeza difícil;
  • sensibilidade à umidade (alguns modelos);
  • depois da instalação, não se permite a mudança no acabamento (massa e pintura).

7. Quanto custa?

É necessário identificar logo as principais características do forro para adquirir o produto correto. Se, na hora de cotar, você não compreender com exatidão o que será necessário, falhas possivelmente aparecerão. Portanto, vale a pena seguir as dicas abaixo:

  • mensure, em metros quadrados, a área completa de aplicação;
  • determine os itens necessários: é importante saber se as placas serão quadradas ou retangulares (as primeiras geralmente medem 625 mm x 625 mm, e as outras 625 mm x 1250 mm);
  • verifique os itens que já foram comprados e os que faltam, como sistemas de iluminação e suspensão (avalie se devem ou não ser cotados em conjunto, se o acabamento será ou não oculto);
  • considere os espaços para as luminárias que substituirão os módulos de forro e determine quantos são;
  • avalie os prazos de execução do forro desde a entrega dos itens (não são todos os fornecedores que dispõem de produtos estocados, principalmente em grande quantidade. Sem um prazo de entrega determinado, os atrasos tendem a ocorrer e o cronograma da obra será prejudicado).

Vamos mostrar uma fórmula eficaz para o orçamento na compra de forro modular: metragem da área de aplicação (m2) / metragem da placa (m2). Para exemplificar, considere um espaço com 6 mil metros quadrados e placas quadradas (pequenas, 625 x 625, ou 0,39 m2). Então:

  • 6.000 / 0,39 = 15.384 placas (considere 0,8 mm do sistema de suspensão);
  • 770 caixas de placas (considerando que cada caixa tem 20 unidades de placas quadradas).

Para calcular o valor por metro quadrado, divida o valor unitário da placa por seu metro quadrado (placas pequenas 0,39 m2 e placas grandes 0,78 m2).

Com o orçamento mais preciso, você diminui gastos com excesso ou falta de material, obtém mais rapidez e precisão na cotação e também aumenta seu poder de negociação com os fornecedores.

8. Como instalar?

É necessário definir a localização certa das luminárias e fazer marcações nas próprias placas. A instalação delas inicia-se pelos cantos. Deve-se cortar os cantos em meia esquadrilha e colocar os módulos, a primeira lâmina precisa ficar com, pelo menos, um centímetro a menos que o canto em que será instalada.

Um lado, chamado “macho”, da lâmina da placa se encaixa na cantoneira, e as outras lâminas seguem desde o lado “fêmea”, em que outra placa será fixada até completar o espaço.

Na última lâmina, faz-se um recorte para que ela tenha dimensões inferiores ao vão de instalação. Recorta-se ainda a largura em um centímetro da cantoneira para que o melhor encaixe seja alcançado. Como já dissemos, após a instalação, alterações no acabamento não são possíveis.

Esperamos que, com a ajuda deste guia, suas principais dúvidas sobre forro modular tenham sido sanadas. Lembre-se de que o processo de instalação só pode ser feito por profissionais. Conte também com o apoio de um profissional para efetuar o orçamento com segurança. Se persistirem dúvidas, informe-se com o fornecedor para não fazer compras erradas.

O que você pensa sobre esse tipo de forro? Ele é bastante atrativo, concorda? O que acha de nos fazer uma visita nas redes sociais? Então, aproveite e curta nossa página no Facebook!

As técnicas de isolamento térmico e acústico são importantes para diminuir o calor/frio e os ruídos no ambiente de trabalho. Mas, antes de pôr em prática qualquer uma delas, é importante um planejamento que defina quais vão ser os materiais usados, como por ex forros de gesso.

O gesso é um bom aliado nesse sentido, pois promove conforto térmico em ambientes residenciais e corporativos. Uma propriedade dele é a higrotermia, fenômeno que contribui para regular o nível de umidade do ambiente.

Essa propriedade é basicamente isso: se o espaço é muito úmido, o gesso remove parte de sua umidade, absorvendo-a; se existe pouca umidade, o gesso oferece parte de sua própria umidade para ele. Continue a leitura e saiba mais detalhes sobre os forros de gesso!

Os principais cuidados na instalação de forros de gesso

Podemos identificar os principais cuidados com a instalação de forros de gesso. A seguir, exploramos um pouco cada um deles.

A mão de obra

O uso de gesso no revestimento e decoração de ambientes é cada vez mais popular, pois ele oferece muitas vantagens e pode ser usado em paredes e forros. Há diferentes tipos de gesso, mas todos exigem cuidados na hora da aplicação.

No preparo do trabalho, a mão de obra é fundamental. Profissionais despreparados não oferecem um bom acabamento de serviço. Quando procurar trabalhadores, certifique-se de que são realmente competentes e podem efetivar o projeto conforme o planejado.

É necessário, por exemplo, demarcar os pontos de fixação, atentar-se para a umidade, conferir a carga suportável pela estrutura ou laje. São esses cuidados que evitam problemas posteriores no revestimento, como manchas e fungos, rachaduras e trincas.

A qualidade do produto

É fundamental também escolher gessos de boa qualidade, pois materiais de qualidade duvidosa costumam gerar problemas, como rachaduras e trincas. Há diferenças entre os gessos disponíveis no mercado.

Analise as marcas, peça referências a quem já usou e orientação aos fornecedores. Além da qualidade, o gesso deve se prestar bem à finalidade a que se destina e, muitas vezes, o tipo de cobertura também deve ser considerado.

A qualidade do acabamento

O acabamento dos forros de gesso é uma etapa final e importante para assegurar que o resultado será o mais resistente possível.

Talvez, seja preciso efetuar muitas aplicações para garantir um acabamento de boa qualidade.

A preparação do ambiente

A aplicação de gesso requer um bom planejamento, como dissemos. O local onde ele será aplicado deve ser preparado. O teto precisa se apresentar bem nivelado, sem buracos, rebarbas ou outras irregularidades. Confira se as aberturas estão prontas, como os spotlights.

Os sistemas hidráulicos devem ser testados (os de água fria, água quente e esgoto). O sistema de ar-condicionado, se houver, também demanda uma instalação correta.

A aplicação do gesso

É importante proteger o chão com uma lona, no caso de o piso já se encontrar pronto. Dessa forma, evita-se que ele se suje com os respingos do produto. A lona também pode ser usada nas paredes, sendo fixada com fita adesiva. As cantoneiras podem ser aplicadas para proteção das quinas e dos cantos depois da finalização.

Existem alguns aditivos que ajudam na instalação do gesso, mas é preferível não os usar porque, com o decorrer do tempo, eles causam mofo e deixam uma coloração amarelada.

O resultado final

O resultado deve corresponder às expectativas. A superfície deve se apresentar plana, sem rebarbas, nem ondulações. Entre o teto e as paredes, os ângulos devem ser de 90º. No entanto, variações de, no máximo, 5 milímetros são aceitáveis.

No final, o lugar deve ficar limpo a fim de que não haja mistura com outros materiais e a massa fique endurecida. O descarte do que restar deve ser realizado em separado.

A importância da manutenção dos forros de gesso

Outro ponto relevante é a manutenção. Os forros de gesso não precisam de água para limpeza, pois ela pode danificar a estrutura. A limpeza deve ser realizada com panos secos e espanadores a fim de remover umidade e poeira, para prevenção.

Outra dica é deixar o ambiente ventilado para que não surjam manchas resultantes da umidade. A água sanitária serve para alvejar manchas que já existem — mas aplique em pequena quantidade.

As tendências em materiais de construção

É importante manter-se atento às tendências e novas tecnologias no setor de construção civil, pois os produtos com a função de isolamento térmico e acústico passam por melhorias para que ofereçam o melhor desempenho possível.

Ao usar as melhores soluções em isolamento térmico e acústico, a empresa garante o conforto necessário para otimizar a produtividade da equipe.

Os tipos de forros de gesso

Há dois tipos principais de forros de gesso:

  • em placas;
  • acartonado.

O gesso em placas

No primeiro caso, ele se apresenta em placas pré-fabricadas. Elas são fixadas na cobertura por meio de pinos e fios de aço galvanizado, em uma distância de 40 a 60 centímetros. O profissional acerta uma placa na outra com a ajuda de encaixes macho e fêmea. A massa de gesso é usada como rejunte para as emendas.

O acabamento costuma ser elegante e bem liso. Mas, geralmente, é mais pesado que o gesso acartonado.

O gesso acartonado

O forro de gesso acartonado também é conhecido como “drywall”. Ele combina placas de gesso com perfis metálicos. É rápido de instalar, sendo leve e apresentando boa qualidade. As chapas de gesso são confeccionadas de maneira industrial (água + gesso + aditivos).

As placas de drywall são fixadas no teto, assentadas em perfis estruturais, estruturas de madeira ou aço, com a possibilidade de criar diferentes desenhos e formas (como as sancas, modelagens feitas entre o teto e a parede que servem principalmente para um sistema diferenciado de iluminação).

O nome “acartonado” advém do fato de que ele tem papel cartão como revestimento. A cor desse papel varia de acordo com a função:

  • cor branca: é o mais usado em ambientes secos;
  • rosa: tem fibra de vidro, resistindo melhor ao fogo;
  • verde: é o mais usado em ambientes úmidos, porque tem silicone e aditivos contra fungos.

O sistema que utiliza drywall proporciona isolamento térmico, o que garante uma temperatura interna equilibrada. Nos tempos quentes, o calor externo não penetra no ambiente. No inverno, o ambiente interno também fica protegido contra o frio, conservando o calor que já existe internamente. Em palavras simples: no tempo quente, o calor de fora não entra; no tempo frio, o calor interno não sai.

Assim, podemos citar as seguintes vantagens em relação ao drywall:

  • a instalação rápida e limpa;
  • o material encontrado facilmente em lojas do ramo;
  • as instalações ocultas e protegidas;
  • o acabamento elegante;
  • o conforto térmico e acústico;
  • o ótimo custo-benefício.

Vimos, portanto, as principais particularidades dos forros de gesso e como eles podem contribuir para criar um ambiente interno mais agradável e eficiente. Podem ser obtidos em placas ou no modelo drywall, que promove isolamento térmico e acústico.

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Os containers são soluções muito práticas quando falamos sobre transporte aéreo ou marítimo de cargas pesadas. Nos últimos anos, eles se tornaram popular graças à existência da casa container. Essa nova opção de moradia apresenta características únicas e diversos benefícios.

Para vencer o ceticismo sobre essa alternativa, o melhor é entender quais são as qualidades do ambiente e como é possível torná-lo confortável e conveniente. Assim, você compreenderá quais são os motivos para a popularização dessa escolha em todo o mundo.

A seguir, preparamos um guia com tudo o que precisa saber sobre a casa container e suas qualidades. Confira!

O que é uma casa container?

Quando falamos em casa, é comum associar à ideia construtiva padrão, que envolve alvenaria e soluções semelhantes. No entanto, hoje existe a casa container. Como o próprio nome diz, trata-se de um projeto de moradia que se baseia na transformação e no aproveitamento de um espaço de container.

De transportador metálico de cargas, o item passa a oferecer as bases para as paredes, o teto e o piso de um lar. Então, estamos falando de uma casa que é construída de maneira inovadora, com técnicas diferentes, mas que gera uma experiência final similar.

Quais são os tipos de casa container?

Como cada morador tem uma necessidade, há distintos modelos de casa container. Eles variam tanto em relação ao tamanho quanto à execução do projeto. Ao conhecer as alternativas, é possível definir o que faz mais sentido para a sua realidade.

Pensando nisso, veja quais são os tipos ligados a essas residências e conheça suas principais características.

Simples

Uma casa container simples utiliza, normalmente, apenas uma estrutura metálica. Trata-se de uma moradia compacta, mas que pode conter todos os cômodos normais, como banheiro, quarto e cozinha. Se o container for um pouco maior, há espaço separado para a sala.

É a opção ideal para quem deseja ter um estilo de vida minimalista, mas que ainda garante conforto e muita segurança.

Dois andares

Ao pensar nas dimensões de um container, o teto é relativamente baixo, pois não passa de 3 metros. A casa container de dois andares envolve duas estruturas empilhadas e que ganham altura. Isso é ótimo para driblar a dificuldade quanto ao tamanho do teto, além de garantir espaço.

A alternativa pode incluir a existência de um mezanino, por exemplo. O projeto pode ganhar a cara de loft ou, então, apresentar um visual que se assemelhe a uma casa maior e mais robusta.

Vão livre

Apesar de o empilhamento ser uma característica comum nas versões com mais de um andar, ele não precisa ocorrer totalmente alinhado. É possível usar as peças em posições perpendiculares e mesmo criar uma casa com vão livre.

O projeto arquitetônico requer especial cuidado para equilibrar os pesos, mas é uma alternativa que garante modernidade. Em geral, é uma opção para aproveitar melhor o terreno e a área ao ar livre.

Quais as características da casa container?

Esqueça-se da ideia de uma casa container tem aquele aspecto puramente metálico, com as indicações da carga sobre um fundo laranja ou azul. A verdade é que esses projetos são cada vez mais robustos e modernos, com características que os tornam especiais.

Cada residência tem suas particularidades, como acontece na alvenaria, mas temos a chance de identificar alguns pontos que aparecem com frequência. Veja quais são eles!

Construção modular

Toda casa container funciona com base na construção do tipo modular. Como os containers têm medidas padronizadas, nem sempre eles atendem fielmente a uma necessidade. Para reverter a situação, é interessante pensar no “encaixe” de diversas peças, de acordo com o projeto.

Os containers podem ser empilhados, justapostos ou interligados e cada um funciona como um módulo. Assim, as moradias ganham geometrias únicas, embora algumas se aproximem de modelos “tradicionais”.

Otimização de espaço

Outro ponto crucial para um projeto dar certo envolve a otimização de toda a área disponível. Em uma casa como essa, não existe cantinho que seja deixado de lado ou ponto que fique esquecido entre os cômodos.

A ideia é maximizar o uso do ambiente, inclusive ao criar espaços multifuncionais. Isso adiciona um toque importante de modernidade e torna o ambiente mais agradável. É uma maneira de, até mesmo, atender às principais necessidades.

Layout aberto e integrado

Como os containers são módulos abertos, é muito comum que essa característica seja aproveitada. O layout costuma ser altamente integrado, com vários ambientes dividindo o mesmo lugar. Isso serve para aproveitar a iluminação e para dar a sensação de amplitude — o que combate a ideia de local confinado.

Dependendo do caso, é possível utilizar divisórias para criar certos ambientes, como quartos ou banheiro. Por outro lado, é comum que haja integração com a área externa, como por meio de grandes janelas e portas de correr.

Ventilação potencializada

Para tornar o ambiente ainda mais agradável, muitas construções desse tipo consideram a necessidade de potencializar a capacidade de ventilação. Isso é possível, principalmente, graças à continuidade oferecida por um layout aberto.

Várias opções de casa container também contam com uma grande quantidade de janelas e portas, o que adiciona versatilidade e permite uma circulação de ar que torne a efetividade ainda maior.

Cômodos unitários

Para quem busca uma alternativa muito mais moderna, é possível investir em uma residência baseada em cômodos unitários feitos de containers. A ideia é criar espaços individuais e divididos, embora tenham algum tipo de interligação.

É uma ótima opção para locais menores ou quando há um desejo reforçado quanto à privacidade. Nesse caso, é comum usar mais de 3 containers, com diferentes dimensões e características.

Como funciona esse projeto?

Não há mistérios ao falar no “funcionamento” de uma casa container. Morar nela é como na maioria das residências tradicionais, mas a construção e a implementação merecem destaque.

Em termos de projeto, é interessante conhecer o que o aguarda caso escolha essa modalidade. Veja mais sobre o funcionamento!

Levantamento das necessidades e preferências

Assim como em um imóvel de alvenaria, é crucial considerar quais são as principais exigências e escolhas. A ideia é entender o que faz sentido para tornar o ambiente interessante e adaptado à sua realidade.

Uma família com dois filhos, por exemplo, precisará de mais espaço que alguém que vive sozinho. Também há definições para manter o equilíbrio entre vantagens e desvantagens do container, de acordo com cada morador.

Escolha das soluções construtivas

A partir disso, são selecionadas as técnicas e os processos construtivos que ajudarão o projeto. É o caso de pensar em questões como a criação da fundação para a residência, o design arquitetônico e os acabamentos que serão adotados.

É muito importante ter um escopo definido com tudo o que precisa ser feito e em qual ordem, até mesmo para obter um projeto eficiente. A escolha das soluções também pode variar segundo os desafios encarados.

Aquisição dos containers e demais materiais

Com as principais decisões tomadas, é o momento de comprar os containers com as dimensões, a área e as características desejadas. Eles podem ser novos ou usados, mas é preciso ter atenção com o que foi transportado. Em geral, a única restrição é sobre as cargas tóxicas, mesmo após higienização.

Também há a compra de outros materiais, como os itens de acabamento e até de isolamento térmico. Vale considerar as necessidades específicas quanto a esse tipo de estrutura, além de pensar em características pontuais do projeto.

Utilização plena do espaço

O funcionamento, em si, envolve o máximo aproveitamento do lar, de acordo com o cotidiano de seus moradores. Em uma casa container, você poderá aproveitar todas as comodidades que existem em um imóvel tradicional, como energia elétrica e serviços associados.

Algumas dessas casas funcionam de maneira móvel e, para isso, são construídas sobre uma plataforma que pode ser transportada. Mesmo que não seja o caso do seu projeto, é uma alternativa muito prática e repleta de boas características.

Quanto custa?

O custo de uma casa container depende do tipo de projeto escolhido e das características. Ele pode custar algumas dezenas de milhares de reais a valores maiores. Tudo depende do tamanho do projeto e da quantidade de containers utilizados.

No entanto, é possível ter uma ideia dos preços, de acordo com o tamanho e com as qualidades das peças estruturais. No geral, podemos definir que um container de 14m², sem revestimento, custa de R$ 10 mil a R$ 12 mil. A versão com revestimento varia de R$ 15 mil a 17 mil.

Opções maiores, naturalmente, custam mais. O container de 28m², sem revestimento, custa de R$ 16 a R$ 18 mil. Com revestimento, o valor sobe para R$ 22 mil a R$ 24 mil. Na maioria dos casos, containers um pouco mais antigos custam menos, sendo que podem ser recuperados com diversos processos.

Como é a montagem?

Outra dúvida muito frequente sobre a casa container trata da montagem desse lar. O processo é bem interessante e é dividido em etapas, como em uma obra “comum”. A diferença é que algumas etapas são exclusivas desse modelo e, por isso, exigem atenção especial.

Na sequência, vamos mostrar quais são as principais características e fases ligadas à montagem dessa casa. Confira!

Elaboração e regulamentação do projeto

Para começar, é importante montar um projeto com todas as características técnicas e indicações necessárias. O ideal é contratar profissionais especializados nesse tipo de solução — e hoje já é possível achar escritórios de arquitetura que constroem apenas com containers.

Também é essencial ter cuidado com a regularização da obra junto aos órgãos públicos. Uma casa container paga imposto como qualquer opção de alvenaria e é preciso ter a autorização adequada da Prefeitura para que tudo seja executado. Como cada município tem suas regras, os profissionais contratados devem se preocupar com a etapa.

Preparação dos containers

Em seguida, há um processo de preparação. Se for necessário, ocorre a terraplanagem do terreno e a consolidação de uma estrutura para garantir total segurança e estabilidade à residência.

Depois, o container é preparado para se transformar em lar. É comum que eles sejam lixados e revestidos por uma tinta especial antiferrugem. Se houver mais de um, há o corte das peças segundo o projeto e o encaixe por engate. Ao final, temos o layout pronto para ser trabalhado.

Instalações elétricas e hidrossanitárias

Com o container posicionado e capaz de receber as próximas etapas, há a execução de instalações elétricas e hidrossanitárias. Isso significa que toda a fiação é puxada de acordo com as necessidades, como pontos de iluminação ou tomadas.

Também são planejados os canos e componentes hidráulicos para tratamento de esgoto e fornecimento de água. Dependendo do projeto, é possível investir em aquecimento solar e reuso da água, com a estrutura totalmente adaptada ao espaço.

Elaboração dos revestimentos

Na sequência, são realizados os revestimentos no container, para deixar a casa com um aspecto semelhante aos lares tradicionais. Há a instalação do piso e do revestimento de teto e das paredes. É comum utilizar o Drywall, mas também há forros minerais, produtos de PVC e outras possibilidades.

Não podemos nos esquecer de que, em alguns casos, há uma preferência por deixar o projeto mais “cru” e sem tanto revestimento.

Finalização do projeto

Com essas etapas realizadas, é hora de se preocupar com o acabamento e com a entrega do local. Basicamente, são adicionados os móveis e os elementos de decoração, além de quaisquer outras características desejadas.

Com tudo concluído, o projeto está pronto para ser entregue e garantir que os seus moradores possam aproveitá-lo ao máximo!

Quais são as vantagens da casa container?

Você sabe por que essa alternativa tem se tornado tão popular? Nós explicamos: essa é uma opção repleta de benefícios e que pode transformar o seu conceito de lar. Com um bom projeto, a qualidade de vida é priorizada em todas as etapas e isso se reflete na experiência de moradia.

Além desse ponto, quer descobrir o que a casa container tem a oferecer? Veja, a seguir, quais são as suas maiores vantagens!

Maior sustentabilidade

Podemos dizer que esse tipo de construção aproveita materiais que ficariam parados ou seriam descartados. Afinal, muitos containers deixam de ser usados após algum tempo e param no lixo. Com esse tipo de lar, há um novo uso para essa “matéria-prima”.

Além disso, a construção é mais limpa, rápida e eficiente, o que gera menos gastos e desperdícios de recursos. Portanto, essa é uma alternativa que eleva o nível de sustentabilidade do projeto e que dá origem, até mesmo, a propostas verdes. É uma ótima saída para ajudar o meio ambiente e diminuir o impacto negativo nos recursos naturais.

Personalização completa

Outro ponto positivo é que uma casa container pode ser totalmente customizada. Ou seja, você tem a chance de criar um projeto do zero, de acordo com as suas preferências e com as necessidades.

Os containers são especialmente fáceis de trabalhar e podem ser cortados e encaixados com relativa simplicidade. Com isso, é possível ter um lar com a sua cara, sem ter que gastar tanto dinheiro quanto em uma alternativa de alvenaria.

Alta resistência

Pensa só: os containers são capazes de transportar cargas com várias toneladas, em diversas condições, durante anos. Então, é justo dizer que a matéria-prima é muito resistente e oferece grande durabilidade.

Além de tudo, há a realização de processos especiais de proteção, como a aplicação de tinta contra a ferrugem. Isso auxilia a manter o visual sempre interessante, com menos necessidade de manutenção ao longo do tempo.

Custos reduzidos

Dissemos que os gastos com um projeto desse tipo variam com as características, como tamanho e demandas específicas. No entanto, essa é uma alternativa mais barata que a alvenaria, nas mesmas condições.

Ou seja: construir uma residência de tijolo e cimento com as mesmas características de uma casa container gasta mais. Também é possível planejar o projeto para otimizar o consumo de energia e de água, o que reduz os gastos associados.

Conforto garantido

Não menos importante, você precisa saber que uma casa container é confortável quando o projeto é realizado corretamente. Com a atuação de profissionais especializados e com os recursos necessários, o lar fica muito agradável e não deve em nada para qualquer outro tipo de ambiente.

Além disso, é versátil e pode, até mesmo, adaptar-se às novas demandas. Se tiver espaço disponível no terreno escolhido, há como ampliar o ambiente de acordo com as demandas.

Qual é o papel e como fazer o isolamento térmico e acústico?

Um dos desafios de um projeto de casa container é a composição desse elemento. Como ele é totalmente feito de aço, tem uma elevada capacidade de conduzir calor. Para manter as boas características no ambiente, é essencial pensar no isolamento térmico e acústico.

O processo é feito com a instalação de uma manta ou de placas térmicas no que seriam as “paredes” do ambiente. Como consequência, é possível evitar a passagem de calor do ambiente externo ou a perda para o lado de fora. A seguir, mostramos a importância dessa decisão e como acertar na instalação!

Por que recorrer ao isolamento térmico e acústico?

Adotar uma solução do tipo é indispensável se você quiser deixar a sua casa container ainda melhor. Com um bom isolamento térmico e acústico, é possível aproveitar diversos benefícios. Veja quais são!

Maior conforto térmico

Com a solução certa, você evita passar muito calor no verão ou frio no inverno. Climatizando containers, há uma experiência melhor e com muito mais conforto térmico em relação ao ambiente.

Aumento da eficiência energética

Já que o ambiente ficará agradável, não será preciso gastar tanto com ar-condicionado ou ventiladores. Isso ajuda a melhorar a eficiência energética, o que reduz os gastos com a conta de luz e até aumenta a sustentabilidade.

Garantia de privacidade

Com o isolamento acústico, há uma elevação no nível de privacidade. Além de os sons do seu lar não se propagarem com intensidade para o lado de fora, você não será incomodado pelos barulhos externos.

Por que escolher a 3TC?

Depois de reconhecer a importância do isolamento térmico na casa container, é essencial recorrer à solução adequada. Assim, é possível obter o máximo potencial e garantir máximo desempenho.

Na hora de escolher uma empresa de isolamento térmico, a 3TC se destaca — e merece a sua atenção. Quer saber os motivos? Descubra!

Única no mercado a proteger de todos os tipos de transmissão de calor

Quando falamos nos tipos de isolamento térmico, é possível notar que alguns protegem contra condução, outros contra convecção e outros contra radiação. A 3TC, entretanto, oferece uma solução única e que evita a transmissão de calor pelas três formas. Assim, há muito mais eficiência para tornar sua casa container agradável e climatizada.

Proteção térmica e acústica em um só produto

Outro diferencial é que o revestimento da 3TC garante proteção térmica e acústica ao mesmo tempo. Então, não será preciso recorrer a duas soluções distintas para fazer com que o espaço fique confortável e realmente privativo.

Propriedades anti-chamas

Manter a segurança também é essencial para aproveitar ao máximo a sua casa container. O nosso revestimento para isolamento térmico e acústico não propaga fogo graças às propriedades anti-chamas. Com isso, é possível atender às obrigações da legislação e ficar mais protegido.

Atua como impermeabilizante

Além de tudo, o produto serve para proteger o telhado do seu lar, evitando a entrada de água, de pequenos insetos e de animais e a formação de goteiras. Com isso, evita problemas com o mofo e ajuda até a proteger a saúde.

Facilidade de instalação

Ao escolher a nossa solução, você notará que a instalação é segura, rápida e muito simples. Além de tudo, contamos com profissionais altamente capacitados e prontos para ajudar. Com isso, a obra não sofre com atrasos e perdas e é possível conquistar os resultados desejados mais facilmente.

Excelente custo-benefício

Apesar de oferecer vários benefícios e diferenciais, a 3TC mantém uma excelente relação de custo-benefício. Afinal, trata-se de uma opção durável, muito eficiente e que gera conforto e economia. Longe da necessidade de manutenção e com consistência na conquista de boa performance.

Uma casa container é um novo jeito de viver e até de desempenhar mais sustentabilidade. Com um bom projeto e todos os cuidados necessários na etapa de montagem, é possível ter máxima qualidade de vida.

Para garantir o conforto, não se esqueça do isolamento térmico. Se quiser ter a melhor solução do mercado, entre em contato conosco da 3TC e peça o seu orçamento!

A construção no litoral apresenta diversos desafios. Afinal, nessas regiões, os edifícios estão sujeitos a mais riscos, como a maresia, ventos mais fortes e a maresia. Então, é preciso montar uma estrutura de proteção especial para evitar danos e a necessidade de reformas constantes.

Além disso, as altas temperaturas e a incidência do sol reduzem o conforto térmico dos ambientes interiores. Isso pode prejudicar a saúde e o bem―estar dos moradores. Quer saber como melhorar o seu projeto litorâneo? Acompanhe!

1. Quais são os cuidados essenciais em construções no litoral?

O sucesso de uma obra no litoral começa na escolha do terro e vai até a manutenção!

1.1 Terreno

Sem os cuidados adequados na hora de escolher um terreno, a construção no litoral pode se tornar uma verdadeira dor de cabeça para o comprador. O primeiro passo para garantir o sucesso do seu projeto arquitetônico é exigir a apresentação de um estudo do solo, pois, em faixas litorâneas, podem haver solos muito úmidos e arenosos ― que são facilmente conformáveis.

Desse modo, é preciso fazer um projeto auxiliar para o adensamento do solo. Ele deverá ser executado com muita técnica, trazendo uniformidade em toda a área. Caso contrário, uma região pode ficar menos densa e mais permeável à água. Com o tempo, haverá um desnível entre dois pontos da construção ― o que compromete as estruturas, causando rachaduras, trincas e outras patologias.

Além disso, especialmente em locais mais ermos, é muito comum que não haja a infraestrutura de serviços necessários para uma família ou para um negócio. Por exemplo, pode não haver fornecimento de luz, de água encanada ou recolhimento de esgoto. Consequentemente, será preciso investir muito dinheiro para tornar o empreendimento viável.

Por exemplo, é necessário pagar altas taxas para a instalação de luz elétrica, construir poços para o consumo de água e investir em cisternas para o esgoto. Ou seja, os custos do projeto inicial podem dobrar somente para trazer uma infraestrutura mínima. Em alguns casos, como redes de internet e de telefonia, as operadoras não ofertam a instalação desse serviço nem mesmo mediante o pagamento de taxas elevadas.

Por fim, ainda há diversas questões legais nesses casos. A regulamentação e a legislação brasileira são bastante restritivas quanto ao uso do solo próximo a praias. Em geral, essas áreas são protegidas e é preciso pedir uma autorização da prefeitura para a construção. Nesses casos, as exigências podem ser tão grandes que tornam o projeto inviável.

Ademais, não deixe de conferir toda a documentação ― especialmente em regiões mais afastadas. Exija sempre a escritura e confira toda ela no cartório em que foi feito o registro. Afinal, a ação de grileiros é muito comum e você pode ocupar um terreno que pertencia a outra pessoa ou a União.

1.2 Estrutura de construção no litoral

Este certamente é o ponto de maior atenção, pois o clima das praias não permite o uso de qualquer material nas construções. Isso se deve a dois principais motivos: as altas variações de temperatura e a maresia.

No primeiro caso, pode haver mudanças bruscas de temperatura muito rapidamente. Isso provoca a dilatação e a retração das estruturas ― que podem desenvolver fissuras. Nesse caso, é importantíssimo escolher materiais com maior capacidade de resistir ao estresse mecânico.

O outro ponto importante é a maresia. As ondas do mar, quando se chocam, liberam partículas de água com sal para a atmosfera. Elas são levadas até as construções e se acumulam nos materiais. Essa é uma das razões por que os vidros em regiões litorâneas estão sempre úmidos.

No entanto, em contato com estruturas metálicas, o dano pode ser muito grande. O sal apresenta partículas com cargas elétricas capazes de interagir com metais oxidáveis na presença de água. Então, surge a ferrugem, cujos danos vão muito além da estética e atingem, também, a sustentação da casa. A maioria dos pilares e das lajes apresentam armaduras metálicas de aço comum, o qual é facilmente corrosível.

Nesse sentido, é imprescindível fazer um tratamento especial nas vigas com uma camada maior de concreto para a proteção da armadura ou com a aplicação de uma camada extra impermeável. O ideal é utilizar aditivos plastificantes de impermeabilização semiflexível. Nesse caso, as vigas devem estar sempre em locais protegidos da ação da radiação solar.

Caso você utilize telhas metálicas na construção, é importante também selecionar um material resistente à corrosão. Entre os mais utilizados, estão o Galvalume, o alumínio e o aço inox. Hoje em dia, eles podem ser integrados a sistemas de isolamento termoacústico, que compensam a baixa eficiência em bloqueio do calor.

1.3 Acabamentos

Aqui, é preciso estar muito atento sobre o efeito da maresia sobre os materiais. Como explicamos, os metais oxidáveis sofrerão com a ação contínua da umidade salina. Então, ficarão com a aparência enferrujada, comprometendo a estética dos acabamentos. Isso deve ser levado em consideração na hora da escolha de diversas peças, como:

  • janelas, portas e fechaduras;
  • pias e registros;
  • acessórios, entre outros.

Muitas pessoas acabam subestimando o poder da maresia. Afinal, é um vilão que ninguém vê. Aparentemente, o ar é normal ― exceto pelo cheio de praia. No entanto, microscopicamente, há partículas nocivas para as construções.

Além disso, a própria umidade aumentada também causa danos significativos. Por exemplo, pisos em madeira sem uma camada de impermeabilizante não lidam muito bem com a umidade alta das praias. Nesses casos, eles estufam e comprometem a estética dos pisos.

Por fim, não podemos deixar de falar do próprio clima. As zonas litorâneas estão mais sujeitas a chuvas intensas devido à maior umidade da atmosfera local e a ação de massas de ar marítimas. Portanto, é preciso reforçar a impermeabilização e reforçar as estruturas para resistir a ventos fortes.

1.4 Paisagismo em construção no litoral

O clima também oferece desafios importantes na hora de selecionar a vegetação utilizada para o paisagismo. A ação muito intensa do sol durante o dia exige que as plantas resistam à evaporação da água pelas folhas e sejam capazes de captar a umidade de regiões mais fundas do solo.

Além disso, a menos que você queira investir em um sistema automatizado, dê preferência a plantas que exijam uma menor frequência de irrigação. Também, as casas de praia podem ficar muitos meses fechadas sem nenhuma manutenção. Assim, é melhor escolher espécies que sobrevivem nessas condições.

1.5 Manutenção

O clima hostil e a areia tornam a manutenção das casas de praia mais complexa. Por essa razão, é imprescindível escolher materiais mais práticos para limpeza. Elas deverão apresentar uma maior resistência a riscos, pois pode ser necessário usar vassouras de cerdas rígidas ou jatos de água retirar os resíduos de areia.

Outro desafio é a manutenção da própria construção. A ação dos ventos pode causar danos significativos, especialmente no telhado. Se as telhas não forem bem fixadas, elas podem se soltar facilmente e, então, será preciso fazer trocas frequentes.

2. Quais são os materiais mais indicados para construção no litoral?

Há materiais que, por sua resistência à umidade e capacidade de isolamento térmico, são mais adequadas para o litoral. Conheça alguns deles nos tópicos a seguir.

2.1 Madeira

Não é todo o tipo de madeira que é adequado para a construção próxima à praia, pois há opções mais ou menos permeáveis. Por exemplo, o eucalipto é uma madeira extremamente permeável e absorve com facilidade a umidade. Então, dilata―se facilmente e perde a resistência no clima litorâneo.

Outra contraindicação são as madeiras de baixa densidade, independentemente da estrutura em que são aplicadas. O principal exemplo são os compensados. Elas apresentam uma porosidade maior e, portanto, alta permeabilidade.

Já madeiras mais maciças, como o ipê, a maçaranduba e a teca, são muito mais seguras. No entanto, devem receber o tratamento adequado com o lixamento da superfície e aplicação de resinas impermeáveis, como o verniz. Com isso, não se sujeitam aos danos estruturais causados pela umidade.

A grande vantagem da madeira é a sua maior capacidade de isolamento térmico, o que é essencial diante do calor das praias. Para ampliar o conforto, ela pode ser integrada a mantas térmicas com ação reflexiva da radiação solar nas áreas mais expostas.

2.2 Alumínio

O alumínio se apresenta como um dos principais metais para o uso em construções no litoral, pois é muito mais resistente à corrosão. Mesmo quando oxida, pode ser facilmente recuperado, pois, forma apenas uma fina camada de oxidação branca ― removível com uma lixa fina.

Ademais, é um material extremamente versátil. Ele pode ser pintado com diversos esmaltes sintéticos para melhorar a resistência e mudar sua aparência estética. Portanto, pode ser utilizado em diversos locais de uma construção, como as janelas, as maçanetas, entre outros.

No entanto, por ser muito maleável, não pode ser empregado em estruturas de sustentação, como as vigas e os pilares.

2.3. Aço inoxidável

O aço inoxidável é uma liga de ferro com a adição de carbono e cromo. Com isso, pode―se reduzir a interação com as moléculas de oxigênio que geram a ferrugem. Como apresenta uma excelente resistência mecânica, pode ser facilmente integrado às estruturas de sustentação tanto sozinho quanto com o concreto.

2.4. Galvalume

O Galvalume é um liga metálica constituída por zinco, alumínio e silício. Foi criada para aumentar a resistência desses metais à corrosão, sendo um dos materiais mais resistentes nesse sentido.

Por ser extremamente maleável, é utilizado principalmente na fabricação de telhas e chapas. Entretanto, está contraindicado nas estruturas de sustentação.

2.5. Concreto

O concreto é outro material muito importante para as construções litorâneas, pois pode ser utilizado para fabricar as mais diversas estruturas desde as vigas da fundação até as telhas. No entanto, há diferentes tipos de concreto no mercado e é importante estar atento à porosidade de cada opção. Quanto maior ela for, mais susceptível a estrutura estará à ação da umidade.

Assim, o concreto mais poroso pode ser utilizado em locais onde ele não está associado a estruturas metálicas, como as telhas. Entretanto, quando ligado a armaduras metálicas, será preciso protegê―las e, assim, o concreto deve ser o mais impermeável quanto possível. Para isso, eles podem ser associados a aditivos ou materiais impermeabilizantes. Falaremos mais deles a seguir.

2.6. Impermeabilizantes

Com o isolamento térmico, a impermeabilização é uma das ações mais importantes nas construções no litoral. Afinal, devido à maior umidade do ar e à maresia, as estruturas estão sob maior risco de danos químicos. Nesse sentido, é importante fazer um projeto detalhado. A seguir, explicaremos os principais tipos e sistemas.

Atualmente, existem três tipos de impermeabilização no mercado: a rígida a semiflexível e a flexível. Elas devem ser escolhidas de acordo com a exposição da superfície ao calor e ao estresse mecânico.

Rígida

A impermeabilização rígida geralmente é feita com o acréscimo de aditivos aos materiais tradicionais da construção, como o gesso, o cimento e a argamassa. Assim, diversos efeitos podem ser conquistados, como:

  • aumento da tensão superficial do material, fazendo com que a água seja repelida ao entrar em contato com a estrutura. Esse é o caso dos aditivos hidrofugantes;
  • redução da porosidade do material. Desse modo, as moléculas interagem mais fortemente entre si, impedindo a penetração da água.

No entanto, isso apresenta um lado negativo. Quando expostos à variação de calor, as estruturas ficam mais susceptíveis a fissuras, comprometendo a eficiência da impermeabilização. Desse modo, não podem ser utilizados em superfícies em contato direto com o sol.

Flexível

Esses impermeabilizantes são chamados de flexíveis, pois contam com maiores elasticidade e conformidade. Ou seja, quando as estruturas se dilatam devido à ação do calor, o impermeabilizante é capaz de se adaptar e proteger a superfície mesmo diante do surgimento de fissuras.

Eles funcionam de modo diferente das anteriores, pois não são aditivos aos aglomerantes da construção civil. Em vez disso, eles são aplicados em camadas sobre as superfícies já prontas. Nesse sentido, apresentam―se em dois subtipos principais, as mantas e as membranas.

As mantas devem ser aplicadas a quente para aderir às superfícies. Talvez, seja o tipo mais conhecido devido às mantas asfálticas ― um dos impermeabilizantes mais populares no mercado e que são utilizados nas vias rodoviárias.

Em espessuras menores e com armaduras especiais, podem ser empregados na construção civil para as áreas que entram em contato direto com o sol e necessitam de alta capacidade de vedação, como as lajes.

Já as membranas são instaladas a frio por diferentes processos. Devem ser aplicadas em diversas camadas a fim de apresentar a eficiência máxima. Por serem mais práticas, têm se tornado mais populares. Podem ser utilizadas em áreas externas, lajes etc.

Semiflexível

Por fim, temos o tipo semiflexível, que nada mais são do que aditivos que suportam uma maior variação de temperatura. Apesar dessa vantagem, ainda não podem ser utilizados em estruturas submetidas a uma dilatação térmica mais intensa. Entretanto, são opções mais seguras para reforçar a proteção de vigas e de fundações.

No litoral, portanto, a elaboração de um projeto de impermeabilização adequado é essencial para evitar os danos causados pela umidade.

3. Como garantir conforto térmico e isolamento na casa?

Por fim, vem o assunto mais importante quando falamos de construções no litoral ― o isolamento térmico. Ele é responsável por manter a qualidade das estruturas e trazer mais conforto aos usuários.

3.1 Isolamento térmico

O isolamento térmico é uma técnica utilizada para evitar as trocas de temperatura entre o meio interno e o externo. Desse modo, é possível manter uma temperatura estável dentro das construções no litoral e reduzir a dependência de equipamentos elétricos para a manutenção do conforto.

Esses materiais agem sobre um ou mais dos seguintes processos de transmissão de calor:

  • condução: ocorre quando dois materiais com temperaturas diferentes entram em contato físico. A energia do movimento das moléculas do mais quente é transmitida para o mais frio, aumentando os valores de temperatura. É o que ocorre quando um motor aquece a parede que está apoiado;
  • convecção: acontece devido à movimentação das massas de ar. Quando o ar é aquecido no solo, ele fica menos denso e é direcionado para cima. Por sua vez, a massa de ar mais fria é direcionada para baixo. Quando o telhado não é isolado termicamente, ele aquece constantemente as massas de ar superiores dentro do edifício e gera um fluxo de ar cada vez mais quente;
  • radiação: essa é a principal causa do aquecimento das estruturas de uma construção. As fontes de calor liberam ondas de energia que não dependem do contato físico para aquecer outros objetos. Ou seja, a transmissão de calor ocorre à distância. O principal exemplo nesse sentido é o sol. Por essa razão, cerca de 90% do calor absorvido por um edifício chega por meio da radiação.

A eficiência de um isolante depende diretamente de quão eficiente ele age sobre os três processos.

3.2. Sprays

Os sprays são feitos a partir de polímeros plásticos aplicados com bombas a jato. Assim, eles formam uma fina camada sobre as superfícies e podem impedir parte da condução de calor. Portanto, não agem sobre os processos de convecção e de radiação.

3.3. Espumas Expansivas (PU)

As espumas também são produzidas com polímeros plásticos, porém elas são pré-fabricadas. O principal material utilizado é o poliuretano, que já esteve envolvido em diversos incêndios devido à alta capacidade de combustão. Fique atento à ficha técnica do fabricante na hora de escolher essa tecnologia para sua construção no litoral.

3.5. Foils (Duralfoil)

Já os foils contam com uma ação bem diferente dos modelos anteriores, pois não agem sobre a condução, mas sobre a radiação. São lâminas altamente reflexivas que devolvem parte da radiação solar de volta para o meio ambiente. Isso impede que a energia seja transmitida para as estruturas da construção.

3.6. Mantas térmicas

As mantas térmicas podem ser feitas a partir de diversos materiais, cada qual com propriedades específicas. Em comum, eles apresentam uma maior flexibilidade e conformidade. A seguir falaremos dos principais tipos:

  • lã de vidro: fabricada a partir da sílica submetida a altas pressões, esse é um isolante fibroso com boa eficiência para bloquear processos de condução de calor, porém não atua na radiação;
  • lã de rocha: muito semelhante à anterior com a diferença de ser produzida a partir da diábase, uma rocha vulcânica;
  • Manta lã de PET: usualmente feita com garrafas recicladas, também só age sobre a condução de calor;
  • 3TC: além de um núcleo de poliestireno estendido maleável, que reduz grande parte da condução de calor, o 3 TC conta com duas camadas de lâmina reflexiva. Desse modo, pode atuar sobre todos os processos de transmissão de energia térmica. Por isso, falaremos dele, no final do post.

Por serem maleáveis, as mantas são utilizadas nas superfícies que exigem maior flexibilidade do material, como as quinas dos pisos e das paredes.

3.7. Placas térmicas

As placas térmicas costumam ser fabricadas com os mesmos apresentados acima. A grande diferença está nas técnicas de produção. Aqui, há um adensamento muito maior dos materiais ou um aumento na espessura. Com isso, se formam estruturas rígidas. São essenciais para regiões que não podem oferecer sustentação para as mantas ou que precisam de um reforço, que é o caso de construção no litoral.

3.8. O 3TC

O 3TC é baseado nas tecnologias desenvolvidas pela NASA para os trajes espaciais dos astronautas, uma vez que o Espaço está sujeito a amplas variações de energia. Seu principal diferencial é atuar sobre os três processos de transmissão de calor.

O seu núcleo de poliestireno estendido é altamente eficiente para impedir a condução de calor. Então, toda a energia vinda do contato com as massas de ar e com o solo pode ser mitigada.

Já as lâminas refletivas são capazes de devolver mais de 90% da energia solar para o meio ambiente e impedir que ela aqueça a construção. Com isso, temos um sistema completo de isolamento com a máxima eficiência.

Outro grande benefício desse sistema de isolamento térmico é que ele permite a utilização de outras técnicas construtivas que não eram tão eficientes para as regiões litorâneas. Por exemplo, as telhas metálicas seriam as opções ideais para evitar que as peças se soltem com a ação do vento, uma vez que elas são pregadas diretamente nas terças.

Contudo, elas transmitiam todo o calor da radiação solar para o ambiente interno. Com o isolamento, esse problema é eliminado, visto que as mantas podem ser integradas às telhas e trazer a máxima eficiência térmica para o ambiente.

Ademais, o 3TC é um material totalmente impermeável e pode reforçar ― ou mesmo substituir ― os sistemas de impermeabilização necessários para as construções litorâneas. Por conseguinte, ao utilizá-lo, você garante o conforto térmico mesmo diante do calor mais intenso e protege sua construção contra os potenciais danos ambientais.

Portanto, o sucesso da sua construção no litoral depende da escolha dos materiais e dos métodos construtivos certos. É imprescindível investir bastante a fim de prevenir os mais diversos riscos, como ventos fortes, temperaturas elevadas e alta umidade. Assim, é possível manter o conforto térmico e aumentar a vida útil de cada estrutura.

Você conhecia todos esses cuidados essenciais para as construções no litoral? Não?! Provavelmente muita gente também não conhece! Então, não deixe de compartilhar nosso post nas redes sociais!

O comportamento ao fogo de um revestimento é um dos critérios mais importantes para uma obra. Afinal, há inúmeras normas técnicas que exigem a segurança contra incêndio, nos mais diversos tipos de construção.

Nenhuma empresa quer ser associada a eventos fatídicos com possibilidade de ferimentos e óbitos. A segurança ao incêndio é um fator crucial e indispensável na escolha correta de materiais de acabamento e revestimento. Por isso, é importante que você conheça a resistência dos isolantes térmicos utilizados nos seus projetos. Durante o projeto, é preciso escolher produtos que atendam as normas de segurança e tenham certificação de laboratórios especializados na área.

A tecnologia 3TC atende todas as normas nacionais e internacionais relacionadas ao comportamento ao fogo, incluindo a instrução técnica do Corpo de Bombeiros IT 10/2011, sendo certificada pelo Instituto de Pesquisas Tecnológicas (IPT) da Universidade de São Paulo (USP) como material que não propaga fogo com a classificação II-A0.

Quer saber mais sobre as classificações de comportamento ao fogo dos materiais de revestimento para o seu projeto e sobre a proteção trazida pelos produtos da 3TC? Então, acompanhe a leitura!

O que são materiais não combustíveis, semi-combustíveis, e retardantes/não propagantes?

Muitas pessoas se confundem com as classificações de materiais no que tange o comportamento ao fogo.

Os materiais não-combustíveis ou incombustíveis são aqueles que, quando submetidos a uma fonte de combustão, não se deformam excessivamente, não apresentam derretimento e não produzem grande emissão de fumaça e gases. Estes materiais geralmente são inorgânicos. Tais como: concreto, tijolo, cobertura para telhado, placa de amianto, aço, alumínio, vidro, argamassas e outros similares. Dessa forma, estes materiais são considerados estruturais.

Os materiais semi-combustíveis são aqueles que, apresentam pouco desenvolvimento de chamas, fumaça ou gases durante o processo de combustão. Similares aos materiais não combustíveis, os materiais semi-combustíveis também não apresentam grandes deformações ou derretimentos. Materiais como painéis de gesso e os revestimentos metálicos que contêm quantidade mínima de madeira, papel ou plástico podem ser enquadrados nesta categoria.

Os materiais retardantes ao fogo ou não propagante à chamas são aqueles que, possuem tratamentos químicos para melhorar suas características de reação ao fogo, ou aqueles protegidos com superfícies incombustíveis ou com produtos que apresentem dificuldade de queima, quando expostos a um processo de combustão. Estes materiais apresentam pequenas deformações e derretimento quando expostos a combustão, podendo pegar fogo em parte do material até que as chamas sejam controladas, extinguidas e dissipadas, não representando assim riscos à segurança. Os materiais de revestimento e isolamento térmico e acústico devem se enquadrar nesta categoria para serem certificados e assim poderem ser utilizados com segurança em projetos construtivos.

Como ocorrem os incêndios?

 Os incêndios podem ser categorizados em por três etapas: a etapa inicial (primeira fase), a etapa de inflamação (segunda fase) e a etapa de extinção/dissipação (terceira fase).

Na fase inicial, o incêndio está restrito apenas a um foco. Este foco é identificado pelo primeiro material que tenha sofrido o processo de ignição e pelos possíveis materiais ao redor. Nesta fase a temperatura do ambiente aumenta gradualmente. A seguir, tem-se a fase da inflamação ou queima generalizada, caracterizada pelo envolvimento de grande parte do(s) material(s) combustível(s) existente(s) no ambiente. A temperatura aumenta drasticamente, não sendo possível assim a sobrevivência humana no recinto. A fase de extinção/dissipação ocorre quando grande parte do material(s) combustível(s) existente(s) no ambiente já foi consumido e a temperatura entra em decréscimo.

Uma vez que o material que esteja em contato com a fonte de ignição das chamas se decomponha pelo calor, gases que sofrem ignição serão liberados. Assim que a ignição é estabelecida, o(s) material(s) alimenta(m) a combustão, liberando gases/fumaça e desenvolvendo calor. Dessa forma o ambiente, então, sofrerá uma elevação gradativa de temperatura, e fumaça e gases quentes serão acumulados no teto.

Através das 3 formas de transferência de calor, condução, radiação e convecção, poderá ocorrer a propagação do fogo para materiais combustíveis que estejam nas adjacências do local.

Cabe ressaltar que a maioria dos incêndios ocorre a partir de uma fonte de ignição nos materiais contidos no edifício como papéis, móveis, cortinas, e não nos materiais incorporados ao sistema construtivo, como materiais de revestimento e isolantes térmicos.

Quem determina o desempenho dos produtos?

 Para se certificar de que determinado produto é não propagante a chamas, resistente ao fogo, é necessária uma série de testes em laboratórios confiáveis. Os materiais são submetidos a condições que simulam um incêndio. Se resistirem à combustão, são considerados à prova de fogo. A determinação do desempenho dos produtos é aferida por normas nacionais como as normas NBR ABNT 16626, NBR 9442, NBR11948, e internacionais como a norma ASTM E 662 e ASTM E 84. Além disso existe a normativa do Corpo de Bombeiros com instrução técnica para controle de materiais de acabamento e de revestimento. Portanto, os materiais de revestimento devem atender todas as normas e instruções dos órgãos vigentes para que, na ocorrência de incêndio, restrinjam a propagação de fogo e o desenvolvimento de fumaça.

Porque existem classificações de comportamento ao fogo e como elas são elaboradas?

 A classificação dos materiais que são utilizados como revestimentos e/ou acabamentos existem para se providenciar a segurança contra incêndio. A proteção contra o risco do crescimento e da propagação do incêndio, contra o risco à vida humana e à propriedade, são mensuradas por meio dessas classificações que garantem a eficácia do Sistema Global de Segurança contra Incêndio

Estas classificações são elaboradas utilizando os índices estabelecidos nas normas recomendadas para avaliar a Reação ao Fogo onde os índices são categorizados em letras, de A ao E, e em subdivisões com numerais I e II — sendo A o mais seguro e o E o menos seguro.

Qual classificação um produto deve ter para ser considerado seguro?

 Os materiais com mais qualidade e que apresentam maior segurança em relação ao comportamento ao fogo recebem classificação I-A e II-A. Materiais de revestimento e isolantes térmicos considerados não propagadores de chamas devem necessariamente obter classificação A para poderem ser utilizados com segurança. Contudo, existem empresas que vendem produtos para o mesmo segmento com classificações diferente, por exemplos, mantas com classificação A e outras com classificação E. Considerar a utilização de materiais com classificação inferior a classe A ou não resistentes ao fogo coloca em risco a segurança de toda a estrutura. Para não se confundir ou utilizar um produto que não é adequado ao projeto é importante solicitar laudos de reação ao fogo aos fornecedores, a fim de ter certeza da classificação final do produto.

Quais os testes de comportamento ao fogo foram feitos na manta térmica 3TC?

A 3TC testou os materiais com uma das referências em segurança contra fogo e explosões. Trata-se do Centro Tecnológico do Ambiente Construído, do Instituto de Pesquisas Tecnológicas, mais conhecido pela sigla CETAC-IPT. A instituição segue as principais regras internacionais de padronização e a legislação nacional referente ao assunto.

Os ensaios técnicos seguem metodologias internacionais para determinar os índices de propagação de fogo, densidade de fumaça, toxidade, desprendimento de partículas, etc.

A tecnologia 3TC foi submetido aos métodos de ensaio:

– BS EN ISO 13823: 2002 – Reaction to fire tests for building products – Building products excluding floorings exposed to the thermal attack by a single burning item.

– Procedimento de Ensaio CETAC-LSFEx-PE-109 – “Ensaios de reação ao fogo – Produtos utilizados em construção civil, exceto pisos. Método SBI”.

– BS EN ISO 11925-2:2010 – Reaction to fire tests – Ignitability of building products subjected to direct impingement of flame – Part 2: Single-flame source test.

– Procedimento de Ensaio CETAC-LSFEx-PE-107 – “Ensaios de reação ao fogo – Ignitabilidade de produtos utilizados na construção civil sujeitos ao contato direto com chama – BS EN ISO 11925-2: 2010”.

– ABNT NBR 16626: 2017 – Classificação da reação ao fogo de produtos da construção.

– Procedimento de Ensaio CETAC-LSFEx-PE-188 – “Classificação dos materiais de acabamento e revestimento empregados nas edificações”.

Os índices obtidos por estes ensaios são utilizados como referência para classificação do Corpo de Bombeiros no âmbito do controle de materiais de acabamento e revestimento.

Como foi o comportamento ao fogo dos materiais da 3TC?

 De acordo com o laudo do IPT, a tecnologia 3TC classifica-se como II-A de acordo com a Instrução Técnica nº 10 do Decreto Estadual de São Paulo nº 63.911 e como II-A-d0 conforme a norma ABNT NBR 16626.

CLIQUE AQUI ACESSE O LAUDO COMPLETO

Nos testes de ignição, nenhuma das bordas do material enviado entrou em ignição, mostrando a sua resistência ao fogo. Não ocorreu o gotejamento das partículas em chamas e foi verificada a retração do material durante a aplicação da chama do queimador.

Em relação ao teste BS EN ISO 11925-2, o material se mostrou incombustível, não liberou uma quantidade significativa de fumaça e não apresentou gotejamento. Desse modo, duas avaliações convergiram para a segurança do material diante do fogo.

Portanto, ao escolher produtos da 3TC, além de ter um excelente isolamento térmico, você poderá ter a segurança sobre o comportamento ao fogo. Nossos materiais foram submetidos aos principais testes de segurança e foram devidamente aprovados! Possuímos diversos manuais de instalação que podem facilitar na hora da instalação!

Quer saber mais sobre as nossas soluções para a sua empresa? Então, entre em contato conosco!

O isolamento térmico e acústico nas construções é um recurso utilizado pela engenharia com a finalidade de trazer conforto aos usuários das edificações. Isso porque mantêm a temperatura agradável e reduz o barulho indesejado. No mercado há vários materiais que cumprem bem com essa função, dentre eles a telha sanduíche.

Pensando nisso, criamos este texto com o objetivo de mostrar para você as vantagens de usar um revestimento térmico e acústico na construção, explicando como escolher a melhor solução entre telha sanduíche ou 3TC isolamento.

Então, continue com a leitura e conheça um pouco mais sobre esses materiais!

Porque é importante o isolamento térmico e acústico?

A exposição a ruídos por muito tempo pode acarretar perda auditiva. Os primeiros sintomas a aparecer são os zumbidos, uma percepção de estar com os ouvidos obstruídos e ouvir sons abafados. Os danos auditivos que ocorrem progressivamente são muito difíceis de serem revertidos.

No calor em excesso, o indivíduo apresenta um aumento da excitabilidade, astenia, depressão, inquietação e incapacidade para se concentrar. Nas ocorrências mais graves podem ocorrer modificações físicas, como a desidratação.

Portanto, o isolamento térmico e acústico isola temperatura e ruídos. Um bom projeto deve focar nessa questão, e para isso a utilização de um isolante térmico e acústico se torna essencial. O isolamento é como se fosse feito um envelopamento, que no inverno mantém o calor do lado de dentro e no verão deixa o interior com temperatura mais agradável.

O que é telha sanduíche?

É chamada de sanduíche por apresentar duas camadas externas de material metálico com seu interior constituído por um recheio com propriedades isolantes, que podem ser:

  • poliestireno expandido (EPS);
  • poliuretano (PU);
  • lã de rocha;
  • vidro.

A seguir, destacaremos alguns benefícios da sua utilização como isolamento térmico e acústico na construção.

Redução considerável do ruído externo

Geralmente, reduz em média de 20 a 40 dB da absorção do barulho externo. A característica de barrar o som se deve às particularidades físicas do isolante, como à sua densidade.

Excelente isolamento térmico

Por possuir baixa condutividade térmica, a troca de calor entre o ambiente interno e externo é reduzido em até 90%. Além do mais, se destaca pela excelente resistência à dissipação do calor. Em locais com altas temperaturas, é uma vantagem bastante interessante.

Redução dos custos com a energia elétrica

Por proporcionar um ambiente com temperatura mais amena, é possível economizar energia quando se reduz a utilização de ar-condicionado e ventiladores.

Retardante de chamas

Muito importante para a prevenção e combate a incêndios, principalmente em locais de armazenamento de produtos que facilitam a propagação do fogo.

Telha Sanduíche podem absorver umidade

Problemas como infiltração são evitados com a instalação das telhas, pois dificultam a absorção de água. O controle térmico também evita a condensação e o gotejamento de água. Porém as telhas sanduíches são propícias a absorver a umidade, ganhar peso e criar problemas com o tempo.

Instalação de Telha Sanduíche

As telhas sanduíches podem ser utilizadas em diversos tipos de construção. Por conta do seu peso elevado, ela se mostra complicada em quesitos estruturais, e muitos projetos vão gastar mais por conta disso. Em muitos locais já construídos ela se mostra uma opção mais cara e mais complexa justamente por conta disso. Tenha CERTEZA que o local aonde serão instaladas as telhas possuem estruturação adequada para suportar o peso inicial e o peso depois da absorção de umidade com o tempo.

Material leve

Possui baixo peso em comparação a outro tipo de telha, seu peso varia de 12 a 14 kg por metro quadrado. O investimento influencia positivamente no resultado, fazendo com que a estrutura suporte um peso 70% menor.

Manutenção de Telha Sanduíche

Por se tratar de um material de difícil instalação, a manutenção também é bem complicada. Trocar 1 telha é uma tarefa dificílima, pois uma sequência inteira deverá ser trocada. Além disso, ela é bem suscetível a danos e problemas com o tempo de utilização, além de perder eficiência térmica.

Alta durabilidade e resistência

A telha sanduíche é extremamente resistente a impactos intensos, chuvas fortes e ventania. Sendo que, a manutenção é muito simples, bastando realizar inspeções preventivas nas fixações das telhas.

O que é o 3TC isolamento?

O 3TC é o desfecho de anos de pesquisa e melhoramento em diversas universidades e obras de construção civil no país e no exterior. O desenvolvimento originou um produto muito simples, fácil de aplicar e barato, correspondendo às exigências do mercado brasileiro.

3TC é um isolamento térmico e acústico que apresenta eficiência e durabilidade superiores aos isolamentos tradicionais. Permite o isolamento de até 97% da radiação, além da isolação por convecção e condução.

Utiliza a eficiência do poliestireno expandido (EPS) e possui duas lâminas refletivas que barram os raios infravermelhos. Isso torna o 3TC uma estrutura flexível, impermeável e contínua. É apresentado em duas versões:

  • rolo ou manta térmica;
  • placa ou painel.

Tanto a telha sanduíche como o 3TC isolamento atuam no controle da temperatura, reduzem o desconforto térmico além de proporcionar atenuação acústica. A seguir, apresentaremos algumas vantagens que tornam esse material superior:

  • controle da condução, da convenção e da radiação;
  • versátil;
  • elimina pontes térmicas;
  • vedação;
  • resistente a água e ao mofo;
  • reciclável;
  • durável;
  • isolante acústico;
  • eficiência energética;
  • atóxico;
  • fácil de instalar (Baixe aqui o nosso manual de instalação)

Lembrando que, a instalação do 3TC isolamento não significa aumento nos custos. Sua eficiência térmica proporciona bem-estar tanto no calor quanto no frio, e ainda, gera uma economia de até 35% no consumo de energia. Outra vantagem é que dispensa a instalação de estrutura extra, e por conta dessa característica, se adapta a qualquer ambiente e construção.

Suas características são:

  • isolamento térmico rígido de alta performance;
  • controle das três formas de transferência de calor;
  • produzido com EPS e laminação com películas refletivas;
  • produto certificado.

Pode ser aplicado em:

  • edificações residenciais e comerciais;
  • galpões industriais;
  • agropecuária;
  • construções novas e reformas;
  • pode ser instalado no interior ou exterior das estruturas;
  • embaixo ou sobre o concreto;
  • contêineres, veículos;
  • câmaras frigoríficas;
  • dutos de ar condicionado.

Telha sanduíche ou 3TC isolamento qual utilizar?

Ao analisar as duas opções, é importante compreender os diferenciais de cada material, é isso que garante a melhor escolha para o seu projeto, assim como, seu custo-benefício. Nessa perspectiva, 3TC se destaca como uma solução ideal para coberturas em locais que precisam de conforto térmico e acústico, versátil, durável e com um ótimo retorno financeiro.

Além das vantagens já enumeradas, o produto conta com espessuras de 10 a 100 milímetros. São encontrados na cor branca com forro térmico atendendo à maioria dos casos. Não podemos deixar de destacar que, a instalação do isolamento 3TC evita o rebaixamento do teto. Por ser muito leve não exige cálculos estruturais e seu custo de execução é menor que o da telha sanduíche.

Gostou do assunto? Caso ainda tenha ficado alguma dúvida faça contato conosco. A nossa equipe técnica terá o maior prazer em atendê-lo e solucionar os seus questionamentos. Até breve!