Quer aprender como calcular forro de pvc? Esse é um dos revestimentos mais usados na construção civil e se destaca por seu bom desempenho termo-acústico e pela facilidade de instalação.

Fabricado de Policloreto de Vinila, conhecido pela sigla PVC, é muito resistente e durável. Isso significa que tem um longo ciclo de vida: alguns forros aplicados há mais de 20 anos ainda estão como novos.

Vai construir ou reformar e quer aprender como calcular forro de pvc? Então, continue a leitura do post!

O que é forro de PVC?

O forro de PVC é um material sustentável composto de produtos provenientes do petróleo e de cloro extraído do sal marinho, recurso amplamente disponível e renovável. É 100% reciclável e quando retirado corretamente, pode ser reaproveitado em outros projetos de construção ou reforma.

Além disso, é mais barato que os demais materiais de construção como a telha sanduíche e não é atacado por insetos. É resistente a umidade, leve e fácil de ser transportado, o que torna a construção mais rápida.

Observe as normas técnicas

Antes de aprender a calcular forro de PVC, você deve saber que esse revestimento é encontrado em dois formatos: régua e placa. Está disponível em diferentes dimensões e texturas, as mais comuns são frisadas, caneladas e lisas.

Para espaços urbanos, o forro liso é a melhor opção, pois evita que o material acumule poeira. Pode ser comprado em diversas cores como branco, marfim e cinza. Atualmente, o padrão madeira também está em alta. Além disso, dá para pintar o PVC para ajustá-lo a qualquer projeto.

Na hora de instalar, além de saber como calcular forro de PVC, você deve observar se o produto foi fabricado conforme as normas do PBQP-H (Programa Brasileiro de Qualidade e Produtividade do Habitat). Também é importante analisar se o forro se ajusta a NBR 10132.

Como calcular forro de PVC?

Comece medindo o telhado com isolamento térmico onde o forro de PVC será instalado. Além da altura e da largura, anote a distância entre o telhado e o nível onde o forro ficará. Se as paredes forem irregulares, use o lado maior como base de cálculo.

Calcule a quantidade necessária

Antes de saber como calcular forro de PVC observe a maior dimensão. Se o cômodo tiver 6 x 3 m, compre lâminas de 6 m, isso fará com o ambiente pareça maior.

Com as medidas em mãos, já dá para calcular o material necessário para reformar o espaço. Vamos lá?

  • Dimensões do cômodo: 6 x 3 m.
  • Largura da lâmina: 0,2 m.

Agora, basta dividir a largura do cômodo (3 m) pela largura da lâmina (0,2 m), logo teremos: 3 : 0,2 = 15. Portanto, são necessárias 15 lâminas de PVC para fazer o forro.

Não sabe como calcular a metragem quadrada de um espaço? Multiplique o comprimento pela largura. Por exemplo, um cômodo com 10 m (comprimento) e 8 m (largura), terá 80 m².

Para saber como calcular forro de PVC, também é preciso saber a metragem das lâminas. É fácil! Multiplique a largura x comprimento: 5 m x 0,2 = 1 m². E para calcular a quantidade de lâminas necessárias para fazer o forro? É só dividir 80 m² por 1 m² = 80 lâminas.

Na hora de comprar, você também precisa saber a metragem quadrada da lâmina, por exemplo, uma lamina de 2 m (comprimento) x 0,20 m (largura) = terá 4 m².

Como calcular o acabamento?

O rodaforro tem 4 m de comprimento. Já a sanca, tem 6 metros. Prefere a segunda opção? Em um cômodo de 4 m por 5 m, você usar 4 sancas para fazer o acabamento.

Se preferir o rodaforro, você também vai precisar de 4 unidades, no entanto, terá que fazer algumas emendas. Cantos e quinas deixarão o forro mais bem-acabado. Esses materiais são utilizados nos forros de sanca, já no rodaforro eles não são necessários.

E a estrutura? Como calcular?

Ao calcular forro de PVC também é importante observar estrutura, parte mais importante do projeto, pois garantirá que a cobertura fique bem retinha e sem “barrigas”.

Os metalons devem ser instalados com espaçamento máximo de 60 cm, isso evitará que o forro apresente problemas futuros ou precise ser refeito. Os metalons devem ser instalados transversalmente.

Para saber quantas peças comprar, basta dividir o comprimento do cômodo pelo espaçamento. Por exemplo: em um espaço com dimensões 5 m x 4 m, divida o comprimento pelo espaçamento máximo, ou seja, 5 m : 0,60 m = 8,33. Ou seja, você precisará de 8,33 estruturas para montar o forro de pvc.

Mas quantos metalons serão necessários? Para descobrir, multiplique o resultado por 4, que é a largura do ambiente. Vamos lá? 4 x 8,33 = 33,32 m. Agora é só dividir o resultado por 6 (medida padrão do metalom). Assim, teremos: 33,32 : 6 = 5,55. Isso significa que serão necessários 6 metalons para montar a estrutura do cômodo.

Na hora de descobrir como calcular forro de PVC é importante considerar uma substrutura. Isso tornará a estrutura mais resistente e o forro mais estável.

Para instalar o metalom, dá para utilizar um terminal. Assim, ficará mais fácil encaixá-lo na parede já que não há necessidade de cortar o material. Para instalar 8 metalons são necessários 16 terminais, ou seja, dois para cada peça.

Dá para emendar os metalons e evitar perdar. Basta utilizar a emenda de metalom, que elimina a necessidade de parafusos já que basta conectar as peças.

O material exige algum cuidado?

A instalação deve ser feita de acordo com as instruções de montagem do fabricante. Deve-se evitar impactos mecânicos e, caso o material seja instalado em áreas externas, é importante que tenha proteção UV.

A temperatura de amolecimento do PVC é 69 °C, por isso, é bom evitar seu uso em indústrias ou fábricas cujo ambiente atinja altas temperaturas. A limpeza não exige cuidados especiais pode ser feita com água e sabão. Já o contato com solvente pode danificar a cobertura.

Agora que você aprendeu como calcular forro de PVC, que tal aproveitar para descobrir como calcular o tamanho da rampa de acessibilidade?

Interessado em como substituir telhas sanduíches e economizar na hora de construir ou reformar? Saiba que existe uma solução para coberturas de casas e galpões com melhor desempenho térmico e melhor custo benefício.

Além disso, esse produto se adapta a estrutura já existente, sem que seja preciso aumentar a sustentação ou ampliar o vão entre o telhado e o forro. A versalidade desse sistema de isolamento permite ainda que ele seja instalado em casas, armazéns, galpões e em veículos de transporte eliminando a necessidade de remover a instalação elétrica, bancos ou prateleiras.

Quer saber mais? A seguir explicaremos  como substituir telhas sanduíches e garantir o bem-estar dos moradores de uma construção. Vamos lá? Acompanhe!

O que é a telha sanduíche?

telha sanduiche

Antes de explicar como substituir telhas sanduíches, vamos explicar como é essa cobertura.

Como o nome sugere, a telha sanduíche é composta por duas chapas de aço galvanizado “recheadas” por uma grossa camada de isolante térmico, que pode ser poliuretano ou isopor.

A camada central de isolante térmico torna a telha sanduíche eficiente em termos energético, evitando que a cobertura se aqueça demais com o sol. Esse “recheio” também elimina o barulho da chuva, considerado um dos maiores problemas das telhas metálicas.

A telha sanduíche pode ser encontrada em dois formatos:

  • Telha sanduíche dupla: é composta por duas chapas metálicas que revestem o material termoacústico. É o tipo mais utilizado no mercado da construção civil.
  • Telha sanduíche simples: mais barata que a sanduíche dupla, esse tipo de telha é composta por uma placa de aço e uma folha de alumínio, “recheadas” por uma fina camada de isopor.

Quais as vantagens das telhas sanduíches?

Ao analisar como substituir telhas sanduíches é importante conhecer as vantagens do material, certo? Vamos a elas.

Isolamento acústico

Essa cobertura apresenta bom isolamento acústico, evitando que o barulho vindo do exterior perturbe os moradores. Isso faz com que a telha sanduíche seja muito usada em construções localizadas próximo a aeroportos, avenidas e escolas.

Claro, o som do ambiente interno também não perturbará o entorno. Por isso, estúdios de música, casas de shows e bares com música ao vivo podem utilizar o material caso não queiram ter problemas com os vizinhos.

Isolamento térmico

A telha sanduíche sai na frente das coberturas tradicionais quando o assunto é isolamento térmico. Em ambientes fechados, por exemplo, o índice de isolamento pode chegar a 90%, o que é bastante considerável, não é mesmo?

Isso promove uma grande economia energética em ambientes com calefação e ar-condicionado, resultando em contas de energia mais baratas. Outra vantagem? A telha sanduíche não propaga chamas, o que aumenta a segurança da construção.

Apesar dessas vantagens, a telha sanduíche é muito cara, o que encarece demais a obra. Além disso, a cobertura só pode ser instalada por profissionais experientes e sempre que for preciso dar manutenção, saiba que ela será bastante dispendiosa.

Esses pontos fazem pensar em como substituir telhas sanduíches, certo?

Como substituir telhas sanduíches?

Quer usufruir dos mesmos benefícios dessa dupla cobertura sem gastar demais? Substituir telhas sanduíches pela cobertura 3TC é a solução que você procura.

O 3TC é o resultado de anos de pesquisa da indústria da construção civil, cujo objetivo é produzir um produto barato, acessível e fácil de instalar. A solução encontrada une a tecnologia utilizada nos trajes dos astronautas com o conceito da garrafa térmica.

Como você sabe, a garrafa térmica conserva bebidas quentes ou geladas por muito tempo. Utilizando camadas reflexivas e um espaço de ar, o produto consegue isolar o ambiente interno, do externo.

Esse mesmo conceito é utilizado no Myler, película reflexiva usada nos trajes da NASA para inibir a transferência de calor mesmo em ambientes extremos, como o espaço sideral.

O 3TC une essas tecnologias imbatíveis quando se deseja saber como substituir as telhas sanduíches por soluções mais econômicas.

Como? O material conta com camadas reflexivas e com um recheio de EPS, composto por 98% de ar, que cria uma eficiente barreira contra o calor e o frio. Além disso, o 3TC reflete até 97% da radiação, controlando a convecção de maneira bastante eficiente. Assista ao vídeo e conheça mais sobre essa tecnologia.

3TC, tecnologia que funciona

O 3TC controla as três formas de transferência de calor, condução, convecção e radiação.

Diferente das telhas sanduíches que são pesadas e difíceis de trabalhar, o 3TC é leve e muito fino. De fato, o material tem espessura de 10mm. Isso significa que o processo de instalação é rápido e fácil e você não precisará aumentar o espaço interno do projeto.

Além disso, o material é mais eficiente que os isolantes mais utilizados na construção civil como o poliuretano, a lã de vidro e o FACEFELT, que também é fabricado com lã de vidro. Por quê? O 3TC consegue barrar com eficiência 70% de toda a transferência de calor por radiação, o tipo de perda mais comum dos sistemas construtivos.

E o melhor de tudo! O 3TC não é afetado por problemas decorrentes da umidade. O material é totalmente impermeável, o que elimina a necessidade de manutenção em casos de vazamento e garante maior vida útil a cobertura da casa.

Vale observar que o material é produzido sob medida. Assim, você pode decidir em qual estrutura o 3TC será utilizado e comprar somente a quantidade que precisa, sem gastar demais e sem comprar em excesso.

A redução de temperatura proporcionada pela manta térmica 3TC gera grande economia energética, eliminando a necessidade do uso do ar condicionado e de aquecedores de ambiente. Isso significa que os moradores terão maior conforto térmico para realizar suas atividades diárias e terão uma noite de sono mais tranquila e revigorante.

Agora que você já sabe como substituir telhas sanduíches por uma solução mais eficiente, aproveite para conhecer melhor o 3TC e garanta a eficiência energética do seu projeto de construção e reforma! Clique aqui e vamos conversar sobre a nossa solução.

Telhados mais baratos pode não afetar apenas a estética, mas também pode afetar o valor geral da propriedade. Além do mais, o tipo de telhado que você tem também pode tornar sua casa mais eficiente em termos de energia, isolamento, eficiência à prova de intempéries.

Você sabe que tipo de telhados mais baratos existem atualmente e que está pensando em comprar? Leia o nosso artigo e saiba mais.

Conhecendo os telhados mais baratos

Quando compramos telhados, temos que prezar pela qualidade e não apenas pelo preço. Assim, existem alguns outros fatores importantes a serem considerados:

1. Você deseja permitir painéis solares ou recursos similares de eficiência energética ou chamadas “verdes”?

2. Você quer um espaço mais agradável de estar ou de armazenamento, um pouco mais caro, ou prefere algo mais econômico?

3. Qual é o estilo da propriedade existente?

4. Se você estiver substituindo um telhado ou construindo um anexo?

De qualquer forma, seu novo telhado precisa estar em harmonia com o ambiente.  Há uma variedade de estilos ou tipos de telhados mais baratos são populares em diferentes áreas e possuem qualidade

Além disso, você deve saber a aparência de cada tipo de telhado para poder estar em harmonia com a sua casa! Além disso, é preciso considerar qual tipo de telhado funciona melhor em sua região e clima específicos.

Agora confira os tipos de telhados mais populares e que irão ajudá-lo a poupar.

Telhado de duas águas

Um telhado de duas águas é o típico telhado triangular inclinado que você vê em muitas casas, e é provavelmente o que você pensa quando imagina como é uma casa em cidades do interior.

Esses tipos de telhados podem ser razoavelmente baratos e simples de construir, uma vez que a forma não é complexa.

Na verdade, o telhado de duas águas padrão é o projeto sobre o qual a maioria dos outros tipos de telhados mais baratos são construídos. Assim, eles podem são feitos de tipos de materiais de cobertura, incluindo, telhas de asfalto, ardósia e argila ou telhas de concreto.

Esta versatilidade torna os telhados de duas águas ainda mais econômicos.

Telhado de quatro águas

Os telhados de quatro águas são talvez o segundo tipo mais comum de telhados mais baratos depois daqueles de duas águas. Eles são compostos por inclinações em quatro lados que se unem para formar uma crista no topo.

telhados mais baratos

Esta variação torna esses telhados ainda mais indicados para áreas com muita chuva ou granizo. Além disso, eles também são considerados mais estáveis ​​do que os telhados de duas águas.

Eles podem ser fabricados com a maioria dos materiais de cobertura padrão, como telhas de asfalto, metal com costura vertical ou telhas de metal. Ou ainda, argila e telhas de concreto.

Telhados de mansarda

Os telhados de mansarda são um estilo originalmente projetados por arquitetos franceses que são compostos de quatro lados inclinados duplamente e que se encontram para formar um telhado baixo no meio.

Porém, os telhados de mansarda são mais caros do que outros tipos de telhado, devido a todos os detalhes extras que incluem. Porém, podem valer a pena pela flexibilidade que possuem e pelo valor que agregam a uma propriedade.

Esse tipo de telhado podem ser construídos com quase qualquer material de telhado. No entanto, tipos distintos de metal, como cobre ou zinco, podem fazer uma diferença. Além disso, as telhas de asfalto também podem funcionar nas partes superiores.

Telhados de Gambrel

Os telhados Gambrel, também chamados telhados de celeiro, são semelhantes aos telhados de mansarda.

Assim, esses telhados são frequentemente usados ​​em casas de estilo mais colonial ou em celeiros, cabanas, casas de fazenda e até mesmo edifícios externos como galpões e garagens separadas. Telhados mais baratos, de madeira, de asfalto ou ardósia são comumente usadas para o Grambel, porque podem diminuir a necessidade de reparos.

Mas cuidado. Se você está pensando em construir um telhado de madeira em sua propriedade, você deve saber que este estilo de telhado não é recomendado para áreas que recebem fortes ventos ou tempestades regularmente. Uma vez que um projeto mais aberto pode causar o colapso do telhado sob pressão.

Telhado plano

Um telhado plano é quase exatamente isso — um telhado que tem tão pouca inclinação ou inclinação que parece ser completamente plana — embora tenham uma pequena inclinação para permitir o escoamento da água.

Os telhados planos podem ser feitos de muitos tipos de materiais, embora as membranas de borracha EPDM ou TPO e PVC sejam as mais comuns, com cascalho, telhas de rolo ou folhas de metal.

Você também pode colocar unidades de aquecimento e resfriamento em cima de um telhado plano, o que é uma boa maneira de mantê-los e evitar escurecer a sua casa com esse equipamento.

Outra vantagem de um telhado plano é a facilidade de instalação de painéis solares, o que irá melhorar a eficiência energética da estrutura, ecologicamente correto.

telhados mais baratos

Telhado verde

Você também pode cultivar um jardim em um telhado plano, criando assim um telhado verde que não só é bom para o meio ambiente, mas também adiciona uma camada adicional de isolamento. Além disso, ajuda a tornar seus sistemas de aquecimento e resfriamento mais eficientes e econômicos.

E também, combinar vários estilos de telhados pode adicionar valor arquitetônico e até mesmo durabilidade a uma propriedade. Porém, apenas se certifique de que os vários estilos e materiais funcionam para o seu clima e esteja preparado para fazer manutenção extra.

Em geral, as coberturas planas residenciais são geralmente feitas de borracha EPDM, TPO ou membranas de PVC. Por outro lado, os telhados inclinados oferecem maior estabilidade e resistência ao vento, e a inclinação permite o escoamento de água rápido e fácil.

Tipos de materiais de cobertura para telhados mais baratos

Além do tipo ou estilo de telhado que você escolher e do clima da sua região, você deve considerar que tipo de material de telhado funciona melhor para sua área.

Telhas de asfalto

As telhas de asfalto são um dos materiais de cobertura mais comumente utilizados e funcionam com a maioria dos projetos de telhado.

Argila ou telhas de concreto

Se você mora em algum lugar com esses tipos de eventos ou padrões climáticos, argila ou ladrilho de concreto podem ser uma boa escolha.

Telhas de ardósia

Os sistemas de cobertura de ardósia são considerados algumas das opções de cobertura mais luxuosas ou sofisticadas, e por um bom motivo.

Telhados de isolamento térmico

A aplicação em telhados de tecnologias como a 3TC, por exemplo, revoluciona os conceitos de isolamento térmico — na verdade, é a única tecnologia do mercado a controlar as três formas de transferência de calor — o que proporciona conforto térmico, eficiência e economia.

Essa tecnologia é formada partir da junção do Mylar (polímero extremamente leve e altamente refletivo utilizado pela NASA) com um núcleo de EPS (Poliestireno Expandido). De fácil instalação, o 3TC pode ser utilizado em ambiente residenciais, comerciais ou até industriais. 

Confira mais no vídeo.

Telhas de madeira

Telhas de madeira — como telhas de cedro — são outra boa escolha para um investimento e toque final.

Telhados de metal

São outra escolha cada vez mais popular, devido à sua resiliência, menor manutenção e capacidade de imitar a maioria dos outros materiais de telhado, incluindo ardósia.

Telhado de aço revestido de pedra

Se você prefere a aparência de pedra ou ardósia, aço revestido de pedra ou outra forma de material de telhado composto, esse pode ser uma boa escolha.

Esteja ciente que esses tipos de telhados mais baratos, às vezes, não funcionam em inclinações acentuadas ou não são boas soluções para determinados climas.

De qualquer forma, não importa o estilo de telhado de sua preferência, sempre consulte um empreiteiro experiente em coberturas, arquiteto ou empresa de coberturas que trabalhe regularmente em sua área. Portanto, entenda as demandas específicas do clima local antes de escolher telhados mais baratos.

Planeje com antecedência e use um tipo de estrutura, mesmo de telhados mais baratos, que funcione melhor para sua área e propriedade específica.

Se você gostou do conteúdo, pode se interessar por esse também: 7 motivos para você escolher a tecnologia 3TC Isolamento para a sua casa.

Projetar estruturas e microestruturas que sejam tolerantes a danos requer uma compreensão detalhada de como funcionam. Quando uma fissura em estado avanço interage com a estrutura e, às vezes, a modifica em múltiplas escalas, como pode ser resolvida? Esta e outras explicações veremos a seguir neste artigo sobre trincas, fissuras e rachaduras. Confira!

Últimos estudos científicos de deformação

Avanços em técnicas experimentais, como a disponibilidade de estágios de deformação controlados em microscópios, permitem a sondagem em escalas de comprimento em tempo real. Assim, por meio de testes interrompidos, podemos ver pelo poder da tecnologia, a análise de elementos chamados finitos, bem como o tipo de deslocamento no nível atômico.

Desta forma, revisando o crescimento de trincas em uma variedade de ligas, incluindo aços, estruturas de fibra, titânio, ligas de metais nanocristalinos, entre outros, percebeu-se vários aspectos da interação de trincas com a estrutura e como esses problemas podem ser tratados quando ocorridos.

Com isso, o desenvolvimento de materiais para resistir ao estresse, muitas vezes combinado com um ambiente extremo, é fundamental para muitas tecnologias atuais. Assim, funcionam para estudo de estruturas de aeronaves, turbinas a gás e arquiteturas residenciais/comerciais.

Quando esses materiais derivam suas propriedades de uma estrutura complexa, e combinadas com uma distribuição de placas, espera-se atingir sempre uma resposta e resistência desejável, não é verdade?

Propriedades como tensão de fluxo, ductilidade, tenacidade à fratura e resistência à fadiga podem ser otimizadas pela engenharia moderna. E sim, uma compreensão quantitativa da relação entre essas variáveis estruturais e o desempenho de um material é fundamental para aprimorar seu desempenho na construção.

Estabelecendo as diferenças entre trincas, fissuras e rachaduras

Apesar de tais sucessos notáveis, enormes desafios permanecem. Em particular, os esforços para simular mecanismos de falha, como a nucleação de trincas, fissuras, fraturas e outros fenômenos localizados, permanecem não totalmente conclusivos. Além disso, capturar a influência do tamanho da partícula na resposta de resistência à falha ainda é um estudo complexo. A área que se encarrega disso é fundamentalmente a simulação atomística.

Porém, no nosso caso específico, quando falamos em modelagem de resistência às falhas de um material, as simulações que capturamos em detalhes, demonstram os processos básicos que desencadeiam os danos.

Quando ocorrem fenômenos climáticos (no Brasil não é tão comum), e alguns prédios apresentam trincas, fissuras e rachaduras, deve-se se imediato, prestar muita atenção, especialmente no tipo de material danificado.

trincas

Se não forem observados atentamente e tratados, o nível de comprometimento de toda a estrutura pode estar em grande risco. Além disso, a segurança para quem trabalha ou habita, também está em risco.

Recentemente tivemos o caso de mais um prédio que desmoronou em Rio das Pedras, no Rio de Janeiro, infelizmente levando a vida de duas pessoas e quatro feridos. Mas, o que de fato pode ocorrer quando trincas e rachaduras ocorrem e são visíveis?

O que causa esse problema? Infiltração? Má qualidade dos materiais? Tremor de solo? veremos a seguir.

Na verdade, não existe bem uma diferença científica entre trincas, fissuras e rachaduras, para a arquitetura, no caso. Apesar de terem denominações diferentes, para uma obra, a mostra desse problema é, no final das contas, o mesmo. Seja a nível atômico, como vimos acima, ou para nível de largas rachaduras, a estrutura de uma construção deve ser rapidamente avaliada e diagnosticada sua causa.

Porém, existem estágios:

Fissura

Uma fissura pode ser a primeira etapa de um processo de rompimento estrutural, onde pode apresentar até 1mm de espessura. A fissura também chega a atrapalhar a própria pintura, sendo geralmente vistas como estreitas e finas, mas não necessariamente podem causar danos.

Trincas

Em seguida, pode ocorrer o fenômeno das trincas, que aumentam gradativamente o processo de rompimento estrutural, até chegar a 3mm. Nesse momento, é comum ver certos pontos de separação. É um estágio mais sério, agudo e profundo, podendo ocasionar a ruptura entre duas partes.

Rachaduras

E, em último estágio, as rachaduras provém com uma aparência bastante reconhecível porque podem chegar a aberturas maiores de 3mm. Neste estágio, altamente de risco, sobrevém processos múltiplos, como casos de desmoronamento, larga infiltração de água e vento, perda total de resistência, entre outros. As rachaduras são sérias, sejam em vigas, pilares, tetos, etc.

Assim, vimos que, tecnicamente, não existe diferença entre esses conceitos, mas sim, em seus tipos de estágios, avançados ou não, de ruptura estrutural. Quando não são diagnosticados e tratados previamente, as trincas, fissuras e rachaduras podem sim, comprometer toda uma estrutura daquele imóvel.

Mas suas causas?

Na verdade, as trincas, fissuras e rachaduras, quando não são relacionadas a problemas de falhas humanas na construção (como no caso do RJ), materiais de má qualidade ou fenômenos climáticos, podem ter outras causas ocultas, como:

  • agentes de dilatação térmica;
  • infiltração por meio de presença excessiva de umidade;
  • sobrecarga na própria estrutura;
  • alterações químicas que dobram o volume;
  • acomodação da estrutura que cede mais do que outra;
  • retração e redução do material;
  • vibrações causadas por veículos, elevadores, obras e outros;
  • defeitos no produto ou erros na instalação, e outros.

Na verdade, podem haver muitos outros sinais e causas, como existência de lençóis freáticos, obra mal coordenada, no projeto, etc.

Uma dica muito importante: no estágio de trincas e rachaduras, que geralmente vão aumentar com o passar do tempo, já é motivo suficiente para contactar profissionais da área, certo?

No entanto, deixamos a nossa orientação. Se caso você já possui algum tipo de problema com trincas e rachaduras em seu imóvel, você tanto pode contactar um profissional quanto pedir que façamos uma análise do material, se for das mesmas estruturas que lidamos.

Infelizmente, muitos desses problemas são desapercebidos num primeiro momento. Somente quando chegam a estágios mais visíveis, é que são tratados posteriormente. Às vezes, rupturas simples, não são caracterizadas por um profissional como algo tão grave. Porém, sempre é importante que essa avaliação seja feita por um especialista.

Além da questão estética, ter uma boa estrutura segura e que não apresente riscos, é o ideal.

Então, para prevenir o risco de trincas, comece por uma execução bem calculada. Utilize sempre materiais de ótima qualidade. Veja o tipo de solo, trepidação, outras obras nas proximidades, e claro, os elementos da construção. E além disso, sempre acompanhe o seu desenvolvimento com regularidade, a espessura, estalos, etc.

Quer saber mais sobre estas questões de estruturas na 3TC? Siga-nos em nosso canal no Youtube!

Pode ser a hora de mudar a paleta de cores da sua casa. Não há problema em mudar uma cor que você já teve por vários anos. A cor da sua casa deve fazer você se sentir bem, assim que entra pela porta. A cor influencia emocionalmente seu humor e até pode interferir no aspecto da temperatura interna, você sabia? Para melhorar seu espaço, conheça as cores que refrescam o ambiente.

Por dentro das cores

Se você tem uma cor para a qual olha todos os dias e pensa: “Eu realmente preciso mudar isso”, então é a hora de pensar uma cor nova.

A cor é um dos aspectos mais importantes do design de qualquer ambiente. Pode criar um clima ou evocar memórias de um lugar muito distante. Elas podem até fazer você sorrir, aliviar o estresse e ajudá-lo a ter uma boa noite de sono. Então, como saber quais cores são as melhores para cada função e lugar?

Os designers estão sempre usando termos como “cores quentes” e “cores frias”. Mas o que significam? Compreender esses termos o ajudará a determinar o que procurar ao escolher as cores que refrescam e ajudam a decorar sua casa.

Existem cores quentes e frias

A paleta interna é aproximadamente dividida entre esses dois grupos de cores e elas são bastante simples.

  • Vermelhos, amarelos, laranjas e cores beges ou cremosas, são consideradas quentes.
  • Azuis, verdes e cinzas são frias.

Se você olhar para a paleta de cores, as quentes estão de um lado da paleta e as frias, do outro. Quando se encontram, se misturam, formando alguns híbridos. Por exemplo, verde e roxo são híbridas e podem ser mais quentes ou mais frias, dependendo da mistura. Assim, um verde limão tem muito amarelo e é considerada quente, enquanto um verde kelly tem mais azul e funciona como fria.

Cores quentes

As cores quentes consistem em laranja, vermelho e amarelo. As combinações dessas e de cores semelhantes, tendem a fazer você pensar em coisas quentes, como luz do sol e o calor.

Visualmente, as cores quentes parecem estar “se aproximando”, e é por isso que costumam ser usadas para tornar ambientes grandes mais aconchegantes. Se você tem um quarto muito extenso, que deseja parecer mais íntimo, tente pintá-lo com uma cor quente, como terracota ou marrom, para torná-lo mais aconchegante.

Cores Frias: cores que refrescam

As cores frias são caracterizadas por azul, verde e roxo claro. Elas podem acalmar também. Onde as cores quentes lembram o calor e o sol, as cores frias, por seu lado, lembram a água e o céu, até mesmo o gelo e a neve. Ao contrário das cores quentes, as cores frias parecem retroceder, tornando-as ótimas para salas menores, que você deseja que pareçam maiores.

Se você tem um quarto muito pequeno, que deseja ampliar visualmente, tente usar uma cor como azul-claro para torná-lo mais espaçoso.

As cores frias são calmantes também

O lado azul do espectro, junto com os marrons e cinzas frios, ou os brancos frios, possuem todas as qualidades frias em sua capacidade de acalmar nossas emoções e focar até os pensamentos. É por isso que os azuis frios ou claros são os mais populares nas comunidades empresariais, porque dão poder a tranquilidade mental.

Conhecemos ícones sóbrios como IBM e General Motors, na cor de ternos e camisas masculinas, bem como uniformes de polícia, etc.

As cores que refrescam, cores frias são, portanto, melhores em salas onde a concentração e a tranquilidade são mais importantes, como quartos, banheiros, salas de estar e bibliotecas ou escritórios, onde a privacidade é mais importante.

cores que refrescam

Luz e temperatura

A cor pode fazer você se sentir, portanto, “mais quente” ou “mais frio”. Claro que você pode, usar ambientes híbridos, como transformar uma sala mais clara ou mais escura, com um quarto diferente, se desejar.

Agora, se você mora em um clima quente na maior parte do ano, pode preferir um esquema de decoração dominado por cores que refrescam como as frias. De acordo com o espaço específico, as cores podem ajudar.

Na verdade, o efeito que a cor tem na luz visível pode ser ainda mais importante do que a temperatura. No entanto, o brilho percebido tem mais a ver com a claridade da cor do que se é quente ou fria.

As cores mais claras refletem mais luz do que as cores mais escuras e profundas. Se você deseja iluminar um espaço com pouco sol ou luz artificial, escolha cores que reflitam essa luz. Para diminuir o tom de uma sala que recebe muita luz ou para adicionar contraste ao brilho, selecione cores escuras.

Criando equilíbrios

Uma coisa importante a lembrar ao lidar com cores quentes e frias, é que nenhuma sala deve ter apenas uma. Se você quiser que seu quarto seja aconchegante, use parte de cores quentes para o esquema dominante e adicione alguns elementos que incorporem cores frias (e vice-versa).

Ao escolher as cores para usar em seus projetos de decoração, é importante pensar no clima que você deseja criar. Além disso, que ele seja leve e arejado ou aconchegante e íntimo. Por isso, saber a diferença entre cores quentes e frias é o primeiro passo.

Usando as cores que refrescam o ambiente

O estresse pode surgir como de costume no nosso cotidiano. Não é preciso muito para nos deixar ansiosos e estressados. Mas a boa notícia é que você pode ajudar a manter baixos os níveis de estresse simplesmente usando as cores que citamos acima em sua casa ou trabalho.

Pensando nisso, como seu corpo e sua mente têm reações ao ver cores, vimos que tanto podem estimular seu cérebro, ou acalmá-lo. Ao pintar os cômodos da sua casa, você deve pensar em como se sentirá quando estiver no cômodo.

Cores, isolamento e ventilação

Se você tiver plantas, melhor ainda, seja aquele jardim vertical ou mesmo vasos, todos eles ajudam a controlar, reduzindo a temperatura. Além das cores que refrescam o ambiente, ter plantas fazem aumentar a umidade do ar.

Assim como evitar que o frio entre, suas paredes, teto e janelas devem ser mais herméticas possíveis para deixar o calor do lado de fora. Mas você também deve se proteger contra os raios do sol. Uma janela ao sol, sem cortinas, sem persianas, ou sem película protetora torna-se rapidamente um verdadeiro sistema de aquecimento.

Portanto, um isolamento térmico e sistemas de boa circulação de ar também é vital. Usar os princípio de resfriamento noturno ou resfriamento livre, também são importantes tanto para grandes edifícios quanto para espaços menores.

Assim, limite o efeito “estufa”. Escolha cores que refrescam o ambiente, claras. Elas poderão refletir tanto a luz quanto o calor, em vez de absorvê-los. Além disso, mantenha os quartos no escuro durante o dia. Coloque películas de proteção nas janelas, pois podem filtrar os raios ultravioleta, reduzindo o efeito do sol.

E você, já pensou nas cores que refrescam para começar a mudar seu ambiente? Inscreva-se já na nossa newsletter! Nossos conteúdos abordam: isolamento térmico e acústico, engenharia, arquitetura e sustentabilidade.

Muito usado em empresas, centros comerciais e espaços corporativos, o piso de vinílico é bom para residências e outros espaços destinados à convivência familiar, pois reproduz com perfeição a beleza e a praticidade da madeira ou a modernidade do cimento queimado. 

Além de tornar um espaço mais acolhedor, o piso de vinílico é bom porque é muito fácil de instalar. A limpeza não exige cuidados especiais: basta varrer e passar um pano úmido — ao contrário da madeira o material é resistente a água.

A seguir explicaremos melhor as vantagens desse material e por que instalá-lo na sua casa! Acompanhe!

O piso de vinílico é bom para qual espaço da casa?

O piso de vinílico é bom para ser usado em, praticamente, todos os espaços da casa como quartos, salas de jantar e escritórios, permitindo a criação de ambientes amplos e abertos, que aproveitam melhor a iluminação natural.

É um material 100% sintético. A primeira camada é composta por fibra de vidro, que então é revestida com vinil de PVC e plastificante. Sobre essa é superfície é gravada uma lâmina que imita a textura da madeira ou do mármore. A seguir, é aplicada poliuretano sem cera. A espessura total varia de 1,5 mm em mantas de vinil a 5 mm em réguas ou pranchas.

Durável e resistente, confere grande beleza e conforto a um ambiente. Também conhecido como piso de PVC, é ideal para quem deseja substituir o revestimento antigo da casa de forma rápida e sem entulho. Pode ser encontrado em diferentes modelos e formatos, que se diferenciam pela padronagem e textura.

piso de vinílico

Foto: br.pinterest.com

Tipos de piso vinílico

O piso de vinílico pode ser encontrada em diferentes formatos. Confira!

Piso de vinílico em manta

Pode ser instalado sobre o piso existente, o que diminui o custo da obra. Existem diferentes padrões como madeira, mármore ou cimento queimado. 

É bonito e fácil de instalar, no entanto, é pouco resistente a ranhuras e cortes. Muitos projetos de construção e reforma utilizam esse revestimento no quarto do casal ou para no das crianças. 

Piso de vinílico em placa

Deve ser instalado em superfícies regulares, o que garantirá a durabilidade e a resistência do material. É um material versátil e bastante resistente que pode ser instalado em todos os espaços da casa como quartos, salas e varandas e é indicado para casas com crianças ou animais de estimação. 

Piso de vinílico em réguas

Essa opção de acabamento é durável e bastante resistente a ranhuras. Durante a instalação as peças são coladas ou encaixadas umas as outras, o que diminui o tempo da obra.

Esse sistema conhecido como “click” deve ser utilizado em superfícies regulares e não corre o risco de descolar com o passar do tempo. Como é mais resistente e durável que os outros modelos, essa opção é um pouco mais cara que as demais, no entanto, oferece um toque de sofisticação ao projeto.

piso de vinílico

Foto: tuacasa.com.br

Quais as vantagens do piso de vinílico?

O revestimento oferece muitas vantagens, por isso é um dos materiais de construção mais procurados por quem deseja reformar ou construir ambientes bonitos e confortáveis. Veja os pontos fortes do material:

Bom desempenho termoacústico

O piso de vinílico é bom, pois não propaga do som e garante o conforto térmico. Assim, os moradores se verão livres de ruídos indesejáveis e conseguirão reduzir as contas de energia, devido à queda da necessidade do uso de ar-condicionado no verão e de aquecedores elétricos no inverno. 

Além disso, o revestimento é confortável – as pranchas de piso são revestidas com uma camada acolchoada o que fará com que você caminhe sem sentir frio ou calor. 

Hipoalérgico

O piso de PVC não acumula poeira e pode ser limpo facilmente — basta remover a sujeira e passar um pano úmido. Por isso, o material é considerado hipoalérgico.

Grande variedade de padrões

Como dissemos acima, o piso de vinílico é bom, pois pode ser encontrado em diferentes modelos e formatos. Revestimentos coloridos são ideais para o quarto das crianças ou para a brinquedoteca.

Já as que imitam a madeira, podem ser instaladas na sala de estar ou na sala de jantar, assim como o piso que imita o cimento queimado. Modelos que simulam o mármore são boas opções de acabamento para varandas e demais áreas de convivência. 

Fácil instalação

O piso de vinílico é bom, pois é bem mais fácil de instalar que os revestimentos mais usados em projetos residenciais como a cerâmica, a madeira e a ardósia.

Pode ser colado, adesivado ou instalado pelo sistema de clique, sem a necessidade de retirar o piso anterior — o tempo de instalação é em torno de 3 dias. 

Preço baixo

O metro quadrado do piso de PVC varia de R$50 a R$200,00, ou seja, é bem mais acessível que o revestimento cerâmico ou de porcelanato. 

piso de vinílico

Foto: arkpad.com

Quais as desvantagens do piso de vinílico?

Claro, o piso de PVC também apresenta algumas limitações:

Não pode ser usado sobre qualquer superfície

O piso de PVC deve ser aplicado sobre superfícies niveladas e devidamente impermeabilizadas. Além disso, o revestimento não pode ser aplicado sobre superfícies de madeira ou de cimento, uma vez que a nova cobertura pode apresentar manchas. 

Exige a contratação de mão de obra especializada

Para garantir uma instalação perfeita, o ideal é contratar mão de obra especializada. O profissional verificará se há necessidade de nivelar a superfície e se a umidade permite a aplicação do revestimento. 

Além disso, somente um profissional sabe como cortar e encaixar as peças corretamente, o que garantirá a durabilidade e a beleza da reforma. 

Baixa durabilidade 

O piso de PVC é menos resistente que a madeira e os acabamentos cerâmicos. Em geral, dura cerca de 15 anos – após esse período é preciso substituir a cobertura. 

Não deve ser aplicado em áreas externas

A cobertura não deve ser aplicada nas áreas externas da casa, uma vez que o PVC não suporta o excesso de sol ou de chuva que podem danificar e desbotar o material. 

Além disso, a cobertura pode exibir cortes e desgastes, caso tenha contato com móveis e outros objetos pontiagudos. 

Gostou deste texto que explica por que o piso de vinílico é bom? Então, aproveite a visita para assinar a nossa newsletter e fique por dentro de todas as novidades do nosso blog!

O telhado colonial integra a fachada de uma casa, garantindo a beleza e a funcionalidade do projeto. Composto por uma estrutura de madeira, pela cobertura de telhas e por condutores pluviais alia beleza e funcionalidade, conferindo um visual elegante e, ao mesmo tempo, acolhedor a obra.

A estrutura oferece apoio à cobertura, distribuindo o peso das telhas de forma adequada. Em geral, ela é construída de madeira ou de metais como alumínio ou ferro.

As telhas, elementos que protegem e vedam a construção, podem ser de cerâmica, ardósia ou fibrocimento. A estrutura conta ainda com condutores fluviais que evitam que água da chuva se infiltre na construção e é composta por calhas, rufos e coletores.

Dentre os tipos de telhado colonial pode-se destacar o japonês, utilizado em construções orientais, o telhado duas águas, muito comum no sul do país, o sobreposto, composto por uma estrutura sobre a outra e o estilo borboleta invertida, que se assemelha as asas desse inseto.

O que é o telhado colonial?

O telhado colonial surgiu por volta de 1600, mas se tornou popular no país no final do século XVIII.

Casas estilo colonial variam muito entre si, no entanto, a maioria apresenta um ou dois andares e exterior de alvenaria, madeira ou pedra.

É o tipo de cobertura mais utilizada nas casas brasileiras — possui uma estrutura de madeira que apoia as telhas cerâmicas. Nos projetos tradicionais é construído com uma ou mais superfícies inclinadas, conhecidas como águas, unidas por uma linha horizontal, a cumeeira. Em geral, o fechamento é feito com o auxílio de oitões, utilizado no limite entre o telhado e as paredes.

As telhas usadas em um telhado colonial são de cerâmica, mas também é possível construí-lo de ardósia, asfalto ou de materiais sintéticos como o acrílico.

Quais as vantagens do telhado colonial?

O telhado colonial é considerado um “amigo” do meio ambiente já que a madeira usada na construção da estrutura e a argila aplicada na fabricação das telhas são materiais naturais.

Além disso, seu formato e inclinação garantem a boa vazão da água, o que o torna ideal para cidades de climas chuvosos. Pode ser construído em diferentes níveis, sendo utilizado em projetos residenciais de estilos arquitetônicos bastante variados.

É durável, exigindo pouca manutenção e é bem resistente as ações do tempo e as variações climáticas. Vale destacar, ainda, que esse tipo de telhado fornece bom isolamento térmico a uma construção, o que ajuda a reduzir os gastos com ar-condicionado e com aquecedores.

Entre as desvantagens pode-se apontar o alto custo da energia gasta para a fabricação das telhas cerâmicas e a baixa resistência desse material aos impactos.

Quais são os tipos de telha?

As telhas usadas na construção de um telhado colonial podem ser cerâmicas, metálicas, de pedra ou de madeira.

A escolha do material está diretamente ligada ao orçamento disponível e a inclinação do telhado, uma vez que a estrutura que suportará todo o peso e a fixação devem ser planejadas de acordo com o projeto de cada construção.

Os principais tipos de telha usados em um telhado colonial são:

Telha cerâmica

Também conhecida como canal ou meia-calha, as telhas cerâmicas têm um formato côncavo bastante característico. A montagem é feita de forma alternada, ou seja, uma telha par para cima e outra para baixo.

Podem ser fabricadas em escala industrial ou de forma artesanal. As telhas industriais são encaixadas umas as outras e possuem dois formatos: bolsa e ponta. Já as artesanais devem ser fixadas com argamassa, areia, cimento ou cal. É um material de construção impermeável e um excelente isolante termoacústico.

Telha de madeira

Material de grande beleza e flexibilidade, a madeira permite a construção de telhados curvos ou planos. Garante o conforto termoacústico das construções.

O telhado de madeira é pouco usado no Brasil, devido, principalmente, ao alto custo da matéria-prima. O material é pouco durável — ao ser exposta às mudanças climáticas, passa a apresentar fissuras, exigindo a manutenção com produtos que a protejam do sol.

Além disso, a madeira pode sofrer ataque de insetos, como cupins, e de fungos que acabam comprometendo a estrutura. Outra desvantagem é que a madeira é um material comburente, o que aumenta o risco de incêndios.

Telha de ardósia

A ardósia é um material bonito, durável e bastante resistente às variações climáticas. Exige baixa manutenção, não é inflamável e é resistente a variações climáticas severas.

No entanto, possui preço bastante elevado e exige mão de obra especializada para a instalação. Além disso, exige uma estrutura de madeira robusta para suportar o peso do material de modo a garantir que o telhado não ceda com o passar do tempo.

A ardósia retém umidade, o que facilita a proliferação de fungos e oferece baixo conforto térmico, o que aumenta os gastos com ar-condicionado e aquecedor, resultando em contas de energia mais caras.

Telha sintética

Telhas sintéticas podem ser fabricadas de PET ou PVC. São duráveis, resistentes a ação do tempo e são fáceis de instalar. Além disso, não propagam o fogo.

É um material de construção bastante leve, exigindo uma estrutura mais simples de madeiramento — assim, o custo da construção é reduzido. Para evitar que as telhas voem em dias de vento forte, é preciso calcular a inclinação e o espaçamento entre as vigas com especial atenção.

Telha de concreto

As telhas de concreto são fabricadas de cimento e areia, o que resulta em um material bastante durável e resistente. Devem ser utilizadas em telhados com inclinação mínima de 30 graus.

Podem ser encontradas em diferentes cores e, assim como as telhas cerâmicas, são impermeáveis. Exigem uma estrutura reforçada, pois são bastante pesadas. Além disso, são resistentes as mudanças climáticas. 

Telha esmaltada

As telhas esmaltadas são feitas de argila e recebem uma camada de tinta vítrea na fase de acabamento. Pode ser encontrada em diferentes cores e é bastante resistente e durável.

Alguns modelos exibem colorações diferentes em cada um dos lados. Assim, é possível combinar a cor da superfície interna com a decoração da casa e a cor da superfície externa com a fachada. Vale destacar, no entanto, que esse material é mais caro que a telha cerâmica tradicional.

Telha de vidro

Telhas de vidro permitem a entrada da luz natural nos diferentes ambientes, tornando-os mais acolhedores e aconchegantes. Essa solução também garante contas de energia mais baratas.

Normalmente, são utilizadas com as telhas cerâmicas, por isso possui o mesmo formato dessa telha. A maior desvantagem do material é que ele pode se quebrar com facilidade.

Telha de fibra vegetal

As telhas ecológicas são ideais para construções sustentáveis. Fabricadas de fibra vegetal e papel reciclado estão disponíveis em diferentes cores e tamanhos. São leves e fáceis de instalar.

Assim como a de fibrocimento, esse tipo de telha vem sendo utilizada para substituir as coberturas de amianto que não podem mais ser comercializadas.

Telha gravilhada

É uma telha metálica revestida com acabamento cerâmico. São visualmente semelhantes as telhas cerâmicas e as de concreto e são muito eficientes do ponto de vista acústico.

São leves, o que elimina a necessidade de um madeiramento reforçado, e são bastante resistente as intempéries climáticas como tempestades e ventos fortes. Exibem três modelos diferentes: romanas, shake e francesa, no entanto, precisam ser parafusadas à estrutura do telhado.

varanda telhado colonial duas águas

Imagem: Pinterest

Quais são os modelos de telhado colonial?

É possível criar diferentes projetos de casas com telhado colonial. Entre eles, podemos citar.

Telhado meia água

O telhado meia água é um dos tipos mais simples de telhado colonial e é comumente utilizado em edículas ou em pequenas construções. É ideal para projetos que necessitam reduzir custos já que exige uma estrutura pouco robusta.

Apresenta uma única inclinação, delimitada por um muro ou por outra estrutura de alvenaria. Popularmente, é conhecido como telhado de alpendre.

Telhado duas águas

O telhado colonial duas quedas é composto por duas estruturas de inclinações opostas, unidas por uma linha horizontal chamada de cumeeira, formando uma empena — a parte superior das paredes externas que ficam acima do forro – em cada extremidade.

Também conhecido como dois panos ou duas fases é ideal para regiões chuvosas. Alguns projetos adotam o estilo americano, no qual uma parte do telhado é mais elevada que a outra. Essa estrutura adicional é construída de madeira ou alvenaria.

Telhado quatro águas

O telhado quatro águas garante o rápido escoamento das águas fluviais. É composto por quatro estruturas triangulares, exibindo um formato de pirâmide. Não apresenta, portanto, a cumeeira. Também é chamado de telhado de pavilhão ou de copiar.

Projetos com esse tipo de telhado podem exibir as quatro quedas ou escondê-las com uma platibanda, estrutura muito usada em construções contemporâneas, cujo objetivo é esconder o telhado.

Quanto custa um telhado colonial?

As telhas coloniais de cerâmica  custam entre R$0,90 e R$2,00. Já a mão de obra varia muito de região para região, no entanto, o valor cobrado costuma variar entre R$30,00 e R$50,00 reais por metro quadrado.

O custo total do telhado deve levar em conta, ainda, os gastos com a madeira, com parafusos e com porcas.

Como construir um telhado colonial?

O primeiro passo para a construção de  um telhado colonial é observar o projeto e o estilo arquitetônico da residência. Nessa etapa, a função do imóvel também deve ser analisada.

Para calcular o número de telhas que serão usadas no projeto é preciso verificar a inclinação e o tamanho total da construção. Em geral, são usadas 24 unidades por metro quadrado.

Quanto mais inclinada a estrutura, mais madeira será utilizada para reforçar o telhado. O projeto deve utilizar madeiras certificadas pelo IPT (Instituto de Pesquisa e Tecnologia) que conta com uma lista de materiais indicados para esse fim.

A inclinação do telhado deve facilitar o escoamento da água da chuva, e as vigas devem ser montadas de cima para baixo. O espaçamento entre os caibros deve ser de 50 cm e entre as ripas de 38 cm. Isso garantirá que a estrutura consiga suportar o peso das telhas.

As telhas também devem ser assentadas de cima para baixo, encaixando-as umas sobre as outras. Para evitar que a água molhe as paredes externas é preciso instalar o beiral, fileira de telhas que avançam sobre a construção.

Antes de instalar as telhas, pinte-as com tinta impermeabilizante para evitar que a umidade e o sol danifiquem o material.

Como contratar um profissional para construir o telhado colonial?

Com o detalhamento do projeto em mãos, é hora de contratar um telhadeiro para a construção da cobertura da casa. O ideal é realizar pelo menos três orçamentos: assim será possível comparar os preços e o tempo de conclusão estimado para a finalização da obra.

Peça algumas referências do profissional que deseja contratar e visite uma obra onde ele já tenha trabalhado. Ao elaborar o contrato, regre o preço por metro quadrado e não por hora ou por dia.

Além disso, acompanhe a obra todos os dias e cobre que todas as especificações sejam cumpridas no prazo.

varanda telhado colonial duas águas

Imagem: Pinterest

Qual material deve ser utilizado como isolante térmico?

Um dos maiores desafios das construções localizadas em cidades tropicais é proporcionar conforto térmico aos moradores sem aumentar excessivamente os custos com energia elétrica.

Para isso, o ideal é utilizar soluções como a manta térmica e o 3TC.

Manta térmica

A manta térmica é composta por uma membrana reflexiva de alumínio reforçado e por uma malha mecânica de alta resistência. O material evita que o calor do sol seja absorvido pela edificação e bloqueia o excesso de calor.

O produto também é indicado para construções localizadas em cidades muito frias — nesse caso, o material impede que o calor gerado no interior do imóvel seja dissipado com facilidade.

3TC

O 3TC é um isolante termoacústico composto por um núcleo de EPS antichamas e duas películas reflexivas de alta eficiência e durabilidade. Além de telhados, pode ser instalado em pisos, paredes e tetos e se destaca por reduzir a transferência de calor entre a área externa e interna da construção.

Essa cobertura altamente eficiente veda o ambiente e impede a entrada de vapores, o que inibe a transmissão de calor por convecção. Além disso, diminui a radiação, como as tintas reflexivas e mantas térmicas.

É um material flexível e impermeável que pode ser usado em construções residenciais, comerciais, industriais e agrícolas. Além de isolar as três formas de calor, o 3TC é mais leve e econômico que a lã de vidro.

A eficiência térmica do material torna os ambientes muito mais agradáveis tanto no verão quanto no inverno o que pode gerar uma economia de até 35% no consumo de energia. Além disso, o 3TC é muito mais leve que os materiais isolantes tradicionais, reduzindo o custo com transporte para o cliente final. Confira, na imagem seguinte, a aplicação do 3TC em um telhado colonial.

telhado colonial 3TC

telhado colonial 3TC

16 Projetos de telhado colonial para se inspirar

1. Casa de madeira com varandacasa telhado colonial

Imagem: Pinterest

O projeto exibe um telhado duas águas e uma ampla varanda que se projeta a parte da frente da casa. O charme da construção é amplificado pelo uso das telhas negras, pelos detalhes em madeira escura e pelo projeto paisagístico primoroso.

2. Área de lazer com telhado duas águas

varanda telhado colonial duas águas

Imagem: Pinterest

O projeto dessa área de lazer incluiu um lindo telhado colonial duas águas com madeiras e tijolos aparentes. As bancadas e a ilha em tons terrosos contrastam com a mesa e as telhas de cores claras e com o piso de pedra, dando charme extra ao espaço.

3. Casa branca com telhas azuis

varanda telhado colonial duas águas

Imagem: Pinterest

Essa casa cheia de estilo utiliza telhas coloniais azuis em todo o telhado, que se divide em diferentes níveis. Na entrada, uma pequena varanda recepciona os moradores e visantes, oferecendo charme adicional ao projeto. As cores claras e vibrantes da fachada e a textura da madeira dão ainda mais personalidade a essa casa.

4. Pequena casa com múltiplos telhados

casa telhado colonial duas águas

Imagem: Pinterest

Essa pequena casa com varanda de piso de concreto exibe telhado colonial uma água dividido em três partes, o que dá charme adicional a construção. Na frente da casa, a cobertura proporciona sombra e conforto adicional aos moradores. As cores claras usadas cobertura oferecem ainda mais beleza à construção.

5. Casa duas águas, três águas e quatro águas em um só projeto

varanda telhado colonial duas águas

Imagem: Pinterest

Essa casa de arquitetura moderna apresenta múltiplos tipos de telhado colonial distribuídos de forma inusitada. A cor da fachada contrasta com os tons escolhidos para a cobertura e oferece charme adicional ao projeto. As pedras das varandas dialogam com o calçamento, tornando o espaço mais acolhedor.

varanda telhado colonial duas águas

Imagem: Pinterest

Essa bonita casa de praia utiliza o telhado colonial divido em uma, duas e três águas. As cores claras usadas na fachada e na cobertura ajudam a dissipar o calor e garantem a beleza do projeto. Além disso, a casa conta com amplos espaços sombreados, como varandas, sacadas e áreas de lazer, o que garante o conforto dos moradores mesmo nos períodos mais quentes do dia.

6. Casa branca com gramado e jardim

varanda telhado colonial duas águas

Imagem: Pinterest

Essa ampla residência com fachada de pedras exibe telhado duas águas que sombreia toda a extensão da casa. As cores claras tornam o espaço bonito e elegante. O amplo gramado e o projeto paisagístico dão charme extra ao projeto.

7. Casa com diferentes estilos de telhado

varanda telhado colonial duas águas

Imagem: Pinterest

Essa casa com fachada de pedra combina um telhado colonial que exibe vários recortes, com um amplo telhado embutido. O resultado é um espaço cheio de beleza, charme e autenticidade.

8. Casa rústica com telhados uma queda

varanda telhado colonial duas águas

Imagem: Pinterest

Essa casa com fachada de pedra exibe telhado colonial uma água dividido em dois segmentos. As amplas varandas funcionam como sala de estar e área de lazer. As cores sóbrias da cobertura dão charme adicional ao piso de tijolos e aos detalhes da varanda. O paisagismo e a ampla lareira de pedra oferecem um toque de sofisticação a residência.

9. Casa com telhado colonial de madeira

varanda telhado colonial duas águas

Imagem: Pinterest

Essa bela casa combina um amplo telhado colonial duas águas com vigas de madeira de demolição e detalhes de aço fundido. Todo o espaço usa detalhes em pedra e madeira, de modo a garantir o conforto dos moradores e visitantes. O pé direito amplo amplia o conforto térmico e dá um toque de elegância ao projeto.

10. Casa tradicional com telhado colonial uma água

varanda telhado colonial duas águas

Imagem: Pinterest

Essa casa combina diferentes estilos de telhado colonial, o que torna o projeto mais moderno. As cores terrosas e as pedras da fachada, combinadas ao projeto paisagístico, garantem a autentidade da casa e destacam os detalhes em madeira de demolição usados no projeto.

11. Casa branca com cercas de bambu

varanda telhado colonial duas águas

Imagem: Pinterest

Esta casa se tornou mais acolhedora ao receber o telhado colonial. Misturando as opções de meia-água, duas águas e quatro águas, a casa conta ainda com uma ampla varanda que contorna toda a sua extensão. Os tons claros dão um toque de glamour a fachada onde o maior destaque são as amplas janelas que garantem o maior aproveitamento da luz natural.

12. Casa com vigas metálicas aparentes

varanda telhado colonial duas águas

Imagem: Pinterest

Aqui, o telhado colonial exibe forro de madeira e vigas aparentes de aço, o que torna o ambiente sofisticado e elegante. Todo o espaço combina diferentes texturas e materiais para garantir o conforto dos moradores e torna todo ambiente mais minimalista e cheia de personalidade.

13. Área de lazer ao ar livre

casa telhado colonial

Imagem: Pinterest

Aqui, o telhado uma água serve para sombrear a área de lazer com pia e churrasqueira. Além de aproveitar os pequenos espaços, essa solução garante momentos agradáveis perto da churrasqueira.

14. Casa branca com telhado com vários recortes

varanda telhado colonial duas águas

Imagem: Pinterest

Esse projeto ousado, exibe um telhado colonial estilizado que cobre o segundo, o térreo e a garagem, com coberturas de tamanhos e modelos diferentes. A cor escolhida para as telhas torna essa construção de esquina ainda mais ampla e sofisticada.

15. E por que não adicionar um toque de ousadia?

varanda telhado colonial duas águas

Imagem: Pinterest

ssa pequena casa moderna ganhou um toque de sofisticação ao exibir telhados de tamanhos diferentes um acima do outro. As cores neutras contrastam com a fachada de pedra e tornam o projeto atraente e elegante.

16. Casa com telhado colonial sobreposto

varanda telhado colonial duas águas

Imagem: Pinterest

Essa casa de telhado embutido ganha charme e beleza com o acréscimo de várias varandas de telha colonial por toda a sua extensão. O concreto e o aço forjado garantem um visual mais harmonioso a fachada ao combinar tons escuros com o branco, o creme e o salmão.

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Os diferentes tipos de forro tem uma funções essenciais na estética dos projetos de engenharia e arquitetura, especialmente residenciais. Afinal, frequentemente, a aparência da laje ou do telhado não são muito agradáveis visualmente. Então, o acabamento e a harmonização com o estilo arquitetônico ficam por conta dessa cobertura que vai logo abaixo dessas estruturas para esconder os componentes industriais e imperfeições.

No entanto, frequentemente os projetos ignoram outras funcionalidades que podem ser acrescidas na estrutura dos tipos de forro, como a impermeabilização e o isolamento acústico. Com isso, perde-se uma oportunidade valiosa para atingir ainda mais satisfação do cliente ao otimizar a climatização e o conforto ambiental.

Por esse motivo, vamos explicar aqui todas as etapas imprescindíveis no planejamento do forro. Se você estiver lendo este post, pois é responsável pela execução de uma obra, siga as dicas com bastante atenção. Se estiver procurando uma empresa para realizar o serviço, certifique-se de que suas práticas estão em conformidade com os itens a seguir.

Ficou interessado? Acompanhe o nosso post!

Analisar o tipo e o status do projeto

Este passo ocorre quase que instintivamente. Afinal, dependendo das características do projeto, não é possível utilizar algumas vantagens que alguns tipos de forro trazem. Veja algumas situações que servem de exemplo:

  • quando o projeto é iniciado do zero, você poderá utilizar o forro como uma estratégia de evitar a passagem de parte da tubulação por dentro dos tijolos das lajes de alvenaria. A tubulação passará logo abaixo da laje de forma exposta, sendo posteriormente coberta pelo forro. Isso facilita bastante a vida do usuário da construção caso ele precise fazer alguma reforma no futuro;
  • se você pegou uma construção ainda em execução, analise quais etapas já foram concluídas e suas características para verificar quais características de cada um dos tipos de forro ainda podem ser aproveitadas e compatibilizadas. Exemplificando, pode acontecer de a tubulação já estar instalada, mas o projeto de isolamento térmico ainda não ter sido executado. Assim, você poderá compatibilizá-lo com a laje para que ambos sejam feitos na mesma oportunidade;
  • por sua vez, quando estamos pensando apenas em uma reforma, será preciso fazer uma análise estrutural. Todas as escolhas de tipos de forro deverão se compatibilizar com os materiais e técnicas utilizadas na laje original. Será preciso compreender o peso que ela suporta, por exemplo.

A partir dessa análise, explique as vantagens e desvantagens de cada escolha para cliente, deixando a escolha livre. Seu papel não deve ser forçar uma opção que acha melhor, mas apenas oferecer uma consultoria para auxiliá-lo na tomada de decisão. Em qualquer etapa de um projeto, isso garante a satisfação final. Não há nada pior do que um cliente falar: “eu não gostei disso, mas o arquiteto/engenheiro insistiu”.

Verificar os objetivos do cliente

Nesse papel de suporte à escolha, verifique com o cliente quais são os principais objetivos dele com o projeto. Eles podem variar bastante e, inclusive, sobrepor-se:

  • beleza;
  • conforto ambiental;
  • baixo custo;
  • facilidade de reformar e reestruturar;
  • manutenção simples e barata;
  • eficiência energética e sustentabilidade, entre tantos outros.

Obviamente, todos esses elementos devem estar presentes em algum nível. O objetivo do cliente será apenas o foco na hora de tomar decisões quando for preciso sacrificar parcialmente algum ponto.

Elaborar e apresentar o projeto

Assim como qualquer projeto, o forro deverá ser apresentado de forma atrativa para o cliente com renderizações, utilização de materiais de excelência e descrições sobre o que se buscou atingir com cada um dos principais elementos.

A partir disso, é o momento de mostrar o projeto para o cliente e tirar todas as suas dúvidas. Caso ele demande alguma modificação, você deve fazê-la rapidamente até que sinta que ele está 100% confortável com tudo.

Funções do forro

Melhoria a estética do ambiente

Há determinados tipos de laje e de detalhes que apresentam um acabamento estético que pode não agradar os clientes. Um exemplo é a laje nervurada, cujos vãos ficam expostos, além de poderem acumular animais e sujidades que incomodam os usuários do ambiente. Mesmo as lajes bem rebocadas também podem incomodar alguns clientes mais exigentes, que demandam um acabamento diferenciado.

Harmonização da linguagem arquitetônica

O grande segredo de um projeto autoral bem-sucedido é a sua capacidade de reproduzir em todos os elementos a linguagem desejada. O forro faz parte disso e não pode deixar de ser visto como uma forma de proporcionar aquela sensação de sublime quando o cliente entra no ambiente.

Desse modo, veja como cada opção vai se compatibilizar com cada estilo:

  • em projetos rústicos ou comfy, o ideal é escolher materiais mais brutos com pouca ação do homem nos processos de industrialização. Esse é o caso da madeira, do bambu e, até mesmo, do concreto cru;
  • nos minimalistas, os forros de gesso podem oferecer entalhes geométricos que dão maior riqueza ao visual do ambiente sem proporcionar aquela sensação de exagero. Eles podem, inclusive, servir como suporte para a criação de uma iluminação diferenciada. O forro de cimento aparente também é uma boa pedida;
  • nos sustentáveis, os forros poderão ser feitos de materiais reciclados ou recicláveis, além de trazer um maior isolamento térmico para evitar o uso de ar-condicionado;
  • nos industriais, os tipos de forro de concreto ou de PVC na paleta de cor do cinza podem trazer uma mensagem crua.

Diminuição do volume do ambiente

No caso de construções sem laje e com telhados triangulares ou redondos, todo o espaço entre o plano de término das paredes e o ápice da estrutura se torna um espaço morto. O seu cliente não vai conseguir utilizá-lo para praticamente nada. Então, mais barata que montar toda uma laje, uma excelente opção é instalar alguma opção entre os tipos de forro disponíveis no mercado.

Com isso, pode-se reduzir o volume do ambiente caso essa seja uma demanda do seu cliente com um baixo custo. Ademais, você poderá aproveitar a ocasião para aproveitar a instalação a fim de conquistar outros objetivos, como:

  • aplicar uma camada de impermeabilizante;
  • instalar isolantes térmicos para melhorar o conforto ambiental;
  • otimizar a acústica da construção para isolar o barulho da rua.

Enriquecimento da iluminação

Os forros podem ser o suporte para a instalação de spots de luzes difusas ou direcionadas a fim de criar efeitos de iluminação em camadas. Nesse caso, o gesso é uma excelente opção, visto que é leve, bonito e barato. Também é muito fácil de manusear e moldar para criação de lacunas em formatos diferenciados.

Promoção da circulação cruzada

Os forros também podem ser pensados para melhorar a circulação cruzada de ar dentro de um ambiente. Eles poderão conter aberturas e vãos que distribuem o ar para melhorar o conforto térmico de um ambiente.

Suporte para esconder instalações

Outra função, utilizada frequentemente nas construções de finalidade comercial ou industrial, é a utilização de forros para esconder instalações elétricas e hidráulicas. Esses locais geralmente precisam de bastante versatilidade na distribuição de divisões internas. Por isso, em vez de usar paredes de alvenaria, são empregados drywalls e divisórias.

Desse modo, a tubulação não pode correr dentro das paredes. Por esse motivo, ficarão entre os tipos de forro e o teto. Assim, a cada reformulação do espaço, será muito mais simples modificar o caminho das tubulações sem danificá-las.

Melhoria da acústica do ambiente

Alguns dos tipos de forro disponíveis no mercado, podem trazer uma acústica muito mais eficiente para o ambiente em diversos sentidos:

  • nas construções com pé-direito alto e telhados expostos altos, evita o efeito de eco;
  • ameniza a reverberação de sons provocados pelo impacto de objetos no telhado;
  • corta grande parte dos sons vindos da rua, entre outros benefícios.

Além disso, essas vantagens poderão ser complementadas com a compatibilização com o projeto de conforto termoacústico, como explicamos.

Melhoria do conforto ambiental

Caso você escolha um isolante térmico versátil, ele mesmo poderá se tornar o forro da mesma forma que são utilizados os compensados de madeira, o isopor e as placas de PVC. Por exemplo, o isolante 3TC pode vir na apresentação de placas pré-fabricadas pintáveis, quais são encaixadas em suportes metálicos.

Mesmo que você não utilize o próprio isolante como forro, ele poderá complementá-lo ao atuar como subcobertura. Utilize-o para preencher o espaço vazio entre o teto e o forro para conquistar uma construção mais confortável termicamente.

Tipos de forro e suas características

Gesso

Certamente, essa é a cobertura mais popular nos projetos residenciais, sendo também muito frequentes nos comerciais. O material poderá ser trabalhado de diversas formas e é justamente essa versatilidade sua principal vantagem. O gesso pode:

  • ser moldado em placas para ser instalado por meio do encaixe em suportes metálicos;
  • vir pré-moldado de acordo com a forma e as dimensões requisitadas pelo cliente;
  • ser agregado a tramas de fibra de vidro ou de metal para a criação de placas grandes, que são penduradas na laje ou no telhado, entre outras opções de instalação.

As vantagens do forro de gesso, além das que citamos são:

  • é um material muito fácil de encontrar e há diversos fornecedores do serviço completo desde a criação da peça até a instalação;
  • apresenta um custo-benefício interessantíssimo sem abrir mão do acabamento estético;
  • a instalação é feita com pouca sujeira;
  • a manutenção é fácil mesmo quando é necessário quebrar algum trecho para reformas;
  • melhora o isolamento termoacústico ainda mais quando é acoplado com mantas acústicas e placas de isolantes eficientes.

No entanto, nenhum material é isento de desvantagens, e as do gesso são:

  • susceptível à umidade, o que pode ser corrigido com a utilização de uma subcobertura impermeável, a qual pode ser um isolante termoacústico impermeável;
  • acumula poeira com mais facilidade;
  • é mecanicamente menos resistente do que outras opções.

Madeira

A madeira pode vir nas apresentações:

  • compensados de baixa qualidade são restos de fibras de madeira, que são então prensados até formar uma estrutura sólida e relativamente resistente. São as opções mais baratas, apesar de esteticamente prejudicados. Serão instalados em armaduras metálicas, possivelmente em projetos comerciais e industriais;
  • MDF e MDP, também são feitos com madeira compensada, mas com qualidade superior. Recebem uma camada de estampa para simular outros tipos de madeira;
  • de demolição — outra opção cada vez mais comum é utilizar restos de demolição de madeiras maciças de qualidade baixa a intermediária;
  • nobres e de lei — são as madeiras maciças mais caras, mas extremamente bonitas. Darão a aparência de luxo e poder ao ambiente.

A instalação dos forros de madeira é relativamente simples, bastando que as peças sejam pregadas uma nas outras com o auxílio de suportes estruturais.

As vantagens da madeira variam conforme o tipo utilizado. Por exemplo, utilizar os compensados e o MDP não trarão o acabamento estético e o isolamento termoacústico ideal. Por esse motivo, será preciso reforçá-los com isolantes autônomos.

No entanto, de forma geral, seus benefícios também são:

  • simples de instalar, remover e substituir;
  • fáceis de pintar com uma tinta adequada;
  • impermeáveis quando recebem o tratamento correto.

Por sua vez, as desvantagens são a necessidade de manutenção periódico, especialmente no caso das madeiras naturais. Além disso, podem se tornar combustível para chamas.

Bambu

O uso do bambu já foi muito comum nas construções tradicionais da China e no Japão. No entanto, com a popularização dos estilos minimalistas orientais e do comfy, os forros fabricados com ele vem sendo trazidos como uma novidade sofisticada. Eles podem ser utilizados tanto nos ambientes internos quanto externos.

Sua principal vantagem é justamente a exclusividade de poucas pessoas o utilizarem, além de remeter à natureza e criar um ambiente aconchegante. Além disso, é relativamente barato. Todavia, a trama de bambu permite a passagem de luz, som e umidade. Então, nos ambientes internos, é importante instalar um isolante termoacústico eficiente, que seja também impermeável e pintado de cores semelhantes ao bambu para não prejudicar a beleza do forro.

PVC

O PVC é outro material muito popular para forro, equiparando talvez ao gesso e aos compensados de madeira. São muito demandados por um importante motivo: o custo total do investimento. Apesar de o material em si ser mais caro do que o gesso, não há necessidade praticamente nenhuma de manutenção e, nos negócios, não é preciso parar as operações até que a instalação seja concluída.

As peças são muito mais econômicas do que a maioria das opções, a instalação não demanda muitos materiais nem mão de obra especializada, a resistência mecânica e a impermeabilidade são razoáveis e a substituição, muito simples. Também, não sofrem com deterioração causada por ataques de insetos e fungos.

No entanto, não são considerados esteticamente atraentes e passam uma mensagem de pouca sofisticação. Então, são ideais quando o foco da estratégia de forramento é apenas a funcionalidade aliada ao baixo custo.

Ademais, não apresentam uma boa capacidade de isolar sons e bloquear a transmissão de calor. Então, para criar um ambiente mais eficiente nesses pontos, deverão ser complementados por isolantes.

Placas de isolante térmico

Uma alternativa é a utilização de placas de isolantes térmicos em vez de utilizar os materiais acima. Isso apresenta a vantagem de, em uma única ação, você lidar com dois problemas de uma construção: a falta de forramento e o desconforto térmico.

Hoje em dia, há dezenas de isolantes no mercado, cada qual com suas vantagens e desvantagens. Vamos falar das principais a seguir:

  • lã de vidro — material fibroso feito a partir da submissão da sílica a altos gradientes de pressão e temperatura. Tem boa eficiência no isolamento termoacústico, mas não apresenta os benefícios de impermeabilidade e bloqueio de todas as formas de transmissão de calor;
  • lã de rocha — fabricado da mesma forma que a anterior, mas utilizando como matéria-prima as rochas adiabáticas. Conta com características bem semelhantes;
  • isopor — sem uma proteção devida, apesar de extremamente eficiente e versátil, é um material frágil;
  • 3TC — constitui-se de um núcleo de poliestireno expandido coberto por duas lâminas de polímeros refletores. Além de bloquear com alta eficiência todas as formas de transmissão de calor, tem vantagens adicionais em relação à impermeabilidade, proteção contra o fogo, entre outros.

Aplicação do forro

A aplicação do forro depende bastante do tipo do material e dos métodos empregados pelo fornecedor. Em geral, as seguintes técnicas podem ser empregadas

Instalação modular

Em vez de aplicar peças inteiras para o forramento, elas são divididas em fragmentos menores, os quais serão encaixados no local. A aplicação pode ocorrer de diversas formas dentro dessa técnica:

  • cada módulo pode ser amarrado ou colado ao teto, à laje ou à subcobertura;
  • uma armação metálica pode ser pregada nas paredes e as placas de forro encaixadas na estrutura;
  • estruturas de instalação podem ser embutidas nas paredes, sendo o encaixe entre os módulos feito sob a pressão de uma peça na outra.

Instalação tradicional

Aqui, o forro pode ser construído in loco ou haver a instalação de uma peça inteiriça. Assim como no caso anterior, esta metodologia de instalação poderá ser aplicada de diversas formas de acordo com as necessidades do material escolhido para o forro, como

  • uma das técnicas mais comuns é a amarração, em que a peça do forro é amarrada a fios instalados na cobertura da construção. Isso é muito utilizado nas aplicações de grandes peças de gesso;
  • a colagem consiste na aplicação de uma substância adesiva capaz de se fixar tanto no material da construção quanto no forro. É mais comum quando as peças apresentam um peso mais leve, o que reduz a pressão da gravidade sobre a cola;
  • pregagem, em que as peças são instaladas com pregos em vigas ou diretamente no teto, ou telhado;
  • encaixe nos casos em que a superfície superior das paredes fiquem expostas e elas puderem suportar peso do forro. Então, as peças podem ser amarradas ou pregadas para evitar a movimentação.

Escolha o tipo de forro ideal

O forro deve ser sempre escolhido de acordo com os objetivos funcionais e estéticos do projeto. Então, não caia em armadilhas de que um mesmo material poderá ser empregado em toda e qualquer construção.

Por exemplo, vamos falar do 3TC que é um insumo que temos bastante propriedade para falar. Nem sempre ele poderá ser usado como forro. Caso o estilo do projeto exija materiais mais específicos, como o bambu e a madeira, ele poderá ser usado como subcobertura para complementar a eficiência termoacústica do forro, mas não vai substituí-lo.

No entanto, nas situações de forros modulares com armação metálica, acreditamos que é a melhor opção, pois se solucionam diversos problemas em um único investimento. Portanto, em qualquer caso, sempre avalie as prioridades do projeto e planeje um forramento que atinja de forma estratégica a maior parte delas.

Consequências de não ter forro

Prejuízo estético

Frequentemente, o reboco da cobertura não é suficiente para dar um acabamento estético de excelência. Então, para conquistar a excelência, é importantíssimo forrá-lo com um material bonito e harmonizado com toda a linguagem arquitetônica dos demais elementos.

Menor eficiência termoacústica da construção

Em muitas construções, o material utilizado no telhado ou na laje não apresenta uma boa capacidade de proteger as estruturas da incidência de calor. Esse é o caso das telhas metálicas, de fibrocimento ou de polímeros plásticos. Mesmos em situações em que as peças protegem razoavelmente, como os tijolos e o concreto, um forro isolante eficiente pode complementar ainda mais essa característica e trazer uma construção altamente confortável.

Acúmulo de animais e sujidades

O espaço entre o telhado e o plano superior das paredes é muito difícil de limpar. Portanto, pode acumular diversos tipos de detritos, além de hospedar insetos e parasitas. Tudo isso traz bastante transtorno para os usuários da construção.

Maior vulnerabilidade à umidade

Quando se tem um forro para proteger o ambiente interno, há uma barreira importante contra a umidade que chega do telhado. Isso ajuda a proteger tanto contra os danos dos vapores de água (os quais também comprometem a eficiência térmica) quanto pela ação das colunas de água durante as chuvas.

Portanto, agora que você sabe que há diferentes tipos de forro, estará preparado para escolher o melhor para o seu projeto ou de um cliente. Analise as vantagens e desvantagens de cada um deles para que os objetivos finais da estratégia sejam conquistados para a total satisfação de todos os usuários da construção. Em todos os casos, não deixe de pensar no conforto termoacústico que a opção certa entre os tipos de forro disponíveis, pode proporcionar.

Então, você já tem um forro na sua construção? Se sim, está pensando em substituir? Comente aqui com a gente como nossas dicas o ajudaram!

Forrar a casa é uma das melhores maneiras de reduzir a sujeira que costuma cair do telhado. Algumas vezes, essa é uma solução também para o conforto térmico e até para o isolamento acústico.

A laje convencional, por exemplo, é um tipo de forro bastante conhecido. Consiste em uma estrutura de concreto, bem sólida. Porém, com o advento do forro modular, as coisas mudaram. Além do produto se tornar mais acessível do ponto de vista financeiro, ele é mais prático de instalar.

Neste guia, vamos falar sobre o forro em módulos, as características dele, que materiais podem ser usados e os custos envolvidos. Faça a leitura completa do artigo e tire suas dúvidas!

1. O que é forro modular?

Forro modular significa forro vendido em módulos, ou seja, em placas apoiadas em grids de perfil metálico, na forma de um T invertido. São blocos pré-moldados de um determinado material. Há muitos tipos de forro em placas disponíveis no mercado.

Os forros modulares podem ter formas, bordas e espessuras diferentes e contar com aplicações bactericidas e fungicidas. São bem personalizáveis, o que permite que atendam a necessidades variadas, conforme o perfil da construção.

É um tipo de forro reconhecido com facilidade porque os perfis de metal podem ficar aparentes e formar um quadriculado. É possível enumerar as características gerais do forro em módulos, como:

  • disponibilidade em cores e modelos variados;
  • acabamento liso, texturizado ou perfurado;
  • leveza, limpeza, sem cortes e sem umidade (seco);
  • conforto acústico e térmico;
  • possibilidade de remoção;
  • resistência a fissuras e trincas;
  • resistência às chamas;
  • montagem rápida por meio do sistema de encaixes (baixo percentual de desperdício e geração de resíduos).

2. Como surgiu?

Sempre é interessante compreender como as soluções surgiram. As invenções dos homens são sempre uma resposta, uma reação a uma situação específica, geralmente problemática.

O forro no Brasil começou a ser usado no período colonial pelos portugueses. Os modelos mais baratos eram feitos de uma planta chamada “taquara”. A partir dela, faziam-se esteiras grandes para forrar o teto. Também havia os forros de tábuas de madeira, que eram assentados direto no telhado ou em barrotes complementares.

A proposta de módulos também é antiga. No início eram chamados de painéis, mais pesados e de custo mais alto. Os painéis mais requintados eram elementos arquitetônicos usados nos salões e nos grandes ambientes, onde o teto assumia um formato denominado de caixão, esquife ou gamela.

Vale dizer que a gamela é feita a partir da ligação de cinco planos de tábuas encaixadas, em que quatro deles estão em ângulo de 45º e há um paralelo ao piso.

O formato de uma abóbada era mais usado nos templos católicos, e os painéis podiam formar grandes molduras bem elaboradas.

Os painéis moldurados eram fabricados a partir de grandes caixotes de madeira. Podiam receber pintura ou ter temas decorativos, como os forros frisados de hoje. Eram muito comuns os desenhos abstratos ou figurativos, bem como a pintura que imitava madeira ou pedra (pintura faiscada) — confira o forro modular de PVC, que também pode imitar madeira em seu design.

Porém, ao contrário de nossos forros modulares, eles eram construídos para permanecer intactos. Mexer neles significava mexer na própria estrutura do teto. Na verdade, eles não eram nada práticos quando comparados ao forro modular moderno.

Podem ser considerados precursores, mas não se equiparam, já que certas características dos módulos atuais são a maior praticidade e a presença de perfis metálicos.

Os forros em módulos com perfil de metal surgiram como uma solução para conferir leveza e tornar mais rápida a instalação. Não requerem cortes (não é preciso cortar as placas durante o trabalho para fazer os ajustes necessários) e não causam sujeira nem desperdícios (não há perda de materiais).

Trata-se de uma proposta que tem tudo a ver com a sociedade atual, que defende a sustentabilidade, a economia enxuta (clean) e a não geração de resíduos. Surgiu em um contexto completamente propício a estratégias eficazes e, ao mesmo tempo, não agressivas ao meio ambiente.

3. Quais são as funções?

As funções do forro modular são praticamente as mesmas dos forros em geral, como isolar o barulho da rua, melhorar o conforto térmico e esconder instalações da energia elétrica, da água, do ar-condicionado, do telefone, da internet e assim por diante. Ele contribui também para reduzir o volume interno em uma construção.

Outra função importante dos forros modulares é a estética, ou seja, ajudam a deixar o ambiente mais bonito, mais requintado e elegante. Então, podemos resumir da seguinte maneira as funções desse tipo de forro:

  • redução no volume interno da construção;
  • ocultar instalações;
  • aprimorar a estética;
  • conforto térmico;
  • isolamento acústico;
  • facilidade para manutenção de aparelhos, como sprinklers e detectores de fumaça;
  • ação antibacteriana (em alguns casos).

4. Quais os tipos de materiais?

Diferentes materiais podem ser utilizados na produção de forros modulares. Confira a seguir.

4.1. Gesso

O gesso já é um material consolidado na confecção de forros. O forro de gesso também é comercializado na forma modular, com perfis de metal. É um material facilmente encontrado nas lojas. É um dos preferidos pelos consumidores para aplicar em suas residências, devido ao seu design enxuto e às suas qualidades decorativas.

Trata-se de uma opção versátil, com tipos variados de espessuras, recortes, níveis de isolamento acústico e térmico, resistência à umidade e ao fogo. Pode ser usado em casas, apartamentos, escritórios, hospitais, clínicas e casas de shows. É possível encontrar módulos lisos ou com frisos formando desenhos diversos.

O forro modular de gesso pode ser aproveitado para montar um sistema de iluminação bem caprichado. Ele permite explorar diferentes efeitos visuais e cores, bem como embutir luminárias. Ainda, pode receber pintura e revestimento com papel de parede ou outro material.

Além das placas comuns, há as placas de drywall, que recebem papel acartonado como revestimento. Elas têm ampla variedade estética, o que permite escolher um modelo que mais se ajuste ao ambiente.

Não ficam manchadas com o tempo e proporcionam um melhor conforto acústico e térmico que o gesso comum. Os forros em drywall são usados em diversos locais, como residências, escritórios, salões de beleza e assim por diante.

4.2. PVC

O PVC é um material plástico formado por eteno (um dos subprodutos do petróleo) e cloro (extraído do sal). É um material de alta durabilidade, impermeável e leve. Também é muito sustentável, já que é totalmente reciclável. Os resíduos que gera durante a instalação são nulos, o que é ainda mais positivo para o meio ambiente.

Também não é inflamável, e o custo-benefício compensa, pois é um dos materiais mais acessíveis financeiramente. Dura muitos anos (40 anos, aproximadamente) e há muitos modelos e cores disponíveis — inclusive, modelos que imitam madeira. Eles oferecem um espaço mais confortável e requintado.

Os forros de PVC são comercializados lisos ou com frisos, da mesma forma que os módulos de gesso. É um produto antichamas, higiênico, que não requer pintura nem é consumido por cupins. É indicado para as indústrias alimentícias, escolas, hospitais, clínicas médicas e veterinárias, banheiros, shoppings, lojas, postos de gasolina, academias, laboratórios, estacionamentos e outros lugares.

4.3. Lã de vidro

Outra opção de forro modular é aquele confeccionado com lã de vidro. Essa é uma das melhores soluções para conferir tratamento acústico e térmico eficaz. É ideal para edificações comerciais, residenciais e industriais.

Tem um filme de PVC microperfurado como revestimento, característica que assegura à lã de vidro resistência mecânica de boa qualidade por causa do entrelaçamento das fibras. Também resiste ao fogo, e sua eficiência permanece durante o decorrer dos anos.

Outro detalhe relevante é que esse material reduz bastante o consumo de energia em espaços climatizados. Existem modelos das mais diferentes espessuras, formas e densidades.

4.4. Isopor

O isopor é mais recomendado para ambientes industriais, pois apresenta uma estética mais equilibrada. Ele também otimiza o conforto térmico e acústico.

Também conhecido como poliestireno, esse é um material sustentável, totalmente reciclável e que não provoca nenhuma agressão ao meio ambiente. Geralmente, o revestimento é feito com massa acrílica, e o acabamento é feito com pintura acrílica texturizada. Não podemos deixar de mencionar a leveza do produto e a qualidade do acabamento final.

4.5. Madeira

O forro de madeira modular também é uma opção. A madeira é atraente e certamente contribui para melhorar as qualidades estéticas de qualquer ambiente, tanto na parte externa quanto no interior da edificação.

Trata-se de um material biodegradável e renovável. Muitos tipos de madeira podem ser usados no forro modular, pois a maior parte usa vernizes em cores. São muito aplicados em varandas e coberturas para piscinas.

Também existem forros modulares em MDF, que é um produto derivado da madeira. Trata-se de uma chapa de madeira de fibra de média densidade, que recebe resinas sintéticas e aditivos especiais. O resultado é uma placa homogênea e com suave textura.

4.6. AMF

São forros produzidos em fibra mineral, madeira ou metal. Eles podem ser removidos com facilidade. Oferecem diversos tipos de textura e acabamento — o que é ótimo para aprimorar a estética do ambiente.

São mais resistentes que outros tipos de forros modulares. Apresentam bordas com acabamento HDE e oferecem isolamento acústico de boa qualidade. Indicados principalmente para residências e escritórios.

A fibra mineral, por absorver vibrações e movimentações na estrutura, não permite a ocorrência de fissuras ou rachaduras. Ela pode apresentar funções bactericidas e fungicidas, sendo ótima para estabelecimentos de saúde.

4.7. Lã de rocha

A lã de rocha é fabricada a partir de uma rocha de origem vulcânica chamada “diábase”. É um ótimo isolante térmico. Consegue suportar temperaturas muitos altas, que vão de 50 ºC a 600 ºC. A condutibilidade térmica é baixa, e o índice de absorção sonora é bem elevado. Por esse motivo, muitas indústrias adotam esse material como isolante acústico.

O forro modular de lã de rocha diminui o fluxo de calor e frio. Outra característica é que apresenta um revestimento de PVC, no lado visível, o que ajuda a impedir a propagação de fogo.

4.8. Colmeia

O forro modular colmeia é formado por grelhas de um só bloco, em quadrículos. Os perfis de metal são do tipo U, e não do tipo T, como nos outros forros. A base do perfil é de 10 milímetros, o que possibilita o aproveitamento máximo do pé direito, já que consiste em um forro vazado.

Os efeitos estéticos do forro colmeia valorizam muito o ambiente. Em relação à iluminação, ele é tão dinâmico quanto o gesso, pois permite a instalação de luminárias cilíndricas embutidas ou sobrepostas e lâmpadas modulares

Além de otimizar o sistema de iluminação, permite o uso de manta, como a manta acústica, que pode seguir a mesma modulação do forro.

5. É possível remover o forro modular?

Sim. Essa é considerada uma de suas vantagens. Os perfis metálicos facilitam as manutenções e a remoção das placas. Fica menos complicado para o técnico acessar as instalações ocultas para fazer os devidos reparos ou acertos.

De qualquer maneira, vale lembrar que essa remoção deve ser feita, de preferência, por profissionais capacitados. Eles percebem imediatamente que é muito mais prático remover um módulo de um forro de gesso, por exemplo, que mexer em uma laje ou acessar outro tipo de forro, que não foi pré-moldado e corre maiores riscos de quebrar.

Na verdade, em alguns casos, nos forros de outros tipos, realmente é necessário quebrar a pedra para poder removê-la. Nesses momentos, percebemos claramente o quanto compensa investir em forros modulares — menos gastos e menos trabalho.

O forro modular torna-se uma excelente opção para grandes vãos, que são comuns em praticamente todas as construções: casas, galpões, estabelecimentos comerciais, supermercados, indústrias, lojas e assim por diante.

A remoção do módulo dá acesso fácil ao que chamamos de “entreforro”, o espaço situado sobre o forro e que recebe também o nome de “plenum”. A manutenção fica mais econômica e rápida.

6. Quais são as vantagens e desvantagens?

Vamos explicar melhor as vantagens e as desvantagens do forro modular. Você verá que muitas dessas vantagens/desvantagens estão relacionadas às características do produto, que viemos citando ao longo do texto.

6.1. As vantagens

Vamos começar pelos benefícios!

6.1.1 Facilidade na instalação

Toda obra exige atenção e cuidado, pois são efetivadas diferentes operações ao mesmo tempo, como pintura de paredes, acabamentos dos pisos e assim por diante. É importante seguir um determinado cronograma. Do mesmo modo se dá com a instalação dos módulos de um forro. A vantagem é que é uma solução fácil de ser realizada, desde que se respeitem as características deles.

Depois de pintadas (caso seja necessário), as placas devem ser instaladas no final da obra, em conjunto com a finalização do sistema de iluminação e das grelhas do sistema de refrigeração, garantindo um serviço rápido e limpo.

É necessário montar uma grade no teto com os perfis de metal. Você deve decidir se pretende mostrar esses perfis ou ocultá-los. Nos espaços em que a manutenção das instalações é muito requisitada, os modelos de remoção mais fácil devem ser instalados. Neles, os perfis ficam visíveis.

Em outros espaços mais nobres (como auditórios e salas de reunião), onde a manutenção não é muito exigida, os modelos em que os perfis ficam ocultos podem ser aplicados, o que vai conferir um visual mais sofisticado ao ambiente.

Antes da compra e da instalação, fique alerta para o uso dos perfis em T que sejam apropriados para cada ocasião. Utilizar um perfil com menos resistência do que a necessária pode representar perigo tanto para os instaladores como para as pessoas que ocupam o imóvel.

Uma recomendação é pedir os laudos de carga dos perfis. Além disso, nunca deixe de solicitar orientações do fabricante para a instalação de forros com mais peso. Se, futuramente, o ambiente for desativado, a remoção, como já dissemos, será simples.

6.1.2. Segurança contra o fogo

Um dos grandes problemas relacionados às edificações é a possibilidade de incêndios. Por isso, toda solução que minimizar esses riscos é estratégica e pode ser adotada. Os materiais usados em uma obra precisam ser compatíveis com o que determina a legislação para garantir a proteção dos usuários e do patrimônio.

A maioria dos tipos de forro modular são incombustíveis e evitam a propagação de chamas. Por esse motivo, eles são mais seguros tanto para a parte interna da construção quanto para lugares em que há muita aglomeração.

6.1.3. Isolamento termoacústico

Esse é um ponto que estamos sempre repetindo. Em relação à temperatura, é importante que, em qualquer estação do ano, a construção permita que os usuários usufruam de conforto térmico.

O forro modular evita a passagem do calor do ambiente externo para dentro da edificação no verão e impede, no inverno, que o calor interno se dissipe para fora. Claro que, para maior eficiência, outros fatores também são importantes. Um bom projeto construtivo analisa todos esses pontos.

Já o conforto sonoro é outro critério relevante. A reflexão sonora ou a reverberação, por exemplo, podem causar transtornos durante uma videoconferência, especialmente para a pessoa que se encontra do outro lado. O forro modular é um excelente minimizador de ruídos internos, ou seja, ele absorve e diminui o barulho em uma construção.

Ruídos externos também atrapalham os usuários de uma residência ou empresa. Se o trabalho exige concentração, a produtividade pode ser altamente comprometida.

6.1.4. Sustentabilidade

Os forros modulares costumam ser recicláveis e com baixa emissão de voláteis. Os materiais contribuem para o controle da temperatura e reduzem a necessidade de usar ar-condicionado, além de refletirem bem a luz, o que ajuda no melhor aproveitamento da iluminação natural.

6.1.5. Outras vantagens

Outras vantagens que podemos citar são:

  • durabilidade elevada;
  • remoção fácil;
  • diferentes opções de acabamento;
  • pouca mão de obra para instalação;
  • resistência a pragas;
  • facilidade de manutenção e na instalação de dispositivos de segurança (sprinklers, alarmes, detectores de incêndio e outros).

6.2. As desvantagens

Quanto às desvantagens, podemos citar:

  • limpeza difícil;
  • sensibilidade à umidade (alguns modelos);
  • depois da instalação, não se permite a mudança no acabamento (massa e pintura).

7. Quanto custa?

É necessário identificar logo as principais características do forro para adquirir o produto correto. Se, na hora de cotar, você não compreender com exatidão o que será necessário, falhas possivelmente aparecerão. Portanto, vale a pena seguir as dicas abaixo:

  • mensure, em metros quadrados, a área completa de aplicação;
  • determine os itens necessários: é importante saber se as placas serão quadradas ou retangulares (as primeiras geralmente medem 625 mm x 625 mm, e as outras 625 mm x 1250 mm);
  • verifique os itens que já foram comprados e os que faltam, como sistemas de iluminação e suspensão (avalie se devem ou não ser cotados em conjunto, se o acabamento será ou não oculto);
  • considere os espaços para as luminárias que substituirão os módulos de forro e determine quantos são;
  • avalie os prazos de execução do forro desde a entrega dos itens (não são todos os fornecedores que dispõem de produtos estocados, principalmente em grande quantidade. Sem um prazo de entrega determinado, os atrasos tendem a ocorrer e o cronograma da obra será prejudicado).

Vamos mostrar uma fórmula eficaz para o orçamento na compra de forro modular: metragem da área de aplicação (m2) / metragem da placa (m2). Para exemplificar, considere um espaço com 6 mil metros quadrados e placas quadradas (pequenas, 625 x 625, ou 0,39 m2). Então:

  • 6.000 / 0,39 = 15.384 placas (considere 0,8 mm do sistema de suspensão);
  • 770 caixas de placas (considerando que cada caixa tem 20 unidades de placas quadradas).

Para calcular o valor por metro quadrado, divida o valor unitário da placa por seu metro quadrado (placas pequenas 0,39 m2 e placas grandes 0,78 m2).

Com o orçamento mais preciso, você diminui gastos com excesso ou falta de material, obtém mais rapidez e precisão na cotação e também aumenta seu poder de negociação com os fornecedores.

8. Como instalar?

É necessário definir a localização certa das luminárias e fazer marcações nas próprias placas. A instalação delas inicia-se pelos cantos. Deve-se cortar os cantos em meia esquadrilha e colocar os módulos, a primeira lâmina precisa ficar com, pelo menos, um centímetro a menos que o canto em que será instalada.

Um lado, chamado “macho”, da lâmina da placa se encaixa na cantoneira, e as outras lâminas seguem desde o lado “fêmea”, em que outra placa será fixada até completar o espaço.

Na última lâmina, faz-se um recorte para que ela tenha dimensões inferiores ao vão de instalação. Recorta-se ainda a largura em um centímetro da cantoneira para que o melhor encaixe seja alcançado. Como já dissemos, após a instalação, alterações no acabamento não são possíveis.

Esperamos que, com a ajuda deste guia, suas principais dúvidas sobre forro modular tenham sido sanadas. Lembre-se de que o processo de instalação só pode ser feito por profissionais. Conte também com o apoio de um profissional para efetuar o orçamento com segurança. Se persistirem dúvidas, informe-se com o fornecedor para não fazer compras erradas.

O que você pensa sobre esse tipo de forro? Ele é bastante atrativo, concorda? O que acha de nos fazer uma visita nas redes sociais? Então, aproveite e curta nossa página no Facebook!

As técnicas de isolamento térmico e acústico são importantes para diminuir o calor/frio e os ruídos no ambiente de trabalho. Mas, antes de pôr em prática qualquer uma delas, é importante um planejamento que defina quais vão ser os materiais usados, como por ex forros de gesso.

O gesso é um bom aliado nesse sentido, pois promove conforto térmico em ambientes residenciais e corporativos. Uma propriedade dele é a higrotermia, fenômeno que contribui para regular o nível de umidade do ambiente.

Essa propriedade é basicamente isso: se o espaço é muito úmido, o gesso remove parte de sua umidade, absorvendo-a; se existe pouca umidade, o gesso oferece parte de sua própria umidade para ele. Continue a leitura e saiba mais detalhes sobre os forros de gesso!

Os principais cuidados na instalação de forros de gesso

Podemos identificar os principais cuidados com a instalação de forros de gesso. A seguir, exploramos um pouco cada um deles.

A mão de obra

O uso de gesso no revestimento e decoração de ambientes é cada vez mais popular, pois ele oferece muitas vantagens e pode ser usado em paredes e forros. Há diferentes tipos de gesso, mas todos exigem cuidados na hora da aplicação.

No preparo do trabalho, a mão de obra é fundamental. Profissionais despreparados não oferecem um bom acabamento de serviço. Quando procurar trabalhadores, certifique-se de que são realmente competentes e podem efetivar o projeto conforme o planejado.

É necessário, por exemplo, demarcar os pontos de fixação, atentar-se para a umidade, conferir a carga suportável pela estrutura ou laje. São esses cuidados que evitam problemas posteriores no revestimento, como manchas e fungos, rachaduras e trincas.

A qualidade do produto

É fundamental também escolher gessos de boa qualidade, pois materiais de qualidade duvidosa costumam gerar problemas, como rachaduras e trincas. Há diferenças entre os gessos disponíveis no mercado.

Analise as marcas, peça referências a quem já usou e orientação aos fornecedores. Além da qualidade, o gesso deve se prestar bem à finalidade a que se destina e, muitas vezes, o tipo de cobertura também deve ser considerado.

A qualidade do acabamento

O acabamento dos forros de gesso é uma etapa final e importante para assegurar que o resultado será o mais resistente possível.

Talvez, seja preciso efetuar muitas aplicações para garantir um acabamento de boa qualidade.

A preparação do ambiente

A aplicação de gesso requer um bom planejamento, como dissemos. O local onde ele será aplicado deve ser preparado. O teto precisa se apresentar bem nivelado, sem buracos, rebarbas ou outras irregularidades. Confira se as aberturas estão prontas, como os spotlights.

Os sistemas hidráulicos devem ser testados (os de água fria, água quente e esgoto). O sistema de ar-condicionado, se houver, também demanda uma instalação correta.

A aplicação do gesso

É importante proteger o chão com uma lona, no caso de o piso já se encontrar pronto. Dessa forma, evita-se que ele se suje com os respingos do produto. A lona também pode ser usada nas paredes, sendo fixada com fita adesiva. As cantoneiras podem ser aplicadas para proteção das quinas e dos cantos depois da finalização.

Existem alguns aditivos que ajudam na instalação do gesso, mas é preferível não os usar porque, com o decorrer do tempo, eles causam mofo e deixam uma coloração amarelada.

O resultado final

O resultado deve corresponder às expectativas. A superfície deve se apresentar plana, sem rebarbas, nem ondulações. Entre o teto e as paredes, os ângulos devem ser de 90º. No entanto, variações de, no máximo, 5 milímetros são aceitáveis.

No final, o lugar deve ficar limpo a fim de que não haja mistura com outros materiais e a massa fique endurecida. O descarte do que restar deve ser realizado em separado.

A importância da manutenção dos forros de gesso

Outro ponto relevante é a manutenção. Os forros de gesso não precisam de água para limpeza, pois ela pode danificar a estrutura. A limpeza deve ser realizada com panos secos e espanadores a fim de remover umidade e poeira, para prevenção.

Outra dica é deixar o ambiente ventilado para que não surjam manchas resultantes da umidade. A água sanitária serve para alvejar manchas que já existem — mas aplique em pequena quantidade.

As tendências em materiais de construção

É importante manter-se atento às tendências e novas tecnologias no setor de construção civil, pois os produtos com a função de isolamento térmico e acústico passam por melhorias para que ofereçam o melhor desempenho possível.

Ao usar as melhores soluções em isolamento térmico e acústico, a empresa garante o conforto necessário para otimizar a produtividade da equipe.

Os tipos de forros de gesso

Há dois tipos principais de forros de gesso:

  • em placas;
  • acartonado.

O gesso em placas

No primeiro caso, ele se apresenta em placas pré-fabricadas. Elas são fixadas na cobertura por meio de pinos e fios de aço galvanizado, em uma distância de 40 a 60 centímetros. O profissional acerta uma placa na outra com a ajuda de encaixes macho e fêmea. A massa de gesso é usada como rejunte para as emendas.

O acabamento costuma ser elegante e bem liso. Mas, geralmente, é mais pesado que o gesso acartonado.

O gesso acartonado

O forro de gesso acartonado também é conhecido como “drywall”. Ele combina placas de gesso com perfis metálicos. É rápido de instalar, sendo leve e apresentando boa qualidade. As chapas de gesso são confeccionadas de maneira industrial (água + gesso + aditivos).

As placas de drywall são fixadas no teto, assentadas em perfis estruturais, estruturas de madeira ou aço, com a possibilidade de criar diferentes desenhos e formas (como as sancas, modelagens feitas entre o teto e a parede que servem principalmente para um sistema diferenciado de iluminação).

O nome “acartonado” advém do fato de que ele tem papel cartão como revestimento. A cor desse papel varia de acordo com a função:

  • cor branca: é o mais usado em ambientes secos;
  • rosa: tem fibra de vidro, resistindo melhor ao fogo;
  • verde: é o mais usado em ambientes úmidos, porque tem silicone e aditivos contra fungos.

O sistema que utiliza drywall proporciona isolamento térmico, o que garante uma temperatura interna equilibrada. Nos tempos quentes, o calor externo não penetra no ambiente. No inverno, o ambiente interno também fica protegido contra o frio, conservando o calor que já existe internamente. Em palavras simples: no tempo quente, o calor de fora não entra; no tempo frio, o calor interno não sai.

Assim, podemos citar as seguintes vantagens em relação ao drywall:

  • a instalação rápida e limpa;
  • o material encontrado facilmente em lojas do ramo;
  • as instalações ocultas e protegidas;
  • o acabamento elegante;
  • o conforto térmico e acústico;
  • o ótimo custo-benefício.

Vimos, portanto, as principais particularidades dos forros de gesso e como eles podem contribuir para criar um ambiente interno mais agradável e eficiente. Podem ser obtidos em placas ou no modelo drywall, que promove isolamento térmico e acústico.

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