Seja para a sua residência ou para seu negócio, você pode utilizar caixas d’água que garantam a potabilidade, facilitem prática da boa inspeção e forneça o abastecimento ideal de água. Por isso, é importante estar atento aos tipos de caixa d’água, suas principais características e ver qual melhor se adéqua à obra.

Conheça a seguir quais são os tipos de caixa d’água, seus principais usos e vantagens!

A importância das caixas d’água

Com alguns transtornos hídricos que vem acontecendo em algumas regiões do Brasil, por isso a necessidade de escolher o tipo de caixa d’água ideal só vem crescendo a cada ano nos fornecedores de construção.

Para quem quer investir em qualidade, sempre é melhor conhecer o que o mercado e a indústria oferecem, não é verdade?

Hoje em dia, a tecnologia vem se superando em termos de qualidade e inovação. Os tipos de caixa d’água não ficam para trás. Encontramos caixas residenciais feitas de diversos materiais. E as opções são bem interessantes.

>> Leia também: Sustentabilidade na construção civil: Guia Completo sobre o assunto!

Os principais fabricantes de coberturas e caixas d’água foram obrigados a abandonar a fabricação de produtos que iam amianto, em razão da sua periculosidade. Com isso, novos materiais foram adotados como cimento reforçado de fios sintéticos (plástico reciclável), polipropileno, fibras, polietileno (plástico atóxico) etc.

Dê preferência aos tipos de caixa d’água que melhor se adéquam à sua realidade, pense como mais um item importante na sua construção.

Como selecionar o tipo de caixa d’água ideal

Um dos elementos essenciais que se deve considerar, primeiramente, é o tamanho da caixa d’água.

O cálculo é fácil: conte a quantidade de habitantes da residência multiplicando a sua despesa diária (por morador), (aproximadamente 150 litros), acrescentando três dias (contagem extra para estoque).

Por exemplo, uma casa que comporta quatro pessoas precisa utilizar uma caixa d’água que tenha capacidade para 1,8 mil litros, ou 4 x 150 x 3.

Como escolher o tipo de caixa d’água para ideal?

E quais são os tipos de caixa d’água ideais para seu projeto? De fibra de vidro, polietileno, aço inox? Na hora de escolher os tipos de caixa d’água, sempre faça antes um balanço entre a facilidade de manutenção e o custo final do produto. Confira os principais tipos de caixa d’água, bem como as suas principais características a seguir.

Polietileno

Trata-se do material mais usado na indústria para caixas d’água, isso por apresentarem peso leve e serem adaptáveis. Além disso, tem uma textura de material totalmente lisa, o que beneficia a sua higienização.

No entanto, o polietileno precisa de certa atenção durante o processo de instalação, como, por exemplo, no momento de acomodação, a área deve ser nivelada e na horizontal.

No mais, suas vantagens se estendem pela superfície de dentro, que por ser plaino, cria proteção contra aumento de impurezas. Tem ainda, tratamento UV, que permite que a estrutura não se deforme pelo calor externo. Ainda conta com as seguintes vantagens:

  • Resistência média.
  • Leveza e praticidade alta.
  • Limpeza alta.
  • Regulamentado via norma ABNT NBR 14799.

tipos de caixa d'agua

Aço inox

Entre os tipos de caixa d’água, ele é conhecido por sua resistência e barreira a qualquer espécie de choque ou repercussão, sendo por isso, que apresenta melhor conservação e durabilidade.

Tal como o polietileno, o aço inox possui a facilidade de higienização. Além disso, o material é favorável à conservação de temperaturas para o estado mais frio da água, por causa da condutividade ser menor. Possui ainda as seguintes vantagens:

  • Resistência alta.
  • Leveza e praticidade média.
  • Limpeza alta.
  • Regulamentado via norma ABNT NBR 14863.

>>> Leia também: Conheça agora 5 fatores que tornam um ambiente insalubre!

Poliéster reforçado com fibra de vidro

Esses tipos de caixa d’água são feitos a partir de placas modulares estruturadas no próprio local da construção. Geralmente servem para atender a grandes demandas como para projetos maiores.

Como a fibra de vidro é uma matéria-prima mais leve, pode ser delicada por não apresentar reação a impactos, portanto merece atenção.

Sua montagem é feita também sobre superfícies lisas, aplanadas e na horizontal. Costuma ter valores em vantagem em relação ao polietileno e da caixa de inox. Possui ainda as seguintes características:

  • Resistência média.
  • Leveza e praticidade alta.
  • Limpeza alta.
  • Regulamentado via norma ABNT NBR 8220.

Fibra de vidro

Mesmo com cuidados laboriosos, ainda assim é um dos materiais mais vendidos no país. Tem uma instalação fácil, protege bem contra os raios UV, o que expande a sua durabilidade. Além disso, possui as seguintes características:

  • Resistência média.
  • Leveza e praticidade alta.
  • Limpeza alta.

Manutenção de caixas d’água

Além da escolha do tipo ideal de caixa d’água, é muito importante realizar a manutenção periódica dela. Isso previne, entre outras coisas, a disseminação de doenças, tais como a dengue e outras. Mas lembre-se: as manutenções de higienização devem ser feitas, no mínimo, a cada seis meses.

Você deve garantir que as normas e cuidados sejam cumpridos, no sentido de se adequar ao armazenamento, sem perigo de contaminação.

Após analisar os tipos de caixa d’água ideais, a localização também deve ser estudada, por exemplo, se for ao nível inferior, apoiada em concreto armado ou outros materiais. De qualquer forma, o seu local deve ser de fácil acesso, para que possa ser feita a vistoria.

Vimos que todas elas apresentam muitos fatores que devem ser analisados antes da compra. Considere sempre os aspectos como o tipo de material, a qualidade da matéria-prima, o grau de durabilidade e, principalmente, o número de moradores que usarão o reservatório diariamente.  Resumindo, a aquisição irá depender do que ficou determinado no seu projeto.

Ter produtos de boa qualidade para armazenar água é um fator-chave para manter a saúde e prevenir muitas doenças. E você já pensou em quais tipos de caixa d’água você quer para seu projeto? Continue lendo nosso blog!

Comente agora opinando sobre estes tipos de caixa d’água que melhor se adequa à sua residência!

Os diferentes tipos de forro tem uma funções essenciais na estética dos projetos de engenharia e arquitetura, especialmente residenciais. Afinal, frequentemente, a aparência da laje ou do telhado não são muito agradáveis visualmente. Então, o acabamento e a harmonização com o estilo arquitetônico ficam por conta dessa cobertura que vai logo abaixo dessas estruturas para esconder os componentes industriais e imperfeições.

No entanto, frequentemente os projetos ignoram outras funcionalidades que podem ser acrescidas na estrutura dos tipos de forro, como a impermeabilização e o isolamento acústico. Com isso, perde-se uma oportunidade valiosa para atingir ainda mais satisfação do cliente ao otimizar a climatização e o conforto ambiental.

Por esse motivo, vamos explicar aqui todas as etapas imprescindíveis no planejamento do forro. Se você estiver lendo este post, pois é responsável pela execução de uma obra, siga as dicas com bastante atenção. Se estiver procurando uma empresa para realizar o serviço, certifique-se de que suas práticas estão em conformidade com os itens a seguir.

Ficou interessado? Acompanhe o nosso post!

Analisar o tipo e o status do projeto

Este passo ocorre quase que instintivamente. Afinal, dependendo das características do projeto, não é possível utilizar algumas vantagens que alguns tipos de forro trazem. Veja algumas situações que servem de exemplo:

  • quando o projeto é iniciado do zero, você poderá utilizar o forro como uma estratégia de evitar a passagem de parte da tubulação por dentro dos tijolos das lajes de alvenaria. A tubulação passará logo abaixo da laje de forma exposta, sendo posteriormente coberta pelo forro. Isso facilita bastante a vida do usuário da construção caso ele precise fazer alguma reforma no futuro;
  • se você pegou uma construção ainda em execução, analise quais etapas já foram concluídas e suas características para verificar quais características de cada um dos tipos de forro ainda podem ser aproveitadas e compatibilizadas. Exemplificando, pode acontecer de a tubulação já estar instalada, mas o projeto de isolamento térmico ainda não ter sido executado. Assim, você poderá compatibilizá-lo com a laje para que ambos sejam feitos na mesma oportunidade;
  • por sua vez, quando estamos pensando apenas em uma reforma, será preciso fazer uma análise estrutural. Todas as escolhas de tipos de forro deverão se compatibilizar com os materiais e técnicas utilizadas na laje original. Será preciso compreender o peso que ela suporta, por exemplo.

A partir dessa análise, explique as vantagens e desvantagens de cada escolha para cliente, deixando a escolha livre. Seu papel não deve ser forçar uma opção que acha melhor, mas apenas oferecer uma consultoria para auxiliá-lo na tomada de decisão. Em qualquer etapa de um projeto, isso garante a satisfação final. Não há nada pior do que um cliente falar: “eu não gostei disso, mas o arquiteto/engenheiro insistiu”.

Verificar os objetivos do cliente

Nesse papel de suporte à escolha, verifique com o cliente quais são os principais objetivos dele com o projeto. Eles podem variar bastante e, inclusive, sobrepor-se:

  • beleza;
  • conforto ambiental;
  • baixo custo;
  • facilidade de reformar e reestruturar;
  • manutenção simples e barata;
  • eficiência energética e sustentabilidade, entre tantos outros.

Obviamente, todos esses elementos devem estar presentes em algum nível. O objetivo do cliente será apenas o foco na hora de tomar decisões quando for preciso sacrificar parcialmente algum ponto.

Elaborar e apresentar o projeto

Assim como qualquer projeto, o forro deverá ser apresentado de forma atrativa para o cliente com renderizações, utilização de materiais de excelência e descrições sobre o que se buscou atingir com cada um dos principais elementos.

A partir disso, é o momento de mostrar o projeto para o cliente e tirar todas as suas dúvidas. Caso ele demande alguma modificação, você deve fazê-la rapidamente até que sinta que ele está 100% confortável com tudo.

Funções do forro

Melhoria a estética do ambiente

Há determinados tipos de laje e de detalhes que apresentam um acabamento estético que pode não agradar os clientes. Um exemplo é a laje nervurada, cujos vãos ficam expostos, além de poderem acumular animais e sujidades que incomodam os usuários do ambiente. Mesmo as lajes bem rebocadas também podem incomodar alguns clientes mais exigentes, que demandam um acabamento diferenciado.

Harmonização da linguagem arquitetônica

O grande segredo de um projeto autoral bem-sucedido é a sua capacidade de reproduzir em todos os elementos a linguagem desejada. O forro faz parte disso e não pode deixar de ser visto como uma forma de proporcionar aquela sensação de sublime quando o cliente entra no ambiente.

Desse modo, veja como cada opção vai se compatibilizar com cada estilo:

  • em projetos rústicos ou comfy, o ideal é escolher materiais mais brutos com pouca ação do homem nos processos de industrialização. Esse é o caso da madeira, do bambu e, até mesmo, do concreto cru;
  • nos minimalistas, os forros de gesso podem oferecer entalhes geométricos que dão maior riqueza ao visual do ambiente sem proporcionar aquela sensação de exagero. Eles podem, inclusive, servir como suporte para a criação de uma iluminação diferenciada. O forro de cimento aparente também é uma boa pedida;
  • nos sustentáveis, os forros poderão ser feitos de materiais reciclados ou recicláveis, além de trazer um maior isolamento térmico para evitar o uso de ar-condicionado;
  • nos industriais, os tipos de forro de concreto ou de PVC na paleta de cor do cinza podem trazer uma mensagem crua.

Diminuição do volume do ambiente

No caso de construções sem laje e com telhados triangulares ou redondos, todo o espaço entre o plano de término das paredes e o ápice da estrutura se torna um espaço morto. O seu cliente não vai conseguir utilizá-lo para praticamente nada. Então, mais barata que montar toda uma laje, uma excelente opção é instalar alguma opção entre os tipos de forro disponíveis no mercado.

Com isso, pode-se reduzir o volume do ambiente caso essa seja uma demanda do seu cliente com um baixo custo. Ademais, você poderá aproveitar a ocasião para aproveitar a instalação a fim de conquistar outros objetivos, como:

  • aplicar uma camada de impermeabilizante;
  • instalar isolantes térmicos para melhorar o conforto ambiental;
  • otimizar a acústica da construção para isolar o barulho da rua.

Enriquecimento da iluminação

Os forros podem ser o suporte para a instalação de spots de luzes difusas ou direcionadas a fim de criar efeitos de iluminação em camadas. Nesse caso, o gesso é uma excelente opção, visto que é leve, bonito e barato. Também é muito fácil de manusear e moldar para criação de lacunas em formatos diferenciados.

Promoção da circulação cruzada

Os forros também podem ser pensados para melhorar a circulação cruzada de ar dentro de um ambiente. Eles poderão conter aberturas e vãos que distribuem o ar para melhorar o conforto térmico de um ambiente.

Suporte para esconder instalações

Outra função, utilizada frequentemente nas construções de finalidade comercial ou industrial, é a utilização de forros para esconder instalações elétricas e hidráulicas. Esses locais geralmente precisam de bastante versatilidade na distribuição de divisões internas. Por isso, em vez de usar paredes de alvenaria, são empregados drywalls e divisórias.

Desse modo, a tubulação não pode correr dentro das paredes. Por esse motivo, ficarão entre os tipos de forro e o teto. Assim, a cada reformulação do espaço, será muito mais simples modificar o caminho das tubulações sem danificá-las.

Melhoria da acústica do ambiente

Alguns dos tipos de forro disponíveis no mercado, podem trazer uma acústica muito mais eficiente para o ambiente em diversos sentidos:

  • nas construções com pé-direito alto e telhados expostos altos, evita o efeito de eco;
  • ameniza a reverberação de sons provocados pelo impacto de objetos no telhado;
  • corta grande parte dos sons vindos da rua, entre outros benefícios.

Além disso, essas vantagens poderão ser complementadas com a compatibilização com o projeto de conforto termoacústico, como explicamos.

Melhoria do conforto ambiental

Caso você escolha um isolante térmico versátil, ele mesmo poderá se tornar o forro da mesma forma que são utilizados os compensados de madeira, o isopor e as placas de PVC. Por exemplo, o isolante 3TC pode vir na apresentação de placas pré-fabricadas pintáveis, quais são encaixadas em suportes metálicos.

Mesmo que você não utilize o próprio isolante como forro, ele poderá complementá-lo ao atuar como subcobertura. Utilize-o para preencher o espaço vazio entre o teto e o forro para conquistar uma construção mais confortável termicamente.

 

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Tipos de forro e suas características

Gesso

Certamente, essa é a cobertura mais popular nos projetos residenciais, sendo também muito frequentes nos comerciais. O material poderá ser trabalhado de diversas formas e é justamente essa versatilidade sua principal vantagem. O gesso pode:

  • ser moldado em placas para ser instalado por meio do encaixe em suportes metálicos;
  • vir pré-moldado de acordo com a forma e as dimensões requisitadas pelo cliente;
  • ser agregado a tramas de fibra de vidro ou de metal para a criação de placas grandes, que são penduradas na laje ou no telhado, entre outras opções de instalação.

As vantagens do forro de gesso, além das que citamos são:

  • é um material muito fácil de encontrar e há diversos fornecedores do serviço completo desde a criação da peça até a instalação;
  • apresenta um custo-benefício interessantíssimo sem abrir mão do acabamento estético;
  • a instalação é feita com pouca sujeira;
  • a manutenção é fácil mesmo quando é necessário quebrar algum trecho para reformas;
  • melhora o isolamento termoacústico ainda mais quando é acoplado com mantas acústicas e placas de isolantes eficientes.

No entanto, nenhum material é isento de desvantagens, e as do gesso são:

  • susceptível à umidade, o que pode ser corrigido com a utilização de uma subcobertura impermeável, a qual pode ser um isolante termoacústico impermeável;
  • acumula poeira com mais facilidade;
  • é mecanicamente menos resistente do que outras opções.

Madeira

A madeira pode vir nas apresentações:

  • compensados de baixa qualidade são restos de fibras de madeira, que são então prensados até formar uma estrutura sólida e relativamente resistente. São as opções mais baratas, apesar de esteticamente prejudicados. Serão instalados em armaduras metálicas, possivelmente em projetos comerciais e industriais;
  • MDF e MDP, também são feitos com madeira compensada, mas com qualidade superior. Recebem uma camada de estampa para simular outros tipos de madeira;
  • de demolição — outra opção cada vez mais comum é utilizar restos de demolição de madeiras maciças de qualidade baixa a intermediária;
  • nobres e de lei — são as madeiras maciças mais caras, mas extremamente bonitas. Darão a aparência de luxo e poder ao ambiente.

A instalação dos forros de madeira é relativamente simples, bastando que as peças sejam pregadas uma nas outras com o auxílio de suportes estruturais.

As vantagens da madeira variam conforme o tipo utilizado. Por exemplo, utilizar os compensados e o MDP não trarão o acabamento estético e o isolamento termoacústico ideal. Por esse motivo, será preciso reforçá-los com isolantes autônomos.

No entanto, de forma geral, seus benefícios também são:

  • simples de instalar, remover e substituir;
  • fáceis de pintar com uma tinta adequada;
  • impermeáveis quando recebem o tratamento correto.

Por sua vez, as desvantagens são a necessidade de manutenção periódico, especialmente no caso das madeiras naturais. Além disso, podem se tornar combustível para chamas.

Bambu

O uso do bambu já foi muito comum nas construções tradicionais da China e no Japão. No entanto, com a popularização dos estilos minimalistas orientais e do comfy, os forros fabricados com ele vem sendo trazidos como uma novidade sofisticada. Eles podem ser utilizados tanto nos ambientes internos quanto externos.

Sua principal vantagem é justamente a exclusividade de poucas pessoas o utilizarem, além de remeter à natureza e criar um ambiente aconchegante. Além disso, é relativamente barato. Todavia, a trama de bambu permite a passagem de luz, som e umidade. Então, nos ambientes internos, é importante instalar um isolante termoacústico eficiente, que seja também impermeável e pintado de cores semelhantes ao bambu para não prejudicar a beleza do forro.

PVC

O PVC é outro material muito popular para forro, equiparando talvez ao gesso e aos compensados de madeira. São muito demandados por um importante motivo: o custo total do investimento. Apesar de o material em si ser mais caro do que o gesso, não há necessidade praticamente nenhuma de manutenção e, nos negócios, não é preciso parar as operações até que a instalação seja concluída.

As peças são muito mais econômicas do que a maioria das opções, a instalação não demanda muitos materiais nem mão de obra especializada, a resistência mecânica e a impermeabilidade são razoáveis e a substituição, muito simples. Também, não sofrem com deterioração causada por ataques de insetos e fungos.

No entanto, não são considerados esteticamente atraentes e passam uma mensagem de pouca sofisticação. Então, são ideais quando o foco da estratégia de forramento é apenas a funcionalidade aliada ao baixo custo.

Ademais, não apresentam uma boa capacidade de isolar sons e bloquear a transmissão de calor. Então, para criar um ambiente mais eficiente nesses pontos, deverão ser complementados por isolantes.

Placas de isolante térmico

Uma alternativa é a utilização de placas de isolantes térmicos em vez de utilizar os materiais acima. Isso apresenta a vantagem de, em uma única ação, você lidar com dois problemas de uma construção: a falta de forramento e o desconforto térmico.

Hoje em dia, há dezenas de isolantes no mercado, cada qual com suas vantagens e desvantagens. Vamos falar das principais a seguir:

  • lã de vidro — material fibroso feito a partir da submissão da sílica a altos gradientes de pressão e temperatura. Tem boa eficiência no isolamento termoacústico, mas não apresenta os benefícios de impermeabilidade e bloqueio de todas as formas de transmissão de calor;
  • lã de rocha — fabricado da mesma forma que a anterior, mas utilizando como matéria-prima as rochas adiabáticas. Conta com características bem semelhantes;
  • isopor — sem uma proteção devida, apesar de extremamente eficiente e versátil, é um material frágil;
  • 3TC — constitui-se de um núcleo de poliestireno expandido coberto por duas lâminas de polímeros refletores. Além de bloquear com alta eficiência todas as formas de transmissão de calor, tem vantagens adicionais em relação à impermeabilidade, proteção contra o fogo, entre outros.

Aplicação do forro

A aplicação do forro depende bastante do tipo do material e dos métodos empregados pelo fornecedor. Em geral, as seguintes técnicas podem ser empregadas

Instalação modular

Em vez de aplicar peças inteiras para o forramento, elas são divididas em fragmentos menores, os quais serão encaixados no local. A aplicação pode ocorrer de diversas formas dentro dessa técnica:

  • cada módulo pode ser amarrado ou colado ao teto, à laje ou à subcobertura;
  • uma armação metálica pode ser pregada nas paredes e as placas de forro encaixadas na estrutura;
  • estruturas de instalação podem ser embutidas nas paredes, sendo o encaixe entre os módulos feito sob a pressão de uma peça na outra.

Instalação tradicional

Aqui, o forro pode ser construído in loco ou haver a instalação de uma peça inteiriça. Assim como no caso anterior, esta metodologia de instalação poderá ser aplicada de diversas formas de acordo com as necessidades do material escolhido para o forro, como

  • uma das técnicas mais comuns é a amarração, em que a peça do forro é amarrada a fios instalados na cobertura da construção. Isso é muito utilizado nas aplicações de grandes peças de gesso;
  • a colagem consiste na aplicação de uma substância adesiva capaz de se fixar tanto no material da construção quanto no forro. É mais comum quando as peças apresentam um peso mais leve, o que reduz a pressão da gravidade sobre a cola;
  • pregagem, em que as peças são instaladas com pregos em vigas ou diretamente no teto, ou telhado;
  • encaixe nos casos em que a superfície superior das paredes fiquem expostas e elas puderem suportar peso do forro. Então, as peças podem ser amarradas ou pregadas para evitar a movimentação.

Escolha o tipo de forro ideal

O forro deve ser sempre escolhido de acordo com os objetivos funcionais e estéticos do projeto. Então, não caia em armadilhas de que um mesmo material poderá ser empregado em toda e qualquer construção.

Por exemplo, vamos falar do 3TC que é um insumo que temos bastante propriedade para falar. Nem sempre ele poderá ser usado como forro. Caso o estilo do projeto exija materiais mais específicos, como o bambu e a madeira, ele poderá ser usado como subcobertura para complementar a eficiência termoacústica do forro, mas não vai substituí-lo.

No entanto, nas situações de forros modulares com armação metálica, acreditamos que é a melhor opção, pois se solucionam diversos problemas em um único investimento. Portanto, em qualquer caso, sempre avalie as prioridades do projeto e planeje um forramento que atinja de forma estratégica a maior parte delas.

Consequências de não ter forro

Prejuízo estético

Frequentemente, o reboco da cobertura não é suficiente para dar um acabamento estético de excelência. Então, para conquistar a excelência, é importantíssimo forrá-lo com um material bonito e harmonizado com toda a linguagem arquitetônica dos demais elementos.

Menor eficiência termoacústica da construção

Em muitas construções, o material utilizado no telhado ou na laje não apresenta uma boa capacidade de proteger as estruturas da incidência de calor. Esse é o caso das telhas metálicas, de fibrocimento ou de polímeros plásticos. Mesmos em situações em que as peças protegem razoavelmente, como os tijolos e o concreto, um forro isolante eficiente pode complementar ainda mais essa característica e trazer uma construção altamente confortável.

Acúmulo de animais e sujidades

O espaço entre o telhado e o plano superior das paredes é muito difícil de limpar. Portanto, pode acumular diversos tipos de detritos, além de hospedar insetos e parasitas. Tudo isso traz bastante transtorno para os usuários da construção.

Maior vulnerabilidade à umidade

Quando se tem um forro para proteger o ambiente interno, há uma barreira importante contra a umidade que chega do telhado. Isso ajuda a proteger tanto contra os danos dos vapores de água (os quais também comprometem a eficiência térmica) quanto pela ação das colunas de água durante as chuvas.

Portanto, agora que você sabe que há diferentes tipos de forro, estará preparado para escolher o melhor para o seu projeto ou de um cliente. Analise as vantagens e desvantagens de cada um deles para que os objetivos finais da estratégia sejam conquistados para a total satisfação de todos os usuários da construção. Em todos os casos, não deixe de pensar no conforto termoacústico que a opção certa entre os tipos de forro disponíveis, pode proporcionar.

Então, você já tem um forro na sua construção? Se sim, está pensando em substituir? Comente aqui com a gente como nossas dicas o ajudaram!

Os ambientes fechados são vulneráveis a diferentes tipos de poluição. É importante conhecer quais são os principais deles e como evitá-los. Geralmente, são os mesmos tipos de poluição que também afetam os espaços abertos, como a visual, a atmosférica (do ar) e a sonora.

O Brasil, por ser um país tropical, tem épocas ensolaradas e outras chuvosas. Outra característica é a intensa umidade relativa do ar.

Ambientes fechados com muita umidade não são saudáveis, nem para a equipe, nem para a construção. Esse também é um tipo de poluição do ar muito comum em residências e em empresas. Neste artigo, vamos detalhar melhor esse assunto e mostrar como diminuir a umidade em ambientes fechados. Confira a seguir!

Os problemas causados pela umidade em ambientes fechados

Nos meses mais frios, a retenção da umidade é mais comum porque a temperatura cai e, em ambientes fechados, com pouca ou nenhuma ventilação, a umidade começa a causar problemas nas paredes e piso dos cômodos de uma edificação.

A umidade excessiva pode gerar sérias complicações à saúde, pois promove a proliferação de bactérias e de outros microrganismos nocivos. Umidade a 65% já favorece o desenvolvimento de algumas bactérias. Se ela alcança 80%, a quantidade de bactérias pode se multiplicar, alcançando 40 vezes mais!

Em geral, o recomendado é que a umidade relativa do ar permaneça em torno de 60%. Acima disso, começam a aparecer os efeitos, como odor intenso de “coisa velha”, mofo nas paredes e móveis, sintomas em pessoas idosas, crianças e demais pessoas que sofrem com algum problema de saúde, especialmente os respiratórios (asma, por exemplo).

Os motivos que provocam a umidade em ambientes fechados

É importante conhecer as formas de captura de umidade em ambientes fechados para compreender melhor alguns mecanismos de prevenção e combate ao problema. Existem 4 formas de captura, que vamos detalhar a seguir.

A umidade por intemperismo

Nesse caso, a umidade resulta da infiltração da água pluvial em rachaduras ou fissuras nas paredes ou outra estrutura.

Também pode ser resultado de projetos de escoamento mal definidos nas coberturas e nos telhados.

A umidade por infiltração

Aqui, estamos falando da umidade originada do solo e do lençol freático e que afeta as paredes. Essa forma de captura acontece com mais frequência em adegas, subsolos, porões e outros ambientes situados abaixo do nível do solo.

A umidade por capilaridade

A capilaridade é uma propriedade física característica dos fluidos. Refere-se à capacidade deles de subir ou descer em passagens tubulares (na forma de tubos) muito finas.

Como as vigas e as paredes são porosas, elas apresentam milhares dessas passagens em sua estrutura interna. Quando vigas e paredes se encontram em contato direto com o solo, a umidade pode penetrar nelas por meio do fenômeno da capilaridade.

A umidade por condensação

Essa forma de captura é resultado do vapor que emana de certos lugares, como banheiro e cozinha. Esse vapor invade os cômodos e fica impregnado nas superfícies, causando machas nas paredes e tetos, deixando-os com coloração mais escura.

As maneiras de evitar e remover a umidade em ambientes fechados

Existem formas efetivas de retirar a umidade em ambientes fechados. Conheça quatro delas logo mais.

A ventilação e a luz solar

Uma boa solução, que deve ser previamente definida, é a concepção detalhada do projeto, considerando pontos como a entrada da luz do sol no espaço interno e o acesso à ventilação natural.

É importante analisar o posicionamento certo das janelas, de modo que seja fácil a captação da luz solar. Com boa ventilação e calor, é possível evitar o excesso de umidade.

Os materiais impermeabilizantes

Uma técnica muito comum para reduzir e evitar a umidade em ambientes fechados é aplicar materiais impermeabilizantes na estrutura. Um deles é a argamassa impermeabilizante, que resolve problemas causados por capilaridade e infiltração.

A argamassa deve penetrar na parede. Por isso, caso a umidade já esteja presente, será preciso remover o revestimento na área úmida e colocar o produto na alvenaria, seja interna ou externamente.

Outro material é a tinta impermeabilizante. Trata-se de uma solução acessível, econômica e destinada à prevenção e à solução de problemas de umidade causada por intemperismo, ou seja, quando a água da chuva penetra pelas fissuras em coberturas e fachadas.

Uma tinta impermeabilizante consegue bloquear a entrada da umidade na área coberta. Geralmente, é um produto que custa mais que a tinta premium, sendo até 4 vezes mais caro. Mas o custo-benefício compensa, porque resolve problemas de umidade sem a necessidade de derrubar paredes ou de outras intervenções mais sérias.

O desumidificador de ar

Uma solução mais definitiva é o desumidificador de ar. É um eletrodoméstico que atua como um filtro. Sua função é exatamente a oposta da função de um umidificador. O desumidificador puxa o ar úmido, remove a água desse ar e o devolve ao ambiente já desprovido de umidade. Isso permite controlar os níveis de umidade de forma constante.

É uma boa opção para os ambientes fechados, dispensando até a necessidade de abrir janelas. Outra vantagem é que o aparelho portátil não faz ruídos e pode ser levado para qualquer local com facilidade. Há diferentes modelos que atendem a necessidades diversas.

As plantas que reduzem a umidade em ambientes fechados

A NASA confirmou, em 1989, que algumas plantas podem absorver a umidade e deixar o ar purificado. Além de promover um ambiente mais saudável, elas integram o espaço corporativo à natureza e servem como elementos decorativos. Algumas dessas plantas são:

  • lírio da paz: desenvolve-se bem em espaços fechados e com pouca iluminação, onde faz a absorção da umidade do ar para garantir seu crescimento;
  • samambaia de Boston: ela não requer poda constante e pode ser pendurada em qualquer ponto. Quando absorve a umidade, ela ainda remove benzeno, xileno e outras impurezas;
  • clorofito: tem folhas longas e curvas e pode retirar até 90% das impurezas do ar;
  • hera: tem folhas pequenas e, preferencialmente, deve ficar pendurada na parede. Ela reduz a umidade em forma de vapor no ar e ainda absorve mofo, matéria fecal de animais domésticos e microrganismos;
  • palmeiras: podem ser pequenas, médias ou grandes, crescem em espaços úmidos e absorvem poluentes em ambientes fechados.

É fundamental ter cuidado com a umidade em ambientes fechados para evitar o desenvolvimento de problemas alérgicos e problemas à própria edificação. Além disso, o mofo e o bolor causam mau cheiro e comprometem a estética do lugar.

Percebeu que existem diferentes soluções para o problema da umidade? Continue aqui no blog e confira agora como é possível melhorar a qualidade do ar!

Independentemente do porte de uma obra, a busca por melhores técnicas de engenharia sempre será essencial para a garantia de construções mais econômicas e eficientes. Nesse sentido, um ótimo exemplo de recurso técnico que vem sendo cada vez mais utilizado por quem busca vantagens em vários aspectos é a aplicação de mantas térmicas de subcobertura para telhados.

Podendo ser muito bem aplicada em basicamente qualquer ocasião, engana-se quem acha que a instalação de uma manta térmica se restringe aos prédios e edifícios comerciais. Isso porque mesmo se tratando apenas de uma pequena reforma residencial, esse artifício, quando bem planejado, pode representar ganhos enormes, tanto no quesito financeiro quanto no ergonômico.

Afinal, você já sabe como funciona e para que serve uma manta térmica de subcobertura para telhados?

Funcionalidades da manta térmica de subcobertura

Como o próprio nome já sugere, uma das principais funções desse material é a de fornecer um satisfatório conforto térmico a partir das suas características de irradiação térmica. Outra função que ganha destaque é a capacidade que a manta térmica tem de aumentar a impermeabilização do telhado, reduzindo assim drasticamente as chances de ocorrer vazamentos e infiltrações decorrentes de chuvas.

Além disso tudo, vale lembrar que a manta térmica de subcobertura, quando bem instalada, é capaz de entregar bons níveis de isolamento acústico, o que proporciona ambientes mais agradáveis em questões sonoras.

Material de fabricação

Acerca do material de fabricação dessas mantas, é comum encontrá-las em polímeros refletivos e poliestireno expandido, ambos com excelentes características de reflexividade e baixos índices de emissão de radiação térmica.

Tipos de manta térmica

Atualmente, há vários tipos de manta térmica disponíveis no mercado. As principais são:

  • uma face de alumínio: com moderadas características térmicas, são mais aplicadas por quem deseja minimizar problemas com infiltrações;
  • duas faces de alumínio: além de minimizar infiltrações, apresentam melhores condições de isolamento térmico;
  • duas faces de alumínio e fibra de vidro: alinham boa capacidade de impermeabilização e isolamento térmico com durabilidade estendida;
  • duas faces de alumínio, fibra de vidro mais plástico bolha: apresentam vantagens em todos os aspectos acima, sobretudo no isolamento acústico.

Vantagens de utilizar uma manta térmica de subcobertura

Mesmo sendo um recurso de engenharia que entrega boa resistência mecânica e excelentes vantagens ergonômicas, a manta térmica de subcobertura precisa ser instalada de forma correta para que suas funcionalidades sejam garantidas.

Desse modo, quando bem aplicada, essa subcobertura no telhado representa as vantagens que citaremos a seguir.

Economia financeira

Uma vez que essa subcobertura proporciona ambientes mais agradáveis termicamente, menos recursos serão gastos com ar-condicionado, ventiladores e climatizadores em geral, o que pode reduzir consideravelmente a conta de luz ao final do mês.

Outro fator econômico vantajoso é que a subcobertura também reduz a frequência de manutenção da estrutura dos telhados, já que ela ajuda a manter o ambiente menos úmido e propício ao aparecimento de fungos.

Importância em reduzir gastos

Seja qual for a finalidade da obra ou reforma, priorizar técnicas de construção e materiais que implicam em economia financeira (e que ainda tem qualidade) é essencial, principalmente quando estamos falando de colher frutos a médio e longo prazo.

Instalação prática

Se a armação que sustenta o telhado estiver em boas condições estruturais, a instalação da manta térmica de subcobertura provavelmente não encontrará dificuldades. Contudo, é imprescindível que essa instalação seja realizada por uma equipe especializada no assunto, que conseguirá colocar a manta térmica em qualquer tipo de telhado e inclinação.

Importância da instalação ser prática

Por se tratar de uma instalação prática e classificada de certa forma como simples de executar, esse processo não requer muito tempo para ser finalizado, o que permite à equipe de trabalho concentrar seus esforços em tarefas mais complexas, e que de fato precisam de mais tempo.

Garantia de conforto acústico de uma subcobertura

Como mencionamos acima, assegurar um bom conforto acústico é uma das funcionalidades desse tipo de subcobertura. Isso só é possível porque a manta térmica funciona como uma espécie de barreira física, dificultando assim a difração (capacidade que as ondas têm de contornar obstáculos) das ondas sonoras.

Importância do conforto acústico

Seja em um ambiente de trabalho, seja na residência, permanecer em ambientes que apresentam poluição sonora pode causar irritabilidade e prejuízos para a audição. Por isso, uma vez que é possível assegurar o conforto acústico por meio da instalação de um simples material, não há motivos para dispensá-lo.

Contenção de vazamentos

Em períodos de chuva, é comum notarmos nos telhados pontos de infiltração e vazamentos, os quais, quando não reparados, geram fungos e podem comprometer por completo toda uma estrutura. Nesse sentido, uma vez instalada de forma correta, a manta térmica de subcobertura impede a passagem de água (que muitas vezes é ocasionada devido às telhas mal colocadas) e faz com que a umidade local seja reduzida drasticamente.

Importância de manter a impermeabilização

A elevada umidade e infiltração são extremamente prejudiciais para qualquer tipo de construção e, tratando-se ainda de estruturas que contém madeira, esse processo de desgaste é mais severo e comprometedor.

Utilização de materiais sustentáveis

Uma vez que essa prática possibilita menos gastos com energia elétrica, há benefícios para o meio ambiente, visto que menos recursos para a geração de energia são requeridos. Além disso, vale lembrar que a manta é constituída por um material reciclável, o que é muito importante para a sustentabilidade do planeta.

Importância em utilizar recursos sustentáveis

Felizmente, nos últimos anos, o debate na sociedade acerca da importância da preservação do meio ambiente ganhou cada vez mais espaço. Com isso, tratando-se especificamente de uma obra ou reforma, é relevante priorizar materiais e técnicas que promovam a sustentabilidade e que não gerem impactos ambientais.

Portanto, agora que você já sabe o que é uma manta térmica de subcobertura para telhado, bem como a importância de garantir a sua instalação de forma correta, fica mais simples perceber o quão vantajosa essa aplicação é. Vale lembrar ainda que, além de benefícios financeiros, essa manta é capaz de proporcionar excelentes ganhos ergonômicos para um ambiente, como clima agradável e conforto acústico.

Está procurando por uma manta térmica? Entre em contato com a 3TC e conheça todas as vantagens em engenharia que podemos lhe oferecer!

O isolamento térmico para ar-condicionado é imprescindível para aproveitar o máximo da eficiência desses aparelhos. Sem essa solução, não há um aproveitamento completo de toda a potência do aparelho ou o efetivo controle da temperatura do ambiente.

Muitas vezes, por não contar com essa opção, é necessária a realização de diversos ajustes (deixando o equipamento em sua máxima potência, por exemplo). Tudo isso custa bastante, além de não ser muito sustentável para o meio ambiente.

O isolamento, por sua vez, é uma medida duradoura, simples e extremamente eficiente. Pensando no tema, preparamos este guia, com informações completas e relevantes sobre o tema. Continue a leitura para entender um pouco mais:

O que é isolamento térmico para ar condicionado?

Essa modalidade de isolamento tem como objetivo melhorar a vedação das estruturas do ar-condicionado, e evitar as trocas de calor nos trajetos dos ductos de ar. Com isso, é possível garantir que o máximo da potência nominal seja efetivamente entregue aos usuários.

Vedação das estruturas

Para a instalação de dutos e dos próprios aparelhos de ar-condicionado nas construções é necessário fazer aberturas nas paredes. Usualmente, elas não apresentam a vedação necessária para a entrega de uma eficiência otimizada.

Assim, é importante instalar materiais capazes de evitar a entrada e a saída de ar, pois essas trocas provocam o aquecimento do ambiente e fazem com que o motor dos equipamentos tenha de funcionar mais para manter a temperatura desejada pelo usuário.

O ideal é utilizar isolantes feitos com materiais flexíveis, impermeáveis e não porosos para essa tarefa. Assim, atinge-se a máxima vedação e bloqueio das trocas de calor.

Isolamento térmico dos aparelhos e dos dutos

Há vários fatores intrínsecos ao próprio mecanismo de funcionamento do ar-condicionado e do transporte do ar-refrigerado que podem impedir a entrega da máxima eficiência. As trocas de calor ocorrem constantemente entre os tubos que transportam o ar-refrigerado.

Assim, antes que cheguem ao destino final, podem ser aquecidos pelas estruturas e equipamentos do próprio edifício. Outro ponto importante é que o próprio aparelho produz bastante calor devido ao funcionamento dos motores. Para que ele não seja conduzido para as paredes da construção, é preciso fazer um bom isolamento.

Além disso, a irradiação do sol sobre os dutos e o próprio aparelho faz com que o trabalho do motor para o resfriamento do ar seja maior, dissipando parte da potência.

Isolamento térmico da construção

No entanto, uma medida importantíssima para quem deseja economizar com o projeto de ar-condicionado é instalar o isolamento térmico em todo o ambiente. Com um isolante eficiente, capaz de atuar sobre todos os processos de transmissão de calor, é possível conquistar temperaturas agradáveis mesmo sem o uso da ar-condicionado.

A redução dessas trocas com o ambiente externo permite uma maior estabilidade da temperatura interior, deixando-a muito mais amena. Isso vale tanto para quanto o clima lá fora estiver frio ou quente. Isso também tem um efeito sobre o trabalho dos equipamentos de resfriamento quando estão ligados. Afinal, ele é proporcionalmente maior a uma temperatura interna mais elevada.

Como funciona a transmissão de calor em um edifício?

Para compreender o papel do isolamento térmico para ar-condicionado é importante entender quais são os processos de transmissão de calor para uma construção. Eles são três e compreendê-los permite uma escolha mais consciente a respeito dos materiais e das técnicas utilizadas no projeto.

Condução

Ocorre quando dois corpos estão em contato físico um com o outro. O mais quente transfere energia ao mais frio, em uma tentativa de alcançar o equilíbrio térmico. Ele ocorre quando ambos os corpos atingem a mesma temperatura.

Ela é responsável por cerca de 10% do aquecimento de uma estrutura. A maioria dos isolantes térmicos agem apenas sobre a condução e, por isso, não apresentam uma eficiência interessante.

Irradiação

Ela acontece à distância, prescindindo do contato entre os dois corpos. Acontece por causa da emissão de energia calorífica (radiação infravermelha), a qual incide sobre um corpo e promove a agitação das partículas.

Mesmo não sendo tão intuitiva, ela influencia muito mais no aquecimento das estruturas. Por volta de 90% do calor é transferido por essa forma. No entanto, poucos isolantes buscam controlá-la.

Convecção

Ela existe devido ao movimento das massas de ar dentro e fora dos edifícios, o que influencia bastante na eficiência dos ares-condicionados. O ar mais frio é mais denso do que o ar mais quente. Em um mesmo ambiente, a diferença de temperatura de massas de ar ocorre naturalmente.

Os dutos e aparelhos são justamente instalados no alto da parede para permitir que o ar frio seja direcionado para o piso, onde as pessoas estão, enquanto o ar quente se move para o teto e é retirado pelo sistema de exaustão do edifício ou do próprio equipamento. Assim, há uma maior renovação do ar ambiente.

Quais são os materiais utilizados?

Os isolantes térmicos tradicionais não são capazes de atuar sobre os três processos de transmissão de energia calorífica. Normalmente, agem apenas sobre um dos seguintes fatores isoladamente:

Espumas

A espuma, por muitos anos, foi o material mais popular para o isolamento térmico da superfície. É comum que muitas pessoas associem o isolamento apenas a elas. No entanto, suas desvantagens afastaram muitas pessoas:

  • fragilidade — elas se deterioram facilmente com o estresse mecânico e químico, além de apresentarem mofo com mais facilidade;
  • segurança — há materiais, como o poliuretano, que produzem gases tóxicos quando inflamados;
  • manutenção — necessitam de uma maior frequência de trocas em comparação aos materiais mais modernos.

Foils

Os foils são folhas metálicas bem finas com o objetivo de refletir parte da radiação infravermelha de volta para o ambiente externo. Portanto, atuam apenas para o controle da irradiação, sem ação sobre a condução e a convecção. Por esse motivo, os locais de aplicação são bem limitados àqueles com uma exposição solar maior.

Além disso, são bem frágeis ao estresse mecânico, não se adaptam bem aos ambientes internos e não melhoram a vedação das estruturas. Este último ponto é essencial para os ares-condicionados.

Lã de rocha

Esse material é produzido pela fusão de pedras vulcânicas a altas temperaturas, sendo, então, submetidas a gradientes de pressão elevados. Como resultado, forma-se fios que podem ser estruturados na forma de lã.

Apesar de realmente serem bem eficientes no isolamento da condução, esse processo representa apenas 10% da transmissão de calor para as superfícies. Ademais, possuem desvantagens, como: permeabilidade, estética ruim e instalação difícil.

Lã de vidro

Ela é muito semelhante à lã de rocha, porém utiliza a sílica como matéria-prima. Também é utilizada para produção do vidro, o que trouxe o seu nome para que fosse mais facilmente identificável pelo consumidor. Apesar de mais barata, ainda apresenta as desvantagens importantes da lã de rocha.

Lã de PET

As lãs de PET são fabricadas com um polímero plástico, geralmente reciclado. Por isso, atraem muitas pessoas interessadas em sustentabilidade. No entanto, é preciso pensar de uma forma global. Como o material age apenas no controle da condução, como as demais lãs, não apresenta a eficiência máxima de isolamento. Portanto, não reduz tanto o consumo de energia elétrica pelos aparelhos de ar-condicionado.

Consequentemente, ao optar por ela, a pressão do consumo energético da sua estrutura de climatização sobre o meio ambiente ainda será significativa. Isso pode inibir os benefícios trazidos pela reciclagem.

3TC

Diferentemente dos isolantes térmicos anteriores, a 3TC foi produzida com a tecnologia de ponta da engenharia dos materiais. Por quê? Ela foi criada pela Agência Nacional da Aeronáutica e Espaço dos Estados Unidos da América, a famosa NASA, para proteger os astronautas durante as viagens especiais. É empregada tanto nos trajes quanto na proteção das estações.

Isso é necessário, pois a temperatura fora da Terra sofre variações intensas: pode ir de 50º celsius negativos durante a noite, enquanto ultrapassa 60º celsius nos momentos de máxima exposição solar. Desse modo, o isolante precisaria apresentar características suficientes para manter a temperatura corporal estável e o conforto.

Para isso, os engenheiros da NASA criam um material com as seguintes propriedades:

  • duas lâminas de polímero refletivos, que eram capazes de refletir mais de 97% da radiação infravermelho que incide sobre uma superfície;
  • um núcleo de poliestireno estendido, que é um isolante térmico com baixa condutância de calor, bloqueando grande parte da condução térmica;
  • essas três estruturas são colocadas em “sanduíche”, com as duas lâminas cobrindo todo EPS. Dessa forma, a estrutura apresenta capacidade de impermeabilização máxima e atua sobre a convecção. Tudo isso também potencializa o controle dos dois processos.

A 3TC utilizada no Brasil traz a mesma tecnologia da NASA e se torna o melhor isolamento disponível no mercado.

Como funciona o isolamento térmico para ar-condicionado?

Bloqueio da condução

Como vimos, o 3TC é o único isolante capaz de atuar sobre os três processos de condução calorífica e otimizar o isolamento térmico em todas as frentes.

No caso dos dutos de ar, o núcleo de poliestireno estendido do 3TC é um dos materiais mais eficientes para o bloqueio da condução. Seu material apresenta baixíssima condutância térmica, o que significa que ele é capaz de manter um bom isolamento mesmo em temperaturas mais altas.

Desse modo, os dutos de ar-condicionado se aquecem pelo contato com o ar ambiental, com estruturas da construção, equipamentos etc. Em um edifício com ar-condicionado central, isso é imprescindível para evitar que o ar se aqueça durante o trajeto para o destino final. No caso de indústrias e comércios, pode haver contato com áreas e equipamentos com intensa produção de calor, o que impede a entrega de um resfriamento eficiente.

Redução da irradiação

A radiação é invisível para nossos olhos e, por isso, não a associamos com o aquecimento de dutos. No entanto, ela está constantemente em ação. No caso dos dutos de cobre, muito usados em instalações de ar-condicionado, os raios infravermelhos têm a capacidade de provocar um intenso aquecimento devido à excelente condutância dos metais.

Por isso, é preciso investir em um isolante capaz de atuar sobre esse processo. O 3TC apresenta duas lâminas de polímeros refletivos, as quais bloqueiam mais de 96% da radiação incidente. Assim, toda a instalação fica protegida ao máximo.

Controle da convecção

Não podemos deixar de falar da convecção, a qual impede a eficiência térmica de uma construção devido ao constante fluxo de ar aquecido para as áreas internas.

Por isso, a vedação trazida por um bom isolante térmicos é essencial para garantir que o ambiente externo influencie o menos possível, permitindo a entrega otimizada da potência do ar-condicionado. O 3TC controla a convecção, funcionando como uma barreira de ar e vapor devido à impermeabilidade dos polímeros refletivos.

Quais as vantagens do isolamento térmico?

Economia de energia

Esse talvez seja o ponto que mais atraia as empresas que planejam a instalação de um sistema de isolamento auxiliar ao projeto de ar-condicionado. Isso ocorre porque a energia elétrica consumida é proporcional ao trabalho que o motor do aparelho tem de fazer.

O trabalho, por sua vez, depende de diversas variáveis, como:

  • aquecimento do ar durante o trabalho do ar-condicionado para os ambientes de destino. Isso faz com que o usuário ajuste a potência para as regulagens máximas, as quais consomem mais;
  • diferença entre a temperatura atual e a desejada. Por exemplo, se o ar-condicionado tiver de reduzir a temperatura de 30º para 24º celsius, ele precisará realizar o dobro de trabalho do que se tivesse de reduzir de 27º para os mesmos 24º celsius.

Tudo isso faz com que o isolamento térmico aplicado tanto na tubulação quanto na construção seja uma excelente alternativa para a redução de custos nas empresas e nas residências.

Menor demanda por novos equipamentos

Quanto melhor o sistema de isolamento, maior o rendimento da máquina de resfriamento. Consequentemente, uma mesma potência nominal de ar-condicionado será capaz de resfriar uma área maior ou lidar com maiores amplitudes de variação de temperatura.

Com isso, reduz-se a necessidade de redimensionar a infraestrutura de aparelhos a fim de manter a capacidade de resfriamento diante de um aumento da demanda causada por mudanças construtivas ou pela implementação de processos gerados de calor.

Sustentabilidade ambiental

Hoje em dia a preocupação com a exploração do meio ambiente está cada vez mais presente no comportamento dos consumidores. Então, profissionais e empresas de todas as áreas devem conhecer as soluções que trazem esse apelo.

Se você é arquiteto e está buscando um isolamento para os seus projetos, a 3TC permite que você associe o seu escritório à sustentabilidade. Se sua empresa é de qualquer outro ramo, instalar a 3TC fortalece o seu apelo à proteção ambiental. Da mesma forma, se está procurando melhorar a eficiência da sua residência para deixá-la mais sustentável, o isolamento térmico do ar-condicionado também cumpre essa função.

Prevenção de riscos à saúde

O ar-condicionado tem um impacto negativo sobre a saúde de muitas pessoas com problemas respiratórios. Durante seu funcionamento, ele retira grande parte da umidade do ar. Quanto maior for a potência utilizada e a quantidade de aparelhos ligados simultaneamente, mais seco o ar fica.

No entanto, quando você instala isolantes térmicos nas estruturas da construção, é possível amenizar o calor sem ar condicionado. Quando for necessário o seu funcionamento, será possível ligá-lo em uma potência menor e, assim, trazer uma maior qualidade do ar. Isso pode amenizar o efeito do clima seco nas alergias, rinites etc.

Temperatura estável

Mesmo com ar-condicionado, a temperatura interna pode ficar bastante instável. Afinal, a maioria dos aparelhos não apresenta uma regulação automática com termostatos. É preciso determinar manualmente a potência. Então, quando o clima muda lá fora, a temperatura do ar que sai pelos dutos também acompanha a tendência.

O isolamento evita que a própria construção transmita energia calorífica para dentro ou fora do ambiente interno. Isso faz com que as variações sejam pequenas durante o dia.

Como é feito na prática?

Na prática, o isolamento térmico para ar-condicionado pode ocorrer em diferentes momentos.

Antes da execução do projeto principal da construção

Quando a construção ainda está sendo planejada, é possível elaborar um projeto de conforto térmico amplo, em que são previstas medidas para melhorar o isolamento de todas as estruturas do edifício. A partir disso, a capacidade de ar-condicionado pode ser dimensionada tendo em vista que haverá uma melhor eficiência térmica.

Todo a estrutura feita para esconder os dutos poderá receber uma cobertura interna de isolante térmico, complementando a proteção feita ao redor dos próprios dutos.

Como projeto complementar ao principal

Em alguns casos, o projeto principal dos edifícios já foi todo executado, faltando apenas os complementares — como pode ser a situação do isolamento térmico. Nesse sentido, durante o planejamento e a instalação do sistema de ar-condicionado, pode-se chamar uma empresa especializada em conforto térmico para fazer um projeto com a finalidade de melhorar a eficiência nos mais diversos aspectos, como:

  • instalar isolante em locais estratégicos, como as lajes, para reduzir o impacto da incidência do sol no aquecimento das estruturas;
  • vedar todas as aberturas utilizadas para a instalação do ar-condicionado e seus dutos;
  • isolar termicamente todo o trajeto dos dutos, entregando a máxima eficiência de resfriamento aos ambientes;
  • evitar que o próprio calor gerado pelos motores do ar-condicionado aqueça as estruturas da construção.

Em construções prontas e já utilizadas

Por fim, é possível instalar também o isolamento térmico em infraestruturas de ar-condicionado já prontos e utilizadas há pouco ou muito tempo. Muita gente pode achar que o isolamento é muito complicado de ser instalado quando tudo já está pronto. No entanto, um bom fornecedor pode executar um projeto incrível.

Com as mantas de 3TC, um material mais flexível, por exemplo, pode ser desnecessário quebrar paredes para a vedação e a cobertura dos dutos. Elas se adaptam ao espaço que tiver ali na estrutura atual. Caso seja necessária alguma adaptação, é possível fazer isso com o mínimo de intervenção na estrutura da construção.

Além disso, a instalação pode ser bem simples, por meio de colas, fixações ou amarrações. Assim, não há toda aquela sujeita e barulho que você deve imaginar sempre que pensa em qualquer obra. O 3TC também permite a pintura com a maioria das tintas disponíveis no mercado de forma que fica bem discreto na decoração quando os dutos estão expostos.

Como é feita a aplicação?

A instalação do isolamento térmico da 3TC pode ser executada por meio de diversas técnicas. Isso permite que ela se adapte às mais diversas aplicações. No entanto, a escolha depende do tipo de estrutura de isolante que será utilizado.

Mantas

As mantas apresentam uma espessura de 10 milímetros e são flexíveis. Desse modo, podem ser manipuladas para se adequar a curvas, arestas e dobras. Além disso, vedam bem as frestas dos locais onde são inseridas, além de são bem fáceis de armazenar durante a obra.

Placas

As placas são mais rígidas e apresentam espessuras variadas, de 10 a 100 milímetros. Assim, não interessantes naqueles casos em que não há necessidade de adaptação a ângulos e seja preciso manter maior estabilidade da forma. Também, podem ser fabricadas sob medida para as estruturas da obra.

Técnicas de instalação

A seguir, vamos apresentar as principais:

  • amarração — é feita por meio de fios, grampos ou arames resistentes. Essa técnica pode ser usada para fixar os tubos de isolante aos dutos do ar-condicionado;
  • encaixe — a pressão do peso ou da conformação das peças sobre as estruturas traz a fixação necessária;
  • colagem — são substâncias químicas que trazem a aderência de duas superfícies entre si;
  • pregagem — com pregos e parafusos especiais, as placas e as mantas são fixadas em uma estrutura de sustentação.

Há várias outras técnicas possíveis, e a escolha deve ser feita pelo profissional instalador para garantir o máximo sucesso da estratégia. A 3TC é muito versátil e se adapta a maioria delas.

Quais cuidados devem ser tomados?

A principal precaução é a escolha de um material adequado para os seus objetivos. Há muitos isolantes no mercado e nem todos eles entregam a mesma eficiência. Além disso, há várias funcionalidades auxiliares que podem complementar a sua estratégia, como:

  • isolamento acústico — evita a propagação de ruídos e barulhos. Um isolante térmico e acústico simultaneamente, por exemplo, pode reduzir o barulho provocado pelos motores dos aparelhos;
  • impermeabilidade — um material impermeável melhora a proteção das estruturas contra a umidade;
  • proteção contra incêndios — é preciso escolher um material que não seja inflamável ou combustível. Idealmente, ele deve auxiliar no retardo da propagação dos incêndios.

A empresa de fornecimento e de instalação deve ser confiável, apresentando um bom suporte ao cliente em todas as etapas. A 3TC apresenta todas essas vantagens e muitas outras. Assim, você conquistará um projeto otimizado de isolamento para ar-condicionado, o qual traz todos os benefícios e vantagens que falamos aqui.

Quer saber como a 3TC isolamento pode auxiliá-lo no seu projeto de isolamento termoacústico? Então, entre em contato com a gente!

Atualmente as edificações apresentam paredes e lajes menos espessas e com isso, em geral, um menor desempenho acústico. Além disso, em prédios e casas menores é muito frequente ouvir o barulho dos vizinhos. Já em ambientes comerciais ou industriais, o ruído pode prejudicar o rendimento no trabalho e, inclusive, provocar passivos trabalhistas por insalubridade ou problemas ergonômicos. Por isso, uma dúvida muito frequente de grande parte das pessoas é: como isolar o barulho da rua?

Esse assunto se tornou ainda mais importante agora que a maioria das pessoas mora perto de regiões movimentadas e em empresas de diversos portes. Afinal, o excesso de ruído atrapalha o descanso, o rendimento nos estudos e trabalho, como também eleva o nível de estresse e ansiedade — podendo colaborar para insônia e até mesmo gerar problemas auditivos.

Pensando na importância desse assunto, neste conteúdo vamos tratar a respeito de poluição sonora, seus malefícios, além de algumas opções e dicas práticas para solucionar ou reduzir esse problema. Então, não perca!

O que é poluição sonora e quais as principais causas?

A maior parte da população mundial mora em grandes centros urbanos e com isso o ruído é muito grande — seja por conta do trânsito, por conta das indústrias, comércios, colegas de trabalho ao telefone, fluxo de clientes em um escritório ou comércio, etc.

Entretanto, além do ruído constante, a poluição sonora está muito presente no dia a dia das pessoas, sendo potencializada pelos comportamentos inapropriados adotados no dia a dia. Inclusive, ao contrário do que se pensa, o silêncio não é capricho, e sim uma questão de saúde.

Afinal, a audição pode ser extremamente prejudicada permanentemente quando as pessoas são expostas de forma prolongada a sons que são superiores a 85 decibéis. Esse tipo de intensidade de som pode ser exemplificado pelo ruído de um liquidificador. Isso porque os sons a partir desse valor provocam a morte das células auditivas e esse processo não é reversível.

Enquanto isso, de acordo com a Organização Mundial da Saúde — OMS — uma conversa normal pode representar cerca de 60 decibéis de ruído e essa intensidade já é suficiente para proporcionar danos ao organismo e ao equilíbrio emocional. Por sua vez, o ruído de um aspirador de pó apresenta em média 75 decibéis, um secador de cabelo e uma buzina cerca de 100 decibéis.

Já em boates, bares e shows, o ruído médio é de 110 a 115 decibéis. Em festas e comemorações em que fogos de artifícios são soltos, o ruído médio é de 150 decibéis. Já o volume máximo do som do celular em um fone de ouvido tem um ruído médio de 105 decibéis.

Como se vê, frequentemente você está exposto a ruídos extremamente prejudiciais à sua audição e caso você trabalhe em indústrias ou com determinados equipamentos, pode estar ainda mais exposto.

Contudo, infelizmente o ruído é um vilão invisível e, por isso, em geral, não recebe a devida atenção e cuidado por parte das pessoas. Mesmo assim, os efeitos são presentes: falta de energia, cansaço, estresse, ansiedade, falta de concentração, irritabilidade e outros tipos de doenças.

Diante disso, criou-se leis e normas que estabelecem limites e horários para o ruído. Inclusive, atualmente a pena por pertubação do sossego alheio por meio de barulho pode gerar até três meses de prisão de acordo com a Lei de Contravenções Penais e até quatro anos de prisão de acordo com a Lei de Crimes Ambientais — quando a poluição sonora for em níveis prejudiciais à saúde.

Inclusive, por esse motivo existem diversos projetos de lei e inclusive especialistas desejam que exista um mapa de poluição sonora que seja visível para a população. Nesse mesmo sentido, a ABNT definiu na NBR 10152 o nível de ruído aceitável nos ambientes externos tanto durante o dia quanto durante a noite, para ambientes rurais, escolares, hospitalares, residenciais, comerciais, industriais, entre outros.

Quais os malefícios da poluição sonora?

A poluição sonora proporciona diversos prejuízos para a saúde e bem-estar das pessoas, seja em ambientes profissionais ou residenciais.

Perturbação do sossego

Uma música pode ser extremamente agradável para uma pessoa, e pode causar um grande estresse e perturbação para um profissional que estava há algumas horas de plantão e precisa dormir. Ou então, para alguém que precisa de extrema concentração para trabalhar ou estudar.

A perturbação do sossego, inclusive, é algo tão sério que é um grande motivo de violência. Afinal, as pessoas quando privadas de sono e descanso, assim como de tranquilidade em seu ambiente de trabalho, se tornam mais agressivas e nervosas.

Lesão auditiva

Conforme citamos, a lesão auditiva pode ser irreversível quando ultrapassado um determinado número de decibéis, durante um determinado tempo. Ao contrário do que se pensa, basta ouvir com frequência o som em um volume alto, ou trabalhar próximo a equipamentos e ambientes barulhentos para que ocorra uma lesão severa.

Basta morar muito próximo a um aeroporto, ou a uma via de trânsito extremamente movimentada, ou então trabalhar com equipamentos que apresentam índices de ruído elevados como liquidificador, secador de cabelo ou uma britadeira.

Todos esses cenários exemplificados, que muitas vezes não consideramos arriscados ou negativos a saúde, podem agravar ou proporcionar uma lesão auditiva. Sendo assim, esse é um aspecto que requer grande cuidado e atenção, pois é um problema que pode ocorrer no dia a dia.

Insônia, ansiedade, depressão e estresse

Esses são problemas muito comuns em nossa sociedade, não importando a idade, ramo de atuação, poder aquisitivo ou região. Isso, porque os ruídos em níveis superiores ao permitido proporcionam desequilíbrio emocional.

E infelizmente, a maior parte das pessoas convive com ruídos excessivos diariamente pela maior parte do tempo, o que também é uma das explicações plausíveis para tantos problemas vivenciados na atualidade.

Que dicas práticas podem ajudar a reduzir os ruídos externos?

Os ruídos são tão impactantes que estão presentes em normas regulamentadoras como a NBR 15.575, NBR 10152 e até mesmo na legislação e em projetos de leis. Por exemplo, na NBR 15.575 foram estabelecidos índices mínimos quanto ao isolamento de paredes, pisos, coberturas e fachadas. Contudo, essa NBR só aborda os índices mínimos para edificações residenciais, enquanto a NBR 10152 aborda em diferentes ambientes.

Atualmente já existem diversas opções para reduzir os índices de ruído, tanto em edificações existentes como nas que estão sendo construídas, como:

Priorize materiais que auxiliam a barreira ao ruído

As portas e janelas anti ruído são uma excelente opção, assim como tapetes e cortinas de tecidos grossos também podem auxiliar a reduzir a entrada de som de uma forma mais simples e rápida — pois minimizam a propagação de som.

No caso das janelas, o ideal é que sejam de alumínio e vidro, com vidros duplos ou triplos. Já as portas, não devem ser ocas, pois quando são maciças auxiliam em uma melhor acústica para os ambientes.

Pode-se também utilizar painéis de madeira ou de gesso para proporcionam maior espessura para as paredes, atuando como uma barreira mais eficaz ao ruído. Inclusive, essa pode ser uma opção decorativa para os ambientes, além de extremamente útil.

Existem até opções com tapeçaria que são aplicadas na parede ou no piso a fim de melhorar o isolamento acústico. Um exemplo muito comum são os carpetes.

Atenção ao piso escolhido

A escolha do piso é muito importante e impactante no isolamento do ruído. Por exemplo, os pisos frios como cerâmicas e porcelanatos não proporcionam um bom isolamento acústico. Já os carpetes, pisos de madeira, mármores, granitos e pisos vinílicos apresentam melhores índices de isolamento.

Uma opção extremamente eficaz para o piso é aplicar uma manta acústica sobre a laje antes de instalar o piso escolhido. Inclusive, no caso dos pisos flutuantes — seja laminado ou de madeira — as mantas acústicas já costumam ser uma opção incluída no processo de instalação.

Entretanto, existem também opções de mantas próprias para os pisos frios do tipo cerâmicos ou porcelanatos. A cortiça aglomerada é um exemplo. Conforme já citamos, em casos em que deseja-se descartar a possibilidade de uma reforma ou a instalação de carpetes, pode-se optar por tapetes grossos e/ou felpudos.

Atente para a escolha do forro e do telhado

Já quando o assunto é telhado e forro, um erro muito comum é encontrar edificações que só apresentam telhado, descartando a laje ou o forro. Nesses casos, o ideal é instalar um forro e uma manta acústica, minimizando a passagem de som. Outra opção é utilizar forros de gesso ou madeira, que apresentam também um bom isolamento acústico por si só.

Caso seja desejado realizar o isolamento acústico mesmo com a existência prévia de uma laje no local, uma solução eficaz é aplicar revestimentos acústicos também. Existem também os de fibra mineral, assim como vários outros modelos.

Outro fator impactante é também a escolha da telha. Algumas telhas metálicas ou de fibrocimento, quando não fabricadas ou combinadas com isolamento promovem muito ruído. Sendo assim, a melhor opção são as telhas cerâmicas ou então as metálicas, ou de fibrocimento com manta para isolamento.

Invista em paisagismo como uma barreira de isolamento

A vegetação é uma excelente barreira ao ruído, além de melhorar a qualidade do ar. Quanto mais densa e em alturas variadas, melhor será a barreira acústica proporcionada pela vegetação.

Uma opção simples é colocar grama no terreno, criando níveis diferentes. Também pode-se fazer uma parede verde, conhecida como jardim vertical. Inclusive, o jardim vertical pode ser feito em diversos locais, mesmo com a ausência de um grande espaço.

Para criar uma barreira acústica por meio de paisagismo é importante escolher estruturas metálicas adequadas, podendo ser perfis para sustentação. Depois, o ideal é contar com placas de plástico e colocá-las na lateral. A fibra de coco também é uma aliada para montar uma parede verde e por fim, escolher as diversas plantas.

Essa opção, além de ser uma barreira que reduz o ruído, também reduz a concentração de gás carbônico e a necessidade de pinturas constantes nos muros e paredes.

Invista em isolamento acústico

O isolamento acústico é obtido por meio de materiais que são eficientes em bloquear o som e a passagem de ruído entre ambientes. Sendo assim, esse tipo de sistema isola ou reduz significativamente o barulho externo a um ambiente ou edificação, proporcionando maior conforto, qualidade de vida, bem-estar e, inclusive, saúde.

O isolamento pode ser a ruídos aéreos ou aos ruídos de impacto. Sendo assim, é importante compreender quais são os principais tipos de ruído que mais impactam a fim de optar por sistemas de isolamento que sejam mais eficientes.

Alguns exemplos de ruídos aéreos são os causados por vozes, construções, fábricas, música, trânsito, aviões, equipamentos, entre outras. Em geral, esses são isolados por meio de barreiras como paredes, janelas, portas e divisórias.

Já os ruídos de impacto são transmitidos pela estrutura, uma vez que o impacto gera uma vibração que caminha por meio das paredes, tetos, chegando até a pessoa que o ouve. Para esse tipo de impacto — que pode ser causado tanto por passos, como por outros tipos de ações ou equipamentos que geram impacto — o ideal é investir em sistemas de amortecimento como os pisos flutuantes.

Sendo assim, nesse tipo de ruído, o uso de forros não é tão eficaz, porque anula ou reduz a passagem de vibração por meio do teto, porém não inibe a transmissão por meio das paredes.

Escolha um sistema de isolamento eficaz e com bom custo-benefício

Após analisar a fonte principal de ruído é possível identificar quais soluções de isolamento acústico serão mais eficientes, conforme exemplificado acima. Também é importante levar em consideração qual o tipo de edificação, se já é construída ou não — a fim de escolher um sistema de isolamento que além de eficiente, seja eficaz.

Existem diversas opções para o isolamento acústico, como:

  • lãs de isolamento — que podem ser do tipo PET, de vidro ou de rocha basáltica. Elas, em geral são usadas para preencher vãos em paredes e tetos, principalmente quando utiliza-se placas de gesso no processo construtivo — entretanto, demandam um espaço “vazio”, ou seja, para o ar — dificultando a utilização em alguns casos. Por isso, são muito empregadas em teatros, auditórios, salas de reunião ou de videoconferência ou em construções a seco;
  • espuma acústica — esse é um material que apresenta diversas espessuras, cores e geometrias, podendo ser feitas em lã de PET ou poliuretano. Ela pode ser aplicada sobre paredes e lajes, porém, não permite um acabamento discreto;
  • materiais absorventes como madeira, gesso, fibras minerais — que podem ser usados como painéis e forros que absorvem as ondas sonoras, reduzindo o ruído;
  • paredes duplas — essa é uma técnica que consiste em deixar um espaço com ar entre duas paredes, assim a onda sonora ficará detida nesta câmara de ar, dificultando a propagação de som;
  • mantas térmicas e acústicas — esse é um material que além de promover um excelente isolamento térmico, reduzindo as despesas com refrigeração, também promovem um significativo isolamento acústico. Por isso, são uma opção largamente escolhida, afinal, apresenta um excelente custo-benefício.

Como a manta térmica pode ajudar no isolamento acústico e quais seus benefícios?

Existem variados sistemas de isolamento acústico, porém a manta térmica é um dos mais eficientes, sendo recomendada para diversos ambientes e locais. Ela é uma solução que proporciona melhoria do isolamento térmico e acústico de uma edificação ou ambiente, com qualidade e garantia de resultado.

Esse sistema de isolamento é usado tanto em ambientes comerciais, industriais como nos residenciais. As mantas térmicas são fabricadas com revestimento aluminizado e esse material protege da radiação solar e das três formas de transferência de calor — radiação, convecção e condução.

Além disso, também auxilia no isolamento de ruídos e apresenta uma aplicação extremamente fácil. As mantas térmicas também proporcionam maior proteção e durabilidade tanto ao sistema de cobertura como ao imóvel.

Para a instalação correta, é necessário considerar o tipo de telhado, uma vez que uns oferecem fácil acesso e outros não — tanto pelo material, como pela estrutura.

A manta térmica é instalada principalmente nos telhados, podendo ser colocada nas lajes e pisos. O processo de instalação consiste em cobrir toda a região que deseja-se isolar. No caso dos telhados, a manta é aplicada abaixo das telhas como uma subcobertura.

Existem casos em que a manta é aplicada no corpo da estrutura, visando garantir o posicionamento adequado das telhas. Já na instalação em lajes superiores é criada uma camada de proteção.

Com esse material é possível reduzir a troca e transferência de calor nos ambientes — mantendo uma temperatura interna mais agradável, porém, também é possível diminuir a entrada e saída de ondas sonoras, proporcionando isolamento de ruídos e maior conforto acústico — uma vez que essa se comporta como uma barreira.

O conforto acústico obtido por meio de mantas é proporcionado por meio do isolamento de lajes e pisos — não importando se são ambientes comerciais ou residenciais. Com isso, os ruídos externos ou de outros ambientes são atenuados.

Quais os principais benefícios do isolamento acústico?

Já falamos dos malefícios, dos impactos e até mesmo dos benefícios do isolamento acústico realizado por meio de mantas. Contudo, podemos citar alguns benefícios que são extremamente impactantes e justificam o investimento nesse tipo de sistema, como:

Maior privacidade

Como o isolamento acústico impede ou reduz que a voz seja ouvida em um outro ambiente, proporciona maior privacidade durante reuniões, em ambientes comerciais e principalmente nos residenciais.

Assim, tanto negociações como conversas passam a ter sua particularidade respeitada, e as pessoas passam a ter também sua intimidade preservada — principalmente nos ambientes familiares. Essa é uma vantagem que impacta positivamente tanto os pais, como também os filhos.

Maior conforto

Não importa se é em um ambiente residencial, comercial ou industrial — independentemente do lugar, as pessoas gostam de conseguir fazer suas atividades com a devida comodidade e sossego.

Não é atoa que um ambiente de trabalho que é completamente agitado o dia inteiro proporciona doenças ocupacionais, sendo totalmente negativo aos colaboradores.

Da mesma forma, em uma residência, poder ler, estudar, descansar ou passar um momento em família sem ruídos excessivos é extremamente importante para obter momentos de qualidade. Essa realidade positiva se torna possível por meio da adoção de um sistema de isolamento acústico.

Melhoria da qualidade de vida

A exposição prolongada e excessiva a ruídos pode provocar declínio das capacidades cognitivas, reduzindo a capacidade de comunicação, leitura, aprendizado, compreensão, raciocínio, resolução de problemas, memória, entre outros aspectos.

Na vida profissional, por si só, a redução dessas capacidades compromete significativamente o trabalho realizado e o desempenho. Entretanto, essa situação também é extremamente prejudicial nos ambientes familiares, principalmente no que diz respeito ao desenvolvimento de crianças e adolescentes.

Sendo assim, ambientes com isolamento acústico promovem pessoas com melhor desempenho, produtividade e bem estar. Isso, impacta diretamente na qualidade de vida, afinal, boas decisões e dias produtivos são extremamente importantes.

Prevenção e redução de doenças

A poluição sonora auxilia a piora de distúrbios do sono e inclusive eleva o estresse, ansiedade, falta de concentração, depressão e outros problemas extremamente sérios e vivenciados na atualidade. A redução do ruído é extremamente positivo para promover ambientes mais saudáveis emocionalmente.

Redução de problemas e distúrbios relacionados à audição

Os problemas auditivos são cada vez mais frequentes e inclusive, existe e uma previsão de que 1,3 bilhão de pessoas terão uma redução significativa em sua capacidade auditiva no decorrer da vida. A Organização Mundial de Saúde indica que isso ocorrerá por que cerca de 10% da população no mundo convive com uma longa exposição a níveis inadequados de ruídos.

Por que escolher o material 3TC?

O material 3TC de isolamento alinha o isolamento acústico com o térmico, sendo, por isso, uma solução extremamente versátil e viável, pois além de apresentar um excelente custo benefício e tecnologia avançada, também é de fácil instalação. O sistema 3TC permite a aplicação em diversas estruturas como:

  • paredes,
  • tetos;
  • forros;
  • telhas;
  • telhados;
  • objetos e equipamentos;
  • pisos.

O sistema 3TC permite a aplicação sem a retirada de telhas, uma vez que esse sistema pode ser aplicado diretamente nas terças. Por isso, pode ser aplicada em locais que estão em funcionamento, não demandando que a produção ou trabalho seja parado.

A manta de isolamento térmico e acústico da 3TC, além da qualidade, camada dupla de faces metálicas refletivas com isopor no meio e fácil aplicação mesmo após a construção, também apresenta elevada durabilidade.

Agora que você já sabe como isolar o barulho da rua, a importância e impacto positivo da redução de ruídos na qualidade de vida, bem e estar e saúde, entre em contato com a 3TC e descubra como colher esses benefícios em seu a dia a dia com as soluções acústicas e extremamente tecnológicas da 3TC.

O isolamento é uma etapa importante na construção. Ele protege os ambientes e pode, até mesmo, aumentar o conforto das pessoas. Entre as soluções disponíveis, vale a pena conhecer o que é espuma expansiva.

Essa possibilidade oferece algumas vantagens para diversos casos, desde que seja aplicada corretamente. Além disso, é interessante descobrir qual é a solução exclusiva que traz todos esses benefícios e vários outros.

Na sequência, veja o que é espuma expansiva e entenda qual é o papel do produto na construção!

O que é espuma expansiva?

Esse produto é um polímero líquido que assume o estado sólido após passar pelo chamado processo de cura. Normalmente, a espuma expansiva é feita de poliuretano, só que em forma diferente.

Assim que ela é aplicada no local desejado, começa a passar por uma expansão de volume. Esse crescimento pode chegar a 300% do valor inicial e se mantém com o uso, ao longo do tempo.

Quando já está curada, ou seja, já está em sua forma definitiva, pode ser cortada, lixada e receber diversos tipos de acabamento.

Qual é a função desse produto?

Agora que você já sabe o que é espuma expansiva, é indispensável entender qual é a função desse material. Prioritariamente, ele é utilizado para realizar o preenchimento de elementos construtivos. A espuma pode servir para encher janelas e portas, por exemplo.

Por causa do seu “mecanismo” de funcionamento, é adequada para efetuar a vedação de espaços — mesmo de locais complexos, já que ela é capaz de se adaptar para preencher todo o espaço.

Portanto, serve tanto para ocupar espaços vazios e dar estruturação e fixação a alguns componentes construtivos (como portas) quanto para fechar frestas e outras aberturas específicas.

Como é feita a aplicação da espuma?

A aplicação da espuma expansiva começa com uma superfície totalmente limpa. É preciso retirar poeira, óleos e quaisquer sujeiras. Não é necessário que o local esteja nivelado (pois ela se adapta), mas a superfície deve favorecer a aderência.

Ao contrário de outros produtos, ela exige que a área esteja levemente úmida. Isso ajuda a manter o item no lugar e facilita a “cura”, para que tudo fique fixo conforme o desejado com seu uso.

Normalmente, o produto vem em spray e é comum que ele só possa ser usado na primeira vez, pelo funcionamento da válvula. A aplicação pode ser manual ou com máquina específica, mas a lata deve estar sempre virada para baixo. Após sacudir o suficiente, é só cortar o bico e pressionar o mecanismo.

Uma vez que a espuma expansiva esteja aplicada, é preciso aguardar cerca de 24 horas. As primeiras aparas podem ser feitas após 2 horas, mas o indicado é esperar um dia para chegar à etapa final.

Quais são as vantagens da espuma expansiva?

O uso desse produto se justifica por algumas vantagens que ele oferece. Então, tão importante quanto saber o que é espuma expansiva é entender o que torna esse material tão interessante. A seguir, veja quais são alguns dos maiores benefícios de selecioná-lo para um projeto.

Aplicação rápida

No geral, a aplicação da espuma é bem rápida e ocorre em questão de minutos. Isso é importante para garantir maior velocidade e produtividade ao projeto, inclusive diminuindo os custos.

Vedação de ambientes

Outro ponto interessante é que a espuma é eficiente para vedar ambientes. Trata-se de uma alternativa adequada para impedir a passagem de chuva ou vento, por exemplo. Embora não seja esse seu propósito, também pode ajudar no isolamento acústico, quando associada a outras soluções.

Boa resistência

Apesar de ser um “líquido” que se transforma em sólido, podemos dizer que o produto apresenta boa resistência. Depois que se expande, a espuma consegue suportar bem a pressão, assim como impactos e intempéries. Com isso, a necessidade de manutenção e de novos gastos é reduzida.

Como a 3TC pode ajudar?

Depois de descobrir o que é espuma expansiva, você notou que ela serve para vedar e até para isolar ambientes. No entanto, é possível ter ainda mais eficiência nos projetos — e vale a pena contar com a 3TC para isso.

A empresa oferece uma solução exclusiva para garantir o isolamento térmico e acústico dos ambientes, com resultados superiores a outros elementos. A seguir, veja quais são os destaques do que apresentamos!

Tecnologia diferenciada

A tecnologia usada na solução 3TC é exclusiva e altamente eficiente. Utilizamos polímeros refletivos e poliestireno expandido (como na espuma). Com isso, conseguimos impedir as três formas de transferência de calor: convecção, condução e radiação.

Isso aumenta o conforto térmico de maneira considerável, favorece a eficiência energética e também ajuda a garantir isolamento acústico. Trata-se de um produto versátil, eficiente e resistente.

O item é disponibilizado na forma de mantas ou placas, então pode ser instalado em construções já finalizadas. Com a adaptação adequada a cada espaço, permite evitar o mofo, a passagem de água e a entrada de insetos — tudo graças à atuação exclusiva.

Preço acessível

Apesar disso, tanta qualidade não tem um valor exorbitante. Na verdade, a solução que disponibilizamos tem um preço acessível e ótimo custo-benefício. Se, depois de saber o que é espuma expansiva, você se interessou, saiba que nossa alternativa é bem em conta.

A instalação também é fácil, não demora muito e não gera gastos excessivos. Portanto, o produto tem um custo atraente, especialmente em relação às vantagens exclusivas que oferece.

Atendimento altamente consultivo

Desde o seu primeiro contato, você terá a oportunidade de conversar com especialistas na solução, capacitados para dar indicações adequadas. Com isso, há como saber de quanto produto precisará e quais são as recomendações específicas.

Para melhorar, a instalação é igualmente qualificada e garante um ótimo desempenho. Assim, há a certeza de que a manta ou placa isolante de 3TC atenderá às suas necessidades de forma completa.

Depois de saber o que é espuma expansiva, você notou que esse é um produto adequado para a vedação de certas áreas, com baixo custo e alta eficiência. Quando falamos em isolamento, entretanto, é preciso pensar em algo ainda mais completo.

Por isso, fale com um de nossos especialistas na 3TC e conheça a solução exclusiva que oferecemos!

Um monumento muito conhecido e admirado tanto no Brasil como no mundo é a Igreja São Francisco de Assis, mais conhecida como a Igrejinha da Pampulha. Ela é um dos principais cartões-postais da cidade de Belo Horizonte e inclusive leva o título de Patrimônio Cultural da Humanidade, concedido pela Unesco em 2016. Além disso, também foi tombada pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional, o IPHAN.

A igreja foi inaugurada em 1943 e foi encomendada pelo prefeito de Belo Horizonte, que na época era Juscelino Kubitschek. Ela foi um dos primeiros projetos do arquiteto Oscar Niemeyer e auxiliou em seu futuro reconhecimento nacional e internacional. Além de obras de Cândido Portinari, os jardins foram projetados pelo paisagista Roberto Burle Marx. Quer saber mais sobre esse monumento? Então, continue a leitura!

Por que foram realizadas obras na Igrejinha da Pampulha?

As obras realizadas na igrejinha da Pampulha tiveram como principal objetivo cumprir o compromisso com a Unesco e manter o título de Patrimônio Cultural da Humanidade. A igreja foi fechada em dezembro de 2017, as obras começaram em junho de 2018 e terminaram no fim de 2019, podendo-se agendar casamentos na igreja a partir de janeiro de 2020.

Um fator que impulsionou as obras civis foi a existência de infiltrações que estavam colocando em risco as diversas obras de arte existentes. Sendo assim, os serviços previstos na obra incluíam recuperar juntas de dilatação, substituir os painéis de madeira, impermeabilizar, realizar novas instalações elétricas e cabeamento estruturado, além da substituição de pastilhas.

Diante da necessidade de solucionar as infiltrações de vez, o forro e teto foram refeitos, visando garantir segurança à estrutura da igrejinha da Pampulha e também às obras de arte que nela se encontram, como, por exemplo, um painel único de Portinari, assim como demais quadros de sua autoria, que recriam diversas cenas da via-sacra.

A igrejinha também contou com outros artistas em seu processo de concepção e construção, como Alfredo Ceschiatti e Paulo Werneck. Essas obras de arte estavam sendo danificadas pelas manifestações patológicas e problemas encontrados na igreja. Inclusive, por essa situação, os painéis e quadros precisaram ser retiradas e encaminhadas para restauração.

Por que foi necessário substituir o forro e aplicar o sistema de isolamento 3TC?

Durante a execução das obras civis foram encontrados pontos de infiltração resultantes da água da chuva e foi necessário desmontar todo o forro de madeira que revestia a estrutura de concreto. Diante desse cenário, o sistema de isolamento 3TC foi especificado para a obra visando resolver dois problemas principais: isolamento térmico e umidade.

A estrutura da igrejinha da Pampulha é em concreto armado, ou seja, é uma estrutura que consiste na junção de dois materiais: o concreto e o aço. Esse sistema construtivo é muito resistente e permitiu a execução das formas pensadas e projetadas por Oscar Niemeyer.

Contudo, existem alguns pontos desafiadores relacionados com o controle da temperatura devido à absorção do calor e os impactos da umidade em decorrência da característica do concreto. Como a estrutura da igreja é em arco, esses problemas foram ainda mais impactantes.

Como o sistema de isolamento 3TC resolveu os problemas de infiltração e isolamento?

Devido às diversas obras de arte presentes na igrejinha da Pampulha, é essencial controlar a temperatura e umidade para não afetá-las e danificá-las. Por isso, a igrejinha já passou por diversas restaurações desde sua inauguração e já foram utilizadas diversas técnicas de isolamento térmico, visando resolver esse mesmo problema.

Na obra realizada entre 2018 e 2019, a tecnologia de isolamento XPS foi substituída pelo sistema de isolamento térmico 3TC que apresenta controle das três formas de transferência de calor — radiação, convecção e condução — e também de impactos da umidade no ambiente interno da igreja.

A tecnologia XPS consistia em placas rígidas e, por isso, apresentava problemas no controle da umidade e também na flexibilidade, uma vez que por sua rigidez se quebravam diante da curvatura necessária e não eram capazes de proporcionar um isolamento uniforme e contínuo na estrutura em arco.

Processo de reforma e melhorias proporcionadas pelo isolamento 3TC

Ao substituir o sistema XPS pela tecnologia 3TC, foi possível controlar a transferência de calor e impactos da umidade de forma contínua, seguindo o isolamento em arco, uma vez que o material que compõe o sistema 3TC não é rígido, sendo capaz de acompanhar formatos diferenciados de maneira uniforme, como era necessário na igreja e que ainda não havia sido alcançado.

Como citamos, a estruturação interna da igreja conta com forros de madeira. A fixação destes conta com barrotes de diferentes comprimentos, resultando em uma estrutura em cone. Sendo assim, a estrutura de isolamento precisa se adaptar a esse formato diferenciado, possibilitando que o melhor isolamento térmico contínuo e que o controle de umidade e de transferência de calor sejam alcançados.

Em geral, acredita-se que quanto maior a espessura e a densidade, maior o desempenho acústico e conforto térmico, entretanto isso não é verdade quando analisa-se as 3 formas de transferência de calor. Agora, a temperatura interna não será afetada pela externa, de forma similar ao resultado proporcionado por uma garrafa térmica.

Mesmo sendo uma construção da década de quarenta, após a reforma a igrejinha passou a contar com uma tecnologia desenvolvida pela Nasa, que é aplicada tanto nas roupas dos astronautas, como nas estações espaciais. Essa tecnologia consegue controlar a temperatura e umidade, assim como alcança a manutenção da climatização e a versatilidade do formato em arco.

É muito interessante e importante destacar que mesmo sendo uma tecnologia criada pela Nasa e aplicada em uma obra tão significativa e relevante como a Igrejinha da Pampulha, o isolamento térmico 3TC é uma solução acessível e possível para qualquer obra ou pessoa.

Sendo assim, essas melhorias, benefícios e a durabilidade do sistema 3TC não estão restritos apenas às edificações como a Igrejinha da Pampulha e podem ser experimentados em qualquer local, independentemente do tamanho e das características.

Gostou desse texto? Então, agora que você sabe de todas essas informações, compartilhe em suas redes sociais para que mais pessoas conheçam a história da Igrejinha da Pampulha e sobre as melhorias e benefícios proporcionados pelo isolamento térmico 3TC.

A proteção à segurança e à saúde do trabalhador é obrigatória para todos os empregadores. Por isso, é preciso mapear os riscos existentes no ambiente de trabalho e definir formas de reduzi-los ou eliminá-los. Entre os fatores, está o ruído ocupacional.

De forma simples, ele corresponde a qualquer som indesejável que acontece no local de trabalho, durante a jornada. O problema é que a exposição prolongada e/ou a níveis muito elevados prejudica a saúde e pode levar à perda de audição por parte do colaborador. Além disso, afeta a comunicação, diminui a produtividade e pode gerar outros problemas de saúde relacionados.

Pensando nesse assunto, elaboramos um artigo com todas as informações necessárias sobre o ruído ocupacional e seus riscos para os colaboradores. Confira!

Quais são as normas trabalhistas aplicáveis ao assunto?

Como a segurança do trabalho é uma obrigação do empregador, há normas que estabelecem atuação sobre diversos assuntos. Quando falamos de ruído ocupacional a Norma Regulamentadora 15 (NR-15) é a mais importante. Ela trata de atividades e operações insalubres e inclui a tolerância aos ruídos.

A NR-17 é igualmente relevante, pois envolve a ergonomia no ambiente de trabalho, o que está ligado ao bem-estar dos colaboradores. Já a NR-6 fala sobre o uso de Equipamentos de Proteção Individual (EPI), que também estão ligados ao ruído ocupacional.

Outra forma de saber como proceder é seguir a Norma de Higiene Ocupacional (NHO-01), definida pelo Fundacentro. Ela aborda a avaliação de riscos e de exposição e estipula a melhor maneira de agir.

Já a NBR 10152 demonstra como medir os níveis de ruídos e qual é a tolerância para diversos ambientes. Com isso, é possível obter o chamado conforto acústico.

Há outras normas e regulamentações, de acordo com o setor ou com o nível de qualidade pretendido. Portanto, é crucial considerar as orientações para atender a todas as demandas da lei e garantir uma atuação consistente e de qualidade.

Quais são os limites de decibéis? Por que são importantes?

Antes de entender os limites, vale conhecer os tipos de ruído ocupacional. O ruído de impacto é aquele que dura apenas alguns segundos e acontece como fruto de uma ação específica, como o contato de uma ferramenta com uma superfície.

Já o ruído contínuo ou intermitente tem uma duração prolongada. Ele é o que apresenta maior risco, pois causa danos progressivos à audição e à saúde dos colaboradores. Pensando nisso, há limites de decibéis (dB), em relação ao tempo de exposição. Veja quais são as regras:

  • 85 dB: 8 horas;
  • 86 dB: 7 horas;
  • 87 dB: 6 horas;
  • 88 dB: 5 horas;
  • 89 dB: 4 horas e 30 minutos;
  • 90 dB: 4 horas;
  • 91 dB: 3 horas e 30 minutos;
  • 92 dB: 3 horas;
  • 93 dB: 2 horas e 40 minutos;
  • 94 dB: 2 horas e 15 minutos;
  • 95 dB: 2 horas;
  • 96 dB: 1 hora e 45 minutos;
  • 98 dB: 1 hora e 15 minutos;
  • 100 dB: 1 hora;
  • 102 dB: 45 minutos;
  • 104 dB: 35 minutos;
  • 105 dB: 30 minutos;
  • 106 dB: 25 minutos;
  • 108 dB: 20 minutos;
  • 110 dB: 15 minutos;
  • 112 dB: 10 minutos;
  • 114 dB: 8 minutos;
  • 115 dB: 7 minutos.

Não é permitida a exposição acima de 115 dB, por nenhum período, se o trabalhador não estiver protegido. Por isso, recomendamos fazer a medição com aparelhos adequados, que poderão indicar processos ou aparelhos que não atendem às especificações.

Como reduzir o ruído ocupacional?

A boa notícia é que há como diminuir o ruído ocupacional e, assim, aliviar os riscos de segurança associados. Com medidas estratégicas, será possível conquistar resultados melhores e um ambiente saudável para os colaboradores. A seguir, apresentamos dicas essenciais para ter o melhor resultado. Confira!

Utilize maquinário moderno e com a manutenção em dia

As máquinas e os aparelhos eletrônicos são grandes responsáveis pelos ruídos. Quanto maior o porte e/ou mais a quantidade, mais intensos serão os impactos sobre a audição.

Para reduzir essas consequências, uma das orientações é utilizar equipamentos modernos e com tecnologia inovadora. Na maioria das vezes, eles contam com recursos de alívio sobre vibrações e ruídos, o que garante uma atuação dentro das regras.

Além do mais, é preciso ter cuidado com a manutenção. A falta de lubrificação ou o desalinhamento de componentes podem ser vilões causadores de ruído ocupacional. Por isso, vale garantir que todos os elementos estejam otimizados.

Forneça EPIs de qualidade

Outro ponto importante envolve fornecer EPIs para os colaboradores — especialmente, para aqueles que atuam em um ambiente com um volume maior de decibéis. Embora essa seja uma obrigação prevista pela lei, considere se isso tem sido adotado em seu negócio.

Principalmente, é essencial que o EPI seja de alta qualidade. Um protetor auricular, por exemplo, deve ser eficiente para reduzir ou mesmo isolar os ruídos, dependendo do modelo.

Além disso, indicamos conscientizar os colaboradores sobre a importância do uso adequado. Assim, todas as pessoas passam a aproveitar os equipamentos de proteção da melhor maneira.

Instale um isolamento acústico

Além de medidas paliativas, é interessante pensar em alternativas definitivas. Nesse caso, vale a pena recorrer ao isolamento acústico. Ele é especialmente relevante para certas áreas, como escritórios próximos à linha de produção ou locais cercados por ruídos intensos.

O ideal apostar em mantas ou placas acústicas, que são responsáveis por criar uma “barreira” que evita a propagação das ondas sonoras. O melhor de tudo é que uma boa solução ajudará a resolver outros problemas.

Com o 3TC, por exemplo, o isolamento acústico é associado ao isolamento térmico. O produto é eficiente em evitar as três formas de transferência de calor e ainda ajuda a diminuir o impacto do ruído ocupacional. De fácil instalação e com ótimo custo-benefício, é essencial para garantir conforto térmico e acústico.

O ruído ocupacional afeta a saúde dos trabalhadores e deve ser reduzido por meio das medidas certas. Com os cuidados recomendados, é possível melhorar a segurança do trabalho, além de atender a exigências legais e aliviar os custos em médio e longo prazo.

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Os containers são soluções muito práticas quando falamos sobre transporte aéreo ou marítimo de cargas pesadas. Nos últimos anos, eles se tornaram popular graças à existência da casa container. Essa nova opção de moradia apresenta características únicas e diversos benefícios.

Para vencer o ceticismo sobre essa alternativa, o melhor é entender quais são as qualidades do ambiente e como é possível torná-lo confortável e conveniente. Assim, você compreenderá quais são os motivos para a popularização dessa escolha em todo o mundo.

A seguir, preparamos um guia com tudo o que precisa saber sobre a casa container e suas qualidades. Confira!

O que é uma casa container?

Quando falamos em casa, é comum associar à ideia construtiva padrão, que envolve alvenaria e soluções semelhantes. No entanto, hoje existe a casa container. Como o próprio nome diz, trata-se de um projeto de moradia que se baseia na transformação e no aproveitamento de um espaço de container.

De transportador metálico de cargas, o item passa a oferecer as bases para as paredes, o teto e o piso de um lar. Então, estamos falando de uma casa que é construída de maneira inovadora, com técnicas diferentes, mas que gera uma experiência final similar.

Quais são os tipos de casa container?

Como cada morador tem uma necessidade, há distintos modelos de casa container. Eles variam tanto em relação ao tamanho quanto à execução do projeto. Ao conhecer as alternativas, é possível definir o que faz mais sentido para a sua realidade.

Pensando nisso, veja quais são os tipos ligados a essas residências e conheça suas principais características.

Simples

Uma casa container simples utiliza, normalmente, apenas uma estrutura metálica. Trata-se de uma moradia compacta, mas que pode conter todos os cômodos normais, como banheiro, quarto e cozinha. Se o container for um pouco maior, há espaço separado para a sala.

É a opção ideal para quem deseja ter um estilo de vida minimalista, mas que ainda garante conforto e muita segurança.

Dois andares

Ao pensar nas dimensões de um container, o teto é relativamente baixo, pois não passa de 3 metros. A casa container de dois andares envolve duas estruturas empilhadas e que ganham altura. Isso é ótimo para driblar a dificuldade quanto ao tamanho do teto, além de garantir espaço.

A alternativa pode incluir a existência de um mezanino, por exemplo. O projeto pode ganhar a cara de loft ou, então, apresentar um visual que se assemelhe a uma casa maior e mais robusta.

Vão livre

Apesar de o empilhamento ser uma característica comum nas versões com mais de um andar, ele não precisa ocorrer totalmente alinhado. É possível usar as peças em posições perpendiculares e mesmo criar uma casa com vão livre.

O projeto arquitetônico requer especial cuidado para equilibrar os pesos, mas é uma alternativa que garante modernidade. Em geral, é uma opção para aproveitar melhor o terreno e a área ao ar livre.

Quais as características da casa container?

Esqueça-se da ideia de uma casa container tem aquele aspecto puramente metálico, com as indicações da carga sobre um fundo laranja ou azul. A verdade é que esses projetos são cada vez mais robustos e modernos, com características que os tornam especiais.

Cada residência tem suas particularidades, como acontece na alvenaria, mas temos a chance de identificar alguns pontos que aparecem com frequência. Veja quais são eles!

Construção modular

Toda casa container funciona com base na construção do tipo modular. Como os containers têm medidas padronizadas, nem sempre eles atendem fielmente a uma necessidade. Para reverter a situação, é interessante pensar no “encaixe” de diversas peças, de acordo com o projeto.

Os containers podem ser empilhados, justapostos ou interligados e cada um funciona como um módulo. Assim, as moradias ganham geometrias únicas, embora algumas se aproximem de modelos “tradicionais”.

Otimização de espaço

Outro ponto crucial para um projeto dar certo envolve a otimização de toda a área disponível. Em uma casa como essa, não existe cantinho que seja deixado de lado ou ponto que fique esquecido entre os cômodos.

A ideia é maximizar o uso do ambiente, inclusive ao criar espaços multifuncionais. Isso adiciona um toque importante de modernidade e torna o ambiente mais agradável. É uma maneira de, até mesmo, atender às principais necessidades.

Layout aberto e integrado

Como os containers são módulos abertos, é muito comum que essa característica seja aproveitada. O layout costuma ser altamente integrado, com vários ambientes dividindo o mesmo lugar. Isso serve para aproveitar a iluminação e para dar a sensação de amplitude — o que combate a ideia de local confinado.

Dependendo do caso, é possível utilizar divisórias para criar certos ambientes, como quartos ou banheiro. Por outro lado, é comum que haja integração com a área externa, como por meio de grandes janelas e portas de correr.

Ventilação potencializada

Para tornar o ambiente ainda mais agradável, muitas construções desse tipo consideram a necessidade de potencializar a capacidade de ventilação. Isso é possível, principalmente, graças à continuidade oferecida por um layout aberto.

Várias opções de casa container também contam com uma grande quantidade de janelas e portas, o que adiciona versatilidade e permite uma circulação de ar que torne a efetividade ainda maior.

Cômodos unitários

Para quem busca uma alternativa muito mais moderna, é possível investir em uma residência baseada em cômodos unitários feitos de containers. A ideia é criar espaços individuais e divididos, embora tenham algum tipo de interligação.

É uma ótima opção para locais menores ou quando há um desejo reforçado quanto à privacidade. Nesse caso, é comum usar mais de 3 containers, com diferentes dimensões e características.

Como funciona esse projeto?

Não há mistérios ao falar no “funcionamento” de uma casa container. Morar nela é como na maioria das residências tradicionais, mas a construção e a implementação merecem destaque.

Em termos de projeto, é interessante conhecer o que o aguarda caso escolha essa modalidade. Veja mais sobre o funcionamento!

Levantamento das necessidades e preferências

Assim como em um imóvel de alvenaria, é crucial considerar quais são as principais exigências e escolhas. A ideia é entender o que faz sentido para tornar o ambiente interessante e adaptado à sua realidade.

Uma família com dois filhos, por exemplo, precisará de mais espaço que alguém que vive sozinho. Também há definições para manter o equilíbrio entre vantagens e desvantagens do container, de acordo com cada morador.

Escolha das soluções construtivas

A partir disso, são selecionadas as técnicas e os processos construtivos que ajudarão o projeto. É o caso de pensar em questões como a criação da fundação para a residência, o design arquitetônico e os acabamentos que serão adotados.

É muito importante ter um escopo definido com tudo o que precisa ser feito e em qual ordem, até mesmo para obter um projeto eficiente. A escolha das soluções também pode variar segundo os desafios encarados.

Aquisição dos containers e demais materiais

Com as principais decisões tomadas, é o momento de comprar os containers com as dimensões, a área e as características desejadas. Eles podem ser novos ou usados, mas é preciso ter atenção com o que foi transportado. Em geral, a única restrição é sobre as cargas tóxicas, mesmo após higienização.

Também há a compra de outros materiais, como os itens de acabamento e até de isolamento térmico. Vale considerar as necessidades específicas quanto a esse tipo de estrutura, além de pensar em características pontuais do projeto.

Utilização plena do espaço

O funcionamento, em si, envolve o máximo aproveitamento do lar, de acordo com o cotidiano de seus moradores. Em uma casa container, você poderá aproveitar todas as comodidades que existem em um imóvel tradicional, como energia elétrica e serviços associados.

Algumas dessas casas funcionam de maneira móvel e, para isso, são construídas sobre uma plataforma que pode ser transportada. Mesmo que não seja o caso do seu projeto, é uma alternativa muito prática e repleta de boas características.

Quanto custa?

O custo de uma casa container depende do tipo de projeto escolhido e das características. Ele pode custar algumas dezenas de milhares de reais a valores maiores. Tudo depende do tamanho do projeto e da quantidade de containers utilizados.

No entanto, é possível ter uma ideia dos preços, de acordo com o tamanho e com as qualidades das peças estruturais. No geral, podemos definir que um container de 14m², sem revestimento, custa de R$ 10 mil a R$ 12 mil. A versão com revestimento varia de R$ 15 mil a 17 mil.

Opções maiores, naturalmente, custam mais. O container de 28m², sem revestimento, custa de R$ 16 a R$ 18 mil. Com revestimento, o valor sobe para R$ 22 mil a R$ 24 mil. Na maioria dos casos, containers um pouco mais antigos custam menos, sendo que podem ser recuperados com diversos processos.

Como é a montagem?

Outra dúvida muito frequente sobre a casa container trata da montagem desse lar. O processo é bem interessante e é dividido em etapas, como em uma obra “comum”. A diferença é que algumas etapas são exclusivas desse modelo e, por isso, exigem atenção especial.

Na sequência, vamos mostrar quais são as principais características e fases ligadas à montagem dessa casa. Confira!

Elaboração e regulamentação do projeto

Para começar, é importante montar um projeto com todas as características técnicas e indicações necessárias. O ideal é contratar profissionais especializados nesse tipo de solução — e hoje já é possível achar escritórios de arquitetura que constroem apenas com containers.

Também é essencial ter cuidado com a regularização da obra junto aos órgãos públicos. Uma casa container paga imposto como qualquer opção de alvenaria e é preciso ter a autorização adequada da Prefeitura para que tudo seja executado. Como cada município tem suas regras, os profissionais contratados devem se preocupar com a etapa.

Preparação dos containers

Em seguida, há um processo de preparação. Se for necessário, ocorre a terraplanagem do terreno e a consolidação de uma estrutura para garantir total segurança e estabilidade à residência.

Depois, o container é preparado para se transformar em lar. É comum que eles sejam lixados e revestidos por uma tinta especial antiferrugem. Se houver mais de um, há o corte das peças segundo o projeto e o encaixe por engate. Ao final, temos o layout pronto para ser trabalhado.

Instalações elétricas e hidrossanitárias

Com o container posicionado e capaz de receber as próximas etapas, há a execução de instalações elétricas e hidrossanitárias. Isso significa que toda a fiação é puxada de acordo com as necessidades, como pontos de iluminação ou tomadas.

Também são planejados os canos e componentes hidráulicos para tratamento de esgoto e fornecimento de água. Dependendo do projeto, é possível investir em aquecimento solar e reuso da água, com a estrutura totalmente adaptada ao espaço.

Elaboração dos revestimentos

Na sequência, são realizados os revestimentos no container, para deixar a casa com um aspecto semelhante aos lares tradicionais. Há a instalação do piso e do revestimento de teto e das paredes. É comum utilizar o Drywall, mas também há forros minerais, produtos de PVC e outras possibilidades.

Não podemos nos esquecer de que, em alguns casos, há uma preferência por deixar o projeto mais “cru” e sem tanto revestimento.

Finalização do projeto

Com essas etapas realizadas, é hora de se preocupar com o acabamento e com a entrega do local. Basicamente, são adicionados os móveis e os elementos de decoração, além de quaisquer outras características desejadas.

Com tudo concluído, o projeto está pronto para ser entregue e garantir que os seus moradores possam aproveitá-lo ao máximo!

Quais são as vantagens da casa container?

Você sabe por que essa alternativa tem se tornado tão popular? Nós explicamos: essa é uma opção repleta de benefícios e que pode transformar o seu conceito de lar. Com um bom projeto, a qualidade de vida é priorizada em todas as etapas e isso se reflete na experiência de moradia.

Além desse ponto, quer descobrir o que a casa container tem a oferecer? Veja, a seguir, quais são as suas maiores vantagens!

Maior sustentabilidade

Podemos dizer que esse tipo de construção aproveita materiais que ficariam parados ou seriam descartados. Afinal, muitos containers deixam de ser usados após algum tempo e param no lixo. Com esse tipo de lar, há um novo uso para essa “matéria-prima”.

Além disso, a construção é mais limpa, rápida e eficiente, o que gera menos gastos e desperdícios de recursos. Portanto, essa é uma alternativa que eleva o nível de sustentabilidade do projeto e que dá origem, até mesmo, a propostas verdes. É uma ótima saída para ajudar o meio ambiente e diminuir o impacto negativo nos recursos naturais.

Personalização completa

Outro ponto positivo é que uma casa container pode ser totalmente customizada. Ou seja, você tem a chance de criar um projeto do zero, de acordo com as suas preferências e com as necessidades.

Os containers são especialmente fáceis de trabalhar e podem ser cortados e encaixados com relativa simplicidade. Com isso, é possível ter um lar com a sua cara, sem ter que gastar tanto dinheiro quanto em uma alternativa de alvenaria.

Alta resistência

Pensa só: os containers são capazes de transportar cargas com várias toneladas, em diversas condições, durante anos. Então, é justo dizer que a matéria-prima é muito resistente e oferece grande durabilidade.

Além de tudo, há a realização de processos especiais de proteção, como a aplicação de tinta contra a ferrugem. Isso auxilia a manter o visual sempre interessante, com menos necessidade de manutenção ao longo do tempo.

Custos reduzidos

Dissemos que os gastos com um projeto desse tipo variam com as características, como tamanho e demandas específicas. No entanto, essa é uma alternativa mais barata que a alvenaria, nas mesmas condições.

Ou seja: construir uma residência de tijolo e cimento com as mesmas características de uma casa container gasta mais. Também é possível planejar o projeto para otimizar o consumo de energia e de água, o que reduz os gastos associados.

Conforto garantido

Não menos importante, você precisa saber que uma casa container é confortável quando o projeto é realizado corretamente. Com a atuação de profissionais especializados e com os recursos necessários, o lar fica muito agradável e não deve em nada para qualquer outro tipo de ambiente.

Além disso, é versátil e pode, até mesmo, adaptar-se às novas demandas. Se tiver espaço disponível no terreno escolhido, há como ampliar o ambiente de acordo com as demandas.

Qual é o papel e como fazer o isolamento térmico e acústico?

Um dos desafios de um projeto de casa container é a composição desse elemento. Como ele é totalmente feito de aço, tem uma elevada capacidade de conduzir calor. Para manter as boas características no ambiente, é essencial pensar no isolamento térmico e acústico.

O processo é feito com a instalação de uma manta ou de placas térmicas no que seriam as “paredes” do ambiente. Como consequência, é possível evitar a passagem de calor do ambiente externo ou a perda para o lado de fora. A seguir, mostramos a importância dessa decisão e como acertar na instalação!

Por que recorrer ao isolamento térmico e acústico?

Adotar uma solução do tipo é indispensável se você quiser deixar a sua casa container ainda melhor. Com um bom isolamento térmico e acústico, é possível aproveitar diversos benefícios. Veja quais são!

Maior conforto térmico

Com a solução certa, você evita passar muito calor no verão ou frio no inverno. Climatizando containers, há uma experiência melhor e com muito mais conforto térmico em relação ao ambiente.

Aumento da eficiência energética

Já que o ambiente ficará agradável, não será preciso gastar tanto com ar-condicionado ou ventiladores. Isso ajuda a melhorar a eficiência energética, o que reduz os gastos com a conta de luz e até aumenta a sustentabilidade.

Garantia de privacidade

Com o isolamento acústico, há uma elevação no nível de privacidade. Além de os sons do seu lar não se propagarem com intensidade para o lado de fora, você não será incomodado pelos barulhos externos.

Por que escolher a 3TC?

Depois de reconhecer a importância do isolamento térmico na casa container, é essencial recorrer à solução adequada. Assim, é possível obter o máximo potencial e garantir máximo desempenho.

Na hora de escolher uma empresa de isolamento térmico, a 3TC se destaca — e merece a sua atenção. Quer saber os motivos? Descubra!

Única no mercado a proteger de todos os tipos de transmissão de calor

Quando falamos nos tipos de isolamento térmico, é possível notar que alguns protegem contra condução, outros contra convecção e outros contra radiação. A 3TC, entretanto, oferece uma solução única e que evita a transmissão de calor pelas três formas. Assim, há muito mais eficiência para tornar sua casa container agradável e climatizada.

Proteção térmica e acústica em um só produto

Outro diferencial é que o revestimento da 3TC garante proteção térmica e acústica ao mesmo tempo. Então, não será preciso recorrer a duas soluções distintas para fazer com que o espaço fique confortável e realmente privativo.

Propriedades anti-chamas

Manter a segurança também é essencial para aproveitar ao máximo a sua casa container. O nosso revestimento para isolamento térmico e acústico não propaga fogo graças às propriedades anti-chamas. Com isso, é possível atender às obrigações da legislação e ficar mais protegido.

Atua como impermeabilizante

Além de tudo, o produto serve para proteger o telhado do seu lar, evitando a entrada de água, de pequenos insetos e de animais e a formação de goteiras. Com isso, evita problemas com o mofo e ajuda até a proteger a saúde.

Facilidade de instalação

Ao escolher a nossa solução, você notará que a instalação é segura, rápida e muito simples. Além de tudo, contamos com profissionais altamente capacitados e prontos para ajudar. Com isso, a obra não sofre com atrasos e perdas e é possível conquistar os resultados desejados mais facilmente.

Excelente custo-benefício

Apesar de oferecer vários benefícios e diferenciais, a 3TC mantém uma excelente relação de custo-benefício. Afinal, trata-se de uma opção durável, muito eficiente e que gera conforto e economia. Longe da necessidade de manutenção e com consistência na conquista de boa performance.

Uma casa container é um novo jeito de viver e até de desempenhar mais sustentabilidade. Com um bom projeto e todos os cuidados necessários na etapa de montagem, é possível ter máxima qualidade de vida.

Para garantir o conforto, não se esqueça do isolamento térmico. Se quiser ter a melhor solução do mercado, entre em contato conosco da 3TC e peça o seu orçamento!