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Os diferentes tipos de forro tem uma funções essenciais na estética dos projetos de engenharia e arquitetura, especialmente residenciais. Afinal, frequentemente, a aparência da laje ou do telhado não são muito agradáveis visualmente. Então, o acabamento e a harmonização com o estilo arquitetônico ficam por conta dessa cobertura que vai logo abaixo dessas estruturas para esconder os componentes industriais e imperfeições.

No entanto, frequentemente os projetos ignoram outras funcionalidades que podem ser acrescidas na estrutura dos tipos de forro, como a impermeabilização e o isolamento acústico. Com isso, perde-se uma oportunidade valiosa para atingir ainda mais satisfação do cliente ao otimizar a climatização e o conforto ambiental.

Por esse motivo, vamos explicar aqui todas as etapas imprescindíveis no planejamento do forro. Se você estiver lendo este post, pois é responsável pela execução de uma obra, siga as dicas com bastante atenção. Se estiver procurando uma empresa para realizar o serviço, certifique-se de que suas práticas estão em conformidade com os itens a seguir.

Ficou interessado? Acompanhe o nosso post!

Analisar o tipo e o status do projeto

Este passo ocorre quase que instintivamente. Afinal, dependendo das características do projeto, não é possível utilizar algumas vantagens que alguns tipos de forro trazem. Veja algumas situações que servem de exemplo:

  • quando o projeto é iniciado do zero, você poderá utilizar o forro como uma estratégia de evitar a passagem de parte da tubulação por dentro dos tijolos das lajes de alvenaria. A tubulação passará logo abaixo da laje de forma exposta, sendo posteriormente coberta pelo forro. Isso facilita bastante a vida do usuário da construção caso ele precise fazer alguma reforma no futuro;
  • se você pegou uma construção ainda em execução, analise quais etapas já foram concluídas e suas características para verificar quais características de cada um dos tipos de forro ainda podem ser aproveitadas e compatibilizadas. Exemplificando, pode acontecer de a tubulação já estar instalada, mas o projeto de isolamento térmico ainda não ter sido executado. Assim, você poderá compatibilizá-lo com a laje para que ambos sejam feitos na mesma oportunidade;
  • por sua vez, quando estamos pensando apenas em uma reforma, será preciso fazer uma análise estrutural. Todas as escolhas de tipos de forro deverão se compatibilizar com os materiais e técnicas utilizadas na laje original. Será preciso compreender o peso que ela suporta, por exemplo.

A partir dessa análise, explique as vantagens e desvantagens de cada escolha para cliente, deixando a escolha livre. Seu papel não deve ser forçar uma opção que acha melhor, mas apenas oferecer uma consultoria para auxiliá-lo na tomada de decisão. Em qualquer etapa de um projeto, isso garante a satisfação final. Não há nada pior do que um cliente falar: “eu não gostei disso, mas o arquiteto/engenheiro insistiu”.

Verificar os objetivos do cliente

Nesse papel de suporte à escolha, verifique com o cliente quais são os principais objetivos dele com o projeto. Eles podem variar bastante e, inclusive, sobrepor-se:

  • beleza;
  • conforto ambiental;
  • baixo custo;
  • facilidade de reformar e reestruturar;
  • manutenção simples e barata;
  • eficiência energética e sustentabilidade, entre tantos outros.

Obviamente, todos esses elementos devem estar presentes em algum nível. O objetivo do cliente será apenas o foco na hora de tomar decisões quando for preciso sacrificar parcialmente algum ponto.

Elaborar e apresentar o projeto

Assim como qualquer projeto, o forro deverá ser apresentado de forma atrativa para o cliente com renderizações, utilização de materiais de excelência e descrições sobre o que se buscou atingir com cada um dos principais elementos.

A partir disso, é o momento de mostrar o projeto para o cliente e tirar todas as suas dúvidas. Caso ele demande alguma modificação, você deve fazê-la rapidamente até que sinta que ele está 100% confortável com tudo.

Funções do forro

Melhoria a estética do ambiente

Há determinados tipos de laje e de detalhes que apresentam um acabamento estético que pode não agradar os clientes. Um exemplo é a laje nervurada, cujos vãos ficam expostos, além de poderem acumular animais e sujidades que incomodam os usuários do ambiente. Mesmo as lajes bem rebocadas também podem incomodar alguns clientes mais exigentes, que demandam um acabamento diferenciado.

Harmonização da linguagem arquitetônica

O grande segredo de um projeto autoral bem-sucedido é a sua capacidade de reproduzir em todos os elementos a linguagem desejada. O forro faz parte disso e não pode deixar de ser visto como uma forma de proporcionar aquela sensação de sublime quando o cliente entra no ambiente.

Desse modo, veja como cada opção vai se compatibilizar com cada estilo:

  • em projetos rústicos ou comfy, o ideal é escolher materiais mais brutos com pouca ação do homem nos processos de industrialização. Esse é o caso da madeira, do bambu e, até mesmo, do concreto cru;
  • nos minimalistas, os forros de gesso podem oferecer entalhes geométricos que dão maior riqueza ao visual do ambiente sem proporcionar aquela sensação de exagero. Eles podem, inclusive, servir como suporte para a criação de uma iluminação diferenciada. O forro de cimento aparente também é uma boa pedida;
  • nos sustentáveis, os forros poderão ser feitos de materiais reciclados ou recicláveis, além de trazer um maior isolamento térmico para evitar o uso de ar-condicionado;
  • nos industriais, os tipos de forro de concreto ou de PVC na paleta de cor do cinza podem trazer uma mensagem crua.

Diminuição do volume do ambiente

No caso de construções sem laje e com telhados triangulares ou redondos, todo o espaço entre o plano de término das paredes e o ápice da estrutura se torna um espaço morto. O seu cliente não vai conseguir utilizá-lo para praticamente nada. Então, mais barata que montar toda uma laje, uma excelente opção é instalar alguma opção entre os tipos de forro disponíveis no mercado.

Com isso, pode-se reduzir o volume do ambiente caso essa seja uma demanda do seu cliente com um baixo custo. Ademais, você poderá aproveitar a ocasião para aproveitar a instalação a fim de conquistar outros objetivos, como:

  • aplicar uma camada de impermeabilizante;
  • instalar isolantes térmicos para melhorar o conforto ambiental;
  • otimizar a acústica da construção para isolar o barulho da rua.

Enriquecimento da iluminação

Os forros podem ser o suporte para a instalação de spots de luzes difusas ou direcionadas a fim de criar efeitos de iluminação em camadas. Nesse caso, o gesso é uma excelente opção, visto que é leve, bonito e barato. Também é muito fácil de manusear e moldar para criação de lacunas em formatos diferenciados.

Promoção da circulação cruzada

Os forros também podem ser pensados para melhorar a circulação cruzada de ar dentro de um ambiente. Eles poderão conter aberturas e vãos que distribuem o ar para melhorar o conforto térmico de um ambiente.

Suporte para esconder instalações

Outra função, utilizada frequentemente nas construções de finalidade comercial ou industrial, é a utilização de forros para esconder instalações elétricas e hidráulicas. Esses locais geralmente precisam de bastante versatilidade na distribuição de divisões internas. Por isso, em vez de usar paredes de alvenaria, são empregados drywalls e divisórias.

Desse modo, a tubulação não pode correr dentro das paredes. Por esse motivo, ficarão entre os tipos de forro e o teto. Assim, a cada reformulação do espaço, será muito mais simples modificar o caminho das tubulações sem danificá-las.

Melhoria da acústica do ambiente

Alguns dos tipos de forro disponíveis no mercado, podem trazer uma acústica muito mais eficiente para o ambiente em diversos sentidos:

  • nas construções com pé-direito alto e telhados expostos altos, evita o efeito de eco;
  • ameniza a reverberação de sons provocados pelo impacto de objetos no telhado;
  • corta grande parte dos sons vindos da rua, entre outros benefícios.

Além disso, essas vantagens poderão ser complementadas com a compatibilização com o projeto de conforto termoacústico, como explicamos.

Melhoria do conforto ambiental

Caso você escolha um isolante térmico versátil, ele mesmo poderá se tornar o forro da mesma forma que são utilizados os compensados de madeira, o isopor e as placas de PVC. Por exemplo, o isolante 3TC pode vir na apresentação de placas pré-fabricadas pintáveis, quais são encaixadas em suportes metálicos.

Mesmo que você não utilize o próprio isolante como forro, ele poderá complementá-lo ao atuar como subcobertura. Utilize-o para preencher o espaço vazio entre o teto e o forro para conquistar uma construção mais confortável termicamente.

Tipos de forro e suas características

Gesso

Certamente, essa é a cobertura mais popular nos projetos residenciais, sendo também muito frequentes nos comerciais. O material poderá ser trabalhado de diversas formas e é justamente essa versatilidade sua principal vantagem. O gesso pode:

  • ser moldado em placas para ser instalado por meio do encaixe em suportes metálicos;
  • vir pré-moldado de acordo com a forma e as dimensões requisitadas pelo cliente;
  • ser agregado a tramas de fibra de vidro ou de metal para a criação de placas grandes, que são penduradas na laje ou no telhado, entre outras opções de instalação.

As vantagens do forro de gesso, além das que citamos são:

  • é um material muito fácil de encontrar e há diversos fornecedores do serviço completo desde a criação da peça até a instalação;
  • apresenta um custo-benefício interessantíssimo sem abrir mão do acabamento estético;
  • a instalação é feita com pouca sujeira;
  • a manutenção é fácil mesmo quando é necessário quebrar algum trecho para reformas;
  • melhora o isolamento termoacústico ainda mais quando é acoplado com mantas acústicas e placas de isolantes eficientes.

No entanto, nenhum material é isento de desvantagens, e as do gesso são:

  • susceptível à umidade, o que pode ser corrigido com a utilização de uma subcobertura impermeável, a qual pode ser um isolante termoacústico impermeável;
  • acumula poeira com mais facilidade;
  • é mecanicamente menos resistente do que outras opções.

Madeira

A madeira pode vir nas apresentações:

  • compensados de baixa qualidade são restos de fibras de madeira, que são então prensados até formar uma estrutura sólida e relativamente resistente. São as opções mais baratas, apesar de esteticamente prejudicados. Serão instalados em armaduras metálicas, possivelmente em projetos comerciais e industriais;
  • MDF e MDP, também são feitos com madeira compensada, mas com qualidade superior. Recebem uma camada de estampa para simular outros tipos de madeira;
  • de demolição — outra opção cada vez mais comum é utilizar restos de demolição de madeiras maciças de qualidade baixa a intermediária;
  • nobres e de lei — são as madeiras maciças mais caras, mas extremamente bonitas. Darão a aparência de luxo e poder ao ambiente.

A instalação dos forros de madeira é relativamente simples, bastando que as peças sejam pregadas uma nas outras com o auxílio de suportes estruturais.

As vantagens da madeira variam conforme o tipo utilizado. Por exemplo, utilizar os compensados e o MDP não trarão o acabamento estético e o isolamento termoacústico ideal. Por esse motivo, será preciso reforçá-los com isolantes autônomos.

No entanto, de forma geral, seus benefícios também são:

  • simples de instalar, remover e substituir;
  • fáceis de pintar com uma tinta adequada;
  • impermeáveis quando recebem o tratamento correto.

Por sua vez, as desvantagens são a necessidade de manutenção periódico, especialmente no caso das madeiras naturais. Além disso, podem se tornar combustível para chamas.

Bambu

O uso do bambu já foi muito comum nas construções tradicionais da China e no Japão. No entanto, com a popularização dos estilos minimalistas orientais e do comfy, os forros fabricados com ele vem sendo trazidos como uma novidade sofisticada. Eles podem ser utilizados tanto nos ambientes internos quanto externos.

Sua principal vantagem é justamente a exclusividade de poucas pessoas o utilizarem, além de remeter à natureza e criar um ambiente aconchegante. Além disso, é relativamente barato. Todavia, a trama de bambu permite a passagem de luz, som e umidade. Então, nos ambientes internos, é importante instalar um isolante termoacústico eficiente, que seja também impermeável e pintado de cores semelhantes ao bambu para não prejudicar a beleza do forro.

PVC

O PVC é outro material muito popular para forro, equiparando talvez ao gesso e aos compensados de madeira. São muito demandados por um importante motivo: o custo total do investimento. Apesar de o material em si ser mais caro do que o gesso, não há necessidade praticamente nenhuma de manutenção e, nos negócios, não é preciso parar as operações até que a instalação seja concluída.

As peças são muito mais econômicas do que a maioria das opções, a instalação não demanda muitos materiais nem mão de obra especializada, a resistência mecânica e a impermeabilidade são razoáveis e a substituição, muito simples. Também, não sofrem com deterioração causada por ataques de insetos e fungos.

No entanto, não são considerados esteticamente atraentes e passam uma mensagem de pouca sofisticação. Então, são ideais quando o foco da estratégia de forramento é apenas a funcionalidade aliada ao baixo custo.

Ademais, não apresentam uma boa capacidade de isolar sons e bloquear a transmissão de calor. Então, para criar um ambiente mais eficiente nesses pontos, deverão ser complementados por isolantes.

Placas de isolante térmico

Uma alternativa é a utilização de placas de isolantes térmicos em vez de utilizar os materiais acima. Isso apresenta a vantagem de, em uma única ação, você lidar com dois problemas de uma construção: a falta de forramento e o desconforto térmico.

Hoje em dia, há dezenas de isolantes no mercado, cada qual com suas vantagens e desvantagens. Vamos falar das principais a seguir:

  • lã de vidro — material fibroso feito a partir da submissão da sílica a altos gradientes de pressão e temperatura. Tem boa eficiência no isolamento termoacústico, mas não apresenta os benefícios de impermeabilidade e bloqueio de todas as formas de transmissão de calor;
  • lã de rocha — fabricado da mesma forma que a anterior, mas utilizando como matéria-prima as rochas adiabáticas. Conta com características bem semelhantes;
  • isopor — sem uma proteção devida, apesar de extremamente eficiente e versátil, é um material frágil;
  • 3TC — constitui-se de um núcleo de poliestireno expandido coberto por duas lâminas de polímeros refletores. Além de bloquear com alta eficiência todas as formas de transmissão de calor, tem vantagens adicionais em relação à impermeabilidade, proteção contra o fogo, entre outros.

Aplicação do forro

A aplicação do forro depende bastante do tipo do material e dos métodos empregados pelo fornecedor. Em geral, as seguintes técnicas podem ser empregadas

Instalação modular

Em vez de aplicar peças inteiras para o forramento, elas são divididas em fragmentos menores, os quais serão encaixados no local. A aplicação pode ocorrer de diversas formas dentro dessa técnica:

  • cada módulo pode ser amarrado ou colado ao teto, à laje ou à subcobertura;
  • uma armação metálica pode ser pregada nas paredes e as placas de forro encaixadas na estrutura;
  • estruturas de instalação podem ser embutidas nas paredes, sendo o encaixe entre os módulos feito sob a pressão de uma peça na outra.

Instalação tradicional

Aqui, o forro pode ser construído in loco ou haver a instalação de uma peça inteiriça. Assim como no caso anterior, esta metodologia de instalação poderá ser aplicada de diversas formas de acordo com as necessidades do material escolhido para o forro, como

  • uma das técnicas mais comuns é a amarração, em que a peça do forro é amarrada a fios instalados na cobertura da construção. Isso é muito utilizado nas aplicações de grandes peças de gesso;
  • a colagem consiste na aplicação de uma substância adesiva capaz de se fixar tanto no material da construção quanto no forro. É mais comum quando as peças apresentam um peso mais leve, o que reduz a pressão da gravidade sobre a cola;
  • pregagem, em que as peças são instaladas com pregos em vigas ou diretamente no teto, ou telhado;
  • encaixe nos casos em que a superfície superior das paredes fiquem expostas e elas puderem suportar peso do forro. Então, as peças podem ser amarradas ou pregadas para evitar a movimentação.

Escolha o tipo de forro ideal

O forro deve ser sempre escolhido de acordo com os objetivos funcionais e estéticos do projeto. Então, não caia em armadilhas de que um mesmo material poderá ser empregado em toda e qualquer construção.

Por exemplo, vamos falar do 3TC que é um insumo que temos bastante propriedade para falar. Nem sempre ele poderá ser usado como forro. Caso o estilo do projeto exija materiais mais específicos, como o bambu e a madeira, ele poderá ser usado como subcobertura para complementar a eficiência termoacústica do forro, mas não vai substituí-lo.

No entanto, nas situações de forros modulares com armação metálica, acreditamos que é a melhor opção, pois se solucionam diversos problemas em um único investimento. Portanto, em qualquer caso, sempre avalie as prioridades do projeto e planeje um forramento que atinja de forma estratégica a maior parte delas.

Consequências de não ter forro

Prejuízo estético

Frequentemente, o reboco da cobertura não é suficiente para dar um acabamento estético de excelência. Então, para conquistar a excelência, é importantíssimo forrá-lo com um material bonito e harmonizado com toda a linguagem arquitetônica dos demais elementos.

Menor eficiência termoacústica da construção

Em muitas construções, o material utilizado no telhado ou na laje não apresenta uma boa capacidade de proteger as estruturas da incidência de calor. Esse é o caso das telhas metálicas, de fibrocimento ou de polímeros plásticos. Mesmos em situações em que as peças protegem razoavelmente, como os tijolos e o concreto, um forro isolante eficiente pode complementar ainda mais essa característica e trazer uma construção altamente confortável.

Acúmulo de animais e sujidades

O espaço entre o telhado e o plano superior das paredes é muito difícil de limpar. Portanto, pode acumular diversos tipos de detritos, além de hospedar insetos e parasitas. Tudo isso traz bastante transtorno para os usuários da construção.

Maior vulnerabilidade à umidade

Quando se tem um forro para proteger o ambiente interno, há uma barreira importante contra a umidade que chega do telhado. Isso ajuda a proteger tanto contra os danos dos vapores de água (os quais também comprometem a eficiência térmica) quanto pela ação das colunas de água durante as chuvas.

Portanto, agora que você sabe que há diferentes tipos de forro, estará preparado para escolher o melhor para o seu projeto ou de um cliente. Analise as vantagens e desvantagens de cada um deles para que os objetivos finais da estratégia sejam conquistados para a total satisfação de todos os usuários da construção. Em todos os casos, não deixe de pensar no conforto termoacústico que a opção certa entre os tipos de forro disponíveis, pode proporcionar.

Então, você já tem um forro na sua construção? Se sim, está pensando em substituir? Comente aqui com a gente como nossas dicas o ajudaram!

Forrar a casa é uma das melhores maneiras de reduzir a sujeira que costuma cair do telhado. Algumas vezes, essa é uma solução também para o conforto térmico e até para o isolamento acústico.

A laje convencional, por exemplo, é um tipo de forro bastante conhecido. Consiste em uma estrutura de concreto, bem sólida. Porém, com o advento do forro modular, as coisas mudaram. Além do produto se tornar mais acessível do ponto de vista financeiro, ele é mais prático de instalar.

Neste guia, vamos falar sobre o forro em módulos, as características dele, que materiais podem ser usados e os custos envolvidos. Faça a leitura completa do artigo e tire suas dúvidas!

1. O que é forro modular?

Forro modular significa forro vendido em módulos, ou seja, em placas apoiadas em grids de perfil metálico, na forma de um T invertido. São blocos pré-moldados de um determinado material. Há muitos tipos de forro em placas disponíveis no mercado.

Os forros modulares podem ter formas, bordas e espessuras diferentes e contar com aplicações bactericidas e fungicidas. São bem personalizáveis, o que permite que atendam a necessidades variadas, conforme o perfil da construção.

É um tipo de forro reconhecido com facilidade porque os perfis de metal podem ficar aparentes e formar um quadriculado. É possível enumerar as características gerais do forro em módulos, como:

  • disponibilidade em cores e modelos variados;
  • acabamento liso, texturizado ou perfurado;
  • leveza, limpeza, sem cortes e sem umidade (seco);
  • conforto acústico e térmico;
  • possibilidade de remoção;
  • resistência a fissuras e trincas;
  • resistência às chamas;
  • montagem rápida por meio do sistema de encaixes (baixo percentual de desperdício e geração de resíduos).

2. Como surgiu?

Sempre é interessante compreender como as soluções surgiram. As invenções dos homens são sempre uma resposta, uma reação a uma situação específica, geralmente problemática.

O forro no Brasil começou a ser usado no período colonial pelos portugueses. Os modelos mais baratos eram feitos de uma planta chamada “taquara”. A partir dela, faziam-se esteiras grandes para forrar o teto. Também havia os forros de tábuas de madeira, que eram assentados direto no telhado ou em barrotes complementares.

A proposta de módulos também é antiga. No início eram chamados de painéis, mais pesados e de custo mais alto. Os painéis mais requintados eram elementos arquitetônicos usados nos salões e nos grandes ambientes, onde o teto assumia um formato denominado de caixão, esquife ou gamela.

Vale dizer que a gamela é feita a partir da ligação de cinco planos de tábuas encaixadas, em que quatro deles estão em ângulo de 45º e há um paralelo ao piso.

O formato de uma abóbada era mais usado nos templos católicos, e os painéis podiam formar grandes molduras bem elaboradas.

Os painéis moldurados eram fabricados a partir de grandes caixotes de madeira. Podiam receber pintura ou ter temas decorativos, como os forros frisados de hoje. Eram muito comuns os desenhos abstratos ou figurativos, bem como a pintura que imitava madeira ou pedra (pintura faiscada) — confira o forro modular de PVC, que também pode imitar madeira em seu design.

Porém, ao contrário de nossos forros modulares, eles eram construídos para permanecer intactos. Mexer neles significava mexer na própria estrutura do teto. Na verdade, eles não eram nada práticos quando comparados ao forro modular moderno.

Podem ser considerados precursores, mas não se equiparam, já que certas características dos módulos atuais são a maior praticidade e a presença de perfis metálicos.

Os forros em módulos com perfil de metal surgiram como uma solução para conferir leveza e tornar mais rápida a instalação. Não requerem cortes (não é preciso cortar as placas durante o trabalho para fazer os ajustes necessários) e não causam sujeira nem desperdícios (não há perda de materiais).

Trata-se de uma proposta que tem tudo a ver com a sociedade atual, que defende a sustentabilidade, a economia enxuta (clean) e a não geração de resíduos. Surgiu em um contexto completamente propício a estratégias eficazes e, ao mesmo tempo, não agressivas ao meio ambiente.

3. Quais são as funções?

As funções do forro modular são praticamente as mesmas dos forros em geral, como isolar o barulho da rua, melhorar o conforto térmico e esconder instalações da energia elétrica, da água, do ar-condicionado, do telefone, da internet e assim por diante. Ele contribui também para reduzir o volume interno em uma construção.

Outra função importante dos forros modulares é a estética, ou seja, ajudam a deixar o ambiente mais bonito, mais requintado e elegante. Então, podemos resumir da seguinte maneira as funções desse tipo de forro:

  • redução no volume interno da construção;
  • ocultar instalações;
  • aprimorar a estética;
  • conforto térmico;
  • isolamento acústico;
  • facilidade para manutenção de aparelhos, como sprinklers e detectores de fumaça;
  • ação antibacteriana (em alguns casos).

4. Quais os tipos de materiais?

Diferentes materiais podem ser utilizados na produção de forros modulares. Confira a seguir.

4.1. Gesso

O gesso já é um material consolidado na confecção de forros. O forro de gesso também é comercializado na forma modular, com perfis de metal. É um material facilmente encontrado nas lojas. É um dos preferidos pelos consumidores para aplicar em suas residências, devido ao seu design enxuto e às suas qualidades decorativas.

Trata-se de uma opção versátil, com tipos variados de espessuras, recortes, níveis de isolamento acústico e térmico, resistência à umidade e ao fogo. Pode ser usado em casas, apartamentos, escritórios, hospitais, clínicas e casas de shows. É possível encontrar módulos lisos ou com frisos formando desenhos diversos.

O forro modular de gesso pode ser aproveitado para montar um sistema de iluminação bem caprichado. Ele permite explorar diferentes efeitos visuais e cores, bem como embutir luminárias. Ainda, pode receber pintura e revestimento com papel de parede ou outro material.

Além das placas comuns, há as placas de drywall, que recebem papel acartonado como revestimento. Elas têm ampla variedade estética, o que permite escolher um modelo que mais se ajuste ao ambiente.

Não ficam manchadas com o tempo e proporcionam um melhor conforto acústico e térmico que o gesso comum. Os forros em drywall são usados em diversos locais, como residências, escritórios, salões de beleza e assim por diante.

4.2. PVC

O PVC é um material plástico formado por eteno (um dos subprodutos do petróleo) e cloro (extraído do sal). É um material de alta durabilidade, impermeável e leve. Também é muito sustentável, já que é totalmente reciclável. Os resíduos que gera durante a instalação são nulos, o que é ainda mais positivo para o meio ambiente.

Também não é inflamável, e o custo-benefício compensa, pois é um dos materiais mais acessíveis financeiramente. Dura muitos anos (40 anos, aproximadamente) e há muitos modelos e cores disponíveis — inclusive, modelos que imitam madeira. Eles oferecem um espaço mais confortável e requintado.

Os forros de PVC são comercializados lisos ou com frisos, da mesma forma que os módulos de gesso. É um produto antichamas, higiênico, que não requer pintura nem é consumido por cupins. É indicado para as indústrias alimentícias, escolas, hospitais, clínicas médicas e veterinárias, banheiros, shoppings, lojas, postos de gasolina, academias, laboratórios, estacionamentos e outros lugares.

4.3. Lã de vidro

Outra opção de forro modular é aquele confeccionado com lã de vidro. Essa é uma das melhores soluções para conferir tratamento acústico e térmico eficaz. É ideal para edificações comerciais, residenciais e industriais.

Tem um filme de PVC microperfurado como revestimento, característica que assegura à lã de vidro resistência mecânica de boa qualidade por causa do entrelaçamento das fibras. Também resiste ao fogo, e sua eficiência permanece durante o decorrer dos anos.

Outro detalhe relevante é que esse material reduz bastante o consumo de energia em espaços climatizados. Existem modelos das mais diferentes espessuras, formas e densidades.

4.4. Isopor

O isopor é mais recomendado para ambientes industriais, pois apresenta uma estética mais equilibrada. Ele também otimiza o conforto térmico e acústico.

Também conhecido como poliestireno, esse é um material sustentável, totalmente reciclável e que não provoca nenhuma agressão ao meio ambiente. Geralmente, o revestimento é feito com massa acrílica, e o acabamento é feito com pintura acrílica texturizada. Não podemos deixar de mencionar a leveza do produto e a qualidade do acabamento final.

4.5. Madeira

O forro de madeira modular também é uma opção. A madeira é atraente e certamente contribui para melhorar as qualidades estéticas de qualquer ambiente, tanto na parte externa quanto no interior da edificação.

Trata-se de um material biodegradável e renovável. Muitos tipos de madeira podem ser usados no forro modular, pois a maior parte usa vernizes em cores. São muito aplicados em varandas e coberturas para piscinas.

Também existem forros modulares em MDF, que é um produto derivado da madeira. Trata-se de uma chapa de madeira de fibra de média densidade, que recebe resinas sintéticas e aditivos especiais. O resultado é uma placa homogênea e com suave textura.

4.6. AMF

São forros produzidos em fibra mineral, madeira ou metal. Eles podem ser removidos com facilidade. Oferecem diversos tipos de textura e acabamento — o que é ótimo para aprimorar a estética do ambiente.

São mais resistentes que outros tipos de forros modulares. Apresentam bordas com acabamento HDE e oferecem isolamento acústico de boa qualidade. Indicados principalmente para residências e escritórios.

A fibra mineral, por absorver vibrações e movimentações na estrutura, não permite a ocorrência de fissuras ou rachaduras. Ela pode apresentar funções bactericidas e fungicidas, sendo ótima para estabelecimentos de saúde.

4.7. Lã de rocha

A lã de rocha é fabricada a partir de uma rocha de origem vulcânica chamada “diábase”. É um ótimo isolante térmico. Consegue suportar temperaturas muitos altas, que vão de 50 ºC a 600 ºC. A condutibilidade térmica é baixa, e o índice de absorção sonora é bem elevado. Por esse motivo, muitas indústrias adotam esse material como isolante acústico.

O forro modular de lã de rocha diminui o fluxo de calor e frio. Outra característica é que apresenta um revestimento de PVC, no lado visível, o que ajuda a impedir a propagação de fogo.

4.8. Colmeia

O forro modular colmeia é formado por grelhas de um só bloco, em quadrículos. Os perfis de metal são do tipo U, e não do tipo T, como nos outros forros. A base do perfil é de 10 milímetros, o que possibilita o aproveitamento máximo do pé direito, já que consiste em um forro vazado.

Os efeitos estéticos do forro colmeia valorizam muito o ambiente. Em relação à iluminação, ele é tão dinâmico quanto o gesso, pois permite a instalação de luminárias cilíndricas embutidas ou sobrepostas e lâmpadas modulares

Além de otimizar o sistema de iluminação, permite o uso de manta, como a manta acústica, que pode seguir a mesma modulação do forro.

5. É possível remover o forro modular?

Sim. Essa é considerada uma de suas vantagens. Os perfis metálicos facilitam as manutenções e a remoção das placas. Fica menos complicado para o técnico acessar as instalações ocultas para fazer os devidos reparos ou acertos.

De qualquer maneira, vale lembrar que essa remoção deve ser feita, de preferência, por profissionais capacitados. Eles percebem imediatamente que é muito mais prático remover um módulo de um forro de gesso, por exemplo, que mexer em uma laje ou acessar outro tipo de forro, que não foi pré-moldado e corre maiores riscos de quebrar.

Na verdade, em alguns casos, nos forros de outros tipos, realmente é necessário quebrar a pedra para poder removê-la. Nesses momentos, percebemos claramente o quanto compensa investir em forros modulares — menos gastos e menos trabalho.

O forro modular torna-se uma excelente opção para grandes vãos, que são comuns em praticamente todas as construções: casas, galpões, estabelecimentos comerciais, supermercados, indústrias, lojas e assim por diante.

A remoção do módulo dá acesso fácil ao que chamamos de “entreforro”, o espaço situado sobre o forro e que recebe também o nome de “plenum”. A manutenção fica mais econômica e rápida.

6. Quais são as vantagens e desvantagens?

Vamos explicar melhor as vantagens e as desvantagens do forro modular. Você verá que muitas dessas vantagens/desvantagens estão relacionadas às características do produto, que viemos citando ao longo do texto.

6.1. As vantagens

Vamos começar pelos benefícios!

6.1.1 Facilidade na instalação

Toda obra exige atenção e cuidado, pois são efetivadas diferentes operações ao mesmo tempo, como pintura de paredes, acabamentos dos pisos e assim por diante. É importante seguir um determinado cronograma. Do mesmo modo se dá com a instalação dos módulos de um forro. A vantagem é que é uma solução fácil de ser realizada, desde que se respeitem as características deles.

Depois de pintadas (caso seja necessário), as placas devem ser instaladas no final da obra, em conjunto com a finalização do sistema de iluminação e das grelhas do sistema de refrigeração, garantindo um serviço rápido e limpo.

É necessário montar uma grade no teto com os perfis de metal. Você deve decidir se pretende mostrar esses perfis ou ocultá-los. Nos espaços em que a manutenção das instalações é muito requisitada, os modelos de remoção mais fácil devem ser instalados. Neles, os perfis ficam visíveis.

Em outros espaços mais nobres (como auditórios e salas de reunião), onde a manutenção não é muito exigida, os modelos em que os perfis ficam ocultos podem ser aplicados, o que vai conferir um visual mais sofisticado ao ambiente.

Antes da compra e da instalação, fique alerta para o uso dos perfis em T que sejam apropriados para cada ocasião. Utilizar um perfil com menos resistência do que a necessária pode representar perigo tanto para os instaladores como para as pessoas que ocupam o imóvel.

Uma recomendação é pedir os laudos de carga dos perfis. Além disso, nunca deixe de solicitar orientações do fabricante para a instalação de forros com mais peso. Se, futuramente, o ambiente for desativado, a remoção, como já dissemos, será simples.

6.1.2. Segurança contra o fogo

Um dos grandes problemas relacionados às edificações é a possibilidade de incêndios. Por isso, toda solução que minimizar esses riscos é estratégica e pode ser adotada. Os materiais usados em uma obra precisam ser compatíveis com o que determina a legislação para garantir a proteção dos usuários e do patrimônio.

A maioria dos tipos de forro modular são incombustíveis e evitam a propagação de chamas. Por esse motivo, eles são mais seguros tanto para a parte interna da construção quanto para lugares em que há muita aglomeração.

6.1.3. Isolamento termoacústico

Esse é um ponto que estamos sempre repetindo. Em relação à temperatura, é importante que, em qualquer estação do ano, a construção permita que os usuários usufruam de conforto térmico.

O forro modular evita a passagem do calor do ambiente externo para dentro da edificação no verão e impede, no inverno, que o calor interno se dissipe para fora. Claro que, para maior eficiência, outros fatores também são importantes. Um bom projeto construtivo analisa todos esses pontos.

Já o conforto sonoro é outro critério relevante. A reflexão sonora ou a reverberação, por exemplo, podem causar transtornos durante uma videoconferência, especialmente para a pessoa que se encontra do outro lado. O forro modular é um excelente minimizador de ruídos internos, ou seja, ele absorve e diminui o barulho em uma construção.

Ruídos externos também atrapalham os usuários de uma residência ou empresa. Se o trabalho exige concentração, a produtividade pode ser altamente comprometida.

6.1.4. Sustentabilidade

Os forros modulares costumam ser recicláveis e com baixa emissão de voláteis. Os materiais contribuem para o controle da temperatura e reduzem a necessidade de usar ar-condicionado, além de refletirem bem a luz, o que ajuda no melhor aproveitamento da iluminação natural.

6.1.5. Outras vantagens

Outras vantagens que podemos citar são:

  • durabilidade elevada;
  • remoção fácil;
  • diferentes opções de acabamento;
  • pouca mão de obra para instalação;
  • resistência a pragas;
  • facilidade de manutenção e na instalação de dispositivos de segurança (sprinklers, alarmes, detectores de incêndio e outros).

6.2. As desvantagens

Quanto às desvantagens, podemos citar:

  • limpeza difícil;
  • sensibilidade à umidade (alguns modelos);
  • depois da instalação, não se permite a mudança no acabamento (massa e pintura).

7. Quanto custa?

É necessário identificar logo as principais características do forro para adquirir o produto correto. Se, na hora de cotar, você não compreender com exatidão o que será necessário, falhas possivelmente aparecerão. Portanto, vale a pena seguir as dicas abaixo:

  • mensure, em metros quadrados, a área completa de aplicação;
  • determine os itens necessários: é importante saber se as placas serão quadradas ou retangulares (as primeiras geralmente medem 625 mm x 625 mm, e as outras 625 mm x 1250 mm);
  • verifique os itens que já foram comprados e os que faltam, como sistemas de iluminação e suspensão (avalie se devem ou não ser cotados em conjunto, se o acabamento será ou não oculto);
  • considere os espaços para as luminárias que substituirão os módulos de forro e determine quantos são;
  • avalie os prazos de execução do forro desde a entrega dos itens (não são todos os fornecedores que dispõem de produtos estocados, principalmente em grande quantidade. Sem um prazo de entrega determinado, os atrasos tendem a ocorrer e o cronograma da obra será prejudicado).

Vamos mostrar uma fórmula eficaz para o orçamento na compra de forro modular: metragem da área de aplicação (m2) / metragem da placa (m2). Para exemplificar, considere um espaço com 6 mil metros quadrados e placas quadradas (pequenas, 625 x 625, ou 0,39 m2). Então:

  • 6.000 / 0,39 = 15.384 placas (considere 0,8 mm do sistema de suspensão);
  • 770 caixas de placas (considerando que cada caixa tem 20 unidades de placas quadradas).

Para calcular o valor por metro quadrado, divida o valor unitário da placa por seu metro quadrado (placas pequenas 0,39 m2 e placas grandes 0,78 m2).

Com o orçamento mais preciso, você diminui gastos com excesso ou falta de material, obtém mais rapidez e precisão na cotação e também aumenta seu poder de negociação com os fornecedores.

8. Como instalar?

É necessário definir a localização certa das luminárias e fazer marcações nas próprias placas. A instalação delas inicia-se pelos cantos. Deve-se cortar os cantos em meia esquadrilha e colocar os módulos, a primeira lâmina precisa ficar com, pelo menos, um centímetro a menos que o canto em que será instalada.

Um lado, chamado “macho”, da lâmina da placa se encaixa na cantoneira, e as outras lâminas seguem desde o lado “fêmea”, em que outra placa será fixada até completar o espaço.

Na última lâmina, faz-se um recorte para que ela tenha dimensões inferiores ao vão de instalação. Recorta-se ainda a largura em um centímetro da cantoneira para que o melhor encaixe seja alcançado. Como já dissemos, após a instalação, alterações no acabamento não são possíveis.

Esperamos que, com a ajuda deste guia, suas principais dúvidas sobre forro modular tenham sido sanadas. Lembre-se de que o processo de instalação só pode ser feito por profissionais. Conte também com o apoio de um profissional para efetuar o orçamento com segurança. Se persistirem dúvidas, informe-se com o fornecedor para não fazer compras erradas.

O que você pensa sobre esse tipo de forro? Ele é bastante atrativo, concorda? O que acha de nos fazer uma visita nas redes sociais? Então, aproveite e curta nossa página no Facebook!

As evoluções do beneficiamento de sementes trouxeram grandes impactos no desenvolvimento da agricultura. Afinal, seus processos permitem aumentar a produtividade das lavouras.

Como se sabe, suas técnicas surgem de estudos que verificam as necessidades de conservação de cada tipo de semente, como umidade ideal, temperatura e outros pontos.

Por esse motivo, é muito importante investir em tecnologias capazes de melhorar significativamente o beneficiamento. Isso pode ser feito de várias formas, como por máquinas automatizadas e climatização de ambientes eficiente.

Quer entender melhor sobre este processo? Acompanhe este post!

O que é o beneficiamento de sementes?

O beneficiamento de sementes pode ser definido de diferentes formas. No sentido mais amplo, ele pode ser considerado como todas as etapas de processamento das sementes depois da colheita no campo até o empacotamento e armazenamento.

Isso acontece porque internacionalmente não existe um termo específico para as atividades que se dedicam exclusivamente ao aprimoramento de lotes de semente. Toda a cadeia de ações recebe o nome genérico de “seed processing”, o qual foi traduzido como “beneficiamento de sementes” em algumas situações.

No entanto, as regulações brasileiras definem o beneficiamento apenas como as etapas que ocorrem após a viabilização da semente (geralmente pela secagem) até o envio para reembalagem. Esse é o caso da principal lei sobre o tema, a nº 10.711, de 5 de agosto de 2003, que define o beneficiamento, como:

operação efetuada mediante meios físicos, químicos ou mecânicos, com o objetivo de se aprimorar a qualidade de um lote de sementes;

Em diversos pontos da lei, as atividades de beneficiamento são vislumbradas em autonomia com outras, tais quais o armazenamento e a embalagem. Mas, então, o que você deve considerar como beneficiamento? De forma geral, as empresas e técnicos que oferecem serviços desse tipo não seguem uma estrutura específica, padronizada.

Então, é muito possível que você encontre alguém que execute todo o processamento, enquanto outros que fazem apenas o beneficiamento em sentido estrito ou em associação com a embalagem, armazenamento e distribuição.

Isso ocorre porque na cadeia produtiva agrícola brasileira há vários serviços especializados para a melhoria das sementes.

** Desse modo, nos seus aprofundamentos sobre o tema, não deixe de prestar atenção no contexto em que o beneficiamento está sendo usado.

Aqui, vamos falar sobre todo o processamento/beneficiamento para atingir diversos públicos:

  • o produtor que quer montar uma instalação de beneficiamento;
  • alguém que quer abrir uma beneficiadora ou melhorar seu serviço;
  • agricultores que desejam melhorar suas instalações de armazenamento etc.

Quais os tipos de beneficiamento de sementes?

Na natureza, há uma interação muito forte entre os elementos ambientais e o ciclo de vida das sementes. Afinal, para ter sucesso na reprodução, as plantas desenvolveram diversos mecanismos. Há sementes que precisam passar pela fermentação no sistema digestivo de animais, outras precisam da secagem ao sol, entre outros processos. Sem isso, elas não brotam

A atividade da agricultura, por sua vez, não conta com essa interação, pois a produção é feita em larga escala sob ação de técnicas. Então, frequentemente, é preciso viabilizar as sementes e esse processo pode acontecer antes ou durante o beneficiamento.

Sementes secas

A planta não é coletada após ter atingido o ponto de colheita para alimentação. Ela é deixada até que forme estruturas formadoras de semente. Por exemplo: podem ser colhidas as vagens, todo o galho ou a planta inteira a fim de realizar o beneficiamento sem necessidade de secá-las.

Isso acontece nos casos em que a semente coletada já apresenta a umidade suficiente para um bom brotamento. Depois, dependendo do tamanho e do tipo, pode ser feita a debulha, o esmagamento e a apanha manual. Será nesse estado que elas irão para o beneficiamento.

O beneficiamento não incluirá a secagem ou a viabilização, apenas etapas como recepção, amostragem, limpeza e embalagem. Geralmente, os lotes de sementes secas são mais fáceis de limpar e separar por meio de peneiramento, sopragem mecanizada, entre outras.

O processamento de sementes secas é realizado na produção de insumos, como:

  • leguminosas;
  • alface;
  • cebolas;
  • beterrabas;
  • cenouras etc.

Processamento de sementes úmidas

Nesse contexto a semente é colhida com uma taxa de umidade alta, sendo necessário que ela perca água para poder ser plantada. É o caso da maioria das frutas com polpa macia, como o maracujá e a melancia, e dos legumes.

Aqui, o beneficiamento geralmente começa com a separação da semente da fruta, o que pode ser feito química, manual ou mecanicamente. A partir disso, as sementes podem ser secadas com métodos artificiais e naturais até que apresentem a umidade ideal, em torno de 8%. Essa secagem deve ocorrer rapidamente após a retirada da polpa para evitar a deterioração.

Processamento por fermentação

Como explicamos, algumas plantas necessitam de processos químicos e biológicos para simular o que aconteceria na natureza. Nas superfícies das sementes há uma série de inibidores da germinação para garantir que ela brotasse apenas ao encontrar as condições mais favoráveis.

Então, a fermentação é um processo que degrada esses fatores que impedem o desenvolvimento da semente e a deixa apta para brotar. Nessa situação, portanto, será preciso induzir a fermentação ou simular sua ocorrência com substâncias químicas. Depois disso, as sementes poderão prosseguir para o beneficiamento com as várias opções que falaremos a seguir.

Quais os atributos para a qualidade no beneficiamento de sementes?

A lei do processamento de sementes brasileira estabelece que quatro critérios devem ser levados em consideração na avaliação de qualidade de um lote de sementes: o fisiológico, o físico, o sanitário e o genético.

Cada um deles será responsável por garantir a segurança das lavouras contra riscos químicos ou biológicos, garantir uma taxa de germinação adequada, padronizar nossos produtos para a exportação, entre outros.

Fisiológico

A regulação brasileira estabelece dois critérios principais para a qualidade fisiológica: a germinação e o vigor.

A primeira é analisada por meio de um indicador chamado taxa de germinação, cujo parâmetro mínimo é de 80%. Ou seja, em um lote, 80 em cada 100 das sementes amostradas devem germinar. Vamos falar um pouco sobre a amostragem nos próximos tópicos.

Por ser quantitativo foi criado um indicador qualitativo, o vigor. Assim, as plantas geradas deverão apresentar alto desempenho mesmo em condições desfavoráveis normais. Para isso, são avaliadas situações de estresse comuns, como assoreamentos e infecção por microrganismos.

Sanitário

A qualidade sanitária é um dos fatores mais fiscalizados pelos órgãos governamentais e mais exigidos pelos clientes. Afinal, além de afetar a germinação e o vigor intrínsecos das plantas, podem ser fatores de contaminação para outras colheitas e plantações.

Por esse motivo, é preciso garantir que as sementes estejam sadias em relação às infecções por patógenos biológicos. O mais comum são os fungos, que geralmente surgem devido às más condições ambientais de armazenamento ou pela manutenção de uma alta umidade dentro das sementes. Mas também podem ser bactérias, vírus, protozoários, vermes, insetos e aracnídeos.

Em alguns casos, além de deteriorar, são doenças que se alastram por toda a plantação e podem ser carregadas para os produtores vizinhos. Por fim, é preciso garantir que, no lote, não haja sementes de ervas daninhas, pois eles representam igual risco de danos às plantações.

Genético

Uma das principais técnicas, que trouxe o aumento de produtividade das plantações, foi a melhoria genética. Por meio de cruzamentos uma espécie pode adquirir características que trazem mais resistência à estressores ambientais, por exemplo.

Além disso, pode-se melhorar a produtividade e a qualidade de cada planta, fazendo com que o custo-benefício se adéque às exigências do consumidor.

No beneficiamento, além da melhoria e seleção das melhores sementes, são feitas análises para verificar se o cultivar declarado corresponde àquele recepcionado. Em alguns casos, são feitos testes adicionais para determinar o risco genético do lote.

Por exemplo, como o uso de plantas transgênicas é altamente regulado, não podem ser encontradas evidências de manipulações genéticas não autorizadas.

Físico

Refere-se a vários critérios:

  • pureza, como a presença de materiais contaminantes ou inertes, como poeira, pedras, restos de ervas daninhas e fragmentos do solo;
  • dimensões e peso das sementes;
  • danos físicos, como as quebras e abrasões;
  • umidade, sendo necessário adequá-la com a necessidade específica do cultivar da semente;
  • temperatura.

Quais são as principais etapas do beneficiamento de sementes?

Recepção

Tudo começa com a recepção das sementes nas instalações de beneficiamento. Lá, os técnicos vão avaliar o lote e executar uma série de ações essenciais para o sucesso das etapas posteriores. A primeira delas é a caracterização do lote:

  • nome do produtor ou da gleba, mesma que a operação seja feita pelo próprio produtor;
  • procedência;
  • número do lote;
  • quantidade recepcionada;
  • data;
  • espécie e cultivar;
  • umidade;
  • pureza;
  • viabilidade.

Depois disso é feita avaliação da admissão. O lote somente pode ser admitido quando ele respeitar a política de beneficiamento do local. Assim, reduz-se o risco de danos nas máquinas e contaminação de outros lotes.

Amostragem

Esta é a etapa de amostragem, a qual inclui a coleta de material para a análise do lote de sementes recepcionado. Todos os testes de qualidade, viabilidade e pureza serão realizados a partir disso. É preciso, entretanto, seguir algumas regras para uma amostra confiável:

Amostragem composta

Reúne várias amostras individuais colhidas em cada saco ou unidade de armazenamento. Se houver menos de cinco sacos, todos deverão ser amostrados.

Em números superiores a esse, colhe-se 5 mais 10% do número de sacos totais. Por exemplo, caso sejam 10 sacos, serão 5 mais 1 amostras. Mesmo assim, o número total de amostras não poderá ser maior do que 30.

Amostra média

É a que será efetivamente encaminhada para o laboratório de análises. É uma amostra feita aleatoriamente após a mistura mais homogênea possível da amostragem composta.

Pré-limpeza e operações especiais

Caso as sementes não cheguem secas para o beneficiamento, será preciso executar uma série de operações especiais para prepará-las. Aqui, acontecem a maioria dos processos de preparação que explicamos ao falar sobre os tipos de processamento de sementes.

Limpeza

Dentro de um mesmo lote de semente, podem vir várias impurezas que precisam ser eliminadas. Esses materiais indesejáveis reduzem o valor agregado dos lotes. Além disso, a limpeza busca homogeneizar o tamanho e a qualidade das sementes de acordo com o nível de qualidade esperado pelo produtor.

Para isso, podem ser estabelecidas uma série de variáveis de aceitação para o produto beneficiado. Os critérios físicos podem incluir:

  • largura;
  • espessura;
  • peso;
  • densidade;
  • comprimento;
  • forma;
  • textura superficial;
  • condutibilidade elétrica;
  • afinidade por líquidos;
  • cor.

Para selecionar as dimensões adequadas, são utilizadas peneiras, máquinas de ar e peneira (MAP), ventilação, entre outras. Com isso, separam-se os materiais bem grandes, bem pequenos, grandes e pequenos do lote de semente.

Em relação ao peso e a densidade, utilizam-se mesas de gravidade, as quais separam as sementes pesadas das leves e das intermediárias. Por fim, para retirar outras impurezas mais discretas, podem ser empregados separadores eletrostáticos.

Classificação

As sementes já estão prontas para uma avaliação dos resultados dos processos de melhoria. Para isso, elas passam por um classificador manual ou mecânico de sementes. Lá, serão retiradas as sementes que não atingiram o critério de qualidade e que precisam de um tratamento adicional.

Tratamento

São uma série de ações físicas e químicas realizadas a fim de viabilizar aquelas sementes que não se enquadraram dentro dos critérios de qualidades anteriores em relação à temperatura e à umidade. Para executar o tratamento, entretanto, é preciso tomar alguns cuidados:

  • os produtos químicos utilizados devem ser inertes no meio ambiente e não oferecer riscos à saúde humana;
  • em caso de patógenos biológicos, o tratamento deve ter uma efetividade próxima a 100%, senão as sementes devem ser incineradas.

Transporte interno das sementes e embalagem

Depois de realizado todo o processamento das sementes, é o momento de levá-las para a embalagem. Para que esse processo seja eficiente, o ideal é utilizar máquinas automatizadas, as quais garantem a continuidade das operações com agilidade. Isso também reduz as chances de erros e os custos totais da operação.

Depois disso, deverá ser feita a ação de embalagem de acordo com o método mais adequado para a semente e para o mercado. Então, elas prosseguirão para o armazenamento e a distribuição.

Quais estratégias utilizar para otimizar o beneficiamento de sementes?

A deterioração de uma semente começa desde o momento que ela é coletada da planta. Depois disso, os estressores ambientais (temperatura e umidade) e biológicos (microrganismos) deverão ser controlados para aumentar a vida útil da semente.

O processo inclui ações para controlá-los desde o transporte até a unidade de beneficiamento até o armazenamento e a distribuição.

É imprescindível manter todos os pontos da cadeia de beneficiamento estáveis em termos de temperatura e umidade. Afinal, esses fatores estarão em constante interação com as características da própria semente, otimizando ou dificultando os processos de beneficiamento:

  • os baús de transporte apresentam um aquecimento intenso, o qual pode danificar ou matar grande parte do lote;
  • galpões úmidos podem dificultar a perda de umidade nos processos de secagem, além de devolver parte da hidratação após o processo. Isso também aumentará as chances de proliferação de microrganismos;
  • temperaturas altas poderão desidratar as sementes armazenadas, causar a condensação de água dentro do recipiente de armazenamento e oferecer um meio propício para os patógenos;
  • o desempenho das máquinas também poderá ser comprometido.

Nesse sentido, o isolamento térmico é uma das melhores medidas que podem ser tomadas para garantir a excelência. Ele deverá ser instalado em todos pontos da cadeia, como instalações físicas da unidade de beneficiamento e baús dos veículos de transporte.

Quais os benefícios do isolamento térmico?

São vários os benefícios de executar um bom projeto de isolamento térmico em uma unidade de beneficiamento:

Além desses benefícios gerais, alguns isolantes poderão trazer vantagens adicionais. Vamos falar disso a seguir!

Como implementar o isolamento térmico?

O primeiro passo para uma implementar um bom isolamento térmico é saber o que procurar nas soluções disponíveis no mercado. Com isso, você poderá fazer uma escolha mais alinhada para as suas necessidades e estratégias.

Para começar, vamos explicar brevemente como o calor é transmitido dentro das estruturas de uma construção do agronegócio. Existem três formas principais:

  • condução — acontece quando dois objetos entram em contato físico. Com isso, aquele com maior temperatura transmite energia calorífica ao de menor, aquecendo-o;
  • irradiação — as ondas de energia calorífica (radiação infravermelha) agitam as moléculas dos objetos, causando o aumento da temperatura. Essa ação ocorre à distância e não depende de um meio físico. É assim que a energia do sol chega até a Terra, por exemplo. Cerca de 90% do calor que chega a uma estrutura vem dessa forma;
  • convecção — ocorre pelo movimento das massas de ar em ambientes fechados ou na atmosfera. Quando um gás está aquecido, ele fica mais “leve” e se direciona para cima. Em resposta, o ar mais frio volta para próximo do solo ou do piso. Com isso, o ar circula constantemente.

Há vários tipos de isolantes no mercado, sendo que a maioria deles atua apenas em um desses processos de transmissão de calor. Portanto, o ideal é procurar por materiais que sejam eficientes em mitigar o efeito de todos eles. Para orientá-lo nessa tarefa, vamos explicar aqui o funcionamento, as vantagens e desvantagens das principais opções.

3TC

O 3TC foi desenvolvido pela NASA a fim de proteger os astronautas e cientistas das variações de temperatura fora da Terra, que podem ir de -70º à noite e 50º durante o dia. Por esse motivo, é considerada a tecnologia mais avançada em termos de isolamento.

Ela conta com dois materiais que se complementam perfeitamente: duas lâminas refletivas de polímeros, as quais recobrem um núcleo de poliestireno expandido. As primeiras trazem uma reflexão de mais de 90% dos raios infravermelhos, enquanto o último é um dos materiais mais eficientes para evitar a condução do calor.

Devido à impermeabilidade e à flexibilidade de ambas, elas podem vedar completamente as estruturas. Assim, há um ganho adicional de maior controle da umidade, o que é essencial para o beneficiamento das plantas. Ademais, proporciona um bom isolamento acústico, melhorando o conforto ambiental para todos os trabalhadores da unidade.

Lãs

As lãs representam uma série de materiais capazes de simular a estrutura de uma malha de fios. Assim, ficam muito parecidos com as propriedades das lãs animais, porém superando suas desvantagens. Afinal, elas se deterioram facilmente devido a ação de microrganismos ou de agentes físico-químicos.

A primeira lã sintética que surgiu em escala industrial foi a de vidro. Ela é fabricada com a sílica, que é submetida a altíssimas diferenças de temperatura e pressão. Assim, quando saem das máquinas, apresentam um aspecto de fios, os quais podem ser emaranhados. Consequentemente, surge um material flexível e altamente resistente.

A lã de rocha também é feita da mesma forma, mas a matéria-prima é diferente. Ela é feita com rochas adiabáticas, que se formam depois de erupções vulcânicas. Isso permite uma maior eficiência de isolamento termoacústico em comparação à lã de sílica.

Recentemente, surgiu ainda a lã de PET, a qual é fabricada com materiais plásticos reciclados. Com isso, conquistam-se os benefícios da sustentabilidade, apesar de a eficiência se reduzir ligeiramente.

As lãs ficaram muito populares no início de sua comercialização. Anteriormente, a principal opção eram as espumas, que eram de difícil manutenção e predispostas a acidentes graves. No entanto, como atuam apenas em um único processo de transmissão de energia calorífica, a condução, perderam espaço para materiais mais eficientes.

Foils

Os foils são lâminas metálicas com capacidade reflexiva da radiação infravermelha. Assim, antes que ela atinja as estruturas de uma construção e aumentem sua temperatura, elas são devolvidas para o meio ambiente.

Como explicamos, essa é a principal forma como uma estrutura recebe calor, principalmente devido à incidência da radiação solar. Então, os foils tendem a ser mais eficientes que as opções anteriores. No entanto, não são capazes de evitar nem a convecção nem a condução de calor.

Depois de escolher o material isolante, é preciso avaliar onde eles serão instalados. Geralmente, os galpões de beneficiamento são feitos com estruturas mais econômicas e pouco eficientes termicamente, os quais transmitem bastante calor para dentro de uma construção, como:

Com isso, onde houver exposição excessiva à transmissão de calor, pode ser preciso adotar um reforço para isolamento térmico para galpões. O material e o fornecedor escolhidos deverão ser versáteis para atender às necessidades de cada estrutura.

Como fazer um bom projeto de isolamento térmico?

Entender como fazer um bom isolamento térmico não é difícil: só é preciso que o projeto seja conduzido por uma empresa experiente e renomada no mercado.

Ela precisa contar com um serviço versátil, que entenda as necessidades do cliente, possa implementar uma ampla variedade de soluções definitivas. É justamente isso que a 3TC Isolamentos, a melhor empresa de isolamento térmico do mercado oferece.

Tudo começará com um bom mapeamento das vulnerabilidades térmicas de uma construção e dos processos geradores de calor. Depois disso, ele deve buscar compatibilizar os seguintes pontos com os objetivos do projeto:

  • propriedades do material — impermeabilidade, isolamento acústico e resistência ao fogo;
  • apresentação das peças — se em mantas ou placas rígidas em diversas espessuras;
  • técnicas de instalação — colagem, pregagem, fixação por pressão, encaixe, entre outras.

Pela complexidade do beneficiamento de sementes, todas as escolhas devem ser feitas estrategicamente. Escolha sempre os melhores equipamentos, as análises laboratoriais mais confiáveis e o mais eficiente projeto de isolamento. Tudo isso refletirá na qualidade do seu serviço ou das suas sementes.

Você sabia de tudo isso sobre a influência da temperatura no beneficiamento das sementes? Não?! Então, não deixe de compartilhá-lo nas suas redes sociais!

Não são apenas as pessoas que necessitam de conforto térmico. Os animais também necessitam! Instalações muito quentes ou muito frias podem causar problemas de saúde no gado.

Para evitar esses transtornos ou, pelo menos, reduzir a possibilidade de que venham a ocorrer, uma solução muito estratégica e bastante eficaz é a climatização de ambientes por meio de técnicas como ventilação ou resfriamento artificial e natural, isolamento térmico e outras opções.

Vamos tratar, neste post, sobre o isolamento térmico em granjas e na suinocultura. O conforto térmico de porcos e aves tem impacto positivo sobre a qualidade da carne. Isso significa que o nível de produtividade da criação se associa diretamente à qualidade térmica do ambiente em que vivem os animais.

1. O que é bem-estar animal?

O bem-estar animal é um conceito muito divulgado nos sistemas de criação animal. No entanto, se trata de um conceito relativamente novo, nem sempre houve preocupação dos criadores em manter uma boa qualidade de vida para os animais.

Logo quando o conceito se desenvolveu, não existiam especificações científicas suficientes e, consequentemente, não era muito adotado. Primeiramente, a ideia foi aplicada pela França e pelas nações escandinavas. Seguindo o exemplo delas, outros países começaram a adotar métodos de criação que priorizavam o bem-estar dos animais. Dessa forma, ficava mais fácil penetrar em novos mercados.

O bem-estar animal é o modo como o animal se relaciona com o ambiente em que vive, as dificuldades e as facilidades dele para se adaptar e revelar conforto no espaço em que ele habita. Nesse sentido, o bem-estar envolve tanto o estado físico quanto o mental. Ele deve garantir que o animal ficará protegido contra sofrimentos desnecessários em seu ambiente.

1.1. As 5 liberdades do bem-estar animal

Há cinco liberdades que são fundamentais para o bem-estar animal:

  • Primeiro, livre de sede e de fome: ele precisa ter acesso à alimentação e à água;
  • Segundo, livre de desconforto: o animal precisa de um ambiente confortável, com abrigo e espaço para descansar;
  • Terceiro, livre de dor, ferimentos e doenças: é necessário aplicar medidas preventivas, diagnósticos e tratamentos rápidos;
  • Quarto, livre para exprimir seu comportamento natural: ele precisa de instalações apropriadas e espaçosas;
  • Quinto, livre de medo e angústia: as condições e o tratamento devem evitar o sofrimento mental do animal.

1.2. O parecer do MAPA

O Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA) afirma que “a legislação de bem-estar animal no Brasil teve início com o Decreto nº 24.645 de julho de 1934, que estabelece medidas de proteção animal. A atual Constituição Federal (1988), no seu artigo nº 225, dota o poder público de competência para proteger a fauna e a flora, vedando práticas que submetam os animais a crueldade. Nesta lógica a Comissão Técnica Permanente de Bem-Estar Animal do Mapa, instituída através da Portaria nº 185 de março de 2008 (atualizada pela Portaria nº 524 de 2011), tem o objetivo de coordenar as diversas ações de bem-estar animal do Ministério e fomentar a adoção das boas práticas para o bem-estar animal pelos produtores rurais, sempre embasadas na legislação vigente e no conhecimento técnico-científico disponível”

2. Qual a relação entre bem-estar animal e a temperatura do meio ambiente?

Os animais de produção, como aves e porcos, são homeotérmicos, ou seja, mantêm a temperatura corporal interna, ainda que a temperatura do meio externo varie. Essa capacidade de controle está associada ao equilíbrio que ocorre entre o calor resultante do metabolismo e o ganho ou perda de calor para o ambiente.

Por esse motivo, os animais homeotérmicos conseguem ajustar suas funções metabólicas e fisiológicas aos ambientes em que vivem. Eles apresentam metabolismo (menor ou maior ingestão de alimentos), fisiologia (vasodilatação e vasoconstrição) e comportamentos (dispersão e aglomeração de indivíduos) para a produção ou perda de calor para o meio e, dessa maneira, permanecem com a temperatura interna do corpo constante.

A temperatura constante da maior parte dos mamíferos é de 39º C e das aves gira em torno de 41º C. A temperatura muda de acordo com diferentes critérios, como idade, raça, nível produtivo, nível de energia da dieta, estação do ano, hora do dia, ciclo estral, atividade do animal.

O ambiente que o animal ocupa tem muita influência na capacidade homeotérmica dele. A produção, a perda de calor ou até a neutralidade dependem de fatores do próprio meio:

  • a umidade relativa do ar;
  • a temperatura;
  • a existência ou não de abrigos para os animais;
  • a velocidade do vento.

2.1. A zona de termoneutralidade

O ambiente envolve, enfim, tudo que provoca impactos físicos e biológicos nas proximidades. Há uma zona de termoneutralidade, cuja faixa de temperatura é a mais adequada para os animais. É uma zona primordial porque o estresse não é gerado nem por frio, nem por calor. O gasto fisiológico será o menor possível.

Dessa forma, o animal consegue aproveitar melhor os nutrientes de sua dieta que garantem o desenvolvimento e a produção de carne e ovos.

Na zona de termoneutralidade, há dois limites definidos:

  • Temperatura Crítica Superior (TCS): acima dela, o animal sofre vasodilatação pelo estresse de calor, bem como aumento da frequência respiratória, fastio (ingere menos alimentos), aumento da ingestão de água e suor em excesso (sudorese);
  • Temperatura Crítica Inferior (TCI): abaixo dela, os animais sofrem estresse pelo frio e, como consequência, ocorrem vasoconstrição, redução na frequência respiratória, aumento na ingestão de alimentos e piloereção (arrepios).

O isolamento térmico em granjas é uma solução para alcançar essa zona especial. Mais adiante, falaremos sobre esse ponto.

3. O que interfere na criação de aves e suínos?

Aves e suínos apresentam características bem diferentes, mas o calor e o frio podem exercer impactos negativos tanto sobre uns quanto sobre outros. Vamos considerar alguns aspectos relacionados a como o calor interfere na criação de aves e porcos.

3.1. O estresse por calor em aves

A umidade relativa do ar está associada com a capacidade das aves em aguentar o estresse térmico. Quando a umidade relativa do ar é elevada, a ave sente mais dificuldades na dissipação do calor pelas vias aéreas.

Quando há estresse por calor, as aves buscam consumir mais água fria. Essa água desempenha um papel relevante no controle da temperatura corporal dos animais. Na medida em que aumenta a ingestão da água, aumenta também a produção de excrementos e a perda de calor de maneira não evaporativa aumenta. Outra reação ao calor extremo é a vasodilatação periférica que aumenta a circulação periférica.

As aves se comportam de forma diferente durante o calor excessivo: afastam as asas dos corpos, ficam com as penas eriçadas, se deitam em cima do piso expondo o máximo possível de seus corpos e também aumentam sua frequência respiratória. Passam a comer menos com a intenção de diminuir a produção de calor corporal.

A temperatura do corpo das aves está em torno de 41,7º C. Conforme estudo conduzido por pesquisadores, vamos mostrar os valores de TCS e TCI em diferentes fases da vida delas, bem como a zona de conforto térmico (ZCT), de termoneutralidade. Vamos lá:

3.1.1. Fase de recém-nascido

Nessa fase, temos:

  • TCI: 34º C;
  • TCS: 39º C;
  • ZCT: 35º C.

3.1.2. Fase adulta

Nessa fase, foram identificados os valores:

  • TCI: 15º C;
  • TCS: 32º C;
  • ZCT: 18º C a 28º C.

3.2. Estresse por calor em suínos

O porco só consegue apresentar seu potencial produtivo quando está dentro de um ambiente salutar em relação ao calor.

A temperatura corporal dos suínos fica em torno de 38,6º C e 39,3º C, mas são valores sujeitos à variação. Para os machos, a temperatura do ambiente mais adequada está em torno de 12º C e 21º C. A TCI é 12º C e a TCS é 26º C.

Em um ambiente onde exista conforto térmico para o animal, ele costuma utilizar os nutrientes de sua dieta para se desenvolver, para realizar suas atividades físicas. Quando o suíno passa por estresse térmico, ele despende energia e elimina o calor para o ambiente.

Quando há estresse pelo calor, os porcos, devido ao elevado metabolismo, sentem dificuldades de se ajustar ao ambiente. Eles não têm um sistema termorregulador mais desenvolvido, apresentam uma capa de gordura sob a pele e as glândulas que eliminam suor têm queratina (o que impede a dissipação de calor por sudorese).

Quando juntamos todos esses pontos, percebemos por que o suíno tem mais dificuldades em se ajustar aos ambientes muito quentes. A solução que o organismo do animal encontra para enfrentar essa situação e conservar constante a temperatura interna é o aumento na frequência respiratória para que se perca mais calor por evaporação.

Para se ajustar à temperatura ambiente, os porcos também aumentam a temperatura da pele, os batimentos do coração e diminuem o metabolismo, ingerindo uma quantidade menor de alimentos. Em relação ao comportamento, eles procuram lugares sombreados, entram na água, deitam na lama.

4. Por que pensar no conforto térmico?

O que é conforto térmico? Esse conceito está muito relacionado ao de bem-estar animal. O conforto térmico se refere a um estado em que o indivíduo (pessoa, animal) se sente bem ajustado em relação à temperatura do ambiente em que está inserido. Enfim, o ambiente não pode ficar muito quente, nem muito frio: é importante alcançar a zona de termoneutralidade.

Investir no conforto térmico de animais é investir na produtividade do negócio. Há diferentes motivos para isso.

4.1. Tratamento adequado dos animais

A ética na criação de animais é um assunto em pauta no mundo do agronegócio. Mesmo os animais destinados ao abate, como porcos e aves, merecem levar uma vida confortável.

Por isso, convém criar um ambiente onde os animais tenham conforto, uma estrutura com todos os elementos que garantam boa qualidade de vida para eles.

4.2. Melhoria na qualidade dos produtos de origem animal

O conforto térmico proporciona resultados diretos na qualidade de diferentes produtos de origem animal. No caso de suínos e aves, estamos falando da carne e dos ovos. Assim, garantir o conforto térmico dos animais é um ótimo investimento para a indústria alimentícia.

As condições adequadas contribuem para que o animal ganhe mais peso e gere mais produtos. É fundamental dispor de um espaço especial para os animais descansarem e manterem a temperatura ambiente sob controle, já que isso interfere diretamente no metabolismo deles.

4.3. Ausência de distúrbios de comportamento

A boa infraestrutura contribui para a manutenção da ordem nas granjas e nos abrigos. Determinados comportamentos podem causar transtornos no trabalho e na convivência dos animais entre si.

O estresse e a agressividade são nocivos na pecuária. Nas granjas, as aves podem brigar e provocar ferimentos umas nas outras, além da perda de peso. No caso dos suínos, o estresse gera problemas de socialização e as brigas também podem ocorrer. É fundamental que exista um ambiente que propicie um desenvolvimento mais saudável.

Em muitos casos, a morte pode ser o resultado de um comportamento mais hostil entre os animais. O próprio calor ou frio em excesso pode contribuir para que aves e suínos venham a morrer. No caso das aves, por serem espécies mais vulneráveis, esse triste fato ainda é mais comum.

5. Como proporcionar um bom conforto térmico?

Para assegurar o conforto térmico de animais, um bom projeto de engenharia e arquitetura é importante. As instalações que vão acomodar as aves e os suínos devem ser bem elaboradas.

Para o conforto térmico, o controle da temperatura, como já mencionamos, é fundamental. Quando há muitos animais alojados, essa necessidade é ainda mais prioritária.

Ao contrário das pessoas, os animais não podem trocar de roupa diante de uma temperatura indesejável do ambiente. Nós, os seres humanos, podemos procurar o conforto térmico a partir de nossas próprias iniciativas, mesmo quando nossa casa não foi devidamente projetada para garantir esse conforto.

Os animais de porte menor, como as aves, costumam sentir mais frio e necessitam de um ambiente com aquecimento adequado, principalmente no inverno.

A engenharia civil permite diversas formas de trabalhar o isolamento térmico em granjas e pocilgas. O EPS (poliestireno expandido, mais conhecido como isopor), por exemplo, é um material com elevado potencial de isolamento térmico. Apoiado em um bom planejamento, é possível investir no isolamento sem consumir muitos recursos.

Há alguns anos, o isolamento térmico em granjas não era tão considerado quanto os meios de proporcionar a climatização do ambiente (uso de ventiladores e exaustores, principalmente).

Claro que investir em estruturas com mais eficiência térmica é muito melhor. O clima brasileiro fica cada vez menos estável e já se verificaram oscilações de temperatura de até 20º C em um único dia. Por isso, a não ser que seja possível contar com um isolamento que garanta elevada resistência térmica, a inversão térmica acontecerá de forma brutal.

A resistência térmica está relacionada com a condutibilidade térmica dos materiais e sua espessura. Existe a seguinte relação: quanto menor for a condutibilidade térmica e maior a espessura do material, maior será a resistência térmica oferecida.

Materiais metálicos apresentam, em geral, elevada condutibilidade térmica (prata, cobre, ferro, alumínio). Produtos e materiais com baixa condutibilidade térmica são: madeira, poliestireno, polietileno, lã de rocha e outros.

6. Como ter isolamento térmico em granjas?

Primeiro, vamos mostrar como fazer um bom isolamento térmico em granjas. As paredes laterais e a cobertura exigem uma avaliação adequada. Devido às temperaturas muito altas e à radiação solar intensa existentes no Brasil, os materiais usados nos telhados das granjas devem ser bons isolantes térmicos para que a temperatura dentro da construção fique mais amena que a temperatura externa

A cobertura deve, portanto, oferecer um elevado poder de reflexão da radiação solar, além do potencial de isolamento térmico adequado. Muitas experiências apresentam resultados que servem como referencial para futuros projetos. Foi constatado, por exemplo, que o uso de telhas de barro é mais eficaz que o de telhas de cimento amianto.

A associação do forro adequado com a cobertura proporciona resultados mais relevantes, pois o forro favorece a formação de uma camada de ar perto da cobertura, o que reduz a transferência do calor para as aves.

O uso de materiais para isolamento térmico em granjas é diversificado. Entre os materiais mais simples, destacam-se folhas de palmeira, plásticos, cerâmica, cimentados, forros suspensos com plástico, plástico com alumínio. Entre os materiais mais novos, destacam-se fibra de vidro insuflada estabilizada, poliuretano (PU), poliestireno expandido (EPS), celulose insuflada.

Veja a lista com alguns materiais que oferecem bom isolamento térmico:

Manta de fibra de vidro;

  • fibra de vidro insuflada (forro e parede);
  • manta de lã de rocha;
  • lã de rocha insuflada (forro e parede);
  • celulose insuflada (forro e parede);
  • vermiculita;
  • concreto celular;
  • fibra de vidro rígida;
  • poliestireno expandido;
  • poliestireno extrudado;
  • espuma de poliestireno (instalada no lugar);
  • poliisocianurato (com revestimento em alumínio).

7. Como ter isolamento térmico na suinocultura?

Depois de analisar como conseguir isolamento térmico em granjas, vamos dar algumas orientações sobre o isolamento térmico em galpões para porcos ou pocilgas. Além de usar os materiais corretos para garantir o isolamento térmico, vale a pena utilizar umidificadores e nebulizadores, que vão lançar gotículas de água sobre o corpo dos porcos. A umidificação, em conjunto com a ventilação artificial, aumenta a velocidade com que acontece a evaporação.

O piso revestido com material apropriado é muito importante para garantir o resfriamento do corpo dos animais quando eles se deitarem. O sombreamento nas imediações contribui para minimizar a incidência da radiação solar (só não é recomendado a utilização de árvores frutíferas).

Para a cobertura, um material com elevada resistência térmica é a telha cerâmica. Outra opção é a telha sanduíche, que é composta por duas camadas externas de material de metal e que, em seu interior, apresenta materiais que proporcionam isolamento térmico, como: EPS, PU, vidro e lã de rocha.

De modo geral, podem ser aplicados no forro e nas paredes das pocilgas os mesmos materiais usados no forro e nas paredes das granjas.

8. Como contratar o serviço de isolamento térmico?

Para assegurar o isolamento térmico em granjas e pocilgas, é importante procurar uma empresa especializada na área, que tenha boa reputação e seja inovadora em suas soluções.

É o caso da 3TC, uma empresa que há anos desenvolve um trabalho sério que culminou com a tecnologia 3TC.

A 3TC é uma tecnologia inspirada nas garrafas térmicas e nos trajes dos astronautas. É, portanto, um isolante térmico bem diferenciado, pois controla os três modos de transferência de calor:

  • condução, por meio do contato com a superfície aquecida (agitação das moléculas);
  • convecção, que é a forma de transferência de calor dos líquidos e gases;
  • radiação, ou irradiação, por meio das ondas eletromagnéticas (radiação solar, por exemplo).

A lã de vidro, a lã de rocha, o poliuretano em espuma, o poliestireno expandido e outros isolantes trabalham somente com a condução, responsável por cerca de 10% da transferência de calor nas construções. Alguns isolantes trabalham apenas com a radiação (como tintas refletivas e foils, mantas térmicas).

Ao atuar sobre as três formas de transferência de calor, o 3TC se transforma na solução mais eficaz, a que oferece o melhor custo-benefício do mercado.

Além disso, o 3TC contribui para o isolamento acústico. Ruídos indesejáveis também prejudicam a saúde dos animais. A audição mais apurada dos animais deixa-os ainda mais sensíveis a barulhos que os seres humanos.

O estresse e a agressividade são possíveis consequências dos ruídos altos e desagradáveis. É comum que animais menos resistentes, como as aves, possam até morrer de susto expostos a barulhos muito altos. Para ter uma noção de como os animais em geral reagem diante de sons barulhentos, basta observá-los quando as pessoas soltam fogos de artifício. Geralmente, eles correm e tentam se esconder.

O isolamento acústico não precisa ser total. Com o tempo, os animais costumam a se habituar a determinados sons. Mas a redução da intensidade de ruídos nos criatórios é uma forma de melhorar a qualidade de vida das aves e dos suínos.

Cuidar do bem-estar animal, proporcionando conforto térmico por meio do isolamento térmico em granjas e de outras soluções (ventilação mecânica e umidificação, por exemplo) é um investimento necessário para o pecuarista que deseja ter sucesso em seu negócio. Revela também que se preocupa com a qualidade de vida dos animais, um ponto importante a considerar atualmente.

Nos dias de hoje, a sustentabilidade e a defesa dos direitos dos animais são assuntos relevantes e tratados em todo o mundo. E você, já utiliza algum material como isolante térmico? Gostou da solução que acabou de conhecer? Então, entre em contato com a 3TC Isolamento e fique por dentro de mais detalhes!

Em todos os setores do comércio, o conforto ambiental é um dos principais pontos para a oferta de uma boa experiência do cliente. Nos supermercados, a relevância é ainda maior. Portanto, o isolamento térmico e acústico se torna imprescindível para atrair e fidelizar clientes.

Afinal, ao contrário de outros modelos de negócio, em que o cliente compra um produto rapidamente, os supermercados podem exigir que a pessoa passe um bom tempo dentro das instalações. Ademais, culturalmente, as famílias e os indivíduos veem as compras semanais e mensais como um passeio — uma atividade para ser aproveitada com várias pessoas da casa.

Então, houver determinados tipos de insatisfação, é praticamente certo que a pessoa não retornará. Esse é justamente o caso do desconforto causado pelo calor ou pelo excesso de barulho. Felizmente, com um sistema correto de isolamento térmico, esses dois problemas podem ser solucionados simultaneamente. Quer entender melhor? Acompanhe!

Qual a importância do isolamento térmico e acústico?

Para compreender a relevância do isolamento térmico e acústico em supermercados, precisamos avaliar a estruturas construtivas mais comuns em que eles estão instalados. Afinal, ao contrário de projetos residenciais ou comerciais com instalações físicas menores, a maioria dos supermercados são instaladas em edifícios semelhantes à galpões.

Afinal, demandam pés direitos mais altos, uma larga superfície, sistemas de exaustão naturais ou artificiais, entre outras características. Para que esses projetos fiquem mais baratos, várias escolhas são feitas, como:

  • escolha de telhas metálicas e telhados pré-fabricados;
  • ausência de laje;
  • piso em concreto ou cerâmicas mais resistentes com foco no custo-benefício;
  • iluminação intensa e próxima dos clientes;
  • paredes de alvenaria simples, entre outros pontos.

Tudo isso vai impactar diretamente na eficiência termoacústica da construção, pois todos esses pontos acabam facilitando a transmissão de energia para dentro do espaço. Nesse sentido, o investimento em isolamento térmico e acústico é uma excelente opção para compensar essas vulnerabilidades, que podem comprometer as operações e estratégias do negócio.

Experiência do cliente

Hoje em dia, a customer experience é a principal preocupação dos setores de varejo. Afinal, ela influencia diversos critérios de competitividade no mercado para os supermercados:

  • com a ampliação das vendas online, é preciso oferecer uma experiência incrível para o cliente dentro dos estabelecimentos, pois será esse o grande fator que o impulsionará a sair do conforto da sua casa para ir a um supermercado em vez de fazer as compras por um aplicativo;
  • a experiência do cliente é um processo cumulativo. Isso significa que ele não a avalia por critérios individuais, mas por todo o conjunto de sensações e emoções que sentiu na relação com o negócio. Nesse sentido, se o conforto térmico for ruim, ele poderá avaliar toda a experiência como negativa, mesmo que os demais pontos tenham sido impecáveis;
  • ao lado do atendimento ao cliente e o merchandising sensorial de degustação e experimentação de produtos, o ambiente interno é o principal fator que determina a satisfação final. Diversas pesquisas, como esta publicada em uma das principais revistas de varejo, mostram isso. Ou seja, mais do que uma suposição, é um dado objetivo.

Além disso, atente para o fato de que a memória sensorial é muito mais forte que a racional. Então, é muito mais provável que um cliente se lembre do incômodo que sentiu dentro das instalações do que dos preços. Então, quanto mais você investir, melhor será seu posicionamento na lista de escolhas que ele faz na hora de decidir qual loja frequentará.

Decisão de compra e faturamento

Já dentro do supermercado, seus clientes vão avaliar os produtos, escolher quais serão colocados no carrinho e pagar. Durante esse processo, ele pode incluir itens que não planejou adquirir inicialmente ou desistir daqueles que já colocou no carrinho. Essa é a jornada típica do seu consumidor dentro da loja.

Não se esqueça de que o desconforto termoacústico desencadeia uma série de processos corporais que impactam nessa decisão de compra. Quanto maior ele for, maiores são as chances de esse fator reduzir o ticket médio — o qual avalia a média de valor que os clientes gastam no seu negócio.

Por quê? O excesso de sons, o calor e o frio são interpretados pelo cérebro como uma ameaça à própria sobrevivência. Assim, são desencadeados diversos fenômenos fisiológicos de um mecanismo conhecido como “Reação de Luta e Fuga”. Diversos hormônios são liberados para que:

  • a pessoa sinta uma urgência em se livrar daquele estímulo negativo;
  • vários fatores de proteção sejam ativados, como o suor, os tremores e a desconcentração, a fim de que a pessoa possa equilibrar novamente o funcionamento corporal;
  • desencadeamento da cascata de emoções negativas em que o próximo julgamento se torna “contaminado” pela sensação anterior e tenda a ser também negativo. Assim, um cliente com calor tem mais chances de achar que um produto é ruim, mesmo que, em situações normais, ele se interessasse;
  • a mente fica mais agitada e inquieta, o que faz com que ele varra todo o ambiente em busca de problemas. Consequentemente, pode desistir mais facilmente de um produto que já tinha colocado no carrinho;
  • tudo isso faz com que ele julgue também os outros pilares da experiência do cliente, como o atendimento, negativamente.

Como resultado, pode haver um comprometimento significativo do faturamento e da atração de novos clientes. Afinal, os supermercados dependem muito do marketing boca a boca espontâneo, em que um usuário fala para amigos e a família sobre os negócios que recomenda.

A proteção da infraestrutura de equipamentos

Ademais, os supermercados precisam de um ambiente muito mais estável e ameno no seu interior devido às próprias características das atividades:

  • os produtos alimentícios, mesmo os não-perecíveis, deterioram-se mais rápido com o excesso de calor e podem perder a qualidade;
  • alguns perecíveis podem ficar impossibilitados para consumo devido a apenas um tempo curto de exposição a temperaturas acima do recomendado;
  • os equipamentos de refrigeração realizam maior trabalho quando expostos a temperaturas maiores. Isso faz com que gastem mais energia, necessitem de manutenção com maior frequência ou não consigam executar sua função adequadamente;
  • os hipermercados que vendem produtos eletrônicos podem sofrer com a queima de peças do mostruário pela exposição a incidências solares.

Eficiência energética, economia operacional e sustentabilidade

Por fim, há a três pontos que estão interligados entre si. Com um bom isolamento térmico, ocorre uma cadeia de fatores que reduzem os custos que um supermercado tem com energia elétrica:

  • menor necessidade de equipamentos de ar-condicionado, que podem ultrapassar a proporção de 50% dos custos de energia no comércio;
  • como explicamos, quanto mais quente está o ambiente, maior é o trabalho dos equipamentos de refrigeração.

Isso é imprescindível, visto que os últimos levantamentos das associações de supermercados mostram que a conta de luz é a segunda maior despesa desse tipo de comércio.

Ela perde apenas para a folha de pagamento. Como veremos a seguir, o desconforto térmico provoca uma série de problemas de produtividade, satisfação e bem-estar dos funcionários. Por conseguinte, melhorar a climatização possivelmente têm impactos indiretos sobre os custos de manutenção dos recursos humanos. Assim toda a sua cadeia operacional colhe benefícios do isolamento termoacústico.

Além disso, essa economia não traz resultados apenas no fluxo de caixa. Sua empresa pode aproveitar essas medidas para conquistar uma imagem de sustentabilidade, a qual atrai cada vez mais clientes. A responsabilidade ambiental já faz parte dos valores do público médio, e não apenas de segmentos mais escolarizados.

Como uma das principais avaliações feitas, é a eficiência no uso de energia elétrica. Ao reduzir sua capacidade de ar-condicionado, você oferece uma medida que pode ser vista e sentida pelo cliente, fazendo-o acreditar ainda mais na sua mensagem sustentável.

Para isso, integre sua estratégia de isolamento a outros valores sustentáveis, como o uso de materiais recicláveis, duráveis e mais eficientes.

Melhor ambiente de trabalho

a ambientação é uma importante medida de cuidado com a sua força de trabalho. Todas as principais regras de ergonomia, como a Norma Regulamentadora nº17, estabelecem o controle de temperatura e de ruídos como um critério que os empregadores devem ter mais atenção. Caso elas não sejam seguidas, pode ocorrer a incidência de multas e indenizações por insalubridade.

Nesse sentido, confira algumas exigências da norma:

  • a temperatura deve ser mantida entre 23º e 26º celsius;
  • o nível de ruídos não deve ultrapassar 65 decibéis;
  • a avaliação de nível de conforto incluirá também fatores subjetivos, como relatos dos colaboradores.

No entanto, não é apenas uma questão de cumprir a legislação. Tudo isso impactará nos resultados do seu negócio:

  • funcionários insatisfeitos apresentam maiores chances de realizar um mau atendimento;
  • os fenômenos fisiológicos que explicamos acima reduzem a capacidade cognitiva global, como a atenção e a memória de trabalho, deixando-os mais propensos a erros;
  • consequentemente, a desconcentração ficará comprometida e será preciso mais tempo para que eles realizem uma mesma tarefa, provocando filas de caixa mais longas e demora para atender as demandas dos clientes;
  • o desconforto traz desmotivação, fazendo com que haja um menor engajamento com os objetivos do seu negócio e uma maior rotatividade de funcionários. Isso aumenta os custos com burocracias trabalhistas e treinamentos;
  • o estresse provocado pela Reação de Luta e Fuga libera hormônios, como o cortisol, que predispõe os indivíduos à depressão e à ansiedade. Então, haverá um maior risco de afastamentos por motivo de saúde e processos judiciais por doenças ocupacionais.

Portanto, sem investir em isolamento térmico, você economizará de um lado, mas perdendo muito mais do outro. Além disso, mais a frente, mostraremos que essa ação auxilia também na conquista de objetivos corporativos importantes, como redução de custos e de perdas.

Quais são os tipos de isolamento térmico e acústico?

Há vários tipos de isolamento térmico disponíveis no mercado, fabricados a partir de diferentes materiais e técnicas, que atuam sobre diferentes mecanismos de transmissão de calor e de som. Para que você possa comparar cada um deles, é importante que você saiba como a energia térmica e a acústica entram e saem de uma construção.

Transmissão térmica

O calor pode ser transmitido por três formas principais:

  • a condução — a qual ocorre quando dois objetos estão em contato físico em que aquele com maior temperatura aquece o de menor temperatura por meio da transmissão das vibrações de suas moléculas. É o que vemos no dia a dia constantemente quando encostamos em um objeto quente. Apesar de ser a principal preocupação do público na hora escolher um isolante, ele representa apenas 10% do fluxo de energia térmica em um edifício;
  • a irradiação — a qual é transmitida por ondas infravermelhas, aquelas que são vistas nos óculos de visão noturna. Elas não precisam de nenhum material para conduzir e, portanto, podem aquecer à distância. É o caso da energia que chega pelo sol e pelos motores. É a grande responsável pelo aquecimento das edificações, representando 90% do fluxo;
  • a convecção — ocorre devido ao movimento das massas de ar dentro de um ambiente fechado. Os gases sofrem uma variação constante de densidade devido à temperatura. Quanto mais quentes, mais “leves” eles ficam. Assim, são direcionados para o teto da edificação. Por sua vez, as mais frias ficam próximas ao solo. A movimentação dessas massas equilibra a temperatura e ventila o ambiente, contribuindo para a sensação de conforto térmico apesar de não ter impacto significativo para a transmissão de calor.

Portanto, um bom isolante deve apresentar propriedades que atuam nos três elementos. A maioria dos disponíveis no mercado amenizam apenas um deles, como veremos a seguir.

A transmissão acústica

No caso da acústica, os sons podem ser transmitidos pelo ar e pela vibração das estruturas de uma edificação. Por isso, é importante atentar para esses dois fatores, pois nem sempre um determinado material é eficiente para isolar ambos.

Por exemplo, o concreto é excelente para cortar as ondas que chega pelo ar. No entanto, vibram com muito facilidade diante de ondas mecânicas. Da mesma forma, os telhados metálicos podem gerar ruídos intensos com pequenos impactos, como os da chuva. Ambos materiais são muito utilizados nas edificações de supermercados.

Assim, reforçar essas estruturas com uma camada de isolante termoacústico com capacidade de absorver e dissipar impactos é fundamental. Uma opção bem interessante são aqueles isolantes que apresentam em sua composição o poliestireno expandido, que apresenta uma das maiores eficiências acústicas do mercado — como você pode conferir neste artigo do nosso blog.

Quais são os tipos de isolamento térmico e acústico?

Há vários materiais disponíveis no mercado, vamos falar sobre os principais deles a seguir.

O 3TC

Já que falamos que poucos isolantes são capazes de atuar em todos os processos de transmissão de energia de calor e de sons, vamos iniciar falando sobre um que bloqueia eficientemente todos eles — o 3TC.

Sua história de desenvolvimento já mostra seu alto potencial, visto que foi projetado pela NASA para servir de revestimento isolante nas roupas de astronautas e nas estações especiais. Por não ter uma atmosfera que traz mais equilíbrio térmico, a órbita terrestre está sujeita a amplas variações de temperatura, de dezenas de graus Celsius negativos sem a incidência solar a quase mais de 70º Celsius quando seus raios atingem em cheio as estações.

Assim, seria preciso desenvolver um material que permitisse a máxima redução da irradiação ao mesmo tempo em que facilitasse a circulação de ar dentro das estações e do traje (convenção) e evitasse a condução no contato com outros corpos. Assim, foi criada o 3TC, que uniu um dos melhores e mais resistentes isolantes da condução, o poliestireno estendido, a duas lâminas de polímero reflexivo com alta capacidade de mitigar a radiação infravermelha.

Além dessas características, o uso desses materiais trouxe vantagens adicionais, como alto potencial de isolamento acústico. O poliestireno dissipa ondas sonoras, evita a transmissão de vibração e amortece o impacto. Também, é um produto totalmente impermeável, auxiliando na vedação de superfícies e estruturas, além de ser resistente ao fogo.

Lã de vidro, de rocha e de PET

Todos os três apresentam um mecanismo muito semelhante, apesar de serem feitos com materiais diferentes. São pequenas redes de fio entrelaçado como a lã de ovelha, o que faz com que bastante ar seja armazenado em seu interior, os gases conduzem mal tanto o calor quanto o som. Além disso, as matérias-primas por si só apresentam estruturas moleculares que dificultam a passagem de calor.

Cada um deles apresentam uma vantagem em relação ao outro:

  • a lã de vidro é mais barata, mas menos resistente e ligeiramente menos eficiente do que a rocha;
  • a lã de rocha apresenta maior capacidade de isolamento acústico e durabilidade;
  • a lã de PET é feita com material reciclado, na maioria das vezes.

No entanto, agem apenas na redução da condução, o que reduz o potencial de melhorar o conforto térmico.

Espumas, sprays e outros polímeros plásticos

Os polímeros plásticos apresentam grande quantidade de ar armazenado em sua estrutura, além de serem péssimos condutores de calor por si só. Todos eles são capazes de bloquear apenas a condução, sendo menos eficientes do que outras tecnologias.

As espumas são fabricadas com materiais, como o poliuretano, sendo aplicadas na forma de placas ou tiras. Muitas vezes, não recebem o tratamento adequado para a segurança e, diante do contato com chamas, tornam-se inflamáveis e liberam gases tóxicos.

Os sprays também são feitos com poliuretano, mas na forma líquida e submetido a altas pressões. Quando o instalador aciona o mecanismo, ele se expande e forma uma camada que se cola ao material. Portanto, somente pode ser utilizada quando há um suporte superficial.

Foils

Ao contrário das duas opções anteriores, são materiais que atuam apenas sobre a irradiação. São lâminas reflexivas que devolvem a energia térmica para o meio ambiente. Por esse motivo, não são usadas em ambientes internos e ficam praticamente restritas ao uso externo em telhados e lajes.

Ademais, isso também impede que eles atuem sobre o isolamento acústico, sendo necessário associá-los a outros materiais para esse fim.

Como escolher um isolamento térmico adequado para o seu supermercado?

Nesses casos, é importantíssimo avaliar algumas características do seu modelo de negócio que garantem a otimização do seu investimento.

O isolante deve ser térmico e acústico simultaneamente

Visto que tanto o conforto térmico e acústico fazem parte da experiência do cliente e da ergonomia no ambiente de trabalho, não faz sentido escolher materiais que não isolam ambos ao mesmo tempo. Você terá trabalhos custos redobrados, uma vez que, com o tempo, perceberá que ambos são importantes para sua estratégia corporativa.

Ele deve oferecer proteção contra o fogo

Há várias normas que proíbem o uso de determinados isolantes combustíveis ou inflamáveis em ambientes com circulação de pessoas. Para conquistar certificações e alvarás de segurança, é importante verificar o comportamento ao fogo de determinado material. Além de incombustível e ininflamável, ele também deve oferecer certo nível de bloqueio das chamas.

Ele precisa ser versátil

Devem vir em vários modelos diferentes, como mantas maleáveis, placas de diferentes espessuras e tubos. Com isso, você garante que eles podem ser utilizados em todas as estruturas do seu supermercado, como os tubos de ventilação, o telhado, as paredes, o piso, os forros de gesso, entre outros. Ademais, deve ser capaz de se conformar para superar os frequentes obstáculos de um supermercado, como as prateleiras sem causar muitos transtornos para a instalação.

Por que contar com a 3TC?

Além do material de excelência, a 3TC Isolamento é uma empresa especializada em sua instalação. Temos as melhores técnicas e profissionais do mercado quando o assunto é isolamento térmico e acústico.

Facilidade de instalação

Somos capazes de instalar o 3TC por diversas técnicas diferentes, como:

  • colagem;
  • fixação por pressão;
  • pregagem;
  • encaixe;
  • amarração.

Diante disso, verificamos todas as características das instalações do cliente e elaboramos um projeto de instalação com a melhor técnica para cada estrutura. Por exemplo, é possível proteger e passar por prateleiras de estoque existentes, instalações elétricas, equipamentos e mobiliário.

Assim, é possível fazer um processo simples e econômico com mínima produção de resíduos e intervenção no seu cotidiano de operações.

Maior agilidade

Essa vantagem, aliada à altíssima capacitação técnica dos nossos colaboradores, faz com que a instalação seja feita muito mais rapidamente em comparação aos nossos concorrentes. Planejamos sempre fazer o máximo de atividades a distância por meio do desenvolvimento de peças pré-moldadas. Isso evita o excesso de cortes e adaptações da peça no seu supermercado, o que atrapalha os seus clientes com sons estressantes e ainda produz muito lixo.

Portanto, apesar de serem desafiadores, os projetos de isolamento térmico e acústico trazem bastantes benefícios para seu supermercado. Quando você contrata uma empresa de alta qualidade, você terá os melhores materiais e serviços. Ela não se limitará a instalar, mas contribuirá para o planejamento e o suporte da estratégia. É justamente isso que fazemos aqui na 3TC.

Ficou interessado no 3TC e na nossa proposta de serviço? Então, não deixe de entrar em contato com a gente neste link!

Você sabe do que se trata a NBR 15575-3, qual sua função e objetivos? Ao contrário do que muitas pessoas pensam, a finalidade principal das normas técnicas é promover qualidade, segurança e bem-estar no dia a dia das pessoas. No caso da construção civil, esses objetivos são previstos tanto no decorrer da construção quanto durante o uso e a operação de uma edificação.

Diante desse assunto, a NBR 15575 é uma das normas de maior relevância. Afinal, aborda aspectos relacionados ao desempenho de edificações habitacionais. Por isso, leva em consideração alguns requisitos, como segurança, estanqueidade, desempenho térmico, acústico e lumínico, qualidade do ar, acessibilidade etc. Quer saber mais sobre esse assunto e entender em que consiste a parte 3 dessa NBR? Então, continue a leitura!

O que é a NBR 15575

A NBR 15575 de 2013, mais conhecida como Norma de Desempenho, é dividida em 6 partes, que visam abordar diferentes níveis de desempenho para cada um dos sistemas construtivos de uma unidade habitacional. Confira as partes da NBR15575:

  • 15575-1 — requisitos gerais;
  • 15575-2 — requisitos mínimos para os sistemas estruturais;
  • 15575-3 — requisitos necessários para os sistemas de piso;
  • 15575-4 — requisitos relacionados aos sistemas de vedações tanto internas como externas;
  • 15575-5 — requisitos para os sistemas de cobertura;
  • 15575-6 — requisitos que envolvem os sistemas hidrossanitários.

Qual o objetivo da NBR 15575

A NBR 15575 tem como principal objetivo garantir e definir marcos de qualidade nos imóveis habitacionais. Isso é alcançado por meio de parâmetros, quantitativos e sistemas de medição, que possibilitam o acompanhamento e a verificação de todo o processo construtivo, reduzindo incertezas e evitando critérios que até então eram subjetivos.

Além disso, também é um grande objetivo estimular uma mudança de cultura na engenharia, tornando todos os processos e as etapas mais eficientes e elevando a durabilidade e a sustentabilidade das edificações.

Qual a aplicabilidade e a abrangência da NBR 15575

É importante salientar que essa norma não se aplica às edificações já existentes, obras em andamento, reformas ou retrofits. Também não é válida para as edificações que são temporárias ou as que estavam com os projetos protocolados nos órgãos competentes até a data em que a norma entrou em vigor.

Tirando esses casos, a NBR 15575 se aplica a todo tipo de edificação habitacional, não importando se são isoladas, geminadas, o número de pavimentos, a tecnologia construtiva ou os métodos utilizados.

O que dispõe a NBR 15575-3

Conforme o próprio nome indica, a parte 3 da NBR 15575 dispõe sobre os requisitos para os sistemas de piso. Por isso, envolve aspectos que abrangem o desempenho térmico e acústico, o conforto antropodinâmico e tátil, a durabilidade, a manutenibilidade e a segurança durante o uso.

A parte 3 da NBR 15575 dispõe que os sistemas de piso precisam contar com as seguintes camadas:

  • acabamento;
  • fixação;
  • contrapiso;
  • isolamento térmico e acústico;
  • impermeabilização (em alguns casos);
  • estrutural.

Desempenho estrutural

Na parte 3, consta que os pisos precisam apresentar desempenho estrutural por meio de resistência a impactos de corpos moles e duros. Para isso, devem-se utilizar na construção os pisos e as pedras que foram aprovados nos ensaios de impacto realizados tanto em laboratório quanto nas obras.

Segurança contra incêndio

Somado ao desempenho estrutural, é necessário que os pisos apresentem segurança contra incêndio, resistindo ao fogo e dificultando a sua propagação. Assim, é preciso evitar materiais combustíveis.

Segurança para uso e operação

A parte 3 da NBR 15575 também destaca aspectos de segurança para o uso e a operação em diferentes ambientes, como áreas molhadas, molháveis e secas. Tanto para cada uma dessas áreas quanto para terraços, escadas, rampas e áreas comuns, deve-se respeitar os coeficientes de atrito mínimos definidos, evitando quedas e acidentes.

A norma também prevê os desníveis máximos e alguns parâmetros mínimos para garantir a segurança, sendo alguns deles aplicáveis apenas aos ambientes comuns.

Estanqueidade

Os pisos também precisam ser estanques, evitando umidade ascendente. Além disso, devem atender às definições destacadas na norma para as áreas molháveis.

Durabilidade e Vida Útil de Projeto

A durabilidade está diretamente interligada à vida útil de projeto — VUP —, que é definida no momento em que a edificação foi projetada. De acordo com a norma, a VUP pode ser:

  • mínima — maior ou igual a 13 anos;
  • intermediária — maior ou igual a 17 anos;
  • superior — maior ou igual a 20 anos.

Além disso, os pisos das áreas molhadas e molháveis não devem apresentar danos por presença de umidade, de acordo com os critérios definidos na norma. Os pisos também precisam ser resistentes a agentes químicos e abrasão, conforme as normas específicas.

Funcionalidade e acessibilidade

Esse item dispõe sobre aspectos e características que os pisos precisam ter nas áreas privativas e comuns, assim como os desníveis e a superfície dos pisos para cada tipo de ambiente. Aqui também são abordadas características que proporcionam boa acessibilidade aos portadores de necessidades especiais e sinalizações indicando degraus, rampas etc.

Conforto tátil, visual e antropodinâmico

É um item que trata da homogeneidade em relação à planicidade de nível dos pisos, ou seja, da camada de acabamento do sistema de pisos.

Desempenho acústico e térmico

O desempenho acústico em pisos está relacionado ao ruído de impacto entre pavimentos, indicando os níveis mínimos e máximos e também quando é necessário a existência de algum tratamento acústico.

Inclusive, o desempenho acústico em pisos também está relacionado ao ruído aéreo entre as unidades residenciais. Já em relação ao desempenho térmico, quando o sistema é bem executado, com os materiais adequados, a transmissão de calor é reduzida, tornando os ambientes mais agradáveis e adequados.

Quem são os responsáveis pela implementação

Como uma edificação apresenta diferentes fases, a NBR 15575 estabelece diversos responsáveis:

  • fornecedor — pessoa jurídica, privada ou física, que é responsável pela caracterização do desempenho do elemento ou sistema, assim como pela previsão do prazo de vida útil, cuidados no uso e operação e aspectos relacionados à manutenção;
  • incorporador — pessoa física ou jurídica, que pode ser quem comercializa a edificação ou não. Há a chance de ser tanto o proprietário como o titular de direitos, o construtor ou o corretor. Sua responsabilidade está diretamente ligada aos atos de realizar estudos técnicos e providenciar o projeto arquitetônico e os complementares, assim como as demais informações relevantes e necessárias;
  • construtor — pode ser a pessoa física ou jurídica que executa o empreendimento de acordo com os projetos e as condições preestabelecidas. Por isso, é responsabilidade do construtor elaborar manuais referentes ao uso, operação e manutenção, atendendo tanto a NBR 5674 quanto a NBR 14037. Esses manuais devem ser entregues a cada um dos proprietários e ao condomínio;
  • projetista — profissional responsável por estabelecer, elaborar e indicar propostas técnicas que visam atender a vida útil definida para cada sistema. Para isso, deve especificar os materiais e os processos adequados, a fim de atingir o desempenho definido anteriormente. O projetista também precisa seguir as normas específicas do seu tipo de sistema construtivo;
  • usuário — o usuário final da edificação, mesmo que não seja proprietário, tem como responsabilidade usá-la corretamente, não alterando cargas e destinação sem a aprovação dos órgãos competentes e da construtora. Para fazer isso, ele também deve ter o acompanhamento dos devidos profissionais.

Como você pôde ver, a NBR 15575-3 é de extrema importância para a qualidade, a segurança e a durabilidade de uma unidade residencial, abordando diversos níveis, que vão desde as características visuais e táteis até a segurança estrutural, contra incêndio, a estanqueidade e o isolamento acústico e térmico. E sim, a atenção com o sistema de pisos é muito relevante para obter um bom resultado final para o isolamento e o conforto de uma edificação.

Gostou do artigo? Aproveite a visita ao blog e entre em contato com a 3TC — uma equipe especializada em isolamento térmico e acústico que oferece consultoria para edificações residenciais e ambientes corporativos.

Os ambientes fechados são vulneráveis a diferentes tipos de poluição. É importante conhecer quais são os principais deles e como evitá-los. Geralmente, são os mesmos tipos de poluição que também afetam os espaços abertos, como a visual, a atmosférica (do ar) e a sonora.

O Brasil, por ser um país tropical, tem épocas ensolaradas e outras chuvosas. Outra característica é a intensa umidade relativa do ar.

Ambientes fechados com muita umidade não são saudáveis, nem para a equipe, nem para a construção. Esse também é um tipo de poluição do ar muito comum em residências e em empresas. Neste artigo, vamos detalhar melhor esse assunto e mostrar como diminuir a umidade em ambientes fechados. Confira a seguir!

Os problemas causados pela umidade em ambientes fechados

Nos meses mais frios, a retenção da umidade é mais comum porque a temperatura cai e, em ambientes fechados, com pouca ou nenhuma ventilação, a umidade começa a causar problemas nas paredes e piso dos cômodos de uma edificação.

A umidade excessiva pode gerar sérias complicações à saúde, pois promove a proliferação de bactérias e de outros microrganismos nocivos. Umidade a 65% já favorece o desenvolvimento de algumas bactérias. Se ela alcança 80%, a quantidade de bactérias pode se multiplicar, alcançando 40 vezes mais!

Em geral, o recomendado é que a umidade relativa do ar permaneça em torno de 60%. Acima disso, começam a aparecer os efeitos, como odor intenso de “coisa velha”, mofo nas paredes e móveis, sintomas em pessoas idosas, crianças e demais pessoas que sofrem com algum problema de saúde, especialmente os respiratórios (asma, por exemplo).

Os motivos que provocam a umidade em ambientes fechados

É importante conhecer as formas de captura de umidade em ambientes fechados para compreender melhor alguns mecanismos de prevenção e combate ao problema. Existem 4 formas de captura, que vamos detalhar a seguir.

A umidade por intemperismo

Nesse caso, a umidade resulta da infiltração da água pluvial em rachaduras ou fissuras nas paredes ou outra estrutura.

Também pode ser resultado de projetos de escoamento mal definidos nas coberturas e nos telhados.

A umidade por infiltração

Aqui, estamos falando da umidade originada do solo e do lençol freático e que afeta as paredes. Essa forma de captura acontece com mais frequência em adegas, subsolos, porões e outros ambientes situados abaixo do nível do solo.

A umidade por capilaridade

A capilaridade é uma propriedade física característica dos fluidos. Refere-se à capacidade deles de subir ou descer em passagens tubulares (na forma de tubos) muito finas.

Como as vigas e as paredes são porosas, elas apresentam milhares dessas passagens em sua estrutura interna. Quando vigas e paredes se encontram em contato direto com o solo, a umidade pode penetrar nelas por meio do fenômeno da capilaridade.

A umidade por condensação

Essa forma de captura é resultado do vapor que emana de certos lugares, como banheiro e cozinha. Esse vapor invade os cômodos e fica impregnado nas superfícies, causando machas nas paredes e tetos, deixando-os com coloração mais escura.

As maneiras de evitar e remover a umidade em ambientes fechados

Existem formas efetivas de retirar a umidade em ambientes fechados. Conheça quatro delas logo mais.

A ventilação e a luz solar

Uma boa solução, que deve ser previamente definida, é a concepção detalhada do projeto, considerando pontos como a entrada da luz do sol no espaço interno e o acesso à ventilação natural.

É importante analisar o posicionamento certo das janelas, de modo que seja fácil a captação da luz solar. Com boa ventilação e calor, é possível evitar o excesso de umidade.

Os materiais impermeabilizantes

Uma técnica muito comum para reduzir e evitar a umidade em ambientes fechados é aplicar materiais impermeabilizantes na estrutura. Um deles é a argamassa impermeabilizante, que resolve problemas causados por capilaridade e infiltração.

A argamassa deve penetrar na parede. Por isso, caso a umidade já esteja presente, será preciso remover o revestimento na área úmida e colocar o produto na alvenaria, seja interna ou externamente.

Outro material é a tinta impermeabilizante. Trata-se de uma solução acessível, econômica e destinada à prevenção e à solução de problemas de umidade causada por intemperismo, ou seja, quando a água da chuva penetra pelas fissuras em coberturas e fachadas.

Uma tinta impermeabilizante consegue bloquear a entrada da umidade na área coberta. Geralmente, é um produto que custa mais que a tinta premium, sendo até 4 vezes mais caro. Mas o custo-benefício compensa, porque resolve problemas de umidade sem a necessidade de derrubar paredes ou de outras intervenções mais sérias.

O desumidificador de ar

Uma solução mais definitiva é o desumidificador de ar. É um eletrodoméstico que atua como um filtro. Sua função é exatamente a oposta da função de um umidificador. O desumidificador puxa o ar úmido, remove a água desse ar e o devolve ao ambiente já desprovido de umidade. Isso permite controlar os níveis de umidade de forma constante.

É uma boa opção para os ambientes fechados, dispensando até a necessidade de abrir janelas. Outra vantagem é que o aparelho portátil não faz ruídos e pode ser levado para qualquer local com facilidade. Há diferentes modelos que atendem a necessidades diversas.

As plantas que reduzem a umidade em ambientes fechados

A NASA confirmou, em 1989, que algumas plantas podem absorver a umidade e deixar o ar purificado. Além de promover um ambiente mais saudável, elas integram o espaço corporativo à natureza e servem como elementos decorativos. Algumas dessas plantas são:

  • lírio da paz: desenvolve-se bem em espaços fechados e com pouca iluminação, onde faz a absorção da umidade do ar para garantir seu crescimento;
  • samambaia de Boston: ela não requer poda constante e pode ser pendurada em qualquer ponto. Quando absorve a umidade, ela ainda remove benzeno, xileno e outras impurezas;
  • clorofito: tem folhas longas e curvas e pode retirar até 90% das impurezas do ar;
  • hera: tem folhas pequenas e, preferencialmente, deve ficar pendurada na parede. Ela reduz a umidade em forma de vapor no ar e ainda absorve mofo, matéria fecal de animais domésticos e microrganismos;
  • palmeiras: podem ser pequenas, médias ou grandes, crescem em espaços úmidos e absorvem poluentes em ambientes fechados.

É fundamental ter cuidado com a umidade em ambientes fechados para evitar o desenvolvimento de problemas alérgicos e problemas à própria edificação. Além disso, o mofo e o bolor causam mau cheiro e comprometem a estética do lugar.

Percebeu que existem diferentes soluções para o problema da umidade? Continue aqui no blog e confira agora como é possível melhorar a qualidade do ar!

Independentemente do porte de uma obra, a busca por melhores técnicas de engenharia sempre será essencial para a garantia de construções mais econômicas e eficientes. Nesse sentido, um ótimo exemplo de recurso técnico que vem sendo cada vez mais utilizado por quem busca vantagens em vários aspectos é a aplicação de mantas térmicas de subcobertura para telhados.

Podendo ser muito bem aplicada em basicamente qualquer ocasião, engana-se quem acha que a instalação de uma manta térmica se restringe aos prédios e edifícios comerciais. Isso porque mesmo se tratando apenas de uma pequena reforma residencial, esse artifício, quando bem planejado, pode representar ganhos enormes, tanto no quesito financeiro quanto no ergonômico.

Afinal, você já sabe como funciona e para que serve uma manta térmica de subcobertura para telhados?

Funcionalidades da manta térmica de subcobertura

Como o próprio nome já sugere, uma das principais funções desse material é a de fornecer um satisfatório conforto térmico a partir das suas características de irradiação térmica. Outra função que ganha destaque é a capacidade que a manta térmica tem de aumentar a impermeabilização do telhado, reduzindo assim drasticamente as chances de ocorrer vazamentos e infiltrações decorrentes de chuvas.

Além disso tudo, vale lembrar que a manta térmica de subcobertura, quando bem instalada, é capaz de entregar bons níveis de isolamento acústico, o que proporciona ambientes mais agradáveis em questões sonoras.

Material de fabricação

Acerca do material de fabricação dessas mantas, é comum encontrá-las em polímeros refletivos e poliestireno expandido, ambos com excelentes características de reflexividade e baixos índices de emissão de radiação térmica.

Tipos de manta térmica

Atualmente, há vários tipos de manta térmica disponíveis no mercado. As principais são:

  • uma face de alumínio: com moderadas características térmicas, são mais aplicadas por quem deseja minimizar problemas com infiltrações;
  • duas faces de alumínio: além de minimizar infiltrações, apresentam melhores condições de isolamento térmico;
  • duas faces de alumínio e fibra de vidro: alinham boa capacidade de impermeabilização e isolamento térmico com durabilidade estendida;
  • duas faces de alumínio, fibra de vidro mais plástico bolha: apresentam vantagens em todos os aspectos acima, sobretudo no isolamento acústico.

Vantagens de utilizar uma manta térmica de subcobertura

Mesmo sendo um recurso de engenharia que entrega boa resistência mecânica e excelentes vantagens ergonômicas, a manta térmica de subcobertura precisa ser instalada de forma correta para que suas funcionalidades sejam garantidas.

Desse modo, quando bem aplicada, essa subcobertura no telhado representa as vantagens que citaremos a seguir.

Economia financeira

Uma vez que essa subcobertura proporciona ambientes mais agradáveis termicamente, menos recursos serão gastos com ar-condicionado, ventiladores e climatizadores em geral, o que pode reduzir consideravelmente a conta de luz ao final do mês.

Outro fator econômico vantajoso é que a subcobertura também reduz a frequência de manutenção da estrutura dos telhados, já que ela ajuda a manter o ambiente menos úmido e propício ao aparecimento de fungos.

Importância em reduzir gastos

Seja qual for a finalidade da obra ou reforma, priorizar técnicas de construção e materiais que implicam em economia financeira (e que ainda tem qualidade) é essencial, principalmente quando estamos falando de colher frutos a médio e longo prazo.

Instalação prática

Se a armação que sustenta o telhado estiver em boas condições estruturais, a instalação da manta térmica de subcobertura provavelmente não encontrará dificuldades. Contudo, é imprescindível que essa instalação seja realizada por uma equipe especializada no assunto, que conseguirá colocar a manta térmica em qualquer tipo de telhado e inclinação.

Importância da instalação ser prática

Por se tratar de uma instalação prática e classificada de certa forma como simples de executar, esse processo não requer muito tempo para ser finalizado, o que permite à equipe de trabalho concentrar seus esforços em tarefas mais complexas, e que de fato precisam de mais tempo.

Garantia de conforto acústico de uma subcobertura

Como mencionamos acima, assegurar um bom conforto acústico é uma das funcionalidades desse tipo de subcobertura. Isso só é possível porque a manta térmica funciona como uma espécie de barreira física, dificultando assim a difração (capacidade que as ondas têm de contornar obstáculos) das ondas sonoras.

Importância do conforto acústico

Seja em um ambiente de trabalho, seja na residência, permanecer em ambientes que apresentam poluição sonora pode causar irritabilidade e prejuízos para a audição. Por isso, uma vez que é possível assegurar o conforto acústico por meio da instalação de um simples material, não há motivos para dispensá-lo.

Contenção de vazamentos

Em períodos de chuva, é comum notarmos nos telhados pontos de infiltração e vazamentos, os quais, quando não reparados, geram fungos e podem comprometer por completo toda uma estrutura. Nesse sentido, uma vez instalada de forma correta, a manta térmica de subcobertura impede a passagem de água (que muitas vezes é ocasionada devido às telhas mal colocadas) e faz com que a umidade local seja reduzida drasticamente.

Importância de manter a impermeabilização

A elevada umidade e infiltração são extremamente prejudiciais para qualquer tipo de construção e, tratando-se ainda de estruturas que contém madeira, esse processo de desgaste é mais severo e comprometedor.

Utilização de materiais sustentáveis

Uma vez que essa prática possibilita menos gastos com energia elétrica, há benefícios para o meio ambiente, visto que menos recursos para a geração de energia são requeridos. Além disso, vale lembrar que a manta é constituída por um material reciclável, o que é muito importante para a sustentabilidade do planeta.

Importância em utilizar recursos sustentáveis

Felizmente, nos últimos anos, o debate na sociedade acerca da importância da preservação do meio ambiente ganhou cada vez mais espaço. Com isso, tratando-se especificamente de uma obra ou reforma, é relevante priorizar materiais e técnicas que promovam a sustentabilidade e que não gerem impactos ambientais.

Portanto, agora que você já sabe o que é uma manta térmica de subcobertura para telhado, bem como a importância de garantir a sua instalação de forma correta, fica mais simples perceber o quão vantajosa essa aplicação é. Vale lembrar ainda que, além de benefícios financeiros, essa manta é capaz de proporcionar excelentes ganhos ergonômicos para um ambiente, como clima agradável e conforto acústico.

Está procurando por uma manta térmica? Entre em contato com a 3TC e conheça todas as vantagens em engenharia que podemos lhe oferecer!

O isolamento térmico para ar-condicionado é imprescindível para aproveitar o máximo da eficiência desses aparelhos. Sem essa solução, não há um aproveitamento completo de toda a potência do aparelho ou o efetivo controle da temperatura do ambiente.

Muitas vezes, por não contar com essa opção, é necessária a realização de diversos ajustes (deixando o equipamento em sua máxima potência, por exemplo). Tudo isso custa bastante, além de não ser muito sustentável para o meio ambiente.

O isolamento, por sua vez, é uma medida duradoura, simples e extremamente eficiente. Pensando no tema, preparamos este guia, com informações completas e relevantes sobre o tema. Continue a leitura para entender um pouco mais:

O que é isolamento térmico para ar condicionado?

Essa modalidade de isolamento tem como objetivo melhorar a vedação das estruturas do ar-condicionado, e evitar as trocas de calor nos trajetos dos ductos de ar. Com isso, é possível garantir que o máximo da potência nominal seja efetivamente entregue aos usuários.

Vedação das estruturas

Para a instalação de dutos e dos próprios aparelhos de ar-condicionado nas construções é necessário fazer aberturas nas paredes. Usualmente, elas não apresentam a vedação necessária para a entrega de uma eficiência otimizada.

Assim, é importante instalar materiais capazes de evitar a entrada e a saída de ar, pois essas trocas provocam o aquecimento do ambiente e fazem com que o motor dos equipamentos tenha de funcionar mais para manter a temperatura desejada pelo usuário.

O ideal é utilizar isolantes feitos com materiais flexíveis, impermeáveis e não porosos para essa tarefa. Assim, atinge-se a máxima vedação e bloqueio das trocas de calor.

Isolamento térmico dos aparelhos e dos dutos

Há vários fatores intrínsecos ao próprio mecanismo de funcionamento do ar-condicionado e do transporte do ar-refrigerado que podem impedir a entrega da máxima eficiência. As trocas de calor ocorrem constantemente entre os tubos que transportam o ar-refrigerado.

Assim, antes que cheguem ao destino final, podem ser aquecidos pelas estruturas e equipamentos do próprio edifício. Outro ponto importante é que o próprio aparelho produz bastante calor devido ao funcionamento dos motores. Para que ele não seja conduzido para as paredes da construção, é preciso fazer um bom isolamento.

Além disso, a irradiação do sol sobre os dutos e o próprio aparelho faz com que o trabalho do motor para o resfriamento do ar seja maior, dissipando parte da potência.

Isolamento térmico da construção

No entanto, uma medida importantíssima para quem deseja economizar com o projeto de ar-condicionado é instalar o isolamento térmico em todo o ambiente. Com um isolante eficiente, capaz de atuar sobre todos os processos de transmissão de calor, é possível conquistar temperaturas agradáveis mesmo sem o uso da ar-condicionado.

A redução dessas trocas com o ambiente externo permite uma maior estabilidade da temperatura interior, deixando-a muito mais amena. Isso vale tanto para quanto o clima lá fora estiver frio ou quente. Isso também tem um efeito sobre o trabalho dos equipamentos de resfriamento quando estão ligados. Afinal, ele é proporcionalmente maior a uma temperatura interna mais elevada.

Como funciona a transmissão de calor em um edifício?

Para compreender o papel do isolamento térmico para ar-condicionado é importante entender quais são os processos de transmissão de calor para uma construção. Eles são três e compreendê-los permite uma escolha mais consciente a respeito dos materiais e das técnicas utilizadas no projeto.

Condução

Ocorre quando dois corpos estão em contato físico um com o outro. O mais quente transfere energia ao mais frio, em uma tentativa de alcançar o equilíbrio térmico. Ele ocorre quando ambos os corpos atingem a mesma temperatura.

Ela é responsável por cerca de 10% do aquecimento de uma estrutura. A maioria dos isolantes térmicos agem apenas sobre a condução e, por isso, não apresentam uma eficiência interessante.

Irradiação

Ela acontece à distância, prescindindo do contato entre os dois corpos. Acontece por causa da emissão de energia calorífica (radiação infravermelha), a qual incide sobre um corpo e promove a agitação das partículas.

Mesmo não sendo tão intuitiva, ela influencia muito mais no aquecimento das estruturas. Por volta de 90% do calor é transferido por essa forma. No entanto, poucos isolantes buscam controlá-la.

Convecção

Ela existe devido ao movimento das massas de ar dentro e fora dos edifícios, o que influencia bastante na eficiência dos ares-condicionados. O ar mais frio é mais denso do que o ar mais quente. Em um mesmo ambiente, a diferença de temperatura de massas de ar ocorre naturalmente.

Os dutos e aparelhos são justamente instalados no alto da parede para permitir que o ar frio seja direcionado para o piso, onde as pessoas estão, enquanto o ar quente se move para o teto e é retirado pelo sistema de exaustão do edifício ou do próprio equipamento. Assim, há uma maior renovação do ar ambiente.

Quais são os materiais utilizados?

Os isolantes térmicos tradicionais não são capazes de atuar sobre os três processos de transmissão de energia calorífica. Normalmente, agem apenas sobre um dos seguintes fatores isoladamente:

Espumas

A espuma, por muitos anos, foi o material mais popular para o isolamento térmico da superfície. É comum que muitas pessoas associem o isolamento apenas a elas. No entanto, suas desvantagens afastaram muitas pessoas:

  • fragilidade — elas se deterioram facilmente com o estresse mecânico e químico, além de apresentarem mofo com mais facilidade;
  • segurança — há materiais, como o poliuretano, que produzem gases tóxicos quando inflamados;
  • manutenção — necessitam de uma maior frequência de trocas em comparação aos materiais mais modernos.

Foils

Os foils são folhas metálicas bem finas com o objetivo de refletir parte da radiação infravermelha de volta para o ambiente externo. Portanto, atuam apenas para o controle da irradiação, sem ação sobre a condução e a convecção. Por esse motivo, os locais de aplicação são bem limitados àqueles com uma exposição solar maior.

Além disso, são bem frágeis ao estresse mecânico, não se adaptam bem aos ambientes internos e não melhoram a vedação das estruturas. Este último ponto é essencial para os ares-condicionados.

Lã de rocha

Esse material é produzido pela fusão de pedras vulcânicas a altas temperaturas, sendo, então, submetidas a gradientes de pressão elevados. Como resultado, forma-se fios que podem ser estruturados na forma de lã.

Apesar de realmente serem bem eficientes no isolamento da condução, esse processo representa apenas 10% da transmissão de calor para as superfícies. Ademais, possuem desvantagens, como: permeabilidade, estética ruim e instalação difícil.

Lã de vidro

Ela é muito semelhante à lã de rocha, porém utiliza a sílica como matéria-prima. Também é utilizada para produção do vidro, o que trouxe o seu nome para que fosse mais facilmente identificável pelo consumidor. Apesar de mais barata, ainda apresenta as desvantagens importantes da lã de rocha.

Lã de PET

As lãs de PET são fabricadas com um polímero plástico, geralmente reciclado. Por isso, atraem muitas pessoas interessadas em sustentabilidade. No entanto, é preciso pensar de uma forma global. Como o material age apenas no controle da condução, como as demais lãs, não apresenta a eficiência máxima de isolamento. Portanto, não reduz tanto o consumo de energia elétrica pelos aparelhos de ar-condicionado.

Consequentemente, ao optar por ela, a pressão do consumo energético da sua estrutura de climatização sobre o meio ambiente ainda será significativa. Isso pode inibir os benefícios trazidos pela reciclagem.

3TC

Diferentemente dos isolantes térmicos anteriores, a 3TC foi produzida com a tecnologia de ponta da engenharia dos materiais. Por quê? Ela foi criada pela Agência Nacional da Aeronáutica e Espaço dos Estados Unidos da América, a famosa NASA, para proteger os astronautas durante as viagens especiais. É empregada tanto nos trajes quanto na proteção das estações.

Isso é necessário, pois a temperatura fora da Terra sofre variações intensas: pode ir de 50º celsius negativos durante a noite, enquanto ultrapassa 60º celsius nos momentos de máxima exposição solar. Desse modo, o isolante precisaria apresentar características suficientes para manter a temperatura corporal estável e o conforto.

Para isso, os engenheiros da NASA criam um material com as seguintes propriedades:

  • duas lâminas de polímero refletivos, que eram capazes de refletir mais de 97% da radiação infravermelho que incide sobre uma superfície;
  • um núcleo de poliestireno estendido, que é um isolante térmico com baixa condutância de calor, bloqueando grande parte da condução térmica;
  • essas três estruturas são colocadas em “sanduíche”, com as duas lâminas cobrindo todo EPS. Dessa forma, a estrutura apresenta capacidade de impermeabilização máxima e atua sobre a convecção. Tudo isso também potencializa o controle dos dois processos.

A 3TC utilizada no Brasil traz a mesma tecnologia da NASA e se torna o melhor isolamento disponível no mercado.

Como funciona o isolamento térmico para ar-condicionado?

Bloqueio da condução

Como vimos, o 3TC é o único isolante capaz de atuar sobre os três processos de condução calorífica e otimizar o isolamento térmico em todas as frentes.

No caso dos dutos de ar, o núcleo de poliestireno estendido do 3TC é um dos materiais mais eficientes para o bloqueio da condução. Seu material apresenta baixíssima condutância térmica, o que significa que ele é capaz de manter um bom isolamento mesmo em temperaturas mais altas.

Desse modo, os dutos de ar-condicionado se aquecem pelo contato com o ar ambiental, com estruturas da construção, equipamentos etc. Em um edifício com ar-condicionado central, isso é imprescindível para evitar que o ar se aqueça durante o trajeto para o destino final. No caso de indústrias e comércios, pode haver contato com áreas e equipamentos com intensa produção de calor, o que impede a entrega de um resfriamento eficiente.

Redução da irradiação

A radiação é invisível para nossos olhos e, por isso, não a associamos com o aquecimento de dutos. No entanto, ela está constantemente em ação. No caso dos dutos de cobre, muito usados em instalações de ar-condicionado, os raios infravermelhos têm a capacidade de provocar um intenso aquecimento devido à excelente condutância dos metais.

Por isso, é preciso investir em um isolante capaz de atuar sobre esse processo. O 3TC apresenta duas lâminas de polímeros refletivos, as quais bloqueiam mais de 96% da radiação incidente. Assim, toda a instalação fica protegida ao máximo.

Controle da convecção

Não podemos deixar de falar da convecção, a qual impede a eficiência térmica de uma construção devido ao constante fluxo de ar aquecido para as áreas internas.

Por isso, a vedação trazida por um bom isolante térmicos é essencial para garantir que o ambiente externo influencie o menos possível, permitindo a entrega otimizada da potência do ar-condicionado. O 3TC controla a convecção, funcionando como uma barreira de ar e vapor devido à impermeabilidade dos polímeros refletivos.

Quais as vantagens do isolamento térmico?

Economia de energia

Esse talvez seja o ponto que mais atraia as empresas que planejam a instalação de um sistema de isolamento auxiliar ao projeto de ar-condicionado. Isso ocorre porque a energia elétrica consumida é proporcional ao trabalho que o motor do aparelho tem de fazer.

O trabalho, por sua vez, depende de diversas variáveis, como:

  • aquecimento do ar durante o trabalho do ar-condicionado para os ambientes de destino. Isso faz com que o usuário ajuste a potência para as regulagens máximas, as quais consomem mais;
  • diferença entre a temperatura atual e a desejada. Por exemplo, se o ar-condicionado tiver de reduzir a temperatura de 30º para 24º celsius, ele precisará realizar o dobro de trabalho do que se tivesse de reduzir de 27º para os mesmos 24º celsius.

Tudo isso faz com que o isolamento térmico aplicado tanto na tubulação quanto na construção seja uma excelente alternativa para a redução de custos nas empresas e nas residências.

Menor demanda por novos equipamentos

Quanto melhor o sistema de isolamento, maior o rendimento da máquina de resfriamento. Consequentemente, uma mesma potência nominal de ar-condicionado será capaz de resfriar uma área maior ou lidar com maiores amplitudes de variação de temperatura.

Com isso, reduz-se a necessidade de redimensionar a infraestrutura de aparelhos a fim de manter a capacidade de resfriamento diante de um aumento da demanda causada por mudanças construtivas ou pela implementação de processos gerados de calor.

Sustentabilidade ambiental

Hoje em dia a preocupação com a exploração do meio ambiente está cada vez mais presente no comportamento dos consumidores. Então, profissionais e empresas de todas as áreas devem conhecer as soluções que trazem esse apelo.

Se você é arquiteto e está buscando um isolamento para os seus projetos, a 3TC permite que você associe o seu escritório à sustentabilidade. Se sua empresa é de qualquer outro ramo, instalar a 3TC fortalece o seu apelo à proteção ambiental. Da mesma forma, se está procurando melhorar a eficiência da sua residência para deixá-la mais sustentável, o isolamento térmico do ar-condicionado também cumpre essa função.

Prevenção de riscos à saúde

O ar-condicionado tem um impacto negativo sobre a saúde de muitas pessoas com problemas respiratórios. Durante seu funcionamento, ele retira grande parte da umidade do ar. Quanto maior for a potência utilizada e a quantidade de aparelhos ligados simultaneamente, mais seco o ar fica.

No entanto, quando você instala isolantes térmicos nas estruturas da construção, é possível amenizar o calor sem ar condicionado. Quando for necessário o seu funcionamento, será possível ligá-lo em uma potência menor e, assim, trazer uma maior qualidade do ar. Isso pode amenizar o efeito do clima seco nas alergias, rinites etc.

Temperatura estável

Mesmo com ar-condicionado, a temperatura interna pode ficar bastante instável. Afinal, a maioria dos aparelhos não apresenta uma regulação automática com termostatos. É preciso determinar manualmente a potência. Então, quando o clima muda lá fora, a temperatura do ar que sai pelos dutos também acompanha a tendência.

O isolamento evita que a própria construção transmita energia calorífica para dentro ou fora do ambiente interno. Isso faz com que as variações sejam pequenas durante o dia.

Como é feito na prática?

Na prática, o isolamento térmico para ar-condicionado pode ocorrer em diferentes momentos.

Antes da execução do projeto principal da construção

Quando a construção ainda está sendo planejada, é possível elaborar um projeto de conforto térmico amplo, em que são previstas medidas para melhorar o isolamento de todas as estruturas do edifício. A partir disso, a capacidade de ar-condicionado pode ser dimensionada tendo em vista que haverá uma melhor eficiência térmica.

Todo a estrutura feita para esconder os dutos poderá receber uma cobertura interna de isolante térmico, complementando a proteção feita ao redor dos próprios dutos.

Como projeto complementar ao principal

Em alguns casos, o projeto principal dos edifícios já foi todo executado, faltando apenas os complementares — como pode ser a situação do isolamento térmico. Nesse sentido, durante o planejamento e a instalação do sistema de ar-condicionado, pode-se chamar uma empresa especializada em conforto térmico para fazer um projeto com a finalidade de melhorar a eficiência nos mais diversos aspectos, como:

  • instalar isolante em locais estratégicos, como as lajes, para reduzir o impacto da incidência do sol no aquecimento das estruturas;
  • vedar todas as aberturas utilizadas para a instalação do ar-condicionado e seus dutos;
  • isolar termicamente todo o trajeto dos dutos, entregando a máxima eficiência de resfriamento aos ambientes;
  • evitar que o próprio calor gerado pelos motores do ar-condicionado aqueça as estruturas da construção.

Em construções prontas e já utilizadas

Por fim, é possível instalar também o isolamento térmico em infraestruturas de ar-condicionado já prontos e utilizadas há pouco ou muito tempo. Muita gente pode achar que o isolamento é muito complicado de ser instalado quando tudo já está pronto. No entanto, um bom fornecedor pode executar um projeto incrível.

Com as mantas de 3TC, um material mais flexível, por exemplo, pode ser desnecessário quebrar paredes para a vedação e a cobertura dos dutos. Elas se adaptam ao espaço que tiver ali na estrutura atual. Caso seja necessária alguma adaptação, é possível fazer isso com o mínimo de intervenção na estrutura da construção.

Além disso, a instalação pode ser bem simples, por meio de colas, fixações ou amarrações. Assim, não há toda aquela sujeita e barulho que você deve imaginar sempre que pensa em qualquer obra. O 3TC também permite a pintura com a maioria das tintas disponíveis no mercado de forma que fica bem discreto na decoração quando os dutos estão expostos.

Como é feita a aplicação?

A instalação do isolamento térmico da 3TC pode ser executada por meio de diversas técnicas. Isso permite que ela se adapte às mais diversas aplicações. No entanto, a escolha depende do tipo de estrutura de isolante que será utilizado.

Mantas

As mantas apresentam uma espessura de 10 milímetros e são flexíveis. Desse modo, podem ser manipuladas para se adequar a curvas, arestas e dobras. Além disso, vedam bem as frestas dos locais onde são inseridas, além de são bem fáceis de armazenar durante a obra.

Placas

As placas são mais rígidas e apresentam espessuras variadas, de 10 a 100 milímetros. Assim, não interessantes naqueles casos em que não há necessidade de adaptação a ângulos e seja preciso manter maior estabilidade da forma. Também, podem ser fabricadas sob medida para as estruturas da obra.

Técnicas de instalação

A seguir, vamos apresentar as principais:

  • amarração — é feita por meio de fios, grampos ou arames resistentes. Essa técnica pode ser usada para fixar os tubos de isolante aos dutos do ar-condicionado;
  • encaixe — a pressão do peso ou da conformação das peças sobre as estruturas traz a fixação necessária;
  • colagem — são substâncias químicas que trazem a aderência de duas superfícies entre si;
  • pregagem — com pregos e parafusos especiais, as placas e as mantas são fixadas em uma estrutura de sustentação.

Há várias outras técnicas possíveis, e a escolha deve ser feita pelo profissional instalador para garantir o máximo sucesso da estratégia. A 3TC é muito versátil e se adapta a maioria delas.

Quais cuidados devem ser tomados?

A principal precaução é a escolha de um material adequado para os seus objetivos. Há muitos isolantes no mercado e nem todos eles entregam a mesma eficiência. Além disso, há várias funcionalidades auxiliares que podem complementar a sua estratégia, como:

  • isolamento acústico — evita a propagação de ruídos e barulhos. Um isolante térmico e acústico simultaneamente, por exemplo, pode reduzir o barulho provocado pelos motores dos aparelhos;
  • impermeabilidade — um material impermeável melhora a proteção das estruturas contra a umidade;
  • proteção contra incêndios — é preciso escolher um material que não seja inflamável ou combustível. Idealmente, ele deve auxiliar no retardo da propagação dos incêndios.

A empresa de fornecimento e de instalação deve ser confiável, apresentando um bom suporte ao cliente em todas as etapas. A 3TC apresenta todas essas vantagens e muitas outras. Assim, você conquistará um projeto otimizado de isolamento para ar-condicionado, o qual traz todos os benefícios e vantagens que falamos aqui.

Quer saber como a 3TC isolamento pode auxiliá-lo no seu projeto de isolamento termoacústico? Então, entre em contato com a gente!

Um espaço adequado depende de diversas características e, entre elas, está a qualidade do ar. É preciso que as condições favoreçam a respiração e o uso do local, de modo a garantir o melhor desempenho em geral. Por isso, a renovação do ar no ambiente é muito importante.

Ela se relaciona à ergonomia, segurança no trabalho e otimização de condições. Para tanto, precisa ser feita corretamente, com a ajuda de um projeto e com as soluções adequadas.

Para que você não tenha mais dúvidas, apresentamos a importância da renovação do ar ambiente e como ela deve ser feita. Confira!

Quais são os benefícios de adotar esse cuidado?

Considerando que o ar que respiramos é fundamental para a execução de qualquer atividade, é justo dizer que o cuidado com a atmosfera em uma área fechada é determinante.

Com o nível adequado de atenção, é possível garantir que o espaço apresente as características ideais, o que gera diversos benefícios. A seguir, mostramos quais são as vantagens desse cuidado!

Controle de poluentes

Com o uso dos espaços, é natural que ocorra um acúmulo de substâncias poluentes. O funcionamento de equipamentos, por exemplo, pode liberar gases variados. Mesmo o contato com áreas externas e as próprias características do local levam ao aumento das partículas suspensas.

Sem a renovação, esses elementos começam a ser absorvidos pelos colaboradores, o que pode agravar quadros de alergias respiratórias. Além disso, a presença de alguns componentes pode ser tóxica, o que causa diversos problemas de saúde.

A renovação serve, justamente, para limpar o ar e garantir que ele esteja sempre dentro das condições esperadas. Isso melhora a segurança, amplia o controle e favorece o uso dos espaços.

Controle de odores

Outro ponto importante tem a ver com os odores do ambiente de trabalho. O funcionamento de certas máquinas e a execução de alguns processos industriais podem dar origem a gases com cheiros específicos. Além disso, o uso do ambiente pode acumular odores diversos.

O problema é que isso causa grande desconforto aos colaboradores, que têm o rendimento afetado. O melhor, portanto, é investir na renovação do ar para dissipar qualquer aroma indesejável.

Isso tornará o espaço confortável, bem como evitará a ocorrência de quadros de intoxicação ou dificuldade respiratória.

Diminuição na propagação de doenças

Boa parte das doenças é transmitida pelo contato com secreções infectadas e até pelo ar. Infecções virais e bacterianas de diversos níveis de gravidade são facilmente espalhadas em um local fechado, em que não há a renovação do ar ambiente.

Então, basta um funcionário doente, ainda que esteja assintomático, para contaminar a maioria das pessoas.

Com a renovação do ar, por outro lado, caem as chances de haver o contato com o agente infeccioso. Com isso, o ambiente se torna mais protegido e saudável, além de ser possível diminuir o ritmo de propagação de doenças infecciosas.

Redução dos riscos de acidentes

Quando o ar não é renovado constantemente, não há a devida oxigenação do local. Como consequência, ocorre um acúmulo de gás carbônico, que passa a entrar na corrente sanguínea dos colaboradores. A sua atuação é altamente prejudicial e causa diversos impactos, como a perda de concentração, a sonolência e as dores de cabeça.

Tudo isso faz com que o colaborador fique menos atento ao trabalho e, portanto, à segurança. Como a situação pode até causar desmaios, os riscos de acidentes de trabalho se tornam maiores e prejudicam intensamente o negócio.

A renovação do ar ambiente tem a ver com a proteção da integridade dos colaboradores. Além de evitar os acidentes causados por algum mal-estar, previne a ocorrência ou o agravamento de doenças respiratórias.

Melhoria na produtividade

A renovação do ar é importante para o desempenho do negócio em geral. Essencialmente, isso acontece porque há maior oxigenação do corpo, o que permite um funcionamento adequado das células. Evita-se, também, a sensação de sonolência, como citamos. Por causa disso, as pessoas têm rendimentos melhores, cometem menos erros, e há mais eficiência.

Além de tudo, vale a pena pensar em médio e longo prazo. Se há menor taxa de contaminação de doenças, há menos licenças médicas e afastamentos. Com a redução do absenteísmo, a produtividade aumenta.

Menos acidentes também levam a um fluxo de trabalho otimizado, o que garante a consolidação de ótimos resultados e o aumento da capacidade produtiva.

Como a renovação do ar no ambiente pode ser realizada?

Para aproveitar a importância desse cuidado com o ar, devemos planejar e executar corretamente a renovação do ar. Nesse caso, tudo começa com uma análise da qualidade atual do ar, de modo a entender quais são os principais problemas e onde estão as causas.

A partir disso, é o momento de elaborar um projeto de otimização para a renovação do ar no ambiente. Isso inclui selecionar diversas alternativas, como os ventiladores e os exaustores. Também vale considerar a necessidade de executar processos de filtragem.

Os componentes têm que ser distribuídos de acordo com as necessidades de cada área, segundo as possibilidades físicas e estruturais. Pontos com maior demanda, por exemplo, exigem uma atuação mais intensa nesse sentido.

Também é importante manter o controle sobre as condições do ar. Fazer medições periódicas e avaliar a qualidade com frequência permite saber o que tem funcionado e onde ainda há como melhorar.

Portanto, implementar a renovação do ar no ambiente é uma tarefa contínua, mediante atenção consistente. Inclusive, isso ampliará a ergonomia e impactará positivamente os resultados.

Como o isolamento térmico pode ajudar?

Quando falamos em renovar o ar, isso não significa apenas cuidar do uso de exaustores e filtros. Esses são elementos essenciais, mas também é preciso pensar em outras condições, como a temperatura do ambiente.

Um local muito quente ou com grandes variações de temperatura sofrerá impactos diferentes na umidade, na propagação de microrganismos e até na capacidade de manter poluentes em suspensão. Além de tudo, é algo que afeta o conforto térmico dos colaboradores.

Por isso, a solução de renovação do ar no ambiente deve estar conjugada ao isolamento térmico. Com o uso de uma manta específica para conter as três formas de transmissão de calor, é possível melhorar as características do local de forma completa.

Inclusive, será necessário usar menos equipamentos de climatização, como o ar-condicionado. Assim, a qualidade do ar será mantida com maior facilidade, otimizando os esforços nesse sentido.

A renovação do ar no ambiente é indispensável para a saúde, proteção e produtividade dos profissionais. Com um projeto estruturado, acompanhamento das condições e uso de isolamento térmico, podemos superar os desafios e obter um local adequado.

Já que a temperatura também tem importância, confira como garantir o conforto térmico no design de interiores.