Posts

A poluição sonora é considerada um problema importante para a saúde pública, pois está relacionada a diversas doenças físicas e mentais. Em dezembro de 2018, a Organização Mundial de Saúde divulgou um relatório sobre as principais causas ambientais de doenças. O excesso de ruídos ficou em terceiro lugar na lista, ficando atrás apenas da poluição do ar e da água. Nesse sentido, o isolamento acústico se torna uma estratégia essencial.

Ele impede que o barulho reverbere e propague nas salas de aula. Assim, ele reduz o excesso de ruídos libera hormônios e neurotransmissores relacionados ao estresse. Nas crianças e adolescentes, isso pode trazer consequências, pois o corpo deles ainda está em desenvolvimento. Quer entender melhor? Acompanhe!

Quais são as consequências dos ruídos nas salas de aula?

A poluição sonora é uma inimiga silenciosa e, muitas vezes, subestimada. Como não podemos enxergar o que está acontecendo dentro do nosso organismo. Nós achamos que o excesso de ruídos trará, no máximo, uma dor de cabeça ou uma mal-estar. Entretanto, o grande problema está a um nível microscópico, nas substâncias liberadas em reação a ele.

Em quase todos os animais, inclusive o homem, o barulho é um sinal de perigo e uma reação rápida a ele era importante para impedir ataques de predadores. Basta reparar os animais domésticos: os cães e os gatos correm ou se assustam diante de qualquer barulho mais alta. É o instinto de sobrevivência. Assim, todo corpo se prepara para correr da ameaça.

Vivendo nas em sociedade nas cidades, o homem não precisa mais se preocupar tanto com ameaças. No entanto, nossos sistemas sensorial e nervo ainda apresentam todos esses mecanismos.

Vamos explicar de forma resumida os dois principais processos fisiológicos para que você entenda a gravidade do problema da poluição sonora nas escolas.

Mecanismo de luta e fuga

Imagine que um predador acabasse de pular perto de você, seu corpo precisaria estar rapidamente preparado para correr muito rápido por longas distâncias. Para isso, existem duas substâncias: a adrenalina e a noradrenalina. Elas são liberadas no sangue e no cérebro com os seguintes efeitos:

  • liberar carboidratos (açúcares) no sangue;
  • tirar parte do sangue de órgãos desnecessários para a fuga e desviar para aqueles mais importantes;
  • portanto, dar mais energia para os músculos, coração e cérebro;
  • restringir toda a atenção e concentração do cérebro para os sons e outras áreas relacionadas com a sobrevivência. Todo o corpo fica em estado de alerta.

Daí, surgem alguns dos problemas relacionados ao estresse, como diabetes mellitus tipo II (excesso de açúcar no sangue) e doenças cardíacas.

Hiperatividade hormonal

Há um mecanismo hormonal muito importante para nós, o eixo hipotalâmico-hipofisário-adrenal. Os barulhos estimulam uma região do cérebro chamada de hipotálamo para ativar uma glândula chamada de hipófise. Ela libera um hormônio que atua sobre a outra glândula — a suprarrenal, que fica acima dos rins.

A supra renal libera o famoso hormônio do estresse, o cortisol. Ele é responsável por nos fazer sentir uma série de sensações desagradáveis, como aflição e ansiedade. Além disso, também causa a liberação de açúcar no sangue e reduzem a imunidade. Assim, além de maior risco para diabetes e doenças cardiovasculares, todas as faixas etárias ficam mais vulneráveis a doenças infecciosas.

Ademais, o cortisol facilita o desenvolvimento de doenças mentais, como a ansiedade e a depressão. A sensação de estresse e angústia faz com que a pessoa veja as situações de forma negativa, deixando-as mais propensas aos transtornos do humor.

Por que a poluição sonora compromete o desempenho do professor?

Essa longa explicação sobre os efeitos dos ruídos é essencial para que você entenda que não é frescura dos professores e alunos esse tipo de reclamação. Pelo contrário, as pessoas tendem a subestimar o impacto do som. Quando elas reclama, é porque algo sério já está acontecendo.

No caso dos professores, isso é especialmente importante, pois eles são submetidos a situações com alto nível de som pela própria natureza do ensino — especialmente, o infantil. Desse modo, não pode o ambiente físico ser mais uma fonte de barulho, pois isso sobrecarregará o profissional.

Comprometimento da fala

Se o barulho dentro e fora da sala de aula for intenso, o professor precisará competir com ele para ser ouvido pelos alunos. Esse esforço repetitivo pode provocar uma condição multifatorial chamada de fadiga vocal — uma síndrome com vários sintomas, como rouquidão, dor na garganta, tensão no pescoço, entre outros.

Ademais, falando cada vez mais alto, haverá uma agressão das cordas vocais e da garganta pelo excesso de atrito do ar. Isso causa processos inflamatórios repetidos, que fazem as patologias das cordas vocais surgirem.

À medida que essas lesões cicatrizam, o aparelho fonador perde uma parte da sua funcionalidade. Em alguns casos, o processo é tão intenso que os professores podem ser aposentado por invalidez.

Nervosismo

A adrenalina, a noradrenalina e o cortisol são substâncias que estimulam as regiões de agressividade no nosso cérebro. À medida que elas aumentam e o estresse se intensifica, o professor fica mais nervoso. Com isso, ele pode discutir, brigar com um aluno ou colega de trabalho.

Doenças crônicas

Todas essas substâncias também estão ligadas a diversas doenças crônicas. Por exemplo, o excesso de estímulo da noradrenalina é um dos principais fatores causais da hipertensão arterial sistêmica. Já os corticoides estão ligados à liberação das reservas de glicose sanguínea e ao aumento da resistência das células à insulina — dois mecanismos que provocam e agravam a diabetes mellitus tipo 2.

Então, a poluição sonora pode acelerar o desenvolvimento dessas doenças. Como muitos professores também já têm mais de 50 anos, a situação pode ser ainda mais preocupante, visto que alguns deles podem ter essas doenças crônicas já instaladas. A condição pode se agravar com o estímulo negativo do ambiente, tornando-se difícil de tratar.

Como isso impacta a qualidade das escolas?

Produtividade

A produtividade de qualquer profissional depende de boas condições de trabalho. Assim, ele pode focar toda a sua atenção nas tarefas em vez de desviá-la em estímulos externos. Os sons estão entre as principais distrações e podem interromper a linha de raciocínio nas exposições. Então, as explicações dele perdem a qualidade e levam mais tempo. Isso traz prejuízos para os alunos e consequentemente para as escolas.

Vários estudos indicam essa relação negativa, como:

  • um artigo da revista científica “Noise and Health” (Barulho e Saúde) mostrou que, em diversos ambientes de trabalho, o barulho trazia impactos, como redução da performance, aumento do número de erros e um tempo de resposta maior aos estímulos. Ademais, houve um maior nível de estresse, desconforto e de incômodo. O estudo também mostrou que o comprometimento atencional não estava relacionado a essas sensações, mas ao som em si;
  • já a Revista Britânica de Psicologia mostrou que o barulho compromete diversas habilidades cognitivas, principalmente a atenção seletiva para tarefas. Esse problema independia de outros fatores, como hora do dia e ansiedade.

Absenteísmo e afastamento

Em uma pesquisa divulgada pela Revista Brasileira de Saúde do trabalho, 153 professores nas escolas públicas do Distrito Federal entre 2009 e 2010 pediram o afastamento do trabalho por disfonia (dificuldade para falar).

Os nódulos (calos) vocais foram o principal diagnóstico: cerca de 40% das lesões nas cordas vocais e levam, em média, a um afastamento de 166 dias. Dessa porcentagem, 25,5% dos professores foram afastados definitivamente da sala de aula e realocados em outras funções.

Em outro estudo, feito na Bahia, o relato de ambiente de trabalho desfavorável teve uma relação importante com o surgimento da doença, aumentando o risco em 25%. Entre os fatores citados pelos professores entrevistados, estavam:

  • barulho externo excessivo;
  • ruído interno excessivo;
  • acústica inadequada.

Desse modo, ter uma boa infraestrutura física para proteger os professores é imprescindível.

Alto turnout

Um ambiente insalubre e estressante pela poluição sonora atrapalha a retenção de talentos. Com isso, a rotatividade de profissionais se torna um grande problema. As escolas são especialmente sensíveis a ele. Afinal, os alunos criam uma relação afetiva com os professores e podem ficar muito insatisfeitos com a saída deles.

Indenizações

Se o professor conseguir provar que sua escola não tomou as medidas necessárias para manter os níveis de ruído dentro dos limites da regulamentação, ele poderá ter direito à indenização por acidente de trabalho.

Em um único processo, os custos judiciais poderão ser maiores que um investimento em um isolamento adequado. Portanto, sempre pense no custo-benefício a longo prazo.

Por que a poluição sonora afeta o desempenho dos alunos?

As razões pelas quais isso acontece são bem semelhantes às dos professores: uma série de mecanismos neuro hormonais mudam o comportamento do corpo frente aos estímulos. Com isso, diversas habilidades importantes para a sala de aula podem ficar comprometidas.

A maior diferença é que as crianças e os adolescentes estão em desenvolvimento, então os efeitos podem comprometê-los de forma mais intensa. Vamos falar das principais a seguir.

Escrita e leitura

A poluição sonora tem um impacto negativo significativo nessas competências. O principal motivo é a queda da atenção sustentada (AS), isto é, a capacidade de manter o foco ao longo do tempo. Em um estudo realizado em Porto Alegre, as crianças expostas a um maior nível de barulho apresentaram uma pontuação menor nos testes de AS.

Consequentemente, houve impactos em outras áreas:

  • na escrita, eles cometeram mais erros durante uma tarefa de ditado;
  • na leitura, eles se mantiveram menos tempo focados em um texto.

Portanto, o excesso de ruídos pode comprometer o desenvolvimento de habilidades importantíssimas para o desempenho escolar. As crianças que naturalmente já sofrem com dificuldade de se concentrar podem sofrer ainda mais e se tornar agitadas na sala, atrapalhando o rendimento dos colegas.

Náuseas, desconforto físico e emocional

Já um estudo feito na Indonésia com criança do ensino fundamental demonstrou que as crianças expostas à poluição sonora relatavam uma grande gama de queixas:

  • enjoo e náuseas — 23%;
  • desconforto físico e emocional — 21%;
  • dificuldades em compreender a explicação do professor — 22%;
  • redução da capacidade de aprendizado — 22%.

Esses sintomas físicos frequentemente incapacitam a criança ao aprendizado e ela apresenta queixas frequentes de desconforto. Com o tempo, podem até se recusar a ir para a escola.

Nesse sentido, os autores do estudo propuseram uma série de intervenções que poderiam melhorar a acústica das salas e reduzir o barulho:

  • troca das janelas, portas e vidros comuns por opções isolantes de som;
  • instalação de isolamento acústico nas paredes, piso e paredes;
  • barreiras físicas verdes ao redor da escola, como árvores e bambus.

Vamos falar sobre cada uma dessas medidas a seguir.

Como fazer com que o isolamento ocorra completamente?

As barreiras físicas são as principais formas de impedir que o barulho do ambiente externo entre para as salas de aula. Nesse sentido, é preciso pensar em formas de isolar todas as estruturas da construção, como janelas, portas, paredes e pisos.

Além disso, deve-se investir em materiais capazes de mitigar a reverberação dos sons produzidos dentro da escola. Afinal, as conversas de alunos e professores ecoam nas paredes, aumentando o desconforto auditivo.

Isso pode ser feito com diversas estratégias diferentes, como reforço dos materiais e instalação de isolantes termoacústicos. Vamos falar sobre as principais a seguir.

Janelas acústicas com vidros mais grossos

Esse tipo de janela apresenta uma vedação muito superior e materiais que transmitem menos ondas sonoras. Desse modo, parte do som vindo do exterior é refletido em vez de reverberar pelas estruturas.

Além disso, opte por vidros mais grossos, pois a capacidade de bloquear a transmissão é proporcional à espessura. Apesar de ser uma das principais medidas a ser adotada, mas não é a única. Um dos principais erros nos projetos de isolamento acústico é focar nas janelas e se esquecer das outras estruturas.

Portas acústicas

Nas escolas, o barulho vindo dos corredores e das áreas comuns é significativo. Para evitar que ele entre nas salas de aula, existem as portas acústicas. Essas peças contêm um material que dificulta a passagem do som devido às maiores densidade e espessura, além de uma melhor vedação das frestas.

Áreas verdes ao redor da construção

Outra medida bem interessante é o plantio de bambus e árvores ao redor do edifício. Eles vão funcionar como barreiras físicas para refletir as ondas sonoras. Além disso, sua escola ganha mais sustentabilidade e uma área verdade para os alunos relaxarem.

Revestimento de paredes com material isolante acústico

Por fim, não podemos deixar de citar a ação mais importante no contexto das escolas, o isolamento acústico das paredes. Por quê? Durante o horário das aulas os corredores ficam vazios. Então, a principal fonte de ruídos são as salas vizinhas, principalmente utilizam paredes de drywall ou divisórias para separar as salas. Desse modo, torna-se essencial reforçá-las com uma camada de placas ou mantas isolantes.

Somente o isolamento acústico basta para melhorar o conforto dos alunos?

O isolamento acústico nas escolas é uma medida imprescindível para melhorar a satisfação e a segurança dos alunos, mas há outros pontos importantes.

Os melhores isolantes acústicos do mercado também podem vir com funcionalidades adicionais, como isolamento térmico, impermeabilização, vedação e resistência ao fogo. Então, em vez de utilizar uma estratégia para cada um delas, você terá tudo no mesmo produto.

Como escolher o melhor isolamento?

Para avaliar um isolamento, é preciso observar quais vantagens ele apresenta. Desse modo, além de melhorar o desempenho acústico, você mitiga outros problemas frequentes em escolas. Confira a seguir algumas propriedades essenciais para o material escolhido.

Isolamento térmico

Entre elas, está o conforto térmico. É extremamente difícil concentrar quando se está sentindo frio ou calor. Assim como os ruídos, essas sensações desencadeiam uma série de reações fisiológicas no corpo que atrapalham a concentração, o foco e a capacidade de aprendizado.

No entanto, muitas escolas têm receio de instalar ares-condicionados para as crianças e jovens. Afinal, os pais podem relacionar uma temperatura muito baixa no ambiente com o adoecimento dos filhos. Também, as crianças apresentam uma maior sensibilidade alérgica do que os adultos devido ao sistema imunológico imaturo. Então, o ar seco provocado pelo ar-condicionado pode desencadear crises de rinite e outras doenças respiratórias.

Por essa razão, o isolamento térmico é tão importante nas escolas. As barreiras físicas contra trocas de calor, como as mantas térmicas e as placas, são capazes de amenizar o filme dentro da sala de aula com muita eficiência. Elas atuam tanto sobre o calor quanto o frio, pois impedem a transmissão de energia nos dois sentidos — de dentro para fora e de fora para dentro. Assim, a temperatura fica mais estável nas quatro estações.

Impermeabilização

A umidade também é outro problema que compromete o conforto dos alunos. O surgimento de infiltrações, mesmo que não visíveis, facilita o surgimento do mofo. Esse é um dos principais desencadeantes de crises alérgicas na infância. Os fungos têm uma substância chamada de glicoproteína na superfície da sua célula que desencadeiam reações intensas.

Nesse sentido, a escolha de um revestimento acústico impermeável pode fazer toda a diferença. Ele pode ser instalado no teto, nas paredes e nos pisos. Isso reduz os riscos relacionados a todos os tipos de umidade, como por capilaridade e por intempéries.

Resistência ao fogo

Uma das principais resistências que os administradores de escola têm em relação aos isolantes acústicos é o seu papel na propagação de incêndios que tiveram bastante comoção no Brasil. Todavia esse tipo de ocorrência está ligada a um material específico, chamado de poliuretano. Ele forma uma espuma que é combustível a altas temperaturas e libera gases tóxicos.

Qual o melhor isolante termoacústico do mercado atualmente?

Nos últimos 20 anos, dezenas de isolantes diferentes surgiram no mercado. No entanto, nada se equipara a uma tecnologia desenvolvida pela NASA — o 3TC. Ele foi desenvolvido utilizando o que há de mais avançado na engenharia de materiais e apresenta três camadas:

  • duas lâminas de polímero refletivo, que reflete grande parte da radiação infravermelha e impede que ela aqueça as estruturas;
  • um núcleo de EPS, disponível em variáveis espessuras, o qual é responsável por impedir a condução do calor e do som.

A eficiência do EPS é comprovada por vários estudos técnicos. Neles, analisa-se o coeficiente de absorção acústica, que vai de 0 a 1. Quanto maior ele for, maior a capacidade do material de abafar o som.

No caso do isolamento acústico, é preciso avaliar a capacidade do material de isolar as mais diferentes frequências de som — do mais grave (maior frequência) ao mais agudo (menor). Nesse critério, o EPS também se destaca em relação a outros materiais construtivos.

De acordo com esse estudo sobre os diferentes isolantes, o EPS pode chegar a um isolamento máximo de 0,92 para sons agudos e de 0,11 para sons graves. Em uma comparação com outro material muito utilizado, a lã de rocha apresenta uma eficiência um pouco maior para os graves 0,2, mas perde nos sons agudos com valores entre 0,4 e 0,6. Essa desvantagem também é encontrada no caso da borracha e do polipropileno.

Como na maioria dos casos, os sons mais incômodos para os seres humanos se encontram na faixa aguda, é fundamental contar com um material eficiente para toda essa frequência. São eles os principais responsáveis pela falta de atenção, dores de cabeça e náuseas nos estudantes e nos professores.

4.3. Vedação, impermeabilização e resistência ao mofo

Aqui, temos outro grande diferencial do 3TC em relação a outros isolantes do mercado. A lã de vidro, a lã de rocha, a lã de PET e as espumas são todas permeáveis. Portanto, não atuam sobre a impermeabilização das estruturas. Desse modo, você pode ter de contratar um projeto auxiliar para garantir a resistência à umidade da escola.

No caso do 3TC, tanto o EPS quanto os polímeros refletivos são altamente impermeáveis e não vão deixar a umidade danificar as estruturas. Além disso, no telhado, você pode utilizar as mantas flexíveis, as quais são capazes de se conformar a cada fresta para impedir a entrada de água, animais e sujeira. É uma vedação completa! Com isso, evitam-se o surgimento de mofo, infiltrações e outras patologias da construção.

Resistência ao fogo

Além disso, o 3TC é comprovadamente resistente ao fogo. Submetemos os produtos à certificação do Instituto de Pesquisas Tecnológicas. Eles passaram por vários testes em conformidade com todas as normas de segurança. O comportamento ao fogo é muito importante na hora de selecionar a tecnologia adequada à sua utilização, por isso temos este conteúdo que pode esclarecer mais sobre o assunto.

Resistência mecânica

Por fim, não podemos deixar de falar da resistência mecânica. O polímero que recobre a 3TC é muito resistente ao estresse físico aplicado sob diversas formas, como atrito, risco, corte, pressão, laminação, impacto, entre outros. Então, a manta acústica pode ser utilizada sobre estruturas mais frágeis como proteção. Isso é muito interessante para as escolas, visto que crianças e adolescentes se movimentam bastante.

O isolamento acústico em escolas pode ser um desafio e é exatamente por isso que você precisa contar com a melhor tecnologia de materiais. Há várias opções no mercado, mas certamente o 3TC está na liderança.

Ficou com alguma dúvida? Quer compartilhar alguma opinião? Então, comente aqui no nosso post!

A construção no litoral apresenta diversos desafios. Afinal, nessas regiões, os edifícios estão sujeitos a mais riscos, como a maresia, ventos mais fortes e a maresia. Então, é preciso montar uma estrutura de proteção especial para evitar danos e a necessidade de reformas constantes.

Além disso, as altas temperaturas e a incidência do sol reduzem o conforto térmico dos ambientes interiores. Isso pode prejudicar a saúde e o bem―estar dos moradores. Quer saber como melhorar o seu projeto litorâneo? Acompanhe!

1. Quais são os cuidados essenciais em construções no litoral?

O sucesso de uma obra no litoral começa na escolha do terro e vai até a manutenção!

1.1 Terreno

Sem os cuidados adequados na hora de escolher um terreno, a construção no litoral pode se tornar uma verdadeira dor de cabeça para o comprador. O primeiro passo para garantir o sucesso do seu projeto arquitetônico é exigir a apresentação de um estudo do solo, pois, em faixas litorâneas, podem haver solos muito úmidos e arenosos ― que são facilmente conformáveis.

Desse modo, é preciso fazer um projeto auxiliar para o adensamento do solo. Ele deverá ser executado com muita técnica, trazendo uniformidade em toda a área. Caso contrário, uma região pode ficar menos densa e mais permeável à água. Com o tempo, haverá um desnível entre dois pontos da construção ― o que compromete as estruturas, causando rachaduras, trincas e outras patologias.

Além disso, especialmente em locais mais ermos, é muito comum que não haja a infraestrutura de serviços necessários para uma família ou para um negócio. Por exemplo, pode não haver fornecimento de luz, de água encanada ou recolhimento de esgoto. Consequentemente, será preciso investir muito dinheiro para tornar o empreendimento viável.

Por exemplo, é necessário pagar altas taxas para a instalação de luz elétrica, construir poços para o consumo de água e investir em cisternas para o esgoto. Ou seja, os custos do projeto inicial podem dobrar somente para trazer uma infraestrutura mínima. Em alguns casos, como redes de internet e de telefonia, as operadoras não ofertam a instalação desse serviço nem mesmo mediante o pagamento de taxas elevadas.

Por fim, ainda há diversas questões legais nesses casos. A regulamentação e a legislação brasileira são bastante restritivas quanto ao uso do solo próximo a praias. Em geral, essas áreas são protegidas e é preciso pedir uma autorização da prefeitura para a construção. Nesses casos, as exigências podem ser tão grandes que tornam o projeto inviável.

Ademais, não deixe de conferir toda a documentação ― especialmente em regiões mais afastadas. Exija sempre a escritura e confira toda ela no cartório em que foi feito o registro. Afinal, a ação de grileiros é muito comum e você pode ocupar um terreno que pertencia a outra pessoa ou a União.

1.2 Estrutura de construção no litoral

Este certamente é o ponto de maior atenção, pois o clima das praias não permite o uso de qualquer material nas construções. Isso se deve a dois principais motivos: as altas variações de temperatura e a maresia.

No primeiro caso, pode haver mudanças bruscas de temperatura muito rapidamente. Isso provoca a dilatação e a retração das estruturas ― que podem desenvolver fissuras. Nesse caso, é importantíssimo escolher materiais com maior capacidade de resistir ao estresse mecânico.

O outro ponto importante é a maresia. As ondas do mar, quando se chocam, liberam partículas de água com sal para a atmosfera. Elas são levadas até as construções e se acumulam nos materiais. Essa é uma das razões por que os vidros em regiões litorâneas estão sempre úmidos.

No entanto, em contato com estruturas metálicas, o dano pode ser muito grande. O sal apresenta partículas com cargas elétricas capazes de interagir com metais oxidáveis na presença de água. Então, surge a ferrugem, cujos danos vão muito além da estética e atingem, também, a sustentação da casa. A maioria dos pilares e das lajes apresentam armaduras metálicas de aço comum, o qual é facilmente corrosível.

Nesse sentido, é imprescindível fazer um tratamento especial nas vigas com uma camada maior de concreto para a proteção da armadura ou com a aplicação de uma camada extra impermeável. O ideal é utilizar aditivos plastificantes de impermeabilização semiflexível. Nesse caso, as vigas devem estar sempre em locais protegidos da ação da radiação solar.

Caso você utilize telhas metálicas na construção, é importante também selecionar um material resistente à corrosão. Entre os mais utilizados, estão o Galvalume, o alumínio e o aço inox. Hoje em dia, eles podem ser integrados a sistemas de isolamento termoacústico, que compensam a baixa eficiência em bloqueio do calor.

1.3 Acabamentos

Aqui, é preciso estar muito atento sobre o efeito da maresia sobre os materiais. Como explicamos, os metais oxidáveis sofrerão com a ação contínua da umidade salina. Então, ficarão com a aparência enferrujada, comprometendo a estética dos acabamentos. Isso deve ser levado em consideração na hora da escolha de diversas peças, como:

  • janelas, portas e fechaduras;
  • pias e registros;
  • acessórios, entre outros.

Muitas pessoas acabam subestimando o poder da maresia. Afinal, é um vilão que ninguém vê. Aparentemente, o ar é normal ― exceto pelo cheio de praia. No entanto, microscopicamente, há partículas nocivas para as construções.

Além disso, a própria umidade aumentada também causa danos significativos. Por exemplo, pisos em madeira sem uma camada de impermeabilizante não lidam muito bem com a umidade alta das praias. Nesses casos, eles estufam e comprometem a estética dos pisos.

Por fim, não podemos deixar de falar do próprio clima. As zonas litorâneas estão mais sujeitas a chuvas intensas devido à maior umidade da atmosfera local e a ação de massas de ar marítimas. Portanto, é preciso reforçar a impermeabilização e reforçar as estruturas para resistir a ventos fortes.

1.4 Paisagismo em construção no litoral

O clima também oferece desafios importantes na hora de selecionar a vegetação utilizada para o paisagismo. A ação muito intensa do sol durante o dia exige que as plantas resistam à evaporação da água pelas folhas e sejam capazes de captar a umidade de regiões mais fundas do solo.

Além disso, a menos que você queira investir em um sistema automatizado, dê preferência a plantas que exijam uma menor frequência de irrigação. Também, as casas de praia podem ficar muitos meses fechadas sem nenhuma manutenção. Assim, é melhor escolher espécies que sobrevivem nessas condições.

1.5 Manutenção

O clima hostil e a areia tornam a manutenção das casas de praia mais complexa. Por essa razão, é imprescindível escolher materiais mais práticos para limpeza. Elas deverão apresentar uma maior resistência a riscos, pois pode ser necessário usar vassouras de cerdas rígidas ou jatos de água retirar os resíduos de areia.

Outro desafio é a manutenção da própria construção. A ação dos ventos pode causar danos significativos, especialmente no telhado. Se as telhas não forem bem fixadas, elas podem se soltar facilmente e, então, será preciso fazer trocas frequentes.

2. Quais são os materiais mais indicados para construção no litoral?

Há materiais que, por sua resistência à umidade e capacidade de isolamento térmico, são mais adequadas para o litoral. Conheça alguns deles nos tópicos a seguir.

2.1 Madeira

Não é todo o tipo de madeira que é adequado para a construção próxima à praia, pois há opções mais ou menos permeáveis. Por exemplo, o eucalipto é uma madeira extremamente permeável e absorve com facilidade a umidade. Então, dilata―se facilmente e perde a resistência no clima litorâneo.

Outra contraindicação são as madeiras de baixa densidade, independentemente da estrutura em que são aplicadas. O principal exemplo são os compensados. Elas apresentam uma porosidade maior e, portanto, alta permeabilidade.

Já madeiras mais maciças, como o ipê, a maçaranduba e a teca, são muito mais seguras. No entanto, devem receber o tratamento adequado com o lixamento da superfície e aplicação de resinas impermeáveis, como o verniz. Com isso, não se sujeitam aos danos estruturais causados pela umidade.

A grande vantagem da madeira é a sua maior capacidade de isolamento térmico, o que é essencial diante do calor das praias. Para ampliar o conforto, ela pode ser integrada a mantas térmicas com ação reflexiva da radiação solar nas áreas mais expostas.

2.2 Alumínio

O alumínio se apresenta como um dos principais metais para o uso em construções no litoral, pois é muito mais resistente à corrosão. Mesmo quando oxida, pode ser facilmente recuperado, pois, forma apenas uma fina camada de oxidação branca ― removível com uma lixa fina.

Ademais, é um material extremamente versátil. Ele pode ser pintado com diversos esmaltes sintéticos para melhorar a resistência e mudar sua aparência estética. Portanto, pode ser utilizado em diversos locais de uma construção, como as janelas, as maçanetas, entre outros.

No entanto, por ser muito maleável, não pode ser empregado em estruturas de sustentação, como as vigas e os pilares.

2.3. Aço inoxidável

O aço inoxidável é uma liga de ferro com a adição de carbono e cromo. Com isso, pode―se reduzir a interação com as moléculas de oxigênio que geram a ferrugem. Como apresenta uma excelente resistência mecânica, pode ser facilmente integrado às estruturas de sustentação tanto sozinho quanto com o concreto.

2.4. Galvalume

O Galvalume é um liga metálica constituída por zinco, alumínio e silício. Foi criada para aumentar a resistência desses metais à corrosão, sendo um dos materiais mais resistentes nesse sentido.

Por ser extremamente maleável, é utilizado principalmente na fabricação de telhas e chapas. Entretanto, está contraindicado nas estruturas de sustentação.

2.5. Concreto

O concreto é outro material muito importante para as construções litorâneas, pois pode ser utilizado para fabricar as mais diversas estruturas desde as vigas da fundação até as telhas. No entanto, há diferentes tipos de concreto no mercado e é importante estar atento à porosidade de cada opção. Quanto maior ela for, mais susceptível a estrutura estará à ação da umidade.

Assim, o concreto mais poroso pode ser utilizado em locais onde ele não está associado a estruturas metálicas, como as telhas. Entretanto, quando ligado a armaduras metálicas, será preciso protegê―las e, assim, o concreto deve ser o mais impermeável quanto possível. Para isso, eles podem ser associados a aditivos ou materiais impermeabilizantes. Falaremos mais deles a seguir.

2.6. Impermeabilizantes

Com o isolamento térmico, a impermeabilização é uma das ações mais importantes nas construções no litoral. Afinal, devido à maior umidade do ar e à maresia, as estruturas estão sob maior risco de danos químicos. Nesse sentido, é importante fazer um projeto detalhado. A seguir, explicaremos os principais tipos e sistemas.

Atualmente, existem três tipos de impermeabilização no mercado: a rígida a semiflexível e a flexível. Elas devem ser escolhidas de acordo com a exposição da superfície ao calor e ao estresse mecânico.

Rígida

A impermeabilização rígida geralmente é feita com o acréscimo de aditivos aos materiais tradicionais da construção, como o gesso, o cimento e a argamassa. Assim, diversos efeitos podem ser conquistados, como:

  • aumento da tensão superficial do material, fazendo com que a água seja repelida ao entrar em contato com a estrutura. Esse é o caso dos aditivos hidrofugantes;
  • redução da porosidade do material. Desse modo, as moléculas interagem mais fortemente entre si, impedindo a penetração da água.

No entanto, isso apresenta um lado negativo. Quando expostos à variação de calor, as estruturas ficam mais susceptíveis a fissuras, comprometendo a eficiência da impermeabilização. Desse modo, não podem ser utilizados em superfícies em contato direto com o sol.

Flexível

Esses impermeabilizantes são chamados de flexíveis, pois contam com maiores elasticidade e conformidade. Ou seja, quando as estruturas se dilatam devido à ação do calor, o impermeabilizante é capaz de se adaptar e proteger a superfície mesmo diante do surgimento de fissuras.

Eles funcionam de modo diferente das anteriores, pois não são aditivos aos aglomerantes da construção civil. Em vez disso, eles são aplicados em camadas sobre as superfícies já prontas. Nesse sentido, apresentam―se em dois subtipos principais, as mantas e as membranas.

As mantas devem ser aplicadas a quente para aderir às superfícies. Talvez, seja o tipo mais conhecido devido às mantas asfálticas ― um dos impermeabilizantes mais populares no mercado e que são utilizados nas vias rodoviárias.

Em espessuras menores e com armaduras especiais, podem ser empregados na construção civil para as áreas que entram em contato direto com o sol e necessitam de alta capacidade de vedação, como as lajes.

Já as membranas são instaladas a frio por diferentes processos. Devem ser aplicadas em diversas camadas a fim de apresentar a eficiência máxima. Por serem mais práticas, têm se tornado mais populares. Podem ser utilizadas em áreas externas, lajes etc.

Semiflexível

Por fim, temos o tipo semiflexível, que nada mais são do que aditivos que suportam uma maior variação de temperatura. Apesar dessa vantagem, ainda não podem ser utilizados em estruturas submetidas a uma dilatação térmica mais intensa. Entretanto, são opções mais seguras para reforçar a proteção de vigas e de fundações.

No litoral, portanto, a elaboração de um projeto de impermeabilização adequado é essencial para evitar os danos causados pela umidade.

3. Como garantir conforto térmico e isolamento na casa?

Por fim, vem o assunto mais importante quando falamos de construções no litoral ― o isolamento térmico. Ele é responsável por manter a qualidade das estruturas e trazer mais conforto aos usuários.

3.1 Isolamento térmico

O isolamento térmico é uma técnica utilizada para evitar as trocas de temperatura entre o meio interno e o externo. Desse modo, é possível manter uma temperatura estável dentro das construções no litoral e reduzir a dependência de equipamentos elétricos para a manutenção do conforto.

Esses materiais agem sobre um ou mais dos seguintes processos de transmissão de calor:

  • condução: ocorre quando dois materiais com temperaturas diferentes entram em contato físico. A energia do movimento das moléculas do mais quente é transmitida para o mais frio, aumentando os valores de temperatura. É o que ocorre quando um motor aquece a parede que está apoiado;
  • convecção: acontece devido à movimentação das massas de ar. Quando o ar é aquecido no solo, ele fica menos denso e é direcionado para cima. Por sua vez, a massa de ar mais fria é direcionada para baixo. Quando o telhado não é isolado termicamente, ele aquece constantemente as massas de ar superiores dentro do edifício e gera um fluxo de ar cada vez mais quente;
  • radiação: essa é a principal causa do aquecimento das estruturas de uma construção. As fontes de calor liberam ondas de energia que não dependem do contato físico para aquecer outros objetos. Ou seja, a transmissão de calor ocorre à distância. O principal exemplo nesse sentido é o sol. Por essa razão, cerca de 90% do calor absorvido por um edifício chega por meio da radiação.

A eficiência de um isolante depende diretamente de quão eficiente ele age sobre os três processos.

3.2. Sprays

Os sprays são feitos a partir de polímeros plásticos aplicados com bombas a jato. Assim, eles formam uma fina camada sobre as superfícies e podem impedir parte da condução de calor. Portanto, não agem sobre os processos de convecção e de radiação.

3.3. Espumas Expansivas (PU)

As espumas também são produzidas com polímeros plásticos, porém elas são pré-fabricadas. O principal material utilizado é o poliuretano, que já esteve envolvido em diversos incêndios devido à alta capacidade de combustão. Fique atento à ficha técnica do fabricante na hora de escolher essa tecnologia para sua construção no litoral.

3.5. Foils (Duralfoil)

Já os foils contam com uma ação bem diferente dos modelos anteriores, pois não agem sobre a condução, mas sobre a radiação. São lâminas altamente reflexivas que devolvem parte da radiação solar de volta para o meio ambiente. Isso impede que a energia seja transmitida para as estruturas da construção.

3.6. Mantas térmicas

As mantas térmicas podem ser feitas a partir de diversos materiais, cada qual com propriedades específicas. Em comum, eles apresentam uma maior flexibilidade e conformidade. A seguir falaremos dos principais tipos:

  • lã de vidro: fabricada a partir da sílica submetida a altas pressões, esse é um isolante fibroso com boa eficiência para bloquear processos de condução de calor, porém não atua na radiação;
  • lã de rocha: muito semelhante à anterior com a diferença de ser produzida a partir da diábase, uma rocha vulcânica;
  • Manta lã de PET: usualmente feita com garrafas recicladas, também só age sobre a condução de calor;
  • 3TC: além de um núcleo de poliestireno estendido maleável, que reduz grande parte da condução de calor, o 3 TC conta com duas camadas de lâmina reflexiva. Desse modo, pode atuar sobre todos os processos de transmissão de energia térmica. Por isso, falaremos dele, no final do post.

Por serem maleáveis, as mantas são utilizadas nas superfícies que exigem maior flexibilidade do material, como as quinas dos pisos e das paredes.

3.7. Placas térmicas

As placas térmicas costumam ser fabricadas com os mesmos apresentados acima. A grande diferença está nas técnicas de produção. Aqui, há um adensamento muito maior dos materiais ou um aumento na espessura. Com isso, se formam estruturas rígidas. São essenciais para regiões que não podem oferecer sustentação para as mantas ou que precisam de um reforço, que é o caso de construção no litoral.

3.8. O 3TC

O 3TC é baseado nas tecnologias desenvolvidas pela NASA para os trajes espaciais dos astronautas, uma vez que o Espaço está sujeito a amplas variações de energia. Seu principal diferencial é atuar sobre os três processos de transmissão de calor.

O seu núcleo de poliestireno estendido é altamente eficiente para impedir a condução de calor. Então, toda a energia vinda do contato com as massas de ar e com o solo pode ser mitigada.

Já as lâminas refletivas são capazes de devolver mais de 90% da energia solar para o meio ambiente e impedir que ela aqueça a construção. Com isso, temos um sistema completo de isolamento com a máxima eficiência.

Outro grande benefício desse sistema de isolamento térmico é que ele permite a utilização de outras técnicas construtivas que não eram tão eficientes para as regiões litorâneas. Por exemplo, as telhas metálicas seriam as opções ideais para evitar que as peças se soltem com a ação do vento, uma vez que elas são pregadas diretamente nas terças.

Contudo, elas transmitiam todo o calor da radiação solar para o ambiente interno. Com o isolamento, esse problema é eliminado, visto que as mantas podem ser integradas às telhas e trazer a máxima eficiência térmica para o ambiente.

Ademais, o 3TC é um material totalmente impermeável e pode reforçar ― ou mesmo substituir ― os sistemas de impermeabilização necessários para as construções litorâneas. Por conseguinte, ao utilizá-lo, você garante o conforto térmico mesmo diante do calor mais intenso e protege sua construção contra os potenciais danos ambientais.

Portanto, o sucesso da sua construção no litoral depende da escolha dos materiais e dos métodos construtivos certos. É imprescindível investir bastante a fim de prevenir os mais diversos riscos, como ventos fortes, temperaturas elevadas e alta umidade. Assim, é possível manter o conforto térmico e aumentar a vida útil de cada estrutura.

Você conhecia todos esses cuidados essenciais para as construções no litoral? Não?! Provavelmente muita gente também não conhece! Então, não deixe de compartilhar nosso post nas redes sociais!

As empresas de isolamento térmico são aliadas imprescindíveis do comércio e da indústria. Com uma conta de luz cada vez mais cara, é preciso pensar em estratégias para reduzir o desperdício de energia elétrica. Os grandes vilões, nesse sentido, são os equipamentos de resfriamento e refrigeração.

Eles têm motores muito fortes que precisam trabalhar a uma potência altíssima para reduzir a temperatura ambiental. No entanto, é possível aumentar a eficiência eles com a instalação de isolantes térmicos. Quer saber mais? Acompanhe!

Qual a importância do isolamento térmico?

O isolamento térmico é uma medida imprescindível em todos os tipos de projetos de construção, desde o residencial mais simples até as mais complexas plantas industriais. Por quê? A humanidade começou a construir casas e edifícios justamente com a finalidade de se proteger das agressões ambientes, especialmente o clima.

Nosso conforto está diretamente ligado às sensações de frio e calor. Toda a regulação do nosso corpo é feita com base nesse parâmetro. Se está quente, nós transpiramos e nossos vasos sanguíneos dilatam para tentar liberar mais energia, essa reação é muito incômoda e tira toda a nossa concentração. Da mesma forma, no frio, os músculos tremem

Então, esse ponto acaba se tornando um desafio para as indústrias e para os comércios. Seus funcionários necessitam de conforto térmico para se manter produtivas. As Normas Regulamentadoras do Ministério do Trabalho, inclusive, estabelecem inclusive uma faixa de temperatura ideal para a ergonomia, entre 20º e 23º celsius.

No entanto, para atingir esse patamar, frequentemente, você terá de lançar mão de sistemas de ar-condicionado e ventilação elétrica. Todos esses equipamentos são caros e ainda consomem bastante energia, drenando recursos importantes que você poderia investir em outras áreas. Para que você entenda melhor os benefícios de contratar uma empresa de isolamento térmico, confira esses 5 benefícios a seguir.

Maior produtividade

Como explicamos, o conforto térmico faz parte das medidas de ergonomia. As sensações de calor ou de frio provocam respostas fisiológicas fortes para a regulação da temperatura do organismo. Afinal, todas as reações químicas para a nossa sobrevivência ocorrem em uma faixa muito estreita, entre 34,5º e 37,7º. Fora disso, nosso corpo interpreta que está acontecendo uma ameaça à sobrevivência.

Então, ele monta diversas estratégias para lidar com isso e, geralmente, todas elas desconcentram bastante o colaborador. Por exemplo, o suor é realmente insuportável e exige que nos movimentemos para ajudar na tentativa de evaporar a água da pele e liberar calor.

Ou seja, não se trata de um capricho do funcionário, é realmente uma necessidade. Grande parte da sua capacidade cognitiva está sendo desviada para resolver as demandas de regulação de temperatura.

Portanto, quando as suas equipes reclamam de que não dá para trabalhar direito por causa de frio ou calor, você deve prestar bastante atenção. Isso possivelmente está corroendo a produtividade.

Além disso, há a própria questão motivacional. Quem quer trabalhar e dar seu melhor para uma empresa que não se preocupa com o conforto do funcionário? Hoje em dia, está muito difícil reter os verdadeiros talentos, pois eles são disputados no mercado. Você quer perder seus melhores ativos de recursos humanos por falta de investimento em satisfação no trabalho?

Conformidade

Há diversas regulações que exigem medidas de conforto térmico para os trabalhadores. O maior exemplo é a Norma Reguladora 17 do antigo Ministério do Trabalho e Emprego, a qual continua válida mesmo após a transferência do órgão para o Ministério da Economia.

Ela estabelece a faixa de temperatura efetiva de 20º a 23º para a ergonomia do trabalhador. Desse modo, não basta o ar-condicionado estar ligado na potência 23º se o ambiente não corresponder a essa medida.

Nesse sentido, você deve dimensionar adequadamente o seu sistema de refrigeração para garantir que esses valores sejam atingidos durante uma eventual fiscalização. A melhor forma de garantir isso é investindo em sistemas de isolamento, pois eles garantem que grande parte da potência nominal do aparelho chegue efetivamente ao ambiente. Para isso, a instalação de mantas ao redor dos dutos de transmissão de ar é essencial.

Além disso, nas paredes e nos telhados, elas impedem as trocas com o meio externo. Desse modo, variações bruscas do clima não afetarão significativamente as demandas dos equipamentos. Assim, há muito menos trabalho em manter a temperatura efetiva entre 20º e 23º.

Maior vida útil dos equipamentos

A variação de energia pode ser um estímulo importante para a deterioração de equipamentos, especialmente componentes eletrônicos de alta tecnologia. Afinal, os materiais se dilatam com o aumento da temperatura e se contraem com a redução. Esse “vaivém” pode acabar danificando a estrutura interna dos materiais, o que reduz a vida útil.

Sustentabilidade

No cenário do mercado atual, a responsabilidade ambiental se tornou um valor muito importante para muitos consumidores. Afinal, com o Efeito Estufa e a agressão acelerada aos recursos naturais, tornou-se necessário olhar para um modelo de desenvolvimento sustentável, que garanta o bem-estar e a riqueza das futuras gerações.

O isolamento térmico ajuda muito a melhorar a qualidade das construções nesse quesito, visto que apresenta diversas vantagens, como:

Nos últimos anos, vem crescendo o papel das termoelétricas na matriz energética do Brasil. Nelas, a eletricidade é produzida utilizando a energia liberada pela reação de combustão de gases, diesel e de carvão mineral, todos produtos fósseis não-renováveis. Eles, portanto, liberam uma quantidade de gás carbônico muito grande no meio ambiente, contribuindo para o Efeito Estufa.

Além disso, mesmo que contemos com a energia hidroelétrica, que é considerada limpa, ela ainda causa um impacto importante no meio ambiente. Para sua construção, geralmente é necessário destruir parte do ecossistema nativo com danos à biodiversidade local.

Boa parte do consumo energético vem da indústria e do comércio. Os sistemas de ar-condicionado e de refrigeração são um dos principais vilões, pois necessitam de potências elevadas para funcionar adequadamente. Felizmente, é possível melhorar a eficiência desses equipamentos com medidas simples, como o isolamento térmico.

Para isso, as mantas e placas podem ser instaladas de várias formas a fim de otimizar, ao máximo, a proteção contra as trocas de calor. A seguir, vamos ilustrar alguns exemplos:

  • nos dutos de ar-condicionado, elas impedem que o ar se aquece durante o trajeto para o ambiente;
  • nas paredes e no telhado, reduzem a transferência de calor com o meio externo, o que diminui o trabalho dos motores do ar-condicionado.

Tudo isso ajuda a reduzir a energia consumida. Consequentemente, é possível contribuir para a redução dos danos causados pela produção de eletricidade.

Como ele ajuda na economia?

Você deve ter percebido que grande parte dos benefícios do isolamento está relacionada com a sua capacidade de melhorar a eficiência dos equipamentos de aquecimento e de resfriamento. Em todos os setores, eles são parte significativa da conta de luz.

De acordo com uma estimativa da Cushman & Wakefield, eles podem chegar a representar 15% do consumo corporativo. No caso da indústria, esses valores podem ser ainda mais significativos, visto que o controle da temperatura dos processos produtivos é muito mais intenso.

Além disso, muitos deles apresentam uma maior sensibilidade ao calor, que pode comprometer o funcionamento ou deteriorar as peças. Por exemplo, os servidores de computador devem ser mantidos em temperaturas abaixo da ambiental para que funcionem na máxima capacidade. No setor de alimento, praticamente todas as etapas dos processos produtivos exigem medidas de resfriamento do ambiente da linha de produção.

Por sua vez, há também equipamentos que produzem calor e, para atingir um ambiente salubre para os colaboradores, é preciso investir ainda mais em exaustão, ventilação e em refrigeração.

Por essa razão, é essencial compreender como a energia se distribui dentro das construções e planejar um sistema de isolamento compatível. De acordo com a TeknoPanel, 50% das trocas de calor nos edifícios acontece nas paredes, pois elas apresentam uma superfície de contato maior. Outros 20% ocorrem nos telhados, 20% nas janelas e 10% pela fundação. Isso em prédios, pois em galpões e casas a incidência é maior nos telhados.

BAIXE AQUI NOSSO MANUAL DE INSTALAÇÃO PARA SUBCOBERTURAS 

Desse modo, quando você protege as paredes e o telhado com um isolante térmico, você consegue melhorar 70% da eficiência térmica do ambiente. Isso representa uma menor necessidade de trabalho pelos motores do ar-condicionado, reduzindo o consumo energético.

Nos ambientes com intensa produção de calor, como as casas de máquinas, você pode isolar as suas paredes dos demais espaços para evitar o aquecimento pelas paredes e pelo teto. Isso também vai proporcionar uma temperatura mais amena, o que pode dispensar o uso de ar-condicionado em alguns casos.

No comércio e no setor de serviços, esse benefício também é sentido. O isolamento eficiente das estruturas permite sistemas de refrigeração menores. No Brasil, grande parte das contas das contas de luz de escritórios e lojas trabalha com o sistema de faixas de consumo. Ou seja, quanto mais você consome, mais caro será o seu quilowatt hora. Desse modo, qualquer variação pode representar uma grande economia.

O funcionamento de um ar-condicionado

Dentro dos ares-condicionados, há um equipamento chamado de termostato. Ele é responsável por medir a temperatura do ambiente, calcular a quantidade de trabalho necessária para atingir o nível desejado pelo usuário e, assim, regular o trabalho do equipamento. Nos modelos eletrônicos, geralmente tudo isso é feito automaticamente.

Vamos supor que há dois ambientes com as mesmas dimensões, um deles com a temperatura de 25º e outro de 30º. Em ambos, deseja-se atingir o valor efetivo de 24º. Certamente, o termostato vai exigir do segundo motor uma potência muito mais alta para pegar todo o volume de ar e dissipar seu calor.

Nos sistemas de ar-condicionado central, o mais utilizado no comércio e na indústria, essa tarefa pode ser ainda mais complicada. Afinal, os equipamentos geralmente ficam do lado de fora do edifício e o ar resfriado precisa ser transportado através de dutos. Durante esse trajeto, há diversas trocas de energia que podem aumentar a temperatura do ar transportado.

Os diferentes tipos de troca de calor

três formas de transmissão de calor, que podem prejudicar bastante a eficiência de um ar-condicionado, aquecedor ou outro tipo de máquina térmica. Vamos falar de cada um a seguir.

Condução

Ocorre quando há contato físico entre dois corpos. O calor vai fluir daquele mais quente para o mais frio. Há materiais com uma estrutura molecular mais rígida, a qual impede a transmissão de energia de um lado para o outro.

Por exemplo, ocorre quando um motor aquecido entra em contato com uma parede ou o solo. Desse modo, o ar-condicionado perde eficiência, pois há um corpo alimentando o ambiente constantemente com mais energia térmica.

Radiação

É a forma de transmissão mais comum e ocorre quando os dois corpos não estão em contato um com os outros. Assim, o mais quente emite ondas de energia que agitam as moléculas do outro. É a forma pela qual o sol aquece os objetos.

Então, sem controlá-la, haverá um estímulo direto e permanente para o aquecimento da construção. Deve-se, portanto, buscar refletir o máximo de raios solares de volta para a atmosfera.

Convecção

Quando o ar fica mais quente, ele fica menos denso e se direciona para o teto das construções. O ar frio, por sua vez, tende a ficar estacionado próximo ao solo. É por esse motivo que os ares-condicionados são sempre instalados no teto, pois, assim, há um constante fluxo entre o ar quente e o ar frio, refrigerando o ambiente.

No entanto, se o teto não for vedado por um material isolante térmico, o ar resfriado se aquecerá rapidamente com a energia vinda do meio externo.

Quais são os tipos de isolamento térmico?

Foils de alumínio

Os foils de alumínio são lâminas de alumínio com uma camada adesiva, que podem ser facilmente instalados em diversas superfícies. Seu principal mecanismo é impedir a transmissão de energia por meio da radiação solar.

Para isso, eles apresentam uma superfície altamente reflexiva, a qual manda os raios solares de volta para o ambiente. Assim, eles não são capazes de aquecer as estruturas da edificação.

Como 90% do calor absorvido do meio externo por uma construção vem da radiação, ele pode ajudar razoavelmente na tarefa de evitar o aquecimento. No entanto, ele apresenta desvantagens significativas.

Primeiramente, ele não age sobre a condução de calor, a qual ocorre pelo contato de dois objetivos. Portanto, não é muito efetivo para controlar os processos de troca dentro do ambiente interno.

Além disso, não conferem nenhum nível de abafamento acústico. Desse modo, ao contrário da maioria dos tipos, só são usados para o isolamento térmico. Atualmente, é relativamente raro que uma empresa tenha uma demanda tão específica.

Lã de ovelha

A lã de ovelha é um dos materiais mais tradicionais, sendo utilizada há décadas. No entanto, nos últimos anos, tem sido abandonada por suas várias desvantagens, como:

  • é combustível, isto é, durante os incêndios pode servir de alimento para o fogo;
  • é facilmente deteriorável ao contato com umidade, o que permite o acúmulo de ácaros e mofo;
  • não oferece a proteção adicional da impermeabilidade;
  • é ecologicamente incorreta, pois exige processos de tosa com muito sofrimento animal e, além disso, os pastos contribuem para o desmatamento e o Efeito Estufa;
  • apresenta baixa eficiência para o isolamento na construção civil.

Como é muito barata, muitas pessoas podem acabar a utilizando. Na maioria das vezes, o custo de manutenção elevado acaba prejudicando qualquer economia inicial.

Lã de vidro

A lã de vidro é um dos materiais modernos mais tradicionais para o isolamento térmico. Apesar do nome, ela geralmente não é produzida diretamente do vidro. Na verdade, a única semelhança é a matéria-prima em comum, a sílica.

Na lã, ela é submetida a altas temperaturas e variações de pressão. Com isso, é possível criar o aspecto de fio utilizado para as mantas, que precisam ser maleáveis e compressíveis. A principal vantagem do vidro é que ele é um material muito inerte, isto é, não reage quimicamente com o meio.

Desse modo, ele raramente apresenta mofo ou se deteriora com a umidade, sendo extremamente duráveis. Também, não entram facilmente em combustão em contato, sendo, portanto, um corta-chamas.

Contudo apresenta também desvantagens significativas, principalmente em relação à eficiência. Como só lidam com a energia transmitida pela condução, deixam passar grande parte do calor da radiação, que é o principal fator para o aquecimento dos cômodos.

Lã de rocha

A lã de rocha apresenta um processo de produção e características muito semelhantes à anterior. A grande diferença é a matéria-prima utilizada, a diábase. Essa rocha vulcânica é muito abundante no planeta, o que a torna muito barata. Assim, em relação ao preço, esse tipo de lã costuma ser um dos mais em conta.

No entanto, também tem alguns problemas importantes. Ela não lida com a radiação de calor, não é passível de reciclagem e é dependente da mineração, uma indústria ainda muito pouco sustentável.

Lã de PET

O PET é um plástico presente em diversos processos produtivos, principalmente nas embalagens. Geralmente, é descartado no meio ambiente, mas pode ser reciclado. As lãs de PET ecológicas reaproveitam o material descartado. Por isso, são tidas como uma modelo sustentável.

Porém não devemos analisar somente um critério na hora de avaliar o impacto ambiental de um produto. Esse tipo de isolamento é ineficiente quando comparado a materiais capazes de lidar também com a transmissão de calor por radiação. Além disso, elas não oferecem nenhuma proteção adicional contra o fogo nos incêndios.

Sprays

Os sprays se apresentam como uma solução de fácil e barata aplicação, mas, junto com as espumas, sejam a pior opção. Afinal, comparados a todos os outros materiais, são uma das opções de menor eficiência.

Além disso, eles são feitos a partir de um polímero chamado de poliuretano. Quando ele entra em contato com o fogo, libera um gás tóxico que provoca asfixia. Lembra da tragédia da Boate Kiss em Santa Maria? Muitos especialistas avaliam que o material foi o principal fator para agravar o acidente. Apesar de serem anti-chamas na mesma classificação do 3TC Isolamento, eles emitem essa fumaça tóxica, que o 3TC não emite, sendo assim mais seguro.

Espumas

As espumas podem ser fabricadas a partir de uma grande diversidade de polímeros orgânicos, inclusive o poliuretano. Quando não recebem o tratamento certo, também são altamente inflamáveis, contribuindo para o alastramento do fogo em incêndios. Também, podem liberar fumaças tóxicas para o homem.

Às vezes, são escolhidas pela velocidade de aplicação, mas novamente os riscos não compensam a economia. Ademais, são muito frágeis, podem ser rompidas com pequenos atritos, acumulam mofo, poeira e ácaros.

EPS anti-chamas

O EPS é um polímero orgânico altamente seguro e eficiente para o isolamento térmico. Ele consegue impedir grande parte da condução física de calor, apesar de não agir muito sobre a radiação.

Ao contrário do isopor tradicional, também feito com EPS, ele recebe uma série de aditivos químicos e passa por um processo industrial diferenciado. Ao final, temos um material capaz de cortar as chamas durante o início de um incêndio, assim como as lãs de rocha e de vidro. Assim, ganha-se tempo para que ele seja controlado.

Também, apesar de impermeáveis, as lãs não apresentam a vantagem da impermeabilidade. Ou seja, deixam a água passar por a estrutura em vez de escoá-la. Já o EPS também é totalmente inerte e também impermeável. Dessa forma, é mais uma estrutura para proteger a construção de infiltrações.

Quais soluções a 3TC utiliza?

Para desenvolver o melhor produto, a 3TC oferece uma lâmina moderna com tecnologia desenvolvida na NASA para as roupas dos astronautas. Essa técnica foi desenvolvida para obter um bom isolamento térmico, resistente às variações bruscas de temperatura no Espaço.

Para isso, dois dos tipos de isolamento citados acima foram combinados, as lâminas refletivas e o EPS. Assim, é possível atuar sobre as três formas de transferência de calor em um ambiente. Daí, vem o nome do material 3TC.

Um dos grandes diferenciais do 3TC são é aplicação de duas faces flexivas, é possível desviar até 90% da radiação e também oferecer mais resistência às mantas. Já o EPS vai agir eficientemente na condução de calor e trazer alguns benefícios adicionais, como proteção acústica e resistência a chamas.

Quais vantagens de contratar uma empresa de isolamento térmico especializada?

Primeiramente, temos ampla experiência na aplicação da 3TC em diversos contextos residenciais, comerciais e industriais. Então, certamente você terá um parceiro excelente em todas as etapas do seu projeto.

Ademais, nosso objetivo não é só fornecer e instalar o 3TC, buscamos oferecer uma consultoria completa para que você possa ter o máximo de sucesso na sua estratégia de isolamento. Nós vamos à sua empresa e vemos todos os pontos que geram ineficiência térmica e propomos correções.

Uma empresa não especializada tem grandes chances de oferecer um serviço de má qualidade, pois elas têm de focar em diversos produtos diferentes. Assim, dificilmente, oferecem a melhor solução para você.

Outro grande diferencial da 3TC é o próprio produto, o único no mercado capaz de agir sobre as três formas de transmissão de calor com eficiência. Então, garantimos que você não estará pensando em trocar o seu sistema nos próximos anos, como acontece frequentemente com as espumas e as lãs. Portanto, somos a melhor empresa de isolamento térmico, pois temos os melhores serviços e utilizamos os materiais mais modernos.

Quer saber mais sobre como podemos auxiliá-lo no seu projeto? Então, não deixe de entrar em contato com a gente!

 

Na hora de escolher o acabamento de um projeto, profissionais da área e clientes sempre tem dúvidas de qual a melhor opção. Sendo assim decidimos fazer um texto explorando algumas opções, com suas vantagens e desvantagens. Nesta postagem falaremos mais do forro de madeira. Afinal de contas, o forro de madeira é um acabamento capaz de gerar conforto e beleza. Mesmo que seu estilo seja mais próximo do clássico ou do rústico, opção não falta. Este é um revestimento que alia funcionalidade e estética, pois existem muitas variedades e estilos de forros de madeira.

A madeira é caracterizada por ser primordialmente um material heterogêneo. Contudo suas propriedades físicas como resistência mecânica e dureza mudam significativamente. Estas propriedades são por consequência da espécie, tipo de madeira, e até mesmo do corte. Porém, de uma maneira geral, podemos dizer que é um material higroscópio. Ou seja, a madeira absorve água facilmente e é biologicamente perecível. Dessa forma, é fundamental o tratamento da madeira para prevenir ataques de insetos e a presença de microrganismos e outras patologias. Quem lida com madeira sabe da importância do verniz ou tinta para proteção da mesma.

Tipos de forro de madeira

Madeiras Naturais: são muitas as opções de forros no mercado. Para escolher a madeira mais adequada ao ambiente é preciso considerar a iluminação, qual é o estilo que se pretende naquele local, quais as exigências em termos térmicos e acústicos. Em residências, os tipos mais utilizados são o pinus, cedro, perobinha, cumaru, jatobá e ipê. Essas madeiras possuem boas propriedades de densidade e facilidade de secagem. A imbuia, jacarandá e peroba rosa aparecem em seguida e são muito resistentes à cupins. Todas elas variam em relação a cores, texturas, valor e trabalhabilidade.

Forro de Madeira

Madeiras industriais: em se tratando de madeiras processadas industrialmente, são encontradas o MDF (Medium Density Fiberboard) e o MDP ((Medium Density Particleboard).  O MDF é um painel de madeira reconstituída, onde as fibras de madeira são submetidas à vapor e pressão, se separando uniformemente para depois serem aglutinadas com resinas sintéticas. E o MDP é uma placa com partículas de madeira, normalmente pinus, com resinas sintéticas prensada sob altas temperaturas.  Os dois materiais possuem boa estabilidade e boa capacidade de absorção de tinta. A principal diferença entre os dois é que o MDF apresenta maior maleabilidade, permitindo a formação de curvas, e o MDP é melhor para ser trabalhado em linhas retas. O MDP costuma ser mais barato que o MDF, porém, por ser mais poroso, absorve mais umidade e tente a se deteriorar mais rápido. São mais utilizados como forros em ambientes corporativos.

Como instalar forro de madeira?

Os forros de madeira possuem algumas formas de instalação. Podem ser semelhantes aos pisos, utilizando vigas, contraventamentos e tarugamentos. Outra opção são os lambris, que utilizam o sistema de encaixe macho-fêmea, podem ser instalados formando desenhos. Existe também a colocação conhecida como saia-camisa. As tábuas-camisas são emparelhadas e pregadas sob o vigamento. As tábuas-saias são de menor largura, e são fixadas sob as camisas, criando níveis diferentes.

Apesar de a instalação não ser tão complexa, é importante que seja feita por profissional capacitado para garantir um resultado final satisfatório.

Vantagens do Forro de Madeira

Conforto térmico e acústico: a madeira possui propriedades que ajudam na manutenção da temperatura e do nível de ruído do ambiente. No entanto, é bom lembrar que nenhuma opção de forro irá conseguir solucionar sozinho o calor e o som excessivo. Para obter conforto térmico adequado, é indicado o uso de 3TC em conjunto com o forro.

Forro de Madeira com 3TC Isolamento

Durabilidade: A madeira é um material que pode durar por muitos anos, se a manutenção for feita de forma correta. Casas milenares de madeira ainda existem, sobretudo nos países do oriente.

Estética: antes de mais nada, com inegável apelo estético, dificilmente o forro de madeira irá passar despercebido. Muito versátil, pode decorar todo tipo de ambiente. Similarmente, ele vai bem na decoração rustica, moderna, sofisticada ou contemporânea. É um dos materiais mais democráticos em termos de uso.

Facilidade de instalação e remoção: como já foi dito, é um material de fácil instalação, necessitando apenas de mão de obra especializada para a realização de um bom serviço. Se for necessário remover uma parte do forro, não é necessário destruir a peça, como no caso do gesso ou mesmo do PVC.

Variedade: com a possibilidade de combinar as diversas cores e texturas de madeira com as variadas formas de instalação, a madeira é um dos materiais mais versáteis na decoração.

Desvantagens do Forro de Madeira

Custo: alguns tipos de madeira e formas de instalação podem ter valor muito elevado. Isso irá depender das escolhas e características da obra.

Pragas: a madeira é um material que está sujeito tanto a ataque de insetos como de fungos e bactérias. Para evitar que isso ocorra é necessário investir em tratamentos regulares.

Manutenção: Como está mais vulnerável a ataques biológicos e a umidade, é fundamental a manutenção e tratamento regular. Isso inclui a verificação periódica para verificar a presença de cupins, reforço nos tratamentos contra esses insetos e microrganismos diversos, além da aplicação de verniz ou tinta.

Pouca resistência à umidade: Uma das principais características da madeira é ser um material sensível à umidade. Em ambientes úmidos, a madeira absorve agua e se expande, e em ambientes secos, irá retrair. Assim, pode ocorrer de a madeira estufar em caso de grande umidade, desenvolver manchas e fungos provenientes de ataques de microrganismos, levando ao apodrecimento da madeira. Dessa forma, não é recomendável a instalação de forro de madeira em áreas molhadas e com restrição em áreas externas.

Escolher o melhor forro de madeira para sua obra não é uma tarefa simples. São diversas possibilidades e contratar um arquiteto ou um design de interiores para auxiliar nesse momento pode ser uma boa opção. Em se tratando de valores, o preço do forro de madeira pode variar muito, a depender da região do país e da madeira escolhida. É possível encontrar forros a partir de R$ 40,00 mais o custo da mão de obra.

E então, já decidiu qual o melhor forro par a seu projeto? Deixe sua opinião e não deixe de acompanhar a 3TC no Facebook.

Acabamento em madeira

Quando se fala em revestimento de teto, certamente o forro de gesso é um dos primeiros a ser considerado por clientes e profissionais. Afinal ele é considerado versátil e pode ser utilizado de várias formas. Dentre elas, o gesso pode ser utilizado como forro, mas também como rebaixamento de teto. Sabe-se que é um dos materiais mais utilizados em reformas residenciais, comerciais e industriais.

Primeiramente, vamos entender tecnicamente este material. O gesso é um aglomerante simples, constituído basicamente de sulfatos mais ou menos hidratados e de anidros de cálcio, obtido pela calcificação da gipsita. Além disso, tem como propriedades pega e endurecimento rápido, boa aderência. Dentre os acabamentos possui bom isolamento térmico e acústico, é resistente ao fogo, e tem estabilidade volumétrica em local seco e superfície lisa.

Sanca de gesso

Tipos de forro de gesso

Em se tratando de forros, dois tipos são comumente utilizados no Brasil: o tradicional e o acartonado. O primeiro é constituído por placas moldadas de gesso no tamanho de 60 x 60 cm, com encaixes do tipo macho e fêmea. As placas são fixadas no teto com arames galvanizados de conformidade com a especificação da obra.

Ademais, o gesso acartonado é composto de papel cartão e gesso, são placas maiores e mais finas. A instalação ocorre por três sistemas: o estruturado, o aramado e o removível. O estruturado é o mais utilizado, consiste em pendurais rígidos reguláveis e canaletas metálicas galvanizado. Segundo, o aramado é composto de pendurais de arame galvanizado, com peças metálicas zincadas tipo “H”. Geralmente utilizado em locais menores e forros mais econômicos. Já o removível tem como principal característica a possibilidade de visitação de equipamentos instalados na parte superior. É estruturado com pendurais de arame galvanizado, perfis de aço galvanizado com pintura eletrostática.

Teto rebaixado de gesso

Vantagens e desvantagens do forro de gesso

De uma forma geral, os forros e rebaixamento de gesso tem um forte apelo estético. Além disso são muito usados para embutir iluminação ou disfarçar vigas indesejáveis. Em segundo lugar ele possui boas propriedades térmicas e acústicas e sua flexibilidade possibilita a criação de diversas formas. Uma das grandes desvantagens é a baixa resistência à umidade, não podem ser instalados em áreas externas, e a utilização em áreas úmidas deve ser bem avaliada.

Porém, cada tipo de forro, o tradicional e o acartonado, possuem características distintas e cabe avaliar qual é o mais adequado para cada situação. Abaixo, reunimos os prós e contra de cada tipo de forro de gesso.

Forro de Gesso Tradicional

Vantagens: ele ainda é mais barato que o gesso acartonado; porém é mais resistente à umidade e apropriado para ambientes menores.

Desvantagens: é mais sensível aos efeitos da variação térmica, podendo estalar ou trincar com facilidade. O processo de instalação produz muita sujeira. Possibilidade de surgir manchas amareladas e ataque de fungos. É mais pesado que o acartonado e demanda mão de obra especializada. Se precisar de manutenção, o forro tem que ser destruído.

Forro de Gesso Acartonado

Vantagens: Facilidade de instalação; produz menos sujeira que o tradicional. Ademais, a manutenção é simples, se precisar remover alguma placa é possível remendar; possui menor peso; menos sujeito a manchas; há chapas que podem ser curvadas.

Desvantagens: mais oneroso que o tradicional, baixa resistência à umidade; necessita de mão de obra qualificada.

3TC Isolamento e os forros de gesso

Anteriormente vimos que o gesso é um material que responde bem térmica e acusticamente e essa propriedade pode ser otimizada com a utilização do nosso produto. A instalação do 3TC acima do forro como manta térmica é muito simples, veja só: ele ficará por cima do forro, podendo ser parafusado em montantes metálicos. Em relação aos sistemas de instalação dos forros de gesso acartonado, os tirantes podem atravessar o 3TC, não havendo nenhum prejuízo em relação à eficiência do produto.

Sem dúvida, os forros e rebaixamentos de gesso agregam um valor estético considerável à obra, resultando em ambientes belos e aconchegantes. E então, qual o melhor forro para sua obra? Compartilhe com a gente!