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As empresas de isolamento térmico são aliadas imprescindíveis do comércio e da indústria. Com uma conta de luz cada vez mais cara, é preciso pensar em estratégias para reduzir o desperdício de energia elétrica. Os grandes vilões, nesse sentido, são os equipamentos de resfriamento e refrigeração.

Eles têm motores muito fortes que precisam trabalhar a uma potência altíssima para reduzir a temperatura ambiental. No entanto, é possível aumentar a eficiência eles com a instalação de isolantes térmicos. Quer saber mais? Acompanhe!

Qual a importância do isolamento térmico?

O isolamento térmico é uma medida imprescindível em todos os tipos de projetos de construção, desde o residencial mais simples até as mais complexas plantas industriais. Por quê? A humanidade começou a construir casas e edifícios justamente com a finalidade de se proteger das agressões ambientes, especialmente o clima.

Nosso conforto está diretamente ligado às sensações de frio e calor. Toda a regulação do nosso corpo é feita com base nesse parâmetro. Se está quente, nós transpiramos e nossos vasos sanguíneos dilatam para tentar liberar mais energia, essa reação é muito incômoda e tira toda a nossa concentração. Da mesma forma, no frio, os músculos tremem

Então, esse ponto acaba se tornando um desafio para as indústrias e para os comércios. Seus funcionários necessitam de conforto térmico para se manter produtivas. As Normas Regulamentadoras do Ministério do Trabalho, inclusive, estabelecem inclusive uma faixa de temperatura ideal para a ergonomia, entre 20º e 23º celsius.

No entanto, para atingir esse patamar, frequentemente, você terá de lançar mão de sistemas de ar-condicionado e ventilação elétrica. Todos esses equipamentos são caros e ainda consomem bastante energia, drenando recursos importantes que você poderia investir em outras áreas. Para que você entenda melhor os benefícios de contratar uma empresa de isolamento térmico, confira esses 5 benefícios a seguir.

Maior produtividade

Como explicamos, o conforto térmico faz parte das medidas de ergonomia. As sensações de calor ou de frio provocam respostas fisiológicas fortes para a regulação da temperatura do organismo. Afinal, todas as reações químicas para a nossa sobrevivência ocorrem em uma faixa muito estreita, entre 34,5º e 37,7º. Fora disso, nosso corpo interpreta que está acontecendo uma ameaça à sobrevivência.

Então, ele monta diversas estratégias para lidar com isso e, geralmente, todas elas desconcentram bastante o colaborador. Por exemplo, o suor é realmente insuportável e exige que nos movimentemos para ajudar na tentativa de evaporar a água da pele e liberar calor.

Ou seja, não se trata de um capricho do funcionário, é realmente uma necessidade. Grande parte da sua capacidade cognitiva está sendo desviada para resolver as demandas de regulação de temperatura.

Portanto, quando as suas equipes reclamam de que não dá para trabalhar direito por causa de frio ou calor, você deve prestar bastante atenção. Isso possivelmente está corroendo a produtividade.

Além disso, há a própria questão motivacional. Quem quer trabalhar e dar seu melhor para uma empresa que não se preocupa com o conforto do funcionário? Hoje em dia, está muito difícil reter os verdadeiros talentos, pois eles são disputados no mercado. Você quer perder seus melhores ativos de recursos humanos por falta de investimento em satisfação no trabalho?

Conformidade

Há diversas regulações que exigem medidas de conforto térmico para os trabalhadores. O maior exemplo é a Norma Reguladora 17 do antigo Ministério do Trabalho e Emprego, a qual continua válida mesmo após a transferência do órgão para o Ministério da Economia.

Ela estabelece a faixa de temperatura efetiva de 20º a 23º para a ergonomia do trabalhador. Desse modo, não basta o ar-condicionado estar ligado na potência 23º se o ambiente não corresponder a essa medida.

Nesse sentido, você deve dimensionar adequadamente o seu sistema de refrigeração para garantir que esses valores sejam atingidos durante uma eventual fiscalização. A melhor forma de garantir isso é investindo em sistemas de isolamento, pois eles garantem que grande parte da potência nominal do aparelho chegue efetivamente ao ambiente. Para isso, a instalação de mantas ao redor dos dutos de transmissão de ar é essencial.

Além disso, nas paredes e nos telhados, elas impedem as trocas com o meio externo. Desse modo, variações bruscas do clima não afetarão significativamente as demandas dos equipamentos. Assim, há muito menos trabalho em manter a temperatura efetiva entre 20º e 23º.

Maior vida útil dos equipamentos

A variação de energia pode ser um estímulo importante para a deterioração de equipamentos, especialmente componentes eletrônicos de alta tecnologia. Afinal, os materiais se dilatam com o aumento da temperatura e se contraem com a redução. Esse “vaivém” pode acabar danificando a estrutura interna dos materiais, o que reduz a vida útil.

Sustentabilidade

No cenário do mercado atual, a responsabilidade ambiental se tornou um valor muito importante para muitos consumidores. Afinal, com o Efeito Estufa e a agressão acelerada aos recursos naturais, tornou-se necessário olhar para um modelo de desenvolvimento sustentável, que garanta o bem-estar e a riqueza das futuras gerações.

O isolamento térmico ajuda muito a melhorar a qualidade das construções nesse quesito, visto que apresenta diversas vantagens, como:

Nos últimos anos, vem crescendo o papel das termoelétricas na matriz energética do Brasil. Nelas, a eletricidade é produzida utilizando a energia liberada pela reação de combustão de gases, diesel e de carvão mineral, todos produtos fósseis não-renováveis. Eles, portanto, liberam uma quantidade de gás carbônico muito grande no meio ambiente, contribuindo para o Efeito Estufa.

Além disso, mesmo que contemos com a energia hidroelétrica, que é considerada limpa, ela ainda causa um impacto importante no meio ambiente. Para sua construção, geralmente é necessário destruir parte do ecossistema nativo com danos à biodiversidade local.

Boa parte do consumo energético vem da indústria e do comércio. Os sistemas de ar-condicionado e de refrigeração são um dos principais vilões, pois necessitam de potências elevadas para funcionar adequadamente. Felizmente, é possível melhorar a eficiência desses equipamentos com medidas simples, como o isolamento térmico.

Para isso, as mantas e placas podem ser instaladas de várias formas a fim de otimizar, ao máximo, a proteção contra as trocas de calor. A seguir, vamos ilustrar alguns exemplos:

  • nos dutos de ar-condicionado, elas impedem que o ar se aquece durante o trajeto para o ambiente;
  • nas paredes e no telhado, reduzem a transferência de calor com o meio externo, o que diminui o trabalho dos motores do ar-condicionado.

Tudo isso ajuda a reduzir a energia consumida. Consequentemente, é possível contribuir para a redução dos danos causados pela produção de eletricidade.

Como ele ajuda na economia?

Você deve ter percebido que grande parte dos benefícios do isolamento está relacionada com a sua capacidade de melhorar a eficiência dos equipamentos de aquecimento e de resfriamento. Em todos os setores, eles são parte significativa da conta de luz.

De acordo com uma estimativa da Cushman & Wakefield, eles podem chegar a representar 15% do consumo corporativo. No caso da indústria, esses valores podem ser ainda mais significativos, visto que o controle da temperatura dos processos produtivos é muito mais intenso.

Além disso, muitos deles apresentam uma maior sensibilidade ao calor, que pode comprometer o funcionamento ou deteriorar as peças. Por exemplo, os servidores de computador devem ser mantidos em temperaturas abaixo da ambiental para que funcionem na máxima capacidade. No setor de alimento, praticamente todas as etapas dos processos produtivos exigem medidas de resfriamento do ambiente da linha de produção.

Por sua vez, há também equipamentos que produzem calor e, para atingir um ambiente salubre para os colaboradores, é preciso investir ainda mais em exaustão, ventilação e em refrigeração.

Por essa razão, é essencial compreender como a energia se distribui dentro das construções e planejar um sistema de isolamento compatível. De acordo com a TeknoPanel, 50% das trocas de calor nos edifícios acontece nas paredes, pois elas apresentam uma superfície de contato maior. Outros 20% ocorrem nos telhados, 20% nas janelas e 10% pela fundação. Isso em prédios, pois em galpões e casas a incidência é maior nos telhados.

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Desse modo, quando você protege as paredes e o telhado com um isolante térmico, você consegue melhorar 70% da eficiência térmica do ambiente. Isso representa uma menor necessidade de trabalho pelos motores do ar-condicionado, reduzindo o consumo energético.

Nos ambientes com intensa produção de calor, como as casas de máquinas, você pode isolar as suas paredes dos demais espaços para evitar o aquecimento pelas paredes e pelo teto. Isso também vai proporcionar uma temperatura mais amena, o que pode dispensar o uso de ar-condicionado em alguns casos.

No comércio e no setor de serviços, esse benefício também é sentido. O isolamento eficiente das estruturas permite sistemas de refrigeração menores. No Brasil, grande parte das contas das contas de luz de escritórios e lojas trabalha com o sistema de faixas de consumo. Ou seja, quanto mais você consome, mais caro será o seu quilowatt hora. Desse modo, qualquer variação pode representar uma grande economia.

O funcionamento de um ar-condicionado

Dentro dos ares-condicionados, há um equipamento chamado de termostato. Ele é responsável por medir a temperatura do ambiente, calcular a quantidade de trabalho necessária para atingir o nível desejado pelo usuário e, assim, regular o trabalho do equipamento. Nos modelos eletrônicos, geralmente tudo isso é feito automaticamente.

Vamos supor que há dois ambientes com as mesmas dimensões, um deles com a temperatura de 25º e outro de 30º. Em ambos, deseja-se atingir o valor efetivo de 24º. Certamente, o termostato vai exigir do segundo motor uma potência muito mais alta para pegar todo o volume de ar e dissipar seu calor.

Nos sistemas de ar-condicionado central, o mais utilizado no comércio e na indústria, essa tarefa pode ser ainda mais complicada. Afinal, os equipamentos geralmente ficam do lado de fora do edifício e o ar resfriado precisa ser transportado através de dutos. Durante esse trajeto, há diversas trocas de energia que podem aumentar a temperatura do ar transportado.

Os diferentes tipos de troca de calor

três formas de transmissão de calor, que podem prejudicar bastante a eficiência de um ar-condicionado, aquecedor ou outro tipo de máquina térmica. Vamos falar de cada um a seguir.

Condução

Ocorre quando há contato físico entre dois corpos. O calor vai fluir daquele mais quente para o mais frio. Há materiais com uma estrutura molecular mais rígida, a qual impede a transmissão de energia de um lado para o outro.

Por exemplo, ocorre quando um motor aquecido entra em contato com uma parede ou o solo. Desse modo, o ar-condicionado perde eficiência, pois há um corpo alimentando o ambiente constantemente com mais energia térmica.

Radiação

É a forma de transmissão mais comum e ocorre quando os dois corpos não estão em contato um com os outros. Assim, o mais quente emite ondas de energia que agitam as moléculas do outro. É a forma pela qual o sol aquece os objetos.

Então, sem controlá-la, haverá um estímulo direto e permanente para o aquecimento da construção. Deve-se, portanto, buscar refletir o máximo de raios solares de volta para a atmosfera.

Convecção

Quando o ar fica mais quente, ele fica menos denso e se direciona para o teto das construções. O ar frio, por sua vez, tende a ficar estacionado próximo ao solo. É por esse motivo que os ares-condicionados são sempre instalados no teto, pois, assim, há um constante fluxo entre o ar quente e o ar frio, refrigerando o ambiente.

No entanto, se o teto não for vedado por um material isolante térmico, o ar resfriado se aquecerá rapidamente com a energia vinda do meio externo.

Quais são os tipos de isolamento térmico?

Foils de alumínio

Os foils de alumínio são lâminas de alumínio com uma camada adesiva, que podem ser facilmente instalados em diversas superfícies. Seu principal mecanismo é impedir a transmissão de energia por meio da radiação solar.

Para isso, eles apresentam uma superfície altamente reflexiva, a qual manda os raios solares de volta para o ambiente. Assim, eles não são capazes de aquecer as estruturas da edificação.

Como 90% do calor absorvido do meio externo por uma construção vem da radiação, ele pode ajudar razoavelmente na tarefa de evitar o aquecimento. No entanto, ele apresenta desvantagens significativas.

Primeiramente, ele não age sobre a condução de calor, a qual ocorre pelo contato de dois objetivos. Portanto, não é muito efetivo para controlar os processos de troca dentro do ambiente interno.

Além disso, não conferem nenhum nível de abafamento acústico. Desse modo, ao contrário da maioria dos tipos, só são usados para o isolamento térmico. Atualmente, é relativamente raro que uma empresa tenha uma demanda tão específica.

Lã de ovelha

A lã de ovelha é um dos materiais mais tradicionais, sendo utilizada há décadas. No entanto, nos últimos anos, tem sido abandonada por suas várias desvantagens, como:

  • é combustível, isto é, durante os incêndios pode servir de alimento para o fogo;
  • é facilmente deteriorável ao contato com umidade, o que permite o acúmulo de ácaros e mofo;
  • não oferece a proteção adicional da impermeabilidade;
  • é ecologicamente incorreta, pois exige processos de tosa com muito sofrimento animal e, além disso, os pastos contribuem para o desmatamento e o Efeito Estufa;
  • apresenta baixa eficiência para o isolamento na construção civil.

Como é muito barata, muitas pessoas podem acabar a utilizando. Na maioria das vezes, o custo de manutenção elevado acaba prejudicando qualquer economia inicial.

Lã de vidro

A lã de vidro é um dos materiais modernos mais tradicionais para o isolamento térmico. Apesar do nome, ela geralmente não é produzida diretamente do vidro. Na verdade, a única semelhança é a matéria-prima em comum, a sílica.

Na lã, ela é submetida a altas temperaturas e variações de pressão. Com isso, é possível criar o aspecto de fio utilizado para as mantas, que precisam ser maleáveis e compressíveis. A principal vantagem do vidro é que ele é um material muito inerte, isto é, não reage quimicamente com o meio.

Desse modo, ele raramente apresenta mofo ou se deteriora com a umidade, sendo extremamente duráveis. Também, não entram facilmente em combustão em contato, sendo, portanto, um corta-chamas.

Contudo apresenta também desvantagens significativas, principalmente em relação à eficiência. Como só lidam com a energia transmitida pela condução, deixam passar grande parte do calor da radiação, que é o principal fator para o aquecimento dos cômodos.

Lã de rocha

A lã de rocha apresenta um processo de produção e características muito semelhantes à anterior. A grande diferença é a matéria-prima utilizada, a diábase. Essa rocha vulcânica é muito abundante no planeta, o que a torna muito barata. Assim, em relação ao preço, esse tipo de lã costuma ser um dos mais em conta.

No entanto, também tem alguns problemas importantes. Ela não lida com a radiação de calor, não é passível de reciclagem e é dependente da mineração, uma indústria ainda muito pouco sustentável.

Lã de PET

O PET é um plástico presente em diversos processos produtivos, principalmente nas embalagens. Geralmente, é descartado no meio ambiente, mas pode ser reciclado. As lãs de PET ecológicas reaproveitam o material descartado. Por isso, são tidas como uma modelo sustentável.

Porém não devemos analisar somente um critério na hora de avaliar o impacto ambiental de um produto. Esse tipo de isolamento é ineficiente quando comparado a materiais capazes de lidar também com a transmissão de calor por radiação. Além disso, elas não oferecem nenhuma proteção adicional contra o fogo nos incêndios.

Sprays

Os sprays se apresentam como uma solução de fácil e barata aplicação, mas, junto com as espumas, sejam a pior opção. Afinal, comparados a todos os outros materiais, são uma das opções de menor eficiência.

Além disso, eles são feitos a partir de um polímero chamado de poliuretano. Quando ele entra em contato com o fogo, libera um gás tóxico que provoca asfixia. Lembra da tragédia da Boate Kiss em Santa Maria? Muitos especialistas avaliam que o material foi o principal fator para agravar o acidente. Apesar de serem anti-chamas na mesma classificação do 3TC Isolamento, eles emitem essa fumaça tóxica, que o 3TC não emite, sendo assim mais seguro.

Espumas

As espumas podem ser fabricadas a partir de uma grande diversidade de polímeros orgânicos, inclusive o poliuretano. Quando não recebem o tratamento certo, também são altamente inflamáveis, contribuindo para o alastramento do fogo em incêndios. Também, podem liberar fumaças tóxicas para o homem.

Às vezes, são escolhidas pela velocidade de aplicação, mas novamente os riscos não compensam a economia. Ademais, são muito frágeis, podem ser rompidas com pequenos atritos, acumulam mofo, poeira e ácaros.

EPS anti-chamas

O EPS é um polímero orgânico altamente seguro e eficiente para o isolamento térmico. Ele consegue impedir grande parte da condução física de calor, apesar de não agir muito sobre a radiação.

Ao contrário do isopor tradicional, também feito com EPS, ele recebe uma série de aditivos químicos e passa por um processo industrial diferenciado. Ao final, temos um material capaz de cortar as chamas durante o início de um incêndio, assim como as lãs de rocha e de vidro. Assim, ganha-se tempo para que ele seja controlado.

Também, apesar de impermeáveis, as lãs não apresentam a vantagem da impermeabilidade. Ou seja, deixam a água passar por a estrutura em vez de escoá-la. Já o EPS também é totalmente inerte e também impermeável. Dessa forma, é mais uma estrutura para proteger a construção de infiltrações.

Quais soluções a 3TC utiliza?

Para desenvolver o melhor produto, a 3TC oferece uma lâmina moderna com tecnologia desenvolvida na NASA para as roupas dos astronautas. Essa técnica foi desenvolvida para obter um bom isolamento térmico, resistente às variações bruscas de temperatura no Espaço.

Para isso, dois dos tipos de isolamento citados acima foram combinados, as lâminas refletivas e o EPS. Assim, é possível atuar sobre as três formas de transferência de calor em um ambiente. Daí, vem o nome do material 3TC.

Um dos grandes diferenciais do 3TC são é aplicação de duas faces flexivas, é possível desviar até 90% da radiação e também oferecer mais resistência às mantas. Já o EPS vai agir eficientemente na condução de calor e trazer alguns benefícios adicionais, como proteção acústica e resistência a chamas.

Quais vantagens de contratar uma empresa de isolamento térmico especializada?

Primeiramente, temos ampla experiência na aplicação da 3TC em diversos contextos residenciais, comerciais e industriais. Então, certamente você terá um parceiro excelente em todas as etapas do seu projeto.

Ademais, nosso objetivo não é só fornecer e instalar o 3TC, buscamos oferecer uma consultoria completa para que você possa ter o máximo de sucesso na sua estratégia de isolamento. Nós vamos à sua empresa e vemos todos os pontos que geram ineficiência térmica e propomos correções.

Uma empresa não especializada tem grandes chances de oferecer um serviço de má qualidade, pois elas têm de focar em diversos produtos diferentes. Assim, dificilmente, oferecem a melhor solução para você.

Outro grande diferencial da 3TC é o próprio produto, o único no mercado capaz de agir sobre as três formas de transmissão de calor com eficiência. Então, garantimos que você não estará pensando em trocar o seu sistema nos próximos anos, como acontece frequentemente com as espumas e as lãs. Portanto, somos a melhor empresa de isolamento térmico, pois temos os melhores serviços e utilizamos os materiais mais modernos.

Quer saber mais sobre como podemos auxiliá-lo no seu projeto? Então, não deixe de entrar em contato com a gente!

 

O desempenho acústico das edificações já foi relegado a segundo plano, no entanto, níveis de ruído excessivo geram stress e problemas aos moradores. A norma regulamentadora do desempenho das edificações passou a vigorar em 2013.

A NR15575: 2013 – Desempenho de Edificações Habitacionais versa sobre os parâmetros máximos e mínimos aceitáveis para sistemas acústicos e térmicos. Acompanhe aqui maiores informações sobre o desempenho acústico das edificações e sistemas avaliados na normativa.

A preocupação com o desempenho acústico

Primeiramente, vamos entender porque o desempenho acústico deve ser observado. A verticalização das cidades é uma boa solução para aproveitamento dos terrenos, mas traz consigo muitas outras questões.

As maiores causas de atritos e stress nos condomínios é o nível de ruído gerado por alguns vizinhos. Para evitar maiores problemas, as edificações devem ser projetadas e executadas atendendo aos requisitos de desempenho.

Além dos sons emitidos por arrastar de móveis, caminhar no apartamento e conversas, por exemplo, as edificações devem ser isoladas de fontes externas de ruído, como barulho de carros na rua, aviões, etc.

Se outrora a preocupação com o desempenho acústico era realidade apenas para edificações de alto padrão, hoje é necessário que todas as edificações adotem medidas para assegurar o conforto do usuário. Outra tendência é a observação do desempenho térmico.

Edificações com melhor isolamento térmico utilizarão menos condicionadores de ar e consequentemente consumirão menos energia durante sua vida útil. Associe sistemas eficientes tanto para instalações acústicas, quanto térmicas!

Sistemas abordados na NBR 155575:2013

A normativa é dividida em seis partes, que considera todos os sistemas da edificação, são elas:

  1. requisitos gerais;
  2. requisitos para os sistemas estruturais;
  3. requisitos para os sistemas de pisos;
  4. requisitos para os sistemas de vedações verticais;
  5. requisitos para os sistemas de coberturas;
  6. requisitos para os sistemas hidrossanitários.

Os níveis de desempenho

A normativa estabelece os padrões de desempenho aceitáveis, mas não é aplicável a edificações já concluídas, ou com a construção em andamento quando da implantação da mesma. As construções provisórias e para fins específicos também não são abordadas na normativa. São verificados os parâmetros de habitabilidade, segurança e sustentabilidade.

Quanto aos níveis de desempenho, a NBR 15575:2013 estabelece que as edificações podem ser enquadradas em três níveis distintos, os quais:

  • mínimo obrigatório (m): é o desempenho que deve ser alcançado pelos sistemas da edificação;
  • indicativos intermediários (i): sistemas com desempenho superior ao mínimo, mas de padrão mediano;
  • superior (s): melhor desempenho segundo a normativa, assegurado pelo uso de sistemas altamente eficientes.

Classificação dos ruídos

Para encontrar as soluções adequadas ao problema de desempenho acústico é necessário compreender a origem dos ruídos. Lembre que é sempre mais fácil e barato considerar os sistemas de isolamento já na fase de projeto.

Ruído de impacto

Sabe o famoso barulho de salto alto da vizinha do piso de cima? Esse é o tipo de ruído de impacto, ele é propagado pela solicitação direta dos elementos construtivos. A transmissão se dá especificamente por meios rígidos, como as lajes da edificação, por exemplo.

O impacto desse tipo de ruído pode ser amenizado com a instalação de mantas de isolamento entre a laje e o piso, colocação de pisos flutuantes e aumento da espessura das lajes. Falaremos melhor sobre as soluções mais adiante!

Segundo a NBR 155575: 2013 os valores para ruídos de impacto são:

  • mínimo obrigatório: na faixa de 66 a 80 dB;
  • intermediário: na faixa de 56 a 65 dB;
  • superior: na faixa abaixo de 55 dB.

Ruído aéreo

Como o próprio nome já diz, o ruído aéreo é aquele propagado pelo ar, portanto é toda fonte de barulho como som dos carros na rua, aviões voando no céu, conversa entre pessoas.

A NBR 155575:2013 estabelece os valores de referência para ruídos aéreos nas seguintes faixas:

  • mínimo obrigatório: na faixa de 45 a 49 dB;
  • intermediário: na faixa de 50 a 54 dB;
  • superior: na faixa acima de 55 dB.

Sistemas da edificação

A normativa estabelece também parâmetros para as instalações como prumadas hidrossanitárias, por exemplo. Todos os sistemas da edificação deverão ser pensados com foco na eficiência e melhor desempenho para o usuário.

Vamos conhecer algumas soluções construtivas para melhorar o desempenho acústico das suas obras!

Sistemas estruturais

Os calculistas de estrutura pensam na otimização dos sistemas, redução de peso e muitas vezes redução de espessura dos elementos, mas, qual é o impacto no desempenho acústico?

As lajes cada vez mais esbeltas tendem a propagar mais os ruídos, por isso, é válido adotar soluções mistas como mantas de isolamento acústico, ou aumentar a espessura da capa de concreto.

Vale ressaltar que o aumento do desempenho acústico não será proporcional ao aumento da espessura do elemento estrutural, por isso, vale avaliar o benefício para o projeto como um todo.

Outra boa ideia é associar o uso de pisos acústicos com lajes de maior espessura.

Sistemas de pisos

Como já mencionamos, o ruído de impacto é um dos principais problemas em prédios, por isso, os sistemas de piso devem trabalhar associados aos sistemas estruturais. Já considere em projeto soluções como mantas de isolamento e pisos flutuantes.

Vedações verticais internas e externas

Nos condomínios horizontais, de casas geminadas, a principal reclamação é o barulho das paredes compartilhadas. Muitas vezes são usadas alvenarias em blocos cerâmicos sem qualquer adicional de isolamento.

Neste caso também é possível mesclar soluções, como parede em alvenaria, manta de isolamento e acabamento interno da parede em gesso acartonado, por exemplo. Ao aumentar a espessura da divisória ganha-se em desempenho acústico.

Os sistemas de esquadrias também impactam na vedação das edificações, por isso, verifique opções com soluções de melhor desempenho acústico. Um exemplo são as esquadrias produzidas com vidro duplo e borrachas de isolamento.

Testes de desempenho acústico

A avaliação de desempenho acústico pode ser realizada in loco ou por cálculos para determinação da faixa de ruído exercido e aceitável. Muitos produtos como esquadrias e mantas de isolamento já chegam ao cliente com os resultados de desempenho atestados em laboratório.

Procure maiores informações e veja qual é a melhor opção para sua construção.

Como vimos, a preocupação com o desempenho acústico das edificações é justificável e deixou de ser algo específico para imóveis de alto padrão. Hoje é possível encontrar muitas soluções e sistemas no mercado.

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A ABNT 15575 vem para tentar padronizar e qualificar as construções no Brasil. Saiba como a 3TC encaixa-se perfeitamente nessa norma.

A Norma ABNT NBR 15575 foi criada para normatizar a construção civil e, assim, tentar melhorar a qualidade por meio de parâmetros técnicos que visam padronizar diferentes níveis de qualidade. Ela analisa a performance de materiais e métodos construtivos em geral, buscando proporcionar mais confiança na compra de imóveis aos clientes e compradores do setor imobiliário.

Nesse post, vamos mostrar quatro dos parâmetros importantes que são atendidos nas construções feitas com o 3TC.

 

1. Estanqueidade

Permite avaliar se as chamas e os gases quentes desenvolvidos no interior do ambiente em combustão são liberados por fissuras ou aberturas no elemento construtivo. Dessa forma, evita vazamentos, fazendo com que as pessoas e os objetos que se encontram na face não exposta ao fogo sejam atingidas.

 

2. Isolamento térmico

Permite avaliar se o calor transmitido por radiação e condução através da superfície do elemento construtivo pode ameaçar a segurança das pessoas dentro do imóvel. Considera-se que o isolamento térmico deixa de ser atendido quando a temperatura da face não exposta ao fogo atinge 140°C + T ambiente na média, ou 180°C + T ambiente  em qualquer ponto de medida.

O desempenho térmico correto repercute no conforto das pessoas, em condições adequadas para o sono e atividades normais em uma habitação, contribuindo ainda para a economia de energia. A avaliação de desempenho pode ser feita de forma simplificada, com base em propriedades térmicas das fachadas e das coberturas, ou por simulação computacional, onde são cotejados simultaneamente todos os elementos e fenômenos intervenientes.

 

3. Estabilidade

Permite avaliar se o elemento ou sistema construtivo não perde seu caráter funcional, ou seja, se não apresenta ruína durante o tempo de ensaio. Vale ressaltar que, no caso de componentes com função estrutural, o ensaio é realizado com atuação da carga vertical de serviço a que o elemento estará submetido na obra real.

 

4. Reação ao fogo

Os materiais isolantes térmicos e absorventes acústicos aplicados nas instalações de serviço, em redes de dutos de ventilação e ar-condicionado, em cabines ou salas de equipamentos, aparentes ou não, devem enquadrar-se nas Classes I ou II–A.

Esses são alguns dos parâmetros da Norma ABNT NBR 15575 que devem ser aplicados em edificações habitacionais. O 3TC é uma solução tecnicamente adequada e economicamente viável, que atende esses quatro requisitos. Ficou interessado? Faça um orçamento com a gente!

 

Fonte: ABNT – Associação Brasileira de Normas Técnicas

Definir o que é conforto térmico é uma tarefa árdua, apesar de todos sabermos quando nos sentimos confortáveis. Na Arquitetura e no design muito se pensa na hora de escolher como dispor o ambiente, e isso pode ajudar muito. Sabemos que uma hora ou outra a gente sente calor ou frio. Seja em nossa casa, apartamento, galpão, não importa. Se você está com calor este post pode te ajudar a entender melhor o por que.

 

O que é conforto térmico?

Primeiramente, estar confortável, seja em casa, no trabalho ou em momentos de lazer, é essencial para garantir o bem-estar e a produtividade. Sabe aquele momento em que você está satisfeito com a temperatura ambiente? Ele é chamado de conforto térmico. Mas isso depende da combinação de diversos fatores, que vão desde o controle da temperatura corporal até o isolamento térmico dos espaços. Pode-se atuar diretamente na questão do conforto térmico de diversas formas. Por isso fizemos este post mais completo sobre o assunto.

Norma da ABNT

A preocupação com o conforto térmico começou a ser considerada pela construção civil no Brasil a partir de 2005. Nesta época entrou em vigor a norma NBR 15220: Desempenho térmico de edificações da Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT). Ela estabelece métodos para calcular as propriedades e o desempenho térmico dos imóveis. Em 2013, foi acrescentada uma nova norma, a ABNT NBR 15575, que estabelece requisitos mínimos para conforto térmico em casas e apartamentos.

De acordo com a ABNT, o ideal para um imóvel é que ele seja mais ameno durante o verão e isole o frio no inverno. Os valores máximos diários da temperatura do ar interior de espaços de permanência prolongada, por exemplo, devem ser sempre menores ou iguais ao da temperatura do ar exterior para o dia típico de verão.

Na norma é possível encontrar o mapeamento do Brasil em oito zonas relativamente homogêneas quanto ao clima. Para cada zona, formulou-se um conjunto de recomendações técnico-construtivas, objetivando otimizar o desempenho térmico das edificações. Esses dados também estão disponíveis para 330 cidades, cujos climas foram classificados.

Conforto térmico humano

O conforto térmico humano é obtido quando a pessoa necessita de consumir a menor quantidade de energia para se adaptar ao ambiente. Isso se dá através de trocas térmicas que dependem do metabolismo de cada um. Outros fatores são:

  • Tipo de roupa usada.
  • umidade relativa do ar.
  • temperatura do ambientes.
  • Ventilação.
  • Luminosidade.

A temperatura média do corpo humano varia de 36º a 37º e geralmente mantém-se constante. Mesmo que o nosso corpo se adapte às variadas temperaturas, isso nem sempre acontece de forma confortável. O desconforto é gerado quando há uma grande diferença de temperatura. Isso se deve pelo fato do nosso corpo buscar a manutenção da temperatura ideal. A sobrecarga no organismo seja para

Temperatura ideal

Como conforto é uma uma sensação variável, o ideal é que a temperatura ambiente seja agradável sem precisar de ar condicionado ou de aquecedores. As condições climáticas nem sempre são previsíveis, mas é possível reduzir bem a oscilação da temperatura em um ambiente fechado quando isso já é levado em conta no seu projeto.

Para alcançar esse equilíbrio, devem ser consideradas localização, incidência do sol, ventilação, materiais utilizados, espessura de paredes e até a cor da pintura. Tanto na construção ou na reforma, a utilização de um isolante térmico pode ser a melhor escolha para garantir a temperatura ideal.

Isolamento térmico

Quando pensamos em ambientes confortáveis, mecanismos termorreguladores artificiais estão em primeiro lugar. Os edifícios, geralmente, garantem a refrigeração ou aquecimento dos ambientes através dos climatizadores. Ao considerar fatores como eficiência, economia e maior conforto, a aplicação de um isolante térmico é muito melhor para esse fim. Dessa forma, escolher o material adequado e sua correta instalação são essenciais para obter o melhor desempenho e proporcionar conforto térmico.

Isolantes fibrosos, como lã de vidro e lã de rocha, e as espumas expansivas como o Poliuretano podem ser uma solução. De toda forma, funcionam bem em espessuras maiores. Isso se deve pois controlam apenas a condução, que corresponde somente a 10% da transferência de calor em construções. Já o 3TC consegue controlar as três formas de transferência de calor, condução, convecção e radiação, propiciando o conforto térmico tão almejado.

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