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Os diferentes tipos de forro tem uma funções essenciais na estética dos projetos de engenharia e arquitetura, especialmente residenciais. Afinal, frequentemente, a aparência da laje ou do telhado não são muito agradáveis visualmente. Então, o acabamento e a harmonização com o estilo arquitetônico ficam por conta dessa cobertura que vai logo abaixo dessas estruturas para esconder os componentes industriais e imperfeições.

No entanto, frequentemente os projetos ignoram outras funcionalidades que podem ser acrescidas na estrutura dos tipos de forro, como a impermeabilização e o isolamento acústico. Com isso, perde-se uma oportunidade valiosa para atingir ainda mais satisfação do cliente ao otimizar a climatização e o conforto ambiental.

Por esse motivo, vamos explicar aqui todas as etapas imprescindíveis no planejamento do forro. Se você estiver lendo este post, pois é responsável pela execução de uma obra, siga as dicas com bastante atenção. Se estiver procurando uma empresa para realizar o serviço, certifique-se de que suas práticas estão em conformidade com os itens a seguir.

Ficou interessado? Acompanhe o nosso post!

Analisar o tipo e o status do projeto

Este passo ocorre quase que instintivamente. Afinal, dependendo das características do projeto, não é possível utilizar algumas vantagens que alguns tipos de forro trazem. Veja algumas situações que servem de exemplo:

  • quando o projeto é iniciado do zero, você poderá utilizar o forro como uma estratégia de evitar a passagem de parte da tubulação por dentro dos tijolos das lajes de alvenaria. A tubulação passará logo abaixo da laje de forma exposta, sendo posteriormente coberta pelo forro. Isso facilita bastante a vida do usuário da construção caso ele precise fazer alguma reforma no futuro;
  • se você pegou uma construção ainda em execução, analise quais etapas já foram concluídas e suas características para verificar quais características de cada um dos tipos de forro ainda podem ser aproveitadas e compatibilizadas. Exemplificando, pode acontecer de a tubulação já estar instalada, mas o projeto de isolamento térmico ainda não ter sido executado. Assim, você poderá compatibilizá-lo com a laje para que ambos sejam feitos na mesma oportunidade;
  • por sua vez, quando estamos pensando apenas em uma reforma, será preciso fazer uma análise estrutural. Todas as escolhas de tipos de forro deverão se compatibilizar com os materiais e técnicas utilizadas na laje original. Será preciso compreender o peso que ela suporta, por exemplo.

A partir dessa análise, explique as vantagens e desvantagens de cada escolha para cliente, deixando a escolha livre. Seu papel não deve ser forçar uma opção que acha melhor, mas apenas oferecer uma consultoria para auxiliá-lo na tomada de decisão. Em qualquer etapa de um projeto, isso garante a satisfação final. Não há nada pior do que um cliente falar: “eu não gostei disso, mas o arquiteto/engenheiro insistiu”.

Verificar os objetivos do cliente

Nesse papel de suporte à escolha, verifique com o cliente quais são os principais objetivos dele com o projeto. Eles podem variar bastante e, inclusive, sobrepor-se:

  • beleza;
  • conforto ambiental;
  • baixo custo;
  • facilidade de reformar e reestruturar;
  • manutenção simples e barata;
  • eficiência energética e sustentabilidade, entre tantos outros.

Obviamente, todos esses elementos devem estar presentes em algum nível. O objetivo do cliente será apenas o foco na hora de tomar decisões quando for preciso sacrificar parcialmente algum ponto.

Elaborar e apresentar o projeto

Assim como qualquer projeto, o forro deverá ser apresentado de forma atrativa para o cliente com renderizações, utilização de materiais de excelência e descrições sobre o que se buscou atingir com cada um dos principais elementos.

A partir disso, é o momento de mostrar o projeto para o cliente e tirar todas as suas dúvidas. Caso ele demande alguma modificação, você deve fazê-la rapidamente até que sinta que ele está 100% confortável com tudo.

Funções do forro

Melhoria a estética do ambiente

Há determinados tipos de laje e de detalhes que apresentam um acabamento estético que pode não agradar os clientes. Um exemplo é a laje nervurada, cujos vãos ficam expostos, além de poderem acumular animais e sujidades que incomodam os usuários do ambiente. Mesmo as lajes bem rebocadas também podem incomodar alguns clientes mais exigentes, que demandam um acabamento diferenciado.

Harmonização da linguagem arquitetônica

O grande segredo de um projeto autoral bem-sucedido é a sua capacidade de reproduzir em todos os elementos a linguagem desejada. O forro faz parte disso e não pode deixar de ser visto como uma forma de proporcionar aquela sensação de sublime quando o cliente entra no ambiente.

Desse modo, veja como cada opção vai se compatibilizar com cada estilo:

  • em projetos rústicos ou comfy, o ideal é escolher materiais mais brutos com pouca ação do homem nos processos de industrialização. Esse é o caso da madeira, do bambu e, até mesmo, do concreto cru;
  • nos minimalistas, os forros de gesso podem oferecer entalhes geométricos que dão maior riqueza ao visual do ambiente sem proporcionar aquela sensação de exagero. Eles podem, inclusive, servir como suporte para a criação de uma iluminação diferenciada. O forro de cimento aparente também é uma boa pedida;
  • nos sustentáveis, os forros poderão ser feitos de materiais reciclados ou recicláveis, além de trazer um maior isolamento térmico para evitar o uso de ar-condicionado;
  • nos industriais, os tipos de forro de concreto ou de PVC na paleta de cor do cinza podem trazer uma mensagem crua.

Diminuição do volume do ambiente

No caso de construções sem laje e com telhados triangulares ou redondos, todo o espaço entre o plano de término das paredes e o ápice da estrutura se torna um espaço morto. O seu cliente não vai conseguir utilizá-lo para praticamente nada. Então, mais barata que montar toda uma laje, uma excelente opção é instalar alguma opção entre os tipos de forro disponíveis no mercado.

Com isso, pode-se reduzir o volume do ambiente caso essa seja uma demanda do seu cliente com um baixo custo. Ademais, você poderá aproveitar a ocasião para aproveitar a instalação a fim de conquistar outros objetivos, como:

  • aplicar uma camada de impermeabilizante;
  • instalar isolantes térmicos para melhorar o conforto ambiental;
  • otimizar a acústica da construção para isolar o barulho da rua.

Enriquecimento da iluminação

Os forros podem ser o suporte para a instalação de spots de luzes difusas ou direcionadas a fim de criar efeitos de iluminação em camadas. Nesse caso, o gesso é uma excelente opção, visto que é leve, bonito e barato. Também é muito fácil de manusear e moldar para criação de lacunas em formatos diferenciados.

Promoção da circulação cruzada

Os forros também podem ser pensados para melhorar a circulação cruzada de ar dentro de um ambiente. Eles poderão conter aberturas e vãos que distribuem o ar para melhorar o conforto térmico de um ambiente.

Suporte para esconder instalações

Outra função, utilizada frequentemente nas construções de finalidade comercial ou industrial, é a utilização de forros para esconder instalações elétricas e hidráulicas. Esses locais geralmente precisam de bastante versatilidade na distribuição de divisões internas. Por isso, em vez de usar paredes de alvenaria, são empregados drywalls e divisórias.

Desse modo, a tubulação não pode correr dentro das paredes. Por esse motivo, ficarão entre os tipos de forro e o teto. Assim, a cada reformulação do espaço, será muito mais simples modificar o caminho das tubulações sem danificá-las.

Melhoria da acústica do ambiente

Alguns dos tipos de forro disponíveis no mercado, podem trazer uma acústica muito mais eficiente para o ambiente em diversos sentidos:

  • nas construções com pé-direito alto e telhados expostos altos, evita o efeito de eco;
  • ameniza a reverberação de sons provocados pelo impacto de objetos no telhado;
  • corta grande parte dos sons vindos da rua, entre outros benefícios.

Além disso, essas vantagens poderão ser complementadas com a compatibilização com o projeto de conforto termoacústico, como explicamos.

Melhoria do conforto ambiental

Caso você escolha um isolante térmico versátil, ele mesmo poderá se tornar o forro da mesma forma que são utilizados os compensados de madeira, o isopor e as placas de PVC. Por exemplo, o isolante 3TC pode vir na apresentação de placas pré-fabricadas pintáveis, quais são encaixadas em suportes metálicos.

Mesmo que você não utilize o próprio isolante como forro, ele poderá complementá-lo ao atuar como subcobertura. Utilize-o para preencher o espaço vazio entre o teto e o forro para conquistar uma construção mais confortável termicamente.

 

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Tipos de forro e suas características

Gesso

Certamente, essa é a cobertura mais popular nos projetos residenciais, sendo também muito frequentes nos comerciais. O material poderá ser trabalhado de diversas formas e é justamente essa versatilidade sua principal vantagem. O gesso pode:

  • ser moldado em placas para ser instalado por meio do encaixe em suportes metálicos;
  • vir pré-moldado de acordo com a forma e as dimensões requisitadas pelo cliente;
  • ser agregado a tramas de fibra de vidro ou de metal para a criação de placas grandes, que são penduradas na laje ou no telhado, entre outras opções de instalação.

As vantagens do forro de gesso, além das que citamos são:

  • é um material muito fácil de encontrar e há diversos fornecedores do serviço completo desde a criação da peça até a instalação;
  • apresenta um custo-benefício interessantíssimo sem abrir mão do acabamento estético;
  • a instalação é feita com pouca sujeira;
  • a manutenção é fácil mesmo quando é necessário quebrar algum trecho para reformas;
  • melhora o isolamento termoacústico ainda mais quando é acoplado com mantas acústicas e placas de isolantes eficientes.

No entanto, nenhum material é isento de desvantagens, e as do gesso são:

  • susceptível à umidade, o que pode ser corrigido com a utilização de uma subcobertura impermeável, a qual pode ser um isolante termoacústico impermeável;
  • acumula poeira com mais facilidade;
  • é mecanicamente menos resistente do que outras opções.

Madeira

A madeira pode vir nas apresentações:

  • compensados de baixa qualidade são restos de fibras de madeira, que são então prensados até formar uma estrutura sólida e relativamente resistente. São as opções mais baratas, apesar de esteticamente prejudicados. Serão instalados em armaduras metálicas, possivelmente em projetos comerciais e industriais;
  • MDF e MDP, também são feitos com madeira compensada, mas com qualidade superior. Recebem uma camada de estampa para simular outros tipos de madeira;
  • de demolição — outra opção cada vez mais comum é utilizar restos de demolição de madeiras maciças de qualidade baixa a intermediária;
  • nobres e de lei — são as madeiras maciças mais caras, mas extremamente bonitas. Darão a aparência de luxo e poder ao ambiente.

A instalação dos forros de madeira é relativamente simples, bastando que as peças sejam pregadas uma nas outras com o auxílio de suportes estruturais.

As vantagens da madeira variam conforme o tipo utilizado. Por exemplo, utilizar os compensados e o MDP não trarão o acabamento estético e o isolamento termoacústico ideal. Por esse motivo, será preciso reforçá-los com isolantes autônomos.

No entanto, de forma geral, seus benefícios também são:

  • simples de instalar, remover e substituir;
  • fáceis de pintar com uma tinta adequada;
  • impermeáveis quando recebem o tratamento correto.

Por sua vez, as desvantagens são a necessidade de manutenção periódico, especialmente no caso das madeiras naturais. Além disso, podem se tornar combustível para chamas.

Bambu

O uso do bambu já foi muito comum nas construções tradicionais da China e no Japão. No entanto, com a popularização dos estilos minimalistas orientais e do comfy, os forros fabricados com ele vem sendo trazidos como uma novidade sofisticada. Eles podem ser utilizados tanto nos ambientes internos quanto externos.

Sua principal vantagem é justamente a exclusividade de poucas pessoas o utilizarem, além de remeter à natureza e criar um ambiente aconchegante. Além disso, é relativamente barato. Todavia, a trama de bambu permite a passagem de luz, som e umidade. Então, nos ambientes internos, é importante instalar um isolante termoacústico eficiente, que seja também impermeável e pintado de cores semelhantes ao bambu para não prejudicar a beleza do forro.

PVC

O PVC é outro material muito popular para forro, equiparando talvez ao gesso e aos compensados de madeira. São muito demandados por um importante motivo: o custo total do investimento. Apesar de o material em si ser mais caro do que o gesso, não há necessidade praticamente nenhuma de manutenção e, nos negócios, não é preciso parar as operações até que a instalação seja concluída.

As peças são muito mais econômicas do que a maioria das opções, a instalação não demanda muitos materiais nem mão de obra especializada, a resistência mecânica e a impermeabilidade são razoáveis e a substituição, muito simples. Também, não sofrem com deterioração causada por ataques de insetos e fungos.

No entanto, não são considerados esteticamente atraentes e passam uma mensagem de pouca sofisticação. Então, são ideais quando o foco da estratégia de forramento é apenas a funcionalidade aliada ao baixo custo.

Ademais, não apresentam uma boa capacidade de isolar sons e bloquear a transmissão de calor. Então, para criar um ambiente mais eficiente nesses pontos, deverão ser complementados por isolantes.

Placas de isolante térmico

Uma alternativa é a utilização de placas de isolantes térmicos em vez de utilizar os materiais acima. Isso apresenta a vantagem de, em uma única ação, você lidar com dois problemas de uma construção: a falta de forramento e o desconforto térmico.

Hoje em dia, há dezenas de isolantes no mercado, cada qual com suas vantagens e desvantagens. Vamos falar das principais a seguir:

  • lã de vidro — material fibroso feito a partir da submissão da sílica a altos gradientes de pressão e temperatura. Tem boa eficiência no isolamento termoacústico, mas não apresenta os benefícios de impermeabilidade e bloqueio de todas as formas de transmissão de calor;
  • lã de rocha — fabricado da mesma forma que a anterior, mas utilizando como matéria-prima as rochas adiabáticas. Conta com características bem semelhantes;
  • isopor — sem uma proteção devida, apesar de extremamente eficiente e versátil, é um material frágil;
  • 3TC — constitui-se de um núcleo de poliestireno expandido coberto por duas lâminas de polímeros refletores. Além de bloquear com alta eficiência todas as formas de transmissão de calor, tem vantagens adicionais em relação à impermeabilidade, proteção contra o fogo, entre outros.

Aplicação do forro

A aplicação do forro depende bastante do tipo do material e dos métodos empregados pelo fornecedor. Em geral, as seguintes técnicas podem ser empregadas

Instalação modular

Em vez de aplicar peças inteiras para o forramento, elas são divididas em fragmentos menores, os quais serão encaixados no local. A aplicação pode ocorrer de diversas formas dentro dessa técnica:

  • cada módulo pode ser amarrado ou colado ao teto, à laje ou à subcobertura;
  • uma armação metálica pode ser pregada nas paredes e as placas de forro encaixadas na estrutura;
  • estruturas de instalação podem ser embutidas nas paredes, sendo o encaixe entre os módulos feito sob a pressão de uma peça na outra.

Instalação tradicional

Aqui, o forro pode ser construído in loco ou haver a instalação de uma peça inteiriça. Assim como no caso anterior, esta metodologia de instalação poderá ser aplicada de diversas formas de acordo com as necessidades do material escolhido para o forro, como

  • uma das técnicas mais comuns é a amarração, em que a peça do forro é amarrada a fios instalados na cobertura da construção. Isso é muito utilizado nas aplicações de grandes peças de gesso;
  • a colagem consiste na aplicação de uma substância adesiva capaz de se fixar tanto no material da construção quanto no forro. É mais comum quando as peças apresentam um peso mais leve, o que reduz a pressão da gravidade sobre a cola;
  • pregagem, em que as peças são instaladas com pregos em vigas ou diretamente no teto, ou telhado;
  • encaixe nos casos em que a superfície superior das paredes fiquem expostas e elas puderem suportar peso do forro. Então, as peças podem ser amarradas ou pregadas para evitar a movimentação.

Escolha o tipo de forro ideal

O forro deve ser sempre escolhido de acordo com os objetivos funcionais e estéticos do projeto. Então, não caia em armadilhas de que um mesmo material poderá ser empregado em toda e qualquer construção.

Por exemplo, vamos falar do 3TC que é um insumo que temos bastante propriedade para falar. Nem sempre ele poderá ser usado como forro. Caso o estilo do projeto exija materiais mais específicos, como o bambu e a madeira, ele poderá ser usado como subcobertura para complementar a eficiência termoacústica do forro, mas não vai substituí-lo.

No entanto, nas situações de forros modulares com armação metálica, acreditamos que é a melhor opção, pois se solucionam diversos problemas em um único investimento. Portanto, em qualquer caso, sempre avalie as prioridades do projeto e planeje um forramento que atinja de forma estratégica a maior parte delas.

Consequências de não ter forro

Prejuízo estético

Frequentemente, o reboco da cobertura não é suficiente para dar um acabamento estético de excelência. Então, para conquistar a excelência, é importantíssimo forrá-lo com um material bonito e harmonizado com toda a linguagem arquitetônica dos demais elementos.

Menor eficiência termoacústica da construção

Em muitas construções, o material utilizado no telhado ou na laje não apresenta uma boa capacidade de proteger as estruturas da incidência de calor. Esse é o caso das telhas metálicas, de fibrocimento ou de polímeros plásticos. Mesmos em situações em que as peças protegem razoavelmente, como os tijolos e o concreto, um forro isolante eficiente pode complementar ainda mais essa característica e trazer uma construção altamente confortável.

Acúmulo de animais e sujidades

O espaço entre o telhado e o plano superior das paredes é muito difícil de limpar. Portanto, pode acumular diversos tipos de detritos, além de hospedar insetos e parasitas. Tudo isso traz bastante transtorno para os usuários da construção.

Maior vulnerabilidade à umidade

Quando se tem um forro para proteger o ambiente interno, há uma barreira importante contra a umidade que chega do telhado. Isso ajuda a proteger tanto contra os danos dos vapores de água (os quais também comprometem a eficiência térmica) quanto pela ação das colunas de água durante as chuvas.

Portanto, agora que você sabe que há diferentes tipos de forro, estará preparado para escolher o melhor para o seu projeto ou de um cliente. Analise as vantagens e desvantagens de cada um deles para que os objetivos finais da estratégia sejam conquistados para a total satisfação de todos os usuários da construção. Em todos os casos, não deixe de pensar no conforto termoacústico que a opção certa entre os tipos de forro disponíveis, pode proporcionar.

Então, você já tem um forro na sua construção? Se sim, está pensando em substituir? Comente aqui com a gente como nossas dicas o ajudaram!

Independentemente do porte de uma obra, a busca por melhores técnicas de engenharia sempre será essencial para a garantia de construções mais econômicas e eficientes. Nesse sentido, um ótimo exemplo de recurso técnico que vem sendo cada vez mais utilizado por quem busca vantagens em vários aspectos é a aplicação de mantas térmicas de subcobertura para telhados.

Podendo ser muito bem aplicada em basicamente qualquer ocasião, engana-se quem acha que a instalação de uma manta térmica se restringe aos prédios e edifícios comerciais. Isso porque mesmo se tratando apenas de uma pequena reforma residencial, esse artifício, quando bem planejado, pode representar ganhos enormes, tanto no quesito financeiro quanto no ergonômico.

Afinal, você já sabe como funciona e para que serve uma manta térmica de subcobertura para telhados?

Funcionalidades da manta térmica de subcobertura

Como o próprio nome já sugere, uma das principais funções desse material é a de fornecer um satisfatório conforto térmico a partir das suas características de irradiação térmica. Outra função que ganha destaque é a capacidade que a manta térmica tem de aumentar a impermeabilização do telhado, reduzindo assim drasticamente as chances de ocorrer vazamentos e infiltrações decorrentes de chuvas.

Além disso tudo, vale lembrar que a manta térmica de subcobertura, quando bem instalada, é capaz de entregar bons níveis de isolamento acústico, o que proporciona ambientes mais agradáveis em questões sonoras.

Material de fabricação

Acerca do material de fabricação dessas mantas, é comum encontrá-las em polímeros refletivos e poliestireno expandido, ambos com excelentes características de reflexividade e baixos índices de emissão de radiação térmica.

Tipos de manta térmica

Atualmente, há vários tipos de manta térmica disponíveis no mercado. As principais são:

  • uma face de alumínio: com moderadas características térmicas, são mais aplicadas por quem deseja minimizar problemas com infiltrações;
  • duas faces de alumínio: além de minimizar infiltrações, apresentam melhores condições de isolamento térmico;
  • duas faces de alumínio e fibra de vidro: alinham boa capacidade de impermeabilização e isolamento térmico com durabilidade estendida;
  • duas faces de alumínio, fibra de vidro mais plástico bolha: apresentam vantagens em todos os aspectos acima, sobretudo no isolamento acústico.

Vantagens de utilizar uma manta térmica de subcobertura

Mesmo sendo um recurso de engenharia que entrega boa resistência mecânica e excelentes vantagens ergonômicas, a manta térmica de subcobertura precisa ser instalada de forma correta para que suas funcionalidades sejam garantidas.

Desse modo, quando bem aplicada, essa subcobertura no telhado representa as vantagens que citaremos a seguir.

Economia financeira

Uma vez que essa subcobertura proporciona ambientes mais agradáveis termicamente, menos recursos serão gastos com ar-condicionado, ventiladores e climatizadores em geral, o que pode reduzir consideravelmente a conta de luz ao final do mês.

Outro fator econômico vantajoso é que a subcobertura também reduz a frequência de manutenção da estrutura dos telhados, já que ela ajuda a manter o ambiente menos úmido e propício ao aparecimento de fungos.

Importância em reduzir gastos

Seja qual for a finalidade da obra ou reforma, priorizar técnicas de construção e materiais que implicam em economia financeira (e que ainda tem qualidade) é essencial, principalmente quando estamos falando de colher frutos a médio e longo prazo.

Instalação prática

Se a armação que sustenta o telhado estiver em boas condições estruturais, a instalação da manta térmica de subcobertura provavelmente não encontrará dificuldades. Contudo, é imprescindível que essa instalação seja realizada por uma equipe especializada no assunto, que conseguirá colocar a manta térmica em qualquer tipo de telhado e inclinação.

Importância da instalação ser prática

Por se tratar de uma instalação prática e classificada de certa forma como simples de executar, esse processo não requer muito tempo para ser finalizado, o que permite à equipe de trabalho concentrar seus esforços em tarefas mais complexas, e que de fato precisam de mais tempo.

Garantia de conforto acústico de uma subcobertura

Como mencionamos acima, assegurar um bom conforto acústico é uma das funcionalidades desse tipo de subcobertura. Isso só é possível porque a manta térmica funciona como uma espécie de barreira física, dificultando assim a difração (capacidade que as ondas têm de contornar obstáculos) das ondas sonoras.

Importância do conforto acústico

Seja em um ambiente de trabalho, seja na residência, permanecer em ambientes que apresentam poluição sonora pode causar irritabilidade e prejuízos para a audição. Por isso, uma vez que é possível assegurar o conforto acústico por meio da instalação de um simples material, não há motivos para dispensá-lo.

Contenção de vazamentos

Em períodos de chuva, é comum notarmos nos telhados pontos de infiltração e vazamentos, os quais, quando não reparados, geram fungos e podem comprometer por completo toda uma estrutura. Nesse sentido, uma vez instalada de forma correta, a manta térmica de subcobertura impede a passagem de água (que muitas vezes é ocasionada devido às telhas mal colocadas) e faz com que a umidade local seja reduzida drasticamente.

Importância de manter a impermeabilização

A elevada umidade e infiltração são extremamente prejudiciais para qualquer tipo de construção e, tratando-se ainda de estruturas que contém madeira, esse processo de desgaste é mais severo e comprometedor.

Utilização de materiais sustentáveis

Uma vez que essa prática possibilita menos gastos com energia elétrica, há benefícios para o meio ambiente, visto que menos recursos para a geração de energia são requeridos. Além disso, vale lembrar que a manta é constituída por um material reciclável, o que é muito importante para a sustentabilidade do planeta.

Importância em utilizar recursos sustentáveis

Felizmente, nos últimos anos, o debate na sociedade acerca da importância da preservação do meio ambiente ganhou cada vez mais espaço. Com isso, tratando-se especificamente de uma obra ou reforma, é relevante priorizar materiais e técnicas que promovam a sustentabilidade e que não gerem impactos ambientais.

Portanto, agora que você já sabe o que é uma manta térmica de subcobertura para telhado, bem como a importância de garantir a sua instalação de forma correta, fica mais simples perceber o quão vantajosa essa aplicação é. Vale lembrar ainda que, além de benefícios financeiros, essa manta é capaz de proporcionar excelentes ganhos ergonômicos para um ambiente, como clima agradável e conforto acústico.

Está procurando por uma manta térmica? Entre em contato com a 3TC e conheça todas as vantagens em engenharia que podemos lhe oferecer!

O isolamento térmico para ar-condicionado é imprescindível para aproveitar o máximo da eficiência desses aparelhos. Sem essa solução, não há um aproveitamento completo de toda a potência do aparelho ou o efetivo controle da temperatura do ambiente.

Muitas vezes, por não contar com essa opção, é necessária a realização de diversos ajustes (deixando o equipamento em sua máxima potência, por exemplo). Tudo isso custa bastante, além de não ser muito sustentável para o meio ambiente.

O isolamento, por sua vez, é uma medida duradoura, simples e extremamente eficiente. Pensando no tema, preparamos este guia, com informações completas e relevantes sobre o tema. Continue a leitura para entender um pouco mais:

O que é isolamento térmico para ar condicionado?

Essa modalidade de isolamento tem como objetivo melhorar a vedação das estruturas do ar-condicionado, e evitar as trocas de calor nos trajetos dos ductos de ar. Com isso, é possível garantir que o máximo da potência nominal seja efetivamente entregue aos usuários.

Vedação das estruturas

Para a instalação de dutos e dos próprios aparelhos de ar-condicionado nas construções é necessário fazer aberturas nas paredes. Usualmente, elas não apresentam a vedação necessária para a entrega de uma eficiência otimizada.

Assim, é importante instalar materiais capazes de evitar a entrada e a saída de ar, pois essas trocas provocam o aquecimento do ambiente e fazem com que o motor dos equipamentos tenha de funcionar mais para manter a temperatura desejada pelo usuário.

O ideal é utilizar isolantes feitos com materiais flexíveis, impermeáveis e não porosos para essa tarefa. Assim, atinge-se a máxima vedação e bloqueio das trocas de calor.

Isolamento térmico dos aparelhos e dos dutos

Há vários fatores intrínsecos ao próprio mecanismo de funcionamento do ar-condicionado e do transporte do ar-refrigerado que podem impedir a entrega da máxima eficiência. As trocas de calor ocorrem constantemente entre os tubos que transportam o ar-refrigerado.

Assim, antes que cheguem ao destino final, podem ser aquecidos pelas estruturas e equipamentos do próprio edifício. Outro ponto importante é que o próprio aparelho produz bastante calor devido ao funcionamento dos motores. Para que ele não seja conduzido para as paredes da construção, é preciso fazer um bom isolamento.

Além disso, a irradiação do sol sobre os dutos e o próprio aparelho faz com que o trabalho do motor para o resfriamento do ar seja maior, dissipando parte da potência.

Isolamento térmico da construção

No entanto, uma medida importantíssima para quem deseja economizar com o projeto de ar-condicionado é instalar o isolamento térmico em todo o ambiente. Com um isolante eficiente, capaz de atuar sobre todos os processos de transmissão de calor, é possível conquistar temperaturas agradáveis mesmo sem o uso da ar-condicionado.

A redução dessas trocas com o ambiente externo permite uma maior estabilidade da temperatura interior, deixando-a muito mais amena. Isso vale tanto para quanto o clima lá fora estiver frio ou quente. Isso também tem um efeito sobre o trabalho dos equipamentos de resfriamento quando estão ligados. Afinal, ele é proporcionalmente maior a uma temperatura interna mais elevada.

Como funciona a transmissão de calor em um edifício?

Para compreender o papel do isolamento térmico para ar-condicionado é importante entender quais são os processos de transmissão de calor para uma construção. Eles são três e compreendê-los permite uma escolha mais consciente a respeito dos materiais e das técnicas utilizadas no projeto.

Condução

Ocorre quando dois corpos estão em contato físico um com o outro. O mais quente transfere energia ao mais frio, em uma tentativa de alcançar o equilíbrio térmico. Ele ocorre quando ambos os corpos atingem a mesma temperatura.

Ela é responsável por cerca de 10% do aquecimento de uma estrutura. A maioria dos isolantes térmicos agem apenas sobre a condução e, por isso, não apresentam uma eficiência interessante.

Irradiação

Ela acontece à distância, prescindindo do contato entre os dois corpos. Acontece por causa da emissão de energia calorífica (radiação infravermelha), a qual incide sobre um corpo e promove a agitação das partículas.

Mesmo não sendo tão intuitiva, ela influencia muito mais no aquecimento das estruturas. Por volta de 90% do calor é transferido por essa forma. No entanto, poucos isolantes buscam controlá-la.

Convecção

Ela existe devido ao movimento das massas de ar dentro e fora dos edifícios, o que influencia bastante na eficiência dos ares-condicionados. O ar mais frio é mais denso do que o ar mais quente. Em um mesmo ambiente, a diferença de temperatura de massas de ar ocorre naturalmente.

Os dutos e aparelhos são justamente instalados no alto da parede para permitir que o ar frio seja direcionado para o piso, onde as pessoas estão, enquanto o ar quente se move para o teto e é retirado pelo sistema de exaustão do edifício ou do próprio equipamento. Assim, há uma maior renovação do ar ambiente.

Quais são os materiais utilizados?

Os isolantes térmicos tradicionais não são capazes de atuar sobre os três processos de transmissão de energia calorífica. Normalmente, agem apenas sobre um dos seguintes fatores isoladamente:

Espumas

A espuma, por muitos anos, foi o material mais popular para o isolamento térmico da superfície. É comum que muitas pessoas associem o isolamento apenas a elas. No entanto, suas desvantagens afastaram muitas pessoas:

  • fragilidade — elas se deterioram facilmente com o estresse mecânico e químico, além de apresentarem mofo com mais facilidade;
  • segurança — há materiais, como o poliuretano, que produzem gases tóxicos quando inflamados;
  • manutenção — necessitam de uma maior frequência de trocas em comparação aos materiais mais modernos.

Foils

Os foils são folhas metálicas bem finas com o objetivo de refletir parte da radiação infravermelha de volta para o ambiente externo. Portanto, atuam apenas para o controle da irradiação, sem ação sobre a condução e a convecção. Por esse motivo, os locais de aplicação são bem limitados àqueles com uma exposição solar maior.

Além disso, são bem frágeis ao estresse mecânico, não se adaptam bem aos ambientes internos e não melhoram a vedação das estruturas. Este último ponto é essencial para os ares-condicionados.

Lã de rocha

Esse material é produzido pela fusão de pedras vulcânicas a altas temperaturas, sendo, então, submetidas a gradientes de pressão elevados. Como resultado, forma-se fios que podem ser estruturados na forma de lã.

Apesar de realmente serem bem eficientes no isolamento da condução, esse processo representa apenas 10% da transmissão de calor para as superfícies. Ademais, possuem desvantagens, como: permeabilidade, estética ruim e instalação difícil.

Lã de vidro

Ela é muito semelhante à lã de rocha, porém utiliza a sílica como matéria-prima. Também é utilizada para produção do vidro, o que trouxe o seu nome para que fosse mais facilmente identificável pelo consumidor. Apesar de mais barata, ainda apresenta as desvantagens importantes da lã de rocha.

Lã de PET

As lãs de PET são fabricadas com um polímero plástico, geralmente reciclado. Por isso, atraem muitas pessoas interessadas em sustentabilidade. No entanto, é preciso pensar de uma forma global. Como o material age apenas no controle da condução, como as demais lãs, não apresenta a eficiência máxima de isolamento. Portanto, não reduz tanto o consumo de energia elétrica pelos aparelhos de ar-condicionado.

Consequentemente, ao optar por ela, a pressão do consumo energético da sua estrutura de climatização sobre o meio ambiente ainda será significativa. Isso pode inibir os benefícios trazidos pela reciclagem.

3TC

Diferentemente dos isolantes térmicos anteriores, a 3TC foi produzida com a tecnologia de ponta da engenharia dos materiais. Por quê? Ela foi criada pela Agência Nacional da Aeronáutica e Espaço dos Estados Unidos da América, a famosa NASA, para proteger os astronautas durante as viagens especiais. É empregada tanto nos trajes quanto na proteção das estações.

Isso é necessário, pois a temperatura fora da Terra sofre variações intensas: pode ir de 50º celsius negativos durante a noite, enquanto ultrapassa 60º celsius nos momentos de máxima exposição solar. Desse modo, o isolante precisaria apresentar características suficientes para manter a temperatura corporal estável e o conforto.

Para isso, os engenheiros da NASA criam um material com as seguintes propriedades:

  • duas lâminas de polímero refletivos, que eram capazes de refletir mais de 97% da radiação infravermelho que incide sobre uma superfície;
  • um núcleo de poliestireno estendido, que é um isolante térmico com baixa condutância de calor, bloqueando grande parte da condução térmica;
  • essas três estruturas são colocadas em “sanduíche”, com as duas lâminas cobrindo todo EPS. Dessa forma, a estrutura apresenta capacidade de impermeabilização máxima e atua sobre a convecção. Tudo isso também potencializa o controle dos dois processos.

A 3TC utilizada no Brasil traz a mesma tecnologia da NASA e se torna o melhor isolamento disponível no mercado.

Como funciona o isolamento térmico para ar-condicionado?

Bloqueio da condução

Como vimos, o 3TC é o único isolante capaz de atuar sobre os três processos de condução calorífica e otimizar o isolamento térmico em todas as frentes.

No caso dos dutos de ar, o núcleo de poliestireno estendido do 3TC é um dos materiais mais eficientes para o bloqueio da condução. Seu material apresenta baixíssima condutância térmica, o que significa que ele é capaz de manter um bom isolamento mesmo em temperaturas mais altas.

Desse modo, os dutos de ar-condicionado se aquecem pelo contato com o ar ambiental, com estruturas da construção, equipamentos etc. Em um edifício com ar-condicionado central, isso é imprescindível para evitar que o ar se aqueça durante o trajeto para o destino final. No caso de indústrias e comércios, pode haver contato com áreas e equipamentos com intensa produção de calor, o que impede a entrega de um resfriamento eficiente.

Redução da irradiação

A radiação é invisível para nossos olhos e, por isso, não a associamos com o aquecimento de dutos. No entanto, ela está constantemente em ação. No caso dos dutos de cobre, muito usados em instalações de ar-condicionado, os raios infravermelhos têm a capacidade de provocar um intenso aquecimento devido à excelente condutância dos metais.

Por isso, é preciso investir em um isolante capaz de atuar sobre esse processo. O 3TC apresenta duas lâminas de polímeros refletivos, as quais bloqueiam mais de 96% da radiação incidente. Assim, toda a instalação fica protegida ao máximo.

Controle da convecção

Não podemos deixar de falar da convecção, a qual impede a eficiência térmica de uma construção devido ao constante fluxo de ar aquecido para as áreas internas.

Por isso, a vedação trazida por um bom isolante térmicos é essencial para garantir que o ambiente externo influencie o menos possível, permitindo a entrega otimizada da potência do ar-condicionado. O 3TC controla a convecção, funcionando como uma barreira de ar e vapor devido à impermeabilidade dos polímeros refletivos.

Quais as vantagens do isolamento térmico?

Economia de energia

Esse talvez seja o ponto que mais atraia as empresas que planejam a instalação de um sistema de isolamento auxiliar ao projeto de ar-condicionado. Isso ocorre porque a energia elétrica consumida é proporcional ao trabalho que o motor do aparelho tem de fazer.

O trabalho, por sua vez, depende de diversas variáveis, como:

  • aquecimento do ar durante o trabalho do ar-condicionado para os ambientes de destino. Isso faz com que o usuário ajuste a potência para as regulagens máximas, as quais consomem mais;
  • diferença entre a temperatura atual e a desejada. Por exemplo, se o ar-condicionado tiver de reduzir a temperatura de 30º para 24º celsius, ele precisará realizar o dobro de trabalho do que se tivesse de reduzir de 27º para os mesmos 24º celsius.

Tudo isso faz com que o isolamento térmico aplicado tanto na tubulação quanto na construção seja uma excelente alternativa para a redução de custos nas empresas e nas residências.

Menor demanda por novos equipamentos

Quanto melhor o sistema de isolamento, maior o rendimento da máquina de resfriamento. Consequentemente, uma mesma potência nominal de ar-condicionado será capaz de resfriar uma área maior ou lidar com maiores amplitudes de variação de temperatura.

Com isso, reduz-se a necessidade de redimensionar a infraestrutura de aparelhos a fim de manter a capacidade de resfriamento diante de um aumento da demanda causada por mudanças construtivas ou pela implementação de processos gerados de calor.

Sustentabilidade ambiental

Hoje em dia a preocupação com a exploração do meio ambiente está cada vez mais presente no comportamento dos consumidores. Então, profissionais e empresas de todas as áreas devem conhecer as soluções que trazem esse apelo.

Se você é arquiteto e está buscando um isolamento para os seus projetos, a 3TC permite que você associe o seu escritório à sustentabilidade. Se sua empresa é de qualquer outro ramo, instalar a 3TC fortalece o seu apelo à proteção ambiental. Da mesma forma, se está procurando melhorar a eficiência da sua residência para deixá-la mais sustentável, o isolamento térmico do ar-condicionado também cumpre essa função.

Prevenção de riscos à saúde

O ar-condicionado tem um impacto negativo sobre a saúde de muitas pessoas com problemas respiratórios. Durante seu funcionamento, ele retira grande parte da umidade do ar. Quanto maior for a potência utilizada e a quantidade de aparelhos ligados simultaneamente, mais seco o ar fica.

No entanto, quando você instala isolantes térmicos nas estruturas da construção, é possível amenizar o calor sem ar condicionado. Quando for necessário o seu funcionamento, será possível ligá-lo em uma potência menor e, assim, trazer uma maior qualidade do ar. Isso pode amenizar o efeito do clima seco nas alergias, rinites etc.

Temperatura estável

Mesmo com ar-condicionado, a temperatura interna pode ficar bastante instável. Afinal, a maioria dos aparelhos não apresenta uma regulação automática com termostatos. É preciso determinar manualmente a potência. Então, quando o clima muda lá fora, a temperatura do ar que sai pelos dutos também acompanha a tendência.

O isolamento evita que a própria construção transmita energia calorífica para dentro ou fora do ambiente interno. Isso faz com que as variações sejam pequenas durante o dia.

Como é feito na prática?

Na prática, o isolamento térmico para ar-condicionado pode ocorrer em diferentes momentos.

Antes da execução do projeto principal da construção

Quando a construção ainda está sendo planejada, é possível elaborar um projeto de conforto térmico amplo, em que são previstas medidas para melhorar o isolamento de todas as estruturas do edifício. A partir disso, a capacidade de ar-condicionado pode ser dimensionada tendo em vista que haverá uma melhor eficiência térmica.

Todo a estrutura feita para esconder os dutos poderá receber uma cobertura interna de isolante térmico, complementando a proteção feita ao redor dos próprios dutos.

Como projeto complementar ao principal

Em alguns casos, o projeto principal dos edifícios já foi todo executado, faltando apenas os complementares — como pode ser a situação do isolamento térmico. Nesse sentido, durante o planejamento e a instalação do sistema de ar-condicionado, pode-se chamar uma empresa especializada em conforto térmico para fazer um projeto com a finalidade de melhorar a eficiência nos mais diversos aspectos, como:

  • instalar isolante em locais estratégicos, como as lajes, para reduzir o impacto da incidência do sol no aquecimento das estruturas;
  • vedar todas as aberturas utilizadas para a instalação do ar-condicionado e seus dutos;
  • isolar termicamente todo o trajeto dos dutos, entregando a máxima eficiência de resfriamento aos ambientes;
  • evitar que o próprio calor gerado pelos motores do ar-condicionado aqueça as estruturas da construção.

Em construções prontas e já utilizadas

Por fim, é possível instalar também o isolamento térmico em infraestruturas de ar-condicionado já prontos e utilizadas há pouco ou muito tempo. Muita gente pode achar que o isolamento é muito complicado de ser instalado quando tudo já está pronto. No entanto, um bom fornecedor pode executar um projeto incrível.

Com as mantas de 3TC, um material mais flexível, por exemplo, pode ser desnecessário quebrar paredes para a vedação e a cobertura dos dutos. Elas se adaptam ao espaço que tiver ali na estrutura atual. Caso seja necessária alguma adaptação, é possível fazer isso com o mínimo de intervenção na estrutura da construção.

Além disso, a instalação pode ser bem simples, por meio de colas, fixações ou amarrações. Assim, não há toda aquela sujeita e barulho que você deve imaginar sempre que pensa em qualquer obra. O 3TC também permite a pintura com a maioria das tintas disponíveis no mercado de forma que fica bem discreto na decoração quando os dutos estão expostos.

Como é feita a aplicação?

A instalação do isolamento térmico da 3TC pode ser executada por meio de diversas técnicas. Isso permite que ela se adapte às mais diversas aplicações. No entanto, a escolha depende do tipo de estrutura de isolante que será utilizado.

Mantas

As mantas apresentam uma espessura de 10 milímetros e são flexíveis. Desse modo, podem ser manipuladas para se adequar a curvas, arestas e dobras. Além disso, vedam bem as frestas dos locais onde são inseridas, além de são bem fáceis de armazenar durante a obra.

Placas

As placas são mais rígidas e apresentam espessuras variadas, de 10 a 100 milímetros. Assim, não interessantes naqueles casos em que não há necessidade de adaptação a ângulos e seja preciso manter maior estabilidade da forma. Também, podem ser fabricadas sob medida para as estruturas da obra.

Técnicas de instalação

A seguir, vamos apresentar as principais:

  • amarração — é feita por meio de fios, grampos ou arames resistentes. Essa técnica pode ser usada para fixar os tubos de isolante aos dutos do ar-condicionado;
  • encaixe — a pressão do peso ou da conformação das peças sobre as estruturas traz a fixação necessária;
  • colagem — são substâncias químicas que trazem a aderência de duas superfícies entre si;
  • pregagem — com pregos e parafusos especiais, as placas e as mantas são fixadas em uma estrutura de sustentação.

Há várias outras técnicas possíveis, e a escolha deve ser feita pelo profissional instalador para garantir o máximo sucesso da estratégia. A 3TC é muito versátil e se adapta a maioria delas.

Quais cuidados devem ser tomados?

A principal precaução é a escolha de um material adequado para os seus objetivos. Há muitos isolantes no mercado e nem todos eles entregam a mesma eficiência. Além disso, há várias funcionalidades auxiliares que podem complementar a sua estratégia, como:

  • isolamento acústico — evita a propagação de ruídos e barulhos. Um isolante térmico e acústico simultaneamente, por exemplo, pode reduzir o barulho provocado pelos motores dos aparelhos;
  • impermeabilidade — um material impermeável melhora a proteção das estruturas contra a umidade;
  • proteção contra incêndios — é preciso escolher um material que não seja inflamável ou combustível. Idealmente, ele deve auxiliar no retardo da propagação dos incêndios.

A empresa de fornecimento e de instalação deve ser confiável, apresentando um bom suporte ao cliente em todas as etapas. A 3TC apresenta todas essas vantagens e muitas outras. Assim, você conquistará um projeto otimizado de isolamento para ar-condicionado, o qual traz todos os benefícios e vantagens que falamos aqui.

Quer saber como a 3TC isolamento pode auxiliá-lo no seu projeto de isolamento termoacústico? Então, entre em contato com a gente!

Um monumento muito conhecido e admirado tanto no Brasil como no mundo é a Igreja São Francisco de Assis, mais conhecida como a Igrejinha da Pampulha. Ela é um dos principais cartões-postais da cidade de Belo Horizonte e inclusive leva o título de Patrimônio Cultural da Humanidade, concedido pela Unesco em 2016. Além disso, também foi tombada pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional, o IPHAN.

A igreja foi inaugurada em 1943 e foi encomendada pelo prefeito de Belo Horizonte, que na época era Juscelino Kubitschek. Ela foi um dos primeiros projetos do arquiteto Oscar Niemeyer e auxiliou em seu futuro reconhecimento nacional e internacional. Além de obras de Cândido Portinari, os jardins foram projetados pelo paisagista Roberto Burle Marx. Quer saber mais sobre esse monumento? Então, continue a leitura!

Por que foram realizadas obras na Igrejinha da Pampulha?

As obras realizadas na igrejinha da Pampulha tiveram como principal objetivo cumprir o compromisso com a Unesco e manter o título de Patrimônio Cultural da Humanidade. A igreja foi fechada em dezembro de 2017, as obras começaram em junho de 2018 e terminaram no fim de 2019, podendo-se agendar casamentos na igreja a partir de janeiro de 2020.

Um fator que impulsionou as obras civis foi a existência de infiltrações que estavam colocando em risco as diversas obras de arte existentes. Sendo assim, os serviços previstos na obra incluíam recuperar juntas de dilatação, substituir os painéis de madeira, impermeabilizar, realizar novas instalações elétricas e cabeamento estruturado, além da substituição de pastilhas.

Diante da necessidade de solucionar as infiltrações de vez, o forro e teto foram refeitos, visando garantir segurança à estrutura da igrejinha da Pampulha e também às obras de arte que nela se encontram, como, por exemplo, um painel único de Portinari, assim como demais quadros de sua autoria, que recriam diversas cenas da via-sacra.

A igrejinha também contou com outros artistas em seu processo de concepção e construção, como Alfredo Ceschiatti e Paulo Werneck. Essas obras de arte estavam sendo danificadas pelas manifestações patológicas e problemas encontrados na igreja. Inclusive, por essa situação, os painéis e quadros precisaram ser retiradas e encaminhadas para restauração.

Por que foi necessário substituir o forro e aplicar o sistema de isolamento 3TC?

Durante a execução das obras civis foram encontrados pontos de infiltração resultantes da água da chuva e foi necessário desmontar todo o forro de madeira que revestia a estrutura de concreto. Diante desse cenário, o sistema de isolamento 3TC foi especificado para a obra visando resolver dois problemas principais: isolamento térmico e umidade.

A estrutura da igrejinha da Pampulha é em concreto armado, ou seja, é uma estrutura que consiste na junção de dois materiais: o concreto e o aço. Esse sistema construtivo é muito resistente e permitiu a execução das formas pensadas e projetadas por Oscar Niemeyer.

Contudo, existem alguns pontos desafiadores relacionados com o controle da temperatura devido à absorção do calor e os impactos da umidade em decorrência da característica do concreto. Como a estrutura da igreja é em arco, esses problemas foram ainda mais impactantes.

Como o sistema de isolamento 3TC resolveu os problemas de infiltração e isolamento?

Devido às diversas obras de arte presentes na igrejinha da Pampulha, é essencial controlar a temperatura e umidade para não afetá-las e danificá-las. Por isso, a igrejinha já passou por diversas restaurações desde sua inauguração e já foram utilizadas diversas técnicas de isolamento térmico, visando resolver esse mesmo problema.

Na obra realizada entre 2018 e 2019, a tecnologia de isolamento XPS foi substituída pelo sistema de isolamento térmico 3TC que apresenta controle das três formas de transferência de calor — radiação, convecção e condução — e também de impactos da umidade no ambiente interno da igreja.

A tecnologia XPS consistia em placas rígidas e, por isso, apresentava problemas no controle da umidade e também na flexibilidade, uma vez que por sua rigidez se quebravam diante da curvatura necessária e não eram capazes de proporcionar um isolamento uniforme e contínuo na estrutura em arco.

Processo de reforma e melhorias proporcionadas pelo isolamento 3TC

Ao substituir o sistema XPS pela tecnologia 3TC, foi possível controlar a transferência de calor e impactos da umidade de forma contínua, seguindo o isolamento em arco, uma vez que o material que compõe o sistema 3TC não é rígido, sendo capaz de acompanhar formatos diferenciados de maneira uniforme, como era necessário na igreja e que ainda não havia sido alcançado.

Como citamos, a estruturação interna da igreja conta com forros de madeira. A fixação destes conta com barrotes de diferentes comprimentos, resultando em uma estrutura em cone. Sendo assim, a estrutura de isolamento precisa se adaptar a esse formato diferenciado, possibilitando que o melhor isolamento térmico contínuo e que o controle de umidade e de transferência de calor sejam alcançados.

Em geral, acredita-se que quanto maior a espessura e a densidade, maior o desempenho acústico e conforto térmico, entretanto isso não é verdade quando analisa-se as 3 formas de transferência de calor. Agora, a temperatura interna não será afetada pela externa, de forma similar ao resultado proporcionado por uma garrafa térmica.

Mesmo sendo uma construção da década de quarenta, após a reforma a igrejinha passou a contar com uma tecnologia desenvolvida pela Nasa, que é aplicada tanto nas roupas dos astronautas, como nas estações espaciais. Essa tecnologia consegue controlar a temperatura e umidade, assim como alcança a manutenção da climatização e a versatilidade do formato em arco.

É muito interessante e importante destacar que mesmo sendo uma tecnologia criada pela Nasa e aplicada em uma obra tão significativa e relevante como a Igrejinha da Pampulha, o isolamento térmico 3TC é uma solução acessível e possível para qualquer obra ou pessoa.

Sendo assim, essas melhorias, benefícios e a durabilidade do sistema 3TC não estão restritos apenas às edificações como a Igrejinha da Pampulha e podem ser experimentados em qualquer local, independentemente do tamanho e das características.

Gostou desse texto? Então, agora que você sabe de todas essas informações, compartilhe em suas redes sociais para que mais pessoas conheçam a história da Igrejinha da Pampulha e sobre as melhorias e benefícios proporcionados pelo isolamento térmico 3TC.

A poluição sonora é considerada um problema importante para a saúde pública, pois está relacionada a diversas doenças físicas e mentais. Em dezembro de 2018, a Organização Mundial de Saúde divulgou um relatório sobre as principais causas ambientais de doenças. O excesso de ruídos ficou em terceiro lugar na lista, ficando atrás apenas da poluição do ar e da água. Nesse sentido, o isolamento acústico se torna uma estratégia essencial.

Ele impede que o barulho reverbere e propague nas salas de aula. Assim, ele reduz o excesso de ruídos libera hormônios e neurotransmissores relacionados ao estresse. Nas crianças e adolescentes, isso pode trazer consequências, pois o corpo deles ainda está em desenvolvimento. Quer entender melhor? Acompanhe!

Quais são as consequências dos ruídos nas salas de aula?

A poluição sonora é uma inimiga silenciosa e, muitas vezes, subestimada. Como não podemos enxergar o que está acontecendo dentro do nosso organismo. Nós achamos que o excesso de ruídos trará, no máximo, uma dor de cabeça ou uma mal-estar. Entretanto, o grande problema está a um nível microscópico, nas substâncias liberadas em reação a ele.

Em quase todos os animais, inclusive o homem, o barulho é um sinal de perigo e uma reação rápida a ele era importante para impedir ataques de predadores. Basta reparar os animais domésticos: os cães e os gatos correm ou se assustam diante de qualquer barulho mais alta. É o instinto de sobrevivência. Assim, todo corpo se prepara para correr da ameaça.

Vivendo nas em sociedade nas cidades, o homem não precisa mais se preocupar tanto com ameaças. No entanto, nossos sistemas sensorial e nervo ainda apresentam todos esses mecanismos.

Vamos explicar de forma resumida os dois principais processos fisiológicos para que você entenda a gravidade do problema da poluição sonora nas escolas.

Mecanismo de luta e fuga

Imagine que um predador acabasse de pular perto de você, seu corpo precisaria estar rapidamente preparado para correr muito rápido por longas distâncias. Para isso, existem duas substâncias: a adrenalina e a noradrenalina. Elas são liberadas no sangue e no cérebro com os seguintes efeitos:

  • liberar carboidratos (açúcares) no sangue;
  • tirar parte do sangue de órgãos desnecessários para a fuga e desviar para aqueles mais importantes;
  • portanto, dar mais energia para os músculos, coração e cérebro;
  • restringir toda a atenção e concentração do cérebro para os sons e outras áreas relacionadas com a sobrevivência. Todo o corpo fica em estado de alerta.

Daí, surgem alguns dos problemas relacionados ao estresse, como diabetes mellitus tipo II (excesso de açúcar no sangue) e doenças cardíacas.

Hiperatividade hormonal

Há um mecanismo hormonal muito importante para nós, o eixo hipotalâmico-hipofisário-adrenal. Os barulhos estimulam uma região do cérebro chamada de hipotálamo para ativar uma glândula chamada de hipófise. Ela libera um hormônio que atua sobre a outra glândula — a suprarrenal, que fica acima dos rins.

A supra renal libera o famoso hormônio do estresse, o cortisol. Ele é responsável por nos fazer sentir uma série de sensações desagradáveis, como aflição e ansiedade. Além disso, também causa a liberação de açúcar no sangue e reduzem a imunidade. Assim, além de maior risco para diabetes e doenças cardiovasculares, todas as faixas etárias ficam mais vulneráveis a doenças infecciosas.

Ademais, o cortisol facilita o desenvolvimento de doenças mentais, como a ansiedade e a depressão. A sensação de estresse e angústia faz com que a pessoa veja as situações de forma negativa, deixando-as mais propensas aos transtornos do humor.

Por que a poluição sonora compromete o desempenho do professor?

Essa longa explicação sobre os efeitos dos ruídos é essencial para que você entenda que não é frescura dos professores e alunos esse tipo de reclamação. Pelo contrário, as pessoas tendem a subestimar o impacto do som. Quando elas reclama, é porque algo sério já está acontecendo.

No caso dos professores, isso é especialmente importante, pois eles são submetidos a situações com alto nível de som pela própria natureza do ensino — especialmente, o infantil. Desse modo, não pode o ambiente físico ser mais uma fonte de barulho, pois isso sobrecarregará o profissional.

Comprometimento da fala

Se o barulho dentro e fora da sala de aula for intenso, o professor precisará competir com ele para ser ouvido pelos alunos. Esse esforço repetitivo pode provocar uma condição multifatorial chamada de fadiga vocal — uma síndrome com vários sintomas, como rouquidão, dor na garganta, tensão no pescoço, entre outros.

Ademais, falando cada vez mais alto, haverá uma agressão das cordas vocais e da garganta pelo excesso de atrito do ar. Isso causa processos inflamatórios repetidos, que fazem as patologias das cordas vocais surgirem.

À medida que essas lesões cicatrizam, o aparelho fonador perde uma parte da sua funcionalidade. Em alguns casos, o processo é tão intenso que os professores podem ser aposentado por invalidez.

Nervosismo

A adrenalina, a noradrenalina e o cortisol são substâncias que estimulam as regiões de agressividade no nosso cérebro. À medida que elas aumentam e o estresse se intensifica, o professor fica mais nervoso. Com isso, ele pode discutir, brigar com um aluno ou colega de trabalho.

Doenças crônicas

Todas essas substâncias também estão ligadas a diversas doenças crônicas. Por exemplo, o excesso de estímulo da noradrenalina é um dos principais fatores causais da hipertensão arterial sistêmica. Já os corticoides estão ligados à liberação das reservas de glicose sanguínea e ao aumento da resistência das células à insulina — dois mecanismos que provocam e agravam a diabetes mellitus tipo 2.

Então, a poluição sonora pode acelerar o desenvolvimento dessas doenças. Como muitos professores também já têm mais de 50 anos, a situação pode ser ainda mais preocupante, visto que alguns deles podem ter essas doenças crônicas já instaladas. A condição pode se agravar com o estímulo negativo do ambiente, tornando-se difícil de tratar.

Como isso impacta a qualidade das escolas?

Produtividade

A produtividade de qualquer profissional depende de boas condições de trabalho. Assim, ele pode focar toda a sua atenção nas tarefas em vez de desviá-la em estímulos externos. Os sons estão entre as principais distrações e podem interromper a linha de raciocínio nas exposições. Então, as explicações dele perdem a qualidade e levam mais tempo. Isso traz prejuízos para os alunos e consequentemente para as escolas.

Vários estudos indicam essa relação negativa, como:

  • um artigo da revista científica “Noise and Health” (Barulho e Saúde) mostrou que, em diversos ambientes de trabalho, o barulho trazia impactos, como redução da performance, aumento do número de erros e um tempo de resposta maior aos estímulos. Ademais, houve um maior nível de estresse, desconforto e de incômodo. O estudo também mostrou que o comprometimento atencional não estava relacionado a essas sensações, mas ao som em si;
  • já a Revista Britânica de Psicologia mostrou que o barulho compromete diversas habilidades cognitivas, principalmente a atenção seletiva para tarefas. Esse problema independia de outros fatores, como hora do dia e ansiedade.

Absenteísmo e afastamento

Em uma pesquisa divulgada pela Revista Brasileira de Saúde do trabalho, 153 professores nas escolas públicas do Distrito Federal entre 2009 e 2010 pediram o afastamento do trabalho por disfonia (dificuldade para falar).

Os nódulos (calos) vocais foram o principal diagnóstico: cerca de 40% das lesões nas cordas vocais e levam, em média, a um afastamento de 166 dias. Dessa porcentagem, 25,5% dos professores foram afastados definitivamente da sala de aula e realocados em outras funções.

Em outro estudo, feito na Bahia, o relato de ambiente de trabalho desfavorável teve uma relação importante com o surgimento da doença, aumentando o risco em 25%. Entre os fatores citados pelos professores entrevistados, estavam:

  • barulho externo excessivo;
  • ruído interno excessivo;
  • acústica inadequada.

Desse modo, ter uma boa infraestrutura física para proteger os professores é imprescindível.

Alto turnout

Um ambiente insalubre e estressante pela poluição sonora atrapalha a retenção de talentos. Com isso, a rotatividade de profissionais se torna um grande problema. As escolas são especialmente sensíveis a ele. Afinal, os alunos criam uma relação afetiva com os professores e podem ficar muito insatisfeitos com a saída deles.

Indenizações

Se o professor conseguir provar que sua escola não tomou as medidas necessárias para manter os níveis de ruído dentro dos limites da regulamentação, ele poderá ter direito à indenização por acidente de trabalho.

Em um único processo, os custos judiciais poderão ser maiores que um investimento em um isolamento adequado. Portanto, sempre pense no custo-benefício a longo prazo.

Por que a poluição sonora afeta o desempenho dos alunos?

As razões pelas quais isso acontece são bem semelhantes às dos professores: uma série de mecanismos neuro hormonais mudam o comportamento do corpo frente aos estímulos. Com isso, diversas habilidades importantes para a sala de aula podem ficar comprometidas.

A maior diferença é que as crianças e os adolescentes estão em desenvolvimento, então os efeitos podem comprometê-los de forma mais intensa. Vamos falar das principais a seguir.

Escrita e leitura

A poluição sonora tem um impacto negativo significativo nessas competências. O principal motivo é a queda da atenção sustentada (AS), isto é, a capacidade de manter o foco ao longo do tempo. Em um estudo realizado em Porto Alegre, as crianças expostas a um maior nível de barulho apresentaram uma pontuação menor nos testes de AS.

Consequentemente, houve impactos em outras áreas:

  • na escrita, eles cometeram mais erros durante uma tarefa de ditado;
  • na leitura, eles se mantiveram menos tempo focados em um texto.

Portanto, o excesso de ruídos pode comprometer o desenvolvimento de habilidades importantíssimas para o desempenho escolar. As crianças que naturalmente já sofrem com dificuldade de se concentrar podem sofrer ainda mais e se tornar agitadas na sala, atrapalhando o rendimento dos colegas.

Náuseas, desconforto físico e emocional

Já um estudo feito na Indonésia com criança do ensino fundamental demonstrou que as crianças expostas à poluição sonora relatavam uma grande gama de queixas:

  • enjoo e náuseas — 23%;
  • desconforto físico e emocional — 21%;
  • dificuldades em compreender a explicação do professor — 22%;
  • redução da capacidade de aprendizado — 22%.

Esses sintomas físicos frequentemente incapacitam a criança ao aprendizado e ela apresenta queixas frequentes de desconforto. Com o tempo, podem até se recusar a ir para a escola.

Nesse sentido, os autores do estudo propuseram uma série de intervenções que poderiam melhorar a acústica das salas e reduzir o barulho:

  • troca das janelas, portas e vidros comuns por opções isolantes de som;
  • instalação de isolamento acústico nas paredes, piso e paredes;
  • barreiras físicas verdes ao redor da escola, como árvores e bambus.

Vamos falar sobre cada uma dessas medidas a seguir.

Como fazer com que o isolamento ocorra completamente?

As barreiras físicas são as principais formas de impedir que o barulho do ambiente externo entre para as salas de aula. Nesse sentido, é preciso pensar em formas de isolar todas as estruturas da construção, como janelas, portas, paredes e pisos.

Além disso, deve-se investir em materiais capazes de mitigar a reverberação dos sons produzidos dentro da escola. Afinal, as conversas de alunos e professores ecoam nas paredes, aumentando o desconforto auditivo.

Isso pode ser feito com diversas estratégias diferentes, como reforço dos materiais e instalação de isolantes termoacústicos. Vamos falar sobre as principais a seguir.

Janelas acústicas com vidros mais grossos

Esse tipo de janela apresenta uma vedação muito superior e materiais que transmitem menos ondas sonoras. Desse modo, parte do som vindo do exterior é refletido em vez de reverberar pelas estruturas.

Além disso, opte por vidros mais grossos, pois a capacidade de bloquear a transmissão é proporcional à espessura. Apesar de ser uma das principais medidas a ser adotada, mas não é a única. Um dos principais erros nos projetos de isolamento acústico é focar nas janelas e se esquecer das outras estruturas.

Portas acústicas

Nas escolas, o barulho vindo dos corredores e das áreas comuns é significativo. Para evitar que ele entre nas salas de aula, existem as portas acústicas. Essas peças contêm um material que dificulta a passagem do som devido às maiores densidade e espessura, além de uma melhor vedação das frestas.

Áreas verdes ao redor da construção

Outra medida bem interessante é o plantio de bambus e árvores ao redor do edifício. Eles vão funcionar como barreiras físicas para refletir as ondas sonoras. Além disso, sua escola ganha mais sustentabilidade e uma área verdade para os alunos relaxarem.

Revestimento de paredes com material isolante acústico

Por fim, não podemos deixar de citar a ação mais importante no contexto das escolas, o isolamento acústico das paredes. Por quê? Durante o horário das aulas os corredores ficam vazios. Então, a principal fonte de ruídos são as salas vizinhas, principalmente utilizam paredes de drywall ou divisórias para separar as salas. Desse modo, torna-se essencial reforçá-las com uma camada de placas ou mantas isolantes.

Somente o isolamento acústico basta para melhorar o conforto dos alunos?

O isolamento acústico nas escolas é uma medida imprescindível para melhorar a satisfação e a segurança dos alunos, mas há outros pontos importantes.

Os melhores isolantes acústicos do mercado também podem vir com funcionalidades adicionais, como isolamento térmico, impermeabilização, vedação e resistência ao fogo. Então, em vez de utilizar uma estratégia para cada um delas, você terá tudo no mesmo produto.

Como escolher o melhor isolamento?

Para avaliar um isolamento, é preciso observar quais vantagens ele apresenta. Desse modo, além de melhorar o desempenho acústico, você mitiga outros problemas frequentes em escolas. Confira a seguir algumas propriedades essenciais para o material escolhido.

Isolamento térmico

Entre elas, está o conforto térmico. É extremamente difícil concentrar quando se está sentindo frio ou calor. Assim como os ruídos, essas sensações desencadeiam uma série de reações fisiológicas no corpo que atrapalham a concentração, o foco e a capacidade de aprendizado.

No entanto, muitas escolas têm receio de instalar ares-condicionados para as crianças e jovens. Afinal, os pais podem relacionar uma temperatura muito baixa no ambiente com o adoecimento dos filhos. Também, as crianças apresentam uma maior sensibilidade alérgica do que os adultos devido ao sistema imunológico imaturo. Então, o ar seco provocado pelo ar-condicionado pode desencadear crises de rinite e outras doenças respiratórias.

Por essa razão, o isolamento térmico é tão importante nas escolas. As barreiras físicas contra trocas de calor, como as mantas térmicas e as placas, são capazes de amenizar o filme dentro da sala de aula com muita eficiência. Elas atuam tanto sobre o calor quanto o frio, pois impedem a transmissão de energia nos dois sentidos — de dentro para fora e de fora para dentro. Assim, a temperatura fica mais estável nas quatro estações.

Impermeabilização

A umidade também é outro problema que compromete o conforto dos alunos. O surgimento de infiltrações, mesmo que não visíveis, facilita o surgimento do mofo. Esse é um dos principais desencadeantes de crises alérgicas na infância. Os fungos têm uma substância chamada de glicoproteína na superfície da sua célula que desencadeiam reações intensas.

Nesse sentido, a escolha de um revestimento acústico impermeável pode fazer toda a diferença. Ele pode ser instalado no teto, nas paredes e nos pisos. Isso reduz os riscos relacionados a todos os tipos de umidade, como por capilaridade e por intempéries.

Resistência ao fogo

Uma das principais resistências que os administradores de escola têm em relação aos isolantes acústicos é o seu papel na propagação de incêndios que tiveram bastante comoção no Brasil. Todavia esse tipo de ocorrência está ligada a um material específico, chamado de poliuretano. Ele forma uma espuma que é combustível a altas temperaturas e libera gases tóxicos.

Qual o melhor isolante termoacústico do mercado atualmente?

Nos últimos 20 anos, dezenas de isolantes diferentes surgiram no mercado. No entanto, nada se equipara a uma tecnologia desenvolvida pela NASA — o 3TC. Ele foi desenvolvido utilizando o que há de mais avançado na engenharia de materiais e apresenta três camadas:

  • duas lâminas de polímero refletivo, que reflete grande parte da radiação infravermelha e impede que ela aqueça as estruturas;
  • um núcleo de EPS, disponível em variáveis espessuras, o qual é responsável por impedir a condução do calor e do som.

A eficiência do EPS é comprovada por vários estudos técnicos. Neles, analisa-se o coeficiente de absorção acústica, que vai de 0 a 1. Quanto maior ele for, maior a capacidade do material de abafar o som.

No caso do isolamento acústico, é preciso avaliar a capacidade do material de isolar as mais diferentes frequências de som — do mais grave (maior frequência) ao mais agudo (menor). Nesse critério, o EPS também se destaca em relação a outros materiais construtivos.

De acordo com esse estudo sobre os diferentes isolantes, o EPS pode chegar a um isolamento máximo de 0,92 para sons agudos e de 0,11 para sons graves. Em uma comparação com outro material muito utilizado, a lã de rocha apresenta uma eficiência um pouco maior para os graves 0,2, mas perde nos sons agudos com valores entre 0,4 e 0,6. Essa desvantagem também é encontrada no caso da borracha e do polipropileno.

Como na maioria dos casos, os sons mais incômodos para os seres humanos se encontram na faixa aguda, é fundamental contar com um material eficiente para toda essa frequência. São eles os principais responsáveis pela falta de atenção, dores de cabeça e náuseas nos estudantes e nos professores.

4.3. Vedação, impermeabilização e resistência ao mofo

Aqui, temos outro grande diferencial do 3TC em relação a outros isolantes do mercado. A lã de vidro, a lã de rocha, a lã de PET e as espumas são todas permeáveis. Portanto, não atuam sobre a impermeabilização das estruturas. Desse modo, você pode ter de contratar um projeto auxiliar para garantir a resistência à umidade da escola.

No caso do 3TC, tanto o EPS quanto os polímeros refletivos são altamente impermeáveis e não vão deixar a umidade danificar as estruturas. Além disso, no telhado, você pode utilizar as mantas flexíveis, as quais são capazes de se conformar a cada fresta para impedir a entrada de água, animais e sujeira. É uma vedação completa! Com isso, evitam-se o surgimento de mofo, infiltrações e outras patologias da construção.

Resistência ao fogo

Além disso, o 3TC é comprovadamente resistente ao fogo. Submetemos os produtos à certificação do Instituto de Pesquisas Tecnológicas. Eles passaram por vários testes em conformidade com todas as normas de segurança. O comportamento ao fogo é muito importante na hora de selecionar a tecnologia adequada à sua utilização, por isso temos este conteúdo que pode esclarecer mais sobre o assunto.

Resistência mecânica

Por fim, não podemos deixar de falar da resistência mecânica. O polímero que recobre a 3TC é muito resistente ao estresse físico aplicado sob diversas formas, como atrito, risco, corte, pressão, laminação, impacto, entre outros. Então, a manta acústica pode ser utilizada sobre estruturas mais frágeis como proteção. Isso é muito interessante para as escolas, visto que crianças e adolescentes se movimentam bastante.

O isolamento acústico em escolas pode ser um desafio e é exatamente por isso que você precisa contar com a melhor tecnologia de materiais. Há várias opções no mercado, mas certamente o 3TC está na liderança.

Ficou com alguma dúvida? Quer compartilhar alguma opinião? Então, comente aqui no nosso post!

A construção no litoral apresenta diversos desafios. Afinal, nessas regiões, os edifícios estão sujeitos a mais riscos, como a maresia, ventos mais fortes e a maresia. Então, é preciso montar uma estrutura de proteção especial para evitar danos e a necessidade de reformas constantes.

Além disso, as altas temperaturas e a incidência do sol reduzem o conforto térmico dos ambientes interiores. Isso pode prejudicar a saúde e o bem―estar dos moradores. Quer saber como melhorar o seu projeto litorâneo? Acompanhe!

1. Quais são os cuidados essenciais em construções no litoral?

O sucesso de uma obra no litoral começa na escolha do terro e vai até a manutenção!

1.1 Terreno

Sem os cuidados adequados na hora de escolher um terreno, a construção no litoral pode se tornar uma verdadeira dor de cabeça para o comprador. O primeiro passo para garantir o sucesso do seu projeto arquitetônico é exigir a apresentação de um estudo do solo, pois, em faixas litorâneas, podem haver solos muito úmidos e arenosos ― que são facilmente conformáveis.

Desse modo, é preciso fazer um projeto auxiliar para o adensamento do solo. Ele deverá ser executado com muita técnica, trazendo uniformidade em toda a área. Caso contrário, uma região pode ficar menos densa e mais permeável à água. Com o tempo, haverá um desnível entre dois pontos da construção ― o que compromete as estruturas, causando rachaduras, trincas e outras patologias.

Além disso, especialmente em locais mais ermos, é muito comum que não haja a infraestrutura de serviços necessários para uma família ou para um negócio. Por exemplo, pode não haver fornecimento de luz, de água encanada ou recolhimento de esgoto. Consequentemente, será preciso investir muito dinheiro para tornar o empreendimento viável.

Por exemplo, é necessário pagar altas taxas para a instalação de luz elétrica, construir poços para o consumo de água e investir em cisternas para o esgoto. Ou seja, os custos do projeto inicial podem dobrar somente para trazer uma infraestrutura mínima. Em alguns casos, como redes de internet e de telefonia, as operadoras não ofertam a instalação desse serviço nem mesmo mediante o pagamento de taxas elevadas.

Por fim, ainda há diversas questões legais nesses casos. A regulamentação e a legislação brasileira são bastante restritivas quanto ao uso do solo próximo a praias. Em geral, essas áreas são protegidas e é preciso pedir uma autorização da prefeitura para a construção. Nesses casos, as exigências podem ser tão grandes que tornam o projeto inviável.

Ademais, não deixe de conferir toda a documentação ― especialmente em regiões mais afastadas. Exija sempre a escritura e confira toda ela no cartório em que foi feito o registro. Afinal, a ação de grileiros é muito comum e você pode ocupar um terreno que pertencia a outra pessoa ou a União.

1.2 Estrutura de construção no litoral

Este certamente é o ponto de maior atenção, pois o clima das praias não permite o uso de qualquer material nas construções. Isso se deve a dois principais motivos: as altas variações de temperatura e a maresia.

No primeiro caso, pode haver mudanças bruscas de temperatura muito rapidamente. Isso provoca a dilatação e a retração das estruturas ― que podem desenvolver fissuras. Nesse caso, é importantíssimo escolher materiais com maior capacidade de resistir ao estresse mecânico.

O outro ponto importante é a maresia. As ondas do mar, quando se chocam, liberam partículas de água com sal para a atmosfera. Elas são levadas até as construções e se acumulam nos materiais. Essa é uma das razões por que os vidros em regiões litorâneas estão sempre úmidos.

No entanto, em contato com estruturas metálicas, o dano pode ser muito grande. O sal apresenta partículas com cargas elétricas capazes de interagir com metais oxidáveis na presença de água. Então, surge a ferrugem, cujos danos vão muito além da estética e atingem, também, a sustentação da casa. A maioria dos pilares e das lajes apresentam armaduras metálicas de aço comum, o qual é facilmente corrosível.

Nesse sentido, é imprescindível fazer um tratamento especial nas vigas com uma camada maior de concreto para a proteção da armadura ou com a aplicação de uma camada extra impermeável. O ideal é utilizar aditivos plastificantes de impermeabilização semiflexível. Nesse caso, as vigas devem estar sempre em locais protegidos da ação da radiação solar.

Caso você utilize telhas metálicas na construção, é importante também selecionar um material resistente à corrosão. Entre os mais utilizados, estão o Galvalume, o alumínio e o aço inox. Hoje em dia, eles podem ser integrados a sistemas de isolamento termoacústico, que compensam a baixa eficiência em bloqueio do calor.

1.3 Acabamentos

Aqui, é preciso estar muito atento sobre o efeito da maresia sobre os materiais. Como explicamos, os metais oxidáveis sofrerão com a ação contínua da umidade salina. Então, ficarão com a aparência enferrujada, comprometendo a estética dos acabamentos. Isso deve ser levado em consideração na hora da escolha de diversas peças, como:

  • janelas, portas e fechaduras;
  • pias e registros;
  • acessórios, entre outros.

Muitas pessoas acabam subestimando o poder da maresia. Afinal, é um vilão que ninguém vê. Aparentemente, o ar é normal ― exceto pelo cheio de praia. No entanto, microscopicamente, há partículas nocivas para as construções.

Além disso, a própria umidade aumentada também causa danos significativos. Por exemplo, pisos em madeira sem uma camada de impermeabilizante não lidam muito bem com a umidade alta das praias. Nesses casos, eles estufam e comprometem a estética dos pisos.

Por fim, não podemos deixar de falar do próprio clima. As zonas litorâneas estão mais sujeitas a chuvas intensas devido à maior umidade da atmosfera local e a ação de massas de ar marítimas. Portanto, é preciso reforçar a impermeabilização e reforçar as estruturas para resistir a ventos fortes.

1.4 Paisagismo em construção no litoral

O clima também oferece desafios importantes na hora de selecionar a vegetação utilizada para o paisagismo. A ação muito intensa do sol durante o dia exige que as plantas resistam à evaporação da água pelas folhas e sejam capazes de captar a umidade de regiões mais fundas do solo.

Além disso, a menos que você queira investir em um sistema automatizado, dê preferência a plantas que exijam uma menor frequência de irrigação. Também, as casas de praia podem ficar muitos meses fechadas sem nenhuma manutenção. Assim, é melhor escolher espécies que sobrevivem nessas condições.

1.5 Manutenção

O clima hostil e a areia tornam a manutenção das casas de praia mais complexa. Por essa razão, é imprescindível escolher materiais mais práticos para limpeza. Elas deverão apresentar uma maior resistência a riscos, pois pode ser necessário usar vassouras de cerdas rígidas ou jatos de água retirar os resíduos de areia.

Outro desafio é a manutenção da própria construção. A ação dos ventos pode causar danos significativos, especialmente no telhado. Se as telhas não forem bem fixadas, elas podem se soltar facilmente e, então, será preciso fazer trocas frequentes.

2. Quais são os materiais mais indicados para construção no litoral?

Há materiais que, por sua resistência à umidade e capacidade de isolamento térmico, são mais adequadas para o litoral. Conheça alguns deles nos tópicos a seguir.

2.1 Madeira

Não é todo o tipo de madeira que é adequado para a construção próxima à praia, pois há opções mais ou menos permeáveis. Por exemplo, o eucalipto é uma madeira extremamente permeável e absorve com facilidade a umidade. Então, dilata―se facilmente e perde a resistência no clima litorâneo.

Outra contraindicação são as madeiras de baixa densidade, independentemente da estrutura em que são aplicadas. O principal exemplo são os compensados. Elas apresentam uma porosidade maior e, portanto, alta permeabilidade.

Já madeiras mais maciças, como o ipê, a maçaranduba e a teca, são muito mais seguras. No entanto, devem receber o tratamento adequado com o lixamento da superfície e aplicação de resinas impermeáveis, como o verniz. Com isso, não se sujeitam aos danos estruturais causados pela umidade.

A grande vantagem da madeira é a sua maior capacidade de isolamento térmico, o que é essencial diante do calor das praias. Para ampliar o conforto, ela pode ser integrada a mantas térmicas com ação reflexiva da radiação solar nas áreas mais expostas.

2.2 Alumínio

O alumínio se apresenta como um dos principais metais para o uso em construções no litoral, pois é muito mais resistente à corrosão. Mesmo quando oxida, pode ser facilmente recuperado, pois, forma apenas uma fina camada de oxidação branca ― removível com uma lixa fina.

Ademais, é um material extremamente versátil. Ele pode ser pintado com diversos esmaltes sintéticos para melhorar a resistência e mudar sua aparência estética. Portanto, pode ser utilizado em diversos locais de uma construção, como as janelas, as maçanetas, entre outros.

No entanto, por ser muito maleável, não pode ser empregado em estruturas de sustentação, como as vigas e os pilares.

2.3. Aço inoxidável

O aço inoxidável é uma liga de ferro com a adição de carbono e cromo. Com isso, pode―se reduzir a interação com as moléculas de oxigênio que geram a ferrugem. Como apresenta uma excelente resistência mecânica, pode ser facilmente integrado às estruturas de sustentação tanto sozinho quanto com o concreto.

2.4. Galvalume

O Galvalume é um liga metálica constituída por zinco, alumínio e silício. Foi criada para aumentar a resistência desses metais à corrosão, sendo um dos materiais mais resistentes nesse sentido.

Por ser extremamente maleável, é utilizado principalmente na fabricação de telhas e chapas. Entretanto, está contraindicado nas estruturas de sustentação.

2.5. Concreto

O concreto é outro material muito importante para as construções litorâneas, pois pode ser utilizado para fabricar as mais diversas estruturas desde as vigas da fundação até as telhas. No entanto, há diferentes tipos de concreto no mercado e é importante estar atento à porosidade de cada opção. Quanto maior ela for, mais susceptível a estrutura estará à ação da umidade.

Assim, o concreto mais poroso pode ser utilizado em locais onde ele não está associado a estruturas metálicas, como as telhas. Entretanto, quando ligado a armaduras metálicas, será preciso protegê―las e, assim, o concreto deve ser o mais impermeável quanto possível. Para isso, eles podem ser associados a aditivos ou materiais impermeabilizantes. Falaremos mais deles a seguir.

2.6. Impermeabilizantes

Com o isolamento térmico, a impermeabilização é uma das ações mais importantes nas construções no litoral. Afinal, devido à maior umidade do ar e à maresia, as estruturas estão sob maior risco de danos químicos. Nesse sentido, é importante fazer um projeto detalhado. A seguir, explicaremos os principais tipos e sistemas.

Atualmente, existem três tipos de impermeabilização no mercado: a rígida a semiflexível e a flexível. Elas devem ser escolhidas de acordo com a exposição da superfície ao calor e ao estresse mecânico.

Rígida

A impermeabilização rígida geralmente é feita com o acréscimo de aditivos aos materiais tradicionais da construção, como o gesso, o cimento e a argamassa. Assim, diversos efeitos podem ser conquistados, como:

  • aumento da tensão superficial do material, fazendo com que a água seja repelida ao entrar em contato com a estrutura. Esse é o caso dos aditivos hidrofugantes;
  • redução da porosidade do material. Desse modo, as moléculas interagem mais fortemente entre si, impedindo a penetração da água.

No entanto, isso apresenta um lado negativo. Quando expostos à variação de calor, as estruturas ficam mais susceptíveis a fissuras, comprometendo a eficiência da impermeabilização. Desse modo, não podem ser utilizados em superfícies em contato direto com o sol.

Flexível

Esses impermeabilizantes são chamados de flexíveis, pois contam com maiores elasticidade e conformidade. Ou seja, quando as estruturas se dilatam devido à ação do calor, o impermeabilizante é capaz de se adaptar e proteger a superfície mesmo diante do surgimento de fissuras.

Eles funcionam de modo diferente das anteriores, pois não são aditivos aos aglomerantes da construção civil. Em vez disso, eles são aplicados em camadas sobre as superfícies já prontas. Nesse sentido, apresentam―se em dois subtipos principais, as mantas e as membranas.

As mantas devem ser aplicadas a quente para aderir às superfícies. Talvez, seja o tipo mais conhecido devido às mantas asfálticas ― um dos impermeabilizantes mais populares no mercado e que são utilizados nas vias rodoviárias.

Em espessuras menores e com armaduras especiais, podem ser empregados na construção civil para as áreas que entram em contato direto com o sol e necessitam de alta capacidade de vedação, como as lajes.

Já as membranas são instaladas a frio por diferentes processos. Devem ser aplicadas em diversas camadas a fim de apresentar a eficiência máxima. Por serem mais práticas, têm se tornado mais populares. Podem ser utilizadas em áreas externas, lajes etc.

Semiflexível

Por fim, temos o tipo semiflexível, que nada mais são do que aditivos que suportam uma maior variação de temperatura. Apesar dessa vantagem, ainda não podem ser utilizados em estruturas submetidas a uma dilatação térmica mais intensa. Entretanto, são opções mais seguras para reforçar a proteção de vigas e de fundações.

No litoral, portanto, a elaboração de um projeto de impermeabilização adequado é essencial para evitar os danos causados pela umidade.

3. Como garantir conforto térmico e isolamento na casa?

Por fim, vem o assunto mais importante quando falamos de construções no litoral ― o isolamento térmico. Ele é responsável por manter a qualidade das estruturas e trazer mais conforto aos usuários.

3.1 Isolamento térmico

O isolamento térmico é uma técnica utilizada para evitar as trocas de temperatura entre o meio interno e o externo. Desse modo, é possível manter uma temperatura estável dentro das construções no litoral e reduzir a dependência de equipamentos elétricos para a manutenção do conforto.

Esses materiais agem sobre um ou mais dos seguintes processos de transmissão de calor:

  • condução: ocorre quando dois materiais com temperaturas diferentes entram em contato físico. A energia do movimento das moléculas do mais quente é transmitida para o mais frio, aumentando os valores de temperatura. É o que ocorre quando um motor aquece a parede que está apoiado;
  • convecção: acontece devido à movimentação das massas de ar. Quando o ar é aquecido no solo, ele fica menos denso e é direcionado para cima. Por sua vez, a massa de ar mais fria é direcionada para baixo. Quando o telhado não é isolado termicamente, ele aquece constantemente as massas de ar superiores dentro do edifício e gera um fluxo de ar cada vez mais quente;
  • radiação: essa é a principal causa do aquecimento das estruturas de uma construção. As fontes de calor liberam ondas de energia que não dependem do contato físico para aquecer outros objetos. Ou seja, a transmissão de calor ocorre à distância. O principal exemplo nesse sentido é o sol. Por essa razão, cerca de 90% do calor absorvido por um edifício chega por meio da radiação.

A eficiência de um isolante depende diretamente de quão eficiente ele age sobre os três processos.

3.2. Sprays

Os sprays são feitos a partir de polímeros plásticos aplicados com bombas a jato. Assim, eles formam uma fina camada sobre as superfícies e podem impedir parte da condução de calor. Portanto, não agem sobre os processos de convecção e de radiação.

3.3. Espumas Expansivas (PU)

As espumas também são produzidas com polímeros plásticos, porém elas são pré-fabricadas. O principal material utilizado é o poliuretano, que já esteve envolvido em diversos incêndios devido à alta capacidade de combustão. Fique atento à ficha técnica do fabricante na hora de escolher essa tecnologia para sua construção no litoral.

3.5. Foils (Duralfoil)

Já os foils contam com uma ação bem diferente dos modelos anteriores, pois não agem sobre a condução, mas sobre a radiação. São lâminas altamente reflexivas que devolvem parte da radiação solar de volta para o meio ambiente. Isso impede que a energia seja transmitida para as estruturas da construção.

3.6. Mantas térmicas

As mantas térmicas podem ser feitas a partir de diversos materiais, cada qual com propriedades específicas. Em comum, eles apresentam uma maior flexibilidade e conformidade. A seguir falaremos dos principais tipos:

  • lã de vidro: fabricada a partir da sílica submetida a altas pressões, esse é um isolante fibroso com boa eficiência para bloquear processos de condução de calor, porém não atua na radiação;
  • lã de rocha: muito semelhante à anterior com a diferença de ser produzida a partir da diábase, uma rocha vulcânica;
  • Manta lã de PET: usualmente feita com garrafas recicladas, também só age sobre a condução de calor;
  • 3TC: além de um núcleo de poliestireno estendido maleável, que reduz grande parte da condução de calor, o 3 TC conta com duas camadas de lâmina reflexiva. Desse modo, pode atuar sobre todos os processos de transmissão de energia térmica. Por isso, falaremos dele, no final do post.

Por serem maleáveis, as mantas são utilizadas nas superfícies que exigem maior flexibilidade do material, como as quinas dos pisos e das paredes.

3.7. Placas térmicas

As placas térmicas costumam ser fabricadas com os mesmos apresentados acima. A grande diferença está nas técnicas de produção. Aqui, há um adensamento muito maior dos materiais ou um aumento na espessura. Com isso, se formam estruturas rígidas. São essenciais para regiões que não podem oferecer sustentação para as mantas ou que precisam de um reforço, que é o caso de construção no litoral.

3.8. O 3TC

O 3TC é baseado nas tecnologias desenvolvidas pela NASA para os trajes espaciais dos astronautas, uma vez que o Espaço está sujeito a amplas variações de energia. Seu principal diferencial é atuar sobre os três processos de transmissão de calor.

O seu núcleo de poliestireno estendido é altamente eficiente para impedir a condução de calor. Então, toda a energia vinda do contato com as massas de ar e com o solo pode ser mitigada.

Já as lâminas refletivas são capazes de devolver mais de 90% da energia solar para o meio ambiente e impedir que ela aqueça a construção. Com isso, temos um sistema completo de isolamento com a máxima eficiência.

Outro grande benefício desse sistema de isolamento térmico é que ele permite a utilização de outras técnicas construtivas que não eram tão eficientes para as regiões litorâneas. Por exemplo, as telhas metálicas seriam as opções ideais para evitar que as peças se soltem com a ação do vento, uma vez que elas são pregadas diretamente nas terças.

Contudo, elas transmitiam todo o calor da radiação solar para o ambiente interno. Com o isolamento, esse problema é eliminado, visto que as mantas podem ser integradas às telhas e trazer a máxima eficiência térmica para o ambiente.

Ademais, o 3TC é um material totalmente impermeável e pode reforçar ― ou mesmo substituir ― os sistemas de impermeabilização necessários para as construções litorâneas. Por conseguinte, ao utilizá-lo, você garante o conforto térmico mesmo diante do calor mais intenso e protege sua construção contra os potenciais danos ambientais.

Portanto, o sucesso da sua construção no litoral depende da escolha dos materiais e dos métodos construtivos certos. É imprescindível investir bastante a fim de prevenir os mais diversos riscos, como ventos fortes, temperaturas elevadas e alta umidade. Assim, é possível manter o conforto térmico e aumentar a vida útil de cada estrutura.

Você conhecia todos esses cuidados essenciais para as construções no litoral? Não?! Provavelmente muita gente também não conhece! Então, não deixe de compartilhar nosso post nas redes sociais!

A sustentabilidade na construção civil é um conceito muito importante para o sucesso dos projetos de arquitetura e engenharia. Afinal, esse setor já foi visto como um dos mais danosos ao meio ambiente devido à baixa eficiência dos processos, excesso de desperdícios, utilização de materiais pouco renováveis e exploração intensa dos recursos naturais.

Com a crescente preocupação com o planeta, muitas pessoas já rejeitam viver em edifícios que não foram feitos de acordo com as melhores práticas de desenvolvimento sustentável. Para que você não perca nenhuma oportunidade, preparamos este guia completo sobre o assunto. Acompanhe!

Afina, o que é sustentabilidade?

Primeiramente, devemos conceituar tecnicamente a sustentabilidade. Temos uma visão do senso comum que não é capaz de abarcar toda a sua complexidade. De forma geral, ser sustentável significa explorar os recursos sem comprometer a vida e o bem-estar das futuras gerações. Além disso, é se preocupar com a manutenção da biodiversidade para que todas as espécies passam viver em equilíbrio no planeta.

Para isso, a sustentabilidade apresenta três pilares principais: econômico, ambiental e social. De uma forma geral, portanto, um processo de construção sustentável busca maximizar a eficiência da geração de riquezas sem comprometer os recursos do planeja e promovendo o desenvolvimento da comunidade local e dos futuros usuários. Desse modo, não é só uma preocupação que vai além do meio ambiente.

Ademais, você deverá estar ciente de que isso não é uma ação ocasional. Deve abarcar um planejamento não só em cada projeto, mas também em todo o planejamento estratégico da empresa e na sua missão. Por essa razão, muitas empresas fazem planos de metas de sustentabilidade com prazos muito variados:

  • reduzir o desperdício em X% em um ano;
  • diminuir as emissões de carbono em X% na próxima década;
  • empregar materiais renováveis, reciclados ou reaproveitados em X processos;
  • utilizar matérias-primas de iniciativas locais de preservação ambiental;
  • investir em projetos de pesquisa e desenvolvimento de materiais ecológicos em parceria com universidades e empresas da região da obra.

Com esse tipo de objetivo, seu negócio será capaz de conquistar todas as plataformas mais importantes da sustentabilidade. Assim, é possível também expressar uma imagem de responsabilidade social, a qual também é muito valorizada pelo público contemporâneo, especialmente os mais jovens.

Qual a importância da sustentabilidade na construção civil?

A sustentabilidade deveria se tornar o alicerce de todas as empresas na construção civil, visto que traz um crescimento para a própria empresa em termos de eficiência e produtividade.

Geralmente, quando pensamos nesse conceito, nós o associamos com materiais mais caros. Todavia, se você utiliza a estratégia correta, ele se torna uma oportunidade para que sua empresa melhore a eficiência dos processos e a qualidade dos projetos.

Quais as vantagens da sustentabilidade para a construção civil?

Além disso, a sustentabilidade apresenta diversas outras vantagens para o setor da construção. Esses benefícios envolvem desde uma maior eficiência nos processos até a atração de clientes. Confira!

Redução de custos

A construção civil apresenta gargalos importantes de eficiência e produtividade. De acordo com uma estimativa da empresa americana Construction Executive, a taxa de retrabalho pode chegar a 30%. Em outras palavras, praticamente um terço de todas as tarefas precisam ser refeitas devido a algum problema importante. Isso é um problema muito grave.

A implementação da política de sustentabilidade da sua empresa pode começar aí, com revisão das práticas e processos que levam a tanta ineficiência. Para isso, várias ações podem ser feitas, como:

  • adoção de materiais mais resistentes e fáceis de instalar;
  • implementação de processos e fluxos de trabalho focados em métricas e indicadores, monitorados diariamente pelo gestor;
  • uso de materiais reciclados, reaproveitados ou produzidos com tecnologia de alta eficiência;
  • aquisição de equipamentos mais modernos com maior eficiência energética;
  • utilização de metodologias de construção que demandam menos materiais, como os pré-fabricados;
  • controle rígido do estoque com monitoramento de todas as entradas e saídas;
  • criação de protocolos para a dosagem de materiais, como o cimento, a argamassa e seus aditivos;
  • incentivo do reaproveitamento da água;
  • liderança constante do gestor do canteiro, verificando constantemente o cumprimento das metas e dando feedbacks quando necessário;
  • elaboração de projetos inteligentes, os quais aproveitam, ao máximo, as características dos materiais para a funcionalidade da construção, entre várias outras medidas.

Com todas essas ações, além de atingir o escopo da sustentabilidade, você também garante uma obra com muito menos desperdício e retrabalhos. Consequentemente, mesmo que haja um certo investimento em materiais e equipamentos, certamente eles são compensados com um custo total final muito menos. Com isso, o retorno sobre o investimento é garantido.

Maior produtividade

A sustentabilidade também apresenta alguns efeitos indiretos e surpreendentes. De acordo com o jornal inglês The Guardian, os ambientes sustentáveis apresentam uma menor taxa de absenteísmo e de rotatividade de funcionários. Além disso, eles também se apresentam mais satisfeitos e uma maior eficiência.

Isso provavelmente está relacionado com o fato de, ao implantar as medidas citadas acima, cria-se um canteiro de obra mais saudável com melhor comunicação entre as pessoas e mais organização.

Menos resíduos

A indústria da construção civil é uma das mais criticadas pelos ambientalistas. Na Europa, cujas empresas já apresentam práticas mais modernas, o setor pode ser responsável por 34,7% dos resíduos. Aqui, no Brasil, apesar de não haver estatísticas sobre o tema, os valores devem ser maiores ou muito semelhantes. Isso representa um impacto muito negativo sobre o meio ambiente.

Há diversas medidas para reduzir o número de resíduos. Por exemplo, os rejeitos de demolição, como a madeira, pode fazer parte de estruturas de decoração. O concreto pode ser remanufaturado para a fabricação de tijolos reciclados.

No entanto, há algumas medidas mais tradicionais que podem também ser utilizadas. Por exemplo, pode-se substituir a alvenaria interna de um edifício pelo drywall com mantas térmicas para paredes. Com isso, é possível ter uma eficiência muito parecida, mas com muito menos materiais.

Uso de materiais mais modernos e eficientes

Sem um desafio, sua empresa pode ficar estagnada e utilizar as mesmas matérias-primas anos a fio. Assim, diversos materiais de alta tecnologia são inventados, mas não há o aproveitamento deles nos seus processos. Por sua vez, a sustentabilidade forçará suas equipes a saírem do mais do mesmo. Elas precisarão pesquisar por novas opções e, assim, modernizar sua produção.

Para citar um exemplo que conhecemos bem, nos últimos trinta anos, diversos tipos de mantas acústicas foram inventados a partir dos mais diversos materiais, como o vidro, a rocha e as espumas. Nos últimos anos, porém, surgiu o 3TC. Ele combina um polímero orgânico de alta eficiência com duas lâminas metálicas refletoras, fabricados de acordo com as melhores práticas sustentáveis.

Com isso, foi possível criar uma manta que atua sobre todos os processos de transmissão de calor, desde a radiação até a condução física. Então, as construções conquistam um maior conforto térmico, reduzindo a necessidade de uso de ares-condicionados e aquecedores em alta potência. Além disso, a instalação é muito mais simples, o que diminui o risco de retrabalho.

Prevenção de ruídos

Praticamente todos os produtos sustentáveis são oriundos de muita pesquisa para otimizar a funcionalidade dos materiais e melhorar a qualidade de vida dos usuários das construções. Então, um dos objetivos nesse sentido é a redução dos ruídos com ações simples, como:

  • utilização da construção verde para que as árvores e plantas absorvam parte do ruído ambiental. Para isso, elas podem ser instaladas em canteiros, bloqueando os sons da rua, ou dentro da construção desde que próximas às fontes de ruído;
  • aumento da distância das fontes do ruído em relação aos espaços habitados;
  • criação de isolamento acústico com materiais sustentáveis.

Proteção ambiental

Além disso, há o objetivo final de proteger nosso meio ambiente. A garantia de um planeta confortável para nossos filhos, sobrinhos e entes queridos das próximas gerações já deve ser um benefício e tanto, não acha? No entanto, como um dos pilares da sustentabilidade é a economia, não podemos deixar de falar dos benefícios para os lucros.

Primeiramente, estar ligado à causa ambiental melhora a imagem da empresa, especialmente nas classes com maior escolaridade. No entanto, não é só isso. Os edifícios sustentáveis apresentam uma maior eficiência energética, resultando em contas de luz mais baratas. As estratégias de isolamento termoacústico são mais avançadas, o que traz muito mais conforto. Com isso, seus produtos se tornam conhecidos pela excelência.

Melhor qualidade de vida

Como explicamos, a sustentabilidade não leva somente em consideração o meio ambiente, mas também os indivíduos que o habitam. Então, a qualidade de vida se torna uma preocupação em cada detalhe. Todo o projeto deve ser feito com muita atenção para a funcionalidade.

Outro aspecto interessante é a incorporação da arquitetura verde. Com isso, busca-se trazer parte da natureza para dentro dos espaços humanos. Esse contato apresenta o potencial de trazer mais bem-estar e reduzir o estresse.

Quais soluções sustentáveis podem ser usadas nas construções?

Principalmente no mercado de edifícios corporativos, um dos principais apelos da construção sustentável é a redução do uso de ares-condicionados e aquecedores. Esses equipamentos são os que mais gastam energia elétrica, contribuindo para a destruição de ecossistemas para hidroelétricas e para a emissão de gases do efeito estufa nas termoelétricas. Por essa razão, grande parte dos esforços está focada na melhoria da eficiência térmica das construções.

Além disso, outra preocupação importante tem sido a exploração de recursos minerais para a produção de insumos do concreto. Então, muitas alternativas têm sido pesquisadas para substituí-los ou minimizar seu uso.

Tinta térmica

Você sabia que grande parte das tecnologias revolucionários vem da NASA? Esse é justamente o caso da tinta térmica! Pesquisando alternativas para melhorar o conforto térmico das estações espaciais e dos foguetes, a agência espacial desenvolveu uma resina capaz de refletir grande parte da radiação solar, evitando que ela aqueça os componentes de uma construção. Assim, pode-se reduzir significativamente o uso de ares-condicionados.

Telhado verde

Essa estratégia envolve a utilização de coberturas com plantas nos telhados. No entanto, foi preciso desenvolver uma tecnologia avançadas para que ela não provocasse infiltração. Para isso, várias camadas precisam ser aplicadas:

  • camada vegetal;
  • camada de terra orgânica;
  • camada de filtração;
  • camada drenante;
  • manta geotêxtil;
  • manta impermeável;
  • manta de isolamento térmico;
  • camada de controle de vapor;
  • base.

As plantas absorverão grande parte do calor para a transpiração e para a fotossíntese. Além disso, as camadas inferiores auxiliarão ainda mais no controle térmico.

Mantas isolantes

Novamente, vamos falar de outra tecnologia desenvolvida pela NASA. No Espaço, os astronautas estão sujeitos à intensa radiação solar e a grandes variações de temperatura. Então, a agência procurou materiais isolantes altamente eficientes para criar os trajes de astronauta.

Assim, surgiu o 3TC, que apresenta uma superioridade significativa em relação aos isolantes tradicionais, como a lã de vidro, a lã de rocha e as espumas de poliuretano. Afinal, elas não foram pensadas para lidar com a energia da radiação de calor, a qual corresponde a 90% da transferência em construções.

Ademais, difere-se das foils tradicionais, os quais lidam somente com a radiação e não agem sobre a condução. Portanto, o 3TC é completo, lidando com todas as formas de transmissão de energia calorífica.

Alternativas ao concreto

O concreto é um dos materiais que mais geram preocupação na construção civil. Afinal, até pouco tempo, ele não era passível de reaproveitamento. Também, devido a seu baixo custo, os processos de dosagem eram altamente ineficazes. Os trabalhadores do canteiro produziam muito todos os dias, pois não valorizavam o produto e desperdiçam grande parte.

Atualmente, muitos processos industriais foram desenvolvidos para o beneficiamento do concreto. Com isso, é possível reduzir a quantidade de recursos explorados do meio ambiente. Também, há materiais alternativos, como o concreto verde, que é fabricado a partir de musgos.

Estruturas metálicas recicladas

Com os desastres ambientais nas barragens de rejeitos minerais, os metais têm se tornado o centro das atenções sustentáveis. Felizmente, é um material muito simples de reciclar com métodos já bem estabelecidos há décadas.

Milhões de toneladas de ferro podem deixar de ser extraídas se aproveitarmos todas as estruturas da demolição de edifícios, dos equipamentos obsoletos etc. Então, dê sempre preferência às estruturas recicladas.

Quais práticas sustentáveis podem ser aplicadas durante a obra?

São inúmeras as ações para trazer mais sustentabilidade as obras. A seguir, vamos falar de algumas medidas simples e prioritárias. Acompanhe!

Materiais pré-fabricados em ambientes controlados

Os pré-fabricados representam uma importante medida para a redução de desperdícios nas obras. As estruturas são feitas em ambiente industrial e cada peça é feita sob medida, utilizando estritamente a quantidade de material necessário para cada peça.

Além disso, como elas são feitas de acordo com as necessidades de cada projeto, encaixam-se melhor umas nas outras. Isso reduz a quantidade de argamassa ou de cimento para a união das peças. É possível fazer estruturas pré-fabricadas de madeira, concreto e aço atualmente.

Gerenciamento de resíduos

Manejar os resíduos é um grande desafio dos gestores das obras. Afinal, o setor ainda não consolidou estratégias de coleta seletiva para a reciclagem industrial ou outras técnicas de reaproveitamento. Frequentemente, os rejeitos são descartados inadequadamente em leitos de água, campos abertos etc.

Porém, há alternativas completamente sustentáveis, capazes de gerar riqueza e desenvolvimento social. Por exemplo, sua empresa pode estabelecer parcerias com associações de catadores locais para que eles possam revender peças metálicas, plásticos e papéis.

Além disso, há estratégias de reuso do concreto dentro das próprias obras. Com os equipamentos específicos, você pode triturá-lo e empregá-lo nas fundações das construções ou como agregado nas mais diversas estruturas.

Quais os exemplos de sustentabilidade na construção civil

Antes de apresentar alguns edifícios sustentáveis, vamos resumir alguns critérios que vimos até agora:

  • uso de energia sustentável ou de práticas para redução do consumo;
  • emprego de materiais renováveis, reciclados ou reutilizados;
  • gestão de resíduos com métodos ecológicos;
  • aumento da eficiência dos processos de forma geral;
  • geração de riqueza e desenvolvimento social.

As construções que reúnem grande parte deles geralmente são vistas como exemplos de sustentabilidade. Vamos falar das principais no Brasil e no mundo!

Ninho do Pássaro em Pequim

Para mostrar o poder da sua economia e do compromisso com o futuro, a China vem desenvolvendo diversas construções amigáveis ao meio ambiente. O principal palco das Olimpíadas, o Estádio Olímpico Nacional, é uma referência internacional.

Grande parte das suas estruturas foi elaborada para coletar a água da chuva e, no topo, diversos painéis solares garante um consumo mínimo de energia oriunda de termelétricas, a principal fonte da China.

Além disso, a fachada em forma de ninho de pássaro não é só estética, ela tem a função de melhorar a ventilação do estádio e contribuir para o conforto térmico.

Centro Sebrae de Sustentabilidade

O Brasil tem um dos edifícios agraciados em 2018 pelo principal prêmio de arquitetura sustentável, o BREEAM Awards. Para isso, o arquiteto José Portocarrero aproveitou o saber das técnicas construtivas das populações indígenas, cujas ocas são elaboradas para oferecer o máximo de conforto térmico em edificações.

Além disso, o projeto aproveita a iluminação natural com janelas amplas e claraboias e capta a água da chuva para o reaproveitamento na lavagem de pisos. Por fim, arremata com painéis fotovoltaicos, os quais reduzem o consumo de energia hidroelétrica.

Como isolamentos térmicos e acústicos podem ajudar na sustentabilidade da obra?

Muitas das soluções que falamos ainda não estão acessíveis para obras de todos os portes e orçamentos. Por serem muito novas, o custo ainda é elevado e restrito aos padrões AA e AAA. Por sua vez, há outras que se apresentam bastante disponíveis para todo o tipo de projeto, além de serem facilmente encontradas no mercado.

Alternativa para materiais não-renováveis

Os isolamentos térmicos modernos, como o 3TC, adequam-se perfeitamente às técnicas mais sustentáveis de construção. Nos telhados, eles podem se integrar perfeitamente às telhas metálicas para trazer mais proteção termoacústica. A grande vantagem dessa cobertura é a facilidade de reciclagem.

As ligas de metal não precisam passar por um beneficiamento muito intenso e caro. Ela pode simplesmente ser limpa e derretida para voltar para o ciclo produtivo. Além disso, é também possível reaproveitar estruturas, como os contêineres, para ambientes de lazer e áreas comuns. Com um forro interno de 3TC, eles oferecerão o conforto térmico de uma construção em alvenaria.

Facilidade de instalação

Essa vantagem é essencial para reduzir os prazos da obra, deixando muito mais ágil. Ao cortar alguns dias de trabalho, sua empresa poupa muita energia dos equipamentos e recursos naturais.

Menor desperdício de materiais

A manta de 3TC não precisa de muitos materiais para ser instalada, bastam alguns parafusos, porcas e outras ferramentas para fixação. Em alguns casos, uma cola especial pode também ser empregada.

Isso evita que recursos poluidores ou não-renováveis sejam utilizados durante a instalação. Além disso, há uma redução das refações, o que reduz significativamente a quantidade de material inutilizado.

Maior eficiência energética

Os maiores vilões da eficiência energética são os sistemas de ares-condicionados e os chuveiros. Afinal, a conversão de eletricidade em calor é muito pouco eficiente e precisa de altas quantidades de energia. Por essa razão, todas as estratégias para melhorar o conforto do ambiente são interessantíssimas.

As mantas termoacústicas de 3TC agem sobre todos os processos de transmissão de calor. Então, torna-se possível manter temperaturas amenas no ambiente interno mesmo diante de variações no clima. Assim, o uso de ar-condicionado pode ser minimizado.

Ademais, o isolante pode ser aplicado em tubulações para evitar as trocas com o meio. Com isso, pode-se obter uma maior eficiência do chuveiro e dos ares-condicionados.

Alta tecnologia

O 3TC é fabricado a partir dos mais avançados processos industriais que não poluem o meio ambiente. Além disso, é elaborado com o polímero de EPS, o qual pode ser facilmente reciclado. Assim, torna-se uma opção muito mais sustentável do que as mantas de lã e de rocha, as quais não podem ser reaproveitadas e acabam sendo destinadas a aterros e lixões.

Com tudo que vimos, a sustentabilidade na construção civil será um dos motores do setor nos próximos anos. Afinal, o seu público está cada vez mais exigente em relação à proteção do planeta. As empresas que se diferenciarem agora poderão conquistar um enorme mercado na próxima década. Então, não perca tempo!

Quer saber mais sobre as diversas aplicações das mantas de 3TC nos seus projetos? Então, não deixe de entrar em contato com a gente neste link!

É só começar o verão que todo mundo começa a se perguntar: “nossa, como eu deixo minha casa mais fresca?”. As altas temperaturas despertam reações corporais insuportáveis, não é mesmo? Começamos a transpirar demais, a respiração fica ofegante e a energia acaba.

Felizmente, há várias medidas que podemos tomar para amenizar o clima no interior do nosso lar e torná-lo agradável. Quer saber mais? Acompanhe!

Como deixar a casa mais fresca?

Há algumas medidas simples que podem ter um impacto significativo na redução dos seus problemas com o calor. Confira!

Evitar muitos elementos escuros

Já reparou que, quando você utiliza roupas pretas no calor, a sensação é muito pior? Isso não é só uma impressão sua, esse fenômeno está relacionado com a natureza da energia solar. Cada cor absorve determinadas faixas dos raios de luz e reflete outras. Por exemplo, o azul absorve o verde, o amarelo, o vermelho, o violeta, o laranja e o anil. No entanto, ele reflete o azul.

O branco, que é associado ao verão e a roupas frescas, tem a capacidade de devolver praticamente todos os raios de luz visível. Já o preto apresenta a propriedade de absorver toda a radiação da luz sem refleti-la, ou seja, esquenta muito mais os objetos sob os quais incide.

Por essa razão, ele é muito utilizado em sistemas de aquecimento e de energia solar. Afinal, aproveita o máximo do poder da radiação do sol. Entretanto, quando é aplicado nos ambientes domésticos, o resultado é bem negativo no verão, pois o clima interno realmente ficará muito mais quente.

Deve-se evitá-lo principalmente nas fachadas e nos telhados, onde ele entrará diretamente em contato com os raios de luz. Assim, acabam esquentando demais a construção e provocando dificuldades em atingir o conforto térmico.

Consequentemente, você precisará investir muito mais em sistemas de ar-condicionado ou em ventiladores. Isso pode provocar um problema muito sério na conta de luz, pois o consumo de eletricidade desses equipamentos é altíssimo.

Investir em plantas

Você já deve ter ouvido falar que a Amazônia é o pulmão do mundo, não é mesmo? Mas isso não é muito exato, pois, na verdade, ela funciona mais como o ar-condicionado do mundo. Os processos fisiológicos das plantas têm a capacidade de reduzir a temperatura ambiental, deixando mais amena. Você pode trazer esse efeito para dentro da sua casa.

Durante o dia, as plantas transpiram, ou seja, absorvem a água dos vasos e liberam por suas folhas. Esse processo absorve um pouco da energia do meio e a água ajuda a manter a temperatura mais estável. Além disso, a própria fotossíntese apresenta uma capacidade pequena de mitigar a radiação solar.

Já as árvores maiores também apresentam uma função adicional, sendo uma barreira física importante para impedir a incidência direta dos raios de luz nas casas. Com isso, reduz-se bastante o aquecimento das paredes, que são responsáveis por cerca de 40% da superfície das casas.

A decoração verde já é uma tendência no mundo inteiro e está sendo cada vez mais aplicada. Isso não é só nos cômodos internos, mas também nas fachadas e no telhado. Uma nova estratégia são os telhados verdes, que contam com uma camada de vegetação e terra, sustentada por outras de impermeabilizantes, isolantes térmicos, grades de escoamento etc. Desse modo, pode-se devolver para o meio ambiente quase toda a energia solar incidente sobre o teto.

Da mesma forma, as paredes verdes também são bem interessantes e funcionam de forma bem semelhante, com camadas de impermeabilizantes e isolantes. Porém, os tipos de planta e de terra utilizados precisam ser mais firmes para evitar a queda da estrutura.

Usar cortinas

Essa é uma das medidas mais antigas, mas não muito eficiente. Afinal, as janelas representam apenas 10% da absorção de calor por uma construção. Então, apesar de serem excelentes para reduzir a claridade, não fazem muito pelo calor.

No entanto, isso não significa que elas são inúteis. Elas apresentam uma função muito importante de evitar o aquecimento dos objetos próximos às janelas. Muitas vezes, equipamentos eletrônicos sensíveis à temperatura fica muito próximos da entrada de luz. Assim, podem se sobreaquecer e prejudicar os circuitos internos.

Também, são essenciais para evitar que os raios de sol agridam a nossa pele quando estamos deitados na cama ou no sofá. Para ter o máximo de efeitos, é interessante utilizar uma boa cortina blackout, ela apresenta uma superfície refletora capaz de devolver uma pequena parte da radiação de volta para o meio externo.

Preferir lâmpadas LED

As lâmpadas também são outra fonte muito comum de aquecimento. Durante o processo de conversão de eletricidade em luz, muita energia térmica é liberada em alguns equipamentos.

Entre todos os tipos de lâmpada, a pior de todas é a incandescente — aquela que deixa o ambiente amarelado. A temperatura do filamento interno pode ser superior à da superfície do sol. Então, imagine o que acontece quando a utilizamos nas nossas residências.

Em segundo lugar, estão as lâmpadas fluorescentes — também chamadas de brancas. Elas são mais eficientes na produção de luz e, por isso, liberam menos calor do que as incandescentes. Mesmo assim, ainda apresentam um bom potencial de aquecimento. Se você já tentou trocá-las com a mão depois de um tempo acesas, você provavelmente se queimou feio.

Por fim, temos a opção mais eficiente, o LED. Seu grande diferencial é utilizar um semicondutor, os mesmos que estão nos nossos computadores, para produzir luz. Eles são construídos com alta tecnologia de forma que uma pequena corrente elétrica já é capaz de produzir uma quantidade muito grande de luz. Tudo isso sem praticamente liberar energia térmica.

Utilizar essências de limão ou eucalipto

Aqui, não temos um efeito físico, mas psicológico. Há determinadas essências que o nosso cérebro associa automaticamente com o frescor. Então, quando os sentimos, há um alívio da percepção do calor.

Em outras palavras, não é nossa pele que absorve menos radiação térmica, mas o nosso cérebro é “convidado” a se acalmar pelo estímulo das essências. No verão, você vai encontrar esse tipo de produto com facilidade nas lojas de departamento, móveis e de decoração.

Dar preferência a cores claras

Lembra das propriedades da luz que explicamos lá em cima? Então, aqui, o mecanismo é o mesmo. Quando mais clara uma cor é, mais corante branco ela recebeu. Consequentemente, ela tem uma capacidade maior de refletir a radiação da luz solar.

Se você acha as cores claras muito monótonas, há mais opções no mercado hoje em dia. É possível encontrar tanto os tons pastéis quanto as cores vivas (verde, amarelo e vermelho). Outra medida eficiente é pintar o telhado de branco. Isso reduz bem pouco o aquecimento da estrutura, mas, em conjunto com outras medidas, pode ser interessante.

Como solucionar problemas de calor em casa?

Até agora, falamos de medidas que amenizam o calor nas casas, mas nenhum efetivamente resolve o problema. Certamente, você deve aplicá-las sempre que for possível, mas também é imprescindível contar com uma ação que vai direto na raiz do problema — os isolantes térmicos.

Eles atuam sobre algumas das três seguintes formas de transmissão de calor:

  • condução — acontece quando dois corpos estão em contato direto um com o outro. Assim, as moléculas do mais quente agitam as do mais frio até atingir o equilíbrio térmico e ficarem na mesma temperatura. Exemplificando, quando o motor da geladeira esquenta parede, estamos falando da condução térmica;
  • irradiação — ela ocorre à distância e os objetos não precisam estar em contato para modificar a temperatura do outro. Além disso, a transmissão de energia por esse meio é constante, visto que não é interrompida quando é atingido o equilíbrio térmico. Esse é justamente o mecanismo do aquecimento do sol nas construções. Mesmo a milhões de quilômetros do nosso planeta, ele é capaz de elevar a temperatura a níveis altíssimos;
  • convecção — é o processo menos intuitivo de todos para o público leigo, mas acontece o tempo todo. O ar, quando aquecido, torna-se menos denso. Dentro dos cômodos, está acontecendo isso o tempo inteiro, pois o teto troca constantemente energia com o meio externo.

Nem todos os isolantes são capazes de agir sobre todos os processos, o que prejudica a sua eficiência. Ademais, o processo de instalação e manutenção de alguns podem torná-los inviáveis para um ambiente residencial. Com isso, você não economiza tanta energia elétrica, mas gasta muito no isolamento.

Para que você não enfrente esse problema, vamos falar dos principais materiais disponíveis no mercado. Assim, você pode escolher o melhor para a sua necessidade.

Foils de alumínio

Os foils de alumínio são lâminas metálicas com um lado adesivo. Desse modo, pode ser instalada diretamente sobre as estruturas da construção. Isso pode ser um grande problema, visto que não permite o descolamento sem danificar a superfícies.

Além disso, só agem sobre um processo de transmissão de calor, a radiação. Com isso, não isola suficientemente, apenas ameniza a situação. Também, não atua sobre o isolamento acústico, é muito desejado nos projetos residenciais.

Lã de carneiro

Esse foi um dos primeiros isolantes utilizados pelo homem. É excelente para as roupas, mas nas construções são muito ruins. Além de não evitarem a radiação de calor, eles são feitos de material facilmente degradável. Então, basta que surja um mofo ou uma infiltração que você terá de substituir todo o isolamento.

Lã de rocha

Para contornar os problemas das lãs animais, desenvolveu-se essa tecnologia. A partir dela, um mineral chamado de diábase é derretido em alta temperatura e submetido a diferenças enormes de pressão. Com isso, é possível obter o aspecto fibroso da lã, porém sem grande parte dos pontos negativos.

Muito mais resistente, ela não sofre a degradação devido à umidade. No entanto, também não é impermeável e pode acumular água entre seus fios. Por sua vez, apresenta a vantagem de ser um bom isolante acústico e ser altamente resistente ao fogo.

Lã de vidro

A lã de vidro passa por um processo de fabricação muito semelhante aos anteriores, mas a matéria-prima é a sílica — que também é a base do vidro. Por isso, a lã recebe esse nome, apesar de não ser feita diretamente desse último material.

As propriedades termoacústicas e físico-químicas são praticamente às mesmas da rocha. A principal diferença é a sua leveza, o que permite uma maior versatilidade nos projetos residenciais.

Lã de PET

Essa é última lã sobre a qual vamos falar. Ela é feita a partir do mesmo material do plástico, porém passa por um processo de aditivação com substâncias para melhorar a resistência ao fogo. Isso ameniza o problema, mas não o soluciona completamente. Como vantagem é a possibilidade de ela ser feita com material reciclado, tirando parte do plástico do meio ambiente.

Espumas de poliuretano

As espumas são o tipo de material isolante mais polêmico, visto que estão ligadas com vários incêndios ao redor do mundo. No Brasil, o caso mais famoso foi o da Boate Kiss, em que mais de 200 pessoas morreram. A espuma de poliuretano do estabelecimento não era aditivada e, portanto, era altamente combustível.

Assim, quando ocorreu o curto-circuito, o fogo logo se alastrou rapidamente ao utilizar a espuma como “alimento”. Por essa razão, é preciso se certificar sempre se a espuma de poliuretano para o isolamento apresenta o certificado de proteção contra os incêndios.

Mesmo a opção mais segura não é muito vantajosa. A espuma é muito porosa e, assim, acumula umidade. Com o tempo, infesta-se de mofo e de ácaros, deixando o ambiente insalubre. Ademais, é extremamente frágil, qualquer atrito pode romper a estrutura.

Poliestireno e EPS

O poliestireno é o bom e velho isopor — que é um material eficiente, mas perigoso para o isolamento por ser inflamável. Por essa razão, foram desenvolvidos diversos processos industriais para torná-lo muito resistente ao fogo. O melhor desses processos é a expansão físico-química, que gera o EPS.

Ele apresenta vantagens muito interessantes para um bom isolamento térmico. Primeiramente, é inerte, ou seja, não interage com a água e nem produz gases potencialmente tóxicos. Também, é completamente impermeável, contribuindo com uma barreira a mais para o combate às infiltrações.

Ademais, são isolantes termoacústicos de altíssima eficiência, bloqueando grande parte da condução de calor — apesar de muito ineficiente em bloquear a radiação. Por fim, são muito leves, o que facilita o transporte e a instalação. A principal desvantagem é a fragilidade ao atrito, a qual pode ser compensada com um reforço na estrutura.

3TC

Até agora, vimos materiais que atuam somente em um dos processos de transmissão de energia calorífica. Com isso, apresentam uma eficácia muito limitada para o isolamento termoacústico.

Pensando nisso, a NASA, — agência de viagens especiais americanas — estudou cada um dos materiais para encontrar uma opção mais completa. Afinal, no Espaço, os astronautas se submetem diretamente à radiação solar.

Assim, surgiu o 3TC. Ele busca combinar o alto poder reflexivo das lâminas metálicas com a enorme capacidade anticondutiva do EPS. Assim, ao juntar os melhores materiais para evitar cada processo de transmissão, foi possível obter o melhor tipo de isolamento térmico do mercado.

Por essa razão, a nossa empresa desenvolveu os melhores processos de produção e distribuição do 3TC para todo o Brasil. Nas nossas placas e mantas, não utilizamos apenas uma camada de lâmina refletiva, mas duas. Com isso, aumenta-se a capacidade de combater a radiação e também a resistência das placas.

Desse modo, concretizamos nossa missão de levar economia e sustentabilidade por meio de um material acessível ao público geral. Nem toda alta tecnologia precisa ser cara e a 3TC Isolamentos está aí para mostrar isso.

Quais são os benefícios de uma manta térmica 3TC?

Agora que já explicamos como funcionam os materiais que compõe a manta 3TC, ficará mais fácil para você entender alguns de seus benefícios nos projetos residenciais.

Alto poder de isolamento térmico

As lâminas duplas do 3TC são capazes de refletir 90% da energia calorífica oriunda da irradiação de calor. Desse modo, os raios de solta não conseguem atingir à estrutura da construção e esquentá-la. Já o EPS apresenta uma estrutura molecular muito rígida, que não permite a condução eficiente de calor de uma face à outra do isolante. Consequentemente, temperaturas muito mais amenas são atingidas no interior.

Isso tem um impacto muito positivo na economia de energia. Grande parte do consumo de eletricidade nas residências é causada pelo uso de ares-condicionados durante o verão. Com o 3TC, você aumenta a eficiência deles por diversos processos:

  • reduz-se a troca de calor entre o meio externo e o interno pelo teto e pelas paredes;
  • exige-se menos trabalho do motor do aparelho, que poderá trabalhar em menos potências;
  • isola-se toda a tubulação de transporte de ar, permitindo que o ar chegue ao ambiente na mesma temperatura que saiu do ar-condicionado.

Portanto, é uma solução térmica muito menor do que as demais que apresentamos anteriormente.

Alta eficiência de isolamento acústico

Por causa dessas propriedades moleculares, o EPS também é um excelente isolante acústico. Isso é essencial para o ambiente residencial, pois ninguém quer ficar incomodado com os barulhos dos carros nas ruas e das conversas dos transeuntes.

Outra demanda importante é a privacidade. Quando o 3TC é aplicado nas paredes, das divisórias e nos drywalls, você poderá ter a tranquilidade de que nenhuma das suas conversas serão ouvidas por outros moradores.

Impermeabilidade

Grande parte dos isolantes tradicionais são altamente permeáveis. Isso é muito ruim para as construções, visto que, em vez de a água escoar lateralmente, ela fica acumulada na manta. Isso predispõe às infiltrações, ao mofo nas paredes e no próprio isolante, entre outros problemas importantes.

Já o 3TC é altamente impermeável e auxilia as estruturas da construção a escoar a água. Desse modo, você está prevenindo diversos problemas danos provocados pela umidade.

Resistência física

As lâminas metálicas deixam o 3TC bastante resistente aos atritos, riscos e cortes. Dessa forma, você pode aplicá-lo com segurança em regiões com alto trânsito de objetos e pessoas, como as garagens.

Resistência ao fogo

A resistência ao fogo é um dos critérios mais importantes para avaliar em um isolante térmico. Afinal, especialmente no caso dos polímeros orgânicos, há um receio muito grande de que eles sirvam de combustível durante os incêndios.

Apesar de pertencer a esse grupo de materiais, o 3TC é fabricado com um núcleo de EPS tipo F, o qual é comprovadamente antichamas. Inclusive, o 3TC Isolamento possui laudo do IPT, assegurando sua classificação A-II, o que lhe torna 100% adequado à instalação em qualquer tipo de ambiente. Com isso, você garante a conformidade total às regras do corpo de bombeiros e da prefeitura.

Durabilidade

Com toda essa engenharia de ponta, o 3TC é um produto feito para durar. Ou seja, não é um daqueles isolantes que você terá de trocar em 4 ou 5 anos, mas um que vai acompanhar toda a vida útil da sua construção.

Ele é tão confiável que as transportadoras de cargas em caminhões contratam a 3TC isolamentos para fazer o revestimento térmico dos baús. Lá, certamente, as mantas e as placas sofrerão os mais diversos tipos de atrito e de impacto. Por isso, garantimos a sua satisfação sem medo de errar.

Facilidade de instalação

O 3TC é um dos poucos isolantes que podem ser instalados com praticamente todos os métodos de fixação:

  • a superfície metálica pode ser colada com várias substâncias diferentes, como a cola contato, a cola PU, a cola branca, a cola madeira, entre outras;
  • também pode ser furada e pregada com parafusos. Por meios de expansores próprios, as mantas e as placas ganham mais firmeza sem nenhum tipo de dano;
  • é possível fixá-las por pressão nas vigas do telhado, entre as lâminas do drywall, abaixo dos laminados etc.

Ou seja, não importa o local onde você deseja instalar, nós conseguimos fazer essa tarefa com segurança e eficiência. Ao contrário de outros fornecedores, você não vai precisar ligar daqui um tempo pedindo para consertar uma peça solta.

Vedação

Por fim, temos a vedação — que é a capacidade de um material se conformar entre as frestas e impedir que resíduos, insetos e líquidos passem pelo espaço vazio. A manta 3TC é extremamente maleável e fácil de manipular.

Portanto, com a 3TC Isolamentos, o cliente vai ter um serviço completo e atencioso com a instalação do melhor isolante do mercado. Então, se no calor intenso deste verão, você estava se perguntando como deixar a casa mais fresca, agora tem a solução ideal. Com essa tecnologia aeroespacial, nunca mais vai haver uma reclamação de desconforto térmico dentro das suas paredes.

Quer saber mais como podemos ajudá-lo no seu projeto residencial? Então, entre em contato com a 3TC! Ouviremos atentamente cada especificação e buscaremos explicar tudo sobre como nossas soluções vão ajudar! Também, tiraremos qualquer dúvida sobre instalação, entrega e pagamento!

Criar um espaço adequado exige o uso de técnicas, materiais e itens específicos para cada ambiente. Além da estética, é essencial garantir o conforto térmico no design de interiores.

Ao levar isso em consideração, é possível obter a melhor utilização da área. Para tanto, é preciso adotar as soluções adequadas para cada necessidade quanto ao controle de temperatura.

Na sequência, vamos mostrar como obter o conforto térmico no design de interiores e alcançar um bom desempenho. Confira!

Por que o conforto ambiental é importante?

Primeiramente, é necessário entender que um espaço se torna confortável graças a diversos fatores. Inclusive, há vários tipos de conforto que podem ser conquistados, e todos são relevantes. Especialmente em ambientes comerciais, industriais ou de produção, essa atenção garante o cumprimento da legislação trabalhista e melhora a produtividade do time.

O conforto luminoso está ligado ao nível de iluminação de um local. O equilíbrio quanto à disponibilidade de luz é essencial para evitar ofuscamentos ou sombras indesejadas. Além disso, há o conforto acústico, relacionado aos sons e ruídos, que devem estar em níveis adequados. O visual, por outro lado, busca alcançar a harmonia dos elementos visuais e estéticos, bem como sua boa disposição.

Outro fator muito importante é o conforto térmico. Este está ligado à temperatura e garante a sensação de bem-estar para quem utiliza o ambiente.

O que é o conforto térmico?

A necessidade de obter o conforto térmico no design de interiores tem a ver com a importância dessa condição para um espaço. Essencialmente, ele é atingido quando há fatores agradáveis e saudáveis de temperatura em um ambiente. Está relacionado à satisfação que as pessoas sentem, quanto à temperatura, em um determinado local.

O ideal é que ele não seja muito frio ou, como é ainda mais relevante no Brasil, muito quente. Para tal, o projeto de interiores deve incluir medidas para garantir essas configurações, tanto em ambientes comerciais quanto residenciais.

No caso das empresas, fábricas e outros locais de caráter comercial, há vantagens especiais ao desenvolver o conforto térmico. Veja quais são as principais:

  • redução do consumo de energia elétrica;
  • melhor desempenho e maior produtividade na execução de tarefas;
  • maior satisfação por parte dos colaboradores;
  • cumprimento das exigências trabalhistas;
  • proteção da saúde, prevenindo problemas como a desidratação;
  • manutenção da temperatura corporal adequada.

Em outros espaços, como granjas, o conforto térmico protege os animais e evita a morte por calor excessivo. Em ramos específicos, como de medicamentos ou alimentos, a correta regulação da temperatura é necessária para manter a qualidade.

Como incluir o conforto térmico no design de interiores?

Já que o controle e a manutenção da temperatura adequada são tão importantes, é essencial entender como incluí-los nos ambientes. Com as medidas certas, é possível criar as condições exigidas para obter a melhor sensação térmica.

Nesse sentido, é preciso saber quais são as técnicas mais adequadas. A seguir, veja como adicionar o conforto térmico no design de interiores!

Conheça os parâmetros ideais

No caso dos ambientes empresariais, a obediência às regras trabalhistas é obrigatória. A Norma Regulamentadora 17 (NR17) é uma das mais importantes e aborda a ergonomia e os parâmetros obrigatórios.

Para adicionar conforto térmico ao design de interiores, a recomendação é que o termômetro marque de 20 ºC a 23 ºC. O número é válido para escritórios, salas de controle e ambientes relacionados.

No entanto, há várias divisões do interior e variações com cada setor. Na parte de criação de animais, por exemplo, é preciso respeitar os valores previstos pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA) e outros órgãos competentes.

O mesmo vale para um laboratório de análises delicadas ou para um estoque de alimentos refrigerados. Nossa dica é ficar de olho nesses parâmetros para que eles sejam respeitados.

Recorra às soluções de climatização

Se o local for muito quente ou frio, é quase impossível manter a temperatura na faixa correta sem a ajuda dos componentes certos. Para facilitar a tarefa, o design de interiores deve incluir um projeto de climatização.

O uso de ventiladores, aparelhos de ar-condicionado e climatizadores é bastante comum e atende desde escritórios a galpões e plantas industriais. Também vale pensar no uso de exaustores, aspersão fina de água e alternativas semelhantes.

Se o espaço, por outro lado, for muito frio, indicamos utilizar aquecedores para elevar a temperatura e garantir que tudo seja devidamente respeitado.

Aposte na automação

Para ter conforto térmico no design de interiores, vale planejar o uso de elementos de tecnologia. Por meio da automação de processos, fica fácil acompanhar os resultados e saber quais são as medidas que devem ser colocadas em prática.

Pense, por exemplo, em sensores automáticos de temperatura. Configurados corretamente, fazem com que o sistema de climatização seja acionado se o ambiente ficar mais quente que o desejado.

Também é possível utilizar outras alternativas de controle e de uso automático das ferramentas. Como consequência, todo o espaço se torna eficiente e agradável.

Invista no isolamento térmico

Por mais que todas essas soluções sejam importantes, elas não são tão efetivas sem um componente essencial: o isolamento térmico. Esse processo é responsável por deixar o ambiente “separado” e impedir a perda ou ganho de calor externo. Em termos simples, é o mesmo princípio de uma garrafa térmica.

Nesse sentido, nossa recomendação é recorrer às mantas térmicas de isolamento. Com a seleção e a aplicação adequadas, o conforto térmico no design de interiores se torna uma realidade.

Paralelamente, convém entender que o calor não é transferido somente por um método, e sim por três deles: condução, convecção e radiação. Apesar de a radiação ter o maior impacto, considerar apenas esse fator impede que a máxima eficiência seja alcançada.

Por isso, o ideal é escolher um produto desenvolvido para atuar contra todas as formas de transmissão de calor. Os materiais corretos e a arquitetura da manta permitem que o calor fique isolado do lado de fora. Assim, o interior nem perde muita temperatura no frio e nem ganha no calor.

Além de elevar o nível de conforto térmico, o isolamento reduz a necessidade de climatização. Com isso, é possível conquistar mais bem-estar, assim como economia por meio da diminuição do uso da energia elétrica.

Integrar o conforto térmico no design de interiores é essencial para garantir produtividade e uma sensação agradável de estar no ambiente. Com as nossas dicas, fica fácil criar as condições necessárias.

Já que o isolamento térmico é tão importante, entre em contato conosco da 3TC e conheça nosso produto único no mercado!

Você sabia que é muito importante pensar em um projeto de isolamento térmico industrial? Em muitos casos, quando não há esse tipo de isolamento, a empresa pode estar colocando em risco os seus equipamentos e o bem-estar dos funcionários.

isolamento térmico industrial funciona como uma solução que minimiza o consumo de energia elétrica e evita perdas devido à alteração da temperatura dentro da indústria. Ele também traz muitos benefícios para o usuário, como conforto e segurança.

Caso você não conheça muito o isolamento térmico industrial, continue por aqui para ver mais sobre o assunto. A seguir, vamos demonstrar como funciona esse tipo de isolamento e os seus principais benefícios. Vamos lá?

Afinal, o que é um isolamento térmico industrial?

O isolamento térmico é uma barreira feita por materiais e produtos específicos que servem para impedir a transferência de calor de um lugar para o outro ou de algum equipamento para o ambiente, como é o caso da indústria.

O isolamento térmico tem duas funções principais em qualquer construção: proteger os ambientes contra incêndios e manter uma temperatura adequada. No caso de indústrias, esse tipo de isolamento também tem a finalidade de impedir acidentes ou perdas de materiais decorrentes da alteração da temperatura interna.

Portanto, o isolamento é muito importante para a segurança das pessoas que frequentam o local de trabalho. É essencial que as pessoas conheçam bem como funciona esse processo e quais as formas adequadas de executá-lo na empresa.

Esse tipo de isolamento industrial deve ser feito em equipamentos que tem uma diferença de temperatura considerável em relação ao clima do ambiente ao seu redor. Essa variação pode ser dentro de -50 °C e +750 °C. O projeto atende tubulações de vapor, seja de água quente ou de água gelada, ar-condicionado, caldeiras, injetoras, tanques de armazenamento, entre outros equipamentos que fazem parte de uma indústria.

O isolamento térmico industrial impede que o equipamento esquente ou esfrie o ambiente e não sofra interações com o clima externo, conservando a energia na planta industrial, o que gera uma redução de custos operacionais.

Quais são os benefícios desse tipo de isolamento térmico?

Os efeitos promovidos pelo isolamento térmico industrial fazem valer a pena esse tipo de investimento. Veja quais são a seguir!

Redução do consumo de energia

Quando há instalações industriais compostas por um isolamento térmico, o uso da energia é bem menor, visto que não há perda de temperatura e não é necessário um gasto maior para manter a temperatura dos processos industriais.

Diminuição dos custos

A redução no consumo de energia acaba afetando os custos na indústria, ao provoca uma economia total da edificação. Ela abrange diversos aspectos, como o combustível utilizado, o local da instalação industrial, as condições ambientais e os impostos inclusos nos custos da empresa.

Redução de perdas por alteração de temperatura

Outro efeito do isolamento térmico nos custos operacionais da indústria é a minimização das perdas. O transporte dos materiais passa a ser feito em dutos e instalações industriais que são isoladas termicamente, o que é muito mais seguro, afinal, o processo acontece sem alteração de temperatura.

Sem um isolamento térmico adequado, muitos materiais e produtos industriais acabam sendo desperdiçados por conta da perda de temperatura no seu transporte. No final, eles acabam ficando inutilizáveis, como é o caso da indústria de medicamentos (nesse caso, se o produto for alterado, ele não pode mais ser usado).

Conforto para os trabalhadores

Muitas indústrias trabalham com temperaturas elevadas que podem gerar acidentes de trabalhados com vários níveis de gravidade, caso não haja um isolamento adequado. Isso porque muitos equipamentos dissipam calor para o ambiente, que pode ser impactante e prejudicial para a saúde dos trabalhadores.

Para aumentar a segurança das pessoas transitam pelo ambiente industrial, é muito importante fazer um isolamento térmico nos principais equipamentos e tubulações. Isso também contribui para o aumento do conforto térmico, pois os espaços ficam mais agradáveis com a baixa variação de temperatura, mantendo um clima mais ameno.

Aumento da produtividade

Um ambiente com alto índice de alterações de temperatura causa desconforto em todos os trabalhadores, além da perda de concentração, irritabilidade, stress e, em casos mais extremos, problemas de saúde.

Portanto, é necessário pensar em um isolamento térmico adequado para deixar o ambiente de trabalho o mais agradável possível. Dessa forma, a indústria pode contar com a produtividade dos seus trabalhadores.

Como é feito o isolamento?

É importante ressaltar que a temperatura de um local pode oscilar de três formas: a condução (por meio de materiais e fluidos), a convecção (gases e vapores) e a radiação (raios infravermelhos).

A única forma de transmissão de calor que o isolamento térmico tradicional combate é a condução, responsável por apenas 10% da variação de temperatura em um ambiente industrial. Mas e o restante? Como fazer para isolar?

Para isso, você pode contar com o 3TC Isolamento, uma solução completa para todos os tipos de transmissão de calor. Utilizamos dos benefícios do poliestireno expandido (EPS) para atuar na condução térmica de materiais e fluidos oriundos de processos industriais, além de duas lâminas de polímero refletivo para barrar 97% dos raios infravermelhos.

O isolamento térmico industrial visa a trazer as soluções mais eficientes para cada tipo de empresa. O projeto é pensado de acordo com o tipo de segmento que a empresa atua, bem como quais os equipamentos e instalações fazem parte do seu ambiente industrial.

É importante focar nesses tipos de isolamento, pois cada um apresenta graus de condução de calor e aplicação distintas. A 3TC ainda trabalha com isolantes convencionais, como lã de vidro, lã de rocha, espuma de PU (Poliuretano) e de Isopor, além de tintas refletivas e mantas térmicas que lidam com a radiação. Você consegue achar os nossos produtos em formas de rolo, mantas, placa, painel etc. Eles podem ser instalados logo na concepção do galpão industrial.

Quais aspectos considerar ao aplicar o conforto térmico industrial?

Para aplicar convenientemente o conforto térmico industrial, é importante considerar determinados aspectos. Vamos analisá-los agora:

Identifique o revestimento adequado

Há muitos materiais que reduzem a transferência do calor em ambos os lados. A escolha do revestimento deve considerar o tipo de ambiente e o tipo de produção industrial.

Quando se faz uma boa escolha, podemos evitar a deterioração do produto, conservar sua validade, reduzir despesas com energia elétrica e com microrganismos prejudiciais à saúde dos funcionários e à qualidade do produto.

O mercado disponibiliza diferentes tipos de revestimento com a função de isolante térmico e que podem ser utilizados nos depósitos, centros de distribuição (CDs), transporte e assim por diante. Os principais revestimentos para o conforto térmico industrial são:

A lã de vidro

Quando falamos de isolamento térmico, não podemos esquecer a manta de lã de vidro. Trata-se de um material incombustível e flexível, pode ser aplicado em paredes e em telhados. Apesar de sua eficiência térmica, a lã de vidro desempenha uma função mais acústica, ou seja, promove o isolamento acústico.

De qualquer modo, a fibra de vidro é um importante isolante térmico. Ele é disposto de modo que oferece uma textura parecida com a lã, no formato de placas ou mantas.

A lã de rocha

A lã de rocha é formada a partir de rochas basálticas específicas e de outros minerais que recebem aquecimento e se transformam em filamentos.

Esses materiais são aglomerados em uma solução de resina e possibilitam a confecção de produtos mais leves e flexíveis.

A espuma elastomérica

Esse isolante para conforto térmico industrial é produzido com espuma elastomérica que resiste ao fogo e absorve pouca água.

Por se tratar de placas de espumas rígidas, os profissionais cortam e montam no lugar de instalação. Elas oferecem um isolamento térmico satisfatório e também podem ser vendidas como espuma expansiva, que fica rígida no ponto de instalação (a espuma elastomérica propriamente dita).

O poliestireno

O poliestireno passa por três fases:

  • a pré-expansão;
  • a armazenagem intermediária;
  • a moldagem.

É um revestimento plástico que apresenta rigidez e leveza. Ele pode ser comercializado como espuma moldada formada por aglomerado de grânulos.

O poliestireno tem muita aplicação na construção civil e na fabricação de caixas térmicas que armazenam alimentos e bebidas. Seu uso tem crescido no mercado porque tem muito potencial de isolamento térmico, é leve e seu custo é baixo.

A lã natural de ovelha

É a versão natural dos isolamentos convencionais, comercializados como painéis, flocos, mantas e aglomerados. É um material obtido de maneira natural e dispensa, em sua produção, o tratamento a temperaturas muito altas.

Caracteriza-se por sua resistência e por regular eficientemente a umidade, o que permite um excelente conforto térmico industrial.

A manta 3TC

Com essa tecnologia nova, podemos diminuir em até 97% a incidência da radiação solar para dentro da indústria. Ela ainda impede a transmissão de calor por convecção e condução. Desse modo, a manta 3TC oferece proteção contra os três modos de transferência de calor. Isso garante um desempenho excelente do produto.

O material usado na manta dispõe de espaço de ar em conjunto com a refletância, servindo para aplicação em qualquer obra da construção civil.

A forma de aplicar é simples. Dispensa reformas em edificações já concluídas ou em andamento. Devido a essa característica, a manta 3TC pode ser instalada sem que seja preciso interromper o fluxo de trabalho na indústria.

Elabore um projeto com isolamento

Para efetivar o projeto de conforto térmico industrial, é preciso analisar a viabilidade de determinados equipamentos e do isolamento com materiais específicos. Apenas um estudo profissional permitirá identificar as melhores opções.

Outros critérios a considerar no projeto são os preços, a praticidade na instalação, a sustentabilidade, a resistência (umidade, água), a durabilidade, a versatilidade.

Avalie também que o isolamento tende a criar um ambiente de trabalho mais salutar (menos umidade, reduz a proliferação de fungos, ácaros e outras coisas), mais econômico (reduz a necessidade de aplicar outros meios de refrigeração) e mais produtivo (menos ruído, menos calor promovem mais produtividade).

É fundamental inserir o isolamento no projeto desde o início. Defina onde os materiais isolantes serão colocados: nas paredes, no piso, no telhado. Com tudo detalhado, os resultados são bem melhores.

Escolha uma manta que se ajuste ao equipamento

Avalie os equipamentos destinados ao conforto térmico (exaustores, ventiladores) e selecione uma manta que se adapte a eles. A manta 3TC, por exemplo, ajusta-se facilmente ao ambiente e às dimensões requeridas no projeto. A manta ideal contribui para economizar gastos com energia elétrica de outros equipamentos.

Estude sobre a empresa escolhida para efetuar o trabalho

Outro aspecto a analisar é a empresa que vai realizar o trabalho. Claro que convém investigar se ela é confiável, se seus produtos e serviços são de boa qualidade.

O 3TC comercializa e instala um produto patenteado para proporcionar isolamento térmico e acústico em residências, empresas e indústrias — não importa se a edificação já está pronta e usada ou se ainda está em construção.

O nome 3TC é uma alusão ao controle sobre as três formas de transferência de calor: condução, convecção e irradiação. 3 formas de Transferência de Calor, ou, simplificadamente, 3TC.

Alie o isolamento térmico a outros equipamentos

O conforto térmico industrial é planejado conforme o perfil da indústria. Alguns equipamentos são muito comuns no ambiente industrial.

Aliando o isolamento térmico a esses equipamentos, os resultados tendem a ser melhores — haverá mais conforto e, ao mesmo tempo, redução de gastos com energia elétrica, pois o isolamento reduz a necessidade do consumo excessivo dos equipamentos.

Vamos analisar algumas soluções comumente aplicadas no ambiente industrial. A manta térmica vai otimizar seu uso, fazendo com que se exija menos deles.

A saída de ar natural

Os ambientes industriais nem sempre são projetados de forma que o fluxo de ar circule satisfatoriamente. Então, uma solução viável é instalar no telhado saídas de ar que permitem a liberação para o ambiente externo de gases, fumaça e poeira que circulam no espaço interno.

Para que essa estratégia dê certo, é preciso analisar criteriosamente o layout da indústria e do que é produzido, para que não sejam liberados para o ambiente externo gases nocivos, que podem causar danos ao meio ambiente.

O exaustor industrial

O exaustor industrial é um equipamento com motor que renova o ar em áreas industriais muito grandes. Além de contribuir para o conforto térmico industrial, ele ajuda a remover odores, contaminantes, poeira e outras coisas que podem causar problemas de saúde.

O exaustor pode ser instalado próximo a áreas em que a temperatura é muito elevada, como fornos, caldeiras, estufas e outros ambientes. Pode ser colocado em telhados e paredes, como o isolante térmico.

Outras soluções

Além dessas soluções, podemos citar os seguintes equipamentos:

  • os ventiladores centrífugos ou axiais;
  • o climatizador evaporativo industrial;
  • os insufladores.

Vale a pena destacar que se você ainda não tem conforto térmico industrial na sua empresa, foque nos principais benefícios que esse tipo de produto traz para o ambiente da fábrica e invista em um projeto. Além de melhor as condições de temperatura na empresa, vai trazer melhorias na produtividade, por exemplo.

Gostou de conhecer mais sobre como funciona um isolamento térmico industrial? Quer ficar por dentro de nossos produtos e serviços? Então, entre em contato com a nossa empresa para descobrir como poderemos ajudar!