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Atualmente as edificações apresentam paredes e lajes menos espessas e com isso, em geral, um menor desempenho acústico. Além disso, em prédios e casas menores é muito frequente ouvir o barulho dos vizinhos. Já em ambientes comerciais ou industriais, o ruído pode prejudicar o rendimento no trabalho e, inclusive, provocar passivos trabalhistas por insalubridade ou problemas ergonômicos. Por isso, uma dúvida muito frequente de grande parte das pessoas é: como isolar o barulho da rua?

Esse assunto se tornou ainda mais importante agora que a maioria das pessoas mora perto de regiões movimentadas e em empresas de diversos portes. Afinal, o excesso de ruído atrapalha o descanso, o rendimento nos estudos e trabalho, como também eleva o nível de estresse e ansiedade — podendo colaborar para insônia e até mesmo gerar problemas auditivos.

Pensando na importância desse assunto, neste conteúdo vamos tratar a respeito de poluição sonora, seus malefícios, além de algumas opções e dicas práticas para solucionar ou reduzir esse problema. Então, não perca!

O que é poluição sonora e quais as principais causas?

A maior parte da população mundial mora em grandes centros urbanos e com isso o ruído é muito grande — seja por conta do trânsito, por conta das indústrias, comércios, colegas de trabalho ao telefone, fluxo de clientes em um escritório ou comércio, etc.

Entretanto, além do ruído constante, a poluição sonora está muito presente no dia a dia das pessoas, sendo potencializada pelos comportamentos inapropriados adotados no dia a dia. Inclusive, ao contrário do que se pensa, o silêncio não é capricho, e sim uma questão de saúde.

Afinal, a audição pode ser extremamente prejudicada permanentemente quando as pessoas são expostas de forma prolongada a sons que são superiores a 85 decibéis. Esse tipo de intensidade de som pode ser exemplificado pelo ruído de um liquidificador. Isso porque os sons a partir desse valor provocam a morte das células auditivas e esse processo não é reversível.

Enquanto isso, de acordo com a Organização Mundial da Saúde — OMS — uma conversa normal pode representar cerca de 60 decibéis de ruído e essa intensidade já é suficiente para proporcionar danos ao organismo e ao equilíbrio emocional. Por sua vez, o ruído de um aspirador de pó apresenta em média 75 decibéis, um secador de cabelo e uma buzina cerca de 100 decibéis.

Já em boates, bares e shows, o ruído médio é de 110 a 115 decibéis. Em festas e comemorações em que fogos de artifícios são soltos, o ruído médio é de 150 decibéis. Já o volume máximo do som do celular em um fone de ouvido tem um ruído médio de 105 decibéis.

Como se vê, frequentemente você está exposto a ruídos extremamente prejudiciais à sua audição e caso você trabalhe em indústrias ou com determinados equipamentos, pode estar ainda mais exposto.

Contudo, infelizmente o ruído é um vilão invisível e, por isso, em geral, não recebe a devida atenção e cuidado por parte das pessoas. Mesmo assim, os efeitos são presentes: falta de energia, cansaço, estresse, ansiedade, falta de concentração, irritabilidade e outros tipos de doenças.

Diante disso, criou-se leis e normas que estabelecem limites e horários para o ruído. Inclusive, atualmente a pena por pertubação do sossego alheio por meio de barulho pode gerar até três meses de prisão de acordo com a Lei de Contravenções Penais e até quatro anos de prisão de acordo com a Lei de Crimes Ambientais — quando a poluição sonora for em níveis prejudiciais à saúde.

Inclusive, por esse motivo existem diversos projetos de lei e inclusive especialistas desejam que exista um mapa de poluição sonora que seja visível para a população. Nesse mesmo sentido, a ABNT definiu na NBR 10152 o nível de ruído aceitável nos ambientes externos tanto durante o dia quanto durante a noite, para ambientes rurais, escolares, hospitalares, residenciais, comerciais, industriais, entre outros.

Quais os malefícios da poluição sonora?

A poluição sonora proporciona diversos prejuízos para a saúde e bem-estar das pessoas, seja em ambientes profissionais ou residenciais.

Perturbação do sossego

Uma música pode ser extremamente agradável para uma pessoa, e pode causar um grande estresse e perturbação para um profissional que estava há algumas horas de plantão e precisa dormir. Ou então, para alguém que precisa de extrema concentração para trabalhar ou estudar.

A perturbação do sossego, inclusive, é algo tão sério que é um grande motivo de violência. Afinal, as pessoas quando privadas de sono e descanso, assim como de tranquilidade em seu ambiente de trabalho, se tornam mais agressivas e nervosas.

Lesão auditiva

Conforme citamos, a lesão auditiva pode ser irreversível quando ultrapassado um determinado número de decibéis, durante um determinado tempo. Ao contrário do que se pensa, basta ouvir com frequência o som em um volume alto, ou trabalhar próximo a equipamentos e ambientes barulhentos para que ocorra uma lesão severa.

Basta morar muito próximo a um aeroporto, ou a uma via de trânsito extremamente movimentada, ou então trabalhar com equipamentos que apresentam índices de ruído elevados como liquidificador, secador de cabelo ou uma britadeira.

Todos esses cenários exemplificados, que muitas vezes não consideramos arriscados ou negativos a saúde, podem agravar ou proporcionar uma lesão auditiva. Sendo assim, esse é um aspecto que requer grande cuidado e atenção, pois é um problema que pode ocorrer no dia a dia.

Insônia, ansiedade, depressão e estresse

Esses são problemas muito comuns em nossa sociedade, não importando a idade, ramo de atuação, poder aquisitivo ou região. Isso, porque os ruídos em níveis superiores ao permitido proporcionam desequilíbrio emocional.

E infelizmente, a maior parte das pessoas convive com ruídos excessivos diariamente pela maior parte do tempo, o que também é uma das explicações plausíveis para tantos problemas vivenciados na atualidade.

Que dicas práticas podem ajudar a reduzir os ruídos externos?

Os ruídos são tão impactantes que estão presentes em normas regulamentadoras como a NBR 15.575, NBR 10152 e até mesmo na legislação e em projetos de leis. Por exemplo, na NBR 15.575 foram estabelecidos índices mínimos quanto ao isolamento de paredes, pisos, coberturas e fachadas. Contudo, essa NBR só aborda os índices mínimos para edificações residenciais, enquanto a NBR 10152 aborda em diferentes ambientes.

Atualmente já existem diversas opções para reduzir os índices de ruído, tanto em edificações existentes como nas que estão sendo construídas, como:

Priorize materiais que auxiliam a barreira ao ruído

As portas e janelas anti ruído são uma excelente opção, assim como tapetes e cortinas de tecidos grossos também podem auxiliar a reduzir a entrada de som de uma forma mais simples e rápida — pois minimizam a propagação de som.

No caso das janelas, o ideal é que sejam de alumínio e vidro, com vidros duplos ou triplos. Já as portas, não devem ser ocas, pois quando são maciças auxiliam em uma melhor acústica para os ambientes.

Pode-se também utilizar painéis de madeira ou de gesso para proporcionam maior espessura para as paredes, atuando como uma barreira mais eficaz ao ruído. Inclusive, essa pode ser uma opção decorativa para os ambientes, além de extremamente útil.

Existem até opções com tapeçaria que são aplicadas na parede ou no piso a fim de melhorar o isolamento acústico. Um exemplo muito comum são os carpetes.

Atenção ao piso escolhido

A escolha do piso é muito importante e impactante no isolamento do ruído. Por exemplo, os pisos frios como cerâmicas e porcelanatos não proporcionam um bom isolamento acústico. Já os carpetes, pisos de madeira, mármores, granitos e pisos vinílicos apresentam melhores índices de isolamento.

Uma opção extremamente eficaz para o piso é aplicar uma manta acústica sobre a laje antes de instalar o piso escolhido. Inclusive, no caso dos pisos flutuantes — seja laminado ou de madeira — as mantas acústicas já costumam ser uma opção incluída no processo de instalação.

Entretanto, existem também opções de mantas próprias para os pisos frios do tipo cerâmicos ou porcelanatos. A cortiça aglomerada é um exemplo. Conforme já citamos, em casos em que deseja-se descartar a possibilidade de uma reforma ou a instalação de carpetes, pode-se optar por tapetes grossos e/ou felpudos.

Atente para a escolha do forro e do telhado

Já quando o assunto é telhado e forro, um erro muito comum é encontrar edificações que só apresentam telhado, descartando a laje ou o forro. Nesses casos, o ideal é instalar um forro e uma manta acústica, minimizando a passagem de som. Outra opção é utilizar forros de gesso ou madeira, que apresentam também um bom isolamento acústico por si só.

Caso seja desejado realizar o isolamento acústico mesmo com a existência prévia de uma laje no local, uma solução eficaz é aplicar revestimentos acústicos também. Existem também os de fibra mineral, assim como vários outros modelos.

Outro fator impactante é também a escolha da telha. Algumas telhas metálicas ou de fibrocimento, quando não fabricadas ou combinadas com isolamento promovem muito ruído. Sendo assim, a melhor opção são as telhas cerâmicas ou então as metálicas, ou de fibrocimento com manta para isolamento.

Invista em paisagismo como uma barreira de isolamento

A vegetação é uma excelente barreira ao ruído, além de melhorar a qualidade do ar. Quanto mais densa e em alturas variadas, melhor será a barreira acústica proporcionada pela vegetação.

Uma opção simples é colocar grama no terreno, criando níveis diferentes. Também pode-se fazer uma parede verde, conhecida como jardim vertical. Inclusive, o jardim vertical pode ser feito em diversos locais, mesmo com a ausência de um grande espaço.

Para criar uma barreira acústica por meio de paisagismo é importante escolher estruturas metálicas adequadas, podendo ser perfis para sustentação. Depois, o ideal é contar com placas de plástico e colocá-las na lateral. A fibra de coco também é uma aliada para montar uma parede verde e por fim, escolher as diversas plantas.

Essa opção, além de ser uma barreira que reduz o ruído, também reduz a concentração de gás carbônico e a necessidade de pinturas constantes nos muros e paredes.

Invista em isolamento acústico

O isolamento acústico é obtido por meio de materiais que são eficientes em bloquear o som e a passagem de ruído entre ambientes. Sendo assim, esse tipo de sistema isola ou reduz significativamente o barulho externo a um ambiente ou edificação, proporcionando maior conforto, qualidade de vida, bem-estar e, inclusive, saúde.

O isolamento pode ser a ruídos aéreos ou aos ruídos de impacto. Sendo assim, é importante compreender quais são os principais tipos de ruído que mais impactam a fim de optar por sistemas de isolamento que sejam mais eficientes.

Alguns exemplos de ruídos aéreos são os causados por vozes, construções, fábricas, música, trânsito, aviões, equipamentos, entre outras. Em geral, esses são isolados por meio de barreiras como paredes, janelas, portas e divisórias.

Já os ruídos de impacto são transmitidos pela estrutura, uma vez que o impacto gera uma vibração que caminha por meio das paredes, tetos, chegando até a pessoa que o ouve. Para esse tipo de impacto — que pode ser causado tanto por passos, como por outros tipos de ações ou equipamentos que geram impacto — o ideal é investir em sistemas de amortecimento como os pisos flutuantes.

Sendo assim, nesse tipo de ruído, o uso de forros não é tão eficaz, porque anula ou reduz a passagem de vibração por meio do teto, porém não inibe a transmissão por meio das paredes.

Escolha um sistema de isolamento eficaz e com bom custo-benefício

Após analisar a fonte principal de ruído é possível identificar quais soluções de isolamento acústico serão mais eficientes, conforme exemplificado acima. Também é importante levar em consideração qual o tipo de edificação, se já é construída ou não — a fim de escolher um sistema de isolamento que além de eficiente, seja eficaz.

Existem diversas opções para o isolamento acústico, como:

  • lãs de isolamento — que podem ser do tipo PET, de vidro ou de rocha basáltica. Elas, em geral são usadas para preencher vãos em paredes e tetos, principalmente quando utiliza-se placas de gesso no processo construtivo — entretanto, demandam um espaço “vazio”, ou seja, para o ar — dificultando a utilização em alguns casos. Por isso, são muito empregadas em teatros, auditórios, salas de reunião ou de videoconferência ou em construções a seco;
  • espuma acústica — esse é um material que apresenta diversas espessuras, cores e geometrias, podendo ser feitas em lã de PET ou poliuretano. Ela pode ser aplicada sobre paredes e lajes, porém, não permite um acabamento discreto;
  • materiais absorventes como madeira, gesso, fibras minerais — que podem ser usados como painéis e forros que absorvem as ondas sonoras, reduzindo o ruído;
  • paredes duplas — essa é uma técnica que consiste em deixar um espaço com ar entre duas paredes, assim a onda sonora ficará detida nesta câmara de ar, dificultando a propagação de som;
  • mantas térmicas e acústicas — esse é um material que além de promover um excelente isolamento térmico, reduzindo as despesas com refrigeração, também promovem um significativo isolamento acústico. Por isso, são uma opção largamente escolhida, afinal, apresenta um excelente custo-benefício.

Como a manta térmica pode ajudar no isolamento acústico e quais seus benefícios?

Existem variados sistemas de isolamento acústico, porém a manta térmica é um dos mais eficientes, sendo recomendada para diversos ambientes e locais. Ela é uma solução que proporciona melhoria do isolamento térmico e acústico de uma edificação ou ambiente, com qualidade e garantia de resultado.

Esse sistema de isolamento é usado tanto em ambientes comerciais, industriais como nos residenciais. As mantas térmicas são fabricadas com revestimento aluminizado e esse material protege da radiação solar e das três formas de transferência de calor — radiação, convecção e condução.

Além disso, também auxilia no isolamento de ruídos e apresenta uma aplicação extremamente fácil. As mantas térmicas também proporcionam maior proteção e durabilidade tanto ao sistema de cobertura como ao imóvel.

Para a instalação correta, é necessário considerar o tipo de telhado, uma vez que uns oferecem fácil acesso e outros não — tanto pelo material, como pela estrutura.

A manta térmica é instalada principalmente nos telhados, podendo ser colocada nas lajes e pisos. O processo de instalação consiste em cobrir toda a região que deseja-se isolar. No caso dos telhados, a manta é aplicada abaixo das telhas como uma subcobertura.

Existem casos em que a manta é aplicada no corpo da estrutura, visando garantir o posicionamento adequado das telhas. Já na instalação em lajes superiores é criada uma camada de proteção.

Com esse material é possível reduzir a troca e transferência de calor nos ambientes — mantendo uma temperatura interna mais agradável, porém, também é possível diminuir a entrada e saída de ondas sonoras, proporcionando isolamento de ruídos e maior conforto acústico — uma vez que essa se comporta como uma barreira.

O conforto acústico obtido por meio de mantas é proporcionado por meio do isolamento de lajes e pisos — não importando se são ambientes comerciais ou residenciais. Com isso, os ruídos externos ou de outros ambientes são atenuados.

Quais os principais benefícios do isolamento acústico?

Já falamos dos malefícios, dos impactos e até mesmo dos benefícios do isolamento acústico realizado por meio de mantas. Contudo, podemos citar alguns benefícios que são extremamente impactantes e justificam o investimento nesse tipo de sistema, como:

Maior privacidade

Como o isolamento acústico impede ou reduz que a voz seja ouvida em um outro ambiente, proporciona maior privacidade durante reuniões, em ambientes comerciais e principalmente nos residenciais.

Assim, tanto negociações como conversas passam a ter sua particularidade respeitada, e as pessoas passam a ter também sua intimidade preservada — principalmente nos ambientes familiares. Essa é uma vantagem que impacta positivamente tanto os pais, como também os filhos.

Maior conforto

Não importa se é em um ambiente residencial, comercial ou industrial — independentemente do lugar, as pessoas gostam de conseguir fazer suas atividades com a devida comodidade e sossego.

Não é atoa que um ambiente de trabalho que é completamente agitado o dia inteiro proporciona doenças ocupacionais, sendo totalmente negativo aos colaboradores.

Da mesma forma, em uma residência, poder ler, estudar, descansar ou passar um momento em família sem ruídos excessivos é extremamente importante para obter momentos de qualidade. Essa realidade positiva se torna possível por meio da adoção de um sistema de isolamento acústico.

Melhoria da qualidade de vida

A exposição prolongada e excessiva a ruídos pode provocar declínio das capacidades cognitivas, reduzindo a capacidade de comunicação, leitura, aprendizado, compreensão, raciocínio, resolução de problemas, memória, entre outros aspectos.

Na vida profissional, por si só, a redução dessas capacidades compromete significativamente o trabalho realizado e o desempenho. Entretanto, essa situação também é extremamente prejudicial nos ambientes familiares, principalmente no que diz respeito ao desenvolvimento de crianças e adolescentes.

Sendo assim, ambientes com isolamento acústico promovem pessoas com melhor desempenho, produtividade e bem estar. Isso, impacta diretamente na qualidade de vida, afinal, boas decisões e dias produtivos são extremamente importantes.

Prevenção e redução de doenças

A poluição sonora auxilia a piora de distúrbios do sono e inclusive eleva o estresse, ansiedade, falta de concentração, depressão e outros problemas extremamente sérios e vivenciados na atualidade. A redução do ruído é extremamente positivo para promover ambientes mais saudáveis emocionalmente.

Redução de problemas e distúrbios relacionados à audição

Os problemas auditivos são cada vez mais frequentes e inclusive, existe e uma previsão de que 1,3 bilhão de pessoas terão uma redução significativa em sua capacidade auditiva no decorrer da vida. A Organização Mundial de Saúde indica que isso ocorrerá por que cerca de 10% da população no mundo convive com uma longa exposição a níveis inadequados de ruídos.

Por que escolher o material 3TC?

O material 3TC de isolamento alinha o isolamento acústico com o térmico, sendo, por isso, uma solução extremamente versátil e viável, pois além de apresentar um excelente custo benefício e tecnologia avançada, também é de fácil instalação. O sistema 3TC permite a aplicação em diversas estruturas como:

  • paredes,
  • tetos;
  • forros;
  • telhas;
  • telhados;
  • objetos e equipamentos;
  • pisos.

O sistema 3TC permite a aplicação sem a retirada de telhas, uma vez que esse sistema pode ser aplicado diretamente nas terças. Por isso, pode ser aplicada em locais que estão em funcionamento, não demandando que a produção ou trabalho seja parado.

A manta de isolamento térmico e acústico da 3TC, além da qualidade, camada dupla de faces metálicas refletivas com isopor no meio e fácil aplicação mesmo após a construção, também apresenta elevada durabilidade.

Agora que você já sabe como isolar o barulho da rua, a importância e impacto positivo da redução de ruídos na qualidade de vida, bem e estar e saúde, entre em contato com a 3TC e descubra como colher esses benefícios em seu a dia a dia com as soluções acústicas e extremamente tecnológicas da 3TC.

O isolamento é uma etapa importante na construção. Ele protege os ambientes e pode, até mesmo, aumentar o conforto das pessoas. Entre as soluções disponíveis, vale a pena conhecer o que é espuma expansiva.

Essa possibilidade oferece algumas vantagens para diversos casos, desde que seja aplicada corretamente. Além disso, é interessante descobrir qual é a solução exclusiva que traz todos esses benefícios e vários outros.

Na sequência, veja o que é espuma expansiva e entenda qual é o papel do produto na construção!

O que é espuma expansiva?

Esse produto é um polímero líquido que assume o estado sólido após passar pelo chamado processo de cura. Normalmente, a espuma expansiva é feita de poliuretano, só que em forma diferente.

Assim que ela é aplicada no local desejado, começa a passar por uma expansão de volume. Esse crescimento pode chegar a 300% do valor inicial e se mantém com o uso, ao longo do tempo.

Quando já está curada, ou seja, já está em sua forma definitiva, pode ser cortada, lixada e receber diversos tipos de acabamento.

Qual é a função desse produto?

Agora que você já sabe o que é espuma expansiva, é indispensável entender qual é a função desse material. Prioritariamente, ele é utilizado para realizar o preenchimento de elementos construtivos. A espuma pode servir para encher janelas e portas, por exemplo.

Por causa do seu “mecanismo” de funcionamento, é adequada para efetuar a vedação de espaços — mesmo de locais complexos, já que ela é capaz de se adaptar para preencher todo o espaço.

Portanto, serve tanto para ocupar espaços vazios e dar estruturação e fixação a alguns componentes construtivos (como portas) quanto para fechar frestas e outras aberturas específicas.

Como é feita a aplicação da espuma?

A aplicação da espuma expansiva começa com uma superfície totalmente limpa. É preciso retirar poeira, óleos e quaisquer sujeiras. Não é necessário que o local esteja nivelado (pois ela se adapta), mas a superfície deve favorecer a aderência.

Ao contrário de outros produtos, ela exige que a área esteja levemente úmida. Isso ajuda a manter o item no lugar e facilita a “cura”, para que tudo fique fixo conforme o desejado com seu uso.

Normalmente, o produto vem em spray e é comum que ele só possa ser usado na primeira vez, pelo funcionamento da válvula. A aplicação pode ser manual ou com máquina específica, mas a lata deve estar sempre virada para baixo. Após sacudir o suficiente, é só cortar o bico e pressionar o mecanismo.

Uma vez que a espuma expansiva esteja aplicada, é preciso aguardar cerca de 24 horas. As primeiras aparas podem ser feitas após 2 horas, mas o indicado é esperar um dia para chegar à etapa final.

Quais são as vantagens da espuma expansiva?

O uso desse produto se justifica por algumas vantagens que ele oferece. Então, tão importante quanto saber o que é espuma expansiva é entender o que torna esse material tão interessante. A seguir, veja quais são alguns dos maiores benefícios de selecioná-lo para um projeto.

Aplicação rápida

No geral, a aplicação da espuma é bem rápida e ocorre em questão de minutos. Isso é importante para garantir maior velocidade e produtividade ao projeto, inclusive diminuindo os custos.

Vedação de ambientes

Outro ponto interessante é que a espuma é eficiente para vedar ambientes. Trata-se de uma alternativa adequada para impedir a passagem de chuva ou vento, por exemplo. Embora não seja esse seu propósito, também pode ajudar no isolamento acústico, quando associada a outras soluções.

Boa resistência

Apesar de ser um “líquido” que se transforma em sólido, podemos dizer que o produto apresenta boa resistência. Depois que se expande, a espuma consegue suportar bem a pressão, assim como impactos e intempéries. Com isso, a necessidade de manutenção e de novos gastos é reduzida.

Como a 3TC pode ajudar?

Depois de descobrir o que é espuma expansiva, você notou que ela serve para vedar e até para isolar ambientes. No entanto, é possível ter ainda mais eficiência nos projetos — e vale a pena contar com a 3TC para isso.

A empresa oferece uma solução exclusiva para garantir o isolamento térmico e acústico dos ambientes, com resultados superiores a outros elementos. A seguir, veja quais são os destaques do que apresentamos!

Tecnologia diferenciada

A tecnologia usada na solução 3TC é exclusiva e altamente eficiente. Utilizamos polímeros refletivos e poliestireno expandido (como na espuma). Com isso, conseguimos impedir as três formas de transferência de calor: convecção, condução e radiação.

Isso aumenta o conforto térmico de maneira considerável, favorece a eficiência energética e também ajuda a garantir isolamento acústico. Trata-se de um produto versátil, eficiente e resistente.

O item é disponibilizado na forma de mantas ou placas, então pode ser instalado em construções já finalizadas. Com a adaptação adequada a cada espaço, permite evitar o mofo, a passagem de água e a entrada de insetos — tudo graças à atuação exclusiva.

Preço acessível

Apesar disso, tanta qualidade não tem um valor exorbitante. Na verdade, a solução que disponibilizamos tem um preço acessível e ótimo custo-benefício. Se, depois de saber o que é espuma expansiva, você se interessou, saiba que nossa alternativa é bem em conta.

A instalação também é fácil, não demora muito e não gera gastos excessivos. Portanto, o produto tem um custo atraente, especialmente em relação às vantagens exclusivas que oferece.

Atendimento altamente consultivo

Desde o seu primeiro contato, você terá a oportunidade de conversar com especialistas na solução, capacitados para dar indicações adequadas. Com isso, há como saber de quanto produto precisará e quais são as recomendações específicas.

Para melhorar, a instalação é igualmente qualificada e garante um ótimo desempenho. Assim, há a certeza de que a manta ou placa isolante de 3TC atenderá às suas necessidades de forma completa.

Depois de saber o que é espuma expansiva, você notou que esse é um produto adequado para a vedação de certas áreas, com baixo custo e alta eficiência. Quando falamos em isolamento, entretanto, é preciso pensar em algo ainda mais completo.

Por isso, fale com um de nossos especialistas na 3TC e conheça a solução exclusiva que oferecemos!

A proteção à segurança e à saúde do trabalhador é obrigatória para todos os empregadores. Por isso, é preciso mapear os riscos existentes no ambiente de trabalho e definir formas de reduzi-los ou eliminá-los. Entre os fatores, está o ruído ocupacional.

De forma simples, ele corresponde a qualquer som indesejável que acontece no local de trabalho, durante a jornada. O problema é que a exposição prolongada e/ou a níveis muito elevados prejudica a saúde e pode levar à perda de audição por parte do colaborador. Além disso, afeta a comunicação, diminui a produtividade e pode gerar outros problemas de saúde relacionados.

Pensando nesse assunto, elaboramos um artigo com todas as informações necessárias sobre o ruído ocupacional e seus riscos para os colaboradores. Confira!

Quais são as normas trabalhistas aplicáveis ao assunto?

Como a segurança do trabalho é uma obrigação do empregador, há normas que estabelecem atuação sobre diversos assuntos. Quando falamos de ruído ocupacional a Norma Regulamentadora 15 (NR-15) é a mais importante. Ela trata de atividades e operações insalubres e inclui a tolerância aos ruídos.

A NR-17 é igualmente relevante, pois envolve a ergonomia no ambiente de trabalho, o que está ligado ao bem-estar dos colaboradores. Já a NR-6 fala sobre o uso de Equipamentos de Proteção Individual (EPI), que também estão ligados ao ruído ocupacional.

Outra forma de saber como proceder é seguir a Norma de Higiene Ocupacional (NHO-01), definida pelo Fundacentro. Ela aborda a avaliação de riscos e de exposição e estipula a melhor maneira de agir.

Já a NBR 10152 demonstra como medir os níveis de ruídos e qual é a tolerância para diversos ambientes. Com isso, é possível obter o chamado conforto acústico.

Há outras normas e regulamentações, de acordo com o setor ou com o nível de qualidade pretendido. Portanto, é crucial considerar as orientações para atender a todas as demandas da lei e garantir uma atuação consistente e de qualidade.

Quais são os limites de decibéis? Por que são importantes?

Antes de entender os limites, vale conhecer os tipos de ruído ocupacional. O ruído de impacto é aquele que dura apenas alguns segundos e acontece como fruto de uma ação específica, como o contato de uma ferramenta com uma superfície.

Já o ruído contínuo ou intermitente tem uma duração prolongada. Ele é o que apresenta maior risco, pois causa danos progressivos à audição e à saúde dos colaboradores. Pensando nisso, há limites de decibéis (dB), em relação ao tempo de exposição. Veja quais são as regras:

  • 85 dB: 8 horas;
  • 86 dB: 7 horas;
  • 87 dB: 6 horas;
  • 88 dB: 5 horas;
  • 89 dB: 4 horas e 30 minutos;
  • 90 dB: 4 horas;
  • 91 dB: 3 horas e 30 minutos;
  • 92 dB: 3 horas;
  • 93 dB: 2 horas e 40 minutos;
  • 94 dB: 2 horas e 15 minutos;
  • 95 dB: 2 horas;
  • 96 dB: 1 hora e 45 minutos;
  • 98 dB: 1 hora e 15 minutos;
  • 100 dB: 1 hora;
  • 102 dB: 45 minutos;
  • 104 dB: 35 minutos;
  • 105 dB: 30 minutos;
  • 106 dB: 25 minutos;
  • 108 dB: 20 minutos;
  • 110 dB: 15 minutos;
  • 112 dB: 10 minutos;
  • 114 dB: 8 minutos;
  • 115 dB: 7 minutos.

Não é permitida a exposição acima de 115 dB, por nenhum período, se o trabalhador não estiver protegido. Por isso, recomendamos fazer a medição com aparelhos adequados, que poderão indicar processos ou aparelhos que não atendem às especificações.

Como reduzir o ruído ocupacional?

A boa notícia é que há como diminuir o ruído ocupacional e, assim, aliviar os riscos de segurança associados. Com medidas estratégicas, será possível conquistar resultados melhores e um ambiente saudável para os colaboradores. A seguir, apresentamos dicas essenciais para ter o melhor resultado. Confira!

Utilize maquinário moderno e com a manutenção em dia

As máquinas e os aparelhos eletrônicos são grandes responsáveis pelos ruídos. Quanto maior o porte e/ou mais a quantidade, mais intensos serão os impactos sobre a audição.

Para reduzir essas consequências, uma das orientações é utilizar equipamentos modernos e com tecnologia inovadora. Na maioria das vezes, eles contam com recursos de alívio sobre vibrações e ruídos, o que garante uma atuação dentro das regras.

Além do mais, é preciso ter cuidado com a manutenção. A falta de lubrificação ou o desalinhamento de componentes podem ser vilões causadores de ruído ocupacional. Por isso, vale garantir que todos os elementos estejam otimizados.

Forneça EPIs de qualidade

Outro ponto importante envolve fornecer EPIs para os colaboradores — especialmente, para aqueles que atuam em um ambiente com um volume maior de decibéis. Embora essa seja uma obrigação prevista pela lei, considere se isso tem sido adotado em seu negócio.

Principalmente, é essencial que o EPI seja de alta qualidade. Um protetor auricular, por exemplo, deve ser eficiente para reduzir ou mesmo isolar os ruídos, dependendo do modelo.

Além disso, indicamos conscientizar os colaboradores sobre a importância do uso adequado. Assim, todas as pessoas passam a aproveitar os equipamentos de proteção da melhor maneira.

Instale um isolamento acústico

Além de medidas paliativas, é interessante pensar em alternativas definitivas. Nesse caso, vale a pena recorrer ao isolamento acústico. Ele é especialmente relevante para certas áreas, como escritórios próximos à linha de produção ou locais cercados por ruídos intensos.

O ideal apostar em mantas ou placas acústicas, que são responsáveis por criar uma “barreira” que evita a propagação das ondas sonoras. O melhor de tudo é que uma boa solução ajudará a resolver outros problemas.

Com o 3TC, por exemplo, o isolamento acústico é associado ao isolamento térmico. O produto é eficiente em evitar as três formas de transferência de calor e ainda ajuda a diminuir o impacto do ruído ocupacional. De fácil instalação e com ótimo custo-benefício, é essencial para garantir conforto térmico e acústico.

O ruído ocupacional afeta a saúde dos trabalhadores e deve ser reduzido por meio das medidas certas. Com os cuidados recomendados, é possível melhorar a segurança do trabalho, além de atender a exigências legais e aliviar os custos em médio e longo prazo.

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A poluição sonora é considerada um problema importante para a saúde pública, pois está relacionada a diversas doenças físicas e mentais. Em dezembro de 2018, a Organização Mundial de Saúde divulgou um relatório sobre as principais causas ambientais de doenças. O excesso de ruídos ficou em terceiro lugar na lista, ficando atrás apenas da poluição do ar e da água. Nesse sentido, o isolamento acústico se torna uma estratégia essencial.

Ele impede que o barulho reverbere e propague nas salas de aula. Assim, ele reduz o excesso de ruídos libera hormônios e neurotransmissores relacionados ao estresse. Nas crianças e adolescentes, isso pode trazer consequências, pois o corpo deles ainda está em desenvolvimento. Quer entender melhor? Acompanhe!

Quais são as consequências dos ruídos nas salas de aula?

A poluição sonora é uma inimiga silenciosa e, muitas vezes, subestimada. Como não podemos enxergar o que está acontecendo dentro do nosso organismo. Nós achamos que o excesso de ruídos trará, no máximo, uma dor de cabeça ou uma mal-estar. Entretanto, o grande problema está a um nível microscópico, nas substâncias liberadas em reação a ele.

Em quase todos os animais, inclusive o homem, o barulho é um sinal de perigo e uma reação rápida a ele era importante para impedir ataques de predadores. Basta reparar os animais domésticos: os cães e os gatos correm ou se assustam diante de qualquer barulho mais alta. É o instinto de sobrevivência. Assim, todo corpo se prepara para correr da ameaça.

Vivendo nas em sociedade nas cidades, o homem não precisa mais se preocupar tanto com ameaças. No entanto, nossos sistemas sensorial e nervo ainda apresentam todos esses mecanismos.

Vamos explicar de forma resumida os dois principais processos fisiológicos para que você entenda a gravidade do problema da poluição sonora nas escolas.

Mecanismo de luta e fuga

Imagine que um predador acabasse de pular perto de você, seu corpo precisaria estar rapidamente preparado para correr muito rápido por longas distâncias. Para isso, existem duas substâncias: a adrenalina e a noradrenalina. Elas são liberadas no sangue e no cérebro com os seguintes efeitos:

  • liberar carboidratos (açúcares) no sangue;
  • tirar parte do sangue de órgãos desnecessários para a fuga e desviar para aqueles mais importantes;
  • portanto, dar mais energia para os músculos, coração e cérebro;
  • restringir toda a atenção e concentração do cérebro para os sons e outras áreas relacionadas com a sobrevivência. Todo o corpo fica em estado de alerta.

Daí, surgem alguns dos problemas relacionados ao estresse, como diabetes mellitus tipo II (excesso de açúcar no sangue) e doenças cardíacas.

Hiperatividade hormonal

Há um mecanismo hormonal muito importante para nós, o eixo hipotalâmico-hipofisário-adrenal. Os barulhos estimulam uma região do cérebro chamada de hipotálamo para ativar uma glândula chamada de hipófise. Ela libera um hormônio que atua sobre a outra glândula — a suprarrenal, que fica acima dos rins.

A supra renal libera o famoso hormônio do estresse, o cortisol. Ele é responsável por nos fazer sentir uma série de sensações desagradáveis, como aflição e ansiedade. Além disso, também causa a liberação de açúcar no sangue e reduzem a imunidade. Assim, além de maior risco para diabetes e doenças cardiovasculares, todas as faixas etárias ficam mais vulneráveis a doenças infecciosas.

Ademais, o cortisol facilita o desenvolvimento de doenças mentais, como a ansiedade e a depressão. A sensação de estresse e angústia faz com que a pessoa veja as situações de forma negativa, deixando-as mais propensas aos transtornos do humor.

Por que a poluição sonora compromete o desempenho do professor?

Essa longa explicação sobre os efeitos dos ruídos é essencial para que você entenda que não é frescura dos professores e alunos esse tipo de reclamação. Pelo contrário, as pessoas tendem a subestimar o impacto do som. Quando elas reclama, é porque algo sério já está acontecendo.

No caso dos professores, isso é especialmente importante, pois eles são submetidos a situações com alto nível de som pela própria natureza do ensino — especialmente, o infantil. Desse modo, não pode o ambiente físico ser mais uma fonte de barulho, pois isso sobrecarregará o profissional.

Comprometimento da fala

Se o barulho dentro e fora da sala de aula for intenso, o professor precisará competir com ele para ser ouvido pelos alunos. Esse esforço repetitivo pode provocar uma condição multifatorial chamada de fadiga vocal — uma síndrome com vários sintomas, como rouquidão, dor na garganta, tensão no pescoço, entre outros.

Ademais, falando cada vez mais alto, haverá uma agressão das cordas vocais e da garganta pelo excesso de atrito do ar. Isso causa processos inflamatórios repetidos, que fazem as patologias das cordas vocais surgirem.

À medida que essas lesões cicatrizam, o aparelho fonador perde uma parte da sua funcionalidade. Em alguns casos, o processo é tão intenso que os professores podem ser aposentado por invalidez.

Nervosismo

A adrenalina, a noradrenalina e o cortisol são substâncias que estimulam as regiões de agressividade no nosso cérebro. À medida que elas aumentam e o estresse se intensifica, o professor fica mais nervoso. Com isso, ele pode discutir, brigar com um aluno ou colega de trabalho.

Doenças crônicas

Todas essas substâncias também estão ligadas a diversas doenças crônicas. Por exemplo, o excesso de estímulo da noradrenalina é um dos principais fatores causais da hipertensão arterial sistêmica. Já os corticoides estão ligados à liberação das reservas de glicose sanguínea e ao aumento da resistência das células à insulina — dois mecanismos que provocam e agravam a diabetes mellitus tipo 2.

Então, a poluição sonora pode acelerar o desenvolvimento dessas doenças. Como muitos professores também já têm mais de 50 anos, a situação pode ser ainda mais preocupante, visto que alguns deles podem ter essas doenças crônicas já instaladas. A condição pode se agravar com o estímulo negativo do ambiente, tornando-se difícil de tratar.

Como isso impacta a qualidade das escolas?

Produtividade

A produtividade de qualquer profissional depende de boas condições de trabalho. Assim, ele pode focar toda a sua atenção nas tarefas em vez de desviá-la em estímulos externos. Os sons estão entre as principais distrações e podem interromper a linha de raciocínio nas exposições. Então, as explicações dele perdem a qualidade e levam mais tempo. Isso traz prejuízos para os alunos e consequentemente para as escolas.

Vários estudos indicam essa relação negativa, como:

  • um artigo da revista científica “Noise and Health” (Barulho e Saúde) mostrou que, em diversos ambientes de trabalho, o barulho trazia impactos, como redução da performance, aumento do número de erros e um tempo de resposta maior aos estímulos. Ademais, houve um maior nível de estresse, desconforto e de incômodo. O estudo também mostrou que o comprometimento atencional não estava relacionado a essas sensações, mas ao som em si;
  • já a Revista Britânica de Psicologia mostrou que o barulho compromete diversas habilidades cognitivas, principalmente a atenção seletiva para tarefas. Esse problema independia de outros fatores, como hora do dia e ansiedade.

Absenteísmo e afastamento

Em uma pesquisa divulgada pela Revista Brasileira de Saúde do trabalho, 153 professores nas escolas públicas do Distrito Federal entre 2009 e 2010 pediram o afastamento do trabalho por disfonia (dificuldade para falar).

Os nódulos (calos) vocais foram o principal diagnóstico: cerca de 40% das lesões nas cordas vocais e levam, em média, a um afastamento de 166 dias. Dessa porcentagem, 25,5% dos professores foram afastados definitivamente da sala de aula e realocados em outras funções.

Em outro estudo, feito na Bahia, o relato de ambiente de trabalho desfavorável teve uma relação importante com o surgimento da doença, aumentando o risco em 25%. Entre os fatores citados pelos professores entrevistados, estavam:

  • barulho externo excessivo;
  • ruído interno excessivo;
  • acústica inadequada.

Desse modo, ter uma boa infraestrutura física para proteger os professores é imprescindível.

Alto turnout

Um ambiente insalubre e estressante pela poluição sonora atrapalha a retenção de talentos. Com isso, a rotatividade de profissionais se torna um grande problema. As escolas são especialmente sensíveis a ele. Afinal, os alunos criam uma relação afetiva com os professores e podem ficar muito insatisfeitos com a saída deles.

Indenizações

Se o professor conseguir provar que sua escola não tomou as medidas necessárias para manter os níveis de ruído dentro dos limites da regulamentação, ele poderá ter direito à indenização por acidente de trabalho.

Em um único processo, os custos judiciais poderão ser maiores que um investimento em um isolamento adequado. Portanto, sempre pense no custo-benefício a longo prazo.

Por que a poluição sonora afeta o desempenho dos alunos?

As razões pelas quais isso acontece são bem semelhantes às dos professores: uma série de mecanismos neuro hormonais mudam o comportamento do corpo frente aos estímulos. Com isso, diversas habilidades importantes para a sala de aula podem ficar comprometidas.

A maior diferença é que as crianças e os adolescentes estão em desenvolvimento, então os efeitos podem comprometê-los de forma mais intensa. Vamos falar das principais a seguir.

Escrita e leitura

A poluição sonora tem um impacto negativo significativo nessas competências. O principal motivo é a queda da atenção sustentada (AS), isto é, a capacidade de manter o foco ao longo do tempo. Em um estudo realizado em Porto Alegre, as crianças expostas a um maior nível de barulho apresentaram uma pontuação menor nos testes de AS.

Consequentemente, houve impactos em outras áreas:

  • na escrita, eles cometeram mais erros durante uma tarefa de ditado;
  • na leitura, eles se mantiveram menos tempo focados em um texto.

Portanto, o excesso de ruídos pode comprometer o desenvolvimento de habilidades importantíssimas para o desempenho escolar. As crianças que naturalmente já sofrem com dificuldade de se concentrar podem sofrer ainda mais e se tornar agitadas na sala, atrapalhando o rendimento dos colegas.

Náuseas, desconforto físico e emocional

Já um estudo feito na Indonésia com criança do ensino fundamental demonstrou que as crianças expostas à poluição sonora relatavam uma grande gama de queixas:

  • enjoo e náuseas — 23%;
  • desconforto físico e emocional — 21%;
  • dificuldades em compreender a explicação do professor — 22%;
  • redução da capacidade de aprendizado — 22%.

Esses sintomas físicos frequentemente incapacitam a criança ao aprendizado e ela apresenta queixas frequentes de desconforto. Com o tempo, podem até se recusar a ir para a escola.

Nesse sentido, os autores do estudo propuseram uma série de intervenções que poderiam melhorar a acústica das salas e reduzir o barulho:

  • troca das janelas, portas e vidros comuns por opções isolantes de som;
  • instalação de isolamento acústico nas paredes, piso e paredes;
  • barreiras físicas verdes ao redor da escola, como árvores e bambus.

Vamos falar sobre cada uma dessas medidas a seguir.

Como fazer com que o isolamento ocorra completamente?

As barreiras físicas são as principais formas de impedir que o barulho do ambiente externo entre para as salas de aula. Nesse sentido, é preciso pensar em formas de isolar todas as estruturas da construção, como janelas, portas, paredes e pisos.

Além disso, deve-se investir em materiais capazes de mitigar a reverberação dos sons produzidos dentro da escola. Afinal, as conversas de alunos e professores ecoam nas paredes, aumentando o desconforto auditivo.

Isso pode ser feito com diversas estratégias diferentes, como reforço dos materiais e instalação de isolantes termoacústicos. Vamos falar sobre as principais a seguir.

Janelas acústicas com vidros mais grossos

Esse tipo de janela apresenta uma vedação muito superior e materiais que transmitem menos ondas sonoras. Desse modo, parte do som vindo do exterior é refletido em vez de reverberar pelas estruturas.

Além disso, opte por vidros mais grossos, pois a capacidade de bloquear a transmissão é proporcional à espessura. Apesar de ser uma das principais medidas a ser adotada, mas não é a única. Um dos principais erros nos projetos de isolamento acústico é focar nas janelas e se esquecer das outras estruturas.

Portas acústicas

Nas escolas, o barulho vindo dos corredores e das áreas comuns é significativo. Para evitar que ele entre nas salas de aula, existem as portas acústicas. Essas peças contêm um material que dificulta a passagem do som devido às maiores densidade e espessura, além de uma melhor vedação das frestas.

Áreas verdes ao redor da construção

Outra medida bem interessante é o plantio de bambus e árvores ao redor do edifício. Eles vão funcionar como barreiras físicas para refletir as ondas sonoras. Além disso, sua escola ganha mais sustentabilidade e uma área verdade para os alunos relaxarem.

Revestimento de paredes com material isolante acústico

Por fim, não podemos deixar de citar a ação mais importante no contexto das escolas, o isolamento acústico das paredes. Por quê? Durante o horário das aulas os corredores ficam vazios. Então, a principal fonte de ruídos são as salas vizinhas, principalmente utilizam paredes de drywall ou divisórias para separar as salas. Desse modo, torna-se essencial reforçá-las com uma camada de placas ou mantas isolantes.

Somente o isolamento acústico basta para melhorar o conforto dos alunos?

O isolamento acústico nas escolas é uma medida imprescindível para melhorar a satisfação e a segurança dos alunos, mas há outros pontos importantes.

Os melhores isolantes acústicos do mercado também podem vir com funcionalidades adicionais, como isolamento térmico, impermeabilização, vedação e resistência ao fogo. Então, em vez de utilizar uma estratégia para cada um delas, você terá tudo no mesmo produto.

Como escolher o melhor isolamento?

Para avaliar um isolamento, é preciso observar quais vantagens ele apresenta. Desse modo, além de melhorar o desempenho acústico, você mitiga outros problemas frequentes em escolas. Confira a seguir algumas propriedades essenciais para o material escolhido.

Isolamento térmico

Entre elas, está o conforto térmico. É extremamente difícil concentrar quando se está sentindo frio ou calor. Assim como os ruídos, essas sensações desencadeiam uma série de reações fisiológicas no corpo que atrapalham a concentração, o foco e a capacidade de aprendizado.

No entanto, muitas escolas têm receio de instalar ares-condicionados para as crianças e jovens. Afinal, os pais podem relacionar uma temperatura muito baixa no ambiente com o adoecimento dos filhos. Também, as crianças apresentam uma maior sensibilidade alérgica do que os adultos devido ao sistema imunológico imaturo. Então, o ar seco provocado pelo ar-condicionado pode desencadear crises de rinite e outras doenças respiratórias.

Por essa razão, o isolamento térmico é tão importante nas escolas. As barreiras físicas contra trocas de calor, como as mantas térmicas e as placas, são capazes de amenizar o filme dentro da sala de aula com muita eficiência. Elas atuam tanto sobre o calor quanto o frio, pois impedem a transmissão de energia nos dois sentidos — de dentro para fora e de fora para dentro. Assim, a temperatura fica mais estável nas quatro estações.

Impermeabilização

A umidade também é outro problema que compromete o conforto dos alunos. O surgimento de infiltrações, mesmo que não visíveis, facilita o surgimento do mofo. Esse é um dos principais desencadeantes de crises alérgicas na infância. Os fungos têm uma substância chamada de glicoproteína na superfície da sua célula que desencadeiam reações intensas.

Nesse sentido, a escolha de um revestimento acústico impermeável pode fazer toda a diferença. Ele pode ser instalado no teto, nas paredes e nos pisos. Isso reduz os riscos relacionados a todos os tipos de umidade, como por capilaridade e por intempéries.

Resistência ao fogo

Uma das principais resistências que os administradores de escola têm em relação aos isolantes acústicos é o seu papel na propagação de incêndios que tiveram bastante comoção no Brasil. Todavia esse tipo de ocorrência está ligada a um material específico, chamado de poliuretano. Ele forma uma espuma que é combustível a altas temperaturas e libera gases tóxicos.

Qual o melhor isolante termoacústico do mercado atualmente?

Nos últimos 20 anos, dezenas de isolantes diferentes surgiram no mercado. No entanto, nada se equipara a uma tecnologia desenvolvida pela NASA — o 3TC. Ele foi desenvolvido utilizando o que há de mais avançado na engenharia de materiais e apresenta três camadas:

  • duas lâminas de polímero refletivo, que reflete grande parte da radiação infravermelha e impede que ela aqueça as estruturas;
  • um núcleo de EPS, disponível em variáveis espessuras, o qual é responsável por impedir a condução do calor e do som.

A eficiência do EPS é comprovada por vários estudos técnicos. Neles, analisa-se o coeficiente de absorção acústica, que vai de 0 a 1. Quanto maior ele for, maior a capacidade do material de abafar o som.

No caso do isolamento acústico, é preciso avaliar a capacidade do material de isolar as mais diferentes frequências de som — do mais grave (maior frequência) ao mais agudo (menor). Nesse critério, o EPS também se destaca em relação a outros materiais construtivos.

De acordo com esse estudo sobre os diferentes isolantes, o EPS pode chegar a um isolamento máximo de 0,92 para sons agudos e de 0,11 para sons graves. Em uma comparação com outro material muito utilizado, a lã de rocha apresenta uma eficiência um pouco maior para os graves 0,2, mas perde nos sons agudos com valores entre 0,4 e 0,6. Essa desvantagem também é encontrada no caso da borracha e do polipropileno.

Como na maioria dos casos, os sons mais incômodos para os seres humanos se encontram na faixa aguda, é fundamental contar com um material eficiente para toda essa frequência. São eles os principais responsáveis pela falta de atenção, dores de cabeça e náuseas nos estudantes e nos professores.

4.3. Vedação, impermeabilização e resistência ao mofo

Aqui, temos outro grande diferencial do 3TC em relação a outros isolantes do mercado. A lã de vidro, a lã de rocha, a lã de PET e as espumas são todas permeáveis. Portanto, não atuam sobre a impermeabilização das estruturas. Desse modo, você pode ter de contratar um projeto auxiliar para garantir a resistência à umidade da escola.

No caso do 3TC, tanto o EPS quanto os polímeros refletivos são altamente impermeáveis e não vão deixar a umidade danificar as estruturas. Além disso, no telhado, você pode utilizar as mantas flexíveis, as quais são capazes de se conformar a cada fresta para impedir a entrada de água, animais e sujeira. É uma vedação completa! Com isso, evitam-se o surgimento de mofo, infiltrações e outras patologias da construção.

Resistência ao fogo

Além disso, o 3TC é comprovadamente resistente ao fogo. Submetemos os produtos à certificação do Instituto de Pesquisas Tecnológicas. Eles passaram por vários testes em conformidade com todas as normas de segurança. O comportamento ao fogo é muito importante na hora de selecionar a tecnologia adequada à sua utilização, por isso temos este conteúdo que pode esclarecer mais sobre o assunto.

Resistência mecânica

Por fim, não podemos deixar de falar da resistência mecânica. O polímero que recobre a 3TC é muito resistente ao estresse físico aplicado sob diversas formas, como atrito, risco, corte, pressão, laminação, impacto, entre outros. Então, a manta acústica pode ser utilizada sobre estruturas mais frágeis como proteção. Isso é muito interessante para as escolas, visto que crianças e adolescentes se movimentam bastante.

O isolamento acústico em escolas pode ser um desafio e é exatamente por isso que você precisa contar com a melhor tecnologia de materiais. Há várias opções no mercado, mas certamente o 3TC está na liderança.

Ficou com alguma dúvida? Quer compartilhar alguma opinião? Então, comente aqui no nosso post!

Nos climas de verão e de primavera em países tropicais, as pessoas buscam soluções de como amenizar o calor o tempo todo. Afinal, as altas temperaturas se tornam desconfortáveis e, em alguns casos, insalubres. Isso compromete a saúde, o bem-estar e a produtividade das pessoas.

Felizmente, há diversas estratégias para reduzir o efeito das altas temperaturas nas edificações e, assim, melhorar o conforto térmico de seus usuários. Quer saber mais? Acompanhe!

Efeitos do excesso de calor e por que devemos amenizá-lo?

Quem viveu as últimas décadas já deve ter notado que a temperatura nas cidades fica cada vez mais alta, isso não é apenas uma impressão, realmente alguns fenômenos climáticos atuaram para deixar o clima ainda mais quente, como a impermeabilização do solo e as ilhas de calor.

As ilhas de calor ocorrem quando as cidades começam a perder seus espaços verdes, que são importantes reguladores térmicos. Além de impedir a incidência direta dos raios de sol, que aquecem o solo, as árvores apresentam processos fisiológicos capazes de mitigar o calor.

A transpiração traz vapores resfriados das camadas mais profundas do solo para a superfície, reduzindo a temperatura local. A fotossíntese pega parte da energia calorífica e transforma em energia química.

Soma-se a isso a impermeabilização do solo com materiais asfálticos, que refletem grande parte da radiação solar de volta para o meio. O solo natural, por sua vez, absorve grande parte dessa energia e a utiliza para controlar a umidade. Com isso, a energia calorífica se dissipa em outros processos em vez de aquecer o ambiente.

Tudo isso faz com que as cidades fiquem com uma temperatura média muito elevada em comparação ao seu entorno. Isso dificulta a circulação do ar, provocando as famosas ilhas de calor. Portanto, à medida que as plantas forem eliminadas das cidades, a tendência é que a temperatura só aumente.

No entanto, a correção desses problemas fica por conta do poder público ― que pode ser muito lento. Então, é imprescindível que você invista em estratégias dentro das suas construções, como a inserção de áreas verdes, a instalação de isolantes termoacústicos eficientes, entre outras.

Tudo isso tem um impacto econômico muito grande, pois o excesso de calor tem efeitos negativos em diversas áreas da vida e da atividade humana. Vamos falar mais disso a seguir!

Comprometimento da saúde

O nosso organismo necessita de uma regulação térmica muito eficiente, pois todos os processos somente ocorrem com eficiência em uma faixa estreita de temperatura interna ― entre 35º e 37º. Fora disso, ele interpreta que estamos sob risco e tomará medidas para regular a temperatura.

Para isso, temos diversos “termômetros” internos para analisar a temperatura do meio. Geralmente, eles ficam estáveis quando o ambiente está entre 20º e 28º. Assim, todos os nossos processos fisiológicos normais dão conta de manter a temperatura interna. No entanto, fora dessa faixa, eles enviam uma mensagem para o nosso cérebro de que há um risco eminente.

Então, diversas respostas começam a ser ativadas para manter a temperatura interna estável. No frio, as reações mais comuns são os calafrios. No excesso de calor, ocorrem a dilatação dos vasos sanguíneos da pele, o suor, a inquietação e a aceleração do ritmo da respiração. São tentativas do nosso corpo de dissipar a energia.

Então, quando uma pessoa fica mais agitada e desconcentrada por conta do calor, não é algo que ela possa controlar racionalmente. Diversos eventos hormonais e neurais estão afetando sua cognição.

Em casos mais graves, o excesso de calor pode causar desidratação grave e a hipertermia. Essas situações são extremamente perigosas para idosos, crianças e pessoas doentes, podendo levar ao óbito. Por essa razão, hospitais, escolas, creches e casas de repouso precisam ter um controle da temperatura ambiental muito severo.

No ambiente de trabalho, há efeitos igualmente negativos. De acordo com o Manual MSD para Profissionais de Saúde, os problemas causados pelo calor tem gerado uma alta taxa de adoecimento na população jovem e adulta nos Estados Unidos, como distúrbios musculares e neurológicos.

Um problema muito comum é a fadiga por calor, que ocorre após a realização de trabalhos pesados em um ambiente quente. Com isso, os colaboradores podem apresentar sinais de exaustão, aceleração dos batimentos cardíacos, respiração ofegante e tontura.

Portanto, o que temos percebido atualmente é um aumento do absenteísmo devido a patologias relacionadas ao calor. Assim, investir em regulação térmica se torna uma medida importante para reduzir custos com o afastamento do trabalho.

Desconforto

Entretanto, a situação mais comum gerada pelo calor é o desconforto. Como explicamos, os processos fisiológicos são incontroláveis pela pessoa e eles demandam que ela tome medidas para regular a temperatura. Assim, surge a sensação de desconforto de estar naquele ambiente.

O suor impregna na pele e na roupa, sendo preciso ficar abanando ou utilizar ventiladores para fazê-lo evaporar. A respiração acelerada gera uma sensação de ansiedade por um espaço aberto. Enfim, todo o nosso corpo nos convida a sair do local. Consequentemente, a nossa mente racional associa valores negativos àquela experiência.

Desse modo, uma empresa que não mantém um bom controle da temperatura apresenta um risco elevado de insatisfação dos colaboradores. Com isso, mesmo que o salário seja bom, eles podem considerar o ambiente insalubre e procurar outro empregador. Assim, sua empresa pode perder os melhores talentos.

Ademais, tudo isso compromete a sua relação com o cliente. Imerso em sensações negativas e em um senso de urgência para sair do local, as chances de ele fechar um negócio são mínimas, ainda que as condições sejam boas. Por isso, você precisa pensar na experiência do cliente de forma holística, incluindo as condições ambientais.

Menor produtividade

A produtividade humana está intimamente ligada às funções executivas da nossa cognição, como:

  • foco: capacidade de ignorar os estímulos externos e internos;
  • atenção: capacidade de perceber os mínimos detalhes de uma tarefa;
  • inteligência: capacidade de associar e interpretar dados para produzir informações novas;
  • resolução de problemas e planejamento: capacidade de reconhecer os recursos disponíveis para resolver desafios;
  • memória de trabalho: capacidade de reter informações a curto prazo para utilizá-las em tarefas, entre outras.

Diante do estímulo do calor, o nosso cérebro sequestra grande parte da energia disponível para tarefas e a direciona para os centros de regulação de temperatura. Afinal, ele está interpretando que a nossa sobrevivência está em risco. Então, as consequências para a produtividade são enormes:

  • uma menor atenção provoca mais erros e aumenta a necessidade de retrabalho;
  • a falta de foco e uma memória de trabalho reduzida aumentam o tempo de execução de uma tarefa;
  • a redução temporária da inteligência e do planejamento gera resultados medíocres.

Então, o conforto térmico não é apenas uma questão de deixar os colaboradores mais satisfeitos. Ele tem um impacto direto sobre a eficiência.

Inconformidade com a lei

Além disso, no Brasil, temos diversas regras de ergonomia no ambiente de trabalho que devem ser seguidas pelas empresas. Caso contrário, elas estão sujeitas a multas e outras penalidades. Para evitar isso, é importante seguir as recomendações das Normas Regulamentadoras da Secretaria do Trabalho e da Previdência.

A NR17 regula todo o trabalho que é realizado dentro de ambientes fechados, como escritórios, consultórios e manufaturas. Entre as medidas mais importantes, está a manutenção da temperatura efetiva entre 20º e 23º. Ou seja, não basta que o ar-condicionado esteja ligado nessa potência, é preciso que os termômetros registrem esse valor em todos os pontos do cômodo uniformemente.

Já as normas internacionais da ISO, essenciais para quem quer conquistar um selo de qualidade, recomendam que a temperatura efetiva esteja entre 20º e 24ºC no verão e entre 23º e 26ºC no inverno.

No entanto, em algumas atividades mais específicas, como manuseio de caldeiras e fornalhas, é difícil manter essa faixa. Por isso, a NR15 considera a temperatura ambiental para definir a insalubridade de um trabalho.

No caso de trabalhos contínuos leves, a temperatura não pode ultrapassar 30ºC. Já no caso de atividades moderadas, o limite é 26,7ºC e, nas pesadas, 25ºC. Em tarefas que apresentam um tempo de descanso, o teto de aceitação é maior.

Por exemplo, as atividades pesadas que alternam 15 minutos de ação com 45 minutos de descanso podem ser executadas em temperaturas entre 28º e 30ºC. Confira o anexo III da NR15 para conhecer todos os casos.

Diante disso, se você não mantiver um bom controle de temperatura, será preciso aumentar o tempo de descanso dos colaboradores. Senão, o trabalho será considerado insalubre com todas as repercussões para a folha de pagamento, indenizações e tempo de trabalho para aposentadoria.

Em qualquer situação, porém, é totalmente proibido o trabalho nas seguintes faixas de temperatura:

  • atividades leves: acima de 32,2ºC;
  • moderadas: acima de 31,1ºC;
  • pesadas: acima de 30ºC.

Nesses casos, é imprescindível investir em medidas de controle de temperatura. Senão, as operações deverão ser suspensas.

Redução da vida útil de equipamentos

Além de prejudicar a mão de obra humana, o excesso de calor é extremamente danoso para os equipamentos ― especialmente, os eletrônicos. Então, se você mantém computadores, servidores ou máquinas com controle computadorizado, é preciso controlar a temperatura a fim de aumentar a suas vidas úteis.

Afinal, esses equipamentos trabalham com circuitos elétricos muito sensíveis e processadores que geram muito calor. Quando eles atingem determinadas temperaturas, a peça literalmente queima e perde toda sua funcionalidade.

Como amenizar o calor das edificações sem ar-condicionado?

Na maioria das vezes, é possível manter a temperatura dos ambientes em níveis saudáveis sem a utilização de equipamentos de ar-condicionado. Para isso, é necessário aumentar a eficiência térmica da construção com técnicas arquitetônicas, uso de materiais adequados e isolantes térmicos.

Isso traz muita economia a longo prazo, mesmo que o investimento inicial seja mais alto. Afinal, o ar-condicionado é o principal vilão do consumo de energia elétrica em todas as empresas.

Criar áreas verdes internas e externas

Hoje em dia, a arquitetura verde tem ganhado muito espaço. Como explicamos acima, as plantas e a terra apresentam processos que ajudam na regulação da temperatura ambiente. Com as técnicas atuais, é possível criar áreas verdes mesmo em pisos sem contato com o solo.

Então, quando você implementa jardins internos, é possível reduzir, em alguns décimos, o calor interno. Outra medida interessante é a utilização de canteiros externos com árvores com copas maiores. Além dos benefícios acima, elas funcionam como uma barreira física para a incidência de raios solares sobre a construção.

Utilizar uma decoração mais clara

As cores escuras apresentam uma maior capacidade de absorção da radiação solar. Consequentemente, esses objetos se aquecem com mais facilidade e provocam o aumento da temperatura do ambiente. Já os claros refletem as ondas de calor e devolvem parte delas para o meio externo.

Assim, o ideal é que as fachadas, os telhados industriais e as paredes sejam todas pintadas de cores claras, preferencialmente, o branco.

Melhorar a ventilação do ambiente

Um dos processos relacionados à transmissão de calor é a convecção. A partir dela, o ar mais quente fica mais leve e é direcionado para cima. Por sua vez, o ar mais frio — mais denso — desce em direção ao piso. Isso garante o conforto de quem está nas estações de trabalho.

No entanto, quando não há a ventilação adequada, não há a vazão do ar quente para fora do ambiente e a temperatura fica cada vez mais alta. Por isso, o ambiente deve ser bem dimensionado nesse sentido.

As janelas devem ficar sempre mais altas para aproveitar o movimento natural do ar aquecido. Em indústrias e comércios, também pode ser necessária a instalação de exaustores no teto.

Todavia, neste caso, o telhado deve receber um bom sistema de isolamento para evitar que a radiação do sol aqueça o constantemente o ar mais alto, evitando que a convecção seja utilizada em benefício do conforto térmico. Assim, ela acaba se tornando também um vilão.

Ademais, a sensação individual de calor não está ligada somente à temperatura em si, mas também à ventilação. A circulação de ar permite que o suor evapore e reduza a temperatura corporal.

Investir em isolamento térmico

Por fim, não podemos deixar de falar de uma das medidas mais eficientes para o conforto térmico no design de interiores ― o isolamento térmico. Esses materiais são capazes de atuar sobre os processos de transmissão de energia calorífica e impedir que eles aqueçam a construção.

A grande vantagem é que ele não atua somente sobre o excesso de calor, mas mantém temperaturas agradáveis independentemente do clima. Por serem tão importantes, falaremos mais sobre eles mais adiante.

Cuidados com o corpo para amenizar altas temperaturas

Além das medidas ambientais, há outras ações essenciais para reduzir os efeitos do calor sobre o nosso corpo. Nesse sentido, todas as pessoas deverão tomá-las individualmente e o papel da gestão da empresa será oferecer todas as condições para os colaboradores as efetivem.

Roupas mais frescas

Caso sua empresa exija o uso de uniformes, é importante escolher tecidos adequados para o calor ambiental. Nesse caso, as malhas mais finas, feitas com fibras de algodão, são uma excelente opção.

Esse material absorve o suor e ajuda na evaporação dele. Devem-se evitar tecidos sintéticos pouco permeáveis, pois eles impedem a evaporação da transpiração e aumentam o desconforto. Em relação à cor, dê preferência aos tons claros, pois eles absorvem menos radiação.

Hidratação

A desidratação é a principal doença relacionada ao calor, sendo uma causa frequente de absenteísmo. Em locais quentes, a necessidade de hidratação pode chegar a 3 litros de água todos os dias. Por isso, é importante deixar bebedouros disponíveis em todos os locais de trabalho e fornecedor garrafinhas para que os colaboradores possam tomar líquidos durante a execução das tarefas.

Como proteger-se do clima em qualquer temperatura

Para compreender o funcionamento de um isolante térmico, é preciso também conhecer as diferentes formas de transmissão da energia calorífica:

  • condução: esse é o mais intuitivo para nós. Ocorre quando os objetos entram em contato físico e aquele com maior temperatura transfere energia para o de menor temperatura. Ocorre, por exemplo, quando o motor de um equipamento aquece o solo ao redor, quando as estruturas de uma construção transmitem a energia recebida do sol ou pelo contato das massas de ar com os edifícios;
  • convecção: o ar muda de volume rapidamente de acordo com a temperatura. Quando recebe calor, ele se expande e fica menos denso. Então, se direciona para cima. A massa de ar mais fria, por sua vez, vai para baixo;
  • radiação: esse processo acontece à distância, isto é, não é preciso que a fonte de calor esteja próxima aos objetos. Ela emana radiação infravermelha, que aumenta a agitação das partículas das estruturas, gerando um aumento de temperatura. O caso mais clássico é o aquecimento provocado pela radiação solar. No entanto, também pode ocorrer internamente devido às lâmpadas, fornos e aos motores.

Os isolantes térmicos são materiais ou equipamentos capazes de reduzir um ou mais desses três processos. Tudo dependerá do tipo escolhido. Falaremos dos principais a seguir.

Lã de vidro

Essa lã é fabricada a partir da sílica ― a mesma matéria-prima utilizada para o vidro. No entanto, ela passa por um processo de produção diferenciado em que é submetida a altas diferenças de pressão e temperatura. Com isso, é possível formar fibras altamente maleáveis, resistentes ao estresse mecânico e ao fogo.

Ela apresenta uma alta capacidade de impedir a condução de calor. No entanto, não atua sobre a radiação ― que representa 90% da energia calorífica que incide sobre uma construção. Por essa razão, é relativamente ineficiente em comparação a materiais mais modernos.

Lã de rocha

A lã de rocha é muito semelhante à lã de vidro tanto em relação às vantagens quanto as desvantagens. No entanto, a matéria-prima utilizada é a diábase, um tipo de pedra vulcânica, que é submetida a altas diferenças de temperatura e pressão.

Lã de PET

A lã de PET é diferente dos modelos anteriores, pois é fabricada com material plástico ― usualmente reciclado. Apresenta a desvantagem de não ser tão potente no combate ao fogo e também não age sobre a radiação.

Isopor

Conhecido tecnicamente como poliestireno expandido (EPS), foi um dos primeiros materiais a ser utilizado no isolamento térmico industrial, pois era barato e eficiente. No entanto, apresentava o inconveniente de ser combustível para o fogo. Desse modo, pode ajudar na propagação de incêndios.

Felizmente, nos últimos anos, foram desenvolvidos processos de fabricação muito eficientes. Com isso, foi possível criar EPS altamente resistentes ao fogo, suportando temperaturas superiores a 800ºC. Apesar de isso ter feito o preço subir, tornou o material uma opção viável para todo o tipo de projeto.

Espumas de poliuretano

As espumas de isolamento são um material muito polêmico. Afinal, estiveram envolvidas em vários acidentes, como o da Boate Kiss em Santa Catarina. Sem o tratamento adequado, elas entram rapidamente em combustão e liberam um gás muito tóxico.

Além desse problema importante, não são tão resistentes mecanicamente. Então, diante de qualquer atrito ou risco, podem se romper. Como todos os casos acima, também só age sobre os processos de condução de calor.

Foils

Os foils funcionam de forma bem diferente dos isolantes anteriores, pois não agem sobre a condução, e sim sobre a radiação. São capazes de refletir grande parte da radiação calorífica de volta para o meio externo, evitando que os raios solares aqueçam as estruturas da construção. Como não agem sobre os outros processos de transmissão, não são tão eficientes quanto poderia.

3TC

Essa é uma tecnologia desenvolvida pela NASA com a finalidade de proteger os astronautas das diversas variações de temperatura do espaço. Por exemplo, as roupas espaciais são feitas com mantas de 3TC.

Para conseguir a máxima eficiência, a NASA uniu os melhores materiais que atuam sobre a radiação e a condução. Então, desenvolve um processo em que eles são aplicados juntos, na mesma peça.

Desse modo, o 3TC apresenta um núcleo de EPS, responsável por reduzir a condução de calor ao passo que há duas lâminas metálicas capazes de refletir grande parte da radiação. Então, atua sobre dois processos de transmissão, conquistando mais eficiência. Ele é versátil e pode ser instalado como manta térmica para paredes, pisos e telhados.

Quando utilizada no teto de ambientes fechados, as placas e as mantas de 3TC apresentam um grande diferencial de atuar também sobre a convecção. Por reduzirem o contato da massa de ar com o calor externo, elas impedem o seu aquecimento. Com isso, o ar quente pode ser eliminado pelas janelas e exaustores enquanto o ar mais frio é direcionado ao solo.

Agora que você já sabe como amenizar o calor, não deixe de aplicar essas medidas quanto antes. Os benefícios são variados: os colaboradores ficam mais produtivos e mais satisfeitos, os equipamentos duram mais e os problemas com a legislação de ergonomia térmica são eliminados.

Quer saber tudo sobre o conforto térmico nas edificações? Então, não deixe de conferir nosso guia completo sobre o tema! Com ele, você aprenderá mais sobre os tipos de isolantes térmicos e as diferentes aplicações nos mais diversos tipos de projeto!

De forma simples, a ergonomia envolve a relação entre o homem e o ambiente de trabalho. Consiste em um estudo da ligação entre seres humanos e máquinas e quais são as condições adequadas para garantir o bem-estar e a segurança. Pensando nisso, foram criadas algumas regras voltadas para esse tema, entre as quais está o conforto térmico.

Afinal, essa relação adequada não está ligada apenas a cadeiras confortáveis ou móveis na altura certa. Ela também está conectada a condições de iluminação, de barulho e, é claro, de temperatura.

Para que não haja dúvidas sobre como cumprir todos os requisitos, mostraremos dicas para atingir o conforto térmico segundo às regras de ergonomia. Confira!

O que são e para que servem as orientações?

As Normas Regulamentadoras (NRs) são dispositivos legais criados pelo Ministério do Trabalho e Emprego (MTE). Elas especificam quais são as obrigações dos empregadores em certas condições, de modo a garantir a segurança e a saúde da equipe.

A NR 17 é a responsável por tratar de todas as normas referentes à ergonomia. Ela serve, principalmente, para orientar os empregadores sobre como devem pensar no ambiente. Desse jeito, é possível garantir uma atuação adequada e protegida.

Já a NR 15, por exemplo, disciplina as atividades ou operações insalubres.

Como funcionam as regras de ergonomia?

As obrigações previstas para deixar o trabalho ergonômico variam com cada atividade e ambiente. Basicamente, tudo começa com uma avaliação da adaptação às condições de ergonomia. A intenção é reconhecer os riscos e o que pode (ou deve) ser melhorado.

Em seguida, são tratadas de questões como a necessidade de executar as atividades de forma sentada quando possível e a escolha de mobiliário adequado. A partir do ponto 17.5 da norma, há os fatores ambientais do trabalho. Isso exige, por exemplo, nível de ruído dentro de padrões aceitáveis e umidade relativa mínima de 40%.

Em relação à temperatura, ela deve ser efetiva entre 20 a 23ºC, de modo a garantir o bem-estar. Além disso, há questões sobre a organização das funções e sobre o levantamento ou movimentação de itens pesados.

Vale mencionar que, conforme indica o Anexo III da NR 15, existem limites de tolerância ao calor e sua inobservância torna a condição de trabalho insalubre.

Quais os prejuízos do calor e falta de ergonomia para os trabalhadores?

Como dissemos, um dos pontos das regras de ergonomia tem a ver com o conforto térmico. Segundo prevê a lei, é obrigação do empregador garantir que a temperatura esteja em um nível adequado e confortável. Isso se deve, principalmente, por causa dos impactos negativos que as altas temperaturas causam.

Em primeiro lugar, há a possibilidade de desidratação. Se ela for intensa, o trabalhador pode desmaiar, envolver-se em acidentes e até sofrer uma fatalidade. Também são queixas comuns as dores de cabeça, a sensação de vertigem e o cansaço ampliado.

Todos esses pontos geram, como impactos secundários, a perda de motivação e de produtividade. Como resultado, o empreendimento se torna menos competitivo.

Quais as punições para a empresa que não cumprir as obrigações?

Para garantir que todas as normas trabalhistas sejam seguidas, há algumas punições para as empresas que não as aplicam. Em uma fiscalização, a falta de ergonomia pode gerar multas, sanções e até a interdição do local para adaptação, se for o caso. Também ocorrem processos judiciais, o que coloca em xeque a credibilidade da empresa.

Além disso, a inexistência de boas condições prejudica a saúde da equipe. Isso dá origem a mais faltas e licenças, o que amplia os custos. Resulta, ainda, em um aumento de processos trabalhistas e indenizações.

Para piorar, o negócio pode ter a sua imagem empresarial arranhada. Isso gera problemas de percepção do público e, em alguns casos, até boicotes por parte dos consumidores.

Como melhorar o conforto térmico?

Como visto, cuidar da temperatura do local de trabalho é uma questão fundamental de ergonomia. Então, é preciso buscar maneiras de garantir e ampliar o conforto térmico no ambiente. A seguir, veja algumas dicas de como chegar a esses resultados.

Dê preferência a horários frescos

Durante os dias quentes, é comum que o horário comercial seja o período de maior calor do dia. Isso faz com que haja desgaste por causa da temperatura, o que exige cuidados extras.

Sempre que possível, recomendamos evitar atividades externas de 10 da manhã às 5 da tarde. O sol é muito forte nessa fase, assim como a temperatura.

Dentro do escritório, o problema é um pouco menos sentido, mas ainda é impactante. Trazer flexibilidade de horários, como a pausa do almoço, ajuda os colaboradores a escolherem o melhor período.

Promova pausas para descanso

Por causa das altas temperaturas, é comum que as pessoas fiquem menos concentradas e cansadas com facilidade. Tudo isso afeta a produtividade — e exigir resultados constantes não é a resposta.

Em vez disso, a nossa indicação é planejar mais pausas ao longo do expediente. Permitir que as pessoas tirem 5 minutos para descansar, beber algo gelado ou se refrescar é essencial. Como consequência, a produtividade pode ficar ainda maior, mesmo com um número ampliado de paradas.

Mantenha distância das fontes de calor

Principalmente no chão de fábrica, há diversos componentes que podem gerar muito calor. Fornos, caldeiras, secadores e, até, máquinas com bastante vibração aumentam a temperatura de forma localizada.

O melhor jeito de evitar isso é ao limitar o contato com essas fontes. Garanta que a equipe não seja exposta demais a essas áreas e que a proximidade dure apenas o tempo necessário. Ao diminuir essa interação, os efeitos são sentidos com menos intensidade.

Invista no isolamento térmico e promova a ergonomia

Embora essas ações sejam importantes, elas são somente “remédios” para um problema que tem outras causas. A incidência solar, por exemplo, gera calor por radiação no imóvel e eleva a temperatura. Outras formas de transmissão, como condução e convecção, também são responsáveis.

Então, para aumentar o conforto térmico, vale elaborar um projeto de isolamento. Com o uso de uma manta especial, por exemplo, é possível impedir que o calor entre no local. Com as trocas interrompidas, fica mais fácil chegar a valores confortáveis.

Para ter máximo desempenho, procure uma solução que impeça as três formas de transferência de calor. Assim, dá para garantir que o espaço terá condições melhores. Além de o bem-estar ser ampliado, os esforços — e os custos — para climatizar o ambiente serão menores.

O conforto térmico é uma das bases da ergonomia e, por isso, é tão importante. Ao seguir as nossas orientações, é possível evitar as punições e cuidar melhor da saúde da equipe.

E já que o isolamento é uma opção muito indicada, entre em contato com a 3TC e descubra como atuamos no mercado!

Ter privacidade domiciliar é um bem almejado por muitas pessoas. Principalmente para aquelas que se incomodam com ruídos e sons externos intensos. Nesse contexto, aprender sobre o que é isolamento acústico e quais as formas de realizá-lo torna-se essencial, uma vez que é a partir dessa técnica que se consegue diminuir a intensidade com que o som propaga para um ambiente.

Deste modo, isolamento acústico nada mais é do que a capacidade que certos materiais possuem de bloquearem o som entre ambientes diferentes. Em outras palavras, é o isolamento do som externo a partir de uma barreira física composta por materiais densos. Cabe destacar também que quanto maior o peso do componente dessa barreira, maior será o seu nível de isolamento acústico.

Sendo assim, entenda mais sobre como se faz o isolamento sonoro e quais são as suas vantagens.

Os malefícios de sons intensos

Sons com intensidade acima de 65 dB já podem ser prejudiciais à saúde. Além disso podem acarretar em perda gradual auditiva e irritações no ouvido quando a exposição é excessiva. Para essas ocasiões, essencialmente se a fonte sonora for externa ao ambiente, o isolamento acústico passa a ser uma boa solução.

Vantagens do isolamento acústico

Providenciar a utilização dessa técnica traz diversas vantagens, seja para ambientes residenciais, seja para empresas e laboratórios de pesquisa. Conheça algumas delas a seguir.

Privacidade

Como já mencionado, um ambiente com boa privacidade necessariamente precisa ter um conforto sonoro satisfatório. Isso porque ruídos externos quando intensos atrapalham a convivência e alteram a rotina natural de uma casa.

Qualidade de vida

Sons de alta intensidade além de incomodarem (inclusive ocasionando mudanças repentinas de humor) são prejudiciais à saúde, pois, podem causar doenças no sistema auditivo.

Qualidade do som ambiente

Competir com ruídos externos para tentar manter uma conversa em casa, ou até mesmo escutar uma música, é extremamente desagradável. Dessa forma, o isolamento acústico de fato potencializa a qualidade do som ambiente, evitando assim poluição sonora.

Diferença entre absorção sonora e isolamento acústico

A absorção sonora é o processo feito por materiais que transformam a energia sonora em térmica e mecânica. Exemplificando, absorvedores não isolam o som, eles têm a capacidade de atenuarem diferentes fontes sonoras inseridas num mesmo ambiente, melhorando dessa forma a qualidade do som local.

Diferentemente dos materiais que realizam o isolamento, os absorvedores são mais eficientes quanto menor for a sua massa e densidade. Deste modo, outra característica importante a se destacar nos absorvedores é a presença de poros em sua composição, justamente para que as ondas sonoras passem sem serem refletidas.

Materiais

São as características físicas dos materiais que determinam qual será o comportamento da onda sonora ao incidir sobre a sua superfície. Consequentemente, diferentes materiais originam em diferentes processos sonoros.

Isolantes

Devem ter muita massa, duros e de superfície lisa. O aço, concreto, gesso, tijolo maciço, madeira e chumbo são bons exemplos de materiais para isolamento acústico, já que impedem a transferência sonora devido à dificuldade de propagação do som nesse meio.

Refletores

Minimizam a reverberação sonora (quando as ondas são refletidas de forma reiterativa) e ainda podem ser isolantes. Sua propriedade principal é a superfície lisa, encontrada em pisos de cerâmica, algumas madeiras, massa corrida.

Difusores

Materiais difusores conseguem espalhar as ondas sonoras, sendo usados sob específicas angulações para que não ocorra eco ou reverberação. Lambris, forros com poros, 3TC e pedras são exemplos de difusores.

Absorventes

Os materiais classificados como absorventes recebem o som e dissipam sua energia de vibração. Vale lembrar que estes materiais transformam a energia sonora em energia térmica (calor). Componentes que realizam a absorção acústica devem ser leves, de baixa densidade e espessos, como as espumas, lã de vidro, lã de rocha, feltros ou outros semelhantes que possuem poros e muita espessura.

Formas de aplicação do isolamento acústico

Existem diversas maneiras de se realizar o isolamento acústico, que são determinadas a partir de parâmetros financeiros, nível de isolamento e intensidade do som a ser isolado.

Parede dupla

A técnica de duplicar uma parede e deixar um espaço com ar entre elas é antiga e muito utilizada na hora de realizar o isolamento acústico. A explicação para a sua eficácia está no fato da onda sonora ficar aprisionada nessa câmara de ar existente. Essa característica garante que o som terá dificuldades para se propagar, criando o efeito de isolamento acústico.

Parede de gesso

Bastante utilizada em hospitais e hotéis, a parede de gesso também é uma boa medida para isolar ruídos externos, já que é de fácil instalação, pode ser montada por meio de perfis mais largos e ainda ser preenchida com lã de vidro.

Manta acústica

A manta acústica é um componente autoadesivo aplicada nas regiões onde há maior propagação sonora oriunda de ambientes externos. Sua grande vantagem é a versatilidade, pois, pode ser customizada e instalada em diversos ambientes, inclusive no interior de automóveis. Os materiais mais comuns para a fabricação de uma manta acústica são: lã de rocha; lã de vidro e espuma de poliuretano.

Como identificar o melhor tipo de isolamento acústico

Para especificar qual será a melhor maneira de realizar o isolamento sonoro de uma determinada localidade é preciso levar em conta vários fatores. Como mencionado, é preciso analisar a área que receberá o isolamento, a frequência e a intensidade do som externo a ser minimizado e a disposição física do ambiente; estes são os principais parâmetros que devem ser analisados.

Vale ressaltar que esse estudo só é feito com qualidade por um especialista da área. Ou seja, ao necessitar de um isolamento acústico, é prudente a busca de ajuda profissional, para que assim todos as questões técnicas sejam devidamente averiguadas.

Sendo assim, depois de entender com clareza o que é isolamento acústico e como ele é feito (destacando sua simplicidade e rapidez na instalação), é fácil perceber o quão vantajosa essa técnica é, seja para residências, seja para empresas. Principalmente porque garante privacidade, conforto sonoro ambiente e qualidade de vida, tudo isso a partir de um acessível investimento financeiro.

ABNT 15575

A norma técnica da ABNT fala de desempenho térmico e acústico em relação aos materiais e às técnicas construtivas adotadas na construção, afim de assegurar a qualidade do produto final. Ou seja, a norma vem para proteger consumidores e investidores do ramo imobiliário na hora de comprar ou alugar uma casa, apartamento, escritório, e outros tipos de edificações. Se quiser saber mais, fizemos um post bem explicativo, dedicado a essa norma, que impacta a todos os projetos aprovados depois de Julho de 2013.

Qual a melhor opção para minha necessidade?

Primeiramente, vale lembrar que cada tipo de projeto acústico é único. Esta característica é importante pois cada tipo de construção, cada ambiente,e especificação de necessidade vai precisar de tecnologias e intervenções diferentes. Como por exemplo, o isolamento de um estúdio de gravação é bem diferente de uma parede ou sótão de uma casa. Da mesma forma, também é diferente para um local que quer impedir que o som saia daquele ambiente, para um local que a necessidade é não deixar o som entrar. Outro ponto importante é se o ambiente está na fase de projeto ou se é uma reforma. São muitas variáveis a serem consideradas na hora de especificar em projetos e intervenções. Caso queira ver isolamento acústico ao extremo, conheça o quarto mais silencioso do mundo:

Insonorização

Algumas pessoas também chamam o isolamento acústico de insonorizarão. Resumidamente, significam a mesma coisa. O isolamento ou insonorizarão ideal vai sempre unir diferentes tipos de tecnologias construtivas e também de isolamento. Ou seja, cada um vai desempenhar um papel diferente no processo da atenuação acústica ou isolamento acústico. O ideal é sempre criar uma sequência de obstáculos para o som ter mais dificuldade de se propagar. Pelo modo que o som se propaga, é necessário que o espaço fique confinado. É importante eliminar frestas entre os fechamentos, pois isso pode prejudicar todo o isolamento/tratamento acústico.

Em estúdios de gravação, teatros, e outros locais similares, o ambiente em si é modificado, pois precisam da otimização sonora. Ou seja, melhorar o alcance do som sem perder a qualidade, diminuindo a formação de eco. Entretanto, alguns desses lugares precisam conter o som também. Por isso alguns lugares possuem estruturas anguladas que dissipam a onda sonora afim de não deixá-la passar adiante.

Gostou de saber mais sobre isolamento acústico? Então, comente no post e compartilhe a sua experiência em relação a esse assunto.