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Forrar a casa é uma das melhores maneiras de reduzir a sujeira que costuma cair do telhado. Algumas vezes, essa é uma solução também para o conforto térmico e até para o isolamento acústico.

A laje convencional, por exemplo, é um tipo de forro bastante conhecido. Consiste em uma estrutura de concreto, bem sólida. Porém, com o advento do forro modular, as coisas mudaram. Além do produto se tornar mais acessível do ponto de vista financeiro, ele é mais prático de instalar.

Neste guia, vamos falar sobre o forro em módulos, as características dele, que materiais podem ser usados e os custos envolvidos. Faça a leitura completa do artigo e tire suas dúvidas!

1. O que é forro modular?

Forro modular significa forro vendido em módulos, ou seja, em placas apoiadas em grids de perfil metálico, na forma de um T invertido. São blocos pré-moldados de um determinado material. Há muitos tipos de forro em placas disponíveis no mercado.

Os forros modulares podem ter formas, bordas e espessuras diferentes e contar com aplicações bactericidas e fungicidas. São bem personalizáveis, o que permite que atendam a necessidades variadas, conforme o perfil da construção.

É um tipo de forro reconhecido com facilidade porque os perfis de metal podem ficar aparentes e formar um quadriculado. É possível enumerar as características gerais do forro em módulos, como:

  • disponibilidade em cores e modelos variados;
  • acabamento liso, texturizado ou perfurado;
  • leveza, limpeza, sem cortes e sem umidade (seco);
  • conforto acústico e térmico;
  • possibilidade de remoção;
  • resistência a fissuras e trincas;
  • resistência às chamas;
  • montagem rápida por meio do sistema de encaixes (baixo percentual de desperdício e geração de resíduos).

2. Como surgiu?

Sempre é interessante compreender como as soluções surgiram. As invenções dos homens são sempre uma resposta, uma reação a uma situação específica, geralmente problemática.

O forro no Brasil começou a ser usado no período colonial pelos portugueses. Os modelos mais baratos eram feitos de uma planta chamada “taquara”. A partir dela, faziam-se esteiras grandes para forrar o teto. Também havia os forros de tábuas de madeira, que eram assentados direto no telhado ou em barrotes complementares.

A proposta de módulos também é antiga. No início eram chamados de painéis, mais pesados e de custo mais alto. Os painéis mais requintados eram elementos arquitetônicos usados nos salões e nos grandes ambientes, onde o teto assumia um formato denominado de caixão, esquife ou gamela.

Vale dizer que a gamela é feita a partir da ligação de cinco planos de tábuas encaixadas, em que quatro deles estão em ângulo de 45º e há um paralelo ao piso.

O formato de uma abóbada era mais usado nos templos católicos, e os painéis podiam formar grandes molduras bem elaboradas.

Os painéis moldurados eram fabricados a partir de grandes caixotes de madeira. Podiam receber pintura ou ter temas decorativos, como os forros frisados de hoje. Eram muito comuns os desenhos abstratos ou figurativos, bem como a pintura que imitava madeira ou pedra (pintura faiscada) — confira o forro modular de PVC, que também pode imitar madeira em seu design.

Porém, ao contrário de nossos forros modulares, eles eram construídos para permanecer intactos. Mexer neles significava mexer na própria estrutura do teto. Na verdade, eles não eram nada práticos quando comparados ao forro modular moderno.

Podem ser considerados precursores, mas não se equiparam, já que certas características dos módulos atuais são a maior praticidade e a presença de perfis metálicos.

Os forros em módulos com perfil de metal surgiram como uma solução para conferir leveza e tornar mais rápida a instalação. Não requerem cortes (não é preciso cortar as placas durante o trabalho para fazer os ajustes necessários) e não causam sujeira nem desperdícios (não há perda de materiais).

Trata-se de uma proposta que tem tudo a ver com a sociedade atual, que defende a sustentabilidade, a economia enxuta (clean) e a não geração de resíduos. Surgiu em um contexto completamente propício a estratégias eficazes e, ao mesmo tempo, não agressivas ao meio ambiente.

3. Quais são as funções?

As funções do forro modular são praticamente as mesmas dos forros em geral, como isolar o barulho da rua, melhorar o conforto térmico e esconder instalações da energia elétrica, da água, do ar-condicionado, do telefone, da internet e assim por diante. Ele contribui também para reduzir o volume interno em uma construção.

Outra função importante dos forros modulares é a estética, ou seja, ajudam a deixar o ambiente mais bonito, mais requintado e elegante. Então, podemos resumir da seguinte maneira as funções desse tipo de forro:

  • redução no volume interno da construção;
  • ocultar instalações;
  • aprimorar a estética;
  • conforto térmico;
  • isolamento acústico;
  • facilidade para manutenção de aparelhos, como sprinklers e detectores de fumaça;
  • ação antibacteriana (em alguns casos).

4. Quais os tipos de materiais?

Diferentes materiais podem ser utilizados na produção de forros modulares. Confira a seguir.

4.1. Gesso

O gesso já é um material consolidado na confecção de forros. O forro de gesso também é comercializado na forma modular, com perfis de metal. É um material facilmente encontrado nas lojas. É um dos preferidos pelos consumidores para aplicar em suas residências, devido ao seu design enxuto e às suas qualidades decorativas.

Trata-se de uma opção versátil, com tipos variados de espessuras, recortes, níveis de isolamento acústico e térmico, resistência à umidade e ao fogo. Pode ser usado em casas, apartamentos, escritórios, hospitais, clínicas e casas de shows. É possível encontrar módulos lisos ou com frisos formando desenhos diversos.

O forro modular de gesso pode ser aproveitado para montar um sistema de iluminação bem caprichado. Ele permite explorar diferentes efeitos visuais e cores, bem como embutir luminárias. Ainda, pode receber pintura e revestimento com papel de parede ou outro material.

Além das placas comuns, há as placas de drywall, que recebem papel acartonado como revestimento. Elas têm ampla variedade estética, o que permite escolher um modelo que mais se ajuste ao ambiente.

Não ficam manchadas com o tempo e proporcionam um melhor conforto acústico e térmico que o gesso comum. Os forros em drywall são usados em diversos locais, como residências, escritórios, salões de beleza e assim por diante.

4.2. PVC

O PVC é um material plástico formado por eteno (um dos subprodutos do petróleo) e cloro (extraído do sal). É um material de alta durabilidade, impermeável e leve. Também é muito sustentável, já que é totalmente reciclável. Os resíduos que gera durante a instalação são nulos, o que é ainda mais positivo para o meio ambiente.

Também não é inflamável, e o custo-benefício compensa, pois é um dos materiais mais acessíveis financeiramente. Dura muitos anos (40 anos, aproximadamente) e há muitos modelos e cores disponíveis — inclusive, modelos que imitam madeira. Eles oferecem um espaço mais confortável e requintado.

Os forros de PVC são comercializados lisos ou com frisos, da mesma forma que os módulos de gesso. É um produto antichamas, higiênico, que não requer pintura nem é consumido por cupins. É indicado para as indústrias alimentícias, escolas, hospitais, clínicas médicas e veterinárias, banheiros, shoppings, lojas, postos de gasolina, academias, laboratórios, estacionamentos e outros lugares.

4.3. Lã de vidro

Outra opção de forro modular é aquele confeccionado com lã de vidro. Essa é uma das melhores soluções para conferir tratamento acústico e térmico eficaz. É ideal para edificações comerciais, residenciais e industriais.

Tem um filme de PVC microperfurado como revestimento, característica que assegura à lã de vidro resistência mecânica de boa qualidade por causa do entrelaçamento das fibras. Também resiste ao fogo, e sua eficiência permanece durante o decorrer dos anos.

Outro detalhe relevante é que esse material reduz bastante o consumo de energia em espaços climatizados. Existem modelos das mais diferentes espessuras, formas e densidades.

4.4. Isopor

O isopor é mais recomendado para ambientes industriais, pois apresenta uma estética mais equilibrada. Ele também otimiza o conforto térmico e acústico.

Também conhecido como poliestireno, esse é um material sustentável, totalmente reciclável e que não provoca nenhuma agressão ao meio ambiente. Geralmente, o revestimento é feito com massa acrílica, e o acabamento é feito com pintura acrílica texturizada. Não podemos deixar de mencionar a leveza do produto e a qualidade do acabamento final.

4.5. Madeira

O forro de madeira modular também é uma opção. A madeira é atraente e certamente contribui para melhorar as qualidades estéticas de qualquer ambiente, tanto na parte externa quanto no interior da edificação.

Trata-se de um material biodegradável e renovável. Muitos tipos de madeira podem ser usados no forro modular, pois a maior parte usa vernizes em cores. São muito aplicados em varandas e coberturas para piscinas.

Também existem forros modulares em MDF, que é um produto derivado da madeira. Trata-se de uma chapa de madeira de fibra de média densidade, que recebe resinas sintéticas e aditivos especiais. O resultado é uma placa homogênea e com suave textura.

4.6. AMF

São forros produzidos em fibra mineral, madeira ou metal. Eles podem ser removidos com facilidade. Oferecem diversos tipos de textura e acabamento — o que é ótimo para aprimorar a estética do ambiente.

São mais resistentes que outros tipos de forros modulares. Apresentam bordas com acabamento HDE e oferecem isolamento acústico de boa qualidade. Indicados principalmente para residências e escritórios.

A fibra mineral, por absorver vibrações e movimentações na estrutura, não permite a ocorrência de fissuras ou rachaduras. Ela pode apresentar funções bactericidas e fungicidas, sendo ótima para estabelecimentos de saúde.

4.7. Lã de rocha

A lã de rocha é fabricada a partir de uma rocha de origem vulcânica chamada “diábase”. É um ótimo isolante térmico. Consegue suportar temperaturas muitos altas, que vão de 50 ºC a 600 ºC. A condutibilidade térmica é baixa, e o índice de absorção sonora é bem elevado. Por esse motivo, muitas indústrias adotam esse material como isolante acústico.

O forro modular de lã de rocha diminui o fluxo de calor e frio. Outra característica é que apresenta um revestimento de PVC, no lado visível, o que ajuda a impedir a propagação de fogo.

4.8. Colmeia

O forro modular colmeia é formado por grelhas de um só bloco, em quadrículos. Os perfis de metal são do tipo U, e não do tipo T, como nos outros forros. A base do perfil é de 10 milímetros, o que possibilita o aproveitamento máximo do pé direito, já que consiste em um forro vazado.

Os efeitos estéticos do forro colmeia valorizam muito o ambiente. Em relação à iluminação, ele é tão dinâmico quanto o gesso, pois permite a instalação de luminárias cilíndricas embutidas ou sobrepostas e lâmpadas modulares

Além de otimizar o sistema de iluminação, permite o uso de manta, como a manta acústica, que pode seguir a mesma modulação do forro.

5. É possível remover o forro modular?

Sim. Essa é considerada uma de suas vantagens. Os perfis metálicos facilitam as manutenções e a remoção das placas. Fica menos complicado para o técnico acessar as instalações ocultas para fazer os devidos reparos ou acertos.

De qualquer maneira, vale lembrar que essa remoção deve ser feita, de preferência, por profissionais capacitados. Eles percebem imediatamente que é muito mais prático remover um módulo de um forro de gesso, por exemplo, que mexer em uma laje ou acessar outro tipo de forro, que não foi pré-moldado e corre maiores riscos de quebrar.

Na verdade, em alguns casos, nos forros de outros tipos, realmente é necessário quebrar a pedra para poder removê-la. Nesses momentos, percebemos claramente o quanto compensa investir em forros modulares — menos gastos e menos trabalho.

O forro modular torna-se uma excelente opção para grandes vãos, que são comuns em praticamente todas as construções: casas, galpões, estabelecimentos comerciais, supermercados, indústrias, lojas e assim por diante.

A remoção do módulo dá acesso fácil ao que chamamos de “entreforro”, o espaço situado sobre o forro e que recebe também o nome de “plenum”. A manutenção fica mais econômica e rápida.

6. Quais são as vantagens e desvantagens?

Vamos explicar melhor as vantagens e as desvantagens do forro modular. Você verá que muitas dessas vantagens/desvantagens estão relacionadas às características do produto, que viemos citando ao longo do texto.

6.1. As vantagens

Vamos começar pelos benefícios!

6.1.1 Facilidade na instalação

Toda obra exige atenção e cuidado, pois são efetivadas diferentes operações ao mesmo tempo, como pintura de paredes, acabamentos dos pisos e assim por diante. É importante seguir um determinado cronograma. Do mesmo modo se dá com a instalação dos módulos de um forro. A vantagem é que é uma solução fácil de ser realizada, desde que se respeitem as características deles.

Depois de pintadas (caso seja necessário), as placas devem ser instaladas no final da obra, em conjunto com a finalização do sistema de iluminação e das grelhas do sistema de refrigeração, garantindo um serviço rápido e limpo.

É necessário montar uma grade no teto com os perfis de metal. Você deve decidir se pretende mostrar esses perfis ou ocultá-los. Nos espaços em que a manutenção das instalações é muito requisitada, os modelos de remoção mais fácil devem ser instalados. Neles, os perfis ficam visíveis.

Em outros espaços mais nobres (como auditórios e salas de reunião), onde a manutenção não é muito exigida, os modelos em que os perfis ficam ocultos podem ser aplicados, o que vai conferir um visual mais sofisticado ao ambiente.

Antes da compra e da instalação, fique alerta para o uso dos perfis em T que sejam apropriados para cada ocasião. Utilizar um perfil com menos resistência do que a necessária pode representar perigo tanto para os instaladores como para as pessoas que ocupam o imóvel.

Uma recomendação é pedir os laudos de carga dos perfis. Além disso, nunca deixe de solicitar orientações do fabricante para a instalação de forros com mais peso. Se, futuramente, o ambiente for desativado, a remoção, como já dissemos, será simples.

6.1.2. Segurança contra o fogo

Um dos grandes problemas relacionados às edificações é a possibilidade de incêndios. Por isso, toda solução que minimizar esses riscos é estratégica e pode ser adotada. Os materiais usados em uma obra precisam ser compatíveis com o que determina a legislação para garantir a proteção dos usuários e do patrimônio.

A maioria dos tipos de forro modular são incombustíveis e evitam a propagação de chamas. Por esse motivo, eles são mais seguros tanto para a parte interna da construção quanto para lugares em que há muita aglomeração.

6.1.3. Isolamento termoacústico

Esse é um ponto que estamos sempre repetindo. Em relação à temperatura, é importante que, em qualquer estação do ano, a construção permita que os usuários usufruam de conforto térmico.

O forro modular evita a passagem do calor do ambiente externo para dentro da edificação no verão e impede, no inverno, que o calor interno se dissipe para fora. Claro que, para maior eficiência, outros fatores também são importantes. Um bom projeto construtivo analisa todos esses pontos.

Já o conforto sonoro é outro critério relevante. A reflexão sonora ou a reverberação, por exemplo, podem causar transtornos durante uma videoconferência, especialmente para a pessoa que se encontra do outro lado. O forro modular é um excelente minimizador de ruídos internos, ou seja, ele absorve e diminui o barulho em uma construção.

Ruídos externos também atrapalham os usuários de uma residência ou empresa. Se o trabalho exige concentração, a produtividade pode ser altamente comprometida.

6.1.4. Sustentabilidade

Os forros modulares costumam ser recicláveis e com baixa emissão de voláteis. Os materiais contribuem para o controle da temperatura e reduzem a necessidade de usar ar-condicionado, além de refletirem bem a luz, o que ajuda no melhor aproveitamento da iluminação natural.

6.1.5. Outras vantagens

Outras vantagens que podemos citar são:

  • durabilidade elevada;
  • remoção fácil;
  • diferentes opções de acabamento;
  • pouca mão de obra para instalação;
  • resistência a pragas;
  • facilidade de manutenção e na instalação de dispositivos de segurança (sprinklers, alarmes, detectores de incêndio e outros).

6.2. As desvantagens

Quanto às desvantagens, podemos citar:

  • limpeza difícil;
  • sensibilidade à umidade (alguns modelos);
  • depois da instalação, não se permite a mudança no acabamento (massa e pintura).

7. Quanto custa?

É necessário identificar logo as principais características do forro para adquirir o produto correto. Se, na hora de cotar, você não compreender com exatidão o que será necessário, falhas possivelmente aparecerão. Portanto, vale a pena seguir as dicas abaixo:

  • mensure, em metros quadrados, a área completa de aplicação;
  • determine os itens necessários: é importante saber se as placas serão quadradas ou retangulares (as primeiras geralmente medem 625 mm x 625 mm, e as outras 625 mm x 1250 mm);
  • verifique os itens que já foram comprados e os que faltam, como sistemas de iluminação e suspensão (avalie se devem ou não ser cotados em conjunto, se o acabamento será ou não oculto);
  • considere os espaços para as luminárias que substituirão os módulos de forro e determine quantos são;
  • avalie os prazos de execução do forro desde a entrega dos itens (não são todos os fornecedores que dispõem de produtos estocados, principalmente em grande quantidade. Sem um prazo de entrega determinado, os atrasos tendem a ocorrer e o cronograma da obra será prejudicado).

Vamos mostrar uma fórmula eficaz para o orçamento na compra de forro modular: metragem da área de aplicação (m2) / metragem da placa (m2). Para exemplificar, considere um espaço com 6 mil metros quadrados e placas quadradas (pequenas, 625 x 625, ou 0,39 m2). Então:

  • 6.000 / 0,39 = 15.384 placas (considere 0,8 mm do sistema de suspensão);
  • 770 caixas de placas (considerando que cada caixa tem 20 unidades de placas quadradas).

Para calcular o valor por metro quadrado, divida o valor unitário da placa por seu metro quadrado (placas pequenas 0,39 m2 e placas grandes 0,78 m2).

Com o orçamento mais preciso, você diminui gastos com excesso ou falta de material, obtém mais rapidez e precisão na cotação e também aumenta seu poder de negociação com os fornecedores.

8. Como instalar?

É necessário definir a localização certa das luminárias e fazer marcações nas próprias placas. A instalação delas inicia-se pelos cantos. Deve-se cortar os cantos em meia esquadrilha e colocar os módulos, a primeira lâmina precisa ficar com, pelo menos, um centímetro a menos que o canto em que será instalada.

Um lado, chamado “macho”, da lâmina da placa se encaixa na cantoneira, e as outras lâminas seguem desde o lado “fêmea”, em que outra placa será fixada até completar o espaço.

Na última lâmina, faz-se um recorte para que ela tenha dimensões inferiores ao vão de instalação. Recorta-se ainda a largura em um centímetro da cantoneira para que o melhor encaixe seja alcançado. Como já dissemos, após a instalação, alterações no acabamento não são possíveis.

Esperamos que, com a ajuda deste guia, suas principais dúvidas sobre forro modular tenham sido sanadas. Lembre-se de que o processo de instalação só pode ser feito por profissionais. Conte também com o apoio de um profissional para efetuar o orçamento com segurança. Se persistirem dúvidas, informe-se com o fornecedor para não fazer compras erradas.

O que você pensa sobre esse tipo de forro? Ele é bastante atrativo, concorda? O que acha de nos fazer uma visita nas redes sociais? Então, aproveite e curta nossa página no Facebook!

As evoluções do beneficiamento de sementes trouxeram grandes impactos no desenvolvimento da agricultura. Afinal, seus processos permitem aumentar a produtividade das lavouras.

Como se sabe, suas técnicas surgem de estudos que verificam as necessidades de conservação de cada tipo de semente, como umidade ideal, temperatura e outros pontos.

Por esse motivo, é muito importante investir em tecnologias capazes de melhorar significativamente o beneficiamento. Isso pode ser feito de várias formas, como por máquinas automatizadas e climatização de ambientes eficiente.

Quer entender melhor sobre este processo? Acompanhe este post!

O que é o beneficiamento de sementes?

O beneficiamento de sementes pode ser definido de diferentes formas. No sentido mais amplo, ele pode ser considerado como todas as etapas de processamento das sementes depois da colheita no campo até o empacotamento e armazenamento.

Isso acontece porque internacionalmente não existe um termo específico para as atividades que se dedicam exclusivamente ao aprimoramento de lotes de semente. Toda a cadeia de ações recebe o nome genérico de “seed processing”, o qual foi traduzido como “beneficiamento de sementes” em algumas situações.

No entanto, as regulações brasileiras definem o beneficiamento apenas como as etapas que ocorrem após a viabilização da semente (geralmente pela secagem) até o envio para reembalagem. Esse é o caso da principal lei sobre o tema, a nº 10.711, de 5 de agosto de 2003, que define o beneficiamento, como:

operação efetuada mediante meios físicos, químicos ou mecânicos, com o objetivo de se aprimorar a qualidade de um lote de sementes;

Em diversos pontos da lei, as atividades de beneficiamento são vislumbradas em autonomia com outras, tais quais o armazenamento e a embalagem. Mas, então, o que você deve considerar como beneficiamento? De forma geral, as empresas e técnicos que oferecem serviços desse tipo não seguem uma estrutura específica, padronizada.

Então, é muito possível que você encontre alguém que execute todo o processamento, enquanto outros que fazem apenas o beneficiamento em sentido estrito ou em associação com a embalagem, armazenamento e distribuição.

Isso ocorre porque na cadeia produtiva agrícola brasileira há vários serviços especializados para a melhoria das sementes.

** Desse modo, nos seus aprofundamentos sobre o tema, não deixe de prestar atenção no contexto em que o beneficiamento está sendo usado.

Aqui, vamos falar sobre todo o processamento/beneficiamento para atingir diversos públicos:

  • o produtor que quer montar uma instalação de beneficiamento;
  • alguém que quer abrir uma beneficiadora ou melhorar seu serviço;
  • agricultores que desejam melhorar suas instalações de armazenamento etc.

Quais os tipos de beneficiamento de sementes?

Na natureza, há uma interação muito forte entre os elementos ambientais e o ciclo de vida das sementes. Afinal, para ter sucesso na reprodução, as plantas desenvolveram diversos mecanismos. Há sementes que precisam passar pela fermentação no sistema digestivo de animais, outras precisam da secagem ao sol, entre outros processos. Sem isso, elas não brotam

A atividade da agricultura, por sua vez, não conta com essa interação, pois a produção é feita em larga escala sob ação de técnicas. Então, frequentemente, é preciso viabilizar as sementes e esse processo pode acontecer antes ou durante o beneficiamento.

Sementes secas

A planta não é coletada após ter atingido o ponto de colheita para alimentação. Ela é deixada até que forme estruturas formadoras de semente. Por exemplo: podem ser colhidas as vagens, todo o galho ou a planta inteira a fim de realizar o beneficiamento sem necessidade de secá-las.

Isso acontece nos casos em que a semente coletada já apresenta a umidade suficiente para um bom brotamento. Depois, dependendo do tamanho e do tipo, pode ser feita a debulha, o esmagamento e a apanha manual. Será nesse estado que elas irão para o beneficiamento.

O beneficiamento não incluirá a secagem ou a viabilização, apenas etapas como recepção, amostragem, limpeza e embalagem. Geralmente, os lotes de sementes secas são mais fáceis de limpar e separar por meio de peneiramento, sopragem mecanizada, entre outras.

O processamento de sementes secas é realizado na produção de insumos, como:

  • leguminosas;
  • alface;
  • cebolas;
  • beterrabas;
  • cenouras etc.

Processamento de sementes úmidas

Nesse contexto a semente é colhida com uma taxa de umidade alta, sendo necessário que ela perca água para poder ser plantada. É o caso da maioria das frutas com polpa macia, como o maracujá e a melancia, e dos legumes.

Aqui, o beneficiamento geralmente começa com a separação da semente da fruta, o que pode ser feito química, manual ou mecanicamente. A partir disso, as sementes podem ser secadas com métodos artificiais e naturais até que apresentem a umidade ideal, em torno de 8%. Essa secagem deve ocorrer rapidamente após a retirada da polpa para evitar a deterioração.

Processamento por fermentação

Como explicamos, algumas plantas necessitam de processos químicos e biológicos para simular o que aconteceria na natureza. Nas superfícies das sementes há uma série de inibidores da germinação para garantir que ela brotasse apenas ao encontrar as condições mais favoráveis.

Então, a fermentação é um processo que degrada esses fatores que impedem o desenvolvimento da semente e a deixa apta para brotar. Nessa situação, portanto, será preciso induzir a fermentação ou simular sua ocorrência com substâncias químicas. Depois disso, as sementes poderão prosseguir para o beneficiamento com as várias opções que falaremos a seguir.

Quais os atributos para a qualidade no beneficiamento de sementes?

A lei do processamento de sementes brasileira estabelece que quatro critérios devem ser levados em consideração na avaliação de qualidade de um lote de sementes: o fisiológico, o físico, o sanitário e o genético.

Cada um deles será responsável por garantir a segurança das lavouras contra riscos químicos ou biológicos, garantir uma taxa de germinação adequada, padronizar nossos produtos para a exportação, entre outros.

Fisiológico

A regulação brasileira estabelece dois critérios principais para a qualidade fisiológica: a germinação e o vigor.

A primeira é analisada por meio de um indicador chamado taxa de germinação, cujo parâmetro mínimo é de 80%. Ou seja, em um lote, 80 em cada 100 das sementes amostradas devem germinar. Vamos falar um pouco sobre a amostragem nos próximos tópicos.

Por ser quantitativo foi criado um indicador qualitativo, o vigor. Assim, as plantas geradas deverão apresentar alto desempenho mesmo em condições desfavoráveis normais. Para isso, são avaliadas situações de estresse comuns, como assoreamentos e infecção por microrganismos.

Sanitário

A qualidade sanitária é um dos fatores mais fiscalizados pelos órgãos governamentais e mais exigidos pelos clientes. Afinal, além de afetar a germinação e o vigor intrínsecos das plantas, podem ser fatores de contaminação para outras colheitas e plantações.

Por esse motivo, é preciso garantir que as sementes estejam sadias em relação às infecções por patógenos biológicos. O mais comum são os fungos, que geralmente surgem devido às más condições ambientais de armazenamento ou pela manutenção de uma alta umidade dentro das sementes. Mas também podem ser bactérias, vírus, protozoários, vermes, insetos e aracnídeos.

Em alguns casos, além de deteriorar, são doenças que se alastram por toda a plantação e podem ser carregadas para os produtores vizinhos. Por fim, é preciso garantir que, no lote, não haja sementes de ervas daninhas, pois eles representam igual risco de danos às plantações.

Genético

Uma das principais técnicas, que trouxe o aumento de produtividade das plantações, foi a melhoria genética. Por meio de cruzamentos uma espécie pode adquirir características que trazem mais resistência à estressores ambientais, por exemplo.

Além disso, pode-se melhorar a produtividade e a qualidade de cada planta, fazendo com que o custo-benefício se adéque às exigências do consumidor.

No beneficiamento, além da melhoria e seleção das melhores sementes, são feitas análises para verificar se o cultivar declarado corresponde àquele recepcionado. Em alguns casos, são feitos testes adicionais para determinar o risco genético do lote.

Por exemplo, como o uso de plantas transgênicas é altamente regulado, não podem ser encontradas evidências de manipulações genéticas não autorizadas.

Físico

Refere-se a vários critérios:

  • pureza, como a presença de materiais contaminantes ou inertes, como poeira, pedras, restos de ervas daninhas e fragmentos do solo;
  • dimensões e peso das sementes;
  • danos físicos, como as quebras e abrasões;
  • umidade, sendo necessário adequá-la com a necessidade específica do cultivar da semente;
  • temperatura.

Quais são as principais etapas do beneficiamento de sementes?

Recepção

Tudo começa com a recepção das sementes nas instalações de beneficiamento. Lá, os técnicos vão avaliar o lote e executar uma série de ações essenciais para o sucesso das etapas posteriores. A primeira delas é a caracterização do lote:

  • nome do produtor ou da gleba, mesma que a operação seja feita pelo próprio produtor;
  • procedência;
  • número do lote;
  • quantidade recepcionada;
  • data;
  • espécie e cultivar;
  • umidade;
  • pureza;
  • viabilidade.

Depois disso é feita avaliação da admissão. O lote somente pode ser admitido quando ele respeitar a política de beneficiamento do local. Assim, reduz-se o risco de danos nas máquinas e contaminação de outros lotes.

Amostragem

Esta é a etapa de amostragem, a qual inclui a coleta de material para a análise do lote de sementes recepcionado. Todos os testes de qualidade, viabilidade e pureza serão realizados a partir disso. É preciso, entretanto, seguir algumas regras para uma amostra confiável:

Amostragem composta

Reúne várias amostras individuais colhidas em cada saco ou unidade de armazenamento. Se houver menos de cinco sacos, todos deverão ser amostrados.

Em números superiores a esse, colhe-se 5 mais 10% do número de sacos totais. Por exemplo, caso sejam 10 sacos, serão 5 mais 1 amostras. Mesmo assim, o número total de amostras não poderá ser maior do que 30.

Amostra média

É a que será efetivamente encaminhada para o laboratório de análises. É uma amostra feita aleatoriamente após a mistura mais homogênea possível da amostragem composta.

Pré-limpeza e operações especiais

Caso as sementes não cheguem secas para o beneficiamento, será preciso executar uma série de operações especiais para prepará-las. Aqui, acontecem a maioria dos processos de preparação que explicamos ao falar sobre os tipos de processamento de sementes.

Limpeza

Dentro de um mesmo lote de semente, podem vir várias impurezas que precisam ser eliminadas. Esses materiais indesejáveis reduzem o valor agregado dos lotes. Além disso, a limpeza busca homogeneizar o tamanho e a qualidade das sementes de acordo com o nível de qualidade esperado pelo produtor.

Para isso, podem ser estabelecidas uma série de variáveis de aceitação para o produto beneficiado. Os critérios físicos podem incluir:

  • largura;
  • espessura;
  • peso;
  • densidade;
  • comprimento;
  • forma;
  • textura superficial;
  • condutibilidade elétrica;
  • afinidade por líquidos;
  • cor.

Para selecionar as dimensões adequadas, são utilizadas peneiras, máquinas de ar e peneira (MAP), ventilação, entre outras. Com isso, separam-se os materiais bem grandes, bem pequenos, grandes e pequenos do lote de semente.

Em relação ao peso e a densidade, utilizam-se mesas de gravidade, as quais separam as sementes pesadas das leves e das intermediárias. Por fim, para retirar outras impurezas mais discretas, podem ser empregados separadores eletrostáticos.

Classificação

As sementes já estão prontas para uma avaliação dos resultados dos processos de melhoria. Para isso, elas passam por um classificador manual ou mecânico de sementes. Lá, serão retiradas as sementes que não atingiram o critério de qualidade e que precisam de um tratamento adicional.

Tratamento

São uma série de ações físicas e químicas realizadas a fim de viabilizar aquelas sementes que não se enquadraram dentro dos critérios de qualidades anteriores em relação à temperatura e à umidade. Para executar o tratamento, entretanto, é preciso tomar alguns cuidados:

  • os produtos químicos utilizados devem ser inertes no meio ambiente e não oferecer riscos à saúde humana;
  • em caso de patógenos biológicos, o tratamento deve ter uma efetividade próxima a 100%, senão as sementes devem ser incineradas.

Transporte interno das sementes e embalagem

Depois de realizado todo o processamento das sementes, é o momento de levá-las para a embalagem. Para que esse processo seja eficiente, o ideal é utilizar máquinas automatizadas, as quais garantem a continuidade das operações com agilidade. Isso também reduz as chances de erros e os custos totais da operação.

Depois disso, deverá ser feita a ação de embalagem de acordo com o método mais adequado para a semente e para o mercado. Então, elas prosseguirão para o armazenamento e a distribuição.

Quais estratégias utilizar para otimizar o beneficiamento de sementes?

A deterioração de uma semente começa desde o momento que ela é coletada da planta. Depois disso, os estressores ambientais (temperatura e umidade) e biológicos (microrganismos) deverão ser controlados para aumentar a vida útil da semente.

O processo inclui ações para controlá-los desde o transporte até a unidade de beneficiamento até o armazenamento e a distribuição.

É imprescindível manter todos os pontos da cadeia de beneficiamento estáveis em termos de temperatura e umidade. Afinal, esses fatores estarão em constante interação com as características da própria semente, otimizando ou dificultando os processos de beneficiamento:

  • os baús de transporte apresentam um aquecimento intenso, o qual pode danificar ou matar grande parte do lote;
  • galpões úmidos podem dificultar a perda de umidade nos processos de secagem, além de devolver parte da hidratação após o processo. Isso também aumentará as chances de proliferação de microrganismos;
  • temperaturas altas poderão desidratar as sementes armazenadas, causar a condensação de água dentro do recipiente de armazenamento e oferecer um meio propício para os patógenos;
  • o desempenho das máquinas também poderá ser comprometido.

Nesse sentido, o isolamento térmico é uma das melhores medidas que podem ser tomadas para garantir a excelência. Ele deverá ser instalado em todos pontos da cadeia, como instalações físicas da unidade de beneficiamento e baús dos veículos de transporte.

Quais os benefícios do isolamento térmico?

São vários os benefícios de executar um bom projeto de isolamento térmico em uma unidade de beneficiamento:

Além desses benefícios gerais, alguns isolantes poderão trazer vantagens adicionais. Vamos falar disso a seguir!

Como implementar o isolamento térmico?

O primeiro passo para uma implementar um bom isolamento térmico é saber o que procurar nas soluções disponíveis no mercado. Com isso, você poderá fazer uma escolha mais alinhada para as suas necessidades e estratégias.

Para começar, vamos explicar brevemente como o calor é transmitido dentro das estruturas de uma construção do agronegócio. Existem três formas principais:

  • condução — acontece quando dois objetos entram em contato físico. Com isso, aquele com maior temperatura transmite energia calorífica ao de menor, aquecendo-o;
  • irradiação — as ondas de energia calorífica (radiação infravermelha) agitam as moléculas dos objetos, causando o aumento da temperatura. Essa ação ocorre à distância e não depende de um meio físico. É assim que a energia do sol chega até a Terra, por exemplo. Cerca de 90% do calor que chega a uma estrutura vem dessa forma;
  • convecção — ocorre pelo movimento das massas de ar em ambientes fechados ou na atmosfera. Quando um gás está aquecido, ele fica mais “leve” e se direciona para cima. Em resposta, o ar mais frio volta para próximo do solo ou do piso. Com isso, o ar circula constantemente.

Há vários tipos de isolantes no mercado, sendo que a maioria deles atua apenas em um desses processos de transmissão de calor. Portanto, o ideal é procurar por materiais que sejam eficientes em mitigar o efeito de todos eles. Para orientá-lo nessa tarefa, vamos explicar aqui o funcionamento, as vantagens e desvantagens das principais opções.

3TC

O 3TC foi desenvolvido pela NASA a fim de proteger os astronautas e cientistas das variações de temperatura fora da Terra, que podem ir de -70º à noite e 50º durante o dia. Por esse motivo, é considerada a tecnologia mais avançada em termos de isolamento.

Ela conta com dois materiais que se complementam perfeitamente: duas lâminas refletivas de polímeros, as quais recobrem um núcleo de poliestireno expandido. As primeiras trazem uma reflexão de mais de 90% dos raios infravermelhos, enquanto o último é um dos materiais mais eficientes para evitar a condução do calor.

Devido à impermeabilidade e à flexibilidade de ambas, elas podem vedar completamente as estruturas. Assim, há um ganho adicional de maior controle da umidade, o que é essencial para o beneficiamento das plantas. Ademais, proporciona um bom isolamento acústico, melhorando o conforto ambiental para todos os trabalhadores da unidade.

Lãs

As lãs representam uma série de materiais capazes de simular a estrutura de uma malha de fios. Assim, ficam muito parecidos com as propriedades das lãs animais, porém superando suas desvantagens. Afinal, elas se deterioram facilmente devido a ação de microrganismos ou de agentes físico-químicos.

A primeira lã sintética que surgiu em escala industrial foi a de vidro. Ela é fabricada com a sílica, que é submetida a altíssimas diferenças de temperatura e pressão. Assim, quando saem das máquinas, apresentam um aspecto de fios, os quais podem ser emaranhados. Consequentemente, surge um material flexível e altamente resistente.

A lã de rocha também é feita da mesma forma, mas a matéria-prima é diferente. Ela é feita com rochas adiabáticas, que se formam depois de erupções vulcânicas. Isso permite uma maior eficiência de isolamento termoacústico em comparação à lã de sílica.

Recentemente, surgiu ainda a lã de PET, a qual é fabricada com materiais plásticos reciclados. Com isso, conquistam-se os benefícios da sustentabilidade, apesar de a eficiência se reduzir ligeiramente.

As lãs ficaram muito populares no início de sua comercialização. Anteriormente, a principal opção eram as espumas, que eram de difícil manutenção e predispostas a acidentes graves. No entanto, como atuam apenas em um único processo de transmissão de energia calorífica, a condução, perderam espaço para materiais mais eficientes.

Foils

Os foils são lâminas metálicas com capacidade reflexiva da radiação infravermelha. Assim, antes que ela atinja as estruturas de uma construção e aumentem sua temperatura, elas são devolvidas para o meio ambiente.

Como explicamos, essa é a principal forma como uma estrutura recebe calor, principalmente devido à incidência da radiação solar. Então, os foils tendem a ser mais eficientes que as opções anteriores. No entanto, não são capazes de evitar nem a convecção nem a condução de calor.

Depois de escolher o material isolante, é preciso avaliar onde eles serão instalados. Geralmente, os galpões de beneficiamento são feitos com estruturas mais econômicas e pouco eficientes termicamente, os quais transmitem bastante calor para dentro de uma construção, como:

Com isso, onde houver exposição excessiva à transmissão de calor, pode ser preciso adotar um reforço para isolamento térmico para galpões. O material e o fornecedor escolhidos deverão ser versáteis para atender às necessidades de cada estrutura.

Como fazer um bom projeto de isolamento térmico?

Entender como fazer um bom isolamento térmico não é difícil: só é preciso que o projeto seja conduzido por uma empresa experiente e renomada no mercado.

Ela precisa contar com um serviço versátil, que entenda as necessidades do cliente, possa implementar uma ampla variedade de soluções definitivas. É justamente isso que a 3TC Isolamentos, a melhor empresa de isolamento térmico do mercado oferece.

Tudo começará com um bom mapeamento das vulnerabilidades térmicas de uma construção e dos processos geradores de calor. Depois disso, ele deve buscar compatibilizar os seguintes pontos com os objetivos do projeto:

  • propriedades do material — impermeabilidade, isolamento acústico e resistência ao fogo;
  • apresentação das peças — se em mantas ou placas rígidas em diversas espessuras;
  • técnicas de instalação — colagem, pregagem, fixação por pressão, encaixe, entre outras.

Pela complexidade do beneficiamento de sementes, todas as escolhas devem ser feitas estrategicamente. Escolha sempre os melhores equipamentos, as análises laboratoriais mais confiáveis e o mais eficiente projeto de isolamento. Tudo isso refletirá na qualidade do seu serviço ou das suas sementes.

Você sabia de tudo isso sobre a influência da temperatura no beneficiamento das sementes? Não?! Então, não deixe de compartilhá-lo nas suas redes sociais!

Não são apenas as pessoas que necessitam de conforto térmico. Os animais também necessitam! Instalações muito quentes ou muito frias podem causar problemas de saúde no gado.

Para evitar esses transtornos ou, pelo menos, reduzir a possibilidade de que venham a ocorrer, uma solução muito estratégica e bastante eficaz é a climatização de ambientes por meio de técnicas como ventilação ou resfriamento artificial e natural, isolamento térmico e outras opções.

Vamos tratar, neste post, sobre o isolamento térmico em granjas e na suinocultura. O conforto térmico de porcos e aves tem impacto positivo sobre a qualidade da carne. Isso significa que o nível de produtividade da criação se associa diretamente à qualidade térmica do ambiente em que vivem os animais.

1. O que é bem-estar animal?

O bem-estar animal é um conceito muito divulgado nos sistemas de criação animal. No entanto, se trata de um conceito relativamente novo, nem sempre houve preocupação dos criadores em manter uma boa qualidade de vida para os animais.

Logo quando o conceito se desenvolveu, não existiam especificações científicas suficientes e, consequentemente, não era muito adotado. Primeiramente, a ideia foi aplicada pela França e pelas nações escandinavas. Seguindo o exemplo delas, outros países começaram a adotar métodos de criação que priorizavam o bem-estar dos animais. Dessa forma, ficava mais fácil penetrar em novos mercados.

O bem-estar animal é o modo como o animal se relaciona com o ambiente em que vive, as dificuldades e as facilidades dele para se adaptar e revelar conforto no espaço em que ele habita. Nesse sentido, o bem-estar envolve tanto o estado físico quanto o mental. Ele deve garantir que o animal ficará protegido contra sofrimentos desnecessários em seu ambiente.

1.1. As 5 liberdades do bem-estar animal

Há cinco liberdades que são fundamentais para o bem-estar animal:

  • Primeiro, livre de sede e de fome: ele precisa ter acesso à alimentação e à água;
  • Segundo, livre de desconforto: o animal precisa de um ambiente confortável, com abrigo e espaço para descansar;
  • Terceiro, livre de dor, ferimentos e doenças: é necessário aplicar medidas preventivas, diagnósticos e tratamentos rápidos;
  • Quarto, livre para exprimir seu comportamento natural: ele precisa de instalações apropriadas e espaçosas;
  • Quinto, livre de medo e angústia: as condições e o tratamento devem evitar o sofrimento mental do animal.

1.2. O parecer do MAPA

O Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA) afirma que “a legislação de bem-estar animal no Brasil teve início com o Decreto nº 24.645 de julho de 1934, que estabelece medidas de proteção animal. A atual Constituição Federal (1988), no seu artigo nº 225, dota o poder público de competência para proteger a fauna e a flora, vedando práticas que submetam os animais a crueldade. Nesta lógica a Comissão Técnica Permanente de Bem-Estar Animal do Mapa, instituída através da Portaria nº 185 de março de 2008 (atualizada pela Portaria nº 524 de 2011), tem o objetivo de coordenar as diversas ações de bem-estar animal do Ministério e fomentar a adoção das boas práticas para o bem-estar animal pelos produtores rurais, sempre embasadas na legislação vigente e no conhecimento técnico-científico disponível”

2. Qual a relação entre bem-estar animal e a temperatura do meio ambiente?

Os animais de produção, como aves e porcos, são homeotérmicos, ou seja, mantêm a temperatura corporal interna, ainda que a temperatura do meio externo varie. Essa capacidade de controle está associada ao equilíbrio que ocorre entre o calor resultante do metabolismo e o ganho ou perda de calor para o ambiente.

Por esse motivo, os animais homeotérmicos conseguem ajustar suas funções metabólicas e fisiológicas aos ambientes em que vivem. Eles apresentam metabolismo (menor ou maior ingestão de alimentos), fisiologia (vasodilatação e vasoconstrição) e comportamentos (dispersão e aglomeração de indivíduos) para a produção ou perda de calor para o meio e, dessa maneira, permanecem com a temperatura interna do corpo constante.

A temperatura constante da maior parte dos mamíferos é de 39º C e das aves gira em torno de 41º C. A temperatura muda de acordo com diferentes critérios, como idade, raça, nível produtivo, nível de energia da dieta, estação do ano, hora do dia, ciclo estral, atividade do animal.

O ambiente que o animal ocupa tem muita influência na capacidade homeotérmica dele. A produção, a perda de calor ou até a neutralidade dependem de fatores do próprio meio:

  • a umidade relativa do ar;
  • a temperatura;
  • a existência ou não de abrigos para os animais;
  • a velocidade do vento.

2.1. A zona de termoneutralidade

O ambiente envolve, enfim, tudo que provoca impactos físicos e biológicos nas proximidades. Há uma zona de termoneutralidade, cuja faixa de temperatura é a mais adequada para os animais. É uma zona primordial porque o estresse não é gerado nem por frio, nem por calor. O gasto fisiológico será o menor possível.

Dessa forma, o animal consegue aproveitar melhor os nutrientes de sua dieta que garantem o desenvolvimento e a produção de carne e ovos.

Na zona de termoneutralidade, há dois limites definidos:

  • Temperatura Crítica Superior (TCS): acima dela, o animal sofre vasodilatação pelo estresse de calor, bem como aumento da frequência respiratória, fastio (ingere menos alimentos), aumento da ingestão de água e suor em excesso (sudorese);
  • Temperatura Crítica Inferior (TCI): abaixo dela, os animais sofrem estresse pelo frio e, como consequência, ocorrem vasoconstrição, redução na frequência respiratória, aumento na ingestão de alimentos e piloereção (arrepios).

O isolamento térmico em granjas, aviários e dark houses, é uma solução para alcançar essa zona especial. Mais adiante, falaremos sobre esse ponto.

3. O que interfere na criação de aves e suínos?

Aves e suínos apresentam características bem diferentes, mas o calor e o frio podem exercer impactos negativos tanto sobre uns quanto sobre outros. Vamos considerar alguns aspectos relacionados a como o calor interfere na criação de aves e porcos.

3.1. O estresse por calor em aves

A umidade relativa do ar está associada com a capacidade das aves em aguentar o estresse térmico. Quando a umidade relativa do ar é elevada, a ave sente mais dificuldades na dissipação do calor pelas vias aéreas.

Quando há estresse por calor, as aves buscam consumir mais água fria. Essa água desempenha um papel relevante no controle da temperatura corporal dos animais. Na medida em que aumenta a ingestão da água, aumenta também a produção de excrementos e a perda de calor de maneira não evaporativa aumenta. Outra reação ao calor extremo é a vasodilatação periférica que aumenta a circulação periférica.

As aves se comportam de forma diferente durante o calor excessivo: afastam as asas dos corpos, ficam com as penas eriçadas, se deitam em cima do piso expondo o máximo possível de seus corpos e também aumentam sua frequência respiratória. Passam a comer menos com a intenção de diminuir a produção de calor corporal.

A temperatura do corpo das aves está em torno de 41,7º C. Conforme estudo conduzido por pesquisadores, vamos mostrar os valores de TCS e TCI em diferentes fases da vida delas, bem como a zona de conforto térmico (ZCT), de termoneutralidade. Vamos lá:

3.1.1. Fase de recém-nascido

Nessa fase, temos:

  • TCI: 34º C;
  • TCS: 39º C;
  • ZCT: 35º C.

3.1.2. Fase adulta

Nessa fase, foram identificados os valores:

  • TCI: 15º C;
  • TCS: 32º C;
  • ZCT: 18º C a 28º C.

3.2. Estresse por calor em suínos

O porco só consegue apresentar seu potencial produtivo quando está dentro de um ambiente salutar em relação ao calor.

A temperatura corporal dos suínos fica em torno de 38,6º C e 39,3º C, mas são valores sujeitos à variação. Para os machos, a temperatura do ambiente mais adequada está em torno de 12º C e 21º C. A TCI é 12º C e a TCS é 26º C.

Em um ambiente onde exista conforto térmico para o animal, ele costuma utilizar os nutrientes de sua dieta para se desenvolver, para realizar suas atividades físicas. Quando o suíno passa por estresse térmico, ele despende energia e elimina o calor para o ambiente.

Quando há estresse pelo calor, os porcos, devido ao elevado metabolismo, sentem dificuldades de se ajustar ao ambiente. Eles não têm um sistema termorregulador mais desenvolvido, apresentam uma capa de gordura sob a pele e as glândulas que eliminam suor têm queratina (o que impede a dissipação de calor por sudorese).

Quando juntamos todos esses pontos, percebemos por que o suíno tem mais dificuldades em se ajustar aos ambientes muito quentes. A solução que o organismo do animal encontra para enfrentar essa situação e conservar constante a temperatura interna é o aumento na frequência respiratória para que se perca mais calor por evaporação.

Para se ajustar à temperatura ambiente, os porcos também aumentam a temperatura da pele, os batimentos do coração e diminuem o metabolismo, ingerindo uma quantidade menor de alimentos. Em relação ao comportamento, eles procuram lugares sombreados, entram na água, deitam na lama.

4. Por que pensar no conforto térmico?

O que é conforto térmico? Esse conceito está muito relacionado ao de bem-estar animal. O conforto térmico se refere a um estado em que o indivíduo (pessoa, animal) se sente bem ajustado em relação à temperatura do ambiente em que está inserido. Enfim, o ambiente não pode ficar muito quente, nem muito frio: é importante alcançar a zona de termoneutralidade.

Investir no conforto térmico de animais é investir na produtividade do negócio. Há diferentes motivos para isso.

4.1. Tratamento adequado dos animais

A ética na criação de animais é um assunto em pauta no mundo do agronegócio. Mesmo os animais destinados ao abate, como porcos e aves, merecem levar uma vida confortável.

Por isso, convém criar um ambiente onde os animais tenham conforto, uma estrutura com todos os elementos que garantam boa qualidade de vida para eles.

4.2. Melhoria na qualidade dos produtos de origem animal

O conforto térmico proporciona resultados diretos na qualidade de diferentes produtos de origem animal. No caso de suínos e aves, estamos falando da carne e dos ovos. Assim, garantir o conforto térmico dos animais é um ótimo investimento para a indústria alimentícia.

As condições adequadas contribuem para que o animal ganhe mais peso e gere mais produtos. É fundamental dispor de um espaço especial para os animais descansarem e manterem a temperatura ambiente sob controle, já que isso interfere diretamente no metabolismo deles.

4.3. Ausência de distúrbios de comportamento

A boa infraestrutura contribui para a manutenção da ordem nas granjas e nos abrigos. Determinados comportamentos podem causar transtornos no trabalho e na convivência dos animais entre si.

O estresse e a agressividade são nocivos na pecuária. Nas granjas, as aves podem brigar e provocar ferimentos umas nas outras, além da perda de peso. No caso dos suínos, o estresse gera problemas de socialização e as brigas também podem ocorrer. É fundamental que exista um ambiente que propicie um desenvolvimento mais saudável.

Em muitos casos, a morte pode ser o resultado de um comportamento mais hostil entre os animais. O próprio calor ou frio em excesso pode contribuir para que aves e suínos venham a morrer. No caso das aves, por serem espécies mais vulneráveis, esse triste fato ainda é mais comum.

5. Como proporcionar um bom conforto térmico?

Para assegurar o conforto térmico de animais, um bom projeto de engenharia e arquitetura é importante. As instalações que vão acomodar as aves e os suínos devem ser bem elaboradas.

Para o conforto térmico, o controle da temperatura, como já mencionamos, é fundamental. Quando há muitos animais alojados, essa necessidade é ainda mais prioritária.

Ao contrário das pessoas, os animais não podem trocar de roupa diante de uma temperatura indesejável do ambiente. Nós, os seres humanos, podemos procurar o conforto térmico a partir de nossas próprias iniciativas, mesmo quando nossa casa não foi devidamente projetada para garantir esse conforto.

Os animais de porte menor, como as aves, costumam sentir mais frio e necessitam de um ambiente com aquecimento adequado, principalmente no inverno.

A engenharia civil permite diversas formas de trabalhar o isolamento térmico em granjas, aviários, dark house e pocilgas. O EPS (poliestireno expandido, mais conhecido como isopor), por exemplo, é um material com elevado potencial de isolamento térmico. Apoiado em um bom planejamento, é possível investir no isolamento sem consumir muitos recursos.

Há alguns anos, o isolamento térmico em granjas não era tão considerado quanto os meios de proporcionar a climatização do ambiente (uso de ventiladores e exaustores, principalmente).

Claro que investir em estruturas com mais eficiência térmica é muito melhor. O clima brasileiro fica cada vez menos estável e já se verificaram oscilações de temperatura de até 20º C em um único dia. Por isso, a não ser que seja possível contar com um isolamento que garanta elevada resistência térmica, a inversão térmica acontecerá de forma brutal.

A resistência térmica está relacionada com a condutibilidade térmica dos materiais e sua espessura. Existe a seguinte relação: quanto menor for a condutibilidade térmica e maior a espessura do material, maior será a resistência térmica oferecida.

Materiais metálicos apresentam, em geral, elevada condutibilidade térmica (prata, cobre, ferro, alumínio). Produtos e materiais com baixa condutibilidade térmica são: madeira, poliestireno, polietileno, lã de rocha e outros.

6. Como ter isolamento térmico em granjas?

Primeiro, vamos mostrar como fazer um bom isolamento térmico em granjas, aviários e dark house. As paredes laterais e a cobertura exigem uma avaliação adequada. Devido às temperaturas muito altas e à radiação solar intensa existentes no Brasil, os materiais usados nos telhados das granjas devem ser bons isolantes térmicos para que a temperatura dentro da construção fique mais amena que a temperatura externa

A cobertura deve, portanto, oferecer um elevado poder de reflexão da radiação solar, além do potencial de isolamento térmico adequado. Muitas experiências apresentam resultados que servem como referencial para futuros projetos. Foi constatado, por exemplo, que o uso de telhas de barro é mais eficaz que o de telhas de cimento amianto.

A associação do forro adequado com a cobertura proporciona resultados mais relevantes, pois o forro favorece a formação de uma camada de ar perto da cobertura, o que reduz a transferência do calor para as aves.

O uso de materiais para isolamento térmico em granjas é diversificado. Entre os materiais mais simples, destacam-se folhas de palmeira, plásticos, cerâmica, cimentados, forros suspensos com plástico, plástico com alumínio. Entre os materiais mais novos, destacam-se fibra de vidro insuflada estabilizada, poliuretano (PU), poliestireno expandido (EPS), celulose insuflada.

Veja a lista com alguns materiais que oferecem bom isolamento térmico:

Manta de fibra de vidro;

  • fibra de vidro insuflada (forro e parede);
  • manta de lã de rocha;
  • lã de rocha insuflada (forro e parede);
  • celulose insuflada (forro e parede);
  • vermiculita;
  • concreto celular;
  • fibra de vidro rígida;
  • poliestireno expandido;
  • poliestireno extrudado;
  • espuma de poliestireno (instalada no lugar);
  • poliisocianurato (com revestimento em alumínio).

7. Como ter isolamento térmico na suinocultura?

Depois de analisar como conseguir isolamento térmico em granjas, vamos dar algumas orientações sobre o isolamento térmico em galpões para porcos ou pocilgas. Além de usar os materiais corretos para garantir o isolamento térmico, vale a pena utilizar umidificadores e nebulizadores, que vão lançar gotículas de água sobre o corpo dos porcos. A umidificação, em conjunto com a ventilação artificial, aumenta a velocidade com que acontece a evaporação.

O piso revestido com material apropriado é muito importante para garantir o resfriamento do corpo dos animais quando eles se deitarem. O sombreamento nas imediações contribui para minimizar a incidência da radiação solar (só não é recomendado a utilização de árvores frutíferas).

Para a cobertura, um material com elevada resistência térmica é a telha cerâmica. Outra opção é a telha sanduíche, que é composta por duas camadas externas de material de metal e que, em seu interior, apresenta materiais que proporcionam isolamento térmico, como: EPS, PU, vidro e lã de rocha.

De modo geral, podem ser aplicados no forro e nas paredes das pocilgas os mesmos materiais usados no forro e nas paredes das granjas.

8. Como contratar o serviço de isolamento térmico?

Para assegurar o isolamento térmico em granjas, aviários, dark house e pocilgas, é importante procurar uma empresa especializada na área, que tenha boa reputação e seja inovadora em suas soluções. É o caso da 3TC, uma empresa que há anos desenvolve um trabalho sério que culminou com a tecnologia 3TC.

A 3TC é uma tecnologia inspirada nas garrafas térmicas e nos trajes dos astronautas. É, portanto, um isolante térmico bem diferenciado, pois controla os três modos de transferência de calor:

  • condução, por meio do contato com a superfície aquecida (agitação das moléculas);
  • convecção, que é a forma de transferência de calor dos líquidos e gases;
  • radiação, ou irradiação, por meio das ondas eletromagnéticas (radiação solar, por exemplo).

A lã de vidro, a lã de rocha, o poliuretano em espuma, o poliestireno expandido e outros isolantes trabalham somente com a condução, responsável por cerca de 10% da transferência de calor nas construções. Alguns isolantes trabalham apenas com a radiação (como tintas refletivas e foils, mantas térmicas).

Ao atuar sobre as três formas de transferência de calor, o 3TC se transforma na solução mais eficaz, a que oferece o melhor custo-benefício do mercado.

Além disso, o 3TC contribui para o isolamento acústico. Ruídos indesejáveis também prejudicam a saúde dos animais. A audição mais apurada dos animais deixa-os ainda mais sensíveis a barulhos que os seres humanos.

O estresse e a agressividade são possíveis consequências dos ruídos altos e desagradáveis. É comum que animais menos resistentes, como as aves, possam até morrer de susto expostos a barulhos muito altos. Para ter uma noção de como os animais em geral reagem diante de sons barulhentos, basta observá-los quando as pessoas soltam fogos de artifício. Geralmente, eles correm e tentam se esconder.

O isolamento acústico não precisa ser total. Com o tempo, os animais costumam a se habituar a determinados sons. Mas a redução da intensidade de ruídos nos criatórios é uma forma de melhorar a qualidade de vida das aves e dos suínos.

Cuidar do bem-estar animal, proporcionando conforto térmico por meio do isolamento térmico em granjas e de outras soluções (ventilação mecânica e umidificação, por exemplo) é um investimento necessário para o pecuarista que deseja ter sucesso em seu negócio. Revela também que se preocupa com a qualidade de vida dos animais, um ponto importante a considerar atualmente.

Nos dias de hoje, a sustentabilidade e a defesa dos direitos dos animais são assuntos relevantes e tratados em todo o mundo. E você, já utiliza algum material como isolante térmico? Gostou da solução que acabou de conhecer? Então, entre em contato com a 3TC Isolamento e fique por dentro de mais detalhes!

Um espaço adequado depende de diversas características e, entre elas, está a qualidade do ar. É preciso que as condições favoreçam a respiração e o uso do local, de modo a garantir o melhor desempenho em geral. Por isso, a renovação do ar no ambiente é muito importante.

Ela se relaciona à ergonomia, segurança no trabalho e otimização de condições. Para tanto, precisa ser feita corretamente, com a ajuda de um projeto e com as soluções adequadas.

Para que você não tenha mais dúvidas, apresentamos a importância da renovação do ar ambiente e como ela deve ser feita. Confira!

Quais são os benefícios de adotar esse cuidado?

Considerando que o ar que respiramos é fundamental para a execução de qualquer atividade, é justo dizer que o cuidado com a atmosfera em uma área fechada é determinante.

Com o nível adequado de atenção, é possível garantir que o espaço apresente as características ideais, o que gera diversos benefícios. A seguir, mostramos quais são as vantagens desse cuidado!

Controle de poluentes

Com o uso dos espaços, é natural que ocorra um acúmulo de substâncias poluentes. O funcionamento de equipamentos, por exemplo, pode liberar gases variados. Mesmo o contato com áreas externas e as próprias características do local levam ao aumento das partículas suspensas.

Sem a renovação, esses elementos começam a ser absorvidos pelos colaboradores, o que pode agravar quadros de alergias respiratórias. Além disso, a presença de alguns componentes pode ser tóxica, o que causa diversos problemas de saúde.

A renovação serve, justamente, para limpar o ar e garantir que ele esteja sempre dentro das condições esperadas. Isso melhora a segurança, amplia o controle e favorece o uso dos espaços.

Controle de odores

Outro ponto importante tem a ver com os odores do ambiente de trabalho. O funcionamento de certas máquinas e a execução de alguns processos industriais podem dar origem a gases com cheiros específicos. Além disso, o uso do ambiente pode acumular odores diversos.

O problema é que isso causa grande desconforto aos colaboradores, que têm o rendimento afetado. O melhor, portanto, é investir na renovação do ar para dissipar qualquer aroma indesejável.

Isso tornará o espaço confortável, bem como evitará a ocorrência de quadros de intoxicação ou dificuldade respiratória.

Diminuição na propagação de doenças

Boa parte das doenças é transmitida pelo contato com secreções infectadas e até pelo ar. Infecções virais e bacterianas de diversos níveis de gravidade são facilmente espalhadas em um local fechado, em que não há a renovação do ar ambiente.

Então, basta um funcionário doente, ainda que esteja assintomático, para contaminar a maioria das pessoas.

Com a renovação do ar, por outro lado, caem as chances de haver o contato com o agente infeccioso. Com isso, o ambiente se torna mais protegido e saudável, além de ser possível diminuir o ritmo de propagação de doenças infecciosas.

Redução dos riscos de acidentes

Quando o ar não é renovado constantemente, não há a devida oxigenação do local. Como consequência, ocorre um acúmulo de gás carbônico, que passa a entrar na corrente sanguínea dos colaboradores. A sua atuação é altamente prejudicial e causa diversos impactos, como a perda de concentração, a sonolência e as dores de cabeça.

Tudo isso faz com que o colaborador fique menos atento ao trabalho e, portanto, à segurança. Como a situação pode até causar desmaios, os riscos de acidentes de trabalho se tornam maiores e prejudicam intensamente o negócio.

A renovação do ar ambiente tem a ver com a proteção da integridade dos colaboradores. Além de evitar os acidentes causados por algum mal-estar, previne a ocorrência ou o agravamento de doenças respiratórias.

Melhoria na produtividade

A renovação do ar é importante para o desempenho do negócio em geral. Essencialmente, isso acontece porque há maior oxigenação do corpo, o que permite um funcionamento adequado das células. Evita-se, também, a sensação de sonolência, como citamos. Por causa disso, as pessoas têm rendimentos melhores, cometem menos erros, e há mais eficiência.

Além de tudo, vale a pena pensar em médio e longo prazo. Se há menor taxa de contaminação de doenças, há menos licenças médicas e afastamentos. Com a redução do absenteísmo, a produtividade aumenta.

Menos acidentes também levam a um fluxo de trabalho otimizado, o que garante a consolidação de ótimos resultados e o aumento da capacidade produtiva.

Como a renovação do ar no ambiente pode ser realizada?

Para aproveitar a importância desse cuidado com o ar, devemos planejar e executar corretamente a renovação do ar. Nesse caso, tudo começa com uma análise da qualidade atual do ar, de modo a entender quais são os principais problemas e onde estão as causas.

A partir disso, é o momento de elaborar um projeto de otimização para a renovação do ar no ambiente. Isso inclui selecionar diversas alternativas, como os ventiladores e os exaustores. Também vale considerar a necessidade de executar processos de filtragem.

Os componentes têm que ser distribuídos de acordo com as necessidades de cada área, segundo as possibilidades físicas e estruturais. Pontos com maior demanda, por exemplo, exigem uma atuação mais intensa nesse sentido.

Também é importante manter o controle sobre as condições do ar. Fazer medições periódicas e avaliar a qualidade com frequência permite saber o que tem funcionado e onde ainda há como melhorar.

Portanto, implementar a renovação do ar no ambiente é uma tarefa contínua, mediante atenção consistente. Inclusive, isso ampliará a ergonomia e impactará positivamente os resultados.

Como o isolamento térmico pode ajudar?

Quando falamos em renovar o ar, isso não significa apenas cuidar do uso de exaustores e filtros. Esses são elementos essenciais, mas também é preciso pensar em outras condições, como a temperatura do ambiente.

Um local muito quente ou com grandes variações de temperatura sofrerá impactos diferentes na umidade, na propagação de microrganismos e até na capacidade de manter poluentes em suspensão. Além de tudo, é algo que afeta o conforto térmico dos colaboradores.

Por isso, a solução de renovação do ar no ambiente deve estar conjugada ao isolamento térmico. Com o uso de uma manta específica para conter as três formas de transmissão de calor, é possível melhorar as características do local de forma completa.

Inclusive, será necessário usar menos equipamentos de climatização, como o ar-condicionado. Assim, a qualidade do ar será mantida com maior facilidade, otimizando os esforços nesse sentido.

A renovação do ar no ambiente é indispensável para a saúde, proteção e produtividade dos profissionais. Com um projeto estruturado, acompanhamento das condições e uso de isolamento térmico, podemos superar os desafios e obter um local adequado.

Já que a temperatura também tem importância, confira como garantir o conforto térmico no design de interiores.

Um monumento muito conhecido e admirado tanto no Brasil como no mundo é a Igreja São Francisco de Assis, mais conhecida como a Igrejinha da Pampulha. Ela é um dos principais cartões-postais da cidade de Belo Horizonte e inclusive leva o título de Patrimônio Cultural da Humanidade, concedido pela Unesco em 2016. Além disso, também foi tombada pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional, o IPHAN.

A igreja foi inaugurada em 1943 e foi encomendada pelo prefeito de Belo Horizonte, que na época era Juscelino Kubitschek. Ela foi um dos primeiros projetos do arquiteto Oscar Niemeyer e auxiliou em seu futuro reconhecimento nacional e internacional. Além de obras de Cândido Portinari, os jardins foram projetados pelo paisagista Roberto Burle Marx. Quer saber mais sobre esse monumento? Então, continue a leitura!

Por que foram realizadas obras na Igrejinha da Pampulha?

As obras realizadas na igrejinha da Pampulha tiveram como principal objetivo cumprir o compromisso com a Unesco e manter o título de Patrimônio Cultural da Humanidade. A igreja foi fechada em dezembro de 2017, as obras começaram em junho de 2018 e terminaram no fim de 2019, podendo-se agendar casamentos na igreja a partir de janeiro de 2020.

Um fator que impulsionou as obras civis foi a existência de infiltrações que estavam colocando em risco as diversas obras de arte existentes. Sendo assim, os serviços previstos na obra incluíam recuperar juntas de dilatação, substituir os painéis de madeira, impermeabilizar, realizar novas instalações elétricas e cabeamento estruturado, além da substituição de pastilhas.

Diante da necessidade de solucionar as infiltrações de vez, o forro e teto foram refeitos, visando garantir segurança à estrutura da igrejinha da Pampulha e também às obras de arte que nela se encontram, como, por exemplo, um painel único de Portinari, assim como demais quadros de sua autoria, que recriam diversas cenas da via-sacra.

A igrejinha também contou com outros artistas em seu processo de concepção e construção, como Alfredo Ceschiatti e Paulo Werneck. Essas obras de arte estavam sendo danificadas pelas manifestações patológicas e problemas encontrados na igreja. Inclusive, por essa situação, os painéis e quadros precisaram ser retiradas e encaminhadas para restauração.

Por que foi necessário substituir o forro e aplicar o sistema de isolamento 3TC?

Durante a execução das obras civis foram encontrados pontos de infiltração resultantes da água da chuva e foi necessário desmontar todo o forro de madeira que revestia a estrutura de concreto. Diante desse cenário, o sistema de isolamento 3TC foi especificado para a obra visando resolver dois problemas principais: isolamento térmico e umidade.

A estrutura da igrejinha da Pampulha é em concreto armado, ou seja, é uma estrutura que consiste na junção de dois materiais: o concreto e o aço. Esse sistema construtivo é muito resistente e permitiu a execução das formas pensadas e projetadas por Oscar Niemeyer.

Contudo, existem alguns pontos desafiadores relacionados com o controle da temperatura devido à absorção do calor e os impactos da umidade em decorrência da característica do concreto. Como a estrutura da igreja é em arco, esses problemas foram ainda mais impactantes.

Como o sistema de isolamento 3TC resolveu os problemas de infiltração e isolamento?

Devido às diversas obras de arte presentes na igrejinha da Pampulha, é essencial controlar a temperatura e umidade para não afetá-las e danificá-las. Por isso, a igrejinha já passou por diversas restaurações desde sua inauguração e já foram utilizadas diversas técnicas de isolamento térmico, visando resolver esse mesmo problema.

Na obra realizada entre 2018 e 2019, a tecnologia de isolamento XPS foi substituída pelo sistema de isolamento térmico 3TC que apresenta controle das três formas de transferência de calor — radiação, convecção e condução — e também de impactos da umidade no ambiente interno da igreja.

A tecnologia XPS consistia em placas rígidas e, por isso, apresentava problemas no controle da umidade e também na flexibilidade, uma vez que por sua rigidez se quebravam diante da curvatura necessária e não eram capazes de proporcionar um isolamento uniforme e contínuo na estrutura em arco.

Processo de reforma e melhorias proporcionadas pelo isolamento 3TC

Ao substituir o sistema XPS pela tecnologia 3TC, foi possível controlar a transferência de calor e impactos da umidade de forma contínua, seguindo o isolamento em arco, uma vez que o material que compõe o sistema 3TC não é rígido, sendo capaz de acompanhar formatos diferenciados de maneira uniforme, como era necessário na igreja e que ainda não havia sido alcançado.

Como citamos, a estruturação interna da igreja conta com forros de madeira. A fixação destes conta com barrotes de diferentes comprimentos, resultando em uma estrutura em cone. Sendo assim, a estrutura de isolamento precisa se adaptar a esse formato diferenciado, possibilitando que o melhor isolamento térmico contínuo e que o controle de umidade e de transferência de calor sejam alcançados.

Em geral, acredita-se que quanto maior a espessura e a densidade, maior o desempenho acústico e conforto térmico, entretanto isso não é verdade quando analisa-se as 3 formas de transferência de calor. Agora, a temperatura interna não será afetada pela externa, de forma similar ao resultado proporcionado por uma garrafa térmica.

Mesmo sendo uma construção da década de quarenta, após a reforma a igrejinha passou a contar com uma tecnologia desenvolvida pela Nasa, que é aplicada tanto nas roupas dos astronautas, como nas estações espaciais. Essa tecnologia consegue controlar a temperatura e umidade, assim como alcança a manutenção da climatização e a versatilidade do formato em arco.

É muito interessante e importante destacar que mesmo sendo uma tecnologia criada pela Nasa e aplicada em uma obra tão significativa e relevante como a Igrejinha da Pampulha, o isolamento térmico 3TC é uma solução acessível e possível para qualquer obra ou pessoa.

Sendo assim, essas melhorias, benefícios e a durabilidade do sistema 3TC não estão restritos apenas às edificações como a Igrejinha da Pampulha e podem ser experimentados em qualquer local, independentemente do tamanho e das características.

Gostou desse texto? Então, agora que você sabe de todas essas informações, compartilhe em suas redes sociais para que mais pessoas conheçam a história da Igrejinha da Pampulha e sobre as melhorias e benefícios proporcionados pelo isolamento térmico 3TC.

A construção no litoral apresenta diversos desafios. Afinal, nessas regiões, os edifícios estão sujeitos a mais riscos, como a maresia e ventos mais fortes. Então, é preciso montar uma estrutura de proteção especial para evitar danos e a necessidade de reformas constantes.

Além disso, as altas temperaturas e a incidência do sol reduzem o conforto térmico dos ambientes interiores. Isso pode prejudicar a saúde e o bem―estar dos moradores. Quer saber como melhorar o seu projeto litorâneo? Acompanhe!

1. Quais são os cuidados essenciais em construções no litoral?

O sucesso de uma obra no litoral começa na escolha do terreno e vai até a manutenção!

1.1 Terreno

Sem os cuidados adequados na hora de escolher um terreno, a construção no litoral pode se tornar uma verdadeira dor de cabeça para o comprador. O primeiro passo para garantir o sucesso do seu projeto arquitetônico é exigir a apresentação de um estudo do solo, pois, em faixas litorâneas, podem haver solos muito úmidos e arenosos ― que são facilmente conformáveis.

Desse modo, é preciso fazer um projeto auxiliar para o adensamento do solo. Ele deverá ser executado com muita técnica, trazendo uniformidade em toda a área. Caso contrário, uma região pode ficar menos densa e mais permeável à água. Com o tempo, haverá um desnível entre dois pontos da construção ― o que compromete as estruturas, causando rachaduras, trincas e outras patologias.

Além disso, especialmente em locais mais ermos, é muito comum que não haja a infraestrutura de serviços necessários para uma família ou para um negócio. Por exemplo, pode não haver fornecimento de luz, de água encanada ou recolhimento de esgoto. Consequentemente, será preciso investir muito dinheiro para tornar o empreendimento viável.

Por exemplo, é necessário pagar altas taxas para a instalação de luz elétrica, construir poços para o consumo de água e investir em cisternas para o esgoto. Ou seja, os custos do projeto inicial podem dobrar somente para trazer uma infraestrutura mínima. Em alguns casos, como redes de internet e de telefonia, as operadoras não ofertam a instalação desse serviço nem mesmo mediante o pagamento de taxas elevadas.

Por fim, ainda há diversas questões legais nesses casos. A regulamentação e a legislação brasileira são bastante restritivas quanto ao uso do solo próximo a praias. Em geral, essas áreas são protegidas e é preciso pedir uma autorização da prefeitura para a construção. Nesses casos, as exigências podem ser tão grandes que tornam o projeto inviável.

Ademais, não deixe de conferir toda a documentação ― especialmente em regiões mais afastadas. Exija sempre a escritura e confira toda ela no cartório em que foi feito o registro. Afinal, a ação de grileiros é muito comum e você pode ocupar um terreno que pertencia a outra pessoa ou a União.

1.2 Estrutura de construção no litoral

Este certamente é o ponto de maior atenção, pois o clima das praias não permite o uso de qualquer material nas construções. Isso se deve a dois principais motivos: as altas variações de temperatura e a maresia.

No primeiro caso, pode haver mudanças bruscas de temperatura muito rapidamente. Isso provoca a dilatação e a retração das estruturas ― que podem desenvolver fissuras. Nesse caso, é importantíssimo escolher materiais com maior capacidade de resistir ao estresse mecânico.

O outro ponto importante é a maresia. As ondas do mar, quando se chocam, liberam partículas de água com sal para a atmosfera. Elas são levadas até as construções e se acumulam nos materiais. Essa é uma das razões por que os vidros em regiões litorâneas estão sempre úmidos.

No entanto, em contato com estruturas metálicas, o dano pode ser muito grande. O sal apresenta partículas com cargas elétricas capazes de interagir com metais oxidáveis na presença de água. Então, surge a ferrugem, cujos danos vão muito além da estética e atingem, também, a sustentação da casa. A maioria dos pilares e das lajes apresentam armaduras metálicas de aço comum, o qual é facilmente corrosível.

Nesse sentido, é imprescindível fazer um tratamento especial nas vigas com uma camada maior de concreto para a proteção da armadura ou com a aplicação de uma camada extra impermeável. O ideal é utilizar aditivos plastificantes de impermeabilização semiflexível. Nesse caso, as vigas devem estar sempre em locais protegidos da ação da radiação solar.

Caso você utilize telhas metálicas na construção, é importante também selecionar um material resistente à corrosão. Entre os mais utilizados, estão o Galvalume, o alumínio e o aço inox. Hoje em dia, eles podem ser integrados a sistemas de isolamento termoacústico, que compensam a baixa eficiência em bloqueio do calor.

1.3 Acabamentos

Aqui, é preciso estar muito atento sobre o efeito da maresia sobre os materiais. Como explicamos, os metais oxidáveis sofrerão com a ação contínua da umidade salina. Então, ficarão com a aparência enferrujada, comprometendo a estética dos acabamentos. Isso deve ser levado em consideração na hora da escolha de diversas peças, como:

  • janelas, portas e fechaduras;
  • pias e registros;
  • acessórios, entre outros.

Muitas pessoas acabam subestimando o poder da maresia. Afinal, é um vilão que ninguém vê. Aparentemente, o ar é normal ― exceto pelo cheio de praia. No entanto, microscopicamente, há partículas nocivas para as construções.

Além disso, a própria umidade aumentada também causa danos significativos. Por exemplo, pisos em madeira sem uma camada de impermeabilizante não lidam muito bem com a umidade alta das praias. Nesses casos, eles estufam e comprometem a estética dos pisos.

Por fim, não podemos deixar de falar do próprio clima. As zonas litorâneas estão mais sujeitas a chuvas intensas devido à maior umidade da atmosfera local e a ação de massas de ar marítimas. Portanto, é preciso reforçar a impermeabilização e reforçar as estruturas para resistir a ventos fortes.

1.4 Paisagismo em construção no litoral

O clima também oferece desafios importantes na hora de selecionar a vegetação utilizada para o paisagismo. A ação muito intensa do sol durante o dia exige que as plantas resistam à evaporação da água pelas folhas e sejam capazes de captar a umidade de regiões mais fundas do solo.

Além disso, a menos que você queira investir em um sistema automatizado, dê preferência a plantas que exijam uma menor frequência de irrigação. Também, as casas de praia podem ficar muitos meses fechadas sem nenhuma manutenção. Assim, é melhor escolher espécies que sobrevivem nessas condições.

1.5 Manutenção

O clima hostil e a areia tornam a manutenção das casas de praia mais complexa. Por essa razão, é imprescindível escolher materiais mais práticos para limpeza. Elas deverão apresentar uma maior resistência a riscos, pois pode ser necessário usar vassouras de cerdas rígidas ou jatos de água retirar os resíduos de areia.

Outro desafio é a manutenção da própria construção. A ação dos ventos pode causar danos significativos, especialmente no telhado. Se as telhas não forem bem fixadas, elas podem se soltar facilmente e, então, será preciso fazer trocas frequentes.

2. Quais são os materiais mais indicados para construção no litoral?

Há materiais que, por sua resistência à umidade e capacidade de isolamento térmico, são mais adequadas para o litoral. Conheça alguns deles nos tópicos a seguir.

2.1 Madeira

Não é todo o tipo de madeira que é adequado para a construção próxima à praia, pois há opções mais ou menos permeáveis. Por exemplo, o eucalipto é uma madeira extremamente permeável e absorve com facilidade a umidade. Então, dilata―se facilmente e perde a resistência no clima litorâneo.

Outra contraindicação são as madeiras de baixa densidade, independentemente da estrutura em que são aplicadas. O principal exemplo são os compensados. Elas apresentam uma porosidade maior e, portanto, alta permeabilidade.

Já madeiras mais maciças, como o ipê, a maçaranduba e a teca, são muito mais seguras. No entanto, devem receber o tratamento adequado com o lixamento da superfície e aplicação de resinas impermeáveis, como o verniz. Com isso, não se sujeitam aos danos estruturais causados pela umidade.

A grande vantagem da madeira é a sua maior capacidade de isolamento térmico, o que é essencial diante do calor das praias. Para ampliar o conforto, ela pode ser integrada a mantas térmicas com ação reflexiva da radiação solar nas áreas mais expostas.

2.2 Alumínio

O alumínio se apresenta como um dos principais metais para o uso em construções no litoral, pois é muito mais resistente à corrosão. Mesmo quando oxida, pode ser facilmente recuperado, pois, forma apenas uma fina camada de oxidação branca ― removível com uma lixa fina.

Ademais, é um material extremamente versátil. Ele pode ser pintado com diversos esmaltes sintéticos para melhorar a resistência e mudar sua aparência estética. Portanto, pode ser utilizado em diversos locais de uma construção, como as janelas, as maçanetas, entre outros.

No entanto, por ser muito maleável, não pode ser empregado em estruturas de sustentação, como as vigas e os pilares.

2.3. Aço inoxidável

O aço inoxidável é uma liga de ferro com a adição de carbono e cromo. Com isso, pode―se reduzir a interação com as moléculas de oxigênio que geram a ferrugem. Como apresenta uma excelente resistência mecânica, pode ser facilmente integrado às estruturas de sustentação tanto sozinho quanto com o concreto.

2.4. Galvalume

O Galvalume é um liga metálica constituída por zinco, alumínio e silício. Foi criada para aumentar a resistência desses metais à corrosão, sendo um dos materiais mais resistentes nesse sentido.

Por ser extremamente maleável, é utilizado principalmente na fabricação de telhas e chapas. Entretanto, está contraindicado nas estruturas de sustentação.

2.5. Concreto

O concreto é outro material muito importante para as construções litorâneas, pois pode ser utilizado para fabricar as mais diversas estruturas desde as vigas da fundação até as telhas. No entanto, há diferentes tipos de concreto no mercado e é importante estar atento à porosidade de cada opção. Quanto maior ela for, mais susceptível a estrutura estará à ação da umidade.

Assim, o concreto mais poroso pode ser utilizado em locais onde ele não está associado a estruturas metálicas, como as telhas. Entretanto, quando ligado a armaduras metálicas, será preciso protegê―las e, assim, o concreto deve ser o mais impermeável quanto possível. Para isso, eles podem ser associados a aditivos ou materiais impermeabilizantes. Falaremos mais deles a seguir.

2.6. Impermeabilizantes

Com o isolamento térmico, a impermeabilização é uma das ações mais importantes nas construções no litoral. Afinal, devido à maior umidade do ar e à maresia, as estruturas estão sob maior risco de danos químicos. Nesse sentido, é importante fazer um projeto detalhado. A seguir, explicaremos os principais tipos e sistemas.

Atualmente, existem três tipos de impermeabilização no mercado: a rígida a semiflexível e a flexível. Elas devem ser escolhidas de acordo com a exposição da superfície ao calor e ao estresse mecânico.

Rígida

A impermeabilização rígida geralmente é feita com o acréscimo de aditivos aos materiais tradicionais da construção, como o gesso, o cimento e a argamassa. Assim, diversos efeitos podem ser conquistados, como:

  • aumento da tensão superficial do material, fazendo com que a água seja repelida ao entrar em contato com a estrutura. Esse é o caso dos aditivos hidrofugantes;
  • redução da porosidade do material. Desse modo, as moléculas interagem mais fortemente entre si, impedindo a penetração da água.

No entanto, isso apresenta um lado negativo. Quando expostos à variação de calor, as estruturas ficam mais susceptíveis a fissuras, comprometendo a eficiência da impermeabilização. Desse modo, não podem ser utilizados em superfícies em contato direto com o sol.

Flexível

Esses impermeabilizantes são chamados de flexíveis, pois contam com maiores elasticidade e conformidade. Ou seja, quando as estruturas se dilatam devido à ação do calor, o impermeabilizante é capaz de se adaptar e proteger a superfície mesmo diante do surgimento de fissuras.

Eles funcionam de modo diferente das anteriores, pois não são aditivos aos aglomerantes da construção civil. Em vez disso, eles são aplicados em camadas sobre as superfícies já prontas. Nesse sentido, apresentam―se em dois subtipos principais, as mantas e as membranas.

As mantas devem ser aplicadas a quente para aderir às superfícies. Talvez, seja o tipo mais conhecido devido às mantas asfálticas ― um dos impermeabilizantes mais populares no mercado e que são utilizados nas vias rodoviárias.

Em espessuras menores e com armaduras especiais, podem ser empregados na construção civil para as áreas que entram em contato direto com o sol e necessitam de alta capacidade de vedação, como as lajes.

Já as membranas são instaladas a frio por diferentes processos. Devem ser aplicadas em diversas camadas a fim de apresentar a eficiência máxima. Por serem mais práticas, têm se tornado mais populares. Podem ser utilizadas em áreas externas, lajes etc.

Semiflexível

Por fim, temos o tipo semiflexível, que nada mais são do que aditivos que suportam uma maior variação de temperatura. Apesar dessa vantagem, ainda não podem ser utilizados em estruturas submetidas a uma dilatação térmica mais intensa. Entretanto, são opções mais seguras para reforçar a proteção de vigas e de fundações.

No litoral, portanto, a elaboração de um projeto de impermeabilização adequado é essencial para evitar os danos causados pela umidade.

3. Como garantir conforto térmico e isolamento na casa?

Por fim, vem o assunto mais importante quando falamos de construções no litoral ― o isolamento térmico. Ele é responsável por manter a qualidade das estruturas e trazer mais conforto aos usuários.

3.1 Isolamento térmico

O isolamento térmico é uma técnica utilizada para evitar as trocas de temperatura entre o meio interno e o externo. Desse modo, é possível manter uma temperatura estável dentro das construções no litoral e reduzir a dependência de equipamentos elétricos para a manutenção do conforto.

Esses materiais agem sobre um ou mais dos seguintes processos de transmissão de calor:

  • condução: ocorre quando dois materiais com temperaturas diferentes entram em contato físico. A energia do movimento das moléculas do mais quente é transmitida para o mais frio, aumentando os valores de temperatura. É o que ocorre quando um motor aquece a parede que está apoiado;
  • convecção: acontece devido à movimentação das massas de ar. Quando o ar é aquecido no solo, ele fica menos denso e é direcionado para cima. Por sua vez, a massa de ar mais fria é direcionada para baixo. Quando o telhado não é isolado termicamente, ele aquece constantemente as massas de ar superiores dentro do edifício e gera um fluxo de ar cada vez mais quente;
  • radiação: essa é a principal causa do aquecimento das estruturas de uma construção. As fontes de calor liberam ondas de energia que não dependem do contato físico para aquecer outros objetos. Ou seja, a transmissão de calor ocorre à distância. O principal exemplo nesse sentido é o sol. Por essa razão, cerca de 90% do calor absorvido por um edifício chega por meio da radiação.

A eficiência de um isolante depende diretamente de quão eficiente ele age sobre os três processos.

3.2. Sprays

Os sprays são feitos a partir de polímeros plásticos aplicados com bombas a jato. Assim, eles formam uma fina camada sobre as superfícies e podem impedir parte da condução de calor. Portanto, não agem sobre os processos de convecção e de radiação.

3.3. Espumas Expansivas (PU)

As espumas também são produzidas com polímeros plásticos, porém elas são pré-fabricadas. O principal material utilizado é o poliuretano, que já esteve envolvido em diversos incêndios devido à alta capacidade de combustão. Fique atento à ficha técnica do fabricante na hora de escolher essa tecnologia para sua construção no litoral.

3.5. Foils (Duralfoil)

Já os foils contam com uma ação bem diferente dos modelos anteriores, pois não agem sobre a condução, mas sobre a radiação. São lâminas altamente reflexivas que devolvem parte da radiação solar de volta para o meio ambiente. Isso impede que a energia seja transmitida para as estruturas da construção.

3.6. Mantas térmicas

As mantas térmicas podem ser feitas a partir de diversos materiais, cada qual com propriedades específicas. Em comum, eles apresentam uma maior flexibilidade e conformidade. A seguir falaremos dos principais tipos:

  • lã de vidro: fabricada a partir da sílica submetida a altas pressões, esse é um isolante fibroso com boa eficiência para bloquear processos de condução de calor, porém não atua na radiação;
  • lã de rocha: muito semelhante à anterior com a diferença de ser produzida a partir da diábase, uma rocha vulcânica;
  • Manta lã de PET: usualmente feita com garrafas recicladas, também só age sobre a condução de calor;
  • 3TC: além de um núcleo de poliestireno estendido maleável, que reduz grande parte da condução de calor, o 3 TC conta com duas camadas de lâmina reflexiva. Desse modo, pode atuar sobre todos os processos de transmissão de energia térmica. Por isso, falaremos dele, no final do post.

Por serem maleáveis, as mantas são utilizadas nas superfícies que exigem maior flexibilidade do material, como as quinas dos pisos e das paredes.

3.7. Placas térmicas

As placas térmicas costumam ser fabricadas com os mesmos apresentados acima. A grande diferença está nas técnicas de produção. Aqui, há um adensamento muito maior dos materiais ou um aumento na espessura. Com isso, se formam estruturas rígidas. São essenciais para regiões que não podem oferecer sustentação para as mantas ou que precisam de um reforço, que é o caso de construção no litoral.

3.8. O 3TC

O 3TC é baseado nas tecnologias desenvolvidas pela NASA para os trajes espaciais dos astronautas, uma vez que o Espaço está sujeito a amplas variações de energia. Seu principal diferencial é atuar sobre os três processos de transmissão de calor.

O seu núcleo de poliestireno estendido é altamente eficiente para impedir a condução de calor. Então, toda a energia vinda do contato com as massas de ar e com o solo pode ser mitigada.

Já as lâminas refletivas são capazes de devolver mais de 90% da energia solar para o meio ambiente e impedir que ela aqueça a construção. Com isso, temos um sistema completo de isolamento com a máxima eficiência.

Outro grande benefício desse sistema de isolamento térmico é que ele permite a utilização de outras técnicas construtivas que não eram tão eficientes para as regiões litorâneas. Por exemplo, as telhas metálicas seriam as opções ideais para evitar que as peças se soltem com a ação do vento, uma vez que elas são pregadas diretamente nas terças.

Contudo, elas transmitiam todo o calor da radiação solar para o ambiente interno. Com o isolamento, esse problema é eliminado, visto que as mantas podem ser integradas às telhas e trazer a máxima eficiência térmica para o ambiente.

Ademais, o 3TC é um material totalmente impermeável e pode reforçar ― ou mesmo substituir ― os sistemas de impermeabilização necessários para as construções litorâneas. Por conseguinte, ao utilizá-lo, você garante o conforto térmico mesmo diante do calor mais intenso e protege sua construção contra os potenciais danos ambientais.

Portanto, o sucesso da sua construção no litoral depende da escolha dos materiais e dos métodos construtivos certos. É imprescindível investir bastante a fim de prevenir os mais diversos riscos, como ventos fortes, temperaturas elevadas e alta umidade. Assim, é possível manter o conforto térmico e aumentar a vida útil de cada estrutura.

Você conhecia todos esses cuidados essenciais para as construções no litoral? Não?! Provavelmente muita gente também não conhece! Então, não deixe de compartilhar nosso post nas redes sociais!

Buscar ideias inovadoras que permitam a redução de custos na indústria pode fazer uma grande diferença para manter uma empresa financeiramente saudável. O desafio se mostra ainda maior para aquelas que funcionam com equipes reduzidas e margens de lucro apertadas.

Por mais que as despesas tributárias estejam em dia e o fluxo de caixa esteja bem, a conta simplesmente não fecha. Mas, não é preciso promover uma transformação muito grande na sua empresa para limitar os gastos. Eficiência e produtividade são temas importantíssimos para tirar o máximo dos gastos da empresa.

Na maioria dos casos, pequenos ajustes e mudanças de hábito geram resultados bastante significativos. Quer saber quais são as principais medidas para controlar as despesas na indústria? Confira nesse artigo que preparamos para você. Boa leitura!

Qual a importância da redução de custos na indústria?

Vender e conseguir contratos são parte importante de quase todas as empresas. O crescimento de uma organização não depende só do quanto arrecada com os seus produtos e serviços, mas também do quanto gasta para produzi-los. Uma empresa pode agradar seus clientes e vender muito. Mesmo assim, se os custos forem maiores que os valores arrecadados, ela não crescerá. Isso é bem óbvio, mas definitivamente as aplicações são complexas.

Por isso, ao pensar em redução de custos na indústria, é necessário realizar um planejamento adequado dos cortes que serão implementados. Antes de qualquer coisa, a seguir, o que você precisa se perguntar.

  • Eu conheço realmente os custos da empresa?
  • Quais os impactos da diminuição dos custos sobre as atividades realizadas?
  • As medidas levantadas poderiam trazer consequências negativas?
  • Quais são os setores que seriam afetados e como?

Assim sendo, o primeiro passo para colocar em prática qualquer ação de redução de custos é compreender profundamente a gestão da sua empresa. Afinal, você não verá resultados ao diminuir os custos de atividades que não têm nenhum impacto nos gastos ou, ainda, modificando processos que provocarão a queda da qualidade de seus produtos.

Quais são as medidas para reduzir os custos na indústria?

Confira agora quais são os principais métodos e recursos que ajudarão a sua empresa a economizar e reduzir os custos de produção.

Contas de água e energia

As contas de água e energia costumam ter valores bastante significativos, mas não há como evitá-las. Dessa forma, diminuir seus valores é um dos bons exemplos de como reduzir os custos nas indústrias.

Para isso, invista em torneiras automáticas e descargas econômicas, substitua as lâmpadas incandescentes pelas de LED e desligue aparelhos que não estão sendo utilizados, como impressoras e monitores.

Uma alternativa interessante é instalar sensores que ligam a luz apenas quando há alguém no ambiente. Essas são alternativas simples, mas que podem ter um efeito significativo ao longo do tempo.

Papel e impressões

Mesmo com o apelo ambiental para diminuir o uso de impressões em papel, alguns tipos de documentos precisam estar fisicamente em mãos. Nesse caso, faça a impressão nos dois lados da folha, o que economizará papel. No mais, busque digitalizar os documentos e utilize as ferramentas de compartilhamento online, como o Google Drive e Dropbox, por exemplo.

Muitas empresas possuem servidores de armazenamento e compartilhamento de informações. Definitivamente são ótimos para a segurança da tecnologia da informação e para economizar recursos de impressão. Alugar ou comprar impressoras adequadas ao volume de impressão ajudam a economizar energia. Escolher papéis reciclados, ou mesmo economizar no uso de papel serão sempre boas práticas.

Dívidas e tarifas bancárias

Busque renegociar possíveis dívidas ou tarifas bancárias com o seu banco, diminuindo as taxas de juros. No entanto, é fundamental estudar previamente se a sua empresa terá condições de lidar com as novas condições propostas. Cada renegociação pode implicar em aumento de taxas e custos, apesar de aumentarem o prazo.

Estoque

Analise os estoques e determine quais são os produtos que estão acumulados e diminua sua produção. Um estoque cheio e com itens parados resulta em perdas financeiras, pois as mercadorias ocupam espaço e podem estragar com o tempo.

Para otimizar o tempo de conferência de estoque, invista em softwares de controle que facilitarão as conferências.

Ferramentas de gestão

Outra ideia inovadora para a redução de custos na indústria são os softwares de gestão. Existem diversos modelos no mercado, que podem ser pagos ou gratuitos.

Uma das suas vantagens é o fácil acesso à qualquer tipo de informação. Pois está reunido em um só local tudo o que você necessita saber sobre a empresa, o que permite a tomada de decisões mais inteligentes.

É possível ver rapidamente e com clareza, quais são as áreas que merecem mais atenção e quais são os processos desnecessários ou que estão desperdiçando algum tipo de recurso. Ainda, existem alguns programas com recursos de inteligência, que lançam alertas automáticos quando aparecem riscos ou oportunidades.

Isolamento térmico e acústico

Os sistemas industriais trabalham com grandes cargas e estruturas complexas. As atividades realizadas, geralmente, transferem calor ao ambiente externo. Isto causa a perda de energia entre o espaço e as máquinas utilizadas nas linhas de produção. Por esse motivo, investir em sistemas de isolamento termoacústico é uma boa opção para a redução de custos na indústria.

O isolamento térmico protege os equipamentos, mantendo a temperatura desejada no local e dificultando a dissipação do calor para outros ambientes. Além de reduzir a conta de energia elétrica, essa estratégia tem impacto no controle de acidentes e ruídos existentes no ambiente industrial.

Um local com temperatura controlada é mais seguro e confortável para as equipes de trabalho na realização de qualquer atividade. Os benefícios vão além: é possível evitar o desgaste excessivo dos equipamentos e prevenir manutenções frequentes.

Planejamento e redução de custos na indústria

Para adotar qualquer um desses exemplos de redução de custos na indústria, é fundamental a realização de um bom planejamento. Estabeleça metas mensais, semestrais, anuais ou no período que melhor se adéque à situação da sua empresa. Mas, evite aplicar qualquer ação sem realizar análises e pesquisas sobre seu negócio e as metas que deseja atingir.

Seja qual for a estratégia tomada para reduzir os custos e ter uma gestão eficiente, é indispensável envolver as equipes nesse processo. O objetivo disso é conscientizá-las sobre as atitudes, fazendo com que participem com novas ideias. Outra dica é incluí-las na definição de metas e, quando forem alcançadas, usar uma parte do valor economizado para premiar as equipes.

A redução de custos na indústria traz benefícios para os negócios e para todos os que participam dos processos. Afinal é sempre positivo incentivar os colaboradores a realizarem suas atividades com maior qualidade e menor desperdício. Além de conservar melhor os equipamentos e o ambiente de trabalho para o bem comum do negócio.

Se você quer saber mais sobre a redução de custos na indústria, não deixe de conferir nosso artigo sobre como reduzir o consumo de energia!

Porém, não é preciso promover uma transformação muito grande na sua empresa para limitar os gastos. Na maioria dos casos, pequenos ajustes e mudanças de hábito geram resultados bastante significativos. Quer saber quais são as principais medidas para controlar as despesas na indústria? Confira nesse artigo que preparamos para você. Boa leitura!

 

Em relação ao gasto de energia total, as indústrias respondem por 41%. Ou seja, a cada 10 quilowatts, 4 são destinados para a indústria. Isso demonstra a importância e, principalmente, o impacto da atuação industrial. Em um cenário cada vez mais competitivo e com novas necessidades, saber como reduzir o consumo de energia é essencial.

Atualmente, é possível encontrar muitas invenções sustentáveis, bem como recursos que ajudam a diminuir esses gastos. Aplicá-los é um projeto com olhos no futuro e que pode mudar a forma como os negócios se relacionam com os recursos naturais.

Para garantir que isso seja viável, trazemos dicas essenciais de como reduzir o consumo de energia. Acompanhe!

1. Por que reduzir o consumo de energia na indústria?

Para colocar esse projeto em prática, é indispensável compreender quais são as razões para realizar as mudanças necessárias. Será preciso fazer investimentos, então nada mais justo do que entender os benefícios da redução do gasto de energia elétrica.

Eles variam de acordo com a intensidade da redução e com cada negócio. No entanto, compartilham algumas características. A seguir, veja por que vale a pena implementar as práticas de redução.

1.1 Diminuição dos custos

Não poderíamos deixar de escalar como primeiro motivo aquele que é considerado o mais óbvio: a redução das despesas. A conta de energia paga por uma indústria é proporcional ao nível de consumo. Então, quanto menos recursos são utilizados, menor é a soma a ser quitada.

Além do mais, é comum que as companhias de distribuição imponham certas faixas de cobrança. Acima de determinada quantidade, o preço é maior e o total, também. Com a redução, é possível ser enquadrado em faixas menores e pagar menos. Para qualquer indústria, a diminuição dos gastos é um sinal positivo rumo ao desenvolvimento.

1.2 Otimização no direcionamento de recursos

Como o consumo de energia elétrica por parte do setor industrial é tão grande, é natural que o dinheiro gasto também seja elevado. Dentro de um orçamento limitado, contas altas impedem uma melhor distribuição financeira. Ou seja, os parques industriais precisam gastar mais com esse setor e têm menos para investir em outros.

Com os cortes nos gastos, há uma distribuição muito adequada dos recursos financeiros. A otimização do orçamento permite, por exemplo, que o negócio invista em melhorias ou novas capacitações frente à concorrência. No final, é algo que ajuda a gestão financeira a ser ainda melhor.

1.3 Redução do impacto ambiental

O consumo de energia, principalmente a gerada por hidro e termelétricas, causa grandes impactos no meio ambiente. Afinal, se todas as indústrias gastarem mais, será preciso aumentar a matriz energética. Isso leva a construções de novas usinas, maior liberação de carbono e assim sucessivamente.

Quando a indústria consegue diminuir o padrão de uso desse elemento, também reduz a exploração dos recursos naturais, ainda que de forma secundária. É, então, um jeito de assumir uma postura verde e sustentável, o que vem bem a calhar diante das necessidades atuais.

1.4 Garantia de eficiência energética

Principalmente, reduzir o consumo energético não significa comprometer a produção ou desempenho. É possível — e desejável — gastar menos e, mesmo assim, manter ou até melhorar o padrão produtivo.

Tudo isso leva a um conceito muito importante: eficiência energética. Significa que a energia passa a ser usada de forma mais inteligente, estratégica e longe de desperdícios. Com máximo aproveitamento, tanto o negócio quanto a sociedade são favorecidos.

2. Como fazer uma redução de energia eficaz?

Para conseguir os efeitos esperados com total eficiência, não basta apenas definir cortes no uso do recurso. É preciso considerar as necessidades operacionais e produtivas para não prejudicar o desempenho.

Ao mesmo tempo, a redução tem que ser significativa em relação ao que normalmente é gasto. Para conseguir chegar a esse equilíbrio, trouxemos algumas dicas para colocar em prática e obter um ótimo desempenho. Confira!

2.1 Identifique os principais focos de gastos

Antes de tomar uma decisão, qualquer que ela seja, é essencial verificar quais são as áreas que mais geram despesas. Normalmente, é o chão de fábrica o maior responsável pelo consumo, por causa dos equipamentos e maquinário pesado. Isso não é sinônimo de ignorar outros segmentos, como a parte administrativa.

Faça um levantamento de toda a fábrica, como por meio de estimativas versus tempo de operação. Se uma máquina fica ativa durante 8 horas diárias, multiplique o gasto unitário por esse tempo e some aos outros itens. Assim, é possível ter uma ideia clara dos pontos de atenção e das metas que devem ser definidas.

2.2 Oriente e conscientize os colaboradores

Após estabelecer o nível de resultados desejados, é indispensável comunicar aos colaboradores a necessidade de redução. As pessoas devem conhecer o patamar atual, onde se deseja chegar e quais serão as medidas implementadas.

Principalmente, é indispensável conscientizar os colaboradores sobre a relevância que essa redução apresenta. Indústrias que oferecem participação nos lucros, por exemplo, podem usar esse argumento como o principal. O importante é garantir o engajamento e o comprometimento com as ações voltadas para a redução.

2.3 Atualize alguns equipamentos

Máquinas antigas, naturalmente, têm tecnologias e componentes ultrapassados. Esses ativos costumam ter um baixo aproveitamento da potência e consomem bastante energia elétrica. Além disso, o desgaste elevado contribui ainda mais para o aumento desse consumo. Como solução, é interessante trocar equipamentos e máquinas muito antigos.

O melhor é buscar motores eficientes, com selos e recomendações sobre a economia de energia e que ofereçam máxima potência. Também é importante que eles sejam adaptados à produção para que não fiquem sobrecarregados ou subaproveitados. Com esse investimento, a redução gera o retorno do que foi pago em médio e longo prazo.

2.4 Faça a manutenção da rede e das máquinas

Outro ponto crucial é a manutenção dos equipamentos, de forma geral. Mesmo quando são relativamente novas, as máquinas precisam de atenção por parte de uma equipe especializada. Desse jeito, é possível garantir que todos os componentes funcionam de maneira otimizada. Por isso, a manutenção preventiva e a preditiva são tão importantes.

Para melhores resultados, nossa dica é: não pare por aí. Além dos itens do chão de fábrica e demais ambientes, cuide de toda a rede elétrica. A infraestrutura deve ser adequada, justamente, para ser capaz de garantir um consumo correto e até econômico.

É o caso de verificar se a fiação está em bom estado, se há algum superaquecimento ou se é preciso realizar substituições. É um meio de evitar a fuga de corrente e demais desperdícios, o que leva a melhores resultados.

2.5 Faça trocas inteligentes

Também é possível e recomendado realizar algumas substituições que geram pequenas economias, mas que, no total, diminuem os gastos. O principal deles é em relação à iluminação. As lâmpadas de LED podem consumir até 60% menos. Embora uma não faça tanta diferença, dezenas ou centenas delas ajudam a reduzir a conta. Também são mais duráveis, então a economia é dupla.

Outras possibilidades incluem mudar a disposição de componentes, como ao evitar que elementos de refrigeração fiquem em áreas quentes. A maioria dessas trocas não exige muito investimento, então pode ser colocada em prática para gerar melhor desempenho.

2.6 Adote a automação

No ambiente industrial, é cada vez mais comum ver os recursos de automação — principalmente, na linha de produção. Esse jeito de ganhar produtividade e eficiência também é um meio de reduzir o consumo de energia.

A instalação de sensores de presença e de iluminação automatizada, por exemplo, evita o gasto desnecessário. O mesmo vale para equipamentos que podem ser programados para operar na melhor forma, de acordo com a necessidade da rotina. Com a diminuição da interferência humana, há menos chances de erros e melhores possibilidades em relação ao desempenho.

2.7 Pense no isolamento térmico

Para garantir o conforto térmico, é fundamental que a indústria realize um controle de temperatura. Trata-se de uma obrigação trabalhista pensada na ergonomia, além de se conectar ao bem-estar. Por isso, um dos maiores custos tem a ver com a refrigeração do ambiente, tanto quanto possível.

Para diminuir essas despesas e melhorar toda a performance, indicamos o isolamento térmico como uma ótima saída na hora de determinar como reduzir o consumo de energia. Ele consiste em impedir que o calor entre no ambiente e aumente a temperatura. Assim, há um nível ampliado de conforto.

O problema é que a radiação solar é a maior vilã e boa parte das soluções atua apenas para proteger contra a condução. Nesse caso, é preciso pensar muito bem no que será utilizado.

O melhor é recorrer a placas ou a uma manta térmica pensada para combater as três formas de transferência do calor. Após a instalação, o ambiente industrial ficará mais salubre e adequado e exigirá menor necessidade de refrigeração. Como resultado, gasta-se menos com energia elétrica.

2.8 Busque fontes sustentáveis de energia

Além de tudo, é interessante pensar em consumir de um jeito diferente. Nossa ideia é não apenas avaliar a redução no gasto total, mas mudar a fonte para energias sustentáveis.

A energia solar, por exemplo, pode gerar uma ótima capacidade para certos componentes e áreas. A eólica é outra fonte totalmente limpa e ainda é possível pensar em compostos orgânicos, como o biogás. Há cada vez mais possibilidades para substituir a elétrica tradicional e os derivados do petróleo.

Nesses casos, é preciso fazer um investimento maior, mas também há um interesse com olhos no futuro. Desse jeito, é possível levar o seu empreendimento para um novo nível.

3. Redução do consumo de energia é sinônimo de economia?

É fato que a diminuição nos gastos com a conta de luz é um dos fatores preponderantes para pensar em como reduzir o consumo de energia elétrica na indústria. No entanto, o processo tem que ser bem-planejado para causar impactos positivos. Do contrário, a economia é substituída por problemas com a parte operacional ou com a qualidade de fabricação.

Para que a redução realmente gere a performance desejada nas finanças, apresentamos alguns cuidados que devem ser observados.

3.1 Identifique gargalos e pilares

Já que tomar uma decisão informada é tão importante, tudo deve começar pelo reconhecimento de quais pontos são problemáticos e quais são fundamentais. Por um lado, vale conhecer quais elementos gastam demais e até desperdiçam. Por outro, é preciso ver quais são as etapas indispensáveis e que, se forem modificadas incorretamente, prejudicarão a qualidade final.

O melhor é mexer com intensidade nos processos que não têm tantos impactos ou que não causarão prejuízos. Já os pilares exigem maior cuidado, para que a redução não saia pela culatra.

3.2 Faça mudanças controladas

No lugar de implementar todas as transformações de uma vez, a nossa indicação é realizar modificações controladas. O melhor é aplicar, aos poucos, as mudanças previstas para reduzir o consumo de energia.

Implemente as transformações de maneira progressiva para entender como a indústria tem reagido. Algumas modificações, entretanto, só trazem benefícios, como a manutenção e o isolamento térmico. Elas podem ser aplicadas juntas, com outras encarando um controle maior.

3.3 Tome cuidado com soluções alternativas

Para que a redução nos gastos seja efetiva, é essencial evitar soluções que não são consideradas completas. Explicamos: é o que acontece ao realizar uma manutenção parcial ou não manter a consistência de prevenção. Também é o caso de comprar equipamentos baratos — em vez de mais eficientes — ou de não corrigir os problemas das redes.

Se o objetivo é ter sucesso na hora de descobrir como reduzir o consumo de energia e os gastos, é preciso realizar intervenções que realmente sejam efetivas.

3.4 Acompanhe o desempenho

É difícil dizer, apenas no campo das ideias, se uma medida vai gerar redução no consumo ou nos custos de forma contundente. Para não ter dúvidas, o ideal é definir indicadores e verificar a evolução.

Com números, análises e gráficos, vai ficar claro quais são as mudanças que estão fazendo efeito e quais ainda precisam de otimização. Às vezes, a mudança de equipamentos com refrigeração só vai gerar economia real após o isolamento térmico ser implementado. Então, é importante ver como andam os resultados.

4. Como investir em sustentabilidade além do marketing verde?

O marketing verde consiste em iniciativas que demonstram o papel positivo da indústria em relação ao meio ambiente. Quando uma empresa tem ações de reflorestamento e divulga para o público, ela realiza o marketing verde.

Trata-se de um componente importante diante das demandas atuais da sociedade, mas ele não basta. Por isso, é preciso pensar em como investir na sustentabilidade de forma robusta e que vá além do marketing. Quer descobrir? Venha conosco!

4.1 Trabalhe a produtividade

Quanto mais produtiva é uma indústria, menores tendem a ser os impactos sobre o meio ambiente. Basicamente, a indústria consegue fazer mais com os mesmos recursos, o que evita explorações desnecessárias.

Então, para ir além do marketing verde, é preciso fomentar a produtividade. A automação é um caminho e a motivação do capital humano é outro. Criar um ambiente agradável e engajador faz com que as pessoas entreguem melhores resultados. Como o bem-estar é uma questão relevante, novamente o conforto térmico e a necessidade de isolamento surgem como uma das soluções.

4.2 Planeje ações realmente efetivas

O marketing tem muito a ver com comunicar uma mensagem. O problema é que nem sempre ela tem impactos práticos ou que são importantes. Para ampliar a sustentabilidade, recomendamos buscar medidas que demonstrem uma elevação no nível de eficiência.

Isso significa focar em diminuir a exploração do planeta e dar uma atenção maior a questões que fazem a diferença. Gerar resultados positivos consistentes é muito mais importante que apenas comunicá-los, então deve ser levado em conta.

4.3 Pense no longo prazo

A sustentabilidade não se estabelece da noite para o dia. Trata-se de um processo contínuo de transformação e adaptação. O desenvolvimento, considerando essa abordagem, precisa passar por várias modificações conforme ele acontece.

É por isso que todas as medidas devem ser tomadas com o pensamento no longo prazo. Entender que as decisões de agora impactam o futuro é um caminho para garantir que todos possam aproveitar os recursos sem preocupação.

5. A redução no consumo de energia pode gerar mais lucros para a empresa?

Dissemos que um dos impactos ao adotar as medidas para reduzir o consumo de energia é a redução das despesas gerais. Mas será que isso significa que existe um aumento no lucro?

Com uma margem ampliada, a indústria tem a chance de atuar de forma consistente. A princípio, diminuir os gastos é um jeito de ampliar os lucros. No entanto, outros impactos dessas medidas também podem aumentar a receita. A seguir, veja quais são os principais pontos responsáveis nesse sentido.

5.1 Aumento de produtividade

Você viu que falamos que empregar essas ações é um jeito de elevar a capacidade produtiva. A automação e o conforto térmico são dois grandes fatores que levam a esse resultado.

Se a indústria é capaz de produzir mais e com maior eficiência, também consegue lucrar mais. No final, os custos para a fabricação caem e, mantido o preço, a margem aumenta. É um jeito eficiente de capitalizar e, por exemplo, realizar o pagamento dos investimentos nas melhorias.

5.2 Melhoria na imagem do negócio

Outro ponto importante é que o marketing verde e a sustentabilidade ajudam a construir uma imagem mais positiva perante parceiros, possíveis clientes e até profissionais. Surgir com um pensamento ecológico é um jeito de atender a uma demanda crescente da sociedade, que deseja consumir com responsabilidade.

Com uma imagem melhor, há vários pontos positivos que levam ao aumento dos lucros. É mais fácil estabelecer parcerias de valor e, com isso, unir forças em busca de objetivos em comum. Também há maior atração de talentos, o que simplifica a contratação. Para completar, ocorre um posicionamento melhor perante o público.

5.3 Diferenciação do empreendimento

Pode não parecer, mas saber como reduzir o consumo de energia gera mudanças que não são apenas internas. A transformação propaga-se e consegue diferenciar a indústria. Especialmente em relação a outros concorrentes que não têm essa preocupação, é possível agregar valor aos produtos e se apresentar como uma opção bem mais interessante e viável.

Esse destaque dos competidores faz com que o negócio tenha novas oportunidades de venda. Ao somar isso ao bom posicionamento e à redução dos gastos, a captação de clientes fica especialmente mais barata. No final, é um jeito de aumentar a lucratividade e garantir outros recursos para o desenvolvimento da atividade.

6. Vale a pena investir em energias renováveis?

Como visto, as fontes renováveis são um ótimo meio de reduzir o consumo de energia. Afinal, a maior parte é natural e obtida sem dificuldades, como no caso do sol e do vento.

Além de tudo, é um meio de ampliar a sustentabilidade e aumentar o pensamento ecológico. No entanto, é comum que muitas indústrias tenham dúvidas se a alternativa realmente é oportuna. Na sequência, veja como definir se vale a pena investir em energias renováveis.

6.1 Entenda os custos e exigências

Para começar, é importante pensar em como será feita a transição. Buscar novas fontes, pelo menos por enquanto, exige a reunião de diversos fatores. É preciso ter investimento, infraestrutura e capacidade de adaptação.

Não adianta pensar em energia eólica se não for possível aproveitá-la no local ou investir em um parque já instalado. Também não vale a pena considerar a solar se os custos não são viáveis no momento. Pese os prós e contras e entenda quais serão os impactos na atuação do negócio.

6.2 Verifique a capacidade de geração

Depois, é preciso identificar quanta energia a instalação pode gerar. Adotar painéis fotovoltaicos é mais barato do que antigamente, mas talvez não seja o bastante. Se a fonte de energia sustentável não puder gerar um valor considerável para os gastos médios, o investimento pode não ser a melhor saída.

O interessante é que a energia renovável responda por alguma fatia significativa para que os impactos sejam especialmente positivos. Com essa análise, inclusive, é possível descobrir qual tipo é o mais recomendado.

6.3 Considere alternativas convenientes

Mesmo que, a princípio, não valha a pena investir em energias renováveis, sempre é possível adotar uma abordagem nesse sentido. O isolamento térmico, como dissemos, ajuda a reduzir a necessidade de refrigeração e gera economia.

Parte desse retorno financeiro pode ser aplicado, justamente, para a adoção de formas sustentáveis e renováveis. Assim, um investimento cobre o outro e o empreendimento não tem dificuldades para fazer a adaptação.

Até aqui, pudemos mostrar por que e como reduzir o consumo de energia na indústria. Agora, é preciso buscar as soluções mais convenientes e implementar as mudanças de forma controlada. No final, a fábrica tem a chance de aproveitar todas as vantagens.

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