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O comportamento ao fogo de um revestimento é um dos critérios mais importantes para uma obra. Afinal, há inúmeras normas técnicas que exigem a segurança contra incêndio, nos mais diversos tipos de construção.

Nenhuma empresa quer ser associada a eventos fatídicos com possibilidade de ferimentos e óbitos. A segurança ao incêndio é um fator crucial e indispensável na escolha correta de materiais de acabamento e revestimento. Por isso, é importante que você conheça a resistência dos isolantes térmicos utilizados nos seus projetos. Durante o projeto, é preciso escolher produtos que atendam as normas de segurança e tenham certificação de laboratórios especializados na área.

A tecnologia 3TC atende todas as normas nacionais e internacionais relacionadas ao comportamento ao fogo, incluindo a instrução técnica do Corpo de Bombeiros IT 10/2011, sendo certificada pelo Instituto de Pesquisas Tecnológicas (IPT) da Universidade de São Paulo (USP) como material que não propaga fogo com a classificação II-A0.

Quer saber mais sobre as classificações de comportamento ao fogo dos materiais de revestimento para o seu projeto e sobre a proteção trazida pelos produtos da 3TC? Então, acompanhe a leitura!

O que são materiais não combustíveis, semi-combustíveis, e retardantes/não propagantes?

Muitas pessoas se confundem com as classificações de materiais no que tange o comportamento ao fogo.

Os materiais não-combustíveis ou incombustíveis são aqueles que, quando submetidos a uma fonte de combustão, não se deformam excessivamente, não apresentam derretimento e não produzem grande emissão de fumaça e gases. Estes materiais geralmente são inorgânicos. Tais como: concreto, tijolo, cobertura para telhado, placa de amianto, aço, alumínio, vidro, argamassas e outros similares. Dessa forma, estes materiais são considerados estruturais.

Os materiais semi-combustíveis são aqueles que, apresentam pouco desenvolvimento de chamas, fumaça ou gases durante o processo de combustão. Similares aos materiais não combustíveis, os materiais semi-combustíveis também não apresentam grandes deformações ou derretimentos. Materiais como painéis de gesso e os revestimentos metálicos que contêm quantidade mínima de madeira, papel ou plástico podem ser enquadrados nesta categoria.

Os materiais retardantes ao fogo ou não propagante à chamas são aqueles que, possuem tratamentos químicos para melhorar suas características de reação ao fogo, ou aqueles protegidos com superfícies incombustíveis ou com produtos que apresentem dificuldade de queima, quando expostos a um processo de combustão. Estes materiais apresentam pequenas deformações e derretimento quando expostos a combustão, podendo pegar fogo em parte do material até que as chamas sejam controladas, extinguidas e dissipadas, não representando assim riscos à segurança. Os materiais de revestimento e isolamento térmico e acústico devem se enquadrar nesta categoria para serem certificados e assim poderem ser utilizados com segurança em projetos construtivos.

Como ocorrem os incêndios?

 Os incêndios podem ser categorizados em por três etapas: a etapa inicial (primeira fase), a etapa de inflamação (segunda fase) e a etapa de extinção/dissipação (terceira fase).

Na fase inicial, o incêndio está restrito apenas a um foco. Este foco é identificado pelo primeiro material que tenha sofrido o processo de ignição e pelos possíveis materiais ao redor. Nesta fase a temperatura do ambiente aumenta gradualmente. A seguir, tem-se a fase da inflamação ou queima generalizada, caracterizada pelo envolvimento de grande parte do(s) material(s) combustível(s) existente(s) no ambiente. A temperatura aumenta drasticamente, não sendo possível assim a sobrevivência humana no recinto. A fase de extinção/dissipação ocorre quando grande parte do material(s) combustível(s) existente(s) no ambiente já foi consumido e a temperatura entra em decréscimo.

Uma vez que o material que esteja em contato com a fonte de ignição das chamas se decomponha pelo calor, gases que sofrem ignição serão liberados. Assim que a ignição é estabelecida, o(s) material(s) alimenta(m) a combustão, liberando gases/fumaça e desenvolvendo calor. Dessa forma o ambiente, então, sofrerá uma elevação gradativa de temperatura, e fumaça e gases quentes serão acumulados no teto.

Através das 3 formas de transferência de calor, condução, radiação e convecção, poderá ocorrer a propagação do fogo para materiais combustíveis que estejam nas adjacências do local.

Cabe ressaltar que a maioria dos incêndios ocorre a partir de uma fonte de ignição nos materiais contidos no edifício como papéis, móveis, cortinas, e não nos materiais incorporados ao sistema construtivo, como materiais de revestimento e isolantes térmicos.

Quem determina o desempenho dos produtos?

 Para se certificar de que determinado produto é não propagante a chamas, resistente ao fogo, é necessária uma série de testes em laboratórios confiáveis. Os materiais são submetidos a condições que simulam um incêndio. Se resistirem à combustão, são considerados à prova de fogo. A determinação do desempenho dos produtos é aferida por normas nacionais como as normas NBR ABNT 16626, NBR 9442, NBR11948, e internacionais como a norma ASTM E 662 e ASTM E 84. Além disso existe a normativa do Corpo de Bombeiros com instrução técnica para controle de materiais de acabamento e de revestimento. Portanto, os materiais de revestimento devem atender todas as normas e instruções dos órgãos vigentes para que, na ocorrência de incêndio, restrinjam a propagação de fogo e o desenvolvimento de fumaça.

Porque existem classificações de comportamento ao fogo e como elas são elaboradas?

 A classificação dos materiais que são utilizados como revestimentos e/ou acabamentos existem para se providenciar a segurança contra incêndio. A proteção contra o risco do crescimento e da propagação do incêndio, contra o risco à vida humana e à propriedade, são mensuradas por meio dessas classificações que garantem a eficácia do Sistema Global de Segurança contra Incêndio

Estas classificações são elaboradas utilizando os índices estabelecidos nas normas recomendadas para avaliar a Reação ao Fogo onde os índices são categorizados em letras, de A ao E, e em subdivisões com numerais I e II — sendo A o mais seguro e o E o menos seguro.

Qual classificação um produto deve ter para ser considerado seguro?

 Os materiais com mais qualidade e que apresentam maior segurança em relação ao comportamento ao fogo recebem classificação I-A e II-A. Materiais de revestimento e isolantes térmicos considerados não propagadores de chamas devem necessariamente obter classificação A para poderem ser utilizados com segurança. Contudo, existem empresas que vendem produtos para o mesmo segmento com classificações diferente, por exemplos, mantas com classificação A e outras com classificação E. Considerar a utilização de materiais com classificação inferior a classe A ou não resistentes ao fogo coloca em risco a segurança de toda a estrutura. Para não se confundir ou utilizar um produto que não é adequado ao projeto é importante solicitar laudos de reação ao fogo aos fornecedores, a fim de ter certeza da classificação final do produto.

Quais os testes de comportamento ao fogo foram feitos na manta térmica 3TC?

A 3TC testou os materiais com uma das referências em segurança contra fogo e explosões. Trata-se do Centro Tecnológico do Ambiente Construído, do Instituto de Pesquisas Tecnológicas, mais conhecido pela sigla CETAC-IPT. A instituição segue as principais regras internacionais de padronização e a legislação nacional referente ao assunto.

Os ensaios técnicos seguem metodologias internacionais para determinar os índices de propagação de fogo, densidade de fumaça, toxidade, desprendimento de partículas, etc.

A tecnologia 3TC foi submetido aos métodos de ensaio:

– BS EN ISO 13823: 2002 – Reaction to fire tests for building products – Building products excluding floorings exposed to the thermal attack by a single burning item.

– Procedimento de Ensaio CETAC-LSFEx-PE-109 – “Ensaios de reação ao fogo – Produtos utilizados em construção civil, exceto pisos. Método SBI”.

– BS EN ISO 11925-2:2010 – Reaction to fire tests – Ignitability of building products subjected to direct impingement of flame – Part 2: Single-flame source test.

– Procedimento de Ensaio CETAC-LSFEx-PE-107 – “Ensaios de reação ao fogo – Ignitabilidade de produtos utilizados na construção civil sujeitos ao contato direto com chama – BS EN ISO 11925-2: 2010”.

– ABNT NBR 16626: 2017 – Classificação da reação ao fogo de produtos da construção.

– Procedimento de Ensaio CETAC-LSFEx-PE-188 – “Classificação dos materiais de acabamento e revestimento empregados nas edificações”.

Os índices obtidos por estes ensaios são utilizados como referência para classificação do Corpo de Bombeiros no âmbito do controle de materiais de acabamento e revestimento.

Como foi o comportamento ao fogo dos materiais da 3TC?

 De acordo com o laudo do IPT, a tecnologia 3TC classifica-se como II-A de acordo com a Instrução Técnica nº 10 do Decreto Estadual de São Paulo nº 63.911 e como II-A-d0 conforme a norma ABNT NBR 16626.

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Nos testes de ignição, nenhuma das bordas do material enviado entrou em ignição, mostrando a sua resistência ao fogo. Não ocorreu o gotejamento das partículas em chamas e foi verificada a retração do material durante a aplicação da chama do queimador.

Em relação ao teste BS EN ISO 11925-2, o material se mostrou incombustível, não liberou uma quantidade significativa de fumaça e não apresentou gotejamento. Desse modo, duas avaliações convergiram para a segurança do material diante do fogo.

Portanto, ao escolher produtos da 3TC, além de ter um excelente isolamento térmico, você poderá ter a segurança sobre o comportamento ao fogo. Nossos materiais foram submetidos aos principais testes de segurança e foram devidamente aprovados!

Quer saber mais sobre as nossas soluções para a sua empresa? Então, entre em contato conosco!

O telhado é uma das partes mais importantes de qualquer construção. Trata-se do ponto mais alto de um imóvel, responsável por proteger os interiores de diversas condições. Portanto, a reforma de telhados industriais exige máxima atenção.

Ela deve ser feita com certa periodicidade, em caráter de manutenção. Se as medidas não forem executadas ao longo do tempo, os problemas passam a se acumular e demandam um cuidado ainda maior. Por isso, o processo adequado gera benefícios, como ao evitar prejuízos, corrigir goteiras e vazamentos, e aumentar a segurança.

Na sequência, mostramos como deve ser realizada a reforma de telhados industriais e quais são os aspectos essenciais!

A avaliação da cobertura e da sua estrutura

O procedimento tem que começar, necessariamente, com uma avaliação das condições apresentadas pelo telhado. Esta é a única maneira de planejar o que será feito em seguida, bem como quais são os pontos de atenção.

Análise estrutural

Nesse momento, os profissionais capacitados devem alcançar a área de interesse e fazer uma análise da estrutura. Em plantas industriais, é comum que o telhado seja de metal, com componentes galvanizados e protegidos.

Ainda é preciso pensar na geometria da estrutura, em especial na presença de treliças e junções, pois isso ajuda a definir em quais pontos é possível atuar.

Estudo de outros elementos

Além de verificar a estrutura, há uma análise das telhas e da cobertura em geral. Também são verificados outros componentes, como as calhas para escoamento de água da chuva.

Os problemas estruturais são menos comuns, então o provável é que as dificuldades estejam nessas áreas. É por isso que a identificação por parte dos profissionais é tão importante.

Conclusões sobre o estado

Depois desse estudo completo, é possível definir quais são os principais problemas e quais situações exigem maior atenção. É o caso de reconhecer que há corrosão na estrutura ou deformações por erros de projeto.

Nos outros pontos, podemos imaginar a necessidade de substituir as telhas ou de adicionar um novo material. Então, cria-se um plano para executar a manutenção.

A preparação para a reforma de telhados industriais

Depois da identificação dos aspectos, há uma etapa de preparação para que tudo aconteça. É o caso de montar a estrutura que permitirá que os profissionais alcancem a área a ser reparada, por exemplo.

Também deve haver uma preocupação com a segurança do trabalho em altura, com o uso de cintos e outros equipamentos de proteção. Isso evita problemas maiores no caso de acidentes e faz com que tudo seja realizado com eficiência.

Além do mais, é o momento em que são definidas as etapas, como o que vai ser feito e em qual ordem. Quanto maior for a organização nesse sentido, melhores são as probabilidades de conquistar bons resultados com a reforma de telhados industriais.

A importância do isolamento térmico e acústico

O telhado, normalmente, é uma área pouco prática de ser acessada e trabalhada. Quando existe a oportunidade de mexer nesse ambiente, mesmo que para corrigir um problema específico, vale aproveitar a chance. Então, a hora da reforma é o momento ideal para pensar no uso de soluções para garantir o conforto no interior do imóvel.

Isolamento térmico

O isolamento térmico é muito importante. Por meio de um componente, como uma manta térmica, é possível diminuir ou até impedir a transmissão de calor.

O processo é simples e eficiente. A manta é instalada na estrutura e passa a refletir o calor que chega por meio da radiação solar. Se o componente for diferenciado e de qualidade, também vai prevenir o aumento da temperatura causado pela condução e convecção.

Isso é muito importante porque, como a estrutura costuma ser metálica, o calor se propaga rapidamente. Já com o isolamento, podemos dizer que há melhorias na climatização, na ergonomia e até na qualidade de vida e saúde dos profissionais.

Isolamento acústico

A outra alteração que pode ser feita durante uma reforma de telhados industriais é o isolamento acústico. Ele prevê que os ruídos externos não atrapalhem o ambiente interno, e que os gerados na parte de dentro não afetem o lado de fora.

Em vez de recorrer a produtos específicos e adicionar outro componente à estrutura, uma manta térmica de alta qualidade também é capaz de realizar a função de isolante acústico. Assim, é mais fácil atender aos parâmetros e garantir um alto nível de conforto.

A realização da reforma e da manutenção

Com o devido planejamento e preparo para o início das tarefas, ocorre a reforma propriamente dita. O objetivo é corrigir os problemas levantados e aumentar a segurança de toda a planta industrial.

Quando as mudanças são pontuais, são feitas de maneira rápida e localizada. Já se houver um comprometimento intenso da estrutura ou uma etapa complexa, pode ser mais em conta refazer o telhado por completo.

Nesse momento, o processo mais simples é o de isolamento térmico. Na forma de manta ou de placas, o produto é posicionado na estrutura, sob as telhas. É fundamental que toda a área seja coberta, com a devida fixação. O procedimento não é difícil, mas exige atenção e a segurança em altura.

Finalizadas as modificações e as instalações dos novos elementos, a rotina da indústria pode voltar ao normal.

As dicas para encontrar empresas qualificadas

Para que a reforma de telhados industriais seja um sucesso, uma das nossas recomendações é ter o apoio de negócios especializados em cada processo. Com isso, você tem a certeza de obter os melhores resultados.

No caso da manutenção e das alterações, confirme se a empresa está regularizada e tem a capacidade para realizar as etapas. Veja se os profissionais são especializados e se existe uma preocupação com a segurança. Além disso, ateste a experiência do negócio, fale com outros clientes e veja se tudo é seguido como mandam as regras. A atenção aos detalhes desde o começo permite fazer uma boa escolha.

Quanto ao isolamento térmico e acústico, prefira um fornecedor com tecnologia inovadora e única no mercado. Pondere o custo-benefício da compra e avalie, ainda, a facilidade de instalação. Assim, fica mais fácil ter o apoio de quem realmente está preparado.

A reforma de telhados industriais garante proteção e eficiência para a empresa. Ao aliar essa manutenção à instalação de soluções para o isolamento térmico e acústico, os resultados no ambiente interno são ainda melhores.

Para fazer a melhor aquisição, conheça a manta térmica da 3TC e descubra quais são os diferenciais do nosso produto!

Criar um espaço adequado exige o uso de técnicas, materiais e itens específicos para cada ambiente. Além da estética, é essencial garantir o conforto térmico no design de interiores.

Ao levar isso em consideração, é possível obter a melhor utilização da área. Para tanto, é preciso adotar as soluções adequadas para cada necessidade quanto ao controle de temperatura.

Na sequência, vamos mostrar como obter o conforto térmico no design de interiores e alcançar um bom desempenho. Confira!

Por que o conforto ambiental é importante?

Primeiramente, é necessário entender que um espaço se torna confortável graças a diversos fatores. Inclusive, há vários tipos de conforto que podem ser conquistados, e todos são relevantes. Especialmente em ambientes comerciais, industriais ou de produção, essa atenção garante o cumprimento da legislação trabalhista e melhora a produtividade do time.

O conforto luminoso está ligado ao nível de iluminação de um local. O equilíbrio quanto à disponibilidade de luz é essencial para evitar ofuscamentos ou sombras indesejadas. Além disso, há o conforto acústico, relacionado aos sons e ruídos, que devem estar em níveis adequados. O visual, por outro lado, busca alcançar a harmonia dos elementos visuais e estéticos, bem como sua boa disposição.

Outro fator muito importante é o conforto térmico. Este está ligado à temperatura e garante a sensação de bem-estar para quem utiliza o ambiente.

O que é o conforto térmico?

A necessidade de obter o conforto térmico no design de interiores tem a ver com a importância dessa condição para um espaço. Essencialmente, ele é atingido quando há fatores agradáveis e saudáveis de temperatura em um ambiente. Está relacionado à satisfação que as pessoas sentem, quanto à temperatura, em um determinado local.

O ideal é que ele não seja muito frio ou, como é ainda mais relevante no Brasil, muito quente. Para tal, o projeto de interiores deve incluir medidas para garantir essas configurações, tanto em ambientes comerciais quanto residenciais.

No caso das empresas, fábricas e outros locais de caráter comercial, há vantagens especiais ao desenvolver o conforto térmico. Veja quais são as principais:

  • redução do consumo de energia elétrica;
  • melhor desempenho e maior produtividade na execução de tarefas;
  • maior satisfação por parte dos colaboradores;
  • cumprimento das exigências trabalhistas;
  • proteção da saúde, prevenindo problemas como a desidratação;
  • manutenção da temperatura corporal adequada.

Em outros espaços, como granjas, o conforto térmico protege os animais e evita a morte por calor excessivo. Em ramos específicos, como de medicamentos ou alimentos, a correta regulação da temperatura é necessária para manter a qualidade.

Como incluir o conforto térmico no design de interiores?

Já que o controle e a manutenção da temperatura adequada são tão importantes, é essencial entender como incluí-los nos ambientes. Com as medidas certas, é possível criar as condições exigidas para obter a melhor sensação térmica.

Nesse sentido, é preciso saber quais são as técnicas mais adequadas. A seguir, veja como adicionar o conforto térmico no design de interiores!

Conheça os parâmetros ideais

No caso dos ambientes empresariais, a obediência às regras trabalhistas é obrigatória. A Norma Regulamentadora 17 (NR17) é uma das mais importantes e aborda a ergonomia e os parâmetros obrigatórios.

Para adicionar conforto térmico ao design de interiores, a recomendação é que o termômetro marque de 20 ºC a 23 ºC. O número é válido para escritórios, salas de controle e ambientes relacionados.

No entanto, há várias divisões do interior e variações com cada setor. Na parte de criação de animais, por exemplo, é preciso respeitar os valores previstos pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA) e outros órgãos competentes.

O mesmo vale para um laboratório de análises delicadas ou para um estoque de alimentos refrigerados. Nossa dica é ficar de olho nesses parâmetros para que eles sejam respeitados.

Recorra às soluções de climatização

Se o local for muito quente ou frio, é quase impossível manter a temperatura na faixa correta sem a ajuda dos componentes certos. Para facilitar a tarefa, o design de interiores deve incluir um projeto de climatização.

O uso de ventiladores, aparelhos de ar-condicionado e climatizadores é bastante comum e atende desde escritórios a galpões e plantas industriais. Também vale pensar no uso de exaustores, aspersão fina de água e alternativas semelhantes.

Se o espaço, por outro lado, for muito frio, indicamos utilizar aquecedores para elevar a temperatura e garantir que tudo seja devidamente respeitado.

Aposte na automação

Para ter conforto térmico no design de interiores, vale planejar o uso de elementos de tecnologia. Por meio da automação de processos, fica fácil acompanhar os resultados e saber quais são as medidas que devem ser colocadas em prática.

Pense, por exemplo, em sensores automáticos de temperatura. Configurados corretamente, fazem com que o sistema de climatização seja acionado se o ambiente ficar mais quente que o desejado.

Também é possível utilizar outras alternativas de controle e de uso automático das ferramentas. Como consequência, todo o espaço se torna eficiente e agradável.

Invista no isolamento térmico

Por mais que todas essas soluções sejam importantes, elas não são tão efetivas sem um componente essencial: o isolamento térmico. Esse processo é responsável por deixar o ambiente “separado” e impedir a perda ou ganho de calor externo. Em termos simples, é o mesmo princípio de uma garrafa térmica.

Nesse sentido, nossa recomendação é recorrer às mantas térmicas de isolamento. Com a seleção e a aplicação adequadas, o conforto térmico no design de interiores se torna uma realidade.

Paralelamente, convém entender que o calor não é transferido somente por um método, e sim por três deles: condução, convecção e radiação. Apesar de a radiação ter o maior impacto, considerar apenas esse fator impede que a máxima eficiência seja alcançada.

Por isso, o ideal é escolher um produto desenvolvido para atuar contra todas as formas de transmissão de calor. Os materiais corretos e a arquitetura da manta permitem que o calor fique isolado do lado de fora. Assim, o interior nem perde muita temperatura no frio e nem ganha no calor.

Além de elevar o nível de conforto térmico, o isolamento reduz a necessidade de climatização. Com isso, é possível conquistar mais bem-estar, assim como economia por meio da diminuição do uso da energia elétrica.

Integrar o conforto térmico no design de interiores é essencial para garantir produtividade e uma sensação agradável de estar no ambiente. Com as nossas dicas, fica fácil criar as condições necessárias.

Já que o isolamento térmico é tão importante, entre em contato conosco da 3TC e conheça nosso produto único no mercado!

O isolamento térmico em igrejas é uma das medidas mais importantes para manter a comodidade dos seus fiéis durante os cultos. Afinal, nesses momentos, eles precisam de muita atenção para não perder nenhum detalhe das palavras do pregador, sendo o desconforto físico um fator muito importante de desconcentração.

Por essa razão, preparamos este post para que você entenda melhor o papel do isolamento térmico na climatização e quais são seus principais benefícios. Ficou interessado? Então, não deixe de acompanhar até o final!

Por que investir no isolamento térmico é essencial para uma boa climatização?

Muitos usuários frequentemente reclamam da falta de eficiência dos seus sistemas de climatização. Relatam que contam com vários equipamentos de ar-condicionado e de aquecedores, mas eles nunca são suficientes para gerar um ambiente com uma temperatura confortável.

Eles se sentem como se estivessem jogando dinheiro fora, colocando a culpa na qualidade das máquinas. Assim, acabam realizando trocas ou compras em vez de diagnosticar adequadamente o problema ― que na maioria das vezes é outro: a inexistência de um sistema de isolamento térmico adequado. Consequentemente, não importa a potência dos climatizadores, pois haverá tantos pontos de troca com o meio, que a temperatura nunca vai se igualar àquelas mostradas nos termostatos.

Toda parte interna de uma construção busca ficar na mesma temperatura do meio ambiente, em um fato conhecido, tecnicamente, como equilíbrio térmico. É um processo físico natural, que precisa de intervenção humana para ser desacelerado. Todavia os materiais utilizados nas construções tradicionais, como a madeira e os metais, não são capazes de reduzir essa “comunicação” entre o interno e o externo.

É aí que entram os isolantes térmicos. A temperatura é um reflexo do grau de agitação das partículas de cada estrutura, que quanto maior for, mais quente ficará o ambiente. Os isolantes são feitos com substâncias que dificultam os processos de transmissão de calor, que são basicamente três:

  • a condução ocorre quando duas superfícies que entram em contato transferem calor uma para a outra até que fiquem com a mesma temperatura;
  • a radiação acontece quando as ondas de calor emitidas por uma fonte, como o sol, agitam as partículas das estruturas;
  • a convecção é o processo em que o ar mais quente fica mais “leve” e sobe enquanto o mais frio desce, gerando correntes.

Como é feito o isolamento térmico?

O primeiro passo da instalação de um isolamento térmico é a escolha de um bom material. Há várias opções no mercado, como espumas, lãs de vidro, de rocha etc. Todas elas, geralmente, agem sobre um desses três processos citados anteriormente, geralmente a condução. Isso os torna, relativamente, ineficientes, pois ainda sofrem bastante com a ação dos demais.

Recentemente, foi desenvolvido um material tecnológico, o 3TC. Seu grande diferencial é ser muito eficiente tanto sobre a condução quanto a radiação. Ele é capaz de devolver para o ambiente externo mais de 90% da energia produzida pela radiação solar por meio de suas lâminas refletivas. No seu núcleo, existe um polímero orgânico muitíssimo eficiente em impedir a condução do calor. Consequentemente, ajudam a manter um grande conforto térmico mesmo nos dias mais quentes do verão.

Depois dessa etapa, é o momento de fazer um bom projeto de isolamento. Isso demanda uma equipe especializada e experiente. Ela vai visitar as instalações da sua igreja e identificar todos os pontos de vulnerabilidade, nos quais ocorrem maiores trocas de calor.

Geralmente, eles se localizam no teto, nas frestas das portas e das janelas e nos ductos dos aparelhos de ar condicionado. Em construções com paredes de madeira e de drywall, é preciso também ter uma atenção especial.

No projeto, os técnicos buscarão fazer uma cobertura completa com os itens corretos. Alguns lugares, por exemplo, serão mais eficientes termicamente com a instalação de placas, enquanto outros precisam de mantas. Portanto, é imprescindível o conhecimento das melhores práticas para o sucesso.

Quais são os benefícios do isolamento térmico em igrejas?

As igrejas são um dos tipos de construções que mais se beneficiam de uma boa climatização. Confira alguns benefícios a seguir!

Maior conforto para os fiéis durante o culto

Os cultos são momentos muito importantes para as pessoas. Lá, elas entram em contato com a sua espiritualidade e conseguem recuperar o bem-estar perdido em suas rotinas agitadas. Portanto, proporcionar conforto a eles, é essencial.

Além disso, as celebrações religiosas também aglomeram muitas pessoas em um ambiente fechado. Em muitos momentos, elas se movimentam durante os louvores, dançam durante as canções e conversam. Todos esses processos geram bastante calor, e os condicionadores de ar, sozinhos, não “darão conta do recado”. Sem um sistema de isolamento térmico, a igreja ficará bastante abafada.

Nos dias de frio, por outro lado, o calor humano também poderá ser utilizado em benefício do aconchego dos fiéis, evitando, inclusive, o uso de aquecedores. Entretanto, o isolamento será imprescindível para evitar que esse aquecimento vaze para o ambiente externo.

Redução de custos com energia

Ao dispensar o uso de aquecedores e aproveitar toda a potência dos aparelhos de ar-condicionados é possível utilizar menos equipamentos elétricos para manter o conforto térmico. Eles são os grandes vilões das contas de luz, pois seus processos demandam bastante uso de energia.

Mais facilidade de concentração

Durante os cultos, há momentos que exigem atenção integral dos fiéis nas palavras do orador, pois ele falará suas principais mensagens. O desconforto é um dos principais fatores de perda de foco, pois sobrecarrega o corpo da pessoa com sensações muito fortes.

Isolamento acústico

Um bom isolante térmico também age sobre a condução dos sons. As igrejas estão sujeitas a regulamentações governamentais muito rígidas a respeito da emissão de sons, não podendo causar perturbação à vizinhança. O 3TC é, também, muito utilizado em projetos de isolamento acústico, oferecendo, portanto, um benefício duplo.

Proteção contra incêndios

Por fim, não podemos deixar de falar da importância de alguns materiais nos projetos de proteção contra incêndios. Eles são capazes de cortar parte das chamas, reduzindo a velocidade de propagação do fogo.

Como você deve ter percebido, a escolha de um bom isolamento térmico em igrejas pode resolver muitos problemas comuns nesse tipo de estabelecimento. Além de proporcionar mais conforto para os fiéis, ele ajudará no processo de adequação da sua construção às normas governamentais para a proteção de pessoas em construções de uso coletivo.

Nós da 3TC trabalhamos com os materiais mais modernos do mercado e com uma equipe de profissionais extremamente capacitados, que já trabalharam em dezenas de projetos importantes, inclusive de isolamento térmico em igrejas.

Quer saber mais sobre as nossas soluções para a sua igreja? Então, entre em contato com os nossos consultores! Eles estarão prontos para tirar todas as suas dúvidas sobre o assunto!

O conforto térmico é um conceito importante em arquitetura e engenharia civil. Em uma empresa, ele contribui para qualificar as condições de trabalho de um determinado espaço ou de todas as instalações. Ele considera diferentes parâmetros: físicos (temperatura, umidade e velocidade do ar), fisiológicos (resposta do organismo humano a determinadas condições) e psicológicos (saúde mental do colaborador em relação a esse ponto). O mau isolamento térmico pode ser prejudicial no médio e longo prazo.

Combinando esses fatores, são obtidos padrões térmicos, apropriados ou não. O setor de segurança do trabalho desenvolve um papel fundamental nesse aspecto, pois identifica e contorna os eventuais riscos de natureza térmica.

Não é tarefa simples mensurar e controlar os perigos efetivos relacionados ao assunto, pois é preciso conhecer as causas do desequilíbrio térmico, as normas regulamentadoras específicas, a utilização dos equipamentos de proteção individual (EPIs) e assim por diante. No post, mostramos 8 problemas causados pelo mau isolamento térmico e o calor. Confira!

1. A falta de conforto

Desempenhar atividades em um ambiente excessivamente quente pode se tornar insuportável. Um equipamento que dissipa calor tende a manter a temperatura muito elevada, fazendo com que o profissional se desgaste mais rápido. Além disso, pode provocar choque térmico nas pessoas que não exercem atividade constante em ambientes assim.

A falta de conforto causada pelo mau isolamento térmico influi, portanto, diretamente na produtividade industrial. Muitos empregadores ainda não fazem a correta associação entre ergonomia e produtividade, que é fundamental para que as metas sejam alcançadas.

A baixa variação de temperatura permite que o ambiente interno fique mais agradável, ainda que sejam usados equipamentos muito quentes, que dissipam muito calor.

2. O gasto elevado de energia

Outro problema resultante de um mau isolamento térmico é o consumo elevado de energia para refrigerar o ambiente de forma artificial. Aparelhos de ar condicionado, por exemplo, consomem muita energia, principalmente se a finalidade for refrigerar um espaço muito amplo.

Além disso, as instalações da indústria isoladas termicamente permitem que a utilização de energia na fonte geradora seja menor, o que ajuda a reduzir os gastos com seu consumo. A economia total da construção varia conforme diferentes fatores, como o tipo de combustível que é empregado, a localização da indústria, os impostos, as condições ambientais e outras coisas.

O retorno do investimento, ou payback, de um sistema de isolamento térmico ocorre geralmente dentro de um ano.

3. A falta de segurança

Como já falamos, o isolamento térmico é de extrema importância para a segurança dos usuários. Isso porque o calor excessivo pode causar choques térmicos nos colaboradores e outros problemas de saúde. Em alguns casos, o ambiente pode ficar tão quente que torna as condições de trabalho insalubres.

A segurança dos trabalhadores deve ser uma das prioridades da gestão industrial. A preocupação com a qualidade de vida e o bem-estar da equipe contribui para criar um ambiente de trabalho salutar, que ajuda na retenção de talentos e promove melhorias no relacionamento da empresa com seus colaboradores.

Um calor muito elevado expõe os colaboradores a diversos riscos. Uma temperatura alta demais é muito nociva, podendo provocar desidratações, infertilidade masculina, queimaduras graves, câncer de pele e problemas de visão.

Esses problemas podem ser agravados pela falta de equipamentos de proteção individual (EPIs). As Normas Regulamentadores mais importantes nesse sentido são: NR 17, ISO 7730 e ISO 7243, como veremos mais adiante.

Os EPIs, por sua vez, são fundamentais para minimizar ou evitar os efeitos nocivos do calor sobre o corpo dos colaboradores. Não levar em conta os efeitos do mau isolamento térmico pode levar a acidentes de trabalho e a outros problemas de saúde muito graves. Entre os principais EPIs e medidas de segurança que reduzem os riscos da alta exposição ao calor estão:

  • Os óculos com proteção ultravioleta e infravermelho;
  • As luvas térmicas;
  • A vestimenta térmica que envolve todo o corpo (o macacão);
  • A máscara de segurança facial;
  • Os respiradores com filtros específicos;
  • As botas de couro;
  • O isolamento e a sinalização das áreas que envolvem mais riscos;
  • O enclausuramento das fontes e dos processos que emitem radiação (sempre que possível).

4. Os problemas trabalhistas

Descuidando da precaução, a empresa pode até se envolver com problemas trabalhistas. Existem normas de segurança de trabalho que devem ser seguidas sob pena de multas pesadas para quem não cumprir. Em casos mais graves, como acidentes ou doenças de trabalho, a situação pode ser ainda pior.

Os processos judiciais trabalhistas são grandes inimigos das finanças e do potencial competitivo da indústria. A reputação dela cai consideravelmente e, além disso, pode ficar sob a mira de órgãos fiscalizadores.

Esses problemas podem ser agravados pela falta de equipamentos de proteção individual (EPIs). As Normas Regulamentadores mais importantes nesse sentido são: NR 17, ISO 7730 e ISO 7243.

5. O desrespeito à Norma Regulamentadora 17

A Norma Regulamentadora 17 garante algumas condições de conforto para os colaboradores como:

  • A temperatura efetiva entre 20º C e 23º C;
  • A velocidade do ar inferior a 0,75 m/s;
  • A umidade relativa do ar igual ou maior que 40%.

6. O desrespeito à ISO 7243

A ISO 7243 faz uma estimativa do estresse por calor provocado nos colaboradores, se baseando no índice de bulbo úmido e temperatura de globo (IBUTG). Seu método oferece ótima aplicabilidade na indústria e um diagnóstico eficiente e rápido.

Porém é analisado somente o efeito do calor no organismo humano em um período específico de tempo, sem considerar a análise do estresse em períodos mais curtos de exposição ao calor.

7. O descumprimento da ISO 7730

A ISO 7730 é uma norma de abrangência internacional que combina fatores físicos com parâmetros definidos e avalia a sensação térmica do colaborador. O que se considera são roupas usadas, tarefa desempenhada e outras coisas.

8. Um alto índice de emissão de CO

Em uma indústria, a emissão de gás carbônico sempre tende a ser alta. Com um mau isolamento térmico, haverá uma liberação maior desse gás para a atmosfera, o que produzirá efeitos nocivos no meio ambiente, como o aumento da poluição e os danos à camada de ozônio.

Vemos assim que o mau isolamento térmico pode gerar consequências graves que afetam a saúde dos colaboradores, a indústria e até o meio ambiente como um todo. Por isso, convém seguir corretamente as leis relacionadas ao assunto.

Gostou do texto? Ele foi útil para você? Aproveite para ver como se faz um bom isolamento térmico!

Muito comum em postos de trabalho industriais, a atuação em um ambiente insalubre faz parte da rotina ocupacional de milhões de colaboradores em todo o Brasil. Contudo, mesmo sendo bastante conhecido no meio trabalhista, muitas pessoas (tanto os empregadores quanto os funcionários) ainda não sabem definir bem se um local é ou não insalubre.

Além disso, também há algumas dúvidas em relação à procedência após a identificação de um posto de trabalho classificado como insalubre. Perguntas do tipo: como controlar o risco; quais parâmetros avaliar na hora de considerar o pagamento adicional e qual o tempo máximo permitido de exposição ao risco ainda persistem entre a equipe de trabalho.

Em vista disso, destacaremos abaixo o que são ambientes insalubres, quais os parâmetros necessários para essa análise e 6 fatores que tornam um ambiente ocupacional insalubre.

O conceito de ambiente insalubre

Um posto de trabalho é insalubre quando ele de alguma maneira representa riscos à saúde da equipe de forma intensiva e frequente. Em outras palavras, é quando há situações na empresa onde os colaboradores ficam expostos aos riscos em um patamar acima dos limites toleráveis.

Sendo assim, confira abaixo algumas características presentes em ambientes de trabalho insalubre:

  • excesso de radiação não ionizante;
  • intensidade sonora acima de 85 dB;
  • alteração na pressão absoluta;
  • variações térmicas (frio demasiado e calor intenso);
  • elevada umidade relativa do ar;
  • vibrações mecânicas;
  • presença de agentes biológicos e químicos.

Definição dos parâmetros toleráveis

Para não ficar subjetivo a definição se um posto de trabalho está ou não dentro dos níveis tolerados pelo corpo humano, foi criada uma norma regulamentadora específica para ambientes insalubres, a NR 15.

Deste modo, esse regimento classifica com exatidão quais são os níveis (de todos os riscos) que caracterizam um ambiente insalubre.

As consequências da insalubridade no trabalho

Ao trabalhar em um ambiente insalubre o colaborador tem o direito de receber um adicional financeiro sobre o salário já concedido. Como há diferentes níveis de exposição, a NR 15 estabelece:

  • 40% a mais sobre o salário base para insalubridade de grau máximo;
  • 20% a mais sobre o salário base para insalubridade de grau médio;
  • 10% a mais sobre o salário base para insalubridade de grau mínimo.

Cabe destacar que a norma deixa bem claro não haver possibilidade de acúmulo de benefícios, isto é, no caso de uma equipe atuar em um ambiente que contém 2 fatores de insalubridade, prevalecerá o adicional referente ao grau mais elevado.

5 fatores que tornam um ambiente insalubre

Veja abaixo 6 fatores de risco que um ambiente ocupacional insalubre pode oferecer para a equipe de trabalho.

1. Temperaturas extremas

A temperatura pode ser um fator de insalubridade tanto em ambientes frios, quanto em locais onde o calor é intenso.

1.1 Intenso calor

Segundo a NR 15 não há uma temperatura limite padrão, isso porque ela considera qual é a intensidade das tarefas que estão sendo realizadas nesse ambiente de calor. Entretanto, dependendo das características das atividades desempenhadas, acima de 25°C já podemos ter locais de trabalho insalubres.

Atuar em um local de calor intenso pode remeter a:

  • perda de água no corpo e consequente quadros de desidratação;
  • dores e espasmos musculares, prejudicando assim a locomoção;
  • fraqueza muscular;
  • irritabilidade na pele e nos olhos.

1.2 Intenso frio

Já para as temperaturas reduzidas, a Norma Regulamentadora 15 basicamente direciona sua análise para todas as atividades executadas no interior de câmaras frigoríficas, ou em ambientes que oferecem condições similares. Porém, a definição de insalubridade será mediante laudo expedido após uma inspeção técnica realizada no local.

Trabalhar em ambientes de frio intenso podem causar:

  • confusão mental;
  • perda gradual dos movimentos;
  • quadros de hipotermia;
  • dificuldades de respiração.

2. Agentes químicos

Segundo a NR 15, trabalhar em um local na presença de: arsênio (e seus compostos); chumbo; cromo; carvão; fósforo; hidrocarbonetos; mercúrio; silicatos e qualquer outra substância cancerígena já é o suficiente para defini-lo como insalubre.

Desempenhar atividades na presença de agentes químicos pode causar:

  • irritação nos olhos e na pele;
  • asfixia e sensação de sufocamento;
  • lesões na pele;
  • dificuldades respiratórias;
  • lesões irreparáveis nas vias respiratórias (essencialmente o cromo).

3. Vibrações mecânicas

O critério para avaliar se um posto de trabalho contém vibração mecânica acima do aceitável ou não é bastante técnico, sendo criteriosamente definido na NR 15.

Atuar em locais onde há excessivas vibrações pode levar o colaborador a:

  • ter irritação nos ouvidos e incômodos auditivos;
  • confusão mental (vibrações emitidas a uma específica faixa de frequência);
  • dificuldades de locomoção.

4. Ruídos excessivos

O som intenso é um dos riscos de trabalho mais encontrado na indústria. Presente em diferentes níveis de intensidade e de exposição, a NR 15 também utiliza uma série de parâmetros técnicos para classificar um posto de trabalho insalubre quanto ao ruído.

Permanecer em uma área de som intenso pode causar:

  • perda gradual da audição;
  • desenvolvimento de doenças auditivas;
  • falta de concentração.

Vale pautar aqui o revestimento acústico nas áreas de ruído intenso como sendo uma ótima alternativa para o controle/redução desse risco de trabalho, prática esta que é largamente aplicada na indústria e em outros ambientes ocupacionais, como escritórios e laboratórios.

5. Umidade excessiva

A umidade excessiva está presente basicamente nos locais alagados e encharcados, além daqueles onde o colaborador inevitavelmente entra em contato com a água para o desempenho das tarefas.

Por ser um parâmetro um pouco subjetivo, para ser classificado como insalubre o ambiente em questão precisa receber um laudo técnico após ser inspecionado.

A umidade excessiva leva a:

  • queda da temperatura do corpo, ocasionando desconforto térmico;
  • resfriados e outras enfermidades causadas pelo frio.

Portanto, ambiente insalubre é algo muito sério e que precisa ser detalhadamente considerado na hora de delegar tarefas para a equipe de trabalho. Vale destacar também que seja qual for o risco de trabalho presente na indústria, o empregador é obrigado a buscar ferramentas para o seu controle, garantindo assim a saúde ocupacional de todos os colaboradores.

O conteúdo foi válido para você? Então leia também, em mais um de nossos posts, sobre quais os danos do excesso de calor na saúde.

Contar com um bom revestimento acústico é importante para praticamente todos os tipos de obra: reformas residenciais, construção de edifícios, projetos de arquitetura corporativa, entre outros. No entanto, como há várias opções no mercado, é preciso escolher o produto certo, que vai entregar os maiores benefícios com o menor preço.

Para isso, você precisa conhecer mais sobre o assunto a fim de poder fazer uma escolha precisa com base nos seus próprios conhecimentos. Então, preparamos este post especialmente para você. Acompanhe!

O que é revestimento acústico?

O isolamento acústico é um conjunto de técnicas e de materiais desenvolvidos para a supressão, a reflexão, a difusão e a absorção de ondas sonoras. Desse modo, é possível reduzir significativamente os a propagação do som de um ambiente para o outro. Assim, pode ser utilizado tanto a entrada quanto a saída de ruídos de uma determinada estrutura.

Isso pode ser feito de várias formas, mas a mais simples e econômica é o chamado revestimento acústico. Com ele, você aplica um material isolante sobre uma superfície da construção, como as paredes, o piso e o teto. Isso pode ser feito com mantas, espumas, sprays etc. Desse modo, você consegue uma instalação rápida, eficiente e barata em comparação com outras técnicas.

Além disso, o revestimento pode ser aplicado em estruturas já prontas sem a necessidade de reconstrução ou de reformas. Isso ajuda bastante nos projetos em que não é viável ou se não deseja fazer uma mudança permanente, visto que os revestimentos podem ser instalados e desinstalados a qualquer momento.

O mais interessante é que várias técnicas podem ser empregadas para conferir um melhor isolamento sonoro. Atualmente, os melhores materiais para isolamento acústico do mercado utilizam uma combinação delas para otimizar a eficiência.

Absorção sonora

É a técnica mais clássica de isolamento sonoro, e você provavelmente já deve tê-la encontrado em diversos ambientes. Nela, são utilizados materiais porosos ou ressonantes — como as espumas e as lãs — para dissipar a energia das ondas sonoras. Desse modo, elas perdem sua força antes de chegar aos nossos ouvidos. Em alguns casos, essa energia pode ser transformada em calor de forma que é importante escolher um isolante sonoro que também ofereça conforto térmico e acústico.

Quando observamos espumas revestindo paredes ou mantas entre lâminas de drywall, por exemplo, estamos observando o emprego da técnica de absorção. Se você observar bem, verá ela sendo aplicada em vários locais, como cinemas, hotéis, escolas, estúdios de música, boates etc. As paredes acolchoadas não são para melhorar o conforto do toque, mas dos nossos ouvidos.

Difusão sonora

A difusão sonora é uma técnica bastante inteligente que se aproveita das características físicas das ondas sonoras. Elas são formadas pelo impacto gerado no ar desde as nossas cordas vocais até os nossos ouvidos. Quanto maior a massa de ar descolada, maior será o som que escutamos.

No entanto, quando elas incidem sobre uma superfície, elas são refletidas em um ângulo de 90º. Assim, quando bate em uma parede lisa, por exemplo, praticamente toda onda será direcionada a uma direção — o que torna o som mais forte. Por outro lado, em uma superfície irregular, há a dissipação da onda em várias direções. Desse modo, a massa de ar deslocada em uma única direção é menor. Como resultado, a energia sonora chega aos nossos ouvidos com uma intensidade muito mais baixa.

Reflexão sonora

Por fim, temos a técnica que também utiliza o ângulo formado pela reflexão das ondas para reduzir a transmissão do som para um determinado ambiente. Nesse caso, busca-se utilizar materiais para aumentar a reflexão sonora de uma estrutura ou para direcionar a onda refletida para fora daquele local.

Por exemplo, algumas construções aproveitam alguns materiais mais densos, como o vidro temperado grosso ou o concreto, para aumentar a capacidade reflexiva das estruturas. Assim, é possível impedir que ruídos entrem ou saiam de um determinado ambiente antes de serem dissipados por múltiplas reflexões.

Desse modo, os revestimentos acústicos conseguem os seguintes objetivos.

​Reduzir os sons dentro de um cômodo

Além de impedir a entrada e a saída de som dentro de um ambiente, o revestimento acústico também auxiliam na redução de efeitos sonoros, como o eco. Desse modo, os sons produzidos internamente não reverberam dentro de um mesmo ambiente. Imagine novamente uma sala de cinema, seria muito incômodo se cada fala ou som de um filme ficassem se repetindo lá dentro.

Por isso, na hora de escolher um revestimento, não se esqueça de que ele não deve somente evitar a transmissão de som para outro ambiente. Ele deve também impedir a reverberação dos ruídos internos. Isso é imprescindível para áreas de lazer, como hotéis e baladas, quanto para corporações, como escritórios.

Reduzir o vazamento de som

Assim como a água, o ar é um fluido, isto é, uma substância que tem a facilidade de escapar por brecha. Um bom revestimento deve garantir uma cobertura completa do ambiente, pois, caso contrário, naturalmente o som encontrará um caminho para escapar. Aqui, temos a superioridade de materiais maleáveis, como as mantas, que podem ser facilmente inseridas em superfícies curvas e ângulos muito agudos.

Qual a importância do isolamento acústico?

A importância do isolamento acústico depende bastante da finalidade da construção (residencial, industrial ou comercial), do ramo do negócio, das atividades exercidas etc. Por exemplo, um estúdio de música precisa de um isolamento praticamente perfeito para obter uma boa qualidade nas gravações. Por outro lado, as residências precisam reduzir uma pequena parte do ruído para melhorar o conforto do local.

No entanto, de forma geral, em qualquer tipo de ambiente, um bom controle de ruídos é importante para a saúde e o bem-estar das pessoas. A poluição sonora aumenta o nível dos hormônios do estresse, como o cortisol e a adrenalina, de forma que isso pode gerar um desequilíbrio corporal. Isso predispõe a várias doenças cardiovasculares, como a pressão alta e o acidente vascular cerebral. Trabalhadores expostos constantemente a ruídos por muito tempo têm maior propensão ao desenvolvimento dessas condições.

Por isso, os benefícios com o isolamento acústico superam os custos em qualquer tipo de projeto. Afinal, pode ajudar prevenir despesas hospitalares ou afastamentos do trabalho no caso das empresas.

Além de serem ruins para a saúde, eles também são péssimo para os negócios. Os clientes expostos ao som ficam muito estressados, o que diminui a sua propensão a realizar uma compra com você. Basta reparar: você costuma entrar em ambientes com um mau conforto acústico. Também, eles não vão gostar de esperar que uma transação seja concluída, o que pode fazer com que eles desistam durante o processo.

A questão do isolamento acústico também vai além disso, sendo, em algumas situações uma obrigação legal. Confira o que a norma técnica da ABNT fala sobre o assunto.

NBR 15575

Essa norma se aplica às edificações habitacionais, que deverão começar a implementar recursos de abafamento de sons em sua infraestrutura. Ela versa sobre vários pontos relacionados à higiene, à salubridade e ao conforto termoacústico de construções residenciais. Agora, elas deverão atender a uma série de critérios, como:

  • conter um sistema de vedação de coberturas com o objetivo de otimizar o desempenho acústico e térmico;
  • contar com o isolamento das vedações externas;
  • implementar o isolamento entre os diferentes ambientes internos;
  • incluir o isolamento de ruídos gerados pelo impacto.

Desse modo, a norma busca proteger os moradores de uma residência tanto de ruídos provenientes do ar quanto do solo, o que é realmente uma inovação em relação à regulamentação anterior. Para garantir isso, foram criados alguns critérios de avaliação de qualidade do isolamento:

  • tempo de reverberação, que mede a propagação de ecos no ambiente;
  • equilíbrio do isolamento em várias faixas de frequência de sons, do mais agudo ao mais grave;
  • bloqueio completo dos sons tonais audíveis por seres humanos, como é o caso dos roncos e zumbidos;
  • redução do impacto das variações bruscas de som, como é o caso dos roncos de motores e aviões;
  • uniformização da distribuição do som no ambiente.

Durante uma auditoria ou uma fiscalização no seu projeto, todos esses pontos serão avaliados com instrumentos bastante sensíveis. Portanto, para evitar multas ou a interdição da obra, não deixe de garantir o conforto acústico.

Quais os benefícios de investir nesse revestimento?

Privacidade

O isolamento acústico impede vazamentos de voz de uma construção. Com isso, moradores de uma residência poderão compartilhar suas intimidades sem receio de algum vizinho ouvir. Nas empresas, isso também é essencial, pois os clientes geralmente demandam privacidade durante as negociações e conversas. Também, isso ajuda a evitar o vazamento de segredos corporativos, como estratégias de marketing e estudos de posição de mercado.

As empresas de construção civil também devem ficar atentas ao isolamento acústico, pois isso pode ser um critério que determina a escolha de uma unidade. Ninguém quer comprar um apartamento em que se ouve a conversa dos vizinhos.

Até mesmo dentro das unidades, deve haver o respeito pela privacidade. Por exemplo, um casal provavelmente não quer que os filhos ouçam determinadas conversas, assim como os filhos, em algum momento, passam a demandar por um espaço só seu. Em alguns ramos de serviço, isso é essencial. Por exemplo, as conversas médicas pressupõe sigilo — o que pode ser difícil quando não há um revestimento acústico impedindo que as pessoas na sala de espera ouçam o diálogo dentro de um consultório.

Redução de problemas auditivos

Você sabia que cerca de 1,3 bilhão de pessoas no mundo sofrerão de redução da capacidade auditiva em algum momento da sua vida? De acordo com essa estimativa da Organização Mundial de Saúde, cerca de 10% da população mundial sofrerá com essa condição devido a um histórico de longa exposição a níveis sonoros inadequados.

Prevenção de doenças

Além disso, o efeito da poluição sonora da saúde ajuda a acelerar o surgimento de vários problemas de saúde, como os distúrbios do sono, o estresse crônico, a redução da cognição, transtornos ansiosos e depressivos, entre tantos outros. Portanto, o incômodo gerado pelos sons não é uma questão de “frescura”. Pelo contrário, vários estudos científicos evidenciam o seu impacto na saúde individual e pública.

Conforto

Nas suas casas, as pessoas querem gozar de várias atividades de lazer que demandam um maior silêncio, como assistir a um filme ou a uma série, ouvir música alta etc. Além disso, tanto os adultos quanto as crianças precisam de sossego para descansar e para dormir. Então, a comodidade está diretamente ligada ao conforto sonoro. Imagine-se em um dia agitado de trabalho, tudo o que você quer não é chegar em casa e curtir o silêncio?

Nas empresas e nas indústrias, isso também é essencial para manter os funcionários motivados. As normas de ergonomia na empresa demandam um baixo nível de ruídos, pois eles podem gerar doenças ocupacionais, especialmente nos ambientes com máquinas pesadas. A Norma Regulamentadora nº 15 estabelece vários limites de tolerância para sons e as medidas de proteção adequada para o trabalhador. Nesse contexto, o uso de revestimentos acústicos ajuda sua empresa a garantir a conformidade com a legislação trabalhista.

Comunicação eficaz

Todo mundo sabe o quão difícil é se comunicar em locais ruidosos, pois os sons da fala se misturam com o do ambiente. Isso pode reduzir a eficiência dos processos comunicativos nas empresas, reduzindo a interação entre os profissionais.

Isso pode diminuir significativamente a produtividade dos seus fluxos de trabalho. Afinal, muitas informações poderão ser perdidas ou entendidas incorretamente, levando a atrasos ou à necessidade de refação de tarefas. Isso é um prejuízo facilmente evitado com medidas de isolamento — o que, por si só, já justifica a instalação de revestimentos acústicos urgentemente.

Qualidade de vida

As pessoas expostas a ruídos regularmente podem sofrer com um declínio global das suas capacidades cognitivas. Isso leva a uma redução da capacidade de leitura, aprendizado e entendimento. Por tanto, a poluição sonora afeta várias habilidades importantes no nosso dia a dia, tais como a memória, capacidade de resolução de problemas, tomada de decisões racionais etc.

No trabalho, isso pode representar uma grande perda no desempenho dos funcionários — os quais sofrerão com uma redução da inteligência e da criatividade. Desse modo, sua empresa pode ter contratado os melhores talentos do mercado, mas os riscos ambientais sonoros poderão minar toda o diferencial deles.

Nas residências familiares, esse problema pode ser ainda mais grave. Alguns estudos têm mostrado que a poluição sonora pode causar uma série de problemas no desenvolvimento cognitivo das crianças. Por exemplo, a exposição prolongada a ruídos durante fases mais precoces do crescimento podem afetar a aquisição da linguagem, assim como todas as outras habilidades linguísticas. Portanto, investir em revestimentos acústicos é uma medida de cuidado com seu filho.

Quais os tipos de revestimento acústico?

Lã de vidro

Esse é um material relativamente tradicional quando estamos falando de revestimento acústico. Para fabricá-lo, submete-se a sílica ou o vidro reciclado a altas temperaturas e, depois, são empregadas técnicas de resfriamento que formam fios parecidos com uma lã grossa e áspera.

Entre suas vantagens, está um custo intermediário em comparação a outros materiais, a sua resistência ao fogo e um leve isolamento térmico. No entanto, como atua somente na absorção dos sons, acaba tendo uma eficiência inferior em comparação com tecnologias mais modernas.

Além disso, como não é um material esteticamente bonito e que se desprende facilmente, ele não pode ser instalado nas superfícies externas da parede. Deve ser inserido entre lâminas de gesso, divisórias ou paredes de drywall.

Espumas

Até algum tempo, as espumas estavam presentes em quase todos os projetos de isolamento acústico. Isso porque seu custo era muito baixo em relação a outras tecnologias da época.

No entanto, seus vários problemas acabaram reduzindo bastante o seu uso em quase todos os tipos de ambiente. O mais grave deles é que grande parte das espumas são feitas de subprodutos do petróleo e, portanto, são facilmente inflamáveis.

Quando entram em combustão, acabam também liberando muita fumaça e alguns gases tóxicos. A principal causa de morte em incêndios não é o fogo diretamente, mas a asfixia e a intoxicação. Esse foi o caso do fatídico evento na Boate Kiss, que ocorreu há cerca de uma década.

Algumas novas espumas foram criadas para contornar esse efeito. No entanto, ainda assim, elas ainda não oferecem o conforto acústico, a durabilidade e facilidade de instalação quando comparadas a outros materiais.

Hoje em dia, há várias opções de outros materiais inovadores no mercado — o que tem reduzido bastante a procura por isolamento de espuma.

Lã de rocha

Quando pensamos na dureza das rochas, não imaginamos que elas podem ser utilizadas para fabricar algum tipo de lã. No entanto, ela é uma opção razoável de revestimento. Ela é fabricada a partir de uma pedra vulcânica chamada de diábase, a qual é derretida em fornos de 1500º celsius e reestruturada em fios.

Por esse processo complexo, ela é relativamente cara em relação aos outros materiais. Outro problema, comum a todas as lãs, é a espessura maior, a qual traz mais dificuldades em integrá-las a vários tipos de projeto. Mesmo assim, é capaz de entregar um bom isolamento acústico e térmico, além de ser resistente ao fogo.

Lã de PET

A lã de PET é outra opção cuja utilização tem crescido nos projetos devido ao grande apelo da sustentabilidade na construção civil, pois ela pode ser fabricada com plásticos reciclados. No entanto, são poucos os fabricantes que oferecem certificados de que o material é 100% reciclado. Assim, materiais novos podem acabar sendo utilizados, contribuindo com a produção de plásticos no ambiente.

Como é feita de produtos de petróleo, o PET não oferece um bloqueio às chamas. Caso não receba o tratamento adequado, pode ser inclusive considerado inflamável.

3TC

O 3TC é uma tecnologia totalmente inovadora em isolamento acústico e térmico, que atende a todas as demandas de segurança e qualidade da construção civil. Como é fabricado com materiais e processos inovadores, ele consegue apresentar uma maior eficiência e mais durabilidade quando comparado aos isolamentos tradicionais.

Ademais, conta com um reforço anti-chamas, que consiste em um núcleo de poliestireno expansível e duas películas altamente refletivas que não conduzem eletricidade. Ele é também é extremamente versátil e pode ser utilizado em várias estruturas, como:

Além disso, pode ser utilizado como forro ou manta térmico em vários objetos e equipamentos, como os contêineres, veículos de transporte de carga e de pessoas, ductos de ar-condicionado etc.

Isso é possível, pois é uma tecnologia avançadíssima baseada no funcionamento dos trajes de astronautas. Para isso, ele pensou como uma estratégia de isolamento acústico com ação em todos as técnicas de isolamento — reflexão, absorção e difusão. Isso não é encontrado em nenhum dos materiais tradicionais do mercado, como as lãs e as espumas.

Na forma de painéis ou de mantas, ele consegue ser instalado facilmente em qualquer projeto, podendo ser fixado mecanicamente ou com colas especiais. Também, pode ser inserido entre telhas de alumínio, lâminas de drywall, abaixo de pisos laminados etc.

Como escolher o melhor revestimento acústico?

Facilidade de instalação

Hoje em dia, vivemos em um paradigma de arquitetura e de construção civil simplificado. Então, quanto mais práticos forem os processos e os materiais, melhor para a obra. Assim, é possível conclui-la rapidamente com a maior qualidade possível, o que é bom para todas as partes envolvidas.

Nesse sentido, as mantas de 3TC geralmente são instaladas em poucos dias, pois não precisam de um procedimento complexo ou demorado.

Qualidade do produto

Há vários produtos medíocres no mercado, que prometem vários resultados, mas não entregam. Desse modo, é importante avaliar bastante o seu isolamento acústico. Procure avaliações no mercado e na Internet, pesquise bastante sobre o material utilizado e a reputação da empresa. Somente assim, você conseguirá garantir um produto de qualidade.

Custo-benefício

Esse é outro problema muito comum na hora de escolher um isolamento acústico. Muitas empresas oferecem bons produtos, mas com preços totalmente desproporcionais. Para solucionar isso, faça pesquisa de preços em várias empresas e verifique os benefícios de cada produto.

Quando você escolhe um revestimento acústico adequado para sua obra, com boa durabilidade e qualidade superior, você não precisará nunca mais se preocupar com o assunto. Se você é arquiteto, saberá que seus projetos agradarão os clientes. Se é empresário da construção civil, terá certeza de que está atendendo a legislação. Se você está reformando sua casa, saberá que não precisar trocar o isolamento por muitos e muitos anos.

Agora você que sabe o que é mais importante em um isolamento acústico, quer saber como nossas soluções podem ajudar no seu projeto? Então, entre em contato com a nossa empresa!

O isolamento térmico e acústico nas construções é um recurso utilizado pela engenharia com a finalidade de trazer conforto aos usuários das edificações. Isso porque mantêm a temperatura agradável e reduz o barulho indesejado. No mercado há vários materiais que cumprem bem com essa função, dentre eles a telha sanduíche.

Pensando nisso, criamos este texto com o objetivo de mostrar para você as vantagens de usar um revestimento térmico e acústico na construção, explicando como escolher a melhor solução entre telha sanduíche ou 3TC isolamento.

Então, continue com a leitura e conheça um pouco mais sobre esses materiais!

Porque é importante o isolamento térmico e acústico?

A exposição a ruídos por muito tempo pode acarretar perda auditiva. Os primeiros sintomas a aparecer são os zumbidos, uma percepção de estar com os ouvidos obstruídos e ouvir sons abafados. Os danos auditivos que ocorrem progressivamente são muito difíceis de serem revertidos.

No calor em excesso, o indivíduo apresenta um aumento da excitabilidade, astenia, depressão, inquietação e incapacidade para se concentrar. Nas ocorrências mais graves podem ocorrer modificações físicas, como a desidratação.

Portanto, o isolamento térmico e acústico isola temperatura e ruídos. Um bom projeto deve focar nessa questão, e para isso a utilização de um isolante térmico e acústico se torna essencial. O isolamento é como se fosse feito um envelopamento, que no inverno mantém o calor do lado de dentro e no verão deixa o interior com temperatura mais agradável.

O que é telha sanduíche?

É chamada de sanduíche por apresentar duas camadas externas de material metálico com seu interior constituído por um recheio com propriedades isolantes, que podem ser:

  • poliestireno expandido (EPS);
  • poliuretano (PU);
  • lã de rocha;
  • vidro.

A seguir, destacaremos alguns benefícios da sua utilização como isolamento térmico e acústico na construção.

Redução considerável do ruído externo

Geralmente, reduz em média de 20 a 40 dB da absorção do barulho externo. A característica de barrar o som se deve às particularidades físicas do isolante, como à sua densidade.

Excelente isolamento térmico

Por possuir baixa condutividade térmica, a troca de calor entre o ambiente interno e externo é reduzido em até 90%. Além do mais, se destaca pela excelente resistência à dissipação do calor. Em locais com altas temperaturas, é uma vantagem bastante interessante.

Redução dos custos com a energia elétrica

Por proporcionar um ambiente com temperatura mais amena, é possível economizar energia quando se reduz a utilização de ar-condicionado e ventiladores.

Retardante de chamas

Muito importante para a prevenção e combate a incêndios, principalmente em locais de armazenamento de produtos que facilitam a propagação do fogo.

Telha Sanduíche podem absorver umidade

Problemas como infiltração são evitados com a instalação das telhas, pois dificultam a absorção de água. O controle térmico também evita a condensação e o gotejamento de água. Porém as telhas sanduíches são propícias a absorver a umidade, ganhar peso e criar problemas com o tempo.

Instalação de Telha Sanduíche

As telhas sanduíches podem ser utilizadas em diversos tipos de construção. Por conta do seu peso elevado, ela se mostra complicada em quesitos estruturais, e muitos projetos vão gastar mais por conta disso. Em muitos locais já construídos ela se mostra uma opção mais cara e mais complexa justamente por conta disso. Tenha CERTEZA que o local aonde serão instaladas as telhas possuem estruturação adequada para suportar o peso inicial e o peso depois da absorção de umidade com o tempo.

Material leve

Possui baixo peso em comparação a outro tipo de telha, seu peso varia de 12 a 14 kg por metro quadrado. O investimento influencia positivamente no resultado, fazendo com que a estrutura suporte um peso 70% menor.

Manutenção de Telha Sanduíche

Por se tratar de um material de difícil instalação, a manutenção também é bem complicada. Trocar 1 telha é uma tarefa dificílima, pois uma sequência inteira deverá ser trocada. Além disso, ela é bem suscetível a danos e problemas com o tempo de utilização, além de perder eficiência térmica.

Alta durabilidade e resistência

A telha sanduíche é extremamente resistente a impactos intensos, chuvas fortes e ventania. Sendo que, a manutenção é muito simples, bastando realizar inspeções preventivas nas fixações das telhas.

O que é o 3TC isolamento?

O 3TC é o desfecho de anos de pesquisa e melhoramento em diversas universidades e obras de construção civil no país e no exterior. O desenvolvimento originou um produto muito simples, fácil de aplicar e barato, correspondendo às exigências do mercado brasileiro.

3TC é um isolamento térmico e acústico que apresenta eficiência e durabilidade superiores aos isolamentos tradicionais. Permite o isolamento de até 97% da radiação, além da isolação por convecção e condução.

Utiliza a eficiência do poliestireno expandido (EPS) e possui duas lâminas refletivas que barram os raios infravermelhos. Isso torna o 3TC uma estrutura flexível, impermeável e contínua. É apresentado em duas versões:

  • rolo ou manta térmica;
  • placa ou painel.

Tanto a telha sanduíche como o 3TC isolamento atuam no controle da temperatura, reduzem o desconforto térmico além de proporcionar atenuação acústica. A seguir, apresentaremos algumas vantagens que tornam esse material superior:

  • controle da condução, da convenção e da radiação;
  • versátil;
  • elimina pontes térmicas;
  • vedação;
  • resistente a água e ao mofo;
  • reciclável;
  • durável;
  • isolante acústico;
  • eficiência energética;
  • atóxico;
  • fácil de instalar.

Lembrando que, a instalação do 3TC isolamento não significa aumento nos custos. Sua eficiência térmica proporciona bem-estar tanto no calor quanto no frio, e ainda, gera uma economia de até 35% no consumo de energia. Outra vantagem é que dispensa a instalação de estrutura extra, e por conta dessa característica, se adapta a qualquer ambiente e construção.

Suas características são:

  • isolamento térmico rígido de alta performance;
  • controle das três formas de transferência de calor;
  • produzido com EPS e laminação com películas refletivas;
  • produto certificado.

Pode ser aplicado em:

  • edificações residenciais e comerciais;
  • galpões industriais;
  • agropecuária;
  • construções novas e reformas;
  • pode ser instalado no interior ou exterior das estruturas;
  • embaixo ou sobre o concreto;
  • contêineres, veículos;
  • câmaras frigoríficas;
  • dutos de ar condicionado.

Telha sanduíche ou 3TC isolamento qual utilizar?

Ao analisar as duas opções, é importante compreender os diferenciais de cada material, é isso que garante a melhor escolha para o seu projeto, assim como, seu custo-benefício. Nessa perspectiva, 3TC se destaca como uma solução ideal para coberturas em locais que precisam de conforto térmico e acústico, versátil, durável e com um ótimo retorno financeiro.

Além das vantagens já enumeradas, o produto conta com espessuras de 10 a 100 milímetros. São encontrados na cor branca com forro térmico atendendo à maioria dos casos. Não podemos deixar de destacar que, a instalação do isolamento 3TC evita o rebaixamento do teto. Por ser muito leve não exige cálculos estruturais e seu custo de execução é menor que o da telha sanduíche.

Gostou do assunto? Caso ainda tenha ficado alguma dúvida faça contato conosco. A nossa equipe técnica terá o maior prazer em atendê-lo e solucionar os seus questionamentos. Até breve!

Buscar ideias inovadoras que permitam a redução de custos na indústria pode fazer uma grande diferença para manter uma empresa financeiramente saudável. O desafio se mostra ainda maior para aquelas que funcionam com equipes reduzidas e margens de lucro apertadas.

Por mais que as despesas tributárias estejam em dia e o fluxo de caixa esteja bem, a conta simplesmente não fecha. Mas, não é preciso promover uma transformação muito grande na sua empresa para limitar os gastos. Eficiência e produtividade são temas importantíssimos para tirar o máximo dos gastos da empresa.

Na maioria dos casos, pequenos ajustes e mudanças de hábito geram resultados bastante significativos. Quer saber quais são as principais medidas para controlar as despesas na indústria? Confira nesse artigo que preparamos para você. Boa leitura!

Qual a importância da redução de custos na indústria?

Vender e conseguir contratos são parte importante de quase todas as empresas. O crescimento de uma organização não depende só do quanto arrecada com os seus produtos e serviços, mas também do quanto gasta para produzi-los. Uma empresa pode agradar seus clientes e vender muito. Mesmo assim, se os custos forem maiores que os valores arrecadados, ela não crescerá. Isso é bem óbvio, mas definitivamente as aplicações são complexas.

Por isso, ao pensar em redução de custos na indústria, é necessário realizar um planejamento adequado dos cortes que serão implementados. Antes de qualquer coisa, a seguir, o que você precisa se perguntar.

  • Eu conheço realmente os custos da empresa?
  • Quais os impactos da diminuição dos custos sobre as atividades realizadas?
  • As medidas levantadas poderiam trazer consequências negativas?
  • Quais são os setores que seriam afetados e como?

Assim sendo, o primeiro passo para colocar em prática qualquer ação de redução de custos é compreender profundamente a gestão da sua empresa. Afinal, você não verá resultados ao diminuir os custos de atividades que não têm nenhum impacto nos gastos ou, ainda, modificando processos que provocarão a queda da qualidade de seus produtos.

Quais são as medidas para reduzir os custos na indústria?

Confira agora quais são os principais métodos e recursos que ajudarão a sua empresa a economizar e reduzir os custos de produção.

Contas de água e energia

As contas de água e energia costumam ter valores bastante significativos, mas não há como evitá-las. Dessa forma, diminuir seus valores é um dos bons exemplos de como reduzir os custos nas indústrias.

Para isso, invista em torneiras automáticas e descargas econômicas, substitua as lâmpadas incandescentes pelas de LED e desligue aparelhos que não estão sendo utilizados, como impressoras e monitores.

Uma alternativa interessante é instalar sensores que ligam a luz apenas quando há alguém no ambiente. Essas são alternativas simples, mas que podem ter um efeito significativo ao longo do tempo.

Papel e impressões

Mesmo com o apelo ambiental para diminuir o uso de impressões em papel, alguns tipos de documentos precisam estar fisicamente em mãos. Nesse caso, faça a impressão nos dois lados da folha, o que economizará papel. No mais, busque digitalizar os documentos e utilize as ferramentas de compartilhamento online, como o Google Drive e Dropbox, por exemplo.

Muitas empresas possuem servidores de armazenamento e compartilhamento de informações. Definitivamente são ótimos para a segurança da tecnologia da informação e para economizar recursos de impressão. Alugar ou comprar impressoras adequadas ao volume de impressão ajudam a economizar energia. Escolher papéis reciclados, ou mesmo economizar no uso de papel serão sempre boas práticas.

Dívidas e tarifas bancárias

Busque renegociar possíveis dívidas ou tarifas bancárias com o seu banco, diminuindo as taxas de juros. No entanto, é fundamental estudar previamente se a sua empresa terá condições de lidar com as novas condições propostas. Cada renegociação pode implicar em aumento de taxas e custos, apesar de aumentarem o prazo.

Estoque

Analise os estoques e determine quais são os produtos que estão acumulados e diminua sua produção. Um estoque cheio e com itens parados resulta em perdas financeiras, pois as mercadorias ocupam espaço e podem estragar com o tempo.

Para otimizar o tempo de conferência de estoque, invista em softwares de controle que facilitarão as conferências.

Ferramentas de gestão

Outra ideia inovadora para a redução de custos na indústria são os softwares de gestão. Existem diversos modelos no mercado, que podem ser pagos ou gratuitos.

Uma das suas vantagens é o fácil acesso à qualquer tipo de informação. Pois está reunido em um só local tudo o que você necessita saber sobre a empresa, o que permite a tomada de decisões mais inteligentes.

É possível ver rapidamente e com clareza, quais são as áreas que merecem mais atenção e quais são os processos desnecessários ou que estão desperdiçando algum tipo de recurso. Ainda, existem alguns programas com recursos de inteligência, que lançam alertas automáticos quando aparecem riscos ou oportunidades.

Isolamento térmico e acústico

Os sistemas industriais trabalham com grandes cargas e estruturas complexas. As atividades realizadas, geralmente, transferem calor ao ambiente externo. Isto causa a perda de energia entre o espaço e as máquinas utilizadas nas linhas de produção. Por esse motivo, investir em sistemas de isolamento termoacústico é uma boa opção para a redução de custos na indústria.

O isolamento térmico protege os equipamentos, mantendo a temperatura desejada no local e dificultando a dissipação do calor para outros ambientes. Além de reduzir a conta de energia elétrica, essa estratégia tem impacto no controle de acidentes e ruídos existentes no ambiente industrial.

Um local com temperatura controlada é mais seguro e confortável para as equipes de trabalho na realização de qualquer atividade. Os benefícios vão além: é possível evitar o desgaste excessivo dos equipamentos e prevenir manutenções frequentes.

Planejamento e redução de custos na indústria

Para adotar qualquer um desses exemplos de redução de custos na indústria, é fundamental a realização de um bom planejamento. Estabeleça metas mensais, semestrais, anuais ou no período que melhor se adéque à situação da sua empresa. Mas, evite aplicar qualquer ação sem realizar análises e pesquisas sobre seu negócio e as metas que deseja atingir.

Seja qual for a estratégia tomada para reduzir os custos e ter uma gestão eficiente, é indispensável envolver as equipes nesse processo. O objetivo disso é conscientizá-las sobre as atitudes, fazendo com que participem com novas ideias. Outra dica é incluí-las na definição de metas e, quando forem alcançadas, usar uma parte do valor economizado para premiar as equipes.

A redução de custos na indústria traz benefícios para os negócios e para todos os que participam dos processos. Afinal é sempre positivo incentivar os colaboradores a realizarem suas atividades com maior qualidade e menor desperdício. Além de conservar melhor os equipamentos e o ambiente de trabalho para o bem comum do negócio.

Se você quer saber mais sobre a redução de custos na indústria, não deixe de conferir nosso artigo sobre como reduzir o consumo de energia!

Porém, não é preciso promover uma transformação muito grande na sua empresa para limitar os gastos. Na maioria dos casos, pequenos ajustes e mudanças de hábito geram resultados bastante significativos. Quer saber quais são as principais medidas para controlar as despesas na indústria? Confira nesse artigo que preparamos para você. Boa leitura!

 

Muitas pessoas ainda se encontram com dúvidas sobre como fazer isolamento térmico, processo que garante o conforto térmico de determinados ambientes. Principalmente nas empresas, ele é muito importante para gerar economia e fornecer à equipe, boas condições de trabalho.

Por isso, preparamos esse texto explicando tudo o que você precisa saber sobre o assunto. Confira, a seguir, o que é isolamento térmico, quais tipos existem, qual a importância do isolamento na indústria e muito mais. Não deixe de ler!

O que é o isolamento térmico?

Quando se fala em isolamento térmico, muitas pessoas pensam nos países com alta variação de temperatura entre o verão e inverno. Nesse caso o isolamento é realizado para proteger o interior da construção contra às temperaturas muito baixas.

Entretanto, esse tipo de revestimento pode muito bem ser usado em países como o Brasil. Mesmo que a média de temperatura aqui no verão pode ser superior aos 30°C, e em muitos lugares ficam abaixo de 0ºC no inverno. Assim, o uso de isolante térmico protege o ambiente contra o calor e diminui o consumo de energia elétrica com aparelhos de ventilação e ar condicionado.

Tipos de materiais e mantas térmicas: quais existem?

Alguns materiais diminuem a transferência de calor entre dois lados e por isso são empregados como isolantes térmicos. Conheça os principais itens que cumprem esse propósito:

Manta de lã de vidro

A manta de lã de vidro é um material bem conhecido quando o assunto é isolamento. O material é flexível e incombustível, podendo ser usado principalmente em paredes e telhados. Apesar disso, sua função é mais acústica que térmica (isolamento acústico).

A instalação é considerada difícil e vale ressaltar que a lã de vidro pode causar  bastante coceira e irritação na pele durante a instalação. Pensando nisso,  é necessário que o profissional use os EPIs corretos, como macacão, respirador, luvas e óculos.

Placas de espuma

As placas de espuma são rígidas e, por isso, são cortadas e montadas no local de instalação. Elas fornecem uma boa isolação térmica e podem ser comercializadas na forma de espuma expansiva, que se enrijece no local de aplicação.

Manta asfáltica

A manta asfáltica é um material muito flexível e se adapta facilmente ao local de instalação sem apresentar rachaduras. Ela costuma ser empregada em isolamento para telhados, já que essa parte da estrutura recebe altos níveis de insolação.

A manta asfáltica pode ser encontrada na forma aluminizada, também com o objetivo de reduzir a transmissão de calor. Nas duas formas, esse tipo de manta é mais eficiente na impermeabilização de telhados do que como isolante térmico em si por não ter espaço de ar em sua composição. Dessa forma, muitos clientes acabam ficando insatisfeitos, pois compram o material achando que ele irá resolver seu problema com calor. E, definitivamente, essa não é a finalidade nem o uso técnico recomendado para esse material.

Manta 3TC

A manta 3TC é uma tecnologia que permite o isolamento de até 97% da radiação, além do barrar pela convecção e condução. Ou seja, protege contra as 3 formas de transferência de calor e por isso é tão eficiente. O material dessa manta térmica possui espaço de ar aliada à refletância, o que lhe confere eficiência em praticamente qualquer estrutura da construção civil.

A aplicação é simples, não é preciso realizar reforma para que seja instalada, seja em construções em andamento ou finalizadas.  Essa versatilidade de aplicação permite que em locais de trabalho, por exemplo, o fluxo não seja interrompido durante a sua instalação.

Como fazer um isolamento térmico?

É importante que um profissional avalie a necessidade de isolação térmica da área e informe qual material é o mais indicado. Fatores como facilidade de instalação, preço, versatilidade, resistência à água, mofo, sustentabilidade e durabilidade também devem ser analisados.

É recomendado que alguns materiais sejam instalados durante a construção do imóvel, pois o indicado é que fiquem entre as paredes, antes da camada de revestimento. Esse é o caso de lã de vidro, por exemplo.

Outros tipos de revestimentos, como a manta 3TC,  podem ser instalados sem a necessidade de quebrar paredes, já que na sua forma de manta ela se adapta ao ambiente e pode se ajusta ao tamanho exigido no projeto.

Qual a importância do isolamento térmico em uma empresa?

Saúde

Um isolamento térmico de qualidade não gera apenas conforto térmico, mas contribui para a saúde. O sistema quando bem instalado e usando os materiais certos, tende diminuir a umidade do ambiente. Com isso, diminui também a proliferação de ácaros e mofos que podem resultar em doenças respiratórias aos funcionários.

Economia

Com o controle de temperatura do ambiente, reduz a necessidade em usar outros métodos de refrigeração. Mais conforto e menos gastos.

Produtividade

Nas indústrias, o maquinário pesado é responsável por parte do calor e ruídos gerados, que facilmente podem atrapalhar o desenvolvimento de tarefas e ultrapassar o recomendado pelas leis de segurança no trabalho e ergonomia.

Uma maneira eficiente de reduzir esse incômodo é investindo em isolamento acústico e térmico para promover um ambiente de trabalho mais saudável e menos agressivo.

Qual a forma certa de fazer o isolamento térmico?

Depois de escolher o melhor material para o ambiente que necessita de isolamento, é a hora de fazer a instalação do material. O processo deve seguir as recomendações do fabricante para não reduzir a eficiência do material usado.

Para garantir um bom acabamento na instalação do isolante térmico o ideal é contratar uma empresa especializada em prestar esse tipo de serviço. Dessa maneira, o material é instalado por profissionais qualificados e experientes. Alguns EPI’s (Equipamento de Proteção Individual) devem ser usados para proteção, como luvas e óculos.

O ideal é que o revestimento térmico seja realizado durante a fase da construção, mas também existem formas de adaptar o sistema para construções em funcionamento que não podem ser esvaziadas para receber o isolamento.

A logística para esse tipo de instalação pode ser mais exigente, mas não é impossível de ser realizada. Uma empresa especializada em oferecer soluções dessa natureza é capaz de montar um planejamento para oferecer seu serviço com qualidade.

A manta 3TC é  durável, sustentável e flexível a diferentes estágios de uma construção. Essa tecnologia pode ser usada em diversos ambientes sem o perigo de estragar facilmente. A tecnologia 3TC foi desenvolvida para melhorar o isolamento térmico de ambientes com alta qualidade.

Portanto, vimos que para fazer o isolamento térmico existem vários materiais disponíveis no mercado. O grande diferencial de como fazer isolamento térmico é pesquisar e escolher os materiais indicados e de empresas especializadas para agregar as melhores qualidades e custo-benefício.

Quer saber mais sobre os processos de instalação do sistema de isolamento térmico para a sua construção? Assine a Newsletter da 3TC e fique por dentro das nossas atualizações.