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Independentemente do porte de uma obra, a busca por melhores técnicas de engenharia sempre será essencial para a garantia de construções mais econômicas e eficientes. Nesse sentido, um ótimo exemplo de recurso técnico que vem sendo cada vez mais utilizado por quem busca vantagens em vários aspectos é a aplicação de mantas térmicas de subcobertura para telhados.

Podendo ser muito bem aplicada em basicamente qualquer ocasião, engana-se quem acha que a instalação de uma manta térmica se restringe aos prédios e edifícios comerciais. Isso porque mesmo se tratando apenas de uma pequena reforma residencial, esse artifício, quando bem planejado, pode representar ganhos enormes, tanto no quesito financeiro quanto no ergonômico.

Afinal, você já sabe como funciona e para que serve uma manta térmica de subcobertura para telhados?

Funcionalidades da manta térmica de subcobertura

Como o próprio nome já sugere, uma das principais funções desse material é a de fornecer um satisfatório conforto térmico a partir das suas características de irradiação térmica. Outra função que ganha destaque é a capacidade que a manta térmica tem de aumentar a impermeabilização do telhado, reduzindo assim drasticamente as chances de ocorrer vazamentos e infiltrações decorrentes de chuvas.

Além disso tudo, vale lembrar que a manta térmica de subcobertura, quando bem instalada, é capaz de entregar bons níveis de isolamento acústico, o que proporciona ambientes mais agradáveis em questões sonoras.

Material de fabricação

Acerca do material de fabricação dessas mantas, é comum encontrá-las em polímeros refletivos e poliestireno expandido, ambos com excelentes características de reflexividade e baixos índices de emissão de radiação térmica.

Tipos de manta térmica

Atualmente, há vários tipos de manta térmica disponíveis no mercado. As principais são:

  • uma face de alumínio: com moderadas características térmicas, são mais aplicadas por quem deseja minimizar problemas com infiltrações;
  • duas faces de alumínio: além de minimizar infiltrações, apresentam melhores condições de isolamento térmico;
  • duas faces de alumínio e fibra de vidro: alinham boa capacidade de impermeabilização e isolamento térmico com durabilidade estendida;
  • duas faces de alumínio, fibra de vidro mais plástico bolha: apresentam vantagens em todos os aspectos acima, sobretudo no isolamento acústico.

Vantagens de utilizar uma manta térmica de subcobertura

Mesmo sendo um recurso de engenharia que entrega boa resistência mecânica e excelentes vantagens ergonômicas, a manta térmica de subcobertura precisa ser instalada de forma correta para que suas funcionalidades sejam garantidas.

Desse modo, quando bem aplicada, essa subcobertura no telhado representa as vantagens que citaremos a seguir.

Economia financeira

Uma vez que essa subcobertura proporciona ambientes mais agradáveis termicamente, menos recursos serão gastos com ar-condicionado, ventiladores e climatizadores em geral, o que pode reduzir consideravelmente a conta de luz ao final do mês.

Outro fator econômico vantajoso é que a subcobertura também reduz a frequência de manutenção da estrutura dos telhados, já que ela ajuda a manter o ambiente menos úmido e propício ao aparecimento de fungos.

Importância em reduzir gastos

Seja qual for a finalidade da obra ou reforma, priorizar técnicas de construção e materiais que implicam em economia financeira (e que ainda tem qualidade) é essencial, principalmente quando estamos falando de colher frutos a médio e longo prazo.

Instalação prática

Se a armação que sustenta o telhado estiver em boas condições estruturais, a instalação da manta térmica de subcobertura provavelmente não encontrará dificuldades. Contudo, é imprescindível que essa instalação seja realizada por uma equipe especializada no assunto, que conseguirá colocar a manta térmica em qualquer tipo de telhado e inclinação.

Importância da instalação ser prática

Por se tratar de uma instalação prática e classificada de certa forma como simples de executar, esse processo não requer muito tempo para ser finalizado, o que permite à equipe de trabalho concentrar seus esforços em tarefas mais complexas, e que de fato precisam de mais tempo.

Garantia de conforto acústico de uma subcobertura

Como mencionamos acima, assegurar um bom conforto acústico é uma das funcionalidades desse tipo de subcobertura. Isso só é possível porque a manta térmica funciona como uma espécie de barreira física, dificultando assim a difração (capacidade que as ondas têm de contornar obstáculos) das ondas sonoras.

Importância do conforto acústico

Seja em um ambiente de trabalho, seja na residência, permanecer em ambientes que apresentam poluição sonora pode causar irritabilidade e prejuízos para a audição. Por isso, uma vez que é possível assegurar o conforto acústico por meio da instalação de um simples material, não há motivos para dispensá-lo.

Contenção de vazamentos

Em períodos de chuva, é comum notarmos nos telhados pontos de infiltração e vazamentos, os quais, quando não reparados, geram fungos e podem comprometer por completo toda uma estrutura. Nesse sentido, uma vez instalada de forma correta, a manta térmica de subcobertura impede a passagem de água (que muitas vezes é ocasionada devido às telhas mal colocadas) e faz com que a umidade local seja reduzida drasticamente.

Importância de manter a impermeabilização

A elevada umidade e infiltração são extremamente prejudiciais para qualquer tipo de construção e, tratando-se ainda de estruturas que contém madeira, esse processo de desgaste é mais severo e comprometedor.

Utilização de materiais sustentáveis

Uma vez que essa prática possibilita menos gastos com energia elétrica, há benefícios para o meio ambiente, visto que menos recursos para a geração de energia são requeridos. Além disso, vale lembrar que a manta é constituída por um material reciclável, o que é muito importante para a sustentabilidade do planeta.

Importância em utilizar recursos sustentáveis

Felizmente, nos últimos anos, o debate na sociedade acerca da importância da preservação do meio ambiente ganhou cada vez mais espaço. Com isso, tratando-se especificamente de uma obra ou reforma, é relevante priorizar materiais e técnicas que promovam a sustentabilidade e que não gerem impactos ambientais.

Portanto, agora que você já sabe o que é uma manta térmica de subcobertura para telhado, bem como a importância de garantir a sua instalação de forma correta, fica mais simples perceber o quão vantajosa essa aplicação é. Vale lembrar ainda que, além de benefícios financeiros, essa manta é capaz de proporcionar excelentes ganhos ergonômicos para um ambiente, como clima agradável e conforto acústico.

Está procurando por uma manta térmica? Entre em contato com a 3TC e conheça todas as vantagens em engenharia que podemos lhe oferecer!

O isolamento térmico para ar-condicionado é imprescindível para aproveitar o máximo da eficiência desses aparelhos. Sem essa solução, não há um aproveitamento completo de toda a potência do aparelho ou o efetivo controle da temperatura do ambiente.

Muitas vezes, por não contar com essa opção, é necessária a realização de diversos ajustes (deixando o equipamento em sua máxima potência, por exemplo). Tudo isso custa bastante, além de não ser muito sustentável para o meio ambiente.

O isolamento, por sua vez, é uma medida duradoura, simples e extremamente eficiente. Pensando no tema, preparamos este guia, com informações completas e relevantes sobre o tema. Continue a leitura para entender um pouco mais:

O que é isolamento térmico para ar condicionado?

Essa modalidade de isolamento tem como objetivo melhorar a vedação das estruturas do ar-condicionado, e evitar as trocas de calor nos trajetos dos ductos de ar. Com isso, é possível garantir que o máximo da potência nominal seja efetivamente entregue aos usuários.

Vedação das estruturas

Para a instalação de dutos e dos próprios aparelhos de ar-condicionado nas construções é necessário fazer aberturas nas paredes. Usualmente, elas não apresentam a vedação necessária para a entrega de uma eficiência otimizada.

Assim, é importante instalar materiais capazes de evitar a entrada e a saída de ar, pois essas trocas provocam o aquecimento do ambiente e fazem com que o motor dos equipamentos tenha de funcionar mais para manter a temperatura desejada pelo usuário.

O ideal é utilizar isolantes feitos com materiais flexíveis, impermeáveis e não porosos para essa tarefa. Assim, atinge-se a máxima vedação e bloqueio das trocas de calor.

Isolamento térmico dos aparelhos e dos dutos

Há vários fatores intrínsecos ao próprio mecanismo de funcionamento do ar-condicionado e do transporte do ar-refrigerado que podem impedir a entrega da máxima eficiência. As trocas de calor ocorrem constantemente entre os tubos que transportam o ar-refrigerado.

Assim, antes que cheguem ao destino final, podem ser aquecidos pelas estruturas e equipamentos do próprio edifício. Outro ponto importante é que o próprio aparelho produz bastante calor devido ao funcionamento dos motores. Para que ele não seja conduzido para as paredes da construção, é preciso fazer um bom isolamento.

Além disso, a irradiação do sol sobre os dutos e o próprio aparelho faz com que o trabalho do motor para o resfriamento do ar seja maior, dissipando parte da potência.

Isolamento térmico da construção

No entanto, uma medida importantíssima para quem deseja economizar com o projeto de ar-condicionado é instalar o isolamento térmico em todo o ambiente. Com um isolante eficiente, capaz de atuar sobre todos os processos de transmissão de calor, é possível conquistar temperaturas agradáveis mesmo sem o uso da ar-condicionado.

A redução dessas trocas com o ambiente externo permite uma maior estabilidade da temperatura interior, deixando-a muito mais amena. Isso vale tanto para quanto o clima lá fora estiver frio ou quente. Isso também tem um efeito sobre o trabalho dos equipamentos de resfriamento quando estão ligados. Afinal, ele é proporcionalmente maior a uma temperatura interna mais elevada.

Como funciona a transmissão de calor em um edifício?

Para compreender o papel do isolamento térmico para ar-condicionado é importante entender quais são os processos de transmissão de calor para uma construção. Eles são três e compreendê-los permite uma escolha mais consciente a respeito dos materiais e das técnicas utilizadas no projeto.

Condução

Ocorre quando dois corpos estão em contato físico um com o outro. O mais quente transfere energia ao mais frio, em uma tentativa de alcançar o equilíbrio térmico. Ele ocorre quando ambos os corpos atingem a mesma temperatura.

Ela é responsável por cerca de 10% do aquecimento de uma estrutura. A maioria dos isolantes térmicos agem apenas sobre a condução e, por isso, não apresentam uma eficiência interessante.

Irradiação

Ela acontece à distância, prescindindo do contato entre os dois corpos. Acontece por causa da emissão de energia calorífica (radiação infravermelha), a qual incide sobre um corpo e promove a agitação das partículas.

Mesmo não sendo tão intuitiva, ela influencia muito mais no aquecimento das estruturas. Por volta de 90% do calor é transferido por essa forma. No entanto, poucos isolantes buscam controlá-la.

Convecção

Ela existe devido ao movimento das massas de ar dentro e fora dos edifícios, o que influencia bastante na eficiência dos ares-condicionados. O ar mais frio é mais denso do que o ar mais quente. Em um mesmo ambiente, a diferença de temperatura de massas de ar ocorre naturalmente.

Os dutos e aparelhos são justamente instalados no alto da parede para permitir que o ar frio seja direcionado para o piso, onde as pessoas estão, enquanto o ar quente se move para o teto e é retirado pelo sistema de exaustão do edifício ou do próprio equipamento. Assim, há uma maior renovação do ar ambiente.

Quais são os materiais utilizados?

Os isolantes térmicos tradicionais não são capazes de atuar sobre os três processos de transmissão de energia calorífica. Normalmente, agem apenas sobre um dos seguintes fatores isoladamente:

Espumas

A espuma, por muitos anos, foi o material mais popular para o isolamento térmico da superfície. É comum que muitas pessoas associem o isolamento apenas a elas. No entanto, suas desvantagens afastaram muitas pessoas:

  • fragilidade — elas se deterioram facilmente com o estresse mecânico e químico, além de apresentarem mofo com mais facilidade;
  • segurança — há materiais, como o poliuretano, que produzem gases tóxicos quando inflamados;
  • manutenção — necessitam de uma maior frequência de trocas em comparação aos materiais mais modernos.

Foils

Os foils são folhas metálicas bem finas com o objetivo de refletir parte da radiação infravermelha de volta para o ambiente externo. Portanto, atuam apenas para o controle da irradiação, sem ação sobre a condução e a convecção. Por esse motivo, os locais de aplicação são bem limitados àqueles com uma exposição solar maior.

Além disso, são bem frágeis ao estresse mecânico, não se adaptam bem aos ambientes internos e não melhoram a vedação das estruturas. Este último ponto é essencial para os ares-condicionados.

Lã de rocha

Esse material é produzido pela fusão de pedras vulcânicas a altas temperaturas, sendo, então, submetidas a gradientes de pressão elevados. Como resultado, forma-se fios que podem ser estruturados na forma de lã.

Apesar de realmente serem bem eficientes no isolamento da condução, esse processo representa apenas 10% da transmissão de calor para as superfícies. Ademais, possuem desvantagens, como: permeabilidade, estética ruim e instalação difícil.

Lã de vidro

Ela é muito semelhante à lã de rocha, porém utiliza a sílica como matéria-prima. Também é utilizada para produção do vidro, o que trouxe o seu nome para que fosse mais facilmente identificável pelo consumidor. Apesar de mais barata, ainda apresenta as desvantagens importantes da lã de rocha.

Lã de PET

As lãs de PET são fabricadas com um polímero plástico, geralmente reciclado. Por isso, atraem muitas pessoas interessadas em sustentabilidade. No entanto, é preciso pensar de uma forma global. Como o material age apenas no controle da condução, como as demais lãs, não apresenta a eficiência máxima de isolamento. Portanto, não reduz tanto o consumo de energia elétrica pelos aparelhos de ar-condicionado.

Consequentemente, ao optar por ela, a pressão do consumo energético da sua estrutura de climatização sobre o meio ambiente ainda será significativa. Isso pode inibir os benefícios trazidos pela reciclagem.

3TC

Diferentemente dos isolantes térmicos anteriores, a 3TC foi produzida com a tecnologia de ponta da engenharia dos materiais. Por quê? Ela foi criada pela Agência Nacional da Aeronáutica e Espaço dos Estados Unidos da América, a famosa NASA, para proteger os astronautas durante as viagens especiais. É empregada tanto nos trajes quanto na proteção das estações.

Isso é necessário, pois a temperatura fora da Terra sofre variações intensas: pode ir de 50º celsius negativos durante a noite, enquanto ultrapassa 60º celsius nos momentos de máxima exposição solar. Desse modo, o isolante precisaria apresentar características suficientes para manter a temperatura corporal estável e o conforto.

Para isso, os engenheiros da NASA criam um material com as seguintes propriedades:

  • duas lâminas de polímero refletivos, que eram capazes de refletir mais de 97% da radiação infravermelho que incide sobre uma superfície;
  • um núcleo de poliestireno estendido, que é um isolante térmico com baixa condutância de calor, bloqueando grande parte da condução térmica;
  • essas três estruturas são colocadas em “sanduíche”, com as duas lâminas cobrindo todo EPS. Dessa forma, a estrutura apresenta capacidade de impermeabilização máxima e atua sobre a convecção. Tudo isso também potencializa o controle dos dois processos.

A 3TC utilizada no Brasil traz a mesma tecnologia da NASA e se torna o melhor isolamento disponível no mercado.

Como funciona o isolamento térmico para ar-condicionado?

Bloqueio da condução

Como vimos, o 3TC é o único isolante capaz de atuar sobre os três processos de condução calorífica e otimizar o isolamento térmico em todas as frentes.

No caso dos dutos de ar, o núcleo de poliestireno estendido do 3TC é um dos materiais mais eficientes para o bloqueio da condução. Seu material apresenta baixíssima condutância térmica, o que significa que ele é capaz de manter um bom isolamento mesmo em temperaturas mais altas.

Desse modo, os dutos de ar-condicionado se aquecem pelo contato com o ar ambiental, com estruturas da construção, equipamentos etc. Em um edifício com ar-condicionado central, isso é imprescindível para evitar que o ar se aqueça durante o trajeto para o destino final. No caso de indústrias e comércios, pode haver contato com áreas e equipamentos com intensa produção de calor, o que impede a entrega de um resfriamento eficiente.

Redução da irradiação

A radiação é invisível para nossos olhos e, por isso, não a associamos com o aquecimento de dutos. No entanto, ela está constantemente em ação. No caso dos dutos de cobre, muito usados em instalações de ar-condicionado, os raios infravermelhos têm a capacidade de provocar um intenso aquecimento devido à excelente condutância dos metais.

Por isso, é preciso investir em um isolante capaz de atuar sobre esse processo. O 3TC apresenta duas lâminas de polímeros refletivos, as quais bloqueiam mais de 96% da radiação incidente. Assim, toda a instalação fica protegida ao máximo.

Controle da convecção

Não podemos deixar de falar da convecção, a qual impede a eficiência térmica de uma construção devido ao constante fluxo de ar aquecido para as áreas internas.

Por isso, a vedação trazida por um bom isolante térmicos é essencial para garantir que o ambiente externo influencie o menos possível, permitindo a entrega otimizada da potência do ar-condicionado. O 3TC controla a convecção, funcionando como uma barreira de ar e vapor devido à impermeabilidade dos polímeros refletivos.

Quais as vantagens do isolamento térmico?

Economia de energia

Esse talvez seja o ponto que mais atraia as empresas que planejam a instalação de um sistema de isolamento auxiliar ao projeto de ar-condicionado. Isso ocorre porque a energia elétrica consumida é proporcional ao trabalho que o motor do aparelho tem de fazer.

O trabalho, por sua vez, depende de diversas variáveis, como:

  • aquecimento do ar durante o trabalho do ar-condicionado para os ambientes de destino. Isso faz com que o usuário ajuste a potência para as regulagens máximas, as quais consomem mais;
  • diferença entre a temperatura atual e a desejada. Por exemplo, se o ar-condicionado tiver de reduzir a temperatura de 30º para 24º celsius, ele precisará realizar o dobro de trabalho do que se tivesse de reduzir de 27º para os mesmos 24º celsius.

Tudo isso faz com que o isolamento térmico aplicado tanto na tubulação quanto na construção seja uma excelente alternativa para a redução de custos nas empresas e nas residências.

Menor demanda por novos equipamentos

Quanto melhor o sistema de isolamento, maior o rendimento da máquina de resfriamento. Consequentemente, uma mesma potência nominal de ar-condicionado será capaz de resfriar uma área maior ou lidar com maiores amplitudes de variação de temperatura.

Com isso, reduz-se a necessidade de redimensionar a infraestrutura de aparelhos a fim de manter a capacidade de resfriamento diante de um aumento da demanda causada por mudanças construtivas ou pela implementação de processos gerados de calor.

Sustentabilidade ambiental

Hoje em dia a preocupação com a exploração do meio ambiente está cada vez mais presente no comportamento dos consumidores. Então, profissionais e empresas de todas as áreas devem conhecer as soluções que trazem esse apelo.

Se você é arquiteto e está buscando um isolamento para os seus projetos, a 3TC permite que você associe o seu escritório à sustentabilidade. Se sua empresa é de qualquer outro ramo, instalar a 3TC fortalece o seu apelo à proteção ambiental. Da mesma forma, se está procurando melhorar a eficiência da sua residência para deixá-la mais sustentável, o isolamento térmico do ar-condicionado também cumpre essa função.

Prevenção de riscos à saúde

O ar-condicionado tem um impacto negativo sobre a saúde de muitas pessoas com problemas respiratórios. Durante seu funcionamento, ele retira grande parte da umidade do ar. Quanto maior for a potência utilizada e a quantidade de aparelhos ligados simultaneamente, mais seco o ar fica.

No entanto, quando você instala isolantes térmicos nas estruturas da construção, é possível amenizar o calor sem ar condicionado. Quando for necessário o seu funcionamento, será possível ligá-lo em uma potência menor e, assim, trazer uma maior qualidade do ar. Isso pode amenizar o efeito do clima seco nas alergias, rinites etc.

Temperatura estável

Mesmo com ar-condicionado, a temperatura interna pode ficar bastante instável. Afinal, a maioria dos aparelhos não apresenta uma regulação automática com termostatos. É preciso determinar manualmente a potência. Então, quando o clima muda lá fora, a temperatura do ar que sai pelos dutos também acompanha a tendência.

O isolamento evita que a própria construção transmita energia calorífica para dentro ou fora do ambiente interno. Isso faz com que as variações sejam pequenas durante o dia.

Como é feito na prática?

Na prática, o isolamento térmico para ar-condicionado pode ocorrer em diferentes momentos.

Antes da execução do projeto principal da construção

Quando a construção ainda está sendo planejada, é possível elaborar um projeto de conforto térmico amplo, em que são previstas medidas para melhorar o isolamento de todas as estruturas do edifício. A partir disso, a capacidade de ar-condicionado pode ser dimensionada tendo em vista que haverá uma melhor eficiência térmica.

Todo a estrutura feita para esconder os dutos poderá receber uma cobertura interna de isolante térmico, complementando a proteção feita ao redor dos próprios dutos.

Como projeto complementar ao principal

Em alguns casos, o projeto principal dos edifícios já foi todo executado, faltando apenas os complementares — como pode ser a situação do isolamento térmico. Nesse sentido, durante o planejamento e a instalação do sistema de ar-condicionado, pode-se chamar uma empresa especializada em conforto térmico para fazer um projeto com a finalidade de melhorar a eficiência nos mais diversos aspectos, como:

  • instalar isolante em locais estratégicos, como as lajes, para reduzir o impacto da incidência do sol no aquecimento das estruturas;
  • vedar todas as aberturas utilizadas para a instalação do ar-condicionado e seus dutos;
  • isolar termicamente todo o trajeto dos dutos, entregando a máxima eficiência de resfriamento aos ambientes;
  • evitar que o próprio calor gerado pelos motores do ar-condicionado aqueça as estruturas da construção.

Em construções prontas e já utilizadas

Por fim, é possível instalar também o isolamento térmico em infraestruturas de ar-condicionado já prontos e utilizadas há pouco ou muito tempo. Muita gente pode achar que o isolamento é muito complicado de ser instalado quando tudo já está pronto. No entanto, um bom fornecedor pode executar um projeto incrível.

Com as mantas de 3TC, um material mais flexível, por exemplo, pode ser desnecessário quebrar paredes para a vedação e a cobertura dos dutos. Elas se adaptam ao espaço que tiver ali na estrutura atual. Caso seja necessária alguma adaptação, é possível fazer isso com o mínimo de intervenção na estrutura da construção.

Além disso, a instalação pode ser bem simples, por meio de colas, fixações ou amarrações. Assim, não há toda aquela sujeita e barulho que você deve imaginar sempre que pensa em qualquer obra. O 3TC também permite a pintura com a maioria das tintas disponíveis no mercado de forma que fica bem discreto na decoração quando os dutos estão expostos.

Como é feita a aplicação?

A instalação do isolamento térmico da 3TC pode ser executada por meio de diversas técnicas. Isso permite que ela se adapte às mais diversas aplicações. No entanto, a escolha depende do tipo de estrutura de isolante que será utilizado.

Mantas

As mantas apresentam uma espessura de 10 milímetros e são flexíveis. Desse modo, podem ser manipuladas para se adequar a curvas, arestas e dobras. Além disso, vedam bem as frestas dos locais onde são inseridas, além de são bem fáceis de armazenar durante a obra.

Placas

As placas são mais rígidas e apresentam espessuras variadas, de 10 a 100 milímetros. Assim, não interessantes naqueles casos em que não há necessidade de adaptação a ângulos e seja preciso manter maior estabilidade da forma. Também, podem ser fabricadas sob medida para as estruturas da obra.

Técnicas de instalação

A seguir, vamos apresentar as principais:

  • amarração — é feita por meio de fios, grampos ou arames resistentes. Essa técnica pode ser usada para fixar os tubos de isolante aos dutos do ar-condicionado;
  • encaixe — a pressão do peso ou da conformação das peças sobre as estruturas traz a fixação necessária;
  • colagem — são substâncias químicas que trazem a aderência de duas superfícies entre si;
  • pregagem — com pregos e parafusos especiais, as placas e as mantas são fixadas em uma estrutura de sustentação.

Há várias outras técnicas possíveis, e a escolha deve ser feita pelo profissional instalador para garantir o máximo sucesso da estratégia. A 3TC é muito versátil e se adapta a maioria delas.

Quais cuidados devem ser tomados?

A principal precaução é a escolha de um material adequado para os seus objetivos. Há muitos isolantes no mercado e nem todos eles entregam a mesma eficiência. Além disso, há várias funcionalidades auxiliares que podem complementar a sua estratégia, como:

  • isolamento acústico — evita a propagação de ruídos e barulhos. Um isolante térmico e acústico simultaneamente, por exemplo, pode reduzir o barulho provocado pelos motores dos aparelhos;
  • impermeabilidade — um material impermeável melhora a proteção das estruturas contra a umidade;
  • proteção contra incêndios — é preciso escolher um material que não seja inflamável ou combustível. Idealmente, ele deve auxiliar no retardo da propagação dos incêndios.

A empresa de fornecimento e de instalação deve ser confiável, apresentando um bom suporte ao cliente em todas as etapas. A 3TC apresenta todas essas vantagens e muitas outras. Assim, você conquistará um projeto otimizado de isolamento para ar-condicionado, o qual traz todos os benefícios e vantagens que falamos aqui.

Quer saber como a 3TC isolamento pode auxiliá-lo no seu projeto de isolamento termoacústico? Então, entre em contato com a gente!

Atualmente as edificações apresentam paredes e lajes menos espessas e com isso, em geral, um menor desempenho acústico. Além disso, em prédios e casas menores é muito frequente ouvir o barulho dos vizinhos. Já em ambientes comerciais ou industriais, o ruído pode prejudicar o rendimento no trabalho e, inclusive, provocar passivos trabalhistas por insalubridade ou problemas ergonômicos. Por isso, uma dúvida muito frequente de grande parte das pessoas é: como isolar o barulho da rua?

Esse assunto se tornou ainda mais importante agora que a maioria das pessoas mora perto de regiões movimentadas e em empresas de diversos portes. Afinal, o excesso de ruído atrapalha o descanso, o rendimento nos estudos e trabalho, como também eleva o nível de estresse e ansiedade — podendo colaborar para insônia e até mesmo gerar problemas auditivos.

Pensando na importância desse assunto, neste conteúdo vamos tratar a respeito de poluição sonora, seus malefícios, além de algumas opções e dicas práticas para solucionar ou reduzir esse problema. Então, não perca!

O que é poluição sonora e quais as principais causas?

A maior parte da população mundial mora em grandes centros urbanos e com isso o ruído é muito grande — seja por conta do trânsito, por conta das indústrias, comércios, colegas de trabalho ao telefone, fluxo de clientes em um escritório ou comércio, etc.

Entretanto, além do ruído constante, a poluição sonora está muito presente no dia a dia das pessoas, sendo potencializada pelos comportamentos inapropriados adotados no dia a dia. Inclusive, ao contrário do que se pensa, o silêncio não é capricho, e sim uma questão de saúde.

Afinal, a audição pode ser extremamente prejudicada permanentemente quando as pessoas são expostas de forma prolongada a sons que são superiores a 85 decibéis. Esse tipo de intensidade de som pode ser exemplificado pelo ruído de um liquidificador. Isso porque os sons a partir desse valor provocam a morte das células auditivas e esse processo não é reversível.

Enquanto isso, de acordo com a Organização Mundial da Saúde — OMS — uma conversa normal pode representar cerca de 60 decibéis de ruído e essa intensidade já é suficiente para proporcionar danos ao organismo e ao equilíbrio emocional. Por sua vez, o ruído de um aspirador de pó apresenta em média 75 decibéis, um secador de cabelo e uma buzina cerca de 100 decibéis.

Já em boates, bares e shows, o ruído médio é de 110 a 115 decibéis. Em festas e comemorações em que fogos de artifícios são soltos, o ruído médio é de 150 decibéis. Já o volume máximo do som do celular em um fone de ouvido tem um ruído médio de 105 decibéis.

Como se vê, frequentemente você está exposto a ruídos extremamente prejudiciais à sua audição e caso você trabalhe em indústrias ou com determinados equipamentos, pode estar ainda mais exposto.

Contudo, infelizmente o ruído é um vilão invisível e, por isso, em geral, não recebe a devida atenção e cuidado por parte das pessoas. Mesmo assim, os efeitos são presentes: falta de energia, cansaço, estresse, ansiedade, falta de concentração, irritabilidade e outros tipos de doenças.

Diante disso, criou-se leis e normas que estabelecem limites e horários para o ruído. Inclusive, atualmente a pena por pertubação do sossego alheio por meio de barulho pode gerar até três meses de prisão de acordo com a Lei de Contravenções Penais e até quatro anos de prisão de acordo com a Lei de Crimes Ambientais — quando a poluição sonora for em níveis prejudiciais à saúde.

Inclusive, por esse motivo existem diversos projetos de lei e inclusive especialistas desejam que exista um mapa de poluição sonora que seja visível para a população. Nesse mesmo sentido, a ABNT definiu na NBR 10152 o nível de ruído aceitável nos ambientes externos tanto durante o dia quanto durante a noite, para ambientes rurais, escolares, hospitalares, residenciais, comerciais, industriais, entre outros.

Quais os malefícios da poluição sonora?

A poluição sonora proporciona diversos prejuízos para a saúde e bem-estar das pessoas, seja em ambientes profissionais ou residenciais.

Perturbação do sossego

Uma música pode ser extremamente agradável para uma pessoa, e pode causar um grande estresse e perturbação para um profissional que estava há algumas horas de plantão e precisa dormir. Ou então, para alguém que precisa de extrema concentração para trabalhar ou estudar.

A perturbação do sossego, inclusive, é algo tão sério que é um grande motivo de violência. Afinal, as pessoas quando privadas de sono e descanso, assim como de tranquilidade em seu ambiente de trabalho, se tornam mais agressivas e nervosas.

Lesão auditiva

Conforme citamos, a lesão auditiva pode ser irreversível quando ultrapassado um determinado número de decibéis, durante um determinado tempo. Ao contrário do que se pensa, basta ouvir com frequência o som em um volume alto, ou trabalhar próximo a equipamentos e ambientes barulhentos para que ocorra uma lesão severa.

Basta morar muito próximo a um aeroporto, ou a uma via de trânsito extremamente movimentada, ou então trabalhar com equipamentos que apresentam índices de ruído elevados como liquidificador, secador de cabelo ou uma britadeira.

Todos esses cenários exemplificados, que muitas vezes não consideramos arriscados ou negativos a saúde, podem agravar ou proporcionar uma lesão auditiva. Sendo assim, esse é um aspecto que requer grande cuidado e atenção, pois é um problema que pode ocorrer no dia a dia.

Insônia, ansiedade, depressão e estresse

Esses são problemas muito comuns em nossa sociedade, não importando a idade, ramo de atuação, poder aquisitivo ou região. Isso, porque os ruídos em níveis superiores ao permitido proporcionam desequilíbrio emocional.

E infelizmente, a maior parte das pessoas convive com ruídos excessivos diariamente pela maior parte do tempo, o que também é uma das explicações plausíveis para tantos problemas vivenciados na atualidade.

Que dicas práticas podem ajudar a reduzir os ruídos externos?

Os ruídos são tão impactantes que estão presentes em normas regulamentadoras como a NBR 15.575, NBR 10152 e até mesmo na legislação e em projetos de leis. Por exemplo, na NBR 15.575 foram estabelecidos índices mínimos quanto ao isolamento de paredes, pisos, coberturas e fachadas. Contudo, essa NBR só aborda os índices mínimos para edificações residenciais, enquanto a NBR 10152 aborda em diferentes ambientes.

Atualmente já existem diversas opções para reduzir os índices de ruído, tanto em edificações existentes como nas que estão sendo construídas, como:

Priorize materiais que auxiliam a barreira ao ruído

As portas e janelas anti ruído são uma excelente opção, assim como tapetes e cortinas de tecidos grossos também podem auxiliar a reduzir a entrada de som de uma forma mais simples e rápida — pois minimizam a propagação de som.

No caso das janelas, o ideal é que sejam de alumínio e vidro, com vidros duplos ou triplos. Já as portas, não devem ser ocas, pois quando são maciças auxiliam em uma melhor acústica para os ambientes.

Pode-se também utilizar painéis de madeira ou de gesso para proporcionam maior espessura para as paredes, atuando como uma barreira mais eficaz ao ruído. Inclusive, essa pode ser uma opção decorativa para os ambientes, além de extremamente útil.

Existem até opções com tapeçaria que são aplicadas na parede ou no piso a fim de melhorar o isolamento acústico. Um exemplo muito comum são os carpetes.

Atenção ao piso escolhido

A escolha do piso é muito importante e impactante no isolamento do ruído. Por exemplo, os pisos frios como cerâmicas e porcelanatos não proporcionam um bom isolamento acústico. Já os carpetes, pisos de madeira, mármores, granitos e pisos vinílicos apresentam melhores índices de isolamento.

Uma opção extremamente eficaz para o piso é aplicar uma manta acústica sobre a laje antes de instalar o piso escolhido. Inclusive, no caso dos pisos flutuantes — seja laminado ou de madeira — as mantas acústicas já costumam ser uma opção incluída no processo de instalação.

Entretanto, existem também opções de mantas próprias para os pisos frios do tipo cerâmicos ou porcelanatos. A cortiça aglomerada é um exemplo. Conforme já citamos, em casos em que deseja-se descartar a possibilidade de uma reforma ou a instalação de carpetes, pode-se optar por tapetes grossos e/ou felpudos.

Atente para a escolha do forro e do telhado

Já quando o assunto é telhado e forro, um erro muito comum é encontrar edificações que só apresentam telhado, descartando a laje ou o forro. Nesses casos, o ideal é instalar um forro e uma manta acústica, minimizando a passagem de som. Outra opção é utilizar forros de gesso ou madeira, que apresentam também um bom isolamento acústico por si só.

Caso seja desejado realizar o isolamento acústico mesmo com a existência prévia de uma laje no local, uma solução eficaz é aplicar revestimentos acústicos também. Existem também os de fibra mineral, assim como vários outros modelos.

Outro fator impactante é também a escolha da telha. Algumas telhas metálicas ou de fibrocimento, quando não fabricadas ou combinadas com isolamento promovem muito ruído. Sendo assim, a melhor opção são as telhas cerâmicas ou então as metálicas, ou de fibrocimento com manta para isolamento.

Invista em paisagismo como uma barreira de isolamento

A vegetação é uma excelente barreira ao ruído, além de melhorar a qualidade do ar. Quanto mais densa e em alturas variadas, melhor será a barreira acústica proporcionada pela vegetação.

Uma opção simples é colocar grama no terreno, criando níveis diferentes. Também pode-se fazer uma parede verde, conhecida como jardim vertical. Inclusive, o jardim vertical pode ser feito em diversos locais, mesmo com a ausência de um grande espaço.

Para criar uma barreira acústica por meio de paisagismo é importante escolher estruturas metálicas adequadas, podendo ser perfis para sustentação. Depois, o ideal é contar com placas de plástico e colocá-las na lateral. A fibra de coco também é uma aliada para montar uma parede verde e por fim, escolher as diversas plantas.

Essa opção, além de ser uma barreira que reduz o ruído, também reduz a concentração de gás carbônico e a necessidade de pinturas constantes nos muros e paredes.

Invista em isolamento acústico

O isolamento acústico é obtido por meio de materiais que são eficientes em bloquear o som e a passagem de ruído entre ambientes. Sendo assim, esse tipo de sistema isola ou reduz significativamente o barulho externo a um ambiente ou edificação, proporcionando maior conforto, qualidade de vida, bem-estar e, inclusive, saúde.

O isolamento pode ser a ruídos aéreos ou aos ruídos de impacto. Sendo assim, é importante compreender quais são os principais tipos de ruído que mais impactam a fim de optar por sistemas de isolamento que sejam mais eficientes.

Alguns exemplos de ruídos aéreos são os causados por vozes, construções, fábricas, música, trânsito, aviões, equipamentos, entre outras. Em geral, esses são isolados por meio de barreiras como paredes, janelas, portas e divisórias.

Já os ruídos de impacto são transmitidos pela estrutura, uma vez que o impacto gera uma vibração que caminha por meio das paredes, tetos, chegando até a pessoa que o ouve. Para esse tipo de impacto — que pode ser causado tanto por passos, como por outros tipos de ações ou equipamentos que geram impacto — o ideal é investir em sistemas de amortecimento como os pisos flutuantes.

Sendo assim, nesse tipo de ruído, o uso de forros não é tão eficaz, porque anula ou reduz a passagem de vibração por meio do teto, porém não inibe a transmissão por meio das paredes.

Escolha um sistema de isolamento eficaz e com bom custo-benefício

Após analisar a fonte principal de ruído é possível identificar quais soluções de isolamento acústico serão mais eficientes, conforme exemplificado acima. Também é importante levar em consideração qual o tipo de edificação, se já é construída ou não — a fim de escolher um sistema de isolamento que além de eficiente, seja eficaz.

Existem diversas opções para o isolamento acústico, como:

  • lãs de isolamento — que podem ser do tipo PET, de vidro ou de rocha basáltica. Elas, em geral são usadas para preencher vãos em paredes e tetos, principalmente quando utiliza-se placas de gesso no processo construtivo — entretanto, demandam um espaço “vazio”, ou seja, para o ar — dificultando a utilização em alguns casos. Por isso, são muito empregadas em teatros, auditórios, salas de reunião ou de videoconferência ou em construções a seco;
  • espuma acústica — esse é um material que apresenta diversas espessuras, cores e geometrias, podendo ser feitas em lã de PET ou poliuretano. Ela pode ser aplicada sobre paredes e lajes, porém, não permite um acabamento discreto;
  • materiais absorventes como madeira, gesso, fibras minerais — que podem ser usados como painéis e forros que absorvem as ondas sonoras, reduzindo o ruído;
  • paredes duplas — essa é uma técnica que consiste em deixar um espaço com ar entre duas paredes, assim a onda sonora ficará detida nesta câmara de ar, dificultando a propagação de som;
  • mantas térmicas e acústicas — esse é um material que além de promover um excelente isolamento térmico, reduzindo as despesas com refrigeração, também promovem um significativo isolamento acústico. Por isso, são uma opção largamente escolhida, afinal, apresenta um excelente custo-benefício.

Como a manta térmica pode ajudar no isolamento acústico e quais seus benefícios?

Existem variados sistemas de isolamento acústico, porém a manta térmica é um dos mais eficientes, sendo recomendada para diversos ambientes e locais. Ela é uma solução que proporciona melhoria do isolamento térmico e acústico de uma edificação ou ambiente, com qualidade e garantia de resultado.

Esse sistema de isolamento é usado tanto em ambientes comerciais, industriais como nos residenciais. As mantas térmicas são fabricadas com revestimento aluminizado e esse material protege da radiação solar e das três formas de transferência de calor — radiação, convecção e condução.

Além disso, também auxilia no isolamento de ruídos e apresenta uma aplicação extremamente fácil. As mantas térmicas também proporcionam maior proteção e durabilidade tanto ao sistema de cobertura como ao imóvel.

Para a instalação correta, é necessário considerar o tipo de telhado, uma vez que uns oferecem fácil acesso e outros não — tanto pelo material, como pela estrutura.

A manta térmica é instalada principalmente nos telhados, podendo ser colocada nas lajes e pisos. O processo de instalação consiste em cobrir toda a região que deseja-se isolar. No caso dos telhados, a manta é aplicada abaixo das telhas como uma subcobertura.

Existem casos em que a manta é aplicada no corpo da estrutura, visando garantir o posicionamento adequado das telhas. Já na instalação em lajes superiores é criada uma camada de proteção.

Com esse material é possível reduzir a troca e transferência de calor nos ambientes — mantendo uma temperatura interna mais agradável, porém, também é possível diminuir a entrada e saída de ondas sonoras, proporcionando isolamento de ruídos e maior conforto acústico — uma vez que essa se comporta como uma barreira.

O conforto acústico obtido por meio de mantas é proporcionado por meio do isolamento de lajes e pisos — não importando se são ambientes comerciais ou residenciais. Com isso, os ruídos externos ou de outros ambientes são atenuados.

Quais os principais benefícios do isolamento acústico?

Já falamos dos malefícios, dos impactos e até mesmo dos benefícios do isolamento acústico realizado por meio de mantas. Contudo, podemos citar alguns benefícios que são extremamente impactantes e justificam o investimento nesse tipo de sistema, como:

Maior privacidade

Como o isolamento acústico impede ou reduz que a voz seja ouvida em um outro ambiente, proporciona maior privacidade durante reuniões, em ambientes comerciais e principalmente nos residenciais.

Assim, tanto negociações como conversas passam a ter sua particularidade respeitada, e as pessoas passam a ter também sua intimidade preservada — principalmente nos ambientes familiares. Essa é uma vantagem que impacta positivamente tanto os pais, como também os filhos.

Maior conforto

Não importa se é em um ambiente residencial, comercial ou industrial — independentemente do lugar, as pessoas gostam de conseguir fazer suas atividades com a devida comodidade e sossego.

Não é atoa que um ambiente de trabalho que é completamente agitado o dia inteiro proporciona doenças ocupacionais, sendo totalmente negativo aos colaboradores.

Da mesma forma, em uma residência, poder ler, estudar, descansar ou passar um momento em família sem ruídos excessivos é extremamente importante para obter momentos de qualidade. Essa realidade positiva se torna possível por meio da adoção de um sistema de isolamento acústico.

Melhoria da qualidade de vida

A exposição prolongada e excessiva a ruídos pode provocar declínio das capacidades cognitivas, reduzindo a capacidade de comunicação, leitura, aprendizado, compreensão, raciocínio, resolução de problemas, memória, entre outros aspectos.

Na vida profissional, por si só, a redução dessas capacidades compromete significativamente o trabalho realizado e o desempenho. Entretanto, essa situação também é extremamente prejudicial nos ambientes familiares, principalmente no que diz respeito ao desenvolvimento de crianças e adolescentes.

Sendo assim, ambientes com isolamento acústico promovem pessoas com melhor desempenho, produtividade e bem estar. Isso, impacta diretamente na qualidade de vida, afinal, boas decisões e dias produtivos são extremamente importantes.

Prevenção e redução de doenças

A poluição sonora auxilia a piora de distúrbios do sono e inclusive eleva o estresse, ansiedade, falta de concentração, depressão e outros problemas extremamente sérios e vivenciados na atualidade. A redução do ruído é extremamente positivo para promover ambientes mais saudáveis emocionalmente.

Redução de problemas e distúrbios relacionados à audição

Os problemas auditivos são cada vez mais frequentes e inclusive, existe e uma previsão de que 1,3 bilhão de pessoas terão uma redução significativa em sua capacidade auditiva no decorrer da vida. A Organização Mundial de Saúde indica que isso ocorrerá por que cerca de 10% da população no mundo convive com uma longa exposição a níveis inadequados de ruídos.

Por que escolher o material 3TC?

O material 3TC de isolamento alinha o isolamento acústico com o térmico, sendo, por isso, uma solução extremamente versátil e viável, pois além de apresentar um excelente custo benefício e tecnologia avançada, também é de fácil instalação. O sistema 3TC permite a aplicação em diversas estruturas como:

  • paredes,
  • tetos;
  • forros;
  • telhas;
  • telhados;
  • objetos e equipamentos;
  • pisos.

O sistema 3TC permite a aplicação sem a retirada de telhas, uma vez que esse sistema pode ser aplicado diretamente nas terças. Por isso, pode ser aplicada em locais que estão em funcionamento, não demandando que a produção ou trabalho seja parado.

A manta de isolamento térmico e acústico da 3TC, além da qualidade, camada dupla de faces metálicas refletivas com isopor no meio e fácil aplicação mesmo após a construção, também apresenta elevada durabilidade.

Agora que você já sabe como isolar o barulho da rua, a importância e impacto positivo da redução de ruídos na qualidade de vida, bem e estar e saúde, entre em contato com a 3TC e descubra como colher esses benefícios em seu a dia a dia com as soluções acústicas e extremamente tecnológicas da 3TC.

O isolamento é uma etapa importante na construção. Ele protege os ambientes e pode, até mesmo, aumentar o conforto das pessoas. Entre as soluções disponíveis, vale a pena conhecer o que é espuma expansiva.

Essa possibilidade oferece algumas vantagens para diversos casos, desde que seja aplicada corretamente. Além disso, é interessante descobrir qual é a solução exclusiva que traz todos esses benefícios e vários outros.

Na sequência, veja o que é espuma expansiva e entenda qual é o papel do produto na construção!

O que é espuma expansiva?

Esse produto é um polímero líquido que assume o estado sólido após passar pelo chamado processo de cura. Normalmente, a espuma expansiva é feita de poliuretano, só que em forma diferente.

Assim que ela é aplicada no local desejado, começa a passar por uma expansão de volume. Esse crescimento pode chegar a 300% do valor inicial e se mantém com o uso, ao longo do tempo.

Quando já está curada, ou seja, já está em sua forma definitiva, pode ser cortada, lixada e receber diversos tipos de acabamento.

Qual é a função desse produto?

Agora que você já sabe o que é espuma expansiva, é indispensável entender qual é a função desse material. Prioritariamente, ele é utilizado para realizar o preenchimento de elementos construtivos. A espuma pode servir para encher janelas e portas, por exemplo.

Por causa do seu “mecanismo” de funcionamento, é adequada para efetuar a vedação de espaços — mesmo de locais complexos, já que ela é capaz de se adaptar para preencher todo o espaço.

Portanto, serve tanto para ocupar espaços vazios e dar estruturação e fixação a alguns componentes construtivos (como portas) quanto para fechar frestas e outras aberturas específicas.

Como é feita a aplicação da espuma?

A aplicação da espuma expansiva começa com uma superfície totalmente limpa. É preciso retirar poeira, óleos e quaisquer sujeiras. Não é necessário que o local esteja nivelado (pois ela se adapta), mas a superfície deve favorecer a aderência.

Ao contrário de outros produtos, ela exige que a área esteja levemente úmida. Isso ajuda a manter o item no lugar e facilita a “cura”, para que tudo fique fixo conforme o desejado com seu uso.

Normalmente, o produto vem em spray e é comum que ele só possa ser usado na primeira vez, pelo funcionamento da válvula. A aplicação pode ser manual ou com máquina específica, mas a lata deve estar sempre virada para baixo. Após sacudir o suficiente, é só cortar o bico e pressionar o mecanismo.

Uma vez que a espuma expansiva esteja aplicada, é preciso aguardar cerca de 24 horas. As primeiras aparas podem ser feitas após 2 horas, mas o indicado é esperar um dia para chegar à etapa final.

Quais são as vantagens da espuma expansiva?

O uso desse produto se justifica por algumas vantagens que ele oferece. Então, tão importante quanto saber o que é espuma expansiva é entender o que torna esse material tão interessante. A seguir, veja quais são alguns dos maiores benefícios de selecioná-lo para um projeto.

Aplicação rápida

No geral, a aplicação da espuma é bem rápida e ocorre em questão de minutos. Isso é importante para garantir maior velocidade e produtividade ao projeto, inclusive diminuindo os custos.

Vedação de ambientes

Outro ponto interessante é que a espuma é eficiente para vedar ambientes. Trata-se de uma alternativa adequada para impedir a passagem de chuva ou vento, por exemplo. Embora não seja esse seu propósito, também pode ajudar no isolamento acústico, quando associada a outras soluções.

Boa resistência

Apesar de ser um “líquido” que se transforma em sólido, podemos dizer que o produto apresenta boa resistência. Depois que se expande, a espuma consegue suportar bem a pressão, assim como impactos e intempéries. Com isso, a necessidade de manutenção e de novos gastos é reduzida.

Como a 3TC pode ajudar?

Depois de descobrir o que é espuma expansiva, você notou que ela serve para vedar e até para isolar ambientes. No entanto, é possível ter ainda mais eficiência nos projetos — e vale a pena contar com a 3TC para isso.

A empresa oferece uma solução exclusiva para garantir o isolamento térmico e acústico dos ambientes, com resultados superiores a outros elementos. A seguir, veja quais são os destaques do que apresentamos!

Tecnologia diferenciada

A tecnologia usada na solução 3TC é exclusiva e altamente eficiente. Utilizamos polímeros refletivos e poliestireno expandido (como na espuma). Com isso, conseguimos impedir as três formas de transferência de calor: convecção, condução e radiação.

Isso aumenta o conforto térmico de maneira considerável, favorece a eficiência energética e também ajuda a garantir isolamento acústico. Trata-se de um produto versátil, eficiente e resistente.

O item é disponibilizado na forma de mantas ou placas, então pode ser instalado em construções já finalizadas. Com a adaptação adequada a cada espaço, permite evitar o mofo, a passagem de água e a entrada de insetos — tudo graças à atuação exclusiva.

Preço acessível

Apesar disso, tanta qualidade não tem um valor exorbitante. Na verdade, a solução que disponibilizamos tem um preço acessível e ótimo custo-benefício. Se, depois de saber o que é espuma expansiva, você se interessou, saiba que nossa alternativa é bem em conta.

A instalação também é fácil, não demora muito e não gera gastos excessivos. Portanto, o produto tem um custo atraente, especialmente em relação às vantagens exclusivas que oferece.

Atendimento altamente consultivo

Desde o seu primeiro contato, você terá a oportunidade de conversar com especialistas na solução, capacitados para dar indicações adequadas. Com isso, há como saber de quanto produto precisará e quais são as recomendações específicas.

Para melhorar, a instalação é igualmente qualificada e garante um ótimo desempenho. Assim, há a certeza de que a manta ou placa isolante de 3TC atenderá às suas necessidades de forma completa.

Depois de saber o que é espuma expansiva, você notou que esse é um produto adequado para a vedação de certas áreas, com baixo custo e alta eficiência. Quando falamos em isolamento, entretanto, é preciso pensar em algo ainda mais completo.

Por isso, fale com um de nossos especialistas na 3TC e conheça a solução exclusiva que oferecemos!

Os containers são soluções muito práticas quando falamos sobre transporte aéreo ou marítimo de cargas pesadas. Nos últimos anos, eles se tornaram popular graças à existência da casa container. Essa nova opção de moradia apresenta características únicas e diversos benefícios.

Para vencer o ceticismo sobre essa alternativa, o melhor é entender quais são as qualidades do ambiente e como é possível torná-lo confortável e conveniente. Assim, você compreenderá quais são os motivos para a popularização dessa escolha em todo o mundo.

A seguir, preparamos um guia com tudo o que precisa saber sobre a casa container e suas qualidades. Confira!

O que é uma casa container?

Quando falamos em casa, é comum associar à ideia construtiva padrão, que envolve alvenaria e soluções semelhantes. No entanto, hoje existe a casa container. Como o próprio nome diz, trata-se de um projeto de moradia que se baseia na transformação e no aproveitamento de um espaço de container.

De transportador metálico de cargas, o item passa a oferecer as bases para as paredes, o teto e o piso de um lar. Então, estamos falando de uma casa que é construída de maneira inovadora, com técnicas diferentes, mas que gera uma experiência final similar.

Quais são os tipos de casa container?

Como cada morador tem uma necessidade, há distintos modelos de casa container. Eles variam tanto em relação ao tamanho quanto à execução do projeto. Ao conhecer as alternativas, é possível definir o que faz mais sentido para a sua realidade.

Pensando nisso, veja quais são os tipos ligados a essas residências e conheça suas principais características.

Simples

Uma casa container simples utiliza, normalmente, apenas uma estrutura metálica. Trata-se de uma moradia compacta, mas que pode conter todos os cômodos normais, como banheiro, quarto e cozinha. Se o container for um pouco maior, há espaço separado para a sala.

É a opção ideal para quem deseja ter um estilo de vida minimalista, mas que ainda garante conforto e muita segurança.

Dois andares

Ao pensar nas dimensões de um container, o teto é relativamente baixo, pois não passa de 3 metros. A casa container de dois andares envolve duas estruturas empilhadas e que ganham altura. Isso é ótimo para driblar a dificuldade quanto ao tamanho do teto, além de garantir espaço.

A alternativa pode incluir a existência de um mezanino, por exemplo. O projeto pode ganhar a cara de loft ou, então, apresentar um visual que se assemelhe a uma casa maior e mais robusta.

Vão livre

Apesar de o empilhamento ser uma característica comum nas versões com mais de um andar, ele não precisa ocorrer totalmente alinhado. É possível usar as peças em posições perpendiculares e mesmo criar uma casa com vão livre.

O projeto arquitetônico requer especial cuidado para equilibrar os pesos, mas é uma alternativa que garante modernidade. Em geral, é uma opção para aproveitar melhor o terreno e a área ao ar livre.

Quais as características da casa container?

Esqueça-se da ideia de uma casa container tem aquele aspecto puramente metálico, com as indicações da carga sobre um fundo laranja ou azul. A verdade é que esses projetos são cada vez mais robustos e modernos, com características que os tornam especiais.

Cada residência tem suas particularidades, como acontece na alvenaria, mas temos a chance de identificar alguns pontos que aparecem com frequência. Veja quais são eles!

Construção modular

Toda casa container funciona com base na construção do tipo modular. Como os containers têm medidas padronizadas, nem sempre eles atendem fielmente a uma necessidade. Para reverter a situação, é interessante pensar no “encaixe” de diversas peças, de acordo com o projeto.

Os containers podem ser empilhados, justapostos ou interligados e cada um funciona como um módulo. Assim, as moradias ganham geometrias únicas, embora algumas se aproximem de modelos “tradicionais”.

Otimização de espaço

Outro ponto crucial para um projeto dar certo envolve a otimização de toda a área disponível. Em uma casa como essa, não existe cantinho que seja deixado de lado ou ponto que fique esquecido entre os cômodos.

A ideia é maximizar o uso do ambiente, inclusive ao criar espaços multifuncionais. Isso adiciona um toque importante de modernidade e torna o ambiente mais agradável. É uma maneira de, até mesmo, atender às principais necessidades.

Layout aberto e integrado

Como os containers são módulos abertos, é muito comum que essa característica seja aproveitada. O layout costuma ser altamente integrado, com vários ambientes dividindo o mesmo lugar. Isso serve para aproveitar a iluminação e para dar a sensação de amplitude — o que combate a ideia de local confinado.

Dependendo do caso, é possível utilizar divisórias para criar certos ambientes, como quartos ou banheiro. Por outro lado, é comum que haja integração com a área externa, como por meio de grandes janelas e portas de correr.

Ventilação potencializada

Para tornar o ambiente ainda mais agradável, muitas construções desse tipo consideram a necessidade de potencializar a capacidade de ventilação. Isso é possível, principalmente, graças à continuidade oferecida por um layout aberto.

Várias opções de casa container também contam com uma grande quantidade de janelas e portas, o que adiciona versatilidade e permite uma circulação de ar que torne a efetividade ainda maior.

Cômodos unitários

Para quem busca uma alternativa muito mais moderna, é possível investir em uma residência baseada em cômodos unitários feitos de containers. A ideia é criar espaços individuais e divididos, embora tenham algum tipo de interligação.

É uma ótima opção para locais menores ou quando há um desejo reforçado quanto à privacidade. Nesse caso, é comum usar mais de 3 containers, com diferentes dimensões e características.

Como funciona esse projeto?

Não há mistérios ao falar no “funcionamento” de uma casa container. Morar nela é como na maioria das residências tradicionais, mas a construção e a implementação merecem destaque.

Em termos de projeto, é interessante conhecer o que o aguarda caso escolha essa modalidade. Veja mais sobre o funcionamento!

Levantamento das necessidades e preferências

Assim como em um imóvel de alvenaria, é crucial considerar quais são as principais exigências e escolhas. A ideia é entender o que faz sentido para tornar o ambiente interessante e adaptado à sua realidade.

Uma família com dois filhos, por exemplo, precisará de mais espaço que alguém que vive sozinho. Também há definições para manter o equilíbrio entre vantagens e desvantagens do container, de acordo com cada morador.

Escolha das soluções construtivas

A partir disso, são selecionadas as técnicas e os processos construtivos que ajudarão o projeto. É o caso de pensar em questões como a criação da fundação para a residência, o design arquitetônico e os acabamentos que serão adotados.

É muito importante ter um escopo definido com tudo o que precisa ser feito e em qual ordem, até mesmo para obter um projeto eficiente. A escolha das soluções também pode variar segundo os desafios encarados.

Aquisição dos containers e demais materiais

Com as principais decisões tomadas, é o momento de comprar os containers com as dimensões, a área e as características desejadas. Eles podem ser novos ou usados, mas é preciso ter atenção com o que foi transportado. Em geral, a única restrição é sobre as cargas tóxicas, mesmo após higienização.

Também há a compra de outros materiais, como os itens de acabamento e até de isolamento térmico. Vale considerar as necessidades específicas quanto a esse tipo de estrutura, além de pensar em características pontuais do projeto.

Utilização plena do espaço

O funcionamento, em si, envolve o máximo aproveitamento do lar, de acordo com o cotidiano de seus moradores. Em uma casa container, você poderá aproveitar todas as comodidades que existem em um imóvel tradicional, como energia elétrica e serviços associados.

Algumas dessas casas funcionam de maneira móvel e, para isso, são construídas sobre uma plataforma que pode ser transportada. Mesmo que não seja o caso do seu projeto, é uma alternativa muito prática e repleta de boas características.

Quanto custa?

O custo de uma casa container depende do tipo de projeto escolhido e das características. Ele pode custar algumas dezenas de milhares de reais a valores maiores. Tudo depende do tamanho do projeto e da quantidade de containers utilizados.

No entanto, é possível ter uma ideia dos preços, de acordo com o tamanho e com as qualidades das peças estruturais. No geral, podemos definir que um container de 14m², sem revestimento, custa de R$ 10 mil a R$ 12 mil. A versão com revestimento varia de R$ 15 mil a 17 mil.

Opções maiores, naturalmente, custam mais. O container de 28m², sem revestimento, custa de R$ 16 a R$ 18 mil. Com revestimento, o valor sobe para R$ 22 mil a R$ 24 mil. Na maioria dos casos, containers um pouco mais antigos custam menos, sendo que podem ser recuperados com diversos processos.

Como é a montagem?

Outra dúvida muito frequente sobre a casa container trata da montagem desse lar. O processo é bem interessante e é dividido em etapas, como em uma obra “comum”. A diferença é que algumas etapas são exclusivas desse modelo e, por isso, exigem atenção especial.

Na sequência, vamos mostrar quais são as principais características e fases ligadas à montagem dessa casa. Confira!

Elaboração e regulamentação do projeto

Para começar, é importante montar um projeto com todas as características técnicas e indicações necessárias. O ideal é contratar profissionais especializados nesse tipo de solução — e hoje já é possível achar escritórios de arquitetura que constroem apenas com containers.

Também é essencial ter cuidado com a regularização da obra junto aos órgãos públicos. Uma casa container paga imposto como qualquer opção de alvenaria e é preciso ter a autorização adequada da Prefeitura para que tudo seja executado. Como cada município tem suas regras, os profissionais contratados devem se preocupar com a etapa.

Preparação dos containers

Em seguida, há um processo de preparação. Se for necessário, ocorre a terraplanagem do terreno e a consolidação de uma estrutura para garantir total segurança e estabilidade à residência.

Depois, o container é preparado para se transformar em lar. É comum que eles sejam lixados e revestidos por uma tinta especial antiferrugem. Se houver mais de um, há o corte das peças segundo o projeto e o encaixe por engate. Ao final, temos o layout pronto para ser trabalhado.

Instalações elétricas e hidrossanitárias

Com o container posicionado e capaz de receber as próximas etapas, há a execução de instalações elétricas e hidrossanitárias. Isso significa que toda a fiação é puxada de acordo com as necessidades, como pontos de iluminação ou tomadas.

Também são planejados os canos e componentes hidráulicos para tratamento de esgoto e fornecimento de água. Dependendo do projeto, é possível investir em aquecimento solar e reuso da água, com a estrutura totalmente adaptada ao espaço.

Elaboração dos revestimentos

Na sequência, são realizados os revestimentos no container, para deixar a casa com um aspecto semelhante aos lares tradicionais. Há a instalação do piso e do revestimento de teto e das paredes. É comum utilizar o Drywall, mas também há forros minerais, produtos de PVC e outras possibilidades.

Não podemos nos esquecer de que, em alguns casos, há uma preferência por deixar o projeto mais “cru” e sem tanto revestimento.

Finalização do projeto

Com essas etapas realizadas, é hora de se preocupar com o acabamento e com a entrega do local. Basicamente, são adicionados os móveis e os elementos de decoração, além de quaisquer outras características desejadas.

Com tudo concluído, o projeto está pronto para ser entregue e garantir que os seus moradores possam aproveitá-lo ao máximo!

Quais são as vantagens da casa container?

Você sabe por que essa alternativa tem se tornado tão popular? Nós explicamos: essa é uma opção repleta de benefícios e que pode transformar o seu conceito de lar. Com um bom projeto, a qualidade de vida é priorizada em todas as etapas e isso se reflete na experiência de moradia.

Além desse ponto, quer descobrir o que a casa container tem a oferecer? Veja, a seguir, quais são as suas maiores vantagens!

Maior sustentabilidade

Podemos dizer que esse tipo de construção aproveita materiais que ficariam parados ou seriam descartados. Afinal, muitos containers deixam de ser usados após algum tempo e param no lixo. Com esse tipo de lar, há um novo uso para essa “matéria-prima”.

Além disso, a construção é mais limpa, rápida e eficiente, o que gera menos gastos e desperdícios de recursos. Portanto, essa é uma alternativa que eleva o nível de sustentabilidade do projeto e que dá origem, até mesmo, a propostas verdes. É uma ótima saída para ajudar o meio ambiente e diminuir o impacto negativo nos recursos naturais.

Personalização completa

Outro ponto positivo é que uma casa container pode ser totalmente customizada. Ou seja, você tem a chance de criar um projeto do zero, de acordo com as suas preferências e com as necessidades.

Os containers são especialmente fáceis de trabalhar e podem ser cortados e encaixados com relativa simplicidade. Com isso, é possível ter um lar com a sua cara, sem ter que gastar tanto dinheiro quanto em uma alternativa de alvenaria.

Alta resistência

Pensa só: os containers são capazes de transportar cargas com várias toneladas, em diversas condições, durante anos. Então, é justo dizer que a matéria-prima é muito resistente e oferece grande durabilidade.

Além de tudo, há a realização de processos especiais de proteção, como a aplicação de tinta contra a ferrugem. Isso auxilia a manter o visual sempre interessante, com menos necessidade de manutenção ao longo do tempo.

Custos reduzidos

Dissemos que os gastos com um projeto desse tipo variam com as características, como tamanho e demandas específicas. No entanto, essa é uma alternativa mais barata que a alvenaria, nas mesmas condições.

Ou seja: construir uma residência de tijolo e cimento com as mesmas características de uma casa container gasta mais. Também é possível planejar o projeto para otimizar o consumo de energia e de água, o que reduz os gastos associados.

Conforto garantido

Não menos importante, você precisa saber que uma casa container é confortável quando o projeto é realizado corretamente. Com a atuação de profissionais especializados e com os recursos necessários, o lar fica muito agradável e não deve em nada para qualquer outro tipo de ambiente.

Além disso, é versátil e pode, até mesmo, adaptar-se às novas demandas. Se tiver espaço disponível no terreno escolhido, há como ampliar o ambiente de acordo com as demandas.

Qual é o papel e como fazer o isolamento térmico e acústico?

Um dos desafios de um projeto de casa container é a composição desse elemento. Como ele é totalmente feito de aço, tem uma elevada capacidade de conduzir calor. Para manter as boas características no ambiente, é essencial pensar no isolamento térmico e acústico.

O processo é feito com a instalação de uma manta ou de placas térmicas no que seriam as “paredes” do ambiente. Como consequência, é possível evitar a passagem de calor do ambiente externo ou a perda para o lado de fora. A seguir, mostramos a importância dessa decisão e como acertar na instalação!

Por que recorrer ao isolamento térmico e acústico?

Adotar uma solução do tipo é indispensável se você quiser deixar a sua casa container ainda melhor. Com um bom isolamento térmico e acústico, é possível aproveitar diversos benefícios. Veja quais são!

Maior conforto térmico

Com a solução certa, você evita passar muito calor no verão ou frio no inverno. Climatizando containers, há uma experiência melhor e com muito mais conforto térmico em relação ao ambiente.

Aumento da eficiência energética

Já que o ambiente ficará agradável, não será preciso gastar tanto com ar-condicionado ou ventiladores. Isso ajuda a melhorar a eficiência energética, o que reduz os gastos com a conta de luz e até aumenta a sustentabilidade.

Garantia de privacidade

Com o isolamento acústico, há uma elevação no nível de privacidade. Além de os sons do seu lar não se propagarem com intensidade para o lado de fora, você não será incomodado pelos barulhos externos.

Por que escolher a 3TC?

Depois de reconhecer a importância do isolamento térmico na casa container, é essencial recorrer à solução adequada. Assim, é possível obter o máximo potencial e garantir máximo desempenho.

Na hora de escolher uma empresa de isolamento térmico, a 3TC se destaca — e merece a sua atenção. Quer saber os motivos? Descubra!

Única no mercado a proteger de todos os tipos de transmissão de calor

Quando falamos nos tipos de isolamento térmico, é possível notar que alguns protegem contra condução, outros contra convecção e outros contra radiação. A 3TC, entretanto, oferece uma solução única e que evita a transmissão de calor pelas três formas. Assim, há muito mais eficiência para tornar sua casa container agradável e climatizada.

Proteção térmica e acústica em um só produto

Outro diferencial é que o revestimento da 3TC garante proteção térmica e acústica ao mesmo tempo. Então, não será preciso recorrer a duas soluções distintas para fazer com que o espaço fique confortável e realmente privativo.

Propriedades anti-chamas

Manter a segurança também é essencial para aproveitar ao máximo a sua casa container. O nosso revestimento para isolamento térmico e acústico não propaga fogo graças às propriedades anti-chamas. Com isso, é possível atender às obrigações da legislação e ficar mais protegido.

Atua como impermeabilizante

Além de tudo, o produto serve para proteger o telhado do seu lar, evitando a entrada de água, de pequenos insetos e de animais e a formação de goteiras. Com isso, evita problemas com o mofo e ajuda até a proteger a saúde.

Facilidade de instalação

Ao escolher a nossa solução, você notará que a instalação é segura, rápida e muito simples. Além de tudo, contamos com profissionais altamente capacitados e prontos para ajudar. Com isso, a obra não sofre com atrasos e perdas e é possível conquistar os resultados desejados mais facilmente.

Excelente custo-benefício

Apesar de oferecer vários benefícios e diferenciais, a 3TC mantém uma excelente relação de custo-benefício. Afinal, trata-se de uma opção durável, muito eficiente e que gera conforto e economia. Longe da necessidade de manutenção e com consistência na conquista de boa performance.

Uma casa container é um novo jeito de viver e até de desempenhar mais sustentabilidade. Com um bom projeto e todos os cuidados necessários na etapa de montagem, é possível ter máxima qualidade de vida.

Para garantir o conforto, não se esqueça do isolamento térmico. Se quiser ter a melhor solução do mercado, entre em contato conosco da 3TC e peça o seu orçamento!

A construção no litoral apresenta diversos desafios. Afinal, nessas regiões, os edifícios estão sujeitos a mais riscos, como a maresia, ventos mais fortes e a maresia. Então, é preciso montar uma estrutura de proteção especial para evitar danos e a necessidade de reformas constantes.

Além disso, as altas temperaturas e a incidência do sol reduzem o conforto térmico dos ambientes interiores. Isso pode prejudicar a saúde e o bem―estar dos moradores. Quer saber como melhorar o seu projeto litorâneo? Acompanhe!

1. Quais são os cuidados essenciais em construções no litoral?

O sucesso de uma obra no litoral começa na escolha do terro e vai até a manutenção!

1.1 Terreno

Sem os cuidados adequados na hora de escolher um terreno, a construção no litoral pode se tornar uma verdadeira dor de cabeça para o comprador. O primeiro passo para garantir o sucesso do seu projeto arquitetônico é exigir a apresentação de um estudo do solo, pois, em faixas litorâneas, podem haver solos muito úmidos e arenosos ― que são facilmente conformáveis.

Desse modo, é preciso fazer um projeto auxiliar para o adensamento do solo. Ele deverá ser executado com muita técnica, trazendo uniformidade em toda a área. Caso contrário, uma região pode ficar menos densa e mais permeável à água. Com o tempo, haverá um desnível entre dois pontos da construção ― o que compromete as estruturas, causando rachaduras, trincas e outras patologias.

Além disso, especialmente em locais mais ermos, é muito comum que não haja a infraestrutura de serviços necessários para uma família ou para um negócio. Por exemplo, pode não haver fornecimento de luz, de água encanada ou recolhimento de esgoto. Consequentemente, será preciso investir muito dinheiro para tornar o empreendimento viável.

Por exemplo, é necessário pagar altas taxas para a instalação de luz elétrica, construir poços para o consumo de água e investir em cisternas para o esgoto. Ou seja, os custos do projeto inicial podem dobrar somente para trazer uma infraestrutura mínima. Em alguns casos, como redes de internet e de telefonia, as operadoras não ofertam a instalação desse serviço nem mesmo mediante o pagamento de taxas elevadas.

Por fim, ainda há diversas questões legais nesses casos. A regulamentação e a legislação brasileira são bastante restritivas quanto ao uso do solo próximo a praias. Em geral, essas áreas são protegidas e é preciso pedir uma autorização da prefeitura para a construção. Nesses casos, as exigências podem ser tão grandes que tornam o projeto inviável.

Ademais, não deixe de conferir toda a documentação ― especialmente em regiões mais afastadas. Exija sempre a escritura e confira toda ela no cartório em que foi feito o registro. Afinal, a ação de grileiros é muito comum e você pode ocupar um terreno que pertencia a outra pessoa ou a União.

1.2 Estrutura de construção no litoral

Este certamente é o ponto de maior atenção, pois o clima das praias não permite o uso de qualquer material nas construções. Isso se deve a dois principais motivos: as altas variações de temperatura e a maresia.

No primeiro caso, pode haver mudanças bruscas de temperatura muito rapidamente. Isso provoca a dilatação e a retração das estruturas ― que podem desenvolver fissuras. Nesse caso, é importantíssimo escolher materiais com maior capacidade de resistir ao estresse mecânico.

O outro ponto importante é a maresia. As ondas do mar, quando se chocam, liberam partículas de água com sal para a atmosfera. Elas são levadas até as construções e se acumulam nos materiais. Essa é uma das razões por que os vidros em regiões litorâneas estão sempre úmidos.

No entanto, em contato com estruturas metálicas, o dano pode ser muito grande. O sal apresenta partículas com cargas elétricas capazes de interagir com metais oxidáveis na presença de água. Então, surge a ferrugem, cujos danos vão muito além da estética e atingem, também, a sustentação da casa. A maioria dos pilares e das lajes apresentam armaduras metálicas de aço comum, o qual é facilmente corrosível.

Nesse sentido, é imprescindível fazer um tratamento especial nas vigas com uma camada maior de concreto para a proteção da armadura ou com a aplicação de uma camada extra impermeável. O ideal é utilizar aditivos plastificantes de impermeabilização semiflexível. Nesse caso, as vigas devem estar sempre em locais protegidos da ação da radiação solar.

Caso você utilize telhas metálicas na construção, é importante também selecionar um material resistente à corrosão. Entre os mais utilizados, estão o Galvalume, o alumínio e o aço inox. Hoje em dia, eles podem ser integrados a sistemas de isolamento termoacústico, que compensam a baixa eficiência em bloqueio do calor.

1.3 Acabamentos

Aqui, é preciso estar muito atento sobre o efeito da maresia sobre os materiais. Como explicamos, os metais oxidáveis sofrerão com a ação contínua da umidade salina. Então, ficarão com a aparência enferrujada, comprometendo a estética dos acabamentos. Isso deve ser levado em consideração na hora da escolha de diversas peças, como:

  • janelas, portas e fechaduras;
  • pias e registros;
  • acessórios, entre outros.

Muitas pessoas acabam subestimando o poder da maresia. Afinal, é um vilão que ninguém vê. Aparentemente, o ar é normal ― exceto pelo cheio de praia. No entanto, microscopicamente, há partículas nocivas para as construções.

Além disso, a própria umidade aumentada também causa danos significativos. Por exemplo, pisos em madeira sem uma camada de impermeabilizante não lidam muito bem com a umidade alta das praias. Nesses casos, eles estufam e comprometem a estética dos pisos.

Por fim, não podemos deixar de falar do próprio clima. As zonas litorâneas estão mais sujeitas a chuvas intensas devido à maior umidade da atmosfera local e a ação de massas de ar marítimas. Portanto, é preciso reforçar a impermeabilização e reforçar as estruturas para resistir a ventos fortes.

1.4 Paisagismo em construção no litoral

O clima também oferece desafios importantes na hora de selecionar a vegetação utilizada para o paisagismo. A ação muito intensa do sol durante o dia exige que as plantas resistam à evaporação da água pelas folhas e sejam capazes de captar a umidade de regiões mais fundas do solo.

Além disso, a menos que você queira investir em um sistema automatizado, dê preferência a plantas que exijam uma menor frequência de irrigação. Também, as casas de praia podem ficar muitos meses fechadas sem nenhuma manutenção. Assim, é melhor escolher espécies que sobrevivem nessas condições.

1.5 Manutenção

O clima hostil e a areia tornam a manutenção das casas de praia mais complexa. Por essa razão, é imprescindível escolher materiais mais práticos para limpeza. Elas deverão apresentar uma maior resistência a riscos, pois pode ser necessário usar vassouras de cerdas rígidas ou jatos de água retirar os resíduos de areia.

Outro desafio é a manutenção da própria construção. A ação dos ventos pode causar danos significativos, especialmente no telhado. Se as telhas não forem bem fixadas, elas podem se soltar facilmente e, então, será preciso fazer trocas frequentes.

2. Quais são os materiais mais indicados para construção no litoral?

Há materiais que, por sua resistência à umidade e capacidade de isolamento térmico, são mais adequadas para o litoral. Conheça alguns deles nos tópicos a seguir.

2.1 Madeira

Não é todo o tipo de madeira que é adequado para a construção próxima à praia, pois há opções mais ou menos permeáveis. Por exemplo, o eucalipto é uma madeira extremamente permeável e absorve com facilidade a umidade. Então, dilata―se facilmente e perde a resistência no clima litorâneo.

Outra contraindicação são as madeiras de baixa densidade, independentemente da estrutura em que são aplicadas. O principal exemplo são os compensados. Elas apresentam uma porosidade maior e, portanto, alta permeabilidade.

Já madeiras mais maciças, como o ipê, a maçaranduba e a teca, são muito mais seguras. No entanto, devem receber o tratamento adequado com o lixamento da superfície e aplicação de resinas impermeáveis, como o verniz. Com isso, não se sujeitam aos danos estruturais causados pela umidade.

A grande vantagem da madeira é a sua maior capacidade de isolamento térmico, o que é essencial diante do calor das praias. Para ampliar o conforto, ela pode ser integrada a mantas térmicas com ação reflexiva da radiação solar nas áreas mais expostas.

2.2 Alumínio

O alumínio se apresenta como um dos principais metais para o uso em construções no litoral, pois é muito mais resistente à corrosão. Mesmo quando oxida, pode ser facilmente recuperado, pois, forma apenas uma fina camada de oxidação branca ― removível com uma lixa fina.

Ademais, é um material extremamente versátil. Ele pode ser pintado com diversos esmaltes sintéticos para melhorar a resistência e mudar sua aparência estética. Portanto, pode ser utilizado em diversos locais de uma construção, como as janelas, as maçanetas, entre outros.

No entanto, por ser muito maleável, não pode ser empregado em estruturas de sustentação, como as vigas e os pilares.

2.3. Aço inoxidável

O aço inoxidável é uma liga de ferro com a adição de carbono e cromo. Com isso, pode―se reduzir a interação com as moléculas de oxigênio que geram a ferrugem. Como apresenta uma excelente resistência mecânica, pode ser facilmente integrado às estruturas de sustentação tanto sozinho quanto com o concreto.

2.4. Galvalume

O Galvalume é um liga metálica constituída por zinco, alumínio e silício. Foi criada para aumentar a resistência desses metais à corrosão, sendo um dos materiais mais resistentes nesse sentido.

Por ser extremamente maleável, é utilizado principalmente na fabricação de telhas e chapas. Entretanto, está contraindicado nas estruturas de sustentação.

2.5. Concreto

O concreto é outro material muito importante para as construções litorâneas, pois pode ser utilizado para fabricar as mais diversas estruturas desde as vigas da fundação até as telhas. No entanto, há diferentes tipos de concreto no mercado e é importante estar atento à porosidade de cada opção. Quanto maior ela for, mais susceptível a estrutura estará à ação da umidade.

Assim, o concreto mais poroso pode ser utilizado em locais onde ele não está associado a estruturas metálicas, como as telhas. Entretanto, quando ligado a armaduras metálicas, será preciso protegê―las e, assim, o concreto deve ser o mais impermeável quanto possível. Para isso, eles podem ser associados a aditivos ou materiais impermeabilizantes. Falaremos mais deles a seguir.

2.6. Impermeabilizantes

Com o isolamento térmico, a impermeabilização é uma das ações mais importantes nas construções no litoral. Afinal, devido à maior umidade do ar e à maresia, as estruturas estão sob maior risco de danos químicos. Nesse sentido, é importante fazer um projeto detalhado. A seguir, explicaremos os principais tipos e sistemas.

Atualmente, existem três tipos de impermeabilização no mercado: a rígida a semiflexível e a flexível. Elas devem ser escolhidas de acordo com a exposição da superfície ao calor e ao estresse mecânico.

Rígida

A impermeabilização rígida geralmente é feita com o acréscimo de aditivos aos materiais tradicionais da construção, como o gesso, o cimento e a argamassa. Assim, diversos efeitos podem ser conquistados, como:

  • aumento da tensão superficial do material, fazendo com que a água seja repelida ao entrar em contato com a estrutura. Esse é o caso dos aditivos hidrofugantes;
  • redução da porosidade do material. Desse modo, as moléculas interagem mais fortemente entre si, impedindo a penetração da água.

No entanto, isso apresenta um lado negativo. Quando expostos à variação de calor, as estruturas ficam mais susceptíveis a fissuras, comprometendo a eficiência da impermeabilização. Desse modo, não podem ser utilizados em superfícies em contato direto com o sol.

Flexível

Esses impermeabilizantes são chamados de flexíveis, pois contam com maiores elasticidade e conformidade. Ou seja, quando as estruturas se dilatam devido à ação do calor, o impermeabilizante é capaz de se adaptar e proteger a superfície mesmo diante do surgimento de fissuras.

Eles funcionam de modo diferente das anteriores, pois não são aditivos aos aglomerantes da construção civil. Em vez disso, eles são aplicados em camadas sobre as superfícies já prontas. Nesse sentido, apresentam―se em dois subtipos principais, as mantas e as membranas.

As mantas devem ser aplicadas a quente para aderir às superfícies. Talvez, seja o tipo mais conhecido devido às mantas asfálticas ― um dos impermeabilizantes mais populares no mercado e que são utilizados nas vias rodoviárias.

Em espessuras menores e com armaduras especiais, podem ser empregados na construção civil para as áreas que entram em contato direto com o sol e necessitam de alta capacidade de vedação, como as lajes.

Já as membranas são instaladas a frio por diferentes processos. Devem ser aplicadas em diversas camadas a fim de apresentar a eficiência máxima. Por serem mais práticas, têm se tornado mais populares. Podem ser utilizadas em áreas externas, lajes etc.

Semiflexível

Por fim, temos o tipo semiflexível, que nada mais são do que aditivos que suportam uma maior variação de temperatura. Apesar dessa vantagem, ainda não podem ser utilizados em estruturas submetidas a uma dilatação térmica mais intensa. Entretanto, são opções mais seguras para reforçar a proteção de vigas e de fundações.

No litoral, portanto, a elaboração de um projeto de impermeabilização adequado é essencial para evitar os danos causados pela umidade.

3. Como garantir conforto térmico e isolamento na casa?

Por fim, vem o assunto mais importante quando falamos de construções no litoral ― o isolamento térmico. Ele é responsável por manter a qualidade das estruturas e trazer mais conforto aos usuários.

3.1 Isolamento térmico

O isolamento térmico é uma técnica utilizada para evitar as trocas de temperatura entre o meio interno e o externo. Desse modo, é possível manter uma temperatura estável dentro das construções no litoral e reduzir a dependência de equipamentos elétricos para a manutenção do conforto.

Esses materiais agem sobre um ou mais dos seguintes processos de transmissão de calor:

  • condução: ocorre quando dois materiais com temperaturas diferentes entram em contato físico. A energia do movimento das moléculas do mais quente é transmitida para o mais frio, aumentando os valores de temperatura. É o que ocorre quando um motor aquece a parede que está apoiado;
  • convecção: acontece devido à movimentação das massas de ar. Quando o ar é aquecido no solo, ele fica menos denso e é direcionado para cima. Por sua vez, a massa de ar mais fria é direcionada para baixo. Quando o telhado não é isolado termicamente, ele aquece constantemente as massas de ar superiores dentro do edifício e gera um fluxo de ar cada vez mais quente;
  • radiação: essa é a principal causa do aquecimento das estruturas de uma construção. As fontes de calor liberam ondas de energia que não dependem do contato físico para aquecer outros objetos. Ou seja, a transmissão de calor ocorre à distância. O principal exemplo nesse sentido é o sol. Por essa razão, cerca de 90% do calor absorvido por um edifício chega por meio da radiação.

A eficiência de um isolante depende diretamente de quão eficiente ele age sobre os três processos.

3.2. Sprays

Os sprays são feitos a partir de polímeros plásticos aplicados com bombas a jato. Assim, eles formam uma fina camada sobre as superfícies e podem impedir parte da condução de calor. Portanto, não agem sobre os processos de convecção e de radiação.

3.3. Espumas Expansivas (PU)

As espumas também são produzidas com polímeros plásticos, porém elas são pré-fabricadas. O principal material utilizado é o poliuretano, que já esteve envolvido em diversos incêndios devido à alta capacidade de combustão. Fique atento à ficha técnica do fabricante na hora de escolher essa tecnologia para sua construção no litoral.

3.5. Foils (Duralfoil)

Já os foils contam com uma ação bem diferente dos modelos anteriores, pois não agem sobre a condução, mas sobre a radiação. São lâminas altamente reflexivas que devolvem parte da radiação solar de volta para o meio ambiente. Isso impede que a energia seja transmitida para as estruturas da construção.

3.6. Mantas térmicas

As mantas térmicas podem ser feitas a partir de diversos materiais, cada qual com propriedades específicas. Em comum, eles apresentam uma maior flexibilidade e conformidade. A seguir falaremos dos principais tipos:

  • lã de vidro: fabricada a partir da sílica submetida a altas pressões, esse é um isolante fibroso com boa eficiência para bloquear processos de condução de calor, porém não atua na radiação;
  • lã de rocha: muito semelhante à anterior com a diferença de ser produzida a partir da diábase, uma rocha vulcânica;
  • Manta lã de PET: usualmente feita com garrafas recicladas, também só age sobre a condução de calor;
  • 3TC: além de um núcleo de poliestireno estendido maleável, que reduz grande parte da condução de calor, o 3 TC conta com duas camadas de lâmina reflexiva. Desse modo, pode atuar sobre todos os processos de transmissão de energia térmica. Por isso, falaremos dele, no final do post.

Por serem maleáveis, as mantas são utilizadas nas superfícies que exigem maior flexibilidade do material, como as quinas dos pisos e das paredes.

3.7. Placas térmicas

As placas térmicas costumam ser fabricadas com os mesmos apresentados acima. A grande diferença está nas técnicas de produção. Aqui, há um adensamento muito maior dos materiais ou um aumento na espessura. Com isso, se formam estruturas rígidas. São essenciais para regiões que não podem oferecer sustentação para as mantas ou que precisam de um reforço, que é o caso de construção no litoral.

3.8. O 3TC

O 3TC é baseado nas tecnologias desenvolvidas pela NASA para os trajes espaciais dos astronautas, uma vez que o Espaço está sujeito a amplas variações de energia. Seu principal diferencial é atuar sobre os três processos de transmissão de calor.

O seu núcleo de poliestireno estendido é altamente eficiente para impedir a condução de calor. Então, toda a energia vinda do contato com as massas de ar e com o solo pode ser mitigada.

Já as lâminas refletivas são capazes de devolver mais de 90% da energia solar para o meio ambiente e impedir que ela aqueça a construção. Com isso, temos um sistema completo de isolamento com a máxima eficiência.

Outro grande benefício desse sistema de isolamento térmico é que ele permite a utilização de outras técnicas construtivas que não eram tão eficientes para as regiões litorâneas. Por exemplo, as telhas metálicas seriam as opções ideais para evitar que as peças se soltem com a ação do vento, uma vez que elas são pregadas diretamente nas terças.

Contudo, elas transmitiam todo o calor da radiação solar para o ambiente interno. Com o isolamento, esse problema é eliminado, visto que as mantas podem ser integradas às telhas e trazer a máxima eficiência térmica para o ambiente.

Ademais, o 3TC é um material totalmente impermeável e pode reforçar ― ou mesmo substituir ― os sistemas de impermeabilização necessários para as construções litorâneas. Por conseguinte, ao utilizá-lo, você garante o conforto térmico mesmo diante do calor mais intenso e protege sua construção contra os potenciais danos ambientais.

Portanto, o sucesso da sua construção no litoral depende da escolha dos materiais e dos métodos construtivos certos. É imprescindível investir bastante a fim de prevenir os mais diversos riscos, como ventos fortes, temperaturas elevadas e alta umidade. Assim, é possível manter o conforto térmico e aumentar a vida útil de cada estrutura.

Você conhecia todos esses cuidados essenciais para as construções no litoral? Não?! Provavelmente muita gente também não conhece! Então, não deixe de compartilhar nosso post nas redes sociais!

As empresas de isolamento térmico são aliadas imprescindíveis do comércio e da indústria. Com uma conta de luz cada vez mais cara, é preciso pensar em estratégias para reduzir o desperdício de energia elétrica. Os grandes vilões, nesse sentido, são os equipamentos de resfriamento e refrigeração.

Eles têm motores muito fortes que precisam trabalhar a uma potência altíssima para reduzir a temperatura ambiental. No entanto, é possível aumentar a eficiência eles com a instalação de isolantes térmicos. Quer saber mais? Acompanhe!

Qual a importância do isolamento térmico?

O isolamento térmico é uma medida imprescindível em todos os tipos de projetos de construção, desde o residencial mais simples até as mais complexas plantas industriais. Por quê? A humanidade começou a construir casas e edifícios justamente com a finalidade de se proteger das agressões ambientes, especialmente o clima.

Nosso conforto está diretamente ligado às sensações de frio e calor. Toda a regulação do nosso corpo é feita com base nesse parâmetro. Se está quente, nós transpiramos e nossos vasos sanguíneos dilatam para tentar liberar mais energia, essa reação é muito incômoda e tira toda a nossa concentração. Da mesma forma, no frio, os músculos tremem

Então, esse ponto acaba se tornando um desafio para as indústrias e para os comércios. Seus funcionários necessitam de conforto térmico para se manter produtivas. As Normas Regulamentadoras do Ministério do Trabalho, inclusive, estabelecem inclusive uma faixa de temperatura ideal para a ergonomia, entre 20º e 23º celsius.

No entanto, para atingir esse patamar, frequentemente, você terá de lançar mão de sistemas de ar-condicionado e ventilação elétrica. Todos esses equipamentos são caros e ainda consomem bastante energia, drenando recursos importantes que você poderia investir em outras áreas. Para que você entenda melhor os benefícios de contratar uma empresa de isolamento térmico, confira esses 5 benefícios a seguir.

Maior produtividade

Como explicamos, o conforto térmico faz parte das medidas de ergonomia. As sensações de calor ou de frio provocam respostas fisiológicas fortes para a regulação da temperatura do organismo. Afinal, todas as reações químicas para a nossa sobrevivência ocorrem em uma faixa muito estreita, entre 34,5º e 37,7º. Fora disso, nosso corpo interpreta que está acontecendo uma ameaça à sobrevivência.

Então, ele monta diversas estratégias para lidar com isso e, geralmente, todas elas desconcentram bastante o colaborador. Por exemplo, o suor é realmente insuportável e exige que nos movimentemos para ajudar na tentativa de evaporar a água da pele e liberar calor.

Ou seja, não se trata de um capricho do funcionário, é realmente uma necessidade. Grande parte da sua capacidade cognitiva está sendo desviada para resolver as demandas de regulação de temperatura.

Portanto, quando as suas equipes reclamam de que não dá para trabalhar direito por causa de frio ou calor, você deve prestar bastante atenção. Isso possivelmente está corroendo a produtividade.

Além disso, há a própria questão motivacional. Quem quer trabalhar e dar seu melhor para uma empresa que não se preocupa com o conforto do funcionário? Hoje em dia, está muito difícil reter os verdadeiros talentos, pois eles são disputados no mercado. Você quer perder seus melhores ativos de recursos humanos por falta de investimento em satisfação no trabalho?

Conformidade

Há diversas regulações que exigem medidas de conforto térmico para os trabalhadores. O maior exemplo é a Norma Reguladora 17 do antigo Ministério do Trabalho e Emprego, a qual continua válida mesmo após a transferência do órgão para o Ministério da Economia.

Ela estabelece a faixa de temperatura efetiva de 20º a 23º para a ergonomia do trabalhador. Desse modo, não basta o ar-condicionado estar ligado na potência 23º se o ambiente não corresponder a essa medida.

Nesse sentido, você deve dimensionar adequadamente o seu sistema de refrigeração para garantir que esses valores sejam atingidos durante uma eventual fiscalização. A melhor forma de garantir isso é investindo em sistemas de isolamento, pois eles garantem que grande parte da potência nominal do aparelho chegue efetivamente ao ambiente. Para isso, a instalação de mantas ao redor dos dutos de transmissão de ar é essencial.

Além disso, nas paredes e nos telhados, elas impedem as trocas com o meio externo. Desse modo, variações bruscas do clima não afetarão significativamente as demandas dos equipamentos. Assim, há muito menos trabalho em manter a temperatura efetiva entre 20º e 23º.

Maior vida útil dos equipamentos

A variação de energia pode ser um estímulo importante para a deterioração de equipamentos, especialmente componentes eletrônicos de alta tecnologia. Afinal, os materiais se dilatam com o aumento da temperatura e se contraem com a redução. Esse “vaivém” pode acabar danificando a estrutura interna dos materiais, o que reduz a vida útil.

Sustentabilidade

No cenário do mercado atual, a responsabilidade ambiental se tornou um valor muito importante para muitos consumidores. Afinal, com o Efeito Estufa e a agressão acelerada aos recursos naturais, tornou-se necessário olhar para um modelo de desenvolvimento sustentável, que garanta o bem-estar e a riqueza das futuras gerações.

O isolamento térmico ajuda muito a melhorar a qualidade das construções nesse quesito, visto que apresenta diversas vantagens, como:

Nos últimos anos, vem crescendo o papel das termoelétricas na matriz energética do Brasil. Nelas, a eletricidade é produzida utilizando a energia liberada pela reação de combustão de gases, diesel e de carvão mineral, todos produtos fósseis não-renováveis. Eles, portanto, liberam uma quantidade de gás carbônico muito grande no meio ambiente, contribuindo para o Efeito Estufa.

Além disso, mesmo que contemos com a energia hidroelétrica, que é considerada limpa, ela ainda causa um impacto importante no meio ambiente. Para sua construção, geralmente é necessário destruir parte do ecossistema nativo com danos à biodiversidade local.

Boa parte do consumo energético vem da indústria e do comércio. Os sistemas de ar-condicionado e de refrigeração são um dos principais vilões, pois necessitam de potências elevadas para funcionar adequadamente. Felizmente, é possível melhorar a eficiência desses equipamentos com medidas simples, como o isolamento térmico.

Para isso, as mantas e placas podem ser instaladas de várias formas a fim de otimizar, ao máximo, a proteção contra as trocas de calor. A seguir, vamos ilustrar alguns exemplos:

  • nos dutos de ar-condicionado, elas impedem que o ar se aquece durante o trajeto para o ambiente;
  • nas paredes e no telhado, reduzem a transferência de calor com o meio externo, o que diminui o trabalho dos motores do ar-condicionado.

Tudo isso ajuda a reduzir a energia consumida. Consequentemente, é possível contribuir para a redução dos danos causados pela produção de eletricidade.

Como ele ajuda na economia?

Você deve ter percebido que grande parte dos benefícios do isolamento está relacionada com a sua capacidade de melhorar a eficiência dos equipamentos de aquecimento e de resfriamento. Em todos os setores, eles são parte significativa da conta de luz.

De acordo com uma estimativa da Cushman & Wakefield, eles podem chegar a representar 15% do consumo corporativo. No caso da indústria, esses valores podem ser ainda mais significativos, visto que o controle da temperatura dos processos produtivos é muito mais intenso.

Além disso, muitos deles apresentam uma maior sensibilidade ao calor, que pode comprometer o funcionamento ou deteriorar as peças. Por exemplo, os servidores de computador devem ser mantidos em temperaturas abaixo da ambiental para que funcionem na máxima capacidade. No setor de alimento, praticamente todas as etapas dos processos produtivos exigem medidas de resfriamento do ambiente da linha de produção.

Por sua vez, há também equipamentos que produzem calor e, para atingir um ambiente salubre para os colaboradores, é preciso investir ainda mais em exaustão, ventilação e em refrigeração.

Por essa razão, é essencial compreender como a energia se distribui dentro das construções e planejar um sistema de isolamento compatível. De acordo com a TeknoPanel, 50% das trocas de calor nos edifícios acontece nas paredes, pois elas apresentam uma superfície de contato maior. Outros 20% ocorrem nos telhados, 20% nas janelas e 10% pela fundação. Isso em prédios, pois em galpões e casas a incidência é maior nos telhados.

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Desse modo, quando você protege as paredes e o telhado com um isolante térmico, você consegue melhorar 70% da eficiência térmica do ambiente. Isso representa uma menor necessidade de trabalho pelos motores do ar-condicionado, reduzindo o consumo energético.

Nos ambientes com intensa produção de calor, como as casas de máquinas, você pode isolar as suas paredes dos demais espaços para evitar o aquecimento pelas paredes e pelo teto. Isso também vai proporcionar uma temperatura mais amena, o que pode dispensar o uso de ar-condicionado em alguns casos.

No comércio e no setor de serviços, esse benefício também é sentido. O isolamento eficiente das estruturas permite sistemas de refrigeração menores. No Brasil, grande parte das contas das contas de luz de escritórios e lojas trabalha com o sistema de faixas de consumo. Ou seja, quanto mais você consome, mais caro será o seu quilowatt hora. Desse modo, qualquer variação pode representar uma grande economia.

O funcionamento de um ar-condicionado

Dentro dos ares-condicionados, há um equipamento chamado de termostato. Ele é responsável por medir a temperatura do ambiente, calcular a quantidade de trabalho necessária para atingir o nível desejado pelo usuário e, assim, regular o trabalho do equipamento. Nos modelos eletrônicos, geralmente tudo isso é feito automaticamente.

Vamos supor que há dois ambientes com as mesmas dimensões, um deles com a temperatura de 25º e outro de 30º. Em ambos, deseja-se atingir o valor efetivo de 24º. Certamente, o termostato vai exigir do segundo motor uma potência muito mais alta para pegar todo o volume de ar e dissipar seu calor.

Nos sistemas de ar-condicionado central, o mais utilizado no comércio e na indústria, essa tarefa pode ser ainda mais complicada. Afinal, os equipamentos geralmente ficam do lado de fora do edifício e o ar resfriado precisa ser transportado através de dutos. Durante esse trajeto, há diversas trocas de energia que podem aumentar a temperatura do ar transportado.

Os diferentes tipos de troca de calor

três formas de transmissão de calor, que podem prejudicar bastante a eficiência de um ar-condicionado, aquecedor ou outro tipo de máquina térmica. Vamos falar de cada um a seguir.

Condução

Ocorre quando há contato físico entre dois corpos. O calor vai fluir daquele mais quente para o mais frio. Há materiais com uma estrutura molecular mais rígida, a qual impede a transmissão de energia de um lado para o outro.

Por exemplo, ocorre quando um motor aquecido entra em contato com uma parede ou o solo. Desse modo, o ar-condicionado perde eficiência, pois há um corpo alimentando o ambiente constantemente com mais energia térmica.

Radiação

É a forma de transmissão mais comum e ocorre quando os dois corpos não estão em contato um com os outros. Assim, o mais quente emite ondas de energia que agitam as moléculas do outro. É a forma pela qual o sol aquece os objetos.

Então, sem controlá-la, haverá um estímulo direto e permanente para o aquecimento da construção. Deve-se, portanto, buscar refletir o máximo de raios solares de volta para a atmosfera.

Convecção

Quando o ar fica mais quente, ele fica menos denso e se direciona para o teto das construções. O ar frio, por sua vez, tende a ficar estacionado próximo ao solo. É por esse motivo que os ares-condicionados são sempre instalados no teto, pois, assim, há um constante fluxo entre o ar quente e o ar frio, refrigerando o ambiente.

No entanto, se o teto não for vedado por um material isolante térmico, o ar resfriado se aquecerá rapidamente com a energia vinda do meio externo.

Quais são os tipos de isolamento térmico?

Foils de alumínio

Os foils de alumínio são lâminas de alumínio com uma camada adesiva, que podem ser facilmente instalados em diversas superfícies. Seu principal mecanismo é impedir a transmissão de energia por meio da radiação solar.

Para isso, eles apresentam uma superfície altamente reflexiva, a qual manda os raios solares de volta para o ambiente. Assim, eles não são capazes de aquecer as estruturas da edificação.

Como 90% do calor absorvido do meio externo por uma construção vem da radiação, ele pode ajudar razoavelmente na tarefa de evitar o aquecimento. No entanto, ele apresenta desvantagens significativas.

Primeiramente, ele não age sobre a condução de calor, a qual ocorre pelo contato de dois objetivos. Portanto, não é muito efetivo para controlar os processos de troca dentro do ambiente interno.

Além disso, não conferem nenhum nível de abafamento acústico. Desse modo, ao contrário da maioria dos tipos, só são usados para o isolamento térmico. Atualmente, é relativamente raro que uma empresa tenha uma demanda tão específica.

Lã de ovelha

A lã de ovelha é um dos materiais mais tradicionais, sendo utilizada há décadas. No entanto, nos últimos anos, tem sido abandonada por suas várias desvantagens, como:

  • é combustível, isto é, durante os incêndios pode servir de alimento para o fogo;
  • é facilmente deteriorável ao contato com umidade, o que permite o acúmulo de ácaros e mofo;
  • não oferece a proteção adicional da impermeabilidade;
  • é ecologicamente incorreta, pois exige processos de tosa com muito sofrimento animal e, além disso, os pastos contribuem para o desmatamento e o Efeito Estufa;
  • apresenta baixa eficiência para o isolamento na construção civil.

Como é muito barata, muitas pessoas podem acabar a utilizando. Na maioria das vezes, o custo de manutenção elevado acaba prejudicando qualquer economia inicial.

Lã de vidro

A lã de vidro é um dos materiais modernos mais tradicionais para o isolamento térmico. Apesar do nome, ela geralmente não é produzida diretamente do vidro. Na verdade, a única semelhança é a matéria-prima em comum, a sílica.

Na lã, ela é submetida a altas temperaturas e variações de pressão. Com isso, é possível criar o aspecto de fio utilizado para as mantas, que precisam ser maleáveis e compressíveis. A principal vantagem do vidro é que ele é um material muito inerte, isto é, não reage quimicamente com o meio.

Desse modo, ele raramente apresenta mofo ou se deteriora com a umidade, sendo extremamente duráveis. Também, não entram facilmente em combustão em contato, sendo, portanto, um corta-chamas.

Contudo apresenta também desvantagens significativas, principalmente em relação à eficiência. Como só lidam com a energia transmitida pela condução, deixam passar grande parte do calor da radiação, que é o principal fator para o aquecimento dos cômodos.

Lã de rocha

A lã de rocha apresenta um processo de produção e características muito semelhantes à anterior. A grande diferença é a matéria-prima utilizada, a diábase. Essa rocha vulcânica é muito abundante no planeta, o que a torna muito barata. Assim, em relação ao preço, esse tipo de lã costuma ser um dos mais em conta.

No entanto, também tem alguns problemas importantes. Ela não lida com a radiação de calor, não é passível de reciclagem e é dependente da mineração, uma indústria ainda muito pouco sustentável.

Lã de PET

O PET é um plástico presente em diversos processos produtivos, principalmente nas embalagens. Geralmente, é descartado no meio ambiente, mas pode ser reciclado. As lãs de PET ecológicas reaproveitam o material descartado. Por isso, são tidas como uma modelo sustentável.

Porém não devemos analisar somente um critério na hora de avaliar o impacto ambiental de um produto. Esse tipo de isolamento é ineficiente quando comparado a materiais capazes de lidar também com a transmissão de calor por radiação. Além disso, elas não oferecem nenhuma proteção adicional contra o fogo nos incêndios.

Sprays

Os sprays se apresentam como uma solução de fácil e barata aplicação, mas, junto com as espumas, sejam a pior opção. Afinal, comparados a todos os outros materiais, são uma das opções de menor eficiência.

Além disso, eles são feitos a partir de um polímero chamado de poliuretano. Quando ele entra em contato com o fogo, libera um gás tóxico que provoca asfixia. Lembra da tragédia da Boate Kiss em Santa Maria? Muitos especialistas avaliam que o material foi o principal fator para agravar o acidente. Apesar de serem anti-chamas na mesma classificação do 3TC Isolamento, eles emitem essa fumaça tóxica, que o 3TC não emite, sendo assim mais seguro.

Espumas

As espumas podem ser fabricadas a partir de uma grande diversidade de polímeros orgânicos, inclusive o poliuretano. Quando não recebem o tratamento certo, também são altamente inflamáveis, contribuindo para o alastramento do fogo em incêndios. Também, podem liberar fumaças tóxicas para o homem.

Às vezes, são escolhidas pela velocidade de aplicação, mas novamente os riscos não compensam a economia. Ademais, são muito frágeis, podem ser rompidas com pequenos atritos, acumulam mofo, poeira e ácaros.

EPS anti-chamas

O EPS é um polímero orgânico altamente seguro e eficiente para o isolamento térmico. Ele consegue impedir grande parte da condução física de calor, apesar de não agir muito sobre a radiação.

Ao contrário do isopor tradicional, também feito com EPS, ele recebe uma série de aditivos químicos e passa por um processo industrial diferenciado. Ao final, temos um material capaz de cortar as chamas durante o início de um incêndio, assim como as lãs de rocha e de vidro. Assim, ganha-se tempo para que ele seja controlado.

Também, apesar de impermeáveis, as lãs não apresentam a vantagem da impermeabilidade. Ou seja, deixam a água passar por a estrutura em vez de escoá-la. Já o EPS também é totalmente inerte e também impermeável. Dessa forma, é mais uma estrutura para proteger a construção de infiltrações.

Quais soluções a 3TC utiliza?

Para desenvolver o melhor produto, a 3TC oferece uma lâmina moderna com tecnologia desenvolvida na NASA para as roupas dos astronautas. Essa técnica foi desenvolvida para obter um bom isolamento térmico, resistente às variações bruscas de temperatura no Espaço.

Para isso, dois dos tipos de isolamento citados acima foram combinados, as lâminas refletivas e o EPS. Assim, é possível atuar sobre as três formas de transferência de calor em um ambiente. Daí, vem o nome do material 3TC.

Um dos grandes diferenciais do 3TC são é aplicação de duas faces flexivas, é possível desviar até 90% da radiação e também oferecer mais resistência às mantas. Já o EPS vai agir eficientemente na condução de calor e trazer alguns benefícios adicionais, como proteção acústica e resistência a chamas.

Quais vantagens de contratar uma empresa de isolamento térmico especializada?

Primeiramente, temos ampla experiência na aplicação da 3TC em diversos contextos residenciais, comerciais e industriais. Então, certamente você terá um parceiro excelente em todas as etapas do seu projeto.

Ademais, nosso objetivo não é só fornecer e instalar o 3TC, buscamos oferecer uma consultoria completa para que você possa ter o máximo de sucesso na sua estratégia de isolamento. Nós vamos à sua empresa e vemos todos os pontos que geram ineficiência térmica e propomos correções.

Uma empresa não especializada tem grandes chances de oferecer um serviço de má qualidade, pois elas têm de focar em diversos produtos diferentes. Assim, dificilmente, oferecem a melhor solução para você.

Outro grande diferencial da 3TC é o próprio produto, o único no mercado capaz de agir sobre as três formas de transmissão de calor com eficiência. Então, garantimos que você não estará pensando em trocar o seu sistema nos próximos anos, como acontece frequentemente com as espumas e as lãs. Portanto, somos a melhor empresa de isolamento térmico, pois temos os melhores serviços e utilizamos os materiais mais modernos.

Quer saber mais sobre como podemos auxiliá-lo no seu projeto? Então, não deixe de entrar em contato com a gente!

 

O comportamento ao fogo de um revestimento é um dos critérios mais importantes para uma obra. Afinal, há inúmeras normas técnicas que exigem a segurança contra incêndio, nos mais diversos tipos de construção.

Nenhuma empresa quer ser associada a eventos fatídicos com possibilidade de ferimentos e óbitos. A segurança ao incêndio é um fator crucial e indispensável na escolha correta de materiais de acabamento e revestimento. Por isso, é importante que você conheça a resistência dos isolantes térmicos utilizados nos seus projetos. Durante o projeto, é preciso escolher produtos que atendam as normas de segurança e tenham certificação de laboratórios especializados na área.

A tecnologia 3TC atende todas as normas nacionais e internacionais relacionadas ao comportamento ao fogo, incluindo a instrução técnica do Corpo de Bombeiros IT 10/2011, sendo certificada pelo Instituto de Pesquisas Tecnológicas (IPT) da Universidade de São Paulo (USP) como material que não propaga fogo com a classificação II-A0.

Quer saber mais sobre as classificações de comportamento ao fogo dos materiais de revestimento para o seu projeto e sobre a proteção trazida pelos produtos da 3TC? Então, acompanhe a leitura!

O que são materiais não combustíveis, semi-combustíveis, e retardantes/não propagantes?

Muitas pessoas se confundem com as classificações de materiais no que tange o comportamento ao fogo.

Os materiais não-combustíveis ou incombustíveis são aqueles que, quando submetidos a uma fonte de combustão, não se deformam excessivamente, não apresentam derretimento e não produzem grande emissão de fumaça e gases. Estes materiais geralmente são inorgânicos. Tais como: concreto, tijolo, cobertura para telhado, placa de amianto, aço, alumínio, vidro, argamassas e outros similares. Dessa forma, estes materiais são considerados estruturais.

Os materiais semi-combustíveis são aqueles que, apresentam pouco desenvolvimento de chamas, fumaça ou gases durante o processo de combustão. Similares aos materiais não combustíveis, os materiais semi-combustíveis também não apresentam grandes deformações ou derretimentos. Materiais como painéis de gesso e os revestimentos metálicos que contêm quantidade mínima de madeira, papel ou plástico podem ser enquadrados nesta categoria.

Os materiais retardantes ao fogo ou não propagante à chamas são aqueles que, possuem tratamentos químicos para melhorar suas características de reação ao fogo, ou aqueles protegidos com superfícies incombustíveis ou com produtos que apresentem dificuldade de queima, quando expostos a um processo de combustão. Estes materiais apresentam pequenas deformações e derretimento quando expostos a combustão, podendo pegar fogo em parte do material até que as chamas sejam controladas, extinguidas e dissipadas, não representando assim riscos à segurança. Os materiais de revestimento e isolamento térmico e acústico devem se enquadrar nesta categoria para serem certificados e assim poderem ser utilizados com segurança em projetos construtivos.

Como ocorrem os incêndios?

 Os incêndios podem ser categorizados em por três etapas: a etapa inicial (primeira fase), a etapa de inflamação (segunda fase) e a etapa de extinção/dissipação (terceira fase).

Na fase inicial, o incêndio está restrito apenas a um foco. Este foco é identificado pelo primeiro material que tenha sofrido o processo de ignição e pelos possíveis materiais ao redor. Nesta fase a temperatura do ambiente aumenta gradualmente. A seguir, tem-se a fase da inflamação ou queima generalizada, caracterizada pelo envolvimento de grande parte do(s) material(s) combustível(s) existente(s) no ambiente. A temperatura aumenta drasticamente, não sendo possível assim a sobrevivência humana no recinto. A fase de extinção/dissipação ocorre quando grande parte do material(s) combustível(s) existente(s) no ambiente já foi consumido e a temperatura entra em decréscimo.

Uma vez que o material que esteja em contato com a fonte de ignição das chamas se decomponha pelo calor, gases que sofrem ignição serão liberados. Assim que a ignição é estabelecida, o(s) material(s) alimenta(m) a combustão, liberando gases/fumaça e desenvolvendo calor. Dessa forma o ambiente, então, sofrerá uma elevação gradativa de temperatura, e fumaça e gases quentes serão acumulados no teto.

Através das 3 formas de transferência de calor, condução, radiação e convecção, poderá ocorrer a propagação do fogo para materiais combustíveis que estejam nas adjacências do local.

Cabe ressaltar que a maioria dos incêndios ocorre a partir de uma fonte de ignição nos materiais contidos no edifício como papéis, móveis, cortinas, e não nos materiais incorporados ao sistema construtivo, como materiais de revestimento e isolantes térmicos.

Quem determina o desempenho dos produtos?

 Para se certificar de que determinado produto é não propagante a chamas, resistente ao fogo, é necessária uma série de testes em laboratórios confiáveis. Os materiais são submetidos a condições que simulam um incêndio. Se resistirem à combustão, são considerados à prova de fogo. A determinação do desempenho dos produtos é aferida por normas nacionais como as normas NBR ABNT 16626, NBR 9442, NBR11948, e internacionais como a norma ASTM E 662 e ASTM E 84. Além disso existe a normativa do Corpo de Bombeiros com instrução técnica para controle de materiais de acabamento e de revestimento. Portanto, os materiais de revestimento devem atender todas as normas e instruções dos órgãos vigentes para que, na ocorrência de incêndio, restrinjam a propagação de fogo e o desenvolvimento de fumaça.

Porque existem classificações de comportamento ao fogo e como elas são elaboradas?

 A classificação dos materiais que são utilizados como revestimentos e/ou acabamentos existem para se providenciar a segurança contra incêndio. A proteção contra o risco do crescimento e da propagação do incêndio, contra o risco à vida humana e à propriedade, são mensuradas por meio dessas classificações que garantem a eficácia do Sistema Global de Segurança contra Incêndio

Estas classificações são elaboradas utilizando os índices estabelecidos nas normas recomendadas para avaliar a Reação ao Fogo onde os índices são categorizados em letras, de A ao E, e em subdivisões com numerais I e II — sendo A o mais seguro e o E o menos seguro.

Qual classificação um produto deve ter para ser considerado seguro?

 Os materiais com mais qualidade e que apresentam maior segurança em relação ao comportamento ao fogo recebem classificação I-A e II-A. Materiais de revestimento e isolantes térmicos considerados não propagadores de chamas devem necessariamente obter classificação A para poderem ser utilizados com segurança. Contudo, existem empresas que vendem produtos para o mesmo segmento com classificações diferente, por exemplos, mantas com classificação A e outras com classificação E. Considerar a utilização de materiais com classificação inferior a classe A ou não resistentes ao fogo coloca em risco a segurança de toda a estrutura. Para não se confundir ou utilizar um produto que não é adequado ao projeto é importante solicitar laudos de reação ao fogo aos fornecedores, a fim de ter certeza da classificação final do produto.

Quais os testes de comportamento ao fogo foram feitos na manta térmica 3TC?

A 3TC testou os materiais com uma das referências em segurança contra fogo e explosões. Trata-se do Centro Tecnológico do Ambiente Construído, do Instituto de Pesquisas Tecnológicas, mais conhecido pela sigla CETAC-IPT. A instituição segue as principais regras internacionais de padronização e a legislação nacional referente ao assunto.

Os ensaios técnicos seguem metodologias internacionais para determinar os índices de propagação de fogo, densidade de fumaça, toxidade, desprendimento de partículas, etc.

A tecnologia 3TC foi submetido aos métodos de ensaio:

– BS EN ISO 13823: 2002 – Reaction to fire tests for building products – Building products excluding floorings exposed to the thermal attack by a single burning item.

– Procedimento de Ensaio CETAC-LSFEx-PE-109 – “Ensaios de reação ao fogo – Produtos utilizados em construção civil, exceto pisos. Método SBI”.

– BS EN ISO 11925-2:2010 – Reaction to fire tests – Ignitability of building products subjected to direct impingement of flame – Part 2: Single-flame source test.

– Procedimento de Ensaio CETAC-LSFEx-PE-107 – “Ensaios de reação ao fogo – Ignitabilidade de produtos utilizados na construção civil sujeitos ao contato direto com chama – BS EN ISO 11925-2: 2010”.

– ABNT NBR 16626: 2017 – Classificação da reação ao fogo de produtos da construção.

– Procedimento de Ensaio CETAC-LSFEx-PE-188 – “Classificação dos materiais de acabamento e revestimento empregados nas edificações”.

Os índices obtidos por estes ensaios são utilizados como referência para classificação do Corpo de Bombeiros no âmbito do controle de materiais de acabamento e revestimento.

Como foi o comportamento ao fogo dos materiais da 3TC?

 De acordo com o laudo do IPT, a tecnologia 3TC classifica-se como II-A de acordo com a Instrução Técnica nº 10 do Decreto Estadual de São Paulo nº 63.911 e como II-A-d0 conforme a norma ABNT NBR 16626.

CLIQUE AQUI ACESSE O LAUDO COMPLETO

Nos testes de ignição, nenhuma das bordas do material enviado entrou em ignição, mostrando a sua resistência ao fogo. Não ocorreu o gotejamento das partículas em chamas e foi verificada a retração do material durante a aplicação da chama do queimador.

Em relação ao teste BS EN ISO 11925-2, o material se mostrou incombustível, não liberou uma quantidade significativa de fumaça e não apresentou gotejamento. Desse modo, duas avaliações convergiram para a segurança do material diante do fogo.

Portanto, ao escolher produtos da 3TC, além de ter um excelente isolamento térmico, você poderá ter a segurança sobre o comportamento ao fogo. Nossos materiais foram submetidos aos principais testes de segurança e foram devidamente aprovados! Possuímos diversos manuais de instalação que podem facilitar na hora da instalação!

Quer saber mais sobre as nossas soluções para a sua empresa? Então, entre em contato conosco!

O telhado é uma das partes mais importantes de qualquer construção. Trata-se do ponto mais alto de um imóvel, responsável por proteger os interiores de diversas condições. Portanto, a reforma de telhados industriais exige máxima atenção.

Ela deve ser feita com certa periodicidade, em caráter de manutenção. Se as medidas não forem executadas ao longo do tempo, os problemas passam a se acumular e demandam um cuidado ainda maior. Por isso, o processo adequado gera benefícios, como ao evitar prejuízos, corrigir goteiras e vazamentos, e aumentar a segurança.

Na sequência, mostramos como deve ser realizada a reforma de telhados industriais e quais são os aspectos essenciais!

A avaliação da cobertura e da sua estrutura

O procedimento tem que começar, necessariamente, com uma avaliação das condições apresentadas pelo telhado. Esta é a única maneira de planejar o que será feito em seguida, bem como quais são os pontos de atenção.

Análise estrutural

Nesse momento, os profissionais capacitados devem alcançar a área de interesse e fazer uma análise da estrutura. Em plantas industriais, é comum que o telhado seja de metal, com componentes galvanizados e protegidos.

Ainda é preciso pensar na geometria da estrutura, em especial na presença de treliças e junções, pois isso ajuda a definir em quais pontos é possível atuar.

Estudo de outros elementos

Além de verificar a estrutura, há uma análise das telhas e da cobertura em geral. Também são verificados outros componentes, como as calhas para escoamento de água da chuva.

Os problemas estruturais são menos comuns, então o provável é que as dificuldades estejam nessas áreas. É por isso que a identificação por parte dos profissionais é tão importante.

Conclusões sobre o estado

Depois desse estudo completo, é possível definir quais são os principais problemas e quais situações exigem maior atenção. É o caso de reconhecer que há corrosão na estrutura ou deformações por erros de projeto.

Nos outros pontos, podemos imaginar a necessidade de substituir as telhas ou de adicionar um novo material. Então, cria-se um plano para executar a manutenção.

A preparação para a reforma de telhados industriais

Depois da identificação dos aspectos, há uma etapa de preparação para que tudo aconteça. É o caso de montar a estrutura que permitirá que os profissionais alcancem a área a ser reparada, por exemplo.

Também deve haver uma preocupação com a segurança do trabalho em altura, com o uso de cintos e outros equipamentos de proteção. Isso evita problemas maiores no caso de acidentes e faz com que tudo seja realizado com eficiência.

Além do mais, é o momento em que são definidas as etapas, como o que vai ser feito e em qual ordem. Quanto maior for a organização nesse sentido, melhores são as probabilidades de conquistar bons resultados com a reforma de telhados industriais.

A importância do isolamento térmico e acústico

O telhado, normalmente, é uma área pouco prática de ser acessada e trabalhada. Quando existe a oportunidade de mexer nesse ambiente, mesmo que para corrigir um problema específico, vale aproveitar a chance. Então, a hora da reforma é o momento ideal para pensar no uso de soluções para garantir o conforto no interior do imóvel.

Isolamento térmico

O isolamento térmico é muito importante. Por meio de um componente, como uma manta térmica, é possível diminuir ou até impedir a transmissão de calor.

O processo é simples e eficiente. A manta é instalada na estrutura e passa a refletir o calor que chega por meio da radiação solar. Se o componente for diferenciado e de qualidade, também vai prevenir o aumento da temperatura causado pela condução e convecção.

Isso é muito importante porque, como a estrutura costuma ser metálica, o calor se propaga rapidamente. Já com o isolamento, podemos dizer que há melhorias na climatização, na ergonomia e até na qualidade de vida e saúde dos profissionais.

Isolamento acústico

A outra alteração que pode ser feita durante uma reforma de telhados industriais é o isolamento acústico. Ele prevê que os ruídos externos não atrapalhem o ambiente interno, e que os gerados na parte de dentro não afetem o lado de fora.

Em vez de recorrer a produtos específicos e adicionar outro componente à estrutura, uma manta térmica de alta qualidade também é capaz de realizar a função de isolante acústico. Assim, é mais fácil atender aos parâmetros e garantir um alto nível de conforto.

A realização da reforma e da manutenção

Com o devido planejamento e preparo para o início das tarefas, ocorre a reforma propriamente dita. O objetivo é corrigir os problemas levantados e aumentar a segurança de toda a planta industrial.

Quando as mudanças são pontuais, são feitas de maneira rápida e localizada. Já se houver um comprometimento intenso da estrutura ou uma etapa complexa, pode ser mais em conta refazer o telhado por completo.

Nesse momento, o processo mais simples é o de isolamento térmico. Na forma de manta ou de placas, o produto é posicionado na estrutura, sob as telhas. É fundamental que toda a área seja coberta, com a devida fixação. O procedimento não é difícil, mas exige atenção e a segurança em altura.

Finalizadas as modificações e as instalações dos novos elementos, a rotina da indústria pode voltar ao normal.

As dicas para encontrar empresas qualificadas

Para que a reforma de telhados industriais seja um sucesso, uma das nossas recomendações é ter o apoio de negócios especializados em cada processo. Com isso, você tem a certeza de obter os melhores resultados.

No caso da manutenção e das alterações, confirme se a empresa está regularizada e tem a capacidade para realizar as etapas. Veja se os profissionais são especializados e se existe uma preocupação com a segurança. Além disso, ateste a experiência do negócio, fale com outros clientes e veja se tudo é seguido como mandam as regras. A atenção aos detalhes desde o começo permite fazer uma boa escolha.

Quanto ao isolamento térmico e acústico, prefira um fornecedor com tecnologia inovadora e única no mercado. Pondere o custo-benefício da compra e avalie, ainda, a facilidade de instalação. Assim, fica mais fácil ter o apoio de quem realmente está preparado.

A reforma de telhados industriais garante proteção e eficiência para a empresa. Ao aliar essa manutenção à instalação de soluções para o isolamento térmico e acústico, os resultados no ambiente interno são ainda melhores.

Para fazer a melhor aquisição, conheça a manta térmica da 3TC e descubra quais são os diferenciais do nosso produto! Ele pode até ser instalado em novos galpões!

Criar um espaço adequado exige o uso de técnicas, materiais e itens específicos para cada ambiente. Além da estética, é essencial garantir o conforto térmico no design de interiores.

Ao levar isso em consideração, é possível obter a melhor utilização da área. Para tanto, é preciso adotar as soluções adequadas para cada necessidade quanto ao controle de temperatura.

Na sequência, vamos mostrar como obter o conforto térmico no design de interiores e alcançar um bom desempenho. Confira!

Por que o conforto ambiental é importante?

Primeiramente, é necessário entender que um espaço se torna confortável graças a diversos fatores. Inclusive, há vários tipos de conforto que podem ser conquistados, e todos são relevantes. Especialmente em ambientes comerciais, industriais ou de produção, essa atenção garante o cumprimento da legislação trabalhista e melhora a produtividade do time.

O conforto luminoso está ligado ao nível de iluminação de um local. O equilíbrio quanto à disponibilidade de luz é essencial para evitar ofuscamentos ou sombras indesejadas. Além disso, há o conforto acústico, relacionado aos sons e ruídos, que devem estar em níveis adequados. O visual, por outro lado, busca alcançar a harmonia dos elementos visuais e estéticos, bem como sua boa disposição.

Outro fator muito importante é o conforto térmico. Este está ligado à temperatura e garante a sensação de bem-estar para quem utiliza o ambiente.

O que é o conforto térmico?

A necessidade de obter o conforto térmico no design de interiores tem a ver com a importância dessa condição para um espaço. Essencialmente, ele é atingido quando há fatores agradáveis e saudáveis de temperatura em um ambiente. Está relacionado à satisfação que as pessoas sentem, quanto à temperatura, em um determinado local.

O ideal é que ele não seja muito frio ou, como é ainda mais relevante no Brasil, muito quente. Para tal, o projeto de interiores deve incluir medidas para garantir essas configurações, tanto em ambientes comerciais quanto residenciais.

No caso das empresas, fábricas e outros locais de caráter comercial, há vantagens especiais ao desenvolver o conforto térmico. Veja quais são as principais:

  • redução do consumo de energia elétrica;
  • melhor desempenho e maior produtividade na execução de tarefas;
  • maior satisfação por parte dos colaboradores;
  • cumprimento das exigências trabalhistas;
  • proteção da saúde, prevenindo problemas como a desidratação;
  • manutenção da temperatura corporal adequada.

Em outros espaços, como granjas, o conforto térmico protege os animais e evita a morte por calor excessivo. Em ramos específicos, como de medicamentos ou alimentos, a correta regulação da temperatura é necessária para manter a qualidade.

Como incluir o conforto térmico no design de interiores?

Já que o controle e a manutenção da temperatura adequada são tão importantes, é essencial entender como incluí-los nos ambientes. Com as medidas certas, é possível criar as condições exigidas para obter a melhor sensação térmica.

Nesse sentido, é preciso saber quais são as técnicas mais adequadas. A seguir, veja como adicionar o conforto térmico no design de interiores!

Conheça os parâmetros ideais

No caso dos ambientes empresariais, a obediência às regras trabalhistas é obrigatória. A Norma Regulamentadora 17 (NR17) é uma das mais importantes e aborda a ergonomia e os parâmetros obrigatórios.

Para adicionar conforto térmico ao design de interiores, a recomendação é que o termômetro marque de 20 ºC a 23 ºC. O número é válido para escritórios, salas de controle e ambientes relacionados.

No entanto, há várias divisões do interior e variações com cada setor. Na parte de criação de animais, por exemplo, é preciso respeitar os valores previstos pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA) e outros órgãos competentes.

O mesmo vale para um laboratório de análises delicadas ou para um estoque de alimentos refrigerados. Nossa dica é ficar de olho nesses parâmetros para que eles sejam respeitados.

Recorra às soluções de climatização

Se o local for muito quente ou frio, é quase impossível manter a temperatura na faixa correta sem a ajuda dos componentes certos. Para facilitar a tarefa, o design de interiores deve incluir um projeto de climatização.

O uso de ventiladores, aparelhos de ar-condicionado e climatizadores é bastante comum e atende desde escritórios a galpões e plantas industriais. Também vale pensar no uso de exaustores, aspersão fina de água e alternativas semelhantes.

Se o espaço, por outro lado, for muito frio, indicamos utilizar aquecedores para elevar a temperatura e garantir que tudo seja devidamente respeitado.

Aposte na automação

Para ter conforto térmico no design de interiores, vale planejar o uso de elementos de tecnologia. Por meio da automação de processos, fica fácil acompanhar os resultados e saber quais são as medidas que devem ser colocadas em prática.

Pense, por exemplo, em sensores automáticos de temperatura. Configurados corretamente, fazem com que o sistema de climatização seja acionado se o ambiente ficar mais quente que o desejado.

Também é possível utilizar outras alternativas de controle e de uso automático das ferramentas. Como consequência, todo o espaço se torna eficiente e agradável.

Invista no isolamento térmico

Por mais que todas essas soluções sejam importantes, elas não são tão efetivas sem um componente essencial: o isolamento térmico. Esse processo é responsável por deixar o ambiente “separado” e impedir a perda ou ganho de calor externo. Em termos simples, é o mesmo princípio de uma garrafa térmica.

Nesse sentido, nossa recomendação é recorrer às mantas térmicas de isolamento. Com a seleção e a aplicação adequadas, o conforto térmico no design de interiores se torna uma realidade.

Paralelamente, convém entender que o calor não é transferido somente por um método, e sim por três deles: condução, convecção e radiação. Apesar de a radiação ter o maior impacto, considerar apenas esse fator impede que a máxima eficiência seja alcançada.

Por isso, o ideal é escolher um produto desenvolvido para atuar contra todas as formas de transmissão de calor. Os materiais corretos e a arquitetura da manta permitem que o calor fique isolado do lado de fora. Assim, o interior nem perde muita temperatura no frio e nem ganha no calor.

Além de elevar o nível de conforto térmico, o isolamento reduz a necessidade de climatização. Com isso, é possível conquistar mais bem-estar, assim como economia por meio da diminuição do uso da energia elétrica.

Integrar o conforto térmico no design de interiores é essencial para garantir produtividade e uma sensação agradável de estar no ambiente. Com as nossas dicas, fica fácil criar as condições necessárias.

Já que o isolamento térmico é tão importante, entre em contato conosco da 3TC e conheça nosso produto único no mercado!