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Os ambientes fechados são vulneráveis a diferentes tipos de poluição. É importante conhecer quais são os principais deles e como evitá-los. Geralmente, são os mesmos tipos de poluição que também afetam os espaços abertos, como a visual, a atmosférica (do ar) e a sonora.

O Brasil, por ser um país tropical, tem épocas ensolaradas e outras chuvosas. Outra característica é a intensa umidade relativa do ar.

Ambientes fechados com muita umidade não são saudáveis, nem para a equipe, nem para a construção. Esse também é um tipo de poluição do ar muito comum em residências e em empresas. Neste artigo, vamos detalhar melhor esse assunto e mostrar como diminuir a umidade em ambientes fechados. Confira a seguir!

Os problemas causados pela umidade em ambientes fechados

Nos meses mais frios, a retenção da umidade é mais comum porque a temperatura cai e, em ambientes fechados, com pouca ou nenhuma ventilação, a umidade começa a causar problemas nas paredes e piso dos cômodos de uma edificação.

A umidade excessiva pode gerar sérias complicações à saúde, pois promove a proliferação de bactérias e de outros microrganismos nocivos. Umidade a 65% já favorece o desenvolvimento de algumas bactérias. Se ela alcança 80%, a quantidade de bactérias pode se multiplicar, alcançando 40 vezes mais!

Em geral, o recomendado é que a umidade relativa do ar permaneça em torno de 60%. Acima disso, começam a aparecer os efeitos, como odor intenso de “coisa velha”, mofo nas paredes e móveis, sintomas em pessoas idosas, crianças e demais pessoas que sofrem com algum problema de saúde, especialmente os respiratórios (asma, por exemplo).

Os motivos que provocam a umidade em ambientes fechados

É importante conhecer as formas de captura de umidade em ambientes fechados para compreender melhor alguns mecanismos de prevenção e combate ao problema. Existem 4 formas de captura, que vamos detalhar a seguir.

A umidade por intemperismo

Nesse caso, a umidade resulta da infiltração da água pluvial em rachaduras ou fissuras nas paredes ou outra estrutura.

Também pode ser resultado de projetos de escoamento mal definidos nas coberturas e nos telhados.

A umidade por infiltração

Aqui, estamos falando da umidade originada do solo e do lençol freático e que afeta as paredes. Essa forma de captura acontece com mais frequência em adegas, subsolos, porões e outros ambientes situados abaixo do nível do solo.

A umidade por capilaridade

A capilaridade é uma propriedade física característica dos fluidos. Refere-se à capacidade deles de subir ou descer em passagens tubulares (na forma de tubos) muito finas.

Como as vigas e as paredes são porosas, elas apresentam milhares dessas passagens em sua estrutura interna. Quando vigas e paredes se encontram em contato direto com o solo, a umidade pode penetrar nelas por meio do fenômeno da capilaridade.

A umidade por condensação

Essa forma de captura é resultado do vapor que emana de certos lugares, como banheiro e cozinha. Esse vapor invade os cômodos e fica impregnado nas superfícies, causando machas nas paredes e tetos, deixando-os com coloração mais escura.

As maneiras de evitar e remover a umidade em ambientes fechados

Existem formas efetivas de retirar a umidade em ambientes fechados. Conheça quatro delas logo mais.

A ventilação e a luz solar

Uma boa solução, que deve ser previamente definida, é a concepção detalhada do projeto, considerando pontos como a entrada da luz do sol no espaço interno e o acesso à ventilação natural.

É importante analisar o posicionamento certo das janelas, de modo que seja fácil a captação da luz solar. Com boa ventilação e calor, é possível evitar o excesso de umidade.

Os materiais impermeabilizantes

Uma técnica muito comum para reduzir e evitar a umidade em ambientes fechados é aplicar materiais impermeabilizantes na estrutura. Um deles é a argamassa impermeabilizante, que resolve problemas causados por capilaridade e infiltração.

A argamassa deve penetrar na parede. Por isso, caso a umidade já esteja presente, será preciso remover o revestimento na área úmida e colocar o produto na alvenaria, seja interna ou externamente.

Outro material é a tinta impermeabilizante. Trata-se de uma solução acessível e econômica, destinada à prevenção e à solução de problemas de umidade causada por intemperismo, ou seja, quando a água da chuva penetra pelas fissuras em coberturas e fachadas.

Uma tinta impermeabilizante consegue bloquear a entrada da umidade na área coberta. Geralmente, é um produto que custa mais que a tinta premium, sendo até 4 vezes mais caro. Mas o custo-benefício compensa, porque resolve problemas de umidade sem a necessidade de derrubar paredes ou de outras intervenções mais sérias.

O desumidificador de ar

Uma solução mais definitiva é o desumidificador de ar. É um eletrodoméstico que atua como um filtro. Sua função é exatamente a oposta da função de um umidificador. O desumidificador puxa o ar úmido, remove a água desse ar e o devolve ao ambiente já desprovido de umidade. Isso permite controlar os níveis de umidade de forma constante.

É uma boa opção para os ambientes fechados, dispensando até a necessidade de abrir janelas. Outra vantagem é que o aparelho portátil não faz ruídos e pode ser levado para qualquer local com facilidade. Há diferentes modelos que atendem a necessidades diversas.

As plantas que reduzem a umidade em ambientes fechados

A NASA confirmou, em 1989, que algumas plantas podem absorver a umidade e deixar o ar purificado. Além de promover um ambiente mais saudável, elas integram o espaço corporativo à natureza e servem como elementos decorativos. Algumas dessas plantas são:

  • lírio da paz: desenvolve-se bem em espaços fechados e com pouca iluminação, onde faz a absorção da umidade do ar para garantir seu crescimento;
  • samambaia de Boston: ela não requer poda constante e pode ser pendurada em qualquer ponto. Quando absorve a umidade, ela ainda remove benzeno, xileno e outras impurezas;
  • clorofito: tem folhas longas e curvas e pode retirar até 90% das impurezas do ar;
  • hera: tem folhas pequenas e, preferencialmente, deve ficar pendurada na parede. Ela reduz a umidade em forma de vapor no ar e ainda absorve mofo, matéria fecal de animais domésticos e microrganismos;
  • palmeiras: podem ser pequenas, médias ou grandes, crescem em espaços úmidos e absorvem poluentes em ambientes fechados.

É fundamental ter cuidado com a umidade em ambientes fechados para evitar o desenvolvimento de problemas alérgicos e problemas à própria edificação. Além disso, o mofo e o bolor causam mau cheiro e comprometem a estética do lugar.

Percebeu que existem diferentes soluções para o problema da umidade? Continue aqui no blog e confira agora como é possível melhorar a qualidade do ar!

A proteção à segurança e à saúde do trabalhador é obrigatória para todos os empregadores. Por isso, é preciso mapear os riscos existentes no ambiente de trabalho e definir formas de reduzi-los ou eliminá-los. Entre os fatores, está o ruído ocupacional.

De forma simples, ele corresponde a qualquer som indesejável que acontece no local de trabalho, durante a jornada. O problema é que a exposição prolongada e/ou a níveis muito elevados prejudica a saúde e pode levar à perda de audição por parte do colaborador. Além disso, afeta a comunicação, diminui a produtividade e pode gerar outros problemas de saúde relacionados.

Pensando nesse assunto, elaboramos um artigo com todas as informações necessárias sobre o ruído ocupacional e seus riscos para os colaboradores. Confira!

Quais são as normas trabalhistas aplicáveis ao assunto?

Como a segurança do trabalho é uma obrigação do empregador, há normas que estabelecem atuação sobre diversos assuntos. Quando falamos de ruído ocupacional a Norma Regulamentadora 15 (NR-15) é a mais importante. Ela trata de atividades e operações insalubres e inclui a tolerância aos ruídos.

A NR-17 é igualmente relevante, pois envolve a ergonomia no ambiente de trabalho, o que está ligado ao bem-estar dos colaboradores. Já a NR-6 fala sobre o uso de Equipamentos de Proteção Individual (EPI), que também estão ligados ao ruído ocupacional.

Outra forma de saber como proceder é seguir a Norma de Higiene Ocupacional (NHO-01), definida pelo Fundacentro. Ela aborda a avaliação de riscos e de exposição e estipula a melhor maneira de agir.

Já a NBR 10152 demonstra como medir os níveis de ruídos e qual é a tolerância para diversos ambientes. Com isso, é possível obter o chamado conforto acústico.

Há outras normas e regulamentações, de acordo com o setor ou com o nível de qualidade pretendido. Portanto, é crucial considerar as orientações para atender a todas as demandas da lei e garantir uma atuação consistente e de qualidade.

Quais são os limites de decibéis? Por que são importantes?

Antes de entender os limites, vale conhecer os tipos de ruído ocupacional. O ruído de impacto é aquele que dura apenas alguns segundos e acontece como fruto de uma ação específica, como o contato de uma ferramenta com uma superfície.

Já o ruído contínuo ou intermitente tem uma duração prolongada. Ele é o que apresenta maior risco, pois causa danos progressivos à audição e à saúde dos colaboradores. Pensando nisso, há limites de decibéis (dB), em relação ao tempo de exposição. Veja quais são as regras:

  • 85 dB: 8 horas;
  • 86 dB: 7 horas;
  • 87 dB: 6 horas;
  • 88 dB: 5 horas;
  • 89 dB: 4 horas e 30 minutos;
  • 90 dB: 4 horas;
  • 91 dB: 3 horas e 30 minutos;
  • 92 dB: 3 horas;
  • 93 dB: 2 horas e 40 minutos;
  • 94 dB: 2 horas e 15 minutos;
  • 95 dB: 2 horas;
  • 96 dB: 1 hora e 45 minutos;
  • 98 dB: 1 hora e 15 minutos;
  • 100 dB: 1 hora;
  • 102 dB: 45 minutos;
  • 104 dB: 35 minutos;
  • 105 dB: 30 minutos;
  • 106 dB: 25 minutos;
  • 108 dB: 20 minutos;
  • 110 dB: 15 minutos;
  • 112 dB: 10 minutos;
  • 114 dB: 8 minutos;
  • 115 dB: 7 minutos.

Não é permitida a exposição acima de 115 dB, por nenhum período, se o trabalhador não estiver protegido. Por isso, recomendamos fazer a medição com aparelhos adequados, que poderão indicar processos ou aparelhos que não atendem às especificações.

Como reduzir o ruído ocupacional?

A boa notícia é que há como diminuir o ruído ocupacional e, assim, aliviar os riscos de segurança associados. Com medidas estratégicas, será possível conquistar resultados melhores e um ambiente saudável para os colaboradores. A seguir, apresentamos dicas essenciais para ter o melhor resultado. Confira!

Utilize maquinário moderno e com a manutenção em dia

As máquinas e os aparelhos eletrônicos são grandes responsáveis pelos ruídos. Quanto maior o porte e/ou mais a quantidade, mais intensos serão os impactos sobre a audição.

Para reduzir essas consequências, uma das orientações é utilizar equipamentos modernos e com tecnologia inovadora. Na maioria das vezes, eles contam com recursos de alívio sobre vibrações e ruídos, o que garante uma atuação dentro das regras.

Além do mais, é preciso ter cuidado com a manutenção. A falta de lubrificação ou o desalinhamento de componentes podem ser vilões causadores de ruído ocupacional. Por isso, vale garantir que todos os elementos estejam otimizados.

Forneça EPIs de qualidade

Outro ponto importante envolve fornecer EPIs para os colaboradores — especialmente, para aqueles que atuam em um ambiente com um volume maior de decibéis. Embora essa seja uma obrigação prevista pela lei, considere se isso tem sido adotado em seu negócio.

Principalmente, é essencial que o EPI seja de alta qualidade. Um protetor auricular, por exemplo, deve ser eficiente para reduzir ou mesmo isolar os ruídos, dependendo do modelo.

Além disso, indicamos conscientizar os colaboradores sobre a importância do uso adequado. Assim, todas as pessoas passam a aproveitar os equipamentos de proteção da melhor maneira.

Instale um isolamento acústico

Além de medidas paliativas, é interessante pensar em alternativas definitivas. Nesse caso, vale a pena recorrer ao isolamento acústico. Ele é especialmente relevante para certas áreas, como escritórios próximos à linha de produção ou locais cercados por ruídos intensos.

O ideal apostar em mantas ou placas acústicas, que são responsáveis por criar uma “barreira” que evita a propagação das ondas sonoras. O melhor de tudo é que uma boa solução ajudará a resolver outros problemas.

Com o 3TC, por exemplo, o isolamento acústico é associado ao isolamento térmico. O produto é eficiente em evitar as três formas de transferência de calor e ainda ajuda a diminuir o impacto do ruído ocupacional. De fácil instalação e com ótimo custo-benefício, é essencial para garantir conforto térmico e acústico.

O ruído ocupacional afeta a saúde dos trabalhadores e deve ser reduzido por meio das medidas certas. Com os cuidados recomendados, é possível melhorar a segurança do trabalho, além de atender a exigências legais e aliviar os custos em médio e longo prazo.

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A qualidade do ar interior é avaliada por meio de um estudo que começou a ser implementado nos anos 70. A partir de 1983, a Organização Mundial da Saúde — OMS — passou a reconhecer uma síndrome nomeada “Edifícios Doentes”, em decorrência da baixa qualidade do ar, princialmente nos ambientes comerciais.

Sendo assim, observar as características do ar interior passou a ser de extrema importância, justamente para prevenir doenças, proporcionar condições mínimas adequadas aos usuários, assim como maior conforto. Quer saber mais sobre esse assunto? Então, continue a leitura!

O que é qualidade do ar interior

A qualidade do ar interior está diretamente relacionada com a presença de contaminantes, ou seja, de partículas e substâncias que não fazem parte da composição normal e adequada do ar atmosférico.

Entretanto, um ar de boa qualidade não se limita apenas a não possuir concentração de contaminantes acima do limite adequado. Também é essencial que a umidade e temperatura sejam adequadas, assim como o fato de ocorrer a troca de ar.

Para definir se um ambiente apresenta ar de boa qualidade, é necessário analisar os seguintes aspectos:

  • concentração de dióxido de carbono — CO2;
  • velocidade do ar nas áreas internas;
  • temperatura e umidade do ar;
  • calor irradiado;
  • nível de conforto;
  • intensidade luminosa — natural e artificial;
  • nível de ruído.

Como a qualidade do ar interior pode interferir na saúde das pessoas

A má qualidade do ar interior pode proporcionar diversos problemas, como redução de produtividade, desconforto, falta de atenção, dificuldade de aprendizado e problemas respiratórios — que foram denominados como Doenças Pulmonares Ocasionais.

Exemplos desses problemas são: irritações no sistema respiratório, nos olhos e também na garganta, além de reações alérgicas, dores articulares e de cabeça. No mais, estão incluídas crises de tosse, congestão, sinusite, rinite alérgica, falta de ar, asma, fadiga, dermatites e sonolência.

Essas situações resultam em ausências frequentes no trabalho, ou seja, elevado índice de absenteísmo. Portanto, é evidente que a má qualidade do ar é prejudicial, tanto no aspecto da saúde e do bem-estar, como também no quesito econômico das organizações.

Como melhorar a qualidade do ar interior

Como podemos perceber, melhorar a qualidade do ar interior é importante e essencial em diversos aspectos. Por isso, em edificações comerciais, essa questão têm sido cada vez mais valorizada, uma vez que impacta direta e positivamente na produtividade dos colaboradores, bem como na redução de taxas de absenteísmo por problemas de saúde.

Essa valorização da qualidade do ar se dá porque essas mudanças proporcionam maior lucratividade e retorno financeiro para as empresas. Os ambientes educacionais como escolas também estão valorizando a melhoria da qualidade do ar interno, devido à comprovação de que a inadequação da qualidade do ar afeta negativamente, comprometendo a capacidade cognitiva e de aprendizagem dos alunos.

Veja, abaixo, algumas dicas de como é possível implementar essas melhorias!

Levar a qualidade do ar em consideração durante o projeto

A qualidade do ar deve ser levada em consideração já na etapa de projeto, para que, tanto a localização quanto a orientação da edificação, sejam feitas de forma a proporcionar uma troca eficiente. Isso possibilitará mais conforto térmico e adequação da umidade em excesso. Além disso, é essencial pensar em locais para a entrada de ar externo e também a descarga.

Atentar-se ao nível de umidade

A umidade em excesso é extremamente prejudicial para a qualidade do ar, aumentando os problemas respiratórios e, inclusive, podendo afetar a saúde e segurança da edificação.

Os problemas mais frequentes são relacionados ao acúmulo de vapor, vazamentos, entrada de água das chuvas por falta de estanqueidade, defeitos construtivos — principalmente nos revestimentos e também ausência ou dificuldades na impermeabilização.

Esses contratempos podem ser reduzidos por meio de uma boa solução de isolamento, associadas a outras soluções construtivas e técnicas.

Reduzir os índices de contaminantes por meio de ventilação e filtragem

A qualidade do ar exterior nos grandes centros urbanos têm estado extremamente ruim, devido à poluição gerada pela presença de várias indústrias, bem como pela elevada circulação de automóveis. Com isso, é essencial renovar e controlar esse ar exterior por meio de ventilação e filtragem.

A ventilação, por exemplo, proporciona a retirada do ar carregado de poluentes do interior de um ambiente fechado. Dessa forma, a concentração de contaminantes gerados no ambiente é reduzida, assim como gases e odores. É importante destacar também que o sistema de ventilação precisa ser limpo e passar por manutenção, periodicamente.

Associado à ventilação, deve-se investir em um sistema de filtragem eficiente, a fim de garantir que os contaminantes, tanto no ar externo como no interno, sejam contidos. Esses filtros podem ser utilizados nos dutos e também nos equipamentos. O ideal é que existam filtros destinados ao ar externo e ao ar de recirculação.

Realizar manutenções periódicas e adequadas

A manutenção precisa ser preventiva e não corretiva — assim será possível garantir o bom funcionamento do sistema, obtendo eficiência em todos os aspectos citados. Para isso, é importante que as casas de máquinas sejam projetadas de forma que facilitem o acesso, a inspeção e a manutenção.

Também é importante contratar uma equipe ou, dependendo da dimensão da empresa, definir e treinar profissionais responsáveis pelas manutenções. Afinal, sem que sejam feitas periodicamente e de maneira adequada, tanto a vazão, a filtragem, a renovação e, até mesmo, o consumo de energia serão prejudicados, afetando a saúde, o bem-estar, o conforto e a segurança de todos.

Controlar a temperatura interna dos ambientes

A temperatura interna apresenta grande relevância na qualidade do ar interior, pois a produção de gases e demais contaminantes no ambiente interno, como: partículas, gases, micro-organismos, poeiras, mofo, ácaros, vírus, fungos e bactérias — tende a ser diretamente proporcional à temperatura, assim como a umidade e o desconforto.

Dessa forma, é essencial investir em um isolamento adequado, reduzindo a troca de calor por meio da radiação, convecção e condução, bem como reduzindo a interferência da temperatura externa no ambiente interno. Entretanto, para que isso seja feito adequadamente, é essencial contar com um especialista em isolamento e um sistema de qualidade.

Qual a importância de especialistas no processo de melhoria da qualidade do ar interior

É importante destacar que, em geral, as condições mínimas previstas nas normas técnicas não são suficientes para se obter uma qualidade do ar interior realmente adequada.

Desse modo, normalmente, é necessário contar com especialistas, tanto para avaliar a necessidade de cada ambiente como para realizar os estudos pertinentes, propondo as alterações necessárias e garantindo um ambiente saudável.

Sendo assim, é essencial que seja realizado um estudo por meio de medições e análises, bem como posterior projeto por parte de especialistas em qualidade do ar, climatização para empresas e isolamento.

Como se vê, além de todos os itens que interferem na qualidade do ar, como a climatização e a concentração de contaminantes, o isolamento adequado dos ambientes é imprescindível para proporcionar conforto, qualidade e bem-estar. Assim, é possível obter maior produtividade, melhoria da capacidade cognitiva e controle da umidade mais eficiente.

Agora que você já compreendeu a importância de todos esses aspectos relacionados à qualidade do ar interiorentre em contato com a 3TC! Assim, você poderá conhecer os sistemas mais avançados e eficientes de isolamento, que proporcionam o controle das 3 formas de transferência de calor. Consulte um de nossos especialistas para obter um ambiente eficiente, saudável e confortável!

Você sabia que é muito importante pensar em um projeto de isolamento térmico industrial? Em muitos casos, quando não há esse tipo de isolamento, a empresa pode estar colocando em risco os seus equipamentos e o bem-estar dos funcionários.

isolamento térmico industrial funciona como uma solução que minimiza o consumo de energia elétrica e evita perdas devido à alteração da temperatura dentro da indústria. Ele também traz muitos benefícios para o usuário, como conforto e segurança.

Caso você não conheça muito o isolamento térmico industrial, continue por aqui para ver mais sobre o assunto. A seguir, vamos demonstrar como funciona esse tipo de isolamento e os seus principais benefícios. Vamos lá?

Afinal, o que é um isolamento térmico industrial?

O isolamento térmico é uma barreira feita por materiais e produtos específicos que servem para impedir a transferência de calor de um lugar para o outro ou de algum equipamento para o ambiente, como é o caso da indústria.

O isolamento térmico tem duas funções principais em qualquer construção: proteger os ambientes contra incêndios e manter uma temperatura adequada. No caso de indústrias, esse tipo de isolamento também tem a finalidade de impedir acidentes ou perdas de materiais decorrentes da alteração da temperatura interna.

Portanto, o isolamento é muito importante para a segurança das pessoas que frequentam o local de trabalho. É essencial que as pessoas conheçam bem como funciona esse processo e quais as formas adequadas de executá-lo na empresa.

Esse tipo de isolamento industrial deve ser feito em equipamentos que tem uma diferença de temperatura considerável em relação ao clima do ambiente ao seu redor. Essa variação pode ser dentro de -50 °C e +750 °C. O projeto atende tubulações de vapor, seja de água quente ou de água gelada, ar-condicionado, caldeiras, injetoras, tanques de armazenamento, entre outros equipamentos que fazem parte de uma indústria.

O isolamento térmico industrial impede que o equipamento esquente ou esfrie o ambiente e não sofra interações com o clima externo, conservando a energia na planta industrial, o que gera uma redução de custos operacionais.

Quais são os benefícios desse tipo de isolamento térmico?

Os efeitos promovidos pelo isolamento térmico industrial fazem valer a pena esse tipo de investimento. Veja quais são a seguir!

Redução do consumo de energia

Quando há instalações industriais compostas por um isolamento térmico, o uso da energia é bem menor, visto que não há perda de temperatura e não é necessário um gasto maior para manter a temperatura dos processos industriais.

Diminuição dos custos

A redução no consumo de energia acaba afetando os custos na indústria, ao provoca uma economia total da edificação. Ela abrange diversos aspectos, como o combustível utilizado, o local da instalação industrial, as condições ambientais e os impostos inclusos nos custos da empresa.

Redução de perdas por alteração de temperatura

Outro efeito do isolamento térmico nos custos operacionais da indústria é a minimização das perdas. O transporte dos materiais passa a ser feito em dutos e instalações industriais que são isoladas termicamente, o que é muito mais seguro, afinal, o processo acontece sem alteração de temperatura.

Sem um isolamento térmico adequado, muitos materiais e produtos industriais acabam sendo desperdiçados por conta da perda de temperatura no seu transporte. No final, eles acabam ficando inutilizáveis, como é o caso da indústria de medicamentos (nesse caso, se o produto for alterado, ele não pode mais ser usado).

Conforto para os trabalhadores

Muitas indústrias trabalham com temperaturas elevadas que podem gerar acidentes de trabalhados com vários níveis de gravidade, caso não haja um isolamento adequado. Isso porque muitos equipamentos dissipam calor para o ambiente, que pode ser impactante e prejudicial para a saúde dos trabalhadores.

Para aumentar a segurança das pessoas transitam pelo ambiente industrial, é muito importante fazer um isolamento térmico nos principais equipamentos e tubulações. Isso também contribui para o aumento do conforto térmico, pois os espaços ficam mais agradáveis com a baixa variação de temperatura, mantendo um clima mais ameno.

Aumento da produtividade

Um ambiente com alto índice de alterações de temperatura causa desconforto em todos os trabalhadores, além da perda de concentração, irritabilidade, stress e, em casos mais extremos, problemas de saúde.

Portanto, é necessário pensar em um isolamento térmico adequado para deixar o ambiente de trabalho o mais agradável possível. Dessa forma, a indústria pode contar com a produtividade dos seus trabalhadores.

Como é feito o isolamento?

É importante ressaltar que a temperatura de um local pode oscilar de três formas: a condução (por meio de materiais e fluidos), a convecção (gases e vapores) e a radiação (raios infravermelhos).

A única forma de transmissão de calor que o isolamento térmico tradicional combate é a condução, responsável por apenas 10% da variação de temperatura em um ambiente industrial. Mas e o restante? Como fazer para isolar?

Para isso, você pode contar com o 3TC Isolamento, uma solução completa para todos os tipos de transmissão de calor. Utilizamos dos benefícios do poliestireno expandido (EPS) para atuar na condução térmica de materiais e fluidos oriundos de processos industriais, além de duas lâminas de polímero refletivo para barrar 97% dos raios infravermelhos.

O isolamento térmico industrial visa a trazer as soluções mais eficientes para cada tipo de empresa. O projeto é pensado de acordo com o tipo de segmento que a empresa atua, bem como quais os equipamentos e instalações fazem parte do seu ambiente industrial.

É importante focar nesses tipos de isolamento, pois cada um apresenta graus de condução de calor e aplicação distintas. A 3TC ainda trabalha com isolantes convencionais, como lã de vidro, lã de rocha, espuma de PU (Poliuretano) e de Isopor, além de tintas refletivas e mantas térmicas que lidam com a radiação. Você consegue achar os nossos produtos em formas de rolo, mantas, placa, painel etc. Eles podem ser instalados logo na concepção do galpão industrial.

Quais aspectos considerar ao aplicar o conforto térmico industrial?

Para aplicar convenientemente o conforto térmico industrial, é importante considerar determinados aspectos. Vamos analisá-los agora:

Identifique o revestimento adequado

Há muitos materiais que reduzem a transferência do calor em ambos os lados. A escolha do revestimento deve considerar o tipo de ambiente e o tipo de produção industrial.

Quando se faz uma boa escolha, podemos evitar a deterioração do produto, conservar sua validade, reduzir despesas com energia elétrica e com microrganismos prejudiciais à saúde dos funcionários e à qualidade do produto.

O mercado disponibiliza diferentes tipos de revestimento com a função de isolante térmico e que podem ser utilizados nos depósitos, centros de distribuição (CDs), transporte e assim por diante. Os principais revestimentos para o conforto térmico industrial são:

A lã de vidro

Quando falamos de isolamento térmico, não podemos esquecer a manta de lã de vidro. Trata-se de um material incombustível e flexível, pode ser aplicado em paredes e em telhados. Apesar de sua eficiência térmica, a lã de vidro desempenha uma função mais acústica, ou seja, promove o isolamento acústico.

De qualquer modo, a fibra de vidro é um importante isolante térmico. Ele é disposto de modo que oferece uma textura parecida com a lã, no formato de placas ou mantas.

A lã de rocha

A lã de rocha é formada a partir de rochas basálticas específicas e de outros minerais que recebem aquecimento e se transformam em filamentos.

Esses materiais são aglomerados em uma solução de resina e possibilitam a confecção de produtos mais leves e flexíveis.

A espuma elastomérica

Esse isolante para conforto térmico industrial é produzido com espuma elastomérica que resiste ao fogo e absorve pouca água.

Por se tratar de placas de espumas rígidas, os profissionais cortam e montam no lugar de instalação. Elas oferecem um isolamento térmico satisfatório e também podem ser vendidas como espuma expansiva, que fica rígida no ponto de instalação (a espuma elastomérica propriamente dita).

O poliestireno

O poliestireno passa por três fases:

  • a pré-expansão;
  • a armazenagem intermediária;
  • a moldagem.

É um revestimento plástico que apresenta rigidez e leveza. Ele pode ser comercializado como espuma moldada formada por aglomerado de grânulos.

O poliestireno tem muita aplicação na construção civil e na fabricação de caixas térmicas que armazenam alimentos e bebidas. Seu uso tem crescido no mercado porque tem muito potencial de isolamento térmico, é leve e seu custo é baixo.

A lã natural de ovelha

É a versão natural dos isolamentos convencionais, comercializados como painéis, flocos, mantas e aglomerados. É um material obtido de maneira natural e dispensa, em sua produção, o tratamento a temperaturas muito altas.

Caracteriza-se por sua resistência e por regular eficientemente a umidade, o que permite um excelente conforto térmico industrial.

A manta 3TC

Com essa tecnologia nova, podemos diminuir em até 97% a incidência da radiação solar para dentro da indústria. Ela ainda impede a transmissão de calor por convecção e condução. Desse modo, a manta 3TC oferece proteção contra os três modos de transferência de calor. Isso garante um desempenho excelente do produto.

O material usado na manta dispõe de espaço de ar em conjunto com a refletância, servindo para aplicação em qualquer obra da construção civil.

A forma de aplicar é simples. Dispensa reformas em edificações já concluídas ou em andamento. Devido a essa característica, a manta 3TC pode ser instalada sem que seja preciso interromper o fluxo de trabalho na indústria.

Elabore um projeto com isolamento

Para efetivar o projeto de conforto térmico industrial, é preciso analisar a viabilidade de determinados equipamentos e do isolamento com materiais específicos. Apenas um estudo profissional permitirá identificar as melhores opções.

Outros critérios a considerar no projeto são os preços, a praticidade na instalação, a sustentabilidade, a resistência (umidade, água), a durabilidade, a versatilidade.

Avalie também que o isolamento tende a criar um ambiente de trabalho mais salutar (menos umidade, reduz a proliferação de fungos, ácaros e outras coisas), mais econômico (reduz a necessidade de aplicar outros meios de refrigeração) e mais produtivo (menos ruído, menos calor promovem mais produtividade).

É fundamental inserir o isolamento no projeto desde o início. Defina onde os materiais isolantes serão colocados: nas paredes, no piso, no telhado. Com tudo detalhado, os resultados são bem melhores.

Escolha uma manta que se ajuste ao equipamento

Avalie os equipamentos destinados ao conforto térmico (exaustores, ventiladores) e selecione uma manta que se adapte a eles. A manta 3TC, por exemplo, ajusta-se facilmente ao ambiente e às dimensões requeridas no projeto. A manta ideal contribui para economizar gastos com energia elétrica de outros equipamentos.

Estude sobre a empresa escolhida para efetuar o trabalho

Outro aspecto a analisar é a empresa que vai realizar o trabalho. Claro que convém investigar se ela é confiável, se seus produtos e serviços são de boa qualidade.

O 3TC comercializa e instala um produto patenteado para proporcionar isolamento térmico e acústico em residências, empresas e indústrias — não importa se a edificação já está pronta e usada ou se ainda está em construção.

O nome 3TC é uma alusão ao controle sobre as três formas de transferência de calor: condução, convecção e irradiação. 3 formas de Transferência de Calor, ou, simplificadamente, 3TC.

Alie o isolamento térmico a outros equipamentos

O conforto térmico industrial é planejado conforme o perfil da indústria. Alguns equipamentos são muito comuns no ambiente industrial.

Aliando o isolamento térmico a esses equipamentos, os resultados tendem a ser melhores — haverá mais conforto e, ao mesmo tempo, redução de gastos com energia elétrica, pois o isolamento reduz a necessidade do consumo excessivo dos equipamentos.

Vamos analisar algumas soluções comumente aplicadas no ambiente industrial. A manta térmica vai otimizar seu uso, fazendo com que se exija menos deles.

A saída de ar natural

Os ambientes industriais nem sempre são projetados de forma que o fluxo de ar circule satisfatoriamente. Então, uma solução viável é instalar no telhado saídas de ar que permitem a liberação para o ambiente externo de gases, fumaça e poeira que circulam no espaço interno.

Para que essa estratégia dê certo, é preciso analisar criteriosamente o layout da indústria e do que é produzido, para que não sejam liberados para o ambiente externo gases nocivos, que podem causar danos ao meio ambiente.

O exaustor industrial

O exaustor industrial é um equipamento com motor que renova o ar em áreas industriais muito grandes. Além de contribuir para o conforto térmico industrial, ele ajuda a remover odores, contaminantes, poeira e outras coisas que podem causar problemas de saúde.

O exaustor pode ser instalado próximo a áreas em que a temperatura é muito elevada, como fornos, caldeiras, estufas e outros ambientes. Pode ser colocado em telhados e paredes, como o isolante térmico.

Outras soluções

Além dessas soluções, podemos citar os seguintes equipamentos:

  • os ventiladores centrífugos ou axiais;
  • o climatizador evaporativo industrial;
  • os insufladores.

Vale a pena destacar que se você ainda não tem conforto térmico industrial na sua empresa, foque nos principais benefícios que esse tipo de produto traz para o ambiente da fábrica e invista em um projeto. Além de melhor as condições de temperatura na empresa, vai trazer melhorias na produtividade, por exemplo.

Gostou de conhecer mais sobre como funciona um isolamento térmico industrial? Quer ficar por dentro de nossos produtos e serviços? Então, entre em contato com a nossa empresa para descobrir como poderemos ajudar!

 

Buscar ideias inovadoras que permitam a redução de custos na indústria pode fazer uma grande diferença para manter uma empresa financeiramente saudável. O desafio se mostra ainda maior para aquelas que funcionam com equipes reduzidas e margens de lucro apertadas.

Por mais que as despesas tributárias estejam em dia e o fluxo de caixa esteja bem, a conta simplesmente não fecha. Mas, não é preciso promover uma transformação muito grande na sua empresa para limitar os gastos. Eficiência e produtividade são temas importantíssimos para tirar o máximo dos gastos da empresa.

Na maioria dos casos, pequenos ajustes e mudanças de hábito geram resultados bastante significativos. Quer saber quais são as principais medidas para controlar as despesas na indústria? Confira nesse artigo que preparamos para você. Boa leitura!

Qual a importância da redução de custos na indústria?

Vender e conseguir contratos são parte importante de quase todas as empresas. O crescimento de uma organização não depende só do quanto arrecada com os seus produtos e serviços, mas também do quanto gasta para produzi-los. Uma empresa pode agradar seus clientes e vender muito. Mesmo assim, se os custos forem maiores que os valores arrecadados, ela não crescerá. Isso é bem óbvio, mas definitivamente as aplicações são complexas.

Por isso, ao pensar em redução de custos na indústria, é necessário realizar um planejamento adequado dos cortes que serão implementados. Antes de qualquer coisa, a seguir, o que você precisa se perguntar.

  • Eu conheço realmente os custos da empresa?
  • Quais os impactos da diminuição dos custos sobre as atividades realizadas?
  • As medidas levantadas poderiam trazer consequências negativas?
  • Quais são os setores que seriam afetados e como?

Assim sendo, o primeiro passo para colocar em prática qualquer ação de redução de custos é compreender profundamente a gestão da sua empresa. Afinal, você não verá resultados ao diminuir os custos de atividades que não têm nenhum impacto nos gastos ou, ainda, modificando processos que provocarão a queda da qualidade de seus produtos.

Quais são as medidas para reduzir os custos na indústria?

Confira agora quais são os principais métodos e recursos que ajudarão a sua empresa a economizar e reduzir os custos de produção.

Contas de água e energia

As contas de água e energia costumam ter valores bastante significativos, mas não há como evitá-las. Dessa forma, diminuir seus valores é um dos bons exemplos de como reduzir os custos nas indústrias.

Para isso, invista em torneiras automáticas e descargas econômicas, substitua as lâmpadas incandescentes pelas de LED e desligue aparelhos que não estão sendo utilizados, como impressoras e monitores.

Uma alternativa interessante é instalar sensores que ligam a luz apenas quando há alguém no ambiente. Essas são alternativas simples, mas que podem ter um efeito significativo ao longo do tempo.

Papel e impressões

Mesmo com o apelo ambiental para diminuir o uso de impressões em papel, alguns tipos de documentos precisam estar fisicamente em mãos. Nesse caso, faça a impressão nos dois lados da folha, o que economizará papel. No mais, busque digitalizar os documentos e utilize as ferramentas de compartilhamento online, como o Google Drive e Dropbox, por exemplo.

Muitas empresas possuem servidores de armazenamento e compartilhamento de informações. Definitivamente são ótimos para a segurança da tecnologia da informação e para economizar recursos de impressão. Alugar ou comprar impressoras adequadas ao volume de impressão ajudam a economizar energia. Escolher papéis reciclados, ou mesmo economizar no uso de papel serão sempre boas práticas.

Dívidas e tarifas bancárias

Busque renegociar possíveis dívidas ou tarifas bancárias com o seu banco, diminuindo as taxas de juros. No entanto, é fundamental estudar previamente se a sua empresa terá condições de lidar com as novas condições propostas. Cada renegociação pode implicar em aumento de taxas e custos, apesar de aumentarem o prazo.

Estoque

Analise os estoques e determine quais são os produtos que estão acumulados e diminua sua produção. Um estoque cheio e com itens parados resulta em perdas financeiras, pois as mercadorias ocupam espaço e podem estragar com o tempo.

Para otimizar o tempo de conferência de estoque, invista em softwares de controle que facilitarão as conferências.

Ferramentas de gestão

Outra ideia inovadora para a redução de custos na indústria são os softwares de gestão. Existem diversos modelos no mercado, que podem ser pagos ou gratuitos.

Uma das suas vantagens é o fácil acesso à qualquer tipo de informação. Pois está reunido em um só local tudo o que você necessita saber sobre a empresa, o que permite a tomada de decisões mais inteligentes.

É possível ver rapidamente e com clareza, quais são as áreas que merecem mais atenção e quais são os processos desnecessários ou que estão desperdiçando algum tipo de recurso. Ainda, existem alguns programas com recursos de inteligência, que lançam alertas automáticos quando aparecem riscos ou oportunidades.

Isolamento térmico e acústico

Os sistemas industriais trabalham com grandes cargas e estruturas complexas. As atividades realizadas, geralmente, transferem calor ao ambiente externo. Isto causa a perda de energia entre o espaço e as máquinas utilizadas nas linhas de produção. Por esse motivo, investir em sistemas de isolamento termoacústico é uma boa opção para a redução de custos na indústria.

O isolamento térmico protege os equipamentos, mantendo a temperatura desejada no local e dificultando a dissipação do calor para outros ambientes. Além de reduzir a conta de energia elétrica, essa estratégia tem impacto no controle de acidentes e ruídos existentes no ambiente industrial.

Um local com temperatura controlada é mais seguro e confortável para as equipes de trabalho na realização de qualquer atividade. Os benefícios vão além: é possível evitar o desgaste excessivo dos equipamentos e prevenir manutenções frequentes.

Planejamento e redução de custos na indústria

Para adotar qualquer um desses exemplos de redução de custos na indústria, é fundamental a realização de um bom planejamento. Estabeleça metas mensais, semestrais, anuais ou no período que melhor se adéque à situação da sua empresa. Mas, evite aplicar qualquer ação sem realizar análises e pesquisas sobre seu negócio e as metas que deseja atingir.

Seja qual for a estratégia tomada para reduzir os custos e ter uma gestão eficiente, é indispensável envolver as equipes nesse processo. O objetivo disso é conscientizá-las sobre as atitudes, fazendo com que participem com novas ideias. Outra dica é incluí-las na definição de metas e, quando forem alcançadas, usar uma parte do valor economizado para premiar as equipes.

A redução de custos na indústria traz benefícios para os negócios e para todos os que participam dos processos. Afinal é sempre positivo incentivar os colaboradores a realizarem suas atividades com maior qualidade e menor desperdício. Além de conservar melhor os equipamentos e o ambiente de trabalho para o bem comum do negócio.

Se você quer saber mais sobre a redução de custos na indústria, não deixe de conferir nosso artigo sobre como reduzir o consumo de energia!

Porém, não é preciso promover uma transformação muito grande na sua empresa para limitar os gastos. Na maioria dos casos, pequenos ajustes e mudanças de hábito geram resultados bastante significativos. Quer saber quais são as principais medidas para controlar as despesas na indústria? Confira nesse artigo que preparamos para você. Boa leitura!

 

São vários os fatores presentes em um ambiente de trabalho capazes de interferir na produtividade de uma equipe. Dentre esses parâmetros, é fundamental destacarmos as condições ergonômicas oferecidas pelo empregador, visto que, além de se relacionarem com o conforto ocupacional, também possuem ligações com a saúde e o humor da equipe de trabalho.

Infelizmente muitas empresas não dão a devida atenção para as condições ergonômicas disponibilizadas em suas dependências, fato este que é explicado pela falta de conhecimento sobre as várias vantagens ao assegurá-las.

Sendo assim, confira tudo sobre condições ergonômicas.

Conceito de ergonomia no trabalho

A palavra ergonomia remete ao estudo entre a relação ser humano/ambiente laboral. Em outras palavras, é uma análise detalhada sobre todos os elementos de um local que estão diretamente relacionados com o conforto, bem-estar e, acima de tudo, a segurança no trabalho de uma equipe.

Vale ressaltar ainda, que não importa o risco das tarefas a serem desempenhadas, todas elas necessitam de uma análise ergonômica adequada.

Relação entre ergonomia e produtividade da equipe

Esperar que uma equipe de trabalho entregue todo o seu potencial para uma empresa vai muito além de apenas garantir a contratação de excelentes profissionais.

Como exemplo prático, é impossível exigir bons resultados de desempenho de uma equipe que trabalha em um canteiro de obras sem os devidos Equipamentos de Proteção Individua – EPIs, ou de colaboradores que atuem em um escritório com baixa luminosidade e cadeiras desconfortáveis.

Sendo assim, é possível fazer uma associação direta entre a ergonomia e a produtividade de uma equipe, ou seja, quanto melhores as condições de trabalho que um empregador possa oferecer, sem dúvida, melhores serão os resultados de produtividade que a equipe em questão entregará.

Vantagens de um ambiente ergonômico

Podemos destacar as seguintes vantagens ao assegurar a ergonomia em uma empresa:

  • garantir a saúde e segurança do trabalho para todos os membros da empresa;
  • diminuir as chances de ocorrerem acidentes de trabalho, visto que todos os riscos serão previamente analisados e posteriormente traçadas medidas para que sejam neutralizados/reduzidos;
  • melhorar o humor da equipe de trabalho, uma vez que ela será valorizada e desempenhará todas as tarefas com conforto e segurança;
  • aumentar a produtividade dos colaboradores;
  • evitar lesões consequentes de esforços repetitivos, má postura e negligência dos EPIs;
  • possibilitar que atividades laborais sejam desempenhadas seguindo os parâmetros ideais de eficiência, visto que as condições de trabalho estão adequadas.

Normas regulamentadoras

Existem algumas normas regulamentadoras que especificam como que as condições de um determinado ambiente de trabalho precisam estar. Busca-se assegurar o conforto e a segurança da equipe.

Deste modo, os parâmetros que classificam as condições ergonômicas como satisfatórias ou inadequadas não são subjetivos. Isto é, são claramente determinados segundo algumas NRs.

Norma Regulamentadora 15

Tratando das atividades e operações insalubres, a NR 15 tem como principal objetivo estabelecer padrões técnicos para classificar um ambiente ocupacional quanto ao grau de sua insalubridade. Seguir essa norma impacta diretamente na produtividade. Isso de dá por ela colocar limitações em cargas horárias, bem como relaciona-se com o bem estar do colaborador. Isto posto, vai depender de análises, medições e atividades que a própria NR regula e indica como fazer.

Além disso, essa norma prevê um adicional sobre o salário ― conforme as características do risco e a intensidade de exposição ―, para a equipe que desempenha tarefas nestes ambientes identificados como insalubres.

A NR 15 padroniza parâmetros para os seguintes locais de trabalho:

  • presença de ruídos intensos (sejam eles contínuos, sejam eles intermitentes);
  • limite de exposição ao calor;
  • limite de exposição ao frio;
  • exposição às radiações não ionizantes;
  • trabalho em ambientes com alterações na pressão;
  • atividades em áreas com umidade elevada;
  • presença de agentes químicos;
  • elevada concentração de agentes biológicos.

Norma Regulamentadora 18

a NR 18 é uma norma que detalha as condições ergonômicas adequadas para a indústria da construção. Segundo essa norma, é dever do empregador garantir algumas condições básicas em um canteiro de obras. São eles:

  • instalações sanitárias;
  • vestiários;
  • alojamentos;
  • local de refeições;
  • área de lazer;
  • ambulatório, quando se tratar de uma equipe de trabalho com 50 ou mais membros.

Por ser uma indústria com várias ramificações e englobar tarefas de diferentes naturezas, na construção civil, há várias possibilidades de um ambiente ser classificado como insalubre. Entretanto, a NR 18 detalha todas as atividades e as suas respectivas condições ergonômicas ideais.

4 dicas para melhorar a ergonomia no ambiente de trabalho

Uma vez que já sabemos o que é ergonomia, bem como as suas vantagens ao ser garantida em um local de trabalho, é interessante destacar algumas dicas que as viabilizam.

Deste modo, confira 4 orientações para melhorar a ergonomia. São elas:

1. Conheça sua equipe

Estreitar a relação empregador/equipe de trabalho é muito importante para que a comunicação interna seja feita de forma clara, rápida e sem burocracias.

Uma vez que essa comunicação é realizada com eficiência, a equipe se sente mais confortável para sugerir melhores condições ergonômicas quando necessário, viabilizando, dessa forma, ambientes de trabalho mais saudáveis e seguros.

2. Disponibilize todos os EPIs

Como vimos ao longo do conteúdo, a segurança no trabalho é extremamente importante para a garantia de ambientes ergonômicos.

Nesse contexto, vale destacar a importância de disponibilizar todos os Equipamentos de Proteção Individual – EPI para a equipe. Com pouco investimento é assegurando assim, além do conforto ao desempenhar tarefas de risco, locais de trabalho com chances reduzidas de ocorrerem acidentes. Menos acidentes impacta positivamente o passivo trabalhista e também a produtividade.

EPIs básicos

EPIs são os aliados nº 1 de empresas e funcionários para evitar acidentes de trabalho

3. Delimite tarefas

Ao delimitar tarefas, um colaborador vai saber exatamente o que deve saber fazer. Desta forma ele estará menos propício a se expor às atividades que contenham riscos para os quais ele não está protegido.

E para alcançar esse patamar de organização na empresa, é imprescindível que haja uma clara delimitação das tarefas, para que, dessa forma, cada equipe execute apenas o serviço que ela sabe que as condições ergonômicas estão favoráveis.

4. Realize avaliações de desempenho

Muitas vezes um baixo rendimento no trabalho está associado com condições ergonômicas precárias. Baixo rendimento afeta diretamente a produtividade da equipe como um todo. Portanto, é importantíssimo ficar atento a esse fator.

Por esse motivo, realizar avaliações de desempenho periodicamente ajudam a detectar baixos rendimentos de equipes. Uma das causas possíveis é da equipe não estar alocada em um ambiente ergonômico.

Portanto, após entender o conceito de condições ergonômicas e verificar todos os seus benefícios para a produtividade da equipe, é fácil perceber o quão importante esse parâmetro é para as atividades laborais.

Cabe lembrar ainda que a empresa que não garante aos seus colaboradores boas condições de trabalho está sujeita a multas e penalidades trabalhistas, conforme as NRs 15 e 18.

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De forma simples, a ergonomia envolve a relação entre o homem e o ambiente de trabalho. Consiste em um estudo da ligação entre seres humanos e máquinas e quais são as condições adequadas para garantir o bem-estar e a segurança. Pensando nisso, foram criadas algumas regras voltadas para esse tema, entre as quais está o conforto térmico.

Afinal, essa relação adequada não está ligada apenas a cadeiras confortáveis ou móveis na altura certa. Ela também está conectada a condições de iluminação, de barulho e, é claro, de temperatura.

Para que não haja dúvidas sobre como cumprir todos os requisitos, mostraremos dicas para atingir o conforto térmico segundo às regras de ergonomia. Confira!

O que são e para que servem as orientações?

As Normas Regulamentadoras (NRs) são dispositivos legais criados pelo Ministério do Trabalho e Emprego (MTE). Elas especificam quais são as obrigações dos empregadores em certas condições, de modo a garantir a segurança e a saúde da equipe.

A NR 17 é a responsável por tratar de todas as normas referentes à ergonomia. Ela serve, principalmente, para orientar os empregadores sobre como devem pensar no ambiente. Desse jeito, é possível garantir uma atuação adequada e protegida.

Já a NR 15, por exemplo, disciplina as atividades ou operações insalubres.

Como funcionam as regras de ergonomia?

As obrigações previstas para deixar o trabalho ergonômico variam com cada atividade e ambiente. Basicamente, tudo começa com uma avaliação da adaptação às condições de ergonomia. A intenção é reconhecer os riscos e o que pode (ou deve) ser melhorado.

Em seguida, são tratadas de questões como a necessidade de executar as atividades de forma sentada quando possível e a escolha de mobiliário adequado. A partir do ponto 17.5 da norma, há os fatores ambientais do trabalho. Isso exige, por exemplo, nível de ruído dentro de padrões aceitáveis e umidade relativa mínima de 40%.

Em relação à temperatura, ela deve ser efetiva entre 20 a 23ºC, de modo a garantir o bem-estar. Além disso, há questões sobre a organização das funções e sobre o levantamento ou movimentação de itens pesados.

Vale mencionar que, conforme indica o Anexo III da NR 15, existem limites de tolerância ao calor e sua inobservância torna a condição de trabalho insalubre.

Quais os prejuízos do calor e falta de ergonomia para os trabalhadores?

Como dissemos, um dos pontos das regras de ergonomia tem a ver com o conforto térmico. Segundo prevê a lei, é obrigação do empregador garantir que a temperatura esteja em um nível adequado e confortável. Isso se deve, principalmente, por causa dos impactos negativos que as altas temperaturas causam.

Em primeiro lugar, há a possibilidade de desidratação. Se ela for intensa, o trabalhador pode desmaiar, envolver-se em acidentes e até sofrer uma fatalidade. Também são queixas comuns as dores de cabeça, a sensação de vertigem e o cansaço ampliado.

Todos esses pontos geram, como impactos secundários, a perda de motivação e de produtividade. Como resultado, o empreendimento se torna menos competitivo.

Quais as punições para a empresa que não cumprir as obrigações?

Para garantir que todas as normas trabalhistas sejam seguidas, há algumas punições para as empresas que não as aplicam. Em uma fiscalização, a falta de ergonomia pode gerar multas, sanções e até a interdição do local para adaptação, se for o caso. Também ocorrem processos judiciais, o que coloca em xeque a credibilidade da empresa.

Além disso, a inexistência de boas condições prejudica a saúde da equipe. Isso dá origem a mais faltas e licenças, o que amplia os custos. Resulta, ainda, em um aumento de processos trabalhistas e indenizações.

Para piorar, o negócio pode ter a sua imagem empresarial arranhada. Isso gera problemas de percepção do público e, em alguns casos, até boicotes por parte dos consumidores.

Como melhorar o conforto térmico?

Como visto, cuidar da temperatura do local de trabalho é uma questão fundamental de ergonomia. Então, é preciso buscar maneiras de garantir e ampliar o conforto térmico no ambiente. A seguir, veja algumas dicas de como chegar a esses resultados.

Dê preferência a horários frescos

Durante os dias quentes, é comum que o horário comercial seja o período de maior calor do dia. Isso faz com que haja desgaste por causa da temperatura, o que exige cuidados extras.

Sempre que possível, recomendamos evitar atividades externas de 10 da manhã às 5 da tarde. O sol é muito forte nessa fase, assim como a temperatura.

Dentro do escritório, o problema é um pouco menos sentido, mas ainda é impactante. Trazer flexibilidade de horários, como a pausa do almoço, ajuda os colaboradores a escolherem o melhor período.

Promova pausas para descanso

Por causa das altas temperaturas, é comum que as pessoas fiquem menos concentradas e cansadas com facilidade. Tudo isso afeta a produtividade — e exigir resultados constantes não é a resposta.

Em vez disso, a nossa indicação é planejar mais pausas ao longo do expediente. Permitir que as pessoas tirem 5 minutos para descansar, beber algo gelado ou se refrescar é essencial. Como consequência, a produtividade pode ficar ainda maior, mesmo com um número ampliado de paradas.

Mantenha distância das fontes de calor

Principalmente no chão de fábrica, há diversos componentes que podem gerar muito calor. Fornos, caldeiras, secadores e, até, máquinas com bastante vibração aumentam a temperatura de forma localizada.

O melhor jeito de evitar isso é ao limitar o contato com essas fontes. Garanta que a equipe não seja exposta demais a essas áreas e que a proximidade dure apenas o tempo necessário. Ao diminuir essa interação, os efeitos são sentidos com menos intensidade.

Invista no isolamento térmico e promova a ergonomia

Embora essas ações sejam importantes, elas são somente “remédios” para um problema que tem outras causas. A incidência solar, por exemplo, gera calor por radiação no imóvel e eleva a temperatura. Outras formas de transmissão, como condução e convecção, também são responsáveis.

Então, para aumentar o conforto térmico, vale elaborar um projeto de isolamento. Com o uso de uma manta especial, por exemplo, é possível impedir que o calor entre no local. Com as trocas interrompidas, fica mais fácil chegar a valores confortáveis.

Para ter máximo desempenho, procure uma solução que impeça as três formas de transferência de calor. Assim, dá para garantir que o espaço terá condições melhores. Além de o bem-estar ser ampliado, os esforços — e os custos — para climatizar o ambiente serão menores.

O conforto térmico é uma das bases da ergonomia e, por isso, é tão importante. Ao seguir as nossas orientações, é possível evitar as punições e cuidar melhor da saúde da equipe.

E já que o isolamento é uma opção muito indicada, entre em contato com a 3TC e descubra como atuamos no mercado!