A manta térmica para parede tem sido um dos materiais mais utilizados nas edificações modernas. Afinal, trata-se de um material ecologicamente sustentável, que apresenta um custo-benefício elevado. A maioria das mantas podem ser empregadas nos mais diferentes tipos de projetos. Como são versáteis, podem ser utilizadas em edifícios corporativos, residenciais, industriais e agrícolas.

O seu principal objetivo é garantir o conforto térmico de construções, mesmo as que contam com sistemas de climatização. do mesmo modo, na indústria as mantas têm sido uma aliada essencial, pois são muito versáteis. Neste contexto elas podem ser instaladas em praticamente todos os ambientes, como armazéns, escritórios e linha de montagem.

Para que você entender melhor os benefícios que ela pode trazer para o seu negócio, preparamos este post com algumas dicas indispensáveis. Confira!

Como funciona uma manta térmica para parede?

O funcionamento exato de uma manta térmica depende muito do seu tipo. Mas, no geral, ela busca interferir nos três processos de transmissão de calor entre os ambientes: a condução, a convecção e a irradiação.

A seguir, veja como a manta age em cada um dos processos:

Isolamento da radiação

Você já ouviu falar das ondas infravermelhas? Trata-se da radiação emitida pelo sol, responsáveis pela transferência de calor para o nosso planeta, que recebe o nome de irradiação.

Ao entrar em contato com os objetos, as ondas agitam as suas moléculas e geram um aumento de temperatura. Quanto mais ondas infravermelhas um objeto absorve, mais “quente” ele fica.

Os melhores materiais para mantas térmicas conseguem refletir essas ondas. Elas não são absorvidas pelas estruturas da edificação; são, na verdade, enviadas de volta para o ambiente. Com isso, há uma redução da temperatura de superfície que pode chegar a 20º Celsius.

Diminuição da condução

Quando dois corpos entram em contato, eles buscam ficar em equilíbrio térmico, ou seja, na mesma temperatura (o objeto mais quente transfere energia calorífica para o mais frio). As mantas são chamadas de isolantes térmicos: os seus materiais têm uma estrutura molecular que dificulta a transmissão de energia de uma partícula para a outra, impedindo o aquecimento do ambiente.

Quando você insere uma camada de isolante térmico entre as paredes de drywall, por exemplo, isso impede que uma camada de gesso transfira energia para a outra. Nas paredes que ficam próximas a equipamento que emitem calor, uma camada adicional de manta pode ser adicionada para evitar o aquecimento de outros cômodos.

Redução da convecção

A convecção é o processo de transmissão do calor por meio de líquidos e gases e o responsável pelas principais trocas entre a atmosfera e as edificações. As mantas térmicas atuam nesse processo da seguinte forma: elas evitam a vazão de energia térmica do ambiente interno para o externo, mantendo a temperatura do local estável.

Isso é especialmente útil se você utiliza algum sistema de ar-condicionado, já que a manta isola bem o ambiente e aumenta a eficiência do equipamento.

Quais são os principais tipos de manta térmica?

Os tipos de manta térmica para parede são a lã animal, as lãs sintéticas, sprays e espumas de poliuretano e a manta 3TC. A seguir, entenda os detalhes de cada uma delas.

Lã animal

A lã animal foi o primeiro tipo de isolamento térmico criado pelo homem. Ela não necessita de alta tecnologia e é fornecida em rolos, além de ser facilmente instalada. As suas desvantagens são: não atua sobre a irradiação do calor e apresenta uma manutenção complicada, devido à sua sensibilidade à umidade.

Lãs sintéticas

São vários os tipos de materiais que podem ser empregados com as lãs sintéticas: vidro, acrílico, PVC e até mesmo rochas. Cada um deles oferece uma vantagem particular, como funcionalidades adicionais, isolamento acústico e proteção contra incêndio. No entanto, em relação ao isolamento térmico, esse tipo de manta não é tão eficiente, pois ele também não reflete a radiação infravermelha.

Sprays e espumas de poliuretano

O spray é uma opção de aplicação mais cara e mais difícil de executar. Além disso precisa de manutenções de tempos em tempos. Por lidar apenas com a condução, em densidades pequenas são as menos eficiente em relação ao isolamento. A sua principal substância empregada é o poliuretano, que também é utilizado nas espumas tradicionais. Ele é inflamável e, na combustão, libera uma fumaça tóxica que pode aumentar o número de óbitos durante um incêndio.

Manta 3TC

A manta 3TC trabalha com uma tecnologia exclusiva e patenteada. Por meio de um processo industrial de alta tecnologia, que combina o poliestireno com lâminas refletivas, o produto é capaz de agir sobre os três processos de transmissão de calor.

De acordo com estudos científicos da Nasa, esse processo produz a reflexão de até 97% dos raios infravermelhos — o que pode gerar uma proteção de até 20º Celsius da temperatura interna em relação ao ambiente.

A manta 3TC também é excelente para reduzir o processo de convecção, devido à sua impermeabilidade a líquidos e gases. Isso é muito interessante em ambientes artificialmente climatizados.

Como vantagens adicionais, as mantas 3TC são muito duráveis, facilmente instaláveis e resistentes a mofo e à umidade. Além disso podem promover atenuação acústica e são não-propagantes à chama, classe II-A, conforme teste realizado pelo IPT (Ensaio Técnico de Comportamento ao fogo – IPT).

As mantas 3TC são bastante versáveis e podem ser utilizadas entre lâminas de drywall, para a confecção de divisórias de madeira e PVC, na cobertura de paredes de alvenaria e de concreto, entre outros. Portanto, adaptam-se bem aos projetos arquitetônicos industriais, assim como aos comerciais, residenciais e agrícolas.

Como aplicar essas mantas?

A aplicação da manta térmica depende do tipo de projeto e da manta também. Vamos utilizar drywalls e divisórias como exemplo. Normalmente, as mantas fibrosas são aplicadas entre os montantes de metal ou de madeira. Isso causa uma patologia chamada ponte térmica nos locais sem isolamento térmico. Mantas térmicas contínuas tais como o 3TC Isolamento resolvem esse problema: a instalação é feita sem lacunas.

Dessa forma, várias camadas de mantas podem ser utilizadas. Isso depende também das demandas de isolamento do seu projeto. No caso das paredes tradicionais, a fixação pode ser feita com colas especiais ou por meio de processos mecânicos.

Em cada ponto metálico, um faixa de ponte térmica.

Quais são os benefícios da manta térmica?

O uso desse material nas edificações proporciona vantagens importantes. Confira!

Sustentabilidade

Os materiais das mantas 3TC são fabricados com processos sustentáveis. Na fábrica são utilizados materiais sustentáveis que impactam muito pouco o ambiente. Tudo 100% reciclável. além disso, por melhorarem o isolamento do ambiente diminuindo a temperatura, reduzem a necessidade de uso de ar-condicionado e aquecedores. Da mesma forma, em locais que utilizam de climatizadores, pode aumentar consideravelmente  a eficiência desses equipamentos, diminuindo o consumo energético. Sendo assim, a emissão de CO2 tanto na produção, utilização e instalação do 3TC é muito baixa.

Custo-benefício

Os projetos de isolamento são relativamente baratos em comparação aos custos que eles ajudam a diminuir. Consequentemente, em poucos meses, você verá um retorno de praticamente todo o investimento, pois ele gera vários benefícios:

  • melhoram o conforto térmico, trazendo ergonomia, o que aumenta a produtividade das equipes;
  • reduzem a necessidade de compra de novos equipamentos de climatização à medida que um negócio cresce;
  • diminuem os gastos com a conta de energia, visto que é possível utilizar os ares-condicionados e aquecedores em um potência menor.

Portanto, a manta térmica para parede é uma opção bastante interessante para a sua empresa. Mas você deve prestar bastante atenção na hora da escolha de um fornecedor: opte por materiais mais eficientes e multifuncionais e por um suporte ponta a ponta. Ou seja, desde ao orçamento, explicação técnica, até a instalação e manutenção das mantas. É justamente isso que a 3TC Isolamento consegue entregar para você!

Gostou de conhecer as mantas térmicas e quer implementar esse material? Entre em contato conosco e saiba como podemos te ajudar.

O projeto arquitetônico é peça fundamental para garantir o conforto térmico e acústico de uma edificação. Estruturas sem isolamento térmico ficam mais abafadas, fazendo com que as pessoas se sintam desconfortáveis no ambiente. Já a falta de isolamento acústico eventualmente pode atrapalhar a concentração e comunicação entre as pessoas.

No caso das indústrias, o problema pode ser ainda mais crítico. Isso acontece em virtude dos diversos equipamentos que geram calor e ruídos, causando distrações e interferências à equipe. Quem mais sofre são os trabalhadores, que precisam de boas condições no ambiente de trabalho para desenvolver suas atividades com eficiência.

Leia mais sobre o que é um projeto arquitetônico, qual a importância dos projetos de conforto acústico e térmico e como escolher a empresa para solucionar o seu problema sem dor de cabeça. Confira!

O que é um projeto arquitetônico?

O projeto arquitetônico é uma representação gráfica e escrita de uma construção que foi idealizada por alguém. Com o projeto arquitetônico em mãos, os profissionais responsáveis pela obra conseguem visualizar a construção.

Entretanto, o projeto arquitetônico não é suficiente para que a obra seja realizada. Ele é um dos primeiros desenhos a ser feito. Depois outros mais detalhados e específicos são realizados com as medidas definitivas e especificações.

Abaixo vamos explicar brevemente como um projeto arquitetônico é desenvolvido, etapa por etapa.

Levantamento de dados

No primeiro contato com o cliente o profissional lidera a conversa para descobrir qual é o objetivo daquele projeto. Objetiva-se também entender quais as necessidades que precisam ser sanadas. É parte do processo compreender o que o cliente gosta e o que ele não quer de forma alguma.

Todas essas informações ajudam a montar um projeto que se encaixe nas exigências do cliente. Se o terreno já foi escolhido, o profissional também faz uma visita para fazer medição e verificar a infraestrutura local. Isso será crucial para modificar o projeto, ou adequar à situação ali encontrada.

Estudo preliminar

Durante o estudo preliminar outras referências são levantadas e os primeiros esboços são desenhados. Tudo de acordo com o material levantado previamente. Nessa etapa o croqui desenhado não é o desenho final. Como mencionado, modificações são necessárias em muitos casos.

Vale lembrar que os desenhos dessa etapa podem ser alterados sem maiores problemas durante a revisão com o cliente.

Anteprojeto

Primeiramente, precisamos entender o que é o anteprojeto. Ele é mais específico que os croquis desenhados no estudo preliminar. Os recursos utilizados são mais específicos, como desenhos 3D, elevações e cortes que ajudam a visualizar o projeto além das plantas baixas.

A planta baixa é uma representação com todas as medidas e áreas do projeto. Acima de tudo, o anteprojeto contém informações de localização sobre estruturas. São elas: paredes, colunas, pilares, especificação das áreas e planta de cobertura.

O desenho da planta baixa é feito considerando um corte imaginário na parede da construção a 1,5 metro de altura. Esse corte passa por todos os detalhes do espaço como a localização das janelas e portas.

Projeto legal

O projeto legal envolve a parte burocrática do empreendimento. Para construir, tanto o profissional quanto a obra precisam de autorização dos órgãos competentes. Dessa maneira, algumas documentações precisam ser apresentadas aos órgãos para não gerar nenhuma pendência e evitar multas e embargos. Quanto mais completo e mais conhecimento das leis vigentes, mais chances de um projeto ser aprovado.

Além disso, existe o código de obras da cidade que deve ser respeitado. Em algumas cidades, ele chama-se plano diretor. Nele são definidos quantidade de pavimentos que um imóvel pode ter em determinado bairro, tamanho do recuo e outras diretrizes que devem ser seguidas. Logo, é importantíssimo consultar as regras, e o plano diretor antes de realizar o projeto. Caso isso não aconteça, problemas podem ocorrer, seja no embargo da obra ou na não aprovação do projeto.

Projeto executivo

O projeto executivo é o mais detalhado de todos os projetos. Ele precisa ter todas as informações para que qualquer profissional da construção consiga entender o que está descrito ali e executar.

Outros projetos complementares são definidos nessa etapa, são eles o projeto estrutural, elétrico e hidrossanitário. Todos eles se complementam e fornecem todas as informações necessárias à construção da edificação.

Qual é a importância do conforto térmico para as indústrias?

Conforto térmico é o termo que explica a relação do ambiente com a satisfação da pessoa naquele cômodo. Se existe um conforto térmico, isso significa que a pessoa está confortável, ela não está sentindo nem frio, nem calor.

É claro que os parâmetros mudam um pouco de pessoa para pessoa, mas não é por isso que ele deve ser ignorado no seu projeto. O conforto térmico interfere diretamente na qualidade do trabalho da equipe.

O conforto térmico ou a falta dele interfere na performance humana, uma vez que o ambiente propício ajuda no desenvolvimento de atividades intelectuais, perceptivas e manuais.

Outro ponto positivo é a satisfação dos funcionários que aumenta quando existe conforto térmico. O local de trabalho é onde passamos a maior parte do nosso dia, imagine como seria desconfortável passar 8 horas do seu dia em um ambiente muito quente ou muito frio.

Além de melhorar a performance e satisfação dos funcionários, o conforto térmico permite a conservação de energia e consequentemente economia financeira. O ambiente que tem isolamento térmico industrial tende a reduzir os gastos excessivos com aquecimento e refrigeração.

Normas Regulamentadoras

Qual é a temperatura ideal então? De acordo com a norma regulamentadora NR 17, do Ministério do trabalho, a temperatura ideal em ambientes de trabalho como salas de desenvolvimento, escritórios e laboratórios deve estar entre 20°C e 23°C.

Já a NR 15 regulamenta as atividades e operações insalubres. As atividades insalubres são as que se desenvolvem acima dos limites definidos na NR. Para o trabalhador que desenvolve suas atividades nessas condições extremas, é previsto em lei adicional sobre o salário, que deve ser proporcional ao grau de insalubridade a que ele está submetido.

O anexo III define quais são os limites de tolerância para exposição ao calor de acordo com o tipo de atividade (leve, moderada ou pesada), conforme pode ser observado abaixo os valores conforme exigido pela norma.

Regime de trabalho intermitente com descanso no próprio local de trabalho (por hora)

Trabalho contínuo

  • Leve: até 30,0
  • Moderada: até 26,7
  • Pesada: até 25,0

45 minutos trabalho com 15 minutos de descanso

  • Leve: 30,1 a 30,5
  • Moderada: 26,8 a 28,0
  • Pesada: até 25,1 a 25,9

30 minutos trabalho com 30 minutos de descanso

  • Leve: 30,7 a 31,4
  • Moderada: 28,1 a 29,4
  • Pesada: até 26,0 a 27,9

15 minutos trabalho com 45 minutos descanso

  • Leve: 31,5 a 32,2
  • Moderada: 29,5 a 31,1
  • Pesada: até 28,0 a 30,0

Não é permitido o trabalho, sem a adoção de medidas adequadas de controle

  • Leve: acima de 32,2
  • Moderada: acima de 31,1
  • Pesada: acima de 30,0

Os valores acima nos mostram que dependendo da atividade o parâmetro de temperatura se altera. Por exemplo, o trabalhador que está sujeito a uma temperatura de 29,0 °C desempenhando uma atividade moderada deve trabalhar 30 minutos e descansar mais 30.

Já o trabalhador que está no ambiente a mesma atividade moderada porém a uma temperatura de 25,0 °C pode trabalhar continuamente.

Qual é a importância do conforto acústico para as indústrias?

O corpo humano tem seus limites. Um deles é em relação à quantidade de barulho que os ouvidos de uma pessoa consegue suportar sem que ocorram danos no seu aparelho auditivo.

Especialistas advertem que o limite seguro de som contínuo é de 80 decibéis. Acima disso, começam a surgir efeitos negativos na audição, como zumbidos. Uma das causas do zumbido é a poluição sonora no ambiente, que pode ser evitada com o uso de protetores auriculares.

Veja alguns exemplos de total de horas de exposição de acordo com a intensidade sonora:

  • até 80 decibéis: não existe risco;
  • 85 decibéis: até 8 horas;
  • 90 decibéis: até 4 horas;
  • 95 decibéis: até 2 horas.

Os profissionais que ficam expostos a barulhos durante muitas horas do dia podem facilmente desenvolver problemas auditivos no futuro, por isso é responsabilidade da empresa fornecer ambientes com controle de ruídos na intenção de minimizar os problemas de saúde.

Consequências do desconforto acústico

Qualquer ambiente está sujeito a ruídos, porém o setor industrial é composto por muitos equipamentos que podem gerar barulhos, sendo um dos setores mais críticos. Os barulhos atrapalham a capacidade de desenvolvimento das atividades de funcionários e em casos mais extremos podem levar à perda auditiva.

Para evitar o surgimento de doenças ocupacionais, principalmente os transtornos auditivos, a Associação Nacional de Medicina do Trabalho indica como principal forma de prevenção a proteção coletiva das fontes de ruído com isolamento. Depois, o uso de proteção auditiva como forma de proteção complementar.

A indústria não pode reduzir a sua produção por causa dos ruídos dos equipamentos, muito menos parar a linha de produção e só trabalhar durante as 8 horas permitidas ou menos que isso.

A melhor solução, nesse caso, é desenvolver o projeto arquitetônico da fábrica já considerando o conforto acústico necessário. Dessa forma a construção é desenvolvida seguindo os padrões estabelecidos pelas normas.

Durante a fase de concepção do projeto, devem ser analisados quais equipamentos serão utilizados e qual nível de barulho produzido por cada uma. Assim é possível montar um plano para criar soluções que minimizem os ruídos antes que eles comecem.

Proporcionando conforto acústico

Nesse caso, o material para isolamento acústico tem papel fundamental no resultado final do projeto. Ele deve apresentar qualidade suficiente para durar nas condições extremas que algumas fábricas têm e não comprometer o isolamento.

Para indústrias que utilizam maquinários pesados, as principais soluções utilizadas são:

  • Enclausuramento de máquinas;
  • Barreiras acústicas;
  • Cabines acústicas;
  • Abafador de ruídos.

A exposição ao ruído por curtos períodos de tempo pode causar perda auditiva temporária, que volte em alguns segundos ou dias, já a exposição prolongada por causar perda auditiva permanente. Por isso é tão importante reduzir os níveis de barulho sempre que for possível.

No projeto de desenvolvimento da indústria e durante o desenvolvimento de suas atividades, as seguintes obrigações devem ser consideradas:

  • avaliação dos riscos: aqui são levantados e catalogados todos os equipamentos que geram ruídos, qual o local de cada um, interferências em sinais de avisos que esses barulhos podem ter, e vários fatores relacionados;
  • redução da exposição: são estudadas as formas de reduzir o tempo de exposição da equipe ao barulho, como escolha de equipamentos melhores, reajuste na escala de manutenção, adoção de métodos alternativos, e outros;
  • proteção individual: por fim, sempre dispor de proteção individual para as equipes que precisam entrar em contato com equipamentos que geram ruídos como forma complementar de proteção.

A principal norma técnica que contém as recomendações sobre os níveis de ruído em locais de trabalho é a ABNT NBR 10.152/1987 – Níveis de ruído para conforto acústico.

Como os projetos arquitetônicos se relacionam com esses fatores?

A primeira forma de melhorar o conforto termoacústico acontece durante a concepção do projeto. Primeiramente, essa fase busca ainda fazer o levantamento de dados, como mencionado anteriormente. Depois que o profissional faz a visita ao local da obra ele deve desenvolver a estrutura pensando na disposição da obra. É primordial que o projeto pensem no melhor aproveitamento os recursos naturais. Isso implicará em redução de custos na execução.

Ademais, a localização do imóvel influencia diretamente na quantidade de insolação direta recebida durante o dia. Alem disso, também influencia na quantidade de vento do local. Quando negligenciados, esses dois itens podem gerar um imóvel abafado e quente. Isto posto, até mesmo na hora de alugar ou comprar um imóvel, fique atento a essas questões. Apenas prédios e casas bem projetadas possuem o isolamento térmico adequado para receber a radiação solar durante o dia. Caso contrário, fará muito calor no verão.

Soluções

Para reverter esse problema, é preciso visualizar a construção e a influência do seu entorno sobre ela. No hemisfério Sul, as fachadas voltadas para o Norte recebem mais luz. Logo, os ambientes internos devem ser dispostos de forma a concentrar na parte norte os locais que podem receber essa insolação na maior parte do dia.

Enquanto na parte sul é indicado deixar os ambientes que já serão mais quentes e por isso devem receber menos radiação.

Os ventos também são recursos naturais que devem ser utilizados à favor da obra. Sobretudo, quanto mais arejado o ambiente for, menor será o custo com refrigeração dos ambientes.

Os projetistas também consideram que o ar quente tende a subir enquanto o ar frio é mais denso e por isso tende a ficar embaixo. Pensando nisso, podem ser instaladas nas fábricas aberturas de ar nas partes inferiores para captar ar frio.

Já na parte superior são utilizadas aberturas com a finalidade de dissipar o ar quente. Todas essas medidas são discutidas durante a concepção do projeto para minimizar os impactos negativos da falta de conforto térmico e acústico.

Escolha o profissional certo

Como o desempenho profissional está diretamente associado ao conforto térmico e acústico, todos esses fatores precisam ser estudados com cuidado antes da implementação da fábrica.

No caso de locais que já foram construídos sem essa preparação e precisam se adequar é possível também fazer mudanças para estar dentro das exigências das normas. Abaixo listamos os materiais mais utilizados pelas indústrias e que também são conhecidos por suas características de isolamento acústico e térmico.

Drywall

O drywall é uma opção para substituir a alvenaria. Ele promove o isolamento acústico devido ao acabamento interno e é de fácil instalação. O drywall pode ser utilizado para economizar espaço nos ambientes administrativos com várias salas de escritórios.

Telhas metálicas

Para grandes áreas, como indústrias, as telhas metálicas são uma excelente opção por conta de seu tamanho. Entretanto, nem todas têm isolante térmico. As que têm são as chamadas de telha sanduíche.

É uma boa opção para se utilizar nos telhados e diminuir o impacto da insolação direta no teto para o ambiente interno da fábrica.

Brise

Brise não é um material mas sim um elemento construtivo usado para diminuir a incidência direta de Sol na fachada de prédios. Elas podem ser usadas em conjunto com outros elementos para trazer mais conforto térmico ao prédio.

3TC

Dentre todos os materiais citados, a manta 3TC é de longe a mais completa. Ela é uma tecnologia que promove o isolamento acústico e térmico, sem deixar de atender às normas brasileiras de segurança na construção civil.

O 3TC contém no seu interior um material anti-chamas e películas altamente reflexivas na sua parte externa que não conduzem eletricidade porém cortam totalmente a transmissão de calor.

Ele pode ser usado em paredes, forro, telhas, pisos e vários outros locais provando ser um material versátil, sempre se adaptando aos mais diversos ambientes sem perder suas propriedades.

A tecnologia 3TC controla as três formas de transferência de calor (radiação, convecção e condução) vedando totalmente os ambientes, além de ser resistente à água ao mofo e ser isolante acústico.

Dessa forma, um só material é capaz de promover o conforto térmico e acústico com eficiência e facilidade de instalação.

Como o leitor pode escolher a melhor empresa para o serviço?

A melhor forma de desenvolver um projeto de conforto térmico e acústico de sucesso é contar com um parceiro de confiança. Inclusive, essa empresa deve ter boa reputação no mercado e se mostrar comprometida em entregar um serviço e produto de qualidade.

Veja abaixo algumas dicas de como escolher o melhor fornecedor.

Busque pela opinião de clientes antigos

As melhores pessoas para dar uma opinião confiável sobre o serviço prestado de qualquer empresa são os clientes. Hoje em dia com a facilidade da Internet, você pode consultar as redes sociais das empresas que está cotando com rapidez e agilidade.

Além da opinião dos clientes, você pode visitar o site da empresa e ver as obras antigas já realizadas, como elas foram desenvolvidas e se tiver alguma dúvida tente conversar com algum representante da empresa.

Uma pesquisa com o CNPJ do fornecedor também pode oferecer dados importantes sobre a estrutura financeira e legal da empresa, dando mais credibilidade e confiança antes de fechar negócio.

Pesquise as suas opções disponíveis

Se você está construindo do zero, o leque de opções é bem maior. Construir dá abertura para fazer um projeto bem pensado e analisando todos os itens que indicamos anteriormente.

Entretanto, nem sempre é possível construir e a fábrica já pode estar em funcionamento porém precisando de melhorias no isolamento acústico e térmico. Para esses casos é possível fazer adaptações no ambiente sem modificar a estrutura.

O principal critério nesse caso é a facilidade de aplicação do material, pois se a fábrica está funcionando o tempo é primordial, a instalação não pode de forma alguma atrapalhar o processo na linha de produção.

Faça pelo menos três orçamentos

Depois de pesquisar as empresas e a forma que o serviço será realizado, peça orçamentos para os fornecedores. Muitas pessoas acreditam que só o preço é importante acima de tudo. Contudo, ele deve ser tratado como um dos fatores a ser analisado e não como o único.

Algumas empresas fornecem sim soluções excelentes a um custo acessível, mas itens como prazo de entrega, por exemplo, também devem contar na hora da escolha de fornecedor.

A flexibilidade em entregar soluções mais completas também deve ser incluída nesse processo de avaliação. Se existe um produto que resolve dois problemas de uma vez, porque eu devo gastar mais tempo e recursos procurando soluções separadas?

Esse é o melhor exemplo do uso da tecnologia 3TC, ela é um material completo de isolamento térmico e acústico, versátil e de fácil instalação. É muito mais fácil fazer a instalação uma única vez do que procurar um isolante térmico e outro acústico separados. Primeiramente, consulte a 3TC Isolamento para conferir se o 3TC é a melhor indicação para seu projeto.

Questione os processos

Em primeiro lugar, o método produtivo do seu fornecedor impacta diretamente na qualidade do produto entregue. Verifique quais padrões de qualidade ele usa, como é feito o gerenciamento dos processos internos e afins.

A falta de respostas para estes questionamentos mostra um despreparo que pode impactar no prazo de entrega, por exemplo. A performance do fornecedor é refletida de acordo em seus produtos e como eles serão utilizados na sua fábrica. Logo é importante que eles sejam da mais alta qualidade.

A capacidade técnica da equipe e capacidade de produção são outros dois fatores a serem considerados e avaliados. Isso impacta justamente no produto final e na capacidade da empresa em lidar com grandes volumes de pedidos.

Portanto, diante de todos argumentos apresentados fica claro porque o conforto térmico e acústico deve ser priorizado na construção de uma indústria. Esta é uma forma de fornecer melhores condições de trabalho para a equipe produzir mais, e melhor. É importante trabalhar em locais com a menor interferência possível de ruídos e calor.

Contudo, existem muitos materiais que são usados com o objetivo de fornecer conforto térmico e acústico. É importante frisar que nem todos as tecnologias oferecidas são realmente eficientes. Por isso, é importante pesquisar sobre os materiais disponíveis no mercado, analisando preço e ficha técnica do material. Verifique também a qualificação dos fornecedores para usar a solução que melhor apresente custo-benefício para a sua empresa.

Portanto, se você deseja saber mais sobre o conforto térmico e acústico e como você pode levar soluções para o seu ambiente de trabalho entre em contato conosco. Nossa equipe está pronta para ajudar você!

A criação de animais inclui diversos fatores. É preciso se preocupar com aspectos como o espaço disponibilizado, o tipo de produção, a alimentação e assim por diante. Além desses pontos, entretanto, não dá para ignorar a necessária atenção ao ambiente. É nesse sentido em que surge o conforto térmico animal.

O conceito tem sido cada vez mais difundido e tem que ser aplicado do jeito certo para garantir o bem-estar dos animais. Com as técnicas adequadas, fica fácil obter os resultados necessários para uma criação segura e eficiente.

Para que não restem dúvidas, mostraremos qual é a importância do conforto térmico animal e quais são os pontos que exigem a sua atenção. Continue a leitura!

O que é conforto térmico animal?

O conforto térmico, de maneira geral, consiste em garantir as condições adequadas de temperatura para os seres em determinado ambiente. Ou seja, é necessário disponibilizar um espaço que não seja quente ou frio demais, de modo a não causar o que é conhecimento como estresse térmico.

Se para humanos essa questão já é importante, para animais é especialmente necessário. Em ambientes de produção animal, os bichos precisam estar dentro das condições corretas para a sua espécie e faixa de vida. Ao saber o que é conforto térmico animal, portanto, fica mais fácil entender o seu papel.

É importante notar que cada um tem uma exigência. Mamíferos normalmente conseguem regular a temperatura do organismo. No entanto, não significa que devam ser deixados em situações de frio ou calor extremo. No caso das aves, é ainda mais importante considerar essa questão.

Então, é fundamental executar ações que permitam que os animais estejam em condições realmente confortáveis durante toda a sua vida.

Qual a importância do conforto térmico para os animais?

Os animais também sentem desconfortos relacionados ao ambiente. A falta de um espaço correto para descansar, por exemplo, pode deixar uma espécie irritada. Já a escassez de limpeza compromete a saúde da maioria dos bichos.

No caso da temperatura, valores muito altos ou baixos atrapalham o funcionamento dos sistemas. Por isso, pensar nas medidas para controlar essa questão é muito vantajoso. A seguir, explicamos por que o conforto térmico animal é tão importante.

Manter a temperatura ideal

Para alcançar essa sensação de conforto, é preciso acompanhar o nível da temperatura em cada ambiente. Ou seja, isso significa fazer com que o espaço esteja com os valores adequados para cada animal.

Vale notar, inclusive, que esse é um processo individual, de acordo com cada espécie e estágio da vida. Aves, como os frangos de corte, podem necessitar de uma temperatura que varia de 32º C, após o nascimento, até 24º C, a partir da quarta semana. No entanto, os valores também podem mudar com a quantidade de animais por metro quadrado e até com a ventilação, de modo a não diminuir muito a sensação térmica.

O mesmo acontece com suínos, bovinos e outras espécies. Portanto, o conforto térmico animal é essencial para ter controle sobre a temperatura percebida pelo ser, o que garante um bom funcionamento do organismo de cada um deles.

Reduzir o estresse do animal

Quando elas não são adequadas, os bichos procuram meios de se “defender” das condições ambientais. O instinto faz com que eles busquem novas formas de regular a temperatura, em busca da sobrevivência.

Frangos em temperatura baixa, por exemplo, ficam aglomerados na tentativa de gerar calor. Porcos em ambientes muito quentes se tornam agitados e sofrem problemas de circulação.

O estresse térmico prejudica a saúde dos animais, bem como compromete diversas funções corporais. De forma prolongada, pode afetar todo o desempenho e o bem-estar. Evitar o quadro, portanto, é essencial para garantir o bom tratamento às espécies e para oferecer um cuidado humanizado na criação.

Preservar a oxigenação

A temperatura corporal está ligada à capacidade de diversos sistemas do organismo. Os órgãos dos animais funcionam de maneira diferente de acordo com cada situação, então é preciso ficar atento.

A oxigenação está ligada à capacidade de carregar os nutrientes para as células e fazer as trocas gasosas. No entanto, fora das condições ideais de temperatura, há problemas nesse processo.

Se o ambiente é muito quente, o animal pode sofrer com uma respiração mais rápida e uma oxigenação que não é suficiente. Já em temperaturas baixas, problemas respiratórios podem ocorrer. Portanto, podemos dizer que o conforto térmico animal também está ligado à preservação da oxigenação, de modo a otimizar o funcionamento do organismo.

Garantir a produtividade

A criação de animal, qualquer que seja, visa a obter produtividade. Animais de corte, por exemplo, devem alcançar pesos específicos para que atinjam os padrões esperados. Outros estão ligados a quanto produzem diretamente, como galinhas e ovos e vacas e leite.

De qualquer forma, a temperatura tem grande influência sobre o desenvolvimento e a atuação dos animais. Uma vaca com estresse térmico, por exemplo, não vai produzir tanto leite, o que afeta os resultados almejados. Frangos com frio não se desenvolvem como deveriam, o que também gera perdas.

As respostas fisiológicas incluem perda de massa, alterações na circulação, mudanças na alimentação, modificações no nível de atividade e assim por diante. Já com as condições ideais, os animais têm tudo o que é necessário para fortalecer a produção.

Aumentar a sustentabilidade

A sustentabilidade é uma preocupação cada vez mais latente na sociedade. As pessoas desejam ajudar o meio ambiente, bem como esperam que as marcas se engajem nesse sentido. Com isso, empresas de todos os setores devem se atentar a tal questão — inclusive as de produção animal.

Ao cuidar do controle da temperatura do ambiente onde ficam os animais, em primeiro lugar, há uma produção mais humana e adequada. Isso se encaixa com os preceitos de desenvolvimento sustentável e respeito à natureza.

Além do que, é um jeito de otimizar o consumo de diversos recursos, como ração, água, energia e assim por diante. Desse modo, a produção se torna sustentável e relevante.

Como reduzir o desconforto térmico?

O cuidado com a temperatura é o principal jeito de garantir que os animais não passem pelo estresse térmico. Para que o desconforto seja reduzido ao menor nível possível, portanto, essa preocupação deve ser colocada em prática por meio de diversas técnicas.

O uso dos recursos certos faz toda a diferença para ser bem-sucedido na empreitada, então é preciso ficar atento. Venha ver nossas sugestões sobre como reduzir o desconforto térmico e entenda quais são os pontos que merecem a sua atenção.

Manter os animais na sombra

A radiação é a maior vilã do calor e do aumento da temperatura. Os raios solares trazem o calor que cruza a atmosfera terrestre e impacta todo o espaço. Ou seja, tanto o solo quanto as construções são afetados pelo aquecimento. Se os animais ficarem em uma área de sol, a tendência é que a temperatura seja ainda maior.

Portanto, o ideal é que os animais sejam deixados em ambientes à sombra. No caso do gado criado solto, por exemplo, é preciso que o local tenha pontos de descanso sem sol direto. Na granja ou em áreas de criação de suínos, é fundamental que os animais não sejam afetados diretamente pelos raios solares.

Embora seja apenas a primeira ação recomendada nesse sentido, já é capaz de ajudar a garantir um ambiente mais salubre.

Fazer uso da ventilação natural

Não apenas a temperatura é importante, como também a questão da ventilação. Oferecer correntes adequadas de ar é indispensável quando o objetivo é diminuir o desconforto e evitar o estresse térmico.

Uma das maneiras de conseguir isso é por meio da ventilação natural. Um dos fatores determinantes é a altura do espaço, então um pé direito elevado torna o lugar mais arejado por causa da diferença de pressão, melhorando os resultados.

Também é viável pensar na ventilação cruzada. Nesse caso, é comum criar aberturas paralelas no imóvel onde ficam os animais, de modo a aproveitar o fluxo de passagem do ar. Assim, é possível diminuir a temperatura ambiente sem precisar gastar nada nesse sentido.

Utilizar nebulizadores e ventiladores

Ao mesmo tempo, não é interessante depender apenas da ventilação natural. Em certos períodos do ano, por exemplo, isso significa ter um baixo nível de umidade na atmosfera, o que também pode prejudicar os animais.

Então, é essencial pensar no uso de ventiladores. Há os condensadores e climatizadores — inclusive, os que auxiliam a trocar e renovar o ar.

Em relação à umidade do ambiente, a nebulização é essencial. Isso significa usar microaspersores, ou seja, equipamentos que ajudam a pulverizar pequenas gotículas de água. Elas evaporam antes que atinjam os animais, mas permitem umidificar e a diminuir a temperatura do ar.

Planejar a construção dos alojamentos

Como deu para ver, a maioria das soluções está relacionada ao ambiente de alojamento. Sem cuidar desse ponto é impossível garantir de forma completa a atenção necessária em relação ao controle de temperatura.

Portanto, é fundamental partir do cuidado com a construção dos alojamentos. Eles devem ser planejados de maneira integral para que apresentem as melhores condições e toda a capacidade de conforto.

Além de tudo, ter atenção nesse momento é determinante para otimizar o uso dos recursos. Basicamente, a melhoria ainda no planejamento evita a necessidade de gastos e consumos em excesso posteriormente, de modo a melhorar o desempenho nesse sentido.

Quais os cuidados envolvidos na construção dos alojamentos?

Como visto, a área construída onde ficam os animais é um dos fatores essenciais para o conforto térmico. Erguer um ambiente já com o pé direito alto ou com ventilação cruzada, por exemplo, diminui as exigências em relação ao uso de ventiladores de grande potência.

Mais que apenas pensar no tamanho ou na disposição, é fundamental considerar alguns outros aspectos. Na sequência, apresentaremos os pontos que exigem mais atenção e o que levar em conta para obter bons resultados.

Localização

Primeiramente, é preciso escolher uma localização adequada. A intenção é identificar um ponto que reúna as melhores características, de acordo com a necessidade de cada animal.

Se o local tiver um clima naturalmente muito quente, vale pensar em espaços com um pouco mais de sombra e que sejam arejados. No entanto, é preciso tomar cuidado para que ele não seja frio demais, por exemplo.

Em relação à umidade, convém evitar os chamados terrenos de baixa. Eles têm um grande nível de umidade — principalmente à noite. No inverno, não recebem tanta radiação e isso pode gerar o desconforto térmico e até a necessidade de aquecimento.

Outro ponto importante é que o local deve ter uma área suficiente para abrigar todos os animais e a estrutura necessária para dar conta de todos. Não adianta achar um lugar adequado se os animais ficarão aglomerados e desconfortáveis, por exemplo. Então, verifique se a instalação realmente se adapta ao ponto.

Disposição

Em relação à planta baixa, é muito importante pensar em toda a disposição do imóvel, de modo a facilitar e favorecer a utilização do espaço. É preciso avaliar a instalação de recursos para a ventilação natural cruzada, por exemplo. Então, devem-se planejar as janelas ou pontos de passagem de ar.

Também é necessário considerar onde ficarão elementos como berçários, comedouros, áreas de descanso e assim por diante. É natural que cada ambiente precise de um nível de climatização e controle, então isso deve ser considerado para o conforto térmico animal.

Além de tudo, não dá para desconsiderar a possibilidade de expansão. Se existe o planejamento de crescimento da produção animal, deve-se considerar esse aspecto no planejamento do espaço.

Telhado

Como visto, a radiação é uma das maiores vilãs quando o assunto é a temperatura. Em um alojamento, o telhado é um dos pontos que mais sofre com a incidência dos raios solares e, portanto, desse processo. Sem o cuidado adequado, ocorre a transferência de calor e o estresse térmico.

O melhor é escolher um material com bom índice de reflexão solar, em vez de um que absorva os raios. Também vale pensar em um projeto de isolamento térmico, que será tratado adiante.

Outros aspectos incluem, por exemplo, a inclinação. O ângulo ideal fica entre 20 e 30 graus e é interessante ter uma passagem para a saída do ar quente.

Em relação à altura, ele deve ser mais elevado para impedir a transferência excessiva de calor. Completar a estrutura com ventiladores e microaspersores é um jeito de dissipar parte do calor.

Laje e piso

Especialmente em alojamentos com mais de um andar, a laje é essencial. Além de dar sustentação, ela também evita a transferência de calor entre pontos, o que garante maior proteção e conforto térmico animal.

O melhor é construir uma versão com materiais que ajudem no isolamento térmico, como um concreto com características especiais. A segurança também está em jogo, então recomendamos ter atenção sobre essa questão.

Quanto ao piso, a escolha depende do animal e do seu comportamento. Por exemplo, os suínos passam até 19 horas deitados e, portanto, têm um grande contato com esse ponto. Se o piso for muito quente ou frio, há desconto térmico. Nesses casos, é possível optar pelos ripados ou maciços, de acordo com cada exigência.

Em todos os cenários, é preciso tomar cuidado com o nível de calor que o material consegue absorver. Ele deve ter a temperatura ótima, justamente para evitar a perda de produtividade. Além de tudo, o contrapiso tem que ser regular para prevenir que parte do revestimento cause algum tipo de dano ou escape de calor indesejável.

Manta térmica

Os vários tipos de isolamento térmico são excelentes soluções para garantir o conforto térmico animal. Eles protegem o ambiente das diferentes formas de transmissão de calor — condução, convecção e radiação — e ainda ajudam a economizar recursos.

A manta térmica é uma solução muito utilizada e que serve para impedir a passagem do calor de maneira indesejada. Ela pode ser aplicada tanto no telhado quanto nas paredes — e é daí que surge a necessidade de fazer um bom planejamento quanto ao espaço.

Mas se há tantos tipos, qual é a melhor opção? A seguir, mostramos as principais alternativas e as suas características!

Fibra

A versão de fibra pode ser feita com vários materiais, como a cerâmica. Nesse caso, formam-se fios aglomerados que ajudam a conter o calor, conforme a transferência ocorre de um ponto a outro.

Dependendo do tipo que é aplicado na fabricação, é um modelo que permite conter a condução ou a convecção. Essa alternativa, entretanto, não resiste muito bem à umidade e, em alguns casos, à temperatura elevada. Com isso, pode não ser a escolha ideal para garantir o conforto térmico animal.

Spray

A versão em spray consiste em um material que é pulverizado no local de interesse — normalmente o telhado. O mais comum é que ela seja feita de poliuretano, que funciona como um péssimo condutor térmico e, portanto, como um bom isolante.

A cor é clara para evitar a absorção dos raios solares, o que ajuda a conter parte do problema ligado à radiação. Paralelamente, exige uma aplicação muito profissional e que nem sempre atende aos interesses do alojamento. Como normalmente não é usado nas paredes do mesmo modo que no telhado, o problema da temperatura talvez permaneça.

Alumínio

A manta térmica de alumínio ou foil, como também é conhecida, tem o papel principal de ajudar a conter a radiação. Ela funciona como uma espécie de forro no telhado ou até entre as paredes.

Quando os raios solares batem na superfície espelhada, são refletidos e dissipados. Isso permite evitar a absorção de calor por radiação, o que diminui consideravelmente a temperatura do espaço interior.

Contudo, o produto pode não ser eficiente contra a condução, já que ela está associada ao contato. Como o alumínio não funciona como uma barreira para a transferência, o aquecimento se torna inevitável em muitos casos.

Espuma

A manta térmica de espuma é feita de poliuretano, na maioria das vezes. O material não permite a condução térmica e, com isso, evita que a temperatura seja transmitida do exterior para a parte de dentro.

Também pode se tratar de uma versão com espuma expansiva, que ajuda a preencher vários espaços e, portanto, impede a circulação do ar quente.

No entanto, é tóxica e não é ideal em altas temperaturas. Um princípio de incêndio, por exemplo, pode ganhar força rapidamente e comprometer a integridade dos animais.

Mista

Já a versão mista combina diversos materiais para chegar a um resultado mais completo. Uma opção exclusiva é a que aparece no estilo “sanduíche”, com camadas especiais para cada tipo de transferência de calor.

No revestimento externo, o material altamente reflexivo combate a radiação, que é a grande vilã. Como visto, os raios são refletidos e o calor é dissipado, o que já ajuda a diminuir boa parte do impacto.

No meio, há um preenchimento com poliestireno expandido, o qual impede a passagem do calor. Juntos, os dois componentes são essenciais para também combater a condução, o que favorece o controle de temperatura.

Além disso, a estrutura é feita para “vedar” o alojamento, o que impede a passagem de vapores. Desse jeito, é possível combater a convecção, o que gera um cuidado extra e possibilita o conforto térmico animal.

Um dos maiores benefícios de um material do tipo é que há uma proteção reforçada contra umidade e mofo, além de não ser tóxica e nem gerar problemas diante de temperaturas muito elevadas. Nesse caso, é uma solução robusta para garantir máximo controle no ambiente.

A instalação é simplificada e, com um bom planejamento, torna-se ainda mais fácil. Como resultado, é possível fazer com que os animais, de qualquer que seja a espécie, tenham tudo o que é necessário para que possam se desenvolver.

O ideal é escolher uma empresa capacitada, experiente e com uma solução que realmente cumpra esses pontos. Somente desse jeito é possível obter o melhor isolamento, dentre os disponíveis.

Como dissemos, o conforto térmico animal é indispensável para a produtividade, sustentabilidade e humanização. Nesse caso, o controle de temperatura é fundamental, o que exige medidas específicas. Além do bom planejamento, o uso de mantas térmicas garante o isolamento necessário para que o espaço seja muito bem aproveitado.

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A compra e instalação de um aparelho de ar condicionado já foi considerada artigo de luxo, um eletrodoméstico para poucos. Recentemente, com o aumento da temperatura global, e o calor absurdo que vem fazendo, cada vez mais pessoas incluem um ar condicionado como indispensável. Ainda mais para pessoas que vivem nas regiões mais quentes do país e empresas que precisam da instalação do mesmo para o controle da temperatura. O crescimento da utilização de aparelhos climatizadores causa um impacto no consumo de energia, e o impacto na conta de luz é tão certa quando o conforto térmico proporcionado por este eletrodoméstico: o mais pesquisado e almejado nas épocas de calor.  Investir em um aparelho de ar condicionado é uma decisão a ser tomada com muita cautela. Além do custo do aparelho, é preciso considerar alguns fatores, dentre eles:

  • o custo da instalação
  • custo de manutenção
  • potência adequada
  • consumo de energia elétrica

O fator consumo de energia elétrica talvez seja o mais custoso, pois o custo da energia só aumenta a cada ano. Por isso compilamos nesse post algumas informações importantes. Antes de comprar um ar condicionado, saiba quais as dúvidas mais comuns e as respostas para estes problemas. Veja abaixo as dúvidas mais frequentes de quem quer comprar um ar condicionado, e se informe para não cair em pegadinhas!

O que é um ar-condicionado?

O condicionamento do ar é um sistema que refrigera ou esquenta ambientes fechados, podendo até melhorar a qualidade do ar, umidade e circulação com a opção do controle da temperatura desejada para o ambiente.

O ar condicionado tem como principal objetivo deixar ambientes em temperaturas agradáveis criando uma sensação de conforto térmico. Hoje um aparelho de ar condicionado pode até possuir função de refrigeração, aquecimento, ventilação, umidificação, desumidificação, e até mesmo filtro que retêm bactérias, ácaros e vírus da “gripe suína”, o H1N1.

Como funciona um ar condicionado?

O princípio de funcionamento dos condicionadores de ar, nada mais é do que a troca de temperatura do ambiente, através da passagem de ar pela serpentina do evaporador que por contato sofre queda ou aumento de temperatura, dependendo do ciclo utilizado, baixando a umidade relativa do ar.

Quando alcançado a temperatura desejada se faz uma leitura através de um sensor (termostato) localizado no evaporador, que este, por sua vez, desliga o compressor, fazendo com que o equipamento mantenha a temperatura. Variações na temperatura estipulada aciona-se novamente o compressor que é responsável pela circulação do gás refrigerante dentro do sistema.

Quais as funções de um aparelho de ar condicionado?

Nem sempre todos os condicionadores de ar possuem as mesmas funções. Existem diversos tipos de sistemas, onde cada um possui uma tecnologia ou uma característica diferente, dentre estas estão:

  • refrigeração
  • aquecimento
  • desumidificação
  • umidificação
  • ventilação
  • filtragem
  • automação

Quais os modelos de aparelhos de ar condicionado?

Existem aparelhos indicados para uso industrial ou residencial, dependendo do tamanho do espaço, e das peculiaridades do ambiente. São elas: utilização de isolamento térmico, número de máquinas/eletrodomésticos, tamanho do ambiente, número de ocupantes. Estes são alguns dos fatores necessários para o cálculo de potência que falaremos a seguir.

A linha industrial são produtos que necessariamente precisam de um projeto e especificações. Precisam ser realizados por engenheiros capacitados, com sistema de distribuição central, afim de climatizar todo um ambiente. Alguns sistemas possuem controle por quarto ou compartimentação do local, e alguns possuem sistema inteligente. Esta linha é a mais indicada para shoppings, galpões climatizados, prédios comercias, obras de grande porte.

Na linha residencial você encontrará produtos da categoria janela, Split ou VRF. Estes são aparelhos que comportam e se adaptam na climatização de apenas um cômodo. Nestes casos o cálculo de potência é feito apenas para aquele local. Este tipo de ar condicionado é indicado para aqueles que querem climatizar uma sala de escritório, um quarto/cômodo em uma casa. Ou seja, para a utilização em ambientes pequenos.

Como escolher a potência do seu ar-condicionado?

Existem várias maneiras diferente de se calcular a potência correta de um aparelho de ar condicionado, e deve-se levar em conta diversos fatores, como número de ocupantes, tamanho do ambiente, número de aparelhos eletrônicos, utilização de isolantes térmicos. Caso queira calcular a potência, temos uma calculadora de BTUs para você comprar o tamanho adequado, sem gastar energia extra, nem ficar insatisfeito com o resultado, e também um post explicando o que significa BTU, e como ele influencia diretamente na compra do aparelho de ar condicionado.

Qual a diferença entre o condicionador de janela e ar Split?

O condicionador de janela são os aparelhos compactos, produtos com o corpo único, que pode ser instalado na parede ou na janela, hoje estes produtos estão com tecnologias que possibilitam um baixo consumo de energia. Em contrapartida, eles não são tão silenciosos quanto a linha Split. O evaporador e o condensador ficam juntos dentro do mesmo gabinete. Possui algumas restrições para instalação em determinados edifícios ou residências, como por exemplo, alteração da fachada.

Já o sistema Split é dividido em duas ou mais unidades. Uma unidade externa (condensadora) e uma ou mais unidade internas (evaporadora). A ideia deste produto é diminuir o nível do ruído do aparelho dentro do ambiente, pois o compressor, que é o item com maior nível de ruído, fica na unidade externa (condensadora). A união entre as unidades é feita através de uma tubulação frigorífica, utilizando cobre ou alumínio, revestidos de isolamento térmico. A unidade externa, ou condensadora, é destinada para a mudança do estado do gás para líquido, instalada externamente em local de fácil acesso com distância pré-definida pelo fabricante do equipamento. A unidade interna, ou evaporadora, é destinado ao resfriamento do ar no local a ser condicionado. Podem ser instaladas em paredes, piso, sob o forro, semi-embutida (CASSETE) no forro e embutidas no forro (DUTO).

Qual a capacidade (BTU/hora) ideal do aparelho de ar condicionado?

A potência do ar condicionado é medida através de BTU/hora, que significa, uma unidade de potência: BTU (British Thermal Unit = Unidade Térmica Britânica). Caso queira saber mais, fizemos um post dedicado a essa sigla, para você entender melhor.

Para escolher um ar-condicionado é preciso considerar o tamanho do ambiente, o seu isolamento, a sua exposição ao sol ou sombra, a quantidade de eletrônicos no ambiente e o número de pessoas que frequentarão o lugar. Outro dado importante para sua eficiência é o local onde está instalado. O ideal são paredes voltadas para o leste ou sul, onde a incidência solar não é tão forte. Caso não seja possível evitar raios solares, instale uma proteção para evitar a incidência diretamente no aparelho.

Como mencionado anteriormente, utilize nossa calculadora de BTU para ter uma estimativa precisa.

O que é tecnologia inverter?

Primeiramente você deve saber sobre a tecnologia Inverter é sua eficiência no consumo de energia. Essa tecnologia já existe há alguns anos para modelos de ar condicionado split, e o processo de economia é baseado no melhor aproveitamento da energia, sem picos e muitos desperdícios. Afinal, a energia mais barata é a que não se usa.

A tecnologia Inverter garante um aparelho econômico, durável e principalmente silencioso que refrigera o ambiente de forma constante ao controlar a velocidade do compressor. Por não ficar ligando e desligando como modelos comuns, ele acaba deteriorando menos o motor, reduzindo assim a emissão de ruídos.

Explicando melhor, a tecnologia faz com que o compressor fique sempre ativo. Desta forma não ocorrem picos de voltagem como acontece em aparelhos comuns. O nome da tecnologia, assim como com o 3TC Isolamento, indica o que acontece tecnicamente: ele inverte a frequência que controla a velocidade de compressão do ar.

Desta forma quanto menos calor precisar ser retirado do ambiente, menor será a velocidade do compressor, economizando energia. Para compreender melhor, essa tecnologia pode gerar até 60% de economia se comparada a um aparelho de mesma potência, num mesmo ambiente.

A tecnologia inverter está integrada na unidade exterior. Uma unidade inverter aumentará gradualmente a sua capacidade consoante à capacidade adequada a divisão que se pretende esfriar ou aquecer. Uma unidade não-inverter funcionará no máximo do seu poder todo o tempo, ou seja, há um consumo maior de energia.

Como e quando dar manutenção no seu aparelho de ar condicionado?

A manutenção de aparelhos de ar-condicionado é uma parte importante em garantir a durabilidade de seu aparelho e a qualidade do ar que respira.  A manutenção preventiva do ar-condicionado – prática que vai além da limpeza dos filtros feita a cada quinze dias, deve ser realizada no mínimo uma vez por ano. A manutenção irá prevenir panes, melhorar a qualidade do ar, aumentar a vida útil do aparelho e a eficiência também.

Alguns dos procedimentos de limpeza podem ser feitos pelo dono. Contudo alguns procedimentos são mais complexos, e é mais recomendado a contratação de um profissional. A limpeza dos filtros, já mencionada anteriormente, pode ser feita por você mesmo. Primeiramente, é importante conferir o manual do aparelho para saber como remover e recolocar as partes do ar-condicionado. Além disso, seguindo os passos abaixo é possível dar uma manutenção primária:

  • desligue o ar-condicionado e o retire da tomada;
  • retire o painel frontal do aparelho e o limpe com um pano umedecido;
  • retire também os filtros e os limpe com água morna e detergente ou passe o aspirador;
  • deixe o painel e os filtros secarem na sombra para só então recolocá-los no ar-condicionado.

Limpeza Completa

Para a limpeza completa, o aparelho é totalmente desmontado. Portanto recomenda-se contratar um técnico profissional e autorizado. Nessa manutenção, o aparelho é completamente higienizado com produtos específicos para sua limpeza, o que assim garante sua durabilidade. Vale apontar que a manutenção deve ser feita anualmente para ambientes com pouco uso. Em escritórios e outros ambientes que utilizem o aparelho com frequência, a recomendação é que se faça a manutenção de 6 em 6 meses. Acima de tudo essa manutenção irá promover um ar limpo e climatizado para o ambiente em questão.

 

*Esta publicação foi realizada com a consultoria do Engenheiro João Vítor Mosqueira Moura – CREA-MG 208551/D

Na hora de comprar um aparelho de ar condicionado, sempre nos deparamos com a unidade de medida conhecida como BTU. É muito importante saber o que ela significa antes de investir em um equipamento desse. Climatizadores consomem muita energia, e demandam manutenção, então todo cuidado é bem vindo.

Para escolher o ar-condicionado mais adequado às suas necessidades é necessário calcular os BTUs, pois eles indicam a área que aquele aparelho tem capacidade de refrigerar. Além disso, é importante saber quanto de energia o aparelho vai gastar, antes de comprá-lo.

O ambiente de intalação do climatizador é crucial na hora de calcular o BTU

E como saber a potência ideal para escolher o melhor ar? A gente te mostra a seguir:

1 – O que significa BTU?

BTU é a sigla para British Thermal Unit que significa Unidade Térmica Britânica. O BTU define qual a potência ideal de refrigeração ar condicionado para aquele cômodo. Em outras palavras, tecnicamente falando, para cada meio litro de água é necessário 1 BTU para reduzir a temperatura em 0,56 ºC.

A partir do cálculo dos BTU’s, é possível determinar a potência ideal e escolher o melhor modelo de ar. Aparelhos abaixo da potência indicada podem trazer problemas para o equipamento, como desgaste excessivo das peças, reduzindo sua vida útil e gerando maior gasto de energia porque o ele precisará trabalhar mais para refrigerar o local. Se a potência do ar-condicionado for maior do que o necessário, os gastos de energia também aumentarão.

2 – O que considerar na hora de investir em um climatizador?

Em resumo, detalhes como tamanho do cômodo, exposição ao sol, região do imóvel interferem diretamente na capacidade do ar condicionado. A quantidade de pessoas e de aparelhos eletrônicos – TV’s, computadores, também são considerados ao fazer o cálculo de BTU’s.

Se ambiente a ser climatizado tem outras características como pé direito alto, metragem grande, muitas pessoas ou várias divisões, é recomendado a avaliação de um profissional. Na visita ao local, o técnico irá incluir outras variantes no cálculo.

Se o cômodo ficar diretamente exposto ao sol ou fica em uma região mais quente do país, como o Nordeste, por exemplo, mais BTU’s devem ser adicionados e a potência do ar condicionado deverá ser maior. Por isso a importância de considerar todas as condições antes de adquirir seu aparelho.

3 – Como calcular a potência BTU correta para meu ambiente?

Primeiramente, não siga as tabelinhas já prontas relacionadas à apenas a metragem quadrada do espaço. Sendo assim, se você precisa fazer esse cálculo, a gente facilita sua vida. Usando a nossa calculadora você já tem o consumo de energia de acordo com os fatores necessários. Ou seja: número de pessoas, a quantidade de aparelhos e o tamanho do ambiente. Na nossa calculados indicamos também a diferença de potência e consumo se você instalar o 3TC. O 3TC é um produto isolante térmico que controla as três formas de transferência de calor, que garante eficiencia energética do seu climatizador.

Por exemplo: em um quarto de 20m² para um casal, com uma TV e um notebook, você tem um total 14800 BTU’s. Instalando o 3TC, esse número vai para 9620 BTU’s. Isto representa uma diminuição de 35%. O dimensionamento de BTU’s com nosso isolante térmico pode chegar a uma redução de até 40%.

Com essas informações você você vai conseguir escolher o melhor ar condicionado ou climatizador de acordo com a sua necessidade. Desta forma evitará desperdício financeiro e alcançará o máximo de eficiência energética.

Aproveite para consultar nosso FAQ e tirar todas as dúvidas sobre o nosso produto.

Definir o que é conforto térmico é uma tarefa árdua, apesar de todos sabermos quando nos sentimos confortáveis. Na Arquitetura e no design muito se pensa na hora de escolher como dispor o ambiente, e isso pode ajudar muito. Sabemos que uma hora ou outra a gente sente calor ou frio. Seja em nossa casa, apartamento, galpão, não importa. Se você está com calor este post pode te ajudar a entender melhor o por que.

 

O que é conforto térmico?

Primeiramente, estar confortável, seja em casa, no trabalho ou em momentos de lazer, é essencial para garantir o bem-estar e a produtividade. Sabe aquele momento em que você está satisfeito com a temperatura ambiente? Ele é chamado de conforto térmico. Mas isso depende da combinação de diversos fatores, que vão desde o controle da temperatura corporal até o isolamento térmico dos espaços. Pode-se atuar diretamente na questão do conforto térmico de diversas formas. Por isso fizemos este post mais completo sobre o assunto.

Norma da ABNT

A preocupação com o conforto térmico começou a ser considerada pela construção civil no Brasil a partir de 2005. Nesta época entrou em vigor a norma NBR 15220: Desempenho térmico de edificações da Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT). Ela estabelece métodos para calcular as propriedades e o desempenho térmico dos imóveis. Em 2013, foi acrescentada uma nova norma, a ABNT NBR 15575, que estabelece requisitos mínimos para conforto térmico em casas e apartamentos.

De acordo com a ABNT, o ideal para um imóvel é que ele seja mais ameno durante o verão e isole o frio no inverno. Os valores máximos diários da temperatura do ar interior de espaços de permanência prolongada, por exemplo, devem ser sempre menores ou iguais ao da temperatura do ar exterior para o dia típico de verão.

Na norma é possível encontrar o mapeamento do Brasil em oito zonas relativamente homogêneas quanto ao clima. Para cada zona, formulou-se um conjunto de recomendações técnico-construtivas, objetivando otimizar o desempenho térmico das edificações. Esses dados também estão disponíveis para 330 cidades, cujos climas foram classificados.

Conforto térmico humano

O conforto térmico humano é obtido quando a pessoa necessita de consumir a menor quantidade de energia para se adaptar ao ambiente. Isso se dá através de trocas térmicas que dependem do metabolismo de cada um. Outros fatores são:

  • Tipo de roupa usada.
  • umidade relativa do ar.
  • temperatura do ambientes.
  • Ventilação.
  • Luminosidade.

A temperatura média do corpo humano varia de 36º a 37º e geralmente mantém-se constante. Mesmo que o nosso corpo se adapte às variadas temperaturas, isso nem sempre acontece de forma confortável. O desconforto é gerado quando há uma grande diferença de temperatura. Isso se deve pelo fato do nosso corpo buscar a manutenção da temperatura ideal. A sobrecarga no organismo seja para

Temperatura ideal

Como conforto é uma uma sensação variável, o ideal é que a temperatura ambiente seja agradável sem precisar de ar condicionado ou de aquecedores. As condições climáticas nem sempre são previsíveis, mas é possível reduzir bem a oscilação da temperatura em um ambiente fechado quando isso já é levado em conta no seu projeto.

Para alcançar esse equilíbrio, devem ser consideradas localização, incidência do sol, ventilação, materiais utilizados, espessura de paredes e até a cor da pintura. Tanto na construção ou na reforma, a utilização de um isolante térmico pode ser a melhor escolha para garantir a temperatura ideal.

Isolamento térmico

Quando pensamos em ambientes confortáveis, mecanismos termorreguladores artificiais estão em primeiro lugar. Os edifícios, geralmente, garantem a refrigeração ou aquecimento dos ambientes através dos climatizadores. Ao considerar fatores como eficiência, economia e maior conforto, a aplicação de um isolante térmico é muito melhor para esse fim. Dessa forma, escolher o material adequado e sua correta instalação são essenciais para obter o melhor desempenho e proporcionar conforto térmico.

Isolantes fibrosos, como lã de vidro e lã de rocha, e as espumas expansivas como o Poliuretano podem ser uma solução. De toda forma, funcionam bem em espessuras maiores. Isso se deve pois controlam apenas a condução, que corresponde somente a 10% da transferência de calor em construções. Já o 3TC consegue controlar as três formas de transferência de calor, condução, convecção e radiação, propiciando o conforto térmico tão almejado.

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Na hora de projetar um prédio, galpão ou uma casa, muitos fatores devem ser levados em consideração. Sabe-se que em zonas climáticas como a do Brasil a preocupação com o calor é cada vez maior. Isso por conta de normas técnicas como a ABNT 15575 e também do desconforto térmico de um país cada vez mais quente. Uma das questões sobre isso, que até parece detalhe, mas tem muitos impactos na temperatura, são as pontes térmicas. Como já abordamos em outro post, os ambientes sofre com a troca de calor por 3 mecanismos, desde a fachada até a parte interma do edifício. Estes mecanismos são a convecção, condução e a radiação. Vale lembrar que o fluxo de energia vai sempre do sistema de maior temperatura para o de menor temperatura. Ou seja, o calor sempre persegue o frio.

Uma das preocupações dos arquitetos ao projetarem edifícios é como resolver os problemas térmicos da envoltória do edifício: cobertura, fachada e embasamento. Para que esse sistema seja eficiente e econômico, é preciso entender o que são pontes térmicas para conseguir evitá-las. Lembrando que existem soluções no âmbito do projeto que podem ajudar bastante a amenizar o problema. Algumas formas de amenizar este problema envolve:

  • a circulação de ar
  • o tamanho e a dimensão dos espaços
  • materiais utilizados na construção
  • Zona Bioclimática
  • Direcionamento das janelas
  • Isolamento Térmico

Apenas abordando todos esses aspectos que se pode ter uma construção 100% eficiente e sem pontes térmicas. Vamos entender por que?

O que é ponte térmica?

Pontes térmicas são lacunas ou faixas em uma edificação aonde não existe isolamento térmico, ou ele não está sendo efetivo. Esse problema ocorre justamente por conta da característica da transferência de calor ser do mais quente para o mais frio. Sempre que há alguma lacuna no isolamento térmico, as pontes térmicas servirão para atrapalhar o conforto térmico. Em zonas quentes como boa parte do Brasil, o ambiente acaba por esquentar mais do que deveria. Ao passo que em ambientes frios, o calor interno será perdido para o externo.

É importante frisar que as pontes térmicas possuem impacto não só no conforto térmico, mas também no consumo de energia elétrica.

Principais  das pontes térmicas efeitos nas construções

Um dos efeitos é o aumento do gasto de energia para controle da temperatura dos ambientes, já que as pontes térmicas são o principal fator na transferência de calor. Outro efeito é o desconforto dos usuários no contato com superfícies frias, além de serem mais propensas à formação de bolor pelo efeito da condensação de vapor de água. Por isso a necessidade de evitá-las e proporcionar conforto térmico.

Como utilizar o 3TC Isolamento para evitar esse problema

A técnica construtiva mais eficaz nesse caso é o uso do 3TC no lado de fora das paredes externas. Ele possui barreira impermeável, além de conseguir eficiência em isolamento com espessuras mais finas.

Além do cuidado com o isolamento das empenas do edifício, uma atenção especial deve ser dada ao isolamento das saliências da fachada, como no caso das sacadas e pilares. Para resolver esse problema, a melhor solução também é o 3TC, que reduz drasticamente a perda de calor pela superfície de concreto exposta, à medida que criam uma barreira térmica e de vapor.

Além das pontes térmicas, há vários fatores que propiciam a transferência do calor em uma construção. Aqui você confere os três vilões do isolamento térmico e como evitá-los.