Devido ao maior interesse das pessoas em conservar o meio ambiente, tornou-se uma tendência — além de ser uma necessidade — fazer com que a atividade da construção civil possa ser mais sustentável. Para isso, começou-se a utilizar nos processos construtivos diversos materiais que, normalmente, seriam descartados. Entre eles destacam-se os contêineres marítimos.

Com elevada vida útil, esse material, que é excluído após ser usado por quase uma década como compartimento de transporte, proporciona economia e velocidade de execução a uma obra. Por isso, não é por acaso que a construção em contêiner tem se tornado cada vez mais comum. Entretanto, existem alguns pontos que precisam ser considerados antes de utilizá-lo na construção.

Ao continuar a leitura deste artigo, você vai descobrir as vantagens e desvantagens de utilizar o contêiner na construção civil.

Quais são as vantagens da construção em contêiner?

Sustentabilidade

Uma das principais vantagens da construção em contêiner é a sustentabilidade. Afinal, além de reutilizar um material que seria descartado, durante a execução processo construtivo reduz-se o uso de alguns recursos naturais, como tijolo, areia, brita e aço, os quais são utilizados no tradicional método do concreto armado com fechamento em alvenaria.

Outro ponto importante é a possibilidade de manter a permeabilidade em até 90% do solo, já que o contêiner não necessita de uma grande área. Com isso, é possível manter intacta parte da geografia do terreno.

Praticidade e versatilidade

O uso de contêineres na construção civil é uma ótima solução para quem deseja uma obra ágil e com o mínimo de produção de resíduos. Por se tratar de um processo construtivo modular, é possível que a estrutura da edificação chegue completamente pronta até o terreno, bastando apenas realizar a sua instalação.

Após a conclusão da obra, caso seja preciso expandir a área construída, basta acoplar aos contêineres existentes outros módulos, os quais podem ser entregues prontos.

Baixo custo

Por se tratar de um material reutilizado, quando a obra é bem planejada e administrada é possível que o metro de área construída seja até 40% mais barato que o método tradicional de alvenaria. Além disso, pelo fato de a construção em contêiner ser um processo construtivo modular, o tempo da empreitada é menor, o que garante maior economia na mão de obra.

Aproveitamento do terreno

Os contêineres são projetados para suportar uma elevada carga, pois normalmente ocorre o empilhamento das unidades durante o seu armazenamento ou transporte. Dessa forma, é possível criar uma coluna de até nove peças, o que proporciona melhor aproveitamento do terreno.

Durabilidade

Apesar de o contêiner ter vida útil de apenas 10 anos como compartimento de transporte marítimo, em terra firme esse material pode ser utilizado por quase um século. Por ser construído em uma estrutura de aço, ele suporta grandes cargas e resiste a diversas intempéries.

Quais são as desvantagens?

Necessita de terreno amplo

Apesar de o contêiner utilizar pequena área do lote, é preciso que esse terreno tenha um espaço que permita a manobra das máquinas que farão a instalação dos módulos. Logo, não é recomendado o uso desse material em pequenos espaços e que apresentam difícil acesso.

Espaço

Por se tratar da reutilização de um compartimento de transporte, os contêineres apresentam um espaço pequeno e limitado, o qual não proporciona o conforto necessário para determinados usos. Além disso, essa área reduzida dificulta a elaboração do projeto e a distribuição dos módulos usados.

Uso de mão de obra especializada

Pelo fato de ser um processo construtivo modular, é preciso que haja mão de obra especializada na produção e instalação das unidades. Caso contrário, além de ter uma construção de baixa qualidade, é possível cometer erros que comprometam a estrutura da caixa, o que acarretará novos custos.

Por exemplo, é necessário que a edificação seja projetada por alguém que conheça as limitações do material. Além disso, se o corte das esquadrias for feito de forma errada, deve-se fazer um reforço no contêiner.

Manutenção

Por se tratar de um material que passava parte considerável do tempo em contato com a maresia, é preciso ficar atento quanto a sua manutenção. Como é comum o contêiner ser adquirido com ferrugem, será preciso fazer um tratamento adequado para combater esse problema.

Além disso, é fundamental saber qual era a carga que esse compartimento transportava, pois existe o risco de contaminação devido à existência de algum vestígio.

Conforto térmico e acústico

Uma das principais desvantagens de utilizar a construção em contêiner é o seu baixo isolamento acústico e térmico. Afinal, dependendo da carga a ser transportada, não há necessidade de que esse compartimento apresente essas características. Assim, para ser usado como edificação, é preciso fazer adaptações, uma vez que o aço é péssimo isolante de sons e ótimo condutor de calor.

O que se deve saber para usar contêiner na construção civil?

Para garantir a sustentabilidade de uma construção em contêiner, é preciso que haja a reutilização do material. Caso o proprietário adquira um compartimento novo, a edificação provocará o mesmo impacto que aquela que utiliza o processo construtivo tradicional. Caso haja reaproveitamento do material, é preciso tomar alguns cuidados para evitar o surgimento de patologias na edificação e a contaminação dos usuários.

Para poder reaproveitar um contêiner, o primeiro passo é analisar a documentação desse compartimento. Para isso, é preciso verificar se essa unidade pode ser usada para outros fins além do transporte de carga. Também é recomendado descobrir qual tipo de material foi transportado por essa caixa, já que existe a possibilidade de haver contaminações. Outro ponto a ser considerado é a estrutura, pois não deve existir nenhuma avaria que a comprometa.

Finalmente, por se tratar de uma edificação, é fundamental que haja projeto. Dessa forma, será possível identificar quais soluções deverão ser usadas para melhorar o uso da construção e para proporcionar mais conforto térmico e acústico. Não se pode esquecer dos projetos complementares, pois é preciso saber a forma mais eficiente de fazer as instalações hidrossanitárias e elétricas desse edifício.

Como é possível perceber, apesar de existirem algumas desvantagens, a construção em contêiner é uma ótima alternativa para quem deseja construir com velocidade, economia e sustentabilidade. Contudo, é preciso tomar alguns cuidados para que essa alternativa construtiva traga os benefícios desejados.

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A criação de animais inclui diversos fatores. É preciso se preocupar com aspectos como o espaço disponibilizado, o tipo de produção, a alimentação e assim por diante. Além desses pontos, entretanto, não dá para ignorar a necessária atenção ao ambiente. É nesse sentido em que surge o conforto térmico animal.

O conceito tem sido cada vez mais difundido e tem que ser aplicado do jeito certo para garantir o bem-estar dos animais. Com as técnicas adequadas, fica fácil obter os resultados necessários para uma criação segura e eficiente.

Para que não restem dúvidas, mostraremos qual é a importância do conforto térmico animal e quais são os pontos que exigem a sua atenção. Continue a leitura!

O que é conforto térmico animal?

O conforto térmico, de maneira geral, consiste em garantir as condições adequadas de temperatura para os seres em determinado ambiente. Ou seja, é necessário disponibilizar um espaço que não seja quente ou frio demais, de modo a não causar o que é conhecimento como estresse térmico.

Se para humanos essa questão já é importante, para animais é especialmente necessário. Em ambientes de produção animal, os bichos precisam estar dentro das condições corretas para a sua espécie e faixa de vida. Ao saber o que é conforto térmico animal, portanto, fica mais fácil entender o seu papel.

É importante notar que cada um tem uma exigência. Mamíferos normalmente conseguem regular a temperatura do organismo. No entanto, não significa que devam ser deixados em situações de frio ou calor extremo. No caso das aves, é ainda mais importante considerar essa questão.

Então, é fundamental executar ações que permitam que os animais estejam em condições realmente confortáveis durante toda a sua vida.

Qual a importância do conforto térmico para os animais?

Os animais também sentem desconfortos relacionados ao ambiente. A falta de um espaço correto para descansar, por exemplo, pode deixar uma espécie irritada. Já a escassez de limpeza compromete a saúde da maioria dos bichos.

No caso da temperatura, valores muito altos ou baixos atrapalham o funcionamento dos sistemas. Por isso, pensar nas medidas para controlar essa questão é muito vantajoso. A seguir, explicamos por que o conforto térmico animal é tão importante.

Manter a temperatura ideal

Para alcançar essa sensação de conforto, é preciso acompanhar o nível da temperatura em cada ambiente. Ou seja, isso significa fazer com que o espaço esteja com os valores adequados para cada animal.

Vale notar, inclusive, que esse é um processo individual, de acordo com cada espécie e estágio da vida. Aves, como os frangos de corte, podem necessitar de uma temperatura que varia de 32º C, após o nascimento, até 24º C, a partir da quarta semana. No entanto, os valores também podem mudar com a quantidade de animais por metro quadrado e até com a ventilação, de modo a não diminuir muito a sensação térmica.

O mesmo acontece com suínos, bovinos e outras espécies. Portanto, o conforto térmico animal é essencial para ter controle sobre a temperatura percebida pelo ser, o que garante um bom funcionamento do organismo de cada um deles.

Reduzir o estresse do animal

Quando elas não são adequadas, os bichos procuram meios de se “defender” das condições ambientais. O instinto faz com que eles busquem novas formas de regular a temperatura, em busca da sobrevivência.

Frangos em temperatura baixa, por exemplo, ficam aglomerados na tentativa de gerar calor. Porcos em ambientes muito quentes se tornam agitados e sofrem problemas de circulação.

O estresse térmico prejudica a saúde dos animais, bem como compromete diversas funções corporais. De forma prolongada, pode afetar todo o desempenho e o bem-estar. Evitar o quadro, portanto, é essencial para garantir o bom tratamento às espécies e para oferecer um cuidado humanizado na criação.

Preservar a oxigenação

A temperatura corporal está ligada à capacidade de diversos sistemas do organismo. Os órgãos dos animais funcionam de maneira diferente de acordo com cada situação, então é preciso ficar atento.

A oxigenação está ligada à capacidade de carregar os nutrientes para as células e fazer as trocas gasosas. No entanto, fora das condições ideais de temperatura, há problemas nesse processo.

Se o ambiente é muito quente, o animal pode sofrer com uma respiração mais rápida e uma oxigenação que não é suficiente. Já em temperaturas baixas, problemas respiratórios podem ocorrer. Portanto, podemos dizer que o conforto térmico animal também está ligado à preservação da oxigenação, de modo a otimizar o funcionamento do organismo.

Garantir a produtividade

A criação de animal, qualquer que seja, visa a obter produtividade. Animais de corte, por exemplo, devem alcançar pesos específicos para que atinjam os padrões esperados. Outros estão ligados a quanto produzem diretamente, como galinhas e ovos e vacas e leite.

De qualquer forma, a temperatura tem grande influência sobre o desenvolvimento e a atuação dos animais. Uma vaca com estresse térmico, por exemplo, não vai produzir tanto leite, o que afeta os resultados almejados. Frangos com frio não se desenvolvem como deveriam, o que também gera perdas.

As respostas fisiológicas incluem perda de massa, alterações na circulação, mudanças na alimentação, modificações no nível de atividade e assim por diante. Já com as condições ideais, os animais têm tudo o que é necessário para fortalecer a produção.

Aumentar a sustentabilidade

A sustentabilidade é uma preocupação cada vez mais latente na sociedade. As pessoas desejam ajudar o meio ambiente, bem como esperam que as marcas se engajem nesse sentido. Com isso, empresas de todos os setores devem se atentar a tal questão — inclusive as de produção animal.

Ao cuidar do controle da temperatura do ambiente onde ficam os animais, em primeiro lugar, há uma produção mais humana e adequada. Isso se encaixa com os preceitos de desenvolvimento sustentável e respeito à natureza.

Além do que, é um jeito de otimizar o consumo de diversos recursos, como ração, água, energia e assim por diante. Desse modo, a produção se torna sustentável e relevante.

Como reduzir o desconforto térmico?

O cuidado com a temperatura é o principal jeito de garantir que os animais não passem pelo estresse térmico. Para que o desconforto seja reduzido ao menor nível possível, portanto, essa preocupação deve ser colocada em prática por meio de diversas técnicas.

O uso dos recursos certos faz toda a diferença para ser bem-sucedido na empreitada, então é preciso ficar atento. Venha ver nossas sugestões sobre como reduzir o desconforto térmico e entenda quais são os pontos que merecem a sua atenção.

Manter os animais na sombra

A radiação é a maior vilã do calor e do aumento da temperatura. Os raios solares trazem o calor que cruza a atmosfera terrestre e impacta todo o espaço. Ou seja, tanto o solo quanto as construções são afetados pelo aquecimento. Se os animais ficarem em uma área de sol, a tendência é que a temperatura seja ainda maior.

Portanto, o ideal é que os animais sejam deixados em ambientes à sombra. No caso do gado criado solto, por exemplo, é preciso que o local tenha pontos de descanso sem sol direto. Na granja ou em áreas de criação de suínos, é fundamental que os animais não sejam afetados diretamente pelos raios solares.

Embora seja apenas a primeira ação recomendada nesse sentido, já é capaz de ajudar a garantir um ambiente mais salubre.

Fazer uso da ventilação natural

Não apenas a temperatura é importante, como também a questão da ventilação. Oferecer correntes adequadas de ar é indispensável quando o objetivo é diminuir o desconforto e evitar o estresse térmico.

Uma das maneiras de conseguir isso é por meio da ventilação natural. Um dos fatores determinantes é a altura do espaço, então um pé direito elevado torna o lugar mais arejado por causa da diferença de pressão, melhorando os resultados.

Também é viável pensar na ventilação cruzada. Nesse caso, é comum criar aberturas paralelas no imóvel onde ficam os animais, de modo a aproveitar o fluxo de passagem do ar. Assim, é possível diminuir a temperatura ambiente sem precisar gastar nada nesse sentido.

Utilizar nebulizadores e ventiladores

Ao mesmo tempo, não é interessante depender apenas da ventilação natural. Em certos períodos do ano, por exemplo, isso significa ter um baixo nível de umidade na atmosfera, o que também pode prejudicar os animais.

Então, é essencial pensar no uso de ventiladores. Há os condensadores e climatizadores — inclusive, os que auxiliam a trocar e renovar o ar.

Em relação à umidade do ambiente, a nebulização é essencial. Isso significa usar microaspersores, ou seja, equipamentos que ajudam a pulverizar pequenas gotículas de água. Elas evaporam antes que atinjam os animais, mas permitem umidificar e a diminuir a temperatura do ar.

Planejar a construção dos alojamentos

Como deu para ver, a maioria das soluções está relacionada ao ambiente de alojamento. Sem cuidar desse ponto é impossível garantir de forma completa a atenção necessária em relação ao controle de temperatura.

Portanto, é fundamental partir do cuidado com a construção dos alojamentos. Eles devem ser planejados de maneira integral para que apresentem as melhores condições e toda a capacidade de conforto.

Além de tudo, ter atenção nesse momento é determinante para otimizar o uso dos recursos. Basicamente, a melhoria ainda no planejamento evita a necessidade de gastos e consumos em excesso posteriormente, de modo a melhorar o desempenho nesse sentido.

Quais os cuidados envolvidos na construção dos alojamentos?

Como visto, a área construída onde ficam os animais é um dos fatores essenciais para o conforto térmico. Erguer um ambiente já com o pé direito alto ou com ventilação cruzada, por exemplo, diminui as exigências em relação ao uso de ventiladores de grande potência.

Mais que apenas pensar no tamanho ou na disposição, é fundamental considerar alguns outros aspectos. Na sequência, apresentaremos os pontos que exigem mais atenção e o que levar em conta para obter bons resultados.

Localização

Primeiramente, é preciso escolher uma localização adequada. A intenção é identificar um ponto que reúna as melhores características, de acordo com a necessidade de cada animal.

Se o local tiver um clima naturalmente muito quente, vale pensar em espaços com um pouco mais de sombra e que sejam arejados. No entanto, é preciso tomar cuidado para que ele não seja frio demais, por exemplo.

Em relação à umidade, convém evitar os chamados terrenos de baixa. Eles têm um grande nível de umidade — principalmente à noite. No inverno, não recebem tanta radiação e isso pode gerar o desconforto térmico e até a necessidade de aquecimento.

Outro ponto importante é que o local deve ter uma área suficiente para abrigar todos os animais e a estrutura necessária para dar conta de todos. Não adianta achar um lugar adequado se os animais ficarão aglomerados e desconfortáveis, por exemplo. Então, verifique se a instalação realmente se adapta ao ponto.

Disposição

Em relação à planta baixa, é muito importante pensar em toda a disposição do imóvel, de modo a facilitar e favorecer a utilização do espaço. É preciso avaliar a instalação de recursos para a ventilação natural cruzada, por exemplo. Então, devem-se planejar as janelas ou pontos de passagem de ar.

Também é necessário considerar onde ficarão elementos como berçários, comedouros, áreas de descanso e assim por diante. É natural que cada ambiente precise de um nível de climatização e controle, então isso deve ser considerado para o conforto térmico animal.

Além de tudo, não dá para desconsiderar a possibilidade de expansão. Se existe o planejamento de crescimento da produção animal, deve-se considerar esse aspecto no planejamento do espaço.

Telhado

Como visto, a radiação é uma das maiores vilãs quando o assunto é a temperatura. Em um alojamento, o telhado é um dos pontos que mais sofre com a incidência dos raios solares e, portanto, desse processo. Sem o cuidado adequado, ocorre a transferência de calor e o estresse térmico.

O melhor é escolher um material com bom índice de reflexão solar, em vez de um que absorva os raios. Também vale pensar em um projeto de isolamento térmico, que será tratado adiante.

Outros aspectos incluem, por exemplo, a inclinação. O ângulo ideal fica entre 20 e 30 graus e é interessante ter uma passagem para a saída do ar quente.

Em relação à altura, ele deve ser mais elevado para impedir a transferência excessiva de calor. Completar a estrutura com ventiladores e microaspersores é um jeito de dissipar parte do calor.

Laje e piso

Especialmente em alojamentos com mais de um andar, a laje é essencial. Além de dar sustentação, ela também evita a transferência de calor entre pontos, o que garante maior proteção e conforto térmico animal.

O melhor é construir uma versão com materiais que ajudem no isolamento térmico, como um concreto com características especiais. A segurança também está em jogo, então recomendamos ter atenção sobre essa questão.

Quanto ao piso, a escolha depende do animal e do seu comportamento. Por exemplo, os suínos passam até 19 horas deitados e, portanto, têm um grande contato com esse ponto. Se o piso for muito quente ou frio, há desconto térmico. Nesses casos, é possível optar pelos ripados ou maciços, de acordo com cada exigência.

Em todos os cenários, é preciso tomar cuidado com o nível de calor que o material consegue absorver. Ele deve ter a temperatura ótima, justamente para evitar a perda de produtividade. Além de tudo, o contrapiso tem que ser regular para prevenir que parte do revestimento cause algum tipo de dano ou escape de calor indesejável.

Manta térmica

Os vários tipos de isolamento térmico são excelentes soluções para garantir o conforto térmico animal. Eles protegem o ambiente das diferentes formas de transmissão de calor — condução, convecção e radiação — e ainda ajudam a economizar recursos.

A manta térmica é uma solução muito utilizada e que serve para impedir a passagem do calor de maneira indesejada. Ela pode ser aplicada tanto no telhado quanto nas paredes — e é daí que surge a necessidade de fazer um bom planejamento quanto ao espaço.

Mas se há tantos tipos, qual é a melhor opção? A seguir, mostramos as principais alternativas e as suas características!

Fibra

A versão de fibra pode ser feita com vários materiais, como a cerâmica. Nesse caso, formam-se fios aglomerados que ajudam a conter o calor, conforme a transferência ocorre de um ponto a outro.

Dependendo do tipo que é aplicado na fabricação, é um modelo que permite conter a condução ou a convecção. Essa alternativa, entretanto, não resiste muito bem à umidade e, em alguns casos, à temperatura elevada. Com isso, pode não ser a escolha ideal para garantir o conforto térmico animal.

Spray

A versão em spray consiste em um material que é pulverizado no local de interesse — normalmente o telhado. O mais comum é que ela seja feita de poliuretano, que funciona como um péssimo condutor térmico e, portanto, como um bom isolante.

A cor é clara para evitar a absorção dos raios solares, o que ajuda a conter parte do problema ligado à radiação. Paralelamente, exige uma aplicação muito profissional e que nem sempre atende aos interesses do alojamento. Como normalmente não é usado nas paredes do mesmo modo que no telhado, o problema da temperatura talvez permaneça.

Alumínio

A manta térmica de alumínio ou foil, como também é conhecida, tem o papel principal de ajudar a conter a radiação. Ela funciona como uma espécie de forro no telhado ou até entre as paredes.

Quando os raios solares batem na superfície espelhada, são refletidos e dissipados. Isso permite evitar a absorção de calor por radiação, o que diminui consideravelmente a temperatura do espaço interior.

Contudo, o produto pode não ser eficiente contra a condução, já que ela está associada ao contato. Como o alumínio não funciona como uma barreira para a transferência, o aquecimento se torna inevitável em muitos casos.

Espuma

A manta térmica de espuma é feita de poliuretano, na maioria das vezes. O material não permite a condução térmica e, com isso, evita que a temperatura seja transmitida do exterior para a parte de dentro.

Também pode se tratar de uma versão com espuma expansiva, que ajuda a preencher vários espaços e, portanto, impede a circulação do ar quente.

No entanto, é tóxica e não é ideal em altas temperaturas. Um princípio de incêndio, por exemplo, pode ganhar força rapidamente e comprometer a integridade dos animais.

Mista

Já a versão mista combina diversos materiais para chegar a um resultado mais completo. Uma opção exclusiva é a que aparece no estilo “sanduíche”, com camadas especiais para cada tipo de transferência de calor.

No revestimento externo, o material altamente reflexivo combate a radiação, que é a grande vilã. Como visto, os raios são refletidos e o calor é dissipado, o que já ajuda a diminuir boa parte do impacto.

No meio, há um preenchimento com poliestireno expandido, o qual impede a passagem do calor. Juntos, os dois componentes são essenciais para também combater a condução, o que favorece o controle de temperatura.

Além disso, a estrutura é feita para “vedar” o alojamento, o que impede a passagem de vapores. Desse jeito, é possível combater a convecção, o que gera um cuidado extra e possibilita o conforto térmico animal.

Um dos maiores benefícios de um material do tipo é que há uma proteção reforçada contra umidade e mofo, além de não ser tóxica e nem gerar problemas diante de temperaturas muito elevadas. Nesse caso, é uma solução robusta para garantir máximo controle no ambiente.

A instalação é simplificada e, com um bom planejamento, torna-se ainda mais fácil. Como resultado, é possível fazer com que os animais, de qualquer que seja a espécie, tenham tudo o que é necessário para que possam se desenvolver.

O ideal é escolher uma empresa capacitada, experiente e com uma solução que realmente cumpra esses pontos. Somente desse jeito é possível obter o melhor isolamento, dentre os disponíveis.

Como dissemos, o conforto térmico animal é indispensável para a produtividade, sustentabilidade e humanização. Nesse caso, o controle de temperatura é fundamental, o que exige medidas específicas. Além do bom planejamento, o uso de mantas térmicas garante o isolamento necessário para que o espaço seja muito bem aproveitado.

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O excesso de calor no ambiente de trabalho é altamente prejudicial. Além de comprometer a obtenção do conforto térmico, ele gera diversas dificuldades na execução de tarefas necessárias para o empreendimento.

O desconforto pode aumentar a irritabilidade e, com isso, motivar novos conflitos no ambiente. Esse também é um fator de desmotivação e de perda de produtividade devido à falta de engajamento. Para a saúde, não é diferente, pois esse problema traz riscos variados.

A seguir, mostraremos quais são os impactos do excesso de calor para o bem-estar. Confira!

Quais são os principais impactos na equipe?

O corpo humano é formado por uma grande quantidade de água e precisa se manter a uma temperatura média de 35 a 36º C. Por isso, quando o ambiente está muito quente, há um desequilíbrio nas funções corporais, aumento da produção de suor e grande desconforto.

Tanto nas indústrias quanto no cotidiano, há muitos impactos na saúde que são causados pelo excesso de calor. Na sequência, apresentamos os pontos que merecem a sua atenção!

Desidratação

Um dos resultados mais conhecidos da exposição às altas temperaturas é a desidratação. Trata-se de um quadro que ocorre quando o corpo não tem água suficiente para funcionar da melhor maneira. Como resultado, vários sistemas são afetados e há um acúmulo de toxinas no sangue.

Os sintomas incluem enjoos, boca seca, sede, tonturas e até desmaios. Em alguns casos, a desidratação gera confusão mental ou mesmo delírios. No cotidiano, esse já é um quadro que inspira cuidados. No ambiente de trabalho, ele é ainda mais perigoso, porque é um fator de risco para acidentes.

Fadiga

Com um grande aumento de temperatura, o corpo precisa fazer um esforço maior para regular a temperatura. Em ambientes quentes, a produção de suor favorece a perda de líquidos e de sais minerais essenciais para o funcionamento do organismo. Com esses impactos, o corpo sofre uma diminuição de energia, o que leva à sensação de fadiga.

Nessa situação, as pessoas demonstram menos disposição para executar tarefas e podem sentir sonolência, fraqueza, tonturas e náuseas. Casos extremos, como em temperaturas muito elevadas, levam à síncope corporal e até à interrupção do funcionamento dos rins.

Falta de concentração

O nosso cérebro trabalha com algumas prioridades e, na prática, com uma tarefa de cada vez. Se há necessidades físicas urgentes, então é mais difícil se concentrar em outras ações. É por isso que o calor excessivo diminui a concentração.

Diante das altas temperaturas, há o incômodo e a necessidade de regular o corpo. O cérebro, nessa situação, perde capacidade cognitiva de atuar focado em uma só tarefa, o que compromete os resultados. No trabalho — seja na indústria, seja fora dela —, isso leva a um aumento da procrastinação e uma diminuição do rendimento. No final das contas, há uma grande queda de produtividade.

Doenças respiratórias

Muitas vezes, a alta temperatura é acompanhada pela baixa umidade. Em escritórios, o uso de ventiladores ou de ar-condicionado motiva tal questão. Na indústria, a falta de vapores e os espaços confinados favorecem essa configuração.

O problema é que essas situações prejudicam o sistema respiratório. O muco das vias pulmonares, por exemplo, fica ressecado, o que aumenta as chances de quadros de bronquite, rinite ou asma. Também ocorrem sangramentos nasais e infecções. Em longo prazo, os impactos podem se tornar crônicos.

Alterações na pressão sanguínea

Por causa do aumento da temperatura, as artérias ficam mais dilatadas. Trata-se de um mecanismo do corpo para tentar diminuir a temperatura e eliminar o calor pela pele. Ao somar isso à desidratação, há um fluxo menor de sangue pelo corpo.

Como resultado, há um quadro de pressão baixa ou hipotensão arterial. Para muitas pessoas, é uma situação que leva a tonturas, enjoos e até desmaios. No trabalho, os riscos de acidente se multiplicam nesses casos.

Para quem já sofre com hipertensão, o excesso de calor é um fator de risco. O entupimento das artérias é agravado pelo espessamento do sangue. A falta de água também amplia esse impacto, o que leva à ocorrência de casos de hipertensão. É comum sentir dores de cabeça, tonturas e mal-estar nessas situações. Em alguns casos, esse se torna um fator de risco para AVC e infartos.

Por que é importante investir em qualidade de vida?

Tanto no trabalho quanto fora dele é essencial pensar nas práticas de bem-estar. Desta forma, a intenção é garantir a máxima qualidade de vida, pois isso leva, acima de tudo, a um bom cuidado com a saúde.

Do ponto de vista dos escritórios e das indústrias, há outros aspectos para se considerar. Em primeiro lugar, o empregador é obrigado a cuidar da saúde e da segurança da equipe. Sendo assim trata-se de uma obrigação que visa evitar doenças e acidentes causados pela atividade profissional.

Além disso, trata-se um meio de consolidar resultados positivos para o empreendimento. Com mais bem-estar, há um aumento na satisfação e motivação para o trabalho. Isso gera eficiência e produtividade no dia a dia, melhorando a competitividade do negócio.

Lidar com o excesso de calor, portanto, não tem a ver apenas com a saúde, mas com todos os benefícios associados à etapa produtiva e ao desempenho.

Quais são as soluções mais eficazes para a indústria?

Evitar a transmissão de calor é o melhor jeito de manter as temperaturas sob controle. Esse processo acontece por três meios diferentes: condução, convecção e radiação. A última opção é a que gera maiores impactos, por isso merece atenção redobrada.

De qualquer forma, não basta apenas pensar em climatizar o ambiente. Ventiladores e equipamentos de ar-condicionado são bem-vindos, mas não resolvem tudo sozinhos.

Então, recomendamos considerar o uso de isolantes especiais. As mantas térmicas revestem o ambiente e impedem a entrada do calor, o que ajuda a manter a temperatura interna equilibrada. Para as indústrias, essas são as melhores possibilidades.

Para garantir total eficiência, a nossa indicação é que as três formas de transferência sejam combatidas. Isso dá origem a um ambiente muito mais agradável e preparado para gerar bons resultados.

O excesso de calor tem impactos variados — e, muitas vezes, graves — na saúde. Ao conhecer essas situações que apresentamos, fica clara a importância de investir em ações para o bem-estar, como o isolamento térmico.

Para evitar esses e outros problemas, veja como realizar o controle de temperatura em indústrias e empresas.

De forma simples, a ergonomia envolve a relação entre o homem e o ambiente de trabalho. Consiste em um estudo da ligação entre seres humanos e máquinas e quais são as condições adequadas para garantir o bem-estar e a segurança. Pensando nisso, foram criadas algumas regras voltadas para esse tema, entre as quais está o conforto térmico.

Afinal, essa relação adequada não está ligada apenas a cadeiras confortáveis ou móveis na altura certa. Ela também está conectada a condições de iluminação, de barulho e, é claro, de temperatura.

Para que não haja dúvidas sobre como cumprir todos os requisitos, mostraremos dicas para atingir o conforto térmico segundo às regras de ergonomia. Confira!

O que são e para que servem as orientações?

As Normas Regulamentadoras (NRs) são dispositivos legais criados pelo Ministério do Trabalho e Emprego (MTE). Elas especificam quais são as obrigações dos empregadores em certas condições, de modo a garantir a segurança e a saúde da equipe.

A NR 17 é a responsável por tratar de todas as normas referentes à ergonomia. Ela serve, principalmente, para orientar os empregadores sobre como devem pensar no ambiente. Desse jeito, é possível garantir uma atuação adequada e protegida.

Já a NR 15, por exemplo, disciplina as atividades ou operações insalubres.

Como funcionam as regras de ergonomia?

As obrigações previstas para deixar o trabalho ergonômico variam com cada atividade e ambiente. Basicamente, tudo começa com uma avaliação da adaptação às condições de ergonomia. A intenção é reconhecer os riscos e o que pode (ou deve) ser melhorado.

Em seguida, são tratadas de questões como a necessidade de executar as atividades de forma sentada quando possível e a escolha de mobiliário adequado. A partir do ponto 17.5 da norma, há os fatores ambientais do trabalho. Isso exige, por exemplo, nível de ruído dentro de padrões aceitáveis e umidade relativa mínima de 40%.

Em relação à temperatura, ela deve ser efetiva entre 20 a 23ºC, de modo a garantir o bem-estar. Além disso, há questões sobre a organização das funções e sobre o levantamento ou movimentação de itens pesados.

Vale mencionar que, conforme indica o Anexo III da NR 15, existem limites de tolerância ao calor e sua inobservância torna a condição de trabalho insalubre.

Quais os prejuízos do calor e falta de ergonomia para os trabalhadores?

Como dissemos, um dos pontos das regras de ergonomia tem a ver com o conforto térmico. Segundo prevê a lei, é obrigação do empregador garantir que a temperatura esteja em um nível adequado e confortável. Isso se deve, principalmente, por causa dos impactos negativos que as altas temperaturas causam.

Em primeiro lugar, há a possibilidade de desidratação. Se ela for intensa, o trabalhador pode desmaiar, envolver-se em acidentes e até sofrer uma fatalidade. Também são queixas comuns as dores de cabeça, a sensação de vertigem e o cansaço ampliado.

Todos esses pontos geram, como impactos secundários, a perda de motivação e de produtividade. Como resultado, o empreendimento se torna menos competitivo.

Quais as punições para a empresa que não cumprir as obrigações?

Para garantir que todas as normas trabalhistas sejam seguidas, há algumas punições para as empresas que não as aplicam. Em uma fiscalização, a falta de ergonomia pode gerar multas, sanções e até a interdição do local para adaptação, se for o caso. Também ocorrem processos judiciais, o que coloca em xeque a credibilidade da empresa.

Além disso, a inexistência de boas condições prejudica a saúde da equipe. Isso dá origem a mais faltas e licenças, o que amplia os custos. Resulta, ainda, em um aumento de processos trabalhistas e indenizações.

Para piorar, o negócio pode ter a sua imagem empresarial arranhada. Isso gera problemas de percepção do público e, em alguns casos, até boicotes por parte dos consumidores.

Como melhorar o conforto térmico?

Como visto, cuidar da temperatura do local de trabalho é uma questão fundamental de ergonomia. Então, é preciso buscar maneiras de garantir e ampliar o conforto térmico no ambiente. A seguir, veja algumas dicas de como chegar a esses resultados.

Dê preferência a horários frescos

Durante os dias quentes, é comum que o horário comercial seja o período de maior calor do dia. Isso faz com que haja desgaste por causa da temperatura, o que exige cuidados extras.

Sempre que possível, recomendamos evitar atividades externas de 10 da manhã às 5 da tarde. O sol é muito forte nessa fase, assim como a temperatura.

Dentro do escritório, o problema é um pouco menos sentido, mas ainda é impactante. Trazer flexibilidade de horários, como a pausa do almoço, ajuda os colaboradores a escolherem o melhor período.

Promova pausas para descanso

Por causa das altas temperaturas, é comum que as pessoas fiquem menos concentradas e cansadas com facilidade. Tudo isso afeta a produtividade — e exigir resultados constantes não é a resposta.

Em vez disso, a nossa indicação é planejar mais pausas ao longo do expediente. Permitir que as pessoas tirem 5 minutos para descansar, beber algo gelado ou se refrescar é essencial. Como consequência, a produtividade pode ficar ainda maior, mesmo com um número ampliado de paradas.

Mantenha distância das fontes de calor

Principalmente no chão de fábrica, há diversos componentes que podem gerar muito calor. Fornos, caldeiras, secadores e, até, máquinas com bastante vibração aumentam a temperatura de forma localizada.

O melhor jeito de evitar isso é ao limitar o contato com essas fontes. Garanta que a equipe não seja exposta demais a essas áreas e que a proximidade dure apenas o tempo necessário. Ao diminuir essa interação, os efeitos são sentidos com menos intensidade.

Invista no isolamento térmico e promova a ergonomia

Embora essas ações sejam importantes, elas são somente “remédios” para um problema que tem outras causas. A incidência solar, por exemplo, gera calor por radiação no imóvel e eleva a temperatura. Outras formas de transmissão, como condução e convecção, também são responsáveis.

Então, para aumentar o conforto térmico, vale elaborar um projeto de isolamento. Com o uso de uma manta especial, por exemplo, é possível impedir que o calor entre no local. Com as trocas interrompidas, fica mais fácil chegar a valores confortáveis.

Para ter máximo desempenho, procure uma solução que impeça as três formas de transferência de calor. Assim, dá para garantir que o espaço terá condições melhores. Além de o bem-estar ser ampliado, os esforços — e os custos — para climatizar o ambiente serão menores.

O conforto térmico é uma das bases da ergonomia e, por isso, é tão importante. Ao seguir as nossas orientações, é possível evitar as punições e cuidar melhor da saúde da equipe.

E já que o isolamento é uma opção muito indicada, entre em contato com a 3TC e descubra como atuamos no mercado!

Seja na indústria alimentícia, seja na automobilística, há diversos ambientes trabalhistas em que as condições de atuação não são totalmente favoráveis para a estadia humana de qualidade. São elas a umidade relativa do ar, temperatura, ruídos, radioatividade etc. Nesse contexto, é interessante destacar os postos de trabalho em que a insalubridade e calor se relacionam de maneira acentuada e consequentemente preocupante.

Sendo assim, confira neste post o que você precisa saber sobre os principais aspectos da relação entre a insalubridade e calor.

Principais características de ambientes insalubres

Caracteriza-se um local de trabalho como insalubre quando o mesmo representa riscos à saúde humana de forma frequente e intensiva. Isto é, quando um ambiente exige da equipe a exposição aos agentes de risco em um nível acima dos limites de tolerância ele é classificado como insalubre. A tolerância é definida por uma norma técnica:  a Norma Regulamentadora 15 (NR-15)

Em outras palavras, são locais hostis e com más condições de permanência e circulação. Veja, a seguir, algumas das características de ambientes insalubres:

  • presença excessiva de radiações não ionizantes;
  • ruídos constantes e acima de 65 dB;
  • alterações nos valores de pressão absoluta;
  • oscilações térmicas acentuadas;
  • umidade do ar a níveis extremos;
  • presença de vibrações mecânicas.

Exposição ao calor e suas consequências

A exposição demasiada ao calor pode ser extremamente prejudicial ao corpo humano, podendo representar um aumento da irritabilidade, depressão, fraqueza, incapacidade para se concentrar e ansiedade.

Outras consequências mais graves são os quadros de alterações físicas, como por exemplo a desidratação, espasmos musculares e o aparecimento de erupções e vesículas nas regiões do corpo mais exposta.

Cabe ressaltar também que alterações neurológicas podem ser diagnosticadas, ou seja, é de fundamental importância a proteção humana para com a exposição excessiva ao calor, já que há possibilidades de sequelas permanentes.

Norma Regulamentadora 17

A NR 17 Ergonomia tem como objetivo estabelecer parâmetros que possibilitam a adaptação das condições de trabalho para com as características psicofisiológicas da equipe. Proporcionando, desse modo, mais conforto e eficiência na produtividade e, acima de tudo, segurança.

Segundo a norma, o empregador deve garantir boas condições ambientes de trabalho, alinhando as características psicofisiológicas de sua equipe com a natureza das tarefas a serem realizadas.

Dessa maneira, em locais onde há atividades que necessitam de solicitação intelectual (escritórios, laboratórios, análise de projeto entre outros), é obrigatório assegurar as seguintes condições de conforto:

  • índice de temperatura efetiva entre 20º C e 23º C;
  • velocidade do ar menor ou igual a 0,75m/s;
  • umidade relativa do ar maior ou igual 40%;
  • nível de ruído máximo para efeito de conforto de até 65 dB, sendo a curva de avaliação de ruído NC menor ou igual a 60 dB;
  • iluminação adequada, natural ou artificial, distribuída no ambiente de maneira uniforme e difusa, evitando assim ofuscamento, reflexos, sombras e contrastes excessivos.

Descumprimento das normas regulamentadoras

O não cumprimento das normas regulamentadoras, tanto pelo empregador, quanto pelos empregados é passível de multas e sanções do Ministério do Trabalho.

Deste modo, tratando-se de uma empresa que descumpra a NR 17, as consequências podem ser:

  • multas justapostas pelo Ministério de Trabalho e indenizações à família da vítima em caso de acidente de trabalho;
  • possibilidade de embargo/interdição da obra, bem como confisco de máquinas e equipamentos;
  • responsabilidades trabalhistas (estabilidade provisória para acidentado, Termo de Ajustamento de Conduta e ação civil pública);
  • obrigações civis em situações de acidentes de trabalho (arcar com despesas médicas, danos estéticos, lucros cessantes durante todo o período antecedente a alta médica e pensão vitalícia quando houver vítimas fatais durante o exercício do trabalho);
  • obrigações criminais, respondendo por infração penal, crime de perigo, lesão corporal e até homicídio culposo.

Medidas preventivas ao calor

Em relação aos locais de trabalho insalubres devido à presença excessiva de calor, há medidas alternativas para que o conforto térmico da equipe seja assegurado.

Nesse aspecto, vale destacar o importante papel desempenhado pelas mantas térmicas, que são capazes de isolar a carga térmica de um ambiente, por meio da eficiente redução da transferência de calor fonte/meio externo.

Entretanto, é importante pautar que existem 3 formas de transferência de calor: convecção (realizada pelas correntes gasosas); condução (vibração molecular de partículas sólidas e fluídos) e radiação (raios infravermelhos).

Dessa forma, para que um isolamento térmico seja feito com qualidade, é preciso garantir que a manta térmica utilizada seja igualmente eficiente para esses 3 tipos de transmissão de calor.

Caso contrário, o isolamento térmico não necessariamente alcançará valores satisfatórios, uma vez que a transferência de calor continuará a afetar a temperatura do local em questão.

Outra medida importante para garantir a segurança de uma equipe que atua sob forte carga térmica é a providência de Equipamentos de Proteção Individual-EPI’s. Macacão térmico, botinas, aventais, máscara de proteção e luvas são alguns dos equipamentos indispensáveis para quem trabalha exposto ao calor.

Sendo assim, as normas regulamentadoras também especificam obrigações do empregador em relação aos EPI’s, uma vez que cabe a empresa fornecer os equipamentos de forma gratuita, assegurar a reposição sempre que necessária e fiscalizar colaboradores quanto ao uso constante.

Produtividade x insalubridade

Diante disso, é fácil perceber que as condições ambientes de um local de trabalho com certeza estão diretamente relacionadas com a produtividade da equipe.

Postos de trabalho onde os parâmetros para a permanência humana estão fora da faixa ideal – principalmente temperaturas extremas – baixa umidade relativa do ar e ruídos excessivos) de fato afetarão na qualidade das tarefas que serão desempenhadas.

Assim sendo, ao detectar parâmetros distantes do ideal (de acordo com a NR 17) é de suma importância que o empregador tome todas as medidas necessárias para que boas condições de trabalho sejam oferecidas à sua equipe. Garantindo assim tanto a saúde/segurança dos colaboradores, quanto a produção eficiente em todos os postos de trabalho da empresa.

Portanto, insalubridade e calor são questões que não devem ser negligenciadas por nenhuma empresa. Tudo isso pois são potencialmente nocivas à saúde e causam sérios acidentes de trabalho. Assim sendo, saber identificar (mesmo que com a ajuda de especialistas) e providenciar soluções para a exposição excessiva ao calor torna-se imprescindível, tanto para a segurança humana quanto para quem almeja produtividade no trabalho.

Achou interessante o conteúdo? Então, confira também, em mais um de nossos posts, o que é conforto térmico e qual sua importância!

A manta térmica é um componente usado em imóveis residenciais e comerciais. Muitas vezes, é aplicada em telhados e tem o objetivo de proteger o espaço interno contra o aumento de temperatura. Para aproveitar ao máximo essa possibilidade, é preciso reconhecer os diferentes tipos de manta térmica.

Feitos com materiais variados, também cumprem a função de formas específicas. Depois de explorar as características de cada opção, fica mais fácil entender qual é a melhor alternativa.

Para que não restem dúvidas, vamos ajudá-lo a conhecer os principais tipos de manta térmica. Confira!

Quais são os benefícios de usar esse produto?

Antes de explorar as possibilidades disponíveis, é interessante pensar nos pontos positivos associados a essa instalação. Com a escolha correta, o espaço só tem a ganhar. Veja quais são as maiores vantagens de recorrer aos tipos de manta térmica!

Isolamento da radiação

A radiação térmica é a principal vilã nos ambientes internos. As ondas eletromagnéticas enviadas pelo sol aumentam muito a temperatura de superfícies como as paredes e o teto. Como consequência, há um aquecimento no interior.

A manta térmica, por outro lado, ajuda a conter esse resultado. Por meio de uma atuação reflexiva, faz com que os raios se dispersem, o que evita a transferência do calor.

Diminuição da troca de calor entre ambientes

Outro ponto importante é que a manta térmica serve como isolante. Então, ela diminui ou até elimina a troca que acontece entre os ambientes interno e externo. Isso permite manter a temperatura do lado de dentro constante e agradável.

Essa vantagem é especialmente verdadeira quando é possível evitar todas as formas de transmissão de calor — convecção, condução e irradiação. O item funciona como acontece em uma garrafa térmica, já que impede as trocas indesejadas.

Redução do consumo de energia elétrica

Se o ambiente interno sofre menos com o aumento de temperatura, significa que é preciso usar o ar-condicionado ou os climatizadores com menor intensidade. Não apenas isso: durante os dias frios, os tipos de manta térmica ajudam a manter o calor na parte de dentro, o que diminui o uso de aquecedores.

Tudo isso leva a uma redução no consumo de energia elétrica. Além de aumentar a sustentabilidade, é um meio de diminuir os gastos.

Aumento do conforto térmico

Controlar a temperatura de um local é essencial para o bem-estar das pessoas. Afinal, valores muito elevados colocam em risco a saúde e causam diversos prejuízos e incômodos.

Com a instalação do produto adequado, o interior do imóvel permanece fresco e agradável. Com o conforto térmico, há uma experiência melhor, mais produtividade no trabalho e menos preocupações.

Quais são os tipos de manta térmica?

Para conquistar tais resultados, há diversos produtos disponíveis no mercado. Feitos com materiais e tecnologias diferentes, oferecem desempenhos que variam com cada necessidade. A seguir, mostraremos quais são os 5 principais tipos de manta térmica.

1. De lã ou fibra

A manta de lã aparece em rolos e tem uma instalação descomplicada. É feita de lã natural, de vidro ou até de material acrílico ou de rocha.

Embora seja uma solução já consolidada no mercado, serve para impedir apenas a condução. Além disso, pode sofrer com o contato com a umidade e perder a funcionalidade, dependendo do material. Apesar disso são excelentes isolantes acústicos quando são de alta densidade.

 

2. Em spray

A versão em spray consiste em uma pulverização de material isolante — normalmente, o poliuretano. Por ser um mau condutor térmico, ajuda a evitar essa forma de transmissão de calor.

É uma alternativa prática de ser aplicada, é resistente ao mofo e ainda evita infiltrações. No entanto, exige acesso direto ao teto e modifica a aparência da construção. Em residências, é algo potencialmente indesejado. Além disso, as espumas como o próprio nome já diz absorvem umidade, e podem acarretar em sobre-peso na estrutura. Para essa aplicação é extremamente recomendado um cálculo estrutural para não ocorrer problemas no futuro.

Além do poliuretano, existem também as tintas refletivas. Estas são boas refletoras de calor, e podem em alguns poucos casos resolver questões de impermeabilização. Ambas as soluções dependem da estrutura do telhado, e são das soluções mais caras do mercado.

3. De alumínio

A versão aluminizada aparece em forma de rolo e deve ser aplicada na estrutura do telhado. Por isso, é mais recomendada para imóveis que ainda estejam em construção.

Como ajuda na reflexão de raios, combate a irradiação, principalmente. Embora tenha uma aplicação fácil, exige a impermeabilização do telhado e não protege contra outras formas de transmissão de calor. Ademais, os foils (mantas aluminizadas) são mais recomendados para aprimorar na impermeabilização inferior de telhados do que necessariamente como isolamento térmico de qualidade.

Lembre-se sempre de consultar a especificação técnica destes produtos, pois em muitos casos essas mantas podem não ter a eficiência desejada.

4. Placa de espuma

A placa de espuma é feita com um material isolante, como o poliestireno. Deve ser instalada diretamente na laje para garantir o isolamento térmico. Como aparece em diversas densidades e tamanhos, atende a necessidades variadas.

Tem boa vida útil, mas apresenta foco apenas na transmissão por condução. Então, imóveis em áreas com grande incidência solar veem poucos resultados em isolamento térmico.

Acrescentando, as placas de EPS (isopor) são também frágeis tanto na instalação quanto à ação do tempo, amarelando e perdendo eficiência ao longo de sua vida útil.

5. Manta Térmica 3TC

O 3TC traz uma tecnologia exclusiva e que permite a proteção contra todos os tipos de transferência de calor. Por ser feito de poliestireno, o produto é isolante térmico e evita a condução. Além disso, é revestido com lâminas refletivas e barra 97% dos raios infravermelhos. Como controla a entrada de fluidos devido às camadas de materiais, ele consegue combater a convecção, sendo um ótimo aliado de climatizadores que dependem disso para serem eficientes.

Também tem boa durabilidade, fácil instalação, resistência à água e ao mofo e versatilidade. Para completar, ajuda a obter  atenuação acústica, sem se esquecer da sustentabilidade.

Trata-se de uma solução completa tanto para ambientes residenciais, quanto comerciais e industriais. O resultado vem na forma de um conforto térmico estendido, graças ao controle rígido de temperatura.

Como escolher a melhor alternativa?

Como mostramos, os diferentes tipos de manta térmica apresentam características bem distintas — da fabricação e instalação aos resultados. Portanto, para fazer uma boa escolha é preciso ter atenção aos produtos disponíveis.

Em alguns ambientes, pode ser necessário contar com a proteção contra apenas um tipo de transmissão de calor. No entanto, o melhor é recorrer a uma alternativa completa e que ajude a evitar os impactos de todos os processos. Além de tudo, é preciso pensar na durabilidade e na facilidade de instalação.

Escolher o 3TC, portanto, é algo que traz versatilidade para atender à maior parte das necessidades. Após a aplicação, será possível notar impactos positivos no controle de temperatura, de modo a atingir os objetivos com a construção.

Depois de conhecer os tipos de manta térmica, o recomendado é procurar soluções mais eficientes que métodos tradicionais. Ao mesmo tempo, não se esqueça das normas de segurança da construção civil para obter o resultado ideal.

Para fazer a melhor aquisição, solicite um orçamento ou mande uma mensagem no WhatsApp e veja como podemos ajudar!

Cuidar da temperatura do ambiente de trabalho é fundamental. Esse elemento está relacionado ao conforto, o que impacta diretamente o desempenho e o humor da equipe. Inclusive, é algo ligado a questões de ergonomia e bem-estar. Para conquistar esses resultados, é possível usar o isolamento térmico.

Apesar dos seus bons efeitos, muita gente ainda tem dúvida se o investimento realmente vale a pena. O melhor, então, é entendê-lo de maneira completa para verificar se a alternativa atende a certas expectativas.

A seguir, veja o que é o isolamento térmico e descubra se ele vale a pena.

Afinal, o que é o isolamento térmico?

O calor transfere-se de um ponto quente para o mais frio, até que as temperaturas atinjam o equilíbrio (fiquem iguais). A partir dessa mesma lógica, pense em uma fábrica: se, do lado de fora, a temperatura é de 30°C, enquanto no lado de dentro a temperatura é de 20°C, a tendência é que ambos os espaços atinjam 25°C.

No entanto, a menor elevação da temperatura dentro de um lugar como esse pode trazer desconforto às pessoas que ali estão. Afinal, um ambiente de trabalho inclui vários outros elementos, como máquinas, que também dissipam calor.

O isolamento térmico, por sua vez, busca deixar um espaço protegido contra a perda e absorção de temperatura. Guardadas as proporções, é como uma garrafa térmica.

Esse processo utiliza materiais que impedem ou diminuem a transferência de calor. Assim, ajudam a garantir o conforto térmico dentro do edifício, como um ambiente comercial, industrial ou residencial.

Quais são os benefícios?

Recorrer a um bom sistema de isolamento térmico traz vantagens de diversos tipos. Para os empreendimentos, com destaque, é possível obter resultados melhores em várias esferas. A seguir, entenda quais são os pontos positivos de realizar o investimento.

Garantia de economia

A eficiência energética é um aspecto essencial para qualquer empreendimento. Quando a energia elétrica é usada da melhor forma, há uma redução com os custos na conta de luz ao final do mês. Para a empresa, ter menos despesa significa ter melhores possibilidades de investimento. Afinal, a energia mais barata é a que não se utiliza.

Com o isolamento térmico, isso é favorecido, porque não é preciso usar um sistema de climatização tão intenso. Além disso, não há perdas da atmosfera climatizada, o que garante melhor desempenho e menor gasto de energia.

Aumento do conforto

A temperatura é um dos fatores mais importantes para o bem-estar. Se ela estiver muito alta ou baixa, é difícil permanecer no ambiente por muito tempo — especialmente em uma jornada de trabalho. Então, recorrer ao isolamento térmico é um jeito de ampliar o conforto.

Isso garante que as pessoas não tenham de lidar com os incômodos da temperatura e, ao final, trata-se de algo que ainda melhora a percepção sobre o local de trabalho.

Aumento da produtividade

Estar em um espaço agradável, em todos os sentidos, é importante para que as pessoas possam trabalhar melhor. Em relação ao conforto, um estudo já identificou que estar em um bom ambiente é determinante para a produtividade.

É verificável que ocorre o aumento de erros por parte das pessoas e do risco de acidentes por conta do desconforto. As instalações inadequadas propiciam a baixa concentração, o desânimo e alta sensação de incômodo.

Mas, ao cuidar das questões térmicas e, portanto, do bem-estar, é possível obter um bom desempenho da equipe. As pessoas conseguem focar nos seus resultados, sem se preocupar com sensações desagradáveis, como o calor em excesso.

Inclusive, há pesquisas que afirmam que o calor prejudica a performance cognitiva e que atuar na temperatura ideal ajuda a memória. Assim, é possível conquistar melhores resultados ao potencializar o desempenho.

Redução de problemas de saúde

A temperatura fora dos padrões adequados pode gerar várias condições nocivas à saúde. Além da desidratação, o excesso de calor pode motivar crises hipertensivas, quedas de pressão e outros quadros. Para o negócio, isso significa ter muitas licenças e afastamentos.

Por outro lado, com o cuidado com esse elemento, toda a equipe tem a saúde favorecida. É fácil desempenhar as funções com total segurança, sem que a gestão tenha de lidar com as consequências do absenteísmo.

Diminuição de problemas trabalhistas

De acordo com a Norma Regulamentadora 17 (NR-17), uma das determinações quanto à segurança e à saúde do trabalho é oferecer as condições adequadas de ergonomia. A ergonomia, portanto, é uma das obrigações de qualquer empregador. Com a temperatura incorreta, por outro lado, é muito mais difícil obter esse efeito.

Com o isolamento térmico, é possível adequar o espaço e garantir a climatização, ao usar o ar-condicionado conforme o necessário. Isso cria, acima de tudo, um ambiente de trabalho mais saudável. Assim, há uma redução nos processos e disputas trabalhistas, o que garante melhores resultados para o empreendimento.

Aumento da retenção de talentos

Você sabia que o clima organizacional é determinante para manter os profissionais no negócio? Além de contar com boas relações pessoais, as condições físicas devem ser adequadas.

Um ambiente sempre quente e abafado gera desmotivação, desconforto e problemas de saúde, como visto. Ao final, isso faz com que as pessoas procurem outros locais para trabalhar, o que leva a custos e dificuldades. Com o isolamento, por outro lado, o local é favorecido e há uma retenção ampliada de profissionais.

O investimento em isolamento térmico vale a pena?

Mesmo diante dos benefícios, é comum que haja dúvida se o investimento é, realmente, interessante. O fato é que qualquer empreendimento que deseja atingir novos resultados deve considerar essa possibilidade.

A economia em relação à conta de luz, por exemplo, faz com que o investimento tenha um retorno em pouco tempo. Depois que o gasto inicial é quitado, todos os recursos economizados podem ser utilizados pelo negócio para novos investimentos, por exemplo.

A melhoria em relação à equipe, entretanto, é especialmente vantajosa. Graças a esse aspecto, os profissionais se tornam mais engajados, comprometidos e produtivos. Além disso, a permanência maior desses profissionais na empresa gera resultados mais significativos.

Para completar, a responsabilidade social do empreendimento é favorecida. Ou seja, ele se posiciona com uma boa reputação no mercado — e todos esses aspectos contribuem positivamente para o seu desempenho.

O isolamento térmico é essencial para que uma empresa tenha resultados melhores. Quando é bem executado, garante mais produtividade e ótimo retorno, o que justifica o investimento nessa possibilidade.

Como esse investimento é realizado com materiais especiais, aproveite e veja se é melhor recorrer à telha sanduíche ou a uma manta térmica 3TC.

Cuidar do conforto térmico é uma prática essencial para qualquer ambiente. Garantir que o espaço tenha as temperaturas certas ajuda a diminuir os incômodos com o frio e calor. Mas, para isso, é preciso recorrer às soluções adequadas. Em geral, as construções tradicionais não contam com nenhum elemento para obter o isolamento. Então, uma das possibilidades é a manta térmica para telhado.

Feita de maneira especial, ela é voltada para garantir a total proteção contra a perda ou absorção de calor. No entanto, há muitos modelos e estilos no mercado, o que pode gerar dúvidas na hora de escolher.

Para que não restem questionamentos, acompanhe os próximos tópicos. Você vai entender melhor o que é uma manta térmica, como utilizá-la e algumas dicas para selecionar a mais indicada para as suas necessidades. Boa leitura!

1. O que é uma manta térmica

A manta térmica é um produto com características especiais voltadas para o controle da temperatura de um local. Ela pode ser usada em ambientes residenciais, áreas comerciais ou industriais.

Antes de saber qual é o melhor modelo para comprar, o ideal é reconhecer as características específicas desse produto. Assim, fica muito mais fácil fazer uma boa escolha. A seguir, confira quais são as informações importantes sobre a manta térmica.

1.1 Como a manta térmica é feita?

A manta térmica é produzida em rolos, como se fosse de um tecido. A diferença é que ela é feita de maneira especial e tem o propósito de ajudar a dissipar o calor e a isolar o ambiente da perda ou do ganho de temperatura.

Um isolante térmico tradicional normalmente é feito de materiais como lã de vidro, rocha, poliuretano ou isopor, e exige um espaço de ar que pode gerar custos e dificuldades de instalação. Uma manta térmica comum, no entanto, conta com revestimento aluminizado e protege o local da radiação, além de garantir uma aplicação fácil. A manta térmica 3TC protege o ambiente das três formas de transferência de calor, sendo assim uma solução mais completa.

Nesse tipo de produto, as faces exteriores são refletivas. Esta característica ajuda a evitar o ganho de temperatura e a perda de calor no frio, mantendo o ambiente com um clima agradável.

1.2 Para que ela serve?

Como deu para perceber, a manta térmica tem a função de diminuir a troca de calor entre um ambiente interno com o seu ambiente externo. Isso significa que, após a sua aplicação, é difícil sofrer com o calor ou com o frio no local protegido.

Tal situação acontece porque, em primeiro lugar, a manta auxilia a resguardar o espaço da radiação solar. Os raios são refletidos em vez de serem absorvidos, o que evita a elevação da temperatura.

Além do mais, a camada interna é feita com um excelente isolante térmico. Então, o calor é impedido de passar, mesmo quando é gerado por condução ou convecção. Se não consegue entrar na estrutura, ele também não sai. Na prática, isso significa que o interior da casa fica confortável até quando o ambiente externo estiver mais frio — afinal, ela não perde calor para o lado de fora da casa.

Apesar de não ser a sua função principal, a manta térmica também pode ajudar a isolar ruídos, melhorar a durabilidade do telhado e a proteção do imóvel, em geral.

2. Como utilizá-la no telhado

Para garantir a proteção adequada, a manta térmica para telhado precisa ser instalada corretamente. O processo exige que os passos sejam executados de acordo com a fase da construção e com o tipo do telhado. Assim, é possível deixar a construção preparada.

A seguir, veja quais são os principais tipos de telhados, como é feita a instalação da manta térmica e outras informações importantes.

2.1 Quais são os tipos de telhados?

Antes mesmo de pensar em escolher a manta térmica para telhado, é preciso conhecer quais são os tipos existentes. Desse jeito, é possível reconhecer qual solução se encaixa melhor em cada proposta. Na sequência, descubra quais são os principais modelos disponíveis.

2.1.1 Cerâmico

O modelo feito com telhas cerâmicas é provavelmente o mais famoso e utilizado. O material de cobertura surge em cores diversas, mas a terracota é a mais comum. Apesar da baixa porosidade, a cerâmica ainda absorve parte da água, o que exige um cuidado especial em certos ambientes.

As telhas surgem em vários formatos, como as românicas, germânicas e embutidas. Em geral, não aguentam o peso de alguém que caminha sobre elas, demonstrando o cuidado exigido na manutenção.

2.1.2 Metálico

O telhado metálico pode ser feito com telhas de zinco, galvalume, entre outros materiais menos utilizados. Ele oferece bastante praticidade na instalação, mas não é tão efetivo no controle contra a temperatura. Por se tratar de um excelente condutor de calor, exige um tratamento especial.

Por causa das suas características, é empregado em indústrias e ambientes comerciais, como galpões. Também é bem aplicado em terraços e coberturas como uma solução de baixo custo.

2.1.3 Madeira

De aspecto rústico, o telhado de madeira oferece uma estrutura de fácil acesso. Normalmente, é composto por placas posicionadas sobre as diversas ripas, feitas com o mesmo material.

A madeira é utilizada em imóveis com uma proposta rústica e é menos comum em espaços comerciais e industriais.

2.1.4 Vidro

Embora seja menos recorrente, o telhado de vidro aparece em algumas residências. As telhas são feitas com um vidro especial e reforçado, que normalmente permite a passagem de radiação. No entanto, a troca de calor não ocorre, o que leva ao aumento da temperatura do ambiente, como em uma estufa. Neste tipo de telhado o foco é o acabamento, e não é recomendado instalação de manta térmica.

Por causa de suas características, é uma escolha mais indicada para certos pontos da casa, como em claraboias ou áreas em que o sol não bate. Também é adotado em jardins de inverno e pergolados.

2.1.5 Cimento

Novidade no mercado, o telhado de cimento oferece ótimo custo-benefício. É semelhante ao de cerâmica, com a diferença de que não absorve a água da chuva. A versão de fibrocimento é interessante por ser leve, resistente e muito funcional. Quando bem aplicado, é uma alternativa que atende às principais expectativas.

Além do material utilizado, os tipos de telhado variam de formato — especialmente em relação ao escoamento.

2.1.6 Uma água

O telhado uma água é aquele que só tem uma face de escoamento. É muito utilizado para construções menores ou simples, além de ser indicado para ambientes com baixa necessidade de vazão. Para instalar a manta térmica, as dificuldades são pouca, pois há apenas uma área que deve ser coberta.

2.1.7 Duas águas

Já o telhado duas águas é o que conta com duas faces. Está entre os mais utilizados e dá conta de boa parte das necessidades de escoamento de água nos espaços. Nesse tipo de material, cria-se um ponto chamado de cumeeira, que é onde as duas faces se encontram. A instalação da manta térmica normalmente acontece nesse ponto.

2.1.8 Três águas

O telhado três águas tem formato triangular, pois esse tipo apresenta três áreas de escoamento de água. O ponto de encontro dos três formas a cumeeira principal, que também serve de apoio para a instalação da manta térmica para telhado.

2.1.9 Quatro águas

O quatro águas conta com quatro espaços de escoamento, como o nome indica. Esse tipo de telhado tem a melhor vazão para uma grande quantidade de água, o que o torna ideal para ambientes muito chuvosos. Feito com platibanda ou de modo aparente, exige cuidado nas emendas.

2.1.10 Curvo

O telhado curvo é menos usual e é aplicado com frequência em projetos bem modernos. Aparece de forma simétrica ou assimétrica. Na instalação da manta térmica para telhado, exige que o produto acompanhe toda a sua área.

2.2 Como é feita a instalação?

A aplicação precisa ser executada com muito cuidado. É preciso cobrir toda a área dessa região, o máximo possível dentro das possibilidades da obra, de modo a impedir a passagem de calor, água ou outros elementos.

A manta 3TC, especificamente, é aplicada na subcobertura, ou seja, abaixo das telhas. Dependendo do caso, ela também pode ser instalada na laje superior — o importante é criar uma camada de proteção acima do ambiente, de modo a evitar que a temperatura invada o espaço.

O modelo mais simples é com ripas de madeira, como o telhado cerâmico, de cimento ou mesmo de madeira. Nesse caso, a manta é aplicada no “corpo” da estrutura para garantir que as telhas fiquem bem posicionadas acima.

O telhado metálico, por sua vez, exige o uso de elementos como fita adesiva para pregar em toda a área de apoio. Telhados metálicos são mais comuns em galpões industriais, e o 3TC pode ser instalado sem retirar as telhas. A instalação é feita diretamente nas terças, como você pode ver em nosso manual de instalação. Em todos os casos, é indispensável contar com profissionais capacitados, experientes e habilidosos o bastante para executar o procedimento.

2.3 É possível aplicar a manta após a construção?

Muita gente ainda tem dúvidas se a instalação da manta térmica para telhado só pode ser executada na fase de construção. A boa notícia é que, na maioria dos casos, é possível apresentar soluções mesmo após a finalização da etapa. Imóveis em uso, portanto, podem se beneficiar dessa possibilidade.

O processo pode se tornar um pouco mais complexo quando se trata de uma opção já em uso. No entanto, esse não é um empecilho para uma equipe realmente preparada.

3. Como escolher a manta certa

Para que tudo saia conforme o planejado, é essencial fazer uma boa escolha da manta térmica para telhado. Entre tantas opções no mercado, torna-se imprescindível conhecer o que faz sentido para as necessidades específicas.

Na sequência, veja quais aspectos considerar para selecionar o melhor tipo e veja como direcionar a sua decisão corretamente.

3.1 Verifique o controle da transmissão de calor

Como dito, o calor não é transmitido por apenas uma maneira. Além da condução — ou por contato —, ele pode se movimentar por convecção e radiação. O problema é que a maioria das mantas térmicas só considera o primeiro método. Como resultado, o que é gerado e movimentado pelos outros meios circula livremente para dentro do ambiente.

O ideal, portanto, é escolher um material cuja tecnologia seja capaz de lidar com as três formas de transmissão. Os raios de radiação, por exemplo, têm que ser refletidos, enquanto o calor da radiação ou da convecção não deve conseguir vencer a barreira e entrar no ambiente. Desse jeito, é possível conquistar um imóvel realmente protegido.

3.2 Opte por uma alternativa com dupla face refletiva

Assim como acontece com uma garrafa térmica, a manta aplicada no telhado deve conter duas faces refletivas. Se apenas uma delas for desse tipo, há uma perda sensível de eficiência. Como se sabe, perder capacidade no isolamento térmico significa troca de calor e desconforto no ambiente.

Portanto, abra mão das opções que têm apenas uma face. O produto no estilo sanduíche, que conta com isopor no meio das faces metálicas refletivas, é muito adequado e garante o alcance dos efeitos esperados.

3.3 Escolha uma alternativa versátil

Outro ponto relevante é selecionar uma manta térmica para telhado que seja versátil. É importante que ela ajude a evitar o ganho de temperatura no verão e a perda de calor no inverno. Somente desse jeito é possível chegar ao conforto térmico por completo.

Também é interessante pensar em uma alternativa capaz de oferecer isolamento acústico, além do térmico. Ao evitar os diversos ruídos no ambiente, ele se torna ainda mais confortável de estar.

3.4 Pense na praticidade de instalação

Não dá para ignorar questões como a facilidade de instalação. Acima de tudo, a manta térmica para telhado tem que ser prática e simples de ser aplicada, pois isso ajuda a garantir a máxima eficiência e a obtenção dos resultados desejados.

Nesse sentido, é muito importante que o modelo não precise de espaço de ar, como a maioria das aluminizadas precisa. Isso evita a exigência de uma área maior, além de facilitar a manutenção.

Também é interessante que ela possa ser aplicada após a construção e em qualquer tipo de telhado. Tanta adaptabilidade faz com que o processo cumpra todas as expectativas, sem a exigência de gastos extras.

3.5 Avalie a durabilidade

Não dá para se esquecer da durabilidade do material. É indispensável que ela seja feita com componentes de alta qualidade e com um procedimento exclusivo, capaz de conferir um excelente resultado.

Investir em uma boa escolha significa não ter que trocar o material e aproveitar os melhores impactos ao longo do tempo. Trata-se, portanto, de um investimento com grande retorno quando é feito da maneira adequada.

Uma manta térmica para telhado que atende aos requisitos é a 3TC. Capaz de oferecer um excelente desempenho e de fácil aplicação, ela não é como as aluminizadas comuns. De face dupla e sem a necessidade de um espaço de ar, oferece o isolamento térmico necessário para obter o máximo conforto. Como consequência, é uma escolha interessante para todo tipo de telhado.

Tanta versatilidade também a torna uma opção que é indicada para qualquer tipo de imóvel. É possível, inclusive, realizar um estudo de viabilidade para verificar a possibilidade de produção com dimensões personalizadas.

4. Vantagens de contar com uma manta

Recorrer a uma manta térmica para telhado traz muitos benefícios. Esse produto, como visto, oferece características especiais a partir da sua fabricação e aplicação nos diversos tipos de telhado.

Para se convencer de que essa é a melhor escolha para o imóvel, veja por que vale a pena fazer esse investimento.

4.1 Deixa os espaços com temperaturas adequadas

Sentir muito calor ou frio faz com que o corpo não funcione da maneira adequada, o que torna a experiência de estar no ambiente desagradável. Com a manta térmica, esses problemas são resolvidos, proporcionando um conforto térmico às pessoas ali presentes.

Em uma casa, significa ter um lar mais arejado no verão ou que não perde tanto calor no inverno. Em um ambiente de trabalho, as condições ergonômicas e de salubridade são favorecidas. Tudo isso leva a uma melhor experiência, mais produtividade e satisfação com o espaço.

4.2 Aumenta a eficiência energética

Quando o ambiente sofre com a transmissão de calor, é comum que ele experimente um aumento considerável no gasto energético. Uma casa sem o devido isolamento, no verão, exige mais do ar-condicionado. No inverno, pode ter um uso ampliado do aquecedor ou do chuveiro elétrico, por exemplo.

Com a aplicação da manta térmica para telhado, por outro lado, é possível aumentar a eficiência energética do local. Com uma temperatura adequada e relativamente constante, torna-se necessário usar menos os equipamentos para obter conforto. Isso pode provocar uma significativa diminuição do valor da conta de luz.

Seja em uma empresa, seja em um lar, essa mudança pode criar, a longo prazo, condições para uma série de investimentos na infraestrutura do próprio ambiente.

4.3 Evita a ocorrência de infiltrações e goteiras

Não é só o calor que encontra um bloqueio de passagem. Com a manta térmica para telhado, é possível evitar a ocorrência de infiltrações ou goteiras — principalmente, aquelas causadas pela chuva.

Um telhado cerâmico, por exemplo, sofre com a absorção da água. Portanto, sem a devida proteção abaixo das telhas, a água pode se infiltrar na laje ou mesmo na estrutura da casa. A manta, por sua vez, impede esse processo e ajuda, inclusive, a aumentar a resistência e o tempo de vida do telhado.

4.4 Apresenta baixa necessidade de manutenção

Quando bem selecionada e aplicada, a manta funciona de maneira contínua, sem dar problemas ou dores de cabeça. Trata-se de um item capaz de resistir a condições intensas, como altas temperaturas do verão brasileiro.

Além de reduzir gastos após a aquisição e instalação, é uma questão que diminui a preocupação com as manutenções do telhado. Afinal, na maior parte dos imóveis, o acesso ao telhado é difícil. Se fosse preciso fazer a manutenção constante, os demais benefícios seriam menos interessantes. Por outro lado, a aplicação fácil e o funcionamento descomplicado fazem com que você não tenha que se preocupar com a manta.

4.5 Garante máxima acessibilidade

Apesar de o material ter um funcionamento inteligente, ele é bem mais em conta do que pode parecer. Mesmo ao escolher uma tecnologia de ponta, é possível fazer uma contratação por um valor que cabe no bolso.

Os números se tornam especialmente interessantes quando é feita uma análise sobre o custo-benefício. A economia de energia, o aumento do conforto e a grande durabilidade fazem com que a manta térmica se transforme em um investimento com excelente potencial. Para completar, contar com essa proteção é um dos fatores que contribuem para a valorização do imóvel.

4.6 Amplia a sustentabilidade

A aplicação de uma manta térmica para telhado exige, em primeiro lugar, materiais que podem ser reciclados. Boa parte do produto não é descartada após o uso prolongado, o que evita a geração de uma grande quantidade de resíduos.

A garantia de sustentabilidade, entretanto, existe por causa da economia que essa instalação é capaz de causar. Ao regular a temperatura em níveis agradáveis, é preciso usar menos energia elétrica dos climatizadores. Isso gera, afinal, um resultado bem mais interessante, que torna o imóvel amigo da natureza em todos os sentidos.

4.7 Ajuda a aumentar a segurança

Por fim, recorrer à instalação da manta é um jeito de garantir segurança para o imóvel. Primeiramente, esse é um elemento que ajuda a evitar a entrada de itens estranhos, como sujeiras e insetos. Trata-se também de um item à prova de roedores. Ainda sobre os organismos vivos, o produto não acumula bactérias e fungos, o que é ótimo para os alérgicos.

Outro ponto importante é que a manta não propaga fogo. Qualquer princípio de incêndio não tem continuidade até o telhado, o que ajuda a garantir uma atuação rápida e eficaz da segurança.

A manta térmica para telhado é uma solução versátil e repleta de qualidades. Ao fazer a sua escolha considerando as necessidades particulares do projeto, é o investimento certo para garantir conforto e bem-estar dentro de qualquer ambiente.

Gostou de saber como funciona a manta térmica? Entre em contato conosco da 3TC, tire as suas dúvidas e faça já o seu orçamento!

A compra e instalação de um aparelho de ar condicionado já foi considerada artigo de luxo, um eletrodoméstico para poucos. Recentemente, com o aumento da temperatura global, e o calor absurdo que vem fazendo, cada vez mais pessoas incluem um ar condicionado como indispensável. Ainda mais para pessoas que vivem nas regiões mais quentes do país e empresas que precisam da instalação do mesmo para o controle da temperatura. O crescimento da utilização de aparelhos climatizadores causa um impacto no consumo de energia, e o impacto na conta de luz é tão certa quando o conforto térmico proporcionado por este eletrodoméstico: o mais pesquisado e almejado nas épocas de calor.  Investir em um aparelho de ar condicionado é uma decisão a ser tomada com muita cautela. Além do custo do aparelho, é preciso considerar alguns fatores, dentre eles:

  • o custo da instalação
  • custo de manutenção
  • potência adequada
  • consumo de energia elétrica

O fator consumo de energia elétrica talvez seja o mais custoso, pois o custo da energia só aumenta a cada ano. Por isso compilamos nesse post algumas informações importantes. Antes de comprar um ar condicionado, saiba quais as dúvidas mais comuns e as respostas para estes problemas. Veja abaixo as dúvidas mais frequentes de quem quer comprar um ar condicionado, e se informe para não cair em pegadinhas!

O que é um ar-condicionado?

O condicionamento do ar é um sistema que refrigera ou esquenta ambientes fechados, podendo até melhorar a qualidade do ar, umidade e circulação com a opção do controle da temperatura desejada para o ambiente.

O ar condicionado tem como principal objetivo deixar ambientes em temperaturas agradáveis criando uma sensação de conforto térmico. Hoje um aparelho de ar condicionado pode até possuir função de refrigeração, aquecimento, ventilação, umidificação, desumidificação, e até mesmo filtro que retêm bactérias, ácaros e vírus da “gripe suína”, o H1N1.

Como funciona um ar condicionado?

O princípio de funcionamento dos condicionadores de ar, nada mais é do que a troca de temperatura do ambiente, através da passagem de ar pela serpentina do evaporador que por contato sofre queda ou aumento de temperatura, dependendo do ciclo utilizado, baixando a umidade relativa do ar.

Quando alcançado a temperatura desejada se faz uma leitura através de um sensor (termostato) localizado no evaporador, que este, por sua vez, desliga o compressor, fazendo com que o equipamento mantenha a temperatura. Variações na temperatura estipulada aciona-se novamente o compressor que é responsável pela circulação do gás refrigerante dentro do sistema.

Quais as funções de um aparelho de ar condicionado?

Nem sempre todos os condicionadores de ar possuem as mesmas funções. Existem diversos tipos de sistemas, onde cada um possui uma tecnologia ou uma característica diferente, dentre estas estão:

  • refrigeração
  • aquecimento
  • desumidificação
  • umidificação
  • ventilação
  • filtragem
  • automação

Quais os modelos de aparelhos de ar condicionado?

Existem aparelhos indicados para uso industrial ou residencial, dependendo do tamanho do espaço, e das peculiaridades do ambiente. São elas: utilização de isolamento térmico, número de máquinas/eletrodomésticos, tamanho do ambiente, número de ocupantes. Estes são alguns dos fatores necessários para o cálculo de potência que falaremos a seguir.

A linha industrial são produtos que necessariamente precisam de um projeto e especificações. Precisam ser realizados por engenheiros capacitados, com sistema de distribuição central, afim de climatizar todo um ambiente. Alguns sistemas possuem controle por quarto ou compartimentação do local, e alguns possuem sistema inteligente. Esta linha é a mais indicada para shoppings, galpões climatizados, prédios comercias, obras de grande porte.

Na linha residencial você encontrará produtos da categoria janela, Split ou VRF. Estes são aparelhos que comportam e se adaptam na climatização de apenas um cômodo. Nestes casos o cálculo de potência é feito apenas para aquele local. Este tipo de ar condicionado é indicado para aqueles que querem climatizar uma sala de escritório, um quarto/cômodo em uma casa. Ou seja, para a utilização em ambientes pequenos.

Como escolher a potência do seu ar-condicionado?

Existem várias maneiras diferente de se calcular a potência correta de um aparelho de ar condicionado, e deve-se levar em conta diversos fatores, como número de ocupantes, tamanho do ambiente, número de aparelhos eletrônicos, utilização de isolantes térmicos. Caso queira calcular a potência, temos uma calculadora de BTUs para você comprar o tamanho adequado, sem gastar energia extra, nem ficar insatisfeito com o resultado, e também um post explicando o que significa BTU, e como ele influencia diretamente na compra do aparelho de ar condicionado.

Qual a diferença entre o condicionador de janela e ar Split?

O condicionador de janela são os aparelhos compactos, produtos com o corpo único, que pode ser instalado na parede ou na janela, hoje estes produtos estão com tecnologias que possibilitam um baixo consumo de energia. Em contrapartida, eles não são tão silenciosos quanto a linha Split. O evaporador e o condensador ficam juntos dentro do mesmo gabinete. Possui algumas restrições para instalação em determinados edifícios ou residências, como por exemplo, alteração da fachada.

Já o sistema Split é dividido em duas ou mais unidades. Uma unidade externa (condensadora) e uma ou mais unidade internas (evaporadora). A ideia deste produto é diminuir o nível do ruído do aparelho dentro do ambiente, pois o compressor, que é o item com maior nível de ruído, fica na unidade externa (condensadora). A união entre as unidades é feita através de uma tubulação frigorífica, utilizando cobre ou alumínio, revestidos de isolamento térmico. A unidade externa, ou condensadora, é destinada para a mudança do estado do gás para líquido, instalada externamente em local de fácil acesso com distância pré-definida pelo fabricante do equipamento. A unidade interna, ou evaporadora, é destinado ao resfriamento do ar no local a ser condicionado. Podem ser instaladas em paredes, piso, sob o forro, semi-embutida (CASSETE) no forro e embutidas no forro (DUTO).

Qual a capacidade (BTU/hora) ideal do aparelho de ar condicionado?

A potência do ar condicionado é medida através de BTU/hora, que significa, uma unidade de potência: BTU (British Thermal Unit = Unidade Térmica Britânica). Caso queira saber mais, fizemos um post dedicado a essa sigla, para você entender melhor.

Para escolher um ar-condicionado é preciso considerar o tamanho do ambiente, o seu isolamento, a sua exposição ao sol ou sombra, a quantidade de eletrônicos no ambiente e o número de pessoas que frequentarão o lugar. Outro dado importante para sua eficiência é o local onde está instalado. O ideal são paredes voltadas para o leste ou sul, onde a incidência solar não é tão forte. Caso não seja possível evitar raios solares, instale uma proteção para evitar a incidência diretamente no aparelho.

Como mencionado anteriormente, utilize nossa calculadora de BTU para ter uma estimativa precisa.

O que é tecnologia inverter?

Primeiramente você deve saber sobre a tecnologia Inverter é sua eficiência no consumo de energia. Essa tecnologia já existe há alguns anos para modelos de ar condicionado split, e o processo de economia é baseado no melhor aproveitamento da energia, sem picos e muitos desperdícios. Afinal, a energia mais barata é a que não se usa.

A tecnologia Inverter garante um aparelho econômico, durável e principalmente silencioso que refrigera o ambiente de forma constante ao controlar a velocidade do compressor. Por não ficar ligando e desligando como modelos comuns, ele acaba deteriorando menos o motor, reduzindo assim a emissão de ruídos.

Explicando melhor, a tecnologia faz com que o compressor fique sempre ativo. Desta forma não ocorrem picos de voltagem como acontece em aparelhos comuns. O nome da tecnologia, assim como com o 3TC Isolamento, indica o que acontece tecnicamente: ele inverte a frequência que controla a velocidade de compressão do ar.

Desta forma quanto menos calor precisar ser retirado do ambiente, menor será a velocidade do compressor, economizando energia. Para compreender melhor, essa tecnologia pode gerar até 60% de economia se comparada a um aparelho de mesma potência, num mesmo ambiente.

A tecnologia inverter está integrada na unidade exterior. Uma unidade inverter aumentará gradualmente a sua capacidade consoante à capacidade adequada a divisão que se pretende esfriar ou aquecer. Uma unidade não-inverter funcionará no máximo do seu poder todo o tempo, ou seja, há um consumo maior de energia.

Como e quando dar manutenção no seu aparelho de ar condicionado?

A manutenção de aparelhos de ar-condicionado é uma parte importante em garantir a durabilidade de seu aparelho e a qualidade do ar que respira.  A manutenção preventiva do ar-condicionado – prática que vai além da limpeza dos filtros feita a cada quinze dias, deve ser realizada no mínimo uma vez por ano. A manutenção irá prevenir panes, melhorar a qualidade do ar, aumentar a vida útil do aparelho e a eficiência também.

Alguns dos procedimentos de limpeza podem ser feitos pelo dono. Contudo alguns procedimentos são mais complexos, e é mais recomendado a contratação de um profissional. A limpeza dos filtros, já mencionada anteriormente, pode ser feita por você mesmo. Primeiramente, é importante conferir o manual do aparelho para saber como remover e recolocar as partes do ar-condicionado. Além disso, seguindo os passos abaixo é possível dar uma manutenção primária:

  • desligue o ar-condicionado e o retire da tomada;
  • retire o painel frontal do aparelho e o limpe com um pano umedecido;
  • retire também os filtros e os limpe com água morna e detergente ou passe o aspirador;
  • deixe o painel e os filtros secarem na sombra para só então recolocá-los no ar-condicionado.

Limpeza Completa

Para a limpeza completa, o aparelho é totalmente desmontado. Portanto recomenda-se contratar um técnico profissional e autorizado. Nessa manutenção, o aparelho é completamente higienizado com produtos específicos para sua limpeza, o que assim garante sua durabilidade. Vale apontar que a manutenção deve ser feita anualmente para ambientes com pouco uso. Em escritórios e outros ambientes que utilizem o aparelho com frequência, a recomendação é que se faça a manutenção de 6 em 6 meses. Acima de tudo essa manutenção irá promover um ar limpo e climatizado para o ambiente em questão.

 

*Esta publicação foi realizada com a consultoria do Engenheiro João Vítor Mosqueira Moura – CREA-MG 208551/D

O corpo humano possui a habilidade de se adaptar em relação a diversas variações nos ambientes como intensidade sonora, quantidade de oxigênio no ar, oscilações térmicas, etc. Entretanto, mesmo se adequando a essas alterações, devemos destacar os possíveis efeitos colaterais no metabolismo humano, principalmente aqueles decorrentes das trocas de temperatura, já que, nesses casos, o conforto térmico fica consideravelmente comprometido.

É fácil perceber, por exemplo, o quão desgastante é permanecer em locais com temperaturas elevadas, bem como o desconforto contínuo (essencialmente dos pés e das mãos) ao realizar tarefas em ambientes extremamente frios. Dessa forma, seja no calor, seja no frio, é indispensável analisar as consequências da ausência de conforto térmico e entender o quão relevante esse parâmetro pode ser para o nosso cotidiano.

Lendo este post, você vai entender o que é conforto térmico e como alcançá-lo e quais são os impactos desse fator para a saúde do nosso corpo. Confira!

O conceito de conforto térmico

Para definir esse termo, é preciso considerar a combinação de critérios físicos (temperatura, umidade e velocidade do ar), psicológicos (estado mental do indivíduo após alterações ambientais) e fisiológicos (resposta padrão do corpo a uma dada condição externa).

Dessa maneira, conforto térmico nada mais é que a combinação desses fatores, resultando em indicadores térmicos, satisfatórios ou não. Exemplificando, um ambiente que oferece um conforto de temperatura adequado é aquele que se encontra numa faixa estável (geralmente entre 22° C e 24°C) e não apresenta valores extremos de velocidade e umidade do ar — ou seja, viabiliza um cenário propício tanto para a permanência humana quanto para o desempenho de tarefas.

A importância de manter a temperatura adequada

Locais que não são classificados positivamente quanto ao conforto térmico são um problema. Além de afetar a produtividade de uma equipe também pode representar sérios riscos para a saúde. Desse modo, é possível afirmar que, em ambientes onde a temperatura se encontra nos extremos, o nível de concentração de uma pessoa pode diminuir drasticamente, prejudicando a qualidade da atividade que estava sendo realizada.

Outro ponto importante que devemos ressaltar é em relação ao bem-estar, uma vez que é difícil se manter em um local onde a temperatura não está apropriada, o que pode, inclusive, gerar mudanças de humor e alterações fisiológicas mais sérias.

Em ambientes laborais, as consequências de um desconforto térmico podem ser ainda mais acentuadas. Por consequência disto, graves acidentes de trabalho podem acontecer. Isto é, as condições térmicas de um local jamais devem ser negligenciadas, especialmente em espaços onde há contínua permanência humana.

O desequilíbrio térmico e as suas consequências

Como já foi dito, a saúde física e mental sofre em cenários onde há desconforto térmico. Entretanto, os sintomas não são sempre iguais, e isso depende da presença ou da ausência de calor. A seguir, entenda os diferentes casos:

Efeitos sob forte calor

O metabolismo humano é drasticamente afetado em situações em que a temperatura corporal alcança 40° C. Para que isso ocorra, é necessária uma exposição excessiva ao calor, que pode desencadear um estado de hipertermia.

Nessa possibilidade, as principais consequências são:

  • desidratação acentuada (escassez de água no organismo, o que prejudica as reações orgânicas mais básicas do corpo);
  • erupção, com vesículas roxas em áreas da pele onde a incidência de calor for maior;
  • dores e espasmos musculares, agravados no abdômen e nas extremidades;
  • desequilíbrio neurológico (o que implica sérias alterações sensoriais);
  • fraqueza muscular, a qual pode se prolongar por dias caso a exposição à alta temperatura seja extrema;
  • dificuldade de concentração, que pode levar a quadros de ansiedade e estresse.

Medidas preventivas e corretivas

Cabe destacar alguns pontos referentes ao estado de hipertermia, tanto para evitá-lo quanto para amenizá-lo. Para situações em que não há conforto térmico e a temperatura ambiente alcança patamares elevados, devemos:

  • providenciar o resfriamento rápido do corpo, com a estadia prolongada em uma área fresca e arejada;
  • intensificar a ingestão de água ou bebidas isotônicas;
  • evitar comidas pesadas e grandes intervalos de tempo entre as refeições;
  • prevenir o desenvolvimento de doenças dermatológicas em situações onde há exposição solar, através do uso de pomadas e cremes de proteção contra raios ultravioleta;
  • vestir óculos, chapéus e roupas que protegem a pele de raios solares;
  • aplicar bolsas de gelo nas articulações (no caso de início de quadros de fraqueza e dores musculares).

Efeitos sob baixa temperatura

Já em ocasiões onde há desconforto térmico, devido à temperatura baixa, o corpo humano está sujeito a um processo chamado de hipotermia (inicia-se abaixo de 35° C).

Dessa forma, os efeitos no organismo são:

  • arrepios e dormência nas mãos;
  • dificuldade de locomoção pela ausência de circulação sanguínea nas articulações;
  • cansaço excessivo;
  • perda da consciência e diminuição da frequência cardíaca em situações onde a exposição ao frio é elevada.

Medidas preventivas e corretivas

Em relação ao quadro de hipotermia, os cuidados são:

  • manter o corpo em constante movimento, beneficiando, dessa forma, a circulação sanguínea;
  • usar vestimenta adequada (especialmente para proteger a cabeça);
  • substituir roupas molhadas se a umidade do ambiente for elevada.

Os cuidados para alcançar o conforto térmico

Existem lugares (principalmente em ambientes industriais) em que há tarefas para serem realizadas, porém, inevitavelmente, apresentam temperatura fora do intervalo ideal. Para esse contexto, a utilização tanto de Equipamentos de Proteção Individual (EPIs) quanto de Equipamentos de Proteção Coletiva (EPCs) é indispensável.

Já para ambientes domésticos e estabelecimentos comerciais, em geral, caso haja alguma região na qual as condições térmicas não são favoráveis, uma boa solução é providenciar a instalação de um isolante térmico. Assim, por meio de mantas térmicas, o conforto térmico fica garantido de maneira simples e eficiente.

Como vimos neste conteúdo, é essencial garantir o conforto térmico. Seja nos espaços de trabalho ou nos ambientes residenciais. Portanto, vale ressaltar que além de permanecer em uma área arejada e com a devida ventilação é importante providenciarmos locais que proporcionem conforto e bem-estar, pois isso reflete positivamente tanto no humor quanto na produtividade de uma pessoa, além de assegurar e preservar o seu maior patrimônio: a saúde.

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