O projeto arquitetônico é peça fundamental para garantir o conforto térmico e acústico de uma edificação. Estruturas sem isolamento térmico ficam mais abafadas, fazendo com que as pessoas se sintam desconfortáveis no ambiente. Já a falta de isolamento acústico pode atrapalhar a concentração e comunicação entre as pessoas.

No caso das indústrias, o problema pode ser ainda mais crítico devido aos diversos equipamentos que geram calor e ruídos, causando distrações e interferências à equipe. Quem mais sofre são os trabalhadores, que precisam de boas condições no ambiente de trabalho para desenvolver suas atividades com eficiência.

Leia mais sobre o que é um projeto arquitetônico, qual a importância dos projetos de conforto acústico e térmico e como escolher a empresa para solucionar o seu problema sem dor de cabeça. Confira!

O que é um projeto arquitetônico?

O projeto arquitetônico é uma representação gráfica e escrita de uma construção que foi idealizada por alguém. Com o projeto arquitetônico em mãos, os profissionais responsáveis pela obra conseguem visualizar a construção.

Entretanto, o projeto arquitetônico não é suficiente para que a obra seja realizada. Ele é um dos primeiros desenhos a ser feito, e depois outros mais detalhados e específicos são realizados com as medidas definitivas e especificações.

Abaixo vamos explicar brevemente como um projeto arquitetônico é desenvolvido, etapa por etapa.

Levantamento de dados

No primeiro contato com o cliente o profissional lidera a conversa para descobrir qual é o objetivo daquele projeto, quais as necessidades que precisam ser sanadas, o que o cliente gosta e o que ele não quer de forma alguma.

Todas essas informações ajudam a montar um projeto que se encaixe nas exigências do cliente. Se o terreno já foi comprado o profissional também faz uma visita para fazer medição e verificar a infraestrutura local.

Estudo preliminar

Durante o estudo preliminar outras referências são levantadas e os primeiros esboços são desenhados, tudo de acordo com o material levantado previamente. Nessa etapa o croqui desenhado não é o desenho final.

Os desenhos dessa etapa podem ser alterados sem maiores problemas durante a revisão com o cliente.

Anteprojeto

O anteprojeto é mais específico que os croquis desenhados no estudo preliminar. Os recursos utilizados são mais específicos, como desenhos 3D, elevações e cortes que ajudam a visualizar o projeto além das plantas baixas.

A planta baixa é uma representação com todas as medidas e áreas do projeto. O anteprojeto contém a localização das paredes, colunas, pilares, especificação das áreas e planta de cobertura.

O desenho da planta baixa é feito considerando um corte imaginário na parede da construção a 1,5 metro de altura, que passa por todos os detalhes do espaço como a localização das janelas e portas.

Projeto legal

O projeto legal envolve a parte burocrática do empreendimento. Para construir, tanto o profissional quanto a obra precisam de autorização da prefeitura. Dessa maneira, algumas documentações precisam ser apresentadas ao órgão para não gerar nenhuma pendência e evitar multas e embargos.

Além disso, existe o código de obras da cidade que deve ser respeitado. Nele são definidos quantidade de pavimentos que um imóvel pode ter em determinado bairro, tamanho do recuo e outras diretrizes que devem ser seguidas.

Projeto executivo

O projeto executivo é o mais detalhado de todos os projetos. Ele precisa ter todas as informações para que qualquer profissional da construção consiga entender o que está descrito ali e executar.

Outros projetos complementares são definidos nessa etapa, são eles o projeto estrutural, elétrico e hidrossanitário. Todos eles se complementam e fornecem todas as informações necessárias à construção da edificação.

Qual é a importância do conforto térmico para as indústrias?

Conforto térmico é o termo que explica a relação do ambiente com a satisfação da pessoa naquele cômodo. Se existe um conforto térmico, isso significa que a pessoa está confortável, ela não está sentindo nem frio, nem calor.

É claro que os parâmetros mudam um pouco de pessoa para pessoa, mas não é por isso que ele deve ser ignorado no seu projeto. O conforto térmico interfere diretamente na qualidade do trabalho da equipe.

O conforto térmico ou a falta dele interfere na performance humana, uma vez que o ambiente propício ajuda no desenvolvimento de atividades intelectuais, perceptivas e manuais.

Outro ponto positivo é a satisfação dos funcionários que aumenta quando existe conforto térmico. O local de trabalho é onde passamos a maior parte do nosso dia, imagine como seria desconfortável passar 8 horas do seu dia em um ambiente muito quente ou muito frio.

Além de melhorar a performance e satisfação dos funcionários, o conforto térmico permite a conservação de energia e consequentemente economia financeira. O ambiente que tem isolamento térmico industrial tende a reduzir os gastos excessivos com aquecimento e refrigeração.

Qual é a temperatura ideal então? De acordo com a norma regulamentadora NR 17, do Ministério do trabalho, a temperatura ideal em ambientes de trabalho como salas de desenvolvimento, escritórios e laboratórios deve estar entre 20°C e 23°C.

Já a NR 15 regulamenta as atividades e operações insalubres. As atividades insalubres são as que se desenvolvem acima dos limites definidos na NR. Para o trabalhador que desenvolve suas atividades nessas condições extremas, é previsto em lei adicional sobre o salário, que deve ser proporcional ao grau de insalubridade a que ele está submetido.

O anexo III define quais são os limites de tolerância para exposição ao calor de acordo com o tipo de atividade (leve, moderada ou pesada), conforme pode ser observado abaixo os valores conforme exigido pela norma.

Regime de trabalho intermitente com descanso no próprio local de trabalho (por hora)

Trabalho contínuo

  • Leve: até 30,0
  • Moderada: até 26,7
  • Pesada: até 25,0

45 minutos trabalho com 15 minutos de descanso

  • Leve: 30,1 a 30,5
  • Moderada: 26,8 a 28,0
  • Pesada: até 25,1 a 25,9

30 minutos trabalho com 30 minutos de descanso

  • Leve: 30,7 a 31,4
  • Moderada: 28,1 a 29,4
  • Pesada: até 26,0 a 27,9

15 minutos trabalho com 45 minutos descanso

  • Leve: 31,5 a 32,2
  • Moderada: 29,5 a 31,1
  • Pesada: até 28,0 a 30,0

Não é permitido o trabalho, sem a adoção de medidas adequadas de controle

  • Leve: acima de 32,2
  • Moderada: acima de 31,1
  • Pesada: acima de 30,0

Os valores acima nos mostram que dependendo da atividade o parâmetro de temperatura se altera. Por exemplo, o trabalhador que está sujeito a uma temperatura de 29,0 °C desempenhando uma atividade moderada deve trabalhar 30 minutos e descansar mais 30.

Já o trabalhador que está no ambiente a mesma atividade moderada porém a uma temperatura de 25,0 °C pode trabalhar continuamente.

Qual é a importância do conforto acústico para as indústrias?

O corpo humano tem seus limites. Um deles é em relação à quantidade de barulho que os ouvidos de uma pessoa consegue suportar sem que ocorram danos no seu aparelho auditivo.

Especialistas advertem que o limite seguro de som contínuo é de 80 decibéis. Acima disso, começam a surgir efeitos negativos na audição, como zumbidos. Uma das causas do zumbido é a poluição sonora no ambiente, que pode ser evitada com o uso de protetores auriculares.

Veja alguns exemplos de total de horas de exposição de acordo com a intensidade sonora:

  • até 80 decibéis: não existe risco;
  • 85 decibéis: até 8 horas;
  • 90 decibéis: até 4 horas;
  • 95 decibéis: até 2 horas.

Os profissionais que ficam expostos a barulhos durante muitas horas do dia podem facilmente desenvolver problemas auditivos no futuro, por isso é responsabilidade da empresa fornecer ambientes com controle de ruídos na intenção de minimizar os problemas de saúde.

Qualquer ambiente está sujeito a ruídos, porém o setor industrial é composto por muitos equipamentos que podem gerar barulhos, sendo um dos setores mais críticos. Os barulhos atrapalham a capacidade de desenvolvimento das atividades de funcionários e em casos mais extremos podem levar à perda auditiva.

Para evitar o surgimento de doenças ocupacionais, principalmente os transtornos auditivos, a Associação Nacional de Medicina do Trabalho indica como principal forma de prevenção a proteção coletiva das fontes de ruído com isolamento. Depois, o uso de proteção auditiva como forma de proteção complementar.

A indústria não pode reduzir a sua produção por causa dos ruídos dos equipamentos, muito menos parar a linha de produção e só trabalhar durante as 8 horas permitidas ou menos que isso.

A melhor solução, nesse caso, é desenvolver o projeto arquitetônico da fábrica já considerando o conforto acústico necessário. Dessa forma a construção é desenvolvida seguindo os padrões estabelecidos pelas normas.

Durante a fase de concepção do projeto, devem ser analisados quais equipamentos serão utilizados e qual nível de barulho produzido por cada uma. Assim é possível montar um plano para criar soluções que minimizem os ruídos antes que eles comecem.

Nesse caso, o material para isolamento acústico tem papel fundamental no resultado final do projeto. Ele deve apresentar qualidade suficiente para durar nas condições extremas que algumas fábricas têm e não comprometer o isolamento.

Para indústrias que utilizam maquinários pesados, as principais soluções utilizadas são:

  • Enclausuramento de máquinas;
  • Barreiras acústicas;
  • Cabines acústicas;
  • Abafador de ruídos.

A exposição ao ruído por curtos períodos de tempo pode causar perda auditiva temporária, que volte em alguns segundos ou dias, já a exposição prolongada por causar perda auditiva permanente. Por isso é tão importante reduzir os níveis de barulho sempre que for possível.

No projeto de desenvolvimento da indústria e durante o desenvolvimento de suas atividades, as seguintes obrigações devem ser consideradas:

  • avaliação dos riscos: aqui são levantados e catalogados todos os equipamentos que geram ruídos, qual o local de cada um, interferências em sinais de avisos que esses barulhos podem ter, e vários fatores relacionados;
  • redução da exposição: são estudadas as formas de reduzir o tempo de exposição da equipe ao barulho, como escolha de equipamentos melhores, reajuste na escala de manutenção, adoção de métodos alternativos, e outros;
  • proteção individual: por fim, sempre dispor de proteção individual para as equipes que precisam entrar em contato com equipamentos que geram ruídos como forma complementar de proteção.

A principal norma técnica que contém as recomendações sobre os níveis de ruído em locais de trabalho é a ABNT NBR 10.152/1987 – Níveis de ruído para conforto acústico.

Como os projetos arquitetônicos se relacionam com esses fatores?

A primeira forma de melhorar o conforto térmico e acústico de uma edificação acontece durante a concepção do projeto, ainda na fase de levantamento de dados. Depois que o profissional faz a visita ao local da obra ele deve desenvolver a estrutura pensando na disposição da obra que melhor aproveite os recursos naturais.

A localização do imóvel influencia diretamente na quantidade de insolação direta recebida durante o dia, assim como a quantidade de vento do local. Quando negligenciados, esses dois itens podem gerar um imóvel abafado e quente.

Para reverter esse problema, é preciso visualizar a construção e a influência do seu entorno sobre ela. No hemisfério Sul, as fachadas voltadas para o Norte recebem mais luz. Logo, os ambientes internos devem ser dispostos de forma a concentrar na parte norte os locais que podem receber essa insolação na maior parte do dia.

Enquanto na parte sul é indicado deixar os ambientes que já serão mais quentes e por isso devem receber menos radiação.

Os ventos também são recursos naturais que devem ser utilizados à favor da obra. Quanto mais arejado o ambiente for, menor será o custo com refrigeração dos ambientes.

Os projetistas também consideram que o ar quente tende a subir enquanto o ar frio é mais denso e por isso tende a ficar embaixo. Pensando nisso, podem ser instaladas nas fábricas aberturas de ar nas partes inferiores para captar ar frio.

Já na parte superior são utilizadas aberturas com a finalidade de dissipar o ar quente. Todas essas medidas são discutidas durante a concepção do projeto para minimizar os impactos negativos da falta de conforto térmico e acústico.

Como o desempenho profissional está diretamente associado ao conforto térmico e acústico, todos esses fatores precisam ser estudados com cuidado antes da implementação da fábrica.

No caso de locais que já foram construídos sem essa preparação e precisam se adequar é possível também fazer mudanças para estar dentro das exigências das normas. Abaixo listamos os materiais mais utilizados pelas indústrias e que também são conhecidos por suas características de isolamento acústico e térmico.

Drywall

O drywall é uma opção para substituir a alvenaria. Ele promove o isolamento acústico devido ao acabamento interno e é de fácil instalação. O drywall pode ser utilizado para economizar espaço nos ambientes administrativos com várias salas de escritórios.

Telhas metálicas

Para grandes áreas, como indústrias, as telhas metálicas são uma excelente opção por conta de seu tamanho. Entretanto, nem todas têm isolante térmico. As que têm são as chamadas de telha sanduíche.

É uma boa opção para se utilizar nos telhados e diminuir o impacto da insolação direta no teto para o ambiente interno da fábrica.

Brise

Brise não é um material mas sim um elemento construtivo usado para diminuir a incidência direta de Sol na fachada de prédios. Elas podem ser usadas em conjunto com outros elementos para trazer mais conforto térmico ao prédio.

3TC

Dentre todos os materiais citados, a manta 3TC é de longe a mais completa. Ela é uma tecnologia que promove o isolamento acústico e térmico, sem deixar de atender às normas brasileiras de segurança na construção civil.

O 3TC contém no seu interior um material anti-chamas e películas altamente reflexivas na sua parte externa que não conduzem eletricidade porém cortam totalmente a transmissão de calor.

Ele pode ser usado em paredes, forro, telhas, pisos e vários outros locais provando ser um material versátil, sempre se adaptando aos mais diversos ambientes sem perder suas propriedades.

A tecnologia 3TC controla as três formas de transferência de calor (radiação, convecção e condução) vedando totalmente os ambientes, além de ser resistente à água ao mofo e ser isolante acústico.

Dessa forma, um só material é capaz de promover o conforto térmico e acústico com eficiência e facilidade de instalação.

Como o leitor pode escolher a melhor empresa para o serviço?

A melhor forma de desenvolver um projeto de conforto térmico e acústico de sucesso é contar com um parceiro de confiança. Essa empresa deve ter boa reputação no mercado e se mostrar comprometida em entregar um serviço e produto de qualidade.

Veja abaixo algumas dicas de como escolher o melhor fornecedor.

Busque pela opinião de clientes antigos

As melhores pessoas para dar uma opinião confiável sobre o serviço prestado de qualquer empresa são os clientes. Hoje em dia com a facilidade da Internet, você pode consultar as redes sociais das empresas que está cotando com rapidez e agilidade.

Além da opinião dos clientes, você pode visitar o site da empresa e ver as obras antigas já realizadas, como elas foram desenvolvidas e se tiver alguma dúvida tente conversar com algum representante da empresa.

Uma pesquisa com o CNPJ do fornecedor também pode oferecer dados importantes sobre a estrutura financeira e legal da empresa, dando mais credibilidade e confiança antes de fechar negócio.

Pesquise as suas opções disponíveis

Se você está construindo do zero, o leque de opções é bem maior. Construir dá abertura para fazer um projeto bem pensado e analisando todos os itens que indicamos anteriormente.

Entretanto, nem sempre é possível construir e a fábrica já pode estar em funcionamento porém precisando de melhorias no isolamento acústico e térmico. Para esses casos é possível fazer adaptações no ambiente sem modificar a estrutura.

O principal critério nesse caso é a facilidade de aplicação do material, pois se a fábrica está funcionando o tempo é primordial, a instalação não pode de forma alguma atrapalhar o processo na linha de produção.

Faça pelo menos três orçamentos

Depois de pesquisar as empresas e a forma que o serviço será realizado, peça orçamentos para os fornecedores. Muitas pessoas acreditam que só o preço é importante. Porém, ele deve ser tratado como um dos fatores a ser analisado e não como o único.

Algumas empresas fornecem sim soluções excelentes a um custo acessível, mas itens como prazo de entrega, por exemplo, também devem contar na hora da escolha de fornecedor.

A flexibilidade em entregar soluções mais completas também deve ser incluída nesse processo de avaliação. Se existe um produto que resolve dois problemas de uma vez, porque eu devo gastar mais tempo e recursos procurando soluções separadas?

Esse é o melhor exemplo do uso da tecnologia 3TC, ela é um material completo de isolamento térmico e acústico, versátil e de fácil instalação. É muito mais fácil fazer a instalação uma única vez do que procurar um isolante térmico e outro acústico separados.

Questione os processos

O método produtivo do seu fornecedor impacta diretamente na qualidade do produto entregue. Verifique quais padrões de qualidade ele usa, como é feito o gerenciamento dos processos internos e afins.

A falta de respostas para estes questionamentos mostra um despreparo que pode impactar no prazo de entrega, por exemplo. A performance do fornecedor é refletida em seus produtos e como eles serão utilizados na sua fábrica, é importante que eles sejam da mais alta qualidade.

A capacidade técnica da equipe e capacidade de produção são outros dois fatores a serem considerados e avaliados justamente por impactar no produto final e na capacidade da empresa em lidar com grandes volumes de pedidos.

Portanto, diante de todos argumentos apresentados fica claro porque o conforto térmico e acústico deve ser priorizado na construção de uma indústria. Esta é uma forma de fornecer melhores condições de trabalho para a equipe, pois conseguem trabalhar em locais com menos interferência de ruídos e calor.

Contudo, existem muitos materiais que são usados com o objetivo de fornecer conforto térmico e acústico mas não são tão eficientes. Por isso, é importante pesquisar sobre os materiais disponíveis no mercado, assim como a qualificação dos fornecedores para usar a solução que melhor apresente custo-benefício para a sua empresa.

Se você deseja saber mais sobre o conforto térmico e acústico e como você pode levar soluções para o seu ambiente de trabalho entre em contato conosco. Nossa equipe está pronta para ajudar você!

Quando o tema é o conforto térmico, é comum que surjam muitas dúvidas. Tanto em ambientes industriais quanto dentro de casa, não são poucas as questões sobre as soluções e os melhores meios de obter um espaço agradável. Quando a discussão aparece, é quase impossível não citar os tipos de exaustores.

Com um funcionamento diferenciado em relação a ventiladores e outros componentes, os exaustores trazem uma promessa específica. Ao mesmo tempo, é preciso se preocupar se essa é, de fato, a alternativa mais efetiva para o problema do calor.

Para tirar as suas dúvidas, mostraremos quais são os principais tipos de exaustores e como cada um atua. Entenda!

O que são e como funcionam os exaustores?

Esses são equipamentos instalados no teto ou em uma parte alta do ambiente. Com o uso de hélices, coifas e outros componentes, ajudam a garantir a ventilação no espaço.

O processo é feito por meio da eliminação do ar quente que fica em cima e que é substituído pelo que está no lado de fora. Isso renova as correntes de ar e oferece uma troca para deixar o local mais agradável. Também é muito utilizado para expelir gases, odores e outras impurezas que podem contaminar o ar.

São diferentes dos ventiladores porque o processo que eles executam não é percebido por quem está no lugar. Para completar, não criam correntes direcionadas — em vez disso, distribuem o “novo” ar pelo ambiente.

Quais são os principais tipos de exaustores?

Embora o funcionamento seja semelhante em todas as opções, há diversas possibilidades quanto a esse componente. São voltados para variados usos e é preciso recorrer ao item certo para cada necessidade.

Na sequência, separamos quais são os principais tipos de exaustores para que você conheça a finalidade de cada um.

Domésticos

Como o próprio nome indica, os exaustores domésticos são voltados para a utilização em ambientes residenciais, em que a exigência de troca de ar tende a ser menor. Normalmente, são posicionados no ponto mais alto de uma parede do local e promovem a movimentação das massas de ar.

Podem ser adotados em garagens, galpões, sótãos e até porões. O uso em cômodos como sala de estar e quarto não é impossível — apenas não é tão comum por causa da aparência do equipamento.

De cozinha

Um exaustor de cozinha tem o objetivo específico de ajudar a dissipar gases próprios da culinária, bem como a gordura e outras impurezas. É especialmente necessário para impedir que a fumaça formada por frituras se espalhe e suje o ambiente ou outros cômodos. Também expulsa o cheiro.

Uma coifa colocada acima do fogão pode ser considerada um tipo de exaustor de cozinha. O mesmo vale para os elementos posicionados no topo da parede equivalente.

De banheiro

Já o exaustor de banheiro ajuda a eliminar odores e, principalmente, o vapor produzido pelo banho. O grande objetivo é impedir que a umidade se propague no cômodo, pois é algo com potencial para causar mofo.

É uma opção especialmente utilizada em suítes, já que a umidade pode danificar roupas no quarto ou no closet, por exemplo.

Industriais

A versão industrial é bem mais potente, por causa do tamanho da área a ser coberta. Se for do tipo “tradicional”, visa garantir a expulsão de algumas impurezas e, principalmente, a diminuição de temperatura.

Normalmente, vários exaustores são utilizados em fileiras e colunas, de modo a reduzir parcialmente o calor e obter condições ergonômicas de trabalho.

Centrífugos

Em tipos de exaustores avançados, não podemos deixar de citar os centrífugos. Eles têm uma capacidade de “vazão” muito grande e conseguem eliminar um volume intenso de gases.

São usados em certas indústrias, como siderúrgicas, petroquímicas e demais opções de transformação. Além de evitar a contaminação do ambiente, impedem acidentes diversos.

Axiais

Os axiais também têm grande capacidade, mas não servem para liberar gases. Em vez disso, fazem trocas intensas e rápidas da quantidade de ar. Exaustores axiais são aplicados, normalmente, em espaços de elevada circulação.

Locais movimentados, como os de carga e descarga de uma loja multimarcas podem explorar essa possibilidade.

Eólicos

Muito usados em indústrias, comércios de grandes proporções e clubes, os eólicos movimentam-se com a força do vento. Conforme as correntes de ar batem na estrutura, fazem as hélices girar e promovem a troca.

Vários desses exaustores têm funcionamento misto, para que fiquem em atividade mesmo quando não há vento o bastante.

Eles resolvem o problema do calor?

Embora os diferentes tipos de exaustores busquem a substituição do ar de dentro com o de fora, não podemos dizer que são efetivos contra o calor. O motivo é bem simples: eles não são responsáveis por fazer uma refrigeração do ar. Como apenas trocam o de dentro com o do exterior, não ocorre uma queda real de sensação térmica.

Vamos pensar em um dia de verão. Quando os exaustores são acionados, eles podem até oferecer alguma ventilação. No entanto, o ar que “puxam” de fora e que jogam para dentro também está quente, por causa das altas temperaturas. Então, por mais que tragam um alívio, é algo limitado.

Frequentemente, inclusive, os exaustores têm que ser conjugados a outras opções de climatização. Com isso, são muito úteis para garantir a qualidade do ar, mas não para reduzir a temperatura de forma efetiva.

Como conquistar efetividade para solucionar a questão?

Se, por um lado, os tipos de exaustores não resolvem o problema do calor, por outro lado há outras alternativas mais convenientes. O isolamento térmico é a nossa recomendação, já que impede que o calor penetre no ambiente, em primeiro lugar.

O funcionamento é como o de uma garrafa térmica. Com o uso de mantas e/ou placas especiais, o telhado e/ou as paredes são revestidas. Como consequência, não ocorre um aumento tão intenso da temperatura.

Para que a solução seja efetiva, entretanto, é necessário combater todas as formas de transmissão de calor. A condução acontece por contato e é importante, assim como a convecção. No entanto, a radiação é a grande vilã. Então, é preciso ter um material que também sirva para refletir os raios solares e impeça o aquecimento excessivo.

Os tipos de exaustores atuam em diversos locais e são boas soluções para eliminar gases, impurezas e odores. Quanto ao conforto de temperatura, entretanto, o melhor é recorrer ao isolamento térmico, já que é uma opção mais efetiva nesse sentido.

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Para realizar o isolamento térmico e acústico de uma construção, é preciso analisar diversos fatores. A seleção do melhor fornecedor é um ponto essencial, já que é necessário optar pela tecnologia correta. No segmento de subcoberturas, vale conhecer as diferenças entre 3TC e Duralfoil.

Entender as características de cada um é crucial para fazer uma escolha que atenda às expectativas de resultado. Desse modo, é possível garantir que a construção fique devidamente protegida e isolada.

Mas, entre 3TC e Duralfoil, qual é a opção adequada? A seguir, veja um comparativo entre as duas.

Conheça o 3TC e o Duralfoil

A princípio, as duas soluções prometem a mesma coisa: isolamento térmico. Com a atuação na construção, os produtos serviriam para ajudar a diminuir a temperatura em estruturas de diversos tipos. Na prática, entretanto, há algumas diferenças destacáveis.

O Duralfoil, é feito com base de alumínio e trançado de nylon. Embora seja uma manta de subcobertura, funciona melhor para conter infiltrações. Mesmo que seja vendido como isolante térmico, sua atuação de destaque garante outra funcionalidade.

Já o 3TC é uma alternativa feita com o polímero Mylar, entre outros componentes. Esse produto é leve, barato e capaz de refletir até 97% da radiação incidente. Com isso, consegue diminuir consideravelmente a temperatura das construções, com um conceito parecido com o de uma garrafa térmica. A garrafa térmica, como já explicamos nesse post, funciona com espaço de ar e camadas refletivas, mantendo a temperatura interna isolada da externa.

Veja as vantagens das tecnologias

Escolher um recurso de isolamento para a construção é benéfico, em primeiro lugar, por conta do conforto térmico. Como a temperatura no interior fica menor, existe uma experiência favorável nesse sentido.

Outro aspecto relevante tem a ver com a eficiência energética. Se a temperatura for reduzida, é preciso utilizar menos energia elétrica para resfriar o espaço. Então, há um consumo diminuído, o que conduz à eficiência.

O 3TC, destacadamente, traz vantagens especiais pela tecnologia usada, inclusive em relação ao Duralfoil. Além dos pontos referentes à diminuição de temperatura, veja quais são os outros aspectos que merecem atenção.

Facilidade de instalação

Ao contrário da opção oferecida pelo Duralfoil, o 3TC tem uma instalação muito simples. Ele não depende de uma estrutura extra e também não precisa de um espaço livre com ar para funcionar. A composição do produto já conta com essa característica, o que garante uma reflexão adequada e uso potencializado.

Em comparação à alternativa, ele evita a necessidade de rebaixar o teto e perder espaço. Por ser leve, não exige cálculos estruturais e, como é simples, o custo total é menor.

Inclusive, há um suporte pós-venda bastante robusto. Mesmo pessoas que não sejam especialistas podem instalar, já que a equipe técnica é capaz de dar orientações importantes.

Elevada durabilidade

O 3TC é uma opção para quem busca uma solução tanto de curto quanto de longo prazo. Isso é possível porque ele utiliza insumos de alta qualidade e durabilidade em sua produção. Este fato faz com que a seu prazo de funcionamento seja estendido. Fazer essa aquisição, portanto, é um jeito de realizar um ótimo investimento e com extensa duração.

Na prática, é uma alternativa que não depende de manutenção e que tem garantia de até 10 anos. Com isso, é possível obter uma utilização confiável por um longo período, o que melhora a experiência.

Bom retorno sobre o investimento

Como se trata de uma alternativa muito durável, há um melhor retorno sobre o investimento. Isso é potencializado ao somar os benefícios, como a eficiência energética e o conforto térmico.

Como o 3TC é um material acessível e com baixo custo de instalação, torna-se especialmente vantajoso. É, ainda, um jeito de tornar a construção sustentável, atraente e valorizada. Portanto, é uma abordagem conveniente para quem busca um investimento com um excelente nível de retorno.

Experiência positiva de outros clientes

Antes de escolher uma manta de subcobertura para a construção, é fundamental fazer uma análise completa da solução. Além de conhecer a tecnologia envolvida, vale entender como tudo funciona na prática.

Essa tecnologia inovadora é muito bem recebida por clientes, que só têm avaliações positivas para dar. Ao realizar essa análise, é possível ter maior segurança para fazer uma escolha que realmente ajudará a sua construção.

Atuação versátil

Como visto, o Duralfoil promete isolamento térmico. No entanto, na maioria dos casos, age mais para conter infiltrações. Uma das vantagens do 3TC é, justamente, a sua versatilidade. Além de servir como isolante térmico, também atua no isolamento acústico e ainda pode proteger contra a umidade no telhado e paredes.

A facilidade de instalação e o baixo custo total permitem que o 3TC seja adotado de maneira versátil. Assim, os resultados são muito mais satisfatórios para qualquer tipo de construção.

Saiba quais são os diferenciais do 3TC

Ao avaliar as duas alternativas, é essencial compreender os diferenciais de cada aquisição. É isso que garante a melhor escolha para o seu projeto e, assim, o custo-benefício ideal.

Nesse sentido, o 3TC se destaca. Além de todas as vantagens que apresenta, ele é uma solução inovadora por permitir a proteção contra as três formas de transmissão de calor. Graças a esse produto, é possível combater os impactos da condução, convecção e radiação. Como protege o ambiente de todos os meios de transferência de calor, a proteção térmica é maior com o uso dessa solução.

Outro diferencial tem a ver com a dispensa de estrutura extra. Por conta dessa característica, a solução se adapta a qualquer ambiente e construção, como residências, galpões, igrejas, entre outros. Assim, é mais fácil ter as necessidades específicas do projeto atendidas.

Conheça as linhas de produtos

Para decidir entre as duas opções, é importante conhecer a fundo as linhas de produtos de cada marca.

A Duralfoil apresenta cinco componentes principais em seu catálogo. Além de uma fita aluminizada, há alternativas voltadas para alguns cenários, como áreas úmidas ou telhas.

Por conta de sua versatilidade, o 3TC tem um catálogo compacto. Há espessuras de 10 a 100 milímetros, que são indicadas para lajes, paredes, dutos de ar condicionado e até painéis frigoríficos.

Além disso, os produtos podem vir na cor branca com forro térmico, o que favorece o revestimento e acabamento. Trata-se, portanto, de uma solução diversificada e que atende à maioria dos casos.

Para isolar a construção termicamente, escolher o 3TC, em detrimento do Duralfoil, é a melhor alternativa. Com uma atuação versátil, durável e com excelente retorno de investimento, garante muito conforto térmico e eficiência energética.

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Devido ao maior interesse das pessoas em conservar o meio ambiente, tornou-se uma tendência — além de ser uma necessidade — fazer com que a atividade da construção civil possa ser mais sustentável. Para isso, começou-se a utilizar nos processos construtivos diversos materiais que, normalmente, seriam descartados. Entre eles destacam-se os contêineres marítimos.

Com elevada vida útil, esse material, que é excluído após ser usado por quase uma década como compartimento de transporte, proporciona economia e velocidade de execução a uma obra. Por isso, não é por acaso que a construção em contêiner tem se tornado cada vez mais comum. Entretanto, existem alguns pontos que precisam ser considerados antes de utilizá-lo na construção.

Ao continuar a leitura deste artigo, você vai descobrir as vantagens e desvantagens de utilizar o contêiner na construção civil.

Quais são as vantagens da construção em contêiner?

Sustentabilidade

Uma das principais vantagens da construção em contêiner é a sustentabilidade. Afinal, além de reutilizar um material que seria descartado, durante a execução processo construtivo reduz-se o uso de alguns recursos naturais, como tijolo, areia, brita e aço, os quais são utilizados no tradicional método do concreto armado com fechamento em alvenaria.

Outro ponto importante é a possibilidade de manter a permeabilidade em até 90% do solo, já que o contêiner não necessita de uma grande área. Com isso, é possível manter intacta parte da geografia do terreno.

Praticidade e versatilidade

O uso de contêineres na construção civil é uma ótima solução para quem deseja uma obra ágil e com o mínimo de produção de resíduos. Por se tratar de um processo construtivo modular, é possível que a estrutura da edificação chegue completamente pronta até o terreno, bastando apenas realizar a sua instalação.

Após a conclusão da obra, caso seja preciso expandir a área construída, basta acoplar aos contêineres existentes outros módulos, os quais podem ser entregues prontos.

Baixo custo

Por se tratar de um material reutilizado, quando a obra é bem planejada e administrada é possível que o metro de área construída seja até 40% mais barato que o método tradicional de alvenaria. Além disso, pelo fato de a construção em contêiner ser um processo construtivo modular, o tempo da empreitada é menor, o que garante maior economia na mão de obra.

Aproveitamento do terreno

Os contêineres são projetados para suportar uma elevada carga, pois normalmente ocorre o empilhamento das unidades durante o seu armazenamento ou transporte. Dessa forma, é possível criar uma coluna de até nove peças, o que proporciona melhor aproveitamento do terreno.

Durabilidade

Apesar de o contêiner ter vida útil de apenas 10 anos como compartimento de transporte marítimo, em terra firme esse material pode ser utilizado por quase um século. Por ser construído em uma estrutura de aço, ele suporta grandes cargas e resiste a diversas intempéries.

Quais são as desvantagens?

Necessita de terreno amplo

Apesar de o contêiner utilizar pequena área do lote, é preciso que esse terreno tenha um espaço que permita a manobra das máquinas que farão a instalação dos módulos. Logo, não é recomendado o uso desse material em pequenos espaços e que apresentam difícil acesso.

Espaço

Por se tratar da reutilização de um compartimento de transporte, os contêineres apresentam um espaço pequeno e limitado, o qual não proporciona o conforto necessário para determinados usos. Além disso, essa área reduzida dificulta a elaboração do projeto e a distribuição dos módulos usados.

Uso de mão de obra especializada

Pelo fato de ser um processo construtivo modular, é preciso que haja mão de obra especializada na produção e instalação das unidades. Caso contrário, além de ter uma construção de baixa qualidade, é possível cometer erros que comprometam a estrutura da caixa, o que acarretará novos custos.

Por exemplo, é necessário que a edificação seja projetada por alguém que conheça as limitações do material. Além disso, se o corte das esquadrias for feito de forma errada, deve-se fazer um reforço no contêiner.

Manutenção

Por se tratar de um material que passava parte considerável do tempo em contato com a maresia, é preciso ficar atento quanto a sua manutenção. Como é comum o contêiner ser adquirido com ferrugem, será preciso fazer um tratamento adequado para combater esse problema.

Além disso, é fundamental saber qual era a carga que esse compartimento transportava, pois existe o risco de contaminação devido à existência de algum vestígio.

Conforto térmico e acústico

Uma das principais desvantagens de utilizar a construção em contêiner é o seu baixo isolamento acústico e térmico. Afinal, dependendo da carga a ser transportada, não há necessidade de que esse compartimento apresente essas características. Assim, para ser usado como edificação, é preciso fazer adaptações, uma vez que o aço é péssimo isolante de sons e ótimo condutor de calor.

O que se deve saber para usar contêiner na construção civil?

Para garantir a sustentabilidade de uma construção em contêiner, é preciso que haja a reutilização do material. Caso o proprietário adquira um compartimento novo, a edificação provocará o mesmo impacto que aquela que utiliza o processo construtivo tradicional. Caso haja reaproveitamento do material, é preciso tomar alguns cuidados para evitar o surgimento de patologias na edificação e a contaminação dos usuários.

Para poder reaproveitar um contêiner, o primeiro passo é analisar a documentação desse compartimento. Para isso, é preciso verificar se essa unidade pode ser usada para outros fins além do transporte de carga. Também é recomendado descobrir qual tipo de material foi transportado por essa caixa, já que existe a possibilidade de haver contaminações. Outro ponto a ser considerado é a estrutura, pois não deve existir nenhuma avaria que a comprometa.

Finalmente, por se tratar de uma edificação, é fundamental que haja projeto. Dessa forma, será possível identificar quais soluções deverão ser usadas para melhorar o uso da construção e para proporcionar mais conforto térmico e acústico. Não se pode esquecer dos projetos complementares, pois é preciso saber a forma mais eficiente de fazer as instalações hidrossanitárias e elétricas desse edifício.

Como é possível perceber, apesar de existirem algumas desvantagens, a construção em contêiner é uma ótima alternativa para quem deseja construir com velocidade, economia e sustentabilidade. Contudo, é preciso tomar alguns cuidados para que essa alternativa construtiva traga os benefícios desejados.

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A criação de animais inclui diversos fatores. É preciso se preocupar com aspectos como o espaço disponibilizado, o tipo de produção, a alimentação e assim por diante. Além desses pontos, entretanto, não dá para ignorar a necessária atenção ao ambiente. É nesse sentido em que surge o conforto térmico animal.

O conceito tem sido cada vez mais difundido e tem que ser aplicado do jeito certo para garantir o bem-estar dos animais. Com as técnicas adequadas, fica fácil obter os resultados necessários para uma criação segura e eficiente.

Para que não restem dúvidas, mostraremos qual é a importância do conforto térmico animal e quais são os pontos que exigem a sua atenção. Continue a leitura!

O que é conforto térmico animal?

O conforto térmico, de maneira geral, consiste em garantir as condições adequadas de temperatura para os seres em determinado ambiente. Ou seja, é necessário disponibilizar um espaço que não seja quente ou frio demais, de modo a não causar o que é conhecimento como estresse térmico.

Se para humanos essa questão já é importante, para animais é especialmente necessário. Em ambientes de produção animal, os bichos precisam estar dentro das condições corretas para a sua espécie e faixa de vida. Ao saber o que é conforto térmico animal, portanto, fica mais fácil entender o seu papel.

É importante notar que cada um tem uma exigência. Mamíferos normalmente conseguem regular a temperatura do organismo. No entanto, não significa que devam ser deixados em situações de frio ou calor extremo. No caso das aves, é ainda mais importante considerar essa questão.

Então, é fundamental executar ações que permitam que os animais estejam em condições realmente confortáveis durante toda a sua vida.

Qual a importância do conforto térmico para os animais?

Os animais também sentem desconfortos relacionados ao ambiente. A falta de um espaço correto para descansar, por exemplo, pode deixar uma espécie irritada. Já a escassez de limpeza compromete a saúde da maioria dos bichos.

No caso da temperatura, valores muito altos ou baixos atrapalham o funcionamento dos sistemas. Por isso, pensar nas medidas para controlar essa questão é muito vantajoso. A seguir, explicamos por que o conforto térmico animal é tão importante.

Manter a temperatura ideal

Para alcançar essa sensação de conforto, é preciso acompanhar o nível da temperatura em cada ambiente. Ou seja, isso significa fazer com que o espaço esteja com os valores adequados para cada animal.

Vale notar, inclusive, que esse é um processo individual, de acordo com cada espécie e estágio da vida. Aves, como os frangos de corte, podem necessitar de uma temperatura que varia de 32º C, após o nascimento, até 24º C, a partir da quarta semana. No entanto, os valores também podem mudar com a quantidade de animais por metro quadrado e até com a ventilação, de modo a não diminuir muito a sensação térmica.

O mesmo acontece com suínos, bovinos e outras espécies. Portanto, o conforto térmico animal é essencial para ter controle sobre a temperatura percebida pelo ser, o que garante um bom funcionamento do organismo de cada um deles.

Reduzir o estresse do animal

Quando elas não são adequadas, os bichos procuram meios de se “defender” das condições ambientais. O instinto faz com que eles busquem novas formas de regular a temperatura, em busca da sobrevivência.

Frangos em temperatura baixa, por exemplo, ficam aglomerados na tentativa de gerar calor. Porcos em ambientes muito quentes se tornam agitados e sofrem problemas de circulação.

O estresse térmico prejudica a saúde dos animais, bem como compromete diversas funções corporais. De forma prolongada, pode afetar todo o desempenho e o bem-estar. Evitar o quadro, portanto, é essencial para garantir o bom tratamento às espécies e para oferecer um cuidado humanizado na criação.

Preservar a oxigenação

A temperatura corporal está ligada à capacidade de diversos sistemas do organismo. Os órgãos dos animais funcionam de maneira diferente de acordo com cada situação, então é preciso ficar atento.

A oxigenação está ligada à capacidade de carregar os nutrientes para as células e fazer as trocas gasosas. No entanto, fora das condições ideais de temperatura, há problemas nesse processo.

Se o ambiente é muito quente, o animal pode sofrer com uma respiração mais rápida e uma oxigenação que não é suficiente. Já em temperaturas baixas, problemas respiratórios podem ocorrer. Portanto, podemos dizer que o conforto térmico animal também está ligado à preservação da oxigenação, de modo a otimizar o funcionamento do organismo.

Garantir a produtividade

A criação de animal, qualquer que seja, visa a obter produtividade. Animais de corte, por exemplo, devem alcançar pesos específicos para que atinjam os padrões esperados. Outros estão ligados a quanto produzem diretamente, como galinhas e ovos e vacas e leite.

De qualquer forma, a temperatura tem grande influência sobre o desenvolvimento e a atuação dos animais. Uma vaca com estresse térmico, por exemplo, não vai produzir tanto leite, o que afeta os resultados almejados. Frangos com frio não se desenvolvem como deveriam, o que também gera perdas.

As respostas fisiológicas incluem perda de massa, alterações na circulação, mudanças na alimentação, modificações no nível de atividade e assim por diante. Já com as condições ideais, os animais têm tudo o que é necessário para fortalecer a produção.

Aumentar a sustentabilidade

A sustentabilidade é uma preocupação cada vez mais latente na sociedade. As pessoas desejam ajudar o meio ambiente, bem como esperam que as marcas se engajem nesse sentido. Com isso, empresas de todos os setores devem se atentar a tal questão — inclusive as de produção animal.

Ao cuidar do controle da temperatura do ambiente onde ficam os animais, em primeiro lugar, há uma produção mais humana e adequada. Isso se encaixa com os preceitos de desenvolvimento sustentável e respeito à natureza.

Além do que, é um jeito de otimizar o consumo de diversos recursos, como ração, água, energia e assim por diante. Desse modo, a produção se torna sustentável e relevante.

Como reduzir o desconforto térmico?

O cuidado com a temperatura é o principal jeito de garantir que os animais não passem pelo estresse térmico. Para que o desconforto seja reduzido ao menor nível possível, portanto, essa preocupação deve ser colocada em prática por meio de diversas técnicas.

O uso dos recursos certos faz toda a diferença para ser bem-sucedido na empreitada, então é preciso ficar atento. Venha ver nossas sugestões sobre como reduzir o desconforto térmico e entenda quais são os pontos que merecem a sua atenção.

Manter os animais na sombra

A radiação é a maior vilã do calor e do aumento da temperatura. Os raios solares trazem o calor que cruza a atmosfera terrestre e impacta todo o espaço. Ou seja, tanto o solo quanto as construções são afetados pelo aquecimento. Se os animais ficarem em uma área de sol, a tendência é que a temperatura seja ainda maior.

Portanto, o ideal é que os animais sejam deixados em ambientes à sombra. No caso do gado criado solto, por exemplo, é preciso que o local tenha pontos de descanso sem sol direto. Na granja ou em áreas de criação de suínos, é fundamental que os animais não sejam afetados diretamente pelos raios solares.

Embora seja apenas a primeira ação recomendada nesse sentido, já é capaz de ajudar a garantir um ambiente mais salubre.

Fazer uso da ventilação natural

Não apenas a temperatura é importante, como também a questão da ventilação. Oferecer correntes adequadas de ar é indispensável quando o objetivo é diminuir o desconforto e evitar o estresse térmico.

Uma das maneiras de conseguir isso é por meio da ventilação natural. Um dos fatores determinantes é a altura do espaço, então um pé direito elevado torna o lugar mais arejado por causa da diferença de pressão, melhorando os resultados.

Também é viável pensar na ventilação cruzada. Nesse caso, é comum criar aberturas paralelas no imóvel onde ficam os animais, de modo a aproveitar o fluxo de passagem do ar. Assim, é possível diminuir a temperatura ambiente sem precisar gastar nada nesse sentido.

Utilizar nebulizadores e ventiladores

Ao mesmo tempo, não é interessante depender apenas da ventilação natural. Em certos períodos do ano, por exemplo, isso significa ter um baixo nível de umidade na atmosfera, o que também pode prejudicar os animais.

Então, é essencial pensar no uso de ventiladores. Há os condensadores e climatizadores — inclusive, os que auxiliam a trocar e renovar o ar.

Em relação à umidade do ambiente, a nebulização é essencial. Isso significa usar microaspersores, ou seja, equipamentos que ajudam a pulverizar pequenas gotículas de água. Elas evaporam antes que atinjam os animais, mas permitem umidificar e a diminuir a temperatura do ar.

Planejar a construção dos alojamentos

Como deu para ver, a maioria das soluções está relacionada ao ambiente de alojamento. Sem cuidar desse ponto é impossível garantir de forma completa a atenção necessária em relação ao controle de temperatura.

Portanto, é fundamental partir do cuidado com a construção dos alojamentos. Eles devem ser planejados de maneira integral para que apresentem as melhores condições e toda a capacidade de conforto.

Além de tudo, ter atenção nesse momento é determinante para otimizar o uso dos recursos. Basicamente, a melhoria ainda no planejamento evita a necessidade de gastos e consumos em excesso posteriormente, de modo a melhorar o desempenho nesse sentido.

Quais os cuidados envolvidos na construção dos alojamentos?

Como visto, a área construída onde ficam os animais é um dos fatores essenciais para o conforto térmico. Erguer um ambiente já com o pé direito alto ou com ventilação cruzada, por exemplo, diminui as exigências em relação ao uso de ventiladores de grande potência.

Mais que apenas pensar no tamanho ou na disposição, é fundamental considerar alguns outros aspectos. Na sequência, apresentaremos os pontos que exigem mais atenção e o que levar em conta para obter bons resultados.

Localização

Primeiramente, é preciso escolher uma localização adequada. A intenção é identificar um ponto que reúna as melhores características, de acordo com a necessidade de cada animal.

Se o local tiver um clima naturalmente muito quente, vale pensar em espaços com um pouco mais de sombra e que sejam arejados. No entanto, é preciso tomar cuidado para que ele não seja frio demais, por exemplo.

Em relação à umidade, convém evitar os chamados terrenos de baixa. Eles têm um grande nível de umidade — principalmente à noite. No inverno, não recebem tanta radiação e isso pode gerar o desconforto térmico e até a necessidade de aquecimento.

Outro ponto importante é que o local deve ter uma área suficiente para abrigar todos os animais e a estrutura necessária para dar conta de todos. Não adianta achar um lugar adequado se os animais ficarão aglomerados e desconfortáveis, por exemplo. Então, verifique se a instalação realmente se adapta ao ponto.

Disposição

Em relação à planta baixa, é muito importante pensar em toda a disposição do imóvel, de modo a facilitar e favorecer a utilização do espaço. É preciso avaliar a instalação de recursos para a ventilação natural cruzada, por exemplo. Então, devem-se planejar as janelas ou pontos de passagem de ar.

Também é necessário considerar onde ficarão elementos como berçários, comedouros, áreas de descanso e assim por diante. É natural que cada ambiente precise de um nível de climatização e controle, então isso deve ser considerado para o conforto térmico animal.

Além de tudo, não dá para desconsiderar a possibilidade de expansão. Se existe o planejamento de crescimento da produção animal, deve-se considerar esse aspecto no planejamento do espaço.

Telhado

Como visto, a radiação é uma das maiores vilãs quando o assunto é a temperatura. Em um alojamento, o telhado é um dos pontos que mais sofre com a incidência dos raios solares e, portanto, desse processo. Sem o cuidado adequado, ocorre a transferência de calor e o estresse térmico.

O melhor é escolher um material com bom índice de reflexão solar, em vez de um que absorva os raios. Também vale pensar em um projeto de isolamento térmico, que será tratado adiante.

Outros aspectos incluem, por exemplo, a inclinação. O ângulo ideal fica entre 20 e 30 graus e é interessante ter uma passagem para a saída do ar quente.

Em relação à altura, ele deve ser mais elevado para impedir a transferência excessiva de calor. Completar a estrutura com ventiladores e microaspersores é um jeito de dissipar parte do calor.

Laje e piso

Especialmente em alojamentos com mais de um andar, a laje é essencial. Além de dar sustentação, ela também evita a transferência de calor entre pontos, o que garante maior proteção e conforto térmico animal.

O melhor é construir uma versão com materiais que ajudem no isolamento térmico, como um concreto com características especiais. A segurança também está em jogo, então recomendamos ter atenção sobre essa questão.

Quanto ao piso, a escolha depende do animal e do seu comportamento. Por exemplo, os suínos passam até 19 horas deitados e, portanto, têm um grande contato com esse ponto. Se o piso for muito quente ou frio, há desconto térmico. Nesses casos, é possível optar pelos ripados ou maciços, de acordo com cada exigência.

Em todos os cenários, é preciso tomar cuidado com o nível de calor que o material consegue absorver. Ele deve ter a temperatura ótima, justamente para evitar a perda de produtividade. Além de tudo, o contrapiso tem que ser regular para prevenir que parte do revestimento cause algum tipo de dano ou escape de calor indesejável.

Manta térmica

Os vários tipos de isolamento térmico são excelentes soluções para garantir o conforto térmico animal. Eles protegem o ambiente das diferentes formas de transmissão de calor — condução, convecção e radiação — e ainda ajudam a economizar recursos.

A manta térmica é uma solução muito utilizada e que serve para impedir a passagem do calor de maneira indesejada. Ela pode ser aplicada tanto no telhado quanto nas paredes — e é daí que surge a necessidade de fazer um bom planejamento quanto ao espaço.

Mas se há tantos tipos, qual é a melhor opção? A seguir, mostramos as principais alternativas e as suas características!

Fibra

A versão de fibra pode ser feita com vários materiais, como a cerâmica. Nesse caso, formam-se fios aglomerados que ajudam a conter o calor, conforme a transferência ocorre de um ponto a outro.

Dependendo do tipo que é aplicado na fabricação, é um modelo que permite conter a condução ou a convecção. Essa alternativa, entretanto, não resiste muito bem à umidade e, em alguns casos, à temperatura elevada. Com isso, pode não ser a escolha ideal para garantir o conforto térmico animal.

Spray

A versão em spray consiste em um material que é pulverizado no local de interesse — normalmente o telhado. O mais comum é que ela seja feita de poliuretano, que funciona como um péssimo condutor térmico e, portanto, como um bom isolante.

A cor é clara para evitar a absorção dos raios solares, o que ajuda a conter parte do problema ligado à radiação. Paralelamente, exige uma aplicação muito profissional e que nem sempre atende aos interesses do alojamento. Como normalmente não é usado nas paredes do mesmo modo que no telhado, o problema da temperatura talvez permaneça.

Alumínio

A manta térmica de alumínio ou foil, como também é conhecida, tem o papel principal de ajudar a conter a radiação. Ela funciona como uma espécie de forro no telhado ou até entre as paredes.

Quando os raios solares batem na superfície espelhada, são refletidos e dissipados. Isso permite evitar a absorção de calor por radiação, o que diminui consideravelmente a temperatura do espaço interior.

Contudo, o produto pode não ser eficiente contra a condução, já que ela está associada ao contato. Como o alumínio não funciona como uma barreira para a transferência, o aquecimento se torna inevitável em muitos casos.

Espuma

A manta térmica de espuma é feita de poliuretano, na maioria das vezes. O material não permite a condução térmica e, com isso, evita que a temperatura seja transmitida do exterior para a parte de dentro.

Também pode se tratar de uma versão com espuma expansiva, que ajuda a preencher vários espaços e, portanto, impede a circulação do ar quente.

No entanto, é tóxica e não é ideal em altas temperaturas. Um princípio de incêndio, por exemplo, pode ganhar força rapidamente e comprometer a integridade dos animais.

Mista

Já a versão mista combina diversos materiais para chegar a um resultado mais completo. Uma opção exclusiva é a que aparece no estilo “sanduíche”, com camadas especiais para cada tipo de transferência de calor.

No revestimento externo, o material altamente reflexivo combate a radiação, que é a grande vilã. Como visto, os raios são refletidos e o calor é dissipado, o que já ajuda a diminuir boa parte do impacto.

No meio, há um preenchimento com poliestireno expandido, o qual impede a passagem do calor. Juntos, os dois componentes são essenciais para também combater a condução, o que favorece o controle de temperatura.

Além disso, a estrutura é feita para “vedar” o alojamento, o que impede a passagem de vapores. Desse jeito, é possível combater a convecção, o que gera um cuidado extra e possibilita o conforto térmico animal.

Um dos maiores benefícios de um material do tipo é que há uma proteção reforçada contra umidade e mofo, além de não ser tóxica e nem gerar problemas diante de temperaturas muito elevadas. Nesse caso, é uma solução robusta para garantir máximo controle no ambiente.

A instalação é simplificada e, com um bom planejamento, torna-se ainda mais fácil. Como resultado, é possível fazer com que os animais, de qualquer que seja a espécie, tenham tudo o que é necessário para que possam se desenvolver.

O ideal é escolher uma empresa capacitada, experiente e com uma solução que realmente cumpra esses pontos. Somente desse jeito é possível obter o melhor isolamento, dentre os disponíveis.

Como dissemos, o conforto térmico animal é indispensável para a produtividade, sustentabilidade e humanização. Nesse caso, o controle de temperatura é fundamental, o que exige medidas específicas. Além do bom planejamento, o uso de mantas térmicas garante o isolamento necessário para que o espaço seja muito bem aproveitado.

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O excesso de calor no ambiente de trabalho é altamente prejudicial. Além de comprometer a obtenção do conforto térmico, ele gera diversas dificuldades na execução de tarefas necessárias para o empreendimento.

O desconforto pode aumentar a irritabilidade e, com isso, motivar novos conflitos no ambiente. Esse também é um fator de desmotivação e de perda de produtividade devido à falta de engajamento. Para a saúde, não é diferente, pois esse problema traz riscos variados.

A seguir, mostraremos quais são os impactos do excesso de calor para o bem-estar. Confira!

Quais são os principais impactos na equipe?

O corpo humano é formado por uma grande quantidade de água e precisa se manter a uma temperatura média de 35 a 36º C. Por isso, quando o ambiente está muito quente, há um desequilíbrio nas funções corporais, aumento da produção de suor e grande desconforto.

Tanto nas indústrias quanto no cotidiano, há muitos impactos na saúde que são causados pelo excesso de calor. Na sequência, apresentamos os pontos que merecem a sua atenção!

Desidratação

Um dos resultados mais conhecidos da exposição às altas temperaturas é a desidratação. Trata-se de um quadro que ocorre quando o corpo não tem água suficiente para funcionar da melhor maneira. Como resultado, vários sistemas são afetados e há um acúmulo de toxinas no sangue.

Os sintomas incluem enjoos, boca seca, sede, tonturas e até desmaios. Em alguns casos, a desidratação gera confusão mental ou mesmo delírios. No cotidiano, esse já é um quadro que inspira cuidados. No ambiente de trabalho, ele é ainda mais perigoso, porque é um fator de risco para acidentes.

Fadiga

Com um grande aumento de temperatura, o corpo precisa fazer um esforço maior para regular a temperatura. Em ambientes quentes, a produção de suor favorece a perda de líquidos e de sais minerais essenciais para o funcionamento do organismo. Com esses impactos, o corpo sofre uma diminuição de energia, o que leva à sensação de fadiga.

Nessa situação, as pessoas demonstram menos disposição para executar tarefas e podem sentir sonolência, fraqueza, tonturas e náuseas. Casos extremos, como em temperaturas muito elevadas, levam à síncope corporal e até à interrupção do funcionamento dos rins.

Falta de concentração

O nosso cérebro trabalha com algumas prioridades e, na prática, com uma tarefa de cada vez. Se há necessidades físicas urgentes, então é mais difícil se concentrar em outras ações. É por isso que o calor excessivo diminui a concentração.

Diante das altas temperaturas, há o incômodo e a necessidade de regular o corpo. O cérebro, nessa situação, perde capacidade cognitiva de atuar focado em uma só tarefa, o que compromete os resultados. No trabalho — seja na indústria, seja fora dela —, isso leva a um aumento da procrastinação e uma diminuição do rendimento. No final das contas, há uma grande queda de produtividade.

Doenças respiratórias

Muitas vezes, a alta temperatura é acompanhada pela baixa umidade. Em escritórios, o uso de ventiladores ou de ar-condicionado motiva tal questão. Na indústria, a falta de vapores e os espaços confinados favorecem essa configuração.

O problema é que essas situações prejudicam o sistema respiratório. O muco das vias pulmonares, por exemplo, fica ressecado, o que aumenta as chances de quadros de bronquite, rinite ou asma. Também ocorrem sangramentos nasais e infecções. Em longo prazo, os impactos podem se tornar crônicos.

Alterações na pressão sanguínea

Por causa do aumento da temperatura, as artérias ficam mais dilatadas. Trata-se de um mecanismo do corpo para tentar diminuir a temperatura e eliminar o calor pela pele. Ao somar isso à desidratação, há um fluxo menor de sangue pelo corpo.

Como resultado, há um quadro de pressão baixa ou hipotensão arterial. Para muitas pessoas, é uma situação que leva a tonturas, enjoos e até desmaios. No trabalho, os riscos de acidente se multiplicam nesses casos.

Para quem já sofre com hipertensão, o excesso de calor é um fator de risco. O entupimento das artérias é agravado pelo espessamento do sangue. A falta de água também amplia esse impacto, o que leva à ocorrência de casos de hipertensão. É comum sentir dores de cabeça, tonturas e mal-estar nessas situações. Em alguns casos, esse se torna um fator de risco para AVC e infartos.

Por que é importante investir em qualidade de vida?

Tanto no trabalho quanto fora dele é essencial pensar nas práticas de bem-estar. Desta forma, a intenção é garantir a máxima qualidade de vida, pois isso leva, acima de tudo, a um bom cuidado com a saúde.

Do ponto de vista dos escritórios e das indústrias, há outros aspectos para se considerar. Em primeiro lugar, o empregador é obrigado a cuidar da saúde e da segurança da equipe. Sendo assim trata-se de uma obrigação que visa evitar doenças e acidentes causados pela atividade profissional.

Além disso, trata-se um meio de consolidar resultados positivos para o empreendimento. Com mais bem-estar, há um aumento na satisfação e motivação para o trabalho. Isso gera eficiência e produtividade no dia a dia, melhorando a competitividade do negócio.

Lidar com o excesso de calor, portanto, não tem a ver apenas com a saúde, mas com todos os benefícios associados à etapa produtiva e ao desempenho.

Quais são as soluções mais eficazes para a indústria?

Evitar a transmissão de calor é o melhor jeito de manter as temperaturas sob controle. Esse processo acontece por três meios diferentes: condução, convecção e radiação. A última opção é a que gera maiores impactos, por isso merece atenção redobrada.

De qualquer forma, não basta apenas pensar em climatizar o ambiente. Ventiladores e equipamentos de ar-condicionado são bem-vindos, mas não resolvem tudo sozinhos.

Então, recomendamos considerar o uso de isolantes especiais. As mantas térmicas revestem o ambiente e impedem a entrada do calor, o que ajuda a manter a temperatura interna equilibrada. Para as indústrias, essas são as melhores possibilidades.

Para garantir total eficiência, a nossa indicação é que as três formas de transferência sejam combatidas. Isso dá origem a um ambiente muito mais agradável e preparado para gerar bons resultados.

O excesso de calor tem impactos variados — e, muitas vezes, graves — na saúde. Ao conhecer essas situações que apresentamos, fica clara a importância de investir em ações para o bem-estar, como o isolamento térmico.

Para evitar esses e outros problemas, veja como realizar o controle de temperatura em indústrias e empresas.

De forma simples, a ergonomia envolve a relação entre o homem e o ambiente de trabalho. Consiste em um estudo da ligação entre seres humanos e máquinas e quais são as condições adequadas para garantir o bem-estar e a segurança. Pensando nisso, foram criadas algumas regras voltadas para esse tema, entre as quais está o conforto térmico.

Afinal, essa relação adequada não está ligada apenas a cadeiras confortáveis ou móveis na altura certa. Ela também está conectada a condições de iluminação, de barulho e, é claro, de temperatura.

Para que não haja dúvidas sobre como cumprir todos os requisitos, mostraremos dicas para atingir o conforto térmico segundo às regras de ergonomia. Confira!

O que são e para que servem as orientações?

As Normas Regulamentadoras (NRs) são dispositivos legais criados pelo Ministério do Trabalho e Emprego (MTE). Elas especificam quais são as obrigações dos empregadores em certas condições, de modo a garantir a segurança e a saúde da equipe.

A NR 17 é a responsável por tratar de todas as normas referentes à ergonomia. Ela serve, principalmente, para orientar os empregadores sobre como devem pensar no ambiente. Desse jeito, é possível garantir uma atuação adequada e protegida.

Já a NR 15, por exemplo, disciplina as atividades ou operações insalubres.

Como funcionam as regras de ergonomia?

As obrigações previstas para deixar o trabalho ergonômico variam com cada atividade e ambiente. Basicamente, tudo começa com uma avaliação da adaptação às condições de ergonomia. A intenção é reconhecer os riscos e o que pode (ou deve) ser melhorado.

Em seguida, são tratadas de questões como a necessidade de executar as atividades de forma sentada quando possível e a escolha de mobiliário adequado. A partir do ponto 17.5 da norma, há os fatores ambientais do trabalho. Isso exige, por exemplo, nível de ruído dentro de padrões aceitáveis e umidade relativa mínima de 40%.

Em relação à temperatura, ela deve ser efetiva entre 20 a 23ºC, de modo a garantir o bem-estar. Além disso, há questões sobre a organização das funções e sobre o levantamento ou movimentação de itens pesados.

Vale mencionar que, conforme indica o Anexo III da NR 15, existem limites de tolerância ao calor e sua inobservância torna a condição de trabalho insalubre.

Quais os prejuízos do calor e falta de ergonomia para os trabalhadores?

Como dissemos, um dos pontos das regras de ergonomia tem a ver com o conforto térmico. Segundo prevê a lei, é obrigação do empregador garantir que a temperatura esteja em um nível adequado e confortável. Isso se deve, principalmente, por causa dos impactos negativos que as altas temperaturas causam.

Em primeiro lugar, há a possibilidade de desidratação. Se ela for intensa, o trabalhador pode desmaiar, envolver-se em acidentes e até sofrer uma fatalidade. Também são queixas comuns as dores de cabeça, a sensação de vertigem e o cansaço ampliado.

Todos esses pontos geram, como impactos secundários, a perda de motivação e de produtividade. Como resultado, o empreendimento se torna menos competitivo.

Quais as punições para a empresa que não cumprir as obrigações?

Para garantir que todas as normas trabalhistas sejam seguidas, há algumas punições para as empresas que não as aplicam. Em uma fiscalização, a falta de ergonomia pode gerar multas, sanções e até a interdição do local para adaptação, se for o caso. Também ocorrem processos judiciais, o que coloca em xeque a credibilidade da empresa.

Além disso, a inexistência de boas condições prejudica a saúde da equipe. Isso dá origem a mais faltas e licenças, o que amplia os custos. Resulta, ainda, em um aumento de processos trabalhistas e indenizações.

Para piorar, o negócio pode ter a sua imagem empresarial arranhada. Isso gera problemas de percepção do público e, em alguns casos, até boicotes por parte dos consumidores.

Como melhorar o conforto térmico?

Como visto, cuidar da temperatura do local de trabalho é uma questão fundamental de ergonomia. Então, é preciso buscar maneiras de garantir e ampliar o conforto térmico no ambiente. A seguir, veja algumas dicas de como chegar a esses resultados.

Dê preferência a horários frescos

Durante os dias quentes, é comum que o horário comercial seja o período de maior calor do dia. Isso faz com que haja desgaste por causa da temperatura, o que exige cuidados extras.

Sempre que possível, recomendamos evitar atividades externas de 10 da manhã às 5 da tarde. O sol é muito forte nessa fase, assim como a temperatura.

Dentro do escritório, o problema é um pouco menos sentido, mas ainda é impactante. Trazer flexibilidade de horários, como a pausa do almoço, ajuda os colaboradores a escolherem o melhor período.

Promova pausas para descanso

Por causa das altas temperaturas, é comum que as pessoas fiquem menos concentradas e cansadas com facilidade. Tudo isso afeta a produtividade — e exigir resultados constantes não é a resposta.

Em vez disso, a nossa indicação é planejar mais pausas ao longo do expediente. Permitir que as pessoas tirem 5 minutos para descansar, beber algo gelado ou se refrescar é essencial. Como consequência, a produtividade pode ficar ainda maior, mesmo com um número ampliado de paradas.

Mantenha distância das fontes de calor

Principalmente no chão de fábrica, há diversos componentes que podem gerar muito calor. Fornos, caldeiras, secadores e, até, máquinas com bastante vibração aumentam a temperatura de forma localizada.

O melhor jeito de evitar isso é ao limitar o contato com essas fontes. Garanta que a equipe não seja exposta demais a essas áreas e que a proximidade dure apenas o tempo necessário. Ao diminuir essa interação, os efeitos são sentidos com menos intensidade.

Invista no isolamento térmico e promova a ergonomia

Embora essas ações sejam importantes, elas são somente “remédios” para um problema que tem outras causas. A incidência solar, por exemplo, gera calor por radiação no imóvel e eleva a temperatura. Outras formas de transmissão, como condução e convecção, também são responsáveis.

Então, para aumentar o conforto térmico, vale elaborar um projeto de isolamento. Com o uso de uma manta especial, por exemplo, é possível impedir que o calor entre no local. Com as trocas interrompidas, fica mais fácil chegar a valores confortáveis.

Para ter máximo desempenho, procure uma solução que impeça as três formas de transferência de calor. Assim, dá para garantir que o espaço terá condições melhores. Além de o bem-estar ser ampliado, os esforços — e os custos — para climatizar o ambiente serão menores.

O conforto térmico é uma das bases da ergonomia e, por isso, é tão importante. Ao seguir as nossas orientações, é possível evitar as punições e cuidar melhor da saúde da equipe.

E já que o isolamento é uma opção muito indicada, entre em contato com a 3TC e descubra como atuamos no mercado!

Seja na indústria alimentícia, seja na automobilística, há diversos ambientes trabalhistas em que as condições de atuação não são totalmente favoráveis para a estadia humana de qualidade. São elas a umidade relativa do ar, temperatura, ruídos, radioatividade etc. Nesse contexto, é interessante destacar os postos de trabalho em que a insalubridade e calor se relacionam de maneira acentuada e consequentemente preocupante.

Sendo assim, confira neste post o que você precisa saber sobre os principais aspectos da relação entre a insalubridade e calor.

Principais características de ambientes insalubres

Caracteriza-se um local de trabalho como insalubre quando o mesmo representa riscos à saúde humana de forma frequente e intensiva. Isto é, quando um ambiente exige da equipe a exposição aos agentes de risco em um nível acima dos limites de tolerância ele é classificado como insalubre. A tolerância é definida por uma norma técnica:  a Norma Regulamentadora 15 (NR-15)

Em outras palavras, são locais hostis e com más condições de permanência e circulação. Veja, a seguir, algumas das características de ambientes insalubres:

  • presença excessiva de radiações não ionizantes;
  • ruídos constantes e acima de 65 dB;
  • alterações nos valores de pressão absoluta;
  • oscilações térmicas acentuadas;
  • umidade do ar a níveis extremos;
  • presença de vibrações mecânicas.

Exposição ao calor e suas consequências

A exposição demasiada ao calor pode ser extremamente prejudicial ao corpo humano, podendo representar um aumento da irritabilidade, depressão, fraqueza, incapacidade para se concentrar e ansiedade.

Outras consequências mais graves são os quadros de alterações físicas, como por exemplo a desidratação, espasmos musculares e o aparecimento de erupções e vesículas nas regiões do corpo mais exposta.

Cabe ressaltar também que alterações neurológicas podem ser diagnosticadas, ou seja, é de fundamental importância a proteção humana para com a exposição excessiva ao calor, já que há possibilidades de sequelas permanentes.

Norma Regulamentadora 17

A NR 17 Ergonomia tem como objetivo estabelecer parâmetros que possibilitam a adaptação das condições de trabalho para com as características psicofisiológicas da equipe. Proporcionando, desse modo, mais conforto e eficiência na produtividade e, acima de tudo, segurança.

Segundo a norma, o empregador deve garantir boas condições ambientes de trabalho, alinhando as características psicofisiológicas de sua equipe com a natureza das tarefas a serem realizadas.

Dessa maneira, em locais onde há atividades que necessitam de solicitação intelectual (escritórios, laboratórios, análise de projeto entre outros), é obrigatório assegurar as seguintes condições de conforto:

  • índice de temperatura efetiva entre 20º C e 23º C;
  • velocidade do ar menor ou igual a 0,75m/s;
  • umidade relativa do ar maior ou igual 40%;
  • nível de ruído máximo para efeito de conforto de até 65 dB, sendo a curva de avaliação de ruído NC menor ou igual a 60 dB;
  • iluminação adequada, natural ou artificial, distribuída no ambiente de maneira uniforme e difusa, evitando assim ofuscamento, reflexos, sombras e contrastes excessivos.

Descumprimento das normas regulamentadoras

O não cumprimento das normas regulamentadoras, tanto pelo empregador, quanto pelos empregados é passível de multas e sanções do Ministério do Trabalho.

Deste modo, tratando-se de uma empresa que descumpra a NR 17, as consequências podem ser:

  • multas justapostas pelo Ministério de Trabalho e indenizações à família da vítima em caso de acidente de trabalho;
  • possibilidade de embargo/interdição da obra, bem como confisco de máquinas e equipamentos;
  • responsabilidades trabalhistas (estabilidade provisória para acidentado, Termo de Ajustamento de Conduta e ação civil pública);
  • obrigações civis em situações de acidentes de trabalho (arcar com despesas médicas, danos estéticos, lucros cessantes durante todo o período antecedente a alta médica e pensão vitalícia quando houver vítimas fatais durante o exercício do trabalho);
  • obrigações criminais, respondendo por infração penal, crime de perigo, lesão corporal e até homicídio culposo.

Medidas preventivas ao calor

Em relação aos locais de trabalho insalubres devido à presença excessiva de calor, há medidas alternativas para que o conforto térmico da equipe seja assegurado.

Nesse aspecto, vale destacar o importante papel desempenhado pelas mantas térmicas, que são capazes de isolar a carga térmica de um ambiente, por meio da eficiente redução da transferência de calor fonte/meio externo.

Entretanto, é importante pautar que existem 3 formas de transferência de calor: convecção (realizada pelas correntes gasosas); condução (vibração molecular de partículas sólidas e fluídos) e radiação (raios infravermelhos).

Dessa forma, para que um isolamento térmico seja feito com qualidade, é preciso garantir que a manta térmica utilizada seja igualmente eficiente para esses 3 tipos de transmissão de calor.

Caso contrário, o isolamento térmico não necessariamente alcançará valores satisfatórios, uma vez que a transferência de calor continuará a afetar a temperatura do local em questão.

Outra medida importante para garantir a segurança de uma equipe que atua sob forte carga térmica é a providência de Equipamentos de Proteção Individual-EPI’s. Macacão térmico, botinas, aventais, máscara de proteção e luvas são alguns dos equipamentos indispensáveis para quem trabalha exposto ao calor.

Sendo assim, as normas regulamentadoras também especificam obrigações do empregador em relação aos EPI’s, uma vez que cabe a empresa fornecer os equipamentos de forma gratuita, assegurar a reposição sempre que necessária e fiscalizar colaboradores quanto ao uso constante.

Produtividade x insalubridade

Diante disso, é fácil perceber que as condições ambientes de um local de trabalho com certeza estão diretamente relacionadas com a produtividade da equipe.

Postos de trabalho onde os parâmetros para a permanência humana estão fora da faixa ideal – principalmente temperaturas extremas – baixa umidade relativa do ar e ruídos excessivos) de fato afetarão na qualidade das tarefas que serão desempenhadas.

Assim sendo, ao detectar parâmetros distantes do ideal (de acordo com a NR 17) é de suma importância que o empregador tome todas as medidas necessárias para que boas condições de trabalho sejam oferecidas à sua equipe. Garantindo assim tanto a saúde/segurança dos colaboradores, quanto a produção eficiente em todos os postos de trabalho da empresa.

Portanto, insalubridade e calor são questões que não devem ser negligenciadas por nenhuma empresa. Tudo isso pois são potencialmente nocivas à saúde e causam sérios acidentes de trabalho. Assim sendo, saber identificar (mesmo que com a ajuda de especialistas) e providenciar soluções para a exposição excessiva ao calor torna-se imprescindível, tanto para a segurança humana quanto para quem almeja produtividade no trabalho.

Achou interessante o conteúdo? Então, confira também, em mais um de nossos posts, o que é conforto térmico e qual sua importância!

A manta térmica é um componente usado em imóveis residenciais e comerciais. Muitas vezes, é aplicada em telhados e tem o objetivo de proteger o espaço interno contra o aumento de temperatura. Para aproveitar ao máximo essa possibilidade, é preciso reconhecer os diferentes tipos de manta térmica.

Feitos com materiais variados, também cumprem a função de formas específicas. Depois de explorar as características de cada opção, fica mais fácil entender qual é a melhor alternativa.

Para que não restem dúvidas, vamos ajudá-lo a conhecer os principais tipos de manta térmica. Confira!

Quais são os benefícios de usar esse produto?

Antes de explorar as possibilidades disponíveis, é interessante pensar nos pontos positivos associados a essa instalação. Com a escolha correta, o espaço só tem a ganhar. Veja quais são as maiores vantagens de recorrer aos tipos de manta térmica!

Isolamento da radiação

A radiação térmica é a principal vilã nos ambientes internos. As ondas eletromagnéticas enviadas pelo sol aumentam muito a temperatura de superfícies como as paredes e o teto. Como consequência, há um aquecimento no interior.

A manta térmica, por outro lado, ajuda a conter esse resultado. Por meio de uma atuação reflexiva, faz com que os raios se dispersem, o que evita a transferência do calor.

Diminuição da troca de calor entre ambientes

Outro ponto importante é que a manta térmica serve como isolante. Então, ela diminui ou até elimina a troca que acontece entre os ambientes interno e externo. Isso permite manter a temperatura do lado de dentro constante e agradável.

Essa vantagem é especialmente verdadeira quando é possível evitar todas as formas de transmissão de calor — convecção, condução e irradiação. O item funciona como acontece em uma garrafa térmica, já que impede as trocas indesejadas.

Redução do consumo de energia elétrica

Se o ambiente interno sofre menos com o aumento de temperatura, significa que é preciso usar o ar-condicionado ou os climatizadores com menor intensidade. Não apenas isso: durante os dias frios, os tipos de manta térmica ajudam a manter o calor na parte de dentro, o que diminui o uso de aquecedores.

Tudo isso leva a uma redução no consumo de energia elétrica. Além de aumentar a sustentabilidade, é um meio de diminuir os gastos.

Aumento do conforto térmico

Controlar a temperatura de um local é essencial para o bem-estar das pessoas. Afinal, valores muito elevados colocam em risco a saúde e causam diversos prejuízos e incômodos.

Com a instalação do produto adequado, o interior do imóvel permanece fresco e agradável. Com o conforto térmico, há uma experiência melhor, mais produtividade no trabalho e menos preocupações.

Quais são os tipos de manta térmica?

Para conquistar tais resultados, há diversos produtos disponíveis no mercado. Feitos com materiais e tecnologias diferentes, oferecem desempenhos que variam com cada necessidade. A seguir, mostraremos quais são os 5 principais tipos de manta térmica.

1. De lã ou fibra

A manta de lã aparece em rolos e tem uma instalação descomplicada. É feita de lã natural, de vidro ou até de material acrílico ou de rocha.

Embora seja uma solução já consolidada no mercado, serve para impedir apenas a condução. Além disso, pode sofrer com o contato com a umidade e perder a funcionalidade, dependendo do material. Apesar disso são excelentes isolantes acústicos quando são de alta densidade.

 

2. Em spray

A versão em spray consiste em uma pulverização de material isolante — normalmente, o poliuretano. Por ser um mau condutor térmico, ajuda a evitar essa forma de transmissão de calor.

É uma alternativa prática de ser aplicada, é resistente ao mofo e ainda evita infiltrações. No entanto, exige acesso direto ao teto e modifica a aparência da construção. Em residências, é algo potencialmente indesejado. Além disso, as espumas como o próprio nome já diz absorvem umidade, e podem acarretar em sobre-peso na estrutura. Para essa aplicação é extremamente recomendado um cálculo estrutural para não ocorrer problemas no futuro.

Além do poliuretano, existem também as tintas refletivas. Estas são boas refletoras de calor, e podem em alguns poucos casos resolver questões de impermeabilização. Ambas as soluções dependem da estrutura do telhado, e são das soluções mais caras do mercado.

3. De alumínio

A versão aluminizada aparece em forma de rolo e deve ser aplicada na estrutura do telhado. Por isso, é mais recomendada para imóveis que ainda estejam em construção.

Como ajuda na reflexão de raios, combate a irradiação, principalmente. Embora tenha uma aplicação fácil, exige a impermeabilização do telhado e não protege contra outras formas de transmissão de calor. Ademais, os foils (mantas aluminizadas) são mais recomendados para aprimorar na impermeabilização inferior de telhados do que necessariamente como isolamento térmico de qualidade.

Lembre-se sempre de consultar a especificação técnica destes produtos, pois em muitos casos essas mantas podem não ter a eficiência desejada.

4. Placa de espuma

A placa de espuma é feita com um material isolante, como o poliestireno. Deve ser instalada diretamente na laje para garantir o isolamento térmico. Como aparece em diversas densidades e tamanhos, atende a necessidades variadas.

Tem boa vida útil, mas apresenta foco apenas na transmissão por condução. Então, imóveis em áreas com grande incidência solar veem poucos resultados em isolamento térmico.

Acrescentando, as placas de EPS (isopor) são também frágeis tanto na instalação quanto à ação do tempo, amarelando e perdendo eficiência ao longo de sua vida útil.

5. Manta Térmica 3TC

O 3TC traz uma tecnologia exclusiva e que permite a proteção contra todos os tipos de transferência de calor. Por ser feito de poliestireno, o produto é isolante térmico e evita a condução. Além disso, é revestido com lâminas refletivas e barra 97% dos raios infravermelhos. Como controla a entrada de fluidos devido às camadas de materiais, ele consegue combater a convecção, sendo um ótimo aliado de climatizadores que dependem disso para serem eficientes.

Também tem boa durabilidade, fácil instalação, resistência à água e ao mofo e versatilidade. Para completar, ajuda a obter  atenuação acústica, sem se esquecer da sustentabilidade.

Trata-se de uma solução completa tanto para ambientes residenciais, quanto comerciais e industriais. O resultado vem na forma de um conforto térmico estendido, graças ao controle rígido de temperatura.

Como escolher a melhor alternativa?

Como mostramos, os diferentes tipos de manta térmica apresentam características bem distintas — da fabricação e instalação aos resultados. Portanto, para fazer uma boa escolha é preciso ter atenção aos produtos disponíveis.

Em alguns ambientes, pode ser necessário contar com a proteção contra apenas um tipo de transmissão de calor. No entanto, o melhor é recorrer a uma alternativa completa e que ajude a evitar os impactos de todos os processos. Além de tudo, é preciso pensar na durabilidade e na facilidade de instalação.

Escolher o 3TC, portanto, é algo que traz versatilidade para atender à maior parte das necessidades. Após a aplicação, será possível notar impactos positivos no controle de temperatura, de modo a atingir os objetivos com a construção.

Depois de conhecer os tipos de manta térmica, o recomendado é procurar soluções mais eficientes que métodos tradicionais. Ao mesmo tempo, não se esqueça das normas de segurança da construção civil para obter o resultado ideal.

Para fazer a melhor aquisição, solicite um orçamento ou mande uma mensagem no WhatsApp e veja como podemos ajudar!

Cuidar da temperatura do ambiente de trabalho é fundamental. Esse elemento está relacionado ao conforto, o que impacta diretamente o desempenho e o humor da equipe. Inclusive, é algo ligado a questões de ergonomia e bem-estar. Para conquistar esses resultados, é possível usar o isolamento térmico.

Apesar dos seus bons efeitos, muita gente ainda tem dúvida se o investimento realmente vale a pena. O melhor, então, é entendê-lo de maneira completa para verificar se a alternativa atende a certas expectativas.

A seguir, veja o que é o isolamento térmico e descubra se ele vale a pena.

Afinal, o que é o isolamento térmico?

O calor transfere-se de um ponto quente para o mais frio, até que as temperaturas atinjam o equilíbrio (fiquem iguais). A partir dessa mesma lógica, pense em uma fábrica: se, do lado de fora, a temperatura é de 30°C, enquanto no lado de dentro a temperatura é de 20°C, a tendência é que ambos os espaços atinjam 25°C.

No entanto, a menor elevação da temperatura dentro de um lugar como esse pode trazer desconforto às pessoas que ali estão. Afinal, um ambiente de trabalho inclui vários outros elementos, como máquinas, que também dissipam calor.

O isolamento térmico, por sua vez, busca deixar um espaço protegido contra a perda e absorção de temperatura. Guardadas as proporções, é como uma garrafa térmica.

Esse processo utiliza materiais que impedem ou diminuem a transferência de calor. Assim, ajudam a garantir o conforto térmico dentro do edifício, como um ambiente comercial, industrial ou residencial.

Quais são os benefícios?

Recorrer a um bom sistema de isolamento térmico traz vantagens de diversos tipos. Para os empreendimentos, com destaque, é possível obter resultados melhores em várias esferas. A seguir, entenda quais são os pontos positivos de realizar o investimento.

Garantia de economia

A eficiência energética é um aspecto essencial para qualquer empreendimento. Quando a energia elétrica é usada da melhor forma, há uma redução com os custos na conta de luz ao final do mês. Para a empresa, ter menos despesa significa ter melhores possibilidades de investimento. Afinal, a energia mais barata é a que não se utiliza.

Com o isolamento térmico, isso é favorecido, porque não é preciso usar um sistema de climatização tão intenso. Além disso, não há perdas da atmosfera climatizada, o que garante melhor desempenho e menor gasto de energia.

Aumento do conforto

A temperatura é um dos fatores mais importantes para o bem-estar. Se ela estiver muito alta ou baixa, é difícil permanecer no ambiente por muito tempo — especialmente em uma jornada de trabalho. Então, recorrer ao isolamento térmico é um jeito de ampliar o conforto.

Isso garante que as pessoas não tenham de lidar com os incômodos da temperatura e, ao final, trata-se de algo que ainda melhora a percepção sobre o local de trabalho.

Aumento da produtividade

Estar em um espaço agradável, em todos os sentidos, é importante para que as pessoas possam trabalhar melhor. Em relação ao conforto, um estudo já identificou que estar em um bom ambiente é determinante para a produtividade.

É verificável que ocorre o aumento de erros por parte das pessoas e do risco de acidentes por conta do desconforto. As instalações inadequadas propiciam a baixa concentração, o desânimo e alta sensação de incômodo.

Mas, ao cuidar das questões térmicas e, portanto, do bem-estar, é possível obter um bom desempenho da equipe. As pessoas conseguem focar nos seus resultados, sem se preocupar com sensações desagradáveis, como o calor em excesso.

Inclusive, há pesquisas que afirmam que o calor prejudica a performance cognitiva e que atuar na temperatura ideal ajuda a memória. Assim, é possível conquistar melhores resultados ao potencializar o desempenho.

Redução de problemas de saúde

A temperatura fora dos padrões adequados pode gerar várias condições nocivas à saúde. Além da desidratação, o excesso de calor pode motivar crises hipertensivas, quedas de pressão e outros quadros. Para o negócio, isso significa ter muitas licenças e afastamentos.

Por outro lado, com o cuidado com esse elemento, toda a equipe tem a saúde favorecida. É fácil desempenhar as funções com total segurança, sem que a gestão tenha de lidar com as consequências do absenteísmo.

Diminuição de problemas trabalhistas

De acordo com a Norma Regulamentadora 17 (NR-17), uma das determinações quanto à segurança e à saúde do trabalho é oferecer as condições adequadas de ergonomia. A ergonomia, portanto, é uma das obrigações de qualquer empregador. Com a temperatura incorreta, por outro lado, é muito mais difícil obter esse efeito.

Com o isolamento térmico, é possível adequar o espaço e garantir a climatização, ao usar o ar-condicionado conforme o necessário. Isso cria, acima de tudo, um ambiente de trabalho mais saudável. Assim, há uma redução nos processos e disputas trabalhistas, o que garante melhores resultados para o empreendimento.

Aumento da retenção de talentos

Você sabia que o clima organizacional é determinante para manter os profissionais no negócio? Além de contar com boas relações pessoais, as condições físicas devem ser adequadas.

Um ambiente sempre quente e abafado gera desmotivação, desconforto e problemas de saúde, como visto. Ao final, isso faz com que as pessoas procurem outros locais para trabalhar, o que leva a custos e dificuldades. Com o isolamento, por outro lado, o local é favorecido e há uma retenção ampliada de profissionais.

O investimento em isolamento térmico vale a pena?

Mesmo diante dos benefícios, é comum que haja dúvida se o investimento é, realmente, interessante. O fato é que qualquer empreendimento que deseja atingir novos resultados deve considerar essa possibilidade.

A economia em relação à conta de luz, por exemplo, faz com que o investimento tenha um retorno em pouco tempo. Depois que o gasto inicial é quitado, todos os recursos economizados podem ser utilizados pelo negócio para novos investimentos, por exemplo.

A melhoria em relação à equipe, entretanto, é especialmente vantajosa. Graças a esse aspecto, os profissionais se tornam mais engajados, comprometidos e produtivos. Além disso, a permanência maior desses profissionais na empresa gera resultados mais significativos.

Para completar, a responsabilidade social do empreendimento é favorecida. Ou seja, ele se posiciona com uma boa reputação no mercado — e todos esses aspectos contribuem positivamente para o seu desempenho.

O isolamento térmico é essencial para que uma empresa tenha resultados melhores. Quando é bem executado, garante mais produtividade e ótimo retorno, o que justifica o investimento nessa possibilidade.

Como esse investimento é realizado com materiais especiais, aproveite e veja se é melhor recorrer à telha sanduíche ou a uma manta térmica 3TC.