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Na busca de melhor qualidade de vida e privacidade, é comum as pessoas procurarem soluções para impedir que certos ruídos e barulhos externos entrem em seu ambiente domiciliar. Para que isso ocorra, existem muitas soluções no mercado, sendo por isso fundamental conhecê-las para poder escolher o melhor material para isolamento acústico.

Afinal, esse composto possui a capacidade de impedir que o som passe por ele, de modo a não deixar ruídos entrarem ou saírem de determinado ambiente. Além disso, algumas das soluções usadas para esse fim também apresentam propriedade de isolar termicamente determinado local, o que garante maior eficiência energética.

Não é por acaso que o isolamento acústico se tornou uma necessidade para certos estabelecimentos comerciais e industriais. Por isso, para que você possa escolher aquele que melhor atenderá as suas necessidades, fizemos uma lista com os quatro principais tipos de materiais. Tenha uma boa leitura!

Por que é importante escolher corretamente o material para isolante acústico?

Conceitualmente, conforme já explicamos, a capacidade de isolamento acústico se baseia na possibilidade de que determinado material tem de impedir que o som passe por ele. Normalmente, esse tipo de composto apresenta grande densidade e serve como uma barreira física, a qual dificulta a passagem do som.

Como cada material tem características próprias, eles não apresentam a mesma capacidade de isolamento acústico. Além disso, são poucos componentes que também conseguem isolar termicamente o ambiente. Sendo assim, é preciso entender qual é o tipo de problema que se deseja resolver para poder escolher a solução mais adequada e de melhor custo-benefício.

Por isso, é tão importante conhecer os diferentes materiais existentes no mercado. Afinal, para evitar futuras complicações e desperdícios, é fundamental escolher uma solução que consiga atender às necessidades dos usuários da edificação.

Quais são os principais materiais?

Atualmente, é possível encontrar no mercado grande variedade de materiais que proporcionam isolamento acústico, sendo que os principais são:

1. Espumas acústicas

Muito utilizadas no tratamento acústico de estúdios de gravação — é comum que esse composto faça parte da decoração desses espaços —, as espumas acústicas são um material barato que têm como principal função melhorar a emissão e a qualidade do som. Para isso, ela absorve e reduz a reflexão do som interno de um ambiente, de modo a eliminar o eco, deixando-o mais seco.

Apesar desse material ser muito utilizado na indústria musical, ele não tem capacidade de isolamento acústico. Caso haja o desejo de atenuar o som, é preciso utilizar as espumas acústicas com outros materiais. Também é comum que esse material receba tratamento especial com aditivos para que consiga retardar o tempo de propagação de chamas e reduzir a emissão de fumaça tóxica caso ocorra um incêndio.

2. Lã de vidro

Comercializada em rolo ou em painéis, a lã de vidro é uma fibra mineral produzida a partir do aquecimento a altas temperaturas da sílica e do sódio. Apresenta fácil instalação, pode ser fixada com facilidade nas paredes, bastando apenas utilizar buchas, parafusos ou velcro.

Além disso, devido ao índice de absorção acústica e sua baixa condutibilidade térmica, esse material tem o seu uso recomendado para isolar termicamente e fazer o tratamento acústico de um ambiente.

Apesar de ser resistente ao fogo, de modo a não propagar chamas, a lã de vidro não suporta incêndios de grande magnitude, os quais proporcionam temperaturas superiores a 800ºC.

Outra característica importante desse material é a sua longa vida útil, pois não sofre deterioração. Pode ser aplicado em paredes, pisos e tetos.

3. Lã de rocha

Produzida a partir do superaquecimento de materiais derivados de rochas basálticas, a lã de rocha é um composto muito utilizado nos isolamentos acústicos de ambientes. Bastante versátil, ela pode ser utilizada em paredes duplas de drywall ou de alvenaria, em pisos flutuantes, coberturas e forros.

Não pode ser usada de maneira exposta, uma vez que gera um pó que causa irritação e coceira nos usuários de uma edificação.

Além de apresentar elevado índice de absorção acústica, a lã de vidro proporciona ótimo isolamento térmico, o qual possibilita um local com temperatura ambiente agradável em todas as estações do ano.

Por não se degradar com o passar do tempo, outra vantagem é a sua elevada vida útil, porque também não necessita de manutenção constante.

3. 3TC isolamento

Inspirado no funcionamento dos trajes de astronautas e das garrafas térmicas — os quais conseguem controlar a temperatura em situações de calor e frio — o 3TC isolamento é um isolante que foi desenvolvido para combater as três formas de transferência de calor. Afinal, a temperatura ambiente é influenciada pela condução, pela radiação e pela convecção.

Apesar de ser amplamente conhecidos, os isolantes tradicionais combatem apenas 10% da transferência de calor proveniente da radiação. O 3TC utiliza o poliestireno expandido (EPS) para atuar contra a condução térmica, além de possuir duas lâminas de um polímero refletivo que impede a entrada de 97% da radiação térmica.

Para combater a convecção, o produto apresenta uma cobertura contínua, flexível e impermeável, que veda o espaço isolado e impede a entrada de vapores que causarão esse fenômeno. Assim, ao atuar nessas três frentes, o 3TC é um produto isolante de alta performance.

Além da capacidade de isolamento térmico, o 3TC apresenta também elevado potencial de absorção do som, o que também faz dele um ótimo material para isolamento acústico.

Atualmente, o produto é encontrado em placas ou rolos, os quais apresentam medidas personalizadas que garantem a diminuição do desperdício e do custo do frete. Por tudo isso, esse material é, sem nenhuma dúvida, a opção de melhor custo-benefício do mercado.

Por que escolher o 3TC?

Como é possível perceber, o 3TC é um produto de alta performance, que apresenta ótimo custo-benefício. Por combater os três tipos de transmissão de calor, ele consegue ser mais eficiente que as demais opções de isolamento existentes no mercado. Além disso, o produto apresenta excelente capacidade de absorção acústica.

Outra vantagem do produto é sua vida útil, além de apresentar custo de manutenção reduzido, pois não quebra, não racha nem se danifica com facilidade. Para garantir mais segurança e saúde aos usuários de uma edificação, o 3TC é imune a mofos, possui um aditivo que impede o surgimento de formigas e não propaga chamas.

Diante de todas essas vantagens, o 3TC surge como excelente opção de material para isolamento acústico, pois concilia tecnologia, eficiência e custo-benefício.

Caso você tenha se interessado pelo nosso produto e queira saber mais sobre ele, que tal entrar em contato conosco? A nossa equipe terá o prazer em atendê-lo e solucionar todas as suas possíveis dúvidas.

Com o passar do tempo, inevitavelmente surgirão diversas patologias em uma edificação, as quais provocam alguns transtornos indesejados. Entre elas, uma das mais comuns são os problemas em telhados e lajes. Apesar dessa situação parecer interminável, sobretudo no período das chuvas, é possível encontrar soluções viáveis que solucionam essa adversidade.

Para isso, o primeiro passo é conhecer um pouco mais sobre a estrutura do telhado, assim será possível encontrar formas que possam prevenir futuros transtornos. Além disso, é fundamental encontrar as prováveis causas desses problemas, o que permitirá executar a solução mais eficiente. No entanto, o mais importante é descobrir a existência das patologias o mais cedo possível, pois qualquer pequeno problema poderá prejudicar a edificação como um todo.

Sabendo disso, reunimos neste guia completo tudo o que você precisa saber para prevenir, identificar e solucionar os principais problemas que são encontrados em telhados e lajes. Tenha uma boa leitura!

Qual a importância de ter atenção aos problemas em telhados, lajes e outras coberturas?

Para exercer a sua função, uma edificação é constituída de várias estruturas que devem trabalhar em conjunto. Dessa forma, caso alguma delas sofra de alguma patologia, é possível que ocorram problemas nas demais partes dessa construção. Portanto, é fundamental ficar atento ao surgimento de defeitos que possam comprometer um edifício e, consequentemente, a saúde e a segurança de seus usuários.

Por isso, é fundamental ficar atento ao surgimento de defeitos nas coberturas e lajes. No entanto, para podermos entender melhor sobre qual é a importância de sempre manter esses elementos em um bom estado de conservação, primeiro é necessário conhecer melhor o que caracteriza essas estruturas.

Afinal, o que é um telhado e uma cobertura?

Basicamente, a cobertura tem como principal objetivo proteger a estrutura de uma edificação das intempéries existentes no ambiente exterior. Além disso, com o devido tratamento, esse elemento proporciona conforto térmico e acústico aos usuários de uma construção.

Já os telhados são um tipo de cobertura, o qual é caracterizado por ter um ou mais planos inclinados — os quais são denominados de águas — em relação a uma linha horizontal. Além da função de preservar o edifício, um telhado consegue promover a captação e a distribuição das águas das chuvas.

Outra característica marcante dos telhados é a necessidade de instalar telhas, as quais podem ser construídas de vários materiais, como cerâmicas, metais, cimentos, entre outros. Durante o projeto dessa cobertura é preciso considerar as características climáticas de uma região para determinar a inclinação de suas águas.

Telhado de cerâmica

O que caracteriza uma laje?

Conceitualmente, a laje é uma estrutura que tem como função separar os diversos pavimentos de uma edificação, de modo a ser a base de contrapisos ou atuar como teto. Além disso, esse elemento estrutural é o responsável por transmitir os esforços provocados pela utilização do andar para as vigas e, consequentemente, para os pilares — isso quando não usar o método construtivo de alvenaria estrutural.

Bastante versátil, uma laje pode ser utilizada como cobertura de um edifício, de modo a fazer com que essa estrutura fique em contato direto com as intempéries do ambiente. Para que esse elemento mantenha sua resistência estrutural, é fundamental que seja aplicada sobre sua superfície uma impermeabilização. Isso evitará que ocorra a infiltração da água e o surgimento de demais patologias causadas pela umidade.

Por que se deve prestar atenção aos problemas nessas estruturas?

Devido à sua posição, uma cobertura — seja ela uma laje ou um telhado — é a principal barreira de proteção que uma edificação tem das condições ambientais. Dessa forma, o edifício não fica exposto aos efeitos nocivos da umidade, os quais tendem a causar problemas em toda sua estrutura, reduz sua vida útil, além de deixar insalubre a sua utilização.

Sendo assim, é fundamental ficar atento com os possíveis problemas em telhados e lajes, uma vez que, quando eles ficam perceptíveis, é provável que a situação já esteja grave.

Por que os problemas em coberturas acontecem?

Agora que você entendeu a importância de ficar atento em descobrir os problemas que podem ocorrer em uma cobertura, que tal aprender um pouco mais sobre as causas mais comuns dessas patologias? Antes de mais nada, é preciso estar ciente que não existe uma única origem, sendo que é comum os distúrbios surgirem devido à ação em conjunto de mais de um fator.

O desgaste com o passar do tempo é, sem dúvida, uma das causas mais comuns do surgimento das patologias em coberturas. Afinal, seja qual for o material utilizado na construção dessa estrutura, ele tende a se deteriorar após o contato frequente com as ações do clima. Por exemplo: caso a estrutura do telhado seja de madeira, mesmo que haja o tratamento adequado desse material, após alguns anos ele vem a apodrecer.

Outra possível fonte de problemas é a desqualificação dos profissionais e da mão de obra que atuam na construção civil. Nem sempre os engenheiros e arquitetos receberam um ensino completo em cobertura, o que acarreta falhas de projetos que poderão prejudicar o desempenho dessa estrutura. Além disso, é comum aos trabalhadores não terem uma formação para executar as obras, o que geram vícios construtivos e baixa qualidade da edificação construída.

Outro problema muito comum nas coberturas diz respeito o isolamento térmico da edificação. Isso ocorre principalmente em lajes que não receberam um tratamento adequado ou nos telhados com telhas de metal, pois esses materiais conduzem o calor facilmente, o que resulta em um ambiente quente e desconfortável.

Como identificar problemas em telhados, lajes e outras coberturas?

Como é possível perceber, a existência de patologias nas coberturas proporcionam diversos problemas a uma edificação. Dessa forma, para poder consertar esses distúrbios, o primeiro passo será identificá-los. Entretanto, essa tarefa nem sempre é tão simples, pois, em alguns casos, só se descobre que os telhados e as lajes não estão funcionando corretamente quando ocorrem algumas situações indesejadas.

Normalmente, aparecem no edifício algumas patologias relacionadas com a presença da umidade, como as infiltrações, as manchas, as goteiras e os descascamentos da pintura. Quando surgem essas situações em uma edificação com telhado, com certeza esses problemas estão relacionados com as telhas, as quais podem estar quebrados. O ideal é fazer vistorias periódicas nos telhados para verificar se não existem telhas quebradas.

Caso a cobertura do edifício seja uma laje, normalmente essas patologias são originados devido à falha do sistema de impermeabilização, o qual necessita de uma reaplicação periódica, pois essa solução apresenta prazo de validade.

Se ficar confirmado que não existem problemas no telhado, é possível que as patologias relacionadas à umidade são originadas devido à falha nas calhas e nos rufos. Isso pode ocorrer devido a vários fatores, como o entupimento das calhas ou rompimento dos rufos.

Por final, é possível que ocorram patologias na estrutura dos telhados. Caso ela seja construída utilizando madeira, mesmo que ela tenha recebido um tratamento adequado, é possível que ela apodreça com o passar do tempo — principalmente se ela entra em contato com a umidade. Já as estruturas metálicas apresentam uma vida útil mais elevada, contudo, caso não haja uma manutenção periódica, pode ser que ela sofra com corrosão.

Quais são os principais problemas em coberturas e como solucioná-los?

Caso você tenha lido este texto até aqui, é possível que tenha percebido que existem diversos tipos de problemas em lajes e telhados. Cada um deles tem as suas particularidades, são originados devido às falhas de um determinado elemento e tem uma solução própria para resolvê-lo.

A seguir, reunimos uma lista com as 7 patologias mais comuns que ocorrem nas coberturas.

1. Infiltração

Provocado devido à presença de umidade em tetos e paredes, as infiltrações são uma patologia que proporcionam um visual negativo a um ambiente. Afinal, devido ao descascamento das pinturas, à presença de manchas e a existência de bolor, esse problema cria uma sensação de descuido, a qual compromete o valor do imóvel e pode causar danos na saúde dos usuários e na estrutura da edificação.

Quando ela está relacionada com os problemas nos telhados e nas lajes, geralmente ela surge no teto, contudo, essa patologia também poderá ocorrer na parte superior das paredes. É fundamental que esse distúrbio seja identificado o quanto antes, caso contrário, é possível que ele provoque danos maiores que necessitarão de uma dispendiosa reforma.

O mais importante ao fazer os reparos necessários, é encontrar a origem desse problema. Caso contrário, de nada adiantará fazer o conserto, pois é provável que essa patologia volte a acontecer. No caso de um imóvel com telhado, será preciso avaliar se há a existência de telhas quebradas. Agora, se a cobertura for uma laje, é possível que a causa dessa patologia seja a presença de trincas ou a má impermeabilização da estrutura. Além disso, é preciso estar ciente que a forma mais eficiente de combater a infiltração é a prevenção.

Agora, caso houve o surgimento dessa patologia, será preciso realizar alguns reparos. Basicamente, eles se baseiam em eliminar a origem da infiltração e recuperar o revestimento danificado. Em alguns casos, será preciso demolir o acabamento estragado e refazê-lo.

2. Desgaste

Como qualquer elemento construtivo de uma edificação, com o passar do tempo, as coberturas sofrem com o seu desgaste natural. Dependendo do material utilizado na construção de um telhado, é possível que ele apresente uma vida útil que pode chegar a 40 anos. Já as lajes de concreto armado — segundo a norma de desempenho para edificações habitacionais da ABNT (NBR 15575) — têm vida útil estimada de, no mínimo, 50 anos.

Além disso, as impermeabilizações também apresentam um prazo de validade. Nos processos mais simples, ele varia entre 5 a 7 anos. Já nas metodologias mais sofisticadas e modernas, é possível que a durabilidade desse tratamento possa chegar a 20 anos. De qualquer forma, esse período é influenciado pelas questões ambientais, sendo que nas regiões costeiras ou naquelas que estejam contato constante com agentes poluentes e abrasivos, a vida útil dos materiais tendem a diminuir.

Para minimizar os efeitos do desgaste natural nas coberturas, a melhor solução é realizar uma constante manutenção preventiva. Para isso, é preciso avaliar o estado das telhas, sendo que o recomendado é o que o telhado esteja seco, pois caso ele esteja molhado, as telhas tendem a ser mais quebradiças. Outra possível solução é impermeabilizar as telhas cerâmicas e de fibrocimento, isso diminui a porosidade do material, o que resulta em um aumento de sua vida útil.

3. Ação do Vento

Um telhado deve ser dimensionado para suportar todas as possíveis intempéries que possam ocorrer, entre elas, a ação do vento merece uma atenção especial. Afinal, essa força da natureza exerce pressões e sucções nos edifícios, as quais são constituídas de forças para baixo e para cima, o que pode provocar danos e incidentes com vítimas fatais.

Apesar de muitos considerarem a pressão que empurra o telhado em direção do solo, é comum ocorrer um esquecimento de considerar os esforços de sucção (força que tem sentido para cima). Com isso, sobretudo nos telhados que são revestidos de telhas leves — como as de fibrocimento e as metálicas —, é comum esse esforço provocar o arrancamento da cobertura.

Quando o telhado é construído utilizando telhas cerâmicas, as quais utilizam um material mais pesado, normalmente o vento comum não consegue levantar a cobertura. Assim, ao especificar um telhado com telhas leves, é fundamental que todos os elementos dessa estrutura sejam firmemente fixados e ancorados. Mesmo nas telhas pesadas, é recomendado que haja uma amarração, isso impede que elas saiam do lugar devido às vibrações do trânsito local.

Ao considerar o vento durante o dimensionamento de um telhado, é fundamental utilizar a carta de ventos da localização em que a edificação será construída. Afinal, para cada região do País existe um valor a ser considerado no projeto. Além disso, se o edifício estiver localizado no alto de um morro ou ele apresentar muitos andares, é preciso estar ciente que a pressão exercida por essa força da natureza será ainda maior.

4. Vazamento de água

Em muitos casos, é comum as telhas apresentarem ótimo estado de conservação, entretanto, a água da chuva passa por essa estrutura. Quando isso acontece, ocorre um fenômeno chamado de transbordamento — é normal as pessoas denominarem essa ocorrência de vazamento, porém isto está errado, pois eles ocorrem nas tubulações hidrossanitárias.

São variadas as causas do transbordamento, sendo que a sua maioria está relacionada a falhas de projeto e erros de execução. Uma das origens mais comuns diz respeito ao dimensionamento incorreto da calha, pois são poucas as edificações que desenvolveram um projeto adequado de condução das águas pluviais. Assim, as calhas apresentam um diâmetro menor do que deveria. Dessa forma, esse sistema não terá as condições de dar a vazão necessária para a água proveniente das tempestades.

Muitas vezes, a equipe de execução não toma os cuidados necessários e acaba construindo um telhado com uma inclinação inferior da mínima exigida para determinado tipo de telha. Com isso, a água não é escoada adequadamente, resultando no seu transbordamento.

Quando a edificação se encontra na divisa do terreno, outra possível causa desse fenômeno se deve à construção de um edifício mais alto. Assim, dependendo das condições climáticas, a água da chuva escorre pelas paredes desse vizinho, fazendo com que ocorra um aumento do volume que o telhado tenha que conduzir. Entretanto, as calhas não suportam essa nova vazão, o que provoca o transbordamento.

5. Entupimento de calhas

Devido à sua grande área de superfície, é normal que folhas, frutos e qualquer outro tipo de sujeira caiam sobre o telhado. Contudo, ao ocorrer uma chuva e caso as calhas não apresentem barreiras de proteção que impeçam a entrada desses resíduos, é comum esse material seja conduzido até esses condutores e, consequentemente, provocar o seu entupimento.

Quando isso acontece, é possível que surjam diversas patologias na edificação, como infiltrações e transbordamento do telhado. Como ocorre o escoamento da água pelas paredes, é comum o surgimento de manchas que prejudicam a estética do ambiente, além de proporcionar um local propício para a proliferação de mofo e bolor.

Para evitar esse distúrbio, o mais indicado é instalar barreiras que não permitem a entrada dessa sujeira na tubulação. Além disso, também é recomendado a realização de uma limpeza semestral, principalmente após o outono.

6. Falhas no posicionamento das telhas

Muitas vezes, apesar de o telhado ser corretamente projetado e executado, com o passar do tempo, surgem goteiras na edificação. Isso é normal e acontece devido a vários fatores, como o deslocamento das telhas devido às vibrações causadas pelo trânsito local. Além disso, outra provável causa desse problema são a incidências dos ventos, pois, apesar deles não destelhar a cobertura, eles provocam a movimentação das telhas.

Esse problema também é comum nos telhados com grandes inclinações, pois, devido à força da gravidade, essas peças tendem a se movimentar. Entretanto, também é possível que as telhas estejam fora de seu lugar devido a erros de execução.

Quando elas não estão em seu devido lugar, o escoamento da água fica prejudicado, o que provoca o transbordamento do telhado. Com isso, surgem no edifício patologias relacionadas a umidade. Para solucionar esse problema, o recomendado é periodicamente verificar se todas as telhas estão em seu devido lugar e reposicionar aquelas que estão deslocadas.

Entretanto, essa solução é paliativa, pois o problema ocorrerá novamente com o passar do tempo. Para que as telhas não se movimentem mais, será preciso fazer a amarração do telhado. Para isso, todas as peças devem ser amarradas com arame nas ripas de sustentação.

Apesar desse processo ser bastante simples, ele é muito trabalhoso. Entretanto, não é preciso fazer a amarração de todas as telhas de um telhado. Basta apenas fixar aquelas que foram instaladas no beiral e em, pelo menos, uma a cada quatro.

7. Rachaduras

As rachaduras são uma das principais causas da infiltração em lajes de concreto armado. Por meio delas, a água consegue entrar na edificação e provocar diversas patologias relacionadas a umidade, podendo, até mesmo, comprometer a estrutura do prédio. Esse problema ocorre devido a vários fatores, os quais estão relacionados com o processo construtivo, sendo que um dos mais comuns é a falha da cura do concreto.

Uma das principais formas de reparar essa patologia é com a impermeabilização. Por meio dela, ocorre o aumento da estanqueidade da laje, o que elimina os caminhos que permitem a passagem da água, impedindo a infiltração e o surgimento de novas patologias.

Como prevenir problemas em telhados, lajes e outras coberturas?

Sem nenhuma dúvida, a melhor forma de lidar com os problemas das coberturas é a prevenção. Afinal, ao realizar algumas ações, evita-se o surgimento de patologias que poderão prejudicar a estrutura da edificação, o que exige a realização de reparos dispendiosos.

Por isso, o primeiro passo para garantir uma boa cobertura é investir na produção de projeto. Por meio desse documento, o projetista determinará quais são as diretrizes que a equipe de produção deverá seguir para construir uma cobertura eficiente e que proporcione segurança aos usuários. Além disso, é preciso contratar uma mão de obra especializada e competente, a qual não tem vícios ou cometerá erros.

Outra forma de garantir a qualidade dos telhados é a manutenção preventiva. Por meio dela serão feitas vistorias para verificar se a cobertura se encontra em condições adequadas. Assim, caso perceba que existam telhas quebradas ou fora do lugar, é possível realizar reparos que impeçam a infiltração da água.

Manutenção Periódica

Também é recomendado a realização de uma limpeza periódica nas coberturas e nas calhas. Com isso, evita-se o acúmulo de sujeiras que poderão provocar o entupimento desses duto e, consequentemente, o surgimento de patologias relacionadas a umidade na edificação.

Para garantir uma maior eficiência do telhado, recomenda-se a instalação de uma manta térmica. Além de melhorar o conforto térmico da edificação, essa membrana impede o surgimento de goteiras, pois, por ser impermeável, garante o escoamento da água no caso de quebra das telhas.

Por final, é fundamental realizar a impermeabilização das lajes. Por ser um material poroso, é preciso que essa cobertura receba um tratamento que impeça a infiltração da água. Além disso, é preciso ficar atento com o prazo de validade desse produto, pois ele deve ser reaplicado periodicamente para garantir a sua estanqueidade.

Como é possível perceber, existem diversos problemas em telhados e lajes, os quais podem ser evitados por meio de ações preventivas. Entretanto, caso haja uma certa omissão quanto à forma de construir uma cobertura e a sua manutenção, surgiram patologias que, caso não sejam rapidamente consertadas, poderão prejudicar seriamente a edificação.

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Devido ao maior interesse das pessoas em conservar o meio ambiente, tornou-se uma tendência — além de ser uma necessidade — fazer com que a atividade da construção civil possa ser mais sustentável. Para isso, começou-se a utilizar nos processos construtivos diversos materiais que, normalmente, seriam descartados. Entre eles destacam-se os contêineres marítimos.

Com elevada vida útil, esse material, que é excluído após ser usado por quase uma década como compartimento de transporte, proporciona economia e velocidade de execução a uma obra. Por isso, não é por acaso que a construção em contêiner tem se tornado cada vez mais comum. Entretanto, existem alguns pontos que precisam ser considerados antes de utilizá-lo na construção.

Ao continuar a leitura deste artigo, você vai descobrir as vantagens e desvantagens de utilizar o contêiner na construção civil.

Quais são as vantagens da construção em contêiner?

Sustentabilidade

Uma das principais vantagens da construção em contêiner é a sustentabilidade. Afinal, além de reutilizar um material que seria descartado, durante a execução processo construtivo reduz-se o uso de alguns recursos naturais, como tijolo, areia, brita e aço, os quais são utilizados no tradicional método do concreto armado com fechamento em alvenaria.

Outro ponto importante é a possibilidade de manter a permeabilidade em até 90% do solo, já que o contêiner não necessita de uma grande área. Com isso, é possível manter intacta parte da geografia do terreno.

Praticidade e versatilidade

O uso de contêineres na construção civil é uma ótima solução para quem deseja uma obra ágil e com o mínimo de produção de resíduos. Por se tratar de um processo construtivo modular, é possível que a estrutura da edificação chegue completamente pronta até o terreno, bastando apenas realizar a sua instalação.

Após a conclusão da obra, caso seja preciso expandir a área construída, basta acoplar aos contêineres existentes outros módulos, os quais podem ser entregues prontos.

Baixo custo

Por se tratar de um material reutilizado, quando a obra é bem planejada e administrada é possível que o metro de área construída seja até 40% mais barato que o método tradicional de alvenaria. Além disso, pelo fato de a construção em contêiner ser um processo construtivo modular, o tempo da empreitada é menor, o que garante maior economia na mão de obra.

Aproveitamento do terreno

Os contêineres são projetados para suportar uma elevada carga, pois normalmente ocorre o empilhamento das unidades durante o seu armazenamento ou transporte. Dessa forma, é possível criar uma coluna de até nove peças, o que proporciona melhor aproveitamento do terreno.

Durabilidade

Apesar de o contêiner ter vida útil de apenas 10 anos como compartimento de transporte marítimo, em terra firme esse material pode ser utilizado por quase um século. Por ser construído em uma estrutura de aço, ele suporta grandes cargas e resiste a diversas intempéries.

Quais são as desvantagens?

Necessita de terreno amplo

Apesar de o contêiner utilizar pequena área do lote, é preciso que esse terreno tenha um espaço que permita a manobra das máquinas que farão a instalação dos módulos. Logo, não é recomendado o uso desse material em pequenos espaços e que apresentam difícil acesso.

Espaço

Por se tratar da reutilização de um compartimento de transporte, os contêineres apresentam um espaço pequeno e limitado, o qual não proporciona o conforto necessário para determinados usos. Além disso, essa área reduzida dificulta a elaboração do projeto e a distribuição dos módulos usados.

Uso de mão de obra especializada

Pelo fato de ser um processo construtivo modular, é preciso que haja mão de obra especializada na produção e instalação das unidades. Caso contrário, além de ter uma construção de baixa qualidade, é possível cometer erros que comprometam a estrutura da caixa, o que acarretará novos custos.

Por exemplo, é necessário que a edificação seja projetada por alguém que conheça as limitações do material. Além disso, se o corte das esquadrias for feito de forma errada, deve-se fazer um reforço no contêiner.

Manutenção

Por se tratar de um material que passava parte considerável do tempo em contato com a maresia, é preciso ficar atento quanto a sua manutenção. Como é comum o contêiner ser adquirido com ferrugem, será preciso fazer um tratamento adequado para combater esse problema.

Além disso, é fundamental saber qual era a carga que esse compartimento transportava, pois existe o risco de contaminação devido à existência de algum vestígio.

Conforto térmico e acústico

Uma das principais desvantagens de utilizar a construção em contêiner é o seu baixo isolamento acústico e térmico. Afinal, dependendo da carga a ser transportada, não há necessidade de que esse compartimento apresente essas características. Assim, para ser usado como edificação, é preciso fazer adaptações, uma vez que o aço é péssimo isolante de sons e ótimo condutor de calor.

O que se deve saber para usar contêiner na construção civil?

Para garantir a sustentabilidade de uma construção em contêiner, é preciso que haja a reutilização do material. Caso o proprietário adquira um compartimento novo, a edificação provocará o mesmo impacto que aquela que utiliza o processo construtivo tradicional. Caso haja reaproveitamento do material, é preciso tomar alguns cuidados para evitar o surgimento de patologias na edificação e a contaminação dos usuários.

Para poder reaproveitar um contêiner, o primeiro passo é analisar a documentação desse compartimento. Para isso, é preciso verificar se essa unidade pode ser usada para outros fins além do transporte de carga. Também é recomendado descobrir qual tipo de material foi transportado por essa caixa, já que existe a possibilidade de haver contaminações. Outro ponto a ser considerado é a estrutura, pois não deve existir nenhuma avaria que a comprometa.

Finalmente, por se tratar de uma edificação, é fundamental que haja projeto. Dessa forma, será possível identificar quais soluções deverão ser usadas para melhorar o uso da construção e para proporcionar mais conforto térmico e acústico. Não se pode esquecer dos projetos complementares, pois é preciso saber a forma mais eficiente de fazer as instalações hidrossanitárias e elétricas desse edifício.

Como é possível perceber, apesar de existirem algumas desvantagens, a construção em contêiner é uma ótima alternativa para quem deseja construir com velocidade, economia e sustentabilidade. Contudo, é preciso tomar alguns cuidados para que essa alternativa construtiva traga os benefícios desejados.

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Para garantir um ambiente agradável de trabalho, é fundamental desenvolver meios que proporcionam mais segurança e conforto aos colaboradores de uma indústria. Além disso, é preciso controlar a temperatura dos equipamentos para que eles funcionem de maneira adequada. Sendo assim, o modo mais viável para alcançar esses objetivos é investir em uma solução de isolamento térmico industrial.

Para ser eficiente, cada indústria apresenta necessidades diferentes, o que exige uma correta análise das condições existentes na empresa. Apesar de muitas companhias conhecerem as vantagens do isolamento térmico — sobretudo no que diz respeito à economia de energia —, ainda é comum utilizarem essa solução de maneira inadequada, o que proporciona resultados abaixo do esperado.

Sabendo disso, reunimos neste pequeno guia algumas informações valiosas sobre a importância e como fazer corretamente o isolamento térmico em uma indústria. Tenha uma boa leitura!

Qual é a função do isolamento térmico industrial?

Conceitualmente, o isolamento térmico é a capacidade que um determinado material apresenta de evitar a troca de energia térmica entre dois meios distintos. Assim, ao aplicar essa solução em uma indústria, é utilizado um composto que apresenta baixa condutividade de calor em uma superfície, o que impede a dissipação de energia e resulta na manutenção da temperatura ambiente.

Logo, ao ser utilizado esse mecanismo, se mantém o conforto térmico local, o que garante um ambiente adequado para o trabalho dos colaboradores. Além disso, para ocorrer o seu bom funcionamento, os equipamentos precisam ser utilizados em uma temperatura adequada, o que garante maior eficiência e menor consumo de energia.

Quais são os principais cuidados?

Para garantir maior eficiência de um sistema de isolamento térmico industrial, é preciso tomar alguns cuidados durante o desenvolvimento e a execução dessa solução. Sendo assim, reunimos a seguir uma pequena lista com 5 dicas do que é preciso fazer para garantir bons resultados. Confira!

Tenha um bom projeto

Como é possível perceber, o isolamento térmico propicia diversas vantagens a uma indústria. Entretanto, para que esse sistema seja eficiente, é preciso que haja um bom planejamento. Para isso, o primeiro passo é desenvolver um bom projeto, que determinará todas as diretrizes que deverão ser seguidas.

Assim, o projetista conseguirá definir quais são as soluções mais eficazes para cada tipo de empresa, de modo a proporcionar o resultado esperado pelos gestores. Afinal, devido a grande variedade de isolantes térmicos existentes no mercado — os quais apresentam os mais diferentes níveis de condutividade térmica —, o profissional deve escolher aqueles que proporcionam o melhor custo-benefício.

Considerar as características da indústria

Conforme já explicamos, existe uma grande variedade de isolantes térmicos no mercado, os quais são indicados para determinadas situações. Assim, é preciso considerar as particularidades da indústria para escolher o composto mais eficiente e que trará os melhores resultados.

Além de escolher o material mais adequado, alguns tipos de indústria necessitam da realização de algumas técnicas especiais para estabilizar a temperatura dos equipamentos. Com isso, é preciso ficar atento, caso seja necessário associar o sistema de isolamento térmico com alguma metodologia específica e que garanta uma maior eficiência do sistema.

Conhecer os principais tipos de isolamentos

Além de considerar as particularidades existentes nos processos industriais, para garantir mais eficiência no isolamento térmico, é preciso avaliar as características de cada material. Cada solução apresenta graus de condução de calor e aplicação distintas, que devem ser consideradas durante o desenvolvimento do projeto e a escolha das soluções.

Além de levar em conta a capacidade do material de manter o conforto ambiental, também é preciso analisar os outros benefícios que ele oferece, como o isolamento acústico. Assim, dentre as várias opções encontradas no mercado nacional, é possível avaliar qual delas proporcionará as maiores vantagens e o melhor custo-benefício.

Procurar as soluções mais eficientes

Para garantir um melhor isolamento térmico industrial, conforme já explicamos, é preciso analisar diversos fatores das soluções existentes no mercado. Assim, ao considerar as necessidades específicas da empresa, em conjunto com as vantagens oferecidas pelo material, é possível escolher aquela que será mais eficiente em garantir um melhor controle sobre a temperatura.

Além disso, é preciso considerar a fonte que origina o calor. Afinal, como ele pode ser transmitido por três formas distintas — condução, radiação e convecção —, é preciso escolher uma solução que impeça essa troca de temperatura.

Apesar de a grande maioria dos produtos encontrados no mercado lidar apenas com a condução, o que corresponde a 10% da transferência de calor em uma edificação, é possível encontrar um produto que combate todas as três formas de transmissão.

Realizar uma instalação correta do isolamento térmico industrial

Um dos segredos para garantir a eficiência e a qualidade de um sistema de isolamento térmico é a correta instalação dessa solução. Para isso, é recomendado a contratação de uma equipe especializada, com profissionais que estão acostumados e saibam como trabalhar corretamente com esse produto.

Caso contrário, é possível que ocorram falhas durante a execução do serviço, o que prejudicará o desempenho do produto. Com isso, além de não proporcionar os resultados esperados, para resolver o problema será necessário fazer reparos, o que acarretará novos custos e retrabalho.

Qual é a importância do isolamento térmico industrial?

Uma das principais vantagens proporcionadas pelo isolamento térmico industrial é a redução do consumo de energia. Afinal, pelo fato dessa solução evitar a emissão de calor, uma indústria gastará menos com combustíveis para manter um fluido em uma determinada temperatura — seja ela alta ou baixa. Além disso, pelo fato de o ambiente ficar mais fresco, serão necessárias soluções mais econômicas para manter o conforto térmico.

Outra vantagem do isolamento térmico é a possibilidade de manter controlada a temperatura dos equipamentos. Com isso, evita-se o desgaste precoce desse maquinários, além de garantir o seu bom funcionamento.

Ao fazer esse investimento, também se consegue benefícios relativos à segurança e ao conforto térmico do trabalhador. Com o isolamento, o colaborador fica protegido de queimaduras causadas devido às baixas e altas temperaturas, além de trabalhar em um ambiente com uma sensação térmica mais adequada.

De qualquer forma, é muito importante considerar as diversas questões relacionadas ao isolamento térmico industrial. Isso proporciona os resultados esperados pelos gestores, além de garantir uma maior eficiência desse sistema.

Caso você tenha gostado dessas dicas e queira aprender um pouco mais, que tal descobrir como melhorar o conforto térmico segundo as regras de ergonomia? Até o nosso próximo artigo!

O telhado é a parte de uma estrutura que mais está sujeita às variações climáticas. A exposição ao Sol, ventos, chuva e outras mudanças climáticas favorece o surgimento de falhas estruturais, além de contribuir para o desconforto térmico no interior do ambiente.

Dentro desse contexto, entenda o que é manta térmica e saiba como ela pode ser utilizada para diminuir o desconforto térmico em indústrias, residências e outras construções.

Confira a seguir os tipos de manta térmica disponíveis no mercado e como eles podem ser utilizados.

O que é manta térmica?

A manta térmica é um produto utilizado como uma barreira para diminuir o desconforto térmico das construções. Ela pode ser instalada em diversos locais para reduzir a passagem de calor externo para o ambiente interno e vice-versa.

Em países de climas extremos, a utilização de mantas térmicas nos telhados é bem difundida. Aqui no Brasil a maioria das construções não utiliza nenhum tipo de isolamento. Entretanto, apesar de o frio não ser tão excessivo, na época do verão o calor é intenso, atingindo temperaturas bem altas em quase todos os estados.

O desconforto térmico causado pelas altas temperaturas pode ser amenizado com um sistema de isolamento térmico. A incidência do sol sobre as telhas gera calor que é absorvido pelo material e depois transferido para dentro do imóvel. A camada de isolante impede que esse calor seja totalmente transferido.

Quando instaladas no telhado, além dos benefícios térmicos, elas podem contribuir com a manutenção da estrutura, prevenindo falhas. De forma geral, a manta térmica é importante por abranger três frentes.

1. Isolamento da radiação

Dependendo do local, o telhado é a parte da construção que mais recebe radiação solar. Logo, o aquecimento das outras partes é inevitável, pois as telhas mais utilizadas não fornecem proteção contra o calor.

2. Redução do consumo de energia elétrica

O consumo de energia elétrica utilizada com ar-condicionado e ventiladores tende a diminuir, já que o ambiente fica com temperatura agradável para os usuários, e os aparelhos precisam fazer menos esforço para resfriar o ambiente.

3. Redução do desconforto térmico

Durante o verão, a manta isola o calor externo, deixando o ambiente interno mais agradável, enquanto no inverno a manta impede que o calor produzido internamente saia para o ambiente externo.

Quais os tipos de manta térmica?

A seguir explicamos os tipos de manta térmica mais utilizados no mercado.

Manta asfáltica

Como o próprio nome sugere, a manta asfáltica é fabricada à base de asfalto, sendo adicionados outros materiais de acordo com a característica pretendida. A manta asfáltica pode ser utilizada em telhados com a finalidade de impermeabilizar a área.

A grande vantagem de utilizar manta asfáltica é a flexibilidade porque ela consegue se adaptar ao local sem rachar nem perder sua função impermeabilizante.

Manta asfáltica aluminizada

A manta térmica de alumínio funciona como isolante térmico, refletindo um pouco do calor das telhas. O material é impermeável e, por isso, impede também a troca de ar e umidade entre os ambientes. A capacidade de redução térmica de uma manta de alumínio pode não ser satisfatória. Isso se deve pelo fato de que o objetivo principal desta tecnologia está relacionado à impermeabilização, e não ao isolamento térmico.

Basicamente, a instalação da manta de alumínio pode ser realizada de duas maneiras: sobre o telhado ou sob as telhas. A maneira mais eficiente para cada projeto deve ser definida por um profissional.

Além disso, a manta aluminizada pode ser utilizada em juntas de dilatação, calhas, canaletas e marquises.

Placas de espuma

A placa de espuma é um material rígido, com baixa condutividade térmica e por isso é utilizada para revestimento térmico. Na instalação, as placas são cortadas e encaixadas no local de acordo com a necessidade.

Além da forma rígida, existe também a espuma expansiva, que pode ser aplicada em forma de spray. Assim, o material atinge lugares mais difíceis, podendo selar completamente o ambiente.

Manta de lã de vidro

A manta de lã de vidro é um isolante térmico para condução, mas principalmente um ótimo isolamento acústico, sendo um dos mais tradicionais. Ela pode ser utilizada em telhados e paredes, é altamente resistente e incombustível. A vantagem em utilizar a lã de vidro é conseguir reduzir os ruídos e um pouco da transferência de calor com o mesmo material.

Além disso, o material é flexível, e a instalação é considerada fácil. Quanto maior for a exigência do isolamento, maior será a espessura necessária, o que pode se tornar uma desvantagem em locais com pouco espaço disponível.

Manta térmica 3TC

A manta térmica desenvolvida pela 3TC tem tecnologia exclusiva, permitindo a proteção contra todos os tipos de transferência de calor. A manta 3TC é constituída por polímeros refletivos e poliestireno expandido.

A manta é revestida por lâminas refletivas que conseguem reter até 97% dos raios infravermelhos. O modo como a manta é produzida e instalada também impede a troca de ar entre os ambientes.

Por ser um material bem versátil, ela pode ser instalada também como placa, de acordo com a necessidade de cada projeto. Então, mesmo que o local já esteja construído, a manta 3TC pode ser utilizada sem comprometer a planta do local e com os mesmos benefícios.

Outras vantagens de utilizar a manta 3TC é que, além da proteção térmica, ela resiste a mofo e água, pode ser reciclada e proporciona isolamento acústico ao ambiente. A manta 3TC é fabricada com material antichamas. Em caso de incêndio, o material não propaga o fogo, ou seja, é mais uma forma de garantir segurança na sua construção.

Portanto, antes de decidir sobre qual manta térmica utilizar, pesquise bastante. Se ainda restarem dúvidas, não hesite em contratar ajuda profissional para que se faça uma avaliação precisa do local. A instalação das mantas pode trazer inúmeros benefícios para a sua residência ou ambiente de trabalho. Por isso, é importante saber o que é manta térmica e como as suas diferentes versões funcionam para que o desempenho da instalação a longo prazo não seja prejudicado.

Algumas opções oferecem várias vantagens, além do isolamento térmico. Por isso, é importante pesquisar e avaliar o melhor custo-benefício.

Agora, que você já sabe o que é manta térmica e como cada tipo funciona, acesse o nosso blog para conhecer também quais são os melhores tipos de isolamento térmico.

A criação de animais inclui diversos fatores. É preciso se preocupar com aspectos como o espaço disponibilizado, o tipo de produção, a alimentação e assim por diante. Além desses pontos, entretanto, não dá para ignorar a necessária atenção ao ambiente. É nesse sentido em que surge o conforto térmico animal.

O conceito tem sido cada vez mais difundido e tem que ser aplicado do jeito certo para garantir o bem-estar dos animais. Com as técnicas adequadas, fica fácil obter os resultados necessários para uma criação segura e eficiente.

Para que não restem dúvidas, mostraremos qual é a importância do conforto térmico animal e quais são os pontos que exigem a sua atenção. Continue a leitura!

O que é conforto térmico animal?

O conforto térmico, de maneira geral, consiste em garantir as condições adequadas de temperatura para os seres em determinado ambiente. Ou seja, é necessário disponibilizar um espaço que não seja quente ou frio demais, de modo a não causar o que é conhecimento como estresse térmico.

Se para humanos essa questão já é importante, para animais é especialmente necessário. Em ambientes de produção animal, os bichos precisam estar dentro das condições corretas para a sua espécie e faixa de vida. Ao saber o que é conforto térmico animal, portanto, fica mais fácil entender o seu papel.

É importante notar que cada um tem uma exigência. Mamíferos normalmente conseguem regular a temperatura do organismo. No entanto, não significa que devam ser deixados em situações de frio ou calor extremo. No caso das aves, é ainda mais importante considerar essa questão.

Então, é fundamental executar ações que permitam que os animais estejam em condições realmente confortáveis durante toda a sua vida.

Qual a importância do conforto térmico para os animais?

Os animais também sentem desconfortos relacionados ao ambiente. A falta de um espaço correto para descansar, por exemplo, pode deixar uma espécie irritada. Já a escassez de limpeza compromete a saúde da maioria dos bichos.

No caso da temperatura, valores muito altos ou baixos atrapalham o funcionamento dos sistemas. Por isso, pensar nas medidas para controlar essa questão é muito vantajoso. A seguir, explicamos por que o conforto térmico animal é tão importante.

Manter a temperatura ideal

Para alcançar essa sensação de conforto, é preciso acompanhar o nível da temperatura em cada ambiente. Ou seja, isso significa fazer com que o espaço esteja com os valores adequados para cada animal.

Vale notar, inclusive, que esse é um processo individual, de acordo com cada espécie e estágio da vida. Aves, como os frangos de corte, podem necessitar de uma temperatura que varia de 32º C, após o nascimento, até 24º C, a partir da quarta semana. No entanto, os valores também podem mudar com a quantidade de animais por metro quadrado e até com a ventilação, de modo a não diminuir muito a sensação térmica.

O mesmo acontece com suínos, bovinos e outras espécies. Portanto, o conforto térmico animal é essencial para ter controle sobre a temperatura percebida pelo ser, o que garante um bom funcionamento do organismo de cada um deles.

Reduzir o estresse do animal

Quando elas não são adequadas, os bichos procuram meios de se “defender” das condições ambientais. O instinto faz com que eles busquem novas formas de regular a temperatura, em busca da sobrevivência.

Frangos em temperatura baixa, por exemplo, ficam aglomerados na tentativa de gerar calor. Porcos em ambientes muito quentes se tornam agitados e sofrem problemas de circulação.

O estresse térmico prejudica a saúde dos animais, bem como compromete diversas funções corporais. De forma prolongada, pode afetar todo o desempenho e o bem-estar. Evitar o quadro, portanto, é essencial para garantir o bom tratamento às espécies e para oferecer um cuidado humanizado na criação.

Preservar a oxigenação

A temperatura corporal está ligada à capacidade de diversos sistemas do organismo. Os órgãos dos animais funcionam de maneira diferente de acordo com cada situação, então é preciso ficar atento.

A oxigenação está ligada à capacidade de carregar os nutrientes para as células e fazer as trocas gasosas. No entanto, fora das condições ideais de temperatura, há problemas nesse processo.

Se o ambiente é muito quente, o animal pode sofrer com uma respiração mais rápida e uma oxigenação que não é suficiente. Já em temperaturas baixas, problemas respiratórios podem ocorrer. Portanto, podemos dizer que o conforto térmico animal também está ligado à preservação da oxigenação, de modo a otimizar o funcionamento do organismo.

Garantir a produtividade

A criação de animal, qualquer que seja, visa a obter produtividade. Animais de corte, por exemplo, devem alcançar pesos específicos para que atinjam os padrões esperados. Outros estão ligados a quanto produzem diretamente, como galinhas e ovos e vacas e leite.

De qualquer forma, a temperatura tem grande influência sobre o desenvolvimento e a atuação dos animais. Uma vaca com estresse térmico, por exemplo, não vai produzir tanto leite, o que afeta os resultados almejados. Frangos com frio não se desenvolvem como deveriam, o que também gera perdas.

As respostas fisiológicas incluem perda de massa, alterações na circulação, mudanças na alimentação, modificações no nível de atividade e assim por diante. Já com as condições ideais, os animais têm tudo o que é necessário para fortalecer a produção.

Aumentar a sustentabilidade

A sustentabilidade é uma preocupação cada vez mais latente na sociedade. As pessoas desejam ajudar o meio ambiente, bem como esperam que as marcas se engajem nesse sentido. Com isso, empresas de todos os setores devem se atentar a tal questão — inclusive as de produção animal.

Ao cuidar do controle da temperatura do ambiente onde ficam os animais, em primeiro lugar, há uma produção mais humana e adequada. Isso se encaixa com os preceitos de desenvolvimento sustentável e respeito à natureza.

Além do que, é um jeito de otimizar o consumo de diversos recursos, como ração, água, energia e assim por diante. Desse modo, a produção se torna sustentável e relevante.

Como reduzir o desconforto térmico?

O cuidado com a temperatura é o principal jeito de garantir que os animais não passem pelo estresse térmico. Para que o desconforto seja reduzido ao menor nível possível, portanto, essa preocupação deve ser colocada em prática por meio de diversas técnicas.

O uso dos recursos certos faz toda a diferença para ser bem-sucedido na empreitada, então é preciso ficar atento. Venha ver nossas sugestões sobre como reduzir o desconforto térmico e entenda quais são os pontos que merecem a sua atenção.

Manter os animais na sombra

A radiação é a maior vilã do calor e do aumento da temperatura. Os raios solares trazem o calor que cruza a atmosfera terrestre e impacta todo o espaço. Ou seja, tanto o solo quanto as construções são afetados pelo aquecimento. Se os animais ficarem em uma área de sol, a tendência é que a temperatura seja ainda maior.

Portanto, o ideal é que os animais sejam deixados em ambientes à sombra. No caso do gado criado solto, por exemplo, é preciso que o local tenha pontos de descanso sem sol direto. Na granja ou em áreas de criação de suínos, é fundamental que os animais não sejam afetados diretamente pelos raios solares.

Embora seja apenas a primeira ação recomendada nesse sentido, já é capaz de ajudar a garantir um ambiente mais salubre.

Fazer uso da ventilação natural

Não apenas a temperatura é importante, como também a questão da ventilação. Oferecer correntes adequadas de ar é indispensável quando o objetivo é diminuir o desconforto e evitar o estresse térmico.

Uma das maneiras de conseguir isso é por meio da ventilação natural. Um dos fatores determinantes é a altura do espaço, então um pé direito elevado torna o lugar mais arejado por causa da diferença de pressão, melhorando os resultados.

Também é viável pensar na ventilação cruzada. Nesse caso, é comum criar aberturas paralelas no imóvel onde ficam os animais, de modo a aproveitar o fluxo de passagem do ar. Assim, é possível diminuir a temperatura ambiente sem precisar gastar nada nesse sentido.

Utilizar nebulizadores e ventiladores

Ao mesmo tempo, não é interessante depender apenas da ventilação natural. Em certos períodos do ano, por exemplo, isso significa ter um baixo nível de umidade na atmosfera, o que também pode prejudicar os animais.

Então, é essencial pensar no uso de ventiladores. Há os condensadores e climatizadores — inclusive, os que auxiliam a trocar e renovar o ar.

Em relação à umidade do ambiente, a nebulização é essencial. Isso significa usar microaspersores, ou seja, equipamentos que ajudam a pulverizar pequenas gotículas de água. Elas evaporam antes que atinjam os animais, mas permitem umidificar e a diminuir a temperatura do ar.

Planejar a construção dos alojamentos

Como deu para ver, a maioria das soluções está relacionada ao ambiente de alojamento. Sem cuidar desse ponto é impossível garantir de forma completa a atenção necessária em relação ao controle de temperatura.

Portanto, é fundamental partir do cuidado com a construção dos alojamentos. Eles devem ser planejados de maneira integral para que apresentem as melhores condições e toda a capacidade de conforto.

Além de tudo, ter atenção nesse momento é determinante para otimizar o uso dos recursos. Basicamente, a melhoria ainda no planejamento evita a necessidade de gastos e consumos em excesso posteriormente, de modo a melhorar o desempenho nesse sentido.

Quais os cuidados envolvidos na construção dos alojamentos?

Como visto, a área construída onde ficam os animais é um dos fatores essenciais para o conforto térmico. Erguer um ambiente já com o pé direito alto ou com ventilação cruzada, por exemplo, diminui as exigências em relação ao uso de ventiladores de grande potência.

Mais que apenas pensar no tamanho ou na disposição, é fundamental considerar alguns outros aspectos. Na sequência, apresentaremos os pontos que exigem mais atenção e o que levar em conta para obter bons resultados.

Localização

Primeiramente, é preciso escolher uma localização adequada. A intenção é identificar um ponto que reúna as melhores características, de acordo com a necessidade de cada animal.

Se o local tiver um clima naturalmente muito quente, vale pensar em espaços com um pouco mais de sombra e que sejam arejados. No entanto, é preciso tomar cuidado para que ele não seja frio demais, por exemplo.

Em relação à umidade, convém evitar os chamados terrenos de baixa. Eles têm um grande nível de umidade — principalmente à noite. No inverno, não recebem tanta radiação e isso pode gerar o desconforto térmico e até a necessidade de aquecimento.

Outro ponto importante é que o local deve ter uma área suficiente para abrigar todos os animais e a estrutura necessária para dar conta de todos. Não adianta achar um lugar adequado se os animais ficarão aglomerados e desconfortáveis, por exemplo. Então, verifique se a instalação realmente se adapta ao ponto.

Disposição

Em relação à planta baixa, é muito importante pensar em toda a disposição do imóvel, de modo a facilitar e favorecer a utilização do espaço. É preciso avaliar a instalação de recursos para a ventilação natural cruzada, por exemplo. Então, devem-se planejar as janelas ou pontos de passagem de ar.

Também é necessário considerar onde ficarão elementos como berçários, comedouros, áreas de descanso e assim por diante. É natural que cada ambiente precise de um nível de climatização e controle, então isso deve ser considerado para o conforto térmico animal.

Além de tudo, não dá para desconsiderar a possibilidade de expansão. Se existe o planejamento de crescimento da produção animal, deve-se considerar esse aspecto no planejamento do espaço.

Telhado

Como visto, a radiação é uma das maiores vilãs quando o assunto é a temperatura. Em um alojamento, o telhado é um dos pontos que mais sofre com a incidência dos raios solares e, portanto, desse processo. Sem o cuidado adequado, ocorre a transferência de calor e o estresse térmico.

O melhor é escolher um material com bom índice de reflexão solar, em vez de um que absorva os raios. Também vale pensar em um projeto de isolamento térmico, que será tratado adiante.

Outros aspectos incluem, por exemplo, a inclinação. O ângulo ideal fica entre 20 e 30 graus e é interessante ter uma passagem para a saída do ar quente.

Em relação à altura, ele deve ser mais elevado para impedir a transferência excessiva de calor. Completar a estrutura com ventiladores e microaspersores é um jeito de dissipar parte do calor.

Laje e piso

Especialmente em alojamentos com mais de um andar, a laje é essencial. Além de dar sustentação, ela também evita a transferência de calor entre pontos, o que garante maior proteção e conforto térmico animal.

O melhor é construir uma versão com materiais que ajudem no isolamento térmico, como um concreto com características especiais. A segurança também está em jogo, então recomendamos ter atenção sobre essa questão.

Quanto ao piso, a escolha depende do animal e do seu comportamento. Por exemplo, os suínos passam até 19 horas deitados e, portanto, têm um grande contato com esse ponto. Se o piso for muito quente ou frio, há desconto térmico. Nesses casos, é possível optar pelos ripados ou maciços, de acordo com cada exigência.

Em todos os cenários, é preciso tomar cuidado com o nível de calor que o material consegue absorver. Ele deve ter a temperatura ótima, justamente para evitar a perda de produtividade. Além de tudo, o contrapiso tem que ser regular para prevenir que parte do revestimento cause algum tipo de dano ou escape de calor indesejável.

Manta térmica

Os vários tipos de isolamento térmico são excelentes soluções para garantir o conforto térmico animal. Eles protegem o ambiente das diferentes formas de transmissão de calor — condução, convecção e radiação — e ainda ajudam a economizar recursos.

A manta térmica é uma solução muito utilizada e que serve para impedir a passagem do calor de maneira indesejada. Ela pode ser aplicada tanto no telhado quanto nas paredes — e é daí que surge a necessidade de fazer um bom planejamento quanto ao espaço.

Mas se há tantos tipos, qual é a melhor opção? A seguir, mostramos as principais alternativas e as suas características!

Fibra

A versão de fibra pode ser feita com vários materiais, como a cerâmica. Nesse caso, formam-se fios aglomerados que ajudam a conter o calor, conforme a transferência ocorre de um ponto a outro.

Dependendo do tipo que é aplicado na fabricação, é um modelo que permite conter a condução ou a convecção. Essa alternativa, entretanto, não resiste muito bem à umidade e, em alguns casos, à temperatura elevada. Com isso, pode não ser a escolha ideal para garantir o conforto térmico animal.

Spray

A versão em spray consiste em um material que é pulverizado no local de interesse — normalmente o telhado. O mais comum é que ela seja feita de poliuretano, que funciona como um péssimo condutor térmico e, portanto, como um bom isolante.

A cor é clara para evitar a absorção dos raios solares, o que ajuda a conter parte do problema ligado à radiação. Paralelamente, exige uma aplicação muito profissional e que nem sempre atende aos interesses do alojamento. Como normalmente não é usado nas paredes do mesmo modo que no telhado, o problema da temperatura talvez permaneça.

Alumínio

A manta térmica de alumínio ou foil, como também é conhecida, tem o papel principal de ajudar a conter a radiação. Ela funciona como uma espécie de forro no telhado ou até entre as paredes.

Quando os raios solares batem na superfície espelhada, são refletidos e dissipados. Isso permite evitar a absorção de calor por radiação, o que diminui consideravelmente a temperatura do espaço interior.

Contudo, o produto pode não ser eficiente contra a condução, já que ela está associada ao contato. Como o alumínio não funciona como uma barreira para a transferência, o aquecimento se torna inevitável em muitos casos.

Espuma

A manta térmica de espuma é feita de poliuretano, na maioria das vezes. O material não permite a condução térmica e, com isso, evita que a temperatura seja transmitida do exterior para a parte de dentro.

Também pode se tratar de uma versão com espuma expansiva, que ajuda a preencher vários espaços e, portanto, impede a circulação do ar quente.

No entanto, é tóxica e não é ideal em altas temperaturas. Um princípio de incêndio, por exemplo, pode ganhar força rapidamente e comprometer a integridade dos animais.

Mista

Já a versão mista combina diversos materiais para chegar a um resultado mais completo. Uma opção exclusiva é a que aparece no estilo “sanduíche”, com camadas especiais para cada tipo de transferência de calor.

No revestimento externo, o material altamente reflexivo combate a radiação, que é a grande vilã. Como visto, os raios são refletidos e o calor é dissipado, o que já ajuda a diminuir boa parte do impacto.

No meio, há um preenchimento com poliestireno expandido, o qual impede a passagem do calor. Juntos, os dois componentes são essenciais para também combater a condução, o que favorece o controle de temperatura.

Além disso, a estrutura é feita para “vedar” o alojamento, o que impede a passagem de vapores. Desse jeito, é possível combater a convecção, o que gera um cuidado extra e possibilita o conforto térmico animal.

Um dos maiores benefícios de um material do tipo é que há uma proteção reforçada contra umidade e mofo, além de não ser tóxica e nem gerar problemas diante de temperaturas muito elevadas. Nesse caso, é uma solução robusta para garantir máximo controle no ambiente.

A instalação é simplificada e, com um bom planejamento, torna-se ainda mais fácil. Como resultado, é possível fazer com que os animais, de qualquer que seja a espécie, tenham tudo o que é necessário para que possam se desenvolver.

O ideal é escolher uma empresa capacitada, experiente e com uma solução que realmente cumpra esses pontos. Somente desse jeito é possível obter o melhor isolamento, dentre os disponíveis.

Como dissemos, o conforto térmico animal é indispensável para a produtividade, sustentabilidade e humanização. Nesse caso, o controle de temperatura é fundamental, o que exige medidas específicas. Além do bom planejamento, o uso de mantas térmicas garante o isolamento necessário para que o espaço seja muito bem aproveitado.

Para não perder nenhuma dica e saber como conseguir o melhor desempenho, assine nossa newsletter e fique por dentro sobre as questões de temperatura!

O excesso de calor no ambiente de trabalho é altamente prejudicial. Além de comprometer a obtenção do conforto térmico, ele gera diversas dificuldades na execução de tarefas necessárias para o empreendimento.

O desconforto pode aumentar a irritabilidade e, com isso, motivar novos conflitos no ambiente. Esse também é um fator de desmotivação e de perda de produtividade devido à falta de engajamento. Para a saúde, não é diferente, pois esse problema traz riscos variados.

A seguir, mostraremos quais são os impactos do excesso de calor para o bem-estar. Confira!

Quais são os principais impactos na equipe?

O corpo humano é formado por uma grande quantidade de água e precisa se manter a uma temperatura média de 35 a 36º C. Por isso, quando o ambiente está muito quente, há um desequilíbrio nas funções corporais, aumento da produção de suor e grande desconforto.

Tanto nas indústrias quanto no cotidiano, há muitos impactos na saúde que são causados pelo excesso de calor. Na sequência, apresentamos os pontos que merecem a sua atenção!

Desidratação

Um dos resultados mais conhecidos da exposição às altas temperaturas é a desidratação. Trata-se de um quadro que ocorre quando o corpo não tem água suficiente para funcionar da melhor maneira. Como resultado, vários sistemas são afetados e há um acúmulo de toxinas no sangue.

Os sintomas incluem enjoos, boca seca, sede, tonturas e até desmaios. Em alguns casos, a desidratação gera confusão mental ou mesmo delírios. No cotidiano, esse já é um quadro que inspira cuidados. No ambiente de trabalho, ele é ainda mais perigoso, porque é um fator de risco para acidentes.

Fadiga

Com um grande aumento de temperatura, o corpo precisa fazer um esforço maior para regular a temperatura. Em ambientes quentes, a produção de suor favorece a perda de líquidos e de sais minerais essenciais para o funcionamento do organismo. Com esses impactos, o corpo sofre uma diminuição de energia, o que leva à sensação de fadiga.

Nessa situação, as pessoas demonstram menos disposição para executar tarefas e podem sentir sonolência, fraqueza, tonturas e náuseas. Casos extremos, como em temperaturas muito elevadas, levam à síncope corporal e até à interrupção do funcionamento dos rins.

Falta de concentração

O nosso cérebro trabalha com algumas prioridades e, na prática, com uma tarefa de cada vez. Se há necessidades físicas urgentes, então é mais difícil se concentrar em outras ações. É por isso que o calor excessivo diminui a concentração.

Diante das altas temperaturas, há o incômodo e a necessidade de regular o corpo. O cérebro, nessa situação, perde capacidade cognitiva de atuar focado em uma só tarefa, o que compromete os resultados. No trabalho — seja na indústria, seja fora dela —, isso leva a um aumento da procrastinação e uma diminuição do rendimento. No final das contas, há uma grande queda de produtividade.

Doenças respiratórias

Muitas vezes, a alta temperatura é acompanhada pela baixa umidade. Em escritórios, o uso de ventiladores ou de ar-condicionado motiva tal questão. Na indústria, a falta de vapores e os espaços confinados favorecem essa configuração.

O problema é que essas situações prejudicam o sistema respiratório. O muco das vias pulmonares, por exemplo, fica ressecado, o que aumenta as chances de quadros de bronquite, rinite ou asma. Também ocorrem sangramentos nasais e infecções. Em longo prazo, os impactos podem se tornar crônicos.

Alterações na pressão sanguínea

Por causa do aumento da temperatura, as artérias ficam mais dilatadas. Trata-se de um mecanismo do corpo para tentar diminuir a temperatura e eliminar o calor pela pele. Ao somar isso à desidratação, há um fluxo menor de sangue pelo corpo.

Como resultado, há um quadro de pressão baixa ou hipotensão arterial. Para muitas pessoas, é uma situação que leva a tonturas, enjoos e até desmaios. No trabalho, os riscos de acidente se multiplicam nesses casos.

Para quem já sofre com hipertensão, o excesso de calor é um fator de risco. O entupimento das artérias é agravado pelo espessamento do sangue. A falta de água também amplia esse impacto, o que leva à ocorrência de casos de hipertensão. É comum sentir dores de cabeça, tonturas e mal-estar nessas situações. Em alguns casos, esse se torna um fator de risco para AVC e infartos.

Por que é importante investir em qualidade de vida?

Tanto no trabalho quanto fora dele é essencial pensar nas práticas de bem-estar. Desta forma, a intenção é garantir a máxima qualidade de vida, pois isso leva, acima de tudo, a um bom cuidado com a saúde.

Do ponto de vista dos escritórios e das indústrias, há outros aspectos para se considerar. Em primeiro lugar, o empregador é obrigado a cuidar da saúde e da segurança da equipe. Sendo assim trata-se de uma obrigação que visa evitar doenças e acidentes causados pela atividade profissional.

Além disso, trata-se um meio de consolidar resultados positivos para o empreendimento. Com mais bem-estar, há um aumento na satisfação e motivação para o trabalho. Isso gera eficiência e produtividade no dia a dia, melhorando a competitividade do negócio.

Lidar com o excesso de calor, portanto, não tem a ver apenas com a saúde, mas com todos os benefícios associados à etapa produtiva e ao desempenho.

Quais são as soluções mais eficazes para a indústria?

Evitar a transmissão de calor é o melhor jeito de manter as temperaturas sob controle. Esse processo acontece por três meios diferentes: condução, convecção e radiação. A última opção é a que gera maiores impactos, por isso merece atenção redobrada.

De qualquer forma, não basta apenas pensar em climatizar o ambiente. Ventiladores e equipamentos de ar-condicionado são bem-vindos, mas não resolvem tudo sozinhos.

Então, recomendamos considerar o uso de isolantes especiais. As mantas térmicas revestem o ambiente e impedem a entrada do calor, o que ajuda a manter a temperatura interna equilibrada. Para as indústrias, essas são as melhores possibilidades.

Para garantir total eficiência, a nossa indicação é que as três formas de transferência sejam combatidas. Isso dá origem a um ambiente muito mais agradável e preparado para gerar bons resultados.

O excesso de calor tem impactos variados — e, muitas vezes, graves — na saúde. Ao conhecer essas situações que apresentamos, fica clara a importância de investir em ações para o bem-estar, como o isolamento térmico.

Para evitar esses e outros problemas, veja como realizar o controle de temperatura em indústrias e empresas.

De forma simples, a ergonomia envolve a relação entre o homem e o ambiente de trabalho. Consiste em um estudo da ligação entre seres humanos e máquinas e quais são as condições adequadas para garantir o bem-estar e a segurança. Pensando nisso, foram criadas algumas regras voltadas para esse tema, entre as quais está o conforto térmico.

Afinal, essa relação adequada não está ligada apenas a cadeiras confortáveis ou móveis na altura certa. Ela também está conectada a condições de iluminação, de barulho e, é claro, de temperatura.

Para que não haja dúvidas sobre como cumprir todos os requisitos, mostraremos dicas para atingir o conforto térmico segundo às regras de ergonomia. Confira!

O que são e para que servem as orientações?

As Normas Regulamentadoras (NRs) são dispositivos legais criados pelo Ministério do Trabalho e Emprego (MTE). Elas especificam quais são as obrigações dos empregadores em certas condições, de modo a garantir a segurança e a saúde da equipe.

A NR 17 é a responsável por tratar de todas as normas referentes à ergonomia. Ela serve, principalmente, para orientar os empregadores sobre como devem pensar no ambiente. Desse jeito, é possível garantir uma atuação adequada e protegida.

Já a NR 15, por exemplo, disciplina as atividades ou operações insalubres.

Como funcionam as regras de ergonomia?

As obrigações previstas para deixar o trabalho ergonômico variam com cada atividade e ambiente. Basicamente, tudo começa com uma avaliação da adaptação às condições de ergonomia. A intenção é reconhecer os riscos e o que pode (ou deve) ser melhorado.

Em seguida, são tratadas de questões como a necessidade de executar as atividades de forma sentada quando possível e a escolha de mobiliário adequado. A partir do ponto 17.5 da norma, há os fatores ambientais do trabalho. Isso exige, por exemplo, nível de ruído dentro de padrões aceitáveis e umidade relativa mínima de 40%.

Em relação à temperatura, ela deve ser efetiva entre 20 a 23ºC, de modo a garantir o bem-estar. Além disso, há questões sobre a organização das funções e sobre o levantamento ou movimentação de itens pesados.

Vale mencionar que, conforme indica o Anexo III da NR 15, existem limites de tolerância ao calor e sua inobservância torna a condição de trabalho insalubre.

Quais os prejuízos do calor e falta de ergonomia para os trabalhadores?

Como dissemos, um dos pontos das regras de ergonomia tem a ver com o conforto térmico. Segundo prevê a lei, é obrigação do empregador garantir que a temperatura esteja em um nível adequado e confortável. Isso se deve, principalmente, por causa dos impactos negativos que as altas temperaturas causam.

Em primeiro lugar, há a possibilidade de desidratação. Se ela for intensa, o trabalhador pode desmaiar, envolver-se em acidentes e até sofrer uma fatalidade. Também são queixas comuns as dores de cabeça, a sensação de vertigem e o cansaço ampliado.

Todos esses pontos geram, como impactos secundários, a perda de motivação e de produtividade. Como resultado, o empreendimento se torna menos competitivo.

Quais as punições para a empresa que não cumprir as obrigações?

Para garantir que todas as normas trabalhistas sejam seguidas, há algumas punições para as empresas que não as aplicam. Em uma fiscalização, a falta de ergonomia pode gerar multas, sanções e até a interdição do local para adaptação, se for o caso. Também ocorrem processos judiciais, o que coloca em xeque a credibilidade da empresa.

Além disso, a inexistência de boas condições prejudica a saúde da equipe. Isso dá origem a mais faltas e licenças, o que amplia os custos. Resulta, ainda, em um aumento de processos trabalhistas e indenizações.

Para piorar, o negócio pode ter a sua imagem empresarial arranhada. Isso gera problemas de percepção do público e, em alguns casos, até boicotes por parte dos consumidores.

Como melhorar o conforto térmico?

Como visto, cuidar da temperatura do local de trabalho é uma questão fundamental de ergonomia. Então, é preciso buscar maneiras de garantir e ampliar o conforto térmico no ambiente. A seguir, veja algumas dicas de como chegar a esses resultados.

Dê preferência a horários frescos

Durante os dias quentes, é comum que o horário comercial seja o período de maior calor do dia. Isso faz com que haja desgaste por causa da temperatura, o que exige cuidados extras.

Sempre que possível, recomendamos evitar atividades externas de 10 da manhã às 5 da tarde. O sol é muito forte nessa fase, assim como a temperatura.

Dentro do escritório, o problema é um pouco menos sentido, mas ainda é impactante. Trazer flexibilidade de horários, como a pausa do almoço, ajuda os colaboradores a escolherem o melhor período.

Promova pausas para descanso

Por causa das altas temperaturas, é comum que as pessoas fiquem menos concentradas e cansadas com facilidade. Tudo isso afeta a produtividade — e exigir resultados constantes não é a resposta.

Em vez disso, a nossa indicação é planejar mais pausas ao longo do expediente. Permitir que as pessoas tirem 5 minutos para descansar, beber algo gelado ou se refrescar é essencial. Como consequência, a produtividade pode ficar ainda maior, mesmo com um número ampliado de paradas.

Mantenha distância das fontes de calor

Principalmente no chão de fábrica, há diversos componentes que podem gerar muito calor. Fornos, caldeiras, secadores e, até, máquinas com bastante vibração aumentam a temperatura de forma localizada.

O melhor jeito de evitar isso é ao limitar o contato com essas fontes. Garanta que a equipe não seja exposta demais a essas áreas e que a proximidade dure apenas o tempo necessário. Ao diminuir essa interação, os efeitos são sentidos com menos intensidade.

Invista no isolamento térmico e promova a ergonomia

Embora essas ações sejam importantes, elas são somente “remédios” para um problema que tem outras causas. A incidência solar, por exemplo, gera calor por radiação no imóvel e eleva a temperatura. Outras formas de transmissão, como condução e convecção, também são responsáveis.

Então, para aumentar o conforto térmico, vale elaborar um projeto de isolamento. Com o uso de uma manta especial, por exemplo, é possível impedir que o calor entre no local. Com as trocas interrompidas, fica mais fácil chegar a valores confortáveis.

Para ter máximo desempenho, procure uma solução que impeça as três formas de transferência de calor. Assim, dá para garantir que o espaço terá condições melhores. Além de o bem-estar ser ampliado, os esforços — e os custos — para climatizar o ambiente serão menores.

O conforto térmico é uma das bases da ergonomia e, por isso, é tão importante. Ao seguir as nossas orientações, é possível evitar as punições e cuidar melhor da saúde da equipe.

E já que o isolamento é uma opção muito indicada, entre em contato com a 3TC e descubra como atuamos no mercado!

O isolamento térmico é obtido quando determinado ambiente deixa de sofrer com os efeitos intensos do calor. Por meio do uso de materiais específicos, o espaço é isolado e a troca de calor é reduzida. Assim, é possível manter a temperatura, como acontece em uma garrafa térmica. Para que isso seja viável, é preciso acertar ao selecionar os tipos de isolamento térmico.

Os materiais distintos oferecem soluções diferentes. Como cada local tem uma necessidade, é fundamental conhecer a características específicas para tomar boas decisões.

Para que não restem dúvidas, veja quais são os melhores tipos de isolamento térmico e descubra quais são as qualidades de cada um.

Lã de vidro

Considerada bastante popular, a lã de vidro é produzida a partir de um aglomerado de sílica, sódio e resinas. Ela é fabricada a altas temperaturas e dá origem a diferentes formatos, como placas e rolos.

Em geral, aparece em espessuras que variam de acordo com as necessidades de uso. Quanto maior for a exigência de isolamento, maior deve ser a espessura, para criar um bloqueio contra a passagem de energia térmica.

O problema é que ela só resiste a um tipo de transmissão de calor — no caso, a condução. Isso ajuda a diminuir um pouco a temperatura interna, mas não resolve a questão de forma definitiva ou consistente. Outro problema da la de vidro é a baixa resistência a umidade. Quando em contato com a umidade, a lã de vidro perde eficiência, e pode até gerar patologias como mofo e outros fungos.

Outra característica da lã de vidro é que existem alguns estudos apontando que alguns tipos de lã de vidro podem causar câncer a longo prazo. Desta forma é recomendado utilização de respiradores, macacões, luvas e outros EPIs para evitar o contato direto. com a lã. Além disso as microfibras de lã de vidro podem afetar as pessoas do ambiente em que ela se encontra.

A lã de vidro é mais indicada para utilizações de alta temperatura ou casos que precisam de atenuação acústica. A lã de vidro é melhor isolamento acústico do que térmico, justamente por ser fibroso, e não possuir refletância térmica como componente principal.

Lã de rocha

Já a lã de rocha é feita com produtos de origem vulcânica, como o basalto. Os materiais são aquecidos junto a outros minerais, que diminuem a temperatura necessária. Então, formam-se fios que são unidos a resinas e que se transformam na lã comercializada.

Em relação à de vidro, é um entre os tipos de isolamento térmico com mais eficiência. Assim como a lã com sílica, é resistente à água e aparece em diversas espessuras, de acordo com a necessidade de uso.

O grande problema desse material é a possibilidade de gerar dificuldades respiratórias durante o seu manuseio. Isso torna a instalação bem complicada e, se não for feita corretamente, potencialmente perigosa. Assim como a lã de vidro, é melhor isolamento acústico do que térmico pela característica de ser fibroso. A lã de rocha também não possuir refletância térmica como componente principal, sendo inadequada para isolamento de coberturas e telhados.

Além disso, ela não é exatamente sustentável. A necessidade de extração de grandes quantidades de recursos minerais gera impactos profundos no meio ambiente.

Poliuretano

O poliuretano é um polímero produzido a partir dos compostos de petróleo. São feitas várias transformações químicas e, no final, há a formação de uma espuma.

Ele aparece em densidades variadas e somente as maiores apresentam resistência à água. Também não funciona adequadamente em temperaturas muito elevadas, o que elimina a possibilidade de certas utilizações industriais.

Inclusive, a presença de um pH ácido ou básico no ambiente altera as suas funcionalidades. Por isso, não recomendamos a alternativa para usos mais intensos.

Poliestireno

O poliestireno expandido, por sua vez, é produzido a partir do composto inicial de poliestireno. Embora ofereça maior resistência química, precisa ser conjugado a outros materiais. Isso aumenta a sua proteção contra temperaturas elevadas e favorece a estrutura do componente.

Por fim, há o poliestireno extrudido. Conhecido como XPS, é fundido e solidificado novamente. É o mais resistente à umidade, mas altamente combustível. Se forem expostas a temperaturas elevadas, as placas se fundem e comprometem o isolamento térmico e até a estrutura do local.

Foils

Já o foil é constituído por uma manta leve de alumínio. O material serve para refletir parte da radiação, mas não impede a transferência de calor por outros meios, como a convecção.

Frequentemente é instalado no telhado para melhorar o conforto térmico do imóvel. No entanto, precisa ser associado a outros recursos para garantir um bom desempenho em manter temperaturas agradáveis.

Apesar de formar uma barreira, podemos afirmar que não é tão resistente quanto outras opções, o que compromete a durabilidade do material. Além disso, como não funciona tão bem sozinho, é um dos tipos de isolamento térmico que exige um planejamento robusto para aproveitá-lo ao máximo.

3TC Isolamento

Para conseguir o melhor desempenho entre todas as possibilidades, a manta térmica 3TC é a mais indicada. Feita com um processo especial, o material garante ótimo uso, durabilidade e excelentes resultados.

Para entender por que essa alternativa é tão interessante, conheça os seus principais diferenciais.

Proteção contra todas as formas de calor

O aumento da temperatura é causado não apenas pela condução, mas pela convecção e pela radiação. A última, inclusive, é a possibilidade que mais interfere na transferência.

A manta térmica 3TC é produzida com materiais que retêm até 97% da radiação, o que diminui consideravelmente o calor. Para sua fabricação, o 3TC conta com polímeros refletivos e, no meio, poliestireno expandido. A combinação dos produtos ainda cria camadas que atuam contra a convecção.

Versatilidade de aplicação

Outro ponto positivo é que esse é um dos poucos tipos de isolamento térmico com mais de uma forma. Além de surgir no formato de manta, aparece como placa.

Essa versatilidade permite que cada projeto selecione a alternativa ideal para suas necessidades. Assim, há máximo aproveitamento e proteção do ambiente que deve manter a temperatura adequada.

Trata-se de um ponto importante, porque muitas vezes as plantas específicas pedem soluções diferenciadas. Com essa variedade nos tipos apresentados, é possível selecionar o que for mais conveniente.

Qualidades extras

Além de garantir a proteção térmica, o 3TC também é resistente ao mofo e à água, é reciclável e atua como isolante acústico.

Não tóxico e fácil de instalar, podemos dizer que ele gera vedação e versatilidade da melhor maneira. Trata-se, portanto, de uma solução completa para manter o bem-estar em diversos ambientes.

Recorrer à manta térmica 3TC é um jeito de maximizar o conforto em relação à temperatura, bem como de conquistar uma solução tripla em apenas um produto. Entre as opções do mercado, é exclusiva e a mais completa.

Saber escolher entre os tipos de isolamento térmico é essencial para obter bons resultados. Salientamos a importância de selecionar materiais de boa qualidade e certificados, pois é isso que garante um isolamento adequado e eficaz.

Já que essa é uma decisão tão importante, entre em contato com a 3TC e saiba como adquirir a nossa solução!

Em relação ao gasto de energia total, as indústrias respondem por 41%. Ou seja, a cada 10 quilowatts, 4 são destinados para a indústria. Isso demonstra a importância e, principalmente, o impacto da atuação industrial. Em um cenário cada vez mais competitivo e com novas necessidades, saber como reduzir o consumo de energia é essencial.

Atualmente, é possível encontrar muitas invenções sustentáveis, bem como recursos que ajudam a diminuir esses gastos. Aplicá-los é um projeto com olhos no futuro e que pode mudar a forma como os negócios se relacionam com os recursos naturais.

Para garantir que isso seja viável, trazemos dicas essenciais de como reduzir o consumo de energia. Acompanhe!

1. Por que reduzir o consumo de energia na indústria?

Para colocar esse projeto em prática, é indispensável compreender quais são as razões para realizar as mudanças necessárias. Será preciso fazer investimentos, então nada mais justo do que entender os benefícios da redução do gasto de energia elétrica.

Eles variam de acordo com a intensidade da redução e com cada negócio. No entanto, compartilham algumas características. A seguir, veja por que vale a pena implementar as práticas de redução.

1.1 Diminuição dos custos

Não poderíamos deixar de escalar como primeiro motivo aquele que é considerado o mais óbvio: a redução das despesas. A conta de energia paga por uma indústria é proporcional ao nível de consumo. Então, quanto menos recursos são utilizados, menor é a soma a ser quitada.

Além do mais, é comum que as companhias de distribuição imponham certas faixas de cobrança. Acima de determinada quantidade, o preço é maior e o total, também. Com a redução, é possível ser enquadrado em faixas menores e pagar menos. Para qualquer indústria, a diminuição dos gastos é um sinal positivo rumo ao desenvolvimento.

1.2 Otimização no direcionamento de recursos

Como o consumo de energia elétrica por parte do setor industrial é tão grande, é natural que o dinheiro gasto também seja elevado. Dentro de um orçamento limitado, contas altas impedem uma melhor distribuição financeira. Ou seja, os parques industriais precisam gastar mais com esse setor e têm menos para investir em outros.

Com os cortes nos gastos, há uma distribuição muito adequada dos recursos financeiros. A otimização do orçamento permite, por exemplo, que o negócio invista em melhorias ou novas capacitações frente à concorrência. No final, é algo que ajuda a gestão financeira a ser ainda melhor.

1.3 Redução do impacto ambiental

O consumo de energia, principalmente a gerada por hidro e termelétricas, causa grandes impactos no meio ambiente. Afinal, se todas as indústrias gastarem mais, será preciso aumentar a matriz energética. Isso leva a construções de novas usinas, maior liberação de carbono e assim sucessivamente.

Quando a indústria consegue diminuir o padrão de uso desse elemento, também reduz a exploração dos recursos naturais, ainda que de forma secundária. É, então, um jeito de assumir uma postura verde e sustentável, o que vem bem a calhar diante das necessidades atuais.

1.4 Garantia de eficiência energética

Principalmente, reduzir o consumo energético não significa comprometer a produção ou desempenho. É possível — e desejável — gastar menos e, mesmo assim, manter ou até melhorar o padrão produtivo.

Tudo isso leva a um conceito muito importante: eficiência energética. Significa que a energia passa a ser usada de forma mais inteligente, estratégica e longe de desperdícios. Com máximo aproveitamento, tanto o negócio quanto a sociedade são favorecidos.

2. Como fazer uma redução de energia eficaz?

Para conseguir os efeitos esperados com total eficiência, não basta apenas definir cortes no uso do recurso. É preciso considerar as necessidades operacionais e produtivas para não prejudicar o desempenho.

Ao mesmo tempo, a redução tem que ser significativa em relação ao que normalmente é gasto. Para conseguir chegar a esse equilíbrio, trouxemos algumas dicas para colocar em prática e obter um ótimo desempenho. Confira!

2.1 Identifique os principais focos de gastos

Antes de tomar uma decisão, qualquer que ela seja, é essencial verificar quais são as áreas que mais geram despesas. Normalmente, é o chão de fábrica o maior responsável pelo consumo, por causa dos equipamentos e maquinário pesado. Isso não é sinônimo de ignorar outros segmentos, como a parte administrativa.

Faça um levantamento de toda a fábrica, como por meio de estimativas versus tempo de operação. Se uma máquina fica ativa durante 8 horas diárias, multiplique o gasto unitário por esse tempo e some aos outros itens. Assim, é possível ter uma ideia clara dos pontos de atenção e das metas que devem ser definidas.

2.2 Oriente e conscientize os colaboradores

Após estabelecer o nível de resultados desejados, é indispensável comunicar aos colaboradores a necessidade de redução. As pessoas devem conhecer o patamar atual, onde se deseja chegar e quais serão as medidas implementadas.

Principalmente, é indispensável conscientizar os colaboradores sobre a relevância que essa redução apresenta. Indústrias que oferecem participação nos lucros, por exemplo, podem usar esse argumento como o principal. O importante é garantir o engajamento e o comprometimento com as ações voltadas para a redução.

2.3 Atualize alguns equipamentos

Máquinas antigas, naturalmente, têm tecnologias e componentes ultrapassados. Esses ativos costumam ter um baixo aproveitamento da potência e consomem bastante energia elétrica. Além disso, o desgaste elevado contribui ainda mais para o aumento desse consumo. Como solução, é interessante trocar equipamentos e máquinas muito antigos.

O melhor é buscar motores eficientes, com selos e recomendações sobre a economia de energia e que ofereçam máxima potência. Também é importante que eles sejam adaptados à produção para que não fiquem sobrecarregados ou subaproveitados. Com esse investimento, a redução gera o retorno do que foi pago em médio e longo prazo.

2.4 Faça a manutenção da rede e das máquinas

Outro ponto crucial é a manutenção dos equipamentos, de forma geral. Mesmo quando são relativamente novas, as máquinas precisam de atenção por parte de uma equipe especializada. Desse jeito, é possível garantir que todos os componentes funcionam de maneira otimizada. Por isso, a manutenção preventiva e a preditiva são tão importantes.

Para melhores resultados, nossa dica é: não pare por aí. Além dos itens do chão de fábrica e demais ambientes, cuide de toda a rede elétrica. A infraestrutura deve ser adequada, justamente, para ser capaz de garantir um consumo correto e até econômico.

É o caso de verificar se a fiação está em bom estado, se há algum superaquecimento ou se é preciso realizar substituições. É um meio de evitar a fuga de corrente e demais desperdícios, o que leva a melhores resultados.

2.5 Faça trocas inteligentes

Também é possível e recomendado realizar algumas substituições que geram pequenas economias, mas que, no total, diminuem os gastos. O principal deles é em relação à iluminação. As lâmpadas de LED podem consumir até 60% menos. Embora uma não faça tanta diferença, dezenas ou centenas delas ajudam a reduzir a conta. Também são mais duráveis, então a economia é dupla.

Outras possibilidades incluem mudar a disposição de componentes, como ao evitar que elementos de refrigeração fiquem em áreas quentes. A maioria dessas trocas não exige muito investimento, então pode ser colocada em prática para gerar melhor desempenho.

2.6 Adote a automação

No ambiente industrial, é cada vez mais comum ver os recursos de automação — principalmente, na linha de produção. Esse jeito de ganhar produtividade e eficiência também é um meio de reduzir o consumo de energia.

A instalação de sensores de presença e de iluminação automatizada, por exemplo, evita o gasto desnecessário. O mesmo vale para equipamentos que podem ser programados para operar na melhor forma, de acordo com a necessidade da rotina. Com a diminuição da interferência humana, há menos chances de erros e melhores possibilidades em relação ao desempenho.

2.7 Pense no isolamento térmico

Para garantir o conforto térmico, é fundamental que a indústria realize um controle de temperatura. Trata-se de uma obrigação trabalhista pensada na ergonomia, além de se conectar ao bem-estar. Por isso, um dos maiores custos tem a ver com a refrigeração do ambiente, tanto quanto possível.

Para diminuir essas despesas e melhorar toda a performance, indicamos o isolamento térmico como uma ótima saída na hora de determinar como reduzir o consumo de energia. Ele consiste em impedir que o calor entre no ambiente e aumente a temperatura. Assim, há um nível ampliado de conforto.

O problema é que a radiação solar é a maior vilã e boa parte das soluções atua apenas para proteger contra a condução. Nesse caso, é preciso pensar muito bem no que será utilizado.

O melhor é recorrer a placas ou a uma manta térmica pensada para combater as três formas de transferência do calor. Após a instalação, o ambiente industrial ficará mais salubre e adequado e exigirá menor necessidade de refrigeração. Como resultado, gasta-se menos com energia elétrica.

2.8 Busque fontes sustentáveis de energia

Além de tudo, é interessante pensar em consumir de um jeito diferente. Nossa ideia é não apenas avaliar a redução no gasto total, mas mudar a fonte para energias sustentáveis.

A energia solar, por exemplo, pode gerar uma ótima capacidade para certos componentes e áreas. A eólica é outra fonte totalmente limpa e ainda é possível pensar em compostos orgânicos, como o biogás. Há cada vez mais possibilidades para substituir a elétrica tradicional e os derivados do petróleo.

Nesses casos, é preciso fazer um investimento maior, mas também há um interesse com olhos no futuro. Desse jeito, é possível levar o seu empreendimento para um novo nível.

3. Redução do consumo de energia é sinônimo de economia?

É fato que a diminuição nos gastos com a conta de luz é um dos fatores preponderantes para pensar em como reduzir o consumo de energia elétrica na indústria. No entanto, o processo tem que ser bem-planejado para causar impactos positivos. Do contrário, a economia é substituída por problemas com a parte operacional ou com a qualidade de fabricação.

Para que a redução realmente gere a performance desejada nas finanças, apresentamos alguns cuidados que devem ser observados.

3.1 Identifique gargalos e pilares

Já que tomar uma decisão informada é tão importante, tudo deve começar pelo reconhecimento de quais pontos são problemáticos e quais são fundamentais. Por um lado, vale conhecer quais elementos gastam demais e até desperdiçam. Por outro, é preciso ver quais são as etapas indispensáveis e que, se forem modificadas incorretamente, prejudicarão a qualidade final.

O melhor é mexer com intensidade nos processos que não têm tantos impactos ou que não causarão prejuízos. Já os pilares exigem maior cuidado, para que a redução não saia pela culatra.

3.2 Faça mudanças controladas

No lugar de implementar todas as transformações de uma vez, a nossa indicação é realizar modificações controladas. O melhor é aplicar, aos poucos, as mudanças previstas para reduzir o consumo de energia.

Implemente as transformações de maneira progressiva para entender como a indústria tem reagido. Algumas modificações, entretanto, só trazem benefícios, como a manutenção e o isolamento térmico. Elas podem ser aplicadas juntas, com outras encarando um controle maior.

3.3 Tome cuidado com soluções alternativas

Para que a redução nos gastos seja efetiva, é essencial evitar soluções que não são consideradas completas. Explicamos: é o que acontece ao realizar uma manutenção parcial ou não manter a consistência de prevenção. Também é o caso de comprar equipamentos baratos — em vez de mais eficientes — ou de não corrigir os problemas das redes.

Se o objetivo é ter sucesso na hora de descobrir como reduzir o consumo de energia e os gastos, é preciso realizar intervenções que realmente sejam efetivas.

3.4 Acompanhe o desempenho

É difícil dizer, apenas no campo das ideias, se uma medida vai gerar redução no consumo ou nos custos de forma contundente. Para não ter dúvidas, o ideal é definir indicadores e verificar a evolução.

Com números, análises e gráficos, vai ficar claro quais são as mudanças que estão fazendo efeito e quais ainda precisam de otimização. Às vezes, a mudança de equipamentos com refrigeração só vai gerar economia real após o isolamento térmico ser implementado. Então, é importante ver como andam os resultados.

4. Como investir em sustentabilidade além do marketing verde?

O marketing verde consiste em iniciativas que demonstram o papel positivo da indústria em relação ao meio ambiente. Quando uma empresa tem ações de reflorestamento e divulga para o público, ela realiza o marketing verde.

Trata-se de um componente importante diante das demandas atuais da sociedade, mas ele não basta. Por isso, é preciso pensar em como investir na sustentabilidade de forma robusta e que vá além do marketing. Quer descobrir? Venha conosco!

4.1 Trabalhe a produtividade

Quanto mais produtiva é uma indústria, menores tendem a ser os impactos sobre o meio ambiente. Basicamente, a indústria consegue fazer mais com os mesmos recursos, o que evita explorações desnecessárias.

Então, para ir além do marketing verde, é preciso fomentar a produtividade. A automação é um caminho e a motivação do capital humano é outro. Criar um ambiente agradável e engajador faz com que as pessoas entreguem melhores resultados. Como o bem-estar é uma questão relevante, novamente o conforto térmico e a necessidade de isolamento surgem como uma das soluções.

4.2 Planeje ações realmente efetivas

O marketing tem muito a ver com comunicar uma mensagem. O problema é que nem sempre ela tem impactos práticos ou que são importantes. Para ampliar a sustentabilidade, recomendamos buscar medidas que demonstrem uma elevação no nível de eficiência.

Isso significa focar em diminuir a exploração do planeta e dar uma atenção maior a questões que fazem a diferença. Gerar resultados positivos consistentes é muito mais importante que apenas comunicá-los, então deve ser levado em conta.

4.3 Pense no longo prazo

A sustentabilidade não se estabelece da noite para o dia. Trata-se de um processo contínuo de transformação e adaptação. O desenvolvimento, considerando essa abordagem, precisa passar por várias modificações conforme ele acontece.

É por isso que todas as medidas devem ser tomadas com o pensamento no longo prazo. Entender que as decisões de agora impactam o futuro é um caminho para garantir que todos possam aproveitar os recursos sem preocupação.

5. A redução no consumo de energia pode gerar mais lucros para a empresa?

Dissemos que um dos impactos ao adotar as medidas para reduzir o consumo de energia é a redução das despesas gerais. Mas será que isso significa que existe um aumento no lucro?

Com uma margem ampliada, a indústria tem a chance de atuar de forma consistente. A princípio, diminuir os gastos é um jeito de ampliar os lucros. No entanto, outros impactos dessas medidas também podem aumentar a receita. A seguir, veja quais são os principais pontos responsáveis nesse sentido.

5.1 Aumento de produtividade

Você viu que falamos que empregar essas ações é um jeito de elevar a capacidade produtiva. A automação e o conforto térmico são dois grandes fatores que levam a esse resultado.

Se a indústria é capaz de produzir mais e com maior eficiência, também consegue lucrar mais. No final, os custos para a fabricação caem e, mantido o preço, a margem aumenta. É um jeito eficiente de capitalizar e, por exemplo, realizar o pagamento dos investimentos nas melhorias.

5.2 Melhoria na imagem do negócio

Outro ponto importante é que o marketing verde e a sustentabilidade ajudam a construir uma imagem mais positiva perante parceiros, possíveis clientes e até profissionais. Surgir com um pensamento ecológico é um jeito de atender a uma demanda crescente da sociedade, que deseja consumir com responsabilidade.

Com uma imagem melhor, há vários pontos positivos que levam ao aumento dos lucros. É mais fácil estabelecer parcerias de valor e, com isso, unir forças em busca de objetivos em comum. Também há maior atração de talentos, o que simplifica a contratação. Para completar, ocorre um posicionamento melhor perante o público.

5.3 Diferenciação do empreendimento

Pode não parecer, mas saber como reduzir o consumo de energia gera mudanças que não são apenas internas. A transformação propaga-se e consegue diferenciar a indústria. Especialmente em relação a outros concorrentes que não têm essa preocupação, é possível agregar valor aos produtos e se apresentar como uma opção bem mais interessante e viável.

Esse destaque dos competidores faz com que o negócio tenha novas oportunidades de venda. Ao somar isso ao bom posicionamento e à redução dos gastos, a captação de clientes fica especialmente mais barata. No final, é um jeito de aumentar a lucratividade e garantir outros recursos para o desenvolvimento da atividade.

6. Vale a pena investir em energias renováveis?

Como visto, as fontes renováveis são um ótimo meio de reduzir o consumo de energia. Afinal, a maior parte é natural e obtida sem dificuldades, como no caso do sol e do vento.

Além de tudo, é um meio de ampliar a sustentabilidade e aumentar o pensamento ecológico. No entanto, é comum que muitas indústrias tenham dúvidas se a alternativa realmente é oportuna. Na sequência, veja como definir se vale a pena investir em energias renováveis.

6.1 Entenda os custos e exigências

Para começar, é importante pensar em como será feita a transição. Buscar novas fontes, pelo menos por enquanto, exige a reunião de diversos fatores. É preciso ter investimento, infraestrutura e capacidade de adaptação.

Não adianta pensar em energia eólica se não for possível aproveitá-la no local ou investir em um parque já instalado. Também não vale a pena considerar a solar se os custos não são viáveis no momento. Pese os prós e contras e entenda quais serão os impactos na atuação do negócio.

6.2 Verifique a capacidade de geração

Depois, é preciso identificar quanta energia a instalação pode gerar. Adotar painéis fotovoltaicos é mais barato do que antigamente, mas talvez não seja o bastante. Se a fonte de energia sustentável não puder gerar um valor considerável para os gastos médios, o investimento pode não ser a melhor saída.

O interessante é que a energia renovável responda por alguma fatia significativa para que os impactos sejam especialmente positivos. Com essa análise, inclusive, é possível descobrir qual tipo é o mais recomendado.

6.3 Considere alternativas convenientes

Mesmo que, a princípio, não valha a pena investir em energias renováveis, sempre é possível adotar uma abordagem nesse sentido. O isolamento térmico, como dissemos, ajuda a reduzir a necessidade de refrigeração e gera economia.

Parte desse retorno financeiro pode ser aplicado, justamente, para a adoção de formas sustentáveis e renováveis. Assim, um investimento cobre o outro e o empreendimento não tem dificuldades para fazer a adaptação.

Até aqui, pudemos mostrar por que e como reduzir o consumo de energia na indústria. Agora, é preciso buscar as soluções mais convenientes e implementar as mudanças de forma controlada. No final, a fábrica tem a chance de aproveitar todas as vantagens.

Outras dicas como essas podem ajudar o seu empreendimento. Então, assine a nossa newsletter e não perca as novidades!