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São vários os fatores presentes em um ambiente de trabalho capazes de interferir na produtividade de uma equipe.

Dentre esses parâmetros, é fundamental destacarmos as condições ergonômicas oferecidas pelo empregador, visto que, além de se relacionarem com o conforto ocupacional, também possuem ligações com a saúde e o humor da equipe de trabalho.

Infelizmente muitas empresas não dão a devida atenção para as condições ergonômicas disponibilizadas em suas dependências, fato este que é explicado pela falta de conhecimento sobre as várias vantagens ao assegurá-las.

Sendo assim, confira tudo sobre condições ergonômicas.

Conceito de ergonomia no trabalho

A palavra ergonomia remete ao estudo entre a relação ser humano/ambiente laboral. Em outras palavras, é uma análise detalhada sobre todos os elementos de um local que estão diretamente relacionados com o conforto, bem-estar e, acima de tudo, a segurança no trabalho de uma equipe.

Vale ressaltar ainda, que não importa o risco das tarefas a serem desempenhadas, todas elas necessitam de uma análise ergonômica adequada.

Relação entre ergonomia e produtividade da equipe

Esperar que uma equipe de trabalho entregue todo o seu potencial para uma empresa vai muito além de apenas garantir a contratação de excelentes profissionais.

Como exemplo prático, é impossível exigir bons resultados de desempenho de uma equipe que trabalha em um canteiro de obras sem os devidos Equipamentos de Proteção Individua – EPIs, ou de colaboradores que atuem em um escritório com baixa luminosidade e cadeiras desconfortáveis.

Sendo assim, é possível fazer uma associação direta entre a ergonomia e a produtividade de uma equipe, ou seja, quanto melhores as condições de trabalho que um empregador possa oferecer, sem dúvida, melhores serão os resultados de produtividade que a equipe em questão entregará.

Vantagens de um ambiente ergonômico

Podemos destacar as seguintes vantagens ao assegurar a ergonomia em uma empresa:

  • garantir a saúde e segurança do trabalho para todos os membros da empresa;
  • diminuir as chances de ocorrerem acidentes de trabalho, visto que todos os riscos serão previamente analisados e posteriormente traçadas medidas para que sejam neutralizados/reduzidos;
  • melhorar o humor da equipe de trabalho, uma vez que ela será valorizada e desempenhará todas as tarefas com conforto e segurança;
  • aumentar a produtividade dos colaboradores;
  • evitar lesões consequentes de esforços repetitivos, má postura e negligência dos EPIs;
  • possibilitar que atividades laborais sejam desempenhadas seguindo os parâmetros ideais de eficiência, visto que as condições de trabalho estão adequadas.

Normas regulamentadoras

Existem algumas normas regulamentadoras que especificam como que as condições de um determinado ambiente de trabalho precisam estar, para que o conforto e a segurança da equipe sejam garantidos.

Deste modo, os parâmetros que classificam as condições ergonômicas como satisfatórias ou inadequadas não são subjetivos, isto é, são claramente determinados segundo algumas NRs.

Norma Regulamentadora 15

Tratando das atividades e operações insalubres, a NR 15 tem como principal objetivo estabelecer padrões técnicos para classificar um ambiente ocupacional quanto ao grau de sua insalubridade.

Além disso, essa norma prevê um adicional sobre o salário ― conforme as características do risco e a intensidade de exposição ―, para a equipe que desempenha tarefas nestes ambientes identificados como insalubres.

A NR 15 padroniza parâmetros para os seguintes locais de trabalho:

  • presença de ruídos intensos (sejam eles contínuos, sejam eles intermitentes);
  • limite de exposição ao calor;
  • limite de exposição ao frio;
  • exposição às radiações não ionizantes;
  • trabalho em ambientes com alterações na pressão;
  • atividades em áreas com umidade elevada;
  • presença de agentes químicos;
  • elevada concentração de agentes biológicos.

Norma Regulamentadora 18

a NR 18 é uma norma que detalha as condições ergonômicas adequadas para a indústria da construção. Segundo essa norma, é dever do empregador garantir os seguintes pontos em um canteiro de obras:

  • instalações sanitárias;
  • vestiários;
  • alojamentos;
  • local de refeições;
  • área de lazer;
  • ambulatório, quando se tratar de uma equipe de trabalho com 50 ou mais membros.

Por ser uma indústria com várias ramificações e englobar tarefas de diferentes naturezas, na construção civil, há várias possibilidades de um ambiente ser classificado como insalubre. Entretanto, a NR 18 detalha todas as atividades e as suas respectivas condições ergonômicas ideais.

4 dicas para melhorar a ergonomia no ambiente de trabalho

Uma vez que já sabemos o que é ergonomia, bem como as suas vantagens ao ser garantida em um local de trabalho, é interessante destacar algumas dicas que as viabilizam.

Deste modo, confira 4 orientações para melhorar a ergonomia.

1. Conheça sua equipe

Estreitar a relação empregador/equipe de trabalho é muito importante para que a comunicação interna seja feita de forma clara, rápida e sem burocracias.

Uma vez que essa comunicação é realizada com eficiência, a equipe se sente mais confortável para sugerir melhores condições ergonômicas quando necessário, viabilizando, dessa forma, ambientes de trabalho mais saudáveis e seguros.

2. Disponibilize todos os EPIs

Como vimos ao longo do conteúdo, a segurança no trabalho é extremamente importante para a garantia de ambientes ergonômicos.

Nesse contexto, vale destacar a importância de disponibilizar todos os Equipamentos de Proteção Individual – EPI para a equipe, assegurando assim, além do conforto ao desempenhar tarefas de risco, locais de trabalho com chances reduzidas de ocorrerem acidentes

3. Delimite tarefas

Um colaborador, que sabe com precisão qual tarefa executar, está menos propício a se expor às atividades que contenham riscos para os quais ele não está protegido.

E para alcançar esse patamar de organização na empresa, é imprescindível que haja uma clara delimitação das tarefas, para que, dessa forma, cada equipe execute apenas o serviço que ela sabe que as condições ergonômicas estão favoráveis.

4. Realize avaliações de desempenho

Muitas vezes um baixo rendimento no trabalho está associado com condições ergonômicas precárias, o que afeta diretamente a produtividade da equipe.

Por esse motivo, realizar avaliações de desempenho periodicamente ajudam a detectar baixos rendimentos de equipes que, possivelmente, não estão alocadas em ambientes ergonômicos.

Portanto, após entender o conceito de condições ergonômicas e verificar todos os seus benefícios para a produtividade da equipe, é fácil perceber o quão importante esse parâmetro é para as atividades laborais.

Cabe lembrar ainda que a empresa que não garante aos seus colaboradores boas condições de trabalho está sujeita a multas e penalidades trabalhistas, conforme as NRs 15 e 18.

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Para permitir o progresso, a ciência desenvolve componentes e materiais que viabilizam diversas soluções. Ao falar em exploração do espaço, o Mylar é um dos itens relevantes. Em forma de película, é esse elemento que ajuda a resolver vários problemas de equipamentos que estão fora da atmosfera terrestre.

Muita gente não o conhece, mas ele se baseia em uma aplicação simples. Inclusive pode ser adotado no cotidiano e é capaz de gerar grandes benefícios quanto ao conforto térmico. Ao saber mais sobre ele, você tem a chance de explorar um dos recursos importantes para a ciência.

Para não ter dúvidas sobre esse elemento, vamos apresentar o que é o Mylar e por que ele tem tanta relevância. Confira!

O que e como essa película funciona?

Entender a composição dessa película é essencial para descobrir de que se trata. De forma simples, podemos dizer que o Mylar é uma espécie de filme de poliéster. Suas fibras de alta tecnologia são produzidas com polímero estirado. É, portanto, uma película feita com plástico trabalhado para criar fibras de baixa espessura e que se arranjam de um jeito específico.

Apesar de sua espessura bem fina, ele apresenta atuação diferenciada. Além de suportar grandes tensões, tem elevada estabilidade e boa resistência química. No entanto, sua maior característica é a refletividade.

O tratamento dado a essa película faz com que ela receba um aspecto metalizado. Isso garante a reflexão dos raios solares, que não conseguem penetrar nas fibras do material. Então, é uma forma de obter isolamento térmico.

Como foi o Mylar foi desenvolvido ?

O desenvolvimento do Mylar aconteceu após a consolidação do uso de polímeros na economia. Com a popularização dos polímeros, novas formas e soluções foram buscadas.

Na década de 1950, diversas indústrias norte-americanas começaram a trabalhar com o material. Após o estiramento das fibras plásticas, foi possível conquistar um resultado inicial em relação ao que existe hoje.

Em 1955, a película passou a ser usada em filmes fotográficos de escala comercial. Porém, foi nos anos seguintes que ganhou aplicações inovadoras — principalmente por conta da espessura finíssima em que foi empregada.

Qual a importância do Mylar para a Nasa?

O uso do Mylar ganhou força a partir da década 1960. Foi em 1964 que a Nasa utilizou o material com apenas micrômetros de espessura. O processo possibilitou o lançamento de um grande balão metálico que serviu como satélite.

Desde então, a película tem sido aprimorada e usada na agência. Foi diante desse cenário que surgiu o isolamento multicamadas (multi-layer insulation ou MLI, em inglês). Podemos dizer que é uma solução no estilo sanduíche: o Mylar é aplicado nas camadas externas e, no meio dele, há outros materiais que ajudam a garantir os bons resultados.

Esse conjunto é usado, principalmente, nas estações espaciais e nos satélites. A seguir, veja quais são os maiores benefícios da adoção da película na Nasa.

Isolamento térmico das estações espaciais

O objetivo do uso desse material é gerar isolamento térmico dos diversos componentes em órbita. Com a alta capacidade de reflexão, o Mylar impede o ganho de calor por conta da radiação solar. Graças à adoção da tecnologia MLI, ainda consegue prevenir processos de condução e convecção.

Como o ambiente pode ser um tanto hostil por causa das baixas temperaturas, o isolamento também é essencial para evitar a perda excessiva de calor. Além de garantir o funcionamento dos componentes em condições ótimas, é um jeito de manter o conforto dos astronautas.

Facilidade de manutenção

Outra razão para a utilização do Mylar é que ele tem facilidade elevada de aplicação e, portanto, de reparação. Caso ocorra alguma dificuldade ou um processo de perda ou ganho de calor, os próprios astronautas podem fazer os consertos necessários para manter a integridade da estrutura.

Em condições normais, ele não exige manutenção justamente por ser capaz de suportar grandes tensões. Mais que diminuir os custos, é um meio de obter máxima confiabilidade no projeto, o que também amplia a segurança.

Aumento de eficiência energética

Diante do isolamento térmico, a troca de calor pode ser impedida ou, ao menos, reduzida a níveis mínimos. Isso favorece o sistema de regulação de temperatura, o que permite manter a operação dentro dos níveis esperados.

É um jeito de aumentar o nível de eficiência energética, o que é importante para as estruturas espaciais. Com menor exigência de controle de temperatura, há menos riscos de sobreaquecimento ou congelamento de componentes ou de sobrecarga do sistema. Não é à toa que a Nasa utiliza esse componente como uma maneira de obter resultados melhores.

Excelente custo-benefício

A maior parte dos componentes de satélites e estações espaciais custa milhares ou até milhões de reais. Então, buscar soluções que contemplem as necessidades de maneira menos onerosa faz parte do desenvolvimento da Nasa.

Embora envolva muita tecnologia, a película feita com fibras de polímero pode ser considerada econômica — principalmente se avaliarmos o seu bom desempenho. Então, ela se transforma em uma alternativa especialmente atraente, eficiente e capaz de atender às necessidades.

E qual é a aplicação cotidiana?

Embora o Mylar seja essencial para a ciência e tenha empregos que vão ao espaço, ele também pode ser utilizado no cotidiano. Com uma aplicação comercial simplificada, oferece resultados tão positivos quanto aqueles obtidos em satélites e em estações espaciais.

É o caso de uma solução de isolamento térmico. Tanto em casos de mantas térmicas quanto de placas, o conceito se baseia no uso de camadas. Do lado de fora, o Mylar é aplicado para garantir a reflexão dos raios solares. Assim, é possível impedir o aquecimento por radiação, que é a maior vilã da transferência de calor.

Entre as camadas da película refletiva são adicionados componentes como o EPS, o qual forma uma barreira de ar. Isso impede a convecção e a condução, de modo a garantir o isolamento completo. De maneira simples, é como utilizar a proposta de uma garrafa térmica para deixar ambientes protegidos.

O Mylar é uma película refletiva de alta eficiência e que é essencial para a ciência. Otimizado e aplicado em grande escala pela Nasa, também pode fazer parte do seu cotidiano. Com um bom produto de isolamento térmico, podemos afirmar que surge a chance de explorar os resultados desse item.

Ainda tem alguma dúvida sobre o componente? Conte em nossos comentários e participe!

Atualmente, ao considerarmos conforto térmico em uma edificação, está se tornando comum as pessoas procurarem por soluções que proporcionem uma temperatura agradável de maneiras econômica e que não prejudique o meio ambiente. Diante das diversas opções existentes no mercado, se torna fundamental encontrar a melhor empresa de isolamento térmico para fornecer esse produto.

Afinal, a qualidade e a vida útil do material utilizado estão diretamente relacionadas com a competência e a tecnologia adotada pelo fabricante. Além disso, é necessário observar o que é fornecido pela empresa, já que existem alguns produtos que são superiores aos demais e, por isso, mais eficientes em manter um conforto ambiental.

Por tudo isso, reunimos neste artigo o que você precisa saber para escolher uma empresa que forneça soluções em isolamento térmico. Boa leitura!

Qual é a importância de um isolamento térmico bem-feito?

De maneira simples, um isolamento térmico tem como objetivo manter agradável a temperatura de um determinado ambiente. Sendo assim, ao utilizar uma boa solução, em locais quentes o interior da edificação se encontra mais fresco que o exterior, enquanto nos climas frios impede a perda de calor interno. Com isso, consegue-se economizar energia, pois será necessário menor esforço para conseguir ter o conforto ambiental ideal.

Além disso, existem outras utilizações para um isolante térmico, como utilizar esse material nas estruturas industriais. Dessa forma, evita-se que haja dissipação do calor entre o equipamento e o espaço externo, o que também proporciona uma maior economia de energia para manter o ambiente agradável ou com a temperatura ideal para o processo industrial.

Entretanto, para que tudo isso seja possível, é preciso que a solução utilizada seja eficiente e aplicada de maneira correta, de modo a respeitar as especificações do fabricante. Com isso, impede-se que haja trocas de calor ou frio, o que garante uma temperatura ideal para a realização das diversas atividades.

Como é feito esse processo?

Antes de mais nada, é preciso estar ciente que o processo de instalação de um isolamento térmico deve ser corretamente planejado e bem executado para conseguir proporcionar os benefícios desejados. Assim, o primeiro passo é elaborar um projeto, o qual descobrirá a função que esse material precisará realizar para poder definir o produto que melhor atenderá a essa necessidade.

Em seguida, é preciso contratar com um profissional especializado para fazer a instalação do isolamento. Já que é necessário ter algum conhecimento e experiência que permitam fazer essa tarefa de maneira simples, econômica e segura. Lembre-se que o ideal é seguir as especificações do fabricante, pois cada material tem uma forma correta de utilização.

O que é preciso considerar em uma empresa de isolamento térmico?

Diante de tantas opções de empresas no mercado que oferecem materiais de isolamento térmico, é comum o consumidor ficar em dúvida sobre qual é a melhor para atender suas necessidades. Diante desse desafio, reunimos a seguir, cinco dicas para que você faça a melhor escolha. Confira!

Pesquisar as diversas opções existentes no mercado

O primeiro passo para escolher a melhor empresa de isolamento térmico é identificar qual é a necessidade que precisa ser sanada. Desse modo, será possível pesquisar entre as diversas soluções existentes no mercado aquelas que melhor conseguem resolver o problema.

Lembre-se que existem três formas de transmissão de calor: condução, convecção e radiação. No entanto, os materiais mais tradicionais conseguem resistir apenas à condução. Sendo assim, para se ter uma maior eficiência no isolamento térmico, é fundamental escolher um material isolante que consiga lidar com esses três tipos de transferência de temperatura.

Buscar a opinião de clientes antigos

Sem nenhuma dúvida, a melhor forma de descobrir a competência de uma empresa é conversar com pessoa que já tiveram a experiência de utilizar a solução oferecida. Dessa forma, é possível descobrir as vantagens e desvantagens de determinado fornecedor, o que permite avaliar se o produto e a instalação conseguirão atender às suas expectativas.

Uma dica é procurar na Internet e nos órgãos de defesa do consumidor — como o Procon e o Reclame Aqui — reclamações que essa companhia teve de seus clientes e qual foi a postura adotada para resolver o problema. Com essas informações ficam mais simples ter a segurança para fazer a contratação.

Fazer orçamentos

Para que a escolha do isolamento térmico seja a melhor possível, é necessário considerar o custo-benefício proporcionado por esse material. Sendo assim, se torna fundamental orçar os custos totais — considere a aquisição e a instalação — das diversas soluções que atendam suas necessidades.

Além de considerar o valor necessário para realizar esse investimento, deve-se também avaliar os benefícios oferecidos pelo produto. Afinal, aquele que trará um melhor retorno nem sempre será o mais barato. Sendo que, em alguns casos, ao prezar apenas pelo preço, é possível que o material escolhido não proporcione as vantagens desejadas.

Tirar todas as suas dúvidas

Para ter a segurança de ter escolhido a melhor solução em isolamento térmico, é necessário não restarem dúvidas sobre os procedimentos e as vantagens dos materiais oferecidos pela empresa. Por isso, caso exista qualquer incerteza, recomenda-se entrar em contato com o serviço de atendimento ou com o corpo técnico da companhia.

Com certeza a empresa terá profissionais capacitados que conseguirão resolver todas as questões técnicas e proporcionar a garantia de que o produto escolhido atenderá às necessidades do projeto. Para isso, é necessário perguntar sobre o processo de instalação, sobre as limitações do uso da solução e sobre em quais condições a aplicação do produto é melhor recomendada.

Fique atento ao atendimento da empresa de isolamento térmico

Conforme já abordamos, é preciso ter a segurança de que a empresa escolhida conseguirá atender a todas às necessidades do projeto. Como a escolha de um material isolante necessita de conhecimento técnico para determinar a melhor opção, é preciso que a companhia forneça uma central de atendimento que auxilie o seu cliente com essas questões.

Além disso, é comum existirem dúvidas sobre o processo de instalação, uma vez que existem algumas particularidades em cada produto. Por isso, antes de fechar negócio, avalie o serviço de atendimento ao consumidor da empresa.

Como é possível perceber, para garantir o conforto térmico de um ambiente, em muitos casos, é necessário a instalação de um material isolante. Por isso, é preciso considerar com cuidado a empresa de isolamento térmico, uma vez que é necessário ter a segurança de ter feito a escola que melhor atenderá às suas necessidades.

Caso você queira conhecer um pouco mais sobre as nossas soluções, entre em contato conosco. Teremos o prazer em solucionar todas as suas possíveis dúvidas.

Quando o tema é o conforto térmico, é comum que surjam muitas dúvidas. Tanto em ambientes industriais quanto dentro de casa, não são poucas as questões sobre as soluções e os melhores meios de obter um espaço agradável. Quando a discussão aparece, é quase impossível não citar os tipos de exaustores.

Com um funcionamento diferenciado em relação a ventiladores e outros componentes, os exaustores trazem uma promessa específica. Ao mesmo tempo, é preciso se preocupar se essa é, de fato, a alternativa mais efetiva para o problema do calor.

Para tirar as suas dúvidas, mostraremos quais são os principais tipos de exaustores e como cada um atua. Entenda!

O que são e como funcionam os exaustores?

Esses são equipamentos instalados no teto ou em uma parte alta do ambiente. Com o uso de hélices, coifas e outros componentes, ajudam a garantir a ventilação no espaço.

O processo é feito por meio da eliminação do ar quente que fica em cima e que é substituído pelo que está no lado de fora. Isso renova as correntes de ar e oferece uma troca para deixar o local mais agradável. Também é muito utilizado para expelir gases, odores e outras impurezas que podem contaminar o ar.

São diferentes dos ventiladores porque o processo que eles executam não é percebido por quem está no lugar. Para completar, não criam correntes direcionadas — em vez disso, distribuem o “novo” ar pelo ambiente.

Quais são os principais tipos de exaustores?

Embora o funcionamento seja semelhante em todas as opções, há diversas possibilidades quanto a esse componente. São voltados para variados usos e é preciso recorrer ao item certo para cada necessidade.

Na sequência, separamos quais são os principais tipos de exaustores para que você conheça a finalidade de cada um.

Domésticos

Como o próprio nome indica, os exaustores domésticos são voltados para a utilização em ambientes residenciais, em que a exigência de troca de ar tende a ser menor. Normalmente, são posicionados no ponto mais alto de uma parede do local e promovem a movimentação das massas de ar.

Podem ser adotados em garagens, galpões, sótãos e até porões. O uso em cômodos como sala de estar e quarto não é impossível — apenas não é tão comum por causa da aparência do equipamento.

De cozinha

Um exaustor de cozinha tem o objetivo específico de ajudar a dissipar gases próprios da culinária, bem como a gordura e outras impurezas. É especialmente necessário para impedir que a fumaça formada por frituras se espalhe e suje o ambiente ou outros cômodos. Também expulsa o cheiro.

Uma coifa colocada acima do fogão pode ser considerada um tipo de exaustor de cozinha. O mesmo vale para os elementos posicionados no topo da parede equivalente.

De banheiro

Já o exaustor de banheiro ajuda a eliminar odores e, principalmente, o vapor produzido pelo banho. O grande objetivo é impedir que a umidade se propague no cômodo, pois é algo com potencial para causar mofo.

É uma opção especialmente utilizada em suítes, já que a umidade pode danificar roupas no quarto ou no closet, por exemplo.

Industriais

A versão industrial é bem mais potente, por causa do tamanho da área a ser coberta. Se for do tipo “tradicional”, visa garantir a expulsão de algumas impurezas e, principalmente, a diminuição de temperatura.

Normalmente, vários exaustores são utilizados em fileiras e colunas, de modo a reduzir parcialmente o calor e obter condições ergonômicas de trabalho.

Centrífugos

Em tipos de exaustores avançados, não podemos deixar de citar os centrífugos. Eles têm uma capacidade de “vazão” muito grande e conseguem eliminar um volume intenso de gases.

São usados em certas indústrias, como siderúrgicas, petroquímicas e demais opções de transformação. Além de evitar a contaminação do ambiente, impedem acidentes diversos.

Axiais

Os axiais também têm grande capacidade, mas não servem para liberar gases. Em vez disso, fazem trocas intensas e rápidas da quantidade de ar. Exaustores axiais são aplicados, normalmente, em espaços de elevada circulação.

Locais movimentados, como os de carga e descarga de uma loja multimarcas podem explorar essa possibilidade.

Eólicos

Muito usados em indústrias, comércios de grandes proporções e clubes, os eólicos movimentam-se com a força do vento. Conforme as correntes de ar batem na estrutura, fazem as hélices girar e promovem a troca.

Vários desses exaustores têm funcionamento misto, para que fiquem em atividade mesmo quando não há vento o bastante.

Eles resolvem o problema do calor?

Embora os diferentes tipos de exaustores busquem a substituição do ar de dentro com o de fora, não podemos dizer que são efetivos contra o calor. O motivo é bem simples: eles não são responsáveis por fazer uma refrigeração do ar. Como apenas trocam o de dentro com o do exterior, não ocorre uma queda real de sensação térmica.

Vamos pensar em um dia de verão. Quando os exaustores são acionados, eles podem até oferecer alguma ventilação. No entanto, o ar que “puxam” de fora e que jogam para dentro também está quente, por causa das altas temperaturas. Então, por mais que tragam um alívio, é algo limitado.

Frequentemente, inclusive, os exaustores têm que ser conjugados a outras opções de climatização. Com isso, são muito úteis para garantir a qualidade do ar, mas não para reduzir a temperatura de forma efetiva.

Como conquistar efetividade para solucionar a questão?

Se, por um lado, os tipos de exaustores não resolvem o problema do calor, por outro lado há outras alternativas mais convenientes. O isolamento térmico é a nossa recomendação, já que impede que o calor penetre no ambiente, em primeiro lugar.

O funcionamento é como o de uma garrafa térmica. Com o uso de mantas e/ou placas especiais, o telhado e/ou as paredes são revestidas. Como consequência, não ocorre um aumento tão intenso da temperatura.

Para que a solução seja efetiva, entretanto, é necessário combater todas as formas de transmissão de calor. A condução acontece por contato e é importante, assim como a convecção. No entanto, a radiação é a grande vilã. Então, é preciso ter um material que também sirva para refletir os raios solares e impeça o aquecimento excessivo.

Os tipos de exaustores atuam em diversos locais e são boas soluções para eliminar gases, impurezas e odores. Quanto ao conforto de temperatura, entretanto, o melhor é recorrer ao isolamento térmico, já que é uma opção mais efetiva nesse sentido.

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Para realizar o isolamento térmico e acústico de uma construção, é preciso analisar diversos fatores. A seleção do melhor fornecedor é um ponto essencial, já que é necessário optar pela tecnologia correta. No segmento de subcoberturas, vale conhecer as diferenças entre 3TC e Duralfoil.

Entender as características de cada um é crucial para fazer uma escolha que atenda às expectativas de resultado. Desse modo, é possível garantir que a construção fique devidamente protegida e isolada.

Mas, entre 3TC e Duralfoil, qual é a opção adequada? A seguir, veja um comparativo entre as duas.

Conheça o 3TC e o Duralfoil

A princípio, as duas soluções prometem a mesma coisa: isolamento térmico. Com a atuação na construção, os produtos serviriam para ajudar a diminuir a temperatura em estruturas de diversos tipos. Na prática, entretanto, há algumas diferenças destacáveis.

O Duralfoil, é feito com base de alumínio e trançado de nylon. Embora seja uma manta de subcobertura, funciona melhor para conter infiltrações. Mesmo que seja vendido como isolante térmico, sua atuação de destaque garante outra funcionalidade.

Já o 3TC é uma alternativa feita com o polímero Mylar, entre outros componentes. Esse produto é leve, barato e capaz de refletir até 97% da radiação incidente. Com isso, consegue diminuir consideravelmente a temperatura das construções, com um conceito parecido com o de uma garrafa térmica. A garrafa térmica, como já explicamos nesse post, funciona com espaço de ar e camadas refletivas, mantendo a temperatura interna isolada da externa.

Veja as vantagens das tecnologias

Escolher um recurso de isolamento para a construção é benéfico, em primeiro lugar, por conta do conforto térmico. Como a temperatura no interior fica menor, existe uma experiência favorável nesse sentido.

Outro aspecto relevante tem a ver com a eficiência energética. Se a temperatura for reduzida, é preciso utilizar menos energia elétrica para resfriar o espaço. Então, há um consumo diminuído, o que conduz à eficiência.

O 3TC, destacadamente, traz vantagens especiais pela tecnologia usada, inclusive em relação ao Duralfoil. Além dos pontos referentes à diminuição de temperatura, veja quais são os outros aspectos que merecem atenção.

Facilidade de instalação

Ao contrário da opção oferecida pelo Duralfoil, o 3TC tem uma instalação muito simples. Ele não depende de uma estrutura extra e também não precisa de um espaço livre com ar para funcionar. A composição do produto já conta com essa característica, o que garante uma reflexão adequada e uso potencializado.

Em comparação à alternativa, ele evita a necessidade de rebaixar o teto e perder espaço. Por ser leve, não exige cálculos estruturais e, como é simples, o custo total é menor.

Inclusive, há um suporte pós-venda bastante robusto. Mesmo pessoas que não sejam especialistas podem instalar, já que a equipe técnica é capaz de dar orientações importantes.

Elevada durabilidade

O 3TC é uma opção para quem busca uma solução tanto de curto quanto de longo prazo. Isso é possível porque ele utiliza insumos de alta qualidade e durabilidade em sua produção. Este fato faz com que a seu prazo de funcionamento seja estendido. Fazer essa aquisição, portanto, é um jeito de realizar um ótimo investimento e com extensa duração.

Na prática, é uma alternativa que não depende de manutenção e que tem garantia de até 10 anos. Com isso, é possível obter uma utilização confiável por um longo período, o que melhora a experiência.

Bom retorno sobre o investimento

Como se trata de uma alternativa muito durável, há um melhor retorno sobre o investimento. Isso é potencializado ao somar os benefícios, como a eficiência energética e o conforto térmico.

Como o 3TC é um material acessível e com baixo custo de instalação, torna-se especialmente vantajoso. É, ainda, um jeito de tornar a construção sustentável, atraente e valorizada. Portanto, é uma abordagem conveniente para quem busca um investimento com um excelente nível de retorno.

Experiência positiva de outros clientes

Antes de escolher uma manta de subcobertura para a construção, é fundamental fazer uma análise completa da solução. Além de conhecer a tecnologia envolvida, vale entender como tudo funciona na prática.

Essa tecnologia inovadora é muito bem recebida por clientes, que só têm avaliações positivas para dar. Ao realizar essa análise, é possível ter maior segurança para fazer uma escolha que realmente ajudará a sua construção.

Atuação versátil

Como visto, o Duralfoil promete isolamento térmico. No entanto, na maioria dos casos, age mais para conter infiltrações. Uma das vantagens do 3TC é, justamente, a sua versatilidade. Além de servir como isolante térmico, também atua no isolamento acústico e ainda pode proteger contra a umidade no telhado e paredes.

A facilidade de instalação e o baixo custo total permitem que o 3TC seja adotado de maneira versátil. Assim, os resultados são muito mais satisfatórios para qualquer tipo de construção.

Saiba quais são os diferenciais do 3TC

Ao avaliar as duas alternativas, é essencial compreender os diferenciais de cada aquisição. É isso que garante a melhor escolha para o seu projeto e, assim, o custo-benefício ideal.

Nesse sentido, o 3TC se destaca. Além de todas as vantagens que apresenta, ele é uma solução inovadora por permitir a proteção contra as três formas de transmissão de calor. Graças a esse produto, é possível combater os impactos da condução, convecção e radiação. Como protege o ambiente de todos os meios de transferência de calor, a proteção térmica é maior com o uso dessa solução.

Outro diferencial tem a ver com a dispensa de estrutura extra. Por conta dessa característica, a solução se adapta a qualquer ambiente e construção, como residências, galpões, igrejas, entre outros. Assim, é mais fácil ter as necessidades específicas do projeto atendidas.

Conheça as linhas de produtos

Para decidir entre as duas opções, é importante conhecer a fundo as linhas de produtos de cada marca.

A Duralfoil apresenta cinco componentes principais em seu catálogo. Além de uma fita aluminizada, há alternativas voltadas para alguns cenários, como áreas úmidas ou telhas.

Por conta de sua versatilidade, o 3TC tem um catálogo compacto. Há espessuras de 10 a 100 milímetros, que são indicadas para lajes, paredes, dutos de ar condicionado e até painéis frigoríficos.

Além disso, os produtos podem vir na cor branca com forro térmico, o que favorece o revestimento e acabamento. Trata-se, portanto, de uma solução diversificada e que atende à maioria dos casos.

Para isolar a construção termicamente, escolher o 3TC, em detrimento do Duralfoil, é a melhor alternativa. Com uma atuação versátil, durável e com excelente retorno de investimento, garante muito conforto térmico e eficiência energética.

Para saber mais e fazer a compra ideal, entre em contato conosco e veja como podemos ajudar você!

Na busca de melhor qualidade de vida e privacidade, é comum as pessoas procurarem soluções para impedir que certos ruídos e barulhos externos entrem em seu ambiente domiciliar. Para que isso ocorra, existem muitas soluções no mercado, sendo por isso fundamental conhecê-las para poder escolher o melhor material para isolamento acústico.

Afinal, esse composto possui a capacidade de impedir que o som passe por ele, de modo a não deixar ruídos entrarem ou saírem de determinado ambiente. Além disso, algumas das soluções usadas para esse fim também apresentam propriedade de isolar termicamente determinado local, o que garante maior eficiência energética.

Não é por acaso que o isolamento acústico se tornou uma necessidade para certos estabelecimentos comerciais e industriais. Por isso, para que você possa escolher aquele que melhor atenderá as suas necessidades, fizemos uma lista com os quatro principais tipos de materiais. Tenha uma boa leitura!

Por que é importante escolher corretamente o material para isolante acústico?

Conceitualmente, conforme já explicamos, a capacidade de isolamento acústico se baseia na possibilidade de que determinado material tem de impedir que o som passe por ele. Normalmente, esse tipo de composto apresenta grande densidade e serve como uma barreira física, a qual dificulta a passagem do som.

Como cada material tem características próprias, eles não apresentam a mesma capacidade de isolamento acústico. Além disso, são poucos componentes que também conseguem isolar termicamente o ambiente. Sendo assim, é preciso entender qual é o tipo de problema que se deseja resolver para poder escolher a solução mais adequada e de melhor custo-benefício.

Por isso, é tão importante conhecer os diferentes materiais existentes no mercado. Afinal, para evitar futuras complicações e desperdícios, é fundamental escolher uma solução que consiga atender às necessidades dos usuários da edificação.

Quais são os principais materiais?

Atualmente, é possível encontrar no mercado grande variedade de materiais que proporcionam isolamento acústico, sendo que os principais são:

1. Espumas acústicas

Muito utilizadas no tratamento acústico de estúdios de gravação — é comum que esse composto faça parte da decoração desses espaços —, as espumas acústicas são um material barato que têm como principal função melhorar a emissão e a qualidade do som. Para isso, ela absorve e reduz a reflexão do som interno de um ambiente, de modo a eliminar o eco, deixando-o mais seco.

Apesar desse material ser muito utilizado na indústria musical, ele não tem capacidade de isolamento acústico. Caso haja o desejo de atenuar o som, é preciso utilizar as espumas acústicas com outros materiais. Também é comum que esse material receba tratamento especial com aditivos para que consiga retardar o tempo de propagação de chamas e reduzir a emissão de fumaça tóxica caso ocorra um incêndio.

2. Lã de vidro

Comercializada em rolo ou em painéis, a lã de vidro é uma fibra mineral produzida a partir do aquecimento a altas temperaturas da sílica e do sódio. Apresenta fácil instalação, pode ser fixada com facilidade nas paredes, bastando apenas utilizar buchas, parafusos ou velcro.

Além disso, devido ao índice de absorção acústica e sua baixa condutibilidade térmica, esse material tem o seu uso recomendado para isolar termicamente e fazer o tratamento acústico de um ambiente.

Apesar de ser resistente ao fogo, de modo a não propagar chamas, a lã de vidro não suporta incêndios de grande magnitude, os quais proporcionam temperaturas superiores a 800ºC.

Outra característica importante desse material é a sua longa vida útil, pois não sofre deterioração. Pode ser aplicado em paredes, pisos e tetos.

3. Lã de rocha

Produzida a partir do superaquecimento de materiais derivados de rochas basálticas, a lã de rocha é um composto muito utilizado nos isolamentos acústicos de ambientes. Bastante versátil, ela pode ser utilizada em paredes duplas de drywall ou de alvenaria, em pisos flutuantes, coberturas e forros.

Não pode ser usada de maneira exposta, uma vez que gera um pó que causa irritação e coceira nos usuários de uma edificação.

Além de apresentar elevado índice de absorção acústica, a lã de vidro proporciona ótimo isolamento térmico, o qual possibilita um local com temperatura ambiente agradável em todas as estações do ano.

Por não se degradar com o passar do tempo, outra vantagem é a sua elevada vida útil, porque também não necessita de manutenção constante.

3. 3TC isolamento

Inspirado no funcionamento dos trajes de astronautas e das garrafas térmicas — os quais conseguem controlar a temperatura em situações de calor e frio — o 3TC isolamento é um isolante que foi desenvolvido para combater as três formas de transferência de calor. Afinal, a temperatura ambiente é influenciada pela condução, pela radiação e pela convecção.

Apesar de ser amplamente conhecidos, os isolantes tradicionais combatem apenas 10% da transferência de calor proveniente da radiação. O 3TC utiliza o poliestireno expandido (EPS) para atuar contra a condução térmica, além de possuir duas lâminas de um polímero refletivo que impede a entrada de 97% da radiação térmica.

Para combater a convecção, o produto apresenta uma cobertura contínua, flexível e impermeável, que veda o espaço isolado e impede a entrada de vapores que causarão esse fenômeno. Assim, ao atuar nessas três frentes, o 3TC é um produto isolante de alta performance.

Além da capacidade de isolamento térmico, o 3TC apresenta também elevado potencial de absorção do som, o que também faz dele um ótimo material para isolamento acústico.

Atualmente, o produto é encontrado em placas ou rolos, os quais apresentam medidas personalizadas que garantem a diminuição do desperdício e do custo do frete. Por tudo isso, esse material é, sem nenhuma dúvida, a opção de melhor custo-benefício do mercado.

Por que escolher o 3TC?

Como é possível perceber, o 3TC é um produto de alta performance, que apresenta ótimo custo-benefício. Por combater os três tipos de transmissão de calor, ele consegue ser mais eficiente que as demais opções de isolamento existentes no mercado. Além disso, o produto apresenta excelente capacidade de absorção acústica.

Outra vantagem do produto é sua vida útil, além de apresentar custo de manutenção reduzido, pois não quebra, não racha nem se danifica com facilidade. Para garantir mais segurança e saúde aos usuários de uma edificação, o 3TC é imune a mofos, possui um aditivo que impede o surgimento de formigas e não propaga chamas.

Diante de todas essas vantagens, o 3TC surge como excelente opção de material para isolamento acústico, pois concilia tecnologia, eficiência e custo-benefício.

Caso você tenha se interessado pelo nosso produto e queira saber mais sobre ele, que tal entrar em contato conosco? A nossa equipe terá o prazer em atendê-lo e solucionar todas as suas possíveis dúvidas.

Com o passar do tempo, inevitavelmente surgirão diversas patologias em uma edificação, as quais provocam alguns transtornos indesejados. Entre elas, uma das mais comuns são os problemas em telhados e lajes. Apesar dessa situação parecer interminável, sobretudo no período das chuvas, é possível encontrar soluções viáveis que solucionam essa adversidade.

Para isso, o primeiro passo é conhecer um pouco mais sobre a estrutura do telhado, assim será possível encontrar formas que possam prevenir futuros transtornos. Além disso, é fundamental encontrar as prováveis causas desses problemas, o que permitirá executar a solução mais eficiente. No entanto, o mais importante é descobrir a existência das patologias o mais cedo possível, pois qualquer pequeno problema poderá prejudicar a edificação como um todo.

Sabendo disso, reunimos neste guia completo tudo o que você precisa saber para prevenir, identificar e solucionar os principais problemas que são encontrados em telhados e lajes. Tenha uma boa leitura!

Qual a importância de ter atenção aos problemas em telhados, lajes e outras coberturas?

Para exercer a sua função, uma edificação é constituída de várias estruturas que devem trabalhar em conjunto. Dessa forma, caso alguma delas sofra de alguma patologia, é possível que ocorram problemas nas demais partes dessa construção. Portanto, é fundamental ficar atento ao surgimento de defeitos que possam comprometer um edifício e, consequentemente, a saúde e a segurança de seus usuários.

Por isso, é fundamental ficar atento ao surgimento de defeitos nas coberturas e lajes. No entanto, para podermos entender melhor sobre qual é a importância de sempre manter esses elementos em um bom estado de conservação, primeiro é necessário conhecer melhor o que caracteriza essas estruturas.

Afinal, o que é um telhado e uma cobertura?

Basicamente, a cobertura tem como principal objetivo proteger a estrutura de uma edificação das intempéries existentes no ambiente exterior. Além disso, com o devido tratamento, esse elemento proporciona conforto térmico e acústico aos usuários de uma construção.

Já os telhados são um tipo de cobertura, o qual é caracterizado por ter um ou mais planos inclinados — os quais são denominados de águas — em relação a uma linha horizontal. Além da função de preservar o edifício, um telhado consegue promover a captação e a distribuição das águas das chuvas.

Outra característica marcante dos telhados é a necessidade de instalar telhas, as quais podem ser construídas de vários materiais, como cerâmicas, metais, cimentos, entre outros. Durante o projeto dessa cobertura é preciso considerar as características climáticas de uma região para determinar a inclinação de suas águas.

Telhado de cerâmica

O que caracteriza uma laje?

Conceitualmente, a laje é uma estrutura que tem como função separar os diversos pavimentos de uma edificação, de modo a ser a base de contrapisos ou atuar como teto. Além disso, esse elemento estrutural é o responsável por transmitir os esforços provocados pela utilização do andar para as vigas e, consequentemente, para os pilares — isso quando não usar o método construtivo de alvenaria estrutural.

Bastante versátil, uma laje pode ser utilizada como cobertura de um edifício, de modo a fazer com que essa estrutura fique em contato direto com as intempéries do ambiente. Para que esse elemento mantenha sua resistência estrutural, é fundamental que seja aplicada sobre sua superfície uma impermeabilização. Isso evitará que ocorra a infiltração da água e o surgimento de demais patologias causadas pela umidade.

Por que se deve prestar atenção aos problemas nessas estruturas?

Devido à sua posição, uma cobertura — seja ela uma laje ou um telhado — é a principal barreira de proteção que uma edificação tem das condições ambientais. Dessa forma, o edifício não fica exposto aos efeitos nocivos da umidade, os quais tendem a causar problemas em toda sua estrutura, reduz sua vida útil, além de deixar insalubre a sua utilização.

Sendo assim, é fundamental ficar atento com os possíveis problemas em telhados e lajes, uma vez que, quando eles ficam perceptíveis, é provável que a situação já esteja grave.

Por que os problemas em coberturas acontecem?

Agora que você entendeu a importância de ficar atento em descobrir os problemas que podem ocorrer em uma cobertura, que tal aprender um pouco mais sobre as causas mais comuns dessas patologias? Antes de mais nada, é preciso estar ciente que não existe uma única origem, sendo que é comum os distúrbios surgirem devido à ação em conjunto de mais de um fator.

O desgaste com o passar do tempo é, sem dúvida, uma das causas mais comuns do surgimento das patologias em coberturas. Afinal, seja qual for o material utilizado na construção dessa estrutura, ele tende a se deteriorar após o contato frequente com as ações do clima. Por exemplo: caso a estrutura do telhado seja de madeira, mesmo que haja o tratamento adequado desse material, após alguns anos ele vem a apodrecer.

Outra possível fonte de problemas é a desqualificação dos profissionais e da mão de obra que atuam na construção civil. Nem sempre os engenheiros e arquitetos receberam um ensino completo em cobertura, o que acarreta falhas de projetos que poderão prejudicar o desempenho dessa estrutura. Além disso, é comum aos trabalhadores não terem uma formação para executar as obras, o que geram vícios construtivos e baixa qualidade da edificação construída.

Outro problema muito comum nas coberturas diz respeito o isolamento térmico da edificação. Isso ocorre principalmente em lajes que não receberam um tratamento adequado ou nos telhados com telhas de metal, pois esses materiais conduzem o calor facilmente, o que resulta em um ambiente quente e desconfortável.

Como identificar problemas em telhados, lajes e outras coberturas?

Como é possível perceber, a existência de patologias nas coberturas proporcionam diversos problemas a uma edificação. Dessa forma, para poder consertar esses distúrbios, o primeiro passo será identificá-los. Entretanto, essa tarefa nem sempre é tão simples, pois, em alguns casos, só se descobre que os telhados e as lajes não estão funcionando corretamente quando ocorrem algumas situações indesejadas.

Normalmente, aparecem no edifício algumas patologias relacionadas com a presença da umidade, como as infiltrações, as manchas, as goteiras e os descascamentos da pintura. Quando surgem essas situações em uma edificação com telhado, com certeza esses problemas estão relacionados com as telhas, as quais podem estar quebrados. O ideal é fazer vistorias periódicas nos telhados para verificar se não existem telhas quebradas.

Caso a cobertura do edifício seja uma laje, normalmente essas patologias são originados devido à falha do sistema de impermeabilização, o qual necessita de uma reaplicação periódica, pois essa solução apresenta prazo de validade.

Se ficar confirmado que não existem problemas no telhado, é possível que as patologias relacionadas à umidade são originadas devido à falha nas calhas e nos rufos. Isso pode ocorrer devido a vários fatores, como o entupimento das calhas ou rompimento dos rufos.

Por final, é possível que ocorram patologias na estrutura dos telhados. Caso ela seja construída utilizando madeira, mesmo que ela tenha recebido um tratamento adequado, é possível que ela apodreça com o passar do tempo — principalmente se ela entra em contato com a umidade. Já as estruturas metálicas apresentam uma vida útil mais elevada, contudo, caso não haja uma manutenção periódica, pode ser que ela sofra com corrosão.

Quais são os principais problemas em coberturas e como solucioná-los?

Caso você tenha lido este texto até aqui, é possível que tenha percebido que existem diversos tipos de problemas em lajes e telhados. Cada um deles tem as suas particularidades, são originados devido às falhas de um determinado elemento e tem uma solução própria para resolvê-lo.

A seguir, reunimos uma lista com as 7 patologias mais comuns que ocorrem nas coberturas.

1. Infiltração

Provocado devido à presença de umidade em tetos e paredes, as infiltrações são uma patologia que proporcionam um visual negativo a um ambiente. Afinal, devido ao descascamento das pinturas, à presença de manchas e a existência de bolor, esse problema cria uma sensação de descuido, a qual compromete o valor do imóvel e pode causar danos na saúde dos usuários e na estrutura da edificação.

Quando ela está relacionada com os problemas nos telhados e nas lajes, geralmente ela surge no teto, contudo, essa patologia também poderá ocorrer na parte superior das paredes. É fundamental que esse distúrbio seja identificado o quanto antes, caso contrário, é possível que ele provoque danos maiores que necessitarão de uma dispendiosa reforma.

O mais importante ao fazer os reparos necessários, é encontrar a origem desse problema. Caso contrário, de nada adiantará fazer o conserto, pois é provável que essa patologia volte a acontecer. No caso de um imóvel com telhado, será preciso avaliar se há a existência de telhas quebradas. Agora, se a cobertura for uma laje, é possível que a causa dessa patologia seja a presença de trincas ou a má impermeabilização da estrutura. Além disso, é preciso estar ciente que a forma mais eficiente de combater a infiltração é a prevenção.

Agora, caso houve o surgimento dessa patologia, será preciso realizar alguns reparos. Basicamente, eles se baseiam em eliminar a origem da infiltração e recuperar o revestimento danificado. Em alguns casos, será preciso demolir o acabamento estragado e refazê-lo.

2. Desgaste

Como qualquer elemento construtivo de uma edificação, com o passar do tempo, as coberturas sofrem com o seu desgaste natural. Dependendo do material utilizado na construção de um telhado, é possível que ele apresente uma vida útil que pode chegar a 40 anos. Já as lajes de concreto armado — segundo a norma de desempenho para edificações habitacionais da ABNT (NBR 15575) — têm vida útil estimada de, no mínimo, 50 anos.

Além disso, as impermeabilizações também apresentam um prazo de validade. Nos processos mais simples, ele varia entre 5 a 7 anos. Já nas metodologias mais sofisticadas e modernas, é possível que a durabilidade desse tratamento possa chegar a 20 anos. De qualquer forma, esse período é influenciado pelas questões ambientais, sendo que nas regiões costeiras ou naquelas que estejam contato constante com agentes poluentes e abrasivos, a vida útil dos materiais tendem a diminuir.

Para minimizar os efeitos do desgaste natural nas coberturas, a melhor solução é realizar uma constante manutenção preventiva. Para isso, é preciso avaliar o estado das telhas, sendo que o recomendado é o que o telhado esteja seco, pois caso ele esteja molhado, as telhas tendem a ser mais quebradiças. Outra possível solução é impermeabilizar as telhas cerâmicas e de fibrocimento, isso diminui a porosidade do material, o que resulta em um aumento de sua vida útil.

3. Ação do Vento

Um telhado deve ser dimensionado para suportar todas as possíveis intempéries que possam ocorrer, entre elas, a ação do vento merece uma atenção especial. Afinal, essa força da natureza exerce pressões e sucções nos edifícios, as quais são constituídas de forças para baixo e para cima, o que pode provocar danos e incidentes com vítimas fatais.

Apesar de muitos considerarem a pressão que empurra o telhado em direção do solo, é comum ocorrer um esquecimento de considerar os esforços de sucção (força que tem sentido para cima). Com isso, sobretudo nos telhados que são revestidos de telhas leves — como as de fibrocimento e as metálicas —, é comum esse esforço provocar o arrancamento da cobertura.

Quando o telhado é construído utilizando telhas cerâmicas, as quais utilizam um material mais pesado, normalmente o vento comum não consegue levantar a cobertura. Assim, ao especificar um telhado com telhas leves, é fundamental que todos os elementos dessa estrutura sejam firmemente fixados e ancorados. Mesmo nas telhas pesadas, é recomendado que haja uma amarração, isso impede que elas saiam do lugar devido às vibrações do trânsito local.

Ao considerar o vento durante o dimensionamento de um telhado, é fundamental utilizar a carta de ventos da localização em que a edificação será construída. Afinal, para cada região do País existe um valor a ser considerado no projeto. Além disso, se o edifício estiver localizado no alto de um morro ou ele apresentar muitos andares, é preciso estar ciente que a pressão exercida por essa força da natureza será ainda maior.

4. Vazamento de água

Em muitos casos, é comum as telhas apresentarem ótimo estado de conservação, entretanto, a água da chuva passa por essa estrutura. Quando isso acontece, ocorre um fenômeno chamado de transbordamento — é normal as pessoas denominarem essa ocorrência de vazamento, porém isto está errado, pois eles ocorrem nas tubulações hidrossanitárias.

São variadas as causas do transbordamento, sendo que a sua maioria está relacionada a falhas de projeto e erros de execução. Uma das origens mais comuns diz respeito ao dimensionamento incorreto da calha, pois são poucas as edificações que desenvolveram um projeto adequado de condução das águas pluviais. Assim, as calhas apresentam um diâmetro menor do que deveria. Dessa forma, esse sistema não terá as condições de dar a vazão necessária para a água proveniente das tempestades.

Muitas vezes, a equipe de execução não toma os cuidados necessários e acaba construindo um telhado com uma inclinação inferior da mínima exigida para determinado tipo de telha. Com isso, a água não é escoada adequadamente, resultando no seu transbordamento.

Quando a edificação se encontra na divisa do terreno, outra possível causa desse fenômeno se deve à construção de um edifício mais alto. Assim, dependendo das condições climáticas, a água da chuva escorre pelas paredes desse vizinho, fazendo com que ocorra um aumento do volume que o telhado tenha que conduzir. Entretanto, as calhas não suportam essa nova vazão, o que provoca o transbordamento.

5. Entupimento de calhas

Devido à sua grande área de superfície, é normal que folhas, frutos e qualquer outro tipo de sujeira caiam sobre o telhado. Contudo, ao ocorrer uma chuva e caso as calhas não apresentem barreiras de proteção que impeçam a entrada desses resíduos, é comum esse material seja conduzido até esses condutores e, consequentemente, provocar o seu entupimento.

Quando isso acontece, é possível que surjam diversas patologias na edificação, como infiltrações e transbordamento do telhado. Como ocorre o escoamento da água pelas paredes, é comum o surgimento de manchas que prejudicam a estética do ambiente, além de proporcionar um local propício para a proliferação de mofo e bolor.

Para evitar esse distúrbio, o mais indicado é instalar barreiras que não permitem a entrada dessa sujeira na tubulação. Além disso, também é recomendado a realização de uma limpeza semestral, principalmente após o outono.

6. Falhas no posicionamento das telhas

Muitas vezes, apesar de o telhado ser corretamente projetado e executado, com o passar do tempo, surgem goteiras na edificação. Isso é normal e acontece devido a vários fatores, como o deslocamento das telhas devido às vibrações causadas pelo trânsito local. Além disso, outra provável causa desse problema são a incidências dos ventos, pois, apesar deles não destelhar a cobertura, eles provocam a movimentação das telhas.

Esse problema também é comum nos telhados com grandes inclinações, pois, devido à força da gravidade, essas peças tendem a se movimentar. Entretanto, também é possível que as telhas estejam fora de seu lugar devido a erros de execução.

Quando elas não estão em seu devido lugar, o escoamento da água fica prejudicado, o que provoca o transbordamento do telhado. Com isso, surgem no edifício patologias relacionadas a umidade. Para solucionar esse problema, o recomendado é periodicamente verificar se todas as telhas estão em seu devido lugar e reposicionar aquelas que estão deslocadas.

Entretanto, essa solução é paliativa, pois o problema ocorrerá novamente com o passar do tempo. Para que as telhas não se movimentem mais, será preciso fazer a amarração do telhado. Para isso, todas as peças devem ser amarradas com arame nas ripas de sustentação.

Apesar desse processo ser bastante simples, ele é muito trabalhoso. Entretanto, não é preciso fazer a amarração de todas as telhas de um telhado. Basta apenas fixar aquelas que foram instaladas no beiral e em, pelo menos, uma a cada quatro.

7. Rachaduras

As rachaduras são uma das principais causas da infiltração em lajes de concreto armado. Por meio delas, a água consegue entrar na edificação e provocar diversas patologias relacionadas a umidade, podendo, até mesmo, comprometer a estrutura do prédio. Esse problema ocorre devido a vários fatores, os quais estão relacionados com o processo construtivo, sendo que um dos mais comuns é a falha da cura do concreto.

Uma das principais formas de reparar essa patologia é com a impermeabilização. Por meio dela, ocorre o aumento da estanqueidade da laje, o que elimina os caminhos que permitem a passagem da água, impedindo a infiltração e o surgimento de novas patologias.

Como prevenir problemas em telhados, lajes e outras coberturas?

Sem nenhuma dúvida, a melhor forma de lidar com os problemas das coberturas é a prevenção. Afinal, ao realizar algumas ações, evita-se o surgimento de patologias que poderão prejudicar a estrutura da edificação, o que exige a realização de reparos dispendiosos.

Por isso, o primeiro passo para garantir uma boa cobertura é investir na produção de projeto. Por meio desse documento, o projetista determinará quais são as diretrizes que a equipe de produção deverá seguir para construir uma cobertura eficiente e que proporcione segurança aos usuários. Além disso, é preciso contratar uma mão de obra especializada e competente, a qual não tem vícios ou cometerá erros.

Outra forma de garantir a qualidade dos telhados é a manutenção preventiva. Por meio dela serão feitas vistorias para verificar se a cobertura se encontra em condições adequadas. Assim, caso perceba que existam telhas quebradas ou fora do lugar, é possível realizar reparos que impeçam a infiltração da água.

Manutenção Periódica

Também é recomendado a realização de uma limpeza periódica nas coberturas e nas calhas. Com isso, evita-se o acúmulo de sujeiras que poderão provocar o entupimento desses duto e, consequentemente, o surgimento de patologias relacionadas a umidade na edificação.

Para garantir uma maior eficiência do telhado, recomenda-se a instalação de uma manta térmica. Além de melhorar o conforto térmico da edificação, essa membrana impede o surgimento de goteiras, pois, por ser impermeável, garante o escoamento da água no caso de quebra das telhas.

Por final, é fundamental realizar a impermeabilização das lajes. Por ser um material poroso, é preciso que essa cobertura receba um tratamento que impeça a infiltração da água. Além disso, é preciso ficar atento com o prazo de validade desse produto, pois ele deve ser reaplicado periodicamente para garantir a sua estanqueidade.

Como é possível perceber, existem diversos problemas em telhados e lajes, os quais podem ser evitados por meio de ações preventivas. Entretanto, caso haja uma certa omissão quanto à forma de construir uma cobertura e a sua manutenção, surgiram patologias que, caso não sejam rapidamente consertadas, poderão prejudicar seriamente a edificação.

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Devido ao maior interesse das pessoas em conservar o meio ambiente, tornou-se uma tendência — além de ser uma necessidade — fazer com que a atividade da construção civil possa ser mais sustentável. Para isso, começou-se a utilizar nos processos construtivos diversos materiais que, normalmente, seriam descartados. Entre eles destacam-se os contêineres marítimos.

Com elevada vida útil, esse material, que é excluído após ser usado por quase uma década como compartimento de transporte, proporciona economia e velocidade de execução a uma obra. Por isso, não é por acaso que a construção em contêiner tem se tornado cada vez mais comum. Entretanto, existem alguns pontos que precisam ser considerados antes de utilizá-lo na construção.

Ao continuar a leitura deste artigo, você vai descobrir as vantagens e desvantagens de utilizar o contêiner na construção civil.

Quais são as vantagens da construção em contêiner?

Sustentabilidade

Uma das principais vantagens da construção em contêiner é a sustentabilidade. Afinal, além de reutilizar um material que seria descartado, durante a execução processo construtivo reduz-se o uso de alguns recursos naturais, como tijolo, areia, brita e aço, os quais são utilizados no tradicional método do concreto armado com fechamento em alvenaria.

Outro ponto importante é a possibilidade de manter a permeabilidade em até 90% do solo, já que o contêiner não necessita de uma grande área. Com isso, é possível manter intacta parte da geografia do terreno.

Praticidade e versatilidade

O uso de contêineres na construção civil é uma ótima solução para quem deseja uma obra ágil e com o mínimo de produção de resíduos. Por se tratar de um processo construtivo modular, é possível que a estrutura da edificação chegue completamente pronta até o terreno, bastando apenas realizar a sua instalação.

Após a conclusão da obra, caso seja preciso expandir a área construída, basta acoplar aos contêineres existentes outros módulos, os quais podem ser entregues prontos.

Baixo custo

Por se tratar de um material reutilizado, quando a obra é bem planejada e administrada é possível que o metro de área construída seja até 40% mais barato que o método tradicional de alvenaria. Além disso, pelo fato de a construção em contêiner ser um processo construtivo modular, o tempo da empreitada é menor, o que garante maior economia na mão de obra.

Aproveitamento do terreno

Os contêineres são projetados para suportar uma elevada carga, pois normalmente ocorre o empilhamento das unidades durante o seu armazenamento ou transporte. Dessa forma, é possível criar uma coluna de até nove peças, o que proporciona melhor aproveitamento do terreno.

Durabilidade

Apesar de o contêiner ter vida útil de apenas 10 anos como compartimento de transporte marítimo, em terra firme esse material pode ser utilizado por quase um século. Por ser construído em uma estrutura de aço, ele suporta grandes cargas e resiste a diversas intempéries.

Quais são as desvantagens?

Necessita de terreno amplo

Apesar de o contêiner utilizar pequena área do lote, é preciso que esse terreno tenha um espaço que permita a manobra das máquinas que farão a instalação dos módulos. Logo, não é recomendado o uso desse material em pequenos espaços e que apresentam difícil acesso.

Espaço

Por se tratar da reutilização de um compartimento de transporte, os contêineres apresentam um espaço pequeno e limitado, o qual não proporciona o conforto necessário para determinados usos. Além disso, essa área reduzida dificulta a elaboração do projeto e a distribuição dos módulos usados.

Uso de mão de obra especializada

Pelo fato de ser um processo construtivo modular, é preciso que haja mão de obra especializada na produção e instalação das unidades. Caso contrário, além de ter uma construção de baixa qualidade, é possível cometer erros que comprometam a estrutura da caixa, o que acarretará novos custos.

Por exemplo, é necessário que a edificação seja projetada por alguém que conheça as limitações do material. Além disso, se o corte das esquadrias for feito de forma errada, deve-se fazer um reforço no contêiner.

Manutenção

Por se tratar de um material que passava parte considerável do tempo em contato com a maresia, é preciso ficar atento quanto a sua manutenção. Como é comum o contêiner ser adquirido com ferrugem, será preciso fazer um tratamento adequado para combater esse problema.

Além disso, é fundamental saber qual era a carga que esse compartimento transportava, pois existe o risco de contaminação devido à existência de algum vestígio.

Conforto térmico e acústico

Uma das principais desvantagens de utilizar a construção em contêiner é o seu baixo isolamento acústico e térmico. Afinal, dependendo da carga a ser transportada, não há necessidade de que esse compartimento apresente essas características. Assim, para ser usado como edificação, é preciso fazer adaptações, uma vez que o aço é péssimo isolante de sons e ótimo condutor de calor.

O que se deve saber para usar contêiner na construção civil?

Para garantir a sustentabilidade de uma construção em contêiner, é preciso que haja a reutilização do material. Caso o proprietário adquira um compartimento novo, a edificação provocará o mesmo impacto que aquela que utiliza o processo construtivo tradicional. Caso haja reaproveitamento do material, é preciso tomar alguns cuidados para evitar o surgimento de patologias na edificação e a contaminação dos usuários.

Para poder reaproveitar um contêiner, o primeiro passo é analisar a documentação desse compartimento. Para isso, é preciso verificar se essa unidade pode ser usada para outros fins além do transporte de carga. Também é recomendado descobrir qual tipo de material foi transportado por essa caixa, já que existe a possibilidade de haver contaminações. Outro ponto a ser considerado é a estrutura, pois não deve existir nenhuma avaria que a comprometa.

Finalmente, por se tratar de uma edificação, é fundamental que haja projeto. Dessa forma, será possível identificar quais soluções deverão ser usadas para melhorar o uso da construção e para proporcionar mais conforto térmico e acústico. Não se pode esquecer dos projetos complementares, pois é preciso saber a forma mais eficiente de fazer as instalações hidrossanitárias e elétricas desse edifício.

Como é possível perceber, apesar de existirem algumas desvantagens, a construção em contêiner é uma ótima alternativa para quem deseja construir com velocidade, economia e sustentabilidade. Contudo, é preciso tomar alguns cuidados para que essa alternativa construtiva traga os benefícios desejados.

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Para garantir um ambiente agradável de trabalho, é fundamental desenvolver meios que proporcionam mais segurança e conforto aos colaboradores de uma indústria. Além disso, é preciso controlar a temperatura dos equipamentos para que eles funcionem de maneira adequada. Sendo assim, o modo mais viável para alcançar esses objetivos é investir em uma solução de isolamento térmico industrial.

Para ser eficiente, cada indústria apresenta necessidades diferentes, o que exige uma correta análise das condições existentes na empresa. Apesar de muitas companhias conhecerem as vantagens do isolamento térmico — sobretudo no que diz respeito à economia de energia —, ainda é comum utilizarem essa solução de maneira inadequada, o que proporciona resultados abaixo do esperado.

Sabendo disso, reunimos neste pequeno guia algumas informações valiosas sobre a importância e como fazer corretamente o isolamento térmico em uma indústria. Tenha uma boa leitura!

Qual é a função do isolamento térmico industrial?

Conceitualmente, o isolamento térmico é a capacidade que um determinado material apresenta de evitar a troca de energia térmica entre dois meios distintos. Assim, ao aplicar essa solução em uma indústria, é utilizado um composto que apresenta baixa condutividade de calor em uma superfície, o que impede a dissipação de energia e resulta na manutenção da temperatura ambiente.

Logo, ao ser utilizado esse mecanismo, se mantém o conforto térmico local, o que garante um ambiente adequado para o trabalho dos colaboradores. Além disso, para ocorrer o seu bom funcionamento, os equipamentos precisam ser utilizados em uma temperatura adequada, o que garante maior eficiência e menor consumo de energia.

Quais são os principais cuidados?

Para garantir maior eficiência de um sistema de isolamento térmico industrial, é preciso tomar alguns cuidados durante o desenvolvimento e a execução dessa solução. Sendo assim, reunimos a seguir uma pequena lista com 5 dicas do que é preciso fazer para garantir bons resultados. Confira!

Tenha um bom projeto

Como é possível perceber, o isolamento térmico propicia diversas vantagens a uma indústria. Entretanto, para que esse sistema seja eficiente, é preciso que haja um bom planejamento. Para isso, o primeiro passo é desenvolver um bom projeto, que determinará todas as diretrizes que deverão ser seguidas.

Assim, o projetista conseguirá definir quais são as soluções mais eficazes para cada tipo de empresa, de modo a proporcionar o resultado esperado pelos gestores. Afinal, devido a grande variedade de isolantes térmicos existentes no mercado — os quais apresentam os mais diferentes níveis de condutividade térmica —, o profissional deve escolher aqueles que proporcionam o melhor custo-benefício.

Considerar as características da indústria

Conforme já explicamos, existe uma grande variedade de isolantes térmicos no mercado, os quais são indicados para determinadas situações. Assim, é preciso considerar as particularidades da indústria para escolher o composto mais eficiente e que trará os melhores resultados.

Além de escolher o material mais adequado, alguns tipos de indústria necessitam da realização de algumas técnicas especiais para estabilizar a temperatura dos equipamentos. Com isso, é preciso ficar atento, caso seja necessário associar o sistema de isolamento térmico com alguma metodologia específica e que garanta uma maior eficiência do sistema.

Conhecer os principais tipos de isolamentos

Além de considerar as particularidades existentes nos processos industriais, para garantir mais eficiência no isolamento térmico, é preciso avaliar as características de cada material. Cada solução apresenta graus de condução de calor e aplicação distintas, que devem ser consideradas durante o desenvolvimento do projeto e a escolha das soluções.

Além de levar em conta a capacidade do material de manter o conforto ambiental, também é preciso analisar os outros benefícios que ele oferece, como o isolamento acústico. Assim, dentre as várias opções encontradas no mercado nacional, é possível avaliar qual delas proporcionará as maiores vantagens e o melhor custo-benefício.

Procurar as soluções mais eficientes

Para garantir um melhor isolamento térmico industrial, conforme já explicamos, é preciso analisar diversos fatores das soluções existentes no mercado. Assim, ao considerar as necessidades específicas da empresa, em conjunto com as vantagens oferecidas pelo material, é possível escolher aquela que será mais eficiente em garantir um melhor controle sobre a temperatura.

Além disso, é preciso considerar a fonte que origina o calor. Afinal, como ele pode ser transmitido por três formas distintas — condução, radiação e convecção —, é preciso escolher uma solução que impeça essa troca de temperatura.

Apesar de a grande maioria dos produtos encontrados no mercado lidar apenas com a condução, o que corresponde a 10% da transferência de calor em uma edificação, é possível encontrar um produto que combate todas as três formas de transmissão.

Realizar uma instalação correta do isolamento térmico industrial

Um dos segredos para garantir a eficiência e a qualidade de um sistema de isolamento térmico é a correta instalação dessa solução. Para isso, é recomendado a contratação de uma equipe especializada, com profissionais que estão acostumados e saibam como trabalhar corretamente com esse produto.

Caso contrário, é possível que ocorram falhas durante a execução do serviço, o que prejudicará o desempenho do produto. Com isso, além de não proporcionar os resultados esperados, para resolver o problema será necessário fazer reparos, o que acarretará novos custos e retrabalho.

Qual é a importância do isolamento térmico industrial?

Uma das principais vantagens proporcionadas pelo isolamento térmico industrial é a redução do consumo de energia. Afinal, pelo fato dessa solução evitar a emissão de calor, uma indústria gastará menos com combustíveis para manter um fluido em uma determinada temperatura — seja ela alta ou baixa. Além disso, pelo fato de o ambiente ficar mais fresco, serão necessárias soluções mais econômicas para manter o conforto térmico.

Outra vantagem do isolamento térmico é a possibilidade de manter controlada a temperatura dos equipamentos. Com isso, evita-se o desgaste precoce desse maquinários, além de garantir o seu bom funcionamento.

Ao fazer esse investimento, também se consegue benefícios relativos à segurança e ao conforto térmico do trabalhador. Com o isolamento, o colaborador fica protegido de queimaduras causadas devido às baixas e altas temperaturas, além de trabalhar em um ambiente com uma sensação térmica mais adequada.

De qualquer forma, é muito importante considerar as diversas questões relacionadas ao isolamento térmico industrial. Isso proporciona os resultados esperados pelos gestores, além de garantir uma maior eficiência desse sistema.

Caso você tenha gostado dessas dicas e queira aprender um pouco mais, que tal descobrir como melhorar o conforto térmico segundo as regras de ergonomia? Até o nosso próximo artigo!

O telhado é a parte de uma estrutura que mais está sujeita às variações climáticas. A exposição ao Sol, ventos, chuva e outras mudanças climáticas favorece o surgimento de falhas estruturais, além de contribuir para o desconforto térmico no interior do ambiente.

Dentro desse contexto, entenda o que é manta térmica e saiba como ela pode ser utilizada para diminuir o desconforto térmico em indústrias, residências e outras construções.

Confira a seguir os tipos de manta térmica disponíveis no mercado e como eles podem ser utilizados.

O que é manta térmica?

A manta térmica é um produto utilizado como uma barreira para diminuir o desconforto térmico das construções. Ela pode ser instalada em diversos locais para reduzir a passagem de calor externo para o ambiente interno e vice-versa.

Em países de climas extremos, a utilização de mantas térmicas nos telhados é bem difundida. Aqui no Brasil a maioria das construções não utiliza nenhum tipo de isolamento. Entretanto, apesar de o frio não ser tão excessivo, na época do verão o calor é intenso, atingindo temperaturas bem altas em quase todos os estados.

O desconforto térmico causado pelas altas temperaturas pode ser amenizado com um sistema de isolamento térmico. A incidência do sol sobre as telhas gera calor que é absorvido pelo material e depois transferido para dentro do imóvel. A camada de isolante impede que esse calor seja totalmente transferido.

Quando instaladas no telhado, além dos benefícios térmicos, elas podem contribuir com a manutenção da estrutura, prevenindo falhas. De forma geral, a manta térmica é importante por abranger três frentes.

1. Isolamento da radiação

Dependendo do local, o telhado é a parte da construção que mais recebe radiação solar. Logo, o aquecimento das outras partes é inevitável, pois as telhas mais utilizadas não fornecem proteção contra o calor.

2. Redução do consumo de energia elétrica

O consumo de energia elétrica utilizada com ar-condicionado e ventiladores tende a diminuir, já que o ambiente fica com temperatura agradável para os usuários, e os aparelhos precisam fazer menos esforço para resfriar o ambiente.

3. Redução do desconforto térmico

Durante o verão, a manta isola o calor externo, deixando o ambiente interno mais agradável, enquanto no inverno a manta impede que o calor produzido internamente saia para o ambiente externo.

Quais os tipos de manta térmica?

A seguir explicamos os tipos de manta térmica mais utilizados no mercado.

Manta asfáltica

Como o próprio nome sugere, a manta asfáltica é fabricada à base de asfalto, sendo adicionados outros materiais de acordo com a característica pretendida. A manta asfáltica pode ser utilizada em telhados com a finalidade de impermeabilizar a área.

A grande vantagem de utilizar manta asfáltica é a flexibilidade porque ela consegue se adaptar ao local sem rachar nem perder sua função impermeabilizante.

Manta asfáltica aluminizada

A manta térmica de alumínio funciona como isolante térmico, refletindo um pouco do calor das telhas. O material é impermeável e, por isso, impede também a troca de ar e umidade entre os ambientes. A capacidade de redução térmica de uma manta de alumínio pode não ser satisfatória. Isso se deve pelo fato de que o objetivo principal desta tecnologia está relacionado à impermeabilização, e não ao isolamento térmico.

Basicamente, a instalação da manta de alumínio pode ser realizada de duas maneiras: sobre o telhado ou sob as telhas. A maneira mais eficiente para cada projeto deve ser definida por um profissional.

Além disso, a manta aluminizada pode ser utilizada em juntas de dilatação, calhas, canaletas e marquises.

Placas de espuma

A placa de espuma é um material rígido, com baixa condutividade térmica e por isso é utilizada para revestimento térmico. Na instalação, as placas são cortadas e encaixadas no local de acordo com a necessidade.

Além da forma rígida, existe também a espuma expansiva, que pode ser aplicada em forma de spray. Assim, o material atinge lugares mais difíceis, podendo selar completamente o ambiente.

Manta de lã de vidro

A manta de lã de vidro é um isolante térmico para condução, mas principalmente um ótimo isolamento acústico, sendo um dos mais tradicionais. Ela pode ser utilizada em telhados e paredes, é altamente resistente e incombustível. A vantagem em utilizar a lã de vidro é conseguir reduzir os ruídos e um pouco da transferência de calor com o mesmo material.

Além disso, o material é flexível, e a instalação é considerada fácil. Quanto maior for a exigência do isolamento, maior será a espessura necessária, o que pode se tornar uma desvantagem em locais com pouco espaço disponível.

Manta térmica 3TC

A manta térmica desenvolvida pela 3TC tem tecnologia exclusiva, permitindo a proteção contra todos os tipos de transferência de calor. A manta 3TC é constituída por polímeros refletivos e poliestireno expandido.

A manta é revestida por lâminas refletivas que conseguem reter até 97% dos raios infravermelhos. O modo como a manta é produzida e instalada também impede a troca de ar entre os ambientes.

Por ser um material bem versátil, ela pode ser instalada também como placa, de acordo com a necessidade de cada projeto. Então, mesmo que o local já esteja construído, a manta 3TC pode ser utilizada sem comprometer a planta do local e com os mesmos benefícios.

Outras vantagens de utilizar a manta 3TC é que, além da proteção térmica, ela resiste a mofo e água, pode ser reciclada e proporciona isolamento acústico ao ambiente. A manta 3TC é fabricada com material antichamas. Em caso de incêndio, o material não propaga o fogo, ou seja, é mais uma forma de garantir segurança na sua construção.

Portanto, antes de decidir sobre qual manta térmica utilizar, pesquise bastante. Se ainda restarem dúvidas, não hesite em contratar ajuda profissional para que se faça uma avaliação precisa do local. A instalação das mantas pode trazer inúmeros benefícios para a sua residência ou ambiente de trabalho. Por isso, é importante saber o que é manta térmica e como as suas diferentes versões funcionam para que o desempenho da instalação a longo prazo não seja prejudicado.

Algumas opções oferecem várias vantagens, além do isolamento térmico. Por isso, é importante pesquisar e avaliar o melhor custo-benefício.

Agora, que você já sabe o que é manta térmica e como cada tipo funciona, acesse o nosso blog para conhecer também quais são os melhores tipos de isolamento térmico.