Posts

O excesso de calor no ambiente de trabalho é altamente prejudicial. Além de comprometer a obtenção do conforto térmico, ele gera diversas dificuldades na execução de tarefas necessárias para o empreendimento.

O desconforto pode aumentar a irritabilidade e, com isso, motivar novos conflitos no ambiente. Esse também é um fator de desmotivação e de perda de produtividade devido à falta de engajamento. Para a saúde, não é diferente, pois esse problema traz riscos variados.

A seguir, mostraremos quais são os impactos do excesso de calor para o bem-estar. Confira!

Quais são os principais impactos na equipe?

O corpo humano é formado por uma grande quantidade de água e precisa se manter a uma temperatura média de 35 a 36º C. Por isso, quando o ambiente está muito quente, há um desequilíbrio nas funções corporais, aumento da produção de suor e grande desconforto.

Tanto nas indústrias quanto no cotidiano, há muitos impactos na saúde que são causados pelo excesso de calor. Na sequência, apresentamos os pontos que merecem a sua atenção!

Desidratação

Um dos resultados mais conhecidos da exposição às altas temperaturas é a desidratação. Trata-se de um quadro que ocorre quando o corpo não tem água suficiente para funcionar da melhor maneira. Como resultado, vários sistemas são afetados e há um acúmulo de toxinas no sangue.

Os sintomas incluem enjoos, boca seca, sede, tonturas e até desmaios. Em alguns casos, a desidratação gera confusão mental ou mesmo delírios. No cotidiano, esse já é um quadro que inspira cuidados. No ambiente de trabalho, ele é ainda mais perigoso, porque é um fator de risco para acidentes.

Fadiga

Com um grande aumento de temperatura, o corpo precisa fazer um esforço maior para regular a temperatura. Em ambientes quentes, a produção de suor favorece a perda de líquidos e de sais minerais essenciais para o funcionamento do organismo. Com esses impactos, o corpo sofre uma diminuição de energia, o que leva à sensação de fadiga.

Nessa situação, as pessoas demonstram menos disposição para executar tarefas e podem sentir sonolência, fraqueza, tonturas e náuseas. Casos extremos, como em temperaturas muito elevadas, levam à síncope corporal e até à interrupção do funcionamento dos rins.

Falta de concentração

O nosso cérebro trabalha com algumas prioridades e, na prática, com uma tarefa de cada vez. Se há necessidades físicas urgentes, então é mais difícil se concentrar em outras ações. É por isso que o calor excessivo diminui a concentração.

Diante das altas temperaturas, há o incômodo e a necessidade de regular o corpo. O cérebro, nessa situação, perde capacidade cognitiva de atuar focado em uma só tarefa, o que compromete os resultados. No trabalho — seja na indústria, seja fora dela —, isso leva a um aumento da procrastinação e uma diminuição do rendimento. No final das contas, há uma grande queda de produtividade.

Doenças respiratórias

Muitas vezes, a alta temperatura é acompanhada pela baixa umidade. Em escritórios, o uso de ventiladores ou de ar-condicionado motiva tal questão. Na indústria, a falta de vapores e os espaços confinados favorecem essa configuração.

O problema é que essas situações prejudicam o sistema respiratório. O muco das vias pulmonares, por exemplo, fica ressecado, o que aumenta as chances de quadros de bronquite, rinite ou asma. Também ocorrem sangramentos nasais e infecções. Em longo prazo, os impactos podem se tornar crônicos.

Alterações na pressão sanguínea

Por causa do aumento da temperatura, as artérias ficam mais dilatadas. Trata-se de um mecanismo do corpo para tentar diminuir a temperatura e eliminar o calor pela pele. Ao somar isso à desidratação, há um fluxo menor de sangue pelo corpo.

Como resultado, há um quadro de pressão baixa ou hipotensão arterial. Para muitas pessoas, é uma situação que leva a tonturas, enjoos e até desmaios. No trabalho, os riscos de acidente se multiplicam nesses casos.

Para quem já sofre com hipertensão, o excesso de calor é um fator de risco. O entupimento das artérias é agravado pelo espessamento do sangue. A falta de água também amplia esse impacto, o que leva à ocorrência de casos de hipertensão. É comum sentir dores de cabeça, tonturas e mal-estar nessas situações. Em alguns casos, esse se torna um fator de risco para AVC e infartos.

Por que é importante investir em qualidade de vida?

Tanto no trabalho quanto fora dele é essencial pensar nas práticas de bem-estar. A intenção é garantir a máxima qualidade de vida, pois isso leva, acima de tudo, a um bom cuidado com a saúde.

Do ponto de vista dos escritórios e das indústrias, há outros aspectos para se considerar. Em primeiro lugar, o empregador é obrigado a cuidar da saúde e da segurança da equipe. Trata-se de uma obrigação que visa evitar doenças e acidentes causados pela atividade profissional.

Além disso, trata-se um meio de consolidar resultados positivos para o empreendimento. Com mais bem-estar, há um aumento na satisfação e motivação para o trabalho. Isso gera eficiência e produtividade no dia a dia, melhorando a competitividade do negócio.

Lidar com o excesso de calor, portanto, não tem a ver apenas com a saúde, mas com todos os benefícios associados à etapa produtiva e ao desempenho.

Quais são as soluções mais eficazes para a indústria?

Evitar a transmissão de calor é o melhor jeito de manter as temperaturas sob controle. Esse processo acontece por três meios diferentes: condução, convecção e radiação. A última opção é a que gera maiores impactos, por isso merece atenção redobrada.

De qualquer forma, não basta apenas pensar em climatizar o ambiente. Ventiladores e equipamentos de ar-condicionado são bem-vindos, mas não resolvem tudo sozinhos.

Então, recomendamos considerar o uso de isolantes especiais. As mantas térmicas revestem o ambiente e impedem a entrada do calor, o que ajuda a manter a temperatura interna equilibrada. Para as indústrias, essas são as melhores possibilidades.

Para garantir total eficiência, a nossa indicação é que as três formas de transferência sejam combatidas. Isso dá origem a um ambiente muito mais agradável e preparado para gerar bons resultados.

O excesso de calor tem impactos variados — e, muitas vezes, graves — na saúde. Ao conhecer essas situações que apresentamos, fica clara a importância de investir em ações para o bem-estar, como o isolamento térmico.

Para evitar esses e outros problemas, veja como realizar o controle de temperatura em indústrias e empresas.

De forma simples, a ergonomia envolve a relação entre o homem e o ambiente de trabalho. Consiste em um estudo da ligação entre seres humanos e máquinas e quais são as condições adequadas para garantir o bem-estar e a segurança. Pensando nisso, foram criadas algumas regras voltadas para esse tema, entre as quais está o conforto térmico.

Afinal, essa relação adequada não está ligada apenas a cadeiras confortáveis ou móveis na altura certa. Ela também está conectada a condições de iluminação, de barulho e, é claro, de temperatura.

Para que não haja dúvidas sobre como cumprir todos os requisitos, mostraremos dicas para atingir o conforto térmico segundo às regras de ergonomia. Confira!

O que são e para que servem as orientações?

As Normas Regulamentadoras (NRs) são dispositivos legais criados pelo Ministério do Trabalho e Emprego (MTE). Elas especificam quais são as obrigações dos empregadores em certas condições, de modo a garantir a segurança e a saúde da equipe.

A NR 17 é a responsável por tratar de todas as normas referentes à ergonomia. Ela serve, principalmente, para orientar os empregadores sobre como devem pensar no ambiente. Desse jeito, é possível garantir uma atuação adequada e protegida.

Já a NR 15, por exemplo, disciplina as atividades ou operações insalubres.

Como funcionam as regras de ergonomia?

As obrigações previstas para deixar o trabalho ergonômico variam com cada atividade e ambiente. Basicamente, tudo começa com uma avaliação da adaptação às condições de ergonomia. A intenção é reconhecer os riscos e o que pode (ou deve) ser melhorado.

Em seguida, são tratadas de questões como a necessidade de executar as atividades de forma sentada quando possível e a escolha de mobiliário adequado. A partir do ponto 17.5 da norma, há os fatores ambientais do trabalho. Isso exige, por exemplo, nível de ruído dentro de padrões aceitáveis e umidade relativa mínima de 40%.

Em relação à temperatura, ela deve ser efetiva entre 20 a 23ºC, de modo a garantir o bem-estar. Além disso, há questões sobre a organização das funções e sobre o levantamento ou movimentação de itens pesados.

Vale mencionar que, conforme indica o Anexo III da NR 15, existem limites de tolerância ao calor e sua inobservância torna a condição de trabalho insalubre.

Quais os prejuízos do calor e falta de ergonomia para os trabalhadores?

Como dissemos, um dos pontos das regras de ergonomia tem a ver com o conforto térmico. Segundo prevê a lei, é obrigação do empregador garantir que a temperatura esteja em um nível adequado e confortável. Isso se deve, principalmente, por causa dos impactos negativos que as altas temperaturas causam.

Em primeiro lugar, há a possibilidade de desidratação. Se ela for intensa, o trabalhador pode desmaiar, envolver-se em acidentes e até sofrer uma fatalidade. Também são queixas comuns as dores de cabeça, a sensação de vertigem e o cansaço ampliado.

Todos esses pontos geram, como impactos secundários, a perda de motivação e de produtividade. Como resultado, o empreendimento se torna menos competitivo.

Quais as punições para a empresa que não cumprir as obrigações?

Para garantir que todas as normas trabalhistas sejam seguidas, há algumas punições para as empresas que não as aplicam. Em uma fiscalização, a falta de ergonomia pode gerar multas, sanções e até a interdição do local para adaptação, se for o caso. Também ocorrem processos judiciais, o que coloca em xeque a credibilidade da empresa.

Além disso, a inexistência de boas condições prejudica a saúde da equipe. Isso dá origem a mais faltas e licenças, o que amplia os custos. Resulta, ainda, em um aumento de processos trabalhistas e indenizações.

Para piorar, o negócio pode ter a sua imagem empresarial arranhada. Isso gera problemas de percepção do público e, em alguns casos, até boicotes por parte dos consumidores.

Como melhorar o conforto térmico?

Como visto, cuidar da temperatura do local de trabalho é uma questão fundamental de ergonomia. Então, é preciso buscar maneiras de garantir e ampliar o conforto térmico no ambiente. A seguir, veja algumas dicas de como chegar a esses resultados.

Dê preferência a horários frescos

Durante os dias quentes, é comum que o horário comercial seja o período de maior calor do dia. Isso faz com que haja desgaste por causa da temperatura, o que exige cuidados extras.

Sempre que possível, recomendamos evitar atividades externas de 10 da manhã às 5 da tarde. O sol é muito forte nessa fase, assim como a temperatura.

Dentro do escritório, o problema é um pouco menos sentido, mas ainda é impactante. Trazer flexibilidade de horários, como a pausa do almoço, ajuda os colaboradores a escolherem o melhor período.

Promova pausas para descanso

Por causa das altas temperaturas, é comum que as pessoas fiquem menos concentradas e cansadas com facilidade. Tudo isso afeta a produtividade — e exigir resultados constantes não é a resposta.

Em vez disso, a nossa indicação é planejar mais pausas ao longo do expediente. Permitir que as pessoas tirem 5 minutos para descansar, beber algo gelado ou se refrescar é essencial. Como consequência, a produtividade pode ficar ainda maior, mesmo com um número ampliado de paradas.

Mantenha distância das fontes de calor

Principalmente no chão de fábrica, há diversos componentes que podem gerar muito calor. Fornos, caldeiras, secadores e, até, máquinas com bastante vibração aumentam a temperatura de forma localizada.

O melhor jeito de evitar isso é ao limitar o contato com essas fontes. Garanta que a equipe não seja exposta demais a essas áreas e que a proximidade dure apenas o tempo necessário. Ao diminuir essa interação, os efeitos são sentidos com menos intensidade.

Invista no isolamento térmico e promova a ergonomia

Embora essas ações sejam importantes, elas são somente “remédios” para um problema que tem outras causas. A incidência solar, por exemplo, gera calor por radiação no imóvel e eleva a temperatura. Outras formas de transmissão, como condução e convecção, também são responsáveis.

Então, para aumentar o conforto térmico, vale elaborar um projeto de isolamento. Com o uso de uma manta especial, por exemplo, é possível impedir que o calor entre no local. Com as trocas interrompidas, fica mais fácil chegar a valores confortáveis.

Para ter máximo desempenho, procure uma solução que impeça as três formas de transferência de calor. Assim, dá para garantir que o espaço terá condições melhores. Além de o bem-estar ser ampliado, os esforços — e os custos — para climatizar o ambiente serão menores.

O conforto térmico é uma das bases da ergonomia e, por isso, é tão importante. Ao seguir as nossas orientações, é possível evitar as punições e cuidar melhor da saúde da equipe.

E já que o isolamento é uma opção muito indicada, entre em contato com a 3TC e descubra como atuamos no mercado!

O isolamento térmico é obtido quando determinado ambiente deixa de sofrer com os efeitos intensos do calor. Por meio do uso de materiais específicos, o espaço é isolado e a troca de calor é reduzida. Assim, é possível manter a temperatura, como acontece em uma garrafa térmica. Para que isso seja viável, é preciso acertar ao selecionar os tipos de isolamento térmico.

Os materiais distintos oferecem soluções diferentes. Como cada local tem uma necessidade, é fundamental conhecer a características específicas para tomar boas decisões.

Para que não restem dúvidas, veja quais são os melhores tipos de isolamento térmico e descubra quais são as qualidades de cada um.

Lã de vidro

Considerada bastante popular, a lã de vidro é produzida a partir de um aglomerado de sílica, sódio e resinas. Ela é fabricada a altas temperaturas e dá origem a diferentes formatos, como placas e rolos.

Em geral, aparece em espessuras que variam de acordo com as necessidades de uso. Quanto maior for a exigência de isolamento, maior deve ser a espessura, para criar um bloqueio contra a passagem de energia térmica.

O problema é que ela só resiste a um tipo de transmissão de calor — no caso, a condução. Isso ajuda a diminuir um pouco a temperatura interna, mas não resolve a questão de forma definitiva ou consistente. Outro problema da la de vidro é a baixa resistência a umidade. Quando em contato com a umidade, a lã de vidro perde eficiência, e pode até gerar patologias como mofo e outros fungos.

Outra característica da lã de vidro é que existem alguns estudos apontando que alguns tipos de lã de vidro podem causar câncer a longo prazo. Desta forma é recomendado utilização de respiradores, macacões, luvas e outros EPIs para evitar o contato direto. com a lã. Além disso as microfibras de lã de vidro podem afetar as pessoas do ambiente em que ela se encontra.

A lã de vidro é mais indicada para utilizações de alta temperatura ou casos que precisam de atenuação acústica. A lã de vidro é melhor isolamento acústico do que térmico, justamente por ser fibroso, e não possuir refletância térmica como componente principal.

Lã de rocha

Já a lã de rocha é feita com produtos de origem vulcânica, como o basalto. Os materiais são aquecidos junto a outros minerais, que diminuem a temperatura necessária. Então, formam-se fios que são unidos a resinas e que se transformam na lã comercializada.

Em relação à de vidro, é um entre os tipos de isolamento térmico com mais eficiência. Assim como a lã com sílica, é resistente à água e aparece em diversas espessuras, de acordo com a necessidade de uso.

O grande problema desse material é a possibilidade de gerar dificuldades respiratórias durante o seu manuseio. Isso torna a instalação bem complicada e, se não for feita corretamente, potencialmente perigosa. Assim como a lã de vidro, é melhor isolamento acústico do que térmico pela característica de ser fibroso. A lã de rocha também não possuir refletância térmica como componente principal, sendo inadequada para isolamento de coberturas e telhados.

Além disso, ela não é exatamente sustentável. A necessidade de extração de grandes quantidades de recursos minerais gera impactos profundos no meio ambiente.

Poliuretano

O poliuretano é um polímero produzido a partir dos compostos de petróleo. São feitas várias transformações químicas e, no final, há a formação de uma espuma.

Ele aparece em densidades variadas e somente as maiores apresentam resistência à água. Também não funciona adequadamente em temperaturas muito elevadas, o que elimina a possibilidade de certas utilizações industriais.

Inclusive, a presença de um pH ácido ou básico no ambiente altera as suas funcionalidades. Por isso, não recomendamos a alternativa para usos mais intensos.

Poliestireno

O poliestireno expandido, por sua vez, é produzido a partir do composto inicial de poliestireno. Embora ofereça maior resistência química, precisa ser conjugado a outros materiais. Isso aumenta a sua proteção contra temperaturas elevadas e favorece a estrutura do componente.

Por fim, há o poliestireno extrudido. Conhecido como XPS, é fundido e solidificado novamente. É o mais resistente à umidade, mas altamente combustível. Se forem expostas a temperaturas elevadas, as placas se fundem e comprometem o isolamento térmico e até a estrutura do local.

Foils

Já o foil é constituído por uma manta leve de alumínio. O material serve para refletir parte da radiação, mas não impede a transferência de calor por outros meios, como a convecção.

Frequentemente é instalado no telhado para melhorar o conforto térmico do imóvel. No entanto, precisa ser associado a outros recursos para garantir um bom desempenho em manter temperaturas agradáveis.

Apesar de formar uma barreira, podemos afirmar que não é tão resistente quanto outras opções, o que compromete a durabilidade do material. Além disso, como não funciona tão bem sozinho, é um dos tipos de isolamento térmico que exige um planejamento robusto para aproveitá-lo ao máximo.

3TC Isolamento

Para conseguir o melhor desempenho entre todas as possibilidades, a manta térmica 3TC é a mais indicada. Feita com um processo especial, o material garante ótimo uso, durabilidade e excelentes resultados.

Para entender por que essa alternativa é tão interessante, conheça os seus principais diferenciais.

Proteção contra todas as formas de calor

O aumento da temperatura é causado não apenas pela condução, mas pela convecção e pela radiação. A última, inclusive, é a possibilidade que mais interfere na transferência.

A manta térmica 3TC é produzida com materiais que retêm até 97% da radiação, o que diminui consideravelmente o calor. Para sua fabricação, o 3TC conta com polímeros refletivos e, no meio, poliestireno expandido. A combinação dos produtos ainda cria camadas que atuam contra a convecção.

Versatilidade de aplicação

Outro ponto positivo é que esse é um dos poucos tipos de isolamento térmico com mais de uma forma. Além de surgir no formato de manta, aparece como placa.

Essa versatilidade permite que cada projeto selecione a alternativa ideal para suas necessidades. Assim, há máximo aproveitamento e proteção do ambiente que deve manter a temperatura adequada.

Trata-se de um ponto importante, porque muitas vezes as plantas específicas pedem soluções diferenciadas. Com essa variedade nos tipos apresentados, é possível selecionar o que for mais conveniente.

Qualidades extras

Além de garantir a proteção térmica, o 3TC também é resistente ao mofo e à água, é reciclável e atua como isolante acústico.

Não tóxico e fácil de instalar, podemos dizer que ele gera vedação e versatilidade da melhor maneira. Trata-se, portanto, de uma solução completa para manter o bem-estar em diversos ambientes.

Recorrer à manta térmica 3TC é um jeito de maximizar o conforto em relação à temperatura, bem como de conquistar uma solução tripla em apenas um produto. Entre as opções do mercado, é exclusiva e a mais completa.

Saber escolher entre os tipos de isolamento térmico é essencial para obter bons resultados. Salientamos a importância de selecionar materiais de boa qualidade e certificados, pois é isso que garante um isolamento adequado e eficaz.

Já que essa é uma decisão tão importante, entre em contato com a 3TC e saiba como adquirir a nossa solução!

Em relação ao gasto de energia total, as indústrias respondem por 41%. Ou seja, a cada 10 quilowatts, 4 são destinados para a indústria. Isso demonstra a importância e, principalmente, o impacto da atuação industrial. Em um cenário cada vez mais competitivo e com novas necessidades, saber como reduzir o consumo de energia é essencial.

Atualmente, é possível encontrar muitas invenções sustentáveis, bem como recursos que ajudam a diminuir esses gastos. Aplicá-los é um projeto com olhos no futuro e que pode mudar a forma como os negócios se relacionam com os recursos naturais.

Para garantir que isso seja viável, trazemos dicas essenciais de como reduzir o consumo de energia. Acompanhe!

1. Por que reduzir o consumo de energia na indústria?

Para colocar esse projeto em prática, é indispensável compreender quais são as razões para realizar as mudanças necessárias. Será preciso fazer investimentos, então nada mais justo do que entender os benefícios da redução do gasto de energia elétrica.

Eles variam de acordo com a intensidade da redução e com cada negócio. No entanto, compartilham algumas características. A seguir, veja por que vale a pena implementar as práticas de redução.

1.1 Diminuição dos custos

Não poderíamos deixar de escalar como primeiro motivo aquele que é considerado o mais óbvio: a redução das despesas. A conta de energia paga por uma indústria é proporcional ao nível de consumo. Então, quanto menos recursos são utilizados, menor é a soma a ser quitada.

Além do mais, é comum que as companhias de distribuição imponham certas faixas de cobrança. Acima de determinada quantidade, o preço é maior e o total, também. Com a redução, é possível ser enquadrado em faixas menores e pagar menos. Para qualquer indústria, a diminuição dos gastos é um sinal positivo rumo ao desenvolvimento.

1.2 Otimização no direcionamento de recursos

Como o consumo de energia elétrica por parte do setor industrial é tão grande, é natural que o dinheiro gasto também seja elevado. Dentro de um orçamento limitado, contas altas impedem uma melhor distribuição financeira. Ou seja, os parques industriais precisam gastar mais com esse setor e têm menos para investir em outros.

Com os cortes nos gastos, há uma distribuição muito adequada dos recursos financeiros. A otimização do orçamento permite, por exemplo, que o negócio invista em melhorias ou novas capacitações frente à concorrência. No final, é algo que ajuda a gestão financeira a ser ainda melhor.

1.3 Redução do impacto ambiental

O consumo de energia, principalmente a gerada por hidro e termelétricas, causa grandes impactos no meio ambiente. Afinal, se todas as indústrias gastarem mais, será preciso aumentar a matriz energética. Isso leva a construções de novas usinas, maior liberação de carbono e assim sucessivamente.

Quando a indústria consegue diminuir o padrão de uso desse elemento, também reduz a exploração dos recursos naturais, ainda que de forma secundária. É, então, um jeito de assumir uma postura verde e sustentável, o que vem bem a calhar diante das necessidades atuais.

1.4 Garantia de eficiência energética

Principalmente, reduzir o consumo energético não significa comprometer a produção ou desempenho. É possível — e desejável — gastar menos e, mesmo assim, manter ou até melhorar o padrão produtivo.

Tudo isso leva a um conceito muito importante: eficiência energética. Significa que a energia passa a ser usada de forma mais inteligente, estratégica e longe de desperdícios. Com máximo aproveitamento, tanto o negócio quanto a sociedade são favorecidos.

2. Como fazer uma redução de energia eficaz?

Para conseguir os efeitos esperados com total eficiência, não basta apenas definir cortes no uso do recurso. É preciso considerar as necessidades operacionais e produtivas para não prejudicar o desempenho.

Ao mesmo tempo, a redução tem que ser significativa em relação ao que normalmente é gasto. Para conseguir chegar a esse equilíbrio, trouxemos algumas dicas para colocar em prática e obter um ótimo desempenho. Confira!

2.1 Identifique os principais focos de gastos

Antes de tomar uma decisão, qualquer que ela seja, é essencial verificar quais são as áreas que mais geram despesas. Normalmente, é o chão de fábrica o maior responsável pelo consumo, por causa dos equipamentos e maquinário pesado. Isso não é sinônimo de ignorar outros segmentos, como a parte administrativa.

Faça um levantamento de toda a fábrica, como por meio de estimativas versus tempo de operação. Se uma máquina fica ativa durante 8 horas diárias, multiplique o gasto unitário por esse tempo e some aos outros itens. Assim, é possível ter uma ideia clara dos pontos de atenção e das metas que devem ser definidas.

2.2 Oriente e conscientize os colaboradores

Após estabelecer o nível de resultados desejados, é indispensável comunicar aos colaboradores a necessidade de redução. As pessoas devem conhecer o patamar atual, onde se deseja chegar e quais serão as medidas implementadas.

Principalmente, é indispensável conscientizar os colaboradores sobre a relevância que essa redução apresenta. Indústrias que oferecem participação nos lucros, por exemplo, podem usar esse argumento como o principal. O importante é garantir o engajamento e o comprometimento com as ações voltadas para a redução.

2.3 Atualize alguns equipamentos

Máquinas antigas, naturalmente, têm tecnologias e componentes ultrapassados. Esses ativos costumam ter um baixo aproveitamento da potência e consomem bastante energia elétrica. Além disso, o desgaste elevado contribui ainda mais para o aumento desse consumo. Como solução, é interessante trocar equipamentos e máquinas muito antigos.

O melhor é buscar motores eficientes, com selos e recomendações sobre a economia de energia e que ofereçam máxima potência. Também é importante que eles sejam adaptados à produção para que não fiquem sobrecarregados ou subaproveitados. Com esse investimento, a redução gera o retorno do que foi pago em médio e longo prazo.

2.4 Faça a manutenção da rede e das máquinas

Outro ponto crucial é a manutenção dos equipamentos, de forma geral. Mesmo quando são relativamente novas, as máquinas precisam de atenção por parte de uma equipe especializada. Desse jeito, é possível garantir que todos os componentes funcionam de maneira otimizada. Por isso, a manutenção preventiva e a preditiva são tão importantes.

Para melhores resultados, nossa dica é: não pare por aí. Além dos itens do chão de fábrica e demais ambientes, cuide de toda a rede elétrica. A infraestrutura deve ser adequada, justamente, para ser capaz de garantir um consumo correto e até econômico.

É o caso de verificar se a fiação está em bom estado, se há algum superaquecimento ou se é preciso realizar substituições. É um meio de evitar a fuga de corrente e demais desperdícios, o que leva a melhores resultados.

2.5 Faça trocas inteligentes

Também é possível e recomendado realizar algumas substituições que geram pequenas economias, mas que, no total, diminuem os gastos. O principal deles é em relação à iluminação. As lâmpadas de LED podem consumir até 60% menos. Embora uma não faça tanta diferença, dezenas ou centenas delas ajudam a reduzir a conta. Também são mais duráveis, então a economia é dupla.

Outras possibilidades incluem mudar a disposição de componentes, como ao evitar que elementos de refrigeração fiquem em áreas quentes. A maioria dessas trocas não exige muito investimento, então pode ser colocada em prática para gerar melhor desempenho.

2.6 Adote a automação

No ambiente industrial, é cada vez mais comum ver os recursos de automação — principalmente, na linha de produção. Esse jeito de ganhar produtividade e eficiência também é um meio de reduzir o consumo de energia.

A instalação de sensores de presença e de iluminação automatizada, por exemplo, evita o gasto desnecessário. O mesmo vale para equipamentos que podem ser programados para operar na melhor forma, de acordo com a necessidade da rotina. Com a diminuição da interferência humana, há menos chances de erros e melhores possibilidades em relação ao desempenho.

2.7 Pense no isolamento térmico

Para garantir o conforto térmico, é fundamental que a indústria realize um controle de temperatura. Trata-se de uma obrigação trabalhista pensada na ergonomia, além de se conectar ao bem-estar. Por isso, um dos maiores custos tem a ver com a refrigeração do ambiente, tanto quanto possível.

Para diminuir essas despesas e melhorar toda a performance, indicamos o isolamento térmico como uma ótima saída na hora de determinar como reduzir o consumo de energia. Ele consiste em impedir que o calor entre no ambiente e aumente a temperatura. Assim, há um nível ampliado de conforto.

O problema é que a radiação solar é a maior vilã e boa parte das soluções atua apenas para proteger contra a condução. Nesse caso, é preciso pensar muito bem no que será utilizado.

O melhor é recorrer a placas ou a uma manta térmica pensada para combater as três formas de transferência do calor. Após a instalação, o ambiente industrial ficará mais salubre e adequado e exigirá menor necessidade de refrigeração. Como resultado, gasta-se menos com energia elétrica.

2.8 Busque fontes sustentáveis de energia

Além de tudo, é interessante pensar em consumir de um jeito diferente. Nossa ideia é não apenas avaliar a redução no gasto total, mas mudar a fonte para energias sustentáveis.

A energia solar, por exemplo, pode gerar uma ótima capacidade para certos componentes e áreas. A eólica é outra fonte totalmente limpa e ainda é possível pensar em compostos orgânicos, como o biogás. Há cada vez mais possibilidades para substituir a elétrica tradicional e os derivados do petróleo.

Nesses casos, é preciso fazer um investimento maior, mas também há um interesse com olhos no futuro. Desse jeito, é possível levar o seu empreendimento para um novo nível.

3. Redução do consumo de energia é sinônimo de economia?

É fato que a diminuição nos gastos com a conta de luz é um dos fatores preponderantes para pensar em como reduzir o consumo de energia elétrica na indústria. No entanto, o processo tem que ser bem-planejado para causar impactos positivos. Do contrário, a economia é substituída por problemas com a parte operacional ou com a qualidade de fabricação.

Para que a redução realmente gere a performance desejada nas finanças, apresentamos alguns cuidados que devem ser observados.

3.1 Identifique gargalos e pilares

Já que tomar uma decisão informada é tão importante, tudo deve começar pelo reconhecimento de quais pontos são problemáticos e quais são fundamentais. Por um lado, vale conhecer quais elementos gastam demais e até desperdiçam. Por outro, é preciso ver quais são as etapas indispensáveis e que, se forem modificadas incorretamente, prejudicarão a qualidade final.

O melhor é mexer com intensidade nos processos que não têm tantos impactos ou que não causarão prejuízos. Já os pilares exigem maior cuidado, para que a redução não saia pela culatra.

3.2 Faça mudanças controladas

No lugar de implementar todas as transformações de uma vez, a nossa indicação é realizar modificações controladas. O melhor é aplicar, aos poucos, as mudanças previstas para reduzir o consumo de energia.

Implemente as transformações de maneira progressiva para entender como a indústria tem reagido. Algumas modificações, entretanto, só trazem benefícios, como a manutenção e o isolamento térmico. Elas podem ser aplicadas juntas, com outras encarando um controle maior.

3.3 Tome cuidado com soluções alternativas

Para que a redução nos gastos seja efetiva, é essencial evitar soluções que não são consideradas completas. Explicamos: é o que acontece ao realizar uma manutenção parcial ou não manter a consistência de prevenção. Também é o caso de comprar equipamentos baratos — em vez de mais eficientes — ou de não corrigir os problemas das redes.

Se o objetivo é ter sucesso na hora de descobrir como reduzir o consumo de energia e os gastos, é preciso realizar intervenções que realmente sejam efetivas.

3.4 Acompanhe o desempenho

É difícil dizer, apenas no campo das ideias, se uma medida vai gerar redução no consumo ou nos custos de forma contundente. Para não ter dúvidas, o ideal é definir indicadores e verificar a evolução.

Com números, análises e gráficos, vai ficar claro quais são as mudanças que estão fazendo efeito e quais ainda precisam de otimização. Às vezes, a mudança de equipamentos com refrigeração só vai gerar economia real após o isolamento térmico ser implementado. Então, é importante ver como andam os resultados.

4. Como investir em sustentabilidade além do marketing verde?

O marketing verde consiste em iniciativas que demonstram o papel positivo da indústria em relação ao meio ambiente. Quando uma empresa tem ações de reflorestamento e divulga para o público, ela realiza o marketing verde.

Trata-se de um componente importante diante das demandas atuais da sociedade, mas ele não basta. Por isso, é preciso pensar em como investir na sustentabilidade de forma robusta e que vá além do marketing. Quer descobrir? Venha conosco!

4.1 Trabalhe a produtividade

Quanto mais produtiva é uma indústria, menores tendem a ser os impactos sobre o meio ambiente. Basicamente, a indústria consegue fazer mais com os mesmos recursos, o que evita explorações desnecessárias.

Então, para ir além do marketing verde, é preciso fomentar a produtividade. A automação é um caminho e a motivação do capital humano é outro. Criar um ambiente agradável e engajador faz com que as pessoas entreguem melhores resultados. Como o bem-estar é uma questão relevante, novamente o conforto térmico e a necessidade de isolamento surgem como uma das soluções.

4.2 Planeje ações realmente efetivas

O marketing tem muito a ver com comunicar uma mensagem. O problema é que nem sempre ela tem impactos práticos ou que são importantes. Para ampliar a sustentabilidade, recomendamos buscar medidas que demonstrem uma elevação no nível de eficiência.

Isso significa focar em diminuir a exploração do planeta e dar uma atenção maior a questões que fazem a diferença. Gerar resultados positivos consistentes é muito mais importante que apenas comunicá-los, então deve ser levado em conta.

4.3 Pense no longo prazo

A sustentabilidade não se estabelece da noite para o dia. Trata-se de um processo contínuo de transformação e adaptação. O desenvolvimento, considerando essa abordagem, precisa passar por várias modificações conforme ele acontece.

É por isso que todas as medidas devem ser tomadas com o pensamento no longo prazo. Entender que as decisões de agora impactam o futuro é um caminho para garantir que todos possam aproveitar os recursos sem preocupação.

5. A redução no consumo de energia pode gerar mais lucros para a empresa?

Dissemos que um dos impactos ao adotar as medidas para reduzir o consumo de energia é a redução das despesas gerais. Mas será que isso significa que existe um aumento no lucro?

Com uma margem ampliada, a indústria tem a chance de atuar de forma consistente. A princípio, diminuir os gastos é um jeito de ampliar os lucros. No entanto, outros impactos dessas medidas também podem aumentar a receita. A seguir, veja quais são os principais pontos responsáveis nesse sentido.

5.1 Aumento de produtividade

Você viu que falamos que empregar essas ações é um jeito de elevar a capacidade produtiva. A automação e o conforto térmico são dois grandes fatores que levam a esse resultado.

Se a indústria é capaz de produzir mais e com maior eficiência, também consegue lucrar mais. No final, os custos para a fabricação caem e, mantido o preço, a margem aumenta. É um jeito eficiente de capitalizar e, por exemplo, realizar o pagamento dos investimentos nas melhorias.

5.2 Melhoria na imagem do negócio

Outro ponto importante é que o marketing verde e a sustentabilidade ajudam a construir uma imagem mais positiva perante parceiros, possíveis clientes e até profissionais. Surgir com um pensamento ecológico é um jeito de atender a uma demanda crescente da sociedade, que deseja consumir com responsabilidade.

Com uma imagem melhor, há vários pontos positivos que levam ao aumento dos lucros. É mais fácil estabelecer parcerias de valor e, com isso, unir forças em busca de objetivos em comum. Também há maior atração de talentos, o que simplifica a contratação. Para completar, ocorre um posicionamento melhor perante o público.

5.3 Diferenciação do empreendimento

Pode não parecer, mas saber como reduzir o consumo de energia gera mudanças que não são apenas internas. A transformação propaga-se e consegue diferenciar a indústria. Especialmente em relação a outros concorrentes que não têm essa preocupação, é possível agregar valor aos produtos e se apresentar como uma opção bem mais interessante e viável.

Esse destaque dos competidores faz com que o negócio tenha novas oportunidades de venda. Ao somar isso ao bom posicionamento e à redução dos gastos, a captação de clientes fica especialmente mais barata. No final, é um jeito de aumentar a lucratividade e garantir outros recursos para o desenvolvimento da atividade.

6. Vale a pena investir em energias renováveis?

Como visto, as fontes renováveis são um ótimo meio de reduzir o consumo de energia. Afinal, a maior parte é natural e obtida sem dificuldades, como no caso do sol e do vento.

Além de tudo, é um meio de ampliar a sustentabilidade e aumentar o pensamento ecológico. No entanto, é comum que muitas indústrias tenham dúvidas se a alternativa realmente é oportuna. Na sequência, veja como definir se vale a pena investir em energias renováveis.

6.1 Entenda os custos e exigências

Para começar, é importante pensar em como será feita a transição. Buscar novas fontes, pelo menos por enquanto, exige a reunião de diversos fatores. É preciso ter investimento, infraestrutura e capacidade de adaptação.

Não adianta pensar em energia eólica se não for possível aproveitá-la no local ou investir em um parque já instalado. Também não vale a pena considerar a solar se os custos não são viáveis no momento. Pese os prós e contras e entenda quais serão os impactos na atuação do negócio.

6.2 Verifique a capacidade de geração

Depois, é preciso identificar quanta energia a instalação pode gerar. Adotar painéis fotovoltaicos é mais barato do que antigamente, mas talvez não seja o bastante. Se a fonte de energia sustentável não puder gerar um valor considerável para os gastos médios, o investimento pode não ser a melhor saída.

O interessante é que a energia renovável responda por alguma fatia significativa para que os impactos sejam especialmente positivos. Com essa análise, inclusive, é possível descobrir qual tipo é o mais recomendado.

6.3 Considere alternativas convenientes

Mesmo que, a princípio, não valha a pena investir em energias renováveis, sempre é possível adotar uma abordagem nesse sentido. O isolamento térmico, como dissemos, ajuda a reduzir a necessidade de refrigeração e gera economia.

Parte desse retorno financeiro pode ser aplicado, justamente, para a adoção de formas sustentáveis e renováveis. Assim, um investimento cobre o outro e o empreendimento não tem dificuldades para fazer a adaptação.

Até aqui, pudemos mostrar por que e como reduzir o consumo de energia na indústria. Agora, é preciso buscar as soluções mais convenientes e implementar as mudanças de forma controlada. No final, a fábrica tem a chance de aproveitar todas as vantagens.

Outras dicas como essas podem ajudar o seu empreendimento. Então, assine a nossa newsletter e não perca as novidades!

Cuidar da temperatura do ambiente de trabalho é fundamental. Esse elemento está relacionado ao conforto, o que impacta diretamente o desempenho e o humor da equipe. Inclusive, é algo ligado a questões de ergonomia e bem-estar. Para conquistar esses resultados, é possível usar o isolamento térmico.

Apesar dos seus bons efeitos, muita gente ainda tem dúvida se o investimento realmente vale a pena. O melhor, então, é entendê-lo de maneira completa para verificar se a alternativa atende a certas expectativas.

A seguir, veja o que é o isolamento térmico e descubra se ele vale a pena.

Afinal, o que é o isolamento térmico?

O calor transfere-se de um ponto quente para o mais frio, até que as temperaturas atinjam o equilíbrio (fiquem iguais). A partir dessa mesma lógica, pense em uma fábrica: se, do lado de fora, a temperatura é de 30°C, enquanto no lado de dentro a temperatura é de 20°C, a tendência é que ambos os espaços atinjam 25°C.

No entanto, a menor elevação da temperatura dentro de um lugar como esse pode trazer desconforto às pessoas que ali estão. Afinal, um ambiente de trabalho inclui vários outros elementos, como máquinas, que também dissipam calor.

O isolamento térmico, por sua vez, busca deixar um espaço protegido contra a perda e absorção de temperatura. Guardadas as proporções, é como uma garrafa térmica.

Esse processo utiliza materiais que impedem ou diminuem a transferência de calor. Assim, ajudam a garantir o conforto térmico dentro do edifício, como um ambiente comercial, industrial ou residencial.

Quais são os benefícios?

Recorrer a um bom sistema de isolamento térmico traz vantagens de diversos tipos. Para os empreendimentos, com destaque, é possível obter resultados melhores em várias esferas. A seguir, entenda quais são os pontos positivos de realizar o investimento.

Garantia de economia

A eficiência energética é um aspecto essencial para qualquer empreendimento. Quando a energia elétrica é usada da melhor forma, há uma redução com os custos na conta de luz ao final do mês. Para a empresa, ter menos despesa significa ter melhores possibilidades de investimento. Afinal, a energia mais barata é a que não se utiliza.

Com o isolamento térmico, isso é favorecido, porque não é preciso usar um sistema de climatização tão intenso. Além disso, não há perdas da atmosfera climatizada, o que garante melhor desempenho e menor gasto de energia.

Aumento do conforto

A temperatura é um dos fatores mais importantes para o bem-estar. Se ela estiver muito alta ou baixa, é difícil permanecer no ambiente por muito tempo — especialmente em uma jornada de trabalho. Então, recorrer ao isolamento térmico é um jeito de ampliar o conforto.

Isso garante que as pessoas não tenham de lidar com os incômodos da temperatura e, ao final, trata-se de algo que ainda melhora a percepção sobre o local de trabalho.

Aumento da produtividade

Estar em um espaço agradável, em todos os sentidos, é importante para que as pessoas possam trabalhar melhor. Em relação ao conforto, um estudo já identificou que estar em um bom ambiente é determinante para a produtividade.

É verificável que ocorre o aumento de erros por parte das pessoas e do risco de acidentes por conta do desconforto. As instalações inadequadas propiciam a baixa concentração, o desânimo e alta sensação de incômodo.

Mas, ao cuidar das questões térmicas e, portanto, do bem-estar, é possível obter um bom desempenho da equipe. As pessoas conseguem focar nos seus resultados, sem se preocupar com sensações desagradáveis, como o calor em excesso.

Inclusive, há pesquisas que afirmam que o calor prejudica a performance cognitiva e que atuar na temperatura ideal ajuda a memória. Assim, é possível conquistar melhores resultados ao potencializar o desempenho.

Redução de problemas de saúde

A temperatura fora dos padrões adequados pode gerar várias condições nocivas à saúde. Além da desidratação, o excesso de calor pode motivar crises hipertensivas, quedas de pressão e outros quadros. Para o negócio, isso significa ter muitas licenças e afastamentos.

Por outro lado, com o cuidado com esse elemento, toda a equipe tem a saúde favorecida. É fácil desempenhar as funções com total segurança, sem que a gestão tenha de lidar com as consequências do absenteísmo.

Diminuição de problemas trabalhistas

De acordo com a Norma Regulamentadora 17 (NR-17), uma das determinações quanto à segurança e à saúde do trabalho é oferecer as condições adequadas de ergonomia. A ergonomia, portanto, é uma das obrigações de qualquer empregador. Com a temperatura incorreta, por outro lado, é muito mais difícil obter esse efeito.

Com o isolamento térmico, é possível adequar o espaço e garantir a climatização, ao usar o ar-condicionado conforme o necessário. Isso cria, acima de tudo, um ambiente de trabalho mais saudável. Assim, há uma redução nos processos e disputas trabalhistas, o que garante melhores resultados para o empreendimento.

Aumento da retenção de talentos

Você sabia que o clima organizacional é determinante para manter os profissionais no negócio? Além de contar com boas relações pessoais, as condições físicas devem ser adequadas.

Um ambiente sempre quente e abafado gera desmotivação, desconforto e problemas de saúde, como visto. Ao final, isso faz com que as pessoas procurem outros locais para trabalhar, o que leva a custos e dificuldades. Com o isolamento, por outro lado, o local é favorecido e há uma retenção ampliada de profissionais.

O investimento em isolamento térmico vale a pena?

Mesmo diante dos benefícios, é comum que haja dúvida se o investimento é, realmente, interessante. O fato é que qualquer empreendimento que deseja atingir novos resultados deve considerar essa possibilidade.

A economia em relação à conta de luz, por exemplo, faz com que o investimento tenha um retorno em pouco tempo. Depois que o gasto inicial é quitado, todos os recursos economizados podem ser utilizados pelo negócio para novos investimentos, por exemplo.

A melhoria em relação à equipe, entretanto, é especialmente vantajosa. Graças a esse aspecto, os profissionais se tornam mais engajados, comprometidos e produtivos. Além disso, a permanência maior desses profissionais na empresa gera resultados mais significativos.

Para completar, a responsabilidade social do empreendimento é favorecida. Ou seja, ele se posiciona com uma boa reputação no mercado — e todos esses aspectos contribuem positivamente para o seu desempenho.

O isolamento térmico é essencial para que uma empresa tenha resultados melhores. Quando é bem executado, garante mais produtividade e ótimo retorno, o que justifica o investimento nessa possibilidade.

Como esse investimento é realizado com materiais especiais, aproveite e veja se é melhor recorrer à telha sanduíche ou a uma manta térmica 3TC.

O controle de temperatura é essencial para muitos empreendimentos. Em primeiro lugar, existe a recomendação do Ministério do Trabalho e da Norma Regulamentadora 17. Como trata da ergonomia, o documento estabelece os níveis de calor e frio ideais. Seu cumprimento é obrigatório e ajuda a evitar processos trabalhistas.

Além disso, há empreendimentos que precisam cuidar da conservação de elementos. Frigoríficos, por exemplo, devem lutar conta o ganho de calor nas câmaras frias para não perderem os produtos. Em todos os casos, é essencial dispor dos mecanismos certos.

Mas, afinal, como realizar o controle de temperatura na empresa da forma adequada? A seguir, veja algumas dicas para conseguir colocar essa etapa em prática.

Utilização de equipamentos

Há muitas soluções eletrônicas que auxiliam os empreendimentos a acompanhar a temperatura de um determinado ambiente. A maior parte deles não ajuda a evitar que as mudanças aconteçam, mas oferecem uma visibilidade ampliada.

Nesse sentido, o controlador de temperatura é um dos mais importantes. Ele funciona como uma espécie de relógio, mas a informação que ele oferece é o quão quente ou frio está um determinado lugar ou objeto. Dependendo do caso, apresenta precisão de décimos, o que garante máximo acompanhamento.

Também é possível recorrer a chips de transmissão instantânea, termostatos e elementos do tipo. Eles ajudam a acompanhar o nível de calor ou frio de um ambiente e a verificar se tudo está dentro do esperado.

Há, ainda, os sistemas voltados para a mudança de temperatura — não só para o controle. Climatizadores e itens relacionados são opções utilizadas com frequência.

Os chillers, por exemplo, resfriam quantidades de água que “roubam” o calor do ar, de acordo com os parâmetros desejados. Já o rooftop é uma espécie de ar-condicionado, enquanto o fan coil é um tipo de ventilador de grande capacidade.

Todos esses elementos ajudam a dissipar calor do ambiente, o que garante um resultado muito mais confortável para vários pontos. No entanto, ainda assim é preciso se preocupar com o controle de temperatura para que ele fique em níveis adequados.

Projeto arquitetônico

A forma como o espaço se apresenta também tem tudo a ver com a temperatura percebida e com o nível de acompanhamento obtido. Dependendo das escolhas, um ambiente sai prejudicado por causa das suas características construtivas. Por isso, um bom projeto arquitetônico é fundamental.

É preciso pensar, por exemplo, no posicionamento do local. Um frigorífico localizado em uma área de grande incidência solar não oferece os resultados esperados. Então, vale considerar mudá-lo dentro da planta ou mesmo criar barreiras de proteção para impedir o aumento de temperatura.

Também é necessário refletir sobre questões como o telhado, as paredes, a ventilação natural e até nos revestimentos. O grande problema é que essas decisões podem não estar disponíveis para um imóvel que já está erguido.

Em casos do tipo, é recomendado adaptar soluções aos espaços já existentes. Assim, é possível conquistar um controle de temperatura muito efetivo.

Uso de isolamento térmico

O isolamento térmico é um processo semelhante ao funcionamento de uma garrafa térmica. Ele conta com materiais que ajudam a evitar a absorção e a troca de calor entre dois ambientes. Então, é possível garantir maior controle do nível de temperatura em certo espaço.

Para empresas que precisam dar máxima atenção a esse aspecto, trata-se de uma solução conveniente. Com bons produtos de proteção, é possível evitar que o calor seja transmitido pelas três formas: condução, convecção e radiação. Assim, mesmo que esteja muito quente do lado de forma, o interior permanece agradável.

O contrário também acontece. Quando está mais frio na parte externa, é comum que o imóvel comercial perca calor. Em vários casos, a troca não é interessante. Então, o isolamento ajuda a evitar que esse caminho seja percorrido.

O melhor jeito de conquistar tais impactos é por meio da seleção de uma solução funcional. Normalmente, o uso de uma manta térmica e/ou de placas especiais garante o bom desempenho. A instalação tem que ser feita de maneira adequada e o ideal é optar por uma alternativa versátil, que se adapte a qualquer tipo de construção.

Dependendo do caso, trata-se de uma etapa que pode fazer parte do projeto arquitetônico. Do contrário, é possível realizar a aplicação e o isolamento com o ambiente já em uso e sem dificuldades.

Adoção de múltiplas soluções

O controle de temperatura de indústrias e empresas não tem que ser feito de uma só maneira. Na verdade, é até mais produtivo unir diversas alternativas em um projeto para obter o máximo desempenho.

Então, essas soluções podem — e devem — ser conjugadas para a conquista de um efeito melhor. O controlador de temperatura, por exemplo, ajuda a garantir uma avaliação sobre os números, de modo a mantê-los dentro da faixa esperada.

Já a climatização auxilia a vencer o nível elevado de calor. Com um bom projeto, é possível diminuir a temperatura do ambiente de um jeito consistente e que permite atingir os parâmetros específicos.

Por outro lado, o projeto arquitetônico reduz a necessidade de uso de equipamentos, já que explora o local da melhor maneira. Com tanto planejamento, fica fácil fugir de imprevistos e de cenários pouco desejáveis, como a flutuação da temperatura ao longo do tempo.

Para completar, o isolamento térmico garante a eficiência de todas as outras soluções. Não adianta ter um sistema de climatização robusto e sofrer com a transmissão de calor que vem do ambiente externo. Isso só aumenta a necessidade de potência, o que leva a um gasto muito maior de energia elétrica.

Com um bom recurso de isolamento, o espaço fica protegido contra a perda ou o ganho de calor da parte de fora. Com maior controle, basta usar os recursos necessários para chegar ao patamar desejado, o qual será mantido com facilidade.

O controle de temperatura em indústrias e empresas está ligado à qualidade e à segurança. Com essas soluções, é viável garantir que o espaço tenha as características adequadas para a execução dos diversos processos.

O que você pensa sobre essas possibilidades? Conte nos comentários e não deixe de participar!

A compra e instalação de um aparelho de ar condicionado já foi considerada artigo de luxo, um eletrodoméstico para poucos. Recentemente, com o aumento da temperatura global, e o calor absurdo que vem fazendo, cada vez mais pessoas incluem um ar condicionado como indispensável. Ainda mais para pessoas que vivem nas regiões mais quentes do país e empresas que precisam da instalação do mesmo para o controle da temperatura. O crescimento da utilização de aparelhos climatizadores causa um impacto no consumo de energia, e o impacto na conta de luz é tão certa quando o conforto térmico proporcionado por este eletrodoméstico: o mais pesquisado e almejado nas épocas de calor.  Investir em um aparelho de ar condicionado é uma decisão a ser tomada com muita cautela. Além do custo do aparelho, é preciso considerar alguns fatores, dentre eles:

  • o custo da instalação
  • custo de manutenção
  • potência adequada
  • consumo de energia elétrica

O fator consumo de energia elétrica talvez seja o mais custoso, pois o custo da energia só aumenta a cada ano. Por isso compilamos nesse post algumas informações importantes. Antes de comprar um ar condicionado, saiba quais as dúvidas mais comuns e as respostas para estes problemas. Veja abaixo as dúvidas mais frequentes de quem quer comprar um ar condicionado, e se informe para não cair em pegadinhas!

O que é um ar-condicionado?

O condicionamento do ar é um sistema que refrigera ou esquenta ambientes fechados, podendo até melhorar a qualidade do ar, umidade e circulação com a opção do controle da temperatura desejada para o ambiente.

O ar condicionado tem como principal objetivo deixar ambientes em temperaturas agradáveis criando uma sensação de conforto térmico. Hoje um aparelho de ar condicionado pode até possuir função de refrigeração, aquecimento, ventilação, umidificação, desumidificação, e até mesmo filtro que retêm bactérias, ácaros e vírus da “gripe suína”, o H1N1.

Como funciona um ar condicionado?

O princípio de funcionamento dos condicionadores de ar, nada mais é do que a troca de temperatura do ambiente, através da passagem de ar pela serpentina do evaporador que por contato sofre queda ou aumento de temperatura, dependendo do ciclo utilizado, baixando a umidade relativa do ar.

Quando alcançado a temperatura desejada se faz uma leitura através de um sensor (termostato) localizado no evaporador, que este, por sua vez, desliga o compressor, fazendo com que o equipamento mantenha a temperatura. Variações na temperatura estipulada aciona-se novamente o compressor que é responsável pela circulação do gás refrigerante dentro do sistema.

Quais as funções de um aparelho de ar condicionado?

Nem sempre todos os condicionadores de ar possuem as mesmas funções. Existem diversos tipos de sistemas, onde cada um possui uma tecnologia ou uma característica diferente, dentre estas estão:

  • refrigeração
  • aquecimento
  • desumidificação
  • umidificação
  • ventilação
  • filtragem
  • automação

Quais os modelos de aparelhos de ar condicionado?

Existem aparelhos indicados para uso industrial ou residencial, dependendo do tamanho do espaço, e das peculiaridades do ambiente. São elas: utilização de isolamento térmico, número de máquinas/eletrodomésticos, tamanho do ambiente, número de ocupantes. Estes são alguns dos fatores necessários para o cálculo de potência que falaremos a seguir.

A linha industrial são produtos que necessariamente precisam de um projeto e especificações. Precisam ser realizados por engenheiros capacitados, com sistema de distribuição central, afim de climatizar todo um ambiente. Alguns sistemas possuem controle por quarto ou compartimentação do local, e alguns possuem sistema inteligente. Esta linha é a mais indicada para shoppings, galpões climatizados, prédios comercias, obras de grande porte.

Na linha residencial você encontrará produtos da categoria janela, Split ou VRF. Estes são aparelhos que comportam e se adaptam na climatização de apenas um cômodo. Nestes casos o cálculo de potência é feito apenas para aquele local. Este tipo de ar condicionado é indicado para aqueles que querem climatizar uma sala de escritório, um quarto/cômodo em uma casa. Ou seja, para a utilização em ambientes pequenos.

Como escolher a potência do seu ar-condicionado?

Existem várias maneiras diferente de se calcular a potência correta de um aparelho de ar condicionado, e deve-se levar em conta diversos fatores, como número de ocupantes, tamanho do ambiente, número de aparelhos eletrônicos, utilização de isolantes térmicos. Caso queira calcular a potência, temos uma calculadora de BTUs para você comprar o tamanho adequado, sem gastar energia extra, nem ficar insatisfeito com o resultado, e também um post explicando o que significa BTU, e como ele influencia diretamente na compra do aparelho de ar condicionado.

Qual a diferença entre o condicionador de janela e ar Split?

O condicionador de janela são os aparelhos compactos, produtos com o corpo único, que pode ser instalado na parede ou na janela, hoje estes produtos estão com tecnologias que possibilitam um baixo consumo de energia. Em contrapartida, eles não são tão silenciosos quanto a linha Split. O evaporador e o condensador ficam juntos dentro do mesmo gabinete. Possui algumas restrições para instalação em determinados edifícios ou residências, como por exemplo, alteração da fachada.

Já o sistema Split é dividido em duas ou mais unidades. Uma unidade externa (condensadora) e uma ou mais unidade internas (evaporadora). A ideia deste produto é diminuir o nível do ruído do aparelho dentro do ambiente, pois o compressor, que é o item com maior nível de ruído, fica na unidade externa (condensadora). A união entre as unidades é feita através de uma tubulação frigorífica, utilizando cobre ou alumínio, revestidos de isolamento térmico. A unidade externa, ou condensadora, é destinada para a mudança do estado do gás para líquido, instalada externamente em local de fácil acesso com distância pré-definida pelo fabricante do equipamento. A unidade interna, ou evaporadora, é destinado ao resfriamento do ar no local a ser condicionado. Podem ser instaladas em paredes, piso, sob o forro, semi-embutida (CASSETE) no forro e embutidas no forro (DUTO).

Qual a capacidade (BTU/hora) ideal do aparelho de ar condicionado?

A potência do ar condicionado é medida através de BTU/hora, que significa, uma unidade de potência: BTU (British Thermal Unit = Unidade Térmica Britânica). Caso queira saber mais, fizemos um post dedicado a essa sigla, para você entender melhor.

Para escolher um ar-condicionado é preciso considerar o tamanho do ambiente, o seu isolamento, a sua exposição ao sol ou sombra, a quantidade de eletrônicos no ambiente e o número de pessoas que frequentarão o lugar. Outro dado importante para sua eficiência é o local onde está instalado. O ideal são paredes voltadas para o leste ou sul, onde a incidência solar não é tão forte. Caso não seja possível evitar raios solares, instale uma proteção para evitar a incidência diretamente no aparelho.

Como mencionado anteriormente, utilize nossa calculadora de BTU para ter uma estimativa precisa.

O que é tecnologia inverter?

Primeiramente você deve saber sobre a tecnologia Inverter é sua eficiência no consumo de energia. Essa tecnologia já existe há alguns anos para modelos de ar condicionado split, e o processo de economia é baseado no melhor aproveitamento da energia, sem picos e muitos desperdícios. Afinal, a energia mais barata é a que não se usa.

A tecnologia Inverter garante um aparelho econômico, durável e principalmente silencioso que refrigera o ambiente de forma constante ao controlar a velocidade do compressor. Por não ficar ligando e desligando como modelos comuns, ele acaba deteriorando menos o motor, reduzindo assim a emissão de ruídos.

Explicando melhor, a tecnologia faz com que o compressor fique sempre ativo. Desta forma não ocorrem picos de voltagem como acontece em aparelhos comuns. O nome da tecnologia, assim como com o 3TC Isolamento, indica o que acontece tecnicamente: ele inverte a frequência que controla a velocidade de compressão do ar.

Desta forma quanto menos calor precisar ser retirado do ambiente, menor será a velocidade do compressor, economizando energia. Para compreender melhor, essa tecnologia pode gerar até 60% de economia se comparada a um aparelho de mesma potência, num mesmo ambiente.

A tecnologia inverter está integrada na unidade exterior. Uma unidade inverter aumentará gradualmente a sua capacidade consoante à capacidade adequada a divisão que se pretende esfriar ou aquecer. Uma unidade não-inverter funcionará no máximo do seu poder todo o tempo, ou seja, há um consumo maior de energia.

Como e quando dar manutenção no seu aparelho de ar condicionado?

A manutenção de aparelhos de ar-condicionado é uma parte importante em garantir a durabilidade de seu aparelho e a qualidade do ar que respira.  A manutenção preventiva do ar-condicionado – prática que vai além da limpeza dos filtros feita a cada quinze dias, deve ser realizada no mínimo uma vez por ano. A manutenção irá prevenir panes, melhorar a qualidade do ar, aumentar a vida útil do aparelho e a eficiência também.

Alguns dos procedimentos de limpeza podem ser feitos pelo dono. Contudo alguns procedimentos são mais complexos, e é mais recomendado a contratação de um profissional. A limpeza dos filtros, já mencionada anteriormente, pode ser feita por você mesmo. Primeiramente, é importante conferir o manual do aparelho para saber como remover e recolocar as partes do ar-condicionado. Além disso, seguindo os passos abaixo é possível dar uma manutenção primária:

  • desligue o ar-condicionado e o retire da tomada;
  • retire o painel frontal do aparelho e o limpe com um pano umedecido;
  • retire também os filtros e os limpe com água morna e detergente ou passe o aspirador;
  • deixe o painel e os filtros secarem na sombra para só então recolocá-los no ar-condicionado.

Limpeza Completa

Para a limpeza completa, o aparelho é totalmente desmontado. Portanto recomenda-se contratar um técnico profissional e autorizado. Nessa manutenção, o aparelho é completamente higienizado com produtos específicos para sua limpeza, o que assim garante sua durabilidade. Vale apontar que a manutenção deve ser feita anualmente para ambientes com pouco uso. Em escritórios e outros ambientes que utilizem o aparelho com frequência, a recomendação é que se faça a manutenção de 6 em 6 meses. Acima de tudo essa manutenção irá promover um ar limpo e climatizado para o ambiente em questão.

 

*Esta publicação foi realizada com a consultoria do Engenheiro João Vítor Mosqueira Moura – CREA-MG 208551/D

O corpo humano possui a habilidade de se adaptar em relação a diversas variações nos ambientes como intensidade sonora, quantidade de oxigênio no ar, oscilações térmicas, etc. Entretanto, mesmo se adequando a essas alterações, devemos destacar os possíveis efeitos colaterais no metabolismo humano, principalmente aqueles decorrentes das trocas de temperatura, já que, nesses casos, o conforto térmico fica consideravelmente comprometido.

É fácil perceber, por exemplo, o quão desgastante é permanecer em locais com temperaturas elevadas, bem como o desconforto contínuo (essencialmente dos pés e das mãos) ao realizar tarefas em ambientes extremamente frios. Dessa forma, seja no calor, seja no frio, é indispensável analisar as consequências da ausência de conforto térmico e entender o quão relevante esse parâmetro pode ser para o nosso cotidiano.

Lendo este post, você vai entender o que é conforto térmico e como alcançá-lo e quais são os impactos desse fator para a saúde do nosso corpo. Confira!

O conceito de conforto térmico

Para definir esse termo, é preciso considerar a combinação de critérios físicos (temperatura, umidade e velocidade do ar), psicológicos (estado mental do indivíduo após alterações ambientais) e fisiológicos (resposta padrão do corpo a uma dada condição externa).

Dessa maneira, conforto térmico nada mais é que a combinação desses fatores, resultando em indicadores térmicos, satisfatórios ou não. Exemplificando, um ambiente que oferece um conforto de temperatura adequado é aquele que se encontra numa faixa estável (geralmente entre 22° C e 24°C) e não apresenta valores extremos de velocidade e umidade do ar — ou seja, viabiliza um cenário propício tanto para a permanência humana quanto para o desempenho de tarefas.

A importância de manter a temperatura adequada

Locais que não são classificados positivamente quanto ao conforto térmico são um problema. Além de afetar a produtividade de uma equipe também pode representar sérios riscos para a saúde. Desse modo, é possível afirmar que, em ambientes onde a temperatura se encontra nos extremos, o nível de concentração de uma pessoa pode diminuir drasticamente, prejudicando a qualidade da atividade que estava sendo realizada.

Outro ponto importante que devemos ressaltar é em relação ao bem-estar, uma vez que é difícil se manter em um local onde a temperatura não está apropriada, o que pode, inclusive, gerar mudanças de humor e alterações fisiológicas mais sérias.

Em ambientes laborais, as consequências de um desconforto térmico podem ser ainda mais acentuadas. Por consequência disto, graves acidentes de trabalho podem acontecer. Isto é, as condições térmicas de um local jamais devem ser negligenciadas, especialmente em espaços onde há contínua permanência humana.

O desequilíbrio térmico e as suas consequências

Como já foi dito, a saúde física e mental sofre em cenários onde há desconforto térmico. Entretanto, os sintomas não são sempre iguais, e isso depende da presença ou da ausência de calor. A seguir, entenda os diferentes casos:

Efeitos sob forte calor

O metabolismo humano é drasticamente afetado em situações em que a temperatura corporal alcança 40° C. Para que isso ocorra, é necessária uma exposição excessiva ao calor, que pode desencadear um estado de hipertermia.

Nessa possibilidade, as principais consequências são:

  • desidratação acentuada (escassez de água no organismo, o que prejudica as reações orgânicas mais básicas do corpo);
  • erupção, com vesículas roxas em áreas da pele onde a incidência de calor for maior;
  • dores e espasmos musculares, agravados no abdômen e nas extremidades;
  • desequilíbrio neurológico (o que implica sérias alterações sensoriais);
  • fraqueza muscular, a qual pode se prolongar por dias caso a exposição à alta temperatura seja extrema;
  • dificuldade de concentração, que pode levar a quadros de ansiedade e estresse.

Medidas preventivas e corretivas

Cabe destacar alguns pontos referentes ao estado de hipertermia, tanto para evitá-lo quanto para amenizá-lo. Para situações em que não há conforto térmico e a temperatura ambiente alcança patamares elevados, devemos:

  • providenciar o resfriamento rápido do corpo, com a estadia prolongada em uma área fresca e arejada;
  • intensificar a ingestão de água ou bebidas isotônicas;
  • evitar comidas pesadas e grandes intervalos de tempo entre as refeições;
  • prevenir o desenvolvimento de doenças dermatológicas em situações onde há exposição solar, através do uso de pomadas e cremes de proteção contra raios ultravioleta;
  • vestir óculos, chapéus e roupas que protegem a pele de raios solares;
  • aplicar bolsas de gelo nas articulações (no caso de início de quadros de fraqueza e dores musculares).

Efeitos sob baixa temperatura

Já em ocasiões onde há desconforto térmico, devido à temperatura baixa, o corpo humano está sujeito a um processo chamado de hipotermia (inicia-se abaixo de 35° C).

Dessa forma, os efeitos no organismo são:

  • arrepios e dormência nas mãos;
  • dificuldade de locomoção pela ausência de circulação sanguínea nas articulações;
  • cansaço excessivo;
  • perda da consciência e diminuição da frequência cardíaca em situações onde a exposição ao frio é elevada.

Medidas preventivas e corretivas

Em relação ao quadro de hipotermia, os cuidados são:

  • manter o corpo em constante movimento, beneficiando, dessa forma, a circulação sanguínea;
  • usar vestimenta adequada (especialmente para proteger a cabeça);
  • substituir roupas molhadas se a umidade do ambiente for elevada.

Os cuidados para alcançar o conforto térmico

Existem lugares (principalmente em ambientes industriais) em que há tarefas para serem realizadas, porém, inevitavelmente, apresentam temperatura fora do intervalo ideal. Para esse contexto, a utilização tanto de Equipamentos de Proteção Individual (EPIs) quanto de Equipamentos de Proteção Coletiva (EPCs) é indispensável.

Já para ambientes domésticos e estabelecimentos comerciais, em geral, caso haja alguma região na qual as condições térmicas não são favoráveis, uma boa solução é providenciar a instalação de um isolante térmico. Assim, por meio de mantas térmicas, o conforto térmico fica garantido de maneira simples e eficiente.

Como vimos neste conteúdo, é essencial garantir o conforto térmico. Seja nos espaços de trabalho ou nos ambientes residenciais. Portanto, vale ressaltar que além de permanecer em uma área arejada e com a devida ventilação é importante providenciarmos locais que proporcionem conforto e bem-estar, pois isso reflete positivamente tanto no humor quanto na produtividade de uma pessoa, além de assegurar e preservar o seu maior patrimônio: a saúde.

Achou o assunto interessante? Então, compartilhe este post em suas redes sociais e ajude a difundir informações acerca da importância do conforto térmico!

Hoje em dias novos projetos e reformas na construção civil estão em todos os lugares. As preocupações de quem está realizando ou pagando pelo serviço são as mesmas: custo, tempo de instalação e benefícios. Ou seja, é uma questão de custo e controles. Sendo assim é preciso analisar minuciosamente a relação custo-benefício dos serviços acabados. Pensando nesta questão que tecnologias de instalação fácil, rápida, com um custo acessível surgem no mercado. Tecnologias como o drywall. Hoje em dia existe um movimento para informar e treinar profissionais para capacitá-los a realizar instalações técnicas. Estas tecnologias não são tão novas assim em outros países, mas tem se tornado cada vez mais utilizadas aqui por conta dos vários benefícios.

O que é Drywall?

Drywall em tradução livre significa “parede seca”, e está relacionado à construção seca. Da mesma forma, o este método de construção pode incluir forros de gesso, placas cimentícias, woodrame e steelframe. De maneira geral a tecnologia consiste num sistema de vedação composto por uma estrutura metálica de aço galvanizado ou ripas de madeira, e placas ou chapas aparafusadas nesta estrutura. Desta forma esta tecnologia não necessita de argamassa para sua execução, reduzindo assim a quantidade de entulhos e é bem mais rápida. As paredes de Drywall fazem parte da construção a seco.

A propósito, prédios inteiros estão sendo construídos desta forma hoje em dia. Por causa da praticidade, o drywall é mais utilizado em reformas, principalmente em escritórios, lojas e salas comerciais. Esta tecnologia reduz e muito o tempo de duração se comparado a um sistema de alvenaria tradicional, com menos entulho. De acordo com a Associação brasileira do Drywall o consumo do material no ano de 2013 foi de 50 milhões de metros quadrados.

3TC Isolamento - Drywall

Cada obra tem uma característica diferente e necessidade diferente, por isso as placas de drywall possuem algumas alternativas que podem ser priorizadas. Exatamente por isso compilamos a lista abaixo para que você saiba mais um pouco sobre cada tipo de placa:

Chapas de gesso Standard (ST) Cor branca.

A chapa Standard (ST) é recomendada para uso geral em áreas secas, emprega-se em paredes e forros do sistema drywall.

Chapas de gesso Resistentes à Umidade (RU) Cor verde.

Esta variedade é indicado para os “ambientes molhados”: ambientes sujeito a respingos ou que tenha alta taxa de umidade. Exemplos: banheiros, áreas de serviço, cozinhas, dentre outros. Nestes locais é imprescindível a utilização da chapa verde de drywall do tipo RU, que possui em sua composição química, componentes hidro fugantes, que protegem a superfície contra umidade.

A placa de gesso RU não é a prova d’água e por isso não recomenda ser usado em teto, sobre piscina ou sauna, já que o nível de água/umidade recebida pela placa nestes ambientes é constante, e resultará na deterioração do material. É recomendado apenas como fechamento vertical nas paredes.

Nota importante: é importante realizar a impermeabilização da chapa verde na maioria dos casos. Recomenda-se a impermeabilização da base da parede e revestimentos em drywall com chapas RU, evitando infiltração pelo solo ou pela parede.

Gesso RU

Chapa verde (RU) é a recomendada para assentamento de cerâmica, pois a argamassa colante é misturada com água. No caso de uma chapa Standard, a placa absorve a água e, com o tempo, acaba descolando a cerâmica assentada. Para fixação da cerâmica utiliza-se argamassa tipo AC II ou AC III.

Chapas de Gesso Resistentes ao Fogo (RF) Cor rosa.

Esse tipo de placa de gesso possui, dentro outros componentes, a fibra de vidro em sua fórmula. A fibra de vidro é um material com muita resistência ao calor e ao fogo. Por isso, são bastante indicadas para escadas enclausuradas, saídas de emergência e áreas com risco de incêndio. Resistência ao fogo quer dizer o retardamento das chamas se comparado às chapas ST, obedecendo as normas da NBR 15575.

3TC Isolamento e Drywall ripas de madeira

Chapas de Gesso Acústicas

Um grande problema da construção em drywall consiste no isolamento térmico e acústico da estrutura. Para isso existem as chapas acústicas com poder de absorção e reverberação sonora. Além disso elas também podem contribuir na renovação do ar e são indicadas para restaurantes, bares e locais que necessitam de um reforço no isolamento acústico. Para o isolamento térmico, o produto mais indicado é o 3TC Isolamento de 10mm, garantindo conforto térmico e eficiência energética. Para um reforço acústico, recomenda-se isolamento fibrosos de alta densidade.

Placas Cimentícias

As placas cimentícias costumam ser mais caras que as placas de gesso pois seu método de fabricação precisa de mais recursos. Ela é mais utilizada nas áreas externas por oferecerem mais resistência à ação do tempo que placas de gesso. Além disso o processo de instalação dela é bem parecida com o das placas de gesso. Para não ter problemas, o segredo é seguir as diretrizes técnicas de instalação de cada fabricante.

Algumas vantagens dessa tecnologia incluem a alta durabilidade e resistência ao fogo. Ademais, elas podem receber diversos tipos de acabamento ou revestimentos, como pintura, textura, cerâmica e pastilhas, podendo até mesmo ficarem aparentes.

Desvantagens

A desvantagem das placas cimentícias é que o manuseio é bem mais difícil que das placas de gesso, por serem mais pesadas. Em segundo lugar elas também costumam ter um preço mais elevado tanto do m2 comprado como instalado, justamente por ser um material mais resistente e mais denso. Nesse sentido, na hora de escolher qual a melhor opção para sua finalidade, é importante utilizar o material correto para a finalidade correta. Desta forma consegue-se o melhor acabamento pelo custo-benefício mais adequado.

Caso tenha se interessado pela informação, encontramos um artigo científico que explora muito bem esse tema com diversas citações e com informações mais profundas e detalhadas sobre o tema, principalmente no que diz respeito ao comparativo das paredes de alvenaria e drywall: https://goo.gl/tF1c2Y. O artigo tem autoria de Jordana Tavares Santos e Ligia Eleodora Francovig Rachid.

Se você está com calor na sua casa, empresa ou galpão,  a manta isolante térmica é uma das soluções mais acessíveis do mercado. Ela pode reduzir bastante o calor e a sensação de bafo que sentimos nesses ambientes. Saiba mais sobre essa tecnologia:

O Problema de temperatura

Ao buscar alternativas para o isolamento térmico muitas dúvidas podem surgir. Primeiramente, sabe-se que o telhado é parte determinante quando pensamos em conforto térmico. Isso se deve pelo fato de ser a parte mais exposta ao sol da sua casa, galpão ou edificação. Esta superfície acaba absorvendo cerca de 80% de radiação. Isso não depende de ser um telhado metálico, plástico, de amianto, fibrocimento ou cerâmica, e até mesmo de telha sanduíche. Nos dias quentes, a radiação solar fará com que a temperatura do telhado aumente bastante. Assim sendo, ele transmitirá o calor via radiação para dentro do ambiente, predominantemente por radiação.

Esta radiação é a principal responsável pela sensação de “bafo” dentro de um ambiente. Tudo isso por conta do aquecimento dos telhados e outras superfícies. Por esse motivo, a aplicação de uma manta isolantes térmica de boa qualidade podem ser a solução mais viável. Quando instalada corretamente, ela vai diminuir muito a temperatura interna de um ambiente, bem como a sensação térmica. Mas escolha a manta isolante certa, senão o investimento vai ser em vão.

3TC RR - Igreja Ubá

Os benefícios da manta isolante térmica

De acordo com o Instituto de Pesquisas Tecnológicas (IPT), as mantas isolantes térmicas  refletem entre 70 e 9% de calor provenientes da radiação infravermelha. Com esse mecanismo ela pode resultar em redução de até 20ºC da temperatura interna superficial. É claro que isso também vai depender das condições climáticas, da instalação e dos outros materiais envolvidos na montagem do sistema construtivo. E lembrando, tudo depende da tecnologia em manta isolante escolhida para a instalação.

Outro benefício é a economia de energia. Ainda de acordo com o IPT, a instalação de mantas isolantes refletivas reduz o consumo de energia elétrica em até 70%. Quando utiliza-se de climatizadores, menos temperatura interna quer dizer menos energia para climatizar. Além disso, com isolamento térmico completo possibilita a redução da potência, ou BTUs, de climatizadores.

Além de proporcionar uma temperatura confortável no ambiente, a manta isolante térmica funciona como barreira física. O que isso quer dizer? Ela vai proporcionar uma maior vida útil ao telhado e a estanqueidade da cobertura. Ou seja, proteção contra a umidade característica de qualquer telhado. Dependendo da tecnologia, e método de instalação, ela também pode funcionar como isolante acústico. Este é o caso da manta isolante 3TC.

Como funciona as mantas isolantes térmicas?

Materiais como lã de pet, lã de vidro, isopor, espumas expansivas (poliuretano PU) não funcionam bem como mantas isolantes térmicas. O motivo é simples: essas tecnologias não lidam com a radiação diretamente. Mantas isolantes aluminizadas (foils) e o 3TC funcionam muito melhor para esse tipo de situação. A diferença entre a manta isolantes térmica 3TC e as mantas isolantes aluminizadas como as fornecidas pela Durafoil é que o 3TC não precisa de espaço de ar para refletir o calor, mas o foil sim. Ou seja, é importante calcular o metro quadrado aplicado, pois toda estrutura adicional reflete em custos maiores de instalação. Assim sendo, o 3TC pode otimizar a utilização de espaço interno, é bem fácil de instalar, e se adapta a praticamente qualquer estrutura de telhado.

Dessa forma, mesmo com espessuras menores, a manta isolante térmica pode ser muito eficiente. Por serem vendidas em rolos, são fáceis de instalar. Isto posto, a instalação de mantas não depende de ser uma nova construção ou uma reforma por conta de sua versatilidade. Em alguns casos o 3TC consegue reduzir em 20ºC a tempertura, e os foils costumam reduzir em no máximo 10ºC a temperatura interna. Além disso, o 3TC pode vir na cor Branca para servir de acabamento. Outras mantas térmicas não são indicadas como acabamento,  pois não ficam aceitáveis depois de instaladas, precisando sempre da instalação de forros.

A manta isolante 3TC

A manta isolante térmica 3TC pode ser fabricada em rolos de 10mm, em diferentes tamanhos. Buscamos sempre proporcionar flexibilidade e versatilidade na instalação em subcoberturas ou laje superior de qualquer construção. Por controlar as três formas de transferência de calor, nosso o produto é o ideal para proporcionar conforto térmico adequado. Tudo isso resultando em uma cobertura com durabilidade melhor do que as mantas isolantes tradicionais.

A manta isolante 3TC pode ser utilizada em todos para qualquer tipo de telhas. Sejam elas de cerâmica, fibrocimento, metálica e até telhas de concreto. Além disso podem ser aplicadas em telhados em fase de construção e em reformas também, podendo ser aplicadas até mesmo em lajes. Ela também é atóxica e protege o telhado da proliferação de fungos e bactérias ao criar uma barreira contra a umidade, entrada de fuligem, pequenos insetos e mofo.

Um dos diferenciais da manta isolante térmica 3TC é que ela pode vir com uma das faces na cor branca. E isso não interfere na eficiência do 3TC, mas possui um acabamento melhor para alguns casos. Lembrando que pode ser instalado diretamente nas terças ou abaixo do telhado. A instalação da foto abaixo foi realizada na unidade do Mineirão de Sete Lagoas, do cliente da 3TC Grupo DMA, onde conseguimos mais de 10 graus de diferença de temperatura (da superfície do telhado para a do 3TC), garantindo assim um conforto térmico, sem a necessidade de ar condicionado.

3TC RB - EPA MINEIRÃO

No vídeo abaixo você pode conferir como realizar a instalação em um galpão ou casa que já tenha sido construída. É bem simples e pode ser feita por qualquer pessoa:

Caso tenha se interessado pela Manta Térmica 3TC, solicite um orçamento, sem compromisso: https://www.3tc.com.br/orcamento.