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O desempenho acústico das edificações já foi relegado a segundo plano, no entanto, níveis de ruído excessivo geram stress e problemas aos moradores. A norma regulamentadora do desempenho das edificações passou a vigorar em 2013.

A NR15575: 2013 – Desempenho de Edificações Habitacionais versa sobre os parâmetros máximos e mínimos aceitáveis para sistemas acústicos e térmicos. Acompanhe aqui maiores informações sobre o desempenho acústico das edificações e sistemas avaliados na normativa.

A preocupação com o desempenho acústico

Primeiramente, vamos entender porque o desempenho acústico deve ser observado. A verticalização das cidades é uma boa solução para aproveitamento dos terrenos, mas traz consigo muitas outras questões.

As maiores causas de atritos e stress nos condomínios é o nível de ruído gerado por alguns vizinhos. Para evitar maiores problemas, as edificações devem ser projetadas e executadas atendendo aos requisitos de desempenho.

Além dos sons emitidos por arrastar de móveis, caminhar no apartamento e conversas, por exemplo, as edificações devem ser isoladas de fontes externas de ruído, como barulho de carros na rua, aviões, etc.

Se outrora a preocupação com o desempenho acústico era realidade apenas para edificações de alto padrão, hoje é necessário que todas as edificações adotem medidas para assegurar o conforto do usuário. Outra tendência é a observação do desempenho térmico.

Edificações com melhor isolamento térmico utilizarão menos condicionadores de ar e consequentemente consumirão menos energia durante sua vida útil. Associe sistemas eficientes tanto para instalações acústicas, quanto térmicas!

Sistemas abordados na NBR 155575:2013

A normativa é dividida em seis partes, que considera todos os sistemas da edificação, são elas:

  1. requisitos gerais;
  2. requisitos para os sistemas estruturais;
  3. requisitos para os sistemas de pisos;
  4. requisitos para os sistemas de vedações verticais;
  5. requisitos para os sistemas de coberturas;
  6. requisitos para os sistemas hidrossanitários.

Os níveis de desempenho

A normativa estabelece os padrões de desempenho aceitáveis, mas não é aplicável a edificações já concluídas, ou com a construção em andamento quando da implantação da mesma. As construções provisórias e para fins específicos também não são abordadas na normativa. São verificados os parâmetros de habitabilidade, segurança e sustentabilidade.

Quanto aos níveis de desempenho, a NBR 15575:2013 estabelece que as edificações podem ser enquadradas em três níveis distintos, os quais:

  • mínimo obrigatório (m): é o desempenho que deve ser alcançado pelos sistemas da edificação;
  • indicativos intermediários (i): sistemas com desempenho superior ao mínimo, mas de padrão mediano;
  • superior (s): melhor desempenho segundo a normativa, assegurado pelo uso de sistemas altamente eficientes.

Classificação dos ruídos

Para encontrar as soluções adequadas ao problema de desempenho acústico é necessário compreender a origem dos ruídos. Lembre que é sempre mais fácil e barato considerar os sistemas de isolamento já na fase de projeto.

Ruído de impacto

Sabe o famoso barulho de salto alto da vizinha do piso de cima? Esse é o tipo de ruído de impacto, ele é propagado pela solicitação direta dos elementos construtivos. A transmissão se dá especificamente por meios rígidos, como as lajes da edificação, por exemplo.

O impacto desse tipo de ruído pode ser amenizado com a instalação de mantas de isolamento entre a laje e o piso, colocação de pisos flutuantes e aumento da espessura das lajes. Falaremos melhor sobre as soluções mais adiante!

Segundo a NBR 155575: 2013 os valores para ruídos de impacto são:

  • mínimo obrigatório: na faixa de 66 a 80 dB;
  • intermediário: na faixa de 56 a 65 dB;
  • superior: na faixa abaixo de 55 dB.

Ruído aéreo

Como o próprio nome já diz, o ruído aéreo é aquele propagado pelo ar, portanto é toda fonte de barulho como som dos carros na rua, aviões voando no céu, conversa entre pessoas.

A NBR 155575:2013 estabelece os valores de referência para ruídos aéreos nas seguintes faixas:

  • mínimo obrigatório: na faixa de 45 a 49 dB;
  • intermediário: na faixa de 50 a 54 dB;
  • superior: na faixa acima de 55 dB.

Sistemas da edificação

A normativa estabelece também parâmetros para as instalações como prumadas hidrossanitárias, por exemplo. Todos os sistemas da edificação deverão ser pensados com foco na eficiência e melhor desempenho para o usuário.

Vamos conhecer algumas soluções construtivas para melhorar o desempenho acústico das suas obras!

Sistemas estruturais

Os calculistas de estrutura pensam na otimização dos sistemas, redução de peso e muitas vezes redução de espessura dos elementos, mas, qual é o impacto no desempenho acústico?

As lajes cada vez mais esbeltas tendem a propagar mais os ruídos, por isso, é válido adotar soluções mistas como mantas de isolamento acústico, ou aumentar a espessura da capa de concreto.

Vale ressaltar que o aumento do desempenho acústico não será proporcional ao aumento da espessura do elemento estrutural, por isso, vale avaliar o benefício para o projeto como um todo.

Outra boa ideia é associar o uso de pisos acústicos com lajes de maior espessura.

Sistemas de pisos

Como já mencionamos, o ruído de impacto é um dos principais problemas em prédios, por isso, os sistemas de piso devem trabalhar associados aos sistemas estruturais. Já considere em projeto soluções como mantas de isolamento e pisos flutuantes.

Vedações verticais internas e externas

Nos condomínios horizontais, de casas geminadas, a principal reclamação é o barulho das paredes compartilhadas. Muitas vezes são usadas alvenarias em blocos cerâmicos sem qualquer adicional de isolamento.

Neste caso também é possível mesclar soluções, como parede em alvenaria, manta de isolamento e acabamento interno da parede em gesso acartonado, por exemplo. Ao aumentar a espessura da divisória ganha-se em desempenho acústico.

Os sistemas de esquadrias também impactam na vedação das edificações, por isso, verifique opções com soluções de melhor desempenho acústico. Um exemplo são as esquadrias produzidas com vidro duplo e borrachas de isolamento.

Testes de desempenho

A avaliação de desempenho acústico pode ser realizada in loco ou por cálculos para determinação da faixa de ruído exercido e aceitável. Muitos produtos como esquadrias e mantas de isolamento já chegam ao cliente com os resultados de desempenho atestados em laboratório.

Procure maiores informações e veja qual é a melhor opção para sua construção.

Como vimos, a preocupação com o desempenho acústico das edificações é justificável e deixou de ser algo específico para imóveis de alto padrão. Hoje é possível encontrar muitas soluções e sistemas no mercado.

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Contar com um bom revestimento acústico é importante para praticamente todos os tipos de obra: reformas residenciais, construção de edifícios, projetos de arquitetura corporativa, entre outros. No entanto, como há várias opções no mercado, é preciso escolher o produto certo, que vai entregar os maiores benefícios com o menor preço.

Para isso, você precisa conhecer mais sobre o assunto a fim de poder fazer uma escolha precisa com base nos seus próprios conhecimentos. Então, preparamos este post especialmente para você. Acompanhe!

O que é revestimento acústico?

O isolamento acústico é um conjunto de técnicas e de materiais desenvolvidos para a supressão, a reflexão, a difusão e a absorção de ondas sonoras. Desse modo, é possível reduzir significativamente os a propagação do som de um ambiente para o outro. Assim, pode ser utilizado tanto a entrada quanto a saída de ruídos de uma determinada estrutura.

Isso pode ser feito de várias formas, mas a mais simples e econômica é o chamado revestimento acústico. Com ele, você aplica um material isolante sobre uma superfície da construção, como as paredes, o piso e o teto. Isso pode ser feito com mantas, espumas, sprays etc. Desse modo, você consegue uma instalação rápida, eficiente e barata em comparação com outras técnicas.

Além disso, o revestimento pode ser aplicado em estruturas já prontas sem a necessidade de reconstrução ou de reformas. Isso ajuda bastante nos projetos em que não é viável ou se não deseja fazer uma mudança permanente, visto que os revestimentos podem ser instalados e desinstalados a qualquer momento.

O mais interessante é que várias técnicas podem ser empregadas para conferir um melhor isolamento sonoro. Atualmente, os melhores materiais para isolamento acústico do mercado utilizam uma combinação delas para otimizar a eficiência.

Absorção sonora

É a técnica mais clássica de isolamento sonoro, e você provavelmente já deve tê-la encontrado em diversos ambientes. Nela, são utilizados materiais porosos ou ressonantes — como as espumas e as lãs — para dissipar a energia das ondas sonoras. Desse modo, elas perdem sua força antes de chegar aos nossos ouvidos. Em alguns casos, essa energia pode ser transformada em calor de forma que é importante escolher um isolante sonoro que também ofereça conforto térmico e acústico.

Quando observamos espumas revestindo paredes ou mantas entre lâminas de drywall, por exemplo, estamos observando o emprego da técnica de absorção. Se você observar bem, verá ela sendo aplicada em vários locais, como cinemas, hotéis, escolas, estúdios de música, boates etc. As paredes acolchoadas não são para melhorar o conforto do toque, mas dos nossos ouvidos.

Difusão sonora

A difusão sonora é uma técnica bastante inteligente que se aproveita das características físicas das ondas sonoras. Elas são formadas pelo impacto gerado no ar desde as nossas cordas vocais até os nossos ouvidos. Quanto maior a massa de ar descolada, maior será o som que escutamos.

No entanto, quando elas incidem sobre uma superfície, elas são refletidas em um ângulo de 90º. Assim, quando bate em uma parede lisa, por exemplo, praticamente toda onda será direcionada a uma direção — o que torna o som mais forte. Por outro lado, em uma superfície irregular, há a dissipação da onda em várias direções. Desse modo, a massa de ar deslocada em uma única direção é menor. Como resultado, a energia sonora chega aos nossos ouvidos com uma intensidade muito mais baixa.

Reflexão sonora

Por fim, temos a técnica que também utiliza o ângulo formado pela reflexão das ondas para reduzir a transmissão do som para um determinado ambiente. Nesse caso, busca-se utilizar materiais para aumentar a reflexão sonora de uma estrutura ou para direcionar a onda refletida para fora daquele local.

Por exemplo, algumas construções aproveitam alguns materiais mais densos, como o vidro temperado grosso ou o concreto, para aumentar a capacidade reflexiva das estruturas. Assim, é possível impedir que ruídos entrem ou saiam de um determinado ambiente antes de serem dissipados por múltiplas reflexões.

Desse modo, os revestimentos acústicos conseguem os seguintes objetivos.

​Reduzir os sons dentro de um cômodo

Além de impedir a entrada e a saída de som dentro de um ambiente, o revestimento acústico também auxiliam na redução de efeitos sonoros, como o eco. Desse modo, os sons produzidos internamente não reverberam dentro de um mesmo ambiente. Imagine novamente uma sala de cinema, seria muito incômodo se cada fala ou som de um filme ficassem se repetindo lá dentro.

Por isso, na hora de escolher um revestimento, não se esqueça de que ele não deve somente evitar a transmissão de som para outro ambiente. Ele deve também impedir a reverberação dos ruídos internos. Isso é imprescindível para áreas de lazer, como hotéis e baladas, quanto para corporações, como escritórios.

Reduzir o vazamento de som

Assim como a água, o ar é um fluido, isto é, uma substância que tem a facilidade de escapar por brecha. Um bom revestimento deve garantir uma cobertura completa do ambiente, pois, caso contrário, naturalmente o som encontrará um caminho para escapar. Aqui, temos a superioridade de materiais maleáveis, como as mantas, que podem ser facilmente inseridas em superfícies curvas e ângulos muito agudos.

Qual a importância do isolamento acústico?

A importância do isolamento acústico depende bastante da finalidade da construção (residencial, industrial ou comercial), do ramo do negócio, das atividades exercidas etc. Por exemplo, um estúdio de música precisa de um isolamento praticamente perfeito para obter uma boa qualidade nas gravações. Por outro lado, as residências precisam reduzir uma pequena parte do ruído para melhorar o conforto do local.

No entanto, de forma geral, em qualquer tipo de ambiente, um bom controle de ruídos é importante para a saúde e o bem-estar das pessoas. A poluição sonora aumenta o nível dos hormônios do estresse, como o cortisol e a adrenalina, de forma que isso pode gerar um desequilíbrio corporal. Isso predispõe a várias doenças cardiovasculares, como a pressão alta e o acidente vascular cerebral. Trabalhadores expostos constantemente a ruídos por muito tempo têm maior propensão ao desenvolvimento dessas condições.

Por isso, os benefícios com o isolamento acústico superam os custos em qualquer tipo de projeto. Afinal, pode ajudar prevenir despesas hospitalares ou afastamentos do trabalho no caso das empresas.

Além de serem ruins para a saúde, eles também são péssimo para os negócios. Os clientes expostos ao som ficam muito estressados, o que diminui a sua propensão a realizar uma compra com você. Basta reparar: você costuma entrar em ambientes com um mau conforto acústico. Também, eles não vão gostar de esperar que uma transação seja concluída, o que pode fazer com que eles desistam durante o processo.

A questão do isolamento acústico também vai além disso, sendo, em algumas situações uma obrigação legal. Confira o que a norma técnica da ABNT fala sobre o assunto.

NBR 15575

Essa norma se aplica às edificações habitacionais, que deverão começar a implementar recursos de abafamento de sons em sua infraestrutura. Ela versa sobre vários pontos relacionados à higiene, à salubridade e ao conforto termoacústico de construções residenciais. Agora, elas deverão atender a uma série de critérios, como:

  • conter um sistema de vedação de coberturas com o objetivo de otimizar o desempenho acústico e térmico;
  • contar com o isolamento das vedações externas;
  • implementar o isolamento entre os diferentes ambientes internos;
  • incluir o isolamento de ruídos gerados pelo impacto.

Desse modo, a norma busca proteger os moradores de uma residência tanto de ruídos provenientes do ar quanto do solo, o que é realmente uma inovação em relação à regulamentação anterior. Para garantir isso, foram criados alguns critérios de avaliação de qualidade do isolamento:

  • tempo de reverberação, que mede a propagação de ecos no ambiente;
  • equilíbrio do isolamento em várias faixas de frequência de sons, do mais agudo ao mais grave;
  • bloqueio completo dos sons tonais audíveis por seres humanos, como é o caso dos roncos e zumbidos;
  • redução do impacto das variações bruscas de som, como é o caso dos roncos de motores e aviões;
  • uniformização da distribuição do som no ambiente.

Durante uma auditoria ou uma fiscalização no seu projeto, todos esses pontos serão avaliados com instrumentos bastante sensíveis. Portanto, para evitar multas ou a interdição da obra, não deixe de garantir o conforto acústico.

Quais os benefícios de investir nesse revestimento?

Privacidade

O isolamento acústico impede vazamentos de voz de uma construção. Com isso, moradores de uma residência poderão compartilhar suas intimidades sem receio de algum vizinho ouvir. Nas empresas, isso também é essencial, pois os clientes geralmente demandam privacidade durante as negociações e conversas. Também, isso ajuda a evitar o vazamento de segredos corporativos, como estratégias de marketing e estudos de posição de mercado.

As empresas de construção civil também devem ficar atentas ao isolamento acústico, pois isso pode ser um critério que determina a escolha de uma unidade. Ninguém quer comprar um apartamento em que se ouve a conversa dos vizinhos.

Até mesmo dentro das unidades, deve haver o respeito pela privacidade. Por exemplo, um casal provavelmente não quer que os filhos ouçam determinadas conversas, assim como os filhos, em algum momento, passam a demandar por um espaço só seu. Em alguns ramos de serviço, isso é essencial. Por exemplo, as conversas médicas pressupõe sigilo — o que pode ser difícil quando não há um revestimento acústico impedindo que as pessoas na sala de espera ouçam o diálogo dentro de um consultório.

Redução de problemas auditivos

Você sabia que cerca de 1,3 bilhão de pessoas no mundo sofrerão de redução da capacidade auditiva em algum momento da sua vida? De acordo com essa estimativa da Organização Mundial de Saúde, cerca de 10% da população mundial sofrerá com essa condição devido a um histórico de longa exposição a níveis sonoros inadequados.

Prevenção de doenças

Além disso, o efeito da poluição sonora da saúde ajuda a acelerar o surgimento de vários problemas de saúde, como os distúrbios do sono, o estresse crônico, a redução da cognição, transtornos ansiosos e depressivos, entre tantos outros. Portanto, o incômodo gerado pelos sons não é uma questão de “frescura”. Pelo contrário, vários estudos científicos evidenciam o seu impacto na saúde individual e pública.

Conforto

Nas suas casas, as pessoas querem gozar de várias atividades de lazer que demandam um maior silêncio, como assistir a um filme ou a uma série, ouvir música alta etc. Além disso, tanto os adultos quanto as crianças precisam de sossego para descansar e para dormir. Então, a comodidade está diretamente ligada ao conforto sonoro. Imagine-se em um dia agitado de trabalho, tudo o que você quer não é chegar em casa e curtir o silêncio?

Nas empresas e nas indústrias, isso também é essencial para manter os funcionários motivados. As normas de ergonomia na empresa demandam um baixo nível de ruídos, pois eles podem gerar doenças ocupacionais, especialmente nos ambientes com máquinas pesadas. A Norma Regulamentadora nº 15 estabelece vários limites de tolerância para sons e as medidas de proteção adequada para o trabalhador. Nesse contexto, o uso de revestimentos acústicos ajuda sua empresa a garantir a conformidade com a legislação trabalhista.

Comunicação eficaz

Todo mundo sabe o quão difícil é se comunicar em locais ruidosos, pois os sons da fala se misturam com o do ambiente. Isso pode reduzir a eficiência dos processos comunicativos nas empresas, reduzindo a interação entre os profissionais.

Isso pode diminuir significativamente a produtividade dos seus fluxos de trabalho. Afinal, muitas informações poderão ser perdidas ou entendidas incorretamente, levando a atrasos ou à necessidade de refação de tarefas. Isso é um prejuízo facilmente evitado com medidas de isolamento — o que, por si só, já justifica a instalação de revestimentos acústicos urgentemente.

Qualidade de vida

As pessoas expostas a ruídos regularmente podem sofrer com um declínio global das suas capacidades cognitivas. Isso leva a uma redução da capacidade de leitura, aprendizado e entendimento. Por tanto, a poluição sonora afeta várias habilidades importantes no nosso dia a dia, tais como a memória, capacidade de resolução de problemas, tomada de decisões racionais etc.

No trabalho, isso pode representar uma grande perda no desempenho dos funcionários — os quais sofrerão com uma redução da inteligência e da criatividade. Desse modo, sua empresa pode ter contratado os melhores talentos do mercado, mas os riscos ambientais sonoros poderão minar toda o diferencial deles.

Nas residências familiares, esse problema pode ser ainda mais grave. Alguns estudos têm mostrado que a poluição sonora pode causar uma série de problemas no desenvolvimento cognitivo das crianças. Por exemplo, a exposição prolongada a ruídos durante fases mais precoces do crescimento podem afetar a aquisição da linguagem, assim como todas as outras habilidades linguísticas. Portanto, investir em revestimentos acústicos é uma medida de cuidado com seu filho.

Quais os tipos de revestimento acústico?

Lã de vidro

Esse é um material relativamente tradicional quando estamos falando de revestimento acústico. Para fabricá-lo, submete-se a sílica ou o vidro reciclado a altas temperaturas e, depois, são empregadas técnicas de resfriamento que formam fios parecidos com uma lã grossa e áspera.

Entre suas vantagens, está um custo intermediário em comparação a outros materiais, a sua resistência ao fogo e um leve isolamento térmico. No entanto, como atua somente na absorção dos sons, acaba tendo uma eficiência inferior em comparação com tecnologias mais modernas.

Além disso, como não é um material esteticamente bonito e que se desprende facilmente, ele não pode ser instalado nas superfícies externas da parede. Deve ser inserido entre lâminas de gesso, divisórias ou paredes de drywall.

Espumas

Até algum tempo, as espumas estavam presentes em quase todos os projetos de isolamento acústico. Isso porque seu custo era muito baixo em relação a outras tecnologias da época.

No entanto, seus vários problemas acabaram reduzindo bastante o seu uso em quase todos os tipos de ambiente. O mais grave deles é que grande parte das espumas são feitas de subprodutos do petróleo e, portanto, são facilmente inflamáveis.

Quando entram em combustão, acabam também liberando muita fumaça e alguns gases tóxicos. A principal causa de morte em incêndios não é o fogo diretamente, mas a asfixia e a intoxicação. Esse foi o caso do fatídico evento na Boate Kiss, que ocorreu há cerca de uma década.

Algumas novas espumas foram criadas para contornar esse efeito. No entanto, ainda assim, elas ainda não oferecem o conforto acústico, a durabilidade e facilidade de instalação quando comparadas a outros materiais.

Hoje em dia, há várias opções de outros materiais inovadores no mercado — o que tem reduzido bastante a procura por isolamento de espuma.

Lã de rocha

Quando pensamos na dureza das rochas, não imaginamos que elas podem ser utilizadas para fabricar algum tipo de lã. No entanto, ela é uma opção razoável de revestimento. Ela é fabricada a partir de uma pedra vulcânica chamada de diábase, a qual é derretida em fornos de 1500º celsius e reestruturada em fios.

Por esse processo complexo, ela é relativamente cara em relação aos outros materiais. Outro problema, comum a todas as lãs, é a espessura maior, a qual traz mais dificuldades em integrá-las a vários tipos de projeto. Mesmo assim, é capaz de entregar um bom isolamento acústico e térmico, além de ser resistente ao fogo.

Lã de PET

A lã de PET é outra opção cuja utilização tem crescido nos projetos devido ao grande apelo da sustentabilidade na construção civil, pois ela pode ser fabricada com plásticos reciclados. No entanto, são poucos os fabricantes que oferecem certificados de que o material é 100% reciclado. Assim, materiais novos podem acabar sendo utilizados, contribuindo com a produção de plásticos no ambiente.

Como é feita de produtos de petróleo, o PET não oferece um bloqueio às chamas. Caso não receba o tratamento adequado, pode ser inclusive considerado inflamável.

3TC

O 3TC é uma tecnologia totalmente inovadora em isolamento acústico e térmico, que atende a todas as demandas de segurança e qualidade da construção civil. Como é fabricado com materiais e processos inovadores, ele consegue apresentar uma maior eficiência e mais durabilidade quando comparado aos isolamentos tradicionais.

Ademais, conta com um reforço anti-chamas, que consiste em um núcleo de poliestireno expansível e duas películas altamente refletivas que não conduzem eletricidade. Ele é também é extremamente versátil e pode ser utilizado em várias estruturas, como:

Além disso, pode ser utilizado como forro ou manta térmico em vários objetos e equipamentos, como os contêineres, veículos de transporte de carga e de pessoas, ductos de ar-condicionado etc.

Isso é possível, pois é uma tecnologia avançadíssima baseada no funcionamento dos trajes de astronautas. Para isso, ele pensou como uma estratégia de isolamento acústico com ação em todos as técnicas de isolamento — reflexão, absorção e difusão. Isso não é encontrado em nenhum dos materiais tradicionais do mercado, como as lãs e as espumas.

Na forma de painéis ou de mantas, ele consegue ser instalado facilmente em qualquer projeto, podendo ser fixado mecanicamente ou com colas especiais. Também, pode ser inserido entre telhas de alumínio, lâminas de drywall, abaixo de pisos laminados etc.

Como escolher o melhor revestimento acústico?

Facilidade de instalação

Hoje em dia, vivemos em um paradigma de arquitetura e de construção civil simplificado. Então, quanto mais práticos forem os processos e os materiais, melhor para a obra. Assim, é possível conclui-la rapidamente com a maior qualidade possível, o que é bom para todas as partes envolvidas.

Nesse sentido, as mantas de 3TC geralmente são instaladas em poucos dias, pois não precisam de um procedimento complexo ou demorado.

Qualidade do produto

Há vários produtos medíocres no mercado, que prometem vários resultados, mas não entregam. Desse modo, é importante avaliar bastante o seu isolamento acústico. Procure avaliações no mercado e na Internet, pesquise bastante sobre o material utilizado e a reputação da empresa. Somente assim, você conseguirá garantir um produto de qualidade.

Custo-benefício

Esse é outro problema muito comum na hora de escolher um isolamento acústico. Muitas empresas oferecem bons produtos, mas com preços totalmente desproporcionais. Para solucionar isso, faça pesquisa de preços em várias empresas e verifique os benefícios de cada produto.

Quando você escolhe um revestimento acústico adequado para sua obra, com boa durabilidade e qualidade superior, você não precisará nunca mais se preocupar com o assunto. Se você é arquiteto, saberá que seus projetos agradarão os clientes. Se é empresário da construção civil, terá certeza de que está atendendo a legislação. Se você está reformando sua casa, saberá que não precisar trocar o isolamento por muitos e muitos anos.

Agora você que sabe o que é mais importante em um isolamento acústico, quer saber como nossas soluções podem ajudar no seu projeto? Então, entre em contato com a nossa empresa!

O isolamento térmico e acústico nas construções é um recurso utilizado pela engenharia com a finalidade de trazer conforto aos usuários das edificações. Isso porque mantêm a temperatura agradável e reduz o barulho indesejado. No mercado há vários materiais que cumprem bem com essa função, dentre eles a telha sanduíche.

Pensando nisso, criamos este texto com o objetivo de mostrar para você as vantagens de usar um revestimento térmico e acústico na construção, explicando como escolher a melhor solução entre telha sanduíche ou 3TC isolamento.

Então, continue com a leitura e conheça um pouco mais sobre esses materiais!

Porque é importante o isolamento térmico e acústico?

A exposição a ruídos por muito tempo pode acarretar perda auditiva. Os primeiros sintomas a aparecer são os zumbidos, uma percepção de estar com os ouvidos obstruídos e ouvir sons abafados. Os danos auditivos que ocorrem progressivamente são muito difíceis de serem revertidos.

No calor em excesso, o indivíduo apresenta um aumento da excitabilidade, astenia, depressão, inquietação e incapacidade para se concentrar. Nas ocorrências mais graves podem ocorrer modificações físicas, como a desidratação.

Portanto, o isolamento térmico e acústico isola temperatura e ruídos. Um bom projeto deve focar nessa questão, e para isso a utilização de um isolante térmico e acústico se torna essencial. O isolamento é como se fosse feito um envelopamento, que no inverno mantém o calor do lado de dentro e no verão deixa o interior com temperatura mais agradável.

O que é telha sanduíche?

É chamada de sanduíche por apresentar duas camadas externas de material metálico com seu interior constituído por um recheio com propriedades isolantes, que podem ser:

  • poliestireno expandido (EPS);
  • poliuretano (PU);
  • lã de rocha;
  • vidro.

A seguir, destacaremos alguns benefícios da sua utilização como isolamento térmico e acústico na construção.

Redução considerável do ruído externo

Geralmente, reduz em média de 20 a 40 dB da absorção do barulho externo. A característica de barrar o som se deve às particularidades físicas do isolante, como à sua densidade.

Excelente isolamento térmico

Por possuir baixa condutividade térmica, a troca de calor entre o ambiente interno e externo é reduzido em até 90%. Além do mais, se destaca pela excelente resistência à dissipação do calor. Em locais com altas temperaturas, é uma vantagem bastante interessante.

Redução dos custos com a energia elétrica

Por proporcionar um ambiente com temperatura mais amena, é possível economizar energia quando se reduz a utilização de ar-condicionado e ventiladores.

Retardante de chamas

Muito importante para a prevenção e combate a incêndios, principalmente em locais de armazenamento de produtos que facilitam a propagação do fogo.

Telha Sanduíche podem absorver umidade

Problemas como infiltração são evitados com a instalação das telhas, pois dificultam a absorção de água. O controle térmico também evita a condensação e o gotejamento de água. Porém as telhas sanduíches são propícias a absorver a umidade, ganhar peso e criar problemas com o tempo.

Instalação de Telha Sanduíche

As telhas sanduíches podem ser utilizadas em diversos tipos de construção. Por conta do seu peso elevado, ela se mostra complicada em quesitos estruturais, e muitos projetos vão gastar mais por conta disso. Em muitos locais já construídos ela se mostra uma opção mais cara e mais complexa justamente por conta disso. Tenha CERTEZA que o local aonde serão instaladas as telhas possuem estruturação adequada para suportar o peso inicial e o peso depois da absorção de umidade com o tempo.

Material leve

Possui baixo peso em comparação a outro tipo de telha, seu peso varia de 12 a 14 kg por metro quadrado. O investimento influencia positivamente no resultado, fazendo com que a estrutura suporte um peso 70% menor.

Manutenção de Telha Sanduíche

Por se tratar de um material de difícil instalação, a manutenção também é bem complicada. Trocar 1 telha é uma tarefa dificílima, pois uma sequência inteira deverá ser trocada. Além disso, ela é bem suscetível a danos e problemas com o tempo de utilização, além de perder eficiência térmica.

Alta durabilidade e resistência

A telha sanduíche é extremamente resistente a impactos intensos, chuvas fortes e ventania. Sendo que, a manutenção é muito simples, bastando realizar inspeções preventivas nas fixações das telhas.

O que é o 3TC isolamento?

O 3TC é o desfecho de anos de pesquisa e melhoramento em diversas universidades e obras de construção civil no país e no exterior. O desenvolvimento originou um produto muito simples, fácil de aplicar e barato, correspondendo às exigências do mercado brasileiro.

3TC é um isolamento térmico e acústico que apresenta eficiência e durabilidade superiores aos isolamentos tradicionais. Permite o isolamento de até 97% da radiação, além da isolação por convecção e condução.

Utiliza a eficiência do poliestireno expandido (EPS) e possui duas lâminas refletivas que barram os raios infravermelhos. Isso torna o 3TC uma estrutura flexível, impermeável e contínua. É apresentado em duas versões:

  • rolo ou manta térmica;
  • placa ou painel.

Tanto a telha sanduíche como o 3TC isolamento atuam no controle da temperatura, reduzem o desconforto térmico além de proporcionar atenuação acústica. A seguir, apresentaremos algumas vantagens que tornam esse material superior:

  • controle da condução, da convenção e da radiação;
  • versátil;
  • elimina pontes térmicas;
  • vedação;
  • resistente a água e ao mofo;
  • reciclável;
  • durável;
  • isolante acústico;
  • eficiência energética;
  • atóxico;
  • fácil de instalar.

Lembrando que, a instalação do 3TC isolamento não significa aumento nos custos. Sua eficiência térmica proporciona bem-estar tanto no calor quanto no frio, e ainda, gera uma economia de até 35% no consumo de energia. Outra vantagem é que dispensa a instalação de estrutura extra, e por conta dessa característica, se adapta a qualquer ambiente e construção.

Suas características são:

  • isolamento térmico rígido de alta performance;
  • controle das três formas de transferência de calor;
  • produzido com EPS e laminação com películas refletivas;
  • produto certificado.

Pode ser aplicado em:

  • edificações residenciais e comerciais;
  • galpões industriais;
  • agropecuária;
  • construções novas e reformas;
  • pode ser instalado no interior ou exterior das estruturas;
  • embaixo ou sobre o concreto;
  • contêineres, veículos;
  • câmaras frigoríficas;
  • dutos de ar condicionado.

Telha sanduíche ou 3TC isolamento qual utilizar?

Ao analisar as duas opções, é importante compreender os diferenciais de cada material, é isso que garante a melhor escolha para o seu projeto, assim como, seu custo-benefício. Nessa perspectiva, 3TC se destaca como uma solução ideal para coberturas em locais que precisam de conforto térmico e acústico, versátil, durável e com um ótimo retorno financeiro.

Além das vantagens já enumeradas, o produto conta com espessuras de 10 a 100 milímetros. São encontrados na cor branca com forro térmico atendendo à maioria dos casos. Não podemos deixar de destacar que, a instalação do isolamento 3TC evita o rebaixamento do teto. Por ser muito leve não exige cálculos estruturais e seu custo de execução é menor que o da telha sanduíche.

Gostou do assunto? Caso ainda tenha ficado alguma dúvida faça contato conosco. A nossa equipe técnica terá o maior prazer em atendê-lo e solucionar os seus questionamentos. Até breve!

Buscar ideias inovadoras que permitam a redução de custos na indústria pode fazer uma grande diferença para manter uma empresa financeiramente saudável. O desafio se mostra ainda maior para aquelas que funcionam com equipes reduzidas e margens de lucro apertadas.

Por mais que as despesas tributárias estejam em dia e o fluxo de caixa esteja bem, a conta simplesmente não fecha. Mas, não é preciso promover uma transformação muito grande na sua empresa para limitar os gastos. Eficiência e produtividade são temas importantíssimos para tirar o máximo dos gastos da empresa.

Na maioria dos casos, pequenos ajustes e mudanças de hábito geram resultados bastante significativos. Quer saber quais são as principais medidas para controlar as despesas na indústria? Confira nesse artigo que preparamos para você. Boa leitura!

Qual a importância da redução de custos na indústria?

Vender e conseguir contratos são parte importante de quase todas as empresas. O crescimento de uma organização não depende só do quanto arrecada com os seus produtos e serviços, mas também do quanto gasta para produzi-los. Uma empresa pode agradar seus clientes e vender muito. Mesmo assim, se os custos forem maiores que os valores arrecadados, ela não crescerá. Isso é bem óbvio, mas definitivamente as aplicações são complexas.

Por isso, ao pensar em redução de custos na indústria, é necessário realizar um planejamento adequado dos cortes que serão implementados. Antes de qualquer coisa, a seguir, o que você precisa se perguntar.

  • Eu conheço realmente os custos da empresa?
  • Quais os impactos da diminuição dos custos sobre as atividades realizadas?
  • As medidas levantadas poderiam trazer consequências negativas?
  • Quais são os setores que seriam afetados e como?

Assim sendo, o primeiro passo para colocar em prática qualquer ação de redução de custos é compreender profundamente a gestão da sua empresa. Afinal, você não verá resultados ao diminuir os custos de atividades que não têm nenhum impacto nos gastos ou, ainda, modificando processos que provocarão a queda da qualidade de seus produtos.

Quais são as medidas para reduzir os custos na indústria?

Confira agora quais são os principais métodos e recursos que ajudarão a sua empresa a economizar e reduzir os custos de produção.

Contas de água e energia

As contas de água e energia costumam ter valores bastante significativos, mas não há como evitá-las. Dessa forma, diminuir seus valores é um dos bons exemplos de como reduzir os custos nas indústrias.

Para isso, invista em torneiras automáticas e descargas econômicas, substitua as lâmpadas incandescentes pelas de LED e desligue aparelhos que não estão sendo utilizados, como impressoras e monitores.

Uma alternativa interessante é instalar sensores que ligam a luz apenas quando há alguém no ambiente. Essas são alternativas simples, mas que podem ter um efeito significativo ao longo do tempo.

Papel e impressões

Mesmo com o apelo ambiental para diminuir o uso de impressões em papel, alguns tipos de documentos precisam estar fisicamente em mãos. Nesse caso, faça a impressão nos dois lados da folha, o que economizará papel. No mais, busque digitalizar os documentos e utilize as ferramentas de compartilhamento online, como o Google Drive e Dropbox, por exemplo.

Muitas empresas possuem servidores de armazenamento e compartilhamento de informações. Definitivamente são ótimos para a segurança da tecnologia da informação e para economizar recursos de impressão. Alugar ou comprar impressoras adequadas ao volume de impressão ajudam a economizar energia. Escolher papéis reciclados, ou mesmo economizar no uso de papel serão sempre boas práticas.

Dívidas e tarifas bancárias

Busque renegociar possíveis dívidas ou tarifas bancárias com o seu banco, diminuindo as taxas de juros. No entanto, é fundamental estudar previamente se a sua empresa terá condições de lidar com as novas condições propostas. Cada renegociação pode implicar em aumento de taxas e custos, apesar de aumentarem o prazo.

Estoque

Analise os estoques e determine quais são os produtos que estão acumulados e diminua sua produção. Um estoque cheio e com itens parados resulta em perdas financeiras, pois as mercadorias ocupam espaço e podem estragar com o tempo.

Para otimizar o tempo de conferência de estoque, invista em softwares de controle que facilitarão as conferências.

Ferramentas de gestão

Outra ideia inovadora para a redução de custos na indústria são os softwares de gestão. Existem diversos modelos no mercado, que podem ser pagos ou gratuitos.

Uma das suas vantagens é o fácil acesso à qualquer tipo de informação. Pois está reunido em um só local tudo o que você necessita saber sobre a empresa, o que permite a tomada de decisões mais inteligentes.

É possível ver rapidamente e com clareza, quais são as áreas que merecem mais atenção e quais são os processos desnecessários ou que estão desperdiçando algum tipo de recurso. Ainda, existem alguns programas com recursos de inteligência, que lançam alertas automáticos quando aparecem riscos ou oportunidades.

Isolamento térmico e acústico

Os sistemas industriais trabalham com grandes cargas e estruturas complexas. As atividades realizadas, geralmente, transferem calor ao ambiente externo. Isto causa a perda de energia entre o espaço e as máquinas utilizadas nas linhas de produção. Por esse motivo, investir em sistemas de isolamento termoacústico é uma boa opção para a redução de custos na indústria.

O isolamento térmico protege os equipamentos, mantendo a temperatura desejada no local e dificultando a dissipação do calor para outros ambientes. Além de reduzir a conta de energia elétrica, essa estratégia tem impacto no controle de acidentes e ruídos existentes no ambiente industrial.

Um local com temperatura controlada é mais seguro e confortável para as equipes de trabalho na realização de qualquer atividade. Os benefícios vão além: é possível evitar o desgaste excessivo dos equipamentos e prevenir manutenções frequentes.

Planejamento e redução de custos na indústria

Para adotar qualquer um desses exemplos de redução de custos na indústria, é fundamental a realização de um bom planejamento. Estabeleça metas mensais, semestrais, anuais ou no período que melhor se adéque à situação da sua empresa. Mas, evite aplicar qualquer ação sem realizar análises e pesquisas sobre seu negócio e as metas que deseja atingir.

Seja qual for a estratégia tomada para reduzir os custos e ter uma gestão eficiente, é indispensável envolver as equipes nesse processo. O objetivo disso é conscientizá-las sobre as atitudes, fazendo com que participem com novas ideias. Outra dica é incluí-las na definição de metas e, quando forem alcançadas, usar uma parte do valor economizado para premiar as equipes.

A redução de custos na indústria traz benefícios para os negócios e para todos os que participam dos processos. Afinal é sempre positivo incentivar os colaboradores a realizarem suas atividades com maior qualidade e menor desperdício. Além de conservar melhor os equipamentos e o ambiente de trabalho para o bem comum do negócio.

Se você quer saber mais sobre a redução de custos na indústria, não deixe de conferir nosso artigo sobre como reduzir o consumo de energia!

Porém, não é preciso promover uma transformação muito grande na sua empresa para limitar os gastos. Na maioria dos casos, pequenos ajustes e mudanças de hábito geram resultados bastante significativos. Quer saber quais são as principais medidas para controlar as despesas na indústria? Confira nesse artigo que preparamos para você. Boa leitura!

 

Muitas pessoas ainda se encontram com dúvidas sobre como fazer isolamento térmico, processo que garante o conforto térmico de determinados ambientes. Principalmente nas empresas, ele é muito importante para gerar economia e fornecer à equipe, boas condições de trabalho.

Por isso, preparamos esse texto explicando tudo o que você precisa saber sobre o assunto. Confira, a seguir, o que é isolamento térmico, quais tipos existem, qual a importância do isolamento na indústria e muito mais. Não deixe de ler!

O que é o isolamento térmico?

Quando se fala em isolamento térmico, muitas pessoas pensam nos países com alta variação de temperatura entre o verão e inverno. Nesse caso o isolamento é realizado para proteger o interior da construção contra às temperaturas muito baixas.

Entretanto, esse tipo de revestimento pode muito bem ser usado em países como o Brasil. Mesmo que a média de temperatura aqui no verão pode ser superior aos 30°C, e em muitos lugares ficam abaixo de 0ºC no inverno. Assim, o uso de isolante térmico protege o ambiente contra o calor e diminui o consumo de energia elétrica com aparelhos de ventilação e ar condicionado.

Tipos de materiais e mantas térmicas: quais existem?

Alguns materiais diminuem a transferência de calor entre dois lados e por isso são empregados como isolantes térmicos. Conheça os principais itens que cumprem esse propósito:

Manta de lã de vidro

A manta de lã de vidro é um material bem conhecido quando o assunto é isolamento. O material é flexível e incombustível, podendo ser usado principalmente em paredes e telhados. Apesar disso, sua função é mais acústica que térmica (isolamento acústico).

A instalação é considerada difícil e vale ressaltar que a lã de vidro pode causar  bastante coceira e irritação na pele durante a instalação. Pensando nisso,  é necessário que o profissional use os EPIs corretos, como macacão, respirador, luvas e óculos.

Placas de espuma

As placas de espuma são rígidas e, por isso, são cortadas e montadas no local de instalação. Elas fornecem uma boa isolação térmica e podem ser comercializadas na forma de espuma expansiva, que se enrijece no local de aplicação.

Manta asfáltica

A manta asfáltica é um material muito flexível e se adapta facilmente ao local de instalação sem apresentar rachaduras. Ela costuma ser empregada em isolamento para telhados, já que essa parte da estrutura recebe altos níveis de insolação.

A manta asfáltica pode ser encontrada na forma aluminizada, também com o objetivo de reduzir a transmissão de calor. Nas duas formas, esse tipo de manta é mais eficiente na impermeabilização de telhados do que como isolante térmico em si por não ter espaço de ar em sua composição. Dessa forma, muitos clientes acabam ficando insatisfeitos, pois compram o material achando que ele irá resolver seu problema com calor. E, definitivamente, essa não é a finalidade nem o uso técnico recomendado para esse material.

Manta 3TC

A manta 3TC é uma tecnologia que permite o isolamento de até 97% da radiação, além do barrar pela convecção e condução. Ou seja, protege contra as 3 formas de transferência de calor e por isso é tão eficiente. O material dessa manta térmica possui espaço de ar aliada à refletância, o que lhe confere eficiência em praticamente qualquer estrutura da construção civil.

A aplicação é simples, não é preciso realizar reforma para que seja instalada, seja em construções em andamento ou finalizadas.  Essa versatilidade de aplicação permite que em locais de trabalho, por exemplo, o fluxo não seja interrompido durante a sua instalação.

Como fazer um isolamento térmico?

É importante que um profissional avalie a necessidade de isolação térmica da área e informe qual material é o mais indicado. Fatores como facilidade de instalação, preço, versatilidade, resistência à água, mofo, sustentabilidade e durabilidade também devem ser analisados.

É recomendado que alguns materiais sejam instalados durante a construção do imóvel, pois o indicado é que fiquem entre as paredes, antes da camada de revestimento. Esse é o caso de lã de vidro, por exemplo.

Outros tipos de revestimentos, como a manta 3TC,  podem ser instalados sem a necessidade de quebrar paredes, já que na sua forma de manta ela se adapta ao ambiente e pode se ajusta ao tamanho exigido no projeto.

Qual a importância do isolamento térmico em uma empresa?

Saúde

Um isolamento térmico de qualidade não gera apenas conforto térmico, mas contribui para a saúde. O sistema quando bem instalado e usando os materiais certos, tende diminuir a umidade do ambiente. Com isso, diminui também a proliferação de ácaros e mofos que podem resultar em doenças respiratórias aos funcionários.

Economia

Com o controle de temperatura do ambiente, reduz a necessidade em usar outros métodos de refrigeração. Mais conforto e menos gastos.

Produtividade

Nas indústrias, o maquinário pesado é responsável por parte do calor e ruídos gerados, que facilmente podem atrapalhar o desenvolvimento de tarefas e ultrapassar o recomendado pelas leis de segurança no trabalho e ergonomia.

Uma maneira eficiente de reduzir esse incômodo é investindo em isolamento acústico e térmico para promover um ambiente de trabalho mais saudável e menos agressivo.

Qual a forma certa de fazer o isolamento térmico?

Depois de escolher o melhor material para o ambiente que necessita de isolamento, é a hora de fazer a instalação do material. O processo deve seguir as recomendações do fabricante para não reduzir a eficiência do material usado.

Para garantir um bom acabamento na instalação do isolante térmico o ideal é contratar uma empresa especializada em prestar esse tipo de serviço. Dessa maneira, o material é instalado por profissionais qualificados e experientes. Alguns EPI’s (Equipamento de Proteção Individual) devem ser usados para proteção, como luvas e óculos.

O ideal é que o revestimento térmico seja realizado durante a fase da construção, mas também existem formas de adaptar o sistema para construções em funcionamento que não podem ser esvaziadas para receber o isolamento.

A logística para esse tipo de instalação pode ser mais exigente, mas não é impossível de ser realizada. Uma empresa especializada em oferecer soluções dessa natureza é capaz de montar um planejamento para oferecer seu serviço com qualidade.

A manta 3TC é  durável, sustentável e flexível a diferentes estágios de uma construção. Essa tecnologia pode ser usada em diversos ambientes sem o perigo de estragar facilmente. A tecnologia 3TC foi desenvolvida para melhorar o isolamento térmico de ambientes com alta qualidade.

Portanto, vimos que para fazer o isolamento térmico existem vários materiais disponíveis no mercado. O grande diferencial de como fazer isolamento térmico é pesquisar e escolher os materiais indicados e de empresas especializadas para agregar as melhores qualidades e custo-benefício.

Quer saber mais sobre os processos de instalação do sistema de isolamento térmico para a sua construção? Assine a Newsletter da 3TC e fique por dentro das nossas atualizações.

São vários os fatores presentes em um ambiente de trabalho capazes de interferir na produtividade de uma equipe. Dentre esses parâmetros, é fundamental destacarmos as condições ergonômicas oferecidas pelo empregador, visto que, além de se relacionarem com o conforto ocupacional, também possuem ligações com a saúde e o humor da equipe de trabalho.

Infelizmente muitas empresas não dão a devida atenção para as condições ergonômicas disponibilizadas em suas dependências, fato este que é explicado pela falta de conhecimento sobre as várias vantagens ao assegurá-las.

Sendo assim, confira tudo sobre condições ergonômicas.

Conceito de ergonomia no trabalho

A palavra ergonomia remete ao estudo entre a relação ser humano/ambiente laboral. Em outras palavras, é uma análise detalhada sobre todos os elementos de um local que estão diretamente relacionados com o conforto, bem-estar e, acima de tudo, a segurança no trabalho de uma equipe.

Vale ressaltar ainda, que não importa o risco das tarefas a serem desempenhadas, todas elas necessitam de uma análise ergonômica adequada.

Relação entre ergonomia e produtividade da equipe

Esperar que uma equipe de trabalho entregue todo o seu potencial para uma empresa vai muito além de apenas garantir a contratação de excelentes profissionais.

Como exemplo prático, é impossível exigir bons resultados de desempenho de uma equipe que trabalha em um canteiro de obras sem os devidos Equipamentos de Proteção Individua – EPIs, ou de colaboradores que atuem em um escritório com baixa luminosidade e cadeiras desconfortáveis.

Sendo assim, é possível fazer uma associação direta entre a ergonomia e a produtividade de uma equipe, ou seja, quanto melhores as condições de trabalho que um empregador possa oferecer, sem dúvida, melhores serão os resultados de produtividade que a equipe em questão entregará.

Vantagens de um ambiente ergonômico

Podemos destacar as seguintes vantagens ao assegurar a ergonomia em uma empresa:

  • garantir a saúde e segurança do trabalho para todos os membros da empresa;
  • diminuir as chances de ocorrerem acidentes de trabalho, visto que todos os riscos serão previamente analisados e posteriormente traçadas medidas para que sejam neutralizados/reduzidos;
  • melhorar o humor da equipe de trabalho, uma vez que ela será valorizada e desempenhará todas as tarefas com conforto e segurança;
  • aumentar a produtividade dos colaboradores;
  • evitar lesões consequentes de esforços repetitivos, má postura e negligência dos EPIs;
  • possibilitar que atividades laborais sejam desempenhadas seguindo os parâmetros ideais de eficiência, visto que as condições de trabalho estão adequadas.

Normas regulamentadoras

Existem algumas normas regulamentadoras que especificam como que as condições de um determinado ambiente de trabalho precisam estar. Busca-se assegurar o conforto e a segurança da equipe.

Deste modo, os parâmetros que classificam as condições ergonômicas como satisfatórias ou inadequadas não são subjetivos. Isto é, são claramente determinados segundo algumas NRs.

Norma Regulamentadora 15

Tratando das atividades e operações insalubres, a NR 15 tem como principal objetivo estabelecer padrões técnicos para classificar um ambiente ocupacional quanto ao grau de sua insalubridade. Seguir essa norma impacta diretamente na produtividade. Isso de dá por ela colocar limitações em cargas horárias, bem como relaciona-se com o bem estar do colaborador. Isto posto, vai depender de análises, medições e atividades que a própria NR regula e indica como fazer.

Além disso, essa norma prevê um adicional sobre o salário ― conforme as características do risco e a intensidade de exposição ―, para a equipe que desempenha tarefas nestes ambientes identificados como insalubres.

A NR 15 padroniza parâmetros para os seguintes locais de trabalho:

  • presença de ruídos intensos (sejam eles contínuos, sejam eles intermitentes);
  • limite de exposição ao calor;
  • limite de exposição ao frio;
  • exposição às radiações não ionizantes;
  • trabalho em ambientes com alterações na pressão;
  • atividades em áreas com umidade elevada;
  • presença de agentes químicos;
  • elevada concentração de agentes biológicos.

Norma Regulamentadora 18

a NR 18 é uma norma que detalha as condições ergonômicas adequadas para a indústria da construção. Segundo essa norma, é dever do empregador garantir algumas condições básicas em um canteiro de obras. São eles:

  • instalações sanitárias;
  • vestiários;
  • alojamentos;
  • local de refeições;
  • área de lazer;
  • ambulatório, quando se tratar de uma equipe de trabalho com 50 ou mais membros.

Por ser uma indústria com várias ramificações e englobar tarefas de diferentes naturezas, na construção civil, há várias possibilidades de um ambiente ser classificado como insalubre. Entretanto, a NR 18 detalha todas as atividades e as suas respectivas condições ergonômicas ideais.

4 dicas para melhorar a ergonomia no ambiente de trabalho

Uma vez que já sabemos o que é ergonomia, bem como as suas vantagens ao ser garantida em um local de trabalho, é interessante destacar algumas dicas que as viabilizam.

Deste modo, confira 4 orientações para melhorar a ergonomia. São elas:

1. Conheça sua equipe

Estreitar a relação empregador/equipe de trabalho é muito importante para que a comunicação interna seja feita de forma clara, rápida e sem burocracias.

Uma vez que essa comunicação é realizada com eficiência, a equipe se sente mais confortável para sugerir melhores condições ergonômicas quando necessário, viabilizando, dessa forma, ambientes de trabalho mais saudáveis e seguros.

2. Disponibilize todos os EPIs

Como vimos ao longo do conteúdo, a segurança no trabalho é extremamente importante para a garantia de ambientes ergonômicos.

Nesse contexto, vale destacar a importância de disponibilizar todos os Equipamentos de Proteção Individual – EPI para a equipe. Com pouco investimento é assegurando assim, além do conforto ao desempenhar tarefas de risco, locais de trabalho com chances reduzidas de ocorrerem acidentes. Menos acidentes impacta positivamente o passivo trabalhista e também a produtividade.

EPIs básicos

EPIs são os aliados nº 1 de empresas e funcionários para evitar acidentes de trabalho

3. Delimite tarefas

Ao delimitar tarefas, um colaborador vai saber exatamente o que deve saber fazer. Desta forma ele estará menos propício a se expor às atividades que contenham riscos para os quais ele não está protegido.

E para alcançar esse patamar de organização na empresa, é imprescindível que haja uma clara delimitação das tarefas, para que, dessa forma, cada equipe execute apenas o serviço que ela sabe que as condições ergonômicas estão favoráveis.

4. Realize avaliações de desempenho

Muitas vezes um baixo rendimento no trabalho está associado com condições ergonômicas precárias. Baixo rendimento afeta diretamente a produtividade da equipe como um todo. Portanto, é importantíssimo ficar atento a esse fator.

Por esse motivo, realizar avaliações de desempenho periodicamente ajudam a detectar baixos rendimentos de equipes. Uma das causas possíveis é da equipe não estar alocada em um ambiente ergonômico.

Portanto, após entender o conceito de condições ergonômicas e verificar todos os seus benefícios para a produtividade da equipe, é fácil perceber o quão importante esse parâmetro é para as atividades laborais.

Cabe lembrar ainda que a empresa que não garante aos seus colaboradores boas condições de trabalho está sujeita a multas e penalidades trabalhistas, conforme as NRs 15 e 18.

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Para permitir o progresso, a ciência desenvolve componentes e materiais que viabilizam diversas soluções. Ao falar em exploração do espaço, o Mylar é um dos itens relevantes. Em forma de película, é esse elemento que ajuda a resolver vários problemas de equipamentos que estão fora da atmosfera terrestre.

Muita gente não o conhece, mas ele se baseia em uma aplicação simples. Inclusive pode ser adotado no cotidiano e é capaz de gerar grandes benefícios quanto ao conforto térmico. Ao saber mais sobre ele, você tem a chance de explorar um dos recursos importantes para a ciência.

Para não ter dúvidas sobre esse elemento, vamos apresentar o que é o Mylar e por que ele tem tanta relevância. Confira!

O que e como essa película funciona?

Entender a composição dessa película é essencial para descobrir de que se trata. De forma simples, podemos dizer que o Mylar é uma espécie de filme de poliéster. Suas fibras de alta tecnologia são produzidas com polímero estirado. É, portanto, uma película feita com plástico trabalhado para criar fibras de baixa espessura e que se arranjam de um jeito específico.

Apesar de sua espessura bem fina, ele apresenta atuação diferenciada. Além de suportar grandes tensões, tem elevada estabilidade e boa resistência química. No entanto, sua maior característica é a refletividade.

O tratamento dado a essa película faz com que ela receba um aspecto metalizado. Isso garante a reflexão dos raios solares, que não conseguem penetrar nas fibras do material. Então, é uma forma de obter isolamento térmico.

Como foi o Mylar foi desenvolvido ?

O desenvolvimento do Mylar aconteceu após a consolidação do uso de polímeros na economia. Com a popularização dos polímeros, novas formas e soluções foram buscadas.

Na década de 1950, diversas indústrias norte-americanas começaram a trabalhar com o material. Após o estiramento das fibras plásticas, foi possível conquistar um resultado inicial em relação ao que existe hoje.

Em 1955, a película passou a ser usada em filmes fotográficos de escala comercial. Porém, foi nos anos seguintes que ganhou aplicações inovadoras — principalmente por conta da espessura finíssima em que foi empregada.

Qual a importância do Mylar para a Nasa?

O uso do Mylar ganhou força a partir da década 1960. Foi em 1964 que a Nasa utilizou o material com apenas micrômetros de espessura. O processo possibilitou o lançamento de um grande balão metálico que serviu como satélite.

Desde então, a película tem sido aprimorada e usada na agência. Foi diante desse cenário que surgiu o isolamento multicamadas (multi-layer insulation ou MLI, em inglês). Podemos dizer que é uma solução no estilo sanduíche: o Mylar é aplicado nas camadas externas e, no meio dele, há outros materiais que ajudam a garantir os bons resultados.

Esse conjunto é usado, principalmente, nas estações espaciais e nos satélites. A seguir, veja quais são os maiores benefícios da adoção da película na Nasa.

Isolamento térmico das estações espaciais

O objetivo do uso desse material é gerar isolamento térmico dos diversos componentes em órbita. Com a alta capacidade de reflexão, o Mylar impede o ganho de calor por conta da radiação solar. Graças à adoção da tecnologia MLI, ainda consegue prevenir processos de condução e convecção.

Como o ambiente pode ser um tanto hostil por causa das baixas temperaturas, o isolamento também é essencial para evitar a perda excessiva de calor. Além de garantir o funcionamento dos componentes em condições ótimas, é um jeito de manter o conforto dos astronautas.

Facilidade de manutenção

Outra razão para a utilização do Mylar é que ele tem facilidade elevada de aplicação e, portanto, de reparação. Caso ocorra alguma dificuldade ou um processo de perda ou ganho de calor, os próprios astronautas podem fazer os consertos necessários para manter a integridade da estrutura.

Em condições normais, ele não exige manutenção justamente por ser capaz de suportar grandes tensões. Mais que diminuir os custos, é um meio de obter máxima confiabilidade no projeto, o que também amplia a segurança.

Aumento de eficiência energética

Diante do isolamento térmico, a troca de calor pode ser impedida ou, ao menos, reduzida a níveis mínimos. Isso favorece o sistema de regulação de temperatura, o que permite manter a operação dentro dos níveis esperados.

É um jeito de aumentar o nível de eficiência energética, o que é importante para as estruturas espaciais. Com menor exigência de controle de temperatura, há menos riscos de sobreaquecimento ou congelamento de componentes ou de sobrecarga do sistema. Não é à toa que a Nasa utiliza esse componente como uma maneira de obter resultados melhores.

Excelente custo-benefício

A maior parte dos componentes de satélites e estações espaciais custa milhares ou até milhões de reais. Então, buscar soluções que contemplem as necessidades de maneira menos onerosa faz parte do desenvolvimento da Nasa.

Embora envolva muita tecnologia, a película feita com fibras de polímero pode ser considerada econômica — principalmente se avaliarmos o seu bom desempenho. Então, ela se transforma em uma alternativa especialmente atraente, eficiente e capaz de atender às necessidades.

E qual é a aplicação cotidiana?

Embora o Mylar seja essencial para a ciência e tenha empregos que vão ao espaço, ele também pode ser utilizado no cotidiano. Com uma aplicação comercial simplificada, oferece resultados tão positivos quanto aqueles obtidos em satélites e em estações espaciais.

É o caso de uma solução de isolamento térmico. Tanto em casos de mantas térmicas quanto de placas, o conceito se baseia no uso de camadas. Do lado de fora, o Mylar é aplicado para garantir a reflexão dos raios solares. Assim, é possível impedir o aquecimento por radiação, que é a maior vilã da transferência de calor.

Entre as camadas da película refletiva são adicionados componentes como o EPS, o qual forma uma barreira de ar. Isso impede a convecção e a condução, de modo a garantir o isolamento completo. De maneira simples, é como utilizar a proposta de uma garrafa térmica para deixar ambientes protegidos.

O Mylar é uma película refletiva de alta eficiência e que é essencial para a ciência. Otimizado e aplicado em grande escala pela Nasa, também pode fazer parte do seu cotidiano. Com um bom produto de isolamento térmico, podemos afirmar que surge a chance de explorar os resultados desse item.

Ainda tem alguma dúvida sobre o componente? Conte em nossos comentários e participe!

Com o passar do tempo, inevitavelmente surgirão diversas patologias em uma edificação, as quais provocam alguns transtornos indesejados. Entre elas, uma das mais comuns são os problemas em telhados e lajes. Apesar dessa situação parecer interminável, sobretudo no período das chuvas, é possível encontrar soluções viáveis que solucionam essa adversidade.

Para isso, o primeiro passo é conhecer um pouco mais sobre a estrutura do telhado, assim será possível encontrar formas que possam prevenir futuros transtornos. Além disso, é fundamental encontrar as prováveis causas desses problemas, o que permitirá executar a solução mais eficiente. No entanto, o mais importante é descobrir a existência das patologias o mais cedo possível. Qualquer pequeno problema poderá prejudicar a edificação como um todo.

Sabendo disso, reunimos neste guia completo tudo o que você precisa saber para prevenir, identificar e solucionar os principais problemas que são encontrados em telhados e lajes. Tenha uma boa leitura!

1. Qual a importância de ter atenção aos problemas em telhados, lajes e outras coberturas?

Para exercer a sua função, uma edificação é constituída de várias estruturas que devem trabalhar em conjunto. Dessa forma, caso alguma delas sofra de alguma patologia, é possível que ocorram problemas nas demais partes dessa construção. Portanto, é fundamental ficar atento ao surgimento de defeitos que possam comprometer um edifício e, consequentemente, a saúde e a segurança de seus usuários.

Por isso, é fundamental ficar atento ao surgimento de defeitos nas coberturas e lajes. No entanto, para podermos entender melhor sobre qual é a importância de sempre manter esses elementos em um bom estado de conservação, primeiro é necessário conhecer melhor o que caracteriza essas estruturas.

1.1 Afinal, o que é um telhado e uma cobertura?

Basicamente, a cobertura tem como principal objetivo proteger a estrutura de uma edificação das intempéries existentes no ambiente exterior. Além disso, com o devido tratamento, esse elemento proporciona conforto térmico e acústico aos usuários de uma construção.

Já os telhados são um tipo de cobertura, o qual é caracterizado por ter um ou mais planos inclinados — os quais são denominados de águas — em relação a uma linha horizontal. Além da função de preservar o edifício, um telhado consegue promover a captação e a distribuição das águas das chuvas.

Outra característica marcante dos telhados é a necessidade de instalar telhas, as quais podem ser construídas de vários materiais, como cerâmicas, metais, cimentos, entre outros. Durante o projeto dessa cobertura é preciso considerar as características climáticas de uma região para determinar a inclinação de suas águas.

Telhado de cerâmica

1.2 O que caracteriza uma laje?

Conceitualmente, a laje é uma estrutura que tem como função separar os diversos pavimentos de uma edificação, de modo a ser a base de contrapisos ou atuar como teto. Além disso, esse elemento estrutural é o responsável por transmitir os esforços provocados pela utilização do andar para as vigas e, consequentemente, para os pilares — isso quando não usar o método construtivo de alvenaria estrutural.

Bastante versátil, uma laje pode ser utilizada como cobertura de um edifício, de modo a fazer com que essa estrutura fique em contato direto com as intempéries do ambiente. Para que esse elemento mantenha sua resistência estrutural, é fundamental que seja aplicada sobre sua superfície uma impermeabilização. Isso evitará que ocorra a infiltração da água e o surgimento de demais patologias causadas pela umidade.

1.3 Por que se deve prestar atenção aos problemas nessas estruturas?

Devido à sua posição, uma cobertura — seja ela uma laje ou um telhado — é a principal barreira de proteção que uma edificação tem das condições ambientais. Dessa forma, o edifício não fica exposto aos efeitos nocivos da umidade, os quais tendem a causar problemas em toda sua estrutura, reduz sua vida útil, além de deixar insalubre a sua utilização.

Sendo assim, é fundamental ficar atento com os possíveis problemas em telhados e lajes, uma vez que, quando eles ficam perceptíveis, é provável que a situação já esteja grave.

2. Por que os problemas em coberturas acontecem?

Agora que você entendeu a importância de ficar atento em descobrir os problemas que podem ocorrer em uma cobertura, que tal aprender um pouco mais sobre as causas mais comuns dessas patologias? Antes de mais nada, é preciso estar ciente que não existe uma única origem, sendo que é comum os distúrbios surgirem devido à ação em conjunto de mais de um fator.

O desgaste com o passar do tempo é, sem dúvida, uma das causas mais comuns do surgimento das patologias em coberturas. Afinal, seja qual for o material utilizado na construção dessa estrutura, ele tende a se deteriorar após o contato frequente com as ações do clima. Por exemplo: caso a estrutura do telhado seja de madeira, mesmo que haja o tratamento adequado desse material, após alguns anos ele vem a apodrecer.

Outra possível fonte de problemas é a desqualificação dos profissionais e da mão de obra que atuam na construção civil. Nem sempre os engenheiros e arquitetos receberam um ensino completo em cobertura, o que acarreta falhas de projetos que poderão prejudicar o desempenho dessa estrutura. Além disso, é comum aos trabalhadores não terem uma formação para executar as obras, o que geram vícios construtivos e baixa qualidade da edificação construída.

Outro problema muito comum nas coberturas diz respeito o isolamento térmico da edificação. Isso ocorre principalmente em lajes que não receberam um tratamento adequado ou nos telhados com telhas de metal, pois esses materiais conduzem o calor facilmente, o que resulta em um ambiente quente e desconfortável.

3. Como identificar problemas em telhados, lajes e outras coberturas?

Como é possível perceber, a existência de patologias nas coberturas proporcionam diversos problemas a uma edificação. Dessa forma, para poder consertar esses distúrbios, o primeiro passo será identificá-los. Entretanto, essa tarefa nem sempre é tão simples, pois, em alguns casos, só se descobre que os telhados e as lajes não estão funcionando corretamente quando ocorrem algumas situações indesejadas.

Normalmente, aparecem no edifício algumas patologias relacionadas com a presença da umidade, como as infiltrações, as manchas, as goteiras e os descascamentos da pintura. Quando surgem essas situações em uma edificação com telhado, com certeza esses problemas estão relacionados com as telhas, as quais podem estar quebrados. O ideal é fazer vistorias periódicas nos telhados para verificar se não existem telhas quebradas.

Caso a cobertura do edifício seja uma laje, normalmente essas patologias são originados devido à falha do sistema de impermeabilização, o qual necessita de uma reaplicação periódica, pois essa solução apresenta prazo de validade.

Se ficar confirmado que não existem problemas no telhado, é possível que as patologias relacionadas à umidade são originadas devido à falha nas calhas e nos rufos. Isso pode ocorrer devido a vários fatores, como o entupimento das calhas ou rompimento dos rufos.

Por final, é possível que ocorram patologias na estrutura dos telhados. Caso ela seja construída utilizando madeira, mesmo que ela tenha recebido um tratamento adequado, é possível que ela apodreça com o passar do tempo — principalmente se ela entra em contato com a umidade. Já as estruturas metálicas apresentam uma vida útil mais elevada, contudo, caso não haja uma manutenção periódica, pode ser que ela sofra com corrosão.

4. 7 principais problemas em coberturas e como solucioná-los?

Caso você tenha lido este texto até aqui, é possível que tenha percebido que existem diversos tipos de problemas em lajes e telhados. Cada um deles tem as suas particularidades. Ainda assim são originados devido às falhas de um determinado elemento e tem uma solução própria para resolvê-lo.

A seguir, reunimos uma lista com as 7 patologias mais comuns que ocorrem nas coberturas.

1. Infiltração

Provocado devido à presença de umidade em tetos e paredes, as infiltrações são uma patologia que proporcionam um visual negativo a um ambiente. Afinal, devido ao descascamento das pinturas, à presença de manchas e a existência de bolor, esse problema cria uma sensação de descuido, a qual compromete o valor do imóvel e pode causar danos na saúde dos usuários e na estrutura da edificação.

Quando ela está relacionada com os problemas nos telhados e nas lajes, geralmente ela surge no teto, contudo, essa patologia também poderá ocorrer na parte superior das paredes. É fundamental que esse distúrbio seja identificado o quanto antes, caso contrário, é possível que ele provoque danos maiores que necessitarão de uma dispendiosa reforma.

O mais importante ao fazer os reparos necessários, é encontrar a origem desse problema. Caso contrário, de nada adiantará fazer o conserto, pois é provável que essa patologia volte a acontecer. No caso de um imóvel com telhado, será preciso avaliar se há a existência de telhas quebradas. Agora, se a cobertura for uma laje, é possível que a causa dessa patologia seja a presença de trincas ou a má impermeabilização da estrutura. Além disso, é preciso estar ciente que a forma mais eficiente de combater a infiltração é a prevenção.

Agora, caso houver o surgimento dessa patologia, será preciso realizar alguns reparos. Basicamente, eles se baseiam em eliminar a origem da infiltração e recuperar o revestimento danificado. Em alguns casos, será preciso demolir o acabamento estragado e refazê-lo.

2. Desgaste

Como qualquer elemento construtivo de uma edificação, com o passar do tempo, as coberturas sofrem com o seu desgaste natural. Dependendo do material utilizado na construção de um telhado, é possível que ele apresente uma vida útil que pode chegar a 40 anos. Já as lajes de concreto armado — segundo a norma de desempenho para edificações habitacionais da ABNT (NBR 15575) — têm vida útil estimada de, no mínimo, 50 anos.

Além disso, as impermeabilizações também apresentam um prazo de validade. Nos processos mais simples, ele varia entre 5 a 7 anos. Já nas metodologias mais sofisticadas e modernas, é possível que a durabilidade desse tratamento possa chegar a 20 anos. De qualquer forma, esse período é influenciado pelas questões ambientais, sendo que nas regiões costeiras ou naquelas que estejam contato constante com agentes poluentes e abrasivos, a vida útil dos materiais tendem a diminuir.

Para minimizar os efeitos do desgaste natural nas coberturas, a melhor solução é realizar uma constante manutenção preventiva. Para isso, é preciso avaliar o estado das telhas, sendo que o recomendado é o que o telhado esteja seco. Caso ele esteja molhado, as telhas tendem a ser mais quebradiças. Outra possível solução é impermeabilizar as telhas cerâmicas e de fibrocimento. Isso diminui a porosidade do material, o que resulta em um aumento de sua vida útil.

3. Ação do Vento

Um telhado deve ser dimensionado para suportar todas as possíveis intempéries que possam ocorrer. Dentre elas, a ação do vento merece uma atenção especial. Afinal, essa força da natureza exerce pressões e sucções nos edifícios. Essas forças ocorrem de baixo e para cima, o que pode provocar danos e incidentes com vítimas fatais.

Apesar de muitos considerarem a pressão que empurra o telhado em direção do solo, é comum ocorrer um esquecimento de considerar os esforços de sucção (força que tem sentido para cima). Com isso, sobretudo nos telhados que são revestidos de telhas leves é comum esse esforço provocar o arrancamento da cobertura. AS telhas mais leves normalmente são feitas de fibrocimento, metal e PVC, e acrílico.

Quando o telhado é construído utilizando telhas cerâmicas normalmente o vento comum não consegue levantar a cobertura. As telhas de cerâmica são mais pesadas, e mais difíceis de moverem com o vento. Assim, ao especificar um telhado com telhas leves, é fundamental que todos os elementos dessa estrutura sejam firmemente fixados e ancorados. Mesmo nas telhas pesadas, é recomendado que haja uma amarração adequada. Isso impede que elas saiam do lugar devido às vibrações do trânsito local. Locais próximos à rodovias e avenidas sofrem bastante com esse problema.

Ao considerar o vento durante o dimensionamento de um telhado, é fundamental utilizar a carta de ventos da localização em que a edificação será construída. Afinal, para cada região do País existe um valor a ser considerado no projeto. Além disso, se o edifício estiver localizado no alto de um morro ou ele apresentar muitos andares, é preciso estar ciente que a pressão exercida por essa força da natureza será ainda maior.

4. Vazamento de água

Em muitos casos, é comum as telhas apresentarem ótimo estado de conservação. Entretanto, a água da chuva passa por essa estrutura, o que normalmente faz com que problemas ocorram em médio/longo prazo. Quando isso acontece, ocorre um fenômeno chamado de transbordamento — é normal as pessoas denominarem essa ocorrência de vazamento, porém isto está errado, pois eles ocorrem nas tubulações hidrossanitárias.

São variadas as causas do transbordamento, sendo que a sua maioria está relacionada a falhas de projeto e erros de execução. Uma das origens mais comuns diz respeito ao dimensionamento incorreto da calha. Sabe-se que são poucas as edificações que desenvolveram um projeto adequado de condução das águas pluviais. Assim, as calhas apresentam um diâmetro menor do que deveria. Dessa forma, esse sistema não terá as condições de dar a vazão necessária para a água proveniente das tempestades.

Muitas vezes, a equipe de execução não toma os cuidados necessários na construção de telhados. Sendo assim acabam construindo um telhado com uma inclinação inferior da mínima exigida para determinado tipo de telha. Com isso, a água não é escoada adequadamente. Em grande parte dos casos o resultando é transbordamento, infiltrações, reformas e gasto financeiro para consertos.

Quando a edificação se encontra na divisa do terreno, outra possível causa desse fenômeno se deve à construção de um edifício mais alto. Assim, dependendo das condições climáticas, a água da chuva escorre pelas paredes desse vizinho, fazendo com que ocorra um aumento do volume que o telhado tenha que conduzir. Entretanto, as calhas não suportam essa nova vazão, o que provoca o transbordamento.

5. Entupimento de calhas

Devido à sua grande área de superfície, é normal que folhas, frutos e qualquer outro tipo de sujeira caiam sobre o telhado. Contudo, ao ocorrer uma chuva é comum esse material seja conduzido até esses condutores e, consequentemente, provocar o seu entupimento. Uma forma de impedir é instalar barreiras de proteção que impeçam a entrada desses resíduos, .

Quando isso acontece, é possível que surjam diversas patologias na edificação, como infiltrações e transbordamento do telhado. Como ocorre o escoamento da água pelas paredes, é comum o surgimento de manchas que prejudicam a estética do ambiente, além de proporcionar um local propício para a proliferação de mofo e bolor.

Para evitar esse distúrbio, o mais indicado é instalar barreiras que não permitem a entrada dessa sujeira na tubulação. Além disso, também é recomendado a realização de uma limpeza semestral, principalmente após o outono.

6. Falhas no posicionamento das telhas

Muitas vezes, apesar de o telhado ser corretamente projetado e executado, com o passar do tempo, surgem goteiras na edificação. Isso é normal e acontece devido a vários fatores, como o deslocamento das telhas devido às vibrações causadas pelo trânsito local. Além disso, outra provável causa desse problema são a incidências dos ventos.  Apesar deles não destelharem a cobertura, eles provocam a movimentação das telhas.

Esse problema também é comum nos telhados com grandes inclinações. Isso acontece pois, devido à força da gravidade, essas peças tendem a se movimentar. Entretanto, também é possível que as telhas estejam fora de seu lugar devido a erros de execução.

Quando elas não estão posicionadas corretamente, o escoamento da água fica prejudicado, o que provoca o transbordamento do telhado. Com isso, surgem no edifício patologias relacionadas a umidade. Para solucionar esse problema, o recomendado é periodicamente verificar se todas as telhas estão em seu devido lugar e reposicionar aquelas que estão deslocadas.

Entretanto, essa solução é paliativa, pois o problema ocorrerá novamente com o passar do tempo. Para que as telhas não se movimentem mais, será preciso fazer a amarração do telhado. Para isso, todas as peças devem ser amarradas com arame nas ripas de sustentação.

Apesar desse processo ser bastante simples, ele é muito trabalhoso. Entretanto, não é preciso fazer a amarração de todas as telhas de um telhado. Basta apenas fixar aquelas que foram instaladas no beiral e em, pelo menos, uma a cada quatro.

7. Rachaduras

As rachaduras são uma das principais causas da infiltração em lajes de concreto armado. Por meio delas, a água consegue entrar na edificação. Sendo assim pode-se formar diversas patologias relacionadas a umidade. Podendo, até mesmo, comprometer a estrutura do prédio. Esse problema ocorre devido a vários fatores, os quais estão relacionados com o processo construtivo, sendo que um dos mais comuns é a falha da cura do concreto.

Uma das principais formas de reparar essa patologia é com a impermeabilização. Por meio dela, ocorre o aumento da estanqueidade da laje. Esse reparo elimina os caminhos que permitem a passagem da água, impedindo a infiltração e o surgimento de novas patologias.

5. Como prevenir problemas em telhados, lajes e outras coberturas?

Sem nenhuma dúvida, a melhor forma de lidar com os problemas das coberturas é a prevenção. Afinal, ao realizar algumas ações, evita-se o surgimento de patologias que poderão prejudicar a estrutura da edificação, o que exige a realização de reparos dispendiosos.

Por isso, o primeiro passo para garantir uma boa cobertura é investir na produção de projeto. Por meio desse documento, o projetista determinará quais são as diretrizes que a equipe de produção deverá seguir para construir uma cobertura eficiente e que proporcione segurança aos usuários. Além disso, é preciso contratar uma mão de obra especializada e competente, a qual não tem vícios ou cometerá erros.

Outra forma de garantir a qualidade dos telhados é a manutenção preventiva. Por meio dela serão feitas vistorias para verificar se a cobertura se encontra em condições adequadas. Assim, caso perceba que existam telhas quebradas ou fora do lugar, é possível realizar reparos que impeçam a infiltração da água.

5.1 Manutenção Periódica – o segredo para evitar problemas em telhados e lajes

Também é recomendado a realização de uma limpeza periódica nas coberturas e nas calhas. Com isso, evita-se o acúmulo de sujeiras que poderão provocar o entupimento desses duto. Consequentemente, evita-se da mesma forma o surgimento de patologias relacionadas a umidade na edificação.

Para garantir uma maior eficiência do telhado, recomenda-se a instalação de uma manta térmica. Além de melhorar o conforto térmico da edificação, essa membrana impede o surgimento de goteiras, pois, por ser impermeável, garante o escoamento da água no caso de quebra das telhas.

Por final, é fundamental realizar a impermeabilização das lajes. Por ser um material poroso, é preciso que essa cobertura receba um tratamento que impeça a infiltração da água. Além disso, é preciso ficar atento com o prazo de validade desse produto. Lembre-se que ele deve ser reaplicado periodicamente para garantir a sua estanqueidade.

Como é possível perceber, existem diversos problemas em telhados e lajes, os quais podem ser evitados por meio de ações preventivas. Entretanto, caso haja uma certa omissão quanto à forma de construir uma cobertura e a sua manutenção, surgirão patologias.  Caso não sejam rapidamente consertadas, poderão prejudicar seriamente a edificação.

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Devido ao maior interesse das pessoas em conservar o meio ambiente, tornou-se uma tendência — além de ser uma necessidade — fazer com que a atividade da construção civil possa ser mais sustentável. Para isso, começou-se a utilizar nos processos construtivos diversos materiais que, normalmente, seriam descartados. Entre eles destacam-se os contêineres marítimos. A construção em contêiner tem sido cada vez mais utilizada.

Com elevada vida útil, esse material proporciona economia e velocidade de execução a uma obra. Por isso, não é por acaso que a construção em contêiner tem se tornado cada vez mais comum. Entretanto, existem alguns pontos que precisam ser considerados antes de utilizá-lo na construção. Isso pois eles são excluídos após ser usado por quase uma década como compartimento de transporte.

Ao continuar a leitura deste artigo, você vai descobrir as vantagens e desvantagens de utilizar o contêiner na construção civil.

Quais são as vantagens da construção em contêiner?

Sustentabilidade da construção em contêiner

Uma das principais vantagens da construção em contêiner é a sustentabilidade. Afinal, além de reutilizar um material que seria descartado, durante a execução processo construtivo reduz-se o uso de alguns recursos naturais. Materiais como tijolo, areia, brita e aço, que são utilizados no tradicional método do concreto armado com fechamento em alvenaria.

Outro ponto importante é a possibilidade de manter a permeabilidade em até 90% do solo, já que o contêiner não necessita de uma grande área. Com isso, é possível manter intacta parte da geografia do terreno.

Praticidade e versatilidade

O uso de contêineres na construção civil é uma ótima solução para quem deseja uma obra ágil e com o mínimo de produção de resíduos. Por se tratar de um processo construtivo modular, é possível que a estrutura da edificação chegue completamente pronta até o terreno, bastando apenas realizar a sua instalação.

Após a conclusão da obra, caso seja preciso expandir a área construída, basta acoplar aos contêineres existentes outros módulos, os quais podem ser entregues prontos.

Baixo custo

Por se tratar de um material reutilizado, quando a obra é bem planejada e administrada é possível que o metro de área construída seja até 40% mais barato que o método tradicional de alvenaria. Além disso, pelo fato de a construção em contêiner ser um processo construtivo modular, o tempo da empreitada é menor, o que garante maior economia na mão de obra.

Aproveitamento do terreno

Os contêineres são projetados para suportar uma elevada carga, pois normalmente ocorre o empilhamento das unidades durante o seu armazenamento ou transporte. Dessa forma, é possível criar uma coluna de até nove peças, o que proporciona melhor aproveitamento do terreno.

Durabilidade

Apesar de o contêiner ter vida útil de apenas 10 anos como compartimento de transporte marítimo, em terra firme esse material pode ser utilizado por quase um século. Por ser construído em uma estrutura de aço, ele suporta grandes cargas e resiste a diversas intempéries.

Quais são as desvantagens da construção em contêiner?

Necessita de terreno amplo

Apesar de o contêiner utilizar pequena área do lote, é preciso que esse terreno tenha um espaço que permita a manobra das máquinas que farão a instalação dos módulos. Logo, não é recomendado o uso desse material em pequenos espaços e que apresentam difícil acesso.

Espaço

Por se tratar da reutilização de um compartimento de transporte, os contêineres apresentam um espaço pequeno e limitado, o qual não proporciona o conforto necessário para determinados usos. Além disso, essa área reduzida dificulta a elaboração do projeto e a distribuição dos módulos usados.

Uso de mão de obra especializada

Pelo fato de ser um processo construtivo modular, é preciso que haja mão de obra especializada na produção e instalação das unidades. Caso contrário, além de ter uma construção de baixa qualidade, é possível cometer erros que comprometam a estrutura da caixa. Em toda obra erros acarretam em novos custos.

Por exemplo, é necessário que a edificação seja projetada por alguém que conheça as limitações do material. Além disso, se o corte das esquadrias for feito de forma errada, deve-se fazer um reforço no contêiner.

Manutenção

Por se tratar de um material que passava parte considerável do tempo em contato com a maresia, é preciso ficar atento quanto a sua manutenção. Como é comum o contêiner ser adquirido com ferrugem, será preciso fazer um tratamento adequado para combater esse problema.

Além disso, é fundamental saber qual era a carga que esse compartimento transportava, pois existe o risco de contaminação devido à existência de algum vestígio.

Conforto térmico e acústico

Uma das principais desvantagens de utilizar a construção em contêiner é o seu baixo isolamento acústico e térmico. Afinal, dependendo da carga a ser transportada, não há necessidade de que esse compartimento apresente essas características. Assim, para ser usado como edificação, é preciso fazer adaptações, uma vez que o aço é péssimo isolante de sons e ótimo condutor de calor.

construção em contêiner

O que se deve saber para usar contêiner na construção civil?

Para garantir a sustentabilidade de uma construção em contêiner, é preciso que haja a reutilização do material. Caso o proprietário adquira um compartimento novo, a edificação provocará o mesmo impacto que aquela que utiliza o processo construtivo tradicional. Caso haja reaproveitamento do material, é preciso tomar alguns cuidados. Esse cuidados visam evitar o surgimento de patologias na edificação e a contaminação dos usuários.

Para poder reaproveitar um contêiner, o primeiro passo é analisar a documentação desse compartimento. Para isso, é preciso verificar se essa unidade pode ser usada para outros fins além do transporte de carga. Também é recomendado descobrir qual tipo de material foi transportado por essa caixa. Lembre-se que existe a possibilidade de haver contaminações em alguns casos. Outro ponto a ser considerado é a estrutura, pois não deve existir nenhuma avaria que a comprometa.

Finalmente, por se tratar de uma edificação, é fundamental que haja projeto. Dessa forma, será possível identificar quais soluções deverão ser usadas para melhorar o uso da construção e para proporcionar mais conforto térmico e acústico. Não se pode esquecer dos projetos complementares, pois é preciso saber a forma mais eficiente de fazer as instalações hidrossanitárias e elétricas desse edifício.

Como é possível perceber, apesar de existirem algumas desvantagens, a construção em contêiner é uma ótima alternativa. Eles permitem construir com velocidade, economia e sustentabilidade. Contudo, é preciso tomar alguns cuidados para que essa alternativa construtiva traga os benefícios desejados.

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Para garantir um ambiente agradável de trabalho, é fundamental desenvolver meios que proporcionam mais segurança e conforto aos colaboradores de uma indústria. Além disso, é preciso controlar a temperatura dos equipamentos para que eles funcionem de maneira adequada. Sendo assim, o modo mais viável para alcançar esses objetivos é investir em uma solução de isolamento térmico industrial.

Para ser eficiente, cada indústria apresenta necessidades diferentes, o que exige uma correta análise das condições existentes na empresa. Apesar de muitas companhias conhecerem as vantagens do isolamento térmico — sobretudo no que diz respeito à economia de energia —, ainda é comum utilizarem essa solução de maneira inadequada, o que proporciona resultados abaixo do esperado.

Sabendo disso, reunimos neste pequeno guia algumas informações valiosas sobre a importância e como fazer corretamente o isolamento térmico em uma indústria. Tenha uma boa leitura!

Qual é a função do isolamento térmico industrial?

Conceitualmente, o isolamento térmico é a capacidade que um determinado material apresenta de evitar a troca de energia térmica entre dois meios distintos. Assim, ao aplicar essa solução em uma indústria, é utilizado um composto que apresenta baixa condutividade de calor em uma superfície. O que impede a dissipação de energia e resulta na manutenção da temperatura ambiente.

Logo, ao ser utilizado esse mecanismo, se mantém o conforto térmico local, o que garante um ambiente adequado para o trabalho dos colaboradores. Além disso, para ocorrer o seu bom funcionamento, os equipamentos precisam ser utilizados em uma temperatura adequada, o que garante maior eficiência e menor consumo de energia.

Quais são os principais cuidados?

Para garantir maior eficiência de um sistema de isolamento térmico industrial, é preciso tomar alguns cuidados durante o desenvolvimento e a execução dessa solução. Sendo assim, reunimos a seguir uma pequena lista com 5 dicas do que é preciso fazer para garantir bons resultados. Confira!

Tenha um bom projeto

Como é possível perceber, o isolamento térmico propicia diversas vantagens a uma indústria. Entretanto, para que esse sistema seja eficiente, é preciso que haja um bom planejamento. Para isso, o primeiro passo é desenvolver um bom projeto, que determinará todas as diretrizes que deverão ser seguidas.

Assim, o projetista conseguirá definir quais são as soluções mais eficazes para cada tipo de empresa. De modo a proporcionar o resultado esperado pelos gestores. Afinal, devido a grande variedade de isolantes térmicos existentes no mercado — os quais apresentam os mais diferentes níveis de condutividade térmica —, o profissional deve escolher aqueles que proporcionam o melhor custo-benefício.

Considerar as características da indústria

Conforme já explicamos, existe uma grande variedade de isolantes térmicos no mercado, os quais são indicados para determinadas situações. Assim, é preciso considerar as particularidades da indústria para escolher o composto mais eficiente e que trará os melhores resultados.

Além de escolher o material mais adequado, alguns tipos de indústria necessitam da realização de algumas técnicas especiais para estabilizar a temperatura dos equipamentos. Com isso, é preciso ficar atento, caso seja necessário associar o sistema de isolamento térmico com alguma metodologia específica e que garanta uma maior eficiência do sistema.

Conhecer os principais tipos de isolamentos

Além de considerar as particularidades existentes nos processos industriais, para garantir mais eficiência no isolamento térmico, é preciso avaliar as características de cada material. Cada solução apresenta graus de condução de calor e aplicação distintas, que devem ser consideradas durante o desenvolvimento do projeto e a escolha das soluções.

Além de levar em conta a capacidade do material de manter o conforto ambiental, também é preciso analisar os outros benefícios que ele oferece, como o isolamento acústico. Assim, dentre as várias opções encontradas no mercado nacional, é possível avaliar qual delas proporcionará as maiores vantagens e o melhor custo-benefício.

Procurar as soluções mais eficientes

Para garantir um melhor isolamento térmico industrial, conforme já explicamos, é preciso analisar diversos fatores das soluções existentes no mercado. Assim, ao considerar as necessidades específicas da empresa, em conjunto com as vantagens oferecidas pelo material, é possível escolher aquela que será mais eficiente em garantir um melhor controle sobre a temperatura.

Além disso, é preciso considerar a fonte que origina o calor. Afinal, como ele pode ser transmitido por 3 formas distintas é preciso escolher uma solução que impeça essa troca de temperatura. AS 3 formas de transferência de calor são a condução, a convecção e a radiação.

Apesar de a grande maioria dos produtos encontrados no mercado lidar apenas com a condução, o que corresponde a 10% da transferência de calor em uma edificação, é possível encontrar um produto que combate todas as três formas de transmissão.

Realizar uma instalação correta do isolamento térmico industrial

Um dos segredos para garantir a eficiência e a qualidade de um sistema de isolamento térmico é a correta instalação dessa solução. Para isso, é recomendado a contratação de uma equipe especializada, com referências. Dessa forma contarão com profissionais que estão acostumados e saibam como trabalhar corretamente com esse produto.

Caso contrário, é possível que ocorram falhas durante a execução do serviço, o que prejudicará o desempenho do produto. Com isso, além de não proporcionar os resultados esperados, para resolver o problema será necessário fazer reparos. Reparos não programados configuram como novos custos e retrabalho. Dessa forma uma solução definitiva, bem planejada, e bem executada é um investimento de retorno rápido.

Qual é a importância do isolamento térmico industrial?

Uma das principais vantagens proporcionadas pelo isolamento térmico industrial é a redução do consumo de energia. Afinal, pelo fato dessa solução evitar a emissão de calor, uma indústria gastará menos com combustíveis para manter um fluido em uma determinada temperatura — seja ela alta ou baixa. Além disso, pelo fato de o ambiente ficar mais fresco, serão necessárias soluções mais econômicas para manter o conforto térmico.

Outra vantagem do isolamento térmico é a possibilidade de manter controlada a temperatura dos equipamentos. Com isso, evita-se o desgaste precoce desse maquinários, além de garantir o seu bom funcionamento.

Ao fazer esse investimento, também se consegue benefícios relativos à segurança e ao conforto térmico do trabalhador. Com o isolamento, o colaborador fica protegido de queimaduras causadas devido às baixas e altas temperaturas. Logo trabalhará em um ambiente com uma sensação térmica mais adequada.

De qualquer forma, é muito importante considerar as diversas questões relacionadas ao isolamento térmico industrial. Isso proporciona os resultados esperados pelos gestores, além de garantir uma maior eficiência desse sistema.

Caso você tenha gostado dessas dicas e queira aprender um pouco mais, que tal descobrir como melhorar o conforto térmico segundo as regras de ergonomia? Até o nosso próximo artigo!