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O excesso de calor no ambiente de trabalho é altamente prejudicial. Além de comprometer a obtenção do conforto térmico, ele gera diversas dificuldades na execução de tarefas necessárias para o empreendimento.

O desconforto pode aumentar a irritabilidade e, com isso, motivar novos conflitos no ambiente. Esse também é um fator de desmotivação e de perda de produtividade devido à falta de engajamento. Para a saúde, não é diferente, pois esse problema traz riscos variados.

A seguir, mostraremos quais são os impactos do excesso de calor para o bem-estar. Confira!

Quais são os principais impactos na equipe?

O corpo humano é formado por uma grande quantidade de água e precisa se manter a uma temperatura média de 35 a 36º C. Por isso, quando o ambiente está muito quente, há um desequilíbrio nas funções corporais, aumento da produção de suor e grande desconforto.

Tanto nas indústrias quanto no cotidiano, há muitos impactos na saúde que são causados pelo excesso de calor. Na sequência, apresentamos os pontos que merecem a sua atenção!

Desidratação

Um dos resultados mais conhecidos da exposição às altas temperaturas é a desidratação. Trata-se de um quadro que ocorre quando o corpo não tem água suficiente para funcionar da melhor maneira. Como resultado, vários sistemas são afetados e há um acúmulo de toxinas no sangue.

Os sintomas incluem enjoos, boca seca, sede, tonturas e até desmaios. Em alguns casos, a desidratação gera confusão mental ou mesmo delírios. No cotidiano, esse já é um quadro que inspira cuidados. No ambiente de trabalho, ele é ainda mais perigoso, porque é um fator de risco para acidentes.

Fadiga

Com um grande aumento de temperatura, o corpo precisa fazer um esforço maior para regular a temperatura. Em ambientes quentes, a produção de suor favorece a perda de líquidos e de sais minerais essenciais para o funcionamento do organismo. Com esses impactos, o corpo sofre uma diminuição de energia, o que leva à sensação de fadiga.

Nessa situação, as pessoas demonstram menos disposição para executar tarefas e podem sentir sonolência, fraqueza, tonturas e náuseas. Casos extremos, como em temperaturas muito elevadas, levam à síncope corporal e até à interrupção do funcionamento dos rins.

Falta de concentração

O nosso cérebro trabalha com algumas prioridades e, na prática, com uma tarefa de cada vez. Se há necessidades físicas urgentes, então é mais difícil se concentrar em outras ações. É por isso que o calor excessivo diminui a concentração.

Diante das altas temperaturas, há o incômodo e a necessidade de regular o corpo. O cérebro, nessa situação, perde capacidade cognitiva de atuar focado em uma só tarefa, o que compromete os resultados. No trabalho — seja na indústria, seja fora dela —, isso leva a um aumento da procrastinação e uma diminuição do rendimento. No final das contas, há uma grande queda de produtividade.

Doenças respiratórias

Muitas vezes, a alta temperatura é acompanhada pela baixa umidade. Em escritórios, o uso de ventiladores ou de ar-condicionado motiva tal questão. Na indústria, a falta de vapores e os espaços confinados favorecem essa configuração.

O problema é que essas situações prejudicam o sistema respiratório. O muco das vias pulmonares, por exemplo, fica ressecado, o que aumenta as chances de quadros de bronquite, rinite ou asma. Também ocorrem sangramentos nasais e infecções. Em longo prazo, os impactos podem se tornar crônicos.

Alterações na pressão sanguínea

Por causa do aumento da temperatura, as artérias ficam mais dilatadas. Trata-se de um mecanismo do corpo para tentar diminuir a temperatura e eliminar o calor pela pele. Ao somar isso à desidratação, há um fluxo menor de sangue pelo corpo.

Como resultado, há um quadro de pressão baixa ou hipotensão arterial. Para muitas pessoas, é uma situação que leva a tonturas, enjoos e até desmaios. No trabalho, os riscos de acidente se multiplicam nesses casos.

Para quem já sofre com hipertensão, o excesso de calor é um fator de risco. O entupimento das artérias é agravado pelo espessamento do sangue. A falta de água também amplia esse impacto, o que leva à ocorrência de casos de hipertensão. É comum sentir dores de cabeça, tonturas e mal-estar nessas situações. Em alguns casos, esse se torna um fator de risco para AVC e infartos.

Por que é importante investir em qualidade de vida?

Tanto no trabalho quanto fora dele é essencial pensar nas práticas de bem-estar. Desta forma, a intenção é garantir a máxima qualidade de vida, pois isso leva, acima de tudo, a um bom cuidado com a saúde.

Do ponto de vista dos escritórios e das indústrias, há outros aspectos para se considerar. Em primeiro lugar, o empregador é obrigado a cuidar da saúde e da segurança da equipe. Sendo assim trata-se de uma obrigação que visa evitar doenças e acidentes causados pela atividade profissional.

Além disso, trata-se um meio de consolidar resultados positivos para o empreendimento. Com mais bem-estar, há um aumento na satisfação e motivação para o trabalho. Isso gera eficiência e produtividade no dia a dia, melhorando a competitividade do negócio.

Lidar com o excesso de calor, portanto, não tem a ver apenas com a saúde, mas com todos os benefícios associados à etapa produtiva e ao desempenho.

Quais são as soluções mais eficazes para a indústria?

Evitar a transmissão de calor é o melhor jeito de manter as temperaturas sob controle. Esse processo acontece por três meios diferentes: condução, convecção e radiação. A última opção é a que gera maiores impactos, por isso merece atenção redobrada.

De qualquer forma, não basta apenas pensar em climatizar o ambiente. Ventiladores e equipamentos de ar-condicionado são bem-vindos, mas não resolvem tudo sozinhos.

Então, recomendamos considerar o uso de isolantes especiais. As mantas térmicas revestem o ambiente e impedem a entrada do calor, o que ajuda a manter a temperatura interna equilibrada. Para as indústrias, essas são as melhores possibilidades.

Para garantir total eficiência, a nossa indicação é que as três formas de transferência sejam combatidas. Isso dá origem a um ambiente muito mais agradável e preparado para gerar bons resultados.

O excesso de calor tem impactos variados — e, muitas vezes, graves — na saúde. Ao conhecer essas situações que apresentamos, fica clara a importância de investir em ações para o bem-estar, como o isolamento térmico.

Para evitar esses e outros problemas, veja como realizar o controle de temperatura em indústrias e empresas.

De forma simples, a ergonomia envolve a relação entre o homem e o ambiente de trabalho. Consiste em um estudo da ligação entre seres humanos e máquinas e quais são as condições adequadas para garantir o bem-estar e a segurança. Pensando nisso, foram criadas algumas regras voltadas para esse tema, entre as quais está o conforto térmico.

Afinal, essa relação adequada não está ligada apenas a cadeiras confortáveis ou móveis na altura certa. Ela também está conectada a condições de iluminação, de barulho e, é claro, de temperatura.

Para que não haja dúvidas sobre como cumprir todos os requisitos, mostraremos dicas para atingir o conforto térmico segundo às regras de ergonomia. Confira!

O que são e para que servem as orientações?

As Normas Regulamentadoras (NRs) são dispositivos legais criados pelo Ministério do Trabalho e Emprego (MTE). Elas especificam quais são as obrigações dos empregadores em certas condições, de modo a garantir a segurança e a saúde da equipe.

A NR 17 é a responsável por tratar de todas as normas referentes à ergonomia. Ela serve, principalmente, para orientar os empregadores sobre como devem pensar no ambiente. Desse jeito, é possível garantir uma atuação adequada e protegida.

Já a NR 15, por exemplo, disciplina as atividades ou operações insalubres.

Como funcionam as regras de ergonomia?

As obrigações previstas para deixar o trabalho ergonômico variam com cada atividade e ambiente. Basicamente, tudo começa com uma avaliação da adaptação às condições de ergonomia. A intenção é reconhecer os riscos e o que pode (ou deve) ser melhorado.

Em seguida, são tratadas de questões como a necessidade de executar as atividades de forma sentada quando possível e a escolha de mobiliário adequado. A partir do ponto 17.5 da norma, há os fatores ambientais do trabalho. Isso exige, por exemplo, nível de ruído dentro de padrões aceitáveis e umidade relativa mínima de 40%.

Em relação à temperatura, ela deve ser efetiva entre 20 a 23ºC, de modo a garantir o bem-estar. Além disso, há questões sobre a organização das funções e sobre o levantamento ou movimentação de itens pesados.

Vale mencionar que, conforme indica o Anexo III da NR 15, existem limites de tolerância ao calor e sua inobservância torna a condição de trabalho insalubre.

Quais os prejuízos do calor e falta de ergonomia para os trabalhadores?

Como dissemos, um dos pontos das regras de ergonomia tem a ver com o conforto térmico. Segundo prevê a lei, é obrigação do empregador garantir que a temperatura esteja em um nível adequado e confortável. Isso se deve, principalmente, por causa dos impactos negativos que as altas temperaturas causam.

Em primeiro lugar, há a possibilidade de desidratação. Se ela for intensa, o trabalhador pode desmaiar, envolver-se em acidentes e até sofrer uma fatalidade. Também são queixas comuns as dores de cabeça, a sensação de vertigem e o cansaço ampliado.

Todos esses pontos geram, como impactos secundários, a perda de motivação e de produtividade. Como resultado, o empreendimento se torna menos competitivo.

Quais as punições para a empresa que não cumprir as obrigações?

Para garantir que todas as normas trabalhistas sejam seguidas, há algumas punições para as empresas que não as aplicam. Em uma fiscalização, a falta de ergonomia pode gerar multas, sanções e até a interdição do local para adaptação, se for o caso. Também ocorrem processos judiciais, o que coloca em xeque a credibilidade da empresa.

Além disso, a inexistência de boas condições prejudica a saúde da equipe. Isso dá origem a mais faltas e licenças, o que amplia os custos. Resulta, ainda, em um aumento de processos trabalhistas e indenizações.

Para piorar, o negócio pode ter a sua imagem empresarial arranhada. Isso gera problemas de percepção do público e, em alguns casos, até boicotes por parte dos consumidores.

Como melhorar o conforto térmico?

Como visto, cuidar da temperatura do local de trabalho é uma questão fundamental de ergonomia. Então, é preciso buscar maneiras de garantir e ampliar o conforto térmico no ambiente. A seguir, veja algumas dicas de como chegar a esses resultados.

Dê preferência a horários frescos

Durante os dias quentes, é comum que o horário comercial seja o período de maior calor do dia. Isso faz com que haja desgaste por causa da temperatura, o que exige cuidados extras.

Sempre que possível, recomendamos evitar atividades externas de 10 da manhã às 5 da tarde. O sol é muito forte nessa fase, assim como a temperatura.

Dentro do escritório, o problema é um pouco menos sentido, mas ainda é impactante. Trazer flexibilidade de horários, como a pausa do almoço, ajuda os colaboradores a escolherem o melhor período.

Promova pausas para descanso

Por causa das altas temperaturas, é comum que as pessoas fiquem menos concentradas e cansadas com facilidade. Tudo isso afeta a produtividade — e exigir resultados constantes não é a resposta.

Em vez disso, a nossa indicação é planejar mais pausas ao longo do expediente. Permitir que as pessoas tirem 5 minutos para descansar, beber algo gelado ou se refrescar é essencial. Como consequência, a produtividade pode ficar ainda maior, mesmo com um número ampliado de paradas.

Mantenha distância das fontes de calor

Principalmente no chão de fábrica, há diversos componentes que podem gerar muito calor. Fornos, caldeiras, secadores e, até, máquinas com bastante vibração aumentam a temperatura de forma localizada.

O melhor jeito de evitar isso é ao limitar o contato com essas fontes. Garanta que a equipe não seja exposta demais a essas áreas e que a proximidade dure apenas o tempo necessário. Ao diminuir essa interação, os efeitos são sentidos com menos intensidade.

Invista no isolamento térmico e promova a ergonomia

Embora essas ações sejam importantes, elas são somente “remédios” para um problema que tem outras causas. A incidência solar, por exemplo, gera calor por radiação no imóvel e eleva a temperatura. Outras formas de transmissão, como condução e convecção, também são responsáveis.

Então, para aumentar o conforto térmico, vale elaborar um projeto de isolamento. Com o uso de uma manta especial, por exemplo, é possível impedir que o calor entre no local. Com as trocas interrompidas, fica mais fácil chegar a valores confortáveis.

Para ter máximo desempenho, procure uma solução que impeça as três formas de transferência de calor. Assim, dá para garantir que o espaço terá condições melhores. Além de o bem-estar ser ampliado, os esforços — e os custos — para climatizar o ambiente serão menores.

O conforto térmico é uma das bases da ergonomia e, por isso, é tão importante. Ao seguir as nossas orientações, é possível evitar as punições e cuidar melhor da saúde da equipe.

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O corpo humano possui a habilidade de se adaptar em relação a diversas variações nos ambientes como intensidade sonora, quantidade de oxigênio no ar, oscilações térmicas, etc. Entretanto, mesmo se adequando a essas alterações, devemos destacar os possíveis efeitos colaterais no metabolismo humano, principalmente aqueles decorrentes das trocas de temperatura, já que, nesses casos, o conforto térmico fica consideravelmente comprometido.

É fácil perceber, por exemplo, o quão desgastante é permanecer em locais com temperaturas elevadas, bem como o desconforto contínuo (essencialmente dos pés e das mãos) ao realizar tarefas em ambientes extremamente frios. Dessa forma, seja no calor, seja no frio, é indispensável analisar as consequências da ausência de conforto térmico e entender o quão relevante esse parâmetro pode ser para o nosso cotidiano.

Lendo este post, você vai entender o que é conforto térmico e como alcançá-lo e quais são os impactos desse fator para a saúde do nosso corpo. Confira!

O conceito de conforto térmico

Para definir esse termo, é preciso considerar a combinação de critérios físicos (temperatura, umidade e velocidade do ar), psicológicos (estado mental do indivíduo após alterações ambientais) e fisiológicos (resposta padrão do corpo a uma dada condição externa).

Dessa maneira, conforto térmico nada mais é que a combinação desses fatores, resultando em indicadores térmicos, satisfatórios ou não. Exemplificando, um ambiente que oferece um conforto de temperatura adequado é aquele que se encontra numa faixa estável (geralmente entre 22° C e 24°C) e não apresenta valores extremos de velocidade e umidade do ar — ou seja, viabiliza um cenário propício tanto para a permanência humana quanto para o desempenho de tarefas.

A importância de manter a temperatura adequada

Locais que não são classificados positivamente quanto ao conforto térmico são um problema. Além de afetar a produtividade de uma equipe também pode representar sérios riscos para a saúde. Desse modo, é possível afirmar que, em ambientes onde a temperatura se encontra nos extremos, o nível de concentração de uma pessoa pode diminuir drasticamente, prejudicando a qualidade da atividade que estava sendo realizada.

Outro ponto importante que devemos ressaltar é em relação ao bem-estar, uma vez que é difícil se manter em um local onde a temperatura não está apropriada, o que pode, inclusive, gerar mudanças de humor e alterações fisiológicas mais sérias.

Em ambientes laborais, as consequências de um desconforto térmico podem ser ainda mais acentuadas. Por consequência disto, graves acidentes de trabalho podem acontecer. Isto é, as condições térmicas de um local jamais devem ser negligenciadas, especialmente em espaços onde há contínua permanência humana.

O desequilíbrio térmico e as suas consequências

Como já foi dito, a saúde física e mental sofre em cenários onde há desconforto térmico. Entretanto, os sintomas não são sempre iguais, e isso depende da presença ou da ausência de calor. A seguir, entenda os diferentes casos:

Efeitos sob forte calor

O metabolismo humano é drasticamente afetado em situações em que a temperatura corporal alcança 40° C. Para que isso ocorra, é necessária uma exposição excessiva ao calor, que pode desencadear um estado de hipertermia.

Nessa possibilidade, as principais consequências são:

  • desidratação acentuada (escassez de água no organismo, o que prejudica as reações orgânicas mais básicas do corpo);
  • erupção, com vesículas roxas em áreas da pele onde a incidência de calor for maior;
  • dores e espasmos musculares, agravados no abdômen e nas extremidades;
  • desequilíbrio neurológico (o que implica sérias alterações sensoriais);
  • fraqueza muscular, a qual pode se prolongar por dias caso a exposição à alta temperatura seja extrema;
  • dificuldade de concentração, que pode levar a quadros de ansiedade e estresse.

Medidas preventivas e corretivas

Cabe destacar alguns pontos referentes ao estado de hipertermia, tanto para evitá-lo quanto para amenizá-lo. Para situações em que não há conforto térmico e a temperatura ambiente alcança patamares elevados, devemos:

  • providenciar o resfriamento rápido do corpo, com a estadia prolongada em uma área fresca e arejada;
  • intensificar a ingestão de água ou bebidas isotônicas;
  • evitar comidas pesadas e grandes intervalos de tempo entre as refeições;
  • prevenir o desenvolvimento de doenças dermatológicas em situações onde há exposição solar, através do uso de pomadas e cremes de proteção contra raios ultravioleta;
  • vestir óculos, chapéus e roupas que protegem a pele de raios solares;
  • aplicar bolsas de gelo nas articulações (no caso de início de quadros de fraqueza e dores musculares).

Efeitos sob baixa temperatura

Já em ocasiões onde há desconforto térmico, devido à temperatura baixa, o corpo humano está sujeito a um processo chamado de hipotermia (inicia-se abaixo de 35° C).

Dessa forma, os efeitos no organismo são:

  • arrepios e dormência nas mãos;
  • dificuldade de locomoção pela ausência de circulação sanguínea nas articulações;
  • cansaço excessivo;
  • perda da consciência e diminuição da frequência cardíaca em situações onde a exposição ao frio é elevada.

Medidas preventivas e corretivas

Em relação ao quadro de hipotermia, os cuidados são:

  • manter o corpo em constante movimento, beneficiando, dessa forma, a circulação sanguínea;
  • usar vestimenta adequada (especialmente para proteger a cabeça);
  • substituir roupas molhadas se a umidade do ambiente for elevada.

Os cuidados para alcançar o conforto térmico

Existem lugares (principalmente em ambientes industriais) em que há tarefas para serem realizadas, porém, inevitavelmente, apresentam temperatura fora do intervalo ideal. Para esse contexto, a utilização tanto de Equipamentos de Proteção Individual (EPIs) quanto de Equipamentos de Proteção Coletiva (EPCs) é indispensável.

Já para ambientes domésticos e estabelecimentos comerciais, em geral, caso haja alguma região na qual as condições térmicas não são favoráveis, uma boa solução é providenciar a instalação de um isolante térmico. Assim, por meio de mantas térmicas, o conforto térmico fica garantido de maneira simples e eficiente.

Como vimos neste conteúdo, é essencial garantir o conforto térmico. Seja nos espaços de trabalho ou nos ambientes residenciais. Portanto, vale ressaltar que além de permanecer em uma área arejada e com a devida ventilação é importante providenciarmos locais que proporcionem conforto e bem-estar, pois isso reflete positivamente tanto no humor quanto na produtividade de uma pessoa, além de assegurar e preservar o seu maior patrimônio: a saúde.

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