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Um ambiente de indústria precisa ter algumas características específicas. O galpão industrial tem que apresentar boa disposição de máquinas, segurança e total ergonomia. No entanto, é quase impossível alcançar esses resultados se houver goteiras e vazamentos na sua empresa. É sempre um desafio saber como acabar com as goteiras.

Elas surgem quando algo não está certo com o telhado, como uma falha de cobertura ou rachaduras em alguns locais. Além de reconhecer as causas do problema, é essencial entender quais são seus impactos e como eliminá-lo.

Para que não tenha dúvidas, trouxemos um guia completo com tudo o que precisa saber sobre goteiras e vazamentos na sua empresa. Quer descobrir? Veja o que você tem que conhecer sobre o assunto.

1. Quais os prejuízos gerados por goteiras e vazamentos?

Em princípio, os problemas causados por esse quadro podem não parecer tão intensos. No entanto, as goteiras e vazamentos na sua empresa afetam todas as áreas e levam a resultados muito negativos. Em alguns casos, chegam a ser quase catastróficos, então é importante já se antecipar para as consequências.

Mesmo que algo mais grave ainda não tenha acontecido, é bom não se arriscar e providenciar logo o conserto da goteira ou vazamento. Para não ter que lidar com um cenário muito pior, descubra quais são os principais prejuízos gerados por essas ocorrências.

Aumento dos riscos elétricos

Em um galpão industrial, é comum que a estrutura elétrica seja complexa. Afinal, os equipamentos são mais potentes e as necessidades, variadas. Isso dá origem a várias tomadas, disjuntores, controladores e assim por diante. O problema é que água e energia elétrica não combinam — e é exatamente essa a combinação que surge. Então, há um aumento nos riscos de problemas elétricos.

Há chances maiores de ocorrer um curto-circuito ou, até mesmo, algo como um incêndio elétrico. Se isso acontecer quando o galpão estiver vazio, os impactos podem ser irreversíveis. Se as pessoas estiverem no lugar, há um grande risco de perda humana.

Diminuição da vida útil dos equipamentos

Outro problema é que as goteiras e vazamentos na sua empresa também contribuem para diminuir a vida útil dos equipamentos. Se água cai constantemente sobre certas máquinas, por exemplo, é provável que ela enferruje. Vai exigir lubrificação e, principalmente, mais consertos.

Além do mais, sempre há o risco de a água afetar painéis de controle, sensores delicados e a própria fiação. Como muitas máquinas demandam um cuidado especial, é algo que pode queimar os aparelhos e exigir a troca. Com isso, há gastos e perdas financeiras.

Aumento nos riscos de acidente

Mesmo que as gotas pareçam pequenas demais para levar a acidentes, elas têm o poder de fazer estragos de diversos tipos. Uma máquina que é molhada frequentemente, por exemplo, pode causar choques ou interrupções perigosas de funcionamento. Como visto, também há o problema de possíveis incêndios, queda de energia e assim por diante.

Em um ambiente de trabalho menos seguro, seu negócio fica mais suscetível a ações trabalhistas e indenizações, por exemplo. Além disso, os profissionais se sentem menos motivados e tendem a deixar o empreendimento. Há, então, uma sucessão de impactos negativos.

Elevação das perdas e prejuízos

A maioria desses quadros, bem como outras possíveis consequências, são capazes de gerar grandes perdas financeiras para o negócio. Isso acontece, inclusive, por conta de desperdícios que seriam evitados ao corrigir a situação.

Vamos imaginar que goteiras e vazamentos na sua empresa estão bem na área do estoque. A água e o nível de umidade podem afetar diretamente os produtos que já estão prontos. Como eles têm que ser jogados fora, há todo um desperdício do que foi produzido.

O mesmo vale para o ambiente de matérias-primas. Muitos produtos são delicados e a presença de goteiras faz com que alguns materiais se aglomerem, apodreçam ou simplesmente percam suas funções. Tudo isso gera perdas financeiras — e pode ser evitado.

Comprometimento da qualidade de produção

Não menos importante, a produção pode ser altamente comprometida. Pense, por exemplo, em uma indústria alimentícia. Se ela sofrer com vazamentos desse tipo, há o risco de infiltrações e de mofo. Como consequência, o ambiente e os alimentos podem não cumprir as regras previstas pela Vigilância Sanitária.

Mesmo fora desse caso, a ocorrência dessa situação faz com que o negócio fique mais vulnerável a erros. Se as máquinas não funcionam direito, por exemplo, o produto final também não será adequado. Isso prejudica o cumprimento de regras, impacta a percepção do público e até compromete as vendas.

Impactos nas estruturas de acabamento

Além de todos os impactos de segurança, esses problemas ainda impactam a estética e a função do espaço. Isso ocorre, principalmente, por causa dos prejuízos causados às estruturas de acabamento.

Um forro de gesso, por exemplo, sofre rachaduras devido à presença e ao acúmulo de água. Dependendo da situação, pode até desabar em certos pontos. Isso também acontece com o forro modular, que é muito usado em escritórios. Embora seja feito com PVC e seja mais resistente à umidade, pode ter a estrutura prejudicada. Com a água, os riscos de aparecimento de mofo aumentam, bem como o comprometimento da fixação.

No telhado, também são usadas mantas fibrosas. Frequentemente, servem para garantir conforto acústico ou até como uma alternativa inadequada para conforto térmico. Diante de goteiras, as fibras absorvem parte da água, incham e perdem sua função. Além disso, cria-se o espaço ideal para o desenvolvimento de micro-organismos. Na prática, é algo que afeta a saúde dos colaboradores.

2. Como criar um plano de manutenção preditiva?

A manutenção preditiva é uma espécie de evolução da manutenção preventiva. Essa busca evitar a necessidade de correção, mas a preditiva vai ainda mais longe. Por meio de estudos e análises, consegue identificar se ou quando um componente vai falhar. Com o cuidado periódico, os problemas podem ser evitados.

No caso das goteiras e vazamentos na sua empresa, trata-se de um elemento ainda mais importante. Com esse cuidado contínuo, dá para garantir que a cobertura ou o telhado do galpão industrial fique protegido. Para tanto, é essencial elaborar um plano de manutenção preditiva. Para que não restem dúvidas, apresentamos o que você deve considerar. Confira!

Faça um diagnóstico da situação atual

Primeiramente, é preciso entender como anda o negócio e onde estão os principais problemas. Quanto ao telhado, é preciso compreender se a goteira e os vazamentos já são uma dificuldade ou se foram corrigidos recentemente, por exemplo. A intenção é entender quais são as condições específicas da área, para poder definir as ações adequadas.

No caso da empresa inteira, o plano deve englobar todos os setores e componentes. Mas quando o assunto é essa entrada inadequada de água, o foco precisa estar nas características da cobertura e as possíveis dificuldades geradas.

Selecione quais pontos devem ser monitorados

Depois do diagnóstico inicial, o plano de manutenção preditiva exige a realização de testes para identificar problemas. O objetivo é entender fenômenos e, literalmente, prever o que vai acontecer em cada ponto.

Há várias alternativas, mas para goteiras e vazamentos na sua empresa faz sentido utilizar, por exemplo, a termografia. Isso permite encontrar pontos de infiltração, mesmo que sejam muito pequenos. Assim, é possível evitar que se transforme em uma goteira.

Também indicamos usar a análise de estrutura e até a de vibrações. Se uma trinca se propagar, a água pode ultrapassar o telhado e chegar à área industrial. Então, recomendamos fazer esses ensaios para entender melhor as condições.

Defina o cronograma e os responsáveis

Depois de levantar todas as informações necessárias, é hora de “compor” o plano de forma robusta. Isso exige, primeiramente, estabelecer um cronograma com frequências de ações. A manutenção preditiva consiste em um cuidado contínuo, então é importante determinar períodos para realizar ações.

Além disso, é indispensável especificar quem serão os responsáveis pelo processo. Desse jeito, dá para estabelecer atribuições para cada colaborador. O resultado é um aumento no controle e uma eficiência potencialmente maior.

Elabore e use os documentos certos

A execução do plano também é relevante, então é crucial pensar no uso de documentos adequados para a execução das diversas tarefas. É importante, principalmente, garantir que os registros ajudem o controle em vários pontos.

Uma ordem de manutenção, por exemplo, é útil para especificar o que deve ser feito, por quem e em qual momento. Já o relatório de manutenção gera um entendimento completo sobre quais foram os resultados coletados.

O essencial é que as informações sejam captadas e armazenadas no local correto, de forma que possam ser consultadas posteriormente. Do contrário, o plano encontra maior resistência para chegar ao sucesso.

Acompanhe a implementação

Depois de pensar na parte teórica, é fundamental cuidar das fases relacionadas à implementação do planejamento. Tudo deve ser feito de maneira robusta e acompanhada, passo a passo. Assim, dá para garantir que todas as etapas sejam colocadas em prática da forma adequada.

Uma das nossas dicas é definir objetivos e indicadores de acompanhamento. A partir dessas ferramentas, dá para visualizar os resultados conquistados e o que ainda precisa de atenção extra.

3. Qual a importância da manutenção de goteiras e vazamentos?

A elaboração de um planejamento do tipo é justificada pela sua relevância para o negócio. Quando falamos em goteiras e vazamentos na sua empresa, a manutenção é crucial para evitar os problemas causados. Então, feita adequadamente, ajuda a deixar o ambiente industrial adequado.

Ela precisa ser executada da maneira correta, com o planejamento devido e boa capacitação. Desde que isso seja atendido, entenda melhor qual é a relevância desse processo.

Identificação e correção de problemas

Com a abordagem preditiva, especialmente, dá para identificar problemas antes mesmo que eles aconteçam. Ao verificar uma pequena infiltração, por exemplo, é possível já agir e conhecer a causa para evitar que o quadro se torne ainda maior. O mesmo vale para diversos outros aspectos, os quais exigem uma atuação rápida e precisa.

Sem a manutenção, goteiras e vazamentos na sua empresa vão se consolidar e aumentar de tamanho. Então, o ideal é corrigir o quadro quanto antes para garantir o melhor ambiente para a execução do trabalho.

Redução dos impactos negativos

Anteriormente, mostramos todos os prejuízos causados por problemas na cobertura do galpão. Eles afetam o negócio de várias formas e podem comprometer resultados. Então, é preciso evitar que eles aconteçam — ou, no mínimo, que sejam muito intensos. Concorda?

Uma importância da manutenção é que ela serve, exatamente, para reduzir esses impactos tão prejudiciais. Mesmo quando não der para evitar o desperdício de certo material que já estragou, dá para garantir que ele não seja ainda maior ou não se repita, por exemplo. Então, é possível conquistar um cenário favorável e mais protegido para o empreendimento.

Seleção de alternativas adequadas

A manutenção não age apenas para reconhecer problemas e causas de vazamentos e outras ocorrências. Ela também é determinante para identificar quais são as soluções indicadas para cada caso.

Vamos imaginar que um defeito de cobertura acontece por conta da estrutura. Nem sempre é possível fazer grandes reformas, então faz mais sentido recorrer a uma solução econômica, como cobertura especial da área. Somente uma boa manutenção é capaz de reconhecer a viabilidade e entender o que deve ser feito.

Garantia de estabilidade e segurança da estrutura

Um dos grandes problemas com goteiras e vazamentos na sua empresa é que esses quadros podem comprometer toda a estrutura de um galpão industrial. Por conta disso, a manutenção tem um caráter essencial em relação à proteção. Feita corretamente, ajuda a manter a estabilidade do local e o sustenta.

Inclusive, isso tem tudo a ver com a questão da redução de impactos. Afinal, ao cuidar melhor da estrutura, é possível evitar problemas maiores e que podem comprometer todo o local.

Aumento da confiabilidade no ambiente

Como utiliza abordagens consolidadas e aproveita muito conhecimento técnico, a manutenção oferece resultados confiáveis. Ou seja, quando ela é feita corretamente, podemos dizer que o negócio fica seguro diante das indicações e soluções propostas.

Trata-se de um ponto essencial para garantir que o espaço transmita a sensação de confiança para todos os colaboradores. Há riscos menores de algum problema grave acontecer e existe maior nível de controle sobre as situações. Assim, as goteiras deixam de ser uma dor de cabeça para o empreendimento.

4. Vale a pena investir em uma manta térmica?

Para contornar os problemas em telhado, uma das soluções é a manta térmica. Esse produto é posicionado, normalmente, no espaço entre a estrutura e a cobertura, propriamente dita. Com características específicas, ela ajuda a garantir uma proteção extra.

Diante dessa possibilidade, o melhor é entender se ela é realmente aplicável. Por isso, veja por que vale a pena investir em manta térmica e como ela auxilia em diversos sentidos.

Proteção física contra goteiras e vazamentos na sua empresa

Apesar de o nome estar relacionado à temperatura, esse item pode, sim, ser aplicado como forma de lidar com a entrada inadequada de água. Isso acontece porque, de certa maneira, a manta impermeabiliza a superfície e consegue fazer com que ela se torne mais protegida.

É algo que ocorre porque ela impede a passagem de água para a estrutura. Então, mesmo que haja uma trinca ou rachadura, o líquido não chega à empresa. Inclusive, podemos dizer que é uma solução mais em conta que grandes reformas estruturais — e, ainda assim, oferece resultados satisfatórios.

Proteção contra mofo

Ao mesmo tempo, não é porque a manta térmica é impermeável que ela acumula água e sofre com os efeitos. Outros tipos de cobertura podem sofrer com mofo, o que exige um cuidado redobrado de manutenção. No entanto, o produto térmico é resistente contra a atuação de microrganismos, como os que dão origem ao mofo.

Após instalar a manta, ela é capaz de manter a proteção ao espaço sem exigir grandes cuidados extras. Isso é importante para direcionar a manutenção para o que importa e para garantir máxima praticidade de atuação.

Conforto térmico e acústico

Embora seja muito útil para proteger contra goteiras e vazamentos na sua empresa, é natural que esse item seja voltado, de verdade, para o conforto térmico. Com essa barreira física e com a ajuda de fenômenos termodinâmicos, o produto é capaz de impedir a troca de calor. Com isso, o ambiente não absorve a temperatura externa, o que auxilia a garantir melhor controle do calor na parte de dentro.

Para a indústria, é essencial por dois aspectos principais: ergonomia e eficiência energética. Então, permite que o negócio se mantenha protegido dos efeitos nocivos de altas temperaturas.

Além disso, a capacidade de isolamento se estende às ondas sonoras. Com o uso adequado do produto, é possível conquistar máximo conforto acústico, com redução dos ruídos do ambiente externo. Novamente, trata-se de uma positiva questão de ergonomia e conforto.

Excelente durabilidade

Quando adquirida de um empreendimento de qualidade e instalada da forma correta, a manta térmica tem grande nível de durabilidade. Podemos dizer que goteiras e vazamentos na sua empresa deixarão de ser um problema por um longo período.

Além de tudo, temos que considerar que isso facilita a manutenção e garante mais eficiência de atuação do empreendimento. Para melhorar, é algo que ajuda a diminuir os custos totais e a aumentar o retorno sobre o investimento feito na estrutura.

Instalação descomplicada

Muitas soluções para o problema de goteiras e vazamentos na sua empresa são complexas. Elas podem mexer com os tipos de exaustores, exigir grandes obras e até interferir na estrutura do imóvel. O resultado, é claro, é bastante indesejável. Já a manta térmica tem a capacidade de oferecer soluções com eficiência e quase sem trabalho.

A instalação não exige muito mais que o acesso ao espaço da cobertura por pessoas qualificadas. Então, ela é posicionada e fixada no local, sem precisar de estrutura de apoio extra. Quando o negócio se expandir, pode recorrer às placas do mesmo material já na construção. Com tanta facilidade, os benefícios se tornam cada vez maiores.

5. Como escolher a manta ideal para o seu galpão?

Para que ofereça o isolamento ideal para o ambiente industrial, a manta tem que ser selecionada da forma certa. Com uma boa aquisição, ela vai lidar com vários pontos — inclusive, as goteiras e vazamentos na sua empresa.

O melhor jeito de chegar à conclusão ideal é ao considerar os pontos que realmente devem influenciar a escolha. Precisa de ajuda? Nós mostramos o que fazer. Confira!

Verifique a composição e as propriedades do produto

Primeiramente, é indispensável entender quais são as características específicas da manta. A ideia é reconhecer como ela atua e quais são os seus principais benefícios. Ter resistência ao mofo, por exemplo, é essencial para lidar com as goteiras e vazamentos na sua empresa.

Também vale a pena considerar como é feito o isolamento térmico industrial. Não basta que o produto evite a transmissão por condução ou convecção, já que a radiação é a maior vilã. Focar em apenas um desses aspectos não oferece proteção completa, então é preciso recorrer à solução adequada.

O melhor é que a manta térmica tenha a capacidade de proteger contra as três formas de transmissão de calor. Isso aumenta a eficiência do produto, pois além de impermeabilizar, garante o máximo de conforto térmico no local.

Avalie quais são as exigências de instalação

Como visto, a instalação da manta térmica é muito mais fácil que a realização de vários outros procedimentos. Ao mesmo tempo, os produtos diferentes podem apresentar características distintas. Então, é importante conhecer quais são as exigências de instalação de cada tipo.

O objetivo é verificar, por exemplo, se é necessário deixar uma camada de ar para evitar a convecção. Um produto do tipo não é tão eficiente e nem tão prático, por causa da limitação imposta por outra condição. Por outro lado, uma versão que já faça as trocas na própria estrutura é a melhor aposta. Ao conhecer isso antecipadamente, é possível se planejar para adotar a solução.

Confira a capacidade técnica e a experiência da empresa

Além de pensar no produto, em si, é essencial conferir a capacidade e a qualidade do estabelecimento. Ou seja, a ideia é reconhecer se a fornecedora da solução realmente ajuda a solucionar as goteiras e vazamentos na sua empresa, além de outros problemas.

Veja, por exemplo, há quanto tempo o negócio está no mercado. Um empreendimento experiente traz maior segurança e pode gerar resultados melhores. Além disso, é fundamental conferir a capacidade técnica.

O time deve ser especializado no isolamento térmico e na impermeabilização do espaço em todos os aspectos. Assim, desde o atendimento até a instalação é possível conquistar resultados melhores.

Conheça a experiência de outros clientes

Para complementar a sua percepção sobre o empreendimento, vale a pena conferir a opinião de quem já contratou os serviços. Assim como acontece no seu negócio, consumidores satisfeitos costumam dar suas opiniões (e o contrário também vale). Então, é interessante prestar atenção ao feedback.

Veja se os clientes apresentam satisfação com a manta térmica, se a instalação aconteceu como deveria e se as promessas foram cumpridas. Essa é uma forma de ter mais segurança, já que um grande volume de avaliações positivas indica que o produto e a empresa são de confiança.

Pense no custo-benefício apresentado pela solução

Não menos importante, é preciso considerar a necessidade de investimento e a aderência ao orçamento do seu negócio. Mas em vez de apenas decidir pela solução mais barata, recomendamos avaliar o custo-benefício da manta térmica.

O olhar voltado para o preço nominal deve ser substituído por uma análise de possíveis economias, prejuízos evitados e ganhos obtidos. Ao colocar na balança o que traz maiores impactos positivos, dá para escolher a alternativa correta. Assim, você não corre o risco de optar por uma manta só porque ela é mais barata, já que isso não oferece nenhuma garantia.

As goteiras e vazamentos na sua empresa são altamente prejudiciais para o ambiente industrial. Além de cuidar da manutenção, vale considerar usar uma manta térmica para corrigir o problema. Desde que seja selecionada da melhor forma, é uma solução viável e repleta de benefícios.

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Buscar ideias inovadoras que permitam a redução de custos na indústria pode fazer uma grande diferença para manter uma empresa financeiramente saudável. O desafio se mostra ainda maior para aquelas que funcionam com equipes reduzidas e margens de lucro apertadas.

Por mais que as despesas tributárias estejam em dia e o fluxo de caixa esteja bem, a conta simplesmente não fecha. Mas, não é preciso promover uma transformação muito grande na sua empresa para limitar os gastos. Eficiência e produtividade são temas importantíssimos para tirar o máximo dos gastos da empresa.

Na maioria dos casos, pequenos ajustes e mudanças de hábito geram resultados bastante significativos. Quer saber quais são as principais medidas para controlar as despesas na indústria? Confira nesse artigo que preparamos para você. Boa leitura!

Qual a importância da redução de custos na indústria?

Vender e conseguir contratos são parte importante de quase todas as empresas. O crescimento de uma organização não depende só do quanto arrecada com os seus produtos e serviços, mas também do quanto gasta para produzi-los. Uma empresa pode agradar seus clientes e vender muito. Mesmo assim, se os custos forem maiores que os valores arrecadados, ela não crescerá. Isso é bem óbvio, mas definitivamente as aplicações são complexas.

Por isso, ao pensar em redução de custos na indústria, é necessário realizar um planejamento adequado dos cortes que serão implementados. Antes de qualquer coisa, a seguir, o que você precisa se perguntar.

  • Eu conheço realmente os custos da empresa?
  • Quais os impactos da diminuição dos custos sobre as atividades realizadas?
  • As medidas levantadas poderiam trazer consequências negativas?
  • Quais são os setores que seriam afetados e como?

Assim sendo, o primeiro passo para colocar em prática qualquer ação de redução de custos é compreender profundamente a gestão da sua empresa. Afinal, você não verá resultados ao diminuir os custos de atividades que não têm nenhum impacto nos gastos ou, ainda, modificando processos que provocarão a queda da qualidade de seus produtos.

Quais são as medidas para reduzir os custos na indústria?

Confira agora quais são os principais métodos e recursos que ajudarão a sua empresa a economizar e reduzir os custos de produção.

Contas de água e energia

As contas de água e energia costumam ter valores bastante significativos, mas não há como evitá-las. Dessa forma, diminuir seus valores é um dos bons exemplos de como reduzir os custos nas indústrias.

Para isso, invista em torneiras automáticas e descargas econômicas, substitua as lâmpadas incandescentes pelas de LED e desligue aparelhos que não estão sendo utilizados, como impressoras e monitores.

Uma alternativa interessante é instalar sensores que ligam a luz apenas quando há alguém no ambiente. Essas são alternativas simples, mas que podem ter um efeito significativo ao longo do tempo.

Papel e impressões

Mesmo com o apelo ambiental para diminuir o uso de impressões em papel, alguns tipos de documentos precisam estar fisicamente em mãos. Nesse caso, faça a impressão nos dois lados da folha, o que economizará papel. No mais, busque digitalizar os documentos e utilize as ferramentas de compartilhamento online, como o Google Drive e Dropbox, por exemplo.

Muitas empresas possuem servidores de armazenamento e compartilhamento de informações. Definitivamente são ótimos para a segurança da tecnologia da informação e para economizar recursos de impressão. Alugar ou comprar impressoras adequadas ao volume de impressão ajudam a economizar energia. Escolher papéis reciclados, ou mesmo economizar no uso de papel serão sempre boas práticas.

Dívidas e tarifas bancárias

Busque renegociar possíveis dívidas ou tarifas bancárias com o seu banco, diminuindo as taxas de juros. No entanto, é fundamental estudar previamente se a sua empresa terá condições de lidar com as novas condições propostas. Cada renegociação pode implicar em aumento de taxas e custos, apesar de aumentarem o prazo.

Estoque

Analise os estoques e determine quais são os produtos que estão acumulados e diminua sua produção. Um estoque cheio e com itens parados resulta em perdas financeiras, pois as mercadorias ocupam espaço e podem estragar com o tempo.

Para otimizar o tempo de conferência de estoque, invista em softwares de controle que facilitarão as conferências.

Ferramentas de gestão

Outra ideia inovadora para a redução de custos na indústria são os softwares de gestão. Existem diversos modelos no mercado, que podem ser pagos ou gratuitos.

Uma das suas vantagens é o fácil acesso à qualquer tipo de informação. Pois está reunido em um só local tudo o que você necessita saber sobre a empresa, o que permite a tomada de decisões mais inteligentes.

É possível ver rapidamente e com clareza, quais são as áreas que merecem mais atenção e quais são os processos desnecessários ou que estão desperdiçando algum tipo de recurso. Ainda, existem alguns programas com recursos de inteligência, que lançam alertas automáticos quando aparecem riscos ou oportunidades.

Isolamento térmico e acústico

Os sistemas industriais trabalham com grandes cargas e estruturas complexas. As atividades realizadas, geralmente, transferem calor ao ambiente externo. Isto causa a perda de energia entre o espaço e as máquinas utilizadas nas linhas de produção. Por esse motivo, investir em sistemas de isolamento termoacústico é uma boa opção para a redução de custos na indústria.

O isolamento térmico protege os equipamentos, mantendo a temperatura desejada no local e dificultando a dissipação do calor para outros ambientes. Além de reduzir a conta de energia elétrica, essa estratégia tem impacto no controle de acidentes e ruídos existentes no ambiente industrial.

Um local com temperatura controlada é mais seguro e confortável para as equipes de trabalho na realização de qualquer atividade. Os benefícios vão além: é possível evitar o desgaste excessivo dos equipamentos e prevenir manutenções frequentes.

Planejamento e redução de custos na indústria

Para adotar qualquer um desses exemplos de redução de custos na indústria, é fundamental a realização de um bom planejamento. Estabeleça metas mensais, semestrais, anuais ou no período que melhor se adéque à situação da sua empresa. Mas, evite aplicar qualquer ação sem realizar análises e pesquisas sobre seu negócio e as metas que deseja atingir.

Seja qual for a estratégia tomada para reduzir os custos e ter uma gestão eficiente, é indispensável envolver as equipes nesse processo. O objetivo disso é conscientizá-las sobre as atitudes, fazendo com que participem com novas ideias. Outra dica é incluí-las na definição de metas e, quando forem alcançadas, usar uma parte do valor economizado para premiar as equipes.

A redução de custos na indústria traz benefícios para os negócios e para todos os que participam dos processos. Afinal é sempre positivo incentivar os colaboradores a realizarem suas atividades com maior qualidade e menor desperdício. Além de conservar melhor os equipamentos e o ambiente de trabalho para o bem comum do negócio.

Se você quer saber mais sobre a redução de custos na indústria, não deixe de conferir nosso artigo sobre como reduzir o consumo de energia!

Porém, não é preciso promover uma transformação muito grande na sua empresa para limitar os gastos. Na maioria dos casos, pequenos ajustes e mudanças de hábito geram resultados bastante significativos. Quer saber quais são as principais medidas para controlar as despesas na indústria? Confira nesse artigo que preparamos para você. Boa leitura!

 

São vários os fatores presentes em um ambiente de trabalho capazes de interferir na produtividade de uma equipe. Dentre esses parâmetros, é fundamental destacarmos as condições ergonômicas oferecidas pelo empregador, visto que, além de se relacionarem com o conforto ocupacional, também possuem ligações com a saúde e o humor da equipe de trabalho.

Infelizmente muitas empresas não dão a devida atenção para as condições ergonômicas disponibilizadas em suas dependências, fato este que é explicado pela falta de conhecimento sobre as várias vantagens ao assegurá-las.

Sendo assim, confira tudo sobre condições ergonômicas.

Conceito de ergonomia no trabalho

A palavra ergonomia remete ao estudo entre a relação ser humano/ambiente laboral. Em outras palavras, é uma análise detalhada sobre todos os elementos de um local que estão diretamente relacionados com o conforto, bem-estar e, acima de tudo, a segurança no trabalho de uma equipe.

Vale ressaltar ainda, que não importa o risco das tarefas a serem desempenhadas, todas elas necessitam de uma análise ergonômica adequada.

Relação entre ergonomia e produtividade da equipe

Esperar que uma equipe de trabalho entregue todo o seu potencial para uma empresa vai muito além de apenas garantir a contratação de excelentes profissionais.

Como exemplo prático, é impossível exigir bons resultados de desempenho de uma equipe que trabalha em um canteiro de obras sem os devidos Equipamentos de Proteção Individua – EPIs, ou de colaboradores que atuem em um escritório com baixa luminosidade e cadeiras desconfortáveis.

Sendo assim, é possível fazer uma associação direta entre a ergonomia e a produtividade de uma equipe, ou seja, quanto melhores as condições de trabalho que um empregador possa oferecer, sem dúvida, melhores serão os resultados de produtividade que a equipe em questão entregará.

Vantagens de um ambiente ergonômico

Podemos destacar as seguintes vantagens ao assegurar a ergonomia em uma empresa:

  • garantir a saúde e segurança do trabalho para todos os membros da empresa;
  • diminuir as chances de ocorrerem acidentes de trabalho, visto que todos os riscos serão previamente analisados e posteriormente traçadas medidas para que sejam neutralizados/reduzidos;
  • melhorar o humor da equipe de trabalho, uma vez que ela será valorizada e desempenhará todas as tarefas com conforto e segurança;
  • aumentar a produtividade dos colaboradores;
  • evitar lesões consequentes de esforços repetitivos, má postura e negligência dos EPIs;
  • possibilitar que atividades laborais sejam desempenhadas seguindo os parâmetros ideais de eficiência, visto que as condições de trabalho estão adequadas.

Normas regulamentadoras

Existem algumas normas regulamentadoras que especificam como que as condições de um determinado ambiente de trabalho precisam estar. Busca-se assegurar o conforto e a segurança da equipe.

Deste modo, os parâmetros que classificam as condições ergonômicas como satisfatórias ou inadequadas não são subjetivos. Isto é, são claramente determinados segundo algumas NRs.

Norma Regulamentadora 15

Tratando das atividades e operações insalubres, a NR 15 tem como principal objetivo estabelecer padrões técnicos para classificar um ambiente ocupacional quanto ao grau de sua insalubridade. Seguir essa norma impacta diretamente na produtividade. Isso de dá por ela colocar limitações em cargas horárias, bem como relaciona-se com o bem estar do colaborador. Isto posto, vai depender de análises, medições e atividades que a própria NR regula e indica como fazer.

Além disso, essa norma prevê um adicional sobre o salário ― conforme as características do risco e a intensidade de exposição ―, para a equipe que desempenha tarefas nestes ambientes identificados como insalubres.

A NR 15 padroniza parâmetros para os seguintes locais de trabalho:

  • presença de ruídos intensos (sejam eles contínuos, sejam eles intermitentes);
  • limite de exposição ao calor;
  • limite de exposição ao frio;
  • exposição às radiações não ionizantes;
  • trabalho em ambientes com alterações na pressão;
  • atividades em áreas com umidade elevada;
  • presença de agentes químicos;
  • elevada concentração de agentes biológicos.

Norma Regulamentadora 18

a NR 18 é uma norma que detalha as condições ergonômicas adequadas para a indústria da construção. Segundo essa norma, é dever do empregador garantir algumas condições básicas em um canteiro de obras. São eles:

  • instalações sanitárias;
  • vestiários;
  • alojamentos;
  • local de refeições;
  • área de lazer;
  • ambulatório, quando se tratar de uma equipe de trabalho com 50 ou mais membros.

Por ser uma indústria com várias ramificações e englobar tarefas de diferentes naturezas, na construção civil, há várias possibilidades de um ambiente ser classificado como insalubre. Entretanto, a NR 18 detalha todas as atividades e as suas respectivas condições ergonômicas ideais.

4 dicas para melhorar a ergonomia no ambiente de trabalho

Uma vez que já sabemos o que é ergonomia, bem como as suas vantagens ao ser garantida em um local de trabalho, é interessante destacar algumas dicas que as viabilizam.

Deste modo, confira 4 orientações para melhorar a ergonomia. São elas:

1. Conheça sua equipe

Estreitar a relação empregador/equipe de trabalho é muito importante para que a comunicação interna seja feita de forma clara, rápida e sem burocracias.

Uma vez que essa comunicação é realizada com eficiência, a equipe se sente mais confortável para sugerir melhores condições ergonômicas quando necessário, viabilizando, dessa forma, ambientes de trabalho mais saudáveis e seguros.

2. Disponibilize todos os EPIs

Como vimos ao longo do conteúdo, a segurança no trabalho é extremamente importante para a garantia de ambientes ergonômicos.

Nesse contexto, vale destacar a importância de disponibilizar todos os Equipamentos de Proteção Individual – EPI para a equipe. Com pouco investimento é assegurando assim, além do conforto ao desempenhar tarefas de risco, locais de trabalho com chances reduzidas de ocorrerem acidentes. Menos acidentes impacta positivamente o passivo trabalhista e também a produtividade.

EPIs básicos

EPIs são os aliados nº 1 de empresas e funcionários para evitar acidentes de trabalho

3. Delimite tarefas

Ao delimitar tarefas, um colaborador vai saber exatamente o que deve saber fazer. Desta forma ele estará menos propício a se expor às atividades que contenham riscos para os quais ele não está protegido.

E para alcançar esse patamar de organização na empresa, é imprescindível que haja uma clara delimitação das tarefas, para que, dessa forma, cada equipe execute apenas o serviço que ela sabe que as condições ergonômicas estão favoráveis.

4. Realize avaliações de desempenho

Muitas vezes um baixo rendimento no trabalho está associado com condições ergonômicas precárias. Baixo rendimento afeta diretamente a produtividade da equipe como um todo. Portanto, é importantíssimo ficar atento a esse fator.

Por esse motivo, realizar avaliações de desempenho periodicamente ajudam a detectar baixos rendimentos de equipes. Uma das causas possíveis é da equipe não estar alocada em um ambiente ergonômico.

Portanto, após entender o conceito de condições ergonômicas e verificar todos os seus benefícios para a produtividade da equipe, é fácil perceber o quão importante esse parâmetro é para as atividades laborais.

Cabe lembrar ainda que a empresa que não garante aos seus colaboradores boas condições de trabalho está sujeita a multas e penalidades trabalhistas, conforme as NRs 15 e 18.

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Para permitir o progresso, a ciência desenvolve componentes e materiais que viabilizam diversas soluções. Ao falar em exploração do espaço, o Mylar é um dos itens relevantes. Em forma de película, é esse elemento que ajuda a resolver vários problemas de equipamentos que estão fora da atmosfera terrestre.

Muita gente não o conhece, mas ele se baseia em uma aplicação simples. Inclusive pode ser adotado no cotidiano e é capaz de gerar grandes benefícios quanto ao conforto térmico. Ao saber mais sobre ele, você tem a chance de explorar um dos recursos importantes para a ciência.

Para não ter dúvidas sobre esse elemento, vamos apresentar o que é o Mylar e por que ele tem tanta relevância. Confira!

O que e como essa película funciona?

Entender a composição dessa película é essencial para descobrir de que se trata. De forma simples, podemos dizer que o Mylar é uma espécie de filme de poliéster. Suas fibras de alta tecnologia são produzidas com polímero estirado. É, portanto, uma película feita com plástico trabalhado para criar fibras de baixa espessura e que se arranjam de um jeito específico.

Apesar de sua espessura bem fina, ele apresenta atuação diferenciada. Além de suportar grandes tensões, tem elevada estabilidade e boa resistência química. No entanto, sua maior característica é a refletividade.

O tratamento dado a essa película faz com que ela receba um aspecto metalizado. Isso garante a reflexão dos raios solares, que não conseguem penetrar nas fibras do material. Então, é uma forma de obter isolamento térmico.

Como foi o Mylar foi desenvolvido ?

O desenvolvimento do Mylar aconteceu após a consolidação do uso de polímeros na economia. Com a popularização dos polímeros, novas formas e soluções foram buscadas.

Na década de 1950, diversas indústrias norte-americanas começaram a trabalhar com o material. Após o estiramento das fibras plásticas, foi possível conquistar um resultado inicial em relação ao que existe hoje.

Em 1955, a película passou a ser usada em filmes fotográficos de escala comercial. Porém, foi nos anos seguintes que ganhou aplicações inovadoras — principalmente por conta da espessura finíssima em que foi empregada.

Qual a importância do Mylar para a Nasa?

O uso do Mylar ganhou força a partir da década 1960. Foi em 1964 que a Nasa utilizou o material com apenas micrômetros de espessura. O processo possibilitou o lançamento de um grande balão metálico que serviu como satélite.

Desde então, a película tem sido aprimorada e usada na agência. Foi diante desse cenário que surgiu o isolamento multicamadas (multi-layer insulation ou MLI, em inglês). Podemos dizer que é uma solução no estilo sanduíche: o Mylar é aplicado nas camadas externas e, no meio dele, há outros materiais que ajudam a garantir os bons resultados.

Esse conjunto é usado, principalmente, nas estações espaciais e nos satélites. A seguir, veja quais são os maiores benefícios da adoção da película na Nasa.

Isolamento térmico das estações espaciais

O objetivo do uso desse material é gerar isolamento térmico dos diversos componentes em órbita. Com a alta capacidade de reflexão, o Mylar impede o ganho de calor por conta da radiação solar. Graças à adoção da tecnologia MLI, ainda consegue prevenir processos de condução e convecção.

Como o ambiente pode ser um tanto hostil por causa das baixas temperaturas, o isolamento também é essencial para evitar a perda excessiva de calor. Além de garantir o funcionamento dos componentes em condições ótimas, é um jeito de manter o conforto dos astronautas.

Facilidade de manutenção

Outra razão para a utilização do Mylar é que ele tem facilidade elevada de aplicação e, portanto, de reparação. Caso ocorra alguma dificuldade ou um processo de perda ou ganho de calor, os próprios astronautas podem fazer os consertos necessários para manter a integridade da estrutura.

Em condições normais, ele não exige manutenção justamente por ser capaz de suportar grandes tensões. Mais que diminuir os custos, é um meio de obter máxima confiabilidade no projeto, o que também amplia a segurança.

Aumento de eficiência energética

Diante do isolamento térmico, a troca de calor pode ser impedida ou, ao menos, reduzida a níveis mínimos. Isso favorece o sistema de regulação de temperatura, o que permite manter a operação dentro dos níveis esperados.

É um jeito de aumentar o nível de eficiência energética, o que é importante para as estruturas espaciais. Com menor exigência de controle de temperatura, há menos riscos de sobreaquecimento ou congelamento de componentes ou de sobrecarga do sistema. Não é à toa que a Nasa utiliza esse componente como uma maneira de obter resultados melhores.

Excelente custo-benefício

A maior parte dos componentes de satélites e estações espaciais custa milhares ou até milhões de reais. Então, buscar soluções que contemplem as necessidades de maneira menos onerosa faz parte do desenvolvimento da Nasa.

Embora envolva muita tecnologia, a película feita com fibras de polímero pode ser considerada econômica — principalmente se avaliarmos o seu bom desempenho. Então, ela se transforma em uma alternativa especialmente atraente, eficiente e capaz de atender às necessidades.

E qual é a aplicação cotidiana?

Embora o Mylar seja essencial para a ciência e tenha empregos que vão ao espaço, ele também pode ser utilizado no cotidiano. Com uma aplicação comercial simplificada, oferece resultados tão positivos quanto aqueles obtidos em satélites e em estações espaciais.

É o caso de uma solução de isolamento térmico. Tanto em casos de mantas térmicas quanto de placas, o conceito se baseia no uso de camadas. Do lado de fora, o Mylar é aplicado para garantir a reflexão dos raios solares. Assim, é possível impedir o aquecimento por radiação, que é a maior vilã da transferência de calor.

Entre as camadas da película refletiva são adicionados componentes como o EPS, o qual forma uma barreira de ar. Isso impede a convecção e a condução, de modo a garantir o isolamento completo. De maneira simples, é como utilizar a proposta de uma garrafa térmica para deixar ambientes protegidos.

O Mylar é uma película refletiva de alta eficiência e que é essencial para a ciência. Otimizado e aplicado em grande escala pela Nasa, também pode fazer parte do seu cotidiano. Com um bom produto de isolamento térmico, podemos afirmar que surge a chance de explorar os resultados desse item.

Ainda tem alguma dúvida sobre o componente? Conte em nossos comentários e participe!

Na busca de melhor qualidade de vida e privacidade, isolamento acústico é muito importante. É comum as pessoas procurarem soluções para impedir que certos ruídos e barulhos externos entrem em seu ambiente domiciliar. Para que isso ocorra, existem muitas soluções no mercado, sendo por isso fundamental conhecê-las para poder escolher o melhor material para isolamento acústico.

Afinal, esse composto possui a capacidade de impedir que o som passe por ele. Logo não vai deixar ruídos entrarem ou saírem de determinado ambiente. Além disso, algumas das soluções usadas para esse fim também apresentam propriedade de isolamento térmico. Isso também garante maior eficiência energética.

Não é por acaso que o isolamento acústico se tornou uma necessidade para certos estabelecimentos comerciais e industriais. Por isso, para que você possa escolher aquele que melhor atenderá as suas necessidades, fizemos uma lista com os quatro principais tipos de materiais. Tenha uma boa leitura!

Por que é importante escolher corretamente o material para isolante acústico?

Conceitualmente, conforme já explicamos, a capacidade de isolamento acústico se baseia na possibilidade de que determinado material tem de impedir que o som passe por ele. Normalmente, esse tipo de composto apresenta grande densidade e serve como uma barreira física, a qual dificulta a passagem do som.

Como cada material tem características próprias, eles não apresentam a mesma capacidade de isolamento acústico. Além disso, são poucos componentes que também conseguem isolar termicamente o ambiente. Sendo assim, é preciso entender qual é o tipo de problema que se deseja resolver para poder escolher a solução mais adequada e de melhor custo-benefício.

Por isso, é tão importante conhecer os diferentes materiais existentes no mercado. Afinal, para evitar futuras complicações e desperdícios, é fundamental escolher uma solução que consiga atender às necessidades dos usuários da edificação.

Quais são os principais materiais?

Atualmente, é possível encontrar no mercado grande variedade de materiais que proporcionam isolamento acústico, sendo que os principais são:

1. Espumas acústicas

Muito utilizadas no tratamento acústico de estúdios de gravação — é comum que esse composto faça parte da decoração desses espaços —, as espumas acústicas são um material barato que têm como principal função melhorar a emissão e a qualidade do som. Para isso, ela absorve e reduz a reflexão do som interno de um ambiente, de modo a eliminar o eco, deixando-o mais seco.

Apesar desse material ser muito utilizado na indústria musical, ele não tem capacidade de isolamento acústico. Caso haja o desejo de atenuar o som, é preciso utilizar as espumas acústicas com outros materiais. Também é comum que esse material receba tratamento especial com aditivos para que consiga retardar o tempo de propagação de chamas e reduzir a emissão de fumaça tóxica caso ocorra um incêndio.

2. Lã de vidro

Comercializada em rolo ou em painéis, a lã de vidro é uma fibra mineral produzida a partir do aquecimento a altas temperaturas da sílica e do sódio. Apresenta fácil instalação, pode ser fixada com facilidade nas paredes, bastando apenas utilizar buchas, parafusos ou velcro.

Além disso, devido ao índice de absorção acústica e sua baixa condutibilidade térmica, esse material tem o seu uso recomendado para isolar termicamente e fazer o tratamento acústico de um ambiente.

Apesar de ser resistente ao fogo, de modo a não propagar chamas, a lã de vidro não suporta incêndios de grande magnitude, os quais proporcionam temperaturas superiores a 800ºC.

Outra característica importante desse material é a sua longa vida útil, pois não sofre deterioração. Pode ser aplicado em paredes, pisos e tetos.

3. Lã de rocha

Produzida a partir do superaquecimento de materiais derivados de rochas basálticas, a lã de rocha é um composto muito utilizado nos isolamentos acústicos de ambientes. Bastante versátil, ela pode ser utilizada em paredes duplas de drywall ou de alvenaria, em pisos flutuantes, coberturas e forros.

Não pode ser usada de maneira exposta, uma vez que gera um pó que causa irritação e coceira nos usuários de uma edificação.

Além de apresentar elevado índice de absorção acústica, a lã de vidro proporciona ótimo isolamento térmico, o qual possibilita um local com temperatura ambiente agradável em todas as estações do ano.

Por não se degradar com o passar do tempo, outra vantagem é a sua elevada vida útil, porque também não necessita de manutenção constante.

3. 3TC isolamento

Inspirado no funcionamento dos trajes de astronautas e das garrafas térmicas — os quais conseguem controlar a temperatura em situações de calor e frio — o 3TC isolamento é um isolante que foi desenvolvido para combater as três formas de transferência de calor. Afinal, a temperatura ambiente é influenciada pela condução, pela radiação e pela convecção.

Apesar de ser amplamente conhecidos, os isolantes tradicionais combatem apenas 10% da transferência de calor proveniente da radiação. O 3TC utiliza o poliestireno expandido (EPS) para atuar contra a condução térmica, além de possuir duas lâminas de um polímero refletivo que impede a entrada de 97% da radiação térmica.

Para combater a convecção, o produto apresenta uma cobertura contínua, flexível e impermeável, que veda o espaço isolado e impede a entrada de vapores que causarão esse fenômeno. Assim, ao atuar nessas três frentes, o 3TC é um produto isolante de alta performance.

Além da capacidade de isolamento térmico, o 3TC apresenta possibilidade de atenuação acústica. Dessa forma, em muitos casos, o 3TC pode ser um ótimo material para isolamento acústico.

Atualmente, o produto é encontrado em placas ou rolos. Em alguns casos pode ser feito em medidas personalizadas que garantem a diminuição do desperdício e do custo do frete. Por tudo isso, esse material é, sem nenhuma dúvida, a opção de melhor custo-benefício do mercado.

Por que escolher o 3TC?

Como é possível perceber, o 3TC é um produto de alta performance, que apresenta ótimo custo-benefício. Por combater as 3 formas de transferência de calor, ele consegue ser mais eficiente que as demais opções de isolamento existentes no mercado. Além disso, o produto apresenta excelente capacidade de absorção acústica.

Outra vantagem do produto é sua vida útil. Além de apresentar custo de manutenção reduzido, pois não quebra, não racha nem se danifica com facilidade. Para garantir mais segurança e saúde aos usuários de uma edificação, o 3TC é imune a mofos. Sua composição também impede o surgimento de formigas e não propaga chamas (Classe II-A).

Diante de todas essas vantagens, o 3TC surge como excelente opção de material para isolamento acústico. Isso por ser capaz de conciliar tecnologia, eficiência e custo-benefício, tudo em um só produto.

Caso você tenha se interessado pelo nosso produto e queira saber mais sobre ele, que tal entrar em contato conosco? A nossa equipe terá o prazer em atendê-lo e solucionar todas as suas possíveis dúvidas.

Devido ao maior interesse das pessoas em conservar o meio ambiente, tornou-se uma tendência — além de ser uma necessidade — fazer com que a atividade da construção civil possa ser mais sustentável. Para isso, começou-se a utilizar nos processos construtivos diversos materiais que, normalmente, seriam descartados. Entre eles destacam-se os contêineres marítimos. A construção em contêiner tem sido cada vez mais utilizada.

Com elevada vida útil, esse material proporciona economia e velocidade de execução a uma obra. Por isso, não é por acaso que a construção em contêiner tem se tornado cada vez mais comum. Entretanto, existem alguns pontos que precisam ser considerados antes de utilizá-lo na construção. Isso pois eles são excluídos após ser usado por quase uma década como compartimento de transporte.

Ao continuar a leitura deste artigo, você vai descobrir as vantagens e desvantagens de utilizar o contêiner na construção civil.

Quais são as vantagens da construção em contêiner?

Sustentabilidade da construção em contêiner

Uma das principais vantagens da construção em contêiner é a sustentabilidade. Afinal, além de reutilizar um material que seria descartado, durante a execução processo construtivo reduz-se o uso de alguns recursos naturais. Materiais como tijolo, areia, brita e aço, que são utilizados no tradicional método do concreto armado com fechamento em alvenaria.

Outro ponto importante é a possibilidade de manter a permeabilidade em até 90% do solo, já que o contêiner não necessita de uma grande área. Com isso, é possível manter intacta parte da geografia do terreno.

Praticidade e versatilidade

O uso de contêineres na construção civil é uma ótima solução para quem deseja uma obra ágil e com o mínimo de produção de resíduos. Por se tratar de um processo construtivo modular, é possível que a estrutura da edificação chegue completamente pronta até o terreno, bastando apenas realizar a sua instalação.

Após a conclusão da obra, caso seja preciso expandir a área construída, basta acoplar aos contêineres existentes outros módulos, os quais podem ser entregues prontos.

Baixo custo

Por se tratar de um material reutilizado, quando a obra é bem planejada e administrada é possível que o metro de área construída seja até 40% mais barato que o método tradicional de alvenaria. Além disso, pelo fato de a construção em contêiner ser um processo construtivo modular, o tempo da empreitada é menor, o que garante maior economia na mão de obra.

Aproveitamento do terreno

Os contêineres são projetados para suportar uma elevada carga, pois normalmente ocorre o empilhamento das unidades durante o seu armazenamento ou transporte. Dessa forma, é possível criar uma coluna de até nove peças, o que proporciona melhor aproveitamento do terreno.

Durabilidade

Apesar de o contêiner ter vida útil de apenas 10 anos como compartimento de transporte marítimo, em terra firme esse material pode ser utilizado por quase um século. Por ser construído em uma estrutura de aço, ele suporta grandes cargas e resiste a diversas intempéries.

Quais são as desvantagens da construção em contêiner?

Necessita de terreno amplo

Apesar de o contêiner utilizar pequena área do lote, é preciso que esse terreno tenha um espaço que permita a manobra das máquinas que farão a instalação dos módulos. Logo, não é recomendado o uso desse material em pequenos espaços e que apresentam difícil acesso.

Espaço

Por se tratar da reutilização de um compartimento de transporte, os contêineres apresentam um espaço pequeno e limitado, o qual não proporciona o conforto necessário para determinados usos. Além disso, essa área reduzida dificulta a elaboração do projeto e a distribuição dos módulos usados.

Uso de mão de obra especializada

Pelo fato de ser um processo construtivo modular, é preciso que haja mão de obra especializada na produção e instalação das unidades. Caso contrário, além de ter uma construção de baixa qualidade, é possível cometer erros que comprometam a estrutura da caixa. Em toda obra erros acarretam em novos custos.

Por exemplo, é necessário que a edificação seja projetada por alguém que conheça as limitações do material. Além disso, se o corte das esquadrias for feito de forma errada, deve-se fazer um reforço no contêiner.

Manutenção

Por se tratar de um material que passava parte considerável do tempo em contato com a maresia, é preciso ficar atento quanto a sua manutenção. Como é comum o contêiner ser adquirido com ferrugem, será preciso fazer um tratamento adequado para combater esse problema.

Além disso, é fundamental saber qual era a carga que esse compartimento transportava, pois existe o risco de contaminação devido à existência de algum vestígio.

Conforto térmico e acústico

Uma das principais desvantagens de utilizar a construção em contêiner é o seu baixo isolamento acústico e térmico. Afinal, dependendo da carga a ser transportada, não há necessidade de que esse compartimento apresente essas características. Assim, para ser usado como edificação, é preciso fazer adaptações, uma vez que o aço é péssimo isolante de sons e ótimo condutor de calor.

construção em contêiner

O que se deve saber para usar contêiner na construção civil?

Para garantir a sustentabilidade de uma construção em contêiner, é preciso que haja a reutilização do material. Caso o proprietário adquira um compartimento novo, a edificação provocará o mesmo impacto que aquela que utiliza o processo construtivo tradicional. Caso haja reaproveitamento do material, é preciso tomar alguns cuidados. Esse cuidados visam evitar o surgimento de patologias na edificação e a contaminação dos usuários.

Para poder reaproveitar um contêiner, o primeiro passo é analisar a documentação desse compartimento. Para isso, é preciso verificar se essa unidade pode ser usada para outros fins além do transporte de carga. Também é recomendado descobrir qual tipo de material foi transportado por essa caixa. Lembre-se que existe a possibilidade de haver contaminações em alguns casos. Outro ponto a ser considerado é a estrutura, pois não deve existir nenhuma avaria que a comprometa.

Finalmente, por se tratar de uma edificação, é fundamental que haja projeto. Dessa forma, será possível identificar quais soluções deverão ser usadas para melhorar o uso da construção e para proporcionar mais conforto térmico e acústico. Não se pode esquecer dos projetos complementares, pois é preciso saber a forma mais eficiente de fazer as instalações hidrossanitárias e elétricas desse edifício.

Como é possível perceber, apesar de existirem algumas desvantagens, a construção em contêiner é uma ótima alternativa. Eles permitem construir com velocidade, economia e sustentabilidade. Contudo, é preciso tomar alguns cuidados para que essa alternativa construtiva traga os benefícios desejados.

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Ao falar em isolamento térmico, é muito comum associar o processo a imóveis, como um galpão ou uma casa. No entanto, essa não é a única possibilidade. Atualmente, é possível recorrer ao isolamento térmico para veículos em casos específicos.

Tão seguro, funcional e eficiente quanto o que é realizado em casa, esse procedimento deve ser conhecido profundamente. Assim, você tem a chance de decidir se essa é a melhor alternativa para a sua necessidade.

Não quer ficar na dúvida? Então, continue a leitura e veja o que temos a dizer sobre o isolamento térmico para veículos.

Afinal, do que se trata esse processo?

O isolamento térmico, de maneira geral, consiste em utilizar materiais de revestimento para impedir a entrada ou a saída de calor. É o que acontece com uma garrafa térmica, em que o líquido não se torna mais quente ou frio, justamente por causa desse bloqueio.

Com os meios de transporte, é bem parecido. A diferença é que o foco está na área de transporte de carga. É o caso de um caminhão ou furgão receber o processo de revestimento para que o interior não sofra uma variação de temperatura.

Como funciona o isolamento térmico para veículos?

O funcionamento dessa etapa é parecido com o que ocorre em uma casa. Basicamente, toda a superfície interna do local de transporte é revestida com um material especial. É o mesmo processo que acontece ao incluir um isolamento entre as paredes de uma residência, por exemplo.

Esse componente evita a transferência de calor por diferentes métodos. Se for realmente adequado, ele impedirá a passagem por condução, convecção e radiação. Afinal, os veículos circulam ao ar livre e sofrem o impacto direto dos raios solares. Sem a devida atenção, a carga pode aquecer.

Um dos principais benefícios de recorrer a esse sistema é a proteção do conteúdo a ser movimentado. Muitos são sensíveis a mudanças de temperatura, então o controle é bem adequado.

Também é um jeito de reduzir o consumo geral do veículo. Não é preciso usar o ar-condicionado de forma tão forte, por exemplo. Isso ajuda a diminuir o gasto de combustível e torna o processo mais lucrativo.

Kombi Home com o 3TC Isolamento realizado pelo pessoal do Virando Mundo

Quando ele deve ser aplicado?

O isolamento térmico para veículos é recomendado, principalmente, diante da necessidade de transportar certos materiais. Empresas que fazem esse tipo de serviço e até profissionais autônomos, como caminhoneiros de carga especial, devem recorrer a essa solução.

Ela é indicada quando o produto é frágil e sensível às mudanças de temperatura. Com a etapa, portanto, é possível manter tudo adequado. A seguir, mostraremos quais são as principais cargas que motivam esse procedimento.

Alimentos

A maioria dos alimentos perecíveis precisa ser armazenada em condições específicas de temperatura. Os ingredientes resfriados e os congelados, por exemplo, devem estar diante de uma temperatura menor — muitas vezes, abaixo de 0º C. Já os alimentos em ambiente climatizado têm que ficar na faixa dos 20 a 25º C.

No entanto, não é incomum que, com a radiação, o valor se torne alto no interior. Com o isolamento, é possível conter o aumento de temperatura e garantir a segurança alimentar do transporte.

Medicamentos

Diversos medicamentos contam com componentes sensíveis e que devem ser mantidos em ambientes preparados e climatizados. A insulina, dada a pacientes diabéticos, é um exemplo de produto médico que deve ter uma temperatura específica e mais baixa que o ambiente.

Com o processo de isolamento, fica fácil garantir as condições adequadas para que o transporte ocorra sem problemas. Inclusive, é algo que tem a ver com as obrigações sanitárias, então é preciso cumprir as regras.

Materiais biológicos

Os materiais biológicos também devem ser levados em temperaturas específicas. Componentes de laboratórios de análises, bolsas de sangue e outros elementos exigem o resfriamento para que fiquem aptos para o uso, conforme a necessidade.

Os cuidados na escolha do revestimento fazem com que esses materiais estejam protegidos e seguros. Inclusive, é um jeito de evitar possíveis contaminações e de garantir o cumprimento do propósito de transporte.

Como escolher o melhor isolamento térmico?

Agora que já mostramos quando recorrer a essa solução, é a hora de você descobrir como selecionar corretamente o isolamento térmico para veículos. Entre tantas opções, o ideal é conhecer as principais e ficar com aquela que realmente atende às necessidades.

Para não ter dúvidas na hora da decisão, veja algumas dicas para escolher o isolamento térmico mais recomendado.

Verifique a carga a ser transportada

Primeiramente, é preciso pensar em qual é o tipo de carga a ser transportada. As mais sensíveis exigem um cuidado extra, o que significa recorrer a uma alternativa muito segura e que realmente impeça a troca de calor indesejada.

Considere qual é a faixa ideal de temperatura para cada carga e opte pela que trouxer versatilidade. Assim, com apenas uma instalação você tem a certeza que o isolamento atenderá a todas as necessidades específicas.

Confira o tipo de revestimento

Em seguida, recomendamos pensar no tipo de revestimento que é apresentado. Há, por exemplo, o modelo em placas, que é ideal para veículos com estrutura rígida e linear. Já a manta atende muito bem a furgões e outros ambientes de transporte que contam com linhas sinuosas.

Ainda há outras opções, como o compensado e as alternativas do tipo. Pense no que oferece melhor desempenho de proteção e vedação, de modo a obter os resultados desejados.

Observe a reputação da empresa

Não menos importante, é fundamental ficar de olho na experiência relacionada ao produto e, é claro, à fornecedora. Dê prioridade para um revestimento exclusivo e que ofereça proteção contra os três tipos de transferência do calor. Os resultados serão ainda melhores e permitirão o transporte com qualidade.

Também indicamos ficar de olho nas redes sociais e nas opiniões de quem já contratou. Desse jeito, você tem a chance de fazer uma escolha muito bem embasada e que promete oferecer os benefícios desejados.

O isolamento térmico para veículos é uma alternativa interessante para proteger cargas sensíveis. Com o processo de revestimento, é possível manter a temperatura no interior do transporte, o que garante impactos muito melhores.

Para conquistar esses resultados, é fundamental trabalhar em parceria com empresas especializadas e com as soluções adequadas. Por isso, entre em contato com a 3TC e saiba como podemos ajudar! Ele é fácil de instalar, e basta utilizar uma cola de contato, adequada à aplicação na superfície do veículo. Nossa dica é na escolha do acabamento: fique atento às especificações dos fabricantes.

O excesso de calor no ambiente de trabalho é altamente prejudicial. Além de comprometer a obtenção do conforto térmico, ele gera diversas dificuldades na execução de tarefas necessárias para o empreendimento.

O desconforto pode aumentar a irritabilidade e, com isso, motivar novos conflitos no ambiente. Esse também é um fator de desmotivação e de perda de produtividade devido à falta de engajamento. Para a saúde, não é diferente, pois esse problema traz riscos variados.

A seguir, mostraremos quais são os impactos do excesso de calor para o bem-estar. Confira!

Quais são os principais impactos na equipe?

O corpo humano é formado por uma grande quantidade de água e precisa se manter a uma temperatura média de 35 a 36º C. Por isso, quando o ambiente está muito quente, há um desequilíbrio nas funções corporais, aumento da produção de suor e grande desconforto.

Tanto nas indústrias quanto no cotidiano, há muitos impactos na saúde que são causados pelo excesso de calor. Na sequência, apresentamos os pontos que merecem a sua atenção!

Desidratação

Um dos resultados mais conhecidos da exposição às altas temperaturas é a desidratação. Trata-se de um quadro que ocorre quando o corpo não tem água suficiente para funcionar da melhor maneira. Como resultado, vários sistemas são afetados e há um acúmulo de toxinas no sangue.

Os sintomas incluem enjoos, boca seca, sede, tonturas e até desmaios. Em alguns casos, a desidratação gera confusão mental ou mesmo delírios. No cotidiano, esse já é um quadro que inspira cuidados. No ambiente de trabalho, ele é ainda mais perigoso, porque é um fator de risco para acidentes.

Fadiga

Com um grande aumento de temperatura, o corpo precisa fazer um esforço maior para regular a temperatura. Em ambientes quentes, a produção de suor favorece a perda de líquidos e de sais minerais essenciais para o funcionamento do organismo. Com esses impactos, o corpo sofre uma diminuição de energia, o que leva à sensação de fadiga.

Nessa situação, as pessoas demonstram menos disposição para executar tarefas e podem sentir sonolência, fraqueza, tonturas e náuseas. Casos extremos, como em temperaturas muito elevadas, levam à síncope corporal e até à interrupção do funcionamento dos rins.

Falta de concentração

O nosso cérebro trabalha com algumas prioridades e, na prática, com uma tarefa de cada vez. Se há necessidades físicas urgentes, então é mais difícil se concentrar em outras ações. É por isso que o calor excessivo diminui a concentração.

Diante das altas temperaturas, há o incômodo e a necessidade de regular o corpo. O cérebro, nessa situação, perde capacidade cognitiva de atuar focado em uma só tarefa, o que compromete os resultados. No trabalho — seja na indústria, seja fora dela —, isso leva a um aumento da procrastinação e uma diminuição do rendimento. No final das contas, há uma grande queda de produtividade.

Doenças respiratórias

Muitas vezes, a alta temperatura é acompanhada pela baixa umidade. Em escritórios, o uso de ventiladores ou de ar-condicionado motiva tal questão. Na indústria, a falta de vapores e os espaços confinados favorecem essa configuração.

O problema é que essas situações prejudicam o sistema respiratório. O muco das vias pulmonares, por exemplo, fica ressecado, o que aumenta as chances de quadros de bronquite, rinite ou asma. Também ocorrem sangramentos nasais e infecções. Em longo prazo, os impactos podem se tornar crônicos.

Alterações na pressão sanguínea

Por causa do aumento da temperatura, as artérias ficam mais dilatadas. Trata-se de um mecanismo do corpo para tentar diminuir a temperatura e eliminar o calor pela pele. Ao somar isso à desidratação, há um fluxo menor de sangue pelo corpo.

Como resultado, há um quadro de pressão baixa ou hipotensão arterial. Para muitas pessoas, é uma situação que leva a tonturas, enjoos e até desmaios. No trabalho, os riscos de acidente se multiplicam nesses casos.

Para quem já sofre com hipertensão, o excesso de calor é um fator de risco. O entupimento das artérias é agravado pelo espessamento do sangue. A falta de água também amplia esse impacto, o que leva à ocorrência de casos de hipertensão. É comum sentir dores de cabeça, tonturas e mal-estar nessas situações. Em alguns casos, esse se torna um fator de risco para AVC e infartos.

Por que é importante investir em qualidade de vida?

Tanto no trabalho quanto fora dele é essencial pensar nas práticas de bem-estar. Desta forma, a intenção é garantir a máxima qualidade de vida, pois isso leva, acima de tudo, a um bom cuidado com a saúde.

Do ponto de vista dos escritórios e das indústrias, há outros aspectos para se considerar. Em primeiro lugar, o empregador é obrigado a cuidar da saúde e da segurança da equipe. Sendo assim trata-se de uma obrigação que visa evitar doenças e acidentes causados pela atividade profissional.

Além disso, trata-se um meio de consolidar resultados positivos para o empreendimento. Com mais bem-estar, há um aumento na satisfação e motivação para o trabalho. Isso gera eficiência e produtividade no dia a dia, melhorando a competitividade do negócio.

Lidar com o excesso de calor, portanto, não tem a ver apenas com a saúde, mas com todos os benefícios associados à etapa produtiva e ao desempenho.

Quais são as soluções mais eficazes para a indústria?

Evitar a transmissão de calor é o melhor jeito de manter as temperaturas sob controle. Esse processo acontece por três meios diferentes: condução, convecção e radiação. A última opção é a que gera maiores impactos, por isso merece atenção redobrada.

De qualquer forma, não basta apenas pensar em climatizar o ambiente. Ventiladores e equipamentos de ar-condicionado são bem-vindos, mas não resolvem tudo sozinhos.

Então, recomendamos considerar o uso de isolantes especiais. As mantas térmicas revestem o ambiente e impedem a entrada do calor, o que ajuda a manter a temperatura interna equilibrada. Para as indústrias, essas são as melhores possibilidades.

Para garantir total eficiência, a nossa indicação é que as três formas de transferência sejam combatidas. Isso dá origem a um ambiente muito mais agradável e preparado para gerar bons resultados.

O excesso de calor tem impactos variados — e, muitas vezes, graves — na saúde. Ao conhecer essas situações que apresentamos, fica clara a importância de investir em ações para o bem-estar, como o isolamento térmico.

Para evitar esses e outros problemas, veja como realizar o controle de temperatura em indústrias e empresas.

Em relação ao gasto de energia total, as indústrias respondem por 41%. Ou seja, a cada 10 quilowatts, 4 são destinados para a indústria. Isso demonstra a importância e, principalmente, o impacto da atuação industrial. Em um cenário cada vez mais competitivo e com novas necessidades, saber como reduzir o consumo de energia é essencial.

Atualmente, é possível encontrar muitas invenções sustentáveis, bem como recursos que ajudam a diminuir esses gastos. Aplicá-los é um projeto com olhos no futuro e que pode mudar a forma como os negócios se relacionam com os recursos naturais.

Para garantir que isso seja viável, trazemos dicas essenciais de como reduzir o consumo de energia. Acompanhe!

1. Por que reduzir o consumo de energia na indústria?

Para colocar esse projeto em prática, é indispensável compreender quais são as razões para realizar as mudanças necessárias. Será preciso fazer investimentos, então nada mais justo do que entender os benefícios da redução do gasto de energia elétrica.

Eles variam de acordo com a intensidade da redução e com cada negócio. No entanto, compartilham algumas características. A seguir, veja por que vale a pena implementar as práticas de redução.

1.1 Diminuição dos custos

Não poderíamos deixar de escalar como primeiro motivo aquele que é considerado o mais óbvio: a redução das despesas. A conta de energia paga por uma indústria é proporcional ao nível de consumo. Então, quanto menos recursos são utilizados, menor é a soma a ser quitada.

Além do mais, é comum que as companhias de distribuição imponham certas faixas de cobrança. Acima de determinada quantidade, o preço é maior e o total, também. Com a redução, é possível ser enquadrado em faixas menores e pagar menos. Para qualquer indústria, a diminuição dos gastos é um sinal positivo rumo ao desenvolvimento.

1.2 Otimização no direcionamento de recursos

Como o consumo de energia elétrica por parte do setor industrial é tão grande, é natural que o dinheiro gasto também seja elevado. Dentro de um orçamento limitado, contas altas impedem uma melhor distribuição financeira. Ou seja, os parques industriais precisam gastar mais com esse setor e têm menos para investir em outros.

Com os cortes nos gastos, há uma distribuição muito adequada dos recursos financeiros. A otimização do orçamento permite, por exemplo, que o negócio invista em melhorias ou novas capacitações frente à concorrência. No final, é algo que ajuda a gestão financeira a ser ainda melhor.

1.3 Redução do impacto ambiental

O consumo de energia, principalmente a gerada por hidro e termelétricas, causa grandes impactos no meio ambiente. Afinal, se todas as indústrias gastarem mais, será preciso aumentar a matriz energética. Isso leva a construções de novas usinas, maior liberação de carbono e assim sucessivamente.

Quando a indústria consegue diminuir o padrão de uso desse elemento, também reduz a exploração dos recursos naturais, ainda que de forma secundária. É, então, um jeito de assumir uma postura verde e sustentável, o que vem bem a calhar diante das necessidades atuais.

1.4 Garantia de eficiência energética

Principalmente, reduzir o consumo energético não significa comprometer a produção ou desempenho. É possível — e desejável — gastar menos e, mesmo assim, manter ou até melhorar o padrão produtivo.

Tudo isso leva a um conceito muito importante: eficiência energética. Significa que a energia passa a ser usada de forma mais inteligente, estratégica e longe de desperdícios. Com máximo aproveitamento, tanto o negócio quanto a sociedade são favorecidos.

2. Como fazer uma redução de energia eficaz?

Para conseguir os efeitos esperados com total eficiência, não basta apenas definir cortes no uso do recurso. É preciso considerar as necessidades operacionais e produtivas para não prejudicar o desempenho.

Ao mesmo tempo, a redução tem que ser significativa em relação ao que normalmente é gasto. Para conseguir chegar a esse equilíbrio, trouxemos algumas dicas para colocar em prática e obter um ótimo desempenho. Confira!

2.1 Identifique os principais focos de gastos

Antes de tomar uma decisão, qualquer que ela seja, é essencial verificar quais são as áreas que mais geram despesas. Normalmente, é o chão de fábrica o maior responsável pelo consumo, por causa dos equipamentos e maquinário pesado. Isso não é sinônimo de ignorar outros segmentos, como a parte administrativa.

Faça um levantamento de toda a fábrica, como por meio de estimativas versus tempo de operação. Se uma máquina fica ativa durante 8 horas diárias, multiplique o gasto unitário por esse tempo e some aos outros itens. Assim, é possível ter uma ideia clara dos pontos de atenção e das metas que devem ser definidas.

2.2 Oriente e conscientize os colaboradores

Após estabelecer o nível de resultados desejados, é indispensável comunicar aos colaboradores a necessidade de redução. As pessoas devem conhecer o patamar atual, onde se deseja chegar e quais serão as medidas implementadas.

Principalmente, é indispensável conscientizar os colaboradores sobre a relevância que essa redução apresenta. Indústrias que oferecem participação nos lucros, por exemplo, podem usar esse argumento como o principal. O importante é garantir o engajamento e o comprometimento com as ações voltadas para a redução.

2.3 Atualize alguns equipamentos

Máquinas antigas, naturalmente, têm tecnologias e componentes ultrapassados. Esses ativos costumam ter um baixo aproveitamento da potência e consomem bastante energia elétrica. Além disso, o desgaste elevado contribui ainda mais para o aumento desse consumo. Como solução, é interessante trocar equipamentos e máquinas muito antigos.

O melhor é buscar motores eficientes, com selos e recomendações sobre a economia de energia e que ofereçam máxima potência. Também é importante que eles sejam adaptados à produção para que não fiquem sobrecarregados ou subaproveitados. Com esse investimento, a redução gera o retorno do que foi pago em médio e longo prazo.

2.4 Faça a manutenção da rede e das máquinas

Outro ponto crucial é a manutenção dos equipamentos, de forma geral. Mesmo quando são relativamente novas, as máquinas precisam de atenção por parte de uma equipe especializada. Desse jeito, é possível garantir que todos os componentes funcionam de maneira otimizada. Por isso, a manutenção preventiva e a preditiva são tão importantes.

Para melhores resultados, nossa dica é: não pare por aí. Além dos itens do chão de fábrica e demais ambientes, cuide de toda a rede elétrica. A infraestrutura deve ser adequada, justamente, para ser capaz de garantir um consumo correto e até econômico.

É o caso de verificar se a fiação está em bom estado, se há algum superaquecimento ou se é preciso realizar substituições. É um meio de evitar a fuga de corrente e demais desperdícios, o que leva a melhores resultados.

2.5 Faça trocas inteligentes

Também é possível e recomendado realizar algumas substituições que geram pequenas economias, mas que, no total, diminuem os gastos. O principal deles é em relação à iluminação. As lâmpadas de LED podem consumir até 60% menos. Embora uma não faça tanta diferença, dezenas ou centenas delas ajudam a reduzir a conta. Também são mais duráveis, então a economia é dupla.

Outras possibilidades incluem mudar a disposição de componentes, como ao evitar que elementos de refrigeração fiquem em áreas quentes. A maioria dessas trocas não exige muito investimento, então pode ser colocada em prática para gerar melhor desempenho.

2.6 Adote a automação

No ambiente industrial, é cada vez mais comum ver os recursos de automação — principalmente, na linha de produção. Esse jeito de ganhar produtividade e eficiência também é um meio de reduzir o consumo de energia.

A instalação de sensores de presença e de iluminação automatizada, por exemplo, evita o gasto desnecessário. O mesmo vale para equipamentos que podem ser programados para operar na melhor forma, de acordo com a necessidade da rotina. Com a diminuição da interferência humana, há menos chances de erros e melhores possibilidades em relação ao desempenho.

2.7 Pense no isolamento térmico

Para garantir o conforto térmico, é fundamental que a indústria realize um controle de temperatura. Trata-se de uma obrigação trabalhista pensada na ergonomia, além de se conectar ao bem-estar. Por isso, um dos maiores custos tem a ver com a refrigeração do ambiente, tanto quanto possível.

Para diminuir essas despesas e melhorar toda a performance, indicamos o isolamento térmico como uma ótima saída na hora de determinar como reduzir o consumo de energia. Ele consiste em impedir que o calor entre no ambiente e aumente a temperatura. Assim, há um nível ampliado de conforto.

O problema é que a radiação solar é a maior vilã e boa parte das soluções atua apenas para proteger contra a condução. Nesse caso, é preciso pensar muito bem no que será utilizado.

O melhor é recorrer a placas ou a uma manta térmica pensada para combater as três formas de transferência do calor. Após a instalação, o ambiente industrial ficará mais salubre e adequado e exigirá menor necessidade de refrigeração. Como resultado, gasta-se menos com energia elétrica.

2.8 Busque fontes sustentáveis de energia

Além de tudo, é interessante pensar em consumir de um jeito diferente. Nossa ideia é não apenas avaliar a redução no gasto total, mas mudar a fonte para energias sustentáveis.

A energia solar, por exemplo, pode gerar uma ótima capacidade para certos componentes e áreas. A eólica é outra fonte totalmente limpa e ainda é possível pensar em compostos orgânicos, como o biogás. Há cada vez mais possibilidades para substituir a elétrica tradicional e os derivados do petróleo.

Nesses casos, é preciso fazer um investimento maior, mas também há um interesse com olhos no futuro. Desse jeito, é possível levar o seu empreendimento para um novo nível.

3. Redução do consumo de energia é sinônimo de economia?

É fato que a diminuição nos gastos com a conta de luz é um dos fatores preponderantes para pensar em como reduzir o consumo de energia elétrica na indústria. No entanto, o processo tem que ser bem-planejado para causar impactos positivos. Do contrário, a economia é substituída por problemas com a parte operacional ou com a qualidade de fabricação.

Para que a redução realmente gere a performance desejada nas finanças, apresentamos alguns cuidados que devem ser observados.

3.1 Identifique gargalos e pilares

Já que tomar uma decisão informada é tão importante, tudo deve começar pelo reconhecimento de quais pontos são problemáticos e quais são fundamentais. Por um lado, vale conhecer quais elementos gastam demais e até desperdiçam. Por outro, é preciso ver quais são as etapas indispensáveis e que, se forem modificadas incorretamente, prejudicarão a qualidade final.

O melhor é mexer com intensidade nos processos que não têm tantos impactos ou que não causarão prejuízos. Já os pilares exigem maior cuidado, para que a redução não saia pela culatra.

3.2 Faça mudanças controladas

No lugar de implementar todas as transformações de uma vez, a nossa indicação é realizar modificações controladas. O melhor é aplicar, aos poucos, as mudanças previstas para reduzir o consumo de energia.

Implemente as transformações de maneira progressiva para entender como a indústria tem reagido. Algumas modificações, entretanto, só trazem benefícios, como a manutenção e o isolamento térmico. Elas podem ser aplicadas juntas, com outras encarando um controle maior.

3.3 Tome cuidado com soluções alternativas

Para que a redução nos gastos seja efetiva, é essencial evitar soluções que não são consideradas completas. Explicamos: é o que acontece ao realizar uma manutenção parcial ou não manter a consistência de prevenção. Também é o caso de comprar equipamentos baratos — em vez de mais eficientes — ou de não corrigir os problemas das redes.

Se o objetivo é ter sucesso na hora de descobrir como reduzir o consumo de energia e os gastos, é preciso realizar intervenções que realmente sejam efetivas.

3.4 Acompanhe o desempenho

É difícil dizer, apenas no campo das ideias, se uma medida vai gerar redução no consumo ou nos custos de forma contundente. Para não ter dúvidas, o ideal é definir indicadores e verificar a evolução.

Com números, análises e gráficos, vai ficar claro quais são as mudanças que estão fazendo efeito e quais ainda precisam de otimização. Às vezes, a mudança de equipamentos com refrigeração só vai gerar economia real após o isolamento térmico ser implementado. Então, é importante ver como andam os resultados.

4. Como investir em sustentabilidade além do marketing verde?

O marketing verde consiste em iniciativas que demonstram o papel positivo da indústria em relação ao meio ambiente. Quando uma empresa tem ações de reflorestamento e divulga para o público, ela realiza o marketing verde.

Trata-se de um componente importante diante das demandas atuais da sociedade, mas ele não basta. Por isso, é preciso pensar em como investir na sustentabilidade de forma robusta e que vá além do marketing. Quer descobrir? Venha conosco!

4.1 Trabalhe a produtividade

Quanto mais produtiva é uma indústria, menores tendem a ser os impactos sobre o meio ambiente. Basicamente, a indústria consegue fazer mais com os mesmos recursos, o que evita explorações desnecessárias.

Então, para ir além do marketing verde, é preciso fomentar a produtividade. A automação é um caminho e a motivação do capital humano é outro. Criar um ambiente agradável e engajador faz com que as pessoas entreguem melhores resultados. Como o bem-estar é uma questão relevante, novamente o conforto térmico e a necessidade de isolamento surgem como uma das soluções.

4.2 Planeje ações realmente efetivas

O marketing tem muito a ver com comunicar uma mensagem. O problema é que nem sempre ela tem impactos práticos ou que são importantes. Para ampliar a sustentabilidade, recomendamos buscar medidas que demonstrem uma elevação no nível de eficiência.

Isso significa focar em diminuir a exploração do planeta e dar uma atenção maior a questões que fazem a diferença. Gerar resultados positivos consistentes é muito mais importante que apenas comunicá-los, então deve ser levado em conta.

4.3 Pense no longo prazo

A sustentabilidade não se estabelece da noite para o dia. Trata-se de um processo contínuo de transformação e adaptação. O desenvolvimento, considerando essa abordagem, precisa passar por várias modificações conforme ele acontece.

É por isso que todas as medidas devem ser tomadas com o pensamento no longo prazo. Entender que as decisões de agora impactam o futuro é um caminho para garantir que todos possam aproveitar os recursos sem preocupação.

5. A redução no consumo de energia pode gerar mais lucros para a empresa?

Dissemos que um dos impactos ao adotar as medidas para reduzir o consumo de energia é a redução das despesas gerais. Mas será que isso significa que existe um aumento no lucro?

Com uma margem ampliada, a indústria tem a chance de atuar de forma consistente. A princípio, diminuir os gastos é um jeito de ampliar os lucros. No entanto, outros impactos dessas medidas também podem aumentar a receita. A seguir, veja quais são os principais pontos responsáveis nesse sentido.

5.1 Aumento de produtividade

Você viu que falamos que empregar essas ações é um jeito de elevar a capacidade produtiva. A automação e o conforto térmico são dois grandes fatores que levam a esse resultado.

Se a indústria é capaz de produzir mais e com maior eficiência, também consegue lucrar mais. No final, os custos para a fabricação caem e, mantido o preço, a margem aumenta. É um jeito eficiente de capitalizar e, por exemplo, realizar o pagamento dos investimentos nas melhorias.

5.2 Melhoria na imagem do negócio

Outro ponto importante é que o marketing verde e a sustentabilidade ajudam a construir uma imagem mais positiva perante parceiros, possíveis clientes e até profissionais. Surgir com um pensamento ecológico é um jeito de atender a uma demanda crescente da sociedade, que deseja consumir com responsabilidade.

Com uma imagem melhor, há vários pontos positivos que levam ao aumento dos lucros. É mais fácil estabelecer parcerias de valor e, com isso, unir forças em busca de objetivos em comum. Também há maior atração de talentos, o que simplifica a contratação. Para completar, ocorre um posicionamento melhor perante o público.

5.3 Diferenciação do empreendimento

Pode não parecer, mas saber como reduzir o consumo de energia gera mudanças que não são apenas internas. A transformação propaga-se e consegue diferenciar a indústria. Especialmente em relação a outros concorrentes que não têm essa preocupação, é possível agregar valor aos produtos e se apresentar como uma opção bem mais interessante e viável.

Esse destaque dos competidores faz com que o negócio tenha novas oportunidades de venda. Ao somar isso ao bom posicionamento e à redução dos gastos, a captação de clientes fica especialmente mais barata. No final, é um jeito de aumentar a lucratividade e garantir outros recursos para o desenvolvimento da atividade.

6. Vale a pena investir em energias renováveis?

Como visto, as fontes renováveis são um ótimo meio de reduzir o consumo de energia. Afinal, a maior parte é natural e obtida sem dificuldades, como no caso do sol e do vento.

Além de tudo, é um meio de ampliar a sustentabilidade e aumentar o pensamento ecológico. No entanto, é comum que muitas indústrias tenham dúvidas se a alternativa realmente é oportuna. Na sequência, veja como definir se vale a pena investir em energias renováveis.

6.1 Entenda os custos e exigências

Para começar, é importante pensar em como será feita a transição. Buscar novas fontes, pelo menos por enquanto, exige a reunião de diversos fatores. É preciso ter investimento, infraestrutura e capacidade de adaptação.

Não adianta pensar em energia eólica se não for possível aproveitá-la no local ou investir em um parque já instalado. Também não vale a pena considerar a solar se os custos não são viáveis no momento. Pese os prós e contras e entenda quais serão os impactos na atuação do negócio.

6.2 Verifique a capacidade de geração

Depois, é preciso identificar quanta energia a instalação pode gerar. Adotar painéis fotovoltaicos é mais barato do que antigamente, mas talvez não seja o bastante. Se a fonte de energia sustentável não puder gerar um valor considerável para os gastos médios, o investimento pode não ser a melhor saída.

O interessante é que a energia renovável responda por alguma fatia significativa para que os impactos sejam especialmente positivos. Com essa análise, inclusive, é possível descobrir qual tipo é o mais recomendado.

6.3 Considere alternativas convenientes

Mesmo que, a princípio, não valha a pena investir em energias renováveis, sempre é possível adotar uma abordagem nesse sentido. O isolamento térmico, como dissemos, ajuda a reduzir a necessidade de refrigeração e gera economia.

Parte desse retorno financeiro pode ser aplicado, justamente, para a adoção de formas sustentáveis e renováveis. Assim, um investimento cobre o outro e o empreendimento não tem dificuldades para fazer a adaptação.

Até aqui, pudemos mostrar por que e como reduzir o consumo de energia na indústria. Agora, é preciso buscar as soluções mais convenientes e implementar as mudanças de forma controlada. No final, a fábrica tem a chance de aproveitar todas as vantagens.

Outras dicas como essas podem ajudar o seu empreendimento. Então, assine a nossa newsletter e não perca as novidades!

O controle de temperatura é essencial para muitos empreendimentos. Em primeiro lugar, existe a recomendação do Ministério do Trabalho e da Norma Regulamentadora 17. Como trata da ergonomia, o documento estabelece os níveis de calor e frio ideais. Seu cumprimento é obrigatório e ajuda a evitar processos trabalhistas.

Além disso, há empreendimentos que precisam cuidar da conservação de elementos. Frigoríficos, por exemplo, devem lutar conta o ganho de calor nas câmaras frias para não perderem os produtos. Em todos os casos, é essencial dispor dos mecanismos certos.

Mas, afinal, como realizar o controle de temperatura na empresa da forma adequada? A seguir, veja algumas dicas para conseguir colocar essa etapa em prática.

Utilização de equipamentos

Há muitas soluções eletrônicas que auxiliam os empreendimentos a acompanhar a temperatura de um determinado ambiente. A maior parte deles não ajuda a evitar que as mudanças aconteçam, mas oferecem uma visibilidade ampliada.

Nesse sentido, o controlador de temperatura é um dos mais importantes. Ele funciona como uma espécie de relógio, mas a informação que ele oferece é o quão quente ou frio está um determinado lugar ou objeto. Dependendo do caso, apresenta precisão de décimos, o que garante máximo acompanhamento.

Também é possível recorrer a chips de transmissão instantânea, termostatos e elementos do tipo. Eles ajudam a acompanhar o nível de calor ou frio de um ambiente e a verificar se tudo está dentro do esperado.

Há, ainda, os sistemas voltados para a mudança de temperatura — não só para o controle. Climatizadores e itens relacionados são opções utilizadas com frequência.

Os chillers, por exemplo, resfriam quantidades de água que “roubam” o calor do ar, de acordo com os parâmetros desejados. Já o rooftop é uma espécie de ar-condicionado, enquanto o fan coil é um tipo de ventilador de grande capacidade.

Todos esses elementos ajudam a dissipar calor do ambiente, o que garante um resultado muito mais confortável para vários pontos. No entanto, ainda assim é preciso se preocupar com o controle de temperatura para que ele fique em níveis adequados.

Projeto arquitetônico

A forma como o espaço se apresenta também tem tudo a ver com a temperatura percebida e com o nível de acompanhamento obtido. Dependendo das escolhas, um ambiente sai prejudicado por causa das suas características construtivas. Por isso, um bom projeto arquitetônico é fundamental.

É preciso pensar, por exemplo, no posicionamento do local. Um frigorífico localizado em uma área de grande incidência solar não oferece os resultados esperados. Então, vale considerar mudá-lo dentro da planta ou mesmo criar barreiras de proteção para impedir o aumento de temperatura.

Também é necessário refletir sobre questões como o telhado, as paredes, a ventilação natural e até nos revestimentos. O grande problema é que essas decisões podem não estar disponíveis para um imóvel que já está erguido.

Em casos do tipo, é recomendado adaptar soluções aos espaços já existentes. Assim, é possível conquistar um controle de temperatura muito efetivo.

Uso de isolamento térmico

O isolamento térmico é um processo semelhante ao funcionamento de uma garrafa térmica. Ele conta com materiais que ajudam a evitar a absorção e a troca de calor entre dois ambientes. Então, é possível garantir maior controle do nível de temperatura em certo espaço.

Para empresas que precisam dar máxima atenção a esse aspecto, trata-se de uma solução conveniente. Com bons produtos de proteção, é possível evitar que o calor seja transmitido pelas três formas: condução, convecção e radiação. Assim, mesmo que esteja muito quente do lado de forma, o interior permanece agradável.

O contrário também acontece. Quando está mais frio na parte externa, é comum que o imóvel comercial perca calor. Em vários casos, a troca não é interessante. Então, o isolamento ajuda a evitar que esse caminho seja percorrido.

O melhor jeito de conquistar tais impactos é por meio da seleção de uma solução funcional. Normalmente, o uso de uma manta térmica e/ou de placas especiais garante o bom desempenho. A instalação tem que ser feita de maneira adequada e o ideal é optar por uma alternativa versátil, que se adapte a qualquer tipo de construção.

Dependendo do caso, trata-se de uma etapa que pode fazer parte do projeto arquitetônico. Do contrário, é possível realizar a aplicação e o isolamento com o ambiente já em uso e sem dificuldades.

Adoção de múltiplas soluções

O controle de temperatura de indústrias e empresas não tem que ser feito de uma só maneira. Na verdade, é até mais produtivo unir diversas alternativas em um projeto para obter o máximo desempenho.

Então, essas soluções podem — e devem — ser conjugadas para a conquista de um efeito melhor. O controlador de temperatura, por exemplo, ajuda a garantir uma avaliação sobre os números, de modo a mantê-los dentro da faixa esperada.

Já a climatização auxilia a vencer o nível elevado de calor. Com um bom projeto, é possível diminuir a temperatura do ambiente de um jeito consistente e que permite atingir os parâmetros específicos.

Por outro lado, o projeto arquitetônico reduz a necessidade de uso de equipamentos, já que explora o local da melhor maneira. Com tanto planejamento, fica fácil fugir de imprevistos e de cenários pouco desejáveis, como a flutuação da temperatura ao longo do tempo.

Para completar, o isolamento térmico garante a eficiência de todas as outras soluções. Não adianta ter um sistema de climatização robusto e sofrer com a transmissão de calor que vem do ambiente externo. Isso só aumenta a necessidade de potência, o que leva a um gasto muito maior de energia elétrica.

Com um bom recurso de isolamento, o espaço fica protegido contra a perda ou o ganho de calor da parte de fora. Com maior controle, basta usar os recursos necessários para chegar ao patamar desejado, o qual será mantido com facilidade.

O controle de temperatura em indústrias e empresas está ligado à qualidade e à segurança. Com essas soluções, é viável garantir que o espaço tenha as características adequadas para a execução dos diversos processos.

O que você pensa sobre essas possibilidades? Conte nos comentários e não deixe de participar!