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O excesso de calor no ambiente de trabalho é altamente prejudicial. Além de comprometer a obtenção do conforto térmico, ele gera diversas dificuldades na execução de tarefas necessárias para o empreendimento.

O desconforto pode aumentar a irritabilidade e, com isso, motivar novos conflitos no ambiente. Esse também é um fator de desmotivação e de perda de produtividade devido à falta de engajamento. Para a saúde, não é diferente, pois esse problema traz riscos variados.

A seguir, mostraremos quais são os impactos do excesso de calor para o bem-estar. Confira!

Quais são os principais impactos na equipe?

O corpo humano é formado por uma grande quantidade de água e precisa se manter a uma temperatura média de 35 a 36º C. Por isso, quando o ambiente está muito quente, há um desequilíbrio nas funções corporais, aumento da produção de suor e grande desconforto.

Tanto nas indústrias quanto no cotidiano, há muitos impactos na saúde que são causados pelo excesso de calor. Na sequência, apresentamos os pontos que merecem a sua atenção!

Desidratação

Um dos resultados mais conhecidos da exposição às altas temperaturas é a desidratação. Trata-se de um quadro que ocorre quando o corpo não tem água suficiente para funcionar da melhor maneira. Como resultado, vários sistemas são afetados e há um acúmulo de toxinas no sangue.

Os sintomas incluem enjoos, boca seca, sede, tonturas e até desmaios. Em alguns casos, a desidratação gera confusão mental ou mesmo delírios. No cotidiano, esse já é um quadro que inspira cuidados. No ambiente de trabalho, ele é ainda mais perigoso, porque é um fator de risco para acidentes.

Fadiga

Com um grande aumento de temperatura, o corpo precisa fazer um esforço maior para regular a temperatura. Em ambientes quentes, a produção de suor favorece a perda de líquidos e de sais minerais essenciais para o funcionamento do organismo. Com esses impactos, o corpo sofre uma diminuição de energia, o que leva à sensação de fadiga.

Nessa situação, as pessoas demonstram menos disposição para executar tarefas e podem sentir sonolência, fraqueza, tonturas e náuseas. Casos extremos, como em temperaturas muito elevadas, levam à síncope corporal e até à interrupção do funcionamento dos rins.

Falta de concentração

O nosso cérebro trabalha com algumas prioridades e, na prática, com uma tarefa de cada vez. Se há necessidades físicas urgentes, então é mais difícil se concentrar em outras ações. É por isso que o calor excessivo diminui a concentração.

Diante das altas temperaturas, há o incômodo e a necessidade de regular o corpo. O cérebro, nessa situação, perde capacidade cognitiva de atuar focado em uma só tarefa, o que compromete os resultados. No trabalho — seja na indústria, seja fora dela —, isso leva a um aumento da procrastinação e uma diminuição do rendimento. No final das contas, há uma grande queda de produtividade.

Doenças respiratórias

Muitas vezes, a alta temperatura é acompanhada pela baixa umidade. Em escritórios, o uso de ventiladores ou de ar-condicionado motiva tal questão. Na indústria, a falta de vapores e os espaços confinados favorecem essa configuração.

O problema é que essas situações prejudicam o sistema respiratório. O muco das vias pulmonares, por exemplo, fica ressecado, o que aumenta as chances de quadros de bronquite, rinite ou asma. Também ocorrem sangramentos nasais e infecções. Em longo prazo, os impactos podem se tornar crônicos.

Alterações na pressão sanguínea

Por causa do aumento da temperatura, as artérias ficam mais dilatadas. Trata-se de um mecanismo do corpo para tentar diminuir a temperatura e eliminar o calor pela pele. Ao somar isso à desidratação, há um fluxo menor de sangue pelo corpo.

Como resultado, há um quadro de pressão baixa ou hipotensão arterial. Para muitas pessoas, é uma situação que leva a tonturas, enjoos e até desmaios. No trabalho, os riscos de acidente se multiplicam nesses casos.

Para quem já sofre com hipertensão, o excesso de calor é um fator de risco. O entupimento das artérias é agravado pelo espessamento do sangue. A falta de água também amplia esse impacto, o que leva à ocorrência de casos de hipertensão. É comum sentir dores de cabeça, tonturas e mal-estar nessas situações. Em alguns casos, esse se torna um fator de risco para AVC e infartos.

Por que é importante investir em qualidade de vida?

Tanto no trabalho quanto fora dele é essencial pensar nas práticas de bem-estar. A intenção é garantir a máxima qualidade de vida, pois isso leva, acima de tudo, a um bom cuidado com a saúde.

Do ponto de vista dos escritórios e das indústrias, há outros aspectos para se considerar. Em primeiro lugar, o empregador é obrigado a cuidar da saúde e da segurança da equipe. Trata-se de uma obrigação que visa evitar doenças e acidentes causados pela atividade profissional.

Além disso, trata-se um meio de consolidar resultados positivos para o empreendimento. Com mais bem-estar, há um aumento na satisfação e motivação para o trabalho. Isso gera eficiência e produtividade no dia a dia, melhorando a competitividade do negócio.

Lidar com o excesso de calor, portanto, não tem a ver apenas com a saúde, mas com todos os benefícios associados à etapa produtiva e ao desempenho.

Quais são as soluções mais eficazes para a indústria?

Evitar a transmissão de calor é o melhor jeito de manter as temperaturas sob controle. Esse processo acontece por três meios diferentes: condução, convecção e radiação. A última opção é a que gera maiores impactos, por isso merece atenção redobrada.

De qualquer forma, não basta apenas pensar em climatizar o ambiente. Ventiladores e equipamentos de ar-condicionado são bem-vindos, mas não resolvem tudo sozinhos.

Então, recomendamos considerar o uso de isolantes especiais. As mantas térmicas revestem o ambiente e impedem a entrada do calor, o que ajuda a manter a temperatura interna equilibrada. Para as indústrias, essas são as melhores possibilidades.

Para garantir total eficiência, a nossa indicação é que as três formas de transferência sejam combatidas. Isso dá origem a um ambiente muito mais agradável e preparado para gerar bons resultados.

O excesso de calor tem impactos variados — e, muitas vezes, graves — na saúde. Ao conhecer essas situações que apresentamos, fica clara a importância de investir em ações para o bem-estar, como o isolamento térmico.

Para evitar esses e outros problemas, veja como realizar o controle de temperatura em indústrias e empresas.

Em relação ao gasto de energia total, as indústrias respondem por 41%. Ou seja, a cada 10 quilowatts, 4 são destinados para a indústria. Isso demonstra a importância e, principalmente, o impacto da atuação industrial. Em um cenário cada vez mais competitivo e com novas necessidades, saber como reduzir o consumo de energia é essencial.

Atualmente, é possível encontrar muitas invenções sustentáveis, bem como recursos que ajudam a diminuir esses gastos. Aplicá-los é um projeto com olhos no futuro e que pode mudar a forma como os negócios se relacionam com os recursos naturais.

Para garantir que isso seja viável, trazemos dicas essenciais de como reduzir o consumo de energia. Acompanhe!

1. Por que reduzir o consumo de energia na indústria?

Para colocar esse projeto em prática, é indispensável compreender quais são as razões para realizar as mudanças necessárias. Será preciso fazer investimentos, então nada mais justo do que entender os benefícios da redução do gasto de energia elétrica.

Eles variam de acordo com a intensidade da redução e com cada negócio. No entanto, compartilham algumas características. A seguir, veja por que vale a pena implementar as práticas de redução.

1.1 Diminuição dos custos

Não poderíamos deixar de escalar como primeiro motivo aquele que é considerado o mais óbvio: a redução das despesas. A conta de energia paga por uma indústria é proporcional ao nível de consumo. Então, quanto menos recursos são utilizados, menor é a soma a ser quitada.

Além do mais, é comum que as companhias de distribuição imponham certas faixas de cobrança. Acima de determinada quantidade, o preço é maior e o total, também. Com a redução, é possível ser enquadrado em faixas menores e pagar menos. Para qualquer indústria, a diminuição dos gastos é um sinal positivo rumo ao desenvolvimento.

1.2 Otimização no direcionamento de recursos

Como o consumo de energia elétrica por parte do setor industrial é tão grande, é natural que o dinheiro gasto também seja elevado. Dentro de um orçamento limitado, contas altas impedem uma melhor distribuição financeira. Ou seja, os parques industriais precisam gastar mais com esse setor e têm menos para investir em outros.

Com os cortes nos gastos, há uma distribuição muito adequada dos recursos financeiros. A otimização do orçamento permite, por exemplo, que o negócio invista em melhorias ou novas capacitações frente à concorrência. No final, é algo que ajuda a gestão financeira a ser ainda melhor.

1.3 Redução do impacto ambiental

O consumo de energia, principalmente a gerada por hidro e termelétricas, causa grandes impactos no meio ambiente. Afinal, se todas as indústrias gastarem mais, será preciso aumentar a matriz energética. Isso leva a construções de novas usinas, maior liberação de carbono e assim sucessivamente.

Quando a indústria consegue diminuir o padrão de uso desse elemento, também reduz a exploração dos recursos naturais, ainda que de forma secundária. É, então, um jeito de assumir uma postura verde e sustentável, o que vem bem a calhar diante das necessidades atuais.

1.4 Garantia de eficiência energética

Principalmente, reduzir o consumo energético não significa comprometer a produção ou desempenho. É possível — e desejável — gastar menos e, mesmo assim, manter ou até melhorar o padrão produtivo.

Tudo isso leva a um conceito muito importante: eficiência energética. Significa que a energia passa a ser usada de forma mais inteligente, estratégica e longe de desperdícios. Com máximo aproveitamento, tanto o negócio quanto a sociedade são favorecidos.

2. Como fazer uma redução de energia eficaz?

Para conseguir os efeitos esperados com total eficiência, não basta apenas definir cortes no uso do recurso. É preciso considerar as necessidades operacionais e produtivas para não prejudicar o desempenho.

Ao mesmo tempo, a redução tem que ser significativa em relação ao que normalmente é gasto. Para conseguir chegar a esse equilíbrio, trouxemos algumas dicas para colocar em prática e obter um ótimo desempenho. Confira!

2.1 Identifique os principais focos de gastos

Antes de tomar uma decisão, qualquer que ela seja, é essencial verificar quais são as áreas que mais geram despesas. Normalmente, é o chão de fábrica o maior responsável pelo consumo, por causa dos equipamentos e maquinário pesado. Isso não é sinônimo de ignorar outros segmentos, como a parte administrativa.

Faça um levantamento de toda a fábrica, como por meio de estimativas versus tempo de operação. Se uma máquina fica ativa durante 8 horas diárias, multiplique o gasto unitário por esse tempo e some aos outros itens. Assim, é possível ter uma ideia clara dos pontos de atenção e das metas que devem ser definidas.

2.2 Oriente e conscientize os colaboradores

Após estabelecer o nível de resultados desejados, é indispensável comunicar aos colaboradores a necessidade de redução. As pessoas devem conhecer o patamar atual, onde se deseja chegar e quais serão as medidas implementadas.

Principalmente, é indispensável conscientizar os colaboradores sobre a relevância que essa redução apresenta. Indústrias que oferecem participação nos lucros, por exemplo, podem usar esse argumento como o principal. O importante é garantir o engajamento e o comprometimento com as ações voltadas para a redução.

2.3 Atualize alguns equipamentos

Máquinas antigas, naturalmente, têm tecnologias e componentes ultrapassados. Esses ativos costumam ter um baixo aproveitamento da potência e consomem bastante energia elétrica. Além disso, o desgaste elevado contribui ainda mais para o aumento desse consumo. Como solução, é interessante trocar equipamentos e máquinas muito antigos.

O melhor é buscar motores eficientes, com selos e recomendações sobre a economia de energia e que ofereçam máxima potência. Também é importante que eles sejam adaptados à produção para que não fiquem sobrecarregados ou subaproveitados. Com esse investimento, a redução gera o retorno do que foi pago em médio e longo prazo.

2.4 Faça a manutenção da rede e das máquinas

Outro ponto crucial é a manutenção dos equipamentos, de forma geral. Mesmo quando são relativamente novas, as máquinas precisam de atenção por parte de uma equipe especializada. Desse jeito, é possível garantir que todos os componentes funcionam de maneira otimizada. Por isso, a manutenção preventiva e a preditiva são tão importantes.

Para melhores resultados, nossa dica é: não pare por aí. Além dos itens do chão de fábrica e demais ambientes, cuide de toda a rede elétrica. A infraestrutura deve ser adequada, justamente, para ser capaz de garantir um consumo correto e até econômico.

É o caso de verificar se a fiação está em bom estado, se há algum superaquecimento ou se é preciso realizar substituições. É um meio de evitar a fuga de corrente e demais desperdícios, o que leva a melhores resultados.

2.5 Faça trocas inteligentes

Também é possível e recomendado realizar algumas substituições que geram pequenas economias, mas que, no total, diminuem os gastos. O principal deles é em relação à iluminação. As lâmpadas de LED podem consumir até 60% menos. Embora uma não faça tanta diferença, dezenas ou centenas delas ajudam a reduzir a conta. Também são mais duráveis, então a economia é dupla.

Outras possibilidades incluem mudar a disposição de componentes, como ao evitar que elementos de refrigeração fiquem em áreas quentes. A maioria dessas trocas não exige muito investimento, então pode ser colocada em prática para gerar melhor desempenho.

2.6 Adote a automação

No ambiente industrial, é cada vez mais comum ver os recursos de automação — principalmente, na linha de produção. Esse jeito de ganhar produtividade e eficiência também é um meio de reduzir o consumo de energia.

A instalação de sensores de presença e de iluminação automatizada, por exemplo, evita o gasto desnecessário. O mesmo vale para equipamentos que podem ser programados para operar na melhor forma, de acordo com a necessidade da rotina. Com a diminuição da interferência humana, há menos chances de erros e melhores possibilidades em relação ao desempenho.

2.7 Pense no isolamento térmico

Para garantir o conforto térmico, é fundamental que a indústria realize um controle de temperatura. Trata-se de uma obrigação trabalhista pensada na ergonomia, além de se conectar ao bem-estar. Por isso, um dos maiores custos tem a ver com a refrigeração do ambiente, tanto quanto possível.

Para diminuir essas despesas e melhorar toda a performance, indicamos o isolamento térmico como uma ótima saída na hora de determinar como reduzir o consumo de energia. Ele consiste em impedir que o calor entre no ambiente e aumente a temperatura. Assim, há um nível ampliado de conforto.

O problema é que a radiação solar é a maior vilã e boa parte das soluções atua apenas para proteger contra a condução. Nesse caso, é preciso pensar muito bem no que será utilizado.

O melhor é recorrer a placas ou a uma manta térmica pensada para combater as três formas de transferência do calor. Após a instalação, o ambiente industrial ficará mais salubre e adequado e exigirá menor necessidade de refrigeração. Como resultado, gasta-se menos com energia elétrica.

2.8 Busque fontes sustentáveis de energia

Além de tudo, é interessante pensar em consumir de um jeito diferente. Nossa ideia é não apenas avaliar a redução no gasto total, mas mudar a fonte para energias sustentáveis.

A energia solar, por exemplo, pode gerar uma ótima capacidade para certos componentes e áreas. A eólica é outra fonte totalmente limpa e ainda é possível pensar em compostos orgânicos, como o biogás. Há cada vez mais possibilidades para substituir a elétrica tradicional e os derivados do petróleo.

Nesses casos, é preciso fazer um investimento maior, mas também há um interesse com olhos no futuro. Desse jeito, é possível levar o seu empreendimento para um novo nível.

3. Redução do consumo de energia é sinônimo de economia?

É fato que a diminuição nos gastos com a conta de luz é um dos fatores preponderantes para pensar em como reduzir o consumo de energia elétrica na indústria. No entanto, o processo tem que ser bem-planejado para causar impactos positivos. Do contrário, a economia é substituída por problemas com a parte operacional ou com a qualidade de fabricação.

Para que a redução realmente gere a performance desejada nas finanças, apresentamos alguns cuidados que devem ser observados.

3.1 Identifique gargalos e pilares

Já que tomar uma decisão informada é tão importante, tudo deve começar pelo reconhecimento de quais pontos são problemáticos e quais são fundamentais. Por um lado, vale conhecer quais elementos gastam demais e até desperdiçam. Por outro, é preciso ver quais são as etapas indispensáveis e que, se forem modificadas incorretamente, prejudicarão a qualidade final.

O melhor é mexer com intensidade nos processos que não têm tantos impactos ou que não causarão prejuízos. Já os pilares exigem maior cuidado, para que a redução não saia pela culatra.

3.2 Faça mudanças controladas

No lugar de implementar todas as transformações de uma vez, a nossa indicação é realizar modificações controladas. O melhor é aplicar, aos poucos, as mudanças previstas para reduzir o consumo de energia.

Implemente as transformações de maneira progressiva para entender como a indústria tem reagido. Algumas modificações, entretanto, só trazem benefícios, como a manutenção e o isolamento térmico. Elas podem ser aplicadas juntas, com outras encarando um controle maior.

3.3 Tome cuidado com soluções alternativas

Para que a redução nos gastos seja efetiva, é essencial evitar soluções que não são consideradas completas. Explicamos: é o que acontece ao realizar uma manutenção parcial ou não manter a consistência de prevenção. Também é o caso de comprar equipamentos baratos — em vez de mais eficientes — ou de não corrigir os problemas das redes.

Se o objetivo é ter sucesso na hora de descobrir como reduzir o consumo de energia e os gastos, é preciso realizar intervenções que realmente sejam efetivas.

3.4 Acompanhe o desempenho

É difícil dizer, apenas no campo das ideias, se uma medida vai gerar redução no consumo ou nos custos de forma contundente. Para não ter dúvidas, o ideal é definir indicadores e verificar a evolução.

Com números, análises e gráficos, vai ficar claro quais são as mudanças que estão fazendo efeito e quais ainda precisam de otimização. Às vezes, a mudança de equipamentos com refrigeração só vai gerar economia real após o isolamento térmico ser implementado. Então, é importante ver como andam os resultados.

4. Como investir em sustentabilidade além do marketing verde?

O marketing verde consiste em iniciativas que demonstram o papel positivo da indústria em relação ao meio ambiente. Quando uma empresa tem ações de reflorestamento e divulga para o público, ela realiza o marketing verde.

Trata-se de um componente importante diante das demandas atuais da sociedade, mas ele não basta. Por isso, é preciso pensar em como investir na sustentabilidade de forma robusta e que vá além do marketing. Quer descobrir? Venha conosco!

4.1 Trabalhe a produtividade

Quanto mais produtiva é uma indústria, menores tendem a ser os impactos sobre o meio ambiente. Basicamente, a indústria consegue fazer mais com os mesmos recursos, o que evita explorações desnecessárias.

Então, para ir além do marketing verde, é preciso fomentar a produtividade. A automação é um caminho e a motivação do capital humano é outro. Criar um ambiente agradável e engajador faz com que as pessoas entreguem melhores resultados. Como o bem-estar é uma questão relevante, novamente o conforto térmico e a necessidade de isolamento surgem como uma das soluções.

4.2 Planeje ações realmente efetivas

O marketing tem muito a ver com comunicar uma mensagem. O problema é que nem sempre ela tem impactos práticos ou que são importantes. Para ampliar a sustentabilidade, recomendamos buscar medidas que demonstrem uma elevação no nível de eficiência.

Isso significa focar em diminuir a exploração do planeta e dar uma atenção maior a questões que fazem a diferença. Gerar resultados positivos consistentes é muito mais importante que apenas comunicá-los, então deve ser levado em conta.

4.3 Pense no longo prazo

A sustentabilidade não se estabelece da noite para o dia. Trata-se de um processo contínuo de transformação e adaptação. O desenvolvimento, considerando essa abordagem, precisa passar por várias modificações conforme ele acontece.

É por isso que todas as medidas devem ser tomadas com o pensamento no longo prazo. Entender que as decisões de agora impactam o futuro é um caminho para garantir que todos possam aproveitar os recursos sem preocupação.

5. A redução no consumo de energia pode gerar mais lucros para a empresa?

Dissemos que um dos impactos ao adotar as medidas para reduzir o consumo de energia é a redução das despesas gerais. Mas será que isso significa que existe um aumento no lucro?

Com uma margem ampliada, a indústria tem a chance de atuar de forma consistente. A princípio, diminuir os gastos é um jeito de ampliar os lucros. No entanto, outros impactos dessas medidas também podem aumentar a receita. A seguir, veja quais são os principais pontos responsáveis nesse sentido.

5.1 Aumento de produtividade

Você viu que falamos que empregar essas ações é um jeito de elevar a capacidade produtiva. A automação e o conforto térmico são dois grandes fatores que levam a esse resultado.

Se a indústria é capaz de produzir mais e com maior eficiência, também consegue lucrar mais. No final, os custos para a fabricação caem e, mantido o preço, a margem aumenta. É um jeito eficiente de capitalizar e, por exemplo, realizar o pagamento dos investimentos nas melhorias.

5.2 Melhoria na imagem do negócio

Outro ponto importante é que o marketing verde e a sustentabilidade ajudam a construir uma imagem mais positiva perante parceiros, possíveis clientes e até profissionais. Surgir com um pensamento ecológico é um jeito de atender a uma demanda crescente da sociedade, que deseja consumir com responsabilidade.

Com uma imagem melhor, há vários pontos positivos que levam ao aumento dos lucros. É mais fácil estabelecer parcerias de valor e, com isso, unir forças em busca de objetivos em comum. Também há maior atração de talentos, o que simplifica a contratação. Para completar, ocorre um posicionamento melhor perante o público.

5.3 Diferenciação do empreendimento

Pode não parecer, mas saber como reduzir o consumo de energia gera mudanças que não são apenas internas. A transformação propaga-se e consegue diferenciar a indústria. Especialmente em relação a outros concorrentes que não têm essa preocupação, é possível agregar valor aos produtos e se apresentar como uma opção bem mais interessante e viável.

Esse destaque dos competidores faz com que o negócio tenha novas oportunidades de venda. Ao somar isso ao bom posicionamento e à redução dos gastos, a captação de clientes fica especialmente mais barata. No final, é um jeito de aumentar a lucratividade e garantir outros recursos para o desenvolvimento da atividade.

6. Vale a pena investir em energias renováveis?

Como visto, as fontes renováveis são um ótimo meio de reduzir o consumo de energia. Afinal, a maior parte é natural e obtida sem dificuldades, como no caso do sol e do vento.

Além de tudo, é um meio de ampliar a sustentabilidade e aumentar o pensamento ecológico. No entanto, é comum que muitas indústrias tenham dúvidas se a alternativa realmente é oportuna. Na sequência, veja como definir se vale a pena investir em energias renováveis.

6.1 Entenda os custos e exigências

Para começar, é importante pensar em como será feita a transição. Buscar novas fontes, pelo menos por enquanto, exige a reunião de diversos fatores. É preciso ter investimento, infraestrutura e capacidade de adaptação.

Não adianta pensar em energia eólica se não for possível aproveitá-la no local ou investir em um parque já instalado. Também não vale a pena considerar a solar se os custos não são viáveis no momento. Pese os prós e contras e entenda quais serão os impactos na atuação do negócio.

6.2 Verifique a capacidade de geração

Depois, é preciso identificar quanta energia a instalação pode gerar. Adotar painéis fotovoltaicos é mais barato do que antigamente, mas talvez não seja o bastante. Se a fonte de energia sustentável não puder gerar um valor considerável para os gastos médios, o investimento pode não ser a melhor saída.

O interessante é que a energia renovável responda por alguma fatia significativa para que os impactos sejam especialmente positivos. Com essa análise, inclusive, é possível descobrir qual tipo é o mais recomendado.

6.3 Considere alternativas convenientes

Mesmo que, a princípio, não valha a pena investir em energias renováveis, sempre é possível adotar uma abordagem nesse sentido. O isolamento térmico, como dissemos, ajuda a reduzir a necessidade de refrigeração e gera economia.

Parte desse retorno financeiro pode ser aplicado, justamente, para a adoção de formas sustentáveis e renováveis. Assim, um investimento cobre o outro e o empreendimento não tem dificuldades para fazer a adaptação.

Até aqui, pudemos mostrar por que e como reduzir o consumo de energia na indústria. Agora, é preciso buscar as soluções mais convenientes e implementar as mudanças de forma controlada. No final, a fábrica tem a chance de aproveitar todas as vantagens.

Outras dicas como essas podem ajudar o seu empreendimento. Então, assine a nossa newsletter e não perca as novidades!

O controle de temperatura é essencial para muitos empreendimentos. Em primeiro lugar, existe a recomendação do Ministério do Trabalho e da Norma Regulamentadora 17. Como trata da ergonomia, o documento estabelece os níveis de calor e frio ideais. Seu cumprimento é obrigatório e ajuda a evitar processos trabalhistas.

Além disso, há empreendimentos que precisam cuidar da conservação de elementos. Frigoríficos, por exemplo, devem lutar conta o ganho de calor nas câmaras frias para não perderem os produtos. Em todos os casos, é essencial dispor dos mecanismos certos.

Mas, afinal, como realizar o controle de temperatura na empresa da forma adequada? A seguir, veja algumas dicas para conseguir colocar essa etapa em prática.

Utilização de equipamentos

Há muitas soluções eletrônicas que auxiliam os empreendimentos a acompanhar a temperatura de um determinado ambiente. A maior parte deles não ajuda a evitar que as mudanças aconteçam, mas oferecem uma visibilidade ampliada.

Nesse sentido, o controlador de temperatura é um dos mais importantes. Ele funciona como uma espécie de relógio, mas a informação que ele oferece é o quão quente ou frio está um determinado lugar ou objeto. Dependendo do caso, apresenta precisão de décimos, o que garante máximo acompanhamento.

Também é possível recorrer a chips de transmissão instantânea, termostatos e elementos do tipo. Eles ajudam a acompanhar o nível de calor ou frio de um ambiente e a verificar se tudo está dentro do esperado.

Há, ainda, os sistemas voltados para a mudança de temperatura — não só para o controle. Climatizadores e itens relacionados são opções utilizadas com frequência.

Os chillers, por exemplo, resfriam quantidades de água que “roubam” o calor do ar, de acordo com os parâmetros desejados. Já o rooftop é uma espécie de ar-condicionado, enquanto o fan coil é um tipo de ventilador de grande capacidade.

Todos esses elementos ajudam a dissipar calor do ambiente, o que garante um resultado muito mais confortável para vários pontos. No entanto, ainda assim é preciso se preocupar com o controle de temperatura para que ele fique em níveis adequados.

Projeto arquitetônico

A forma como o espaço se apresenta também tem tudo a ver com a temperatura percebida e com o nível de acompanhamento obtido. Dependendo das escolhas, um ambiente sai prejudicado por causa das suas características construtivas. Por isso, um bom projeto arquitetônico é fundamental.

É preciso pensar, por exemplo, no posicionamento do local. Um frigorífico localizado em uma área de grande incidência solar não oferece os resultados esperados. Então, vale considerar mudá-lo dentro da planta ou mesmo criar barreiras de proteção para impedir o aumento de temperatura.

Também é necessário refletir sobre questões como o telhado, as paredes, a ventilação natural e até nos revestimentos. O grande problema é que essas decisões podem não estar disponíveis para um imóvel que já está erguido.

Em casos do tipo, é recomendado adaptar soluções aos espaços já existentes. Assim, é possível conquistar um controle de temperatura muito efetivo.

Uso de isolamento térmico

O isolamento térmico é um processo semelhante ao funcionamento de uma garrafa térmica. Ele conta com materiais que ajudam a evitar a absorção e a troca de calor entre dois ambientes. Então, é possível garantir maior controle do nível de temperatura em certo espaço.

Para empresas que precisam dar máxima atenção a esse aspecto, trata-se de uma solução conveniente. Com bons produtos de proteção, é possível evitar que o calor seja transmitido pelas três formas: condução, convecção e radiação. Assim, mesmo que esteja muito quente do lado de forma, o interior permanece agradável.

O contrário também acontece. Quando está mais frio na parte externa, é comum que o imóvel comercial perca calor. Em vários casos, a troca não é interessante. Então, o isolamento ajuda a evitar que esse caminho seja percorrido.

O melhor jeito de conquistar tais impactos é por meio da seleção de uma solução funcional. Normalmente, o uso de uma manta térmica e/ou de placas especiais garante o bom desempenho. A instalação tem que ser feita de maneira adequada e o ideal é optar por uma alternativa versátil, que se adapte a qualquer tipo de construção.

Dependendo do caso, trata-se de uma etapa que pode fazer parte do projeto arquitetônico. Do contrário, é possível realizar a aplicação e o isolamento com o ambiente já em uso e sem dificuldades.

Adoção de múltiplas soluções

O controle de temperatura de indústrias e empresas não tem que ser feito de uma só maneira. Na verdade, é até mais produtivo unir diversas alternativas em um projeto para obter o máximo desempenho.

Então, essas soluções podem — e devem — ser conjugadas para a conquista de um efeito melhor. O controlador de temperatura, por exemplo, ajuda a garantir uma avaliação sobre os números, de modo a mantê-los dentro da faixa esperada.

Já a climatização auxilia a vencer o nível elevado de calor. Com um bom projeto, é possível diminuir a temperatura do ambiente de um jeito consistente e que permite atingir os parâmetros específicos.

Por outro lado, o projeto arquitetônico reduz a necessidade de uso de equipamentos, já que explora o local da melhor maneira. Com tanto planejamento, fica fácil fugir de imprevistos e de cenários pouco desejáveis, como a flutuação da temperatura ao longo do tempo.

Para completar, o isolamento térmico garante a eficiência de todas as outras soluções. Não adianta ter um sistema de climatização robusto e sofrer com a transmissão de calor que vem do ambiente externo. Isso só aumenta a necessidade de potência, o que leva a um gasto muito maior de energia elétrica.

Com um bom recurso de isolamento, o espaço fica protegido contra a perda ou o ganho de calor da parte de fora. Com maior controle, basta usar os recursos necessários para chegar ao patamar desejado, o qual será mantido com facilidade.

O controle de temperatura em indústrias e empresas está ligado à qualidade e à segurança. Com essas soluções, é viável garantir que o espaço tenha as características adequadas para a execução dos diversos processos.

O que você pensa sobre essas possibilidades? Conte nos comentários e não deixe de participar!

O corpo humano possui a habilidade de se adaptar em relação a diversas variações nos ambientes como intensidade sonora, quantidade de oxigênio no ar, oscilações térmicas, etc. Entretanto, mesmo se adequando a essas alterações, devemos destacar os possíveis efeitos colaterais no metabolismo humano, principalmente aqueles decorrentes das trocas de temperatura, já que, nesses casos, o conforto térmico fica consideravelmente comprometido.

É fácil perceber, por exemplo, o quão desgastante é permanecer em locais com temperaturas elevadas, bem como o desconforto contínuo (essencialmente dos pés e das mãos) ao realizar tarefas em ambientes extremamente frios. Dessa forma, seja no calor, seja no frio, é indispensável analisar as consequências da ausência de conforto térmico e entender o quão relevante esse parâmetro pode ser para o nosso cotidiano.

Lendo este post, você vai entender o que é conforto térmico e como alcançá-lo e quais são os impactos desse fator para a saúde do nosso corpo. Confira!

O conceito de conforto térmico

Para definir esse termo, é preciso considerar a combinação de critérios físicos (temperatura, umidade e velocidade do ar), psicológicos (estado mental do indivíduo após alterações ambientais) e fisiológicos (resposta padrão do corpo a uma dada condição externa).

Dessa maneira, conforto térmico nada mais é que a combinação desses fatores, resultando em indicadores térmicos, satisfatórios ou não. Exemplificando, um ambiente que oferece um conforto de temperatura adequado é aquele que se encontra numa faixa estável (geralmente entre 22° C e 24°C) e não apresenta valores extremos de velocidade e umidade do ar — ou seja, viabiliza um cenário propício tanto para a permanência humana quanto para o desempenho de tarefas.

A importância de manter a temperatura adequada

Locais que não são classificados positivamente quanto ao conforto térmico são um problema. Além de afetar a produtividade de uma equipe também pode representar sérios riscos para a saúde. Desse modo, é possível afirmar que, em ambientes onde a temperatura se encontra nos extremos, o nível de concentração de uma pessoa pode diminuir drasticamente, prejudicando a qualidade da atividade que estava sendo realizada.

Outro ponto importante que devemos ressaltar é em relação ao bem-estar, uma vez que é difícil se manter em um local onde a temperatura não está apropriada, o que pode, inclusive, gerar mudanças de humor e alterações fisiológicas mais sérias.

Em ambientes laborais, as consequências de um desconforto térmico podem ser ainda mais acentuadas. Por consequência disto, graves acidentes de trabalho podem acontecer. Isto é, as condições térmicas de um local jamais devem ser negligenciadas, especialmente em espaços onde há contínua permanência humana.

O desequilíbrio térmico e as suas consequências

Como já foi dito, a saúde física e mental sofre em cenários onde há desconforto térmico. Entretanto, os sintomas não são sempre iguais, e isso depende da presença ou da ausência de calor. A seguir, entenda os diferentes casos:

Efeitos sob forte calor

O metabolismo humano é drasticamente afetado em situações em que a temperatura corporal alcança 40° C. Para que isso ocorra, é necessária uma exposição excessiva ao calor, que pode desencadear um estado de hipertermia.

Nessa possibilidade, as principais consequências são:

  • desidratação acentuada (escassez de água no organismo, o que prejudica as reações orgânicas mais básicas do corpo);
  • erupção, com vesículas roxas em áreas da pele onde a incidência de calor for maior;
  • dores e espasmos musculares, agravados no abdômen e nas extremidades;
  • desequilíbrio neurológico (o que implica sérias alterações sensoriais);
  • fraqueza muscular, a qual pode se prolongar por dias caso a exposição à alta temperatura seja extrema;
  • dificuldade de concentração, que pode levar a quadros de ansiedade e estresse.

Medidas preventivas e corretivas

Cabe destacar alguns pontos referentes ao estado de hipertermia, tanto para evitá-lo quanto para amenizá-lo. Para situações em que não há conforto térmico e a temperatura ambiente alcança patamares elevados, devemos:

  • providenciar o resfriamento rápido do corpo, com a estadia prolongada em uma área fresca e arejada;
  • intensificar a ingestão de água ou bebidas isotônicas;
  • evitar comidas pesadas e grandes intervalos de tempo entre as refeições;
  • prevenir o desenvolvimento de doenças dermatológicas em situações onde há exposição solar, através do uso de pomadas e cremes de proteção contra raios ultravioleta;
  • vestir óculos, chapéus e roupas que protegem a pele de raios solares;
  • aplicar bolsas de gelo nas articulações (no caso de início de quadros de fraqueza e dores musculares).

Efeitos sob baixa temperatura

Já em ocasiões onde há desconforto térmico, devido à temperatura baixa, o corpo humano está sujeito a um processo chamado de hipotermia (inicia-se abaixo de 35° C).

Dessa forma, os efeitos no organismo são:

  • arrepios e dormência nas mãos;
  • dificuldade de locomoção pela ausência de circulação sanguínea nas articulações;
  • cansaço excessivo;
  • perda da consciência e diminuição da frequência cardíaca em situações onde a exposição ao frio é elevada.

Medidas preventivas e corretivas

Em relação ao quadro de hipotermia, os cuidados são:

  • manter o corpo em constante movimento, beneficiando, dessa forma, a circulação sanguínea;
  • usar vestimenta adequada (especialmente para proteger a cabeça);
  • substituir roupas molhadas se a umidade do ambiente for elevada.

Os cuidados para alcançar o conforto térmico

Existem lugares (principalmente em ambientes industriais) em que há tarefas para serem realizadas, porém, inevitavelmente, apresentam temperatura fora do intervalo ideal. Para esse contexto, a utilização tanto de Equipamentos de Proteção Individual (EPIs) quanto de Equipamentos de Proteção Coletiva (EPCs) é indispensável.

Já para ambientes domésticos e estabelecimentos comerciais, em geral, caso haja alguma região na qual as condições térmicas não são favoráveis, uma boa solução é providenciar a instalação de um isolante térmico. Assim, por meio de mantas térmicas, o conforto térmico fica garantido de maneira simples e eficiente.

Como vimos neste conteúdo, é essencial garantir o conforto térmico. Seja nos espaços de trabalho ou nos ambientes residenciais. Portanto, vale ressaltar que além de permanecer em uma área arejada e com a devida ventilação é importante providenciarmos locais que proporcionem conforto e bem-estar, pois isso reflete positivamente tanto no humor quanto na produtividade de uma pessoa, além de assegurar e preservar o seu maior patrimônio: a saúde.

Achou o assunto interessante? Então, compartilhe este post em suas redes sociais e ajude a difundir informações acerca da importância do conforto térmico!

Hoje em dias novos projetos e reformas na construção civil estão em todos os lugares. As preocupações de quem está realizando ou pagando pelo serviço são as mesmas: custo, tempo de instalação e benefícios. Ou seja, é uma questão de custo e controles. Sendo assim é preciso analisar minuciosamente a relação custo-benefício dos serviços acabados. Pensando nesta questão que tecnologias de instalação fácil, rápida, com um custo acessível surgem no mercado. Tecnologias como o drywall. Hoje em dia existe um movimento para informar e treinar profissionais para capacitá-los a realizar instalações técnicas. Estas tecnologias não são tão novas assim em outros países, mas tem se tornado cada vez mais utilizadas aqui por conta dos vários benefícios.

O que é Drywall?

Drywall em tradução livre significa “parede seca”, e está relacionado à construção seca. Da mesma forma, o este método de construção pode incluir forros de gesso, placas cimentícias, woodrame e steelframe. De maneira geral a tecnologia consiste num sistema de vedação composto por uma estrutura metálica de aço galvanizado ou ripas de madeira, e placas ou chapas aparafusadas nesta estrutura. Desta forma esta tecnologia não necessita de argamassa para sua execução, reduzindo assim a quantidade de entulhos e é bem mais rápida. As paredes de Drywall fazem parte da construção a seco.

A propósito, prédios inteiros estão sendo construídos desta forma hoje em dia. Por causa da praticidade, o drywall é mais utilizado em reformas, principalmente em escritórios, lojas e salas comerciais. Esta tecnologia reduz e muito o tempo de duração se comparado a um sistema de alvenaria tradicional, com menos entulho. De acordo com a Associação brasileira do Drywall o consumo do material no ano de 2013 foi de 50 milhões de metros quadrados.

3TC Isolamento - Drywall

Cada obra tem uma característica diferente e necessidade diferente, por isso as placas de drywall possuem algumas alternativas que podem ser priorizadas. Exatamente por isso compilamos a lista abaixo para que você saiba mais um pouco sobre cada tipo de placa:

Chapas de gesso Standard (ST) Cor branca.

A chapa Standard (ST) é recomendada para uso geral em áreas secas, emprega-se em paredes e forros do sistema drywall.

Chapas de gesso Resistentes à Umidade (RU) Cor verde.

Esta variedade é indicado para os “ambientes molhados”: ambientes sujeito a respingos ou que tenha alta taxa de umidade. Exemplos: banheiros, áreas de serviço, cozinhas, dentre outros. Nestes locais é imprescindível a utilização da chapa verde de drywall do tipo RU, que possui em sua composição química, componentes hidro fugantes, que protegem a superfície contra umidade.

A placa de gesso RU não é a prova d’água e por isso não recomenda ser usado em teto, sobre piscina ou sauna, já que o nível de água/umidade recebida pela placa nestes ambientes é constante, e resultará na deterioração do material. É recomendado apenas como fechamento vertical nas paredes.

Nota importante: é importante realizar a impermeabilização da chapa verde na maioria dos casos. Recomenda-se a impermeabilização da base da parede e revestimentos em drywall com chapas RU, evitando infiltração pelo solo ou pela parede.

Gesso RU

Chapa verde (RU) é a recomendada para assentamento de cerâmica, pois a argamassa colante é misturada com água. No caso de uma chapa Standard, a placa absorve a água e, com o tempo, acaba descolando a cerâmica assentada. Para fixação da cerâmica utiliza-se argamassa tipo AC II ou AC III.

Chapas de Gesso Resistentes ao Fogo (RF) Cor rosa.

Esse tipo de placa de gesso possui, dentro outros componentes, a fibra de vidro em sua fórmula. A fibra de vidro é um material com muita resistência ao calor e ao fogo. Por isso, são bastante indicadas para escadas enclausuradas, saídas de emergência e áreas com risco de incêndio. Resistência ao fogo quer dizer o retardamento das chamas se comparado às chapas ST, obedecendo as normas da NBR 15575.

3TC Isolamento e Drywall ripas de madeira

Chapas de Gesso Acústicas

Um grande problema da construção em drywall consiste no isolamento térmico e acústico da estrutura. Para isso existem as chapas acústicas com poder de absorção e reverberação sonora. Além disso elas também podem contribuir na renovação do ar e são indicadas para restaurantes, bares e locais que necessitam de um reforço no isolamento acústico. Para o isolamento térmico, o produto mais indicado é o 3TC Isolamento de 10mm, garantindo conforto térmico e eficiência energética. Para um reforço acústico, recomenda-se isolamento fibrosos de alta densidade.

Placas Cimentícias

As placas cimentícias costumam ser mais caras que as placas de gesso pois seu método de fabricação precisa de mais recursos. Ela é mais utilizada nas áreas externas por oferecerem mais resistência à ação do tempo que placas de gesso. Além disso o processo de instalação dela é bem parecida com o das placas de gesso. Para não ter problemas, o segredo é seguir as diretrizes técnicas de instalação de cada fabricante.

Algumas vantagens dessa tecnologia incluem a alta durabilidade e resistência ao fogo. Ademais, elas podem receber diversos tipos de acabamento ou revestimentos, como pintura, textura, cerâmica e pastilhas, podendo até mesmo ficarem aparentes.

Desvantagens

A desvantagem das placas cimentícias é que o manuseio é bem mais difícil que das placas de gesso, por serem mais pesadas. Em segundo lugar elas também costumam ter um preço mais elevado tanto do m2 comprado como instalado, justamente por ser um material mais resistente e mais denso. Nesse sentido, na hora de escolher qual a melhor opção para sua finalidade, é importante utilizar o material correto para a finalidade correta. Desta forma consegue-se o melhor acabamento pelo custo-benefício mais adequado.

Caso tenha se interessado pela informação, encontramos um artigo científico que explora muito bem esse tema com diversas citações e com informações mais profundas e detalhadas sobre o tema, principalmente no que diz respeito ao comparativo das paredes de alvenaria e drywall: https://goo.gl/tF1c2Y. O artigo tem autoria de Jordana Tavares Santos e Ligia Eleodora Francovig Rachid.

Conheça 3 políticas públicas de sucesso que contribuem para os 3 pilares da sustentabilidade em suas cidades

As políticas públicas voltadas para a sustentabilidade sao muito importantes para que uma cidade, estado e até mesmo um país se poicione perante aos desafios das mudanças climáticas do século XXI. No Brasil, temos visto ótimos exemplos disso, e demonstrando que para ter um impacto global, as mudanças devem ocorrer em todos na mentalidade dos cidadãos e também de nossos governantes. Veja abaixo 3 políticas que tem tido sucesso na escala municipal, que podem ser exemplo para o país todo:

1. IPTU VERDE

O IPTU Verde é uma iniciativa da Prefeitura de Salvador para incentivar empreendimentos imobiliários residenciais, comerciais, mistos ou institucionais a realizarem e contemplarem ações e práticas de sustentabilidade em suas construções. Para isso, oferece descontos diretamente no IPTU (Imposto Predial e Territorial Urbano), de acordo com suas realizações a sua pontuação no Programa de Certificação Sustentável. Para participar é preciso preencher um formulário e listar todas as iniciativas sustentáveis da edificação (pode ser na construção dela, ou na reforma). Existem 3 classificações, Bronze, Prata e Ouro, que concedem, respectivamente, 5%, 7% e 10% de desconto no IPTU. Cada medida adotada pela imóvel conta pontos. A cada três anos as condicionalidades são verificadas.

Outras cidades como Belo Horizonte estão seguindo o mesmo caminho, e buscando incorporar essa ideia já utilizada em outros locais do país na capital mineira.

2. DENGUE MOVEL

Em 2014, o Estado de Goiás registrou mais de 90.000 casos confirmados de dengue, sendo o segundo estado brasileiro, naquele ano, com maior número de pessoas afetadas pela doença – ficou atrás apenas de São Paulo, o Estado mais atingido, que apresentou mais de 220.000 casos. Neste contexto de grave risco à saúde da população, a Prefeitura de Ipameri, uma cidade com pouco mais de 25.000 habitantes situada no sudeste do Estado de Goiás, colocou em prática medidas de combate à dengue. Em uma parceria – que envolveu a iniciativa privada, a associação local, o Exército Brasileiro e a Fundação Nacional de Saúde (Funasa) – foram desenvolvidas diversas atividades de remoção de resíduos sólidos, recicláveis e não recicláveis, na área urbana. Dois programas se destacam nessa área: o Dengue Móvel, que troca materiais recicláveis por materiais escolares; e o mutirão Ipameri Contra a Dengue, para limpeza urbana em geral. As ações continuam ocorrendo todos os anos, antes do período de maior incidência de chuvas e de proliferação do inseto transmissor. A divulgação é feita tanto pelos meios eletrônicos de comunicação da Prefeitura (site e Facebook) como por carro de som, pela mídia local e regional e pelas instituições parceiras. Com a criação do programa Dengue Móvel, município situado a 200 km de Goiânia se destaca no combate ao mosquito transmissor da doença. Programa promove troca de lixos recicláveis por materiais escolares. Outra iniciativa do município, visando o mesmo objetivo, é o mutirão de limpeza urbana Ipameri Contra a Dengue.

3. COLETA SELETIVA

O município de Santa Helena, no Oeste do Paraná, promove o Programa de Coleta Seletiva desde 2004. A iniciativa é resultado de uma parceria entre a prefeitura e os catadores de materiais recicláveis, que possibilitou a formação de uma cooperativa e a instituição da coleta porta a porta em todas as ruas da cidade. Desde o ano de 2002, já havia em Santa Helena 12 catadores que faziam o trabalho de catação no aterro sanitário da cidade. Nessa ocasião, esses catadores receberam da administração municipal um barracão com mesas para a separação dos materiais recolhidos. Em 2004, foi oficializado o Programa de Coleta Seletiva no Município, por meio de um convênio entre os catadores de materiais recicláveis e a Prefeitura de Santa Helena. Pelo acordo, a administração permitiu o acesso e uso de um barracão de 1.500 m², com esteira e prensa. Com esses incentivos e o apoio do município, formou-se uma Cooperativa de Catadores, que realiza coleta porta a porta. No início, a coleta era feira em algumas ruas da cidade, mas, com o passar do tempo, o programa se estendeu para todo o município e, atualmente, conta com aproximadamente 40 catadores.

A sensibilização para que toda sociedade se envolvesse no processo de reciclagem foi ativa e contou com divulgação na mídia local – rádio, carros de som, banners, cartazes e folders –, além de concurso de paródia e teatro. A prefeitura, juntamente com a Associação dos Agentes Ambientais, distribui sacos plásticos apropriados nas residências, a cada 30 dias, para acondicionamento do material reciclável. Todo o material recolhido é encaminhando à cooperativa para ser beneficiado. O lucro da comercialização é rateado em partes iguais entre os associados. A melhora da renda dos catadores comprometidos com o programa está diretamente vinculada aos investimentos feitos na sensibilização e conscientização da população. Atualmente existe um cronograma de coleta em todo o município. Cada bairro, região rural e distrito recebe a visita do caminhão de recolha, com o qual os catadores, em horário diurno e de maneira digna, realizam a coleta seletiva.  O programa inclui também ações para erradicação de lixões e recuperação de áreas degradadas. E promove o fortalecimento dos vínculos sociais, com a inclusão e organização dos catadores de materiais recicláveis.

Ano passado a 3TC foi procurada pelos idealizadores do Virando Mundo (http://virandomundo.com/) para formar uma parceria institucional. Maiquel e Djéssica, sempre sonhavam viver em uma Kombi 82 diesel e viajando pelo mundo, deixando muita história e a zona de conforto para trás, assim como no filme “Na Natureza Selvagem” (Into the Wild), com um espírito de aventura invejável. O que cativou a 3TC no projeto foi a personalidade dos idealizadores, bem como a seriedade e compromisso com a proposta do projeto, ideias voltadas a sustentabilidade, proteção ao meio ambiente e valorização das pessoas que são muito alinhadas com os valores institucionais da 3TC Isolamento. Além de muito educados, eles são apaixonados com o projeto, e estão compartilhando todo o processo, desde a parte de equipar a Xênia Filomena, nome carinhoso da Kombi deles, até mostrar os passeios, os lugares, os perrengues e a aventura em suas páginas nas redes sociais no InstagramFacebook, e principalmente com vídeos em seu canal no Youtube.

Os alicerces do projeto e dos idealizadores, como descrito em seu site, são: viver com mais liberdade e ser útil sem necessariamente seguir o senso “comum”, aprender sobre o Mundo, Natureza, Culturas, Pessoas, Valores, entre outros, realizar nossos sonhos de forma equilibrada e sustentável e aventurar por aí propagando nossos conhecimentos. Eles inclusive possuem uma definição e um conceito de sustentabilidade que achamos muito legal e bem condizente com o que nós da 3TC acreditamos: http://virandomundo.com/sustentabilidade/

Algumas das postagens feitas pelo pessoal foi exatamente sobre a aplicação do 3TC na Xênia, como instalar, como funciona o 3TC, e explica muito bem as técnicas e os materiais auxiliares para ser feita a instalação. Pedimos também que eles nos enviassem um breve texto sobre a experiência deles até o momento:

“Desde o dia 1° de abril estamos morando 100% na Xênia Filomena. Nossa experiência tem sido bastante positiva até então.  Já pegamos dias quentes (+- 35 °C) e frios (+- 7 °C). Estamos bem felizes com o isolamento 3TC na nossa casa rodante. Dias quentes em que ela ficava estacionada fechada no olho do sol, logo que a abríamos sentíamos um “bafo” quente, no entanto ao abrir qualquer ventinho já ficava bem tranquilo. Para o calor é ideal ter pelo menos um climatizador ou ventilador. Pois a noite assim como não permite a entrada de tanto calor ele também não deixa o calor sair de dentro da Xênia. Para o frio ainda não precisamos baixar nossas cobertas mais grossas. Sabemos que iremos pegar frio (neve) que aqui em nossa região não estamos acostumados… então, cenas para os próximos capítulos. O bom que, como é uma casa bem pequena, aquece rápido também, basta ligarmos o fogão, na hora da Janta por exemplo que em 5 minutas tá tudo quentinho. Lembrando também que ficaram algumas partes (as colunas da Kombi) sem isolamento. E passa bastante, tanto calor quanto frio, nessas colunas. Em breve já estaremos na estrada e aí poderemos passar melhor as nossas experiências. ”

Veja o tutorial de como instalar o 3TC em veículos, filmado e editado pelo pessoal do Virando Mundo:

Ficamos muito contentes com o sucesso dos dois, e desejamos muita sorte aos dois, e acompanharemos de perto mesmo essa jornada sensacional! Se você se interessou, se inscreve no canal do YouTube o os siga nas outras redes sociais, pois eles são muito legais e simpáticos! Se você gosta de aventura e acampamento, será bem legal acompanhar o projeto deles!

Este é o segundo post da série dos casos de sucesso. Veja como uma empresa grande e de sucesso investiu no 3TC e hoje colhe os frutos com produtividade e conforto térmico

A 3TC é uma empresa que tem compromisso com o resultado, e por isso lançamos essa série para mostrar os resultados que nossos clientes obtiveram ao instalar o 3TC, independentemente do método de aplicação adequado. Aqui seguimos metodologia indicada por órgãos reguladores competentes para cálculo de eficiência energética, bem como alguns métodos desenvolvidos pelo nosso corpo técnico e também de acordo com as normas técnicas de cada especificidade: Acústica, térmica, ergonomia, etc. Nossa metodologia consiste em 3 etapas para análise de cada projeto:

Na série de casos de sucesso da 3TC, vamos falar de mais um dos nossos clientes que ficaram extremamente satisfeitos e economizaram muito ao fazerem a instalação do 3TC. Primeiro, um pouco sobre a empresa que tornou-se cliente: A Minas Rio Distribuidora (http://www.minasrioatacado.com.br/) é uma empresa que foi fundada em 1994 que comercializa produtos dos mais variados para Pessoas Jurídicas, com mais de 15000 itens  disponíveis nos diversos segmentos como utilidades para o lar, brinquedos, artigos de papelaria, produtos para restaurantes e hotéis, eletrodomésticos, descartáveis e importados em geral. Hoje ela conta com 3 localidades: Ubá (MG), São Pedro da Aldeia (RJ) e no Rio de Janeiro (RJ). Esta é uma descrição da análise técnica referente à instalação e ao fornecimento de 3TC para a unidade de São Pedro da Aldeia. Todas as localidades estão situadas em áreas com alta média de temperatura. Portanto, para proporcionar mais conforto térmico para todos seus clientes e colaboradores a empresa decidiu buscar uma solução em isolamento térmico utilizando a tecnologia 3TC.

ANÁLISE

São Pedro da Aldeia fica na Região dos Lagos do Estado do Rio de Janeiro, perto das cidades de Araruama, Rio das Ostras, Macaé, Búzios, Cabo Frio e Arraial do Cabo. Esta é uma região que possui médias altas de temperatura e também de umidade, conforme o gráfico abaixo retirado do site CLIMA TEMPO:

De acordo com o gráfico acima, os meses com temperaturas mais elevadas são janeiro, fevereiro, março e abril. Os meses com temperaturas mais baixas são junho, julho, agosto e setembro. Por se tratar de uma média histórica, esses dados englobam os últimos 50 anos de medições. Contudo, a região nos dias de hoje possuem médias de temperaturas muito maiores do que antigamente, justamente por conta do aquecimento global e do aumento da média de temperatura nos últimos anos.

Outro fator que conta contra o conforto térmico na localidade  é a alta umidade por estar situada uma região de lagos e com proximidade ao mar. Essas características aliadas a incidência solar da região fazem com que o calor seja um problema para todo tipo de estrutura da construção civil, e a utilização de isolamento térmico nas suas mais variadas tecnologias uma NECESSIDADE. Muitas casas, apartamentos e lojas comerciais fazem o uso de condicionadores de ar que ajudam no conforto térmico, mas como não são soluções definitivas, implicam em um aumento considerável na conta de luz.

CARACTERÍSTICAS ESTRUTURAIS

A Minas Rio de São Pedro da Aldeia possui algumas peculiaridades em sua estrutura devido à maneira como o galpão foi projetado e construído. A área do local de instalação totaliaza 2800 metros quadrados. A primeira peculiaridade está na própria estrutura do telhado: as terças, com 6cm de espessura cada, assim como as tesouras foram construídas utilizando a estrutura de concreto armado. Os pilares principais são compostos de metal, , e tijolos de concreto foram utilizados para o fechamento. O pé direito da parte mais baixa da edificação é de 8 metros e da parte mais alta de 10 metros. Foram utilizadas telhas de zinco com algumas telhas translúcidas na cobertura. As telhas de zinco costumam chegar em temperaturas de até 75 graus ao ser expostas ao sol constante, tendo um ganho e perda de temperatura rápido, principalmente para a parte interna da construção, potencializando a transferência de calor, primariamente por meio da radiação. Cabos de aço tensionados foram utilizados como suporte da estrutura de iluminação, o que dificulta a passagem de andaimes e interfere na produtividade da equipe de instalação.

A instalação foi realizada durante o horário de funcionamento da loja, que apresenta as mesmas características de um supermercado: corredores largos com prateleiras para exposição dos produtos com seus preços, organizados por setores diferentes. Para aumentar a eficiência da instalação, foram projetados e construídos 2 andaimes adequados às características da loja. A equipe de instalação teve um extensivo treinamento com o departamento técnico da 3TC isolamento durante a primeira semana de obra para demonstrar como seria feita a instalação e apresentar soluções técnicas para quaisquer problemas pontuais de início a obra. A equipe de instalação era composta por 3 pessoas: dois profissionais utilizando os andaimes para trabalhar em altura, e um profissional  oferecendo apoio no solo.

Para a instalação foram utilizados os seguintes materiais:

  • Furadeira de impacto
  • Parafusadeira
  • Parafuso Philips de 35mm
  • Bucha 6
  • Estiletes
  • Fitas Aluminizadas
  • Arruelas Plásticas 45mm
  • Extensor de Terças

Caso queira saber mais como é feita a instalação do 3TC, e como essa foi realizada, confira nosso manual de instalação para galpões: https://www.3tc.com.br/arquivo/galpoes-manual-de-instalacao

MEDIÇÕES TÉRMICAS

A equipe da 3TC compareceu ao local de instalação para aferir as temperaturas de superfície, de conforto térmico, e ergonomia. Para isso, foram utilizados termômetros de alta precisão, câmera térmica e um medidor de stress térmico que mensura a variação térmica de bulbo seco, bulbo úmido e dentro do globo de acordo com os índices da NR-15 em conformidade com as normas de Segurança do Trabalho. Para ser realizada a medição, foram escolhidos os 4 cantos do galpão e a parte central, ou seja, 5 locais de medição, conforme o diagrama abaixo:

Com os instrumentos de medição, a equipe da 3TC realizou as seguintes medições de temperatura.

  • Temperatura do Teto (termômetro a laser)
  • Temperatura do Chão (termômetro a laser)
  • Temperatura Externa (Aplicativo Weather Chanel)
  • Bulbo Seco (medidor de stress térmico)
  • Bulbo Úmido (medidor de stress térmico)
  • Globo (medidor de stress térmico)
  • Diferença de temperatura entre o 3TC e o Telhado de Zinco (Câmera Térmica)

A medição feita antes da instalação do 3TC foi realizada em outubro, um mês que historicamente apresenta temperaturas mais amenas. A medição após a instalação foi realizada no mês de fevereiro, um dos meses que historicamente apresenta as temperaturas mais elevadas na região. As medições conforme a NR-15 foram avaliadas pelos engenheiros da empresa Exxcelencia (http://www.exxcelencia.com.br/) empresa especializada em Segurança do Trabalho e Meio Ambiente

RESULTADOS

Depois da instalação do 3TC os sócios proprietários, os colaboradores, e os clientes ficaram extremamente satisfeitos com o resultado. O conforto térmico proporcionado pelo sistema de isolamento 3TC é nítido depois de realizada a instalação. Foram entrevistados os sócios proprietários, 5 colaboradores, 5 clientes, o gerente do estabelecimento, e todos avaliaram como extremamente positivo os resultados proporcionados pelo sistema de isolamento 3TC.

As medições no local corroboram a percepção dos colaboradores e dos sócios proprietários do estabelecimento. A comparação das medições realizadas antes e após a aplicação do isolamento térmico 3TC mostra claramente uma melhora significativa na temperatura do ambiente. Mesmo com uma média maior de temperatura externa, o 3TC conseguiu reduzir significativamente a temperatura incidente do teto de 50,3 graus para 34,7 graus (máximas) e 42,3 para 31,7 (mínimas). A redução foi de mais de 15 graus na máxima e mais de 10 graus na mínima, uma melhora sentida no conforto térmico dos clientes e colaboradores que trabalham no local.

As medições de acordo com a NR-15 também demonstraram uma melhora significativa. Os resultados das medições que comprovam a redução de temperatura e o conforto térmico proporcionado pelo sistema de isolamento 3TC pode ser utilizado como laudo trabalhista referente à ergonomia no ambiente de trabalho.

Os ganhos em conforto térmico sâo representados em números. De acordo com o laudo expedido pela empresa Exxcelencia, a instalação do sistema de isolamento térmico 3TC refletiu em 250 kcal/h a mais para os trabalhadores, o que diminui consideravelmente a fadiga, remetendo diretamente no aumento de produção e conforto no setor. Caso queira saber um pouco mais como é feito esse cálculo, como a norma dita essas métricas, esse link explica muito bem, e em detalhe, o passo a passo desde a medição ao resultado final.

CONCLUSÃO

Antes da  avaliação técnica e instalação do sistema de isolamento térmico 3TC, esta unidade da empresa Minas Rio já havia realizado investimentos sem obter resultados satisfatórios em equipamentos como exaustores, ventiladores e outras tecnologias que dependem de consumo de energia. Outras alternativas foram analisadas para solucionar problema de transferência de calor na cobertura tais como a pintura refletiva e a utilização de telhas sanduíches, contudo, ambas as alterativas apresentaram custos maiores e resultados inferiores ao sistema de isolamento térmico 3TC. Os ganhos em conforto térmico efetivo só foram constatado após a instalação do sistema de isolamento térmico 3TC. A empresa obteve ganhos financeiros em economia ao optar pelo sistema 3TC no comparativo de custo das alternativas para solucionar o problema de transferência de calor da cobertura para área interna e em redução de consumo de energia após a instalação do sistema de isolamento térmico 3TC. Após reduzir significativamente a transferência de calor da cobertura, o sistema de isolamento potencializou as características dos equipamentos existentes fazendo com que estes funcionassem melhor utilizando menos  energia.Em uma outra área desta unidade já havia sido utilizado telhas sanduíches de EPS para amenizar a transferência de calor da cobertura para área interna, contudo, segundo todas as pessoas entrevistadas, após a instalação do sistema 3TC esta área apresentou temperaturas mais elevadas e um conforto térmico muito menor em comparação à área onde o sistema de isolamento 3TC foi instalado.

A empresa ficou extremamente satisfeita com os ganhos proporcionados e decidiu fazer a instalação do sistema de isolamento térmico 3TC nos outros estabelecimentos. Alguns clientes que frequentam a unidade da Minas Rio ficaram impressionados com o conforto térmico proporcionado e entraram em contato com a 3TC para adquirir o produto para reformarem suas casas, lojas, galpões.

O inverno está chegando, e a 3TC preparou 3 dicas para o seu final de semana

Como diria Ned Stark, WINTER IS COMING! Na verdade, o inverno chega hoje, 19h34, quando ocorre o Solstício de Inverno, o que significa que teremos a noite mais longa do ano e o dia mais curto, marcando o início oficial desta estação. Ou seja: está aberta a temporada das frentes frias, reportagens de jornais da noite sobre a geada no sul e dicas de vinhos e receitas de fondues nos programas da manhã.

Sabemos que hoje é apenas terça feira, mas assim como você, já estamos pensando no frio do final de semana. Sendo assim, aqui estão 3 dicas para curtir o friozinho em casa, acompanhado ou não.

1) Assista séries

Aproveite para colocar em dia suas séries favoritas, rever aquelas mais antigas ou ainda melhor, descubra novas séries para assistir. Se você quer sugestões, recomendamos o site Rotten Tomatos. Nele você pode navegar e conhecer produções pela aceitação da crítica especializada e também da audiência. Além disso, é possível pesquisar por tema ou estilo, o que pode te ajudar bastante a encontrar um seriado de suspense, romance ou comédia que se encaixe no seu gosto.

Caso você não fale inglês, o site Adoro Cinema pode ser melhor para você.

O serviço de streaming Netflix também possui um grande acervo de séries e filmes a um preço de assinatura mensal bem justo, permitindo que você escolha e assista séries online seja na TV, celular ou tablet. Se você procura um serviço grátis, temos o  Popcorn Time, um projeto de código aberto que também disponibiliza vários seriados via torrent. Para acessá-lo, basta fazer o download do programa de acordo com o sistema operacional do seu dispositivo.

 

2) Cozinhe

Cozinhar vai fazer o tempo em casa mais proveitoso. Você pode assistir do começo ao fim a temporada da série que você acabou de escolher na dica anterior com um caldo quentinho do lado. Aproveite para pesquisar receitas da estação. Fondue é clichê de inverno, mas se bem feito, é uma receita bem gostosa. Não se esqueça dos caldos e sopas, de mandioca, de batata, de feijão e do que sua imaginação inventar.

Para achar receitas e aprender como fazer, mesmo não sendo um Master Chef, recomendamos a página do Facebook Tasty Demais. Lá são dadas dicas de receitas diárias, com vídeos rápidos e com passo a passo bem detalhado de como fazer inúmeras coisas deliciosas e práticas para esse momento. Também há vários canais culinários no Youtube. Receitas de MinutoMicro SobrevivênciaCozinha para 2 e Rolê Gourmet são exemplos de canais com receitas práticas e rápidas para quem ainda não sabe cozinhar muito bem.

 

3) Tire o edredom do armário

Primeiramente, deixe o cobertor tomando sol por algumas horas antes de você usar, principalmente se estiver guardado desde o último inverno. Isso vai ajudar a matar os ácaros, grande responsáveis por crises alérgicas que muitos têm nesta estação.

Os cobertores e edredons são isolantes térmicos confortáveis e ideais para o frio. Apesar de trabalharem apenas com a condução, seu corpo é um excelente gerador de energia, e a proximidade deles com a sua pele vai manter você aquecido, mesmo que não controle as três formas de transferência de calor. Basicamente o edredom absorve uma pequena parte do calor emitido pelo seu corpo, que vem dos processos naturais e biológicos necessários para te manter na temperatura interna ideal, fazendo com que ele aqueça você.

Se fosse um edredom com a tecnologia 3TC, ele ficaria muito mais quente por controlar as três formas de transferência de calor, e recomendaríamos apenas para situações de frio extremo ou no caso do nosso isolante térmico para acampamentos. Nesse caso a gente te perdoa em não usar o 3TC, já que ainda não temos uma linha de cobertores.

Então, ficou preparado para o inverno? Curta nosso Facebook para conferir mais dicas sobre as variações de temperatura.

Entenda como o 3TC se assemelha às tecnologias desenvolvidas pela NASA na Estação Espacial Internacional.

O universo é um lugar de extremos: luz, escuro, cheio, vazio, muito ou pouco espaço, quente ou frio. A vida humana tende a florescer no equilíbrio desses extremos: nos adaptamos bem com nossas tecnologias, mas sentimos mais confortáveis em lugares onde as condições consideradas “ideais”. Em geral, a Terra encaixa-se perfeitamente nesse perfil: o planeta é bastante confortável desde que você fique longe do Pólo Sul e não cair em um vulcão. Porém, a mdernidade nos trouxe mais desafios. Agora os seres humanos avançam cada vez mais na exploração do espaço não como visitantes ou controlando máquinas remoatamente, mas como colonos e exploradores, e encontrar o equilíbrio certo para o conforto da vida humana é o maior desafio.

Analisando com mais detalhe a Estação Espacial Internacional (ISS) conseguimos entender de verdade como são empregadas as melhores tecnologias desenvolvidas pelos mais renomados cientistas, e claro: isolamento térmico é uma das mais importantes. Sem tecnologia de isolamento térmico apropriada, a temperatura da Estação Espacial ficaria de um lado com 121 graus e no outro lado 157 graus negativos, o que não seria nem um pouco agradável ou sustentável para os bravos astronautas conseguirem viver lá. Para comportar a tripulação, a Estação Espacial Internacional foi projetada e construída com isolamento e controle térmico de última geração, com o mesmo conteito empregado na fabricação do 3TC. Como resultado, o isolamento para a Estação Espacial Internacional não se parece com o tapete fofo como a lã de vidro e outros que lidam apenas com a condução, o isolamento da Estação tem que ser mais eficiente, leve e fácil de instalar e reparar. A tecnologia empregada é um isolamento multicamada altamente reflexivo (ou MLI em inglês) feita de camadas de Mylar, com vácuo no meio e protegida com dacron.

Acima, à esquerda: o isolamento comum fibroso. Acima, à direita: Isolamento Multicamada utilizado na Estação Espacial Internacional, feito com a mesma tecnologia 3TC. A malha de prata reflexivo é Mylar aluminizado. “O Mylar é aluminizado de modo que a radiação solar não passe”, explica Hong. “as camadas de vácuo são responsáveis por impedir a condução entre as camadas”, continuou ele. Exceto pelas janelas, a maior parte do ISS é coberto com o MLI bloqueando a radiação. “As janelas são um vazamento de calor enorme”, disse Hong, “mas os astronautas precisam deles para a ergonomia e também para suas pesquisas. É algo que temos que considerar no projeto de isolamento térmico.” Abaixo pode-se ver a Espação Espacial Internacional no espaço, com suas tecnologias de isolamento térmico e captação de energia solar visíveis.

 

Fonte: NASA