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Buscar ideias inovadoras que permitam a redução de custos na indústria pode fazer uma grande diferença para manter uma empresa financeiramente saudável. O desafio se mostra ainda maior para aquelas que funcionam com equipes reduzidas e margens de lucro apertadas.

Por mais que as despesas tributárias estejam em dia e o fluxo de caixa esteja bem, a conta simplesmente não fecha. Mas, não é preciso promover uma transformação muito grande na sua empresa para limitar os gastos. Eficiência e produtividade são temas importantíssimos para tirar o máximo dos gastos da empresa.

Na maioria dos casos, pequenos ajustes e mudanças de hábito geram resultados bastante significativos. Quer saber quais são as principais medidas para controlar as despesas na indústria? Confira nesse artigo que preparamos para você. Boa leitura!

Qual a importância da redução de custos na indústria?

Vender e conseguir contratos são parte importante de quase todas as empresas. O crescimento de uma organização não depende só do quanto arrecada com os seus produtos e serviços, mas também do quanto gasta para produzi-los. Uma empresa pode agradar seus clientes e vender muito. Mesmo assim, se os custos forem maiores que os valores arrecadados, ela não crescerá. Isso é bem óbvio, mas definitivamente as aplicações são complexas.

Por isso, ao pensar em redução de custos na indústria, é necessário realizar um planejamento adequado dos cortes que serão implementados. Antes de qualquer coisa, a seguir, o que você precisa se perguntar.

  • Eu conheço realmente os custos da empresa?
  • Quais os impactos da diminuição dos custos sobre as atividades realizadas?
  • As medidas levantadas poderiam trazer consequências negativas?
  • Quais são os setores que seriam afetados e como?

Assim sendo, o primeiro passo para colocar em prática qualquer ação de redução de custos é compreender profundamente a gestão da sua empresa. Afinal, você não verá resultados ao diminuir os custos de atividades que não têm nenhum impacto nos gastos ou, ainda, modificando processos que provocarão a queda da qualidade de seus produtos.

Quais são as medidas para reduzir os custos na indústria?

Confira agora quais são os principais métodos e recursos que ajudarão a sua empresa a economizar e reduzir os custos de produção.

Contas de água e energia

As contas de água e energia costumam ter valores bastante significativos, mas não há como evitá-las. Dessa forma, diminuir seus valores é um dos bons exemplos de como reduzir os custos nas indústrias.

Para isso, invista em torneiras automáticas e descargas econômicas, substitua as lâmpadas incandescentes pelas de LED e desligue aparelhos que não estão sendo utilizados, como impressoras e monitores.

Uma alternativa interessante é instalar sensores que ligam a luz apenas quando há alguém no ambiente. Essas são alternativas simples, mas que podem ter um efeito significativo ao longo do tempo.

Papel e impressões

Mesmo com o apelo ambiental para diminuir o uso de impressões em papel, alguns tipos de documentos precisam estar fisicamente em mãos. Nesse caso, faça a impressão nos dois lados da folha, o que economizará papel. No mais, busque digitalizar os documentos e utilize as ferramentas de compartilhamento online, como o Google Drive e Dropbox, por exemplo.

Muitas empresas possuem servidores de armazenamento e compartilhamento de informações. Definitivamente são ótimos para a segurança da tecnologia da informação e para economizar recursos de impressão. Alugar ou comprar impressoras adequadas ao volume de impressão ajudam a economizar energia. Escolher papéis reciclados, ou mesmo economizar no uso de papel serão sempre boas práticas.

Dívidas e tarifas bancárias

Busque renegociar possíveis dívidas ou tarifas bancárias com o seu banco, diminuindo as taxas de juros. No entanto, é fundamental estudar previamente se a sua empresa terá condições de lidar com as novas condições propostas. Cada renegociação pode implicar em aumento de taxas e custos, apesar de aumentarem o prazo.

Estoque

Analise os estoques e determine quais são os produtos que estão acumulados e diminua sua produção. Um estoque cheio e com itens parados resulta em perdas financeiras, pois as mercadorias ocupam espaço e podem estragar com o tempo.

Para otimizar o tempo de conferência de estoque, invista em softwares de controle que facilitarão as conferências.

Ferramentas de gestão

Outra ideia inovadora para a redução de custos na indústria são os softwares de gestão. Existem diversos modelos no mercado, que podem ser pagos ou gratuitos.

Uma das suas vantagens é o fácil acesso à qualquer tipo de informação. Pois está reunido em um só local tudo o que você necessita saber sobre a empresa, o que permite a tomada de decisões mais inteligentes.

É possível ver rapidamente e com clareza, quais são as áreas que merecem mais atenção e quais são os processos desnecessários ou que estão desperdiçando algum tipo de recurso. Ainda, existem alguns programas com recursos de inteligência, que lançam alertas automáticos quando aparecem riscos ou oportunidades.

Isolamento térmico e acústico

Os sistemas industriais trabalham com grandes cargas e estruturas complexas. As atividades realizadas, geralmente, transferem calor ao ambiente externo. Isto causa a perda de energia entre o espaço e as máquinas utilizadas nas linhas de produção. Por esse motivo, investir em sistemas de isolamento termoacústico é uma boa opção para a redução de custos na indústria.

O isolamento térmico protege os equipamentos, mantendo a temperatura desejada no local e dificultando a dissipação do calor para outros ambientes. Além de reduzir a conta de energia elétrica, essa estratégia tem impacto no controle de acidentes e ruídos existentes no ambiente industrial.

Um local com temperatura controlada é mais seguro e confortável para as equipes de trabalho na realização de qualquer atividade. Os benefícios vão além: é possível evitar o desgaste excessivo dos equipamentos e prevenir manutenções frequentes.

Planejamento e redução de custos na indústria

Para adotar qualquer um desses exemplos de redução de custos na indústria, é fundamental a realização de um bom planejamento. Estabeleça metas mensais, semestrais, anuais ou no período que melhor se adéque à situação da sua empresa. Mas, evite aplicar qualquer ação sem realizar análises e pesquisas sobre seu negócio e as metas que deseja atingir.

Seja qual for a estratégia tomada para reduzir os custos e ter uma gestão eficiente, é indispensável envolver as equipes nesse processo. O objetivo disso é conscientizá-las sobre as atitudes, fazendo com que participem com novas ideias. Outra dica é incluí-las na definição de metas e, quando forem alcançadas, usar uma parte do valor economizado para premiar as equipes.

A redução de custos na indústria traz benefícios para os negócios e para todos os que participam dos processos. Afinal é sempre positivo incentivar os colaboradores a realizarem suas atividades com maior qualidade e menor desperdício. Além de conservar melhor os equipamentos e o ambiente de trabalho para o bem comum do negócio.

Se você quer saber mais sobre a redução de custos na indústria, não deixe de conferir nosso artigo sobre como reduzir o consumo de energia!

Porém, não é preciso promover uma transformação muito grande na sua empresa para limitar os gastos. Na maioria dos casos, pequenos ajustes e mudanças de hábito geram resultados bastante significativos. Quer saber quais são as principais medidas para controlar as despesas na indústria? Confira nesse artigo que preparamos para você. Boa leitura!

 

São vários os fatores presentes em um ambiente de trabalho capazes de interferir na produtividade de uma equipe. Dentre esses parâmetros, é fundamental destacarmos as condições ergonômicas oferecidas pelo empregador, visto que, além de se relacionarem com o conforto ocupacional, também possuem ligações com a saúde e o humor da equipe de trabalho.

Infelizmente muitas empresas não dão a devida atenção para as condições ergonômicas disponibilizadas em suas dependências, fato este que é explicado pela falta de conhecimento sobre as várias vantagens ao assegurá-las.

Sendo assim, confira tudo sobre condições ergonômicas.

Conceito de ergonomia no trabalho

A palavra ergonomia remete ao estudo entre a relação ser humano/ambiente laboral. Em outras palavras, é uma análise detalhada sobre todos os elementos de um local que estão diretamente relacionados com o conforto, bem-estar e, acima de tudo, a segurança no trabalho de uma equipe.

Vale ressaltar ainda, que não importa o risco das tarefas a serem desempenhadas, todas elas necessitam de uma análise ergonômica adequada.

Relação entre ergonomia e produtividade da equipe

Esperar que uma equipe de trabalho entregue todo o seu potencial para uma empresa vai muito além de apenas garantir a contratação de excelentes profissionais.

Como exemplo prático, é impossível exigir bons resultados de desempenho de uma equipe que trabalha em um canteiro de obras sem os devidos Equipamentos de Proteção Individua – EPIs, ou de colaboradores que atuem em um escritório com baixa luminosidade e cadeiras desconfortáveis.

Sendo assim, é possível fazer uma associação direta entre a ergonomia e a produtividade de uma equipe, ou seja, quanto melhores as condições de trabalho que um empregador possa oferecer, sem dúvida, melhores serão os resultados de produtividade que a equipe em questão entregará.

Vantagens de um ambiente ergonômico

Podemos destacar as seguintes vantagens ao assegurar a ergonomia em uma empresa:

  • garantir a saúde e segurança do trabalho para todos os membros da empresa;
  • diminuir as chances de ocorrerem acidentes de trabalho, visto que todos os riscos serão previamente analisados e posteriormente traçadas medidas para que sejam neutralizados/reduzidos;
  • melhorar o humor da equipe de trabalho, uma vez que ela será valorizada e desempenhará todas as tarefas com conforto e segurança;
  • aumentar a produtividade dos colaboradores;
  • evitar lesões consequentes de esforços repetitivos, má postura e negligência dos EPIs;
  • possibilitar que atividades laborais sejam desempenhadas seguindo os parâmetros ideais de eficiência, visto que as condições de trabalho estão adequadas.

Normas regulamentadoras

Existem algumas normas regulamentadoras que especificam como que as condições de um determinado ambiente de trabalho precisam estar. Busca-se assegurar o conforto e a segurança da equipe.

Deste modo, os parâmetros que classificam as condições ergonômicas como satisfatórias ou inadequadas não são subjetivos. Isto é, são claramente determinados segundo algumas NRs.

Norma Regulamentadora 15

Tratando das atividades e operações insalubres, a NR 15 tem como principal objetivo estabelecer padrões técnicos para classificar um ambiente ocupacional quanto ao grau de sua insalubridade. Seguir essa norma impacta diretamente na produtividade. Isso de dá por ela colocar limitações em cargas horárias, bem como relaciona-se com o bem estar do colaborador. Isto posto, vai depender de análises, medições e atividades que a própria NR regula e indica como fazer.

Além disso, essa norma prevê um adicional sobre o salário ― conforme as características do risco e a intensidade de exposição ―, para a equipe que desempenha tarefas nestes ambientes identificados como insalubres.

A NR 15 padroniza parâmetros para os seguintes locais de trabalho:

  • presença de ruídos intensos (sejam eles contínuos, sejam eles intermitentes);
  • limite de exposição ao calor;
  • limite de exposição ao frio;
  • exposição às radiações não ionizantes;
  • trabalho em ambientes com alterações na pressão;
  • atividades em áreas com umidade elevada;
  • presença de agentes químicos;
  • elevada concentração de agentes biológicos.

Norma Regulamentadora 18

a NR 18 é uma norma que detalha as condições ergonômicas adequadas para a indústria da construção. Segundo essa norma, é dever do empregador garantir algumas condições básicas em um canteiro de obras. São eles:

  • instalações sanitárias;
  • vestiários;
  • alojamentos;
  • local de refeições;
  • área de lazer;
  • ambulatório, quando se tratar de uma equipe de trabalho com 50 ou mais membros.

Por ser uma indústria com várias ramificações e englobar tarefas de diferentes naturezas, na construção civil, há várias possibilidades de um ambiente ser classificado como insalubre. Entretanto, a NR 18 detalha todas as atividades e as suas respectivas condições ergonômicas ideais.

4 dicas para melhorar a ergonomia no ambiente de trabalho

Uma vez que já sabemos o que é ergonomia, bem como as suas vantagens ao ser garantida em um local de trabalho, é interessante destacar algumas dicas que as viabilizam.

Deste modo, confira 4 orientações para melhorar a ergonomia. São elas:

1. Conheça sua equipe

Estreitar a relação empregador/equipe de trabalho é muito importante para que a comunicação interna seja feita de forma clara, rápida e sem burocracias.

Uma vez que essa comunicação é realizada com eficiência, a equipe se sente mais confortável para sugerir melhores condições ergonômicas quando necessário, viabilizando, dessa forma, ambientes de trabalho mais saudáveis e seguros.

2. Disponibilize todos os EPIs

Como vimos ao longo do conteúdo, a segurança no trabalho é extremamente importante para a garantia de ambientes ergonômicos.

Nesse contexto, vale destacar a importância de disponibilizar todos os Equipamentos de Proteção Individual – EPI para a equipe. Com pouco investimento é assegurando assim, além do conforto ao desempenhar tarefas de risco, locais de trabalho com chances reduzidas de ocorrerem acidentes. Menos acidentes impacta positivamente o passivo trabalhista e também a produtividade.

EPIs básicos

EPIs são os aliados nº 1 de empresas e funcionários para evitar acidentes de trabalho

3. Delimite tarefas

Ao delimitar tarefas, um colaborador vai saber exatamente o que deve saber fazer. Desta forma ele estará menos propício a se expor às atividades que contenham riscos para os quais ele não está protegido.

E para alcançar esse patamar de organização na empresa, é imprescindível que haja uma clara delimitação das tarefas, para que, dessa forma, cada equipe execute apenas o serviço que ela sabe que as condições ergonômicas estão favoráveis.

4. Realize avaliações de desempenho

Muitas vezes um baixo rendimento no trabalho está associado com condições ergonômicas precárias. Baixo rendimento afeta diretamente a produtividade da equipe como um todo. Portanto, é importantíssimo ficar atento a esse fator.

Por esse motivo, realizar avaliações de desempenho periodicamente ajudam a detectar baixos rendimentos de equipes. Uma das causas possíveis é da equipe não estar alocada em um ambiente ergonômico.

Portanto, após entender o conceito de condições ergonômicas e verificar todos os seus benefícios para a produtividade da equipe, é fácil perceber o quão importante esse parâmetro é para as atividades laborais.

Cabe lembrar ainda que a empresa que não garante aos seus colaboradores boas condições de trabalho está sujeita a multas e penalidades trabalhistas, conforme as NRs 15 e 18.

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De forma simples, a ergonomia envolve a relação entre o homem e o ambiente de trabalho. Consiste em um estudo da ligação entre seres humanos e máquinas e quais são as condições adequadas para garantir o bem-estar e a segurança. Pensando nisso, foram criadas algumas regras voltadas para esse tema, entre as quais está o conforto térmico.

Afinal, essa relação adequada não está ligada apenas a cadeiras confortáveis ou móveis na altura certa. Ela também está conectada a condições de iluminação, de barulho e, é claro, de temperatura.

Para que não haja dúvidas sobre como cumprir todos os requisitos, mostraremos dicas para atingir o conforto térmico segundo às regras de ergonomia. Confira!

O que são e para que servem as orientações?

As Normas Regulamentadoras (NRs) são dispositivos legais criados pelo Ministério do Trabalho e Emprego (MTE). Elas especificam quais são as obrigações dos empregadores em certas condições, de modo a garantir a segurança e a saúde da equipe.

A NR 17 é a responsável por tratar de todas as normas referentes à ergonomia. Ela serve, principalmente, para orientar os empregadores sobre como devem pensar no ambiente. Desse jeito, é possível garantir uma atuação adequada e protegida.

Já a NR 15, por exemplo, disciplina as atividades ou operações insalubres.

Como funcionam as regras de ergonomia?

As obrigações previstas para deixar o trabalho ergonômico variam com cada atividade e ambiente. Basicamente, tudo começa com uma avaliação da adaptação às condições de ergonomia. A intenção é reconhecer os riscos e o que pode (ou deve) ser melhorado.

Em seguida, são tratadas de questões como a necessidade de executar as atividades de forma sentada quando possível e a escolha de mobiliário adequado. A partir do ponto 17.5 da norma, há os fatores ambientais do trabalho. Isso exige, por exemplo, nível de ruído dentro de padrões aceitáveis e umidade relativa mínima de 40%.

Em relação à temperatura, ela deve ser efetiva entre 20 a 23ºC, de modo a garantir o bem-estar. Além disso, há questões sobre a organização das funções e sobre o levantamento ou movimentação de itens pesados.

Vale mencionar que, conforme indica o Anexo III da NR 15, existem limites de tolerância ao calor e sua inobservância torna a condição de trabalho insalubre.

Quais os prejuízos do calor e falta de ergonomia para os trabalhadores?

Como dissemos, um dos pontos das regras de ergonomia tem a ver com o conforto térmico. Segundo prevê a lei, é obrigação do empregador garantir que a temperatura esteja em um nível adequado e confortável. Isso se deve, principalmente, por causa dos impactos negativos que as altas temperaturas causam.

Em primeiro lugar, há a possibilidade de desidratação. Se ela for intensa, o trabalhador pode desmaiar, envolver-se em acidentes e até sofrer uma fatalidade. Também são queixas comuns as dores de cabeça, a sensação de vertigem e o cansaço ampliado.

Todos esses pontos geram, como impactos secundários, a perda de motivação e de produtividade. Como resultado, o empreendimento se torna menos competitivo.

Quais as punições para a empresa que não cumprir as obrigações?

Para garantir que todas as normas trabalhistas sejam seguidas, há algumas punições para as empresas que não as aplicam. Em uma fiscalização, a falta de ergonomia pode gerar multas, sanções e até a interdição do local para adaptação, se for o caso. Também ocorrem processos judiciais, o que coloca em xeque a credibilidade da empresa.

Além disso, a inexistência de boas condições prejudica a saúde da equipe. Isso dá origem a mais faltas e licenças, o que amplia os custos. Resulta, ainda, em um aumento de processos trabalhistas e indenizações.

Para piorar, o negócio pode ter a sua imagem empresarial arranhada. Isso gera problemas de percepção do público e, em alguns casos, até boicotes por parte dos consumidores.

Como melhorar o conforto térmico?

Como visto, cuidar da temperatura do local de trabalho é uma questão fundamental de ergonomia. Então, é preciso buscar maneiras de garantir e ampliar o conforto térmico no ambiente. A seguir, veja algumas dicas de como chegar a esses resultados.

Dê preferência a horários frescos

Durante os dias quentes, é comum que o horário comercial seja o período de maior calor do dia. Isso faz com que haja desgaste por causa da temperatura, o que exige cuidados extras.

Sempre que possível, recomendamos evitar atividades externas de 10 da manhã às 5 da tarde. O sol é muito forte nessa fase, assim como a temperatura.

Dentro do escritório, o problema é um pouco menos sentido, mas ainda é impactante. Trazer flexibilidade de horários, como a pausa do almoço, ajuda os colaboradores a escolherem o melhor período.

Promova pausas para descanso

Por causa das altas temperaturas, é comum que as pessoas fiquem menos concentradas e cansadas com facilidade. Tudo isso afeta a produtividade — e exigir resultados constantes não é a resposta.

Em vez disso, a nossa indicação é planejar mais pausas ao longo do expediente. Permitir que as pessoas tirem 5 minutos para descansar, beber algo gelado ou se refrescar é essencial. Como consequência, a produtividade pode ficar ainda maior, mesmo com um número ampliado de paradas.

Mantenha distância das fontes de calor

Principalmente no chão de fábrica, há diversos componentes que podem gerar muito calor. Fornos, caldeiras, secadores e, até, máquinas com bastante vibração aumentam a temperatura de forma localizada.

O melhor jeito de evitar isso é ao limitar o contato com essas fontes. Garanta que a equipe não seja exposta demais a essas áreas e que a proximidade dure apenas o tempo necessário. Ao diminuir essa interação, os efeitos são sentidos com menos intensidade.

Invista no isolamento térmico e promova a ergonomia

Embora essas ações sejam importantes, elas são somente “remédios” para um problema que tem outras causas. A incidência solar, por exemplo, gera calor por radiação no imóvel e eleva a temperatura. Outras formas de transmissão, como condução e convecção, também são responsáveis.

Então, para aumentar o conforto térmico, vale elaborar um projeto de isolamento. Com o uso de uma manta especial, por exemplo, é possível impedir que o calor entre no local. Com as trocas interrompidas, fica mais fácil chegar a valores confortáveis.

Para ter máximo desempenho, procure uma solução que impeça as três formas de transferência de calor. Assim, dá para garantir que o espaço terá condições melhores. Além de o bem-estar ser ampliado, os esforços — e os custos — para climatizar o ambiente serão menores.

O conforto térmico é uma das bases da ergonomia e, por isso, é tão importante. Ao seguir as nossas orientações, é possível evitar as punições e cuidar melhor da saúde da equipe.

E já que o isolamento é uma opção muito indicada, entre em contato com a 3TC e descubra como atuamos no mercado!