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Saiba as vantagens e desvantagens de um forro de madeira e se é a melhor solução para você

Elemento capaz de gerar conforto e ainda agregar beleza aos ambientes, o forro de madeira atende todos os estilos. Do clássico ao rústico, é um revestimento que alia funcionalidade e estética.

A madeira é caracterizada por ser um material heterogêneo, suas propriedades físicas como resistência mecânica e dureza mudam significativamente dependendo da espécie ou mesmo do corte. Porém, de uma maneira geral, podemos dizer que é um material higroscópio, ou seja, absorve água facilmente e é biologicamente perecível. Dessa forma, é fundamental o tratamento da madeira para evitar ataques de insetos e a presença de microrganismos, além é claro, do verniz ou tinta para proteção.

Tipos de forros

Madeiras Naturais: são muitas as opções de forros no mercado. Para escolher a madeira mais adequada ao ambiente é preciso considerar a iluminação, qual é o estilo que se pretende naquele local, quais as exigências em termos térmicos e acústicos. Em residências, os tipos mais utilizados são o pinus, cedro, perobinha, cumaru, jatobá e ipê. Essas madeiras possuem boas propriedades de densidade e facilidade de secagem. A imbuia, jacarandá e peroba rosa aparecem em seguida e são muito resistentes à cupins. Todas elas variam em relação a cores, texturas, valor e trabalhabilidade.

Madeiras industriais: em se tratando de madeiras processadas industrialmente, são encontradas o MDF (Medium Density Fiberboard) e o MDP ((Medium Density Particleboard).  O MDF é um painel de madeira reconstituída, onde as fibras de madeira são submetidas à vapor e pressão, se separando uniformemente para depois serem aglutinadas com resinas sintéticas. E o MDP é uma placa com partículas de madeira, normalmente pinus, com resinas sintéticas prensada sob altas temperaturas.  Os dois materiais possuem boa estabilidade e boa capacidade de absorção de tinta. A principal diferença entre os dois é que o MDF apresenta maior maleabilidade, permitindo a formação de curvas, e o MDP é melhor para ser trabalhado em linhas retas. O MDP costuma ser mais barato que o MDF, porém, por ser mais poroso, absorve mais umidade e tente a se deteriorar mais rápido. São mais utilizados como forros em ambientes corporativos.

Instalação

Os forros de madeira possuem algumas formas de instalação. Podem ser semelhantes aos pisos, utilizando vigas, contraventamentos e tarugamentos. Outra opção são os lambris, que utilizam o sistema de encaixe macho-fêmea, podem ser instalados formando desenhos. Existe também a colocação conhecida como saia-camisa. As tábuas-camisas são emparelhadas e pregadas sob o vigamento. As tábuas-saias são de menor largura, e são fixadas sob as camisas, criando níveis diferentes.

Apesar de a instalação não ser tão complexa, é importante que seja feita por profissional capacitado para garantir um resultado final satisfatório.

Vantagens do Forro de Madeira

Conforto térmico e acústico: a madeira possui propriedades que ajudam na manutenção da temperatura e do nível de ruído do ambiente. No entanto, é bom lembrar que nenhuma opção de forro irá conseguir solucionar sozinho o calor e o som excessivo. Para obter conforto térmicosatisfatório, é indicado o uso de 3TC em conjunto com o forro.

Durabilidade: A madeira é um material que pode durar por muitos anos, se a manutenção for feita de forma correta.

Estética: com inegável apelo estético, dificilmente o forro de madeira irá passar despercebido. Muito versátil, pode decorar todo tipo de ambiente. Vai bem na decoração rustica, moderna, sofisticada ou contemporânea. É um dos materiais mais democráticos em termos de uso.

Facilidade de instalação e remoção: como já foi dito, é um material de fácil instalação, necessitando apenas de mão de obra especializada para a realização de um bom serviço. Se for necessário remover uma parte do forro, não é necessário destruir a peça, como no caso do gesso ou mesmo do PVC.

Variedade: com a possibilidade de combinar as diversas cores e texturas de madeira com as variadas formas de instalação, a madeira é um dos materiais mais versáteis na decoração.

Desvantagens do Forro de Madeira

Custo: alguns tipos de madeira e formas de instalação podem ter valor muito elevado. Isso irá depender das escolhas e características da obra.

Pragas: a madeira é um material que está sujeito tanto a ataque de insetos como de fungos e bactérias. Para evitar que isso ocorra é necessário investir em tratamentos regulares.

Manutenção: Como está mais vulnerável a ataques biológicos e a umidade, é fundamental a manutenção e tratamento regular. Isso inclui a verificação periódica para verificar a presença de cupins, reforço nos tratamentos contra esses insetos e microrganismos diversos, além da aplicação de verniz ou tinta.

Pouca resistência à umidade: Uma das principais características da madeira é ser um material sensível à umidade. Em ambientes úmidos, a madeira absorve agua e se expande, e em ambientes secos, irá retrair. Assim, pode ocorrer de a madeira estufar em caso de grande umidade, desenvolver manchas e fungos provenientes de ataques de microrganismos, levando ao apodrecimento da madeira. Dessa forma, não é recomendável a instalação de forro de madeira em áreas molhadas e com restrição em áreas externas.

Escolher o melhor forro de madeira para sua obra não é uma tarefa simples. São diversas possibilidades e contratar um arquiteto ou um design de interiores para auxiliar nesse momento pode ser uma boa opção. Em se tratando de valores, o preço do forro de madeira pode variar muito, a depender da região do país e da madeira escolhida. É possível encontrar forros a partir de R$ 40,00 mais o custo da mão de obra.

E então, já decidiu qual o melhor forro par a seu projeto? Deixe sua opinião e não deixe de acompanhar a 3TC no Facebook.

Quando se fala em revestimento de teto, o forro de gesso é provavelmente um dos primeiros a ser avaliado como acabamento. Afinal ele é considerado versátil e pode ser utilizado como forro e também como rebaixamento de tetos, eventualmente sendo muito usado em projetos de reforma.

O gesso é um aglomerante simples, constituído basicamente de sulfatos mais ou menos hidratados e de anidros de cálcio, obtido pela calcificação da gipsita. Tem como propriedades pega e endurecimento rápido, boa aderência. Dentre os acabamentos possui bom isolamento térmico e acústico, é resistente ao fogo, e tem estabilidade volumétrica em local seco e superfície lisa.

Tipos de forro de gesso

Em se tratando de forros, dois tipos são comumente utilizados no Brasil: o tradicional e o acartonado. O primeiro é constituído por placas moldadas de gesso no tamanho de 60 x 60 cm, com encaixes do tipo macho e fêmea. As placas são fixadas no teto com arames galvanizados de conformidade com a especificação da obra.

Ademais, o gesso acartonado é composto de papel cartão e gesso, são placas maiores e mais finas. A instalação ocorre por três sistemas: o estruturado, o aramado e o removível. O estruturado é o mais utilizado, consiste em pendurais rígidos reguláveis e canaletas metálicas galvanizado. O aramado é composto de pendurais de arame galvanizado, com peças metálicas zincadas tipo “H”. Geralmente utilizado em locais menores e forros mais econômicos. Já o removível tem como principal característica a possibilidade de visitação de equipamentos instalados na parte superior. É estruturado com pendurais de arame galvanizado, perfis de aço galvanizado com pintura eletrostática.

Vantagens e desvantagens do forro de gesso

De uma forma geral, os forros e rebaixamento de gesso tem um forte apelo estético. Além disso são muito usados para embutir iluminação ou disfarçar vigas indesejáveis. Em segundo lugar ele possui boas propriedades térmicas e acústicas e sua flexibilidade possibilita a criação de diversas formas. Uma das grandes desvantagens é a baixa resistência à umidade, não podem ser instalados em áreas externas, e a utilização em áreas úmidas deve ser bem avaliada.

Porém, cada tipo de forro, o tradicional e o acartonado, possuem características distintas e cabe avaliar qual é o mais adequado para cada situação. Abaixo, reunimos os prós e contra de cada tipo de forro de gesso.

FORRO DE GESSO TRADICIONAL

Vantagens: ele ainda é mais barato que o gesso acartonado; porém é mais resistente à umidade e apropriado para ambientes menores.

Desvantagens: é mais sensível aos efeitos da variação térmica, podendo estalar ou trincar com facilidade. O processo de instalação produz muita sujeira. Possibilidade de surgir manchas amareladas e ataque de fungos. É mais pesado que o acartonado e demanda mão de obra especializada. Se precisar de manutenção, o forro tem que ser destruído.

FORRO DE GESSO ACARTONADO

Vantagens: Facilidade de instalação; produz menos sujeira que o tradicional. A manutenção é simples, se precisar remover alguma placa é possível remendar; possui menor peso; menos sujeito a manchas; há chapas que podem ser curvadas.

Desvantagens: mais oneroso que o tradicional, baixa resistência à umidade; necessita de mão de obra qualificada.

3TC ISOLAMENTO NOS FORROS DE GESSO

Anteriormente vimos que o gesso é um material que responde bem térmica e acusticamente e essa propriedade pode ser otimizada com a utilização do nosso produto. A instalação do 3TC acima do forro como manta térmica é muito simples, veja só: ele ficará por cima do forro, podendo ser parafusado em montantes metálicos. Em relação aos sistemas de instalação dos forros de gesso acartonado, os tirantes podem atravessar o 3TC, não havendo nenhum prejuízo em relação à eficiência do produto.

Sem dúvida, os forros e rebaixamentos de gesso agregam um valor estético considerável à obra, resultando em ambientes belos e aconchegantes. E então, qual o melhor forro para sua obra? Compartilhe com a gente!

 

Conheça aqui 3 descobertas científicas que prometem revolucionar nossos conceitos atuais sobre rodovias, combustível e geração de energia

Polímeros e a revolução no asfalto

A empresa MacRebur (http://www.macrebur.com), sediada no Reino Unido, desenvolveu uma tecnologia sustentável que promete contribuir (E MUITO) com a reciclagem e tratamento de plásticos. O problema com o descarte de polímeros se dá pelo custo financeiro e o consumo de CO2 na fabricação desses materiais e o fato que demoram um tempo enorme para se decompor. A tecnologia é um aditivo à mistura de asfalto que é composto por plásticos (polímeros) que seriam enviados para descarte. Além de contribuir para o meio ambiente, a mistura mostra-se mais durável e resistente que a mistura tradicional de asfalto, e a pavimentação de rodovias é um ótimo destino para plásticos. Dentre os benefícios listados pela empresa estão:

  • Feito com 100% de matérias recicláveis
  • Redução no consumo de combustíveis fósseis
  • Redução do consumo de CO2
  • Redução direta na quantidade de descarte de plástico
  • Ajuda no conceito da economia circular
  • Diminui a necessidade de lixões e estações de tratamento de lixo
  • Aumenta a durabilidade do pavimento
  • Redução no custo de manutenção
  • Alternativa mais barata a tecnologias atuais

Transformando CO2 em Etanol

As vezes a ciência precisa de um pouco de sorte para encontrar soluções para problemas atuais, e nesse caso não foi diferente. Cientistas do Oak Ridge National Laboratory (https://www.ornl.gov/) do estado do Tennessee, nos Estados Unidos, descobriram acidentalmente uma forma de transformar dióxido de carbono (CO2), um dos gases do efeito estufa, em etanol. O processo é eletroquímico e envolve pequenas estruturas de carbono e cobre para conseguir esse feito. Segundo o líder do grupo de pesquisa, Adam Rondinone, “Nós descobrimos um pouco por acaso que esse material funcionou. Estávamos tentando estudar o primeiro passo de uma reação proposta quando percebemos que o catalisador estava fazendo toda a reação por conta própria”.

O catalizador é feito de carbono, cobre e nitrogênio, e eletricidade é aplicado para obter uma reação química complexa, que basicamente reverte o processo de combustão. Com o auxílio de calistas nano tecnológicos, a solução de CO2 e H2O foi convertida em Etanol com 63% de aproveitamento.

Geração de Energia por Fusão Nuclear

A tecnologia nuclear tem papel importante na geração de energia no mundo todo. Apesar dos riscos que envolvem usinas nucleares, esse método ainda é utilizado pelo mundo todo, inclusive no Brasil com usinas em Angra dos Reis, no estado do Rio de Janeiro. Apesar de ter seus problemas peculiares, como o descarte do material radioativo e a utilização de água fluvial, gerar energia por meio de reatores nucleares são mais benéficos ao meio ambiente no que diz respeito a emissão de gases do efeito estufa, e é considerado uma fonte de energia limpa. Infelizmente, as tecnologias que utilizamos de resfriamento, contenção e descarte não evoluíram com o tempo, mas isso promete mudar.

A empresa Tokamak Energy (http://www.tokamakenergy.co.uk), sediada no Reino Unido, tem investido pesado em uma nova forma de geração de energia nuclear. Hoje, utilizamos exclusivamente da fissão nuclear provinda de elementos radioativos como o urânio e o plutônio, que é instável e precisa de ser controlada meticulosamente para que seu funcionamento seja seguro. A Tokamak Energy está próxima de chegar em uma solução comercial para usinas nucleares movidas a fusão nuclear, a mesma que ocorre no núcleo do sol, que utiliza elementos bem mais leves e mais seguros em seu processo.

Segundo David Kingham, CEO da empresa, este é o primeiro dispositivo de fusão controlada projetado, construído e operado por uma empresa privada. A ST40 é uma máquina que irá alcançará temperaturas de fusão – 100 milhões de graus – e serão possíveis e estáveis em reatores compactos e econômicos. Isso permitirá que a geração de energia nuclear por fusão seja alcançada em anos e não em décadas. O maior desafio para tornar economicamente viável essa opção está na manutenção. Segundo Kinham, “ainda precisamos de investimentos significativos, muitas colaborações acadêmicas e industriais, engenheiros e cientistas dedicados e criativos, e uma excelente cadeia de suprimentos. Nossa abordagem continua a ser para quebrar esses desafios de engenharia, aumentando o investimento adicional em alcançar cada novo marco. Já estamos a meio caminho do objetivo da energia de fusão; com trabalho duro, vamos entregar energia de fusão em escala comercial em 2030. ”

Conheça 3 políticas públicas de sucesso que contribuem para os 3 pilares da sustentabilidade em suas cidades

As políticas públicas voltadas para a sustentabilidade sao muito importantes para que uma cidade, estado e até mesmo um país se poicione perante aos desafios das mudanças climáticas do século XXI. No Brasil, temos visto ótimos exemplos disso, e demonstrando que para ter um impacto global, as mudanças devem ocorrer em todos na mentalidade dos cidadãos e também de nossos governantes. Veja abaixo 3 políticas que tem tido sucesso na escala municipal, que podem ser exemplo para o país todo:

1. IPTU VERDE

O IPTU Verde é uma iniciativa da Prefeitura de Salvador para incentivar empreendimentos imobiliários residenciais, comerciais, mistos ou institucionais a realizarem e contemplarem ações e práticas de sustentabilidade em suas construções. Para isso, oferece descontos diretamente no IPTU (Imposto Predial e Territorial Urbano), de acordo com suas realizações a sua pontuação no Programa de Certificação Sustentável. Para participar é preciso preencher um formulário e listar todas as iniciativas sustentáveis da edificação (pode ser na construção dela, ou na reforma). Existem 3 classificações, Bronze, Prata e Ouro, que concedem, respectivamente, 5%, 7% e 10% de desconto no IPTU. Cada medida adotada pela imóvel conta pontos. A cada três anos as condicionalidades são verificadas.

Outras cidades como Belo Horizonte estão seguindo o mesmo caminho, e buscando incorporar essa ideia já utilizada em outros locais do país na capital mineira.

2. DENGUE MOVEL

Em 2014, o Estado de Goiás registrou mais de 90.000 casos confirmados de dengue, sendo o segundo estado brasileiro, naquele ano, com maior número de pessoas afetadas pela doença – ficou atrás apenas de São Paulo, o Estado mais atingido, que apresentou mais de 220.000 casos. Neste contexto de grave risco à saúde da população, a Prefeitura de Ipameri, uma cidade com pouco mais de 25.000 habitantes situada no sudeste do Estado de Goiás, colocou em prática medidas de combate à dengue. Em uma parceria – que envolveu a iniciativa privada, a associação local, o Exército Brasileiro e a Fundação Nacional de Saúde (Funasa) – foram desenvolvidas diversas atividades de remoção de resíduos sólidos, recicláveis e não recicláveis, na área urbana. Dois programas se destacam nessa área: o Dengue Móvel, que troca materiais recicláveis por materiais escolares; e o mutirão Ipameri Contra a Dengue, para limpeza urbana em geral. As ações continuam ocorrendo todos os anos, antes do período de maior incidência de chuvas e de proliferação do inseto transmissor. A divulgação é feita tanto pelos meios eletrônicos de comunicação da Prefeitura (site e Facebook) como por carro de som, pela mídia local e regional e pelas instituições parceiras. Com a criação do programa Dengue Móvel, município situado a 200 km de Goiânia se destaca no combate ao mosquito transmissor da doença. Programa promove troca de lixos recicláveis por materiais escolares. Outra iniciativa do município, visando o mesmo objetivo, é o mutirão de limpeza urbana Ipameri Contra a Dengue.

3. COLETA SELETIVA

O município de Santa Helena, no Oeste do Paraná, promove o Programa de Coleta Seletiva desde 2004. A iniciativa é resultado de uma parceria entre a prefeitura e os catadores de materiais recicláveis, que possibilitou a formação de uma cooperativa e a instituição da coleta porta a porta em todas as ruas da cidade. Desde o ano de 2002, já havia em Santa Helena 12 catadores que faziam o trabalho de catação no aterro sanitário da cidade. Nessa ocasião, esses catadores receberam da administração municipal um barracão com mesas para a separação dos materiais recolhidos. Em 2004, foi oficializado o Programa de Coleta Seletiva no Município, por meio de um convênio entre os catadores de materiais recicláveis e a Prefeitura de Santa Helena. Pelo acordo, a administração permitiu o acesso e uso de um barracão de 1.500 m², com esteira e prensa. Com esses incentivos e o apoio do município, formou-se uma Cooperativa de Catadores, que realiza coleta porta a porta. No início, a coleta era feira em algumas ruas da cidade, mas, com o passar do tempo, o programa se estendeu para todo o município e, atualmente, conta com aproximadamente 40 catadores.

A sensibilização para que toda sociedade se envolvesse no processo de reciclagem foi ativa e contou com divulgação na mídia local – rádio, carros de som, banners, cartazes e folders –, além de concurso de paródia e teatro. A prefeitura, juntamente com a Associação dos Agentes Ambientais, distribui sacos plásticos apropriados nas residências, a cada 30 dias, para acondicionamento do material reciclável. Todo o material recolhido é encaminhando à cooperativa para ser beneficiado. O lucro da comercialização é rateado em partes iguais entre os associados. A melhora da renda dos catadores comprometidos com o programa está diretamente vinculada aos investimentos feitos na sensibilização e conscientização da população. Atualmente existe um cronograma de coleta em todo o município. Cada bairro, região rural e distrito recebe a visita do caminhão de recolha, com o qual os catadores, em horário diurno e de maneira digna, realizam a coleta seletiva.  O programa inclui também ações para erradicação de lixões e recuperação de áreas degradadas. E promove o fortalecimento dos vínculos sociais, com a inclusão e organização dos catadores de materiais recicláveis.

Pesquisadores da Holanda desenvolveram um concreto que consegue consertar suas próprias rachaduras

Na 3TC Isolamento valorizamos a inovação e desenvolvimento de novas tecnologias, principalmente as que trazem sustentabilidade e solução para problemas existentes na construção civil. Essa semana começaremos uma série de postagens apresentando novas tecnologias que estão em desenvolvimento pelo mundo e que podem em breve compor a construção civil aqui mesmo no Brasil. O 3TC mesmo é uma tecnologia nova, está apenas há 2 anos e meio em atividade fabril no país, e por isso valorizamos e gostamos de conhecer novas tecnologias, e, quem sabe, um dia sermos os responsáveis pela homologação delas em território nacional. Nessa semana falaremos do BioConcreto, uma tecnologia muito promissora.

Pesquisadores da Universidade Técnica de Delft, na Holanda, desenvolveram um composto de concreto que pode preencher falhas, rachaduras e fissuras usando bactérias especiais. O concreto é o material da construção civil mais utilizado no mundo todo, extremamente importante em obras de pequena ou larga escala, mas é propenso a rachaduras. Dessa forma ele precisa ser reforçado com aço e, em alguns casos, fixado ou substituído quando as rachaduras comprometem a estrutura. O projeto é liderado por dois pesquisadores: Henk Jonkers, um microbiologista e Eric Schlangen, especializado em desenvolvimento de concreto. Eles vêm trabalhando há vários anos nessa tecnologia de concreto que consegue se auto reparar, tentando abordar esse problema de maneira sustentável.

Durante o teste foram misturadas bactérias em uma pasta de cimento e após um mês eles encontraram os esporos de três bactérias específicas ainda estavam viáveis. Os pesquisadores então adicionaram uma bactéria inofensiva conhecida como Bacillus genus ao concreto que permaneceu dormente até entrar em contato com a água. As bactérias usaram os nutrientes que os pesquisadores incorporaram no cimento (lactato de cálcio – um componente do leite).

De acordo com o Dr. Jonkers: “No laboratório temos sido capazes de mostrar a cicatrização de fissuras com uma largura de 0,5 mm e agora estamos aumentando a nossa capacidade. Precisamos de uma quantidade significativa do agente de auto repara para começar a fazer testes ao ar livre, em diferentes construções, diferentes tipos de concreto para ver se este conceito realmente funcionará na prática” afirmou o pesquisador. Assista o vídeo com os pesquisadores explicando a tecnologia:

O principal desafio do projeto concreto de auto reparo é assegurar que o as bactérias possam sobreviver ao processo de mistura. Para isso, os pesquisadores tiveram que revestir as partículas do agente de cura, que ainda é um processo caro mas esperam que nos próximos 6 meses o custo disso seja reduzido drasticamente. Após esse tempo uma nova série de testes deve começar – desta vez fora do laboratório e em condições reais. Mais informações sobre o projeto podem ser encontradas no site da Universidade Técnica de Delft.

Este é o segundo post da série dos casos de sucesso. Veja como uma empresa grande e de sucesso investiu no 3TC e hoje colhe os frutos com produtividade e conforto térmico

A 3TC é uma empresa que tem compromisso com o resultado, e por isso lançamos essa série para mostrar os resultados que nossos clientes obtiveram ao instalar o 3TC, independentemente do método de aplicação adequado. Aqui seguimos metodologia indicada por órgãos reguladores competentes para cálculo de eficiência energética, bem como alguns métodos desenvolvidos pelo nosso corpo técnico e também de acordo com as normas técnicas de cada especificidade: Acústica, térmica, ergonomia, etc. Nossa metodologia consiste em 3 etapas para análise de cada projeto:

Na série de casos de sucesso da 3TC, vamos falar de mais um dos nossos clientes que ficaram extremamente satisfeitos e economizaram muito ao fazerem a instalação do 3TC. Primeiro, um pouco sobre a empresa que tornou-se cliente: A Minas Rio Distribuidora (http://www.minasrioatacado.com.br/) é uma empresa que foi fundada em 1994 que comercializa produtos dos mais variados para Pessoas Jurídicas, com mais de 15000 itens  disponíveis nos diversos segmentos como utilidades para o lar, brinquedos, artigos de papelaria, produtos para restaurantes e hotéis, eletrodomésticos, descartáveis e importados em geral. Hoje ela conta com 3 localidades: Ubá (MG), São Pedro da Aldeia (RJ) e no Rio de Janeiro (RJ). Esta é uma descrição da análise técnica referente à instalação e ao fornecimento de 3TC para a unidade de São Pedro da Aldeia. Todas as localidades estão situadas em áreas com alta média de temperatura. Portanto, para proporcionar mais conforto térmico para todos seus clientes e colaboradores a empresa decidiu buscar uma solução em isolamento térmico utilizando a tecnologia 3TC.

ANÁLISE

São Pedro da Aldeia fica na Região dos Lagos do Estado do Rio de Janeiro, perto das cidades de Araruama, Rio das Ostras, Macaé, Búzios, Cabo Frio e Arraial do Cabo. Esta é uma região que possui médias altas de temperatura e também de umidade, conforme o gráfico abaixo retirado do site CLIMA TEMPO:

De acordo com o gráfico acima, os meses com temperaturas mais elevadas são janeiro, fevereiro, março e abril. Os meses com temperaturas mais baixas são junho, julho, agosto e setembro. Por se tratar de uma média histórica, esses dados englobam os últimos 50 anos de medições. Contudo, a região nos dias de hoje possuem médias de temperaturas muito maiores do que antigamente, justamente por conta do aquecimento global e do aumento da média de temperatura nos últimos anos.

Outro fator que conta contra o conforto térmico na localidade  é a alta umidade por estar situada uma região de lagos e com proximidade ao mar. Essas características aliadas a incidência solar da região fazem com que o calor seja um problema para todo tipo de estrutura da construção civil, e a utilização de isolamento térmico nas suas mais variadas tecnologias uma NECESSIDADE. Muitas casas, apartamentos e lojas comerciais fazem o uso de condicionadores de ar que ajudam no conforto térmico, mas como não são soluções definitivas, implicam em um aumento considerável na conta de luz.

CARACTERÍSTICAS ESTRUTURAIS

A Minas Rio de São Pedro da Aldeia possui algumas peculiaridades em sua estrutura devido à maneira como o galpão foi projetado e construído. A área do local de instalação totaliaza 2800 metros quadrados. A primeira peculiaridade está na própria estrutura do telhado: as terças, com 6cm de espessura cada, assim como as tesouras foram construídas utilizando a estrutura de concreto armado. Os pilares principais são compostos de metal, , e tijolos de concreto foram utilizados para o fechamento. O pé direito da parte mais baixa da edificação é de 8 metros e da parte mais alta de 10 metros. Foram utilizadas telhas de zinco com algumas telhas translúcidas na cobertura. As telhas de zinco costumam chegar em temperaturas de até 75 graus ao ser expostas ao sol constante, tendo um ganho e perda de temperatura rápido, principalmente para a parte interna da construção, potencializando a transferência de calor, primariamente por meio da radiação. Cabos de aço tensionados foram utilizados como suporte da estrutura de iluminação, o que dificulta a passagem de andaimes e interfere na produtividade da equipe de instalação.

A instalação foi realizada durante o horário de funcionamento da loja, que apresenta as mesmas características de um supermercado: corredores largos com prateleiras para exposição dos produtos com seus preços, organizados por setores diferentes. Para aumentar a eficiência da instalação, foram projetados e construídos 2 andaimes adequados às características da loja. A equipe de instalação teve um extensivo treinamento com o departamento técnico da 3TC isolamento durante a primeira semana de obra para demonstrar como seria feita a instalação e apresentar soluções técnicas para quaisquer problemas pontuais de início a obra. A equipe de instalação era composta por 3 pessoas: dois profissionais utilizando os andaimes para trabalhar em altura, e um profissional  oferecendo apoio no solo.

Para a instalação foram utilizados os seguintes materiais:

  • Furadeira de impacto
  • Parafusadeira
  • Parafuso Philips de 35mm
  • Bucha 6
  • Estiletes
  • Fitas Aluminizadas
  • Arruelas Plásticas 45mm
  • Extensor de Terças

Caso queira saber mais como é feita a instalação do 3TC, e como essa foi realizada, confira nosso manual de instalação para galpões: http://www.3tc.com.br/arquivo/galpoes-manual-de-instalacao

MEDIÇÕES TÉRMICAS

A equipe da 3TC compareceu ao local de instalação para aferir as temperaturas de superfície, de conforto térmico, e ergonomia. Para isso, foram utilizados termômetros de alta precisão, câmera térmica e um medidor de stress térmico que mensura a variação térmica de bulbo seco, bulbo úmido e dentro do globo de acordo com os índices da NR-15 em conformidade com as normas de Segurança do Trabalho. Para ser realizada a medição, foram escolhidos os 4 cantos do galpão e a parte central, ou seja, 5 locais de medição, conforme o diagrama abaixo:

Com os instrumentos de medição, a equipe da 3TC realizou as seguintes medições de temperatura.

  • Temperatura do Teto (termômetro a laser)
  • Temperatura do Chão (termômetro a laser)
  • Temperatura Externa (Aplicativo Weather Chanel)
  • Bulbo Seco (medidor de stress térmico)
  • Bulbo Úmido (medidor de stress térmico)
  • Globo (medidor de stress térmico)
  • Diferença de temperatura entre o 3TC e o Telhado de Zinco (Câmera Térmica)

A medição feita antes da instalação do 3TC foi realizada em outubro, um mês que historicamente apresenta temperaturas mais amenas. A medição após a instalação foi realizada no mês de fevereiro, um dos meses que historicamente apresenta as temperaturas mais elevadas na região. As medições conforme a NR-15 foram avaliadas pelos engenheiros da empresa Exxcelencia (http://www.exxcelencia.com.br/) empresa especializada em Segurança do Trabalho e Meio Ambiente

RESULTADOS

Depois da instalação do 3TC os sócios proprietários, os colaboradores, e os clientes ficaram extremamente satisfeitos com o resultado. O conforto térmico proporcionado pelo sistema de isolamento 3TC é nítido depois de realizada a instalação. Foram entrevistados os sócios proprietários, 5 colaboradores, 5 clientes, o gerente do estabelecimento, e todos avaliaram como extremamente positivo os resultados proporcionados pelo sistema de isolamento 3TC.

As medições no local corroboram a percepção dos colaboradores e dos sócios proprietários do estabelecimento. A comparação das medições realizadas antes e após a aplicação do isolamento térmico 3TC mostra claramente uma melhora significativa na temperatura do ambiente. Mesmo com uma média maior de temperatura externa, o 3TC conseguiu reduzir significativamente a temperatura incidente do teto de 50,3 graus para 34,7 graus (máximas) e 42,3 para 31,7 (mínimas). A redução foi de mais de 15 graus na máxima e mais de 10 graus na mínima, uma melhora sentida no conforto térmico dos clientes e colaboradores que trabalham no local.

As medições de acordo com a NR-15 também demonstraram uma melhora significativa. Os resultados das medições que comprovam a redução de temperatura e o conforto térmico proporcionado pelo sistema de isolamento 3TC pode ser utilizado como laudo trabalhista referente à ergonomia no ambiente de trabalho.

Os ganhos em conforto térmico sâo representados em números. De acordo com o laudo expedido pela empresa Exxcelencia, a instalação do sistema de isolamento térmico 3TC refletiu em 250 kcal/h a mais para os trabalhadores, o que diminui consideravelmente a fadiga, remetendo diretamente no aumento de produção e conforto no setor. Caso queira saber um pouco mais como é feito esse cálculo, como a norma dita essas métricas, esse link explica muito bem, e em detalhe, o passo a passo desde a medição ao resultado final.

CONCLUSÃO

Antes da  avaliação técnica e instalação do sistema de isolamento térmico 3TC, esta unidade da empresa Minas Rio já havia realizado investimentos sem obter resultados satisfatórios em equipamentos como exaustores, ventiladores e outras tecnologias que dependem de consumo de energia. Outras alternativas foram analisadas para solucionar problema de transferência de calor na cobertura tais como a pintura refletiva e a utilização de telhas sanduíches, contudo, ambas as alterativas apresentaram custos maiores e resultados inferiores ao sistema de isolamento térmico 3TC. Os ganhos em conforto térmico efetivo só foram constatado após a instalação do sistema de isolamento térmico 3TC. A empresa obteve ganhos financeiros em economia ao optar pelo sistema 3TC no comparativo de custo das alternativas para solucionar o problema de transferência de calor da cobertura para área interna e em redução de consumo de energia após a instalação do sistema de isolamento térmico 3TC. Após reduzir significativamente a transferência de calor da cobertura, o sistema de isolamento potencializou as características dos equipamentos existentes fazendo com que estes funcionassem melhor utilizando menos  energia.Em uma outra área desta unidade já havia sido utilizado telhas sanduíches de EPS para amenizar a transferência de calor da cobertura para área interna, contudo, segundo todas as pessoas entrevistadas, após a instalação do sistema 3TC esta área apresentou temperaturas mais elevadas e um conforto térmico muito menor em comparação à área onde o sistema de isolamento 3TC foi instalado.

A empresa ficou extremamente satisfeita com os ganhos proporcionados e decidiu fazer a instalação do sistema de isolamento térmico 3TC nos outros estabelecimentos. Alguns clientes que frequentam a unidade da Minas Rio ficaram impressionados com o conforto térmico proporcionado e entraram em contato com a 3TC para adquirir o produto para reformarem suas casas, lojas, galpões.

Brasil fica em 4º Lugar, demonstrando crescimento das construções sustentáveis no país.

A U.S. Green Building Council (USGBC) anunciou que o Brasil está em quarto lugar na lista dos 10 principais países para a certificação LEED, o sistema de classificação de construções sustentáveis mais amplamente usado e reconhecido do mundo. A lista com os 10 maiores destaca países de fora dos EUA que estão fazendo esforços significativos em transformação, construção e design de edificações sustentável, ilustrando a demanda internacional cada vez mais crescente por construções sustentáveis LEED. O anúncio vem em um momento de foco internacional ampliado em mitigação de mudanças climáticas como prévia às negociações sobre o clima COP21 das Nações Unidas, em dezembro deste ano.

O 3TC é uma tecnologia que já foi responsável pela eficiência energética em diversas construções pelo mundo que possuem a certificação do USGBC. A VA Corp, empresa que patenteou e gerencia esta tecnologia no Brasil, está empenhada a melhorar a cultura da construção civil relacionada ao isolamento térmico e eficiência energética no Brasil.

“Ao manter uma sólida posição de liderança nos movimentos de sustentabilidade ambiental e construções sustentáveis com base no uso ampliado de LEED, o Brasil está mostrando ao mundo que é possível buscar o crescimento econômico e desenvolvimento sem sacrificar um comprometimento com a proteção do planeta que nós compartilhamos”, declarou Rick Fedrizzi, CEO e fundador da USGBC. “Como uma das forças econômicas em alta no novo século, o movimento de sustentabilidade brasileiro está ajudando a demarcar um caminho novo, mais igualitário e responsável frente ao progresso social e econômico.”

O Brasil é um dos três países do BRIC a entrar na lista dos 10 principais países em 2015, e seu mercado substancial e em crescimento para construções sustentáveis demonstram que uma das forças econômicas emergentes mais importantes da comunidade internacional está buscando ativamente meios para garantir que seu crescimento econômico é sustentável e responsável. O Brasil também chegou às manchetes internacionais no ano passado quando creditou-se por ter a maior queda em emissões de gases do efeito estufa do mundo com base em seus esforços bem-sucedidos para combater o desflorestamento. O surgimento do Brasil como um país de ponta no movimento de sustentabilidade tem o potencial de despertar o crescimento no mercado para a certificação LEED na América Central e do Sul devido à posição do Brasil como modelo político e econômico regional aos seus países vizinhos.

Os 10 países que compõem a lista para 2015 são geográfica e culturalmente diversificados, representando sete das 20 maiores economias do mundo por nação, de acordo com seu produto interno bruto (PIB) (China, Alemanha, Brasil, Índia, Canadá, Coreia do Sul e Turquia), bem como seis dos 11 maiores emissores de gases estufa (China, Índia, Alemanha, Coreia do Sul, Canadá e Brasil).

A análise usada para desenvolver a lista classifica os países em termos de metros quadrados brutos (GSM) e número de projetos LEED até o momento. Os espaços certificados com LEED usam menos energia e recursos de água, economizam dinheiro para as famílias, empresas e contribuintes, reduzem as emissões de carbono e criam um ambiente mais saudável para residentes, funcionários e a comunidade como um todo. Os Estados Unidos, local de nascimento do LEED, não estão incluídos nessa lista, mas continuam sendo o maior mercado do mundo para o LEED. Os EUA são a maior economia do mundo por PIB, bem como o segundo maior emissor de gases do efeito estufa do mundo.

A classificação completa é a seguinte:

  1. Canadá
  2. China
  3. Índia
  4. Brasil
  5. República da Coreia
  6. Alemanha
  7. Taiwan
  8. Emirados Árabes Unidos
  9. Turquia
  10. Suíça

Os EUA não estão oficialmente nomeados nesta lista, mas permanecem como o maior mercado do mundo para construções sustentáveis.

Saiba como a aplicação do isolamento térmico 3TC aumenta a eficiência em isolamento da edificação.

A envoltória de um edifício ao interagir com o meio ambiente troca calor por três mecanismos: convecção, condução e radiação. O fluxo de energia é sempre do sistema de maior temperatura para o de menor temperatura, ou seja, o calor sempre persegue o frio. Uma das preocupações dos arquitetos ao projetarem edifícios em regiões de clima frio é como instalar adequadamente o isolamento térmico da envoltória do edifício – cobertura, fachada e embasamento.

Para que esse sistema seja eficiente e econômico, é preciso entender o que são pontes térmicas para conseguir evitá-las. Confira a seguir:

1) O que é?

Para que a envoltória desempenhe adequadamente a sua função de assegurar conforto térmico e higroscópico, umas das prioridades é a eliminação ou a redução de pontes térmicas . As pontes térmicas são zonas, superfícies ou elementos que prejudicam a resistência térmica da envoltória.

2) Principais efeitos

Um dos efeitos é o aumento do gasto de energia para controle da temperatura dos ambientes, já que as pontes térmicas são o principal fator na transferência de calor. Outro efeito é o desconforto dos usuários no contato com superfícies frias, além de serem mais propensas à formação de bolor pelo efeito da condensação de vapor de água. Por isso a necessidade de evitá-las e proporcionar conforto térmico.

3) Combata com 3TC

A técnica construtiva mais eficaz nesse caso é o uso do 3TC no lado de fora das paredes externas. Ele possui barreira impermeável, além de conseguir eficiência em isolamento com espessuras mais finas.

Além do cuidado com o isolamento das empenas do edifício, uma atenção especial deve ser dada ao isolamento das saliências da fachada, como no caso das sacadas e pilares. Para resolver esse problema, a melhor solução também é o 3TC, que reduz drasticamente a perda de calor pela superfície de concreto exposta, à medida que criam uma barreira térmica e de vapor.

Além das pontes térmicas, há vários fatores que propiciam a transferência do calor em uma construção. Aqui você confere os três vilões do isolamento térmico e como evitá-los.

Buscando sustentabilidade, design e luxo em construções de casas em contêineres, a inauguração do mostra está marcada para o dia 10 de junho.

A construção contêiner é um novo conceito de moradia sustentável e será tema da primeira edição da mostra de decoração Construir Casa Design, programada para junho deste ano, em Lagoa Santa, na Região Metropolitana de Belo Horizonte. A mostra terá 25 ambientes assinados por arquitetos renomados, além do revestimento completo feito com o isolamento térmico e acústico 3TC. A feira terá uma estrutura 100% desenvolvida em contêineres, e os arquitetos e decoradores estão criando ambientes exclusivos dentro dos espaços. O objetivo é demonstrar que é possível unir sustentabilidade, conforto e muito luxo.

Levando em consideração os conceitos buscados no projeto e também todo o esforço para demonstrar sustentabilidade dentro de contêineres, a diretoria da 3TC, por meio de seu Diretor Institucional Samuel Andrade, firmou parceria com a empresa de William Gonçalves, fornecendo 3TC para o revestimento de toda a estrutura. O produto garantiu eficiência energética, conforto térmico e acústico para o projeto todo.

Nesta semana, a equipe de filmagem e comunicação do 3TC registrou e disponibilizou o registro em vídeo da instalação do produto em uma estrutura metálica que já havia sido fixada. Confira um trecho desta instalação e veja a versatilidade do produto em ação.

No dia 13 de maio, a Construir Casa Design foi destaque no Jornal Band Minas, detalhando um pouco mais o projeto, incluindo até entrevista com alguns dos profissionais envolvidos e com o idealizador do projeto. Confira aqui a matéria completa com o idealizador e profissionais envolvidos no projeto.

Não importa para quem você está torcendo no Super Bowl, já temos um vencedor de verdade: a sustentabilidade.

Pela quarta vez em apenas três anos, um grande campeonato dos esportes profissionais americanos será decidido no domingo por equipes que investiram significativamente em energia solar limpa e confiável, de acordo com uma análise inovadora na área divulgada pela Solar Energy Industries Association (SEIA).

Este que alguns estão chamando de o “Super Bowl Solar”, o New England Patriots e Seattle Seahawks vão disputar o título da NFL neste domingo, mas já ganharam o quinto e sexto lugares entre todas as franquias de esporte nos Estados Unidos no quesito energia limpa, incluindo as franquias dos outros esportes. NO Super Bowl XLIX a sustentabilidade também está em jogo, assim como em outros anos. Isso também aconteceu na World Series (final do campeonato de baseball) de 2014 entre o San Francisco Giants e Kansas City Royals, na World Series de 2013 entre o Boston Red Sox e St. Louis Cardinals e no Super Bowl XLVI em 2012 entre os Patriots e New York Giants, todos esses “campeões da energia limpa”.

Hoje, mais e mais equipes esportivas e organizações estão investindo significativamente em energia solar pois faz todo sentido econômico, ambiental e social. De acordo com uma análise realizada pela SEIA, 25 estádios, arenas e autódromos de 27 franquias em 12 estados agora possuem energia solar fotovoltaica (PV) ou um sistema de aquecimento solar. Existem ainda a implantação de sistemas desses em dois outros estádios. Hoje, todas as principais ligas esportivas dos Estados Unidos, incluindo o futebol americano, basebol, basquete, hóquei, futebol, NASCAR e da IndyCar Series, possuem geração de energia solar de dimensão considerável. Para colocar isso em perspectiva, no ano passado, quase 30 milhões de fãs que participaram de eventos nos Estados Unidos em que as instalações eram alimentadas pelo sol.

Os participantes do Super Bowl deste fim de semana, os Patriots e Seahawks, têm uma capacidade de energia solar combinado de 1.800 kilowatts (kW). O Gillette Stadium e CenturyLink Field não estão atrás dos líderes da NFL neste quesito, Philadelphia Eagles com 3000 kW e o Washington Redskins com 2000 kW.

“Desde a construção da Gillette Stadium, focamos sempre em projetos de longo prazo, na sustentabilidade e eficiência energética. Procuramos ser uma excelente organização que vá deixar para posterioridade o exemplo e um ambiente saudável para nossos filhos e netos”, disse Jim Nolan, vice-presidente de operações, finanças e administração do New England Patriots. “Estamos orgulhosos com os nossos esforços para utilizar energia renovável, e muito feliz em ver tantas outras franquias esportivas a tomar medidas semelhantes para reduzir coletivamente nosso impacto ambiental.”

Em 2007, o Colorado Rockies se tornou o primeiro time de futebol profissional a instalar um sistema de energia solar no Coors Field, em Denver. Vários meses depois, o San Francisco Giants seguiu o mesmo exemplo na construção do AT & T Park. Desde então, o número de sistemas solares em estádios cresceu 10 vezes, gerando um combinado de 28.000 MWh de eletricidade por ano e deixando de emitir cerca de 20.000 toneladas métricas de emissões de CO2, quantidade equivalente a combustão de 2,2 milhões de litros de gasolina. Nos Estados Unidos a tecnologia 3TC já é utilizada em todo o território beneficiando a eficiência energética em muitas residências, estádios, construções de todos os tipos. Aliada à energia solar, o 3TC é eficiência energética em ação, baixando os custos de contas de luz, e principalmente, o impacto ambiental que a falta de eficiência energética traz consigo.

“O San Francisco Giants reconhece que inovação e sustentabilidade caminham lado-a-lado, possibilitado assim iniciativas como a instalação de painéis solares e nossos programas de reciclagem e conservação da água. A sustentabilidade é uma das maneiras que podemos inovar e liderar como negócio”, disse Alfonso Felder, Giants vice-presidente sênior de Administração.

Em 2013, o Philadelphia Eagles – que trabalham com membro SEIA NRG Energy – instalou o maior sistema solar da NFL, e se tornou um modelo de eficiência energética. “Nosso compromisso com a sustentabilidade começou em 2003 com a abertura de Lincoln Financial Field”, disse o presidente do Eagles, Don Smolenski. “O que começou com uma lixeira azul sob a mesa de cada funcionário tem crescido e se tornado um esforço da empresa como um todo. A nossa iniciativa Go Green abrange a eficiência energética, reciclagem, compostagem, compras verdes, reflorestamento e muito mais. Através da nossa parceria com a NRG, temos agora condições de produzir energia limpa, após a instalação de mais de 11.000 painéis solares e 14 turbinas eólicas. Temos sorte de ter uma plataforma que nos permite dar o exemplo e reduzir o nosso impacto ambiental, e apoiamos todos os outros locais e organizações que fazem o mesmo.”

O maior sistema de energia solar de um esporte profissional nos Estado Unidos, e no mundo, é uma de 9 megawatts (MW) localizada na histórica e famosa Indianapolis Motor Speedway. Este sistema é grande o suficiente para abastecer mais de 1.000 lares americanos. “A Indianapolis Motor Speedway foi fundada como um campo de provas para a novas tecnologias automotivas há mais de um século. Hoje, enquanto nos preparamos para a 99ª 500 Milhas de Indianapolis, continuamos a ser líderes na implantação de nova tecnologia e testando a engenhosidade humana. Estamos muito animados que pudemos aplicar esse espírito além da pista de corrida, através de nosso projeto de energia solar “, disse Doug Boles, presidente do Indianapolis Motor Speedway.

De acordo com a análise de Seia, a NFL tem a maioria de instalações solares em esportes profissionais (10), seguida pela MLB (8), NBA (5), NHL (2), MLS (2) e NASCAR (2).

Em termos de tamanho do sistema, os líderes de esporte são:

  • NFL: Lincoln Financial Field, Philadelphia Eagles, 3 MW
  • MLB: AT & T Park, San Francisco Giants, 120 kW
  • NBA: Staples Center, Los Angeles Lakers / Clippers, 364 kW
  • NHL: Staples Center, LA Kings, 364 kW
  • MLS: Gillette Stadium / Patriot Place, New England Revolution, 1 MW
  • NASCAR: Pocono Raceway, 3 MW

Cerca de 120 mil painéis solares estão sendo usados para ajudar no consumo de energia elétrica de muitos dos principais estádios, arenas e autódromos. Espera-se que esse número dobre em um futuro não muito distante. Claramente, energia solar, sustentabilidade e esportes vem se tornando sinônimos nos Estados Unidos.