James Webb: saiba mais sobre telescópio da Nasa e veja imagens!

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A Nasa, agência estadunidense focada em tecnologia aeronáutica e missões de exploração espacial, divulgou no dia 12 de julho imagens impressionantes tiradas pelo super telescópio James Webb. 

Através das fotos, fomos presenteados com uma visão do espaço nunca vista anteriormente. Além disso, as descobertas serão como uma base para estudos de temas que até então eram considerados misteriosos, como a enigmática e ainda desconhecida matéria escura.

Muito provavelmente você esbarrou nos últimos dias em diversas notícias e fotos sobre o James Webb ao explorar suas redes sociais. Pois é, nós estamos vendo a história sendo escrita. Mas afinal, você sabe a real importância desse grande passo para a humanidade? 

Não se preocupe, estamos aqui para responder essa e outras perguntas sobre o tema! Nesse artigo, vamos tirar as suas dúvidas sobre o super telescópio James Webb, mostrando como essa tecnologia pode revolucionar a ciência e nossa percepção sobre o universo. 

Siga a leitura!

 

O que é o telescópio James Webb?

O super telescópio James Webb nasceu de uma parceria entre Nasa (que lidera o programa), a Agência Espacial Europeia (ESA, na sigla em inglês) e a Agência Espacial Canadense (CSA). 

Ou seja, em poucas palavras, o James Webb é um telescópio criado para suceder o famoso Hubble e explorar com mais riqueza de detalhes estruturas localizadas a centenas de anos-luz da Terra.

Custando uma quantia de R$ 56 bilhões, o projeto é considerado o investimento mais caro da história da Nasa.

Seu nome é uma homenagem a James Edwin Webb, responsável por administrar a Nasa entre os anos de 1961 e 1968. O projeto que levou o homem à lua em 1969 foi elaborado sob o gerenciamento de James. 

James Webb faleceu em março de 1992 deixando um grande legado para a exploração espacial, sendo o super telescópio que leva seu nome o mais recente marco.  

 

Qual o objetivo da Nasa com o James Webb? 

Através das imagens capturadas pelo James Webb, a Nasa tem como objetivo explorar o cosmo e descobrir mais detalhes sobre a origem do universo. E apesar de parecer um alvo muito grandioso, devemos lembrar que o telescópio foi pensado justamente com esse foco. 

As lentes do James Webb são capazes de observar objetos e eventos mais distantes no universo, como o surgimento das primeiras galáxias há 13,5 bilhões de anos. Além disso, a varredura do espaço também examinará ondas de infravermelho, invisíveis ao olho humano. Dessa forma, a famosa matéria escura, que provavelmente compreende 85% da matéria do universo, poderá ser estudada com mais detalhes. 

 

Confira as imagens e o que elas representam

Agrupamento de galáxias SMACS

Imagem: Divulgação/Nasa

A primeira foto representa o agrupamento de galáxias SMACS. Como o nome sugere, essa estrutura conta com centenas de galáxias distantes, nunca vistas com tanta clareza.

O cluster SMACS 0723 é ilustrado na foto da maneira que estava há aproximadamente 4,6 bilhões de anos. Devido ao fato desses corpos celestes estarem a anos luz de distância da terra, a iluminação deles demora um longo período até chegar em nosso campo de visão. 

Assim, podemos dizer que a visão que o telescópio nos mostra vem diretamente do passado. Fascinante, não é? 

 

Quinteto de Stephan

Imagem: Divulgação/Nasa

Aqui, temos um grupo de cinco galáxias posicionadas na constelação de Pegasus, sendo quatro delas representantes do primeiro grupo compacto a ser mapeado, por Édouard Stephan no ano de 1877. 

Esse quinteto é certamente o agrupamento compacto de galáxia mais analisado e estudado por astrônomos de todo o mundo. O membro com mais destaque no agrupamento visual é o NGC 7320, que conta com uma grande área de formação estelar.

 

Nebulosa de Anel do Sul

Imagem: Divulgação/Nasa

Essa formação é uma estrutura bastante estudada e examinada por cientistas nos últimos 16 anos, assim, sendo alvo de diversos telescópios a partir da terra. 

Na imagem capturada pelo telescópio James Webb, conseguimos ver uma fusão de um sistema estelar binário (que possui duas estrelas) em que um sol engoliu uma estrela de massa menor após se transformar em um supergigante. 

Os anéis azulados são matérias resultantes da formação da estrela menor, que se expelem em formato de cone. Tudo isso em direções opostas ao centro gravitacional.

 

Carina Nebula

Imagem: Divulgação/Nasa

Essa foto retrata um berçário de estrelas batizado de NGC 3324. Na parte de baixo da imagem, podemos ver uma densa camada de gases que demora sete anos-luz para percorrer até a borda.

A estética montanhesca acontece em decorrência da intensa radiação ultravioleta e ventos estelares de estrelas massivas mais jovens e quentes, presentes no centro da bolha (acima da região retratada na imagem).

 

WASP-96B (espectro)

Imagem: Divulgação/Nasa

Além das imagens mostradas, o James Webb também registrou a assinatura química do planeta WASP-96 b, provando que o gigante gasoso possui em sua estrutura elementos como água, nuvens e neblina, tudo isso orbitando uma estrela semelhante ao sol. 

Essa visualização é certamente a mais detalhada até hoje, nos mostrando as possibilidades literalmente astronômicas do Webb em verificar e examinar atmosferas complexas mesmo a centenas de anos-luz.

Fique ligado na Nasa e na 3TC!

Por fim, vemos que as descobertas científicas da Nasa tornam-se cada vez mais deslumbrantes e complexas. O sucesso da obtenção das primeiras imagens do super telescópio James Webb é uma prova perfeita de que a humanidade, mesmo com tantos problemas do nosso cotidiano, ainda pode ser brilhante. 

A partir dos dados coletados pelo James Webb, nossa compreensão acerca da vastidão do universo se amplia, nos mostrando que ainda temos muito a descobrir. 

Está enganado quem acredita que apenas a assuntos grandiosos como o James Webb abraçam as tecnologias da Nasa. Nós podemos encontrar influências da agência espacial no nosso próprio dia a dia. 

Quer um exemplo? Foi desenvolvida pela 3TC uma tecnologia própria que foi pensada para aliar a simplicidade do funcionamento de garrafas térmicas com a ciência aplicada nos trajes espaciais da NASA, resultando na criação de um sistema de isolamento completo, resistente, eficiente e versátil. 

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