Nos climas de verão e de primavera em países tropicais, as pessoas buscam soluções de como amenizar o calor o tempo todo. Afinal, as altas temperaturas se tornam desconfortáveis e, em alguns casos, insalubres. Isso compromete a saúde, o bem-estar e a produtividade das pessoas.

Felizmente, há diversas estratégias para reduzir o efeito das altas temperaturas nas edificações e, assim, melhorar o conforto térmico de seus usuários. Quer saber mais? Acompanhe!

Efeitos do excesso de calor e por que devemos amenizá-lo?

Quem viveu as últimas décadas já deve ter notado que a temperatura nas cidades fica cada vez mais alta, isso não é apenas uma impressão, realmente alguns fenômenos climáticos atuaram para deixar o clima ainda mais quente, como a impermeabilização do solo e as ilhas de calor.

As ilhas de calor ocorrem quando as cidades começam a perder seus espaços verdes, que são importantes reguladores térmicos. Além de impedir a incidência direta dos raios de sol, que aquecem o solo, as árvores apresentam processos fisiológicos capazes de mitigar o calor.

A transpiração traz vapores resfriados das camadas mais profundas do solo para a superfície, reduzindo a temperatura local. A fotossíntese pega parte da energia calorífica e transforma em energia química.

Soma-se a isso a impermeabilização do solo com materiais asfálticos, que refletem grande parte da radiação solar de volta para o meio. O solo natural, por sua vez, absorve grande parte dessa energia e a utiliza para controlar a umidade. Com isso, a energia calorífica se dissipa em outros processos em vez de aquecer o ambiente.

Tudo isso faz com que as cidades fiquem com uma temperatura média muito elevada em comparação ao seu entorno. Isso dificulta a circulação do ar, provocando as famosas ilhas de calor. Portanto, à medida que as plantas forem eliminadas das cidades, a tendência é que a temperatura só aumente.

No entanto, a correção desses problemas fica por conta do poder público ― que pode ser muito lento. Então, é imprescindível que você invista em estratégias dentro das suas construções, como a inserção de áreas verdes, a instalação de isolantes termoacústicos eficientes, entre outras.

Tudo isso tem um impacto econômico muito grande, pois o excesso de calor tem efeitos negativos em diversas áreas da vida e da atividade humana. Vamos falar mais disso a seguir!

Comprometimento da saúde

O nosso organismo necessita de uma regulação térmica muito eficiente, pois todos os processos somente ocorrem com eficiência em uma faixa estreita de temperatura interna ― entre 35º e 37º. Fora disso, ele interpreta que estamos sob risco e tomará medidas para regular a temperatura.

Para isso, temos diversos “termômetros” internos para analisar a temperatura do meio. Geralmente, eles ficam estáveis quando o ambiente está entre 20º e 28º. Assim, todos os nossos processos fisiológicos normais dão conta de manter a temperatura interna. No entanto, fora dessa faixa, eles enviam uma mensagem para o nosso cérebro de que há um risco eminente.

Então, diversas respostas começam a ser ativadas para manter a temperatura interna estável. No frio, as reações mais comuns são os calafrios. No excesso de calor, ocorrem a dilatação dos vasos sanguíneos da pele, o suor, a inquietação e a aceleração do ritmo da respiração. São tentativas do nosso corpo de dissipar a energia.

Então, quando uma pessoa fica mais agitada e desconcentrada por conta do calor, não é algo que ela possa controlar racionalmente. Diversos eventos hormonais e neurais estão afetando sua cognição.

Em casos mais graves, o excesso de calor pode causar desidratação grave e a hipertermia. Essas situações são extremamente perigosas para idosos, crianças e pessoas doentes, podendo levar ao óbito. Por essa razão, hospitais, escolas, creches e casas de repouso precisam ter um controle da temperatura ambiental muito severo.

No ambiente de trabalho, há efeitos igualmente negativos. De acordo com o Manual MSD para Profissionais de Saúde, os problemas causados pelo calor tem gerado uma alta taxa de adoecimento na população jovem e adulta nos Estados Unidos, como distúrbios musculares e neurológicos.

Um problema muito comum é a fadiga por calor, que ocorre após a realização de trabalhos pesados em um ambiente quente. Com isso, os colaboradores podem apresentar sinais de exaustão, aceleração dos batimentos cardíacos, respiração ofegante e tontura.

Portanto, o que temos percebido atualmente é um aumento do absenteísmo devido a patologias relacionadas ao calor. Assim, investir em regulação térmica se torna uma medida importante para reduzir custos com o afastamento do trabalho.

Desconforto

Entretanto, a situação mais comum gerada pelo calor é o desconforto. Como explicamos, os processos fisiológicos são incontroláveis pela pessoa e eles demandam que ela tome medidas para regular a temperatura. Assim, surge a sensação de desconforto de estar naquele ambiente.

O suor impregna na pele e na roupa, sendo preciso ficar abanando ou utilizar ventiladores para fazê-lo evaporar. A respiração acelerada gera uma sensação de ansiedade por um espaço aberto. Enfim, todo o nosso corpo nos convida a sair do local. Consequentemente, a nossa mente racional associa valores negativos àquela experiência.

Desse modo, uma empresa que não mantém um bom controle da temperatura apresenta um risco elevado de insatisfação dos colaboradores. Com isso, mesmo que o salário seja bom, eles podem considerar o ambiente insalubre e procurar outro empregador. Assim, sua empresa pode perder os melhores talentos.

Ademais, tudo isso compromete a sua relação com o cliente. Imerso em sensações negativas e em um senso de urgência para sair do local, as chances de ele fechar um negócio são mínimas, ainda que as condições sejam boas. Por isso, você precisa pensar na experiência do cliente de forma holística, incluindo as condições ambientais.

Menor produtividade

A produtividade humana está intimamente ligada às funções executivas da nossa cognição, como:

  • foco: capacidade de ignorar os estímulos externos e internos;
  • atenção: capacidade de perceber os mínimos detalhes de uma tarefa;
  • inteligência: capacidade de associar e interpretar dados para produzir informações novas;
  • resolução de problemas e planejamento: capacidade de reconhecer os recursos disponíveis para resolver desafios;
  • memória de trabalho: capacidade de reter informações a curto prazo para utilizá-las em tarefas, entre outras.

Diante do estímulo do calor, o nosso cérebro sequestra grande parte da energia disponível para tarefas e a direciona para os centros de regulação de temperatura. Afinal, ele está interpretando que a nossa sobrevivência está em risco. Então, as consequências para a produtividade são enormes:

  • uma menor atenção provoca mais erros e aumenta a necessidade de retrabalho;
  • a falta de foco e uma memória de trabalho reduzida aumentam o tempo de execução de uma tarefa;
  • a redução temporária da inteligência e do planejamento gera resultados medíocres.

Então, o conforto térmico não é apenas uma questão de deixar os colaboradores mais satisfeitos. Ele tem um impacto direto sobre a eficiência.

Inconformidade com a lei

Além disso, no Brasil, temos diversas regras de ergonomia no ambiente de trabalho que devem ser seguidas pelas empresas. Caso contrário, elas estão sujeitas a multas e outras penalidades. Para evitar isso, é importante seguir as recomendações das Normas Regulamentadoras da Secretaria do Trabalho e da Previdência.

A NR17 regula todo o trabalho que é realizado dentro de ambientes fechados, como escritórios, consultórios e manufaturas. Entre as medidas mais importantes, está a manutenção da temperatura efetiva entre 20º e 23º. Ou seja, não basta que o ar-condicionado esteja ligado nessa potência, é preciso que os termômetros registrem esse valor em todos os pontos do cômodo uniformemente.

Já as normas internacionais da ISO, essenciais para quem quer conquistar um selo de qualidade, recomendam que a temperatura efetiva esteja entre 20º e 24ºC no verão e entre 23º e 26ºC no inverno.

No entanto, em algumas atividades mais específicas, como manuseio de caldeiras e fornalhas, é difícil manter essa faixa. Por isso, a NR15 considera a temperatura ambiental para definir a insalubridade de um trabalho.

No caso de trabalhos contínuos leves, a temperatura não pode ultrapassar 30ºC. Já no caso de atividades moderadas, o limite é 26,7ºC e, nas pesadas, 25ºC. Em tarefas que apresentam um tempo de descanso, o teto de aceitação é maior.

Por exemplo, as atividades pesadas que alternam 15 minutos de ação com 45 minutos de descanso podem ser executadas em temperaturas entre 28º e 30ºC. Confira o anexo III da NR15 para conhecer todos os casos.

Diante disso, se você não mantiver um bom controle de temperatura, será preciso aumentar o tempo de descanso dos colaboradores. Senão, o trabalho será considerado insalubre com todas as repercussões para a folha de pagamento, indenizações e tempo de trabalho para aposentadoria.

Em qualquer situação, porém, é totalmente proibido o trabalho nas seguintes faixas de temperatura:

  • atividades leves: acima de 32,2ºC;
  • moderadas: acima de 31,1ºC;
  • pesadas: acima de 30ºC.

Nesses casos, é imprescindível investir em medidas de controle de temperatura. Senão, as operações deverão ser suspensas.

Redução da vida útil de equipamentos

Além de prejudicar a mão de obra humana, o excesso de calor é extremamente danoso para os equipamentos ― especialmente, os eletrônicos. Então, se você mantém computadores, servidores ou máquinas com controle computadorizado, é preciso controlar a temperatura a fim de aumentar a suas vidas úteis.

Afinal, esses equipamentos trabalham com circuitos elétricos muito sensíveis e processadores que geram muito calor. Quando eles atingem determinadas temperaturas, a peça literalmente queima e perde toda sua funcionalidade.

Como amenizar o calor das edificações sem ar-condicionado?

Na maioria das vezes, é possível manter a temperatura dos ambientes em níveis saudáveis sem a utilização de equipamentos de ar-condicionado. Para isso, é necessário aumentar a eficiência térmica da construção com técnicas arquitetônicas, uso de materiais adequados e isolantes térmicos.

Isso traz muita economia a longo prazo, mesmo que o investimento inicial seja mais alto. Afinal, o ar-condicionado é o principal vilão do consumo de energia elétrica em todas as empresas.

Criar áreas verdes internas e externas

Hoje em dia, a arquitetura verde tem ganhado muito espaço. Como explicamos acima, as plantas e a terra apresentam processos que ajudam na regulação da temperatura ambiente. Com as técnicas atuais, é possível criar áreas verdes mesmo em pisos sem contato com o solo.

Então, quando você implementa jardins internos, é possível reduzir, em alguns décimos, o calor interno. Outra medida interessante é a utilização de canteiros externos com árvores com copas maiores. Além dos benefícios acima, elas funcionam como uma barreira física para a incidência de raios solares sobre a construção.

Utilizar uma decoração mais clara

As cores escuras apresentam uma maior capacidade de absorção da radiação solar. Consequentemente, esses objetos se aquecem com mais facilidade e provocam o aumento da temperatura do ambiente. Já os claros refletem as ondas de calor e devolvem parte delas para o meio externo.

Assim, o ideal é que as fachadas, os telhados industriais e as paredes sejam todas pintadas de cores claras, preferencialmente, o branco.

Melhorar a ventilação do ambiente

Um dos processos relacionados à transmissão de calor é a convecção. A partir dela, o ar mais quente fica mais leve e é direcionado para cima. Por sua vez, o ar mais frio — mais denso — desce em direção ao piso. Isso garante o conforto de quem está nas estações de trabalho.

No entanto, quando não há a ventilação adequada, não há a vazão do ar quente para fora do ambiente e a temperatura fica cada vez mais alta. Por isso, o ambiente deve ser bem dimensionado nesse sentido.

As janelas devem ficar sempre mais altas para aproveitar o movimento natural do ar aquecido. Em indústrias e comércios, também pode ser necessária a instalação de exaustores no teto.

Todavia, neste caso, o telhado deve receber um bom sistema de isolamento para evitar que a radiação do sol aqueça o constantemente o ar mais alto, evitando que a convecção seja utilizada em benefício do conforto térmico. Assim, ela acaba se tornando também um vilão.

Ademais, a sensação individual de calor não está ligada somente à temperatura em si, mas também à ventilação. A circulação de ar permite que o suor evapore e reduza a temperatura corporal.

Investir em isolamento térmico

Por fim, não podemos deixar de falar de uma das medidas mais eficientes para o conforto térmico no design de interiores ― o isolamento térmico. Esses materiais são capazes de atuar sobre os processos de transmissão de energia calorífica e impedir que eles aqueçam a construção.

A grande vantagem é que ele não atua somente sobre o excesso de calor, mas mantém temperaturas agradáveis independentemente do clima. Por serem tão importantes, falaremos mais sobre eles mais adiante.

Cuidados com o corpo para amenizar altas temperaturas

Além das medidas ambientais, há outras ações essenciais para reduzir os efeitos do calor sobre o nosso corpo. Nesse sentido, todas as pessoas deverão tomá-las individualmente e o papel da gestão da empresa será oferecer todas as condições para os colaboradores as efetivem.

Roupas mais frescas

Caso sua empresa exija o uso de uniformes, é importante escolher tecidos adequados para o calor ambiental. Nesse caso, as malhas mais finas, feitas com fibras de algodão, são uma excelente opção.

Esse material absorve o suor e ajuda na evaporação dele. Devem-se evitar tecidos sintéticos pouco permeáveis, pois eles impedem a evaporação da transpiração e aumentam o desconforto. Em relação à cor, dê preferência aos tons claros, pois eles absorvem menos radiação.

Hidratação

A desidratação é a principal doença relacionada ao calor, sendo uma causa frequente de absenteísmo. Em locais quentes, a necessidade de hidratação pode chegar a 3 litros de água todos os dias. Por isso, é importante deixar bebedouros disponíveis em todos os locais de trabalho e fornecedor garrafinhas para que os colaboradores possam tomar líquidos durante a execução das tarefas.

Como proteger-se do clima em qualquer temperatura

Para compreender o funcionamento de um isolante térmico, é preciso também conhecer as diferentes formas de transmissão da energia calorífica:

  • condução: esse é o mais intuitivo para nós. Ocorre quando os objetos entram em contato físico e aquele com maior temperatura transfere energia para o de menor temperatura. Ocorre, por exemplo, quando o motor de um equipamento aquece o solo ao redor, quando as estruturas de uma construção transmitem a energia recebida do sol ou pelo contato das massas de ar com os edifícios;
  • convecção: o ar muda de volume rapidamente de acordo com a temperatura. Quando recebe calor, ele se expande e fica menos denso. Então, se direciona para cima. A massa de ar mais fria, por sua vez, vai para baixo;
  • radiação: esse processo acontece à distância, isto é, não é preciso que a fonte de calor esteja próxima aos objetos. Ela emana radiação infravermelha, que aumenta a agitação das partículas das estruturas, gerando um aumento de temperatura. O caso mais clássico é o aquecimento provocado pela radiação solar. No entanto, também pode ocorrer internamente devido às lâmpadas, fornos e aos motores.

Os isolantes térmicos são materiais ou equipamentos capazes de reduzir um ou mais desses três processos. Tudo dependerá do tipo escolhido. Falaremos dos principais a seguir.

Lã de vidro

Essa lã é fabricada a partir da sílica ― a mesma matéria-prima utilizada para o vidro. No entanto, ela passa por um processo de produção diferenciado em que é submetida a altas diferenças de pressão e temperatura. Com isso, é possível formar fibras altamente maleáveis, resistentes ao estresse mecânico e ao fogo.

Ela apresenta uma alta capacidade de impedir a condução de calor. No entanto, não atua sobre a radiação ― que representa 90% da energia calorífica que incide sobre uma construção. Por essa razão, é relativamente ineficiente em comparação a materiais mais modernos.

Lã de rocha

A lã de rocha é muito semelhante à lã de vidro tanto em relação às vantagens quanto as desvantagens. No entanto, a matéria-prima utilizada é a diábase, um tipo de pedra vulcânica, que é submetida a altas diferenças de temperatura e pressão.

Lã de PET

A lã de PET é diferente dos modelos anteriores, pois é fabricada com material plástico ― usualmente reciclado. Apresenta a desvantagem de não ser tão potente no combate ao fogo e também não age sobre a radiação.

Isopor

Conhecido tecnicamente como poliestireno expandido (EPS), foi um dos primeiros materiais a ser utilizado no isolamento térmico industrial, pois era barato e eficiente. No entanto, apresentava o inconveniente de ser combustível para o fogo. Desse modo, pode ajudar na propagação de incêndios.

Felizmente, nos últimos anos, foram desenvolvidos processos de fabricação muito eficientes. Com isso, foi possível criar EPS altamente resistentes ao fogo, suportando temperaturas superiores a 800ºC. Apesar de isso ter feito o preço subir, tornou o material uma opção viável para todo o tipo de projeto.

Espumas de poliuretano

As espumas de isolamento são um material muito polêmico. Afinal, estiveram envolvidas em vários acidentes, como o da Boate Kiss em Santa Catarina. Sem o tratamento adequado, elas entram rapidamente em combustão e liberam um gás muito tóxico.

Além desse problema importante, não são tão resistentes mecanicamente. Então, diante de qualquer atrito ou risco, podem se romper. Como todos os casos acima, também só age sobre os processos de condução de calor.

Foils

Os foils funcionam de forma bem diferente dos isolantes anteriores, pois não agem sobre a condução, e sim sobre a radiação. São capazes de refletir grande parte da radiação calorífica de volta para o meio externo, evitando que os raios solares aqueçam as estruturas da construção. Como não agem sobre os outros processos de transmissão, não são tão eficientes quanto poderia.

3TC

Essa é uma tecnologia desenvolvida pela NASA com a finalidade de proteger os astronautas das diversas variações de temperatura do espaço. Por exemplo, as roupas espaciais são feitas com mantas de 3TC.

Para conseguir a máxima eficiência, a NASA uniu os melhores materiais que atuam sobre a radiação e a condução. Então, desenvolve um processo em que eles são aplicados juntos, na mesma peça.

Desse modo, o 3TC apresenta um núcleo de EPS, responsável por reduzir a condução de calor ao passo que há duas lâminas metálicas capazes de refletir grande parte da radiação. Então, atua sobre dois processos de transmissão, conquistando mais eficiência. Ele é versátil e pode ser instalado como manta térmica para paredes, pisos e telhados.

Quando utilizada no teto de ambientes fechados, as placas e as mantas de 3TC apresentam um grande diferencial de atuar também sobre a convecção. Por reduzirem o contato da massa de ar com o calor externo, elas impedem o seu aquecimento. Com isso, o ar quente pode ser eliminado pelas janelas e exaustores enquanto o ar mais frio é direcionado ao solo.

Agora que você já sabe como amenizar o calor, não deixe de aplicar essas medidas quanto antes. Os benefícios são variados: os colaboradores ficam mais produtivos e mais satisfeitos, os equipamentos duram mais e os problemas com a legislação de ergonomia térmica são eliminados.

Quer saber tudo sobre o conforto térmico nas edificações? Então, não deixe de conferir nosso guia completo sobre o tema! Com ele, você aprenderá mais sobre os tipos de isolantes térmicos e as diferentes aplicações nos mais diversos tipos de projeto!

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