As evoluções do beneficiamento de sementes trouxeram grandes impactos no desenvolvimento da agricultura. Afinal, seus processos permitem aumentar a produtividade das lavouras.

Como se sabe, suas técnicas surgem de estudos que verificam as necessidades de conservação de cada tipo de semente, como umidade ideal, temperatura e outros pontos.

Por esse motivo, é muito importante investir em tecnologias capazes de melhorar significativamente o beneficiamento. Isso pode ser feito de várias formas, como por máquinas automatizadas e climatização de ambientes eficiente.

Quer entender melhor sobre este processo? Acompanhe este post!

O que é o beneficiamento de sementes?

O beneficiamento de sementes pode ser definido de diferentes formas. No sentido mais amplo, ele pode ser considerado como todas as etapas de processamento das sementes depois da colheita no campo até o empacotamento e armazenamento.

Isso acontece porque internacionalmente não existe um termo específico para as atividades que se dedicam exclusivamente ao aprimoramento de lotes de semente. Toda a cadeia de ações recebe o nome genérico de “seed processing”, o qual foi traduzido como “beneficiamento de sementes” em algumas situações.

No entanto, as regulações brasileiras definem o beneficiamento apenas como as etapas que ocorrem após a viabilização da semente (geralmente pela secagem) até o envio para reembalagem. Esse é o caso da principal lei sobre o tema, a nº 10.711, de 5 de agosto de 2003, que define o beneficiamento, como:

operação efetuada mediante meios físicos, químicos ou mecânicos, com o objetivo de se aprimorar a qualidade de um lote de sementes;

Em diversos pontos da lei, as atividades de beneficiamento são vislumbradas em autonomia com outras, tais quais o armazenamento e a embalagem. Mas, então, o que você deve considerar como beneficiamento? De forma geral, as empresas e técnicos que oferecem serviços desse tipo não seguem uma estrutura específica, padronizada.

Então, é muito possível que você encontre alguém que execute todo o processamento, enquanto outros que fazem apenas o beneficiamento em sentido estrito ou em associação com a embalagem, armazenamento e distribuição.

Isso ocorre porque na cadeia produtiva agrícola brasileira há vários serviços especializados para a melhoria das sementes.

** Desse modo, nos seus aprofundamentos sobre o tema, não deixe de prestar atenção no contexto em que o beneficiamento está sendo usado.

Aqui, vamos falar sobre todo o processamento/beneficiamento para atingir diversos públicos:

  • o produtor que quer montar uma instalação de beneficiamento;
  • alguém que quer abrir uma beneficiadora ou melhorar seu serviço;
  • agricultores que desejam melhorar suas instalações de armazenamento etc.

Quais os tipos de beneficiamento de sementes?

Na natureza, há uma interação muito forte entre os elementos ambientais e o ciclo de vida das sementes. Afinal, para ter sucesso na reprodução, as plantas desenvolveram diversos mecanismos. Há sementes que precisam passar pela fermentação no sistema digestivo de animais, outras precisam da secagem ao sol, entre outros processos. Sem isso, elas não brotam

A atividade da agricultura, por sua vez, não conta com essa interação, pois a produção é feita em larga escala sob ação de técnicas. Então, frequentemente, é preciso viabilizar as sementes e esse processo pode acontecer antes ou durante o beneficiamento.

Sementes secas

A planta não é coletada após ter atingido o ponto de colheita para alimentação. Ela é deixada até que forme estruturas formadoras de semente. Por exemplo: podem ser colhidas as vagens, todo o galho ou a planta inteira a fim de realizar o beneficiamento sem necessidade de secá-las.

Isso acontece nos casos em que a semente coletada já apresenta a umidade suficiente para um bom brotamento. Depois, dependendo do tamanho e do tipo, pode ser feita a debulha, o esmagamento e a apanha manual. Será nesse estado que elas irão para o beneficiamento.

O beneficiamento não incluirá a secagem ou a viabilização, apenas etapas como recepção, amostragem, limpeza e embalagem. Geralmente, os lotes de sementes secas são mais fáceis de limpar e separar por meio de peneiramento, sopragem mecanizada, entre outras.

O processamento de sementes secas é realizado na produção de insumos, como:

  • leguminosas;
  • alface;
  • cebolas;
  • beterrabas;
  • cenouras etc.

Processamento de sementes úmidas

Nesse contexto a semente é colhida com uma taxa de umidade alta, sendo necessário que ela perca água para poder ser plantada. É o caso da maioria das frutas com polpa macia, como o maracujá e a melancia, e dos legumes.

Aqui, o beneficiamento geralmente começa com a separação da semente da fruta, o que pode ser feito química, manual ou mecanicamente. A partir disso, as sementes podem ser secadas com métodos artificiais e naturais até que apresentem a umidade ideal, em torno de 8%. Essa secagem deve ocorrer rapidamente após a retirada da polpa para evitar a deterioração.

Processamento por fermentação

Como explicamos, algumas plantas necessitam de processos químicos e biológicos para simular o que aconteceria na natureza. Nas superfícies das sementes há uma série de inibidores da germinação para garantir que ela brotasse apenas ao encontrar as condições mais favoráveis.

Então, a fermentação é um processo que degrada esses fatores que impedem o desenvolvimento da semente e a deixa apta para brotar. Nessa situação, portanto, será preciso induzir a fermentação ou simular sua ocorrência com substâncias químicas. Depois disso, as sementes poderão prosseguir para o beneficiamento com as várias opções que falaremos a seguir.

Quais os atributos para a qualidade no beneficiamento de sementes?

A lei do processamento de sementes brasileira estabelece que quatro critérios devem ser levados em consideração na avaliação de qualidade de um lote de sementes: o fisiológico, o físico, o sanitário e o genético.

Cada um deles será responsável por garantir a segurança das lavouras contra riscos químicos ou biológicos, garantir uma taxa de germinação adequada, padronizar nossos produtos para a exportação, entre outros.

Fisiológico

A regulação brasileira estabelece dois critérios principais para a qualidade fisiológica: a germinação e o vigor.

A primeira é analisada por meio de um indicador chamado taxa de germinação, cujo parâmetro mínimo é de 80%. Ou seja, em um lote, 80 em cada 100 das sementes amostradas devem germinar. Vamos falar um pouco sobre a amostragem nos próximos tópicos.

Por ser quantitativo foi criado um indicador qualitativo, o vigor. Assim, as plantas geradas deverão apresentar alto desempenho mesmo em condições desfavoráveis normais. Para isso, são avaliadas situações de estresse comuns, como assoreamentos e infecção por microrganismos.

Sanitário

A qualidade sanitária é um dos fatores mais fiscalizados pelos órgãos governamentais e mais exigidos pelos clientes. Afinal, além de afetar a germinação e o vigor intrínsecos das plantas, podem ser fatores de contaminação para outras colheitas e plantações.

Por esse motivo, é preciso garantir que as sementes estejam sadias em relação às infecções por patógenos biológicos. O mais comum são os fungos, que geralmente surgem devido às más condições ambientais de armazenamento ou pela manutenção de uma alta umidade dentro das sementes. Mas também podem ser bactérias, vírus, protozoários, vermes, insetos e aracnídeos.

Em alguns casos, além de deteriorar, são doenças que se alastram por toda a plantação e podem ser carregadas para os produtores vizinhos. Por fim, é preciso garantir que, no lote, não haja sementes de ervas daninhas, pois eles representam igual risco de danos às plantações.

Genético

Uma das principais técnicas, que trouxe o aumento de produtividade das plantações, foi a melhoria genética. Por meio de cruzamentos uma espécie pode adquirir características que trazem mais resistência à estressores ambientais, por exemplo.

Além disso, pode-se melhorar a produtividade e a qualidade de cada planta, fazendo com que o custo-benefício se adéque às exigências do consumidor.

No beneficiamento, além da melhoria e seleção das melhores sementes, são feitas análises para verificar se o cultivar declarado corresponde àquele recepcionado. Em alguns casos, são feitos testes adicionais para determinar o risco genético do lote.

Por exemplo, como o uso de plantas transgênicas é altamente regulado, não podem ser encontradas evidências de manipulações genéticas não autorizadas.

Físico

Refere-se a vários critérios:

  • pureza, como a presença de materiais contaminantes ou inertes, como poeira, pedras, restos de ervas daninhas e fragmentos do solo;
  • dimensões e peso das sementes;
  • danos físicos, como as quebras e abrasões;
  • umidade, sendo necessário adequá-la com a necessidade específica do cultivar da semente;
  • temperatura.

Quais são as principais etapas do beneficiamento de sementes?

Recepção

Tudo começa com a recepção das sementes nas instalações de beneficiamento. Lá, os técnicos vão avaliar o lote e executar uma série de ações essenciais para o sucesso das etapas posteriores. A primeira delas é a caracterização do lote:

  • nome do produtor ou da gleba, mesma que a operação seja feita pelo próprio produtor;
  • procedência;
  • número do lote;
  • quantidade recepcionada;
  • data;
  • espécie e cultivar;
  • umidade;
  • pureza;
  • viabilidade.

Depois disso é feita avaliação da admissão. O lote somente pode ser admitido quando ele respeitar a política de beneficiamento do local. Assim, reduz-se o risco de danos nas máquinas e contaminação de outros lotes.

Amostragem

Esta é a etapa de amostragem, a qual inclui a coleta de material para a análise do lote de sementes recepcionado. Todos os testes de qualidade, viabilidade e pureza serão realizados a partir disso. É preciso, entretanto, seguir algumas regras para uma amostra confiável:

Amostragem composta

Reúne várias amostras individuais colhidas em cada saco ou unidade de armazenamento. Se houver menos de cinco sacos, todos deverão ser amostrados.

Em números superiores a esse, colhe-se 5 mais 10% do número de sacos totais. Por exemplo, caso sejam 10 sacos, serão 5 mais 1 amostras. Mesmo assim, o número total de amostras não poderá ser maior do que 30.

Amostra média

É a que será efetivamente encaminhada para o laboratório de análises. É uma amostra feita aleatoriamente após a mistura mais homogênea possível da amostragem composta.

Pré-limpeza e operações especiais

Caso as sementes não cheguem secas para o beneficiamento, será preciso executar uma série de operações especiais para prepará-las. Aqui, acontecem a maioria dos processos de preparação que explicamos ao falar sobre os tipos de processamento de sementes.

Limpeza

Dentro de um mesmo lote de semente, podem vir várias impurezas que precisam ser eliminadas. Esses materiais indesejáveis reduzem o valor agregado dos lotes. Além disso, a limpeza busca homogeneizar o tamanho e a qualidade das sementes de acordo com o nível de qualidade esperado pelo produtor.

Para isso, podem ser estabelecidas uma série de variáveis de aceitação para o produto beneficiado. Os critérios físicos podem incluir:

  • largura;
  • espessura;
  • peso;
  • densidade;
  • comprimento;
  • forma;
  • textura superficial;
  • condutibilidade elétrica;
  • afinidade por líquidos;
  • cor.

Para selecionar as dimensões adequadas, são utilizadas peneiras, máquinas de ar e peneira (MAP), ventilação, entre outras. Com isso, separam-se os materiais bem grandes, bem pequenos, grandes e pequenos do lote de semente.

Em relação ao peso e a densidade, utilizam-se mesas de gravidade, as quais separam as sementes pesadas das leves e das intermediárias. Por fim, para retirar outras impurezas mais discretas, podem ser empregados separadores eletrostáticos.

Classificação

As sementes já estão prontas para uma avaliação dos resultados dos processos de melhoria. Para isso, elas passam por um classificador manual ou mecânico de sementes. Lá, serão retiradas as sementes que não atingiram o critério de qualidade e que precisam de um tratamento adicional.

Tratamento

São uma série de ações físicas e químicas realizadas a fim de viabilizar aquelas sementes que não se enquadraram dentro dos critérios de qualidades anteriores em relação à temperatura e à umidade. Para executar o tratamento, entretanto, é preciso tomar alguns cuidados:

  • os produtos químicos utilizados devem ser inertes no meio ambiente e não oferecer riscos à saúde humana;
  • em caso de patógenos biológicos, o tratamento deve ter uma efetividade próxima a 100%, senão as sementes devem ser incineradas.

Transporte interno das sementes e embalagem

Depois de realizado todo o processamento das sementes, é o momento de levá-las para a embalagem. Para que esse processo seja eficiente, o ideal é utilizar máquinas automatizadas, as quais garantem a continuidade das operações com agilidade. Isso também reduz as chances de erros e os custos totais da operação.

Depois disso, deverá ser feita a ação de embalagem de acordo com o método mais adequado para a semente e para o mercado. Então, elas prosseguirão para o armazenamento e a distribuição.

Quais estratégias utilizar para otimizar o beneficiamento de sementes?

A deterioração de uma semente começa desde o momento que ela é coletada da planta. Depois disso, os estressores ambientais (temperatura e umidade) e biológicos (microrganismos) deverão ser controlados para aumentar a vida útil da semente.

O processo inclui ações para controlá-los desde o transporte até a unidade de beneficiamento até o armazenamento e a distribuição.

É imprescindível manter todos os pontos da cadeia de beneficiamento estáveis em termos de temperatura e umidade. Afinal, esses fatores estarão em constante interação com as características da própria semente, otimizando ou dificultando os processos de beneficiamento:

  • os baús de transporte apresentam um aquecimento intenso, o qual pode danificar ou matar grande parte do lote;
  • galpões úmidos podem dificultar a perda de umidade nos processos de secagem, além de devolver parte da hidratação após o processo. Isso também aumentará as chances de proliferação de microrganismos;
  • temperaturas altas poderão desidratar as sementes armazenadas, causar a condensação de água dentro do recipiente de armazenamento e oferecer um meio propício para os patógenos;
  • o desempenho das máquinas também poderá ser comprometido.

Nesse sentido, o isolamento térmico é uma das melhores medidas que podem ser tomadas para garantir a excelência. Ele deverá ser instalado em todos pontos da cadeia, como instalações físicas da unidade de beneficiamento e baús dos veículos de transporte.

Quais os benefícios do isolamento térmico?

São vários os benefícios de executar um bom projeto de isolamento térmico em uma unidade de beneficiamento:

Além desses benefícios gerais, alguns isolantes poderão trazer vantagens adicionais. Vamos falar disso a seguir!

Como implementar o isolamento térmico?

O primeiro passo para uma implementar um bom isolamento térmico é saber o que procurar nas soluções disponíveis no mercado. Com isso, você poderá fazer uma escolha mais alinhada para as suas necessidades e estratégias.

Para começar, vamos explicar brevemente como o calor é transmitido dentro das estruturas de uma construção do agronegócio. Existem três formas principais:

  • condução — acontece quando dois objetos entram em contato físico. Com isso, aquele com maior temperatura transmite energia calorífica ao de menor, aquecendo-o;
  • irradiação — as ondas de energia calorífica (radiação infravermelha) agitam as moléculas dos objetos, causando o aumento da temperatura. Essa ação ocorre à distância e não depende de um meio físico. É assim que a energia do sol chega até a Terra, por exemplo. Cerca de 90% do calor que chega a uma estrutura vem dessa forma;
  • convecção — ocorre pelo movimento das massas de ar em ambientes fechados ou na atmosfera. Quando um gás está aquecido, ele fica mais “leve” e se direciona para cima. Em resposta, o ar mais frio volta para próximo do solo ou do piso. Com isso, o ar circula constantemente.

Há vários tipos de isolantes no mercado, sendo que a maioria deles atua apenas em um desses processos de transmissão de calor. Portanto, o ideal é procurar por materiais que sejam eficientes em mitigar o efeito de todos eles. Para orientá-lo nessa tarefa, vamos explicar aqui o funcionamento, as vantagens e desvantagens das principais opções.

3TC

O 3TC foi desenvolvido pela NASA a fim de proteger os astronautas e cientistas das variações de temperatura fora da Terra, que podem ir de -70º à noite e 50º durante o dia. Por esse motivo, é considerada a tecnologia mais avançada em termos de isolamento.

Ela conta com dois materiais que se complementam perfeitamente: duas lâminas refletivas de polímeros, as quais recobrem um núcleo de poliestireno expandido. As primeiras trazem uma reflexão de mais de 90% dos raios infravermelhos, enquanto o último é um dos materiais mais eficientes para evitar a condução do calor.

Devido à impermeabilidade e à flexibilidade de ambas, elas podem vedar completamente as estruturas. Assim, há um ganho adicional de maior controle da umidade, o que é essencial para o beneficiamento das plantas. Ademais, proporciona um bom isolamento acústico, melhorando o conforto ambiental para todos os trabalhadores da unidade.

Lãs

As lãs representam uma série de materiais capazes de simular a estrutura de uma malha de fios. Assim, ficam muito parecidos com as propriedades das lãs animais, porém superando suas desvantagens. Afinal, elas se deterioram facilmente devido a ação de microrganismos ou de agentes físico-químicos.

A primeira lã sintética que surgiu em escala industrial foi a de vidro. Ela é fabricada com a sílica, que é submetida a altíssimas diferenças de temperatura e pressão. Assim, quando saem das máquinas, apresentam um aspecto de fios, os quais podem ser emaranhados. Consequentemente, surge um material flexível e altamente resistente.

A lã de rocha também é feita da mesma forma, mas a matéria-prima é diferente. Ela é feita com rochas adiabáticas, que se formam depois de erupções vulcânicas. Isso permite uma maior eficiência de isolamento termoacústico em comparação à lã de sílica.

Recentemente, surgiu ainda a lã de PET, a qual é fabricada com materiais plásticos reciclados. Com isso, conquistam-se os benefícios da sustentabilidade, apesar de a eficiência se reduzir ligeiramente.

As lãs ficaram muito populares no início de sua comercialização. Anteriormente, a principal opção eram as espumas, que eram de difícil manutenção e predispostas a acidentes graves. No entanto, como atuam apenas em um único processo de transmissão de energia calorífica, a condução, perderam espaço para materiais mais eficientes.

Foils

Os foils são lâminas metálicas com capacidade reflexiva da radiação infravermelha. Assim, antes que ela atinja as estruturas de uma construção e aumentem sua temperatura, elas são devolvidas para o meio ambiente.

Como explicamos, essa é a principal forma como uma estrutura recebe calor, principalmente devido à incidência da radiação solar. Então, os foils tendem a ser mais eficientes que as opções anteriores. No entanto, não são capazes de evitar nem a convecção nem a condução de calor.

Depois de escolher o material isolante, é preciso avaliar onde eles serão instalados. Geralmente, os galpões de beneficiamento são feitos com estruturas mais econômicas e pouco eficientes termicamente, os quais transmitem bastante calor para dentro de uma construção, como:

Com isso, onde houver exposição excessiva à transmissão de calor, pode ser preciso adotar um reforço para isolamento térmico para galpões. O material e o fornecedor escolhidos deverão ser versáteis para atender às necessidades de cada estrutura.

Como fazer um bom projeto de isolamento térmico?

Entender como fazer um bom isolamento térmico não é difícil: só é preciso que o projeto seja conduzido por uma empresa experiente e renomada no mercado.

Ela precisa contar com um serviço versátil, que entenda as necessidades do cliente, possa implementar uma ampla variedade de soluções definitivas. É justamente isso que a 3TC Isolamentos, a melhor empresa de isolamento térmico do mercado oferece.

Tudo começará com um bom mapeamento das vulnerabilidades térmicas de uma construção e dos processos geradores de calor. Depois disso, ele deve buscar compatibilizar os seguintes pontos com os objetivos do projeto:

  • propriedades do material — impermeabilidade, isolamento acústico e resistência ao fogo;
  • apresentação das peças — se em mantas ou placas rígidas em diversas espessuras;
  • técnicas de instalação — colagem, pregagem, fixação por pressão, encaixe, entre outras.

Pela complexidade do beneficiamento de sementes, todas as escolhas devem ser feitas estrategicamente. Escolha sempre os melhores equipamentos, as análises laboratoriais mais confiáveis e o mais eficiente projeto de isolamento. Tudo isso refletirá na qualidade do seu serviço ou das suas sementes.

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